T5:E12 • Propósito de vida • Perguntas e respostas
Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 05 - Propósito de vida Episódio 12 - Perguntas e respostas ► Recapitulação dos três últimos episódios. • O Homem Integral, cap. 1. • Amor, Imbatível Amor, cap. 5. • Conflitos Existenciais, cap. 15. » Apresentação: Cristiane Beira
Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana. de nós temos aquela parada em nossos eh em nossos novos assuntos pra gente poder trazer um pouco eh das considerações que vocês deixam pra gente lá no chat. nas mensagens. Então, eu adoro esse momento. Acho que é o que eu mais gosto, porque a gente tem um pouco de interação, né? Esse essa telinha que nos permitiu estar em muitos lugares ao mesmo tempo é uma bênção, mas ela não substitui o contato. Olho no olho. É tão gostoso quando a gente pode ter essa troca. Então, de alguma forma aqui, eu me sinto trocando com vocês quando eu vou lá para colher os o os apontamentos, as considerações de vocês. Bom, então, perguntas e respostas, eh vamos lá. Nós falaremos aqui sobre os três, os três últimos episódios, né? Então, foi a o episódio a importância da reflexão, o episódio 10, vazio existencial e o episódio 11, o valor do sacrifício. Eu gosto de trazer um trechinho, quando eu consigo, né, um trechinho da Joana pra gente poder se inspirar nas no pensamento da nossa mentora. Então vamos lá para esse primeiro episódio eh episódio episódio 9, a importância da reflexão, eu trouxe o homem integral, capítulo um, a gente citou lá no dia que a gente estava falando a respeito, só eh para relembrar. Então, ela diz assim: "O silêncio, o isolamento espontâneo são muito saudáveis para o indivíduo, podendo permitir-lhe reflexão, estudo, autoaprimoramento, revisão de conceitos perante a vida e a paz interior." Então, nesse episódio, quando a gente falou da importância da reflexão, com relação ao ao nosso tema central, que é a busca desse propósito de vida, por que que a reflexão é importante? Porque para identificarmos o que nosso espírito pede, para podermos identificar aquilo que cabe a nossa atual reencarnação, é preciso que a gente estabeleça momentos de reflexão. E o que seria essa reflexão? que Joan está trazendo, fica um pouco quieto e eh desliga os os eh estímulos externos, se afasta um pouco do celular, de TV e de tudo mais, olha
leça momentos de reflexão. E o que seria essa reflexão? que Joan está trazendo, fica um pouco quieto e eh desliga os os eh estímulos externos, se afasta um pouco do celular, de TV e de tudo mais, olha para dentro, medita, ora, dá um tempo para ver se tem alguma inspiração, é dedicar um tempo pro ela chama desse isolamento espontâneo, para esse estudo, para esse autoestudo, para essa conversa interna, para se ligar mais com Deus. Então, ela nos nos oferece esse convite para que a gente estabeleça momentos de parada do mundo externo para que a gente, nesse instante a gente se dedique para essa viagem para dentro. E aí vamos para as considerações de vocês, que foram muitas. Eu achei interessante porque teve um dos episódios em que vocês conversaram entre vocês. Alguém disse uma coisa, um segundo deu continuidade. Eu achei sensacional porque é como se tivéssemos mesmo num grupo de estudos que cada um participa. Acho que esse é o propósito, é que a gente faça essas trocas, né? Então vamos lá. A importância da reflexão. Eu vou começar com Elizabete Cavalcante e ela fala: "Boa noite a todos, Cristiane, muito importante o tema. Refletindo, evitaríamos muitos traumas, dores e até pequenos arrependimentos. Parar, pensar antes de agir nos fortalece no bem. Gratidão sempre. Isso. A Elizabeth também fez aqui pra gente um resumo. Todo, todo grande, nem precisa ser grande, todo empreendimento nosso, ele requer preparação. A gente sabe que aquilo que a gente sai fazendo não sai da melhor forma como poderia sair se houvesse preparação, planejamento. Isso já é constatado. É verdade que tem coisas que não dá tempo. a gente simplesmente faz acontecer e vamos que vamos, OK? Mas a gente viver nesse vamos que vamos aí é a gente abrir mão eh desse super equipamento que é a nossa capacidade de raciocinar, de ponderar, de refletir. Então, sempre que a gente tiver oportunidade de pensar antes, planejar, avaliar consequências, ponderar a respeito das possibilidades prós e contra, sempre que a gente fizer
de ponderar, de refletir. Então, sempre que a gente tiver oportunidade de pensar antes, planejar, avaliar consequências, ponderar a respeito das possibilidades prós e contra, sempre que a gente fizer esse movimento, a gente aumenta a possibilidade de acerto, de boas escolhas, de alinhamento com os nossos princípios, como a Elizabeth disse, Dificilmente a gente vai se arrepender. E caso a gente se arrependa do que fez, tendo pensado, avaliado, planejado, a gente vai se arrepender no sentido de eu não tinha como fazer diferente. Então assim, é um tipo de arrependimento porque a gente queria ter feito diferente, ao mesmo tempo é pacífico, porque não é, eu não tinha como fazer diferente, eu fiz o máximo que eu pude. Aí é resultado da minha ignorância, do meu grau de evolução, paciência. Então eu consigo ficar mais em paz com os meus erros, porque eles terão sido originados da ignorância e não da falta de atenção, da falta de planejamento, de não ter pensado antes, né? Então eu concordo com você, Elizabeth. Obrigada pela sua colaboração. Na sequência eu trago aqui Simone Caetê, que também está sempre com a gente, e ela diz assim: "Assim como a história do Patinho Feio que ensina e reflete muito sobre as diferenças, preconceitos, eu contava muitas dessas histórias para meu filho. A partir disso, ele ama a leitura até hoje. Que legal! Que bom, né? né? A leitura hoje tá tão, tá tão demodê, né? Parece que ninguém mais lembra que existe livro. Poucas pessoas se interessam por isso. A gente tá muito visual no vídeo, né? Vídeos, pequenos vídeos, vídeos curtos. Simone, quando você traz o patinho feio, eu vou aproveitar um pouquinho. Você trouxe no sentido de dizer pra gente que essas histórias, esses contos, quando a gente conta as fábulas, né, fábulas de isopo, quando a gente conta pras crianças, naturalmente desperta-se uma reflexão, né? a cigarra e a formiga. Naturalmente a criança vai fazer uma reflexão. É, valeu a pena ser cigarra e ficar cantando. Valeu a pena ser formiga
