T8:E19 • Consciência nos relacionamentos • Tipos de Amor

Mansão do Caminho 18/06/2025 (há 9 meses) 59:36 3,981 visualizações 602 curtidas

Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 08: Consciência nos relacionamentos: amor e crescimento Episódio 19: Tipos de amor Apresentação: Cristiane Beira No décimo nono episódio da oitava temporada de Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis, Cristiane Beira explora os tipos de amor à luz da psicologia espírita. É um convite à reflexão sobre as diversas formas de amar — desde o amor possessivo até o amor altruísta — e como cada uma delas impacta nossos relacionamentos e nosso processo de evolução espiritual. Na narrativa, conhecemos os sete tipos de amor: eros, ágape, philia, storge, ludus, pragma e philotia. Por meio de exemplos do cotidiano, Cristiane torna o conteúdo acessível e profundo, mostrando como o amor se manifesta de maneira multifacetada, conforme o estágio evolutivo em que nos encontramos. Ela destaca a importância de trabalharmos o amor eros com equilíbrio, para que traga vitalidade sem cair no excesso sensorial. Ressalta também o amor ágape, vivido em sua plenitude por espíritos elevados, cuja marca de altruísmo perdura na humanidade até hoje. O amor philia, que nutre a fraternidade e as amizades; o amor storge, que brota no ambiente familiar; o amor ludus, leve e descontraído; e o amor pragma, voltado às causas nobres — todos são abordados com sensibilidade. Por fim, ao apresentar o amor philotia, Cristiane nos convida a valorizar o autoamor, essencial para o nosso sentimento de pertencimento como filhos de Deus. Essa aula é uma verdadeira viagem pelo universo do amor em suas diferentes expressões — um despertar para a alma, mesmo em meio aos conflitos existenciais, reafirmando que o amor, em sua essência, é imbatível. » Referências bibliográficas: Amor, Imbatível Amor, caps 01, 03 e 05 Plenitude, cap 06. Conflitos Existenciais, caps. 18 e 19 O Despertar do Espírito, cap. 07 Plenitude (cap. 6) Jesus e o Evangelho à Luz da Psicologia Profunda (cap. 24) 🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para acompanhar os próximos episódios! #PsicologiaEspírita #JoannadeAngelis #TiposDeAmor #Relacionamentos #AmorConsciente #Autoconhecimento #Espiritismo #CrescimentoPessoal

Transcrição

Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana de Angeles. Hoje vai ser o nosso último tema, não o nosso último encontro, porque ainda temos mais um para perguntas e respostas, mas hoje é o nosso último assunto e para falar sobre relacionamento e tentar fazer uma um fechamento digno do tema, a gente só poderia falar de amor. Os trechos que eu selecionei são inúmeros e talvez eu precisasse de alguns encontros para poder desenvolver o que eu escolhi. Mas amor, para falar de amor, a gente precisaria não só dessa vida, mas de todas as próximas, porque é realmente o nosso primeiro e último objetivo de desenvolvimento espiritual. Nós viemos do amor e estamos buscando o amor. Viemos do amor de Deus, criados seres simples e ignorantes, mas mergulhados no ambiente divino, no seio divino, no colo Deus, mergulhados no amor em sua essência mais pura. E a partir de lá temos feito o nosso próprio trajeto evolutivo. pelo livre arbítrio que Deus nos concedeu, ele concedeu também a possibilidade de compreendermos o amor, de produzirmos o amor e não apenas de recebermos o amor como éramos quando ainda estávamos em estágios evolutivos inferiores, antes do livre arbítrio, antes da aquisição da razão, já vivíamos imersos no amor. Mas era um amor que Deus nos ofertava. E ele, como somos cocriadores e permitiu sermos filhos feitos a sua imagem e semelhança. E talvez se nós pudéssemos, no nosso grau de evolução ainda tão imperfeito, tão atrasado, mas se pudéssemos dizer qual é a imagem de Deus, eu acho que a a resposta, o conceito mais próximo que poderíamos dispor é realmente o amor. Qual é a imagem de Deus? é a imagem do amor. O amor é amplo. O amor é ele ele é complexo, ele é completo, ele ele envolve tantas coisas senão tudo, né? O amor é tudo. Realmente, o amor é tudo. Deus é amor e tudo que existe veio desse amor. E nós estamos caminhando, procurando nos aproximar por consciência do que é o amor. Vamos sentindo, vamos procurando entender. A maioria das vezes em nossa faixa

mor e tudo que existe veio desse amor. E nós estamos caminhando, procurando nos aproximar por consciência do que é o amor. Vamos sentindo, vamos procurando entender. A maioria das vezes em nossa faixa evolutiva, nós mais nos atrapalhamos nele do que de fato vivenciamos a sua a sua dignidade, o seu verdadeiro valor. Mas estamos experimentando, estamos tentando, estamos buscando e já somos capazes, ainda que de vez em quando, de captar, de perceber, de sentir esse esse aspecto divino realmente do que é o amor. Então, como eu tenho muita coisa, eu não vou me deter tanto. Nessa introdução que eu costumo fazer. Eh, para falar de amor, eu pensei em desmembrá-lo para facilitar a nossa compreensão. Eu pensei em diferenciar as suas expressões, porque nós utilizamos uma única palavra, porque é um único conceito. Mas como é esse conceito que é o próprio Deus em manifestação, nós vamos imaginar o tanto de amplitude que tem o tema do amor, o tudo que ele envolve, tudo que ele significa, as infinitas formas que ele é vivenciado. Então, pra gente poder compreender um pouco, a humanidade, os pensadores têm diferenciado as expressões, as manifestações, os tipos de amor que a gente costuma encontrar. Já há definições, muitas, muitas, já se falam em tipos de amor, em cinco, em sete, em 10. E aí o tanto que a alma humana é diferenciada e ela é diversa, é o tanto de diversidade que a gente vê nas expressões do amor. Mas eh nós vamos falar sobre os básicos, até por conta do tempo. Eu começo falando como tipo de amor, eu começo trazendo o próprio erros. Mas eu vou trazer erros na sua versão, na maioria das vezes, na sua versão distorcida, porque o ser humano, como ainda é imperfeito, tende a usar de forma imperfeita as funções que a vida nos oferece. A filosofia ela não usa eros da forma como eu vou trazer hoje, ela usa venus. Esse esse amor mais aí a gente pode brincar venal, esse amor mais visceral, esse amor mais primitivo, passageiro. Aqui eu vou trazer esse aspecto de erros que se distorceu, porque eros na sua

