Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E7 – Cap. 4: O Drama de Carlos – Parte 1
Nesta primeira parte do Capítulo 4 de Loucura e Obsessão, de Manoel Philomeno de Miranda (psicografado por Divaldo Franco), o Grupo Suely Caldas Schubert apresenta a história de Carlos, personagem que simboliza os graves conflitos espirituais resultantes das escolhas desequilibradas. O episódio mostra como o drama pessoal se conecta a processos obsessivos complexos, revelando a ação persistente de Espíritos adversários e a necessidade de transformação moral para a libertação. » Host: Andreia Marshall Netto » Resumo: Vânia Maria de Souza » Aprofundamentos: Andreia Marshall Netto e Lusiane Bahia 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessão #EstudoDaObra #Capítulo4 #ODramaDeCarlos #ObsessãoEspiritual #PhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #Espiritismo #GrupoSuelyCaldasSchubert #TVMansãoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Caros amigos, caras amigas, sejam todos muito bem-vindos. Estamos aqui para mais uma leitura dessa grandiosa obra Loucura e Obsessão. E hoje nós vamos estar visitando o capítulo 4, o drama de Carlos. Antes, porém, de convidarmos a nossa querida Luziane para fazer a prece inicial, nós gostaríamos de saudar as nossas queridas irmãs. Boa noite, Vânia. >> Boa noite, querida Andreia. Boa noite, querida Luciane. Boa noite aos queridos amigos e irmãos que nos assistem neste momento. >> Boa noite, Lu. Luziane. >> Olá, minha flor. Oi, Andreia. Oi, Vânia. Todos vocês que estão aqui. Nossos cumprimentos. É uma alegria estarmos aqui juntos para o estudo da noite que v que esse estudo vai trazer muitas boas reflexões ao nosso coração. >> Obrigada. >> Obrigada. Hoje nós vamos, na verdade, estudar até metade desse capítulo, dado o tamanho e o número de detalhes tão importantes que merece mais do que uma aula. Então, antes de nós passarmos a palavra paraa Vânia, nós gostaríamos de pedir para nossa irmã Lulu para fazer a prece inicial. Vamos sim, vamos orar. Amado Mestre Jesus, os nossos corações estão unidos. vinculados sob o teu amparo. É a ti que buscamos constantemente. Nestes estudos, buscamos aprender um pouco mais da verdade que vem das leis de Deus, da consolação que o Senhor nos apresentou. E a cada momento juntos vamos crescendo um pouquinho mais, sustentando uns aos outros e servindo de ponte para que nos auxiliemos mutuamente e possamos perceber o grande mistério belo da vida, que é o servir, amar e exercitarm-nos nestas virtudes que são grandiosas e que são fruto dos esforços que empreendemos a cada situação em particular. Assim, querido mestre, abençoa o nosso momento aqui juntos, o nosso propósito de melhoramento. Traz-nos a tua inspiração, a presença dos bons espíritos, para que assim consigamos ter a sensibilidade para notar as nuances detalhadas e amorosas que os benfeitores espirituais apresentam através dessa obra magistral. oriunda de uma mediunidade abençoada e
para que assim consigamos ter a sensibilidade para notar as nuances detalhadas e amorosas que os benfeitores espirituais apresentam através dessa obra magistral. oriunda de uma mediunidade abençoada e abnegada. Permanece conosco, mestre, trazendo-nos a tua paz. Gratidão por tudo e sempre. Assim seja. >> Assim seja. Então, nossa querida Vânia, a palavra é toda sua. >> Obrigada, Andreia. Vamos falar então sobre o capítulo 4ro, como já foi dito, o drama de Carlos. Então, soubemos pelos capítulos anteriores que a mãezinha de Carlos procurou a instituição para falar com o médico e ali ela chegou e foi estimulada a narrar o seu problema. A dona Catarina, que era viúva, mãe de Carlos, disse ser católica e por isto ela informou que receava estar em pecado. A entidade espiritual observou através do médium muito afável. Ela disse: "Deus é o pai criador e está presente em todos os setores da sua criação. Do contrário, não seria onipresente, conforme declaram todas as crenças religiosas. O pecado tem origem no mal que se pratica, jamais no bem que se busca. Esteja deste modo tranquila e prossigamos. Dona Catarina então explicou que ela veio até ali por causa do seu filho Carlos, portador, segundo os médicos, de uma doença denominada esquizofrenia catatônica, considerada incurável. E continuou dizendo: "Criança boa, sempre foi triste, meu filho único." Notei-lhe alguns sinais estranhos por ocasião da puberdade, isolando-se dos amigos e mais se tornando silencioso. A princípio, acreditei que melhorasse com o tempo. No entanto, o seu rendimento escolar foi decrescendo a ponto de desinteressar-se pelos estudos, quase que totalmente. Com a morte do pai, o caso se agravou e embora a assistência médica cuidadosa a que foi submetido desde os primeiros sintomas, encontra-se hoje desenganado em deplorável condição. E naquele momento, então, penetraram na sala dois enfermeiros espirituais, trazendo Carlos em estado de sono pelo desdobramento parcial do corpo físico e o seu pai desencarnado.
m deplorável condição. E naquele momento, então, penetraram na sala dois enfermeiros espirituais, trazendo Carlos em estado de sono pelo desdobramento parcial do corpo físico e o seu pai desencarnado. Examinando o paciente, Dr. Bezerra de Menizes afirmou que o diagnóstico médico era exato, embora ainda luzisse uma esperança com que o amor sempre defere os requerimentos das almas necessitadas. Em breves palavras, ele explicou a mentora, a mentora do grupo que estava ali o que se passava, remontando à última encarnação do rapaz. Quando a arbitrariedade e o despudor levaram-lo ao desregramamento e ao abuso da autoridade de que desfrutava, perturbando a paz de muitas pessoas e chafurdando no abouso do sexo. encarnado, ele manteve a consciência de culpa, autopunindo-se mediante perturbação na área da afetividade e conflitos outros no trânsito da adolescência, quando lhe ficaram impressos os graves delitos que agora expurgava. Dr. Bezerra acrescentou que adicionando-se à autorreparação que a consciência culpada dele lhe impunha, alguns adversários espirituais que se lhe vinculavam como cobradores impenitentes, em particular uma jovem negra de aspecto feroz, sedenta de vingança. feridos adversários, sabendo que Carlos foi conduzido aquele local, chegaram logo após, facilitando uma anamnese espiritual mais completa. O genitor abraçou a esposa que lhe percebeu a presença de forma intuitiva e como decorrência do bem-estar e tranquilidade que a dominaram. A mentora, inteirada do problema espiritual do enfermo, filtrou a informação recebida pelo mentor, eh, Dr. Bezerra, transmitindo somente o que a mãe dele poderia assimilar. Dona Catarina disse que o seu filho nada fez que justificasse o seu sofrimento. Então a mentora explicou: "Certamente ele não o fez na atual existência corporal. O homem, porém, não realiza apenas uma experiência física no seu processo de evolução. E aí ele esclarece, a médium, a benfeitora esclarece sobre o processo de reencarnação para a mãezinha de Carlos.
