T8:E16 • Desperte e seja feliz • Luta pela conquista da paz

Mansão do Caminho 28/08/2025 (há 7 meses) 1:00:38 83 visualizações

No décimo sexto episódio, Gelson Roberto, Adriana Lopes e Marluce Renz exploram o capítulo 16 de Desperte e Seja Feliz, intitulado "Luta pela conquista da paz". Uma reflexão sobre os desafios e esforços necessários para alcançar a verdadeira paz interior e a harmonia espiritual. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #despertardaconsciencia

Transcrição

Eh, queridos amigos, bem-vindos a mais esse encontro do nosso estudo da série psicológica Joana de Ângeles. Nós que estão estudando o livro Desperto Seja Feliz. Hoje estamos aqui com a Adriana e com a Marlúci para trabalhar o capítulo 16, Luta pela Conquista da Paz. Então, a nossa alegria de estarmos juntos, nosso obrigado por poderem estar conosco, refletindo esse material que a benfeitura nos oferece. Bem, Marlúcia, Adriana, também bem-vindas nesse mais um momento de estudo e um como sempre, né, a Joana nos oferecendo reflexões belíssimas, profundas e com certeza essenciais para todos nós. E trabalhando então a partir do capítulo 16 a questão da paz, algo tão importante em nossas vidas, né? E e aí a gente pode perceber, né, a partir do estudo do capítulo dela, quando a gente perde eh o foco da nossa vida em coisinhas que nos tiram a paz, que nos perturbam e que poderiam ser evitadas, né, se a gente tivesse uma consciência mais comprometida com essa meta. como é que é para vocês assim esse contato com a proposta do capítulo 16? >> Então, olá, é uma satisfação estarmos aqui eh debruçados num capítulo tão profundo e eu já começo fazendo algumas provocações, né? Eu acho que pra gente poder pensar na conquista da paz, eu acho, primeiramente a gente importante pensar o que é paz para mim, né? Começar a fazer essa pergunta. Porque aí as pessoas ficam correndo tanto, tanto em busca da paz, mas elas não param para pensar o que é paz, né? Será que paz eu ficar lá sem fazer nada? De repente eu ficar sombra e água fresca, né? Deitando esperando a vida passar. É ter tudo aquilo que eu quero, tudo aquilo que eu penso, todos os bens da minha vida, né? não ter problemas ou não ter eh ter uma saúde perfeita, então eh não está doente. Então, é importante que a gente tenha, claro, quando a gente começa ver um dos textos da Joana, é começar a nos perguntarmos para mim, né, o que é a verdadeira paz, para que a gente possa então eh eh adentrar nesse capítulo tão profundo, né, Marlúcia, que que você

eça ver um dos textos da Joana, é começar a nos perguntarmos para mim, né, o que é a verdadeira paz, para que a gente possa então eh eh adentrar nesse capítulo tão profundo, né, Marlúcia, que que você acha? Pois é, eu também eu fiquei, a primeira reflexão que eu fiz foi no título, né, gente, a luta pela conquista da paz que ela tá trazendo aqui. E paz, eu te acompanhei aí, Adri, porque eu fiquei pensando, paz traz apaziguamento, né? Apaziguar, né? Reconciliar. Então essa luta que a gente vai travar para chegar nesse nesse objetivo nosso, né, que esse apaziguamento. Mas é interessante aqui que ela começa a a a as primeiras reflexões dela falando, né, para chegar na compreensão da paz, em todo esse processo que a gente vai passar para conquistar. Ela começa falando da queixa. Isso é muito interessante, né? Ela começa ali dizendo, né, de toda a queixa, que toda a queixa é dispensável, né, na economia do equilíbrio psicossocial. Quem se queixa inferioriza-se ou espera compaixão. Aí eu fiquei pensando, puxa, ela vai falar de paz, ela começa a a trazer a queixa. Aí Adre, eu me fiz essa pergunta, mas o que que é essa paz aí que ela quer falar, né? Daí me veio isso desse apaziguamento, dessa reconciliação, a paz como um processo para reconciliar aquilo que tá em conflito. E por isso que se a gente ficar na queixa, eu não vou lidar com o conflito. Eu não tento achar uma solução para aquilo para chegar num outro estágio, né, de apaziguamento, assim, de compreensão, né? Então, eu achei muito interessante a forma como ela inicia esse capítulo aqui. >> E se a gente pegar, né, num livro que ela tem que se chama Momentos Enriquecedores, ali ela define, né, o que seria essa paz. Ela diz que o caminho da verdadeira paz, a verdadeira paz, ela reside no autoconhecimento, na aceitação e na integração do si mesmo. Então veja, então ela vai tercer todo esse capítulo lembrando, retomando, né, quando você falou da queixa, né, Marlúci, ela retoma esse mesmo livro no capítulo seis quando ela fala das

ão do si mesmo. Então veja, então ela vai tercer todo esse capítulo lembrando, retomando, né, quando você falou da queixa, né, Marlúci, ela retoma esse mesmo livro no capítulo seis quando ela fala das reclamações indevidas, que aí ela traz aquele espírito que estando na irraticidade, tendo a consciência, né, do do verdadeiro papel do sofrimento e o quão é importante a gente, né, ser responsáveis pelo nosso progresso evolutivo. E aí nós fazemos todo um planejamento e ao encarnar a gente, pela lei do esquecimento do passado, a gente esquece e de forma imatura começa essa queixa, né? começa reclam reclamando da vida, se colocando num momento, né, de de autocompaixão. E aí isso tudo de certa forma vai atrapalhar o nosso verdadeiro papel de buscar essa paz, que é essa integração do do de si mesmo, né, do do ego self, os conteúdos conscientes aos inconscientes. Eu eu acho bem interessante tudo isso que estão trazendo, porque a benfeitora ela vai trazer uma dinâmica, né? Ela vai compreender essa esse tema a partir de um processo psicológico, espiritual que nós vivemos. Então, ela realmente fala de uma falta que nos move. No primeiro momento assim, nesse pré-texto aqui, antes do capítulo, ela fala que nós somos movidos, né, a a a partir de uma ânsia, um anseio pelo amor, né, que todos nós, né, o ser humano foi criado para amar e ser amado, diz a benfeitura, nunca para reclamar. Então, de uma certa maneira, existe um movimento que nos impulsiona. Então, ela fala desse amor e depois, no início do capítulo, eh, ela começa sobre essa falta de tranquilidade, eh, e que nós somos afligidos por problemas e perturbações de várias ordens. Então, de uma certa maneira, el tá dizendo que que nós somos movido por questões, né, por uma falta e a busca de preencher essa falta. Se a gente não foca no que é verdadeiro, naquilo que é essencial, essa busca se torna ilusória e conflitiva. Então, a gente acaba de uma certa maneira por não se não assentar nossa vida em bases seguras, em vez de

