A Essência da Comunicação – T9:E10 | Perguntas e Respostas

Mansão do Caminho 15/10/2025 (há 5 meses) 52:51 2,067 visualizações

Na nona temporada de Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis, a apresentadora Cristiane Beira reflete sobre a essência da comunicação, destacando como a fala, a escuta, o silêncio e as atitudes moldam nossas relações e favorecem o autodescobrimento. Neste episódio especial de Perguntas e Respostas, a expositora reúne reflexões e comentários do público sobre os episódios 6, 7, 8 e 9, ampliando o diálogo em torno dos temas estudados e aprofundando a compreensão da comunicação à luz da Psicologia Espírita. 🎬 Indicação de Filme: O Rei do Povo (2024) / (indicação do público) #PsicologiaEspírita #JoannaDeAngelis #CristianeBeira #Comunicação #PerguntaseRespostas #Autoconhecimento #Espiritismo *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita. com Joana dees. Hoje é aquele episódio especial. Eu confesso que é o que eu mais gosto, porque eu tenho a sensação de que nós estamos batendo papo. Eu trago a as considerações de vocês, as perguntas e eu acho que fica mais dinâmico, mais até mais produtivo, né, essa troca. As trocas são sempre muito boas. Eu agradeço muito pela participação de vocês. É sempre muito generosa. As colocações são sempre muito generosas e profundas. Então, eu fico imensamente feliz porque acho que o que nos alimenta quando a gente se propõe a coordenar um estudo é realmente perceber que transformações, né, eh, perguntas, questionamentos, reflexões estão acontecendo porque o propósito foi cumprido. Mas vamos lá que temos muitas coisas. Então, nós vamos fazer as perguntas e respostas dos episódios 6, 7, 8 e 9. O episódio 6, nós falamos sobre o valor do silêncio. Tiveram muitas boas colocações. Eu vou começar com o nosso amigo meio italiano, meio brasileiro, Diácono Rossi. Ele disse assim: "Silêncio é humildade e consequência do crescimento espiritual". Obrigada por mais uma aula. Olha que bonito isso, gente. Silêncio é humildade e consequência de crescimento espiritual. Olha que legal. Vamos pensar que talvez se alguém perguntar assim: "Ah, você acha que uma pessoa mais evoluída moralmente falando, espiritualmente falando, ela fala mais ou ela fala menos?" Pode parecer uma lógica imediata a gente pensar falar mais, porque ela tem mais o que falar, né? Ela tem mais conhecimento, mais experiência, mais orientações. Então, quanto mais eu cresço, mais eu evoluo, mais eu falo. Mas se a gente observar as grandes personalidades que passaram, passaram pela Terra, elas eram muito falantes, não? Elas eram mais silenciosas, elas respeitavam muito o silêncio. E aí a gente associa com a humildade. Eu não preciso ficar monopolizando a conversa. E tem pessoas que você não consegue falar, eu desisto, eu eu eu cedo os ombros assim, a minha linguagem corporal

o. E aí a gente associa com a humildade. Eu não preciso ficar monopolizando a conversa. E tem pessoas que você não consegue falar, eu desisto, eu eu eu cedo os ombros assim, a minha linguagem corporal me entrega, porque assim, ó, eu desisto. Eu não vou ficar disputando para poder participar da da fala. você tá tão bem aí falando por mim, por você, pelo outro, pela humanidade inteira. Porque a pessoa ela monopoliza. Se for cronometrar, ela em uma hora ela fala 55 minutos. Então, dá para ver que Jesus faria isso. Não faria. Não faria. Jesus, o, a fala dele é no tempo da fala. Jesus não fala mais do que precisa, nem menos do que deve. A fala de Jesus vem no momento que é próprio da fala. Então, tem o momento de observar, tem o momento de refletir, tem o momento de escolher o que falar, tem o momento de elaborar como se fala e tem o momento de falar. Então, a gente observa e e o diácono trouxe isso, o quanto que na verdade quanto mais humilde, quanto mais evoluída, mais humilde, menos falatório, menos a gente fala. A gente passa mais tempo em silêncio, contemplando, orando, pensando, né? Muito interessante. Gostei. Agora nós vamos pra Corina Adler. Ela deixa aqui, gente, uma recomendação pra gente. Eu agradeço muito, Corina. Ela diz que no capítulo 6 do livro Em Busca da Iluminação Interior, há uma página que se chama Silêncio para ouvir Deus e que é de Joana de Angeles em busca da iluminação interior. No capítulo 6, a página se chama Silêncio para ouvir Deus. Porque é isso, não dá para Deus, pra gente captar Deus, pra gente se conectar com Deus quando a cabeça tá cheia. A cabeça tá cheia, ela tá imersa naquilo que ela está pensando. Não dá para fazer duas coisas ao mesmo tempo. Então, muito obrigada pela sua recomendação. Eu trago agora o João e a Rita, que estão sempre com a gente também. Lembrando quando Jesus nos sugeriu entrar no nosso quarto íntimo e orar. Bonita essa passagem, né? No quarto secreto. É desta forma que podemos refletir e retirar o que for melhor para

a gente também. Lembrando quando Jesus nos sugeriu entrar no nosso quarto íntimo e orar. Bonita essa passagem, né? No quarto secreto. É desta forma que podemos refletir e retirar o que for melhor para as nossas dificuldades e chegarmos assim na solução necessária. Quando estamos recolhidos internamente, silenciosos, podemos melhorar a nossa caminhada. Exatamente isso. Então, é como se a gente tivesse, o Jung explica isso, né? Ele explica o movimento da energia psique na nossa no nosso sistema psíquico. Essa energia psíquica é aquela que para onde ela é direcionada, ela ilumina no sentido de pôr atenção. É como se a energia ela fosse direcionada para onde é o foco daquilo que me chama, que me atrai a atenção. E ela não dá pra gente. A gente até consegue lidar com algumas coisas ao mesmo tempo, mas não tão bem quanto dedicar toda a atenção para uma única coisa, mas a gente não consegue lidar com todas as coisas ao mesmo tempo. Então ele descreve esse movimento da energia psíquica e ele diz que quando essa energia psíquica tá tá voltada para fora, nossa intenção é lá fora com o mundo de fora. Ele chamou isso de progressão no sentido de que eu estou indo pro mundo, eu estou indo paraa vida. Eu me interesso por objetos que estão fora de mim, que são outros objetos além de mim. Eu observo o outro, eu me interesso pelo outro. Esse outro pode ser a natureza, um ser humano, pode ser um conhecimento, pode ser qualquer coisa que não seja eu. Essa é a energia psíquica direcionada para fora. E tem uma e tem um movimento que ele chamou de regressão, que é a energia psíquica direcionada para pro sujeito enquanto objeto. Eu volto para mim a atenção. Então, eu não vou pensar na natureza, no conhecimento, no vizinho, no na profissão. Eu vou pensar em mim. Eu vou me analisar, eu vou voltar para dentro. Então, até nesse movimento da psique, a gente vê momentos desse silêncio. É como se eu desligasse o meu interesse pro mundo de fora. A gente não faz isso com frequência. Ai, deixa eu ficar