O homem, porém, não realiza apenas uma experiência física no seu processo de evolução. E aí ele esclarece, a médium, a benfeitora esclarece sobre o processo de reencarnação para a mãezinha de Carlos. Na sequência, a mentora falou sobre o espírito consolador enviado por Jesus, dizendo: "Quando se entender a missão verdadeira do Espiritismo, mudar-seão as paisagens morais, sociais e evolutivas do planeta, graças à transformação dos seus habitantes para melhor." Dito isto, a mentora explicou que seriam providenciados alguns trabalhos que eram ali denominados de desobsessão em favor do Carlos, com o objetivo de remover os fatores mais perniciosos que lhe pesavam na economia moral, passando depois a outros processos de reparação necessários. Hoje, disse a mentora, ele receberá o primeiro concurso desta natureza, iniciando-se o esforço em seu favor, cujos resultados só o pai de misericórdia pode prever. A nós nos cumpre tentar sempre ajudando sem cessar. Ato contínuo, a entidade mentora estabeleceu um programa roteiro que dona Catarina deveria atender, ali retornando nos dias assinalados, até quando Carlos estivesse em condições de igualmente vir até ali. Exultante com as orientações recebidas, a mãezinha de Carlos retirou-se, enquanto o Dr. Bezerra, envolvi o enfermo em fluidos de restauração de energias, aprofundando-lhe o sono, de modo que ele não sofresse aquela constante agressão que lhe era inflingida pelos inimigos desencarnados, que o surpreendiam quando ele se desprendia parcialmente do corpo, especialmente pela mulher acusadora e vingativa. Em seguida, Carlos foi reconduzido ao lar. Miranda aproveitou o ensejo e isso também faz parte da nossa pergunta para perguntar ao Dr. Bezerra se havia no rapaz algum fator orgânico que respondesse pelo quadro de esquizofrenia, além dos fatores espirituais já mencionados. E Bezerra disse: "Sem dúvida" e começa a explicar. Como sabemos, a esquizofrenia é enfermidade muito complexa nos estudos da saúde mental. No entanto, há ainda
dos fatores espirituais já mencionados. E Bezerra disse: "Sem dúvida" e começa a explicar. Como sabemos, a esquizofrenia é enfermidade muito complexa nos estudos da saúde mental. No entanto, há ainda muito campo a desbravar em razão de suas origens profundas se encontrarem íncitas no espírito que delinque. Afetando o equilíbrio da energia espiritual que constitui o ser eterno. A consciência individual imprime nas engrenagens do perespírito os remorços e turbações, os recalques e conflitos que perturbarão os centros do sistema nervoso e cerebral, bem como os seus equipamentos mais delicados, mediante altas cargas de emoção descontrolada que lhe danificam o complexo orgânico e emocional. Noutras vezes, diz ele, desejando fugir a sanha dos inimigos, o espírito busca o corpo como refúgio, no qual se esconde, bloqueando os centros de lucidez e da afetividade, que respondem como indiferença e insensibilidade no paciente de tal natureza. Continua Dr. Bezerra acrescentando que foi Eugênio Bleuler, no século passado, um psiquiatra suíço, quem mais penetrou nas causas da esquizofrenia. Segundo a escola bleuriana, o esquizofrênico não tem destruída a afetividade, nem os sentimentos, conforme se pensava antes. O que acontece é que ele sofre dificuldade para esses sentimentos serem exteriorizados em razão dos conflitos conscienciais profundos que são resíduos de culpas passadas. Como o espírito se sente devedor, ele não se esforça pela recuperação ou até teme-a para não enfrentar os desafetos, o que lhe parece uma maneira pior de sofrer do que aquela em que ele se encontra. Sejam, portanto, quais forem os fatores que propiciam a instalação da esquizofrenia no homem, o que desejamos é demonstrar que o espírito culpado é o responsável pela alienação que padece no corpo, sendo as causas atuais consequências diretas do passado. Como veremos mais tarde", esclareceu ainda o benfeitor Bezerra. A ação perturbadora do nosso copilo foi muito grave em razão do uso desordenado do sexo, tombando em degenerescência
diretas do passado. Como veremos mais tarde", esclareceu ainda o benfeitor Bezerra. A ação perturbadora do nosso copilo foi muito grave em razão do uso desordenado do sexo, tombando em degenerescência glandular, o que lhe afetou os testículos, facultando o surgimento de uma fibrose perniciosa, bem como de uma atrofia dos tubos seminíferos. Vem aí a mente, vemos aí a mente espiritual consequência de culpa, interferindo na constituição orgânica e dando curso às causas do desenvolvimento de uma patologia detectada pelos cientistas em suas nobres investigações. A ação obsessiva por parte dos cobradores desencarnados contribui para o baixo consumo de oxigênio, a anemia secundária e outros distúrbios que são registrados nos pacientes esquisoides e que em Carlos, são habituais, porque a ingestão dos fluidos perniciosos intoxicam-no levando os órgãos Há funcionamento alterado. Dr. Bezerra de Mirã. Dr. Bezerra disse a Miranda que a mentora espiritual da casa foi muito sábia, propondo, em primeiro lugar a desobsessão para aplicar depois outras fluidoterapias ao lado da medicamentosa e da psicoterapia, que a doutrina espírita pode propiciar. com excelentes resultados, a depender de vários fatores, como do próprio paciente, quando o paciente possa optar pela terapia ocupacional, dedicando-se ao serviço de benemerência e de abenegação em favor do próximo, através do qual grangeará méritos que influirão a regularização de suas dívidas pela diminuição dos seus débitos. Aludido a situação de Carlos, Dr. Bezerra advertiu que não deveriam acasalhar ideias otimistas exageradas quanto à sua recuperação imediata, diz ele. Encontramos-nos engajados na tarefa de edificação do bem nas almas. Lançando os alicces do mundo novo de amanhã, sem pressa, mas sem receio ou negligência. O presente é nossa oportunidade para agir enquanto o amanhã é de Deus. Então, Bezerra vai eh dizer, escreve Miranda que terminado o assunto de Carlos, ele vai dizer que enquanto eles dois conversavam, Miranda e Bezerra, diversos