a venus. Esse esse amor mais aí a gente pode brincar venal, esse amor mais visceral, esse amor mais primitivo, passageiro. Aqui eu vou trazer esse aspecto de erros que se distorceu, porque eros na sua essência ele é o amor, é o Deus do amor. Mas a gente quando erotiza no nosso grau de evolução, a gente traz esse erros mais para sensação. A gente traz erros mais para prazer material, corporal. A gente ainda não consegue entender erros na sua essência divina. Então existe o se se nós tirarmos erros da vida, se a gente chegar à conclusão que erros está atrapalhando e a gente levar embora, sumir, exilar erros da terra, a gente perde a vivacidade, a gente perde o prazer de fazer as coisas, o prazer de trabalhar ou a gente perde o prazer de plantar uma flor. Então esse prazer que vem de Eros, que é a própria vitalidade, esse fluido vital sendo vivenciado, ele é essencial. Então nós vamos tirar esse eros que a gente um dia vai chegar nele, na vivência erótica nesse sentido de energia vital, de vitalidade, de ânimo, de prazer de fazer as coisas. E a gente vai trazer um pouquinho o perigo da sexualização, da sensualização dessa força tão linda, que é a força erótica, que é a força da vida, que me faz eh pintar um quadro expressando minha alma nele, que me faz querer ter um filho para dar vida a outro ser. Isso é erros. Mas a gente ainda usa erros na sua versão mais venal, pensando em Vênus. É uma é uma versão mais próxima da sexualização, da sensualização no sentido mais eh de prazeres corporais. Bom, pra gente falar de amor, eu também já gostaria de dizer assim, existe um livro inteiro de Joana, né? Não que esse livro consiga expressar tudo que o amor requer no nosso grau de evolução impossível. Mas Joana faz um trabalho como Joana faz, né? Joana faz um trabalho excepcional. É de um de uma categoria, é de uma sutileza, é de uma profundidade, é de um carinho, que é um dos livros mais lindos que ela já escreveu e tinha que ser, porque é um livro que ela fala sobre o amor. E olha que título lindo,

a, é de uma sutileza, é de uma profundidade, é de um carinho, que é um dos livros mais lindos que ela já escreveu e tinha que ser, porque é um livro que ela fala sobre o amor. E olha que título lindo, amor imbatível. amor, porque é o amor é imbatível, é insuperável, é indescritível. O amor é é isso que nós começamos falando, é de onde a gente veio e é para onde a gente vai. O amor é vida, o amor é Deus. Jesus é o mensageiro do amor. Jesus veio trazer o diferencial pra terra que foi o amor. O amor incondicional, o amor aos familiares, mas o amor à humanidade, o amor aos inimigos. Amai os vossos inimigos. Jesus é o mensageiro de Deus e Jesus é o mensageiro do amor. Então, Joana fala e eu trouxe muito conteúdo desse livro, não poderia ser diferente. Então, amor imbatível, amor vai ser o nosso o nosso livro base hoje. E esses primeiros trechos, eu trago todos dele. Então, eu não vou nem ficar repetindo. Quando eu mudar de livro eu conto para vocês. Por enquanto, nós vamos ficar no amor imbatível, amor. E ainda estou só no capítulo um. e e e ela traz o que a gente precisa para essa reflexão de hoje, tá? Então, amor, imbatível, amor, capítulo um, vamos lá. Ela vai falar sobre primeiro sobre, eu trouxe um texto que ela fala sobre esse prazer pelo prazer, sabe? essa coisa que a gente vai procurar o amor, a relação, mas para ter sensações sensoriais mesmo, essa coisa do uhu, do pico, do prazer e e esse frenesi e é uma coisa meio que autocentrada, é, a gente procura e eh eu preciso do outro, né? Não necessariamente, mas eu busco o outro para me fornecer prazer. É essa busca que a gente tá destacando aqui, que é esse EOS distorcido, esse eros utilizado na sua versão de forma superficial, banal, vulgar, que a gente ainda faz. E aqui não tem um juízo de valor, ai que coisa feia, é a gente tomar consciência. Por quê? Porque é nosso grau de evolução. A gente ainda está nessa infantilidade, nessa adolescência, brincando com as coisas da Terra, mas se a gente não fizer esse tipo de experiência, a gente

ncia. Por quê? Porque é nosso grau de evolução. A gente ainda está nessa infantilidade, nessa adolescência, brincando com as coisas da Terra, mas se a gente não fizer esse tipo de experiência, a gente não vai entender que não é ela que sustenta, que não é ela que satisfaz, que não é ela que realiza. A gente precisa, né, como o o filho pródigo, chafurdar na lama para perceber que aquilo não preenche. A gente precisa sair da casa do Pai, que é a casa de Deus. A gente precisa ir buscar como o filho pródigo foi, os prazeres, gastar o que tem, gastar o próprio corpo, gastar o tempo para depois falar: "Não me satisfez". E aí a gente faz o retorno pra casa do pai e a gente pede para ele orientação pra gente ir atrás do que realmente realiza o espírito. Então nós vamos falar dessa busca do filho pródigo. Quero curtir a vida, quero sair com os meus amigos, quero festejar, quero chafurdar na lama, porque ele termina, quando ele acorda da conta de se volta para casa, ele estava lá comendo as bolotas junto com os porcos na parábola do filho pródigo, conhecida como parábola do filho pródigo. Então, Joana vai falar desse prazer autocentrado em que às vezes eu me utilizo do outro inclusive só para ter esses picos de sensação corporal, como se isso fosse uau, a coisa mais maravilhosa aí é maravilhosa, mas não é a única e nem a última. Isso é o que a gente primeiro experimenta para depois isso não satisfazer mais e a gente buscar aquilo que realmente preenche, realiza e não só passa por uma coisa gostosa e deliciosa. Então Joana diz quando aparente, tá vendo? Ela já tá distinguindo. Nós não estamos falando de erros força do amor. Nós estamos falando de um erros que é aparente apenas. quando aparente e, portanto, de caráter sensualista, que busca apenas o prazer imediato, se debilita, se envenena ou se entorpece, dando lugar à frustração. O prazer legítimo decorre do amor pleno, gerador da felicidade, enquanto o comum é devorador de energias e de formação angustiante, o estado de prazer difere daquele de

pece, dando lugar à frustração. O prazer legítimo decorre do amor pleno, gerador da felicidade, enquanto o comum é devorador de energias e de formação angustiante, o estado de prazer difere daquele de plenitude em razão de o primeiro ser fugaz, enquanto o segundo é permanente, mesmo que sobem injunção de relativas aflições e problemas desafios que podem e devem ser vencidos. Então, Joana faz essa primeira diferenciação. Existe um amor que quando ele ele termina a sua experiência, a gente fica, a gente passa os momentos, as horas e às vezes até os dias e você continua se sentindo saciado, realizado, revitalizado. E tem esse outro prazer que o foco é o prazer pelo prazer, é o uso do corpo para ter picos, é, de hormônios, que é esse amor sensualista, passageiro, fugaz. Ele é um amor viciante. É uma expressão do amor que vicia, porque a gente tem o pico do prazer e às vezes passa dias e você quer, às vezes passam horas e às vezes nem é minutos e você precisa de novo e você precisa mais, você precisa mais uma vez, você precisa e fica um vício que é uma sede de quem tá buscando água salgada para matar a sede. Então, é a gente não conseguindo atingir a profundidade, porque o que é profundo fica, sustenta, realiza. Mas se eu fico aqui no raso, no raso, no raso, acaba logo. Eu quero de novo, acaba logo. Eu quero mais uma vez. Agora isso já não me satisfaz mais. Eu preciso de outra coisa, eu preciso de algo mais exuberante, eu preciso de outra pessoa, eu preciso de mais, eu preciso de alternativa. E a gente vai ficando viciado. É um comportamento viciante. Então é disso que ela tá dizendo. Pra gente começar a perceber que esses prazeres são diferenciados e a gente precisa prestar atenção em qual nós estamos buscando. Ela fala ainda dessas que a gente chama de paixões desenfreadas, que é isso que eu estou dizendo, que é um é um vício, é alguma coisa que não tem fim, que não traz paz, que parece um um uma bola de neve rolando e ela vai aumentando e a gente não sabe onde isso vai acabar, né?

