T6:E25 • Painéis da Obsessão • Obsessão Sutil e Perigosa

Mansão do Caminho 25/05/2025 (há 10 meses) 1:10:45 1,809 visualizações

Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert | Estudo da Obra No vigésimo quinto episódio da temporada, o Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert aprofunda-se no capítulo “Obsessão Sutil e Perigosa”, da obra Painéis da Obsessão, de Manoel Philomeno de Miranda (psicografia de Divaldo Franco). Com Andreia Marshall como host, Vânia Maria de Souza no resumo e reflexões aprofundadas de Andreia Marshall e Lusiane Bahia, este episódio revela os aspectos mais sutis da obsessão espiritual, muitas vezes ignorados, mas extremamente perigosos para o progresso da alma. ✨ Um conteúdo indispensável para quem deseja compreender os mecanismos espirituais e fortalecer-se diante das influências invisíveis. 📘 Livro: Painéis da Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda (por Divaldo Franco) 📺 Assista, curta, comente e compartilhe! #Espiritismo #PainéisDaObsessão #ManoelPhilomenoDeMiranda #AndreiaMarshall #LusianeBahia #VâniaMariaDeSouza #GrupoSuelyCaldasSchubert #EstudoEspírita #ObsessãoEspiritual #DoutrinaEspírita #TVMansãoDoCaminho #EspiritismoPLAY

Transcrição

Sejam todos muito bem-vindos a mais um estudo da grandiosa obra Painéis da Obsessão. Hoje estamos aqui presente, eu, Andreia Mareto, alguns de vocês já me conhecem. Temos também a nossa querida irmã Vânia e a nossa querida irmã Luziane. Antes de nós eh começarmos, como sabem, alguns já estão seguindo, já fazem alguns capítulos. Nós estamos no capítulo 24, obsessão sutil e perigosa. A nossa Vânia hoje fará o resumo e logo depois nós estaremos aprofundando um pouquinho mais, trazendo algumas outras obras dentro da qual vamos citar para que vocês possam acompanhar uma leitura um pouco mais ampla dentro dos seus próprios tempos, no lar, no centro espírita, como quiserem. Mas antes gostaria de convidar a nossa querida irmã Luziane para fazer a nossa prece inicial. Nossos cumprimentos de paz a Vânia, Andreia, todos vocês que estão aqui chegando e vamos paraa nossa prece. Querido mestre Jesus, agradecemos pela oportunidade de estarmos neste estudo unidos em teu nome. Os horizontes se ampliam para as percepções mais aprofundadas em torno da mensagem do teu evangelho, em torno da mensagem do Espiritismo. que nestes minutos que estaremos aqui juntos, mestre, possa nos abençoar, aclarando as nossas percepções, despertando as nossas mentes, tocando os nossos corações, para que as reflexões que aqui sejam feitas possam ter significado expressivo para cada um de nós, trazendo-nos propostas de renovação, de transformação, de atitudes mais serenas, de atitudes mais tranquilas, mais assertivas, mais coerentes. Gratidão te damos pelas bênçãos vertidas a todos nós. Permanece conosco, Senhor, sempre. Assim seja. Assim seja. Sendo assim, boa noite a aqueles que entraram agora. Nós vamos passar a palavra pra nossa querida Vânia, que nos trará o resumo deste capítulo. Queridos amigos que nos acompanham, este é o capítulo 24, como disse a Andreia. É um capítulo, gente, riquíssimo de ensinamentos e por isso não vai dar tempo da gente dizer tudo. Então, convidamos a todos para a sua leitura integral, que é um capítulo

lo 24, como disse a Andreia. É um capítulo, gente, riquíssimo de ensinamentos e por isso não vai dar tempo da gente dizer tudo. Então, convidamos a todos para a sua leitura integral, que é um capítulo muito longo, e por hora nós faremos apenas um breve resumo. Nosso querido Manuel Filomeno de Miranda inicia o capítulo esclarecendo que quando a pessoa se faz dócil à inspiração superior, sintoniza naturalmente com o programa que lhe cumpre desenvolver, recebendo a ajuda que flui do alto e tendo diminuídas as suas dificuldades. Obviamente, os espíritos bons não podem mudar os mapas cármicos dos seus pupilos. No entanto, quando os vem abraços, comprovações mais severas, interferem, auxiliando-os com forças edificantes, com as quais aumentam as suas resistências. também encaminham amigos encarnados, cooperadores, que transformam-se em alavancas do nosso progresso, distendendo distendendo-nos mãos generosas dispostas a contribuir em favor do êxito. As disposições de Argos facilitaram, portanto, a movimentação de recursos a seu favor. Certamente os testemunhos que ele deveria experimentar no futuro faziam parte do seu processo de evolução e não poderiam ser afastados. Seus compromissos infelizes em relação a Felipe e outras vítimas permaneceriam aguardando quitação. A enfermidade lhe deu ideia das responsabilidades menosprezadas, mas não chegou a amoldar-lhe o caráter, de modo a modificar-lhe a estrutura da personalidade, a prepotência e o orgulho. O instinto possessivo e o egoísmo, que a si tudo permite, permaneciam-lhe como chagas morais expressivas que a doença não conseguiu drenar. Seriam essas imperfeições de arcos que permitiriam aos seus adversários os meios para futuras induções obsessivas e novos problemas, visto que os espíritos perversos e infelizes sempre se utilizam das tendências negativas daqueles a quem odeiam para estimulá-las, levando-os desse modo situações penosas e perturbadoras. Se ao contrário, a pessoa se apoia nos recursos de elevação, difícil se torna

as tendências negativas daqueles a quem odeiam para estimulá-las, levando-os desse modo situações penosas e perturbadoras. Se ao contrário, a pessoa se apoia nos recursos de elevação, difícil se torna para seus animosos verdugos espirituais encontrar as brechas pelas quais infiltram os seus sentimentos infelizes. A comunidade onde Argos e Áurea se alojaram era o campo abençoado para sua redenção, onde poderiam também auxiliar outros náufragos espirituais a encontrarem o porto de segurança. Quando alguém se candidata a uma ação meritória, nunca deve esperar dos outros os exemplos de virtudes, nem as lições de levação, mas sim examinar as suas próprias disposições para verificar o que tem e o que pode em nome de Jesus oferecer. diz o nosso benfeitor. A simples candidatura ao bem não torna bom o indivíduo. Argos não era afeito ao trabalho metódico que exige disciplina e ação contínua. Após a cirurgia, ele evitava qualquer esforço, justificando-se com a deficiência orgânica, o que era, de certo modo, fruto do largo repouso a que ele se submeteu nos longos meses hospitalares. Esse comportamento dava-lhe bastante tempo mental para aspirações levianas e observações negativas. E à medida que os dias passavam, mais habitual e persistente se lhe tornava a conduta ociosa. Com aurea ocorria o oposto. A jovem assumiu um setor de socorro aos mais carentes, procurando crescer interiormente. Marcos, ao invés de acompanharem a marcha, passou a agasalhar sentimentos inferiores, tornando-se mau exemplo por falta de ação. E ante tal estado de espírito, Argos passou a receber as impursões psíquicas de Felipe, que percebeu que, gerando um clima de antipatia pessoal contra o seu rival, o levaria a querer desvincular-se da comunidade onde se encontrava protegido. E feito isso, seria presa fácil para sujeição à sua vingança largamente programada e esperada. A irmã Angélica e o médium encarnado Vences, percebendo o que ocorria, conclamavam o rapaz à luta, ao esforço intransferível, ao trabalho