ade para agir enquanto o amanhã é de Deus. Então, Bezerra vai eh dizer, escreve Miranda que terminado o assunto de Carlos, ele vai dizer que enquanto eles dois conversavam, Miranda e Bezerra, diversos consulentes foram atendidos e faltava naquele momento apenas um jovem, logo introduzido no recinto e que se apresentou muito angustiado atormentado por mágoa e ressentimento que não conseguia ocultar. O jovem não tinha ainda 20 anos. Examinando, Miranda percebeu que a sua mente excitada derramava os clichês do seu dia a dia, impressos com vigor. sensível. O rapaz travava uma luta que envolvia um número incontável de criaturas terrenas no processo de reeducação, em que se encontravam incursas por impositivo da evolução. disse ainda que o problema daquele jovem era lhe conhecido porque já havia examinado em outra obra, referindo-se ao capítulo oito do livro Nos Bastidores da Obsessão, já estudados por nós. Então esse essa parte última ficará para o próximo capítulo. Seria isso, querida Andreia. Muito obrigada pela atenção. >> Ótimo o resumo, Vânia. Trata-se do capítulo quatro para quem entrou agora, dessa obra maravilhosa, Loucura e Obsessão. E a gente vê nesse resumo quanta informação importante e quão sério é o assunto que o nosso querido benfeitor Manuel Pelo menos de Miranda nos traz através das abençoadas mãos do nosso saudoso di. Então, algo que nos chamou atenção para pros aprofundamentos nesse capítulo tem a ver com um um parágrafo específico, no qual nós vemos assim falado no capítulo, eles falam assim: "Recarnando, manteve a consciência de culpa, autopunindo-se mediante perturbação na área da afetividade e conflitos outros no trânsito da adolescência, quando lhe ficaram impressos os graves delitos que agora expungia. Então, a gente começou a pensar um pouquinho nesse aspecto da autopunição e da autoculpa, que muitas vezes toma conta de nossas vidas, gerando assim doenças e sentimentos tantas vezes que nós carregamos até mesmo após a morte do corpo físico pro plano espiritual. e
opunição e da autoculpa, que muitas vezes toma conta de nossas vidas, gerando assim doenças e sentimentos tantas vezes que nós carregamos até mesmo após a morte do corpo físico pro plano espiritual. e trazemos, como vimos no caso, paraa próxima vida quando nós reencarnamos. E para poder falar desse assunto tão complexo, nós recorremos às obras Amor, imbatível Amor e Autodescobrimento da nossa querida mentora Joana de Ângeles. E nessas duas obras nós vamos encontrar um tesouro valiosíssimo com informações que merecem ser lidas, que merecem ser refletidas e que t a ver com o nosso cotidiano. disse então que o comportamento autodestrutivo decorrente de impulsos doentios é de origem mental exclusivamente. É o que diz assim. Porém, ela vai lembrar que sem que essa essa seja descartada, essa hipótese seja descartada, as suas raízes estão fincadas em experiências anteriores do espírito, que é responsável pela estrutura do corpo em que está elaborando os conflitos e a ruptura da personalidade. Então, como a gente vê nesse capítulo 4atro, em breves palavras, quando a mentora explica o que se passava em relação a Carlos, remontando ali a última encarnação do rapaz, a última reencarnação do rapaz, quanto a questão da falta de limites, o mau uso do seu livre arbítrio, que levou a ele o abuso transitório da autoridade de que ele desfrutava, perturbando a paz de tantas pessoas. assim como também se envolvendo com os excessos sexuais. E ele então reencarna mantendo a consciência de culpa, autopunindo-se por conta disso. Então, Joana de Angeles, ela vai explicar que o equilíbrio da personalidade resulta do fenômeno de integração do ego com o corpo sob o comando da mente. Sendo assim, ela vai dizer, quando se rompe essa harmonia na integração do ego com o corpo, por conta das pressões que a impulsionam, ocorrem transtornos emocionais que conduzem aos comportamentos doentios. E ela vai explicar ainda que o ego ele age de forma consciente, o que não significa conduta correta, enquanto que o corpo
onam, ocorrem transtornos emocionais que conduzem aos comportamentos doentios. E ela vai explicar ainda que o ego ele age de forma consciente, o que não significa conduta correta, enquanto que o corpo ele reage à situações de forma impulsiva automaticamente, sendo então duas correntes de forças que ela vai trazer que devem se unir para dar curso a uma personalidade unitária. Então ela vai dizer que quando ocorre a reação de uma contra a outra, surge uma fissura que leva a conduta da criatura a autonegação. A pessoa então se anula em excesso. Ela deixa de reconhecer as suas próprias necessidades, o que pode gerar sofrimento ou perda de identidade, gerando então consequências muito perversas. E ela vai explicar ainda que a manutenção da harmonia dessas duas forças, ou seja, a integração do ego com o corpo sob o comando da mente depende do grau de vitalidade de energia do próprio indivíduo que o capacita ou não ao enfrentamento dessas questões. Então, todo esforço, portanto, ele deve ser empreendido, ele deve ser mantido alinha, a fim de ser mantido o controle da conduta, de forma que as ações voluntárias do ego e as inconscientes do corpo não se opunham, antes convirjam para o equilíbrio do ser integrado. E ela ainda vai dizer que a ruptura dessa harmonia, liberando a autocarga de tensão de uma que se envolve com a outra, ego e o corpo, através daquele controle da mente, ele conduz ao estado esquizofrênico. Então, prestamos atenção. Ela fala da questão das ações voluntárias do ego e as inconscientes do corpo, que precisam encontrar ali o equilíbrio entre elas duas. E tudo isso sob o comando da mente. E quando não tem essa ruptura, ela vai falar então dessa alta carga de tensão que envolve uma a outra, conduzindo a um estado de esquizofrenia. É claro que não é um caso geral, não é uma questão geral que a gente tá trazendo aqui, mas mais específico para aprofundar nesse capítulo. Então ela vai dizer que o despertar da consciência a pouco e pouco abre espaço para a identificação da culpa, tornando-se