a pras crianças, naturalmente desperta-se uma reflexão, né? a cigarra e a formiga. Naturalmente a criança vai fazer uma reflexão. É, valeu a pena ser cigarra e ficar cantando. Valeu a pena ser formiga e ficar só trabalhando? Dispara automaticamente em nós essa necessidade de pensar a respeito. É uma provocação que nos estimula a refletir. Qualquer dessas histórias são importantes, né? Então, que legal que você fez isso com seus filhos, com seu filho. A gente deveria sim utilizar mais esses recursos. O patinho feio em específico, se você me permite aproveitar a sua a sua dica, eh ele fala a respeito desse patinho que, na verdade não era um patinho, e ele ele refletia sobre o que estava acontecendo sem ter uma visão eh ampla, porque ele não cogitava não ser patinho. Então, olha que interessante, ele tentava entender porque ninguém gostava dele, porque que ele não se não se sentia pertencente, porque que ele era diferente, porque as os outros achavam ele feio, estranho, desengonçado, grande e ele tentava encontrar respostas no mundinho dele, olhando pro seu entorno, como se a gente tivesse olhando para baixo para tentar explicar o que tá acontecendo hoje. E ele só entende a verdade, só descobre o que estava acontecendo com ele quando ele amplia a visão e ele olha além. Por quê? porque ele encontra esses cisnes que estavam passando, ou seja, um estrangeiro entra naquele círculo fechadinho e ele é capaz de olhar de um ponto de vista mais amplo. Olha, não existe só patos no mundo, existem outras aves. Como que a gente transfere isso pra gente? A gente pode pensar assim também, cuidado para que a gente não esteja vivendo só no nosso mundinho. Procura levantar o olhar. Olha pra frente, olha para cima para Deus, olha pro futuro, olha para trás. Analisa de onde você veio. O patinho feio não sabia de onde ele vinha. Se ele soubesse, ele não se sentiria estranho. Ele saberia que a origem dele era diferente dos outros patinhos, porque na verdade ele era cisney, né? Então, aproveitando a sua
sabia de onde ele vinha. Se ele soubesse, ele não se sentiria estranho. Ele saberia que a origem dele era diferente dos outros patinhos, porque na verdade ele era cisney, né? Então, aproveitando a sua dica, a gente fez uma pequena reflexão do quanto é importante a gente utilizar esses símbolos pra gente viajar, expandir o pensamento, né? Eh, João e Rita, que estão sempre com a gente também nos nossos estudos, eles participaram bastante, fizeram conversa com os outros daí, eh, do chat, bem legal. Então, ele diz, eles dizem, é uma questão de sintonia. Somos o que reluz no espírito. João, concordo. E Jesus também já tinha nos falado a respeito disso. Quando ele fala que a boca fala do que está cheio o coração, ele diz que de nós, aquilo que sai de nós é aquilo que nós somos. Ninguém fala não ser o hipócrita. Ninguém fala realmente uma uma uma sinceridade. Ninguém oferece uma palavra sincera que não tenha vindo de dentro de si. E a gente pode ampliar esse pensamento e dizer que tudo que sai de mim, não só minhas palavras, mas a forma como eu olho pras pessoas, é um olhar baseado em quem eu sou. Então, duas pessoas observando a mesma cena são capazes de descrevê-la de formas diferentes. Lembra lá do episódio de Jesus quando ele está caminhando e tem um cachorro que já estava morto há algum tempo, ou seja, o seu corpo já estava em decomposição? Os apóstolos olharam para aquela cena e deles saiu um ponto de vista que é a credo que que mal que aparência ruim, podridão. Olha só. E Jesus olhando a mesma cena, disse que dentes lindos. Então, olha que interessante que que Jesus estava mostrando. Que quando a gente enxergar alguma coisa que pra gente parece só ruim, cuidado, porque essa nada mais é do que sua forma de ver. E é, se eu pensar que essa é minha forma de ver, eu vou lembrar que existem outras formas de ver e eu posso inclusive treinar em mim mesmo outras formas de ver. Então eu poderia, se eu fosse o apóstolo ali, poderia ter feito na primeira impressão, ai que ruim,
rar que existem outras formas de ver e eu posso inclusive treinar em mim mesmo outras formas de ver. Então eu poderia, se eu fosse o apóstolo ali, poderia ter feito na primeira impressão, ai que ruim, podridão, morto, decomposição. Pera aí, Cris, vamos fazer um exercício. Será que só dá para ver a situação desse jeito? Será que você conseguiria enxergar outras coisas? E aí a gente vai ampliando o nosso nossa consciência, nosso ponto de vista, né? Então, João, a gente é uma questão de sintonia, assim, somos o que reluz no espírito e somos também a sombra que ainda tem no nosso espírito. Por isso que para que a gente veja o mundo diferente, se relacione com o mundo melhor, para que a gente construa o mundo melhor, é preciso melhorar os tesouros do coração. Para que nossos olhos tenham luz, para que nossa boca seja de luz, para que nossas ações carreguem a luz. Bom, vamos lá. Simone de novo disse assim: "Se somos um ser pensante, então para pensarmos bem, será preciso que reflitamos mais para agir melhor nas nossas escolhas." É isso. Outro resumo que você fez, Simone. Então, eu lembrei aqui da expressão da do conceito da vigilância, que Jesus também falou várias vezes, né? Vigiai e orai. Então, essa vigilância, ela é que nos permite, porque a Simone disse assim: "Eh, para pensarmos bem, a gente só vai conseguir refletir se a gente pensar bem. E pra gente refletir, precisa pensar. E, e como é que a gente faz com essa história do pensar?" Então é assim, às vezes ou na maioria das vezes eu ligo o piloto automático e eu vou e eu vou e aí eu vou vivendo, vou tendo experiências e nessas experiências eu teria tido chance, muitas chances de pensar a respeito de coisas que eu estou deixando passar batido. Então, como que eu faço para lembrar que eu que eu posso pensar diferente no meu dia a dia? pela vigilância. Por isso que Jesus falou: "Vigiai". Esse vigiai me permite usar o livre arbítrio. Porque se eu não estiver atenta, se eu não estiver prestando atenção e vigilante, eu ligo o piloto