que eu estou dizendo, que é um é um vício, é alguma coisa que não tem fim, que não traz paz, que parece um um uma bola de neve rolando e ela vai aumentando e a gente não sabe onde isso vai acabar, né? Na verdade, isso é projeção de complexo. Quando eu vicio no outro, quando eu fico fascinada pelo outro, quando isso vira um tormento, quando esse outro passa a ser um uma paixão daquela que me arrasta. A gente já falou tanto sobre constelação de complexo. É uma constelação de complexo. É algo em mim que está sendo projetado no outro. É como se eu buscasse a mim, mas eu busco a mim. expresso no outro, ao invés de eu fazer o mergulho para dentro para encontrar em mim, então a gente fica como se fosse viciado naquele outro. é uma fascinação, é um tipo de obsessão muitas vezes. Então, Joana diz, erros, quando erros toma conta dos sentidos nesse sentido desvirtuado e responde pelas paixões desenfriadas, porque ele não precisa responder pelas paixões desenfriadas, o EOS pode vir numa numa beleza ligada à ética, à estética. Aí eros é pleno, mas como a gente desvirtua erros e a gente acaba desenfreando as paixões, né, pelos conflitos de insatisfação, isso já não me basta mais, eu quero mais, acaba levando ao crime, ao desar, ao desespero, tendo por objetivo imediato e inadiável o atendimento dos desejos mentais do desequilíbrio sexual, é responsável pela alucinação que predomina nos grupos sociais. em desalinho. A gente não vê paixões terminarem em assassinato, em em outros tipos de eh de problemas. Quantas coisas acontecem ruins, quantos prejuízos de todo tipo que a gente vê quando essas paixões elas acabam passando de todos os limites e aquilo que era a princípio para ser amor acaba se tornando morte, acaba se tornando transtorno, prejuízo, né? Então, a gente precisa vigiar porque é um planejamento. Eu não posso me arrastar e me deixar levar. Preciso ter as rédias nas mãos. Eu preciso saber o que eu quero. Preciso planejar antes. Eu preciso ter controle mínimo. Controle talvez seja forte. Regulação de mim

sso me arrastar e me deixar levar. Preciso ter as rédias nas mãos. Eu preciso saber o que eu quero. Preciso planejar antes. Eu preciso ter controle mínimo. Controle talvez seja forte. Regulação de mim mesma. Eu preciso ser capaz de conversar comigo para esvaziar um pouco, esfriar um pouco quando eu começar a perceber que eu estou tomada por algum tipo de paixão e que isso está me desgovernando, está tornando minha vida disfuncional. Quando quando a gente quando Freud descreveu libido, ele falou sobre os desejos que um lado nosso recrimina e, portanto, a gente acaba reprimindo. Esses desejos reprimidos, eu queria tanto, mas feio, feio, feio, isso não pode. Então, engole, enfia aí para dentro de um calaboço e deixa quietinho. Isso acaba se constelando na forma de neurosis. E un vem a partir de Freud e diz: "Não são só desejos, desejos sexuais. Aquilo que Freud chama de libido e ung expande e chama de energia psíquica". Energia psíquica é a energia criativa. Ela pode ser expressa, ela pode movimentar a área sexual, mas ela movimenta todas as vezes em que eu estiver vivenciando possibilidades de criação. Então, quando eu estiver escrevendo uma um texto, um livro, eu estou usando essa libido, essa energia psíquica. Quando eu estou ensinando uma criança, eu estou produzindo, eu estou criando conhecimento para ela, educação. Eu estou utilizando. Quando eu faço esportes, quando eu tento me superar, quando eu tento fazer um gol, eu estou criando. Quando eu pinto um quadro, quando eu trabalho, o tempo todo eu posso estar movimentando energia psíquica, energia criativa, se minha alma estiver presente no que eu faço. Agora, se eu tiver lá jogando a bola só por jogar, educando uma criança sem prestar atenção nela, fazendo por fazer de forma mecânica, aí Jung falava: "É um fazer sem alma, é um fazer desalmado, é quase que robótico, mecânico, é uma atitude automatizada, vai fazendo." Mas quando eu me dou, quando eu estou presente, consciente, quando eu estou experimentando aquilo que eu faço, esse

desalmado, é quase que robótico, mecânico, é uma atitude automatizada, vai fazendo." Mas quando eu me dou, quando eu estou presente, consciente, quando eu estou experimentando aquilo que eu faço, esse é um viver com alma, eu estou movimentando a energia psíquica. Alibido. Então, a libido, ela pode ser vivenciada em tantas áreas quando a gente fala que aqueles h aqueles aquelas personagens que se que se mantiveram castas ao longo de uma vida, religiosos e eles não e aí a gente pergunta como é que era, né? Será que eles não tinham nenhum tipo de libido? Como é eles faziam? Eles reprimiam. Pode ser que alguns reprimiam, mas não existe a possibilidade de você expressar de outras formas. Então, por isso que a gente diz pro adolescente, quando ele começa a experimentar os picos de hormônio que antes não tinha e agora além de ter estão no seu auge porque depois vai regular, esse período é muito difícil. Não é à toa que o jovem acaba se envolvendo muito com esportes e artes, porque é uma forma de extravazar essa necessidade psíquica de construção, de expressão, de manifestação, de criação, sem ser exclusivamente pelo sexo, porque não vai dar certo. Então a gente precisa, inclusive estimular esses jovens para que eles possam diversificar a sua vivência, aquilo que o que que o corpo está pedindo, né? Então Joana diz assim: "Os atuais são dias de libido desenfreada, de paixão avaçaladora, de predominância dos desejos que desgovernam as mentes e aturdem os sofrimentos sob comando de erros. A libido sob os seus impulsos como força criadora não produz tormento. Eros é a força. Eus é essa libido. E a libido pode construir um quadro que nós vamos admirar por centenas de anos. Alibido, erros pode produzir uma obra de arte na forma de uma de uma ópera que nós vamos admirar por centenas de anos. Esse é o eros que vitaliza a alma, que expressa beleza e ética. Mas o heros que Joana tá falando é do EOS que desenfriado, desgovernado. Então ele diz, a ela diz, alibido sobre os seus impuls impulsos como força