a gente tá trazendo aqui, mas mais específico para aprofundar nesse capítulo. Então ela vai dizer que o despertar da consciência a pouco e pouco abre espaço para a identificação da culpa, tornando-se instrumento de autopunição com tendência maníaco para a autodestruição. Então veja que como que é importante entender as as coisas que a doutrina espírita nos traz através das mãos abençoadas de médiuns, como Divaldo Franco e Chico Xavier, pois que a preocupação que eles têm é que nós tenhamos uma vida plena. Então ela vai falar, quando as energias estão em desacordo, o egoentado e o corpo deficiente entram em choque e produzem então essa desarmonia da personalidade. Os conflitos assomam a consciência, os complexos tomam corpo, açoitando os sentimentos com insegurança, com medo, isolacionismo, abandono do amor e ausência de si mesmo como das pessoas demais. Então a gente vai ver esses atos de autonegação que brota a autopunição. E é nesse terreno frágil que a alma se perde, afastando-se da harmonia e da paz interior. Dessa forma, instalam-se também as influências recíprocas, quando, como disse a benfeitora na obra, antigos desafetos se aproximam, envolvendo primeiro pela sugestão sutil e depois pela dominação. E Allan Kardec explica muito bem essa questão da obsessão simples daquela em que pode se tornar tão grave que chega à dominação, a a subjgação. Então ela vai dizer: "No entanto, acabam eles, essas mentes doentias que se une ao doente, enredados no próprio drama, na própria trama, experimentando tanto as sombras da vingança quanto os vícios daquele a quem buscam subjugar." a gente vê quão importante tudo isso é de informação pro nosso conhecimento, porque ela vai dizer que os impulsos de destruição que nascem no coração atormentado atraem mentes em desarmonia marcados por antigas dores. E isso não somente na questão da esquizofrenia, nós estamos tentando refletir um pouco sobre a autopunição, a autonegação. A gente tá pensando sobre os sentimentos de autoculpa que nós carregamos de outra
so não somente na questão da esquizofrenia, nós estamos tentando refletir um pouco sobre a autopunição, a autonegação. A gente tá pensando sobre os sentimentos de autoculpa que nós carregamos de outra vida e quantas outras nós alimentamos nessa. Ela vai lembrar a nós que quando unidas amplia-se a sombra que consome a existência terrena, transformando a vida da pessoa em campo de provação e aprendizado. E a culpa inconsciente proporciona a sintonia com essas mentes. O sentimento de autopuição colabora, então, para que ocorra esse desastre destrutivo por elas, desencadeado e aceito pelo próprio paciente. Então, até aí a gente vê que o paciente a aceita. Tem uma frase ali que agora não me recorro, vou pedir para as pessoas colocarem depois que fala que a única coisa que não falta eh para que seja a loucura completa é o senso da razão. Então é importante que o que eles nos trazem e o que a nossa mentora vai trazer para nós também, porque o que ela vai nos lembrar é que nós nós esquecemos disso muito. Nós fomos estruturados para alcançar patamares sublimes da harmonia nessa existência, programados para a plenitude, para aquele tão almejado reino dos céus, para a perfeição relativa. E ela então vai nos dar a receita, o remédio para que nós não caiamos nesse tipo de situação. Ela diz para esse cometimento, para esse cometimento, o amor, ou seja, para que a gente possa atingir esses patamares sublimes de harmonia, o reino dos céus que nós buscamos, a perfeição relativa, ela vai dizer que para tanto, o amor é preponderante, indispensável por produzir estímulos, gerar energias que mais vitalizam quanto mais são permutadas. Uma existente saudável caracteriza-se pela expansão do amor em sua volta, em volta de nós mesmos, irradiando-se do fulcro interno dos próprios sentimentos. Então a gente começa a entender que quando florescer no ser, quando florescer em nós, o amor ele guia a personalidade, ele toma o ego e equilibrado com o corpo e revela a força viva do espírito em crescimento.
ente começa a entender que quando florescer no ser, quando florescer em nós, o amor ele guia a personalidade, ele toma o ego e equilibrado com o corpo e revela a força viva do espírito em crescimento. Passa-se então da gente deixar para o lado a palavra autopunição, autonegação, autoculpa para o autodesenvolvimento. Porque o ao estímulo dessa irradiação que é o amor, ela fala que essa se potencializa no psiquismo cósmico da divindade do que procede. É assim que Joana deângeles vai explicar. Vibrando dessa forma em todos e em toda parte. produzindo o equilíbrio. é então o amor, o antídoto, portanto, das doenças modernas que são decorrentes do que ela vai chamar de massificação da robotização da perda do si, porque é a alma da vida com V maiúsculo, movimentando o universo e humanizando o princípio inteligente, que é o espírito no processo da conquista da angelitude. E ela nos lembra ainda que o ser humano é vida em expansão no rumo do infinito. Nós somos vida em expansão rumo ao infinito. O espírito mortal, que somos nós, momentaneamente cercado de sombras e envoltos de tormentos de insatisfação, nós podemos canalizar essas energias decorrentes dos instintos básicos para os grandes vooos da inteligência, superando patamares mais primitivos da evolução, com os olhos voltados para a realidade transcendente, a realidade superior. a realidade da vida imortal. E com carinho ela vai nos lembrar. Esse ser que parece insignificante e não poucas vezes faz-se mesquinho, ante a grandeza do cosmo, agiganta-se e descobre as infinitas possibilidades que lhes estão ao alcance, participando ativamente do concerto geral, não mais pelos impulsos, senão consciente da grandeza nele existente, que aguarda somente o desabrochar. Muitas pessoas pensam que isso não é para agora, mas é porque ela vai dizer esse ser nós que parece ser tão insignificante e tantas vezes nós nos colocamos nessa posição que a gente não se dá conta da grandeza do cosmo, do que está à nossa frente, do que nós temos a
vai dizer esse ser nós que parece ser tão insignificante e tantas vezes nós nos colocamos nessa posição que a gente não se dá conta da grandeza do cosmo, do que está à nossa frente, do que nós temos a capacidade de fazer quando nós descobrimos as possibilidades que jáem já no nosso ser, desabrochando o que está ao nosso alcance. Quando nós participamos ativamente rumo a esses caminhos, não pelos impulsos, senão pela consciência, por estarmos conscientes da grandeza que existe dentro de nós e que aguarda somente desabrochar. É por isso que nós e eh aprendemos com o mestre que o amor cobre uma multidão de pecados. pecados que na realidade muitas pessoas pensam será aquilo que nós não temos a capacidade de corrigir quando na realidade o pecado é é errar o rumo, é só recorrigir, é voltar para o rumo correto, é olhar para a frente e reconhecer o o farol que brilha, anunciando para nós que está ali a presença do grande mestre, do grande psicoterapeuta das almas, convocando-nos constantemente a transformação do ser a cada dia, a cada reencarnação que nos é cedida. Então ela fala da necessidade de desenvolver a autoconfiança, que é o que vai nos levar de encontro com Deus em nosso mundo íntimo. Buscar através da prece no templo, no nosso próprio templo, através da oração, essa conexão com Deus. Somos então automaticamente convidados a superar os impedimentos transitórios que parecem tantas vezes nos asfixiar, tirar de nós a vida, nos desvitalizar tantas vezes, mais ainda pelo sentimento de culpa, de autopunição, quando nós erramos. Uma queda, um tombo, na verdade já é um passo paraa frente, porque raramente a gente cai para trás, é paraa frente. Então, quando a gente se levanta, quando a gente faz esse grande esforço, surge então o conhecimento de como nós somos, de como nós nos encontramos, descobrindo as nossas próprias eh fragilidades, as nossas deficiências, mas igualmente descobrindo em nós incontáveis possibilidades das quais nós desfrutamos. E todos nós já temos essas