ara dentro. Então, até nesse movimento da psique, a gente vê momentos desse silêncio. É como se eu desligasse o meu interesse pro mundo de fora. A gente não faz isso com frequência. Ai, deixa eu ficar quietinha um pouco. Tô precisando ficar sozinha. Ai, não tô. Eu ando num período que eu não quero muita gente, muitas coisas lá fora. Eu quero ficar mais em casa, né? Então é uma outra forma de dizer. Eu preciso um pouco do silêncio. Eu fui e falei muito, eu conquistei muito, eu vi muitas coisas, agora eu tô precisando recolher. É um período de pausa. Então a natureza é sábia. A própria natureza nos equipa para esse momento da construção, o momento do descanso. Vai de novo pra luta, volta e recolhe, analisa. É um movimento cíclico, né? Muito interessante. Obrigada, João e Rita. Aí a Ivan Golveia, que também sempre participa, disse assim: "O silêncio interior para conversar com Deus terá que vir acompanhado do silêncio dos pensamentos para haver comunicação real com Deus. Exatamente. A gente fala de de silêncio não só com as palavras, né? É um silêncio mental. E aí, Ivani, eu me lembrei de uma passagem que o Divaldo contava nas palestras e que uma vez Joana de Angeles levou ele, né, o conduziu para uma região, para uma colônia no plano espiritual, quando ele estava desprendido do corpo durante o sono. E quando eles estavam se aproximando desse lugar, dessa dessa construção, desse lugar, Joana falou assim para ele: "Por favor, filho, faça silêncio. Por favor, faça silêncio". E o Odivaldo tava quieto. Então, antes de entrar, por favor, faça silêncio. E o Edivaldo quieto falou para ela, mas eu não tô falando nada. É o que a gente costumaria falar, mas eu não tô falando nada. Eu tô, eu tô em silêncio. E aí ela disse assim: "Mental". Ou seja, ela estava ouvindo a reverberação do pensamento. E ele disse: "É, realmente, eu tava pensando que lugar que é esse, onde que é, como que é ele, a cabeça dele devia estar fervendo." Então ela disse: "Silêncio, mas eu tô quieto mental".

do pensamento. E ele disse: "É, realmente, eu tava pensando que lugar que é esse, onde que é, como que é ele, a cabeça dele devia estar fervendo." Então ela disse: "Silêncio, mas eu tô quieto mental". Agora veja, aqui na Terra a gente não tem, pelo menos a maioria de nós não tem como ouvir a falação mental de uma mente, de uma cabeça, né? Mas os espíritos ouvem. Então, eh, paraa Joana era como se o Divaldo eu tivesse falando, falando, falando, falando, né? Então, é muito interessante isso. Eh, realmente a Ivani trouxe esse ponto. Para eu conversar com Deus, não adianta eu estar em silêncio nos lábios. Eu preciso ter espaço mental para que Deus possa vir, né? Para Deus poder entrar nesse vaso, é preciso que esse vaso tenha espaço para Deus. Vamos imaginar uma luz. A luz precisa do vazio para ela penetrar, né? Ela precisa desse espaço para entrar, simbolicamente falando. Eh, se bem que fisicamente falando também, né? Se a gente põe um anteparo, a luz não entra. Eu preciso abrir espaço pra luz atravessar. Vamos lá, então, para Simônica Eetê, que também nossa parceira. Só nos escutamos quando aprendemos a silenciar o nosso falar. Infelizmente ainda somos mais barulho do que calmaria. Às vezes podemos estar num silêncio tóxico pensando no mal como uma forma de solução. Então, muitas coisas interessantes aqui, Simone. Que bonito isso. Ainda somos, né? Infelizmente ainda somos mais barulho que calmaria. Vale aqui essa pergunta. Pensa em você hoje, ontem, na última semana, quanto você foi eh barulho? E quanto você foi, calmaria. Quantos momentos você acalmou para dar a chance da reflexão, da contemplação e da oração? E quantos momentos você estava ou falando ou pensando aceleradamente? E aí dá pra gente ter uma ideia de que nível de saúde e de harmonia interna a gente vai ter. Se a gente não souber ponderar, pesar, equilibrar o falar e o pausar, o produzir e o acalmar, a gente não vai conduzir nosso carro completo para um lugar de harmonia, né? Então, importantíssimo a gente se se ã