os que vitaliza a alma, que expressa beleza e ética. Mas o heros que Joana tá falando é do EOS que desenfriado, desgovernado. Então ele diz, a ela diz, alibido sobre os seus impuls impulsos como força criadora não produz tormento, não exige satisfação imediata, irradiando-se também como vibração envolvente. Não sa E eros real. Ele se manifesta, ele envolve uma vibração boa, imaterial, profundamente psíquica e emocional. Esse é erros equilibrado. Essa é a expressão de Eros, força criadora, envolvente, vitalizadora. Sob a sua inspiração, as funções sexuais se enobrecem e a sexualidade se manifesta rica de valores sutis. Um olhar de carinho. A libido tá sendo expressa aí. Um toque de afetividade, um abraço caloroso, um beijo de intimidade, uma carcia envolvente, uma palavra enriquecedora, um sorriso de descontração, torna-se veículo de manifestação da sua pujança, preparando o campo para manifestações mais profundas e responsáveis. Aí a Joana dizendo: "Como deve ser as fases? para culminar numa numa numa comunhão sexual. É preciso que salibido esteja presente nessas fases antecedentes. Nós começamos o relacionamento por uma troca de olhares, mas não é uma troca de olhares de quem tá devorando o outro. É uma troca de olhares de quem está se conectando com o outro. Vamos procurar uma sintonia. Depois vem um gesto de afetividade, de carinho, uma importância. Ali nós já estamos criando um campo para depois cominarem algo profundo. Mas quando a gente assiste um filme desses que mostram uma cena de uma paixão avaçaladora, a pessoa se encontra, não sabe, não deu tempo nem de perguntar o nome e já vai pros finalmentes, pulando todas essas etapas, é essa coisa fugaz, é um, é um pico e pronto. Tudo aquilo da mesma força que veio é a mesma força que vai embora. Perde a chance de experimentar essa profundidade. É simplesmente uma um desejo de um prazer, né? Uma satisfação momentânea, fugaz. Joana continua: "A harmonia e a satisfação de ambos os parceiros constituem o equilíbrio do sentimento

sa profundidade. É simplesmente uma um desejo de um prazer, né? Uma satisfação momentânea, fugaz. Joana continua: "A harmonia e a satisfação de ambos os parceiros constituem o equilíbrio do sentimento que se espraia e produz plenitude." Essa é a nossa, esse é o nosso termômetro. Quando a gente culmina no ato sexual, a gente pergunta: "Existe satisfação de ambos os parceiros na forma de um equilíbrio de sentimento? Eh, eh, como é que nós terminamos?" é o termômetro para saber como é que foi, que que significou, que sentido teve, que valor que acrescentou, é como a gente fica depois e não sozinho. Ah, eu fiquei muito bem, o outro não sei o que aconteceu com ele, mas é esse sentimento que é equilibrado fazendo um campo. São dois ali. Não dá pra gente vivenciar uma experiência como se fosse só um. Tem um outro ali. Mas talvez é o que mais aconteça na nossa terra. dois uns que se usam ali para conseguir o que cada um quer. Mas quantas vezes a gente consegue fazer um ambiente co de co união, né, de de união, de participação dos dois ali, de uma parceria que envolve os dois lados. Por isso que eu uso cor. É uma uma cor, tudo, qualquer coisa que que a gente queira pôr ali, é uma consensação, é um consentimento. Por quê? porque está nos dois. É muito difícil, né? Eu arrisco dizer que raros os que atingem esse nível de relacionamento. Bom, então nós falamos aqui sobre erros, força vitalizadora, força que dá energia para viver, força criadora. Que que o ser humano tem feito com Eros? Usado a parte gostosinha dele, né? É que nem se a gente falasse assim, a mamãe vem e preparou pra gente um prato todo. Tô usando a linguagem infantil porque a gente é infantilizado nisso, né? No máximo estamos ali um adolescente sem meio meio que sem noção da da vida, porque é o ser humano hoje buscando tudo que dá prazer rápido. Então a mamãe chega, faz um prato lindo, colorido, feito na hora, comida fresca, com melhor, a melhor qualidade possível dos vegetais e da proteína, e ela termina com um ã mimo, né? Ela termina com um

Então a mamãe chega, faz um prato lindo, colorido, feito na hora, comida fresca, com melhor, a melhor qualidade possível dos vegetais e da proteína, e ela termina com um ã mimo, né? Ela termina com um pudim docinho ali, gostosinho. E aí, o que que a gente faz? a gente joga fora todo o prato que nutre, que equilibra, que traz saúde, que me mantém equilibrada, joga tudo fora e mergulha no pudim e aí faz: "Ah, pronto, que delícia!" É o pudim é a gente. A gente joga fora toda a parte que eros oferece de criação, de satisfação, de realização pra gente ter um ah no final pequenininho, rápido e fugaz. Esse é eros distorcido. Então, primeiro tipo de amor que a gente traz, esse amor Eros, que pode ser tanto planificador quanto pode ser um desorganizador, pode se tornar um vício, pode se tornar um um tormento. A gente traz um outro tipo de amor que é o conhecido como amor ágape. Esse amor ágape é o amor altruísta, é um amor pelo coletivo, pelo bem comum. É um amor espiritual no sentido de que o ponto de vista dele é do espírito. Ele olha como se ele tivesse olhando da da parte espiritual. É um amor incondicional. Alguém vem à mente quando a gente pensa: "Quem será que amou um amor altruísta que amou o coletivo, que trabalhou pelo bem comum, que amou de forma espiritualizada e incondicional? Jesus, né? Jesus atingiu esse amor na sua plenitude. Então, esse amor é um amor que já não sou eu. Joana deângeles num dos livros, agora não vou me lembrar qual, mas eu lembro que eu fiz um esqueminha a partir de um texto dela, né? E ela faz uma brincadeira, ela diz assim: "A gente vai percebendo o nosso grau de evolução pelos pronomes que a gente usa." Eu estou traduzindo, estou fazendo uma releitura de Joana. A gente vai conhecendo o nosso grau de evolução pelos pronomes que a gente usa. No primeira fase bem infantilizada é eu. Eu quero, é o meu prazer, é a minha vez, é minha família, é a minha religião. Então a gente usa eu, meu. Aí a gente consegue sair dessa fase egocentrada. A criança