encontramos, descobrindo as nossas próprias eh fragilidades, as nossas deficiências, mas igualmente descobrindo em nós incontáveis possibilidades das quais nós desfrutamos. E todos nós já temos essas incontáveis possibilidades, porque nós estamos reencarnados em um momento de transição planetária. É aquela aquele se nós estivéssemos numa montanha russa, a gente tá ali na frente. Aquelas viradas, aqueles aquelas voltadas para trás faz com que a gente grite, mas a gente tem acesso ao que está para vir. Nós estamos na primeira fileira já. aguardando para fazer parte desse mundo regenerado. Então, essa presente encarnação, ela é muito importante e é mais ainda importante que nós trabalhemos qualquer sentimento de culpa, que nós trabalhemos em qualquer sentimento em que nós nos punimos por questão dessa ou de outra vida que talvez nós não reconheçamos. buscar a orientação de profissionais para nos ajudar a tirar de uma vez por todas os fantasmas que insistem em nos assustar nessa presente reencarnação. Isso porque nós temos essas incontáveis possibilidades. Todos nós temos. Elas nos chamam atenção a perceber com amor, com amor os nossos limites, os nossos conflitos. Como diz Alberto Almeida, as nossas encrenca é o que vai facultar com que a gente tenha uma dimensão melhor da nossa fragilidade pessoal. E vai propiciar também que a gente se olhe com um pouco mais de carinho, com um pouco mais de ternura, sem qualquer inspiração narcisista. Ela vai nos lembrar nos permitindo errar, porém preservando os objetivos de acertar. E todas as vezes que nós nos comprometermos, ela vai nos lembrar que em vez de tombar no mecanismo autopunitivo, nós vamos buscar superar o engano e conceder a nós mesmos uma nova ocasião para a correção. Não foi à toa que Allan Kardec em O céu e o Inferno, obra magnífica que completa 160 anos este mês de agosto que passou, ele nos trouxe os três passos para que possamos ter o equilíbrio, o arrependimento, a expiação e a reparação. Ou seja, nós não paramos no arrependimento. Há então
0 anos este mês de agosto que passou, ele nos trouxe os três passos para que possamos ter o equilíbrio, o arrependimento, a expiação e a reparação. Ou seja, nós não paramos no arrependimento. Há então passos. Vinde a mim. é movimento, é ação, é atitude. Então, quando Jesus dizia, vinde a mim todos vós que estais aflitos e eu vos consolarei ele está falando para nós de sairmos do movimento em que nós nos estacionamos e ir de encontro com a sua mensagem, que é amor. E Joana ainda vai nos lembrar que tudo começa na nossa mente e é aí que estão as matrizes das nossas próximas ações. Ela lembra-nos que nós precisamos de ter e exercitar o bem-estar, pensamentos bons, eliminando ideias perniciosas que possam nos machucar, dentro do qual nós estamos viciado, o que constitui um passo decisivo para o autodescobrimento. Então, eu não vou mais me autopunir, eu não vou ficar no sentimento de culpa, eu não vou mais me autonegar, ao contrário, eu vou buscar eliminar qualquer ideia perniciosa do qual eu estou viciado. E é por isso que eu entro nesses tipos de movimento e buscar o exercício de bem-estar, que é o que vai fazer com que eu tome um passo decisivo para o meu próprio autodescobrimento. E aí, cada vez que interrogarmos mais a respeito de quem nós somos, quais são as possibilidades que já podemos utilizar para o desenvolvimento íntimo, isso vai significar para nós que nós já estamos num caminho importantíssimo. E ela vai nos lembrar também de sistematicamente nos mantermos vigilantes contra os hábitos prejudiciais para autocompaixão. não entrando nos sentimentos da autopunição e autodesvalorização. Preencher então os lugares que ficarão vagos quando a gente tira autopição, que onde a gente tira a autodesvalorização, com a eliminação desse sords mentais. Ela chama isso de sórde dos compassos mentais com a presença de algo melhor, o altruísmo, o a fraternidade, o autoamor. E aí a gente termina com um parágrafo belíssimo da obra Amor imbatível e amor em que ela vai dizer: "Reconhecer-se
sos mentais com a presença de algo melhor, o altruísmo, o a fraternidade, o autoamor. E aí a gente termina com um parágrafo belíssimo da obra Amor imbatível e amor em que ela vai dizer: "Reconhecer-se fadado ao triunfo e avançar na sua busca sem pieguismo ou presunção, e insistentemente reagir aos pensamentos inquietadores, estabelecendo a confiança no poder criador de quem procede: Deus, e confiança em si mesmo, gerando harmonia, gerando coragem para que a gente possa enfrentar tudo que vier à nossa frente, certo de que nós estamos destinados à glória estelar que nós vamos conseguir alcançar com o nosso próprio esforço pessoal. Assim, queridos, nós gostaríamos de passar a palavra para nossa querida que vai trazer para nós as suas reflexões, aprofundando um pouco mais esse capítulo 4, o drama de Carlos. Desde já nós agradecemos o resumo que a Vânia fez de forma tão brilhante e esse aprofundamento que a André nos trouxe nos suscitando profundas reflexões. Cumprimentamos a todos que chegaram posteriormente e também aqueles que vão assistir oportunamente esse nosso encontro. Como nós prestamos bem a atenção, André nos trouxe a influência do corpo para a personalidade vice-versa. o quão isso nos faz se estivermos sintonizados, adequarmo-nos em relação ao processo reencarnatório e sermos exitosos na construção daquilo que viemos fazer. Mas quantas vezes aspectos conflitantes podem trazer dissonas e aspectos que são fragmentários para a condução nossa no processo da encarnação na qual nós estamos investidos e inseridos. Algo que nos chama muita atenção nesse capítulo e que nós identificamos no mesmo trecho, no mesmo parágrafo que a André nos leu lá no início, é que fala que a acerca da adolescência do Carlos, e notemos que a mãezinha dele diz que ele teve uma infância tranquila, uma infância boa, tinha uma um quê de tristeza, mas foi uma infância boa. E isso é muito natural que aconteça, porque estes aspectos sintomatológicos e os aspectos mais gritantes na personalidade do Carlos, eles vieram
