T6:E26 • Painéis da Obsessão • Prognósticos Sombrios

Mansão do Caminho 01/06/2025 (há 10 meses) 1:04:02 1,281 visualizações

Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert | Estudo da Obra No episódio 26 da sexta temporada, o Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert mergulha no capítulo “Prognósticos Sombrios”, da obra Painéis da Obsessão, ditada pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda e psicografada por Divaldo Franco. Com apresentação e resumo de Ângela Matté Dutra da Silva, e aprofundamentos conduzidos por Gisele Risso e Tânia Menezes, o episódio traz uma análise cuidadosa sobre os alertas espirituais quanto às forças sombrias que ameaçam os projetos do bem, destacando a importância da vigilância, oração e perseverança. 📖 Um estudo profundo sobre os desafios invisíveis enfrentados no trabalho mediúnico e doutrinário. 📘 Livro: Painéis da Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda (por Divaldo Franco) 📺 Inscreva-se, curta, comente e compartilhe este conteúdo transformador! #Espiritismo #PainéisDaObsessão #PrognósticosSombrios #ManoelPhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #GrupoSuelyCaldasSchubert #EstudoEspirita #TVMansaoDoCaminho #EspiritismoPLAY #ObsessaoEspiritual #DoutrinaEspirita

Transcrição

Olá, sejam todos bem-vindos ao mais um encontro de estudos desse grupo, dessa família Sueli Calda Schuber, que se reúne semanalmente para que possamos estudar as obras do Benfeitor Manuel Filomeno de Miranda pela psicografia abençoada de Divaldo Franco. Então, hoje com muita alegria estamos aqui dividindo a tarefa com essas nossas queridas irmãs, amigas do coração, a nossa Gisele, a nossa Tânia, com quem teremos a alegria de compartilhar esse estudo. Então, para que nós possamos nos preparar para ele, vamos convidar a Tânia para que nos conduza os pensamentos em prece. Por favor, Tânia. Vamos então elevar os nossos pensamentos ao querido mestre Jesus, rogando a ele que nos ampare neste momento, trazendo até nós as mensagens. edificantes e renovadoras que levaremos conosco para a nossa caminhada, buscando de alguma maneira a renovação que é imprescindível para o nosso crescimento espiritual. Mas rogamos também, Jesus as tuas bênçãos em favor de todos aqueles que neste momento padecem algum tipo de privação para que o teu conforto, o teu bom ânimo chegue a cada um e que estas reflexões iluminem as nossas mentes, envolvendo-nos neste momento com a tua infinita paz com o teu infinito amor hoje e sempre. Que assim seja. Que assim seja. Então, amigos, hoje nós faremos o estudo do capítulo 25, que o benfeitor intitulou aqui prognóstico sombrio. Nós veremos que o capítulo, conforme nós vimos na semana passada, eh vamos observar que o capítulo dará sequência a muitos elementos que o benfeitor tratou no capítulo anterior. E aí nós vemos que ao longo da obra toda Painéis da Obsessão, nós vamos vendo que Manoel Flomeno Miranda ao tecer uma série de considerações sobre esse tema importantíssimo da obsessão, tamanho eh o aprofundamento que ele faz, que muitas vezes os capítulos nos trazem elementos que vão abrindo esse leque de percepção. E nós vamos ver como nesse capítulo 25 ele faz muitas incursões, aprofundando ainda mais aquilo que nós vimos no capítulo anterior. Então, nesse capítulo

entos que vão abrindo esse leque de percepção. E nós vamos ver como nesse capítulo 25 ele faz muitas incursões, aprofundando ainda mais aquilo que nós vimos no capítulo anterior. Então, nesse capítulo nós vamos observar, é um capítulo extenso que nós vamos trazer aqui alguns pontos principais, mas que o benfeitor vai iniciar falando eh nesse capítulo sobre o fato de que a irmã Angélica, que era encarregada da orientação espiritual da comunidade para onde foi recambiado o seu pupilo, ela visando preservar a integridade psíquica e orgânica dele, ela trazia contínuas advertências que eram foram dirigidas aos trabalhadores daquela comunidade, incluindo também argos. e esclarecia ali as hábeis manobras de que se utilizam os espíritos vingativos que conclamavam aqueles aqueles participantes da comunidade. Há muita vigilância e oração conclamava então irmã Angélica. nota que não é do feitio das entidades, ou melhor, Manuel Filomeno de Miranda falando acerca de que não é do feitio dos espíritos das nobres entidades tomarem para si as responsabilidades que constituem experiências de cada pessoa e que são fatores então de crescimento individual em que todos vão passar porque se assim contrariamente se eles se envolvessem nessas experiências, eles estariam candidatando as pessoas a um tipo de parasitismo que eles esclarecem, auxiliam, mas eles não poupam ninguém aos compromissos de elevação, às tarefas reparadoras, aos deveres que são de cada um imediatos, que eles inspiram, consolam, suavizam asperezas da marcha, mas cada qual tem que caminhar com os próprios pés, com o esforço pessoal. Diz o benfeitor que Argos então na imaturidade que estava ali o assinalando, ele se esquecia de partilhar o seu tempo com e os seus conhecimentos com os sofredores, de cujas camadas ele também era recém-chegado para aplicá-los com aqueles aquiados, com bens materiais, ao lado de quem ele ingenuamente buscava se promover, sem a experiência amarga de saber como É fácil aos poderosos do mundo, diz Manuel Filomeno, desprezar e

