T03:E17 • Mitos e Parábolas • Eros

Mansão do Caminho 23/11/2022 (há 3 anos) 57:38 5,811 visualizações 639 curtidas

Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 03 - Mitos e Parábolas Episódio 17 - Eros ► DESENVOLVIMENTO • Fomentador de vida • Libido – energia psíquica • Parábola do semeador Apresentação: Cristiane Beira

Transcrição

Olá sejam bem-vindos a mais um psicologia espírita com Joana de Angelis o mito que iremos estudar hoje é o mito de Eros Na verdade o mito mais conhecido Quando nós vamos pesquisar Eros é o mito de Eros e psique que Conta essa história dessa busca dessa união desse encontro entre psique e alma mas eu preferi falar antes de abordar esse tema que fica para uma outra oportunidade que a gente focasse Mais especificamente em Eros porque a minha intenção é a gente pensar um pouco refletir um pouco a respeito do amor Eros é esse grande representante mitológico da mitologia grega do amor então antes de falarmos do encontro da União dessa alma né dessa psique que corre que tenta encontrar o amor que tenta se conectar com o amor eu gostaria que a gente pensasse a respeito do amor em si que a gente tentasse refletir um pouco dedicar-se esse nosso tempo eu acho que o mundo Nunca precisou tanto de amor é muito triste porque nós recebemos essa mensagem de Jesus Essa é a mensagem que ele trouxe ele trouxe a mensagem do amor e parece que o tempo passou dois meses mais de dois mil anos se passaram e a gente às vezes temos a sensação de que a gente se distanciou do amor então nós programa de hoje é dedicado a ele é Nossa homenagem e talvez nosso pedido de desculpa nosso pedido de perdão aí essa que movimenta o universo que é praticamente Deus né Deus é Amor então que esse programa programa seja essa esse pedido nosso Esse reconhecimento do quanto estamos distante o quanto Ainda não sabemos valorizar o quanto pouco tempo dedicamos pouco esforço pouca intenção para descoberta realmente desse amor puro que jesus veio nos falar então para falar sobre o Mito o mito de Eros ele tem várias possíveis origens né Nós temos descrito na mitologia Eros como sendo filho e de várias circunstâncias existe por exemplo uma narrativa de que ele é filho de caos né do próprio caos o caos era a ordem original quando tudo começou a se organizar aquele primeiro momento quando tudo estava fora de ordem e daí uma

or exemplo uma narrativa de que ele é filho de caos né do próprio caos o caos era a ordem original quando tudo começou a se organizar aquele primeiro momento quando tudo estava fora de ordem e daí uma força começou a estabelecer uma regra uma lei ou várias leis até a gente ter essa esse mundo perfeito dessas leis que que regem tão perfeitamente o universo então uns dizem que ele vem desde lá Desde aquela época do Caos já existia amor outros outros pesquisadores outros filósofos contam que ele é filho da noite né da noite ela põe um ovo de onde ele nasce Então olha que representação bonita também o amor como fruto da sombra como fruto do desconhecido como fruto da noite o amor que chega talvez antes do dia antes da vida antes do Claro quando a gente amanhece o dia acorda e as coisas começam a viver o amor já estava né então são todas as formas bonitas da gente representar o amor porque realmente o amor é algo que está tão presente e ao mesmo tempo é tão ainda desconhecido nós falamos tanto sobre o amor e talvez pouco ainda o conhecemos e o compreendemos nós passamos por ele nós temos experiências como o amor nós temos aspectos do amor mas esse amor puro primeiro esse amor que estava na origem do universo esse amor que chegou antes do dia raiar que quando nós nem ainda estávamos acordando ele já existia esse amor que Jesus sentia ainda não está próximo ainda é distante de nós E tem também algumas outras explicações como eles sendo filho de áries e Afrodite ou Hermes e Afrodite aí a gente pensa Afrodite é a deusa do amor no sentido da sensualidade da sexualidade nesse sentido de Desejo de amor pelo estético pela estética esse amor do Belo Ares como sendo a força a guerra coragem então a gente já vai vendo aspectos do amor e parece que esse é mais próximo da gente né talvez aqueles aquelas duas primeiras explicações sejam mais profundas o amor como fruto do Caos ou seja ele nasceu quando o mundo nem era ainda quando o universo ainda nem era o amor como fruto da noite ou seja quando ainda não

primeiras explicações sejam mais profundas o amor como fruto do Caos ou seja ele nasceu quando o mundo nem era ainda quando o universo ainda nem era o amor como fruto da noite ou seja quando ainda não existia a luz né e Deus falou faça-se luz antes disso o amor já existia parece que é algo mais por aí esses que explicam que é filho de áries e Afrodite parece que já é uma visão um pouco mais humana do amor porque muitas vezes a gente confunde o amor com o aspecto Afrodite de ser Afrodite essa deusa a deusa da beleza a deusa das curvas do aspecto bonito da estética da sensação da sensualidade da sexualidade que tudo isso é Divino São aspectos divinos então também são naturais e importantes e aí pensa que o amor saindo disso parece que é um amor meio sensorial um amor meio que olhando para aparência Talvez né Nós estamos aqui fazendo imaginando fantasiando conversando a respeito quando a gente pensa o amor como fruto de áries eu penso assim quantas vezes a gente vê por exemplo uma mãe que para defender um filho ela vira um leão e aquela raiva toma conta dela ponto dela se transformar num guerreiro e ela luta ponto de dar a vida pelo filho se por exemplo for necessário então sim a gente vê também o amor presente nessa força que luta por um povo aqueles Bravos Guerreiros que deram a vida lutando pela vida do seu país ainda que não fosse um instrumento mais adequado Pacífico porque era Violento mas a gente não tem como dizer que o amor não estava ali presente movimentando parece que é um amor mais humano esse filho da Afrodite esse amor filho de áries parece que é um amor mais humanizado parece que a gente está falando de aspectos do amor algumas vezes a gente ama a lá Afrodite quando a gente olha para aparência quando a gente se encanta com a estética quando a gente fala sobre a sensualidade sobre a Sexualidade algumas vezes o nosso amor ele é guerreiro forte cor azul joso e até violento então nós podemos dizer nós amamos alá Ares conforme áries Então me parece que esse