e não souber ponderar, pesar, equilibrar o falar e o pausar, o produzir e o acalmar, a gente não vai conduzir nosso carro completo para um lugar de harmonia, né? Então, importantíssimo a gente se se ã a gente assumir um compromisso, a gente se comprometer com a gente mesmo. Vou procurar ser mais calmaria e menos barulho do que eu ando sendo, né? A gente precisa aprender a treinar esse silenciar. E na segunda parte da do comentário dela, ela fala do silêncio tóxico, que é esse silêncio que a gente adota, mas que ele não tem uma energia boa, que a gente falou no episódio que é um silêncio que tem por objetivo ou se pôr de coitada, de vítima. Que que é, Cris, que você tá pensando? Não, não vou falar nada mesmo. Vocês não escutam. Ah, eu não adianto eu falar, ninguém dá atenção para que eu estou falando. Eu tô quieta mesmo. Ou é porque se põe de vítima, ou então é no sentido de punir até. Que que foi, Cris? Que que eu fiz para você? Nada. Nada não. Deixa. Quer dizer, não tem muita coisa. Nada é que não é. Mas ao invés de eu falar e dar a chance da pessoa se se defender, se explicar e se posicionar, não. Eu faço essa chantagem. Eu eu me calo no sentido de eu te dou um gelo. E é um jeito também da gente escapar, né? não quer o enfrentamento, eu vou falar, ele começa a rebater e eu perco a a discussão, eu perco o debate. Então é melhor não, melhor ficar quieta aqui, me ponho de vítima e deixo ele na geladeira, ã, com a consciência remoendo, tentando entender que é que aconteceu. E a Elô Bueno, daqui de Amparo, nossa amiga também de de casa espírita, disse: "As pessoas têm medo do silêncio. Elas precisam falar e às vezes mais até do que no caso palestrante, o ego precisa se mostrar. Isso seria exibicionismo ou realmente as pessoas querem dividir conhecimentos? Chato isso. E quando a pessoa só escuta e diz: "Não gosto de opinar, prefiro escutar sem polêmicas, sem ficar em cima do muro." Ser é um ser que fica em cima do muro, é um é um ser morno. Às vezes, falar errado ou certo nos faz pertencer

ta e diz: "Não gosto de opinar, prefiro escutar sem polêmicas, sem ficar em cima do muro." Ser é um ser que fica em cima do muro, é um é um ser morno. Às vezes, falar errado ou certo nos faz pertencer e interagir com os outros. Muito boas suas colocações. Então você trouxe aqui duas partes importantes na sua, no seu comentário, Elô. Nessa primeira pergunta, quando você pergunta tanto a pessoa, ela quer falar mais que o palestrante, ela quer realmente dividir conhecimentos ou ela tá querendo aparecer, né? Pode ser tanto uma coisa quanto a outra, né, Elô? vai depender. Então a o resultado vai ser o mesmo. Então eu tô numa sala de aula e eu não deixo o professor da aula porque eu faço perguntas, daí eu faço um comentário, daí eu compartilho uma experiência, daí eu acrescento e as pessoas que estão ao meu lado vão ficando irritadas porque elas vieram pra aula para ouvir o professor. Lógico que tem que ter interação, mas a gente também precisa pensar que não estamos sozinhos na sala. Então, às vezes, é uma é tão é tão espontâneo que a pessoa não percebe, então ela quer ela quer perguntar, ela tá envolvida com aquele tema, ela tá interessada, ela acha que o que ela tá pensando todo mundo vai gostar. Às vezes não. Às vezes realmente ela tá querendo provar alguma coisa. Ela tá querendo conquistar um espaço. Ela quer que o professor lembre dela, ela quer mostrar pros alunos que ela tem conhecimento. Então vai depender, cada caso é um caso, vai depender de da intenção de dentro. Quem tá de fora vai enxergar a mesma coisa. Essa pessoa não para de falar. Agora, ela não para de falar porque ela tem complexo de inferioridade e quer chamar atenção, baixa autoestima ou complexo de superioridade quer se mostrar. A gente às vezes não vai conseguir saber olhando de fora só ela, se ela conseguir olhar bem para dentro. E nessa parte, na segunda parte que você fala desse comportamento recorrente, né, que é eu sempre fico, ah, eu prefiro, não, prefiro só escutar, eu prefiro não me manifestar de novo, né? Ã, Jesus

tro. E nessa parte, na segunda parte que você fala desse comportamento recorrente, né, que é eu sempre fico, ah, eu prefiro, não, prefiro só escutar, eu prefiro não me manifestar de novo, né? Ã, Jesus disse, seja, seja o seu falar, sim, sim, não, não. E e também a gente encontra lá no, no essa questão do morno que você trouxe, né? Acho que é em João falando, seja frio ou seja quente. Não seja morno porque eu te vomito, né? se se posicione, tenha tenha característica, tenha personalidade, não seja uma coisa amorfa, sem forma, né? Então, muitas vezes isso é também algum tipo de fuga do enfrentamento. Não quero me posicionar porque eu tenho medo do que vai vir e aí eu preciso agradar as pessoas. Eu eu talvez não consiga me hã contraargumentar, então eu me defendo. Então, pode ser uma fuga desse enfrentamento, né? Eh, e pode ser também esse orgulho no sentido de não me misturo, ah, não me desrespeito isso. Então, vai sempre depender da intimidade, né, que cada um precisa olhar para si para conseguir descobrir. Então, dessa vez, gente, eu vou fazer uma uma tipo de uma brincadeira com vocês, que é assim. A Elô Buenos aqui de Amparo, no nosso grupo da Joana, ela depois que assiste esses episódios, ela faz um pequeno resuminho provocativo. Então, ela diz: "Eu gosto de fazer porque se alguém não assistiu vai ficar com vontade de assistir". Então, ela terminou a a de assistir o episódio, ela vai pro nosso grupo e faz um comentário a respeito do episódio. E aí eu vou, eu me comprometi a trazer para vocês porque são, é como se fosse um resumo que ela faz. Então, serve pra gente fazer um fechamento aqui, lembrando dos assuntos que a gente abordou quando a gente comentou, nesse caso, né, do valor do silêncio. Então, a Elô trouxe pra gente, compartilhou com a gente a seguinte colocação: "Tão fundamental a mensagem: silenciar para ouvir, estar vazio para receber a mensagem. Devemos permitir que exista alguém além de nós e saber ouvir com letra maiúscula. Os ruídos do ego não dão espaço para