tinha uma um quê de tristeza, mas foi uma infância boa. E isso é muito natural que aconteça, porque estes aspectos sintomatológicos e os aspectos mais gritantes na personalidade do Carlos, eles vieram despontar na adolescência. E é por isso que essa fase do ser, ela é tão importante e merece de nós o nosso olhar focado paraa adolescência. É muito natural o ser humano já adulto amar a infância. Nós às vezes diante das crianças mudamos até a voz, até a forma como a gente fala. E a gente fica um pouco infantilizado e a gente brinca, a gente lembra de algumas coisas doces e puras porque a infância suscita isso. É a fase específica, como nos ensina Allan Kardec, através da evocação que faz aos espíritos e que consta em o livro dos espíritos, nós encontramos ali na resposta desses benfeitores espirituais que a infância é a latência da expressão espiritual. Então, encontramos ali muito da do adormecimento, identidade fulcral, da essência, do ponto mais significativo do ser. Porque a infância vem com esse estímulo de trazendo-nos nesse primeiro contato no mundo aqui, estarmos predispostos ao aprendizado. Então tudo aqui vai se apresentando como uma certa novidade. Não que nós não tenhamos o nosso arcabolso e não que isso não se expresse na fase da infância. expressa-se, mas com menos eloquência e ficamos mais permissivos ao conteúdo da educação. Ficamos mais predispostos a aprendermos conceitos. Por isso, a importância da educação, do cuidado e todos os primeiros estímulos que damos ao ser quando ele chega na constituição planetária, de termos o maior cuidado com o que falamos desde o momento do ventre, desde o ser no ventre. a forma como ele é recepcionado, as falas que nós atribuímos, o estado emocional da tanto da pessoa que gesta, como todos que estão no entorno para que aquela situação seja mais saudável possível. E aí se inicia todo o processo de educação. acontece que à medida que o espírito vai tomando conta e vai se assenando deste organismo, do corpo físico, e isso nós vemos também noem o
audável possível. E aí se inicia todo o processo de educação. acontece que à medida que o espírito vai tomando conta e vai se assenando deste organismo, do corpo físico, e isso nós vemos também noem o livro dos espíritos, que os órgãos cada vez mais desenvolvidos vão expressando com mais qualidade a vontade espiritual, vão expressando com mais qualidade as faculdades, porque a faculdade da visão, da audição não pertence ao corpo, pertence ao espírito, ao perespírito, que se expressa no órgão e se ele estiver em condições mais amadurecida, vai se expressar com mais vibração. Se estiver com alguma limitação, vai ter processos de expressão com certa limitação. Então, a medida que o ser desenvolve o seu corpo físico e vai desenvolvendo as suas habilidades, vai também trazendo despertar do espírito, dessa condição espiritual a se expressar no corpo físico. E é por isso que no momento que o nosso benfeitor Manuel Filoso de Miranda narra, mostra que é bem nessa fase da adolescência, na narrativa da mãezinha, que as coisas vão desandando um pouquinho. Ela diz que é no chegada da puberdade. E eu gostaria de chamar atenção a isso e remeter aqui a todos nós para uma reflexão importantíssima que a gente encontra lá no livro Missionários da Luz. é o terceiro livro da coleção A vida no mundo espiritual, trazido pelo André Luiz. O André Luiz é o autor do livro, e a psicografia abençoada do querido Cândido Francisco Xavier. E a gente encontra nesse relato, nesse livro, a gente encontra um capítulo específico intitulado epífese. E é tão importante nós acessarmos esse capítulo, porque naquela explicação de André Luiz, nós identificamos a epífese como aguardeando os efeitos sexuais secundários. E exatamente quando o ser atinge a puberdade, essa transição entre a infância e a juventude, esse momento em que o ser vai eir para a adolescência e vai fazer com que desponte em si fatores sexuais secundários, nos rapazes, a voz impostada, nas meninas, as siluetas e as características específicas da
ento em que o ser vai eir para a adolescência e vai fazer com que desponte em si fatores sexuais secundários, nos rapazes, a voz impostada, nas meninas, as siluetas e as características específicas da feminilidade. em cada um as nuances características do corpo feminino e do corpo masculino. Acontece que também a epífese ela é a veladora do sono, porque ela também traz o equilíbrio da melatonina, a responsável por trazer-nos um sono mais tranquilo. E à medida que vamos apresentando processos mais estressantes, interferimos na atuação da epífese e nessa condição dela de ser veladora do sono e trazer-nos perturbações ao longo do processo onde deveríamos estar em tranquilidade e em repouso do corpo físico. André Luiz nos ensina que quando essa glândula apresenta-se, apresenta essa funcionalidade de expressão desses efeitos sexuais secundários, ele sempre observava na medicina tradicional uma apatia, um emchecer dessa glândula, uma perda de funcionalidade e não se identificava nem mesmo a questão da melatonina, porque é uma coisa posterior, é uma descoberta da ciência posterior. Então, naquele relato de André Luiz, ele se espanta quando Alexandre, que o está conduzindo nos aprendizados, naquela experiência, pede para que ele se concentre na no exercício da faculdade mediúnica, na epífese. E é uma glândulazinha fica na base do cérebro, na região hipopalâmica, e que quando ele identifica, ele percebe que ela está com vitalidade. Ela abre-se numa fluorescência e estabelece uma conexão profunda com o mais alto. E Alexandre, então, explica que essa é a glândula da mediunidade, é a glândula do vínculo entre nós encarnados e aqueles espíritos que estão desencarnados e que uma médium específica, portanto, o exercício dos aspectos da sua doação, do aprendizado, da entrega do ministério mediúnico, ela apresenta-se eh com essa epífese em forma de uma grande uma grande flor de lótus, trazendo a a luminescência, a vibração dessa vida e vida em abundância que se expressa na comunicação entre esses dois mundos.