bre a sensualidade sobre a Sexualidade algumas vezes o nosso amor ele é guerreiro forte cor azul joso e até violento então nós podemos dizer nós amamos alá Ares conforme áries Então me parece que esse amor descrito como filho de áries filho de Afrodite ou de Hermes que é o mensageiro parece que é esse amor que nós já somos capazes de sentir de perceber e quando a gente diz que ele é filho de caos e filho da noite de Nicks parece que aquele amor primordial a força da vida aquele amor que é o próprio Deus que é Deus Deus e amor quase que se confundem então ele é essa força primitiva mas ao nos tocar de acordo com o nosso grau de evolução nós somos capazes de viver em aspectos às vezes de um jeito e às vezes do outro então vamos estudar esse amor tentando identificar as formas que ele se apresenta em nós porque é uma forma da gente se conscientizar dele é uma forma da gente poder inclusive usar a razão para fazer alguma adaptação alguma mudança alguma reforma é uma forma da gente se assumir a si mesmo e saber dizer Cris Será que essa Afrodite não tá demais esse áries não tá demais Será que não precisa de um pouco de Equilíbrio nesse amor esse amor não tá muito sensorial esse amor não está muito violento possessivo ciumento então quando eu entendo um pouco o funcionamento do Amor Em Nós que ainda somos seres imperfeitos isso me dá mais consciência e condição de saber lidar com o amor da minha vida de entender porque que às vezes a gente machuca quem a gente ama ou é machucado por aquele que diz que nos ama então o objetivo é esse hoje que a gente entenda um pouquinho mais sobre esse amor esses aspectos ele passou a ser representado como um garotinho louro normalmente com asas sabe libido porque na mitologia romana Era o Zé Cupido então ele parece ser anjinho que anda com as flechas disparando porque porque ele é esse Deus que como se ele chacoalhasse a gente acorda para o Amor acorda para o amor da impressão que a gente vai criando uma forma de viver tão automática tão

s flechas disparando porque porque ele é esse Deus que como se ele chacoalhasse a gente acorda para o Amor acorda para o amor da impressão que a gente vai criando uma forma de viver tão automática tão robótica tão insensível tão alienada que a gente precisa às vezes de uma flechada para a gente acordar como se falasse assim despertou a vida em mim porque o amor é vida então às vezes a gente vai recebendo tantos ataques que a gente vai se protegendo a gente vai se protegendo daqui a pouco a gente tá em volta de um escudo tão forte com uma parede tão grossa metálica que a gente acabou se isolando do mundo para não sofrer e ao mesmo tempo a gente vai se isolar do próprio amor então a gente precisa desse Cupido que sai caçando pessoas e dizendo gente essa daqui tá precisando um pouco de uma dose de amor uma flechada de amor então É nesse sentido a gente ainda não é capaz de promover o amor de dentro para fora ainda não conseguimos nós vamos vivendo e vamos nos deixando envolver por medo por raiva por tristeza por desconfiança por mágoa e a gente vai esfriando o amor não tem nada mais triste do que a gente deixar o amor esfriar porque é como se a gente deixasse a própria vida esfriar é como se a gente desistisse da própria chance de viver o amor ele aquece o amor ele é energia ele é combustível ele movimenta ainda que ele me movimenta na forma de uma leoa que vai lutar pelo seu filho ele está me pondo em Ação eu estou reivindicando uma parte que me cabe eu estou lutando por aquilo que eu acredito quando eu não tenho essa dose de amor eu acabo ficando acomodada num ponto em que eu passo apenas a existir o amor já não me movimenta o amor não me faz desejar uma coisa correr atrás para conquistar essa energia geradora criadora é o amor então O Cupido precisa andar por aí dando esses choques esses chacoalhões essas flechadas para ver se a gente volta a lembrar do amor sobre a máscara então de um menino inocente Travesso que jamais cresceu Afinal a idade da razão o Logos é incompatível com o amor

hacoalhões essas flechadas para ver se a gente volta a lembrar do amor sobre a máscara então de um menino inocente Travesso que jamais cresceu Afinal a idade da razão o Logos é incompatível com o amor vamos parar um pouquinho aqui que que ele está dizendo aqui não dá para gente raciocinar e amar ao mesmo tempo por isso que a gente fala aquela frase né de Blaze Pascal é o amor tem razões que a própria razão desconhece porque o amor ele não é explicado cognitivamente não dá para eu colocar o amor numa equação matemática pelo menos não no nosso grau de evolução Pode ser que ele até tenha mas o amor ele é vivido sentido experimentado O amor é algo que vem lá de dentro não dá para eugicar a respeito do amor tanto que muitas vezes a gente fala por que que você fica com essa pessoa e a gente responde porque eu não mando no meu coração aquilo que eu sinto pela pessoa não é lógico Não Faz Sentido no entanto eu continuo sentindo ou às vezes a gente fala assim puxa vida poderia ampulando que seria ótimo uma união com ele porque olha é um grande amigo meu a gente secretaria tanto bem que eu não amo Fulano nesse sentido amoroso a ponto de escolher para ser o meu companheiro Pois é porque o amor não é lógico Não é um planejamento a gente não planeja o amor o amor a gente é flechado por ele ele rompe e a gente não entende muito bem Como que acontecem esses esses laços esses vínculos Como como que eles se estabelece e não é de forma lógica e racional que a gente vai conseguir desbravar entender o que é amor então ele é um menino que não cresce Nesse sentido porque ele não vai entrar na Idade da Razão quando a gente faz 18 21 anos a gente começa inaugura da razão o amor não pode entrar nisso porque senão ele deixa de ser essa força geradora que não é uma força lógica nesse sentido raciocinado então ele sempre pôr pronto atrás passar com suas Flechas certeiras envenenadas né de amor e paixão o fígado e o coração de suas vítimas Olha que interessante quando ele pega o coração ele desperta