undamental a mensagem: silenciar para ouvir, estar vazio para receber a mensagem. Devemos permitir que exista alguém além de nós e saber ouvir com letra maiúscula. Os ruídos do ego não dão espaço para ouvirmos. É no silêncio que nos conectamos com Deus. Obrigada, Cris. Palavras doces sutis que nos mostrou, mostraram o verdadeiro valor do silêncio, o que vem da alma. Não, aquele silêncio medroso premeditado que impõe superioridade. Então, Elô fez aqui um resuminho e a gente fecha então nossas considerações. Hoje eu tô rápida, hein, gente. Eh, a gente fecha as considerações sobre o valor do silêncio, o episódio 6. Agora nós vamos pro episódio sete. O episódio sete a gente falou sobre negociar com justiça. E aí eu começo trazendo o João e a Rita e eles falam: "Isso é ser justo, não aceitar as jogatinas, tipo toma lá da cá". Precisamos usar a razão da moral sempre para não nos deixar levar por oportunistas que desejam nos desviar da lei divina. Honremos a moral. Forte, hein, João? E Rita. Muito bom. Eu lembrei aqui dos dilemas morais e lembrei também das falácias e dos sofismas. Quando a gente usa de subterfúgios, quando a gente conta uma história e ela vem meia distorcida, em que a gente escuta a história, parece que tá certa, mas a gente não percebe que ela ela carece de uma de uma autenticidade, ela tem aspectos falsos juntos. Eh, sabe, às vezes a gente fala assim: "Nossa, mas que conversa de doido!" Porque você pergunta uma coisa, a pessoa responde outra, ela tá fugindo da resposta. Mas ela foge puxando o assunto para outro lugar, que daí você morde a isca, vai para outro lugar. Aquela primeira pergunta que você tinha feito ficou sem resposta, né? Então eu lembrei disso, né? Quando quando vocês falam isso, é ser justo, é não aceitar esses jogatinas, ou seja, essas manipulações, tipo toma lá da cá, eh, chantagens e tudo mais. Eh, quantas vezes nós ficamos realmente em dúvida porque algumas propostas são sutis, elas oferecem algo de bom, mas às vezes tem um custo muito alto, por

po toma lá da cá, eh, chantagens e tudo mais. Eh, quantas vezes nós ficamos realmente em dúvida porque algumas propostas são sutis, elas oferecem algo de bom, mas às vezes tem um custo muito alto, por exemplo, a renúncia ao princípio ético. E aí não funciona, não, não vale a pena. O que é antiético é inegociável. Então, nós estamos falando de negociação. Eu não vou negociar princípios éticos. Ah, mas é para um bem comum. Ah, mas vai ajudar tanta gente, mas eu não posso para ajudar alguém eh romper com a minha fidelidade as leis divinas, porque seria hipocrisia isso. Ah, mas se você não fizer assim, as pessoas vão passar fome, né? Então, se você não for antiética aí, não, Robenud, se você não roubar aqui para dar ali, a pessoa vai morrer de fome. Pera aí, eu não sou Deus. Se Deus colocou essa pessoa morrendo de fome e não colocou nenhum jeito dela não morrer de fome, que é impossível, e Deus está esperando que eu pratique algo imoral para que o filho dele não passe fome, então que Deus é esse, gente? pequenininho. Imagina, Deus não percebeu, deixou um filho quase morrer de fome e ficou torcendo para que a Cris fosse pegar de um que tem sobrando, roubando para poder distribuir pro outro, que eu vou acreditar que Deus está validando esse tipo de comportamento. Não. Eu vou entender que existem 1000 formas da gente conseguir abordar o que precisa ser abordado com ética. Se eu tiver que abrir mão da ética, por mais que a história seja bonitinha. Humum. Ah, mas vamos desviar o dinheiro lá do governo, mas é para uma ONG. É desvio. É desvio. Tá errado. Não dá pra gente negociar com a com a ética. Eu preciso ser fiel ao que eu acredito. Senão joga fora tudo, né? E aí já não vale mais nada a pena. A Ciciana Pimentel, que também passa por aqui de vez em quando, disse como esse tema é importante para mantermos a nossa ética, os valores morais pautados realmente nos ensinamentos do nosso mestre Jesus. Nós nos deparamos o tempo todo com situações que nos colocam à prova. É isso. São os dilemas morais.

ntermos a nossa ética, os valores morais pautados realmente nos ensinamentos do nosso mestre Jesus. Nós nos deparamos o tempo todo com situações que nos colocam à prova. É isso. São os dilemas morais. Hã, quantas vezes aí, sei lá, pessoas nos contam que, puxa, fui contratar uma pessoa para trabalhar para mim em casa porque eu não tava dando conta, enfim, tenho filho pequeno, achei uma pessoa muito boa. Eh, nossa, para mim estaria perfeito. Aí fui registrar, para registrar eu o os impostos que a gente sabe que aqui são exorbitantes, né? Eu vou, vai ser um custo altíssimo, mas eu me prontifiquei, eu consegui ajustar as minhas finanças para registrar. A pessoa disse que não queria registro. E por que que você não quer registro? Porque eu estou recebendo um benefício social e quero trabalhar sem registro para não perder o benefício social. Tá tudo errado. Tá, tá errado esse benefício que não cobre uma contrapartida de crescimento, não, não fiscaliza e acaba acomodando as pessoas. Então, ah, mas se ele só ganhar o salário não vai ser suficiente. Então, vamos rever esse benefício e colocar que ele só vai ser dado se a pessoa tiver trabalhando para não exentar a pessoa de crescer. A pessoa tá errada, aí você pega essa pessoa e aí ela você fala assim para ela: "Você acha certo o que o outro fez lá que roubou?" E e ela acha, porque na verdade ela tá ela tá sendo desonesta, porque ela sabe que existe uma lei, tanto que ela tá querendo encobrir. Mas parece que isso é a normosa, é a normalidade. Então é disso que a gente trouxe sobre isso que a gente falou. A gente precisa fazer valer a nossa crença, senão a gente não vai transformar o mundo. Ou a gente vai, quem não é fiel no mínimo não vai ser no máximo. Se eu passo a perna, tiro vantagem, tiro proveito de coisas pequenas, eu não vou bancar a hora que aparecer uma coisa grande. Eu não sustento o pequeno, como que eu vou sustentar um grande? E por isso que eu passo pano, por isso que eu aceito certas práticas. Todo mundo faz. Se eu tivesse lá, fazia