para sujeição à sua vingança largamente programada e esperada. A irmã Angélica e o médium encarnado Vences, percebendo o que ocorria, conclamavam o rapaz à luta, ao esforço intransferível, ao trabalho perseverante, insistindo para que ele abandonasse o comportamento que o arrastava ao estado lamentável de vítima de si mesmo. Os esforços do médium e as diretrizes dos benfeitores espirituais, lamentavelmente, foram inúteis. E embora nunca desistam, os protetores espirituais não impõe a ninguém normas de conduta, nem rigidez de comportamento. Desse modo, estimulando-lhe a inércia que lhe era inata, e a indiferença à dor e aos sacrifícios alheios, Felipe insinuou-se na casa mental de Arcos, incutindo-lhe maior dose de soberba e de egoísmo, acabando por dominar de tal modo de grande parte do discernimento de Argos. Somente a humildade, escreve o benfeitor, que dá a dimensão da pequenez e fraqueza humana ante a grandiosidade da vida, faculta uma visão legítima que leva o indivíduo a recorrer à divindade pela prece, ungida com amor, antídoto, eficaz para os distúrbios obsessivos. Uma das primeiras atitudes do obsidiado com as características do caso Argos é o desdem a oração por crer que dela não necessita e também por menosprezar a sua utilidade e eficácia. Invigilante, Argo, Argos deixava-se seduzir por seu próprio orgulho sob a hipnose de Felipe, visto que agasalhando os conflitos negativos e negando-se ao trabalho edificante, caía em faixas vibratórias de baixo teor e tornava-se presa fácil para a sintonia com o inimigo. Nunca ser demais repetir que em todo o processo obsessivo, a vítima de hoje é o algós de ontem, transferido no tempo, sendo a dívida a razão do mecanismo perturbador. aquele que foi dilapidado, no caso Felipe, e manta-se ao infrator, no caso Arcos, que o infelicitou, e assume posição de cobrador ou justiceiro, com o que incide em erro não menor. Enquanto o amor não se desenvolve no defraudado, ante a mudança de comportamento do seu adversário, o problema permanece.

assume posição de cobrador ou justiceiro, com o que incide em erro não menor. Enquanto o amor não se desenvolve no defraudado, ante a mudança de comportamento do seu adversário, o problema permanece. Do mesmo modo, o obsessor, no caso o Felipe, devidamente esclarecido sobre o sobre o equívoco em que se demora mediante doutrinação por alguém que lhe tem autoridade moral e o sensibilize, pode então ele, o obsessor, mudar de atitude, resolvendo-se por abandonar o combate? O que não livrará o devedor, nesse caso Argos, de resgatar a sua dívida por outro processo de que se utiliza a soberana justiça. Na terapia desobcessiva, devemos cuidar do encarnado e do desencarnado. O trabalho não consiste simplesmente em afastar a entidade obsessora. Mas ampará-la, esclarecê-la. Os espíritos também têm sentimentos. Sofrem e amam, odeiam e lutam e esperam a ajuda que não souberam ou não quiseram oferecer. Por isso, o amor deve alcançar a vítima de ontem, que sofre há mais tempo, amparando-a de modo a que desperte para não mais sofrer e nem provocar sofrimento. A função da dor, nesse caso, reveste-se de um poder terapêutico de libertação para quem sabe aproveitar. É justo, portanto, que o encarnado se modifique para melhor com o que sensibilizaria o seu opositor e daí adquire recursos de paz e títulos de trabalho para o seu crescimento espiritual. Há, no entanto, pacientes obsidiados ou não, para os quais, graças à sua rebeldia sistemática e teimosia acomodação nas disposições inferiores, a melhor terapia a permanência da doença que os poupa de males maiores. No campo das obsessões, não são poucos os que logo que se melhoram abandonam o trabalho para retornarem aos hábitos vulgares em que se compraziam. Mesmo com Jesus, o fenômeno era habitual. Talvez por isso ele, Jesus não os tenha curado a todos. E dentre os curados ficou memorável a pergunta que Jesus dirigiu ao exranceniano, que lhe foi agradecer. Não foram 10 os curados, porque só este veio agradecer. Não basta, pois, meus irmãos, diz o

os. E dentre os curados ficou memorável a pergunta que Jesus dirigiu ao exranceniano, que lhe foi agradecer. Não foram 10 os curados, porque só este veio agradecer. Não basta, pois, meus irmãos, diz o benfeitor, frequentar a casa espírita, porque não é o fato de enxergar o medicamento que propicia a saúde, mas a ingestão dele e posterior dieta ao lado de outros fatores que permitem o retorno ao bem-estar. Felipe valeu-se da fraqueza moral de Argos para estabelecer contato telepático e prosseguir na indução obsessiva, utilizando-se desse método sutil e perigoso pela estimulação das cargas negativas do comportamento do seu desafeto, com o fim de promover-lhe um quadro complexo de distúrbios da emoção e dominá-lo depois. Os benfeitores, como sabemos, auxiliam e esclarecem, mas não poupam ninguém aos compromissos próprios elevação, às tarefas reparadoras, aos deveres imediatos. Eles inspiram, consolam, suavizam asperezas da marcha. No entanto, cada qual terá que caminhar com os próprios pés. Seria esse o nosso resumo, querida Andreia. Maravilha. Muito obrigada, Vânia, por este resumo tão maravilhoso. Nós vamos dar sequência, então, aprofundar um pouquinho em torno do que ela trouxe para nós do capítulo 24, caso vocês tenham entrado agora, que é de fato de muita importância. O entendimento em torno da obsessão faz-se ainda um dos temas tão importante dentro da doutrina espírita para que nós, ao termos o conhecimento, ao nos instruirmos dentro de cada parte que nos é trazida por Allan Kardec, nós possamos também ter a coragem de fazer o trabalho interno da transformação moral. Então nós decidimos dessa parte de aprofundar recorrer ao nosso mestre lonês, Alan Kardec. Est somente retirando um dos trechos dentro da qual a gente queria a aprofundar um pouquinho do capítulo em que Manuel Filomeno de Miranda, ele vai trazer para nós toda e qualquer obsessão é sempre resultado da anuência consciente ou não de quem a sofre por debilidade moral do espírito encarnado, que não lhe

ue Manuel Filomeno de Miranda, ele vai trazer para nós toda e qualquer obsessão é sempre resultado da anuência consciente ou não de quem a sofre por debilidade moral do espírito encarnado, que não lhe antepõe defesas ou por deficiências do comportamento que propiciam o intercâmbio em razão da preferência psíquica que apraz a ele manter. É interessante que quando nós lemos trechos assim e começamos a pensar um pouquinho sobre a influência do espíritos, dos espíritos em nossas vidas, embora muitos de nós lembramos da pergunta 459 de O livro dos Espíritos de Core salteado, nós nos esquecemos de fato de que os espíritos eles influem, tên nossos pensamentos a tal ponto que de ordinário são eles que nos dirigem, mas é necessário que a gente entenda como isso de fato ocorre. E Leon Deni na obra No invisível, ele vai dizer para nós que um vasto império de almas está povoado de entidades ou benzejas ou maléficas que estão em torno de nós. Elas se desdobram por todos os graus da infinita escala dos espíritos, desde as mais baixas e grosseiras, vizinhas da animalidade, até os nobres e puros espíritos mensageiros de luz, que a todos os confins do tempo e do espaço vão levar às irradiações do pensamento divino. E a forma poética em que ele nos traz nos faz refletir um pouquinho, porque ele ainda vai trazer para nós a orientação. Se não sabemos ou não queremos orientar as nossas aspirações, nossas vibrações fluídicas na direção de seres superiores, captar a assistência que eles nos trazem, que eles querem nos oferecer, porque é de pleno amor e cuidado. Nós então ficamos a merc das influências más que nos rodeiam, as quais em muitos casos tem conduzido e tem conduzido o experimentador imprudente das mais cruéis decepções. Vejamos que interessante, porque o que a nossa querida Vânia nos trouxe no resumo do capítulo 24, e de novo, nós lembramos a necessidade da leitura em casa. Certas vezes nós ouvimos algo aqui na live, mas de fato é na leitura, nos momentos em que estamos refletindo, é que nós vamos retirar a