rimeira fase bem infantilizada é eu. Eu quero, é o meu prazer, é a minha vez, é minha família, é a minha religião. Então a gente usa eu, meu. Aí a gente consegue sair dessa fase egocentrada. A criança sai lá pelos 6 anos, né? A gente, a gente tem, tem gente que não saiu até hoje, adulto, mas não saiu até hoje. A gente consegue sair um pouquinho e a gente consegue perceber que é interessante pra gente um grupo. A gente descobre o grupo, a criança começa a descobrir o grupo depois do seis e aí a gente começa a falar nosso é a nossa escola contra do outro, é a nossa família que precisa vir em primeiro lugar, é a nossa religião. E aí a gente já tem um passinho, já não sou mais egoísta, mas existe ainda uma coisa de classe, de grupo, de tribo, né? Jesus, quando alguém falou assim, a sua família, minha família, nossa família, quem é minha mãe, quem são meus irmãos? São todos. E aí esse de todos, por todos, para todos é o último pronome que a gente usa. Então a gente começa falando eu, meu, depois a gente fala nosso, nós, nós, nosso. E depois a gente fala todos, de todos, para todos. Então esse amor ágape é esse último. Ele não tem cerca, ele não tem divisão, ele não tem time de futebol, ele não tem religião. É um amor incondicional. Por isso que a gente traz Jesus como modelo desse ápice, né, do modelo desse amor. Então, Joana diz: "Eu tô continuando lá na no amor imbatível amor." Vocês viram que vocês vão ter que ler esse livro, né? Porque ele é sensacional. E ainda estou lá no capítulo um. Joana diz: "Sob outro aspecto, há o amor profundo, não necessariamente correspondido. Jesus não foi correspondido, não é até hoje por muitas pessoas, né? mas é feito de respeito, de carinho pelo indivíduo, por uma obra de arte, por algo da natureza, pelo ideal, pela conquista de alguma coisa superior e transcendente, para cujo logro se empenham todas as forças disponíveis em expectativa de um prazer remoto a alcançar. É uma realização que eu não sei quando vai me chegar. Sabe quando a gente se movimenta por causas

para cujo logro se empenham todas as forças disponíveis em expectativa de um prazer remoto a alcançar. É uma realização que eu não sei quando vai me chegar. Sabe quando a gente se movimenta por causas sociais? E aí a gente vai, dedica tempo, energia, criatividade, cria campanhas, vai, executa, aí você vai entregar alguma coisa para alguém que você ficou elaborando, a pessoa nem liga para você e você também não liga porque ela não ligou. Então você tá começando a experimentar o amor ágape porque ele é incondicional. Ah, eu fiz tudo isso. Quando eu fui oferecer isso para aquela família, a família não gostou, desprezou, falou que não era aquilo que ela queria. E aí, paciência. Quem já não contou uma história de que alguém bate na porta pedindo dinheiro? Eu já, eu já vivi isso na minha pele. Bateu na porta, pediu dinheiro. Eu falei: "Olha, por que você quer dinheiro? Porque eu tô com fome." Eu falei: "Então eu vou te dar comida agora. Você não vai nem precisar esperar para ir buscar a comida em algum lugar". Aí eu fiz um prato porque tava na hora do almoço, eu fiz um prato, uma travessa e aquilo que a gente estava comendo, eu servi e levei realizada. Que delícia que é a gente poder fazer isso, né? Acho que a gente, sei lá, dá uma, pesa um pouquinho menos a consciência de tudo que a gente já fez. É muito bom essa satisfação de você poder estender a mão. Aí você vai oferece aí, deixa. Falei: "Olha, quer pode ficar à vontade". Aí ele sentou. Falei: "Vai, senta aí, fica à vontade para comer, tal". e entrei. Aí daqui a pouco deu um tempo, mais tarde eu saí. Essa marmitinha que eu tinha feito estava inteira ali. Ele nem mexeu, ou seja, não era isso que ele queria. Ah, eu fiquei igualzinha a Jesus. ficou óbvio que não. Um monte de coisa passa pela cabeça, mas é isso. Eh, esse amor ágape é o amor que vai conseguir perdoar, compreender, lamentar, empatizar. Tá tudo bem. Cada um dá o que pode, cada um dá aquilo que consegue. Esse é o amor. Quando você se envolve numa campanha, quando você

o amor que vai conseguir perdoar, compreender, lamentar, empatizar. Tá tudo bem. Cada um dá o que pode, cada um dá aquilo que consegue. Esse é o amor. Quando você se envolve numa campanha, quando você ajuda, lembra na época das COVID, na época de tsunami, na época de tantas tragédias, quantas pessoas no mundo se uniram para oferecer algo que seria levado a milhares de quilômetros de distância para alguém que você nem sabe quem? Isso é o amor ágape. Eu estou dando, eu não sei para quem que eu estou dando. Tô oferecendo um pouco do que eu tenho para aquele que passou por um terremoto lá longe. Não sei quem é. Eu não sei onde vai chegar aqui no sul do Brasil, né? Então esse é o amor ágape. E Jesus já falava, né? Eu e o Pai somos um, né? Eh, já não sou eu quem vive, é o Cristo que vive em mim. Paulo falou. Então, Jesus era o amor representando Deus, mensageiro de Deus. Apóstolo Paulo já conseguiu experimentar esse amor ágape. Já não sou eu quem vive, é o Cristo que vive em mim. Ou seja, eu também sou mensageira de Deus. Eu também estou a serviço do amor. É um amor incondicional. É pelo pela população. Não tem mais a minha, a casta, o meu, o nosso, é para todos. Então, agora ainda no amor, imbatível, amor, mas no capítulo 5 ela diz: "Graças a isso que podem ser os seus ideais, as suas necessidades, as suas ambições, oferece a vida e não teme a morte". São esses grandes mártires, né, do cristianismo, conseguindo inclusive permanecer sobre as mais miseráveis e inhumanas condições, os apóstolos. Desde que essa chama permaneça acesa interiormente, trata-se de um sentido pessoal que ninguém pode oferecer e que é particular a cada qual. Torna-se de futuro um ideal de grupo em razão de constituir interesse coletivo. Porém, a sua origem se encontra no nível de consciência e de pensamento individual, que elegem o que fazer e como fazê-lo. É a pessoa que tem consciência. Eu escolho ajudar o outro. Não pode ser eleito por outrem ou brindado senão conseguido pelo próprio ser. Jesus não consegue nos dar