a? pela vigilância. Por isso que Jesus falou: "Vigiai". Esse vigiai me permite usar o livre arbítrio. Porque se eu não estiver atenta, se eu não estiver prestando atenção e vigilante, eu ligo o piloto automático e eu faço o quê? Eu vou reproduzindo aquilo que eu tenho feito a várias e várias vidas. Eu vou seguindo, eu não enxergo nada. sabe que nem o animal que a gente põe aqui para ele não se distrair com o que tem do lado, para ele focar naquilo que eu quero que ele foque, pois a gente coloca esse esse instrumento, esse recurso aqui e a gente vai fazendo a mesma coisa e seguindo a mesma coisa para que a gente tenha chance de pensar, por que que eu estou fazendo desse jeito? Será que não tem uma nova forma? Quem diz que precisa ser assim? Será que eu não consigo de um de um jeito novo? É preciso que eu esteja acordada, que eu desperte no momento para eu me lembrar, pera aí, eu não preciso agir desse jeito. Eu posso pensar, planejar e descobrir outros jeitos. Então, a vigilância e o pensar, o pensamento, eles são os as bases necessárias pra gente construir a reflexão. Então, eu estou atenta para detectar a oportunidade que eu tenho de pensar a respeito do que está acontecendo. Eu não vou simplesmente repetindo, eu penso, será que não tem outro jeito? E aí, ao pensar, eu dou oportunidade de refletir. Então, eu vigio para ter chance de pensar diferente e não repetir modelos. e usando o pensamento, a gente refletir a respeito do que a gente poderia. Bom, vamos lá então de volta. Ah, e o João e a Rita que estão nessa conversa aí, nesse chat que eu achei delicioso, eles contribuem e e e me fazem pensar também nessa questão da vigilância, da oração. Eles dizem assim: "Sim, estamos em sintonia com coisas boas. Isso ajuda para boas reflexões, respirar, exercitar a mente. Quando nos ajudamos, tudo acontece favormente, ou melhor, quando nós ajudamos, eu ajudo a mim, tudo acontece favormente. Somos o que pensamos, então vamos pensar no bem. É isso. Então, olha, respirar, exercitar a
judamos, tudo acontece favormente, ou melhor, quando nós ajudamos, eu ajudo a mim, tudo acontece favormente. Somos o que pensamos, então vamos pensar no bem. É isso. Então, olha, respirar, exercitar a mente significa, presta atenção, não sai vivendo no automático, na loucura, na normose que nos arrasta. Sabe aquilo que todo mundo tá fazendo, então eu faço também. Não, mas mais mas mais calma. Presta mais atenção no seu passo a passo, analisa mais o que você anda fazendo da vida, pensa um pouco, critica mais a si mesmo. Por que que eu tendo a reagir desse jeito em determinadas situações? Será que eu tô estou consciente? Reflete, pensa, avalia as coisas que a gente tem feito, os caminhos que a gente tem seguido, as escolhas que estão predominando, né? Bom, ã, e a Isabela também traz um ponto legal que ela diz assim: "Refletir a Isabela Duarte". Refletir é ruminar. Refletir é ruminar as ideias. Achei super legal isso, de modo que ressignifiquemos o que o que entramos com o que entramos em contato. Então, refletir é ruminar ideias. É isso. É isso. O que que seria então o refletir? Seria a gente aproveitar. Tem tantas coisas que a gente abre mão de fazer. Por exemplo, o diálogo interno, quem é que para conversar consigo mesmo? E aí, Cris? que nem Santo Agostinho na questão 919A, que passava em revista ao final de cada noite, o que tinha feito, se tinha feito todo bem que poderia. Quantas vezes eu paro para conversar comigo? E aí, Cris, eh, você anda seguindo aquilo que você acredita? Você anda fazendo boas escolhas, você tá controlando sua agenda, você tá desavisada, desatenta, será que você tá vivendo mais consciente aquilo que você falou outro dia? Será que aquilo que você falou vale mesmo eu parar para conversar comigo? Eu fazer o quê? Esse essa conversa, esse diálogo, esse debate ou debater, né? É essa essa troca. Eu falo, outro responde, eu falo, outro responde. E a gente pode fazer isso internamente. A gente pode fazer o advogado do diabo com a gente mesmo. Ah, eu tenho certeza dessa opinião com
a essa troca. Eu falo, outro responde, eu falo, outro responde. E a gente pode fazer isso internamente. A gente pode fazer o advogado do diabo com a gente mesmo. Ah, eu tenho certeza dessa opinião com relação ao que tá acontecendo no mundo. Será que eu tenho mesmo? Não, eu tenho, ó, argumento esse, esse, esse, esse. Tá bom? E se eu quisesse pensar o oposto, vou fazer um exercício do contraditório. E se eu tivesse no lado oposto, que que eu poderia trazer de argumento? Isso amplia a consciência, porque eu saio da polarização que está predominando. A gente só olha para um lado, só vê o que ratifica esse lado, só olha o lado bom desse lado, nega o lado ruim desse lado e acha que tá coberto de razão. Então o exercício do contraditório é debater consigo mesmo. Ah, você acha isso, isso, isso, isso, mas vamos tentar olhar pelo outro lado. Qual será que seria um argumento que o outro lado apresenta? Será que não seria válido também? Onde que eu faço essa ponderação? Então, dialogar, debater, comparar, simbolizar, tudo isso expande a consciência. Sempre que eu permito que uma dúvida surja, que um questionamento se estabeleça, sempre que eu permito isso, eu permito amplitude de consciência. Quando eu tenho razão, quando eu já sei tudo, quando eu tenho certeza, eu limito, eu fico com aquilo que eu tinha. e que não deve ser grande coisa, porque a gente sabe que no nosso grau de evolução a gente tá mais perto da linha de partida do que da de chegada. Então é um péssimo negócio a gente achar que sabe tudo, que tem certeza e que tem os todos os argumentos e que já entendeu tudo. Quando a gente abre mão dessa certeza, a gente possibilita ampliar a consciência. E a gente amplia a consciência pensando, elaborando, debatendo, refletindo, simbolizando. Tudo isso faz com que a gente aumente nossa forma de eh de enxergar a vida. Então, essa foi a importância da reflexão do episódio muito obrigada por todos que participaram. Episódio 10 do vazio e o vazio existencial. Então, de novo, vazio existencial. Minha