do então ele sempre pôr pronto atrás passar com suas Flechas certeiras envenenadas né de amor e paixão o fígado e o coração de suas vítimas Olha que interessante quando ele pega o coração ele desperta esse amor quando ele pega o fígado ele desperta a paixão é uma coisa mais visceral mas descontrolada né então nós vamos explorar um pouco cada aspecto desse depois mais detalhadamente e ele continua ainda dizendo que é a força fundamental do mundo é a eterna Juventude de um amor profundo Mas também de uma certa irresponsabilidade porque porque a gente não controla o amor é isso que eu tava dizendo agora a gente não escolhe quem a gente ama a gente não escolhe como ama a gente às vezes parece vítima do próprio amor então é por isso que ele dizer é um jovem eterno porque parece que ele carrega uma certa irresponsabilidade para o nosso grau de evolução o amor de Jesus não era nada irresponsável mas nós vivenciando o amor muitas vezes nos Perdemos por ele por isso que parece esse adolescente Impetuoso que ainda não tem maturidade para analisar certas consequências por isso que ele é associado com a juventude o amor é a pulsão fundamental do ser a libido uma outra expressão que a gente vai explorar quem pele toda a existência a ser realizar a ação ele põe em movimento ele gera ele gera ele cria é fonte de progresso na medida em que ele é efetivamente união e não a apropriação Agora se ele for pervertido então Eros em vez de se tornar União Centro unificador ele converte-se em princípio de divisão e morte essa perversão consiste sobretudo em destruir o valor do outro na tentativa de servir-se dele egoisticamente ao invés de enriquecer-se a si próprio e ao outro numa Entrega Total um dom recíproco e generoso que fará com que cada um seja mais ao mesmo tempo em que ambos se tornam ele mesmo eles mesmo Gente esse é o ponto principal eu vou parar um pouco aqui porque a gente precisa desmembrar isso o que que junito de Souza Brandão está falando nesse livro sobre a mitologia ele está dizendo que o verdadeiro

sse é o ponto principal eu vou parar um pouco aqui porque a gente precisa desmembrar isso o que que junito de Souza Brandão está falando nesse livro sobre a mitologia ele está dizendo que o verdadeiro aspecto do amor é um aspecto que une e ao unir não não fraciona não diminui as partes ao somar as partes ela se somam elas não se não se misturam no sentido de perder a individualidade muito menos se sobrepõe uma parte sobre a outra dominando e sendo dominado isso não é amor quando eu me fundo com o outro que eu já não sei quem sou eu e quem é o outro psicologicamente falando significa que isso não significa amor isso tem outro nome esse nome de codependência é conflito quando eu me Uno com o outro colocando uma relação de autoridade isso não é amor isso também é outra história é outro tipo de codependência né aqui é como se quando eu me fundo no outro É como se eu tentasse trazer para mim o que eu não tenho ainda querendo do outro E aí é como se a gente fizesse um é uma junção mas não é uma junção funcional é uma junção compensatória porque veja vamos vamos detalhar isso para não ficar confuso eu tenho uma criança e uma mãe um pai ou educador tem muitas partes da criança que ainda não foram desenvolvidas Ela depende de uma referência mas ela não pode se misturar com a referência a ponto dela precisar sempre que a referência faça por ela porque ela precisa crescer Então ela precisa estar do lado da referência emprestando da referência a referência pode até vir a mãe vem pega a mãozinha dela para ensinar escovar o dente mas vai chegar uma hora que a mãe vai tirar a mãozinha e vai falar agora vai você então isso é eu miolo o suficiente para depois essa criança poder sair e ser ela agora quando eu faço isso no nível de casal por exemplo se eu estiver fazendo nessa intenção de aprender com meu marido com minha esposa para eu poder ter a minha Independência individualidade ótimo porque a gente convive para isso eu faço com ele ele faz por mim por um tempo quando eu não sei fazer até que eu consiga fazer

inha esposa para eu poder ter a minha Independência individualidade ótimo porque a gente convive para isso eu faço com ele ele faz por mim por um tempo quando eu não sei fazer até que eu consiga fazer sozinha agora quando eu me junto de um jeito que eu vou levar a vida inteira nessa compensação nessa dependência Por que que você não faz isso chrisal porque eu não sei fazer meu marido que faz tudo para mim então porque até quando não que você precise fazer ele pode fazer mas não porque você não consegue abrir mão de tentar simplesmente porque você se acertaram que é mais fácil cada um fazer uma coisa e não ajuda o outro mas não porque eu abri mão de me desenvolver nesse lugar e deixei para que ele fizesse essa parte por mim eu tô dizendo que me falta uma parte não me falta a parte nenhuma o que eu preciso é desenvolver esses talentos eu não preciso fazer tudo eu posso ser parceira do meu marido e inclusive que a gente juntos possa colaborar um com o outro mas não nessa relação que é uma relação disfuncional né a gente fala assim está grudado né vai que relação grude porque porque não tem espaço para os dois serem um né os dois viraram uma única coisa uma mesma coisa não é isso que a sagradas escrituras falam quando a gente fala dessa união é num sentido de princípios de ideal de sinceridade aí precisa ser bem juntinho agora enquanto enquanto psicologicamente falando eu preciso continuar sendo indivíduo então o que que ele está dizendo aqui que quando o Eros original ele é um Eros que duas pessoas vêm e eles compartilham ele se unem então quando se unem significa estamos juntos somos parceiros colaboramos um com outro nos ajudamos reciprocamente nos amamos nos cuidamos somos gentes um corpo isso é União agora quando entra uma relação de quase que uma coisa assim biótica de que um depende do outro e não sabe ser outro não fizer ele vai morrer eu não vivo esse outro não tiver aqui você compensação você precisa ser cuidados precisa ser diferenciado e quando faz isso é o que eles chamam