com aqueles aquiados, com bens materiais, ao lado de quem ele ingenuamente buscava se promover, sem a experiência amarga de saber como É fácil aos poderosos do mundo, diz Manuel Filomeno, desprezar e esquecer aqueles que já não lhes interessam mais e que as ambições entorpecedoras elas respondem por tais opções. Mesmo que a consciência esteja vigilante, nem sempre, mesmo que a consciência nem sempre esteja de acordo com tais situações. Então, diz o benfeitor que Argos naturalmente dava-se conta daquele procedimento a que ele se entregava uma ou outra vez. Ele formulava ali propósitos de renovação mental e atitudes morais novas. Mas logo cessado aquele estado emocional, desabituado ao esforço contínuo, ele retornava aos mesmos hábitos frívolos. Manuel Filomeno refere que o seu interesse no estudo da problemática Argos Áurea, no desejo sincero que ele tinha de colher dados que a ele próprio fossem úteis e que também auxiliassem outros estudiosos da obsessão, conseguiu a permissão para acompanhar os eh esposos na novo estágio que eles viviam na comunidade espírita, que era dedicada ali à beneficência. E ele descreve aquele local como uma colmeia hospital, uma escola de aprendizagem e conquista da saúde espiritual, onde se movimentavam centenas de criaturas em superior intercâmbio de solidariedade e amor. ali aportavam essas criaturas eh tanto necessitadas do corpo quanto da alma, cansados, esperançosos de amparo que nunca lhes faltava, nunca lhes era negado esse amparo sobre a inspiração de Jesus, que diz ele que eh ali não que se respirasse um clima de beatitude vazia, como é do agrado dos ociosos, pois que numa oficina de trabalho Não há tempo para as horas inúteis e também não escavam problemas e dificuldades, já que isso é resultado do estágio espiritual de cada membro que participava daquele local e que não pode ser alterado de um momento, de um golpe para outro, conforme o desejo, diz ele, dos pioneiros da casa, pioneiros daquela que reconheciam a própria e a

mbro que participava daquele local e que não pode ser alterado de um momento, de um golpe para outro, conforme o desejo, diz ele, dos pioneiros da casa, pioneiros daquela que reconheciam a própria e a fragilidade. dos companheiros, dando-lhes tempo para amadurecer e santificar os pendores negativos. Também ali diz ele que não escassavam as sortidas das trevas, dos magotes de entidades odientas, inimigas, de muitos membros daquele clã espiritual que se rebelavam por não os alcançarem mais, porque eram impedidas de adentrar eh a natural defesa que resguardava ali os residentes e que também os adversários, dos que ali se beneficiavam, dos atormentados por obsessão, que ali se recompunham também. Então, enfim, eram os verdugos do bem em geral, que se arvoram a condição de justiceiros ou fomentadores da desordem, de campeões da alucinação ouizadores sistemáticos do fluido vital das pessoas distraídas e viciadas. Diz o benfeitor que ali havia de superior, aquilo que fluía ali de superior vinha da presença psíquica do Cristo através dos abnegados mentores que operavam ali, que cada um conhecia o seu dever. Os dirigentes viviam as suas responsabilidades sem margens a censuras, muito embora eles sofressem, né? porque são censuras que procediam da inferioridade das criaturas, que viam eh a realidade de forma distorcida. Então, tratava-se de reviver ali a experiência comunitária dos discípulos de Jesus no passado com perspectivas para o futuro, que apesar de todos esses dispositivos de segurança e de trabalho, os seus membros não viviam em caráter de privilégio algum, que, aliás, privilégios que eram ali sim o serviço e a elevação moral, mas aqueles que não se mantivessem eh eh numa ação elevada, mantendo vícios mentais a que se aferravam, eles permaneciam em sintonia com os seus afins espirituais, levando-os assim a estados psicopatológicos compatíveis com aquela conduta através das suas provações redentoras. Diz o benfeitor que sem o esforço por libertar-se e só pelo fato deles ali

spirituais, levando-os assim a estados psicopatológicos compatíveis com aquela conduta através das suas provações redentoras. Diz o benfeitor que sem o esforço por libertar-se e só pelo fato deles ali viverem naquela comunidade, eles não estavam em regime de exceção, pois que nos códigos divinos isso não ocorre. Que cada um responde sempre pelos atos, pelos seus próprios atos e cada um respira no clima de paisagem que elege e na qual se agrada em permanecer. Emanuel Filomeno então refere que diante da atitude refletida do amigo, ele buscou na sabedoria da benfeitora auxílio para compreender melhor aquela situação. E ele indaga sobre qual seria a melhor atitude diante do procedimento inconsequente de Argos, visando auxiliá-lo com uma maior eficiência. E a benfeitora então o elucida-o, que sendo todos filhos de Deus, que o divino genitor a ninguém abandona. Tendo estabelecido leis de equilíbrio que funcionam com perfeição e com igualdade para todos, não existindo qualquer preferência diante do Pai, sem nenhum privilégio ou proteção especial, que assim, o próprio tempo, no momento próprio, traria o auxílio específico para a solução de todas as dificuldades. Porque a dor sendo uma mestra, ela ensinaria a conduta mais compatível com o objetivo de alcançar a paz. E Manuel Filomeno então segue perguntando se Argos ele não teria sofrido suficientemente. E a benfeitora então diz que se ele houvesse sofrido suficientemente ele não esqueceria com facilidade aquela dor que permaneceria então em esforço ercúlio para não cair na mesma situação. E ele então indaga se estaria sendo providenciado algum recurso especial de socorro a Argos. E a benfeitora diz que ele próprio estaria buscando esse socorro, já que quem desce ao Paul vive a condição ali existente, da mesma forma que ocorre com aquele que alcança o planalto. Então, preferindo ele a convivência com os seus adversários do passado, ele experimentaria a ação perturbadora, que facilitava-o, então, a avaliar o de que já desfrutava com

