T6:E14 • Transtornos Mentais • Transtorno do Espectro Autista

Mansão do Caminho 15/05/2024 (há 1 ano) 52:27 6,153 visualizações 855 curtidas

Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 06 - Transtornos Mentais Episódio 14 - Transtorno do Espectro Autista ► Referências Bibliográficas • Amor, imbatível amor, cap. 4 e 11; • Autodescobrimento: uma busca interior, cap. 6; • Triunfo pessoal, cap. 6; • O homem integral, cap. 5 e 9. ► Sugestão de conteúdo Uma Advogada Extraordinária 2022 ‧ Drama ‧ Série de televisão » Apresentação: Cristiane Beira

Transcrição

Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana deâel. O episódio de hoje será abordado, no episódio de hoje será abordado o tema do transtorno do autista, um tema muito procurado eh nos últimos anos em virtude do aumento, eh, que chama muito a nossa atenção dos diagnósticos de autismo. Então, muita gente tentando entender, muitas pessoas com crianças, eh, autistas, sem ter condição de de oferecer uma boa, um bom uma boa oferta de estímulos pro desenvolvimento, justamente porque é algo que para nós é novo, pros leigos, pros que não são estudiosos. Então, é até bonito de ver o tanto que as pessoas têm se preocupado, t se engajado, muitas pessoas tentando trazer a atenção para essa para esse para essa questão desse transtorno, eh procurando justamente o envolvimento da sociedade, da comunidade, como se dissesse: "Vamos olhar para isso, essas crianças, essas pessoas precisam da nossa atenção, precisa que a gente se prepare, compreenda, saiba como oferecer a melhor abordagem possível. Então nós faremos aqui a nossa pequena contribuição simples, não temos condição de aprofundar por vários motivos, mas convidamos todos a fazer esse essa reflexão a partir de alguns pontos que nós iremos eh abordar. Vamos começar pensando ou talvez resgatando, relembrando a explicação que a gente fez no primeiro episódio a respeito do que seria transtorno. Nós estamos falando de transtornos mentais nessa sexta temporada. Então, vamos começar pensando no que seria transtorno. E aí é interessante a gente prestar atenção porque nós temos uma tendência invigilante de generalizar. Costumamos muito. É um vício de caráter do ser humano essa generalização, porque um dia a gente teve uma experiência negativa em uma em uma com um determinado tema, generalizamos, porque toda vez que a gente encontrar a gente acha que vai achar que vai acontecer a mesma coisa. Um dia uma pessoa nos afrontou, nos ofendeu e nós generalizamos que daí todas as vezes que a gente viver a mesma situação ou uma

e encontrar a gente acha que vai achar que vai acontecer a mesma coisa. Um dia uma pessoa nos afrontou, nos ofendeu e nós generalizamos que daí todas as vezes que a gente viver a mesma situação ou uma situação parecida com aquela, certamente as coisas vão ser iguais. Então, nós generalizamos e muitas vezes os traços de de personalidade, as características que nós encontramos dentro de todos os seres humanos, porque é comum a todos nós, estamos no mesmo mais ou menos na mesma faixa de de evolução espiritual, nós tendemos a generalizar. Então, porque eu essa semana fiquei, por exemplo, um pouco triste e não tive muita vontade de sair de casa e estava desanimada para fazer o meu trabalho, eu estou com depressão, eu generalizo. Então, os sintomas dos transtornos não necessariamente eh correspondem ao transtorno. Muitos deles são traços naturais dos seres humanos. tristeza, medo, desânimo. Quem de nós não é visitado por um ou outro eh fator desse? Então, vamos recordar que o transtorno ele é um diagnóstico feito porque não é dois, três sintomas, são vários sintomas dentro do diagnóstico que são observados. E o transtorno, para ser categorizado como transtorno, significa que o médico profissional, psiquiatra, ele está olhando para essa pessoa que ele está analisando e ele está observando que há uma certa dificuldade no funcionamento da vida dele. Ou seja, os sintomas que ele está apresentando pro médico é um conjunto tal que atrapalha a vida dele, impede essa pessoa, o paciente de fazer coisas que ela gostaria de fazer. Conduz essa pessoa a fazer um monte de coisas que ela não gostaria de fazer. Ou seja, o transtorno é diagnosticado qualquer que seja ele quando a análise do caso chega à conclusão, pela análise do caso profissional chega à conclusão de que está tendo realmente uma perturbação no desenvolvimento dessa pessoa. Ela ela não está se desenvolvendo minimamente como se se espera, como a natureza propõe, porque ela está travada em algumas questões, ela não está conseguindo, ou seja, a vida dela está

dessa pessoa. Ela ela não está se desenvolvendo minimamente como se se espera, como a natureza propõe, porque ela está travada em algumas questões, ela não está conseguindo, ou seja, a vida dela está sendo perturbada. Então, sim, aí a gente fala em transtorno. Agora, se eu pego os sintomas de um autismo, de um autismo, por exemplo, e eu digo assim: "Nossa, eu me identifico com esse, com esse também. Ai, será que eu já sou autista?" Então, será que eu sou autista? Eu nunca. Então, nós estamos vendo também muita confusão, inclusive em diagnósticos que a gente olha e fala: "Mas não é possível. Eu conheço essa pessoa há uma vida, ainda que ela tenha traços e mesmo que ela se encaixe, será que agora tendo conseguido desenvolver uma vida, ela deve trazer esse diagnóstico para mudar alguma coisa num num sentido que não acrescente?" Então, nós estamos vendo muita confusão, muita fuga atrás de rótulos, que é outra coisa que a gente fala. Para que que eu vou atrás de um rótulo? Eu devo ir atrás desse rótulo? E nós estamos falando aqui no sentido negativo. Se eu tiver interessada em quê? Em me em me em me justificar, pronto, agora ninguém mais fala comigo, porque afinal de contas eu tenho esse esse certificado que que garante o quê? Eu vou, eu devo ir atrás de um diagnóstico para me conhecer e para descobrir quais caminhos eu posso seguir para eu me ajudar. E se eu tenho alguém que eu busco um diagnóstico pro meu filho, seja para quem for, de novo, não é para terceirizar e falar: "Ufa, graças a Deus, levei no médico, o médico descobriu o nome do do o diagnó, deu o diagnóstico, agora não. Eu vou até esse médico para entender como funciona, o que que eu posso fazer, o que que eu não devo fazer, quais os cuidados, como eu lido, o que que existe de pesquisa, eu tenho que aprender a respeito. Não é isenção de nada a gente chegar a um diagnóstico. Então, acho que é interessante a gente prestar atenção para pôr as coisas no lugar, né? Não é porque eu tenho um ou dois sintomas que