e elegem o que fazer e como fazê-lo. É a pessoa que tem consciência. Eu escolho ajudar o outro. Não pode ser eleito por outrem ou brindado senão conseguido pelo próprio ser. Jesus não consegue nos dar esse amor. Ele consegue ser modelo desse amor. E cada um de nós vai buscar em si um caminho para chegar nesse altruísmo. Esse altruísmo, agora mudei de livro. Plenitude capítulo 6. Joana diz: "O altruísmo que a lição viva de caridade, expressão superior do sentimento de amor enobrecido, abre as portas à ação sem a qual não teria sentido sua existência. Para não adianta eu ter um amor se eu não expressá-lo. Essa é a caridade, né? É, esse amor ágape é a caridade. Dilatação da solidariedade alcança o seu mais significativo mistéri quando reparte bênçãos e comparte aflições. O amor ágape também é aquele que vai busca do outro para chorar junto à dor do outro e oferece colo, oferece ombro. Esse amor ágape, trabalhando por minimizar-lhe os efeitos e erradicando-lhes as causas. É o amor que Jesus veio ensinar. Então, sempre que eu me estendo em direção ao outro, sem interesse pessoal, mas indo em busca do outro pelo outro, eu estou experimentando esse amor chamado de ágape. Vamos para um terceiro tipo de amor que se que é falado filha com pH, do grego, né? filha, é o amor de de fraternidade, é o amor de irmandade, de sororidade, é o amor de união, de reunião, é a busca pelo amigo, é o amor de amigo, é o amor de amizade. Então eu eu expresso eros na minha relação conjugal, eu vivencio a ágape nas campanhas solidárias que eu participo. Eu experimento filha naquela minha amiga de infância ou naquela que eu corro para contar as coisas em primeiro lugar. Nessa amizade, nessa parceria, nessa coisa de irmão, é o amor filha. E eu volto lá pro amor imbatível. Amor, capítulo 1, Joana diz: "Quando o real, estruturado e maduro, que espera, estimula e renova, não se satura, é sempre novo, ideal, harmônico, sem alto e baixos emocionais. Une as pessoas, reúne almas, identifica-as no prazer geral da

o real, estruturado e maduro, que espera, estimula e renova, não se satura, é sempre novo, ideal, harmônico, sem alto e baixos emocionais. Une as pessoas, reúne almas, identifica-as no prazer geral da fraternidade, alimenta o corpo e dulcifica o eu profundo. É uma amizade entre parceiros. Existe amorfília na relação conjugal? Existe. Uma das dos temas que a gente já abordou é essa parceria, é essa fraternidade dentro. Fraternidade no sentido de que somos irmãos também. Somos parceiros, somos amores românticos, mas somos também irmãos de ideal, de empreitada, de jornada. Certamente nem todos os dias da convivência matrimonial serão festivos, mas isso ocorre em todos os campos do comportamento. Aquilo que hoje tem um grande sentido e desperta prazer, amanhã provavelmente se torna amassante e desagradável. Nesse momento, o companheirismo agradável e benéfico é que refaz a comunhão sustentando a afeição. Em verdade, o que mantém o matrimônio não é o prazer sexual fugid sempre, mesmo quando inspirado pelo amor, mas a amizade é filha que leva um casamento até a velice. é filha a amizade que responde pelo intercâmbio emocional por intermédio do diálogo, do interesse nas realizações do outro, na convivência compensadora, na alegria de sentir-se útil e estimado. É aquele pãozinho que um prepara pro outro quando acorda mais cedo. É o passeio pro cinema de mão dadas que os dois vão assistir uma comédia e saem dando risada e comentando. é a preparação de é de alguma coisa em comum, uma viagem em que um lembra do que o outro gosta e e tenta fazer algo que os dois aproveitem. Essa amizade, essa parceria, é aquele que eu corro e choro no ombro, conto tudo que aconteceu comigo e ele me afaga e ele me acolhe. Esse é o amor, filha. É um amor de empatia, é um amor de companheirismo, de solidariedade. No livro Jesus e o Evangelho Luz da Psicologia Profunda, no capítulo 24, Joana fala desse companheirismo e ela diz: "O amor ao próximo recomendado pode ser definido como companheirismo.

solidariedade. No livro Jesus e o Evangelho Luz da Psicologia Profunda, no capítulo 24, Joana fala desse companheirismo e ela diz: "O amor ao próximo recomendado pode ser definido como companheirismo. Solidariedade no sofrimento, solidariedade na alegria, amizade nas situações embaraçosas, capacidade de desculpar alguém, empatia, né, produzindo uma vinculação afetiva que suporte os atritos e os conflitos típicos de cada qual. Essa empatia, se colocar no lugar do outro, lembrar que o outro existe, preparar alguma coisa, partilhar das dores e das alegrias. Esse é o amor, filha. são as relações sociais. E a gente lembra que as relações sociais, vocês já viram pesquisa científica que diz que quem tem mais amigos tem mais saúde. Quem tem boas relações sociais dura mais, morre mais tarde. É isso. Esse amor ele ele nutre, né? Ele nutre uns aos outros. E no livro Conflitos Existenciais, capítulo 18, Joana fala: "Todos necessitam de coragem fraternal para a convivência, resultando em vínculos de amizade profunda, capazes de resistir às agressões e discordâncias, porque amigo não é aquele que a hora que briga vai embora, né? Ele pode ir embora, mas depois ele volta, né? Elaborou o que tinha, o que que deu de briga. Vamos sentar para conversar, vamos pôr as coisas no lugar e que como mente tem lugar nos comportamentos humanos. Insistir nos bons sentimentos da amizade, na procura dos relacionamentos afetivos na área social e na e na área inclusive do amor sexual, livrando-se dos conflitos de qualquer natureza, mas com a coragem de autossuperação constitui uma das metas para se alcançar a busca da saúde plena. Então, quando a gente investe na amizade, tanto com os amigos, quanto dentro de casa, quanto com o seu parceiro, eh, romântico, nós estamos investindo na própria saúde. Olha que bonito, né? A gente fala, foi em busca do outro, encontrou a si mesmo. Bom, já estou ficando desesperada com o tempo, porque temos ainda mais três tipos de amor. Eh, eu deveria ter feito dois programas.

nito, né? A gente fala, foi em busca do outro, encontrou a si mesmo. Bom, já estou ficando desesperada com o tempo, porque temos ainda mais três tipos de amor. Eh, eu deveria ter feito dois programas. Bom, vamos continuar. Aqui tem o amor store. Storge, que a gente chama store. É o amor hã do lar, é o amor da casa, é o amor eh do ambiente onde a gente vive, é o amor dessa primeira célula. Eh, é um amor feito, hã, como se fosse de tribo. Eh, então é assim, é o amor, o amor filha eu sinto pela minha melhor amiga e o amor stor, eu sinto por aquele por aquele grupinho que desde a faculdade se reúne todos os anos. Então, é um amor de tribo com cara de família. Não é o amor de tribo que eu que eu encontro no final de semana para dançar junto, que eu não sei nem quem é. É um amor de tribo que tem relação, que tem vínculo. Então, no livro Despertar do Espírito, no capítulo 7, Joana fala: "O relacionamento no lar constitui preparação para as conquistas da solidariedade com todos os seres, não apenas os humanos. Porquanto o desenvolvimento dos valores intelectomorais proporciona aspirações mais amplas que vão sendo conquistadas à medida que o indivíduo amplia a sua capacidade volitiva de amar. Amar por vontade, por escolha, porque eu quero. Essa volição propele a compreensão das dificuldades que os relacionamentos às vezes enfrentam. Somente há legítimo relacionamento que poderá ser considerado saudável quando as pessoas seres que intercambiam as expressões de afetividade interesse comum, mesmo que discordando de ideias e posturas tomadas, agem em clima de agradável compreensão, ensejando o crescimento interior. Então, é um bom relacionamento, é aquele relacionamento que eu tenho com amigo dentro de casa, em que a gente se discorda e a gente concorda em discordar e a gente consegue esfriar a cabeça, mas a gente, se não esfriar a cabeça e falar alguma coisa que não deve, depois a gente volta, a gente pede perdão, a gente reconsidera, começa de novo. Então esse é o amor stor, é um amor pelo grupo, é um amor de

