Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E13 – Cap. 7: Fenômeno Auto-Obsessivo – Parte 1

Mansão do Caminho 19/10/2025 (há 5 meses) 1:07:57 1,190 visualizações

Na primeira parte do Capítulo 7 de Loucura e Obsessão, de Manoel Philomeno de Miranda (psicografado por Divaldo Franco), o Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert analisa o processo da auto-obsessão, quando o próprio indivíduo se converte em instrumento de sofrimento pela persistência em ideias negativas, culpas ou desequilíbrios morais. O estudo aprofunda a importância da renovação mental e da educação espiritual como caminhos de libertação interior. 📖 Obra: Loucura e Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda / psicografia de Divaldo Franco 👥 Host e resumo: Gisele Risso 🔎 Aprofundamentos: Lusiane Bahia e Tânia Menezes 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessao #FenômenoAutoObsessivo #EstudoDaObra #PhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #Espiritismo #ObsessãoEspiritual #ReformaÍntima #GrupoDeEstudosSuelyCaldasSchubert #TVMansãoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Boa noite, queridos amigos e amigas. É uma grande alegria estarmos aqui novamente nesta noite entre os corações queridos e amados de Tânia e Olália para estudarmos o capítulo s do livro Loucura e Obsessão, uma obra psicografada pelo médium Divaldo Franco através do espírito Manuel Filomeno de Miranda. Antes de nós entrarmos no estudo do capítulo, vamos convidar a todos para nos unirmos em oração. Amado Mestre Jesus, queridos amigos e benfeitores que coordenam este trabalho, este estudo, que acompanham cada um de nós nos nossos lares, nas atividades diárias, rogamos em especial nesses momentos que nos auxiliem no entendimento das lições transmitidas, que elas calem fundo no nosso coração. despertando ainda mais a nossa consciência, que ao tomarmos conta desta realidade possamos efetivamente mudar a nossa conduta, mudar o nosso padrão vibratório, os pensamentos, a nossa forma de ver e de agir. a nossa gratidão perene ao querido mentor espiritual Filomeno de Miranda, a nossa querida Sueli Calda Schuber e ao nosso querido Divaldo Franco, por todo o legado que nos deixaram, por todo o amparo que ainda concedem à humanidade, rogando que permaneçam conosco e nos abençoem hoje e sempre. Que assim seja. Então, nós vamos apresentar o resumo deste capítulo sete intitulado Autoobsessão, um capítulo extremamente interessante, né? Eh, grave, que nos traz muitos alertas. E como sempre, nós recomendamos que possam fazer a leitura na íntegra, porque o resumo do capítulo não consegue aprender todo o conteúdo muito rico nele com o título. Então o mentor Filomeno de Miranda vai narrando que continuando os trabalhos, o acompanhamento dos trabalhos naquela casa espiritualista, ele encontrou com mães que desciam amorosamente para amparar seus filhos que ainda estão no corpo físico. Ele percebeu então que essas mães chegavam e que durante o sono, quando a nossa alma se liberta parcialmente do corpo, e neste caso, esses filhos foram e podem ser conduzidos para essas zonas, esses locais de assistência para receberem

hegavam e que durante o sono, quando a nossa alma se liberta parcialmente do corpo, e neste caso, esses filhos foram e podem ser conduzidos para essas zonas, esses locais de assistência para receberem ajuda e que muitos deles, desses filhos, são vítimas de vícios profundos, como o alcoolismo, a dependência química, perturbações mentais, dores morais intensas. E essas mães, essas mães não desistem deles. Renunciam à própria paz para poder servir e ficam ali firmes até que os seus amados filhos reencontrem o caminho de volta à luz. E mesmo depois disso permanecem ajudando outros corações feridos e são verdadeiros exemplos vivos. de abnegação, de sacrifício e de amor que transcende a própria morte. Em uma dessas reuniões, então, a que trata o capítulo séo da autoobsessão de auxílio espiritual, algo marcou profundamente a nossa atenção, porque ali narra então a história desse paciente, um jovem com um quadro avançado do autismo, de autismo. vai narrando também ali o capítulo que durante os trabalhos ali que estavam se iniciando, a mentora espiritual muito amorosa e paciente conduzia esse jovem pro centro de um círculo vibratório. Era então um espaço preparado com música, com ritmo, com palmas, com cantos suaves. E a princípio ele parecia que estava alheio a tudo, estava longe, estava muito eh introspectivo, com olhar vago, parecia até inconsciente. Os movimentos quase inexistentes, uma respiração curta, mas aos poucos aos os sons começaram a penetrar no seu íntimo. Um leve brilho surge nos seus olhos. A respiração começa a mudar, os braços começam a se mover de forma desordenada, mas vivo. Era como se uma consciência adormecida estivesse finalmente tentando despertar. E então, uma voz serena e firme lhe dizia: "Retorne, tome conta da sua consciência. Saia desse mundo sombrio e mentiroso. Você já foi reencontrado. Não tema, ninguém lhe fará mal. Desperte. A princípio, muitos de nós, ao lermos até aqui as narrativas, poderíamos pensar: "Esse jovem está possuído, está obsidiado".