a respeito. Não é isenção de nada a gente chegar a um diagnóstico. Então, acho que é interessante a gente prestar atenção para pôr as coisas no lugar, né? Não é porque eu tenho um ou dois sintomas que eu já posso dizer que eu sou. E para que que eu quero dizer que eu sou? O que que eu busco quando eu busco um diagnóstico? Eu busco o quê? Eu busco mais compreensão do meu quadro? Eu busco informação, eu busco recursos, eu busco formas de eu voltar a me desenvolver para eu vencer aquilo que estava me atrapalhando, me estagnando. Então, muito, muito cuidado para que a gente seja crítico com a gente mesmo. Que que eu estou interessada? Muitas vezes a gente sai tentando encontrar pessoas que não respeitam os as pessoas que são portadoras desses transtornos lá no fundo que parece uma revolta. Então vamos olhar sempre paraa nossa essência. O que que me move? Eu estou indo buscar o quê? Que que eu acho que eu vou conseguir com o caminho que eu estou tomando? E fica também esse convite para que a gente seja empático, para que a gente compreenda as diversidade, a diversidade de seres humanos que existem. E se a gente começar a a a querer eh criar diagnóstico para cada diversidade, para cada diferença de seres humanos, nós vamos ter tantos diagnósticos quantos forem os próprios seres humanos. Carl Gustavo Jung, o psiquiatra, que é o o o fundador da psicologia analítica, da psicologia profunda, eh eh que desenvolve os temas do os temas do complexo, do inconsciente coletivo, da individuação. Jonas de se baseia nele, nos pós-unguianos e nos transpessoais. Ele costumava dizer a respeito dessa história de psicologia yunguiana. Então ele diz assim: "Cada cada paciente que senta diante do profissional, ele merece uma terapia, uma linha de abordagem única feita para ele, a partir dele, com a necessidade dele e não algo que seja para todo mundo." Então ele era contra essa massificação das terapias. Eu aprendo uma técnica e eu aplico para todo mundo, mas as pessoas são tão diferentes, como é que eu vou tratar

não algo que seja para todo mundo." Então ele era contra essa massificação das terapias. Eu aprendo uma técnica e eu aplico para todo mundo, mas as pessoas são tão diferentes, como é que eu vou tratar pessoas diferentes de forma igual? Então ele diz: "Psicologia yunguiana é pro Yung. A gente deve fazer a psicologia de cada pessoa que a gente tem na na nossa frente." Então a diversidade dos caracteres, ela é ela é ela é rica. Aí, porque eu não sou tão alegre quanto as pessoas do mundo de hoje dizem que a gente deveria ser, então eu sou depressiva? Não, não necessariamente. Se eu estou funcionando bem, se eu estou andando na minha vida, eu tô bem do jeito que eu estou, por que que eu preciso dizer que eu tenho um diagnóstico? Eu só sou menos expansiva, extrovertida do que o padrão social hoje diz que se deve ser. Se eu não gosto de ficar de balada em balada, aí você tem alguma coisa de errado com você, Cris? Será? Será que eu não sou só diferente? Então, acho que uma coisa que a gente pode começar pensando é a respeito disso. O transtorno é aquilo que atrapalha a minha vida, incomoda a mim mesma. Inclusive, eu vou atrás de algo para me ajudar, porque eu não estou bem, eu não estou conseguindo me desenvolver, eu não me conheço, eu não sei como lidar comigo, eu não me sinto bem, eu não consigo saber saber enfrentar as coisas, então eu estou precisando de ajuda. Aí a gente pode falar, realmente o que você tem é algum transtorno. Vamos lá para conversar com o médico, vamos fazer análise, testes, seja lá o que for, exames, pra gente ver se tem alguma coisa aí, pra gente poder entender e ver quais são os recursos que a gente tem para melhorar. Isso é realmente transtorno. Está me impedindo de viver, limitando minha vida, distorcendo as minhas percepções e eh me mudando de caminho, está está me atrapalhando, está está roubando a funcionalidade da minha vida. Isso é transtorno. Agora, se eu sou só diferente do que um padrão social do momento histórico que nós estamos vivendo impõe, não