o foca no que é verdadeiro, naquilo que é essencial, essa busca se torna ilusória e conflitiva. Então, a gente acaba de uma certa maneira por não se não assentar nossa vida em bases seguras, em vez de construir essa paz, que é um processo demorado, né, a gente vai criando situações de conflitos, de buscas desesperadas, de ansiedades, de eh agitações mentais e emocionais. que em vez de estudar tranquilidade provoca o quê? Mais ansiedade, mais preocupação e vai nos tirando desse caminho de equilíbrio, de conexão com com essa essência que é o self, que é a nossa natureza mais eh divina e e nossa realidade mais essencial que é a realidade do espírito, né? Então, de mais certa maneira, a Joana tá trazendo essa dinâmica pra gente poder compreender um pouquinho isso, né, que esse processo da paz é uma conquista. E por isso que essa questão que a Manus coloca, né, o título, a luta pela conquista da paz, ou seja, há um trabalho a ser feito para chegarmos nesse lugar. Então, eu acho muito interessante esse movimento que ela tá nos apresentando aqui. >> E ela traz daí dentro disso, né, essa questão, eu acho um pouco da nossa imaturidade quando ela fala da questão da sorte ali, né, das da forma como nós compreendemos a sorte e destino são elementos pessoais que cada qual está a gerar ou a alterar a cada momento, conforme a onda mental cultivada. Mas depois ali fazendo esse jogo que que o J estava fazendo do do início do do do início do parágrafo, ela diz: "Tu planejas integrar-te ao grupo das pessoas realizadoras, confiantes, no entanto, debates em conflitos interérminos, né?" né? Então eu acho que aqui ela tá trazendo isso também, que muitas vezes nós ficamos preso, né, numa forma ah mais infantil de ver, achando que a gente não tem sorte, como ela diz ali, né, alegas, que a sorte tem sido uma cruel, né, reservando-te de sabores que não cessam. Então a gente não estando, não aceitando esse processo, a gente acaba colocando a culpa, entre aspas, né, na nossa falta de paz ou na

e tem sido uma cruel, né, reservando-te de sabores que não cessam. Então a gente não estando, não aceitando esse processo, a gente acaba colocando a culpa, entre aspas, né, na nossa falta de paz ou na ou nossos conflitos em causas que estão fora de nós, né, e não justamente na nossas vezes dificuldade de compreender aquilo que a gente tá passando. E quando a gente não compreende, a gente pode daí cair nessa nessa coisa da queixa, da autocomiseração, de achar que realmente dá tudo errado na nossa vida, que só a outra que se dá bem, a gente não, né? Então, eh eh realmente parte assim eh desse processo que acho que daí eu entendo que é luta mesmo, né? Porque é uma luta com a gente mesmo, né? de autossuperação. >> E acho que isso responde também um pouco da do questionamento da Adriana, o que é paz, nessa primeira frase que tu trouxe, quando ela diz que cada e a cada momento, né, nós geramos, né, uma realidade, né, e alteramos a realidade conforme a onda mental cultivada. Então, de uma certa forma, né, essa paz depende do cultivo do nosso pensamento, a gente nutre internamente. Então, o que o que a gente tem aí nessa dinâmica toda é a a paz é um reflexo de certas conquistas, mas que primeiro para que isso aconteça, nós temos que reconhecer o trabalho com o nosso mundo interno e a onda mental que a gente gera para que ela possa ter realmente capaz de algum momento provocar como resultado a bênção, como ela diz, né? da da de da de desse cultivo e da colheita da paz. >> E aqui é interessante a gente pensar então a paz como esse estado interno de harmonia e equilíbrio, né? Porque muitas vezes quando começa essa questão de olhar pro outro, né? um comportamento infantilizado de achar que, ah, essa pessoa tem sorte, essa pessoa o destino premia com tudo que é bom e para mim só fica o resto. Veja, é um comportamento infantil de com o nosso complexo de inferioridade de achar que esse Deus que, né, se ele premia uns em detrimento dos outros, que justiça existe, né? Então veja, eh, por

esto. Veja, é um comportamento infantil de com o nosso complexo de inferioridade de achar que esse Deus que, né, se ele premia uns em detrimento dos outros, que justiça existe, né? Então veja, eh, por isso que a pessoa vai perdendo a paz ou não tem essa paz, porque ela não tem essa harmonia interna até de perceber que Deus é um pai infinita bom, infinitamente bom e justo. E sendo ele infinitamente bom e justo, ele não premia ninguém em detrimento do outro, né? Eh, isso é aquela baixa autoestima que o indivíduo tem, que leva ele pensar que o outro é melhor que eu, que o outro é o filho mais eh bem amado. E aí a gente se lembra dos discípulos de Jesus quando perguntavam a todo momento para Jesus, Jesus, né, qual dos discípulos é o mais amado por você, né? E aí, na realidade Jesus não é que ele tinha um preferido, mas é que era a forma infantilizada dos discípulos de olharem para esse mestre que amava mais um do que o outro. Então, veja como a gente se coloca no movimento infantilizado de sempre achar que o outro é o escolhido, né? E aí sim a gente vai cair nas queixas, nas lamentações, nesse comportamento eh pessimista de que nada para mim dá certo. E aí entra a questão que ela fala aqui do pensamento, né? Sabemos que a Joana trabalha de forma profunda a questão do pensamento. Pensamento como um tipo de matéria que se propaga em ondas, né? Então nós precisamos, ela fala muito dessa questão da onda mental, né? Precisamos cultivar uma onda mental. Por isso que que que a paz é uma luta, então é um esforço, é um cultivo. Eu preciso, né, trabalhar, me dedicar nessa nessa luta para que eu possa desenvolver uma onda mental. Eh, e aí a gente lembra das formas, pensamentos, né, de André Luís, o quanto que isso vai provocar ou a paz interior ou aquele inferno interior. Então, veja como que é uma construção. E Jesus já diz, né, cada um segundo as suas obras, ou seja, cada um segundo sua onda mental vive em si um céu ou um inferno. E ela vai trazendo, né, uma série de de processos dinâmicos que a gente vive em