tiroso. Você já foi reencontrado. Não tema, ninguém lhe fará mal. Desperte. A princípio, muitos de nós, ao lermos até aqui as narrativas, poderíamos pensar: "Esse jovem está possuído, está obsidiado". Mas revela o benfeitor espiritual, Dr. Bezerra de Menezes, que ali com ele de imediato influenciando nessa nesse autismo, nessa fuga, não havia obsessores. O que havia era um processo de autoobsessão profunda. autoobsessão que ocorre quando o espírito, carregando culpas ou dores intensas, se afasta conscientemente da vida, se isola, se fecha, cria dentro de si um mundo paralelo, sombrio, mentiroso, e ali permanece fugindo de si mesmo e da realidade que o seca. Neste caso narrado de Aderson, a equipe espiritual já vinha acompanhando o seu tratamento há meses. Exteriormente, parecia que não havia grandes mudanças no seu quadro, mas internamente, dizia Dr. Bezerra de Menezes. Vibratoriamente, sua alma estava recebendo influxos positivos, assimilando as energias benéficas daquele local de oração. Aos poucos, as barreiras que ele mesmo havia construído para se proteger e ao mesmo tempo se aprisionar, estavam sendo enfraquecidas. o trabalho espiritual ali em curso. E esse é um processo delicado. Quando alguém comete faltas graves, sobretudo quando mascara esconde os seus delitos diante da sociedade, a culpa não desaparece. Ela fica viva, latejando no íntimo. E quanto mais a pessoa tenta se esconder, mais o peso dessa duplicidade cresce. Muitos entram em estados depressivos severos. Outros desenvolvem complexos de culpa intensos, acreditando-se perseguidos. E alguns, para fugir dessa dor insuportável, fecham-se completamente em si mesmos, como num refúgio mental, criando quadros como a alienação profunda ou o autismo. Neste caso, essas memórias dolorosas, quando não aparecem nesta vida, ficam guardadas no inconsciente espiritual, nos arquivos perespirituais. clamando por justiça e por reparação. Mas a justiça divina não é de vingança, ela é educação da alma. Em uma das suas

sta vida, ficam guardadas no inconsciente espiritual, nos arquivos perespirituais. clamando por justiça e por reparação. Mas a justiça divina não é de vingança, ela é educação da alma. Em uma das suas reencarnações, na última, Aderson dedicou-se ao veneno da calúnia. Trazia os esclarecimentos, então, Dr. Bezerra a Filomeno de Miranda. escrevia cartas anônimas, inventava acusações diversas, espalhava boatos que destruíam reputações. Picado pelo ciúme e pela inveja, passou a perseguir uma família honrada. Mandava cartas ao marido, insinuando adultério, mandava cartas à esposa insinuando traição. O resultado foi devastador. O marido, tomado pelo desespero, tira a própria vida. A esposa mergulha em depressão profunda e ele, Aderson, com num sangue frio, numa loucura, já em processo de instalação, convive entre ela e seus familiares como se nada tivesse acontecido, como se não soubesse de nada, como se fosse amigo e estivesse ali para ampará-los. A esposa mergulha numa depressão profunda e o marido então tira a própria vida. E uma jovem, mais para frente, né, com o desenrolar dos fatos, ele se apaixona por uma jovem que não lhe corresponde o amor. Ela então se apaixona por uma terceira pessoa, fica noiva e ele, não suportando a rejeição, os ciúmes e a inveja, começa a escrever outras missivas para este noivo da sua amada, inventando coisas, dizendo coisas horrorosas sobre ela, fazendo com que então ele chamasse para conversar e terminasse o relacionamento apontando as cartas que estava recebendo. Ela como não tinha defesa, como não tinha como apresentar a sua a prova de da sua inocência, afinal, como diz lá o mentor, é muito difícil se provar a inocência nesses casos, ela se fecha, né? entra entra num colapso emocional, se fecha no no seu quarto, não fala mais com ninguém, não consegue se alimentar e acaba também desfalecendo. Quando este homem desencarnou, ele se acreditava livre, porém naquele mesmo momento, encontra os mesmos espíritos que tinha que tinham sido feridos por

nsegue se alimentar e acaba também desfalecendo. Quando este homem desencarnou, ele se acreditava livre, porém naquele mesmo momento, encontra os mesmos espíritos que tinha que tinham sido feridos por ele. E eles, esses três, o esperavam clamando por reparação. Imerso em desespero, ele tentou negar tudo, mas a consciência culpada não mente. Não suportando a dor, bloqueia a própria mente, mergulhando num estado de fuga interior profunda. e assim reencarnou mais tarde em um corpo com limitações mentais severas, o autismo profundo como forma de autoexpiação. Essa não foi uma punição imposta por Deus, mas por ele próprio inconscientemente que escolheu como caminho de sua redenção. O cérebro e o sistema nervoso, modelados pelo seu próprio perespírito, se tornaram a prisão necessária para que ele pudesse lentamente aprender, reparar e se libertar. Muitos espíritos fazem isso. Alguns fogem através da alienação mental, outros pelo narcisismo e o orgulho, que abrem brechas para pararasitoses espirituais e outros ainda, por culpa intensa, atraem processos obsessivos pesados. E é importante compreender que a culpa não se dissolve com palavras bonitas ou passes isolados. Cristalizações antigas fixadas por anos ou séculos precisam de tempo, paciência, tratamento vibratório, psicológico e espiritual profundo. Por isso, quando vemos um paciente aparentemente sem evolução, não devemos julgar, às vezes por dentro. Já há vitórias imensas acontecendo, ainda invisíveis aos olhos humanos. E a lei divina é sábia. Quando a alma começa a se abrir novamente, ainda que por frestas mínimas, o amparo chega. chega por meio de reuniões espirituais, de preces sinceras, de equipes amorosas do plano maior. Pouco a pouco, a consciência se fortalece e a luz volta a brilhar. A libertação não vem de fora, mas vem de dentro. A ajuda espiritual é como uma mão estendida, mas o levantar é a obra da própria criatura. Ninguém permanece eternamente no erro. A culpa que sufoca hoje será impulso paraa libertação de amanhã. Cada dor que