stá me atrapalhando, está está roubando a funcionalidade da minha vida. Isso é transtorno. Agora, se eu sou só diferente do que um padrão social do momento histórico que nós estamos vivendo impõe, não necessariamente eu tenho um transtorno. Porque se eu digo: "Ah, eu sou menos festeira do que o padrão social diz que deve ser. Eu costumo desenvolver mais estados melancólicos do que as pessoas acham que eu deveria, mas eu estou bem, eu vivo, eu faço o que eu preciso fazer, eu toco minha vida, eu faço minhas análises, eu me realizo. Por que que as pessoas acham que tem alguma coisa de errado comigo? Então a gente anda misturando muito o que é transtorno no sentido precisamos cuidar do que é diferença de personalidade. Os traços de personalidade são diversos e infinitos. Então vamos diferenciar porque parece que hoje é uma corrida para diagnóstico. Parece que se eu olhei para mim e falou assim: "Eu gosto de ficar quieta: "Meu Deus, será que eu sou autista? Será que eu sou depressiva? Será que eu sou? Não. Mas talvez seja mais confortável procurar um diagnóstico para dizer: "Ai, é isso que eu sou, pelo menos agora eu já sei o que eu sou". Do que eu mergulhar para dentro para me conhecer e saber quais são as minhas diferenças e bancar as minhas diferenças de quando alguém chegar para mim e dizer: "Nossa, mas você pensa muito, deve ter alguma coisa de errado com você". Eu eu bancário dizer: "Não, essa é um traço da minha personalidade. Que pena que te incomoda, não me incomoda. Eu gosto de ser pensativa, eu gosto de ser reflexiva. Ah, não, mas você implica com tudo não. Aí eu, aí é outra história. Será que não é você que é convivente com qualquer coisa? Pra gente bancar a nossa individualidade, pra gente bancar as nossas diferenças e principalmente aquelas que incomodam a massa, precisa de muito mergulho para dentro, precisa de muita autoanálise, precisa de muito autoconhecimento. Então, a gente compra qualquer ideia que alguém diga assim: "Ah, eu acho que você devia pesquisar mais, porque você anda

o para dentro, precisa de muita autoanálise, precisa de muito autoconhecimento. Então, a gente compra qualquer ideia que alguém diga assim: "Ah, eu acho que você devia pesquisar mais, porque você anda muito focada numa única coisa." E aí as pessoas vão generalizando sintomas. Então acho que é interessante a gente começar resgatando essa história de que transtorno trabalha com a não funcionalidade, o impedimento, a perturbação da funcionalidade da pessoa. Se não existe isso, não existe transtorno, existe traço de personalidade, características que cada um traz. Não quer dizer também que eu vou ficar assim para sempre. Eu posso inclusive dizer para mim: "Puxa vida, Cris, vamos ser um pouco mais festeira, vamos treinar um pouco mais, vamos nos aventurar um pouco mais nas festas da vida? Vamos tentar curtir aquilo que a vida oferece. Ao invés de ficar sempre na zona de conforto, eu posso me desafiar e me desenvolver e devo, porque o nosso caminho é que a gente amplie a ponto da gente ser tudo e não ser só uma coisa. O que eu tô dizendo é cuidado para não dar nomes aos bois que não são bois". Vamos, vamos separar as coisas. Então, nós vamos entrar aqui no transtorno do espectro autista, também conhecido como tea. Transtorno do espectro autista. terra. Então, em cima disso que a gente tá falando, se a gente tiver falando de verdade de um transtorno, significa que existe um uma questão em termos de funcionamento. Existe um desequilíbrio que vem lá do perespírito. É um desequilíbrio o quê? No caso do tea, é um é um desequilíbrio mental. Não é o meu dedo que não funciona, não é o o que mais que não pode funcionar, o meu estômago que tá com algum problema. O problema está na mente, na forma como o cérebro funciona, na mente da gente. Então existe, se for mesmo um transtorno, existe uma marca, um registro ou a gente costuma falar uma lesão perespiritual. O meu perespírito na área cerebral, ele tem uma um registro, ele tem uma marca que o perespírito transferiu à matéria. Então, quando eu desenvolvi o

o ou a gente costuma falar uma lesão perespiritual. O meu perespírito na área cerebral, ele tem uma um registro, ele tem uma marca que o perespírito transferiu à matéria. Então, quando eu desenvolvi o meu o meu aparelho, algo ali ficou com uma marquinha, seja fisicamente falando, seja na funcionalidade desse aparelho, mas existe um registro do perespírito. E esse registro do perespírito, ele foi gerado em vidas anteriores. Então, não muda muito do que a gente costuma entender a respeito das doenças, né, e das marcas que mostram nossas heranças de nós mesmos. O TEA também tem essa questão. Então, o cérebro, o aparelho mental, a funcionalidade, ela carrega uma marca que é do espírito. O espírito imprime no corpo aquilo que ele gerou em experiências passadas. não muda. Existe no transtorno do espectro autista uma marca que é do perespírito que foi gerada em vidas passadas, né? Então, do que que nós estamos falando no tea? Também nós vamos falar de expiação. O autista espia. Que que é a expiação? Lembrando do Espiritismo, é o resgate, o reequilíbrio, a reestruturação no momento de do presente de experiências malsucedidas pelo mau uso do livre arbítrio no passado. Não soube usar a riqueza nasci na pobreza, fazendo exemplos bem simples pra gente entender para efeito de estudo. Não cuidei bem do meu aparelho digestivo, nasço com registros do meu aparelho digestivo, com propensão à úlcera, com questões gástricas e outras coisas. Abusei do uso de álcool. Tenho um fígado fragilizado que traz nas suas na sua no seu perespírito o registro do mau uso do passado. E a mesma coisa a gente aplica ao autismo. Temos registros do passado de algum tipo de desequilíbrio no uso do livre arbítrio na questão mental e geramos um registro nessa área do cérebro que tem correspondência com aquilo que a gente fez em nosso passado. Qual a outra possibilidade que a gente tem? a possibilidade das missões. Então, ou eu venho, enfrento uma experiência no momento presente por expiação, sou herdeira de mim mesmo, aquilo que eu