e enxergar a vida. Então, essa foi a importância da reflexão do episódio muito obrigada por todos que participaram. Episódio 10 do vazio e o vazio existencial. Então, de novo, vazio existencial. Minha vida não tem propósito. Não sei o que que eu estou fazendo aqui. Me sinto perdido, sozinho, abandonado. Não me sinto pertencente, estou com angústia, né? Então, esse essa sensação de não estar cheio, de não estar pleno, de estar murcho, vazio, não tem do conteúdo, substância, como diz Joana de Angeles. Então, eu trouxe um trecho do capítulo 5 de amor, imbatível, amor. E ela diz: "Viver da melhor forma possível é desafio imediato. viver bem, que é desfrutando dos recursos da natureza e e que a inteligência nos proporcionam para bem viver realizações internas com o desenvolvimento ético adequado que proporciona o bem-estar interior. Eis a razão por lutar. Ela tá fazendo um paralelo entre viver bem e bem viver. A gente quer viver bem como desfrutar de tudo que esse planeta me oferece. Eu quero viver bem. Eu quero descansar, curtir, comer bem, dormir, passear, me divertir, ter prazer. Eu quero viver bem. Ela tá dizendo assim: "Pensa se não é mais produtivo para você um bem viver". E esse bem viver significa: "Eu vou me esforçar, eu vou lutar para para ampliar minha consciência, eu vou tentar aprender, eu vou eh eh me esforçar para seguir Jesus". Esse é o bem viver, é aproveitar bem a vida, é aproveitar bem o tempo de uma reencarnação. Não é desfrutar da reencarnação como quem está passeando, mas é fazer bom uso de todas as oportunidades que a reencarnação oferecer. E ela e ela continua. Tal conquista sempre se consegue mediante o esforço da não aceitação comodista, partindo-se para a luta de crescimento pessoal e de transformação ambiental que facultam a existência feliz. Não tem como a gente crescer sem esforço. Então, quando a gente falou aí do vazio existencial, a gente lembrou de que precisa investir em tesouros que preencham o espírito, porque esse sim vai me dar a sensação de plenitude. Se
r sem esforço. Então, quando a gente falou aí do vazio existencial, a gente lembrou de que precisa investir em tesouros que preencham o espírito, porque esse sim vai me dar a sensação de plenitude. Se eu ficar correndo atrás de coisas fora, eu vou ficar com uma vida muito cheia fora. Eu vou ficar com uma casa cheia, com uma garagem cheia, com uma biblioteca cheia, com um guarda-roupa cheio. Mas se eu quiser me sentir cheia, eu preciso ir atrás de eh tesouros que vão para dentro de mim. Conhecimento, sabedoria, pensamento, reflexão, eh as virtudes, a prática das virtudes, tudo isso preenche dentro. Então vamos lá. A Simônica nos nos traz a seguinte colaboração: "É complicado e muito sério o sexo por sexo, sem vínculo algum, e determinam isso de e e determinaram isso de modernidade, chamam isso de modernidade, penso. Modernidade ou libertinagem? Complicado. Simone, obrigada. Eu também tenho essa mesma preocupação, também me debato com essa questão, porque a gente sabe que quando o mundo sofre uma grande mudança, a gente não gosta e a gente julga que é horrível essa grande mudança. Num primeiro momento, isso pode até ser verdade, porque a gente tende a sair de um polo para ir pro outro e isso acaba não sendo bom. No entanto, eh, tem um lado bom que é a gente saiu de um polo. Então, vamos pensar num polo, todo mundo reprimido, nada pode, sexo é tabuque, pecado, você vai pro inferno, isso não é legal. E faz parte do nosso grau de evolução a gente sair desse desse polo e correr pro outro extremo. E aí nesse outro extremo vale tudo, faça o que quiser, se liberte total, tudo vale, tudo é tudo é válido. Então o lado ruim é que de novo, a gente cai num polo e toda vez que a gente vai para um polo é desequilíbrio. Desequilíbrio não é saúde, não é bem-estar, não é harmonia, que é o que eu acho que é o que você tá vendo. uma polarização pro lado oposto. Se aqui nada podia ou tudo vale também não deve ser legal, porque esse corpo aqui é sagrado, não dá para sair usando ele à torre direito, então não é legal.
tá vendo. uma polarização pro lado oposto. Se aqui nada podia ou tudo vale também não deve ser legal, porque esse corpo aqui é sagrado, não dá para sair usando ele à torre direito, então não é legal. No entanto, a gente sabe que faz parte de um processo, a gente sai daqui, a gente vai para lá para depois encontrar no tendo as duas referências, a gente consegue encontrar o meio, uma coisa que tenha um pouco daqui com um pouco daqui. Aí a gente consegue fazer uma boa medida. né, daquela situação. Então, sem dúvidas, a a polarização de que tudo é válido, que não tem mais freio, que qualquer coisa serve, que você pode se relacionar com qualquer um e até com qualquer coisa. Não é difícil de entender que isso tá estranho, que não deve ser aí o lugar definitivo da evolução. No entanto, se a gente precisa passar por isso para depois encontrar o meio, paciência. A gente deve fazer isso o mais rápido possível para não gerar tantas, tantos compromissos para cá quanto a gente gerou para lá, né? Não sei se eu fui clara, se eu não fui, vocês voltam a me perguntar. Mas sim, hoje a gente tem visto muito um relacionamento muito superficial, muito sensorial, né? E a gente é espírito, então eu vou atrás de prazeres do corpo, sexo por sexo, como você falou, prazeres sensoriais, tá bom? Eu tô aqui na terra, eu tenho corpo, eu tenho hormônio, mas é só isso que eu vim fazer na terra? Cadê meu espírito nisso? Para que vale essa experiência pro meu espírito? Eu tô só curtindo o que o corpo me oferece? Eu não estou aproveitando a experiência para enriquecer o espírito, porque se eu quiser fazer isso, certamente o sexo por sexo não vai ser muito benéfico para essa minha intenção. Continuando, a Rita da Silva, que tá sempre com a gente também. Rita da Silva Lima diz: "Cris, pergunto: hoje pessoas não têm projeto com continuidade, tudo é muito descartável. A pessoa que está buscando, que está em busca do caminho, eh, construído com responsabilidade, fica só. Então, o momento é de solidão. Eh, Rita, sabe que que eu pensei? Eu