sus já diz, né, cada um segundo as suas obras, ou seja, cada um segundo sua onda mental vive em si um céu ou um inferno. E ela vai trazendo, né, uma série de de processos dinâmicos que a gente vive em relação a isso. Ela fala que a gente tem uma uma visão muito superficial da realidade. A gente fica preso na persona, na imagem que o mundo passa. Então, a gente olha pro mundo, parece que as pessoas não têm dificuldades, a gente não reconhece, né, o esforço, o drama que muita gente passa internamente e que ele não revela pra gente, né? A gente acha que as pessoas não têm tanto conflitos internos como nós. A gente acha que as pessoas não têm tantas dores, enfrentamento de de questões que a vida impõe, como nós. A gente acha que as pessoas são, não tem os desafios, exigências que a vida nos impõe. Então, a gente a gente tá sempre preso numa ótica que é uma ótica a partir de uma percepção. muitas vezes limitada, equivocado, nossa, e uma compreensão muito superficial da realidade do outro. E isso dá uma sensação de que parece que a vida é madrasta, né? Que a vida, coitada das madrastas, né? Como você fala, né? As madrastas fosse, né? E que de uma certa forma a gente fica achando que tem alguma coisa de errado, né? com com com a com a vida ou com Deus ou ou alguma coisa errada com a gente ou de uma certa maneira preso nessas percepções equivocadas, né? E aí ficamos atormentados, atormentados numa sensação de de impossibilidade, numa sensação de perda de de paternidade divina, de uma impossibilidade de justiça, de amor e assim por diante, né? E aí a Juna fala da importância da gente realmente corrigir a nossa percepção, a nossa ótica em relação ao como a gente se percebe e percebe a realidade em nossa volta, né? E aí poder realmente compreender melhor esse processo, porque essa falta de compreensão como você estão colocando, é acaba criando realmente, né, um universo desfavorável. E aí a gente acaba eh se perturbando e não tendo referências que possam ser bases de suporte e apoio para nossa vida

como você estão colocando, é acaba criando realmente, né, um universo desfavorável. E aí a gente acaba eh se perturbando e não tendo referências que possam ser bases de suporte e apoio para nossa vida e nos alentar gerando um campo de paz necessário paraa nossa caminhada. E e aí eu tava pensando eh que essa questão da queixa, né, isso fala, às vezes a gente reclama, reclama, né, falando da nossa infantilidade, imaturidade e quantas pessoas que justamente porque já tem uma maturidade maior, as pessoas passam por dramas às vezes super difíceis e não reclamam, não falam, né, justamente porque uma das questões da maturidade é ter a capacidade de compreender aquilo, suportar aquilo não que tu não vai pedir ajuda para alguém ou alguém não sabe, mas não fica comentando, né, e se queixando o tempo todo. Então, talvez isso, né, numa ótica mais infantil. Então, como a pessoa não fala nada, parece que tudo tá bom na vida dela, né? ela não consegue perceber que que que não, que ela pode, né, tá vivendo um drama, mas eh com ela mesma, assim, comprometida com aquilo. Mas eu queria chamar atenção para uma imagem muito bonita que eu acho que a Joana traz aqui, que é a questão quando ela diz assim ali no início, né, paraa colheita de bênçãos é sempre necessário uma árdua semeadura, às vezes entre espinhos, do que resultam sazonados frutos. Eu achei linda essa imagem que ela traz da da da gente semear, né, da gente preparar a terra, né, saber o que a terra precisa, colocar semente, esperar. Quer dizer, é todo um processo que não tem a ver com sorte, né, nesse nesse sentido eh que a gente acha mais infantil. Ah, a o jardim do vizinho é sempre mais verde, né, como a gente diz, né? pro jardim server verde, algo foi feito ali, né? Ou foi colocado um adubo, ou foi trabalhado a terra, ou teve uma dedicação. Então, eu acho muito bonito isso, porque mesmo que a gente vá plantar num vasinho em casa, um tomatinho ali, né, qualquer coisa requer um cuidado nosso, um estar presente ali, né? Então, eu acho muito

Então, eu acho muito bonito isso, porque mesmo que a gente vá plantar num vasinho em casa, um tomatinho ali, né, qualquer coisa requer um cuidado nosso, um estar presente ali, né? Então, eu acho muito bonito esse processo da gente pensar nos nossos processos psíquicos como essa semeadura, né, com todo esse trabalho que a gente tem que fazer, porque a colheita vai ser nossa. Só que tem coisas que a gente colhe em 30 dias, tem coisas que a gente colhe em um ano e tem coisas que levam muitos anos pra gente colher. E aí me parece que esse tempo também é essa luta por essa conquista, né, desse estado íntimo assim de harmonia. Então não é algo que vai vir assim, né, de uma hora para outra, né? Então eu achei muito linda essa imagem da semeiadura aqui que ela traz. E a partir dessa parte do texto, né, Marlúcia, eu acho bonito porque ela começa a construção do texto, eh, dessa parte que o Gelson fala, né, que ela começa a trazer a forma, né, que nós vamos cultivar esse jardim. Então, primeira coisa, corrige a ótica de observação. Então, veja, ela vai trazendo para nós, né? Eu eu posso corrigir a forma como eu o olho. Então, se eu olho o jardim do vizinho, ah, o jardim é mais verdinho. Mas então, OK. Então, como? Por que que o jardim é mais vizinho? É mais verdinho? Então, a partir daí eu vou corrigir a minha ótica e vou olhar. Então, não vou querer o jardim do vizinho, mas e o meu? O que eu vou fazer para que eu possa corrigir esse jardim para que ele também se torne verdinho? Olha que lindo. E a partir daí ela fala: "Encara os acontecimentos de maneira correta". E aí a gente lembra aquela questão do ego, que o ego, quando a gente olha paraa paraa vida com uma perspectiva egóica, a gente vai ter uma lente embaçada, a gente vai ter um olhar que vai tá deturpado por essa eh por ação egóica mesmo, né? Então eu vou est olhando esse jardim do vizinho com a minha perspectiva, tá errado. Eu tenho que olhar como um todo. E aí na sequência ela vai falar: "De início consideras que tu próprios tens se