assado. Qual a outra possibilidade que a gente tem? a possibilidade das missões. Então, ou eu venho, enfrento uma experiência no momento presente por expiação, sou herdeira de mim mesmo, aquilo que eu gerei lá, eu colho aqui, expiação, causa e efeito, ação e reação ou missão. O exemplo máximo, Jesus. Jesus veio pra terra, ele não precisava vir. Ele não tinha expiação nenhuma para vir aqui resgatar. Jesus passou por mil turbulências, mil perturbações. Deve ter passado fome em algum momento, porque era escasso o o a oferta dos dos alimentos. Foi caluniado, foi torturado, foi assassinado, foi morto, mas ele não tinha nada para espiar. Então Jesus vem e experimenta na terra tudo que ele experimentou como missão. Ou seja, eu aceito ir para uma finalidade de ajudar uma coletividade, de ajudar os meus pais. Agora vamos voltar então para essas pessoas que carregam marcas no seu perespírito, que não foram feitas por si mesmos em experiências passadas malsucedidas. Ou seja, esse corpo é preparado pela espiritualidade para que esse espírito carregue marcas que não foi ele que gerou por invigilância e mau uso do livro arbítrio, mas porque ele veio e aceitou passar por uma experiência para beneficiar algum entorno. Então, muitos espíritos vêm, por exemplo, carregando doenças, que são espíritos de estão já mais evoluídos, mas eles aceitam vir carregando doenças para que a comunidade científica os estude. Outras vezes a gente fica sabendo, por exemplo, de crianças que vieram passar por experiências, por situações difíceis de dor e de sofrimento, mas que elas não estavam resgatando nada, mas elas estavam como missionárias pros pais. Então, a gente sabe de casos em que o espírito diz assim: "Eu vou, eu vou nascer como filho desse casal, que são espíritos que eu me importo, e eu vou carregar uma deficiência que vai unir o casal. que vai despertar a consciência do casal. Ou seja, se esse espírito renasce, aceita carregar eh eh no seu perespírito eh traços, características que vão gerar

gar uma deficiência que vai unir o casal. que vai despertar a consciência do casal. Ou seja, se esse espírito renasce, aceita carregar eh eh no seu perespírito eh traços, características que vão gerar algum tipo de perturbação na sua vida, mas eles são missionários, eles aceitam passar por isso como Jesus aceitou. E aí a gente vai lembrar que cada caso é um caso e a gente não pode generalizar. Nós temos observado pessoas que estão tratando o autismo de forma generalizada, como todos os espíritos missionários. São espíritos que vieram de outras galáxias para ajudar os cérebros a se desenvolver. Pode existir isso? Pode, deve. Quantos casos são missão? Porque os espíritos, no livro dos espíritos nos falam a respeito de expiação e missão. No nosso grau de evolução, a proporção de expiação para missão é gigantesca. Quantos autistas a gente tem hoje? Todos são missionários. A grande maioria é missionário? Não, o bom senso no diz, nos diz que não, que pode haver um ou outro que venha com essa função, espíritos que já não precisavam nem estar na terra, mas aceito, pode haver. Todos os autistas são espíritos que vieram de outras galáxias para ajudar o cérebro a se desenvolver? Parece que não. Parece que não, porque não faz sentido em tudo que a gente vem estudando. E qual que a gente, como é que a gente pode analisar os casos? Primeiro que Jesus já disse, não julgueis, porque você não vai saber. não tenta querer adivinhar. Não nos cabe saber se o espírito que está hoje na condição de meu filho autista, se ele é missionário. Não me não me não me cabe saber isso. Me cabe analisar quem é esse espírito, me aproximar cada vez mais dele, amá-lo como ele é e tentando entrar no mundo dele que é muito específico. Eu faço um exercício para saber do que ele precisa para poder suprir as suas necessidades. Então, eu vou ajudá-lo a se desenvolver a partir dele mesmo. É isso que me cabe. E não ficar adivinhando se ele é espírito superior ou se ele vem com alguma missão. Não me cabe isso. Me cabe ser

ades. Então, eu vou ajudá-lo a se desenvolver a partir dele mesmo. É isso que me cabe. E não ficar adivinhando se ele é espírito superior ou se ele vem com alguma missão. Não me cabe isso. Me cabe ser para ele a referência que eu preciso ser como educadora, como mãe, como tutora, como mentora, como responsável. Mas a gente pode analisar, o livro dos espíritos nos diz que um corpo forte não transforma o espírito em violento e um corpo frágil não transforma o espírito violento em pacífico. Que que os espíritos estão dizendo? Não importa a constituição física, o espírito é que carrega suas tendências. Então, se um espírito ele é já evoluído, pacificado, ele vem para uma missão na Terra e ele reencarna e o corpo dele é um corpo de Hércules, ele não vai se transformar em uma pessoa violenta e sair dando soco em todo mundo, porque ele tem um monte de músculo. E por outro lado, se tem um espírito muito agressivo, muito extremamente violento, ele nasce num corpo mirradinho, fraquinho, pequenininho, com mil fragilidades, ele vai ser violento na fala e o pouco de músculo que ele tem vai ser suficiente para ele viver querendo bater em todo mundo. Então, a mesma coisa a gente pode trazer aqui. O espírito que já tem uma certa evolução e ele nasce com um cérebro, com algumas questões que podem perturbá-lo, isso não transforma o espírito em violento, seja o que for. E a gente vai analisando os autistas e a gente percebe como eles são variados em termos de expressividade. A gente vê de tudo porque são seres humanos, são espíritos diversos. Então, não vamos olhar pro corpo que ele tem para querer saber quem ele é. Vamos observar que espírito que carrega esse corpo hoje, que tem uma ou outra deficiência, transtorno, disfunção, seja lá o que a gente queira dizer. Vamos tentar olhar através do transtorno para identificar o espírito que tá ali. Aí pode ser que a gente consiga entender um pouco mais se é expiação e se é ou se é missão. Bom, ã, vamos um pouquinho antes de entrar em Joana, a gente vai pro pra psiquiatria,