aparecer uma coisa grande. Eu não sustento o pequeno, como que eu vou sustentar um grande? E por isso que eu passo pano, por isso que eu aceito certas práticas. Todo mundo faz. Se eu tivesse lá, fazia também. Então tá bom, nós vamos ficar nisso, né? A gente vai lidando com a daqui 3.000 anos nós estamos lá. Ah, eu acho que o nosso mundo vai regenerar dessa vez. A gente já podia estar regenerando, gente. Já era para estar, mas para ter que mexer nessa mentalidade. E a negociação com justiça é um ponto fundamental. Vamos lá, Simone Caetê. É sempre o querer se mostrar sem mesmo ser. É, a gente ainda tem esse ego muito presente, esse essa esse ego que vive pelas personas que cria, cria imagens de si mesmo e depois gasta uma energia enorme para manter. Sabe que nem quando você vai fazer currículo, né? E aí você enfeita o currículo, você dá uma aumentadinha daqui, uma incrementada dali e aí você começa a trabalhar. Não, não vai ficar, gente. Vai ficar feio isso, porque você não vai ficar e você vai ter que explicar na próxima no próximo lugar porque que você saiu. E se a pessoa ainda ligar pro seu patrão anterior de onde você saiu, ele vai falar: "Mas é porque a pessoa que eu contratei no papel não veio, mandou uma outra no lugar que era uma versão muito menor." que não tinha metade das habilidades, né? Então é sempre essa questão de se eu me mostrar tá valendo. Mesmo que as pessoas saibam que eu não sou. A gente tá vivendo essa era da aparência, das selfies, dos filtros. Todo mundo que pega o filtro sabe que a pessoa não tem aquele nariz, aquela tê, né? Sabe que não tem aquele, sei lá, é olho, olho verde ou seja o que for. Mas tá valendo. Eu se se eu puder mostrar, eu tô no lucro. A Silvia, se não houver diálogo e escutativa, dificilmente a negociação será justa e equilibrada. É como o passar dos anos, às vezes é preciso rever e renegociar. Isso também é uma forma de manutenção dos relacionamentos. Que bonito, Silvia. Eh, nossa, vocês trazem coisas assim muito profundas.

a. É como o passar dos anos, às vezes é preciso rever e renegociar. Isso também é uma forma de manutenção dos relacionamentos. Que bonito, Silvia. Eh, nossa, vocês trazem coisas assim muito profundas. É isso. Não dá para negociar se eu não considerar os dois lados. A negociação é uma análise mútua de de atendimento dos dois lados. Negociar não é impor, não é passar a perna, não é ganhar, não é não é eh dominar o outro, né? É uma relação de vamos ajustar para ficar bom pros dois lados. Então, precisa ter a escuta ativa, preciso escutar o que que o outro tá pedindo para eu trazer uma moeda de negócio, de negociação que seja interessante para ele. Ele me pede uma coisa, eu ofereço outra. Eu nem escutei o que ele tá querendo. Que que você precisa de mim? E precisa dessa fala amorosa também, né? Então, realmente, eh, ele é e esse esses temas, né, dessa dessa temporada, elas eles são interconectados, né? escuta empática, fala amorosa, negociar com justiça, o valor do silêncio, é um mapa pra gente poder ajustar melhor nossos relacionamentos, né? Ã, e um ponto interessante que a Silvia trouxe é essa essa história de renegociar. Achei interessante isso, renegociar. Às vezes a gente precisa revergociar. Por quê? Porque o tempo passa, as coisas mudam, eu mudo, a situação muda, o meu ponto de vista muda. Então não é porque um dia na negociação eu fui rígida com um ponto e não abri mão daquele ponto que passados alguns anos eu possa olhar e falar: "Nossa, naquela época para mim isso era muito relevante, hoje já não é mais. Então eu posso voltar e renegociar. Antes eu tinha exigido isso, agora não precisa mais. Antes eu não fazia questão disso, agora eu tô fazendo. Então precisa dessa constante revisitação nas negociações, nos contratos, nas dinâmicas de relacionamentos pra gente atualizar. Não dá para falar: "Ah, mas a gente combinou isso combinou isso quando a gente se casou há 32 anos atrás". Não, né? É, é muito dinâmica a vida. Então aquilo que a gente negociou no primeiro

atualizar. Não dá para falar: "Ah, mas a gente combinou isso combinou isso quando a gente se casou há 32 anos atrás". Não, né? É, é muito dinâmica a vida. Então aquilo que a gente negociou no primeiro momento precisa ter abertura para uma renegociação. Olha, querida, você falou que não não viajaria pra praia porque você tem um trauma, mas já passaram tantos anos, será que não dá mesmo? Tenho tanta vontade de ir com você para uma viagem, ficar um pouco no mar e tudo mais. Ah, eu acho que dá. Eu tinha antes umas questões, mas já passou. precisa ter essa essa permissão para renegociação. Então, achei muito interessante, Silvia, esse ponto eu não abordei da renegociação, não me lembro, pelo menos. Bom, aí a gente vai encerrar então com a nossa amiga Elô e o seu comentário lá no nosso grupo. Ela disse assim: "É o filme que eu que eu trouxe, né?" Puxa, eu não anotei o nome do filme aqui. É o filme do da negociação. Deixa eu ver se eu me lembro. Não vou lembrar. Mas ela disse assim: "Este filme deve ser maravilhoso, Cris, e a reflexão é muito real. A maioria dos relacionamentos é injusta e, por isso, não dão certo. As pessoas são individualistas e querem resolver do seu jeito, sem ouvir, sem ponderar, sem negociar, olhando apenas para si e não pro casal, para a proposta de crescerem e amadurecerem juntos. Então, vivem cada um no seu quadrado, no mesmo espaço físico. Triste isso. Muito triste. E se não corrigimos essa postura, pulamos de relacionamento para relacionamento e levamos os mesmos erros. Errado é o outro. É um convite para olharmos mais para dentro e assumirmos o que desejamos. Sem cobranças. Não dá para crescer num relacionamento saudável, vivendo cada um de um lado com seus propósitos e metas individuais. Essa essa é a química perfeita, que é negociar que seja para que seja bom pros dois lados, sem cobrança nem dedo apontado. Fantástico. Gratidão eterna. Gratidão é minha, Elô, porque você tá de assistente aqui. Então você me ajuda porque faz um resumo do que a gente procurou