se não esfriar a cabeça e falar alguma coisa que não deve, depois a gente volta, a gente pede perdão, a gente reconsidera, começa de novo. Então esse é o amor stor, é um amor pelo grupo, é um amor de pessoas que se unem, que se buscam, que se respeitam, que se ajudam. São as aquelas amigas que estão sempre juntas, são os irmãos que lutam junto para cuidar da mãe, do pai, para resolver problema. É a família que está unida quando no almoço de domingo a gente dá risada, lembra passado, ali é o stor que está se expressando, né? É o amor incondicional, porque é esse amor de parceiros de vida, daquele que você pode me chamar que a hora que for eu tô com você. Ai, que delícia que a gente escutar isso, né? E no livro Conflitos Existenciais, capítulo 19, Joana fala: "Amar os pais, irmãos, familiares, porque tiveram lutas e viveram em função do outro, não tem cabimento no compromisso do amor." Ou seja, eu não vou, não vou amar porque eu devo. Ai, meus pais fizeram tanto por mim, então agora eu preciso amá-los. Não, não, não é isso. O amor, ele tem que nascer espontaneamente, né? Quando os pais exigem que os filhos os amem, considerando o sacrifício que fizeram para educar, as renúncias que se impuseram, a fim de que fossem felizes, esse não é um sentimento de amor, porém de retribuição. O amor é espontâneo. Além do natural dever de amar os pais e os familiares, ele deve brotar em forma de ternura, de emoção felicitadora, para que não se converta em pagamento. Quantas vezes a gente se sente se sente sendo pago, né? A gente a gente ama alguém quer ir expressar e de uma forma invigilante, por exemplo, chega no sei lá, no num dia de celebração, de comemoração. Toma. Toma o quê? Toma seu presente. Ah, seu presente aqui, ó. Toma. e dá vontade de falar: "Não quero presente, eu quero sentir. Me dê seu me dê sua emoção, me faz me sentir." E a gente fica nessa retribuição. Ou às vezes a gente fala assim: "Tem que ir lá na casa do pai, né? É, tem que ir porque aniversário não sei do quê,

ir. Me dê seu me dê sua emoção, me faz me sentir." E a gente fica nessa retribuição. Ou às vezes a gente fala assim: "Tem que ir lá na casa do pai, né? É, tem que ir porque aniversário não sei do quê, porque ele tá ai tem que ir. Esse não é amor storciado, não. Esse é uma consciência infantilizada que não sabe agradecer. pelo que recebeu, autocentrada, só quer saber de si mesmo e de forma ingrata vai cumprir uma obrigação que se impôs e não é capaz de atingir a emoção do sentimento que aquela reunião de família deve ter. Lógico que cada caso é um caso, né? Porque tem famílias também que a gente compreende que os filhos dá até vontade de falar, é realmente pula fora porque tem situações e situações, mas nós estamos falando sempre em conceito. Bom, depois do stor tem mais dois ainda. Ludos. Achei tão bonitinho. Isso. É o amor descontração, é o amor diversão, é o amor alegria, é o amor brincadeira, é aquele amor relaxante, divertido. É como se a gente experimentasse enquanto brinca. Enquanto brinca existe ali a expressão do amor, o riso, um pouco daquilo que eu falei. A gente reúne os amigos e começa a contar as piadas internas. Lembra aquele dia que a gente não sei das quantas e quá quá, quá e todo mundo ri? Ai que vergonha, nunca paguei tanto mico? A gente ali está expressando um amor que vem na forma de diversão, de descontração. Por isso que é lúdico, né? Por isso que é ludos, porque é um amor simbólico que vem na forma de jogos, de brincadeiras. Hoje a gente se reúne pros jogos de tabuleiros. Vocês já viram quantos jogos de tabuleiros interessantes tem hoje, gente? É uma infinidade. A gente senta para jogar jogo de tabuleiro com os filhos, com os amigos e passa o dia e é uma diversão e sai briga e um filho levanta bravo da mesa, depois volta. É esse amor sendo vivenciado dessa forma engraçada, brincalhona. Então, Joana fala do divertimento ainda lá no Amor imbatível amor, capítulo um. O divertimento tem duração efêmera, vale enquanto é fruído, logo desaparecendo

ciado dessa forma engraçada, brincalhona. Então, Joana fala do divertimento ainda lá no Amor imbatível amor, capítulo um. O divertimento tem duração efêmera, vale enquanto é fruído, logo desaparecendo para dar lugar a novas buscas. O divertimento, nem sempre prazeres legítimos, multiplicam-se até as extravagâncias e aberrações, violências e agressividades, para substituírem o fastil de que o sucede em razão de não poderem preencher as necessidades de bem-estar que são realmente buscadas. Aqui eu tinha que ter preparado vocês, porque eu peguei primeiro um trecho do amor lúdico, distorcido, quando a gente usa a diversão de uma forma extravagante, exagerada, as custas do outro. Então, se eu falar para vocês: "Ah, eu reuni um grupo de amigos e a gente foi lá pra rua e a gente ficou dando risada de quem passava, debochando ou a gente foi pra escola e fez bullying com os amigos da escola e a gente riu ali, a gente estava vivenciando o amor." Não, isso é outra coisa. Isso é uma disfunção de caráter, é outra história. Então, Joana tá dizendo, não é porque você tá rindo que você está experimentando o amor ludos, né? Você tá muitas vezes usando isso de uma maneira é antiética, tá? Tá longe, é oposto amor junto com a ética. Se não tem ética, não tem amor, né? Ela cita aqui Roma Imperial. Quantas, quantos divertimentos Roma fazia com os gladiadores, com a tortura e o assassinato, inclusive dos primeiros cristãos e o a população lá no frenesi. Ou seja, a gente sabe que existe um tipo de coisas bo de coisa boa dentro da diversão, mas de novo, pelo nosso grau de de evolução, a gente acaba derrapando e usando mal o amor ludos. E a gente rida o que não é para ser rido. A gente se diverte às custas da dor do outro. Isso não é amor, ludos. Isso é desvio de caráter. Isso é imperfeição, isso é conflito interno. É a gente ainda, nosso lado sombrio, ainda eh se eh se alegrando com a desgraça alheia, né? Então, esses jogos que que eles fazem bem são os jogos em que todo mundo é é validado, em que todo mundo é incluído,