né? Então eu vou est olhando esse jardim do vizinho com a minha perspectiva, tá errado. Eu tenho que olhar como um todo. E aí na sequência ela vai falar: "De início consideras que tu próprios tens se recusado à ação edificante. Veja, não, não é o jardim do vizinho que é mais bonito por acaso. Não, eu não quero plantar e aguar o meu jardim". Então veja, é tudo fruto de uma construção, de uma á do planejamento, né? O que que eu vou fazer para manter? E eu preciso nesse momento, no aqui agora, né, Joana fala, começa de onde você está e eu tomar essa decisão de que nesse momento, sim, eu quero trabalhar para construir a minha paz dentro de mim. Então, é, tem eh eu preciso decidir isso. Eu quero. E a partir do eu quero, o ego sai um pouquinho de cena e a partir dali eu vou tentar eh eh desenvolver esses fatores, né? Não passando as tuas tentativas de ensaio, sem continuidade, de fuga ao dever em vez da ânsia da conquista. Então, não é que eu quero conquistar, mas eu vou parar de fugir. Então, eu vou deixar de negar. Eu vou deixar de ficar com inveja do outro, mas olhar onde em mim falta esse esforço e essa luta para que eu possa adquirir a paz em mim. >> É justamente isso que ela tá trazendo ao longo, acho do texto, que que é que estão trazendo de várias maneiras aqui, né? que é que essa atitude infantil e essa visão de paz e de torcida, é como se a paz depende, dependesse de fatores externos. Se tá tudo bem, se a vida me facilita, eu tô em paz. E aí não é isso que estão explicando aqui. Realmente a paz não depende dos fatores externos, né? A paz depende de uma conquista interna. Tem muita gente que tem muitas facilidades na vida e mesmo assim não conseguem estar em paz. O mundo delas é tomadas de fantasias, de preocupações negativas, de eh estados emocionais que elas se alteram a todo momento, perturbando a tranquilidade dessas pessoas. E tem pessoas que vivem momentos de dor, de de dificuldade, sofrimento, como a própria Malúcia ali, né, nos trouxe e consegue se manter, né, numa

o momento, perturbando a tranquilidade dessas pessoas. E tem pessoas que vivem momentos de dor, de de dificuldade, sofrimento, como a própria Malúcia ali, né, nos trouxe e consegue se manter, né, numa atitude tranquila, eh, positiva, administrando a realidade. Não é que não haja dificuldade, sofrimento, mas tem aquela paz, né? Então me parece, né, que que essa paz ela representa um tipo de coerência, né? Ela ela é um restante de uma certa coerência interna, onde justamente eu começo a compreender essa realidade do que seja a vida e ter então essa correção de, né, de de ótica e de observação da realidade, desse autoconhecimento, dessa busca e confiança na na sustentação amorosa do Pai, que nos move e no reconhecimento que nós somos verdadeiramente amados. E na medida que eu compreendo isso coerentemente, por que que eu vou me agitar? Por que que eu vou me perturbar? Por que que eu vou me me desequilibrar se se eu acredito, né, nesse amor? E se eu sei que de uma certa maneira tudo vem em seu tempo, tudo tá de uma certa maneira organizado de maneira justa e perfeita, na medida daquilo que eu necessito, e eu tenho que aprender a assimilar a experiência, tirando dela o melhor proveito. Então, eh, aí eu começo realmente conseguir apaziguar a minha alma, né, o meu coração e começar a conquistar essa paz tão importante e necessário para todos. >> Eu acho que isso de relação ao que ela quer falar do país do coração, né, que daí ela diz aqui assim também sucede com a conquista da tua paz. Ela exige refregas iniciais difíceis para poder implantar-se no país do teu coração, né? Então é o coração daí que começa a ser apaziguado porque ele tá em conexão com o divino, né? E aí pode sentir isso que tu estás falando, né? Tá tudo bem porque eu não tô sozinho, tem algo maior que sustenta a minha vida, né? Eu não sou uma folha ao vento aqui, né? E a gente sente, né? Então é aquela certeza do coração que às vezes a razão não consegue nem explicar, né? Como é que tu pode tá tão tranquilo se o mundo ali

é? Eu não sou uma folha ao vento aqui, né? E a gente sente, né? Então é aquela certeza do coração que às vezes a razão não consegue nem explicar, né? Como é que tu pode tá tão tranquilo se o mundo ali fora tá? Não, é porque dentro tem um apaziguamento mesmo, né? Eu acho que é realmente é e ela diz, né, que isso exige para chegar nesse nesse nível assim, vai ter combate, né? Então, a gente vai ter que superar momentos de suportar mesmo às vezes os conflitos, né, para que possa eh aquilo ser integrado em nós. É que muitas vezes quando vem conflitos ou dificuldades é mais fácil a gente se queixar do que a gente tá, vamos ver o que que eu tenho que aprender com isso, né? Porque não é fácil. Às vezes tem situações na vida da gente que nos demandam mesmo muita paciência, muita perseverança, muita humildade, né? E mas aí e a a a sem a a colheita seria chegar, eu acho, nesse país do coração aqui, né? Que daí é essa tranquilidade interna mesmo, né? >> E é interessante que aqui ela fala que tudo que se consegue precisa do esforço, dedicação e perseverança. Tudo. E na sequência ela vai falar: "Então imagine, né? A gente imagina as conquistas morais, as aquisições morais. Se tudo até um jardim, eu preciso me esforçar, eu preciso me dedicar, eu preciso ter o tempo para fazer esse cultivo, né, do jardim, imagina para que eu possa desenvolver um pouco mais de paz, um pouco mais de paciência, um pouco mais de equilíbrio, um pouco mais de confiança até em Deus e na vida e nesse centro. né, que nós temos uma tendência a centrar. Então, se eu parar tudo e permitir o movimento natural da psique, existe uma tendência interna que nos centra, né? Mas eu tenho que parar, a Joana fala, né, da importância de parar um pouco o pensamento pul, né, dos pensamentos. Por isso a onda mental, eu vou acenenando então para essas aquisições morais eh que são penosas, ela diz impondo sacrifícios contínuos que trabalham as imperfeições pessoais, liberando o indivíduo das paixões primitivas que constituem impedimento,