le que alcança o planalto. Então, preferindo ele a convivência com os seus adversários do passado, ele experimentaria a ação perturbadora, que facilitava-o, então, a avaliar o de que já desfrutava com aquilo que ele voltaria a sentir. E então ela acrescenta que a eles caberiam permanecer amando e confiando nos desígnios do Pai. E e ela então encerra ali a entrevista com Manuel Filomeno dizendo que quando alguém se encontra agasalhado e defendido, mas prefere a experiência da intempere, índole-lhe em busca, abandonando seu abrigo, é natural que ele aprenda sobre o rigor da circunstância elegida. E enquanto o homem, diz a benfeitora, se encontra psiquicamente sobre a proteção do pensamento e do amor de Cristo, mais fácil se lhe torna a marcha em razão da constante inspiração que ele recebe da assistência dos bons espíritos que auxiliam. Então, nesse ponto em que encerra a conversa Manuel Filomeno, Argos foi, diz bem diz o benfeitor, ele foi se afastando do convívio psíquico e físico dos companheiros operosos daquela comunidade. E ele foi se aliando aos mais irresponsáveis, mantendo uma vinculação mental com o astuto comparsa desencarnado, que lhe foi insinuando a ponto de restabelecer o conúbio obsessivo e que quando ele buscava o leito, então intoxicado pelo fluido deletério de Felipe, ele se sentia mal e quando a prostração vencia, ele não lograva dormir em paz, porque o algo, agora guardava assustando no instante do desprendimento parcial, fazendo então logo retornar ao corpo mais cansado e deprimido. As vezes o desencarnado, ele conseguia retê-lo e recordava-lhe as cenas selvagens de que ele fora promotor, o que lhe produzia terríveis pesadelos que lhe descompensavam o ritmo cardíaco, banhando-o em sudorese abundante e glacial decorrente do pavor. Nesse estágio, ele se lembrou da prece, mas como ela fluía dos seus lábios sem a tônica do amor, não irradiava dele, nem sintonizava com os núcleos de captação derrogativas, porque ela era destituída de elevação e ela era carregada de

rece, mas como ela fluía dos seus lábios sem a tônica do amor, não irradiava dele, nem sintonizava com os núcleos de captação derrogativas, porque ela era destituída de elevação e ela era carregada de egoísmo. Então, os amigos prudentes e devotados de ambos os lados, ele os afastara sistematicamente. Então, os benfeitores o assistiam com amor, porém a luta era sua, buscada pelo seu livre arbítrio. Então, restava agora acompanhar-se o desdobrar dos acontecimentos, a fim de auxiliar-se com precisão no momento oportuno. Laure ali na convivência íntima com o esposo, ela não ficava isenta da sua e também da influência psíquica de Felipe, inspirar, inspirando argos com ideias infelizes, suspeitosas, que produziam naquela na esposa quadros depressivos e tormentosos, tormentos desnecessários. Então, nas reuniões mediúnicas, de alguma maneira, ela conseguia se desencharcar daquelas vibrações eletérias, se colocando a serviço do bem. socorrendo os irmãos sofredores do além túmulo e conseguindo apoio e inovação íntima, seguindo com o compromisso abraçado. Então, o processo obsessivo ali se instalou em Argos e o recurso e e o curso da alienação seguiria o seu ritmo, que fosse decorrência então da vontade dele próprio. Esclarecido, sim, mas teimoso, diz o benfeitor. Então, os benfeitores lamentavam aquela situação do jovem que fora quinado com tantos inumer numerosos eh recursos valiosos que ele mal baratava na insensatez em que ele se comprazia. Então, diz o benfeitor que a humildade é a virtude escassa entre as criaturas, que o orgulho disfarçado de simplicidade e prepotência aparece tão logo surge o momento de se sentir contrariado. E que diz ele: "Não são poucos os candidatos à evolução que tombam no caminho, apesar da sua boa vontade, distraídos da vivência da humildade, eles abandonam o compromisso na primeira oportunidade, quando eles são vítimas do desalento, da amargura, ou que são vencidos por um intempestivo cansaço de que eles se fazem presas fáceis". E então diz Manuel Filomeno que

omisso na primeira oportunidade, quando eles são vítimas do desalento, da amargura, ou que são vencidos por um intempestivo cansaço de que eles se fazem presas fáceis". E então diz Manuel Filomeno que eh ali recebia aquela comunidade a visita periódica do Dr. Arnaldo Lustosa. E então naquele momento ele aproveita para trocar ideias sobre a problemática de Argos. E ele ouve daquele amigo experiente que Felipe, como qualquer perseguidor desencarnado, ele estimula as tendências inferiores, promovendo na vítima uma sutil fascinação pessoal pelo que ele pensa, na forma pela qual ele age, dificultando a renovação e instala na alma, então, o vigor da presunção latente em todos nós, sob o controle naqueles que vigiam as nascentes do coração, da onde procedem os nossos sentimentos, conforme nos orientou o próprio mestre, e que nos processos de obsessão de qualquer natureza, as conquistas morais do paciente é que vão eh ser o seu salvo conduto para o trânsito sem problemas durante a sua vilegiatura carnal. Então, Argos esquecido, eh, da parte que lhe compete, espera receber uma contínua ajuda dos benfeitores que ele não procura merecer, mas que ele aprenderá e que quando se resolver pela mudança de atitude, estaremos, diz o benfeitor Dr. Lustosa junto a Manuel Filomeno, que estarão ao seu lado com a mesma disposição fraternal para ajudar. Então o Manuel Filomeno ali junto com o Dr. Lustosa saem finalizando o capítulo para ver uma criança enferma e ao lado dessa criança estava o médium VCL amparado pela irmã Angélica, aonde a psicosfera estava saturada de vibrações superiores. E Emanuel Filomeno encerra o capítulo dizendo que a prece é sempre a força catalisadora de energias superiores, propiciadora de paz e progresso, verdadeira ponte lançada sobre o abismo entre a criatura e o seu criador, facilitando o intercâmbio que então se estabelece vigoroso a benefício do próprio ser. E é assim, então, com esse resumo que nós vamos passar a palavra. Seja bem-vinda, Tânia. Queremos muito