e, tudo é muito descartável. A pessoa que está buscando, que está em busca do caminho, eh, construído com responsabilidade, fica só. Então, o momento é de solidão. Eh, Rita, sabe que que eu pensei? Eu lembrei daquele livro Tempos Líquidos do Sigmund Zigmund Balman, sabe? Ele ele faz uma crítica e ele fala que nós estamos vivendo tempos sem limites, sem referências, né? Então a gente tudo vale, não tem mais até onde eu devo ir, você vai para onde você quiser, você faz o que você quiser. Ou seja, a gente perdeu referências, né? Não dá para sair fazendo o que quiser. Se pegar o meu carro na rua e falar, Cris, vai para onde você quiser, entra na rua que você quiser. Eu vou entrar em rua contramão, eu vou avançar a faixa, eu não vou parar no semáforo. Não dá. Pra gente se movimentar na Terra, a gente precisa de de balizadores, de referências, de limites. E ele critica que a gente perdeu tudo isso e perdeu mesmo, né? Ele fala também das relações frágeis, fugazes, né? essas coisas assim maleáveis, como também se fosse uma coisa que não fosse contida, definida, né? É uma coisa que tanto faz. Hoje ela é uma coisa, amanhã ela é outra e daqui a pouco ela se se esva. Então é muito é muito fugaza, é muito passageiro, né? Então que que que prejuízo que isso pode gerar, né? O que que fica dessa relação? Para que que ela serve? Se ela não exige de mim um sacrifício de porque quando eu tô construindo algo que eu quero que permaneça, eu vou precisar saber que eu faço. Não dá para fazer qualquer coisa porque tem que ter negociação, tem que ter flexibilidade, eu preciso negociar com a outra parte pra gente poder continuar junto. Não é fácil você ficar com uma pessoa por muito tempo. Não é fácil. Agora, se eu falar assim, para que ficar com uma pessoa mesmo há muito tempo, fica enquanto tá legal, depois cai fora, tá bom? Fica bem fácil a vida, né? Vamos viver muitos prazeres, vamos encontrar um monte de gente. Não tô fazendo uma crítica, eu tô fazendo uma reflexão. A pergunta é: que que isso vai me
s cai fora, tá bom? Fica bem fácil a vida, né? Vamos viver muitos prazeres, vamos encontrar um monte de gente. Não tô fazendo uma crítica, eu tô fazendo uma reflexão. A pergunta é: que que isso vai me enriquecer em termos de espírito? Quais paixões eu estou dominando ao fazer isso? Porque o o Espiritismo nos fala para vencer nossas paixões, ou seja, dissolver os nossos conflitos. Se eu não estou enfrentando conflito nenhum, porque aquele conflito que me aparece, eu tiro e vou para outro, ah, essa pessoa começou a me encher, tchau, já fui. Como é que eu eu não tô fazendo enfrentamento, eu não estou crescendo? Então essa é a pergunta que a gente deve fazer. E ele fala também que a gente não se compromete, a gente não fica, a gente flui, que é isso que eu falei, né? Então, será que esse é o momento de solidão? Não sei. Eu diria que é o momento de testemunho. Não sei se de solidão, porque a solidão parece que eu eu estou abandonado sozinha. Se eu tiver certeza do que eu tô fazendo, não me sinto solitária. Talvez eu sinta assim que eu não pertenço, mas eu não não vai ser uma sensação eh ruim, vai ser uma vai ser uma uma constatação da realidade. É, eu sou diferente das outras pessoas. Talvez a gente possa falar que a gente pode se sentir solitário nesse sentido de que parece que a gente não combina com a maioria, né? Talvez seja isso que você esteja querendo trazer, mas eu acho que o maior momento é de testemunho, porque pra gente se manter firme nossas convicções, ou seja, pra gente continuar fazendo o que a gente acredita, seguindo o que a gente deseja nesses tempos fluidos, ou seja, eu quero me manter alinhada com os com as virtudes, é, nossa, precisa de muito testemunho, porque a gente vai ser convidada a esquecer, a deixar para lá. Ninguém tá fazendo isso. Para de ser boba, né? Deixa disso. Vai curtir a vida. É muito convite para isso. Precisa de um testemunho ali de fé para você não jogar fora tudo que você tá tentando trabalhar e e e vai viver essa vida mais fácil,
ba, né? Deixa disso. Vai curtir a vida. É muito convite para isso. Precisa de um testemunho ali de fé para você não jogar fora tudo que você tá tentando trabalhar e e e vai viver essa vida mais fácil, né? Mais rápida, mais passageira. É um desafio. Bom, a Maria José Nunes de Oliveira fala assim: "Boa noite, as redes sociais alimentam o vazio existencial de algumas pessoas?" Então, vamos pensar. Você me trouxe uma reflexão. Eu fiz aqui uma reflexãozinha. Então, você tá comparando redes sociais com vazio existencial. Se a gente pensar assim, eu pensei assim, o que que as redes sociais mais trabalham, mais oferecem? É muito uma questão das coisas do mundo. Aparência em primeiro lugar. Aparência em primeiro lugar. Segundo, as coisas materiais. As redes sociais estão falando de coisa. é de viagem, é de bens, é de estética, é de dinheiro, é de poder, eh estão falando das coisas do mundo, a maioria e de alegrias, porque também na rede social a gente, a não ser que sejam desgraças assim dos outros, daí a gente compartilha. Das nossas não, a gente só mostra quando a gente tá no top. Ou a gente tá viajando, a gente tá comemorando, a gente tá conquistando, a gente tá celebrando, seja o que for. Mas a gente tem que tá bem bonita na história, né? Então, se a gente pensar aparência eh material, né, os valores da matéria e só alegrias, será que isso dá vazio existencial? Se eu ficar correndo atrás disso, o que que tá faltando? Que que é o oposto disso? Aparência. Que que é o oposto? O profundo. A aparência é o que tá fora, o profundo é o que tá dentro. Eu estou abrindo mão do profundo. Se eu fico nas coisas materiais, eu estou abrindo mão da das coisas espirituais. E se eu fico só nas alegrias, eu estou abrindo mão das de pensar, de olhar para as aflições. Aí eu pergunto, se eu viver uma vida em que eu nego as aflições, eu não mergulho no profundo e eu não priorizo os valores da do espírito, será que eu vou ter vazio existencial? Eu acho que vai. Eu acho que vai, porque o que não dá vazio existencial é aquilo