para essas aquisições morais eh que são penosas, ela diz impondo sacrifícios contínuos que trabalham as imperfeições pessoais, liberando o indivíduo das paixões primitivas que constituem impedimento, aceição, ascensão. Então veja, ela trabalha a série psicológica inteirinha falando desse desenvolvimento do homem, né, antropo sóciopsicológico e que no início nós somos constituídos de instinto. Então, quando a gente consegue ter esse sacrifício, esse ofício sagrado de parar e cultivar as minhas imperfeições, como um jardim, podando, né, tirando as pontas que machuca o outro, molhando, né, eu vou então eh eh pegando essa paixão primitiva e vou intelectualizando, eu vou trazendo sentimento, eu vou trazendo amor e isso né, que vai, que são eh o que me impede de progredir. Então, a partir do momento que eu que eu tenho esse ofício sagrado de me dedicar aos meus instintos, intelectualizando, amando, eu posso então desenvolvendo a paz, eu vou chegando nesse sentimento de apaziguação e aí eu vou est ficando um pouco menos agitado, um pouco menos desequilibrado do que a gente sempre foi, né? Então, é um todo um trabalho muito grande e muito eh é importante que seja consciente para que a gente desenvolva. >> É interessante que de uma certa maneira essa questão da paz, ela implica em vários eh arranjos, né? Ela ela é o resultado de vários fatores que a gente tá vendo aqui no no na proposta da benfeitora. Eh, exige exatamente essa questão de mudança de percepção. Exige um ser tocado no coração a partir dessa cons dessa consciência amorosa de Deus. Exige o esforço e o trabalho conosco mesmo, né, na conquista dos valores espirituais. E e aí me lembra, né, uma uma frase do Thago, né, no Novo Testamento, que diz que tenha, porém, a paciência, a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma. Então, eh, e a gente lembra, né, que que que Deus é paciente, né, quer dizer, todo o progresso do homem se dá a partir, né, da paciência divina. que haja paciência também de Jesus pela

m coisa alguma. Então, eh, e a gente lembra, né, que que que Deus é paciente, né, quer dizer, todo o progresso do homem se dá a partir, né, da paciência divina. que haja paciência também de Jesus pela humanidade, né? Porque olha, o ser humano é teimoso, complicado, insiste, né, em pegar o caminho equivocado, mesmo errando 20.000 mil vezes. Ele vai lá e repete de novo e tá lá a mensagem do Cristo, né? Perseverante, amorosa e e pacientemente trazendo para nós a todo momento de várias formas para despertar o nosso coração e a nossa consciência. Então, eh, essa essa paz envolve também perseverança e envolve justamente esse dois trabalhos, pacificar, ou seja, não alimentar a raiva, o ódio, o envenanamento, né, a discórdia, porque a gente acaba criando também toda a gente, né, processos de desarmonia. Nós somos responsáveis então pela falta de paz do mundo. As guerras, conflitos, é resultado dessas zonas mentais internas, do que a boca fala e das atitudes nossas, né? Que muitas vezes em vez de apaziguar, de pacificar, gera eh discórdia, gera conflito, gera embate desnecessários, né? Então, e isso é um trabalho importante, esse compromisso nossos de sermos pacificadores. E outro ponto importante que ela traz aqui, né, no numa parte que ela fala onde é o esforço do amor que tudo preenche, age pacientemente, que é a questão da paciência, né? Como a Adriana tá falando, um processo, se a natureza não dá saltos e e um fruto para frutificar demora anos. Às vezes um corpo que foi mutilado por uma por uma cirurgia que padece, né, de uma doença, leva meses para se recuperar, né, o que dirá os processos da alma, né, as mutilações emocionais, os traumas de outras vidas, as cargas, influências de conflitos que a gente gerou ao longo de várias encarnações, os processos de ódio e discórdia dos irmãozinhos desencarnados que cobram e nos confrontam com a nossa sombra, que é muitas vezes a gente não consegue reconhecer. Então são são processos muito dolorosos, muito difíceis e complexos que envolvem tempo,

esencarnados que cobram e nos confrontam com a nossa sombra, que é muitas vezes a gente não consegue reconhecer. Então são são processos muito dolorosos, muito difíceis e complexos que envolvem tempo, elaboração, compreensão, um trabalho de tomada de consciência, de poder de uma certa maneira e e e drenando, processando e essas cargas todas que que habido dentro de nós. Então, há uma paciência aí, há um trabalho paciencioso da vida. E esse essa paciência nós temos que ter conosco mesmo e com o nosso irmão, porque o e não adianta a a realidade não vai ser transformada de maneira mágica, né, gente? É um processo que envolve todo esse trabalho, como a a Benfica tá colocando, né, como a gente como acabou de falar, resulta de esforço, dedicação e perseverança. que a paciência daí, né, Jeelson, vem a partir também dessa dessa compreensão mais profunda dos processos, né, não é porque muitas vezes nós somos impacientes, né, porque o nosso ego tem uma visão mais limitada, que é decidir tudo, que é controlar tudo, quer que seja do seu jeito, né? Então não consegue compreender às vezes, né, o que tá por trás, que são coisas que levam tempo, né? né? Às vezes eu fico pensando assim, a gente com os filhos, né? A gente vê que puxa, a gente tenta mostrar o caminho, dizer: "Não, quem sabe vai por aqui, talvez aqui facilite". E não, né? Muitas vezes eles não aceitam, ele segue os caminhos dele e a gente sabe, bom, a vida em algum momento vai mostrar, né? Então, de alguma forma às vezes a gente é paciente porque a gente já consegue ter uma visão mais alargada. E a outra questão que quando Jesus diz, né, bem-aventurados os pacificadores, na realidade para gente ser o pacificador, a gente realmente precisa apaziguar e pacificar internamente, né? Então, eh, eu penso que aqui traz essa questão da gente não fugir dos conflitos, de não ter medo dos conflitos, mas justamente poder acolher isso, entender isso, se colocar numa postura de aqui tem algo que é importante, né? Porque eh muitas vezes a

gente não fugir dos conflitos, de não ter medo dos conflitos, mas justamente poder acolher isso, entender isso, se colocar numa postura de aqui tem algo que é importante, né? Porque eh muitas vezes a gente acha que tá em paz, mas na realidade a gente pode assumir uma uma posição de indiferença em relação às coisas, né? Então não, eu não quero ver isso, não me interessa isso, tal. E aí eu acho que assim eu tô tendo tranquilidade, né? Quando para mim poder pacificar, eu preciso ter essa essa tranquilidade, essa paz dentro de mim. Então isso para mim traz que fugir das coisas, né? Não é um bom não é um um melhor caminho, né? Às vezes a gente precisa reconhecer que tem conflitos que talvez a gente não esteja pronto para aquele momento. Então, mas daí é o nível de consciência que a gente tem, tá? Isso agora não posso dar conta, mas eu sei o que tá acontecendo, né? Não é eu querer a paz como essa coisa assim mais infantil, né, da tipo botar a cabeça da da vestruz, né, dentro da terra faz de quando tá acontecendo. Aí tá tudo em paz lá, né? Eu não tô vendo nada, né? Então tá tudo bem, né? Não sei o que que o que parece para vocês, mas a partir disso, né, Mar, parece que tem mais dois pontos aí que envolve a conquista da paz. Um deles é a caridade e outro é o perdão. Porque quem não vai ter momento de dificuldade, de erro, de equívoco. Então, se a gente tem que ter paciência para ter paciência com o outro, né, para silenciar, abençoar, porque naquele momento aquele irmão tá no momento infeliz, assim como em outro momento eu posso me precipitar num num abismo e e e precisar, né, da do da da paciência, né, e da caridade do outro. Então essa paciência para mim envolve perdão. Se eu não me perdoo e perdoo o outro, como é que eu vou ter paciência para poder dar tempo para ele e acolher e poder esperar para que ele possa despertar e ter o tempo certo para poder elaborar aquele processo equivocado, né? Então, em todas as dores da alma, para que essa paciência possa ser recorrida, tem que