o espírito que tá ali. Aí pode ser que a gente consiga entender um pouco mais se é expiação e se é ou se é missão. Bom, ã, vamos um pouquinho antes de entrar em Joana, a gente vai pro pra psiquiatria, né? O o espectro autista. Bom, antes disso, o a gente gosta de fazer a etimologia das palavras, né? O que que é o autismo? O próprio nome já tá falando alto, né? Autismo é um exagero, egoísmo, exagero de ego. É quase que uma quase que uma doutrina do ego, né? Então, autismo é esse exagero desse auto. Ou seja, não tem um ter, existe auto. Eu, eu, eu eu eu tô fechada em mim, eu tô olhando para mim, eu vivo aqui. Então, é um fechamento em si, é quase que uma clausura, é quase que um cárcere. A pessoa está focada, ela está fechada em si. É um estado em que o indivíduo vive esse em si mesesmamento e e vive esse exagero, esse essa imersão em si. E aí a gente já vai vendo o que falta. Falta o outro, falta a sociedade, falta o coletivo. Ele está desequilibrado. Ele não vive ele e o outro, o outer ou si mesmo e o o o para cá, o para dentro e o para fora. Ele vive polarizado em si, voltado para si, dedicado em si mesmo. é um si mesesmamento, ou seja, a dificuldade dele está com o fora, com a sociedade, com o mundo, com o outro. Então, a gente já começa a perceber, se a gente pensar em expiação, o que que esse espírito viveu lá para ele voltar fechado em si. Dá para ver que ele tá tentando, como se ele tivesse fugindo, talvez do social, do encontro com a com a sociedade. E algumas vezes a gente tem pensado nesse autista como talvez alguém que não, eu me nego a ir pro mundo, eu me eu me fecho, eu eu eu me recuso a viver em sociedade. Não parece uma negação da reencarnação. Tudo isso que a gente está falando, eu não estou falando de um caso, não estou fechando a questão. A análise yungiana, Jung sempre fala que o o Yung, o Yung propõe e a psicologia espírita propõe ampliação. A gente vai sempre ampliar quais todas e todas e as mais possibilidades que a gente puder pensar. Nunca a gente vai

ng sempre fala que o o Yung, o Yung propõe e a psicologia espírita propõe ampliação. A gente vai sempre ampliar quais todas e todas e as mais possibilidades que a gente puder pensar. Nunca a gente vai restringir, a gente vai dizer: "É isso". Não, nunca a gente vai fechar uma questão. Então, o objetivo nosso é ampliar. a gente vai abrir, vamos pensar junto tudo que pode ser para melhorar a nossa compreensão, né, para para dar mais consciência. Então, algo que a gente pode pensar é isso. Será que esse espírito que tá fechado em si não é um jeito dele falar me recuso a reencarnar? Já que vocês me obrigaram por uma reencarnação compulsória, então eu fico fechado aqui. Eu não vou paraa vida, eu não vou paraa sociedade, eu não vou pro mundo. Não sei. Pode ser que existo. Talvez eu fiz mau uso da vida que eu tive em sociedade e eu acabei por por reflexo vindo pro polo oposto e acabei ficando, será que eu não preciso de uma experiência voltada para mim? Porque eu nunca fiz uma experiência voltada para mim. Será que nas vidas passadas eu vivi só pro social e dessa vez eu volto para mim como um contraponto para eu olhar para mim obrigatoriamente? Eu não consigo sair de mim nem que eu queira. Tá vendo? Pode ser tantas coisas e elas são até antagônicas. Como que eu vou dizer o espectro autista significa que o autista é esse espírito? Eu não sei. Ele pode ser alguém que não quer ir para fora, por isso que se refugia em si. Ele pode ser alguém que só queria ir para fora, mas a divindade falou: "Não, dessa vez você vai ficar aqui, porque não é meio de você ficar em si mesmo". Então é o é o contrário. Então que que nos cabe? Analisar o espírito, porque ele é o único. Não dá para dizer do autismo. O autismo pode ser um monte de coisa, como todos os transtornos podem ser. A gente precisa falar da pessoa, ela que nos interessa. Quem é esse espírito que está aqui? Tanto faz o nome dos rótulos que ele tenha me trazido. Eu preciso chegar na alma, eu preciso chegar nesse ser. É ele, é com ele que eu vou me

ela que nos interessa. Quem é esse espírito que está aqui? Tanto faz o nome dos rótulos que ele tenha me trazido. Eu preciso chegar na alma, eu preciso chegar nesse ser. É ele, é com ele que eu vou me relacionar. Bom, o autismo ao longo, isso tudo a gente acha na internet, então não vou nem gastar muito tempo, mas desde 1952, primeiro ele foi chamado de reação esquizofrênica do tipo infantil. Em 1968 ele foi chamado de esquizofrenia tipo infantil. em 1980, eh, quando começa aquele aquela luta pela antimanicomial, vamos vamos reinserir esses doentes na sociedade, vamos cuidar deles como pessoas, não vamos enclausurá-los. Aí a gente começa a falar sobre transtornos globais do desenvolvimento. Em 94, esses transtornos globais do desenvolvimento se dividem em transtorno de RET, desintegrativo da infância, de ASPER global. Então começou a diversificar muito. Daí percebeu que isso atrapalhou porque ficava tanto tentando achar as diferenças entre os tipos de autismo que em 2013 o aquilo que era dividido depois foi juntado. Então o manual, o DSM normizou as características globais do TEA. Então ele normatizou e os sintomas antes eram diagnosticados separadamente e hoje eles são tratados de um de um conjunto. Então hoje a gente fala em desenvolvimento. O transtorno hoje ele não vai caracterizar fisiologicamente, ele vai caracterizar o desenvolvimento. É durante o desenvolvimento que algo acontece. Então, o autismo hoje olha para o desenvolvimento neurológico. A gente estuda o desenvolvimento e não o aspecto eh fisiologicamente falando, não é uma questão do cérebro, mas é do é durante o desenvolvimento que a gente vai procurar eh eh o autismo, o que que aconteceu, como aconteceu, quando aconteceu. Então, a gente fala de desenvolvimento. As principais características, déficits em comunicação, déficit em interação social, padrões repetitivos, interesses restritos, só gosta de uma coisa, aquela aquela coisa do padrão que fica repetindo a mesma coisa, o mesmo comportamento. Eh,