o 24, e de novo, nós lembramos a necessidade da leitura em casa. Certas vezes nós ouvimos algo aqui na live, mas de fato é na leitura, nos momentos em que estamos refletindo, é que nós vamos retirar a grandeza de um ponto ou de outro do capítulo. Mas a gente vai ver aqui que os benfeitores eles querem nos orientar, eles querem trazer para nós essas aspirações do alto que dependerá exclusivamente das nossas próprias vibrações. O que nos faz perguntar como como estamos vibrando nesse momento, como estamos sentindo, o que estamos pensando, com quais entidades nós estamos nos afinizando. E é por isso então que nós decidimos revisitar o capítulo 23 de O livro dos Médiuns, cujo tema obsessão. Algumas pessoas têm um pouco de receio da leitura dessa segunda obra das cinco que Allan Kardec nos trouxe das primeiras cinco, porque existem várias outras ainda mais incluindo a revista espírita, mas é interessante que as pessoas que têm talvez um pouco de receio não saibam que não é tão fácil, ou melhor, não é tão difícil de entender o que ele vai nos trazer. Allan Kardec, ele vai trazer para nós alguns subtemas dentro da obsessão. Ele vai falar da obsessão simples, ele vai falar da fascinação, ele vai falar da subjulação das causas da obsessão e os meios que nós temos de combater a obsessão. Então, quando nós éramos jovens, alguns de nós ou até mesmo adultos falamos: "Nós não nascemos com o manual de instrução". E a verdade é que nós que abraçamos a doutrina espírita, temos sim um manual de como viver-se bem. Porque como nós vemos um capítulo 23 falando meios de combater a obsessão e ainda trazendo para nós as causas, deveria ficar um pouco mais fácil o nosso entendimento acerca dessa questão que a todos nos abraça, sendo que não existe uma linha definitiva entre o plano físico e o extrafísico, entre os encarnados e os desencarnados. E Allan Kardec, então ele vai trazer para nós que a obsessão acontece quando espíritos inferiores dominam certas pessoas. E isso difere um pouco dos bons

ísico, entre os encarnados e os desencarnados. E Allan Kardec, então ele vai trazer para nós que a obsessão acontece quando espíritos inferiores dominam certas pessoas. E isso difere um pouco dos bons espíritos, porque os bons eles nos aconselham, eles tentam nos afastar e quando eles não são ouvidos, eles se distanciam. Os maus não, eles insistem e se aproveitam das fraquezas das pessoas. seja a fraqueza moral, seja fraqueza física ou as duas em conjunto, quando muitas vezes acontece quando conseguem dominar as pessoas, essas entidades agem como que se controlassem uma criança, influenciando totalmente o seu comportamento. E essa é a razão dentro da qual os benfeitores disseram a Allan Kardec na resposta da 459, a pergunta 459, de que ordinário eles nos influenciam a tal ponto que são eles que nos dirigem. Então, Allan Kardec, ele vai trazer para nós essas três tipos de obsessões. Ele traz a quarta que é da possessão. Nós não vamos entrar nela, fica o gostinho aqui para quem quiser buscar em casa, mas ele vai falar da obsessão simples. Quando um espírito malzejo se impõe a um médium, todos nós somos médiuns em níveis diferentes, em graus diferentes. Quando nós pensamos em um médium como Chic e Chico Xavier, Edivaldo Franco, Ivone do Amaral Pereira, nós podemos falar desses médiuns já que que que trouxeram na grandeza o que nós temos hoje disponíveis para nós. Temos aqueles que estão ainda trabalhando na faculdade mediúnica, seja ela de psicofonia, de psicografia, seja ela da vidência, o que for, e também nós outros que temos a capacidade de captar os pensamentos. E a gente vê então que todos nós somos suscetíveis à obsessão e não raras vezes temos sim a influência de uma obsessão simples que começa de uma maneira muito sutil e pode começar a caminhar para um lado muito perigoso. Então ele vai falar para nós, é esse que intromete-se contra a sua vontade, o espírito que se intromete contra a vontade daquele que ele está influenciando. E também a gente vai ver o da fascinação. Trata-se de uma

falar para nós, é esse que intromete-se contra a sua vontade, o espírito que se intromete contra a vontade daquele que ele está influenciando. E também a gente vai ver o da fascinação. Trata-se de uma ilusão que é criada diretamente pelo espírito no pensamento do médium, no pensamento da pessoa e que o paralisa, de uma certa maneira a sua capacidade de julgar as comunicações, de julgar certas situações. E nós vemos muito disso também em outras obras, como por exemplo as outras obras, o nosso querido benfeitor Manuel Filomo de Miranda, André Luiz e assim vai. E isso também nós encontramos no item, no capítulo 23, no item 239 de O livro dos Médiuns. E vemos ainda a subjugação. No item 240, a subjção nos é trazida como uma opressão que paralisa a vontade daquele que sofre e que faz o agir contra a sua vontade. Numa palavra, a pessoa, o paciente, como diz Allan Kardec, fica fica sobre um verdadeiro julgo. No primeiro caso, o subjugado é constrangido a tomar decisões, muitas vezes absurdas e comprometedoras, que por uma espécie de ilusão, ele julga sensatas. é uma espécie de fascinação. No segundo caso, o espírito atua sobre os órgãos materiais e provoca movimentos involuntários. Então a gente vê que ele vai indo de gradações a gradações, sendo que a subjugação ela é de uma das da dos casos mais severos dentro da obsessão. E às vezes a gente pode pensar, poxa, da obsessão simples a fascinação e subjulação não é tão difícil da gente impedir que se caminhe até lá. Mas a gente precisa prestar muito atenção, porque da obsessão simples a um a fascinação é somente um passo muito largo, mas é somente um passo. E aí os os Allan Kardec, perdão, vai falar que no médium, por exemplo, escrevente, vai se revelar por uma necessidade que a criatura tem de escrever constantemente, mesmo nos momentos mais inoportunos. Ele narra o fato de um médium que ficava tentando eh fingindo, não fingindo, mas colocando como se tivesse com uma caneta ou um lápis e simulava estar escrevendo com o dedo onde quer que eles se