oder esperar para que ele possa despertar e ter o tempo certo para poder elaborar aquele processo equivocado, né? Então, em todas as dores da alma, para que essa paciência possa ser recorrida, tem que ter essa pintada e essa eh pitada, né, essa dose de caridade e de perdão junto. >> E aqui a gente retoma também aquela pergunta inicial que eu fiz, né? Então, o que é de fato a paz? que aqui ela vai dizer, não aguardes facilidade no processo de evolução, né? Então, aqueles que ainda acreditam que paz é não fazer nada, é ter a vida toda bonita, florida, realmente hoje precisa mudar essa forma de pensar e ela completa, depende de ti, do teu esforço pessoal. Então, quando o Gelson fala da necessidade do perdão e da caridade, a importância do auto perdão e da caridade conosco mesmo, né? Então, quando nós sabemos que nós não estamos prontos para aquela tarefa e aí nós exigimos de nós isso, é falta de caridade para conosco mesmo, né? Ou então quando eu ainda não consigo sentir eh por alguém todo aquele apreço ou aquele amor achando que não, eu preciso, né? Eh, eh, também é uma falta de caridade e de perdão para comigo mesmo. Então, gosto muito do Jung quando ele coloca, né, que quando nós soubermos que o próximo, mais próximo que precisa da nossa caridade, do nosso amor, sou eu mesmo que preciso, né, da caridade, eh, do meu amor para que eu possa me perdoar. Então, eh, é assim que a gente faz essa verdadeira, né, eh, paz, como a Joana fala. que é o autoconhecimento e aceitação e integração de si mesma. Então, para que eu possa me aceitar, eu preciso me perdoar de qualquer coisa que eu já tenha feito, né? Porque a gente vê muito no consultório as pessoas chegando e falando: "Nossa, porque alguém diz que lá atrás eu fiz tal coisa, OK, né? Nesse momento eu já tô diferente, então eu posso me perdoar por ter feito algumas coisas". Então, muito importante essa frase, né? depende de ti, do teu esforço pessoal. E aqui ela traz o convite à mudança de atitude mental, né? Não poucas vezes tem

me perdoar por ter feito algumas coisas". Então, muito importante essa frase, né? depende de ti, do teu esforço pessoal. E aqui ela traz o convite à mudança de atitude mental, né? Não poucas vezes tem sido convidado à mudança de atitude mental e comportamental através de 1000 mensagens que têm chegado à razão. Então, qual são as mensagens? O meu filho problemático que me cobra minha atenção, esse marido que cobra, exige de mim tanta coisa, né? o próprio, os problemas e desafios da vida são convites e a eh a essa mudança de uma atitude mental. Então, os problemas, eu gosto dessa visão de Joana de Ângeles, quando ela muda a nossa forma de olhar pros desafios da vida. Todos esses desafios da vida não são castigos de Deus, mas são convites para o crescimento, convites à mudança comportamental. moral e mental. Então, olha que lindo olhar assim e com isso eu me eu vou me apaziguando, eu vou sentindo Deus está comigo, por isso que ele me traz o a prova, né? Então, a prova chega porque eu estou pronto para eh esse enfrentamento. E aí, com essa confiança em Deus, confiança nos mentores, amigos, na espiritualidade que nos acolhe, sabendo que não estamos sozinhos, que viemos pra terra com uma tarefa, pequena que seja, mas é uma tarefa. Então isso nos vai dando toda uma possibilidade de progresso e sempre convites para o o autoconhecimento, a renovação mental. >> Por isso que ela coloca lá no início que toda a queixa é dispensável, né? Ela não ajuda em nada. e a importância de realmente perante as dificuldades, né, e embate da vida, que isso é natural, a gente não se lastimar nem desfalecer, né, poder realmente se manter nessa compreensão mais profunda, né, e e entender que diante de toda a perturbação a gente poder manter, né, eh guardar em nós essa atitude de paciência. de confiança, né? E e e também o cuidado de não agir ou de não proferir alguma palavra, né, que a gente possa se arrepender depois. Então, a paciência também é bom para isso, porque nos torna mais sábios, né? Aí em vez de eu agir de

cuidado de não agir ou de não proferir alguma palavra, né, que a gente possa se arrepender depois. Então, a paciência também é bom para isso, porque nos torna mais sábios, né? Aí em vez de eu agir de maneira precipitada, a Joana falou que a gente que a gente tem que evitar de ser reativos e sermos reflexivos. E para isso a gente tem que realmente segurar um pouquinho, para um pouquinho com paciência, dá tempo, né? que a gente possa não agir naquele naquela atitude febril da emoção e e por falta de paciência a gente acaba provocando algo que é eh pior do que algo que possa justamente favorecer, melhorar aquela situação que a gente tá enfrentando. Então realmente a paciência é um ato, uma ciência, né? Eh, que tá muito perto da sabedoria. E na paciência daí a gente pode também, se a gente consegue segurar ali um pouquinho, a gente pode estar aberto e ouvir as mensagens que nos chegam, porque ela diz aqui, né, uma página de luz, uma informação espiritual esclarecedora, uma ação de beneficiência libertadora, constituído recursos de orientação que a vida te vem oferecendo para conduzir-te à paz, né? Então essa paciência também começa a possibilidade de nos colocar numa postura eh mais atenta, né, para pras coisas que chegam para nós, né, chegam às vezes como bênçãos que se a gente tá ali na queixa, a gente não vai conseguir perceber, né? E quanto, quão abençoados nós somos, né? Muitas vezes não percebemos, né? O quanto recebemos dos nossos amigos espirituais, os nossos amigos encarnados aqui, né? Então, muito bonito isso aqui que ela tá colocando também. Eh, e ela comenta como a gente é difícil de quebrar um padrão, né, que nesses casos, né, em vez de tá receptivo esses movimentos novos, libertadores, que nos incentivam a mudança e nos trazem uma renovação, a gente cai no padrão antigo, né, em conteúdos viciosos pelos padrões que a gente alimentou durante anos, séculos, né, e da qual a gente se identifica ainda. Então, é um trabalho realmente, né, de poder cada vez mais eh