criador, facilitando o intercâmbio que então se estabelece vigoroso a benefício do próprio ser. E é assim, então, com esse resumo que nós vamos passar a palavra. Seja bem-vinda, Tânia. Queremos muito ouvi-la. Querida Ângela, querida Gisele, que alegria poder compartilhar neste momento os nossos estudos e reflexões acerca deste capítulo, como também aos queridos amigos que nos acompanham nesse estudo, a obra eh caminhando para o seu desfecho, né, nesse capítulo 25º. E eu queria muito, Ângela, agradecer a síntese que você trouxe desse resumo, foi maravilhosa. E eu queria iniciar exatamente trazendo um pouco a respeito deste desafio que todos nós vivemos em nossa jornada evolutiva. São desafios internos, são desafios externos. E o nosso processo evolutivo, ele vai se dar mediante o esforço que vamos fazendo para as conquistas que são indispensáveis para vencer essas adversidades e prosseguirmos em nossa trajetória. E aí nós observamos que a irmã Angélica, desde o início deste capítulo, ela vem falando a respeito das eh advertindo a respeito do que Argos estava eh escolhendo caminhar, mas não era somente em relação a Argos, porque como mentora espiritual daquela casa, a advertência que ela trazia era para todos os trabalhadores. E isso também deve estar sinalizando para nós que temos diversas maneiras de sermos advertidos quando abraçamos a seara de algum trabalho na casa espírita. E a recomendação que a irmã Angélica traz é da vigilância e da oração. Olhai, vigiai e orai para que não caiamos em tentações, para que não façamos escolhas equivocadas. E vem ela mostrando também que os benfeitores espirituais eles estão auxiliando, mas existe uma parte que compete a cada um de nós estarmos desenvolvendo. E aí vem a o o grande recurso do tempo que Deus oferece a cada um de nós, exatamente para que possamos fixar de maneira eh melhor esses valores do tempo. E o que a irmã Angélica reconhece em Argos, que diante de tantas oportunidades de trabalho, ele não estava sabendo aproveitar

mente para que possamos fixar de maneira eh melhor esses valores do tempo. E o que a irmã Angélica reconhece em Argos, que diante de tantas oportunidades de trabalho, ele não estava sabendo aproveitar adequadamente aquelas chances que chegavam para ele diante de tudo quanto ele já havia recebido, a exemplo da própria moratória, que deveria estar em um outro patamar, mas infelizmente eh, ele não estava sabendo valorizar. E ela coloca algo assim muito interessante que eh diz respeito à questão da beneficência, que é exatamente o caminho que nós vamos conseguir fixar esses valores preciosos. E fomos ao Evangelho Segundo o Espiritismo, exatamente para poder trazer um pouco a respeito desta página que está no capítulo 13º. Não saiba a vossa mão esquerda o que dê à direita. Na instrução dos espíritos, instruções dos espíritos, nós temos do item 11 ao item 16. E é interessante observar, item 11, nós temos Adolfo, bispo de Argel, item 12 nós temos São Vicente de Paula, item 13 nós temos Cárita 13 e 14, 15 espírito protetor e 16, João Bordô, 1861. Observemos a importância deste tema para trazer para nós a visão de diferentes espíritos sobre este conteúdo. E aí quando nós abrimos, né, neste primeiro tópico, Adolfo, bispo de Argel, ele vai dizer que a beneficência trará para nós as alegrias do coração. E que que alegrias são essas? Não são as alegrias transitórias, não é aquilo que nós vamos sentir agora e no dia seguinte nós já não estamos mais experimentando. Eh, e ele vai escrever também, Adolfo, que se nós pudéssemos ter como única eh ocupação estar tornando os outros felizes. E aí quando nós paramos para fazer uma reflexão a respeito disso, será que a nossa existência ela está no cotidiano pautada nesta ocupação de fazer os outros felizes? Talvez numa análise mais profunda, nós possamos perceber que ainda nos encontramos um pouco distantes disso, não que não nos ocupemos de trazer as alegrias e nos ocuparmos com o outro. Entretanto, isso não é a nossa ocupação geral. E quando este espírito

er que ainda nos encontramos um pouco distantes disso, não que não nos ocupemos de trazer as alegrias e nos ocuparmos com o outro. Entretanto, isso não é a nossa ocupação geral. E quando este espírito traz esta informação para nós, talvez fosse para mobilizar em nós mais essa direção de estarmos de fato buscando fazer o bem a todos aqueles que estão convivendo conosco, ocupando-nos para pensar neles, assim como nós estamos pensando. em nós mesmos. Aí ele segue eh recomendando a a sermos bons esta bondade, esta bondade que emana do nosso pai, o criador que tem como eh uma um dos seus atributos à bondade. Mas será que já adquirimos esta qualidade conforme o Pai depositou em nós? Porque sendo cocriadores na criação, tudo quanto emana dele chega também até nós. E é a partir desta compreensão que precisamos estar buscando nesta movimentação íntima alcançar todas estas propostas. E Adolfo também vai nos fazer um convite, isto é importantíssimo, para a leitura do Evangelho. Por que será que ele nos faz esse convite? E aí vem uma indagação. Certamente estamos a fazer a leitura do Evangelho, mas de que maneira fazemos esta leitura? Porque eu abri a página da beneficência e está lendo o que cada autor espiritual colocou a respeito disso. Vai ampliar o meu conhecimento. Mas talvez Adolfo tenha sinalizado para nós que esta leitura ela precisa estar investida da transformação, da renovação, da mudança que a todos nós se aguarda. Então, quando nós lemos que é preciso ser bondoso, eu estou sendo, aí vem a reflexão, talvez não como deveria. Qual é a minha proposta para poder chegar neste ponto? Aí vem todo este processo que o próprio estudo vai estar proporcionando as nossas vidas sair do ponto do conhecimento para ação. É a transformação. Hoje eu já vou ser diferente de ontem, porque o conhecimento que eu adquiri ou que eu atualizei, ele já me impulsiona a passos que são diferentes daqueles que eu dei no dia de ontem. Aí vamos seguir para o item 12 que foi eh escrito por São Vicente de Paula. São Vicente de

ri ou que eu atualizei, ele já me impulsiona a passos que são diferentes daqueles que eu dei no dia de ontem. Aí vamos seguir para o item 12 que foi eh escrito por São Vicente de Paula. São Vicente de Paula, ele vai dizer para nós que é preciso ser caridoso. Sabemos que a caridade é o amor em movimento. E aí vem o estímulo para esta ação. Vejamos que a irmã Angélica, ela traz que Argos não estava sabendo aproveitar a oportunidade da beneficência. aquilo que a instituição onde ele abraçou estava lhe convidando com as diversas frentes de trabalho. E quando eh nós temos São Vicente de Paula falando para sermos bons e caridosos, porque esta é a chave dos céus e que essa chave está em nossas mãos, aí vamos pensar. Ora, todos nós almejamos alcançar esse reino dos céus que está em nosso íntimo. E se essa chave está em nossas mãos, o que é preciso fazer para abrir estas portas? Aí vamos dizer, abrir as nossas comportas para poder enxergar o outro. E enxergar o outro é estar sendo tolerante, sendo indulgente, que aí nós avançamos neste tópico da beneficência para o que João vai estar colocando em relação à indulgência, que vem na própria resposta à questão 886, tão conhecida a nossa de O livro dos Espíritos. Qual o verdadeiro sentido da palavra caridade? Como a entendia Jesus? benevolência, indulgência e perdão. Então, este olhar diferente para com as imperfeições alheias, onde não vamos julgar, mas sim compreender o nosso irmão, ele agiu daquela maneira porque de fato era como ele poderia estar melhor oferecendo para todos nós. Mas quando chega o tópico 13, que é cárita, ela vai escrever o 13 e o 14. É algo que particularmente para mim me toca profundamente o coração, porque ela inicia dizendo: "Chamo-me caridade, sigo o caminho que conduz a Deus". E aí ela vai falando de algumas condições e que muitas dessas condições muitas vezes nós nos deparamos no nosso dia a dia e não temos este olhar perante aquelas mães que têm os seus filhos, que não tem o alimento para poder oferecer.