unos. Ele narra o fato de um médium que ficava tentando eh fingindo, não fingindo, mas colocando como se tivesse com uma caneta ou um lápis e simulava estar escrevendo com o dedo onde quer que eles se encontrassem, mesmo nas ruas, nas portas, nas paredes. E algumas vezes a subjulação corpórea, ela vai mais longe, podendo até mesmo levar a vítima a atos muito mais ridículos do que esse. Ele vai citar para nós o exemplo de um homem que não era jovem eh e nem belo. E sob o domínio de uma obsessão dessa natureza de subjgação, ele se via constrangido por uma força irresistível. Ele se colocava de joelhos diante de uma jovem porque não nutria nenhum tipo de sentimento afetivo e pedia a em casamento. Ele falava que outras vezes ele sentia como se um joelho eh se forçasse bem na na nas costas dele, forçando-o a essa a esse tipo de ação nesses lugares públicos. E esse homem, embora ele passasse-se por louco entre as pessoas de suas relações, Allan Kardec diz: "Ele estava convencido de que não era doido. Na verdade, estava sim sofrendo dessa subjugação, porque ele tinha plena consciência das coisas ridículas que ele fazia contra a própria vontade, sofrendo isso horrivelmente. Isso me fez lembrar de uma pessoa que ficava na quina da de uma rua aqui perto de onde nós morávamos e conversando e ele fazia artes também em em postes e a gente começa a perguntar se a pessoa de fato ela é louca, se ela sofre de algum distúrbio mental ou se de fato não é a faculdade mediúnica de uma forma gritante, fazendo com que a pessoa fique naquela situação dessa forma tão terrível dentro da qual os espíritos atuam no ato de subjgação. Ele então vai trazer para nós no item 243 como que nós podemos reconhecer a obsessão, trazendo as características. A primeira é a persistência de um espírito às vezes na nossa vida com um pensamento contínuo. Vamos ver o que que nós podemos fazer. Vou me suicidar. Vou me suicidar. É um pensamento sutil, é um pensamento simples, que com uma insistência o espírito permanece porque

com um pensamento contínuo. Vamos ver o que que nós podemos fazer. Vou me suicidar. Vou me suicidar. É um pensamento sutil, é um pensamento simples, que com uma insistência o espírito permanece porque ele encontra esse espaço dentro de nós, pode se tornar um passo um pouco mais severo, mas ele vai também falar da persistência de um espírito em em se comunicar, queira o médium ou não, pela escrita, audição, pela tipologia, etc. A segunda, a ilusão, que não obstante a inteligência do médium o impede de reconhecer a falsidade e o ridículo das comunicações que recebe. Isso é muito importante também para nós que talvez já estamos inseridos em reuniões mediúnicas e estamos começando a atividade de sermos médiuns na escrita ou o que seja, ou até mesmo nós que estamos no diálogo ou na própria direção de reconhecer a falsidade, de reconhecer quando uma mensagem é de um pseudo sábio ou o que for. E me recordo de quando eu estava inserida numa reunião mediúnica lá atrás, já faz mais de 20 anos, estava a aprendendo a dialogar e me lembrei de um médium que no final trouxe por uma insistência, uma comunicação belíssima, mas alguns já estavam ah já tinham mais conhecimento do que outros, como eu, por exemplo, e no final, nas avaliações, trouxe a Alédium a informação de que talvez ali aquele espírito, ele embora fosse muito inteligente e tivesse trazido uma uma mensagem tão bela, ele não era ele não fosse um espírito de luz, não era um espírito nobre e sim um pseudo sábio que insistia em escrever através dele. E ele ficou muito melindrado com aquilo, ele não aceitou de jeito nenhum. Então, a obsessão simples que vai passando para a fascinação, é um médium que de fato ele acredita de todas as maneiras que ele não pode falhar, que é como se fosse falha dele. E é isso que é tão interessante no trabalho mediúnico. Os médiuns são testados a todos os momentos dentro do trabalho, do mandato mediúnico, até mesmo porque os benfeitores permitam que assim aconteça, para que nós tenhamos a capacidade de

alho mediúnico. Os médiuns são testados a todos os momentos dentro do trabalho, do mandato mediúnico, até mesmo porque os benfeitores permitam que assim aconteça, para que nós tenhamos a capacidade de discernir, de tentar conhecer a identidade dos espíritos que se comunicam para saber de fato se são aqueles com nomes respeitáveis e venerados ou não. E aí entra a questão da humildade, entra também a questão da confiança do médium nos elogios que lhes fazem os espíritos que por eles se comunicam. A gente começa a ver aí o porquê muitas vezes uma pessoa como Divaldo Franco quando viajava até mesmo no Brasil, ele tinha essa, não vamos dizer a versão, mas o receber elogios ou presentes ou troféis ou homenagens. Ele transferia a Allan Kardec Jesus porque ele sabia que ele era um meio de comunicação, ele era o médium. Então, a gente via o médium ali equilibrado, bem consciente da sua do seu mandato, da sua responsabilidade e que não era muito fácil de ser levado por elogios. Ele traz também a de reagir mal crítica das comunicações que recebe, como já mencionei aqui, a necessidade insensante, inoportuna de escrever, constrangimento físico qualquer que domine a vontade do médium e o force a agir ou falar contra a própria vontade e ruídos e perturbações persistentes ao redor do médium, esse ou outros que possam estar ali e que são aqueles que oferecem ao espírito o ectoplasma para poder criar essas manifestações físicas dentro da qual ele é a causa ou objeto visado. Então, como a gente vai ver, é muito a entender acerca das características da obsessão e dentro delas os graus variados. É por isso que Allan Kardec, no item 244, ele vai falar que diante do perigo da obsessão, um deve se perguntar se não é lastimável que alguém se torne médium. Se fosse tão fácil assim, ele vai dizer: "Não é a faculdade mediúnica que provoca a obsessão, mas se todos nós somos médiuns, como é que fica a questão da obsessão? Como é que fica essa questão do entendimento da influência dos espíritos em nossa vida? Então ele vai

ica que provoca a obsessão, mas se todos nós somos médiuns, como é que fica a questão da obsessão? Como é que fica essa questão do entendimento da influência dos espíritos em nossa vida? Então ele vai dizer: "A nossa resposta é fácil e pedimos que meditem cuidadosamente. Não foram os médiuns, nem os espíritas que criaram os espíritos, mas o contrário foram os espíritos que fizeram que houvessem espíritas e médiuns. Não sendo os espíritos, senão as almas daqueles que retornam." É claro que a gente sabe, o espírito desde que há homens tem essa o existe a mediunidade, porque são os espíritos, as almas daqueles que já viveram de todos os tempos. E então em todos os tempos eles exercem uma influência muito grande em torno da nossa humanidade. E é por isso que certa vez dentro da do dos lábios do nosso querido Alberto Almeida e de tantos outros que nós já escutamos, a gente vai entender a obsessão como sendo uma pandemia que cresce de uma forma sutil, muitas vezes sem ser percebida até mesmo por nós, porque ela se apoia nas nossas imperfeições. E é por isso que há obsessões. elas se apoiam em nossas imperfeições e isso pode causar sérios problemas mentais, especialmente quando há ignorância sobre a nossa natureza espiritual. Até mesmo nós que temos o conhecimento da nossa natureza espiritual, falta-nos ainda o entendimento e ainda a falta do comportamento ético e moral. E é por isso também que existe o mais gritante, ainda mais nos dias atuais, quando a gente nota nas redes sociais, ah, o mundo chamando, especialmente os jovens a esse mundo de perigos que muitos deles não têm noção. E é por isso que a gente fala sobre a mocidade, sobre a própria eh evangelização na casa espírita de ser de suma importância para que eles tenham conhecimento desse mundo que os rodeiam, que é o mundo invisível e dentro do qual temos, perdão, as influências constantes dos espíritos. Allan Kardec vai dizer que o Espiritismo, ele na verdade, o estudo do Espiritismo facilita o entendimento de todas essas questões. E