a espiritual é como uma mão estendida, mas o levantar é a obra da própria criatura. Ninguém permanece eternamente no erro. A culpa que sufoca hoje será impulso paraa libertação de amanhã. Cada dor que enfrentamos com coragem é um degrau rumo à luz. Aqueles que erraram têm sempre a chance de reparar e aqueles que amam jamais abandona. O amor é a força mais poderosa de toda a criação. Ela desce aos abismos, rompe muralhas e vence as trevas e nos conduz de volta para casa. Agora nós vamos ouvir a querida Tânia, que vai iniciar os aprofundamentos. Boa noite, Tânia, seja bem-vinda. A palavra está com você. >> Boa noite, querida amiga Gisele, querida amiga Eulália. Que bom estar com vocês neste momento e também a vocês que nos acompanham há tanto tempo nos estudos da obra de Filomeno. Vocês que iniciaram agora o estudo deste livro, que eu também acho assim maravilhoso. Aliás, é difícil dizer qual é o livro de Filomeno que nós não achamos maravilhoso. E iniciando os nossos primeiros aprofundamentos, nós queríamos fazer um destaque ao que Filomeno traz logo no início deste capítulo que se refere ao auxílio inesgotável dos espíritos aos enfermos, sejam eles encarnados ou desencarnados. E é importante nós refletirmos sobre este ponto para podermos estar pensando no quanto os benfeitores espirituais eles estão investindo em nossa jornada. Por quê? Estarmos aqui faz parte de uma organização que não aconteceu do acaso e que levou tempo para esta organização. E a intenção é de que a nossa jornada, a de todos nós, elas sejam bem-sucedidas, que os propósitos que foram estabelecidos eles sejam alcançados. Então daí esse investimento que se dá a qualquer um de nós sem distinção, será muito maior o investimento na medida que nós sintonizamos para que de fato esta ocorrência, ela e essa ocorrência da nossa estadia aqui, ela seja bem proveitosa. É preciso estarmos a todo instante lembrando que as famílias hoje são cada vez menos numerosas e que vai ficando mais difícil a oportunidade do retorno. Então,

a estadia aqui, ela seja bem proveitosa. É preciso estarmos a todo instante lembrando que as famílias hoje são cada vez menos numerosas e que vai ficando mais difícil a oportunidade do retorno. Então, imaginem toda uma programação elaborada e chegamos aqui, começamos a declinar daqueles propósitos que foram estabelecidos. Imaginemos como deve ficar os benfeitores que validaram o nosso retorno, estão a todo instante neste investimento e nós não estamos correspondendo ao acordo que foi firmado, a todo o projeto educacional que foi realizado quando estávamos no mundo espiritual para o alcance desses objetivos. Mas também nós queremos destacar no início do capítulo, quando Gisele traz no resumo a presença dessas mães, mães que traziam seus filhos que durante o desprendimento parcial do sono, elas iam em busca de auxílio, porque esses filhos ou eles eram alcoolistas ou eles estavam na drogad tradição ou eram eh pessoas obsidiadas. Mas essas mães, elas, como disse a própria G resumo, elas não desistem dos seus filhos e vão ficar utilizando as os seus créditos espirituais, o seu, a sua potência para poder recambiar os seus afetos a ao seu curso que deveria estar seguindo e que fugiram da rota. E aí nos faz lembrar, porque vejam, o destaque aqui é feito dessas mães levarem durante o desprendimento parcial do sono. Aí vamos lembrar uma questão que Allan Kardec vai trazer para nós, que está na parte segunda de O Livro dos Espíritos, no tema que é relacionado a essa parte segunda da volta do espírito ao mundo, à vida corporal, capítulo oitavo da emancipação da alma. E aí vamos ver na questão 401, quando Kardec vai indagar se durante o sono a alma repousa como o corpo. Nós sabemos que a alma está constantemente em atividade durante este desprendimento parcial. E é o que os benfeitores vão responder, que não. O espírito jamais está inativo durante o sono. Esses laços que nos prendem ao corpo é como eh como se eles fossem eh afrouxdos para permitir esta nossa viagem ao mundo espiritual. Então, a alma vai se lançar

ito jamais está inativo durante o sono. Esses laços que nos prendem ao corpo é como eh como se eles fossem eh afrouxdos para permitir esta nossa viagem ao mundo espiritual. Então, a alma vai se lançar ao espaço e vai entrar em contato direto com outros espíritos. Então, é graças ao sono que nós encarnados vamos ter, vamos manter esta relação direta com os espíritos. E aí vamos encontrar lá nos comentários da resposta 402, ainda tratando a respeito deste deste tema. os benfeitores dizerem que o sono é a porta que Deus abre para que nós possamos ter contato com os amigos do céu. Está posto assim lá nos comentários a essa resposta em o livro dos espíritos. Então, sabendo desta informação, é necessário que nós possamos cada vez mais buscar um melhor preparo antes de dormir. Mas não é somente naqueles minutos que procedem ao nosso repouso. É para que a gente possa estar atento durante o nosso dia o quanto nós estamos de fato eh vigilantes quanto as nossas vibrações, aquilo que estamos assistindo antes de dormir, para que possamos permitir durante este período do desprendimento parcial, irmos para esferas, onde venhamos amos recapitular os nossos compromissos, onde possamos participar de aulas que talvez de temas que estejamos fazendo durante este momento. A gente vai lá nas obras de André Luiz e encontramos relatos de cursos que fazíamos quando estávamos na erraticidade, interrompemos quando reencarnamos e depois ainda que encarnados nós podemos estar dando continuidade a esses cursos. Mas tem um aspecto também que é destacado aqui pelo Dr. Bezerra de Menezes, que nessas instituições, como em outras espiritualistas, é possível ver a presença dessas mães, que são estes espíritos que trabalham com abnegação, com renúncia, com dedicação. E no caso em tela, a irmã emerenciana, nós vamos ver, salvo engano, é no capítulo seguinte, trazendo a sua história. Ela já está há 400 anos desenvolvendo atividades nesta instituição que foi motivada para poder auxiliar ao seu filho, ao seu