ondições e que muitas dessas condições muitas vezes nós nos deparamos no nosso dia a dia e não temos este olhar perante aquelas mães que têm os seus filhos, que não tem o alimento para poder oferecer. aqueles idosos que já não t mais os seus recursos, que ficam eh ou pedindo o auxílio ou não pedem. E ela própria diz: "Eu me coloco como aquele que vai estender a mão e que nós precisamos estar enxergando. Nós precisamos de fato ter este olhar diferenciado, porque não é preciso estender a mão como movimento de pedido, e sim a nossa percepção, o nosso sentimento que vai se ampliando e ao invés dele pedir, eu já me antecipo porque eu percebo. E na medida que nós vamos desenvolvendo os nossos sentimentos, nós vamos de fato tendo uma percepção mais avuçada daquele que está realmente necessitado ou aquele que se reveste de uma necessidade, mas que de fato não é tão necessitado como ele aparenta ser. E aí quando chega João já neste último tópico, ele vem dizer que nós precisamos dedicar algumas horas do nosso dia para este olhar. Então isto é tão profundo que na releitura deste capítulo logo me chamou atenção. É preciso tocar estes corações a respeito da beneficência. Nós temos tanto a fazer e a vida está sempre a nos oferecer tantas oportunidades que nós não podemos deixar que elas passem em vão. E aí vamos pensar Argos, ele tinha os seus propósitos de renovação, sem sombra de dúvidas, mas esses propósitos eles logo eles se desvaneciam. Por quê? O que é que tocava mais a ele naquele momento? Então, quando nós estamos nessa jornada evolutiva, nós nos deparamos com muitos chamados e é preciso estarmos muito conectados, integrados com a lei de Deus, com o evangelho de Jesus, para que os chamados da transitoriedade da existência, eles não nos afastem daquelas metas que abraçamos. Lembrando de quando Argos lá naqueles capítulos iniciais recebeu a moratória, a irmã Angélica, ela foi bem firme falando com ele do que era aquele momento, do significado. E isso de fato ele abraçou

. Lembrando de quando Argos lá naqueles capítulos iniciais recebeu a moratória, a irmã Angélica, ela foi bem firme falando com ele do que era aquele momento, do significado. E isso de fato ele abraçou como proposta para a sua renovação. Isso nos faz lembrar também o quanto nós abraçamos a nossa proposta evolutiva quando no planejamento para o nosso retorno nos é apresentado dos fatos principais aquilo que iremos transitar. Conhecemos quais serão os nossos grandes desafios e o que é que nós fazemos. Abraçamos a proposta? Eh, ficamos firmes, acreditamos no potencial de sermos vitoriosos, mas diante de tantas, tantos chamados que a vida está a nos apresentar, em alguns momentos nós vamos saindo deste caminho. E qual era o perfil de Argos? Está bem claro neste capítulo. Ele estava desabituado ao esforço que é preciso empreender em nossa marcha ascensional. Isso faz parte do nosso processo de evolução consciente. Eu, diante do reconhecimento das minhas necessidades de mudança, e isso se dá no processo de autoconhecimento, eu vou me esforçar para poder sair daquele lugar. Então, a minha vontade ela precisa estar firme para que eu possa estar perseverando. E aí, como eu não persevero, Argos, eu retorno aos hábitos viciosos. A espiritualidade estava amparando, sem sombra de dúvidas. Mas aqui no início do capítulo, a irmã Angélica deixa bem claro que os benfeitores eles não podem tomar a tarefa que compete a nós. Então eles vão nos instruir, vão nos orientar, vão nos trazer o bom ânimo, eh a perseverança. Agora, a parte que nos compete executar cabe a nós. E para que eu consiga de fato perseverar, eu tenho que estar eh trabalhando estes recursos internos, os meus talentos e a todo instante na vigilância e na oração, porque nós teremos a participação destas entidades viciosas, dos nossos desafetos que não estão tão interessados no nosso avanço. E se não tivermos a atenção neste sentido, vamos nos deixar cair nas malhas sutis da obsessão para que depois, não nos dando conta do processo, avancemos da obsessão

tão interessados no nosso avanço. E se não tivermos a atenção neste sentido, vamos nos deixar cair nas malhas sutis da obsessão para que depois, não nos dando conta do processo, avancemos da obsessão simples para a fascinação e quissá chegar ao ponto máximo da subjgação. Então, Argos, ele tinha o suporte espiritual, ele era um pupilo da irmã Angélica, mas ele não estava sendo o forte o suficiente para poder vencer. Qual é o título do capítulo? Prognósticos sombrios. Porque mesmo de diante de todo o aparato recebido, ele tinha a necessidade de perseverar. de se esforçar, de manter uma vontade ativa, mas esses recursos eles iam se escassando porque ele se deixava envolver pela aparência, pelo transitório e se afastando daquilo que é a beneficência. E aí vem a reflexão para cada um de nós. Porque esses personagens eles dizem respeito ao que estamos vivenciando? Será que neste momento isso também não está fazendo parte da minha caminhada? Então, nós deixamos a reflexão para que possamos pensar com mais com mais eh insistência a respeito deste processo contínuo da nossa existência, que temos todo este amparo da equipe espiritual, mas que é necessário fazermos a parte que nos compete. E aí nós lembramos daquele trecho da resposta da questão 132, qual o objetivo da encarnação dos espíritos. lá adiante, os benfeitores vão dizer, fazer a parte que lhe compete na obra da criação. Então, tem uma parte que é de cada um de nós. Eu vou receber a mão amiga do meu anjo da guarda, daqueles benfeitores que vão se colocar à disposição para me auxiliar, sem sombra de dúvidas. E quem de nós vai eh desconsiderar o auxílio maior do nosso mestre Jesus? Todos sabemos que ele está coordenando, comandando e que eventualmente ele desce a crosta terrestre, desce a essas zonas de sofrimento para que a sua luminosidade possa penetrar em nosso mundo íntimo, mobilizando estes talentos que nos foram concedidos para utilizarmos a nosso favor e em decorrência, em continuidade, quando favorece a mim,