ão antigo, né, em conteúdos viciosos pelos padrões que a gente alimentou durante anos, séculos, né, e da qual a gente se identifica ainda. Então, é um trabalho realmente, né, de poder cada vez mais eh nos reconhecer a partir desse novo lugar. Eh, e ela fala da da proposta, né, que a gente possa de de nos renovarmos, que a gente tá realmente comprometido com o Cristo, né, com com a mensagem de Jesus na conquista da paz. É importante esse compromisso de renovação e não se deixar engolfar por esses padrões que nos levam à queixa, ao pessimismo, ao conflito, a amargura, a a a estados mentais perturbadores, que tudo isso acabam minando a nossa paz. E aqui ela vai falando, né? Se anelas realmente pela conquista da paz, houve o chamado do Senhor paraa renovação. Olha que lindo, né? Ouve o chamado. O chamado está aí, ele está sendo feito a cada dia, né? A cada hora e na sequência liberta-te do entulho mental. Nós temos, né, nossa mente é um emaranhado de coisas. Então a gente começa a fazer a prece, aí no meio da prece a gente pensa: "Nossa, amanhã é dia 10, eu preciso pagar a conta do banco." E aí resumo, aí a gente volta de novo paraa prece, daqui a pouco a mente, como os os orientais falam, com como um macaco louco, fica saltando de galho em galho. Então é esse entulho mental, né? Causado pelo quê? pelas nossas dificuldades, por essa falta de equilíbrio, por essa falta até de de treino mesmo, né, de entrar em contato com a gente, essa falta de cuidado, né, de de adentrar. E aqui ela volta nessa metáfora, né? metáfora, né, Marlúci, do solo, carpe solo que está em estado de abandono. Então, o nosso solo sagrado, né, está abandonado, está em desalinho e deixa que essas diretrizes de de amor e caridade possa eh fazer morada, né, que possamos então eh conscientementes abrir as nossas moradas da alma para que a caridade, o amor seja uma constante em nossa vida. Então, permite-te penetrar pela luz da fé raciocinada. E aqui entra a doutrina de Kardec, né? A, o espiritismo nos traz a

moradas da alma para que a caridade, o amor seja uma constante em nossa vida. Então, permite-te penetrar pela luz da fé raciocinada. E aqui entra a doutrina de Kardec, né? A, o espiritismo nos traz a possibilidade de desenvolvermos a terra raciocinada, entendendo a ação, a reação, entendendo que os nossos pensamentos, os nossos sentimentos, atos e palavras, eles vão causar em alguém uma sensação, uma emoção e uma reação. Então, olha a importância, sim, do conhecimento, da doutrina espírita, do estudo, né, da prece. para que a gente possa com o evangelho de Jesus e pegando esses nossos instintos e vamos trazendo eles de volta com muito eh com muito amor, com muito carinho e podendo então eh fazer esse processo do progresso, né, que possamos evoluir um pouquinho nessa vida. E ela fala em seguida, né, Adri disso. Eu achei realmente esse carpi, né, que carpi é pegar uma enchada, né, e dá trabalho, né, não é botar lá um tratorzinho, não. Ela tá mandando carpi. Carpia é cada um pegar a sua enchadinha, né, para tirar as pedrinha, para tirar o inso. Você se lembra de ter pego uma enchada, dá calo na mão, né? É uma metáfora muito interessante do trabalho que a gente tem que fazer para esse solo abandonado que ela diz. Nós nos abandonamos muitas vezes. E aí ela fala uma coisa linda ali abaixo, áre do que tu estavas lendo, né? Que enquanto a oportunidade se te faz propícia, torna-te receptivo as propostas do bem, né? Então, estar receptivo eh também nesse sentido de passividade, não de inatividade, mas de receber mesmo, né? Quantas vezes nós estamos perturbados e se a gente se torna receptivo, aquilo vai a gente vai sendo, ã, permeado por essas energias bemfazas, né, dos benfeitores. E aí isso vai apaziguando o nosso coração também. Então essa postura de receptividade, eu acho fundamental que ela tá trazendo aqui, né? Conquistando e dispondo-te a pagar o estipêndios que são exigidos a todos aqueles que o incorporam à sua dieta de crescimento espiritual, né? Então, tá receptivo as coisas boas e as

trazendo aqui, né? Conquistando e dispondo-te a pagar o estipêndios que são exigidos a todos aqueles que o incorporam à sua dieta de crescimento espiritual, né? Então, tá receptivo as coisas boas e as coisas que num primeiro momento a gente julga que não são tão boas, né? Mas que são fundamentais. E ela coloca, né, Marlúci, que que o evangelho de Jesus é a palavra de vida eterna, ou seja, né, ali a fonte. Então, se tu realmente se coloca receptivo a proposta do Cristo, essa mensagem dele tem o poder de renovação realmente, né, que a gente vai encontrando ali todas as respostas paraa nossa vida e o estímulo para vencer. E ela vai falar mesmo logo em seguida da da sua de Jesus como esse ser, né, que prossegue semeando, né, continuando na na na simbologia, na imagem, né, da da semente, semeador, ele é o semeador de almas, né, eh, e através dos amigos espirituais, diz a benfeitora, né, sejam encarnados encarnados, ele tá restaurando, né, essa mensagem que para muitos ainda é desconhecida por trazermos o coração fechada, prisioneiros, né, ainda dessas desses valores eh arraigados, né, nessa mentalidade infantil, primitiva, que só gera amargura, porque esse é o problema que depois ela ela vai falar aqui, né, que se a gente fica nessa tendência eh interna de conflito de pessimismo, de queixa, de lamento. Que que vai acontecendo? A gente vai perdendo a conexão com essa fonte divina e com a mensagem do Cristo. Vai desarmonizando cada vez mais, criando um campo de insatisfação profunda em nossa alma. Esse campo de insatisfação acaba nos aprisionando e nos cegando mais ainda em relação à vida. E o resultado são pessoas insatisfeitas permanentemente, que começa a ficar amargas, amargas e e e e olhando tudo de maneira negativa, eh, e botando a culpa nos outros, né? Então, e aí o Yung vai dizer que a amargura se opõe à sabedoria, né? Onde tem sabedoria não pode ter amargura, diz o Yum. E onde há amargura não há sabedoria. Então, a sabedoria nos dá essa tranquilidade, essa paz, essa confiança serena que