lições, eu não mergulho no profundo e eu não priorizo os valores da do espírito, será que eu vou ter vazio existencial? Eu acho que vai. Eu acho que vai, porque o que não dá vazio existencial é aquilo que eu invisto dentro, é aquilo que tem a ver com a espiritualidade, é aquilo que não é passageiro, não é o que a rede social tem priorizado. Então, se eu mergulhar de cabeça na rede social e viver esse mundo ilusório que que tem construído lá, eu vou me afastar do espírito, do profundo, né, daquilo que eu levo da vida. Então, provavelmente vai me dar uma sensação de vazio existencial, né, no meu pensamento. Eu acho que seria isso. Hã, bom, eu acho então que essas essas foram as considerações do vazio existencial. H, vamos agora para o terceiro episódio dos três que a gente tá analisando hoje. É o episódio 11, o valor do sacrifício. Então, trazendo Joana de Angeles, relembrando aquilo que a gente trouxe no episódio, eh eu eu escolhi o os eh conflitos existenciais do livro Conflitos Existenciais, capítulo 15. E Joana diz: "Compreende-se a necessidade das conquistas externas, que se torna uma forma de autorrealização, e afadiga-se a criatura por consegui-las, para logo constatar a sua quase inutilidade, por não preencher os espaços tomados pela angústia e pelas incertezas". A gente já estava falando disso agora. Então, Joana está dizendo, quando a gente corre muito atrás das conquistas externas, a gente se cansa e não preencheu aquilo que faria uma realização espiritual. A gente corre, corre, corre, junta um monte de coisas e quando a gente olha para dentro, não necessariamente eu vou est bem. Às vezes eu tenho uma angústia, às vezes eu tenho uma sensação de que para quê? Parece que não foi isso que me preencheu, né? Então é disso que Joana diz eh nos apresenta. Vamos lá então pra colaboração de vocês. Eu trouxe primeiro a Silvia Ribeiro. Ela diz: "O problema é não valorizar nossas conquistas. Esquecemos da jornada, temos memória curta". É isso. Às vezes a gente não precisa, porque às vezes a gente acha
rouxe primeiro a Silvia Ribeiro. Ela diz: "O problema é não valorizar nossas conquistas. Esquecemos da jornada, temos memória curta". É isso. Às vezes a gente não precisa, porque às vezes a gente acha também que para crescer precisa de uma grande coisa, não. A gente cresce a cada passo do nosso caminho, a cada degrau de uma escada, se a gente tiver presente, eu posso estar no lugar, sei lá, estou visitando a cidade vizinha e me sentei numa praça dessa cidade e fiquei observando a praça. Olhei pras construções, pro céu, pras plantas, pro chão. Uma experiência pra gente nula. Tô tô passando tempo a gente falar: "Ah, eu fiz, ah, eu fiquei lá fazendo, dando um tempo, né? Tem uma expressão que a gente fala fazendo esqueci". Mas assim, né? Tô lá só esperando passar a hora, porque meu compromisso ainda não chegou no horário. E aí eu acho que isso daí foi inválido, não serviu para nada. Como assim? Se eu estiver nesse momento presente, eu posso tentar captar o ambiente. Eu posso avaliar as coisas ali, tentar imaginar porque construíram assim, quem construiu assim, quantos anos tem essa cidade, como seria eu morando aqui, quem já sentou nesse banco onde eu estava, olha quanta coisa eu posso produzir a partir de mim desse momento nulo, enquanto eu espero entre um compromisso e outro, sentei no banco da praça para matar o tempo. a expressão que eu tava querendo que matar o tempo, não precisa matar tempo nenhum, não deve matar tempo nenhum, deve aproveitar cada minuto, né? Então é viver no presente, não é viver na forma automática. Aí a gente vai valorizar cada segundo, a gente vai entender que ele foi importante pra gente, que ele foi significativo, que ele acrescentou, mas precisa ter essa consciência de momento presente, de estar atenta para aproveitar aquilo que a vida oferece. E a vida oferece sempre. A vida não oferece, ó, agora chegou a hora de você crescer. Não. A vida oferece oportunidade de crescimento em cada segundo da nossa vida, do nosso dia. Agora vem Jane Cardote e ela diz: "Boa
sempre. A vida não oferece, ó, agora chegou a hora de você crescer. Não. A vida oferece oportunidade de crescimento em cada segundo da nossa vida, do nosso dia. Agora vem Jane Cardote e ela diz: "Boa noite, o propósito da vida combinamos antes de encarnar, mas agora que estamos aqui, as coisas na Terra nos atraem, né? esquecemos esse compromisso. Isso. Então, os espíritos nos alertam que a gente veio pra Terra para superar as paixões, né, os atavismos, interromper esses esse ciclo que a gente vem fazendo nas reencarnações de desalinhamento com as leis divinas. Então, a gente vem aqui para parar de cometer erros, ou seja, iluminar as nossas sombras, purificar os nossos vícios, transformá-los em virtude, né? Então esse é o nosso propósito. O problema é que a gente chega aqui e a gente se encanta com as coisas do mundo, porque a gente ainda é muito material, a gente é muito ainda pegado. A matéria ela nos encanta muito ainda, ela nos fascina, a gente gosta das coisas daqui. E aí é difícil de fazer esse essa ponderação, é difícil de frear essa vontade, esses desejos. Lembra que a gente já falou de desejos? É difícil frear. Daqui a pouco tô eu lá correndo atrás de um monte de coisa que me divertem, que me que eu adoro, mas que não é exatamente aquilo que eu vim promover para mim, pro meu crescimento aqui. Então, muita atenção, muita vigilância pra gente não se deixar arrastar eh por essas coisas da terra, né? como diz a Jane. Obrigada, Jane. Bom, continuando, a Eulália Maria Brasil disse: "Hoje mesmo na arte terapia conversamos sobre propósito de vida e de como podemos agir para que ele se cumpra." Que legal. Eu acho interessante a gente ver, né, em vários lugares, pessoas diferentes, em ambientes diferentes, com interesses diferentes, mas de repente todo mundo buscando a mesma coisa. Percebe esse movimento enquanto família humana? Parece que todos nós, ou pelo menos grupos, eh eh temos estamos no mesmo grau de evolução. Então, nesse grau de evolução, é o momento em que eu desperto
Percebe esse movimento enquanto família humana? Parece que todos nós, ou pelo menos grupos, eh eh temos estamos no mesmo grau de evolução. Então, nesse grau de evolução, é o momento em que eu desperto para procurar um algo além. Por outro lado, também a gente precisa respeitar, porque tem outros grupos que não estão nesse estado de espírito atual e eles estão precisando, interessados, com necessidades de outras experiências. Por isso que não funciona aquilo que faz bem para mim. Eu quero que o outro engula, né? Eu quero que como que você não entende? Vamos lá comigo. Fez bem para mim, vai fazer bem para você. Não sei. Não necessariamente, né? Porque tem que ter essa esse querer. Então que legal, Euha, que a gente está, né? Nós aqui estamos alinhados, buscando a a mesma a mesmo a mesma coisa. Hoje também ela diz: "Sacrifício e empenho eh e dedicação são sinônimos." É verdade. Eu me sacrificar, eu me empenhar, eu me dedicar. Tudo isso vai exigir de mim energia, vai exigir de mim