ue a sua luminosidade possa penetrar em nosso mundo íntimo, mobilizando estes talentos que nos foram concedidos para utilizarmos a nosso favor e em decorrência, em continuidade, quando favorece a mim, automaticamente vai favorecer a humanidade. Então, essas são as nossas reflexões a respeito do capítulo prognósticos sombrios. Obrigada, Tânia. você nos deu um vasto material aí amarrando tudo isso e nos considerando aí mergulharmos na no capítulo da beneficência. Então, muito obrigada pelas excelentes eh reflexões que sempre nos vêm. Então, nós vamos agora passar pra nossa querida Gi. Agora sim, ela que vai nos falar, nos aprofundar aquilo que nos trouxe. Seja bem-vinda, Gi. Obrigada, Ângela. Boa noite, Ângela. Boa noite, Tânia. Boa noite a todos os amigos e amigas que nos acompanham. Sejam todos mais uma vez bem-vindos. o que falar, né, depois dessa aula da Tânia e também desse resumo que apresenta a Ângela com tantos detalhes, mas nos chama atenção também neste capítulo a respeito da questão da dificuldade da mudança íntima, da transformação. Claro, como a Tânia ressaltou, quando nós lemos a respeito do personagem, nós perguntamos a nós próprios a respeito das nossas dificuldades de mudança, o que que nós poderíamos fazer de diferente, né? Porque é para isso que as lições chegam até nós, para que a gente faça esse comparativo e que a gente também consiga abrir um pouco mais ainda a nossa consciência para esse autodespertamento, que é também um pouquinho do que nós vamos tratar com ajuda, claro, das lições preciosas da mentora espiritual Joana de Angeles, através do querido Divaldo Franco. Então, nós começamos a refletir a dificuldade dessa mudança e que existem muitos fatores que estão envolvidos nesse processo do vir a ser pro qual todos nós fomos criados. Quando estudamos, né, em Kardec, que a felicidade é o destino de todos nós, ela vem com esse vir a ser, esse Deus interno que reside dentro de cada um de nós, essa luz que Jesus, né, nos convidou que brilhasse através do

, em Kardec, que a felicidade é o destino de todos nós, ela vem com esse vir a ser, esse Deus interno que reside dentro de cada um de nós, essa luz que Jesus, né, nos convidou que brilhasse através do exercício das virtudes, né, que estamos aí atrás das conquistas das virtudes. Bom, quando já estamos despertos para corrermos atrás desse tipo de conquista e não apenas para as conquistas materiais que são passageiras e que não nos trazem essa felicidade que é permanente. Mas para isso, nós também temos que nos lembrar que somos seres triunos, como trinos, aliás, como diz a mentora Joana de Angeles no livro Estudos Espíritas, quando ela vem trazer que o nosso espírito, que é essa energia inteligente que passando pelas condensações das moléculas vai na sequência constituir o perespírito semimaterial. e que carrega todo o nosso arquivo ancestral para então congelar, ela fala, e concentrar as partículas que vão se manifestar no nosso corpo somático. Então, nós somos aquilo no o nosso corpo físico, ele vai refletir aquilo que nós somos na intimidade, nosso verdadeiro eu, né? aquilo que nós pensamos, aquilo que nós carregamos no nosso íntimo e que muitas vezes nós disfarçamos. Mas como como temos que evoluir, chegam as provações, os testemunhos, as expiações que nos causam essas dores, que nos causam essas reflexões profundas. Então, o perespírito, segundo a mentora, ele pode ser considerado como nosso o HD do nosso espírito, né, que vai trazer em si gravado a estratificação das nossas ações, boas ou más, que vai imprimir com fidelidade ao novo corpo informação, do qual organiza célula, célula, molécula, molécul molécula, para o qual se torne molde. Então, nós somos consequência de nós mesmos, né? Nós já sabemos que não podemos transferir as a ao que nos sucede à divindade, mas a responsabilidade é nossa. Então, a nossa transformação moral íntima, ela vai implicar que nós eh voltemos o nosso olhar para as nossas memórias mais profundas, sabe? aquelas que a gente não quer nem ouvir falar,

idade é nossa. Então, a nossa transformação moral íntima, ela vai implicar que nós eh voltemos o nosso olhar para as nossas memórias mais profundas, sabe? aquelas que a gente não quer nem ouvir falar, que dá até um mal-estar, às vezes só da gente lembrar, a gente adoece, mas é necessária essa viagem, porque aí nós vamos trabalhar os nossos traumas que muitas vezes são inconscientes, né? Nós nem sabemos ainda. Estamos vivendo a consequência e não conseguimos ainda aprofundar para chegar na causa desses traumas, dessas culpas, dessas ansiedades, desses medos. Mas a benfeitora coloca na sua obra da série psicológica tantas informações valiosas para nos auxiliar nesse sentido. E por mais que tenhamos dificuldade em compreender a fundo as suas lições, que possamos persistir, porque uma hora entre, uma hora a gente consegue ah elevar um pouquinho mais a nossa capacidade de compreensão e entrar nesse psiquismo da benfeitora e compreender as lições que ela vem nos trazer para todos nós, né? Então tudo isso, todos esses conflitos que a gente carrega, eles vão acabar desembocando em padrões de comportamentos nossos de longa data. E muitas vezes nós vamos repetindo esses padrões ao longo das reencarnações, tanto que eles se tornam cristalizados, né, no nosso perespírito que vai arrastando nas reencarnações, né, na formação do novo corpo biológico, essas marcas. Então, para que a gente possa chegar ao autodescobrimento, com essa finalidade do bem-estar e da plenitude, faz necessário alguns requisitos. Segundo a a mentora, né, no livro autodescobrimento, uma busca interior, ela trabalha muito esse tempo. Vale a pena a leitura. Então, nós temos que estar insatisfeitos pelo que somos, pelo que possuímos ou pelo como ou por como nos encontramos. Temos que ter esse desejo sincero da mudança. Temos que ser persistentes no tentame, termos disposição para nos aceitarmos e nos vencermos. Quantos desafios, né? e capacidade para crescermos emocionalmente. Então, realmente é algo que não é fácil, né?