s vamos ver, salvo engano, é no capítulo seguinte, trazendo a sua história. Ela já está há 400 anos desenvolvendo atividades nesta instituição que foi motivada para poder auxiliar ao seu filho, ao seu filho, que eh ele diante da primeira experiência que estavam juntos, o seu esposo, pai de Valdemar, que é este filho, que ela vai buscar ajuda, ele morre na guerra, então ele vai com o seu desejo de vingança e aí volta em outras encarnações e está comprometido. Então, por conta disso, a irmã emereciana, ela se filia a essa instituição de matriz africana com o objetivo de estar auxiliando ao seu filho. Porém, quando ela atinge o seu propósito, ela percebe que deveria continuar desenvolvendo esta atividade para poder estar levando o consolo e o auxílio a outras mães que também passam, passavam por situações semelhantes. E aí vem o Dr. Bezerra de Menezes trazendo uma informação que é muito preciosa. Nobres entidades que podiam fluir de paz e operar em regiões felizes optamorar-se nestes lugares. Então, vejam que de fato esta assistência espiritual ela se expande e todos que buscam estes lugares, eles estão sendo beneficiados por esta por esta equipe espiritual que está ali para poder atender a uma gama de necessidades que visa o fortalecimento do ser, o atendimento aos objetivos que ele foram traçados na existência. Mas nós queríamos também estar trazendo, e aí nós vamos iniciar sobre este tema e a querida Eulália dará continuidade no aprofundamento quando eh o Dr. Bezerra de Menezes. Ele faz uma leitura do caso de Aderson, que é justamente um indivíduo que padecia do autismo já avançado. Aí nós queremos dizer que esta foi a expressão utilizada pelo Dr. Bezerra de Menezes. E lembrando que esta obra ela foi publicada no ano de 1988, ou seja, há 27 anos atrás, quando talvez nem ouvísemos falar a respeito do autismo, o Dr. Bezerra de Menezes já trazia a expressão nesta obra que Filomeno aqui nos apresenta. Então, e o que seria mesmo este autismo ou como eh hoje veiculado o transtorno do espectro

speito do autismo, o Dr. Bezerra de Menezes já trazia a expressão nesta obra que Filomeno aqui nos apresenta. Então, e o que seria mesmo este autismo ou como eh hoje veiculado o transtorno do espectro autista? Na própria continuidade deste capítulo, nós vamos ver que o indivíduo, ele carrega um complexo de culpa. Essa culpa, ela pode ser uma culpa, uma culpa consciente ou inconscientemente. Então, todo indivíduo que traz esta marca da culpa, ele vai eh renascer com o seu mapa genético deficiente. A culpa ficará impressa no perespírito. E aí vai dar lugar, por exemplo, a uma depressão, a uma esquizofrenia, a enfermidades físicas eh degenerativas, também ao transtorno do espectro autista. Aquele que nasce e recebe o diagnóstico do TEA, que é o transtorno do espectro autista, certamente foi alguém que em vidas anteriores cometeu equívocos, equívocos em variadas áreas, sejam elas de comportamento, principalmente dos relacionamentos. E aí desencarnando, não tendo a oportunidade de refazer. No caso, em tela, Aderson, ele mandava as cartas, isso vai ser tratado mais adiante, mas eh o que é que acontece? Tudo que ele fez ficou escondido. Só ele sabia porque mandava as cartas anônimas. Certa feita, em um programa Conversando sobre Espiritismo que a TV Mansão do Caminho transmite as quintas-feiras, foi perguntado ao querido tio Divaldo se o indivíduo que renasce com o Tea é alguém que já cometeu suicídio. E ele diz que não. Resposta que o querido tio Divaldo deu foi que não necessariamente quem renasce e recebe este diagnóstico é alguém que em existência anterior tenha cometido o suicídio. E aí, se nós eh observarmos há cerca de 20 anos atrás, quase que nós nem ouvíamos falar a respeito do autismo, essa definição era atribuída aos indivíduos que traziam eh problemas de ordem psiquiátrica. E aí quando é feito a leitura da aura, isso, informações trazidas também pelo nosso querido tio Divaldo, a aura do autista é de uma grande variedade, porque ele pode ser um indivíduo que seja mais passivo ou mais agressivo,

eitura da aura, isso, informações trazidas também pelo nosso querido tio Divaldo, a aura do autista é de uma grande variedade, porque ele pode ser um indivíduo que seja mais passivo ou mais agressivo, que não tenha eh nenhum tipo de interação. pode ser um psicopata, porque como não tem o sentimento, ele também não tem a emoção. Tudo quanto ele vai fazer, ele não tem essa noção de ética que nós temos. Então, antigamente as crianças que apresentavam essas características mais nervosas ou de pouca interação ou os jovens que se apresentavam perturb perturbados, eles eram vistos como pessoas que tinham uma natureza, por exemplo, esquizofrênica, mas que esta dimensão vista há cerca de 20, 30 anos atrás era muito menor do que acontece na atualidade. E aí quando nós vamos às pesquisas que começaram a se desenvolver principalmente no final do século passado, eh com destaque na Alemanha, constataram que o autismo era um transtorno psicológico e não necessariamente uma desordem psiquiátrica ou esquizofrênica. Agora, nós não podemos desconsiderar que os indivíduos que renascem e que tem este diagnóstico, ele é um devedor. Mas nós não podemos somente pensar no indivíduo, temos que pensar também na família. Ela é devedora porque ela recebe aquele ser que é o seu filho ou que tem uma outra configuração, é um sobrinho, é um neto. Então, todos estão comprometidos com aquele processo, porque houve, principalmente para os pais que recebem, que vão ter este contato direto, um compromisso, porque eles contribuíram de alguma maneira para que aquele ser ele se equivocasse. E muitas vezes não podemos estar desconsiderando egoísmo, orgulho, que são as nossas grandes chagas e que são as impulsionadoras das nossas ações equivocadas. E ao observarmos também as famílias que lidam com, principalmente as crianças nesse processo, elas muitas vezes sofrem mais com este quadro do que a própria criança que vai vivenciando o processo, porque elas não têm muito o discernimento. E aí lidar com a sociedade, uma