e do outro e não sabe ser outro não fizer ele vai morrer eu não vivo esse outro não tiver aqui você compensação você precisa ser cuidados precisa ser diferenciado e quando faz isso é o que eles chamam aqui de jiunito chama de perversão é o amor que se perverteu que se corrompeu não é o amor que é o plano original de Deus plano original de Deus nunca vai compensar um pouco porque todos os filhos já estão inteiros não tem essa história de metade da laranja de tampa de panela não tem a gente pode falar que somos dois inteiros que resolvemos nos unir para viver uma vida junto porque é mais gostoso é mais fácil é o ser humano agregar então é uma escolha não é uma necessidade porque eu não saberia viver sozinho então isso deve estar precisando de outro tipo de atendimento não é um companheiro está precisando de autoconhecimento de uma certa religiosidade de uma terapia não sei cada um vai ver aqui vai buscar aquilo que precisa então aqui a gente a gente já percebe que esse amor original aquele que estava lá com Deus antes da gente ser a gente ele é um amor Total mas quando ele vem e nos toca e o ser humano ainda em perfeito vive muitas vezes a gente vive ele de forma pervertida não no sentido Chulo no sentido de disfuncional de desequilibrado de ter distanciado desse origem dessa origem é algo que foi distorcido que foi envenenado enganado Então nós vamos falar um pouquinho a respeito de cada ponto desse todo que eu trouxe na nessa introdução então agora a gente vai para Joana de Ângelis e a gente vai destacar é tópicos é hoje eu brinquei em tópicos primeiro tópico paixão porque se mistura muito com amor que que nós temos para falar sobre a paixão bom antes da gente ler Joana é vamos entender na parte na parte na psicologia indiana na psicologia analítica a gente fala que a paixão é a constelação de um complexo que que isso quer dizer quer dizer que a gente tem na nossa sombra nossos complexos nossos conflitos lembra a gente já falou em aulas anteriores depois a gente pode ir

o é a constelação de um complexo que que isso quer dizer quer dizer que a gente tem na nossa sombra nossos complexos nossos conflitos lembra a gente já falou em aulas anteriores depois a gente pode ir lá vocês podem lá e buscar nós já falamos sobre complexo na temporada 1 na Temporada 2 mais resumidamente nós trazemos os complexos que são experiências passadas carregadas de energia de emoção envolvendo sempre um tema específico Então é assim uma vez eu tive uma experiência que foi muito dramática sobre um determinado assunto e despertou em mim emoções muito fortes aquilo encapsulou como se fosse encapsulou encapsulou e formou um complexo aquilo tá lá tá vivo é carregado de tensão Futuramente eu tô vivendo de repente eu me dou me deparo com uma situação muito semelhante e eu faço uma leitura ai de novo se eu faço uma leitura e trago alguma referência daquela primeira experiência que tá lá né dentro do meu inconsciente na sombra e aqui alguma coisa me faz lembrar aquilo pode constelar e o que a gente fala rouba o lugar do Ego ou seja toma minha consciência e a gente fala perdi a razão Nossa eu virei bicho Nossa eu não me controlei Nossa eu não sei o que aconteceu quando eu vi eu tava falando eu tava fazendo é isso então a gente vive a situação presente como se fosse revivendo aquela passada e alguém diz assim nossa Cris que exagero de reação nem era nada é porque eu não reagi aquilo que estava acontecendo hoje Eu Li Aquilo que estava acontecendo hoje Revivi aquilo que foi muito sério lá atrás e reagir como se eu estivesse de novo naquela situação é isso então a gente vê por exemplo tristemente tristemente a gente vê crianças que quando alguém Levanta A voz ela por exemplo faz xixi né olha que reação e a pessoa assim nossa mas eu nem tava fazendo nada pois é você não tava mas alguém já fez muito isso e já traumatizou ela então qualquer referência no mundo de fora ela volta revive e a reação dela é aquela não é baseado no que ela está sentindo hoje ela traz de volta então isso é complexo

muito isso e já traumatizou ela então qualquer referência no mundo de fora ela volta revive e a reação dela é aquela não é baseado no que ela está sentindo hoje ela traz de volta então isso é complexo então a gente fala que a paixão é isso então o que que é paixão é uma projeção por exemplo eu vejo uma coisa numa pessoa que é inconsciente para mim mas que tem relação com algo que está lá no meu passado que está lá no meus complexos eu olho e aquilo de alguma forma mexe comigo inconscientemente eu não sei o que é mas eu fico apaixonada significa eu fico cega eu não tenho mais razão eu não sei raciocinar eu fico Possuída e fico não é por um espírito é pelo meu complexo e eu não sei o que que me atrai porque que eu não sei porque não é consciente o que que me atrai no outro é algo do meu inconsciente então a gente fala assim Nossa eu me apaixonei por ele não eu me apaixonei por mim Projetada nele Olha que coisa tem um filme Gente que é antigo e nas aulas que a gente teve a professora indicou e é fiel para gente estudar a constelação dos complexos se chama amassai branca ele tem na internet é bem antigo e ele tem disponível amassai branca é uma história real baseada numa história real né que conta a história dessa mulher Suíça Então ela era tipicamente a Branca a loira a europeia e ela estava com o namorado numa viagem de férias na África e ela se depara com um homem representante da tribo massai Então ele era negro aquele homem forte musculoso então Era exatamente um oposto e ele estava todo vestido quase coloridas não tinha nada de ela estava ocidentalizada apesar de nesse sentido de que ela estava vestida com essas roupas modernas ela estava tecnológica ela estava e ele era representante do da natureza do primitivo dos rituais então era um opostos e ela se apaixonou por ele perdidamente ela deixou o namorado na viagem já tô dando spoiler e foi viver com ele na tribo então ali é uma representação O Que Força é Essa é amor não tanto que o final da história não é bonito mas não vou continuar o spoiler