que ser persistentes no tentame, termos disposição para nos aceitarmos e nos vencermos. Quantos desafios, né? e capacidade para crescermos emocionalmente. Então, realmente é algo que não é fácil, né? Joana num outro livro, na após a tempestade, na última mensagem, ela vai terminar a mensagem para todos nós espíritas, dizendo assim: "Não é fácil. Nunca foi dito que seria fácil, mas é necessário, porque senão nós vamos continuar repetindo os mesmos padrões e vamos permanecer estacionados na evolução ou uma dor muito grande vai ter que chegar fazendo esse convite da transformação, né? E ao lado destes fatores, como a Tânia também muito bem já falou, nós temos, como vimos estudando, né, desde 2021, se eu não me engano, a interferência dos espíritos nas nas nossas vidas. Quantos nossos vícios mentais abrem as portas psíquicas para essas interferências espirituais negativas, porque elas que vão permitir essa sintonia através da afinidade com esses desencarnados. Se estamos dispersos, invigilantes, nós mantemos o nosso padrão vibratório em zonas inferiores da vida. Afinal, também estamos nesse mundo de provas e expiações, onde a maioria ainda não é de espíritos voltados ao bem. Então, é muito mais fácil nós cairmos do que nós nos mantermos em pé, vigilantes, com a vibração elevada. E isso tudo vai acabar nos trazendo as enfermidades orgânicas, né, que nós sabemos que abrem campo aí para que as obsessões também possam atuar neste sentido, né, as doenças simulacro, porque na verdade são eh frutos dessas simbioses, dessas obsessões. E aí então a mentora espiritual vai dizer, né, no livro que são muitos os efeitos perniciosos no corpo causados pelos pensamentos em desalinho, pelas emoções desgovernadas, pela mente pessimista e inquieta na aparelhagem celular. Determinadas emoções fortes, como o medo, a cólera, a agressividade e os ciúmes provocam uma alta descarga de adrenalina na corrente sanguínea graças às glândulas suprarrenais e que essa ação emocional reagindo no físico produz

, como o medo, a cólera, a agressividade e os ciúmes provocam uma alta descarga de adrenalina na corrente sanguínea graças às glândulas suprarrenais e que essa ação emocional reagindo no físico produz o aumento da taxa de açúcar, mais forte contração muscular em face da volumosa irrigação do sangue e a capacidade de coagulação mais rápida. E a repetição deste fenômeno vai provocar várias doenças, como diabetes, artrite, hipertensão. É curioso que ela nos traz exemplos de doenças e a causa dessas doenças eh no nosso espírito, né? a os emoções, os sentimentos, as emoções não trabalhadas, os a forma ainda equivocada de nós enxergarmos a vida, de nós pensarmos a respeito da nossa conduta, como nós agimos frente à vida, é que vai dar essa resposta para nós em forma dessas doenças. E o benfeitor Manuel Filomeno de Miranda vem trazer neste livro que estamos estudando a informação de que o pessimismo, a revolta e a leviandade são fatores também que desencadeiam a obsessão e que no caso do personagem personagem Argos, o seu sistemático mau humor era o que o fazia se vincular ainda mais ao antagonista desencarnado. E aí a gente fica se perguntando, como está o meu humor? É um bom humor? É um mau humor? Estou sendo pessimista? Estou sendo otimista? Tenho alegria no meu dia? Agradeço a Deus? Tenho essa gratidão? Ou sou uma pessoa revoltada? Nada tá bom, reclamo o tempo todo, sou leviana, né? para que a gente possa fazer essa autoanálise. Então, a mudança, como a Tânia já muito bem disse, deve vir de cada um de nós. Quando vamos despertando a consciência paraa realidade do que nós somos, da finalidade para a qual nós estamos reencarnados, nós, então, através da vontade firme, vamos assumir uma postura diferente diante da vida. seremos os autores da nossa do nosso destino, não mais vítimas, né? Então, a lapidação das arestas morais negativas, né? Essa autotransformação, ela vai criar, diz o mentor no livro, as defesas que impedem a instalação desses pluges obsessivos e também são capazes

né? Então, a lapidação das arestas morais negativas, né? Essa autotransformação, ela vai criar, diz o mentor no livro, as defesas que impedem a instalação desses pluges obsessivos e também são capazes de produzir satisfações indescritíveis que nos levam à perseverança, ao esforço iluminativo, sem o qual ninguém alcança a saúde integral. No caso em questão Argos, ele não conseguia perceber a presença amiga dos benfeitores porque ele permanecia, diz, né, Filomeno, envolto nessa barreira vibratória criada por ele mesmo, pela própria conduta, pelo padrão vibratório que ele tinha. Então, a sua conexão era direta com o perseguidor Felipe. E ele que pese se sentisse mal por eh por essa intoxicação dos fluidos deletérios que vinham do seu antagonista espiritual, ele ignorava essa realidade. diferente de nós que já temos condições de fazer essa análise quando nós passamos por situações assim, quando fala lá que Argos não consegue dormir bem, que acorda cansado, que tem taquicardia na madrugada porque começa a rever o que ele fez no passado. Se isso sucede com a gente, o que a gente tem feito com esse tipo de informação que chega? Será que a gente vai atropelando o dia conforme vem os compromissos ou a gente tem a disciplina? de refletir, de aproveitar esse essa oportunidade para mudar um pouquinho a sintonia, elevar a sintonia, como termina o capítulo falando a respeito da importância da prece. Então, os espíritos amigos, eles estão a todo momento nos amparando. Só que muitas vezes nós é quem impedimos o acesso deles até nós não conseguimos captar a inspiração que chega do mais alto porque não fornecemos a condição vibratória necessária. A preferência de Argos naquele momento estava sendo a de conviver com os seus adversários do passado. E ele assim experimentava essa ação perturbadora, que no futuro acabaria fazendo com que ele retornasse ao estado em que ele se encontrava, de dor e de sofrimento. Olha a vida como vai fazendo com que a gente volte a repetir a lição até que a gente aprenda, né? Então, a