ianças nesse processo, elas muitas vezes sofrem mais com este quadro do que a própria criança que vai vivenciando o processo, porque elas não têm muito o discernimento. E aí lidar com a sociedade, uma sociedade que julga, uma sociedade que afasta o seu filho do contato daquele que vai talvez trazer algum tipo de contrariedade no relacionamento. Nós temos uma experiência onde moramos de um vizinho que ele tem três filhos, eh, dois adolescentes e um chegando à adolescência. E aí nós podemos imaginar nessa idade de 10, 12, 14 anos a movimentação que é em um apartamento e o vizinho de baixo ou a vizinha eventualmente interfonava pedindo para poder diminuir o barulho e isso foi se intensificando. Certa feita, esse morador de cima que tem os três filhos, ele atendendo o interfone com esse pedido de silêncio, de diminuir o ruído, ele respondeu ao vizinho que os filhos deles, dos filhos dele eram crianças normais. Ele não sabia que o vizinho de baixo tinha um filho com transtorno do espectro autista. Na época, essa criança tinha 3 anos. Posteriormente, quando ele tomou conhecimento, ele ficou arrasado. Porque, na verdade, quando ele disse que os filhos eram crianças normais, exatamente, porque como é que você controla dentro de um apartamento três crianças, três meninos na sua agitação, enfim. E aí depois, né, eh, de passado algum tempo desta ocorrência, foi que ele de fato começou a segurar mais os meninos, entendendo que para o grau do autismo, eh, o ruído ele é realmente comprometedor para a criança. E aí a gente vai pensar no quanto essas diferenças que existem precisam ser observadas com mais cuidado. professores que não sabem o que fazer por conta eh dessas novas crianças que chegam com essas síndromes, com esses movimentos, que é também para poder nós elaborarmos novas maneiras do nosso processo de formação do ser. E aí, eh, pensando nessa, nesses seres que reencarnam com e que tem posteriormente esse diagnóstico, porque isso vai ser feito eh de maneira eh com o passar mais

do nosso processo de formação do ser. E aí, eh, pensando nessa, nesses seres que reencarnam com e que tem posteriormente esse diagnóstico, porque isso vai ser feito eh de maneira eh com o passar mais do tempo de avanço do bebê, que vai crescendo e vai se observando o seu comportamento. Não é um diagnóstico que se que chega precocemente. E aí nós vamos compreender que de fato esses seres são espíritos que se comprometeram moralmente. São pessoas que hoje, olhando a sua história da reencarnação, se comprometeram eh prejudicando o próximo, traindo e aí renascem com esta marca no perespírito que precisará ser trabalhada. E é claro que a sua vida pode ser uma vida eh natural. Nós temos casos de pessoas que eh ganharam prêmio Nobel, que são autistas, governadores de estados de outros países também com o transtorno do espectro autista. Na semana anterior, nós assistimos um vídeo de um adolescente que ele estava participando de um concurso de oratória na sua escola e ele na sua oratória falava da sua condição do transtorno do espectro autista. E aí ele mostrando que ele era uma pessoa diferente, mas com muita clareza, eh mostrando, eh, a sua vivência e isso fez com que ele ganhasse o concurso. Então, o nosso Aderson é alguém que eh vem tentando de alguma maneira esconder este eh todo este passado de delitos, apagando-se na sua consciência este passado, mas que chega o momento, sou a hora do seu processo de libertação. Então, essas são as considerações iniciais que nós queríamos trazer a respeito deste desta primeira parte do capítulo. E aí, com certeza o Lali ainda irá aprofundar, irá aprofundar sobre essa questão do autismo. Olá, Gisele, Tânia, aos nossos queridos irmãos e irmãs da família Suelicalda Schuber. Eu estava aqui eh muito reflexiva, Tânia, porque você tem o conhecimento da área da enfermagem, mas eu estou aqui em mãos com um livro Autismo, exatamente de Hermínio Miranda, uma leitura espiritual que vale a pena em algum momento nós falarmos. Porque vamos nos dar conta que em nossas