a-se eh com essa epífese em forma de uma grande uma grande flor de lótus, trazendo a a luminescência, a vibração dessa vida e vida em abundância que se expressa na comunicação entre esses dois mundos. para André Luiz, que olhava sobre o aspecto material, ele leva um susto, porque ele identifica a proeminência de tudo isso e tudo começa a fazer muito sentido. E aí a gente volta aqui para o capítulo que a gente tá refletindo quando sinaliza que essas mudanças comportamentais acontecem exatamente na puberdade, exatamente no momento em que o ser encarnado abre-se para o contato com a vida espiritual. Não só a mediunidade através da epífese que vai conectá-lo aos espíritos desencarnados, mas esse contato com que lhe é de espiritual. Porque nessa fase da adolescência que eclode junto com aspectos físicos, aspectos psíquicos, mentais, aspectos espirituais, é clode a nossa personalidade. É nesse momento que não são lembranças exatas que nos advém, a não ser em raros casos que t acesso a a essas exceções em relação ao esquecimento do passado, como no caso do nosso tio Divaldo, Chico Xavier, Ivon Pereira, enfim, esses grandes médiuns ou aquelas pessoas que possuem essa necessidade para darem um rumo específico à sua existência. Mas para todos nós, na grande maioria, a eclosão desses aspectos vai fazer com que nós percebamos nesse contexto nosso fatores que vem como descargas emocionais, como ideias que vão se fixando, como a personalidade que vai se apresentando. E é muito comum os pais dizerem: "Mas meu Deus era uma criança diferente desse contexto, agora ele não era assim". Claro que não, porque ali na infância o espírito está em latência e agora na adolescência ele se expressa e cada vez mais busca expressar-se. É por isso que é uma das fases mais importantes. Não que as fases da vida, cada uma de per si não tenha a sua importância, tem sim, mas é na adolescência, onde o seja consegue caminhar para um exercício ainda tímido, mas muitas vezes expressivo do livre arbítrio, mas sem ainda entender
per si não tenha a sua importância, tem sim, mas é na adolescência, onde o seja consegue caminhar para um exercício ainda tímido, mas muitas vezes expressivo do livre arbítrio, mas sem ainda entender possibilidades materiais e espirituais. É nesse momento que é mais imprescindível a presença da família, dos pais. E a sociedade acaba fazendo o inverso, acaba dizendo: "Ah, não, eles já já caminham sozinhos, já vão ali para lá e vai e volta sozinhos. Eles estão entregues a eles mesmos. Ah, tá tudo bem. Essa expressão e essa manifestação são coisas de adolescente. Não são coisas de adolescente. São expressões tão significativas da vida que nós, que estamos amadurecidos um pouco mais nessa situação cotidiana, precisamos ter o olhar cuidadoso, porque é aí que vão se expressar os conflitos, é aí que vão se expressar as enfermidades, é aí que vai se expressar a mediunidade que quando desconhecida transveste-se de enfermidade aos olhos materiais. Porque mediunidade não é enfermidade. Quando nós nos obsidiamos ou enlouquecemos por conta desse canal mais expressivo com mundo espiritual, não é a mediunidade que nos que nos adoece, é o nosso valor moral ainda incipiente, ainda fragilizado. São as nossas fragilidades que nos adoecem. Então, o olhar para esse destaque que o livro nos traz é de grande importância. A nossa adolescência não vai ser igual à nossa infância e nem mesmo igual à nossa fase adulta, mas aquilo que imprimimos na adolescência vai refletir na nossa fase adulta. as escolhas que fazemos, as situações nas quais enveredamos e aí identificamos que é o encontro da existência atual, da personalidade que se expressa agora com o arquivo do inconsciente que vem à tona para o movimento, para que nessa junção possamos fazer a condução exata daquilo que necessitamos na presente existência. Então esse era um destaque que nós gostaríamos de trazer para a importância da adolescência, a importância de identificar o ser nessa fase, os cuidados emocionais, espirituais, psíquicos, orgânicos que o ser precisa
um destaque que nós gostaríamos de trazer para a importância da adolescência, a importância de identificar o ser nessa fase, os cuidados emocionais, espirituais, psíquicos, orgânicos que o ser precisa ter nessa fase e que às vezes é tão relegada por conta de uma independência aparente que os adolescentes possuem. Mas atrelando a esse ponto de Carlos que desperta na adolescência, na enfermidade, mas também a fala da Andreia que foi muito feliz quando ela nos traz aspectos da saúde ou da ausência de saúde por conta dessa desconexão. E aí a gente também adota a benfeitora Joana de Angângeles, além das obras já trazidas pela Andreia, uma outra que tá na série psicológica também, que ela denomina, ela intitula Triunfo Pessoal. Nesse livro Triunfo Pessoal, a benfeitura vai conversar com a gente sobre saúde, mas num binômio muito interessante, religião e saúde. E o capítulo também toca nisso, porque quando a mãezinha de Carlos chega, ela diz: "Eu sou católica". E o que que a benfeitora, que se expressa pelo médium acaba dizendo? que todos aqueles que estão imbuídos e voltados para o bem, conectados com o pai, expressam-se da melhor forma e aquela religião vai atingir a sua finalidade. Que que a benfeitora historia nesse livro? Primeiro que ela faz um panorama da nosso contato consagrado, dizendo que nós temos desde sempre esse contato, mas é óbvio, nós adivinemos de Deus e para Deus iremos retornar. Então é natural que nós tenhamos essa conexão com o sagrado e que cada vez mais vai se expressando, mas que no início são mitos, são alegorias, são fatores mais primitivos dessa expressão. Mas à medida que vamos evoluindo, vamos estabelecendo dogmas. E diz a benfeitora, na ancestralidade do conceito religioso, nós temos a presença de dogmas impositivos. Então, são aquelas verdades absolutas trazidas pelas eh pelas religiões mais tradicionais e que acabavam imprimindo em nós exatamente que André trouxe, ideias de culpa, de autopunição, a ideia de da necessidade da automutilação para nos desprendermos
as eh pelas religiões mais tradicionais e que acabavam imprimindo em nós exatamente que André trouxe, ideias de culpa, de autopunição, a ideia de da necessidade da automutilação para nos desprendermos das nossas fragilidades morais. Enquanto que à medida que nós vamos aperfeiçoando-nos nesse processo de evolução, vão adivindo também as teorias e os fatos científicos, diz a benfeitora. Então, os dogmas eles dialogam com algo que está arquetípico em nós, algo que está mais tradicional em nós. E as descobertas científicas, os fatos, as teorias vão nos trazendo um contato mais racional, mais lógico dentro daquilo que vivenciamos. Aí a gente só remonta aquele capítulo do Evangelho Segundo o Espiritismo que fala da aliança da ciência com a religião. E a gente vai percebendo que como ali se expressa, as duas são condutoras, as duas são reveladoras de Deus para nós. Tanto a ciência nos revela a Deus como a religião nos revela a Deus. Mas o que que a benfeitora destaca que o nosso grande desafio é fazer a junção desse dogma da ancestralidade, de uma fé que tá ali posta, mas com a iluminação desse dessa superfície, desses conceitos que estão chegando, dessas teorias e desses fatos científicos que vão nos trazendo fundamentações pra gente, por exemplo, entender, olha, não é pecado, como Andrea muito bem colocou, não é pecado, é uma falta que foi cometida, porque pecado da ideia para todo sempre, de algo que é imutável, ficou cristalizado, é um pecador. Tanto que a mulher que está marcada no evangelho como adultério, ela nem nome tem, é a mulher adúltera, porque está marcada no seu pecado. A ideia que advém dessa junção da aliança da ciência, da religião, e dessa junção que nos permite olhar sobre um outro prisma, ilumina esses fatores racionais, científicos, teóricos, iluminam esses dogmas e trazem a junção equilibrada dos dois na condução nossa para a percepção desse Deus interior que a Andreia também citou. E aí a gente percebe nesse movimento natural o que a benfeitora chama de religiosidade.