morado na viagem já tô dando spoiler e foi viver com ele na tribo então ali é uma representação O Que Força é Essa é amor não tanto que o final da história não é bonito mas não vou continuar o spoiler eu sou mestre em spoiler vai lá procurar para saber como que isso termina mas não era amor era essa paixão é essa constelação de um é algo que eu vi nele que eu preciso em mim é como se ela tivesse buscando a própria sombra talvez ela estivesse muito distante dessa origem desse primitivo dos rituais dos ancestrais da terra de viver na terra Talvez o lado Ocidental no sentido de Tecnologia de Urbanismo de sabe talvez isso tivesse demais e a alma dela tivesse pedindo uma coisa mais de volta à natureza por isso que ela foi para África né gente senão ela teria ido para um outro lugar então tecnológico Quanto era um lugar onde Ela vivia então parecia que tinha algo pedindo para ela volte um pouco mais para natureza para as origens para terra para os quatro elementos O Ritual para ancestralidade e aquilo devia ser uma coisa tão forte uma necessidade psicológica tão forte que constelou e ela se entregou o complexo tomou conta e ela vai colher os frutos disso vai ter que se virar com isso Enfim vocês vão lá para assistir amassar e branca Mas é isso então quando a gente fala de paixão a gente fala assim ó só não faça nada não tome nenhuma decisão na hora da paixão deixa ela acalmar deixa o ego voltar no comando na administração da sua casa deixa o complexo aliviar um pouco depois desse tempo passar porque o complexo ele pode levar menos tempo mais tempo aí depois você decide então muita atenção para essa questão da Paixão porque ela nos domina E isso não é amor pode se transformar em amor quantas histórias lindas começaram com uma erupção de um caso de paixão e depois se transformou numa história de amor mas nem todo caso de paixão se transforma numa história de amor uma coisa é distinta da outra então ele chama a gente para esse lado aí a gente entender um pouco mais exato Eros toma conta dos Sentidos e responde

caso de paixão se transforma numa história de amor uma coisa é distinta da outra então ele chama a gente para esse lado aí a gente entender um pouco mais exato Eros toma conta dos Sentidos e responde pelas paixões desenfreadas pelos conflitos da insatisfação que levam ao Crime ao deserto ao desespero tendo por objetivo imediato e inadiável o atendimento dos desejos mentais do desequilíbrio sexual é responsável pela Alucinação que predomina nos grupos sociais em desalinho lá no livro Amor Imbatível Amor Capítulo 1 então Joana tá falando problema da Paixão então a paixão é um Eros pervertido corrompido distorcido é um amor que deveria ser uma força de geração de criação de União mas que pela nossa imperfeição a gente o perverte a gente corrompe e ele se torna uma paixão que muitas vezes termina em tragédia termina em tragédia em crime em desespero em dor termina em disfunção e entrega termina em mágoa Quantas vezes a gente acaba magoando alguém que a gente ama porque a gente não aguentou e cedeu a esse impulso da Paixão aí a gente se entrega paixão por uma pessoa e magoa aquela que é o nosso amor da nossa vida quantas quantas não são as histórias que a gente conhece assim que pena é Nossa imperfeição faz parte né a gente ainda pode porque a gente ainda não tá pronto estamos no caminho importante a gente aprender com isso se conscientizar disso O importante a gente aprender a pedir perdão a se refazer a retomar o caminho então primeiro ponto a paixão que é essa projeção que a gente vai buscar no outro algo que nos toca não é a outra pessoa que está me interessando é algo que ela tem que eu preciso então meu projeto meu complexo e vou atrás como se fosse de mim mesma segundo ponto que a gente gostaria de falar aqui esclarecer o que essa tal libido né que que é essa parafroides libido para young energia psíquica Freud vai descrever o inconsciente ele é que ele é que traz a luz a questão do inconsciente do quanto o inconsciente faz parte da nossa vida então ele é a gente agradecido porque

oung energia psíquica Freud vai descrever o inconsciente ele é que ele é que traz a luz a questão do inconsciente do quanto o inconsciente faz parte da nossa vida então ele é a gente agradecido porque ele fez o bem enorme para o nosso desenvolvimento para nossa autoconhecimento nos apresentando o inconsciente e ele foca bastante no conteúdo do inconsciente como sendo frutos dos desejos reprimidos desejo sexual reprimido E aí ele diz que esses desejos reprimidos eram aqueles que nos atormentavam que nos causavam disso funções e distúrbios e Jung vai continuar Esse estudo ele parte de freudir encontra com Freud ele vira discípulo de Freud só que ele depois amplia seu ponto de vista trazendo que ele entendia o conteúdo do inconsciente não só como desejo sexual reprimido mas com muitos outros conteúdos não só relacionado a parte da sexualidade então ele ele muda Ao invés dele falar de libido que ficou muito relacionada com a parte dos conteúdos sexuais que estão reprimidos ele traz uma nova expressão ele chama de energia psíquica na verdade é a mesma coisa é a energia que está no inconsciente que está na psique e que movimenta os conteúdos da psique é ele costela ou complexo é ele que energiza o ego para o ego sair correndo atrás das coisas então é a energia que existe dentro do sistema psíquico e essa energia é que faz com que a gente se movimente de vez em quando eu estou tomada por conteúdos do passado eu fico rememorando é a minha energia psíquica que tá me ajudando fazer isso rever conteúdos do passado Às vezes a energia psíquica que está me movimentando para frente para eu conquistar sonhos então e onde fala dessa energia psíquica Como a energia que ilumina áreas da nossa psique e ao iluminar da vida a elas a gente fala que como se fosse um holofote imagina que aqui está a minha totalidade é psique né então se eu tenho um holofote e que eu giro esse holofote e ilumina para cá aquilo que está aqui vai ficar na sombra E aí quando eu faço o contrário projeto luz para cá aquilo que está na sua no