fermagem, mas eu estou aqui em mãos com um livro Autismo, exatamente de Hermínio Miranda, uma leitura espiritual que vale a pena em algum momento nós falarmos. Porque vamos nos dar conta que em nossas reuniões mediúnicas tem se apresentado muitos espíritos em condições extremamente graves e que diante do que Hermínio Miranda expõe, ele mesmo diz que o conhecimento teórico dele é é raso, mas que chamou-lhe a atenção, a presença massiva desses espíritos e ele era um grande estudioso da mediunidade, dos processos obsessivos. Então ele traz o conhecimento de muitos estudiosos, psiquiatras, psicólogos, mas também o depoimento de várias criaturas que conseguiram romper o que ele chama de a muralha de uma fortaleza onde ele se detém. Nós vamos ver que neste capítulo Manuel Filomeno de Miranda vai nos eh descrever as tarefas dentro de um centro de raízes africanas. E ele nos fala logo no início, no parágrafo dois, de grandes populações espirituais, quando eles saem do momento em que estavam concentrados, atendendo os espíritos em grande sofrimento e retornam para a sala onde se desenrolava o culto. Ele percebia a presença de muita constrição espiritual em torno daqueles que buscavam a assistência. E é muito importante dizermos que Allan Kardec, tanto em a Gênese, no capítulo 14, fluidos fluidos, ele fala dessa pressão, dessa presença dos espíritos que nos tomam de assalto e que nos pressionam fortemente a aceitar, sem questionamento, tudo. que eles nos sugerem, aproveitando o nosso estado normal, que é de aceleração, de ansiedade, atropelando a nossa reflexão, os nossos pensamentos seguem numa velocidade que não nos permitem e nós não nos damos conta que eles se sucedem. que não os analisamos para posteriormente os aceitarmos ou não. Então, obviamente, há uma imensa facilidade desses espíritos acessarem os nossos arquivos mentais e adentrarem simplesmente explorando as nossas fraquezas morais. Ele narra aqui que há muita busca pelo socorro, mas o socorro imediatista. Então nós percebemos isso nas casas

nossos arquivos mentais e adentrarem simplesmente explorando as nossas fraquezas morais. Ele narra aqui que há muita busca pelo socorro, mas o socorro imediatista. Então nós percebemos isso nas casas espíritas, mas como ele está trabalhando dentro de um centro de Umbanda, ele nos fala, né, de todo o contexto que se desenrolam naquelas sessões. E é interessante nós analisarmos isso porque, por exemplo, Aderson, quando é levado para aquele círculo de médiuns pela benfeitora, ainda em estado de psicofonia com o médium, diante do ritual, das músicas, das palmas, dos cantos, aquilo de certa forma exercia um estado de hipnose que momentaneamente parecia retirá-lo do estado de isolamento. Isso é muito interessante. Hoje nós vemos, por exemplo, o próprio senso do IBGE dizendo que cresceu muito o número de adeptos à Umbanda. Por quê? Porque o ser humano, em meio a tantas pressões psíquicas, a tantas dificuldades, quando ele chega em algum lugar e ele vê os rituais e ele tem a possibilidade de conversar, por assim dizer, com os espíritos ali incorporados, embora não se use mais esse termo, mas para compreendermos aqueles que são mais leigos e permitindo que se faça perguntas perguntas inclusive de ordem material, porque há uma imensa dificuldade de nós nos distanciarmos das problemáticas materiais. Isso dá eles a impressão de que realmente tudo vai funcionar mais rápido. Quando nós ouvimos as pessoas dizerem: "Eu não consigo orar sem acender uma vela. E nós entendemos porque aquilo é uma espécie de indutor, também vamos compreender essas pessoas que buscam esse tipo de tarefas atadas a esses rituais, acreditando que de fato eles têm o poder de modificar a nossa vida, ainda mais que não vão pedir que nos modifiquemos. A partir do parágrafo oito, então há a descrição que a Tânia já colocou excepcionalmente bem do estado do transtorno do espectro autista. E aí sim nós vamos tirar alguns apontamentos de Hermínio Miranda em que ele traz eh as definições desses vários especialistas que tentam explicar

mente bem do estado do transtorno do espectro autista. E aí sim nós vamos tirar alguns apontamentos de Hermínio Miranda em que ele traz eh as definições desses vários especialistas que tentam explicar por esses essas criaturas se refugiaram. E não há nesse estudo, a não ser o que Hermínio Miranda coloca, a inclusão do espírito, porque nós vemos ali uma criatura, mas ele é um espírito imortal. E eles criaram essa fortaleza onde ao redor se instala uma pequena e inquieta multidão. Isso já está no livro de pessoas interessadas em ter acesso ao seu interior, pais, mães, tios, avós, querem ver e convencer aquela pessoa que lá está encarcerada a sair para aceitar o mundo em que vivemos. Nenhum de nós normalmente pensa em adentrar o mundo do autista, tentar estabelecer uma uma empatia com ele, um sentimento amoroso sem aspectos de cobrança para ver o que é que tem no mundo dele. E aí, Hermínio faz a narrativa de uma senhora que conseguiu sair de um grau grave de autismo. E ela faz essa narrativa de que em nenhum momento de fato, as criaturas queriam saber o que se passava dentro daquele mundo. Só queriam que ela saísse dele. E dentro daquele mundo tem normas, tem critérios, mas não são as nossas normas, não são os nossos critérios que devemos admitir que ultimamente estão completamente desordenados, porque nós estamos adotando todo tipo de comportamento e vale a pena voltar É o resumo da Gisele, porque ela faz do capítulo inteiro e eu e a Tânia hoje vamos até apenas o meio do capítulo, tão denso ele é, mas fala do comportamento do Aderson em outra existência. Então, vale a pena citarmos que ele já se arrependeu. Ele está vivendo a culpa paralisante. Então, é óbvio que ele se encarcere. E cabe aqui uma pergunta para cada um de nós. Quem de nós, em algum perfil da nossa personalidade também não nos encarceramos, evitando que os outros nos façam apontamento, nos ressaltem ou nos cobrem uma mudança que, convenhamos, nunca é difícil. Mas o que eu achei excepcional nesse livro é ele