atenção, vai exigir de mim elaboração, né, participação para que isso possa realmente crescer, né? Eh, e eu gostei daqui a Clediciana Pimentel disso. É muito mimimi. Pois é, é muito mimimi. Hoje meu computador resolveu apitar. É muito mimimi, né? A gente não quer nada que seja cansativo, nada que exija de mim muito tempo, muita energia, muita atenção. Parece que a gente tá fazendo um esforço danado para não fazer nada, né? A gente queria não fazer nada. Eu quero não fazer nada. Quero não ter nada para fazer. Imagina, gente, que vida vazia. Um dia é gostoso. A gente que tá na correria, um dia é gostoso, um mês é gostoso, fica um ano sem fazer nada. A gente sabe o que acontece. A gente não diz, ai cuidado com a aposentadoria, não existe esse senso comum. Cuidado com a aposentadoria porque parece que a gente começa a envelhecer depois que para de atividade que estimula, né? A gente vai ficando cada vez mais parando, não vai se exercitando tanto, não vai exigindo tanto do cérebro. É isso. A gente não
gente começa a envelhecer depois que para de atividade que estimula, né? A gente vai ficando cada vez mais parando, não vai se exercitando tanto, não vai exigindo tanto do cérebro. É isso. A gente não fala também que eh enchada que não se usa em ferruja, tudo é assim. E aí se a gente quisesse ficar sem fazer nada, a gente enferrujaria, né? uma ilusão. Bom, João e Rita voltam aqui e dizem assim: "A reencarnação já é um sacrifício, né? E com ela e estaremos pondo em prova nossos conhecimentos". É uma questão de experiência do exerpica também traz isso, o sacrifício como aprendizado, né? Interessante o que a Cris traz. Acabamos achando que é uma forma de nos punir. Então é isso. Para eu sair do lugar, eu vou precisar de energia, de dedicação, de comprometimento, de esforço. Isso vai fazer com que eu ande, vai fazer com que eu evolua. Isso é uma punição, não é? Isso não é punição. Agora, se eu ler que tudo que me faz, tudo que dói para mim é punição, tudo que me cansa é punição. Se eu sou dessa mentalidade que Joana diz da acomodação que quer ficar sentada na na no sofá da sala sem fazer nada, então realmente se eu tiver que levantar dali para preparar um ovo, ai que que punição, por que que o ovo não cai frito na minha frente? Então é ponto de vista, né? Aquilo que a gente fala de punição, na verdade, não existe. Por quê? Porque a justiça divina garante que ninguém recebe aquilo que não é seu. Então não existe, ninguém é punido por nada. Deus permite que a gente use o livre arbítrio e colha as consequências do livre arbítrio. É isso. Punição significa que alguém olhou para mim, julgou e aplicou uma pena sobre mim. Não tem ninguém aplicando uma pena sobre mim. Aquilo que me acontece é resultado da minha própria escolha. Fui eu que pus no meu caminho. Não cuido do meu pulmão numa vida. Na vida seguinte enfrento uma problemática de pulmão. Não foi alguém de fora que falou: "Ô, feia, você não tá cuidando do pulmão, tá aqui, vou pôr uma punição na sua vida". Não é isso que acontece. Sou
a vida seguinte enfrento uma problemática de pulmão. Não foi alguém de fora que falou: "Ô, feia, você não tá cuidando do pulmão, tá aqui, vou pôr uma punição na sua vida". Não é isso que acontece. Sou eu mesma que descuidei do pulmão, transferi pro perespírito marcas. Na próxima vida, o perespírito serve de forma para meu novo corpo. A forma vai com o vestígio do que eu trouxe da vida anterior. O meu pulmão nasce com alguma questão. Então, fui eu que fiz o meu pulmão. Não foi um juiz de fora que determinou que eu merecia uma certa punição. Mas a gente tem essa ideia. Então é isso, não é punição, é experiência. Quando a gente imagina, né, um laboratório de química e os e os químicos, os farmacêuticos lá fazendo experiência, juntando, ai não deu certo, puxa aqui tá parece que vai dar certo. É, é um monte de tempo dedicado de tentativas e erros e de e de disciplina e de determinação e vai e tenta até conseguir produzir aquilo que estavam buscando. Tudo, tudo na vida é assim. O trabalho do parto. A gente entra em parto e dói aqui, estoura a bolsa ali e a respiração e vai e fica e demora e dói mais ainda. Até que passa até que vem a luz a uma vida, né? Qualquer coisa que a gente imaginar, a gente vai ver que tem todo uma etapa de trabalho. E trabalhar exige tempo, atenção, esforço, energia. E isso faz crescer. Isso não é punição. Então é disso bastante que a gente falou quando nós conversamos sobre o valor do sacrifício. Vamos seguindo então a Ana, não, desculpe, a Ariele Glória diz a mensagem que eu precisava ouvir. Ai gente, é tão bom isso. Nossa, preenche o coração, né? Quando a gente consegue compartilhar algo e a outra pessoa fala: "Eu eu vou vai ser útil, eu vou usar". Ai, realiza. Obrigada, Ariele. O João e a Rita continuam falando: "Quando experimentamos nossos sacrifícios, somos recompensados pelos conhecimentos que adquirimos. É isso. Deixaremos de fazer errado na próxima vez. Dominaremos nossa consciência, ou seja, estamos cuidando do espírito." É isso. Então, eu me
, somos recompensados pelos conhecimentos que adquirimos. É isso. Deixaremos de fazer errado na próxima vez. Dominaremos nossa consciência, ou seja, estamos cuidando do espírito." É isso. Então, eu me esforço, progrido, alivio. Aquilo que eu sofri antes já não sofro mais, porque eu já aprendi, eu já cresci, eu já adquiri consciência. Ótimo. Uma coisa menos. Agora tem outros desafios. Eu vou, me esforço, supero, cresço. Ufa, isso que eu sofria antes já não sofro mais, né? Então ele tá olhando, João e a Rita, eles estão olhando pra recompensa do sacrifício. Ao invés de olhar pra dor do sacrifício, ao invés de olhar para, ah, eu olhei o que tá acontecendo comigo, tô aqui me esforçando para aprender a ler. Que que duro? Não tá se esforçando para aprender a ler. Daqui a pouco você vai ser independente, você vai ler sozinho. Olha para aquilo que ele traz, o sacrifício traz e não para aquilo que ele cansa, que ele dói no no percurso, né? Ainda o João e a Rita falam: "Se você ajudar um espírito, você ajudou muito." Falo quando ajunta um espírito a sair da dor, do sofrimento, da angústia, né? Vale a pena um sacrifício que você ajude, um trabalho voluntário para auxiliar seus irmãos de caminhada, fora da caridade não há salvação. É isso. Eles estão propondo pra gente uma reflexão a respeito do sacrifício para o outro, a doação, o espírito de servir que Jesus eh eh nos oferece, né, que nos convida, a caridade. Então, o se sacrificar não só para si, mas se sacrificar para ajudar aqui, para estender a mão ali, para ensinar lá, para cuidar, para curar, para promover, para fazer erguer, para esclarecer, para iluminar, toda vez que a gente oferece algum dom nosso, exige de nós um sacrifício. E toda vez que a gente eleva uma alma humana, Joana de Angeles diz, a gente eleva a humanidade inteira e nós fazemos parte da humanidade. Então, por tabela nós também somos beneficiados. Por isso que o amar ao próximo e o amar a si mesmo estão tão juntinhos, porque não tem jeito. Quando eu amo a mim, naturalmente