pros dois lados, sem cobrança nem dedo apontado. Fantástico. Gratidão eterna. Gratidão é minha, Elô, porque você tá de assistente aqui. Então você me ajuda porque faz um resumo do que a gente procurou trabalhar. Então aqui a gente falou sobre a questão da negociação e o ponto principal é isso que a Elô trouxe. O ponto principal é a gente lembrar que são dois e o sucesso vai ser o sucesso da relação e não de quem saiu ganhando na história. Ah, eu fiz uma DR lá com o meu marido, enquadrei ele. Ele teve que se sujeitar. Ganhei tudo que eu quis levar, eu eu venci. Nossa, e você ama, né? Você ama essa pessoa. Imagina se não amasse, porque você não varia, né? Então, o sucesso da relação é é é atender os dois lados, né? Então, será que eu tô negociando bem? Será que eu tô sendo uma boa negociadora? Basta você olhar o quanto os pratos estão equilibrados. O quanto você é atendido, ele é atendido, de vez em quando você cede, de vez em quando ele cede, de vez em quando você acompanha, de vez em quando ele acompanha e por aí vai. Quanto que existe de balanço nesse relacionamento? Vamos então para o episódio oito, a importância da espera, que a gente trouxe aquela questão da da música, né, que se a gente só tocar, tocar, tocar, tocar, tocar, tocar a nota, a gente não faz a melodia tão bonita, né? Às vezes a a pausa, se ela for, lembra que eu trouxe esse exemplo? A pausa da das notas, se ela for muito curta, ela não causa aquela expectativa da nota alta que vai vir depois e se ela demorar muito, frustra, porque parece que já era para ter vindo e não veio. Então esse esse tempo de espera é bonito, né? Ele tem que ser assim eh ele tem o seu valor. Ele não pode nem ser de mais e nem de menos. Então, o Demétrio disse assim: "Uma imagem que apareceu nesse tema foi a do mecanismo de respirar. Importante também a pausa na respiração. Parece que neste momento não permitimos nos contaminar por influências externas. Sempre ouço este canal 8 horas após a exibição e nesta pausa minha alma fica presente e

e também a pausa na respiração. Parece que neste momento não permitimos nos contaminar por influências externas. Sempre ouço este canal 8 horas após a exibição e nesta pausa minha alma fica presente e aberta. Que bonito. A pausa é energia pra alma. Que lindo! Vocês estão muito poéticos, gente. Tô gostando muito das colocações. Olha que legal a história do respirar. Não me lembro se eu trouxe isso. Acho que não, né? Senão Demetro não tinha tinha falado. Então, veja só, na respiração, eu faço a inspiração, perceber uma pausa e eu posso ampliar essa pausa. Ela ela fica benéfica. Tem técnicas de meditação que você inspira, retém. Então essa pausa ela é ela é necessária, ela é fundamental pro mecanismo. Vamos imaginar a gente sem fazer nenhuma pausa. Que que vai acontecer? Daqui a pouco eu vou ficando zonza, vai me dando até uma falta de ar, ou seja, não é saudável. A pausa no momento da respiração, ela é tão importante e e essencial quanto o movimento de inspirar e o movimento de expirar. Então, inspira, espera, expira, espera. Tem que ter essas pausas entre a inspiração e a expiração, né? Então, bem colocado. Sempre que a gente for analisar a natureza, a gente vai ver essa harmonia cadenciosa, rítmica. A natureza é cíclica, é altos e baixos, são movimentos que se complementam. Não dá para ser só uma coisa. Por isso que a polarização é a pior, é o pior veneno. Nós estamos vivendo numa época venenosa dessa polarização. Aí eu trouxe a Kel Silene Barros e ela diz: "Eu sou muito assim, irmã Cris. Eu preciso trabalhar isso em mim, mas às vezes percebo que tenho muita ansiedade para falar. Que bonito seu depoimento. E eu vou emendar aqui a Ivani e Golveia porque elas falaram mais ou menos a mesma coisa. Nós vivemos no tempo de muita ansiedade para tudo. Temos que buscar o equilíbrio de busca e espera para termos qualidade de vida e não nos estressarmos. Então, a questão da ansiedade, né? Eu tenho ansiedade para falar. A aqu a que a Ciliene disse, a Ivani falou, as ansiedades tá presente

a e espera para termos qualidade de vida e não nos estressarmos. Então, a questão da ansiedade, né? Eu tenho ansiedade para falar. A aqu a que a Ciliene disse, a Ivani falou, as ansiedades tá presente em todos os lugares. Se a gente não tomar uma providência, a gente vai ser engolido. Eh, então é isso. A pausa, ela é realmente eh vacina, antídoto para ansiedade. Se você for trabalhar, eu sou ansiosa, você vai trabalhar, primeira coisa, a respiração. A respiração acalma, ela tira a aceleração porque ela traz você pro momento presente. Que que é ansiedade? É aquela coisa afoita, né, do que que do que vai vir. É o é esse futuro. Vem logo, acontece logo. Cadê? Quando você respira, é, é automaticamente, pode olhar todas as estratégias e técnicas de mindfulness, de meditação, de visualização terapêutica, todas de yoga, todas elas vão trabalhar respiração, porque é o instrumento, é o recurso, a ferramenta mais eh eficiente para você trazer atenção pro momento presente. É pela respiração. Então, ansiedade de falar, ansiedade para fazer logo, respira. É uma forma da gente conseguir se reeducar, porque acaba que se torna um hábito instalado, né? A própria ansiedade é um hábito que você vai instalando. Então, você pode sim trabalhar com a conscientização. Tô ansiosa de novo. Pera aí, vamos dar uma respiradinha, vamos voltar para momento presente. Aí eu começo a falar. Aí eu começo a falar, a gente se analisa lá pelas tantas, você mesmo critica você, Cris, você percebeu que só você que tá falando, né? Tá todo mundo olhando, ninguém teve chance. Aí respira, respira, calma. Eu não preciso falar tudo que eu tenho para falar. Se eu não falar também não vai falar, não tem problema ficar pra próxima. Então, a ansiedade é tomada de consciência, porque daí você traz a sua mente que estava lá na frente pro momento presente. A Simone Caetê trouxe mais ou menos a mesma coisa. Infelizmente ainda somos seres acelerados e deixamos muitas das vezes de contemplar as belas e pequenas coisas que têm grande importância. Hum. O tempo