e também não nos encarceramos, evitando que os outros nos façam apontamento, nos ressaltem ou nos cobrem uma mudança que, convenhamos, nunca é difícil. Mas o que eu achei excepcional nesse livro é ele dizer e e principalmente ele coloca a Dra. Helen Wach, que viveu de 1925 a 1986 e foi uma psicóloga norteamericana pioneira no estudo científico da reencarnação por meio da hipnose. Então, ela tinha o conhecimento do transtorno do espectro autista como eh trabalhadora da saúde, mas também com o conceito da reencarnação. E ela coloca que tem que se admitir as conotações cármicas no autismo como uma sinalização de que aquele espírito não queria reencarnar. Pensem que motivado por situações graves e aí encaixa direitinho no Aderson, ele tinha verdadeiro pavor à reencarnação. e a Gisele, a Tânia, os demais coordenadores. Somos todos trabalhadores de reuniões mediúnicas e temos visto em grande escala o número de espíritos que não desejam mais reencarnar, dada as culpas que carregam. Então, a Dra. Helen nos narra que percebeu que alguns espíritos só se deram conta de que estavam prestes a reencarnar porque se reconheceram na Câmara uterina e tiveram medo de lidar com as suas vítimas do passado, porque o nosso grupo familiar tem afetos. e desafetos é a mais exíea escola para domarmos as nossas más inclinações em verdadeiros campos de expiações, de provas, a fim de repararmos o próprio passado. Mas nós continuamos dizendo, o problema na minha vida é fulano, é cicrano, não sou eu. Então isso de certa forma também é um isolamento, uma uma resistência, quase uma rejeição à mudança que devemos fazer. Então ela vai colocando e diz que exatamente ele ouviu aqueles cânticos que na Umbanda, nós trouxemos aqui a título de curiosidade, um ponto tem o ponto cantado e o ponto traçado. é um, é para eles o cantado, um cântico sagrado, uma música que funciona como um mantra, uma oração através da qual eles evocam, então evocam, chamam à memória as entidades espirituais e invocam, ou seja, ao invocar,

s o cantado, um cântico sagrado, uma música que funciona como um mantra, uma oração através da qual eles evocam, então evocam, chamam à memória as entidades espirituais e invocam, ou seja, ao invocar, eles pedem uma intervenção daquela entidade através da suposta autoridade que ela tem para interceder na vida em que nós nos encontramos. Então, é pedindo para que alguém faça por nós aquilo que de fato nos compete fazer. Isso foi um tipo de hipnose que momentaneamente o daquela fortaleza o trouxe por poucos segundos e imediatamente, embora a benfeitora continuasse convocando os cânticos, as danças, as palmas, as vozes, continuasse naquele compasso retimado, ele se recolhe imediatamente. ao seu estado de intimidade. A Tânia já colocou que Bezerra de Menezes, porque Manuel Filomeno de Miranda olhou e disse: "Mas como pode? Eu não vejo espíritos obsidiando?" E o Dr. Bezerra então disse que ele era aquele auto que auto se obsidiava e que aparentemente não se via mudanças, mas essas mudanças haviam acontecido. E eu quero ressaltar esse trecho, principalmente para as pessoas que estão vivendo situações drásticas, que estão abatidas moral, mental, espiritualmente. Muitas vezes nós começamos a a ir à casa espírita entusiasmados para logo atingirmos uma melhora. Mas o que é que nós queremos com essa melhora? é retomar a vida que levamos até agora ou estamos aceitando, já não é convite, é uma convocação de Jesus, dos benfeitores espirituais para a mudança imediata do nosso padrão de vida, abrindo espaço para o cuidado com a alma que somos e que esquecemos, nos autobsidiando, nos impondo eh verdadeiras prisões, porque computamos aqueles mesmos assuntos como se eles fossem indispensáveis para a nossa felicidade e estabelecemos a monoideia. Mas a Aderson já frequentava aquela casa há 6 meses. Então narra, Bezerra que quando ele chegou era um processo obsessivo grave e uma autoobsessão. Recordando que no processo obsessivo, muitas vezes nós convocamos o espírito, ele é trazido a reunião mediúnica

narra, Bezerra que quando ele chegou era um processo obsessivo grave e uma autoobsessão. Recordando que no processo obsessivo, muitas vezes nós convocamos o espírito, ele é trazido a reunião mediúnica e pela lógica ele se decide a afastar-se para cuidar da sua vida, descobre que estava perdendo tempo demais em prejudicar alguém ou estava querendo que alguém morresse envenenado, enquanto era ele que tragava o veneno. que o ódio, a sede de vingança sai de dentro dele. E aí Bezerra fala no começo, quando ele chegou aqui, ele tomava o passe, mas a densidade energética dessas emissões mentais deletérias, explorando-lhe a culpa, eram tão intensas que aquela energia bemja durava muito pouco, mas com a frequência contínua, com a ação dos benfeitores. Ele foi estendendo esse período e criou uma espécie de uma carapaça fluídica. Olha que coisa que muitos de nós não pensamos. impedindo o acesso desses eh irmãos infelizes que o obsidiavam. Embora eles continuassem emitindo as suas vibrações deletérias, essa carapaça fluídica não permitia que elas chegassem a Aderson. Então ele ficava literalmente a sós, mas o pior inimigo, o nosso pior inimigo somos nós mesmos. Essa autoobsessão Allan Kardec nos coloca em obras póstumas na sua primeira parte, manifestações dos espíritos. No item 58. O homem, não raramente é o obsessor de si mesmo. Alguns estados doentios e certas aberrações que se lançam a causa a conta de uma causa oculta, na realidade derivam do espírito do próprio indivíduo. Sueli Caldasuber, no seu livro Obsessão Desobsessão, capítulo 5to, as várias expressões de um mesmo problema, ela coloca aqui a autoobsessão, esses autoobsidiados graves e que se apresentam também subjugados por obsessões lamentáveis por seus inimigos. Então essa parte no tinha sido cuidada pelos benfeitores. São vítimas de si mesmos, mas existem também aqueles que portam a autoobsessão sutil, mais difícil de ser detectada. somos nós. Porque o Aderson, devido às culpas da vida passada, ele se aprisionou, ele