ue né então se eu tenho um holofote e que eu giro esse holofote e ilumina para cá aquilo que está aqui vai ficar na sombra E aí quando eu faço o contrário projeto luz para cá aquilo que está na sua no seu oposto fica na sombra então é isso aquilo que está na consciência Eu sei aquilo que não está está no oposto eu não sei e a energia psíquica ela vai fazendo esses movimentos aí ela ilumina por exemplo amassai branca essa Suíça quando ela chega e Olha aquele Adonis né aquele homem lindo e todo trajado de colorido né com aquela impotência aquela impotência quando ela Olha aquele homem a energia psíquica dela vai direcionar dentro do conteúdo psíquico dela algo que faz referência aqui no constela Então ela fala É como se ela falasse assim nossa eu preciso disso eu preciso ir para o meio do nada para o deserto morar na casa feita de Barro abrir mão de toda a tecnologia preciso disso só que ela faz de um jeito possuída pelo complexo Ela poderia ter conseguido se controlar e falar não vou ficar uma temporada aqui eu vou morar um pouco aqui eu quero retomar um pouco mais o contato mas ela não dá conta aquele homem costela nela Então é uma energia psíquica direcionou num conteúdo que fez menção aquilo que ela tava vendo e ela se entrega e ela se entrega e ela vai viver aquele complexo e até ela poder se organizar então a libido para Freud é a energia psíquica para ir onde é aquilo que nós movimenta aquilo que ela canaliza cria vida e a gente corre atrás então quando a gente fica muito envolvido com o tema com um tema com um tema significa energia psíquica já está lá então o que que a gente pode falar não olha tá demais né vamos dividir um pouco porque eu preciso viver a totalidade o equilíbrio é esse quando eu polarizo e olho só um lado só um lado só um lado eu vou adoecer então se eu preciso da tecnologia mas eu preciso da natureza Eu preciso da agitação mas eu preciso da Calma eu preciso do intelecto do conhecer do estudar mas eu preciso do não fazer nada e só sentir ouvir uma

eu preciso da tecnologia mas eu preciso da natureza Eu preciso da agitação mas eu preciso da Calma eu preciso do intelecto do conhecer do estudar mas eu preciso do não fazer nada e só sentir ouvir uma música e deixar o coração ir eu preciso vivenciar a psique ela precisa ter essa energia psíquica circulando quando a gente foca ela no lugar só como se tivesse paralisada Isso vai nos fazer mal que que Joana de Ângelis fala sobre então a energia psíquica e a energia da libido no livro despertar do Espírito Capítulo 4 ela diz a energia sexual pela sua constituição íntima é criativa não apenas das formas físicas mas principalmente das expressões da beleza da cultura e da arte a medida que é expandida mais Sublime se torna quando direcionada pelo amor mesmo que na sua primeira fase tem a conotação carnal vai se depurando e sublimando até adquirir um sentido de liberdade de auto-realização facultando ao ser amado a felicidade mesmo que seja compartilha com outra pessoa então a gente pode transformar a libido nessa dessa partindo dessa energia mais sexual mas sensorial a gente pode direcionar lá para sublimá-la no sentido de que ela se transforma num outro tipo de geração porque veja o amor ele tem como última instância geração de uma vida se a gente falar eu fiz amor com alguém significa eu tive uma relação sexual a gente compartilhou amor e provavelmente eu não evitei um filho pode ser gerado então o amor ele tem isso ele tem essa essa finalidade de gerar construir criar veja Deus é amor e ao criador de tudo antes do mundo ser antes do universo ser o amor já estava então a gente pode dizer que é do amor que gera que cria vida quando a gente tem essa esse impulso de criar de gerar e na adolescência ou não só na adolescência a gente faz uma leitura como se fosse hormônio me pedindo uma relação sexual a gente pode canalizar essa energia para outras obras de criação ao invés de eu entrar no numa ação numa relação que vai criar uma vida o ato sexual eu posso Direcionar para

pedindo uma relação sexual a gente pode canalizar essa energia para outras obras de criação ao invés de eu entrar no numa ação numa relação que vai criar uma vida o ato sexual eu posso Direcionar para outras criações eu vou criar escrever uma música eu vou esculpir uma pedra eu vou julgar um praticar um esporte para ver quanto que o bato de recorde quanto que eu sou capaz de fazer é tudo forma de criação eu crio Eu ofereço e de mim sai algo seja uma poesia uma música uma canção que eu cante o movimento músculo que cresce uma Olimpíada que eu conquiste tudo isso é a criação um projeto vou desenhar um projeto eu vou oferecer minha mão de obra por uma casa de velhinhos eu estou criando eu estou criando estou gerando de mim sai virtudes na forma de um carinho de um amor de um projeto de um plano de uma música de um esporte Então sempre que a gente produz algo na vida nós estamos usando essa energia psíquica estamos canalizando essa energia psíquica então por isso que é bom a gente praticar essa diversidade para que a gente tenha esse equilíbrio então a energia sexual pela sua constituição íntima é criativa não apenas das formas físicas mas principalmente das expressões de beleza de cultura e de arte a medida que é expandida mais Sublime se torna quando direcionada pelo amor mesmo que na sua primeira fase tenha conotação carnal vai se depurando Então é isso que Joana tá dizendo eu posso começar com essa coisa carnal mas eu posso subliminar pela beleza pela cultura pela arte é uma sugestão para a gente lidar por exemplo com jovens com adolescentes que estão com os hormônios da Flor da Pele então colocá-los em contato com artes com música com esportes tudo aquilo que cria com projetos tudo isso ajuda-os a vivenciar esse turbilhão e acalmar essas necessidades de pulsão de vida então é uma dica que a gente costuma usar quem lida com jovens é direcioná-los para outras obras de criação para usar lidar com essa energia que está pedindo criação Então paixão libido que mais Juventude ele não fala