a junção equilibrada dos dois na condução nossa para a percepção desse Deus interior que a Andreia também citou. E aí a gente percebe nesse movimento natural o que a benfeitora chama de religiosidade. Então ela nos ensina que qualquer que seja a religião que professemos, porque religião vai muito de identidade a identidade dos paramentos, a identidade dos rituais ou da ausência deles e que aquilo vai nos confortando, diz a benfeitora, o alcance do processo da consolação que devemos encontrar através da religião. Mas ela diz, o que é mais importante não é a religião que se professa, mas a religiosidade que nós movimentamos como ato de sinceridade a partir daquela religião que nós movimentamos e que nós nos apresentamos. Então, por mais que a doutrina dos espíritos, por exemplo, nos convide à fusão desses dois aspectos, desses dogmas da ancestralidade, com essa racionalidade do contexto presente, muitos espíritas podemos não agir em consonância na expressão religiosa, ou seja, na religiosidade do que essa doutrina libertadora nos traz, enquanto que outras vertentes que podem aparecer ser mais castradoras conseguem conduzir aqueles específicos sincero que estão num na busca dessa fusão no autoencontro e na libertação de si mesmo. Então a benfeitura nos diz e nos traz a importância que também Manuel Filomes de Miranda que destaca nas palavras da benfeitora, porque ela diz do consolador e a mãezinha do Carlos diz: "Mas que consolador?" E ela explica que é o espiritismo e mostra que quando nós entendamos, nós entendamos a funcionalidade do espiritismo, nós iremos apresentarmo-nos com mais consciência e trazendo para a nossa expressão de religiosidade aquilo que precisa acontecer. Qual é a missão do Espiritismo? Nos conduzir à regeneração de nós mesmos. Na no último capítulo de A Gênesis, capítulo 18, são chegados os tempos ou sinais dos tempos que ali também a gente encontra no trecho da geração nova. Kardec explicita que todo planeta que é habitado pelas pessoas boas, que os seus habitantes são
, são chegados os tempos ou sinais dos tempos que ali também a gente encontra no trecho da geração nova. Kardec explicita que todo planeta que é habitado pelas pessoas boas, que os seus habitantes são bons, vai ser um planeta que tenha a condição boa. Óbvio, porque somos nós, na nossa condição evolutiva, que vamos implantar esse contexto de regeneração a partir da nossa moralidade. Então, esse é um exercício nosso enquanto espíritas de regenerarmo-nos, mas de apresentarmos para toda a humanidade, como diz Joana deângeles no livro Triunfo Pessoal, esses conceitos pulverizados, naturais, porque eles são, eles são da vida, eles não pertencem à doutrina como uma condição de que somente quem está no espiritismo pode acessar. Ele é da vida. São conceitos e aspectos de sempre da criação e que a doutrina dos espíritos revela, faz que venha à tona para nos trazer um compromisso. Qual compromisso? Essa conquista do Deus interno, esse autoencontro. E onde é que tá isso? Eu lembro muito do tio Divaldo. E aqui já terminando a nossa fala, eu lembro do tio Divaldo, que uma criança voltou-se para ele e perguntou assim: "Divaldo, que é Deus?" E ele parou e se lembrou do evangelista João. E ele respondeu: "Deus é amor". E a criança então perguntou: "E o que é amor?" E ele respondeu: "Amor é Deus". Ele disse que para ele na hora ele não entendeu nada. Ele só respondeu: "Deus é amor e amor é Deus". E a criança disse: "Para mim fez todo sentido". E saiu e ele ficou meditando. E foi daí que ele iniciou uma palestra, né? Que porque quando dos pensamentos dele assim saem palestras e seminários. um pensamento, uma folha que cai, ele transforma em uma palestra, em um seminário, em um congresso, enfim. E aí ele dessa acepção, Deus é amor e amor é Deus. É por isso que o amor é a solução, porque Deus é amor. Então, se vamos buscar esse esse Deus interno, é o amor que deve estar expresso na nossa religiosidade, na religião que professamos. Ela vai nos conduzir à saúde, ao equilíbrio, à harmonia, desde que nós tenhamos a
s buscar esse esse Deus interno, é o amor que deve estar expresso na nossa religiosidade, na religião que professamos. Ela vai nos conduzir à saúde, ao equilíbrio, à harmonia, desde que nós tenhamos a verdade dessa coerência entre aquilo que acreditamos, aquilo que sabemos intelectualmente, aquilo que sentimos e aquilo que vivenciamos. Então, a proposta que os benfeitores espirituais nos trazem é que através desse contexto de sinceridade, desse encontro que cada vez mais vamos buscando nesse mergulho íntimo para encontrarmos este Deus interior, ele vai cada vez mais se fortalecendo e vai eclodindo, vai vindo de dentro para fora. E aí a expressão de Jesus que brilha a tua luz, vós sois o sal da terra. E assim nós conseguimos nos assenhorear daquilo que nos cabe no contexto da criação. Então, foram essas as reflexões que nós fizemos a partir desses pontos tão significativos e que vão ser amadurecidos. Esse capítulo vai ser finalizado no próximo encontro e nós vamos ver o quão de riqueza ainda se expressa nessas palavras do Manuel Filomeno de Miranda, vindas pela psicografia do nosso querido tio Divaldo. >> Maravilha. Muito, muito obrigada, Luan Van, obrigada mesmo pela participação e agradecemos a vocês também por estarem conosco e semana após semana e a gente espera que vocês também estarão conosco para a finalização desse capítulo quatro, o drama de Carlos. E você, se você não leu ainda, leia porque vale a pena. Um abraço fraterno de todos nós. Uma boa noite,
Vídeos relacionados
Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E13 – Cap. 7: Fenômeno Auto-Obsessivo – Parte 1
Mansão do Caminho
Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E14 – Cap. 7: Fenômeno Auto-Obsessivo – Parte 2
Mansão do Caminho
Mário Sérgio, Solange Seixas e Ana Tereza Camasmie • Conversando Sobre Espiritismo
Mansão do Caminho
Conversando Sobre Espiritismo | Mário Sérgio, Solange Seixas e Jamile Lima
Mansão do Caminho · Mário Sérgio, Solange Seixas, Jamile Lima
Mário Sérgio, Solange Seixas e Rafael Siqueira • Conversando Sobre Espiritismo
Mansão do Caminho
Jesus e Saúde Mental | #142 - Episódios Diários - Inexoravelmente
Mansão do Caminho · Leonardo Machado, Ana Tereza Camasmie
Jesus e Saúde Mental | #153 • Perguntas e respostas
Mansão do Caminho · Leonardo Machado
T6:E17 • Painéis da Obsessão • Causas Ocultas do Infortúnio
Mansão do Caminho