tro do qual temos, perdão, as influências constantes dos espíritos. Allan Kardec vai dizer que o Espiritismo, ele na verdade, o estudo do Espiritismo facilita o entendimento de todas essas questões. E é por isso que Leon Deni ele traz para nós algumas situações na obra no Invisível e que eu vou narrar, na verdade só vou narrar uma das histórias que ele traz para nós devido o nosso tempo para deixar um gostinho ah na na boca de cada um de vocês para buscar a leitura dessa obra fenomenal também em que ele explica um pouquinho um dos processos de obsessão e ele vai dizer: "Havia uma senhora ainda bem moça, que sofria de dores de cabeça de origem neurastênica e ao fim de alguns anos agravadas, com uma obsessão de suicídio me veio consultar. Então vamos parar aqui rapidinho para falar. O caso que a gente vai citar e narrar não é regra geral. Então, caso alguém esteja com uma dor de cabeça insistente, persistente, que busque de fato os médicos, que é por isso que nós temos, e claro, a casa espírita que vai nos ajudar, mas nesse caso, ele cita para nós o caso dessa senhora. Então, ele disse, um minucioso exame que ele fez, que ele fez revelou um organismo isento de qualquer tara fixa física. Ou seja, o que ela estava sofrendo não tinha nenhuma nenhuma questão física que ela estivesse a estivesse fazendo a sofrer o que ela estava sofrendo. Ao lado psíquico, ao contrário, deixava muito a desejar, emotivo, extravagante, facilmente sugestinável. A enferma, ela acusava com insistência uma opressão enlouquecedora e dizia ela que era sobre a nuca e era acompanhada de uma sensação de peso, às vezes intolerável sobre os ombros. Nessas ocasiões, ela sentia-se assaltada de um desejo quase irresistível de se matar. Então, a gente já começa a notar o quadro ali que estava tomando conta da vida dessa senhora. No curso de longa conversa, me revelou ela que antes do seu casamento havia sido requestada por um oficial a quem amava, mas com quem fora, por motivos da família, impedida de casar-se. Falecera este algum tempo

longa conversa, me revelou ela que antes do seu casamento havia sido requestada por um oficial a quem amava, mas com quem fora, por motivos da família, impedida de casar-se. Falecera este algum tempo depois e a breve trecho começara ela a sentir uma essa obsessão de acabar com a vida. Aí estava indubitavelmente a origem da ideia obsididente de um tratamento psicoterápico que se impunha. Várias sessões em estado de vigília foram efetuadas sem êxito. Foi aí que eu fiz em seguida uma experiência de reeducação na hipnose magnética e mesmo assim não obtive melhora alguma. Sugestões imperativas no sono hipnótico também não produziram nenhum resultado apreciável. Então, decidir com a anuência do marido, mas sem que o soubesse a enferma, operar com umcurso de um uma médium e ser Leondini narrando um fato que ele tinha lido e trazido para nós na obra, pro entendimento, tá? para ficar um pouco mais claro, foi então que aquela pessoa que estava tratando da senhora decidiu como marido, sem que ela soubesse, a operar com um concurso de uma médium que ele tinha estudado há algum tempo, que muitas vezes o surpreendera pela nitidez das percepções visuais que o seu dom de vidente lhe permitia descrever. Não revelei a médium uma única palavra da situação e só depois de haver adormecido a enferma é que a coloquei sobre a sua presença. Prevenia de que lhe não fizesse nenhuma pergunta alguma e que, por sua parte, se limitasse a descrever o que, mais simplesmente possível, o que o seu dom de vista psíquica a permitia ver, lhe deixasse ver. tão depressa, foi trazida ao pé da enferma, adormecida numa poltrona, que ela descreveu um ser que parecia agarrado às costas da paciente. Sem deixar perceber a surpresa, nem o interesse que despertava essa observação, pedia ela que indicasse a posição exata do ser invisível para ele, para mim, para o que estava fazendo a observação. Então, com a mão direita, ela disse, ele aperta a nuca da enferma e com a esquerda oculta a própria fronte. Depois, ofegante de comoção, exclamou:

le, para mim, para o que estava fazendo a observação. Então, com a mão direita, ela disse, ele aperta a nuca da enferma e com a esquerda oculta a própria fronte. Depois, ofegante de comoção, exclamou: "Meu Deus é um suicida e quer que ela se levá reunir". A meu pedido, lhe descreveu a fisionomia, a expressão, um olhar singularmente estranho. Podemos em seguida, eu e a médium, conversar com essa personalidade. Longa, extenuante foi a minha conversação, até que vim a experimentar um alívio, uma verdadeira satisfação ao saber pela médium que os meus argumentos como dialogador haviam convencido o espectro e que tocado de compaixão, ele prometia deixar a sua vítima em paz. É um caso muito interessante dentro dos outros que Leonelin nos traz, mas a gente vai ver de fato a médium vidente auxiliando esse outro doutor, essa outra pessoa que estava tentando ajudar a senhora, aquela que arrematada por dores de cabeças terríveis tinha vontade muitas vezes de se suicidar. Então, só duas horas depois de ter retirado a médium, foi que ele despertou a paciente e não revelou nada da experiência que ela devia sempre ignorar. Ao despedir-se, ela disse: "Sinto-me hoje mais aliviada." E dois dias depois, ela voltou a visitar. A transformação dela era visível. a sua atitude, expressão fisionômica, maneira de se vestir. Tudo denotava completa mudança em seus pensamentos. Suas naturais disposições, a sua jovialidade, o gosto pelas artes que tinha de fato faltado de um dia pro outro e o seu marido já não a reconhecia. tão brusca tinha sido a transição. E depois da aludida experiência, a jovem senhora, que não mais tornou a sentir a opressão na nuca, nem a sensação física de peso nos ombros, nem a obsessão psíquica de suicídio, sua saúde em todos os sentidos se se tornou perfeita. e uma discreta pesquisa que o permitiu a esse profissional ver que o oficial em questão não tinha morrido de febre infecciosa como algumas pessoas acreditavam, mas que ele tinha, na verdade, se suicidado com um tiro na