que a gente costuma usar quem lida com jovens é direcioná-los para outras obras de criação para usar lidar com essa energia que está pedindo criação Então paixão libido que mais Juventude ele não fala lá no mito que era o Zé jovem irresponsável porque ele não cresce porque se ele crescer ele logica ele raciocina e amor no raciocínio então quando a gente fala daí responsabilidade associada com a imaturidade por consequência com adolescência com a juventude quando a gente ainda não é adulto que que a gente está dizendo justamente isso que nós temos que pensar que existe uma certa imaturidade no amor no nosso amor não no amor dos Espíritos puros mas no nosso grau de evolução existe uma certa imaturidade no amor e o amor imaturo é um amor que acaba se tornando possessivo ciumento porque tem medo de perder sabe quando a criança a mamãe a mamãe tá dando atenção para outra criança ela fica muito brava e ela fala é minha mãe ou ela faz isso até com o pai ela não quer que a mãe e o pai se relacione ela quer a mãe só para ela e o pai só para ela então é uma imaturidade que gera essa dependência possessiva então o ciúme tem um que de imaturidade de infantilidade então muitas vezes a gente fala assim ah eu acho bonito ter ciúme significa que gosta de mim não que ele gosta de você que ela gosta de você é uma outra questão provavelmente gosta mesmo mas o fato desse gostar se tornar se transformar em ciúmes significa que é um gostar imaturo que existe uma certa infantilidade na própria emoção no próprio sentimento duro né mas é mas é vai estudar o ciúme que vale a pena a gente tem um livro que a gente escreveu provocados pelo Raul Teixeira e Raul escreveu junto com a gente porque ele fez um seminário sobre o ciúme a gente chamou de A saga do filme pela Editora Frater e nesse livro A gente explora essas Vertentes né que envolvem o ciúme então o ciúme ele tem a ver com esse amor imaturo é possessivo eu tenho medo de perder eu quero só para mim porque eu dependo dele a criança depende

nte explora essas Vertentes né que envolvem o ciúme então o ciúme ele tem a ver com esse amor imaturo é possessivo eu tenho medo de perder eu quero só para mim porque eu dependo dele a criança depende da mãe se a mãe foi embora o que vai ser dela na cabeça dela então eu preciso agarrar minha mãe não pode pensar em outro você tá chegando um irmãozinho eu surto Como assim e se o amor da minha mãe então é o ciúme tem a ver com essa necessidade da Posse então Joana De Angeles no livro vida desafios e soluções Capítulo 6 ela fala o período juvenil limitado entre a infância e a idade da razão é de muita significação para o desenvolvimento real do indivíduo porque abre os espaços existenciais para aprendizagem fixação dos conhecimentos ansiedade de conquistas e realizações em um caleidoscópio fascinante é também o período da imaturidade do desperdício de oportunidades porque tudo parece tão distante infarto que os prejuízos de tempo e produção não tem significado profundo dando Nascimento a conflitos futuros que necessitam ser vencidos então nós temos nessa Juventude nesse Eros Maroto a gente tem a vida a vitalidade o amor em profusão mas a gente tem também uma certa infantilidade e maturidade no grau de evolução então fica essa atenção terceira atenção com relação a esse Eros que acaba sendo irresponsável essa forma de amar que se torna imatura e infantil quarto ponto que a gente levanta perversão a perversão que o mito fala que é esse amor distorcido corrompido adoentado né a gente lembra lá de Paulo né quando ele manda as cartas Paulo um Coríntios 6:12 em que ele fala Tudo Posso mas Nem Tudo me Convém Então é isso quando a gente pega esse sentimento que deveria ser um sentimento Sublime do amor e a gente mantém ele em equilíbrio ele continua gerando vida saúde quando eu pego esse amor e me permito perverter esse amor no sentido de distorcer e Caio não é exagero eu saio do equilíbrio então tudo que é demais tudo que é exagero faz mal Tudo Posso mas Nem Tudo me Convém então nas minhas relações de

perverter esse amor no sentido de distorcer e Caio não é exagero eu saio do equilíbrio então tudo que é demais tudo que é exagero faz mal Tudo Posso mas Nem Tudo me Convém então nas minhas relações de relações de amor vamos pegar por exemplo de novo mãe e filho né tem que ter esse equilíbrio a gente não vê lá em winnicott que ele fala mãe suficientemente boa porque a mãe mais do que suficiente boa mima a mãe menos do que suficientemente boa aliena é uma criança que vai se sentir esquecida e abandonada um vira Reizinho que acha que o mundo gira em torno dele continua égua centrado mesmo depois da idade que deveria não ser mais e o outro se sente órfão abandonado Não querido não valorizado a mãe precisa estar na medida então quando eu exagero para mais o para menos eu cai no vício a virtude está com uma Aristóteles diz nessa medida exata entre dois Vícios é o meio é o caminho do meio que Santo Agostinho também fala então era os corrompe quando ele ou exagera ou ele omite quando falta ou quando sobra aí a gente está pervertendo distorcendo elas o amor ele tem que vir nessa medida do que cabe se é demais já não é amor vira grude vira Possessão vira ciúme vira dominação se é de menos não tem amor tem diferença pouco caso alienação né então Joana de Angelis no livro O Homem integral Capítulo 7 ela nos diz a denominada a revolução sexual dos últimos tempos igualmente ao demitizá-lo abriu espaços de promiscuidade para os recessivos mitos do prazer com a consequente desvalorização da pessoa que se tornou objeto instrumento de troca indivíduo descartável fora de qualquer consideração respeito ou dignidade os atuais são dias de libido desenfreado de paixão avassaladora de predominância dos desejos que desgovernam as mentes e a turdem o sentimentos sobre o comando desse Eros pervertido Então ela está chamando atenção para gente Para o desequilíbrio para essa forma de relação desenfreada vassaladora com predominância de desejos que nós estamos vendo sim nós éramos recatados demais lá