Simone Caetê trouxe mais ou menos a mesma coisa. Infelizmente ainda somos seres acelerados e deixamos muitas das vezes de contemplar as belas e pequenas coisas que têm grande importância. Hum. O tempo é um tesouro a ser contemplado em pequenas doses. Eu tô falando, gente, vocês estão muito bons. Nossa, muito poéticos. Simone, que lindo isso, sabe? Essa história dos seres aceler somos seres acelerados. Aí eu até anotei aqui. Então, nossa meta vai ser a gente se transformar em seres contemplativos. Imagina se lá na frente a gente tiver conversando e ao invés de alguém se descrever como: "Ah, a humanidade é formada por seres acelerados". A gente puder falar: "A nossa humanidade ela é feita de seres contemplativos. A gente já acabou com guerra, com disputa, com vaidade, com orgulho, né? Então, de novo, como que eu faço para ser um ser contemplativo e não um ser acelerado? Eu preciso desligar esse piloto automático que tá me arrastando e e na correria e no pensamento daqui para lá. Eu preciso trazer consciência e começar a pôr limites. É uma educação, é uma reeducação. Preciso começar a me acalmar. Então, lembrar de praticar mais a própria contemplação, né? O que que é contemplar? Você você contempla o que que você contempla? Eu gosto de contemplar o meu netinho. Aí eu fico vendo como é que ele descobre as coisas, como é que ele olha. Eu fico tentando imaginar o que que tá passando na cabecinha dele. Nossa, eu descanso ali, eu viajo. Ou às vezes a natureza, às vezes você fica observando um passarinho, uma borboleta, o jeito que ela voa, até um perne longo dá pra gente contemplar. e aguentar ansiedade porque tem medo que ele vem picar. Mas dá para dá para contemplar tanta coisa, mas a gente precisa lembrar que isso é possível e fazer, né? Segurei o espirro. Aí eu trouxe a Elô para terminar, né? Então, a Simone trouxe pra gente o convite para sermos seres contemplativos e a Elô fala das pausas e esperas. Muito interessante a reflexão de ontem. Neste mundo conturbado, a importância da

nar, né? Então, a Simone trouxe pra gente o convite para sermos seres contemplativos e a Elô fala das pausas e esperas. Muito interessante a reflexão de ontem. Neste mundo conturbado, a importância da espera e a da ausência no falar. A música não está nas notas, mas no silêncio entre elas. Mozart. Pausas trazem equilíbrio, não podem ser longas nem curtas. A relação sem espaço sufoca. É no silêncio que se encontra Deus, o fluir da paz. Desvamos enigmas e aprimoramos crescendo com isso. Nos espelhamos na natureza sábia, elas ela pausa e depois floresce. No tempo de Deus, o homem de coragem espera e o apressado come cru. Elô, obrigada. Uma ótima reflexão. Fez aí uma uma síntese muito boa do que que a gente precisa, quanto a gente precisa desacelerar. Ã, vamos agora. Ah, a Elô tem mais um trechinho dela, ó. Não deixe de assistir conteúdo excelente, nos faz desacelerar sem culpa. Porque tem isso também, né, gente? Quando a gente fala sobre a pausa, fica só contemplando. Se chega alguém vai falar: "Eê, que que é? Não tem o que fazer, não? Tá precisando de algum trabalho, eu te dou". Né? Você vê que é um valor cultural, é um desvalor cultural. A história da aceleração é chique. A gente fala: "Ai, eu não parei um minuto hoje". As pessoas falam: "Ai, é, eu também". Nossa, corri que nem uma doida. né? Assim, e se eu falar assim: "Ai, hoje eu fiz meia hora de contemplação de uma borboleta às 3 horas da tarde, quando entrou uma borboleta no meu escritório, como é que as pessoas vão me olhar, gente? A Crispirou, que falta do que fazer. Bem que eu queria ter essas 30 minutos para ficar olhando uma borboleta. Não é? É muito triste, né? A gente tá no caminho inverso do que a gente deveria. E aí a gente vai então pro último episódio. O debate é produtivo. E eu começo com a Ivani Golveia que ela diz assim: "Acredito que precisamos amadurecer para aceitar a verdade de onde venha, não o que pensamos que é verdade." Ai van, preciso dar um suspiro aqui porque isso ultimamente, puxa vida, você

ela diz assim: "Acredito que precisamos amadurecer para aceitar a verdade de onde venha, não o que pensamos que é verdade." Ai van, preciso dar um suspiro aqui porque isso ultimamente, puxa vida, você deu voz algumas coisas. Como é difícil a gente ter certezas, como isso nos atrapalha. E a nossa mente, gente, ela é tão aguçada, perspicaz, ela ela, ela é tão, ela é tão inteligente na sua dinâmica de construção de narrativas, que de fato a gente olha pra história que a gente tá contando e a gente tem certeza que essa história é inteira, única, real. E aí tem alguém do nosso lado e fala assim: "Mas olha, eu não vejo bem assim: "Ah, você não chegou na minha idade, ah, mas é porque você não passou pelo que eu passei. Ah, mas é porque você não tá entendendo o que eu estou falando." Não é porque se um dia você vai chegar lá, ai que prepotência, que arrogância que a gente tem. E aí a gente perde chances de ouvir, de conhecer outros pontos de vista, né? Então, olha, é ela fala, a gente precisa amadurecer para aceitar a verdade, porque que que é aceitar a verdade? É entender que ela não é única no nosso grau de evolução, não é? Quem é que sabe a verdade? Jesus. Jesus falou: "Conhecereis a verdade, ela vos libertará". Tem alguém liberto aqui na terra? Não tô dizendo essa liberdade meio libertina aí, que cada um faz o que quer, tá? não se importando com consequências. Tô falando que quem é uma um espírito livre, livre de culpa, livre de conflito, livre de ã de de viciações, de tentações, quem é livre? Se ninguém é livre, a gente não conhece a verdade, porque Jesus falou: "Conhecereis a verdade e ela vos libertará". Mas a gente vive entrando em debates com a certeza de que nós enxergamos tudo. E aí a pessoa traz para você um problema gigante. Aí você fala assim: "Mas e se você não já fiz?" Ah, tá. Olha, sabe o que eu pensei? Será que não? Não é? Tá. Ó, eu posso tentar te ajudar se a gente puder fazer assim. Ah, não, mas isso daí já não vai dar certo. Então, fica aí, né? Fica aí com a sua