quisa que o permitiu a esse profissional ver que o oficial em questão não tinha morrido de febre infecciosa como algumas pessoas acreditavam, mas que ele tinha, na verdade, se suicidado com um tiro na cabeça e que também o seu caráter tinha ficado averiguado porque ele, na verdade, tinha a médium tinha descrito ele com um olhar estranho. Na verdade, ele também ficou sabendo por outras situações que o o a pessoa também tinha um certo olhar bem estranho. Então, como trabalhar na problemática da obsessão? Uma vez que nós estamos sempre em sintonia com esse mundo invisível e algo, como ocorreu essa senhora, pode ocorrer conosco, o que fazer? Como ter a solução do problema da obsessão? Essa parte eu vou passar paraa nossa doce Luziane para que ela possa trazer as explanações dentro do capítulo 24. Na sequência, Allan Kardec, na questão 465 questiona os espíritos da pleade do espírito de verdade: Por que os espíritos nos incitam ao mal? E a resposta dos espíritos é que eles querem fazer-nos sofrer. Na 465, letra A, Kardec pergunta: "Isso diminui o sofrimento deles?" E os espíritos respondem que não, mas que fazem por inveja. E na 466, Kardec, com a sua coragem de questionador, pedagogo e com o intuito de nos trazer sempre o aclarar das ideias, questiona: por Deus permite então que os espíritos nos incitem ao mal? A resposta que os espíritos apresentam vai na linha do que a nossa querida Andreia trouxe, mostrando a sintonia, que nós atraímos os espíritos que são malfazjos, que nós atraímos ao nosso campo mental estas realidades que se afinizam conosco às vezes de outros palcos, de outras evidências, de outros contextos, mas que também dentro dos estímulos do que agora vivenciamos, despertamos para com eles essa essas afinidades. Aquilo que o benfeitor emano é difere entre afinidade e sintonia. Eu posso ter afinidade com um determinado grupo de pessoas e aquilo já permanecer por um longo tempo. Por isso a afinidade. Então é natural que eu ande com aquelas pessoas, que eu converse com

ntonia. Eu posso ter afinidade com um determinado grupo de pessoas e aquilo já permanecer por um longo tempo. Por isso a afinidade. Então é natural que eu ande com aquelas pessoas, que eu converse com aquelas pessoas. Mas sintonia é questão do momento. Eu posso ter afinidade com essas pessoas que pensam positivamente, mas eu posso sintonizar num determinado momento com as coisas ruins. Exatamente a lição que Jesus trouxe a Pedro no momento em que pergunta: "O que é que dizem a meu respeito?" E todos dizem, cada um vai dizendo algo sobre o que se definia Jesus ou como se definia Jesus. E é de Pedro a resposta de que ele é o filho do Deus vivo e que ele é o Salvador, que ele é o Messias. E Jesus responde ou aconselha ou informa dizendo que ali Pedro falava sobre o verbo divino. Mas logo na sequência, quando Jesus vai narrar sobre os acontecimentos do Calvário, que inevitavelmente ele iria vivenciar, Pedro, movimentando agora o seu padrão vibratório para uma condição inferior, diz a Jesus que não vai permitir que isso aconteça. E o que é que Jesus diz a Pedro? Afasta-te de mim, Satanás. E aí Pedro se questiona, mas eu sou o Satanás, o espírito infeliz que vi por diversas vezes o Senhor expulsar das pessoas, dos endemoniados. E Jesus explica tão lindamente que é necessário vigiar as nascentes do coração, de onde promana os bons e os maus pensamentos, fazendo corroborar com essa explicação do benfeitor Emanuel sobre essa questão de sintonia. Naquele momento, Pedro, com padrão vibratório mais alto, sintonizou com o verbo divino. No instante posterior, por conta do medo, por conta dos receios, das dificuldades daquela notícia recebida, ele sintoniza num padrão vibratório diferente e é expoente de uma influência negativa. Quando Allan Kardec descreve isso pra gente em O Livro dos Espíritos, mostra-nos toda a sequência da questão 459 que a querida Andrea nos trouxe, mostrando que estamos sobre a influência dos espíritos. Mas por questão de justiça, quando lemos essa questão 459, nós

itos, mostra-nos toda a sequência da questão 459 que a querida Andrea nos trouxe, mostrando que estamos sobre a influência dos espíritos. Mas por questão de justiça, quando lemos essa questão 459, nós tínhamos que pensar na outra moeda também. E é nessa outra moeda que o benfeitor Manuel Filamento de Miranda, nesse capítulo 24, ele inicia. O benfeitor não vai iniciar falando da obsessão, ele vai falar, vai iniciar falando da sintonia que nós temos de ter com a espiritualidade maior e que essa sintonia é estabelecida a partir da docilidade. Ocilidade é uma característica dos corações puros, dos corações humildes, dos corações simples que buscam este patamar de conexão com esses expoentes maiores. Então, vejamos que essa questão 459 também sobre o nosso olhar precisa que nós identifiquemos que com eles também podemos sintonizar. André foi perfeita em trazê-la quando ela colocou assim: "De ordinário, são eles que nos dirigem". E ela nos diferiu exatamente a influência dos espíritos negativos e a influência dos espíritos positivos. Esses sempre vão respeitar o nosso livre arbítrio e os negativos sempre vão tentar nos arrastar para aquelas condições que eles querem como determinante. Mas a esperança está exatamente na obra que estamos estudando. As obras complementares do espírito Manuel Flamengo de Miranda, do André Luiz, da Joana de Angeles, do Emmanuel, são obras que vêm para lastrear, para robustecer a codificação com os exemplos vivos. Kardec fez todo o panorama, toda a base e nos coloca todo o sustentáculo, onde podemos pisar com segurança. E essas obras debruçadas na codificação vão renovando essas esperanças em nós. Então, quando a gente abre o capítulo 24 e lê o título, obsessão sutil, e a gente percebe que ali vai falar sobre obsessão. E o benfeitor começa que para as afinidades, para as conexões com o mais alto, é necessária a docilidade. Aquilo traz um refrigério, traz uma esperança. E a gente começa a querer desbravar no capítulo como é que eu posso sair dessas obsessões. E aí a

as conexões com o mais alto, é necessária a docilidade. Aquilo traz um refrigério, traz uma esperança. E a gente começa a querer desbravar no capítulo como é que eu posso sair dessas obsessões. E aí a personagem principal que é Argos e a gente acompanha isso dos outros capítulos, ele tem um investimento perfeito da espiritualidade maior. Ah, isso é privilégio? Claro que não. Todos nós temos investimentos. Os espíritos benfeitores investem em nós e não é pouco. E a gente tá vendo, lendo histórias de Argos, de Áurea e de tantos outros nessa magnífica obra, nós vamos vendo todo o investimento que os bons espíritos fazem, fazem para eles e fazem para nós. E a moratória que Argos recebeu o alerta as reuniões espirituais no plano espiritual para alertá-lo sobre a sequência dos atos. o próprio médico encarnado, ou seja, não era o médico da equipe espiritual, o médico que lhe dá alta, fala da necessidade de observar a qualidade de vida. E como é que ele interpreta isso? Ele interpreta como acomodação, como eu não posso fazer um esforço, mas a transformação moral não faz não exige de nós que nos exercitemos, que movimentemos além das nossas forças. A questão 643 do livro dos espíritos fala sobre trabalho, também fala sobre fazer o bem. E a pergunta do codificador é muito clara: Existe aquele que não possa fazer o bem? E os espíritos respondem categoricamente, táativamente: "Não há aquele que não possa fazer o bem." E quando não fazemos o bem, estamos com as lentes obnubiladas pelo egoísmo, pelo orgulho. Então, não é a condição médica, clínica, que o médico colocou para Argos que deveria impedi-lo ao trabalho, porque os benfeitores são claros, é dentro das nossas possibilidades. Mas o que que muitas vezes a gente faz nesse coeficiente das nossas possibilidades? Nós colocamos o limite muito próximo. Ao invés de nos testarmos, de arrostarmo-nos no investimento sobre nós mesmos, às vezes traçamos algumas acomodações, justificamos muito os nossos comportamentos, os nossos pensamentos e ao invés de fazermos um