Então ela está chamando atenção para gente Para o desequilíbrio para essa forma de relação desenfreada vassaladora com predominância de desejos que nós estamos vendo sim nós éramos recatados demais lá atrás a gente não tinha nem possibilidade de expressar as nossas emoções era feio né tem que ser fechado e aí a gente falou chega deixa o amor livre daí a gente veio naquela naquele momento que culminou né nos anos 70 pais e amor amor livre desenfreado tudo vale mas de novo a gente sai de um extremo do pêndulo o pêndulo vai para cá depois o pêndulo vai para lá não é equilíbrio então Joana de onde eles está chamando atenção cuidado porque o amor ele é nobre ele significa ele valoriza se eu trato outro como objeto não sei nem o nome da pessoa se eu trabalho em quantidade eu fico com tanta gente numa mesma noite que eu não sei nem quantas que é isso você desvalor isso é tirar dignidade do ser humano isso é desrespeitar na nossa concepção pelo menos Espírita e Cristã porque esse é o templo esse corpo é meu tempo é a morada do meu espírito e eu não posso tratar esse tempo com essa forma dessa forma desenfreada avassaladora isso não é saúde não é liberdade você libertinagem isso é dar vazão as paixões que nos dominam querendo dizer que isso está ok Porque senão a gente vai ter que mudar e hoje é normal e tenta nos fazer acostumar com coisas que não deveriam ser acostumados para a gente não ter o pode ter que se transformar se disciplinar se educar é mais fácil falar que a coisa errada que eu faço todo mundo faz Deixa para lá é assim mesmo porque daí eu não preciso mudar do que eu dizer isso que eu faço não é condizente com o mundo de regeneração que vem vindo com que Jesus me ensinou E como eu como princípio Espírita preciso me posicionar então eu vou ter que me disciplinar eu vou ter que me educar eu vou ter que me transformar exige um esforço aí então é mais fácil dizer que tá tudo lindo maravilhoso tudo é amor tudo é amor não né então a gente tá vendo nesse caso é um amor pervertido

me educar eu vou ter que me transformar exige um esforço aí então é mais fácil dizer que tá tudo lindo maravilhoso tudo é amor tudo é amor não né então a gente tá vendo nesse caso é um amor pervertido disfuncional desajustado então cuidado atenção com esses vícios decorrentes do que a gente disser amor quinto ponto vou dar uma acelerada a gente já tá chegando agora no verdadeiro ponto principal do mito que é o que que é Eros de Fato né que se Eros Quando a gente tiver no grau de evolução que a gente puder experimentá-lo como ele é como Deus o criou né a gente vai ter a união né no caso do casal então o Amor Doce fica e a calma Espera e confia é enriquecedor e embora se expresse em desejos ardentes que se estasiam na União sexual que faz parte não consome aqueles que se entregam abrasamento porque se tornesse vitaliza contribuindo para perfeita União então o que que Joana está dizendo quando eu me relaciono começa a foto de lado meu parceiro meu companheiro essa união que pode culminar numa relação sexual mas não precisa essa união ela dulcifica a calma ela me ajuda a praticar o Espera e confia ela me traz mais paz não é algo que me consome que me perturba que me gasta que me desgasta é algo que quando eu comi no e termina por exemplo ato sexual a sensação é de plenitude de realização algo me encheu não me esgotou o esgotar é sensorial é Eros pervertido é brincar com o sexo é desfrutar é curtição isso e isso cada um com a sua consciência o que nós estamos trazendo é a verdadeira função de Eros não é essa e pelo que Nós aprendemos dentro dos ensinos de Jesus e que o espiritismo nos traz também não é assim que a gente vai evoluir progredir espiritualmente falando então a individuação torna de quem tu és lá de píndero individuação de Jung que é cresça cada um sendo um um não precisa consumir o outro sendo consumido se apropriar ser autoridade ciúme não que os dois continuam crescendo como indivíduos como espíritos indivíduos e que eles possam se unir porque dessa união quando existe o a benção de Eros

consumido se apropriar ser autoridade ciúme não que os dois continuam crescendo como indivíduos como espíritos indivíduos e que eles possam se unir porque dessa união quando existe o a benção de Eros né o amor os dois vão ser beneficiados por esse amor que Dulce fica e a calma que ensina a Esperar e confiar Olha que lindo que é o verdadeiro sentido de Eros do amor e no livro Isso foi no livro Amor Imbatível O Amor Capítulo 1 e no livro despertar do Espírito Capítulo 3 Joana fala que amor essa mensagem de amor é vida esse era os profundo verdadeiro que integra que não é corrompido e não é desviado esse amor que é Deus nele mesmo então Joana diz constitui o amor o mais maravilhoso ela para a vida sexual em vez de várias barateamento da função que se vem tornando tormentosa idolatria quanto que a gente tem idolatrado sexo sensorial do Prazer do êxtase e a gente tem aberto mão desse sentimento que vai pacificar realizar que vai doce ficar que vai me colocar em contato comigo mesmo a vida é uma dádiva de alegria que deve ser recebida com entusiasmo e auto-realização esplêndea em toda parte se expande no ser humano expressando-se como conquista de beleza de saúde de paz o amor tem que me levar para esse caminho da beleza da Saúde da Paz se não ele é um Eros que está sendo corrompido pervertido e eu vou terminar com a leitura clássica das cartas de novo né Paulo trazendo aí um Coríntios 13 então famoso dos Versículos de 1 a 7 ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos e não tivesse amor seria como metal que soa ou como sino kitine e ainda que tivesse o dom da profecia e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência e ainda que tivesse toda a fé de maneira tal que transportasse os montes e não tivesse amor nada seria e ainda que distribui-se toda a minha Fortuna para sustento dos pobres e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado e não tivesse amor nada disso me aproveitaria o amor é sofredor é benigno o amor não é invejoso o amor não trata com leviandade nem sem soberbece não se

da que entregasse o meu corpo para ser queimado e não tivesse amor nada disso me aproveitaria o amor é sofredor é benigno o amor não é invejoso o amor não trata com leviandade nem sem soberbece não se importa com indecência não busca os seus interesses não bonita não suspeita mal não folga com a injustiça mas folga com a verdade tudo sofre tudo crê tudo espera tudo suporta o amor dá sentido a nossa vida que ele possa desabrochar que esse verdadeiro Eros nesse amor profundo possa crescer em nosso mundo íntimo e nos ajudar nesse processo evolutivo Muito obrigada até uma próxima

Mais do canal