ura se opõe à sabedoria, né? Onde tem sabedoria não pode ter amargura, diz o Yum. E onde há amargura não há sabedoria. Então, a sabedoria nos dá essa tranquilidade, essa paz, essa confiança serena que pacifica, que de maneira coerente nos dá capacidade de manter a nossa paciência, a nossa confiança em Deus e aí lidar com a vida, né, tirando o sabor, né, sabedoria, saborear, tirando em cada momento o que é melhor que a vida oferece, enquanto que a pessoa amarga, né, ela Ela envenena a próprio movimento da vida, né? Ela vai tomar alguma coisa, aquele aqui tem um gosto amargo, porque não é a o líquido que ela absorve, é o próprio veneno que que vem dela não percebe, que vai turvando e e deixando, né, tudo com com esse sabor difícil de tragar. E aí tudo fica com esse colorido, eh, penoso, sem perspectiva. E aí realmente a gente vê uma das piores doenças da alma, amargura, que a pessoa não fica só infeliz, mas que torna também o ambiente sua volta infeliz. >> Aqui eu quero até fazer uma brincadeira, né? Ela fala da dieta de crescimento espiritual, né? E nós mulheres que temos tantas dietas, né, Marlúci, da proteína, dieta do do jejum intermitente, dietas de tantas dietas, que a gente possa se engajar nessa dieta de crescimento espiritual que é tão necessária. E aí, parando a brincadeira agora, olhando, né, que essas guerras foras, né, tantos momentos de guerra que temos no planeta, refletindo essa falta de uma de um de uma dieta de crescimento espiritual, ou seja, eh eh reflete esse movimento interno desse conflito interno que está entre nós mesmos refletindo no macrocosmo, o microcosmo refletindo no macrocosmo. É. E aí ela diz, né, conquista a paz. Então vai conquista, né? Aqui ela tá incentivando, né? Preservando-a, pagando o tributo que te seja exigido pela honra de desfrutá-lo, né? Então, a gente vai pagar esse tributo, né? Não como punição, mas é a nossa parte, a parte que nos cabe, né? Então é possível essa conquista, né, Adre? Mesmo a gente vivendo nesse momento de tanto conflito

o, a gente vai pagar esse tributo, né? Não como punição, mas é a nossa parte, a parte que nos cabe, né? Então é possível essa conquista, né, Adre? Mesmo a gente vivendo nesse momento de tanto conflito fora, eh como é cada como é fundamental a gente trabalhar o nosso conflito interno, né? Porque a gente às vezes não tem a noção do quão conectados nós somos. E essa paz que a gente conquista dentro de nós, ela realmente ela exerce um efeito que a gente às vezes não tem a capacidade de perceber, né? Mas uma pessoa que tá apaziguada, ela carrega essa possibilidade de apaziguar o ambiente que ela tá, de ser aquela pessoa que num momento de perturbação é aquela que consegue dizer: "Gente, vamos acalmar, vamos ver quais são as as possibilidades o que a gente pode fazer, né? Então, como esse compromisso individual eh é fundamental nesse momento que a gente tá, né? E ela tá nos incentivando aqui, vamos conquistar isso, né? Vamos pagar o preço, né? Vai dar calo na mão ali, carpinha lógico, não tem problema. Depois vai ficar a coisa mais linda esse jardim, né? >> E aqui que lindo, ela fala paga o tributo, né? Ou seja, paga o preço, né? Vai lá e dá a cara tapa, né? Paga o que é exigido, porque é uma honra desfrutar desse momento de paz interna. Por quê? Porque paz é um estado de alma que reflete essa harmonia interior e independente das circunstâncias externas. Aí por isso que a gente vê Víor Fran falando em busca de sentido lá num campo de concentração, como é que ele conseguiu procurar sentido em tanta ruína externa porque ele tinha o sentido interno. Então, olha que realmente é um estado de alma essa conquista. vale a pena pagar esse preço. >> É importante realmente a gente vê que a que a paz ela resulta com certeza, né, dessa dessa maturidade espiritual, nessa capacidade. a gente vê aí que envolve uma série de esforço, de compromisso e como é importante a gente vigiar, né, que é muito fácil a gente cair nesse nessa atmosfera psíquica tão negativa que a pessoa vê, né? São tantas notícias

envolve uma série de esforço, de compromisso e como é importante a gente vigiar, né, que é muito fácil a gente cair nesse nessa atmosfera psíquica tão negativa que a pessoa vê, né? São tantas notícias muitas vezes que nos chegam negativas, são tanta, é o estress, é o desespero do consumismo, tem tantos movimentos que é muito fácil a gente eh sair dessa paz, cair nesse jogo ilusório da vida, né, e se perder. E então eu eu vejo da importância da gente manter isso que a benfeitura tá trazendo muito pertinho da nossa consciência. e e estamos vigilantes, atento nesse esforço constante de manter nossa paz. É muito fácil o lago turvar, né? Qualquer coisa que cai, qualquer pedrinha que cai, turva o lago. Então o nosso, a nossa paz ainda não é assim algo que tá ali conquistado, segura, que nem essa água que muito que é muito fluída ainda. E qualquer coisinha que bate, um vento, uma pedrinha assim, às vezes é uma palavra, às vezes é uma notícia, às vezes é a atitude da pessoa, já perturba tudo, já n turva tudo. Aí vem aquela lama que tá lá embaixo e volta e revolve. Então, eh eh tem um trabalho consciente, lúcido da nossa parte e com muita vigilância, é muito mais difícil a gente chegar a essa proposta da benfeitora. Então eu é um trabalho realmente de lucidez, de um trabalho de responsabilidade, de compromisso nossa parte, para que essa paz realmente tão almejada se torne uma conquista e uma conquista permanente em nossas vidas. Então essa é a ideia aqui que a bevetora nos traz, né, gente? Não sei se querem mais alguma coisa para encerrar o nosso estudo de hoje, né? Muito bem. Então fica essas reflexões para os nossos trabalho interno, nessa jornada da alma, né? e o convite para continuarmos o nosso eh e no próximo encontro trabalharmos capítulo 17, técnicas de reabilitação. O nosso muito obrigado a todos, que Jesus abençoe, um grande abraço e até o próximo encontro. Ah.

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