e nos testarmos, de arrostarmo-nos no investimento sobre nós mesmos, às vezes traçamos algumas acomodações, justificamos muito os nossos comportamentos, os nossos pensamentos e ao invés de fazermos um parâmetro avaliativo de discernimento das nossas percepções, das nossas atitudes, dos nossos pensamentos, fazemos isso em relação ao outro. Então, na hora de estabelecermos o limite para as nossas forças, colocamos muito pertinho de nós. Aí alcançamos e acomodamos-nos. Só que uma mente acomodada pode trazer como significado uma mente ociosa. E uma mente ociosa como a de Argos foi campo aberto para o processo obsessivo. E aí a gente traz uma interessante, porque esse campo aberto nos lembra muito aquela parábola narrada por Jesus, a parábola do trigo e do joelho, em que Jesus narra dizendo sobre um campo em que o homem cochila e é disseminado ali, é multiplicado ali a erva daninha, a semente má. É exatamente o processo da obsessão. No momento nosso de cochilo, no momento nosso de distração, de invigilância, permitimos o joio. Abrigamos o joio no celeiro dos nossos corações. Por isso que no Calvário, as vésperas do Calvário, no monte das oliveiras, o que que Jesus pede aos discípulos? Orem. Pede aos três, a Pedro, João e Tiago. Orem. O que é que os três fazem? Cochilam. Jesus vai volta, vai e volta. E por três vezes os discípulos cochilaram. E o que é o cochilar? É o não estar desperto. É o não estar consciente. E quando assim acontece, nós ficamos à disposição destas mentes que nos influenciam. Ah, questão 459 fala dos espíritos maus e falam dos espíritos bons. Mas por que que a nossa sintonia é sempre pelos espíritos maus? Porque nos nossos comportamentos, ainda arraigados nas nossas imperfeições, como a Andreia muito bem trouxe, vai nos colocando nessas conexões que são habituais, são vícios. Dentro de uma acomodação, acabamos por agir como estamos acostumados a agir. E temos a dificuldade em muitos momentos de apresentarmos o que Jesus pediu. Jesus pediu a outra face, porque a outra

cios. Dentro de uma acomodação, acabamos por agir como estamos acostumados a agir. E temos a dificuldade em muitos momentos de apresentarmos o que Jesus pediu. Jesus pediu a outra face, porque a outra face requer esforço, requer trabalho, requer dedicação, requer o que ele pedia aos discípulos quando finalizou a etapa ali no Monte das Oliveiras. Oração e vigilância. Oração e vigilância. A mente ociosa torna-se uma mente preguiçosa. E a ociosidade, os espíritos nos dizem, são a é caminho aberto para o desgosto da vida. Questão 943 do livro dos espíritos. De o desgosto da vida. Ausência de fé, ociosidade, saciedade. A ociosidade abre, permite que estas mentes, outras frágeis, inferiores, que querem provocar o sofrimento em nós, mas que em nada diminui o sofrimento deles, muito, pelo contrário, se comprometem ainda mais que eles invadam essa nossa intimidade, essa casa mental que é nossa, é nossa e que só consegue ser invadida por nossa permissão. É a casa que temos de como a casa física de mantermos-nos em segurança, de equiparmos a casa física com instrumentos que vão assessorar a nossa segurança e não permitir que pessoas que queiram nos fazer mal adentrem a nossa casa física, a nossa casa mental também. A Vânia, quando descreveu-nos o capítulo 24, mostrou-nos a ausência de hábito do Argos pelas tarefas de disciplina. E a disciplina ajuda e auxilia no trabalho, que ajuda e auxilia na reforma e que faz com que nós tenhamos a mente concentrada no esforço. Como é que os espíritos benfeitores eles repousam? A benfeitora Joana de Angeles nos ensina que entre uma tarefa e outra, entre uma um dever e outro, é necessário um repouso. E ela diz: "Mas esse repouso pode ser feito com a troca da tarefa, com a modificação daquilo que a gente estava fazendo. a gente estava cumprindo uma tarefa e a gente pode cumprir uma outra e a nossa mente vai modificar a concentração para aquela outra tarefa. Isso significa um repouso, por mais que para nós não tenha muito sentido, porque ainda observamos trabalho sobre a

prir uma outra e a nossa mente vai modificar a concentração para aquela outra tarefa. Isso significa um repouso, por mais que para nós não tenha muito sentido, porque ainda observamos trabalho sobre a perspectiva material, mas todo o capítulo 24, como Vânia muito bem narrou e trouxe para nós, o benfeitor Manuel Florins Miranda mostra o tempo todo a necessidade do esforço, a necessidade do trabalho para que a ociosidade não traga esse ostracismo. essa permissividade, para que essa permissividade não venham as ervas e elas encontrem em nós numa sutileza inicialmente, mas uma guarida e impregnação com o tempo. A Andreia nos trouxe capítulo 23, obsessão simples por fascinação, por subjulação. Chico Xavier diz que a diferença dessas obsessões é igual um pássaro que vem sobre nós. Inicialmente ele começa a sobrevoar a nossa mente, a nossa cabeça. E sobrevoando e fazendo aquele pouso assim, leve depois levanta, leve, depois levanta. Se a gente sacode, ainda tá no nível de obsessão simples, tem uma influência, tem uma presença, mas a gente consegue de uma forma mais fácil também movimentar de maneira diferente. Mas ele diz que isso se prolonga um pouco mais se aquele pássaro tiver guarido e a gente deixar. Ele ficou ali e deixou. ali já vai para um grau mais intenso desse processo obsessivo. E chegamos a um estágio de subjulação, quando o pássaro já fez o ninho, já tá ali todo instalado, com moradia, todo abrigado e a gente nem consegue mais retirá-lo dali. Essa sabedoria do grande médium nos mostra a vigilância sobre o nosso pensamento. E exatamente o que Manuel Filomeno de Miranda coloca nesse capítulo. A obsessão ela é sutil porque Felipe aguarda o momento exato para investir obsessivamente. Nos capítulos anteriores nós vimos toda a proteção pro Argos. Ele recebeu uma moratória e ele estava todo assessorado pelos bons espíritos para que a moratória e toda as benfeitorias que foram trazidas à sua organicidade pudesse se instalar com segurança. Se ele estivesse a presença

ória e ele estava todo assessorado pelos bons espíritos para que a moratória e toda as benfeitorias que foram trazidas à sua organicidade pudesse se instalar com segurança. Se ele estivesse a presença influência de um espírito com afinidade com ele, mas no aspecto negativo, iria estremecer todo esse trabalho da espiritualidade e a moratória não teria um sentido, não alcançaria o seu objetivo. Mas depois desse momento, ele tem a sua independência de atuação e o seu livre arbítrio vai caminhando para atrair novamente a atrair novamente Felipe pela sua preguiça, pelo seu ostracismo, pela sua acomodação, pelo que é mais prático, que pelo que é mais fácil. O que que o benfeitor nos aponta como antídotos para obsessão? Ele nos aponta a humildade. Ele fala-nos da fé, da oração, do recolhimento e da concentração. Ele fala de uma vontade motivada e consciente. E o que é que ele mostra também que é o primeiro coeficiente de afastamento daquele que vai pro campo obsessivo, não querer orar. Assim, gente, a gente tem um compromisso para com a gente mesmo. Quando a gente chega em casa, é bem cansado e vai assim, faz todas as coisas para preparar, já para recolher. Chega o último estágio e a gente já tomou banho, já preparou tudo e vai deitar-se. Se a gente tá muito cansado, fica de pé, faz o Pai Nosso. Se a gente não tiver uma disposição, faz o Pai Nosso, que ali já tá memorizado. Mas se nem isso a gente consegue, a gente toma do Evangelho Segundo o Espiritismo. Aquela coletânia de preces, que é o capítulo 28, capítulo maior, é o maior capítulo do evangelho. Ele não tá ali por acaso. Ele está para os momentos das nossas dificuldades. Porque se as preces não são prontas, não devem ser cartilhas prontas, aquelas orações, elas estão por um motivo, para ensinar-nos uma forma de orar. Se a gente tiver dúvida, a gente tem ali como consultar para ver como é que a gente faz a prece oração, mas também pros momentos em que a gente não tá conseguindo concatenar as ideias. Então, a gente abre daquele livro que é