o vítimas de si mesmos, mas existem também aqueles que portam a autoobsessão sutil, mais difícil de ser detectada. somos nós. Porque o Aderson, devido às culpas da vida passada, ele se aprisionou, ele tinha medo. E nesse livro é interessante saber dos aspectos cerebrais, porque o espírito obrigado a reencarnar, ele ancora no hemisfério direito do cérebro, que é o primeiro hemisfério a vincular-se ao campo espiritual, mas ele se nega a passar as informações para o hemisfério esquerdo, onde reside a palavra, a interação. Não. Então, não há uma deficiência no cérebro, há uma negação do espírito em realmente conviver. Essa obsessão sutil, a maioria de nós porta essa autoobsessão sutil. A gente porta e não se dá conta. Então ela diz assim: "Muitos se flagelam e hoje em grande escala com o ciúme, a inveja, o egoísmo, o orgulho, o despotismo e transformam-se em doentes imaginários, vítimas de si próprios, atormentados em si mesmo." Esse campo mental também abre para que os espíritos infelizes entrem numa sociedade dolorosa conosco. E nós recordamos aqui para encerrar o obsess de Gerasa, o endemoniado que Jesus socorreu naquele cemitério em Gerasa, abrigado em túmulos vazios, cheio de espíritos em seu derredor, completamente mente atormentado, for expulso da cidade, foi torturado inúmeras vezes. Nem mais a família o queria. Nem mais a família desejava saber o que se passava dentro dele. Apenas desejava que ele se comportasse como que nós consideramos uma família normal. Nós perguntamos, há famílias sem nenhum problema psiquiátrico ou psicológico e se nós as observarmos, elas estão agindo de acordo com os parâmetros de Jesus. Então, aquele endemoniado, ele já se refugiava na prisão da obsessão e da culpa. E quando Jesus o libertou e pede que ele retorne à cidade, e quando aqueles espíritos desprendendo-se dele, perturbam o ambiente e aquela vara de porcos atira-se ao abismo, os porcos eram a maior fonte de renda daquele povo, que a partir de então olhou para Jesus sem saber quem

píritos desprendendo-se dele, perturbam o ambiente e aquela vara de porcos atira-se ao abismo, os porcos eram a maior fonte de renda daquele povo, que a partir de então olhou para Jesus sem saber quem ele era e o expulsou. porque ele trazia prejuízos materiais. Mas a mudança moral muitas vezes exige que nós recuemos de alguns ganhos materiais. E ele faz o que Jesus mandou. Jesus volta pelo mesmo lago por onde veio, de encontro aos obsessos de Gerasa, que não era apenas ele. Ele volta normal, por assim dizer, em juízo perfeito, anunciando o que Jesus lhe havia proporcionado e ele é expulso outra vez. E ele diz: "Malditos sejam todos vocês, porque Jesus não veio apenas para me curar, ele veio oferecer a cura a todos nós. Vocês o expulsaram e me expulsam também. Então eu vou largar tudo, todas as minhas raízes e vou seguir Jesus. Só ele é o médico incomparável das nossas almas, capaz de nos arrancar das teias da nossa culpa, das obsessões e das autoobsessões para nos apresentar uma vida de paz. Muita gratidão. >> Nós que agradecemos imensamente as excelentes contribuições de Tânia e Olália. E ao vocês nos trazerem esses aprofundamentos, essas reflexões, eu estava aqui pensando que após 37 anos do lançamento desta obra, que aliás foi a primeira que eu li de Filomeno de Miranda e confesso que fiquei algumas noites sem dormir, eu tinha 17 anos aproximadamente e fiquei bem impressionada com essa realidade do mundo espiritual. eh, das consequências das nossas escolhas, da continuidade da vida, desse intercâmbio entre nós e os espíritos desencarnados. Eh, falando hoje mais sobre o autismo, que nós agora faz parte da nossa realidade também familiar e também mundial, com o aumento do número de autistas, né? Eh, quanta coisa já se avançou em termos de tratamento, de diagnóstico, mas é interessante que a gente observa que a questão espiritual dos esclarecimentos, nós ainda estamos na vanguarda. Não, não temos nada que dê tanta luz quanto a doutrina espírita a respeito das causas,

é interessante que a gente observa que a questão espiritual dos esclarecimentos, nós ainda estamos na vanguarda. Não, não temos nada que dê tanta luz quanto a doutrina espírita a respeito das causas, né, desse desse espectro do autismo. E é curioso, né, como o Lara até citou eh vagamente a respeito da complexidade de quando alguém reencarna com esse tipo de transtorno ou outros que não é culpa de ninguém, digamos assim, ai o que que você fez, o que você comeu, o que você tomou, o que que você será que foi um remédio que você tomou? A gente sabe que a gênese é espiritual, né? E aí a materialidade opera a favor da necessidade daquele espírito reencarnante, como a Tânia muito bem lembrou, de toda a sua família, do seu grupo familiar, né? Então, mais uma vez, gratidão. Vamos reassistir, né, a essa aula para aprofundar cada vez mais os esclarecimentos, porque até nas salinhas de evangelização, não é mesmo, Tânia, que é evangelizadora infantil, infanto juvenil, nós vamos ter que fazer uma uma reeducação das evangelizadoras para receber essas almas que estão retornando até nós. Então, meus amigos, meus irmãos, um grande abraço e a paz de Jesus esteja conosco e até o próximo encontro.

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