os parte da humanidade. Então, por tabela nós também somos beneficiados. Por isso que o amar ao próximo e o amar a si mesmo estão tão juntinhos, porque não tem jeito. Quando eu amo a mim, naturalmente eu passo a amar o outro. Quando eu me valorizo, eu aceito e valorizo o outro. E quando eu vou em busca do outro, eu cresço junto. Não tem como numa relação, os dois ganham. Sempre na relação os dois crescem, né? Então, que bonito esse, essa lembrança do sacrifício em nome da caridade, como a gente tem aí nossos mentores, né, Chico Xavier, Divaldo, Raul, tantos outros que ajudam o próximo, nos mostram com exemplos práticos esse sacrifício em benefício da humanidade, tantas outras personalidades. A Simone Caetê fala: "Por isso devemos reconhecer o sacrifício do amor por nossos pais, né? o amor de nossos pais por nós, melhor falando, e ampará-los na velice. É, e é bonito isso, né? Hoje eu consigo me sacrificar por você, nem sempre eu vou conseguir. Hoje eu estou em condição. Vai, vai existir um momento em que eu não vou estar em condição e aí eu vou depender de outras mãos que estejam em condição para me ajudar. Eu um dia não estive em condição de me ajudar. Já fui bebê, já fui dependente 100%. E eu tive mãos carinhosas, angelicais, que me carregaram, que me amaram, que me ajudaram a crescer. Nesse momento eu sou capaz de oferecer isso. Fui capaz de oferecer pros filhos, para outras pessoas que a gente puder. Daqui a pouco eu já não serei mais. Talvez eu dependa na velice de uma ou de outra ajuda. E e essas mãos que vão se ajudando e vão trocando de um dia é uma que puxa, amanhã ela que é puxada. É bonito isso. Isso, isso é a fraternidade. Mas o nosso egoísmo faz com que a gente olhe só para umbigo e a gente se esqueça do que recebeu. E a gente só fala dos nossos direitos. Eu tenho direito de não me preocupar com com meus pais. Eu tô vivendo minha vida. É, ainda bem que seus pais não pensaram assim quando você era bebê e não te abandonaram também, né? Então, realmente é uma corda que a gente precisa receber
om com meus pais. Eu tô vivendo minha vida. É, ainda bem que seus pais não pensaram assim quando você era bebê e não te abandonaram também, né? Então, realmente é uma corda que a gente precisa receber de vez em quando. Obrigada, Simone. A Rita da Silva fala: "Cris, pergunto". Então, teremos dois tipos de sacrifício, um que ela está chamando de imolação e outro que ela está chamando de prazer. É, eu entendi o que você tá trazendo, Rita. Eh, vamos chamar assim, ó, a imolação é quando ele é mal compreendido, né? Imolação é é é a gente se machucar. Então, nenhum sacrifício precisa ser assim. O sacrifício é só um esforço, é só um cansaço, é só uma um gasto de energia. Mas eu não estou me molando nesse sentido, né? Agora, se eu quiser dizer que nem a gente fala, estou me sacrificando pelo outro, tudo bem, a gente pode usar essa palavra que eu acho ela um pouco forte. Então eu não diria que o sacrifício é uma imolação. Eu diria que o sacrifício exige força, cansaço. Então faz parte um pouco de desconforto. E também não falaria que o sacrifício é um tipo de prazer. Eu falaria que ele é um tipo de realização. Quando eu termino um dia de trabalho, quando eu saio de uma aula de uma academia, quando eu termino de cuidar do do dos meus filhos, ai dá um cansaço de o sacrifício que eu acabei de fazer, mas é um é uma realização, não é esse prazer momentâneo sensorial, mas é sim um tipo de prazer, mas é um tipo de prazer de dentro, de satisfação, de realização, de dever cumprido, de bem feito, de superação. conta, consegui, ajudei, isso me dá sim um certo tipo de prazer. Então, o sacrifício não deveria ser visto como essa imolação e deveria ser visto como um esforço que leva a gente a uma recompensa de uma realização, de um de um de uma boa escolha feita de crescimento, né, no meu ponto de vista. E pra gente terminar, João e Rita dizem: "Felicidade não é materialismo". Eh, e sim estar com a consciência completa, né, em paz. É isso. Eh, se a gente quiser analisar o quanto a gente é
to de vista. E pra gente terminar, João e Rita dizem: "Felicidade não é materialismo". Eh, e sim estar com a consciência completa, né, em paz. É isso. Eh, se a gente quiser analisar o quanto a gente é feliz, a gente nunca deve olhar para fora. A gente deve fechar os olhos e considerar os valores de dentro. Quanto que minha consciência está tranquila. Quanto que eu tenho me esforçado para aproveitar a oportunidade na terra. Quanto eu estou conectada com Deus, quanto eu me dedico ao espírito. Isso é que vai me dizer se eu sou feliz. Não quer dizer que eu vou estar alegrinha, uhu. Quer dizer que eu estou em paz, contente nesse sentido de tá tudo bem, eu estou conseguindo, então eu me realizo. É uma satisfação essa felicidade, né? Agora, se eu quiser essas alegrias dos prazeres, aí eu vou olhar para fora quanto eu tenho de dinheiro, quanto eu tenho de férias, quanto eu tenho de lazer, de prazer, de roupa, de beleza, seja lá o que for. Mas isso não é felicidade, isso são alegrias passageiras. A felicidade, realmente, pra gente encontrá-la, precisamos olhar para dentro. São os valores do céu que nos levam a estar bem, bem-estar, com harmonia, com paz e com felicidade. Então, eu encerro aqui nosso episódio de hoje. Obrigada pela participação. Continuem assim, façam as trocas no chat e isso enriquece demais o nosso estudo. Muito obrigada e eu espero vocês semana que vem, se Deus quiser.
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