a gente tem ali como consultar para ver como é que a gente faz a prece oração, mas também pros momentos em que a gente não tá conseguindo concatenar as ideias. Então, a gente abre daquele livro que é um um livro iluminado e toma ali uma das preces que faz mais sentido para aquele nosso momento e lê e leiamos, mas leiamos em voz alta, porque a vontade de orar tem de sempre permanecer no coração nosso, porque é a nossa fonte de conexão com mais alto. Nós, seres humanos, temos as fontes limitadas. E sempre temos de manter esta ligação nossa, do nosso mundo íntimo com o mais alto, com a fonte inexaurível do amor que é Deus. Quando não nos mantemos conectados, seja por orgulho, seja por vaidade, seja por qualquer coisa, por preguiça, perdemos as forças. Por mais que tenhamos inúmeras vantagens, qualidades, desconectados de Deus, não somos os mesmos. Ele continua sendo Deus, mas nós ficamos frágeis, fracos e suscetíveis às influências. Então, primeira dica é quando a gente não tiver vontade de orar. Isso significa que a gente não quer conversar. E em todas as relações, quando a gente não quer conversar, possamos ter certeza que ali a relação tá caminhando para uma separatividade, para uma diluição. Quando a gente não quer orar, a gente não quer conversar com Deus. Então, a gente tá elegendo esse caminho de separatividade, de isolacionamento, de isolacionismo e ficamos cada vez mais apartados dessa realidade maior. Deus se afasta de nós jamais. Os benfeitores espirituais se afastaram de Argos jamais. Mas era Argos que estava se afastando. Em que pese as informações do médium que tava ali o tempo todo aconselhando, da irmã Angélica, que estava também do plano espiritual investindo, mas ele está caminhando para esse processo de enredamento da sua vontade, permitindo que a sua vontade seja atrelada e seja manipulada por outra entidade espiritual. No finalzinho do capítulo, eh, o benfeitor destaca, como a Vânia trouxe aqui na sua narrativa, de que nós temos de cuidar dos dois, encarnados e desencarnados,

anipulada por outra entidade espiritual. No finalzinho do capítulo, eh, o benfeitor destaca, como a Vânia trouxe aqui na sua narrativa, de que nós temos de cuidar dos dois, encarnados e desencarnados, obsessores e obsidiados. Por quê? Porque aquele que agora obsessou, com certeza foi a vítima do passado e que não conseguiu processar, lidar com isso emocionalmente, psicologicamente, não lhe fez bem. e agora se investe nessa vingança privada com ausência de fé e aí se enreda na obsessão, estando obsidiada também, porque é uma autoobsessão. A obsessão aprisiona e aí Manuel Flamengo de Miranda traz o espiritismo e traz a evangelização que a André trouxe aí também pra gente. evangelizar, levar o evangelho, trazer a luz dessa doutrina maravilhosa que vai fazendo com que os véus da ignorância, das interpretações equivocadas, tudo isso vá caindo e vamos ficando conscientes das nossas responsabilidades e sabendo principalmente que nenhum processo obsessivo, mesmo que seja no grau de subjulação de possessão, retira de nós a nossa responsabilidade. sempre temos responsabilidade pelas nossas ações. Se estamos ungidos à vontade de um outro espírito, aquilo ali tá acontecendo sob a nossa permissão. Então, os antídotos, diz diz Emanuel Flumes de Miranda, humildade, fé, oração, recolhimento e concentração, vontade mantida no bem, prática do bem e o nosso comportamento, nem que seja mínimo, nem que seja pequenino, a nossa transformação, ali já é possibilidade paraa conexão, pros espíritos bons encontrarem o campo de conexão, investirem em nós. E cada vez mais nesse processo iniciado de autoevangelização, vamos seguindo, modificando as nossas atitudes para liberarmos-nos de uma obsessão, todos esses antídotos aliados ao amor e aliados à nossa transformação. À medida que vamos dando um passo, nem que seja pequenininho, rumo à transformação, o espírito que está conosco também vem conosco nesse processo. até o instante que nós conseguimos convencê-lo de que não mais estamos naquele processo e que

ue seja pequenininho, rumo à transformação, o espírito que está conosco também vem conosco nesse processo. até o instante que nós conseguimos convencê-lo de que não mais estamos naquele processo e que agora o amor reina em nós. E só para finalizar aqui bem rapidamente, faz-nos lembrar da história do nosso querido tio Divaldo com Máscara de Ferro. Máscara de Ferro e é de uma existência anterior do nosso tio Divaldo, na época em que ele foi o Frei José, em que estava assess assessorando muito próximamente o Cardeal Richilier. E num desses momentos do castelo, o Máscara de Ferro procurava o o cardeal Rilier e o nosso Tiivaldo, na roupagem do frei José, com ciúmes, com todos aqueles conciliados, abre um daqueles cadafalsos, dizendo que ali seria o local onde o cardeal Richilia estava, mas não era. Era uma porta falsa que tinha nesse castelo mesmo para eles se liberarem dos inimigos. E ali o Máscara de ferro rola e perde a existência. e persegue o nosso tio Divaldo, a a eh insuccessividade do seu comportamento, chegando na existência agora como Divaldo Franco e ele perseguindo e insistindo até que um dia na mansão do caminho nosso Divaldo recebe nos braços uns um serzinho, uma criança muito frágil e com os aspectos de muito de de estar muito debilitada. E naquele instante o máscara de ferro aparece para ele e diz: "Você vai ficar com ela?" Vou sim, eu a amo. Mas ama nada, amo sim, amo e vou trazê-la para mim. Ela é minha filha e vou levá-la comigo. Só que ali era a mãezinha do máscara de ferro. E a partir daquele momento, ele se convence de que realmente aquele quem ele perseguia não era mais o Fre José lá atrás fez um monte de coisa, não era mais. era um ser renovado, transformado e que marcou a existência nesse planeta com tantas benfeitorias, com mais de 70 anos dedicados ao bem, ao amor, à bondade, à caridade e deixando o perfume do Cristo para conosco aqui como legado especial. Obrigada, querida Lu. Obrigada, Vânia. Obrigada a todos que nos acompanharam nos estudos e reflexões do capítulo 24.

, à caridade e deixando o perfume do Cristo para conosco aqui como legado especial. Obrigada, querida Lu. Obrigada, Vânia. Obrigada a todos que nos acompanharam nos estudos e reflexões do capítulo 24. Fica aqui o convite para lerem o capítulo 25 e seguirem conosco na próxima semana, no mesmo horário, no mesmo local. Muito obrigada a todos. Boa noite, queridas. Fiquemos com Deus.

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