ia fazendo com que ele retornasse ao estado em que ele se encontrava, de dor e de sofrimento. Olha a vida como vai fazendo com que a gente volte a repetir a lição até que a gente aprenda, né? Então, a dor destaca a mentora espiritual Angélica, funciona com maestria, ensinando a conduta mais compatível com o objetivo de alcançar a paz. E a benfeitora Joana, através de Divaldo, vai falar no livro Desperte e Seja Feliz. Inclusive, é um trecho que tem nesse capítulo que nós estamos estudando hoje, o 25. Ela vai fazer a distinção dos três tipos de dores. Ela coloca a dor elevação, a dor conquista e a dor resgate. dor elevação com vistas ao futuro para coroar a luta na etapa final, como por exemplo os mártires, né, que vieram aqui pra terra e muitos que estão vindo com a misericórdia divina que vem, passam, né, pelas experiências de dor, de sofrimento, mas com a finalidade de dor, elevação, para mais se elevarem ainda. Não tem mais que resgatar ou conquistar. Já a dor conquista, que se refere ao presente como forma de aprimoramento e crescimento espiritual, né? Conforme já dissemos, mundo de provas e expiações, passaremos por esse tipo também de processo de de amadurecimento, de elevação. E por fim, a dor dor resgate, que se refere a a atos cometidos no passado. E a mentora espiritual ainda puxa a nossa orelha e diz assim: "A tua é resgate, sim, que o teu amor não conseguiu evitar. Por isso mesmo, ama, né, o convite, amo. Nós estamos nessa tentativa, nesse esforço para tentar compreender como amar, né? Como que nós podemos trabalhar esse sentimento em nós, né? A Tânia trouxe a respeito da caridade. É um primeiro passo, com certeza. Então, por isso, conforme ressalta Filomeno de Miranda e asevera também a benfeitora Joana de Angeles nas suas obras, é necessária a autoavaliação, essa viagem para dentro de nós mesmos, conforme a questão 919 do livro dos espíritos, muito conhecida por nós, mas talvez pouco praticada ainda, né? Mas como que nós vamos mudar, sabendo de tudo isso que nós precisamos

entro de nós mesmos, conforme a questão 919 do livro dos espíritos, muito conhecida por nós, mas talvez pouco praticada ainda, né? Mas como que nós vamos mudar, sabendo de tudo isso que nós precisamos fazer? Como que nós vamos mudar se eu não sei o que que eu preciso mudar? Porque se eu não admito que tenho conflitos, que tenho medos, que tenho ansiedade, que tenho a raiva, que tenho o mau humor, que eu tenho várias questões a melhorar, como que eu vou melhorar? Então, o primeiro passo é esse sincero, porém amoroso processo de autodescobrimento, porque também a mentora espiritual vai dizer que não é para que a gente faça esse processo de autodescobrimento de forma a nos culparmos de ficarmos com remorço, com dificuldade de avançarmos, porque aí nós ficamos estagnados, né? Não conseguimos avançar. olhar com carinho para quem ainda nós somos. Que a gente possa domar as nossas más inclinações, não ter vergonha ou escondê-las, mas domá-las, né? É o nosso corcel desgovernado, como está lá no livro dos espíritos. Então, por fim, Allan Kardec já vislumbrou nos ensinamentos da doutrina espírita uma ciência na busca da verdade, do autoconhecimento, da introspecção analítica, né? A gente precisa aprender a fazer silêncio. Muitas vezes a gente não quer fazer silêncio porque a gente tem medo do que a gente vai ouvir, né, de nós mesmos, da reflexão cognitiva sobre a nossa própria realidade e a do próximo. Não é uma filosofia meramente comportamental. é um instrumento de habilitação na direção do entendimento do complexo mecanismo que comanda a nossa conduta no mundo da convivência. Então é para isso que também nós estamos aqui neste momento, né, estudando estas obras, para que a gente possa, enfim, tomar esta postura e termos a coragem para mudar, para que o pior não nos chegue, né? Então, essas seriam as nossas considerações, reflexões, agradecendo a todos desde já pela companhia. Gi, querida, que maravilha ouvi-la. Você nos conduziu aí a a reflexões muito valiosas acerca desse

Então, essas seriam as nossas considerações, reflexões, agradecendo a todos desde já pela companhia. Gi, querida, que maravilha ouvi-la. Você nos conduziu aí a a reflexões muito valiosas acerca desse mergulho, né, no nosso autoencontro. E vocês duas construíram uma reflexão eh extremamente bem estruturada, porque quando nós vemos argos e nós observamos tudo aquilo que acontece ao longo, principalmente do aprofundamento que os benfeitores trazem, nós podemos, né, nos colocar exatamente nessas reflexões que vocês duas nos deixaram, que o quanto nós temos, nós também fomos extremamente aquinhoados com a bênção do conhecimento. da revelação, né, da do conhecimento do Cristo Rede vivo. É, então o quanto isso é uma um grande, como disse aqui uma uma amiga aqui no chat, né, o quanto isso é uma bússola nas nossas vidas. Então, que nós possamos pensar a respeito disso e que esses capítulos nos sirvam assim de uma eh um uma orientação fraterna que os benfeitores nos trazem. Então, foi uma alegria dividir o estudo com vocês, queridas amigas. a todos que nos acompanham, o nosso abraço e o nosso convite para que voltemos a nos encontrar na nossa próxima semana. Então, até lá. Ciao. Ciao.

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