m comunicação, déficit em interação social, padrões repetitivos, interesses restritos, só gosta de uma coisa, aquela aquela coisa do padrão que fica repetindo a mesma coisa, o mesmo comportamento. Eh, que mais? sintomas em conjunto que que atrapalham a funcionalidade da criança. Por exemplo, não se desenvolve socialmente, não se desenvolve eh cognitivamente na academia, na escola, não desenvolve escolar na na escola. Eh, comprometimento na interação social, na comunicação e os interesses são restritos, a gente já falou. Bom, em síntese, é uma escassez na busca por atividades compartilhadas, na reciprocidade social. Ele tá, ele tá focado em si. Ele não consegue fazer essa, essa ponte ao outro, essa empatia pelo outro. Ela, ele não consegue sair de si para visitar o mundo do outro. Ele tá voltado mais em si. Tem dificuldade em perceber, em considerar os outros. quando houve gíria, quando houve piada, ele não consegue entender aquilo. Ele tem essa questão do do da dificuldade, do simbólico, da metáfora. Ele é muito literal, explica certinho o que tá acontecendo. Não usa um um como ser. Ele não alcança esse essa metáfora, esse simbólico, essa parábola. Ele é mais literal. Pode haver movimentos repetitivos e estereotipados, por exemplo, com as mãos, estalar de dedos, eh, ele fica com algum movimento que é bater palmas, que é repetitivo, às vezes envolve o corpo, é uma coisa rítmica, né? Eh, alguma anomalidade em postura, na forma de caminhar, às vezes mais na ponta dos pés, no humor e no afeto, pode ter desequilíbrios, risadas exageradas, choro sem motivos, né? ou às vezes uma ausência da reação emocional, eh, medo excessivo, quase que um pânico frente a coisas que não precisavam de uma reação tão ostensiva. Então, tudo isso, uma certa inflexibilidade, tem que ser desse jeito. Problema de quebrar rotina, precisa de uma rotina, não é flexível com mudanças repentinas, precisa estar prevendo o que vai acontecer. uma hipersensibilidade com som, com luz, com movimento, uma sensação de alienação que

rotina, precisa de uma rotina, não é flexível com mudanças repentinas, precisa estar prevendo o que vai acontecer. uma hipersensibilidade com som, com luz, com movimento, uma sensação de alienação que as coisas estão acontecendo, mas ele tá voltado em si, esse nesse em si mesmamento, mais ou menos isso de um jeito geral. Mas tudo isso a gente acha com bastante qualidade, muitos trabalhos na internet, se tiver mais curiosidade pra gente poder ficar aqui dentro do nosso tema. Fica aqui uma dica de uma série que a gente encontra nas plataformas. Eh, é uma série de uma advogada, uma série coreana, de uma advogada que é autista. E a artista, ela foi uma amiga minha que me recomendou, ela é especialista no autismo, é uma psicóloga com especialidade, com em neuropsicologia, ela que indicou e ela diz crise. Ela ela interpreta muito bem o autista, então vale a pena pra gente perceber no dia a dia como funciona. Então chama uma advogada extraordinária. Uma advogada extraordinária. E ela é uma uma autista. É linda a série por muitos motivos, principalmente porque nos aproxima dessa temática se a gente tiver interesse. Agora vamos paraa Joana. Joana não fala especificamente dos transtornos. Então a gente faz o quê para estudar em Joana os transtornos? a gente pega os sintomas e a gente vai pesquisar os sintomas e aí a gente faz uma costura, como se tivesse fazendo uma colxa, tentando trazer o que Joana fala por partes e constituindo um geral do transtorno que nós estamos estudando. Então, como a gente falou sobre ensamento, a gente falou sobre uma resistência à reencarnação, não quero o social, a gente falou sobre inflexibilidade, tem que ser do meu jeito. A gente vai procurar esses sintomas na obra. Nós começamos com amor imbatível amor, capítulo 4. Joana diz: "Todos nascem para ser livres e felizes." No entanto, pessoas emocionalmente enfermas ante o próprio fracasso, transfere para os filhos aquilo que gostariam de conseguir, suas culpas, incapacidades, quando não descarregam todo o insucesso

s." No entanto, pessoas emocionalmente enfermas ante o próprio fracasso, transfere para os filhos aquilo que gostariam de conseguir, suas culpas, incapacidades, quando não descarregam todo o insucesso ou insegurança naqueles que vivem sob sua dependência. Esse infeliz recurso fere o cerne da criança que se faz pusilamine a fim de pusilânime a fim de sobreviver ou leva a criança a refugiar-se no em si mesmamento, na melancolia, sentindo-se vazia de afeto e objetivo de vida. Com o tempo, essas feridas pululam, imped impelindo a atitudes exóticas, a comportamentos instáveis, a fugas para o o fumo, a droga, o álcool ou para diversões violentas, mediante as quais extravaz o ressentimento acumulado ou mergulha no anestésico perigoso da depressão, com altos reflexos na conduta sexual, incompleta, insatisfeita, alienadora. Luana tá dizendo pra gente que a forma como os pais se relacionam com os filhos podem gerar sintomas nesses filhos no futuro. Então, se a gente sabe que o autista tem essa questão do e mesmamento e a Joana diz que quando os pais transferem pros filhos as suas questões, despejam projetando nos filhos ou as suas incapacidades, o filho tem que ser uma extensão de si, pode ser que esse filho fuja para um em si mesesmamento, como se ele quisesse ficar alienado de tudo. Então, a gente pode fazer o caminho contrário. Se eu sei que o que o autista vai já chegar nisso, quanto mais eu eu evitar disso na infância, mais eu ajudo ele. Então, se eu tenho uma criança, quanto menos eu projetar de mim, ela não precisa ser como eu queria, ela não tem que fazer o que eu faria, ela não tem que seguir o que eu acho que ela deveria seguir. Quanto mais eu identifico esse espírito para cuidar dele a partir dele, que que meu filho precisa? Quanto mais ele sentir a minha presença, oferecendo para ele um ambiente de segurança, de conforto, de se sentir amado e protegido, mas eu dou para ele a possibilidade de sair de si mesmo e de relaxar. Mas se o entorno é um entorno ofensivo, inseguro,