e ainda, nosso lado sombrio, ainda eh se eh se alegrando com a desgraça alheia, né? Então, esses jogos que que eles fazem bem são os jogos em que todo mundo é é validado, em que todo mundo é incluído, em que todo mundo é pertencente. Se a gente se une para fazer mal pros outros e rir por isso, isso daí é um problema que a gente deve ir consultar a própria consciência ou ir fazer terapia. E a busca agora deixa eu ver ainda no amor imbatível continua capítulo um. A busca do prazer em razão das necessidades mais imediatas e dos gozos mais fortes tem sido dirigida para os divertimentos. No entanto, os alcoólicos, o sexo, tabaco, quando não drogas aditivas e perturbadoras. Esses ingredientes levam a diversões variadas, extravagantes, fortes, mas não ao verdadeiro prazer, que pode ser encontrado, agora ela vai dizer, numa boa leitura, numa paisagem repousante, numa convivência relaxadora, numa caminhada com alguém, num joguem, num momento de reflexão, numa ação até de socorro fraternal, numa recepção no lar paraa gente querida, amigos queridos, né? Há incontáveis formas de amor e que trazem essa sensação de refazimento sem precisar ser por meio desses bullyings. Então, existe forma da gente expressar e vivenciar o amor numa forma lúdica. O problema é que, assim como eros, a gente acaba optando por eh expressar dessa forma lúdica com comportamentos extravagantes à custa do sofrimento dos outros. Então, é preciso atenção. E um último tipo de amor que eu trago, tenham paciência um pouquinho, é que chama de pragma. Pragma essa união por causas nobres, por causas eh eh de ideologias éticas, morais, fraternas, né? Tem um pouco lá do ágape, quando a gente fala que Jesus amava todo mundo de maneira incondicional, não tinha eu, nós, era todos, né? O pragma também é algo com relação a isso. É quando a gente tem sinergia com o grupo e a gente se une para promover o bem. Então, de novo, nas campanhas, nas ideologias que fazem o bem pros outros, ao invés de separar as pessoas, né? Ah, tem mais um ainda que eu tava

ergia com o grupo e a gente se une para promover o bem. Então, de novo, nas campanhas, nas ideologias que fazem o bem pros outros, ao invés de separar as pessoas, né? Ah, tem mais um ainda que eu tava esquecendo. Então, essa união, então quando real estruturado e maduro, ã, que espera, estimula e renova, não se satura, é sempre novo ideal, harmônico, sem altibaixos, eh, emocionais. Ele une as pessoas, ele reúne as almas, eles as identifica na no prazer geral da fraternidade, alimenta o corpo e dulcifica o eu profundo. É uma esfera mais elevada e ele se torna sentimento graças à conquista de algum ideal, de uma de uma aspiração, de um anseio por metas desafiadoras e enobrecedoras. Então é isso. Quando a gente se une para essas causas, a gente tem tanto o amor ágape, que é um amor direcionado ao coletivo, quanto uma forma de amor que se chama pragma, que é ação em benefício do bem comum. Então o ágape me faz eu me importo com as pessoas do coletivo. O pragma faz eu me movimento em benefício do coletivo. Ágape e pragma estão juntos. Um é uma identificação do do coletivo, não é meu, e o outro é uma ação pelo coletivo. Juntando com outros, não é uma ação solitária. Sou eu juntando minha turma para fazer o bem para todos. Esse é o amor pragma. E agora sim, um último amor, tô pulando uns trechinhos aqui, que senão vai ficar muito longa a aula. É o que eles chamam de fi ph, né? Fila. que é esse amor para si que vai cuidar de si da autoestima, do autocrescimento, da autoconsciência, da autoiluminação. Então ele tem um pouco de fila, filha, porque é esse amor de pares, mas é amor de par, sendo que o par eu. Sou eu olhando para mim, sou eu me relacionando comigo, o outro sou eu mesma, eu cuidando de mim, como como eu cuido do outro no ágape, no filha, eu cuido de mim. também. Então, Joana diz agora no capítulo três do amor imbatível amor, a busca da realização pessoal deve iniciar-se na autossuperação mediante vigorosa autoanálise das necessidades reais relacionada com as aparentes,

na diz agora no capítulo três do amor imbatível amor, a busca da realização pessoal deve iniciar-se na autossuperação mediante vigorosa autoanálise das necessidades reais relacionada com as aparentes, aquelas que são dominadoras do ego, aquelas que não têm valor real, quase nunca ultrapassando exigências e caprichos da imaturidade psicológica. Então, quando a gente busca, né, a terapia do autoamor, busca enriquecer a autoestima, encontrar o próprio valor, busca ã compromissos em que a gente se enobreça, engrandeça, aprenda, a gente está praticando esse amor filáuta, que é o amor por um outro, sendo que esse outro sou eu mesma. amar a si e amar ao outro, amar ao próximo como a si mesmo. Nessa frase de Jesus, a gente vê ali o amor ágape, a gente vê o amor pragma, a gente vê o amor filha e a gente vê o amor filáuta, porque é esse amor a mim, amor ao outro, amor ao coletivo, amor a todos, amor à humanidade. Então veja que eles vão, o filha vai se entrelaçando com ágape, daqui a pouco vai ser um único amor que era o amor de Jesus. Jesus tinha um amor. Ele pensava, ele amava, ele falava, ele amava, ele fazia, ele amava, ele só amava. A gente ainda se mescla. De vez em quando eu amo de um jeito, mas eu não consigo amar de outro. De vez em quando eu vou amar, mas aqui eu me corrompo dentro desse amor. A gente ainda está quebrado, par partido, mas a gente tá procurando fazer essa integração para terminarmos só num único tipo de amor. Esse amor que era o amor de Jesus. Bom, eu termino então os nossos temas, essa nossa temporada, mas semana que vem a gente ainda está juntos com um último trecho que está lá no amor imbatível amor, capítulo 1. O amor é substância criadora e mantenedora do universo, constituído por essência divina. É um tesouro que quanto mais se divide, mais se multiplica e se enriquece à medida que se reparte. Mais se agiganta na razão que mais se doa. Fixa-se com mais poder quanto mais se irradia. Nunca perece porque não se entibia nem se enfraquece. Desde que sua

ca e se enriquece à medida que se reparte. Mais se agiganta na razão que mais se doa. Fixa-se com mais poder quanto mais se irradia. Nunca perece porque não se entibia nem se enfraquece. Desde que sua força reside no ato mesmo de doar-se, de tornar-se viva vida. Assim como o ar indispensável para a existência orgânica, o amor é o oxigênio para a alma, sem o qual ela se enfraquece e perde o sentido de viver. É imbatível porque sempre triunfa sobre todas as vicissitudes que a gente possa investir em todas essas faces do amor em direção a essa integração futura junto com Jesus. Eu agradeço de coração pela presença de vocês, pela parceria, pelas expressões de amor, por estarem comigo nesse estudo de Joana. Desculpa qualquer coisa ao longo do nosso estudo e quem sabe podemos já nos preparar para uma próxima temporada. Mas é isso, é com gratidão que eu me despeço de vocês em termos de textos, mas semana que vem a gente faz o nosso último encontro batendo o nosso papo, como a gente costuma. nas perguntas e respostas. Muito obrigada e até a semana que vem, se Deus quiser.

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