h, tá. Olha, sabe o que eu pensei? Será que não? Não é? Tá. Ó, eu posso tentar te ajudar se a gente puder fazer assim. Ah, não, mas isso daí já não vai dar certo. Então, fica aí, né? Fica aí com a sua verdade, case com ela e morra com ela, porque não vai ter outro jeito. E a gente faz muito isso. A gente faz muito isso. E a gente tem e na nossa cabeça a gente tem certeza. Não é dizendo que tá que a pessoa tá alucinada, não. Ela ela tá coerente. Ela só precisa entender que ninguém tá falando que o que ela está trazendo não é verdadeiro. É só não é a única coisa verdadeira. tem outras verdades juntas e aí ela pode escolher mudar o ponto de vista, né? Agora vamos com o Demétrio e ele diz assim: "O debate poderia ser fonte de integração e aprendizado, um portal para o respeito mútuo, a escuta respeitosa, a evolução ética, moral e espiritual. Agora peço licença para indicar um filme indiano que se chama O rei do povo, baseado em fatos, né? Eh, aconteceu mesmo, baseado numa história real que aborda muita coisa do que foi exposto nesse tema de hoje. Então, fica a dica do Demétrio, o rei do povo, um filme indiano. Vou assistir também, Demetrio. E eu lembrei aqui quando o Demetrio, o Demetrio fala que o debate poderia ser fonte de integração e aprendizado, né? um portal para o respeito mútuo. Eu lembrei de Jesus quando ele fala amar ao próximo como a si mesmo. Então vamos lá. Estamos num debate, né? Estamos com uma discussão aqui, um problema para resolver entre nós dois. Que que Jesus falou? Amar ao próximo como a si. Pronto, ele já deu a receita pra gente se posicionar. Então eu preciso amar você. quer dizer que eu vou te ouvir sem julgamentos. Significa que eu vou considerar a sua necessidade, mesmo que não faça sentido para mim. significa que eu vou tentar te amar, que isso quer dizer te perdoar, te ajudar, te acolher o que for preciso. Pronto, deu certo. Porque você vai fazer a mesma coisa comigo. Você vai me amar como a si mesmo. Então, você vai me ouvir, vai compreender as minhas necessidades sem

dar, te acolher o que for preciso. Pronto, deu certo. Porque você vai fazer a mesma coisa comigo. Você vai me amar como a si mesmo. Então, você vai me ouvir, vai compreender as minhas necessidades sem julgamento, vai tentar me amar, me ajudar, me me acolher, vai dar alguma coisa de errado. Não. Pronto. Quer dizer que a gente resolveu o problema? Não quer dizer que a gente se apoiou, se ajudou, se amou e aí juntos a gente tem mais condição de resolver o problema. A gente nem chega a resolver o problema porque a gente fica preso na discussão para saber de quem que é a culpa, quem vai ter que fazer, o que que você fez, o que que eu não fiz, mas você não, ixe, vira acusação, apontamento de dedo, julgamentos, né? Então, pelo debate, se a gente aplicar o amar ao próximo como a si mesmo, a gente começa a debater e a gente termina mais próximos, mais alinhados, com muito maior possibilidade de solução do problema do que se a gente gastar nossas energias tentando ver quem ganha o debate para ver quem sai eh quem sai prejudicado, né? quem fica com a pior. Eh, e aí a Elô não teve tempo de trazer paraa gente, porque eu eu precisei antecipar um pouco a gravação desse episódio por conta de uma viagem e aí ela não tinha feito comentário. Mas eu finalizo com a Maria Rosa e o João e a Rita, porque eles trouxeram duas falas que eu achei que fica bem bonito pra gente fazer um fechamento. Maria Rosa disse: "Não devemos ir para o debate para vencer, dominar, mas para aprimorar a nossa opinião, que às vezes penso estar bem estruturada, mas não está." Olha que lindo. A Maria Rosa resumiu numa frase o que eu fiquei falando aí por quase uma hora. Quando eu vou para um debate, a minha intenção não é vencer, gente. Quando eu vou para um debate, a minha intenção deveria ser: eu vou sair aprimorada, porque eu vou ter chance de debater e enxergar coisas que eu não enxergava antes. O debate ele procura um bem, a produção de um bem. A gente é que desviou esse conceito e quando tá na época de política faz o debate. Quem

ance de debater e enxergar coisas que eu não enxergava antes. O debate ele procura um bem, a produção de um bem. A gente é que desviou esse conceito e quando tá na época de política faz o debate. Quem venceu o debate? Quem se deu melhor no debate? para disputar, mas o debate originalmente era vamos debater pra gente juntos construir a solução, né? Que lindo isso. Então, não deve ir pro debate para vencer. Isso dentro da nossa casa, né? A gente deve ir para aprimorar. Olha, eu tô com uma com umas coisas aqui na minha mente a respeito do que tá acontecendo. Eu não tô entendendo. A gente pode debater para você me explicar, porque eu não tô entendendo do seu lado. Você tá tomando umas atitudes aí que não tá me fazendo sentido. Então, eu preciso debater para eu aprimorar a minha visão, para eu entender o que tá se passando com você. Essa é a função do debate na nesse âmbito relacional. E o João e a Rita fala: "Não devemos achar que somos perfeitos. Sabemos que não somos". Se fôssemos, não estaríamos neste planeta. Somos espíritas e sabemos disso. Portanto, vamos usar o bip. Assim estaremos eh eh vencendo o debate nesse sentido de agir como a gente eh precisa pra gente sair maior. Então fica aqui todas essas reflexões, juntando todas elas. É algo do tipo para debater tem que ter o amor a ao próximo como a si mesmo. Eh, é preciso que a gente saiba esperar, fazer as pausas na respiração, na nota. A gente falou também da negociação com justiça, não posso vender a minha ética. E a gente falou no começo de tudo do valor do silêncio e do momento bom para esse silêncio. Tem hora que ele é ruim, mas tem hora que ele é fundamental. Então eu fecho esse encontro de hoje de novo com muito agradecimento por pela parceria de vocês. Esses encontros são muito bons, são muito, eu eu eu me delecio com eles. Então, obrigada pela participação de vocês e a gente volta a semana que vem, se Deus quiser.

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