para ele um ambiente de segurança, de conforto, de se sentir amado e protegido, mas eu dou para ele a possibilidade de sair de si mesmo e de relaxar. Mas se o entorno é um entorno ofensivo, inseguro, instável e inconstante, a gente se protege ficando no nosso próprio mundim. Eu não vou relaxar porque esse lugar aqui ele é perigoso. Então, quanto mais o pai, a mãe, o educador conseguir criar um ambiente em que a criança se sinta segura, mas ela vai conseguir relaxar para se espraiar um pouco além de si mesma. Quanto mais insegurança e inconstância, mais ela vai se fechar no si mesmamento. Então, uma dica pra gente trabalhar com as crianças, o problema é que hoje em dia nós estamos correndo muito, então nós estamos trabalhando muito com as crianças, vai corre, vamos. É sempre muito estresse o ambiente em que a gente coloca as crianças e eles precisavam desse ambiente protetivo, calmo, seguro. E a gente não tem tempo de fazer isso. A gente vai, né? Vamos que vamos, uma correria sempre. Vamos pro livro Autodescobrimento, uma busca interior, capítulo 6, que ela fala dessa questão do perespírito, da marca, da reencarnação, do que a gente fez no passado, o que que a gente transfere para esse hoje. O perespírito modela o organismo de que o espírito tem necessidade, equipando-o com neurotransmissores cerebrais capazes de refletir os fenômenos resgate, né, indispensáveis para o equilíbrio. Então, espírito transfere pro corpo. A maneira como se conduz a exceção feita nos processos psiconeuróticos graves, quais o autismo, a esquizofrenia e outros equivalentes, responderá pela recuperação da saúde mental ou permanência na alienação ou agravamento da mazela. Nunca se deve esquecer que qualquer indivíduo incurso em transtorno psíquico ou de comportamento, como decorrem em muitas problemáticas geradoras de de sofrimentos, é o devedor em processo de resgate, é consciência culpada em busca de tranquilidade. Demais, em face do nível de culpa, abrem-se as portas da percepção e o paciente experimenta a captação de

rimentos, é o devedor em processo de resgate, é consciência culpada em busca de tranquilidade. Demais, em face do nível de culpa, abrem-se as portas da percepção e o paciente experimenta a captação de mensagens telepáticas dos adversários espirituais, aumentando-lhe o pânico interno, o distúrbio mental em relação ao equilíbrio, a realidade objetiva. perde o distanciamento da o direcionamento da conduta, o discernimento claro, as medidas do racional e derrapa na alienação que o afasta do processo mantenedor da experiência evolutiva. Então, até essa questão a gente precisa considerar. Caso seja uma experiência de resgate que o autista passa e ele traz uma culpa pelo mau uso da mente, pode ser e é provável que seja uma questão inclusive de inimigos do passado, porque a minha mente mal usada no passado pode ter causado prejuízo. Esses espíritos podem, pela sua imperfeição, ainda estar atrás de mim. E junto com o autismo pode haver uma questão de uma influência espiritual desses espíritos que têm raiva pela forma como foram tratados pelo encarnado hoje. Então, muita atenção, inclusive com a parte espiritual, porque eles podem tirar proveito do próprio transtorno para punir a pessoa que carrega a culpa caso o autismo seja um caso de resgate de uma uso de uma de uma vida passada, do seu aparelho mental. Então, atenção para cuidar do autista com passe, com oração, envolvendo sempre ele nessa proteção fluídica que a oração oferece, né? Então, uma uma algo interessante no triunfo, no livro triunfo pessoal, capítulo 6, também Joana de Angeles diz: "Denominada por Freud como neurose narcisista, identificada por Klin, que estabeleceu como sintoma frequente a indiferença ou o embotamento afetivo, coube a boiler bell ou bluler, não sei como se diz, assinalar que o paciente é vítima de uma desagregação do pensamento que produz certa rigidez com extrema dificuldade de exteriorização dos sentimentos, não sendo, portanto, imune à afetividade. Então, eu trouxe isso por conta dessa inflexibilidade

egação do pensamento que produz certa rigidez com extrema dificuldade de exteriorização dos sentimentos, não sendo, portanto, imune à afetividade. Então, eu trouxe isso por conta dessa inflexibilidade emocional e social, que a pessoa fica nessa desagregação do pensamento, uma dificuldade de exteriorizar os seus sentimentos. Então, é como se tivesse uma dificuldade de afetividade. A gente vê isso no autista, né? O autista tem sua dificuldade em dar e receber afeto. Ele tem até uma certa questão de não me toque. Muitas vezes ele não compreende, não é confortável para ele essa questão do toque da pele com pele do afeto. De novo, caso isso esteja relacionado com uma expiação do passado, a gente pode também imaginar por que esse espírito hoje sente essa repolsa. Que será que aconteceu lá para que hoje ele se queira se proteger? que experiências que ele teve que pode ter causado isso, ma uso dessa questão da afetividade ou um trauma relacionado a isso, quando quem deveria trabalhar com a afetividade abusou, então hoje ele tem essa resistência porque ele tem medo do que ele vai receber, a gente não sabe. Mas tudo isso a gente pode analisar quando a gente tiver um caso próximo pra gente tentar o máximo possível conhecer que espírito que é esse. Então aqui fica essa questão da inflexibilidade emocional. Não consigo expressar a minha emoção. Não sei o que que você tá sentindo. Não empatizo com você. Tenho dificuldade de fazer esse pelo neurônio espelho, fazer essa aproximação entre emoção. No homem integral, ela vai falar uma questão que é interessante, porque imagina que você traz esse equipamento mental específico, no caso do té. Então, eu tô focada em mim, eu tenho dificuldade de captar a emoção do outro, eu não sei expressar a minha emoção. Eu preciso de uma rotina, eu não gosto de muita gente, de muito barulho. Agora imagina essa pessoa vivendo na sociedade hoje, barulhenta, abusiva e eh espalhada, ã, cheia de estímulos audiovisuais. Imagina o sofrimento do autista para

osto de muita gente, de muito barulho. Agora imagina essa pessoa vivendo na sociedade hoje, barulhenta, abusiva e eh espalhada, ã, cheia de estímulos audiovisuais. Imagina o sofrimento do autista para conseguir viver numa sociedade que exige tudo aquilo que ele tem dificuldade, né? Então, no homem integral, capítulo 5, Joana diz: "Os conteúdos psicológicos mantenedores do equilíbrio fragmentam-se ao choque do cotidiano agitado e desestruturam o homem que se asvaja ou foge para a furna sombria da alienação, considerando-se incapaz de enfrentar a convivência difícil do grupo social. igualmente superficial, interesseiro, despreparado para a conjuntura vigente. Então, essa sociedade que fala que a pessoa tem que ser extrovertida, que ela tem que ser alegre, festiva, que ela tem que estar em todos os ambientes ao mesmo tempo, que ela tem que corresponder a 1000 padrões. Aí você que traz o os traços do autista, que gosta de ficar sozinho, que tem dificuldade de se relacionar, que não gosta de muito barulho, que precisa de uma rotina, é insano a gente imaginar o sofrimento de um autista para ele viver nessa sociedade que exige exatamente aquilo que ele não tem para dar. Por isso que a gente precisa da compaixão, a gente precisa da empatia, a gente precisa estudar para poder promover um ambiente propício para que eles possam sair de si mesmos. Hoje não existe um ambiente confortável, por isso que cada vez mais a gente se fecha e nem precisa trazer os traços do transtorno propriamente dito para sentir o quanto deve ser difícil uma pessoa introvertida nessa sociedade. Nem precisa ser autista. A sociedade não permite a pessoa que é quieta, que gosta de ficar lendo, que fica sozinha, que gosta da disciplina, ela é tida como problemática, né? Ainda no homem integral, capítulo 9, Joana diz: "Nos alicercios do inconsciente profundo, encontram-se os extratos das memórias pretéritas, ditando comportamentos atuais que somente uma análise irregressiva consegue detectar, eliminando os conteúdos perturbadores

do inconsciente profundo, encontram-se os extratos das memórias pretéritas, ditando comportamentos atuais que somente uma análise irregressiva consegue detectar, eliminando os conteúdos perturbadores que respondem por várias alienações mentais. Joana aqui também está falando da questão do perespírito que carrega as marcas, imprime no corpo dos nossos delitos passados. Então, muitas características de hoje, inclusive dentro dos quadros do autismo, podem ter relação com essas nossas experiências passadas, como a gente já disse anteriormente. E no capítulo 11, agora voltando lá no amor imbatível, amor, mais capítulo 11, ela diz: "Na conquista de si mesmo surge um magnetismo que se exterioriza, produzindo empatia e proporcionando sensação de completude, resultado do amadurecimento psicológico e do controle das emoções que fluem em harmonia. Essa é a nossa busca. Talvez o autista leve uma vida inteira nesse caminho e nem alcance esse lugar que Joana propõe nessa vida. Mas certamente se ele tiver um amparo adequado, se ele tiver paciência para experimentar essa experiência, sabendo que ela é momentânea na realidade espiritual, são segundos da vida do espírito. Então, se essa pessoa passa uma vida inteira lidando com esse cérebro que dificulta a vida dele, porque trabalha com questões no lado emocional que dificultam ele compreender o mundo das emoções, que atrapalham ele na convivência social, porque ele prefere ficar voltado para si, ele tem resistência do outro, que faz com que ele precise de uma rotina, uma disciplina, essa coisa rítmica. E isso muitas vezes atrapalha a vida dele funcional. Se ele tiver paciência para viver essa experiência que deve ser riquíssima pro espírito. E se ele tiver um ambiente que ajude ele acalmando, permitindo que ele tenha a rotina que ele precise, sem estressar, aceitando a realidade hoje como ela se faz, procurando e conhecendo esse espírito para saber quem ele é por trás do seu transtorno, para ajudá-lo também a se analisar, a se desenvolver no limite das

, aceitando a realidade hoje como ela se faz, procurando e conhecendo esse espírito para saber quem ele é por trás do seu transtorno, para ajudá-lo também a se analisar, a se desenvolver no limite das suas possibilidades. Nós estamos plantando um lindo amanhecer. para esse espírito quando ele vencer essa dificuldade hoje, caso não seja uma missão que esse espírito desempenha, porque daí ele nem precisa muito eh eh de planejamentos futuros, porque uma vez que ele sai da missão, ele volta a ser o espírito evoluído, que ele já é mais evoluído, que ele já era antes da reencarnação, né? Mas então a gente foca mais nesse espírito que vem como uma expiação, porque ele precisa muito da nossa ajuda para fazer um bom proveito do transtorno que ele carrega. Por isso que é o aceitar, é o amar, é o acompanhar, é o conduzir, é o estar junto, é acalmar. Tudo isso é o que a gente pode oferecer para ajudar as pessoas que carregam esses traços. Bem, fica aqui então uma singela contribuição, mais provocações do que conclusões, mais uma tentativa de ampliação desse transtorno, trazendo algumas questões pra gente pensar, aprofundar, ampliar, eh, do que realmente uma solução, porque acho que acho que até a ilusão nossa a gente pensar em solução. O que a gente precisa é pensar em aprender, em conhecer e a gente se estruturar para receber, ajudar e acompanhar esses espíritos. Muito obrigada pela atenção de vocês. Uma ótima semana e até o próximo episódio, se Deus permitir.

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