Roda de Conversa – As forças da alma na perspectiva de Joanna de Ângelis
O 3º Congresso Espírita Joanna de Ângelis, promovido pela AME-Brasil em parceria com a Mansão do Caminho, reúne estudiosos e divulgadores da Série Psicológica para refletir sobre as forças mentais que regem o ser espiritual — vontade, sentimento e pensamento — e sua influência na formação do comportamento e na evolução da alma. Com base no legado de Joanna de Ângelis, a roda de conversa convida à compreensão profunda da mente, da saúde integral e do autodescobrimento como caminhos de crescimento espiritual. 📍 Mansão do Caminho — Salvador/BA 📅 8 de novembro de 2025 ✨ Assista, reflita e participe! Aprofunde-se nos ensinamentos de Joanna de Ângelis e descubra novos horizontes para o seu autodesenvolvimento espiritual. #JoannadeAngelis #CongressoCEJA #PsicologiaEspírita #AMEBrasil #MansãoDoCaminho #DivaldoFranco #SaúdeEspiritual #Autoconhecimento #EspiritismoPLAY #YouTubeEspírita #Espiritismo #PsicologiaeEspiritismo #TransformaçãoInterior *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Queridas irmãs, queridos irmãos, a paz do Mestre Jesus nos nossos corações. Nós cumprimentamos a todos que estão aqui presencialmente conosco, todos aqueles que estão nos acompanhando virtualmente a partir de agora acompanhando-nos pelo YouTube. Hoje nós estamos desde cedinho, desde às 8 horas na no congresso, no terceiro congresso espírita Joana deângeles. E esse momento agora vai ser o encerramento em relação às atividades realizadas hoje. Nós iremos dar continuidade amanhã, mas hoje teremos uma roda de conversa. Então, cumprimentamos a todos que estão a partir de agora nos acompanhando ao vivo. Também cumprimentamos a equipe da TV Mansão do Caminho, a equipe que está aqui de apoio nos assessorando neste congresso e cumprimentamos a essa equipe que está aqui conosco no palco. Esse terceiro congresso espírita Joana de Angeles, ele é uma promoção da AM Brasil, do núcleo de psicologia da AM Brasil e espiritualidade, espiritismo da AM Brasil e também da mansão do caminho. Então aqui nós temos o Thago, o Alexandre, a Michele, o Gelson, a Cláudia e a Marluci juntamente aqui conosco. E vamos passar a palavra pro querido Gelson para que ele possa nos conduzir na prece inicial. Então, boa noite a todos. Então, vamos unir nossos pensamentos e corações nesse momento especial que aqui reunidos sob amparo de Divaldo Franco, Joana deângeles e demais benfeitores, possamos estabelecer essa comunhão de sentimentos vibrando para que a presença de Jesus nos abençoe. trazendo claridade aos nossos corações, iluminando nossos caminhos e abrindo novos horizontes da qual a benfeitura nos traz através da série psicológica, elementos que nos ajudam a melhor compreender esse evangelho, a boa nova que o Cristo nos deixou. ser, Senhor, essa presença que sustenta e ampara esse momento de hoje. Que é assim, seja. Gratidão, Gelson. E antes da gente começar a nossa nosso momento de perguntas e respostas, então a temática do terceiro congresso é as forças da alma, sentimento, pensamento, vontade.
e é assim, seja. Gratidão, Gelson. E antes da gente começar a nossa nosso momento de perguntas e respostas, então a temática do terceiro congresso é as forças da alma, sentimento, pensamento, vontade. E nós podemos encaminhar perguntas sobre essa temática para os nossos palestrantes. Então, aqueles que desejem presencialmente fazer a pergunta, basta chamar a nossa equipe que ela vai se direcionar para colher as tuas perguntas. E aqueles que estiverem conosco, que nós estamos com o YouTube e com o Espiritismo Play, então aqueles que estão virtualmente podem encaminhar os seus questionamentos para o chat, que também aqui nós iremos receber. Então, quando a gente vai, enquanto a gente vai selecionando essas perguntas, vai fazendo chegar esses questionamentos, a gente vai dando alguns avisos e o primeiro deles é em relação ao próprio Mário Sérgio, que não está aqui com a gente hoje. O Mário precisou seguir para uma atividade que está acontecendo em Brasília, na Federação Espírita Brasileira. Eh, a partir de ontem e leva o final de semana está a reunião do Conselho Federativo Nacional e o Mário Sérgio está lá representando a nossa instituição, a convite da Federação Espírita Brasileira, por isso que ele não está aqui hoje nesse momento, conduzindo essa nossa atividade. Mas vamos seguir então com os nossos avisos, iniciando por Seja à luz do Natal para 5.000 famílias. Natal Mansão do Caminho. É uma campanha que a gente já faz desde 1973, reunindo as nossas forças, somando os nossos esforços para levarmos as famílias que estão aqui no nosso entorno, que nos recebe, porque a mansão do Caminho está nesse bairro com muitas famílias ao nosso redor e a gente vai ao longo desses anos trazendo a nossa contribuição para tornar o Natal mágico, Natal com a fraternidade como morte. E aí, quem deseja participar dessa campanha pode acessar virtualmente no site e a gente encontra no site da Mansão do Caminho a possibilidade de fazer parte dessa campanha do Natal, mas também presencialmente já é uma tradição
ar dessa campanha pode acessar virtualmente no site e a gente encontra no site da Mansão do Caminho a possibilidade de fazer parte dessa campanha do Natal, mas também presencialmente já é uma tradição de nossa casa. A gente pode buscar as listas de Natal com a nossa Tiraci. tirarse sempre senta aqui na frente, sempre tá com as listas de Natal há décadas nos conduzindo nesse estímulo de nós contribuirmos e colaborarmos com essa campanha. Então, registrado o nosso convite para que vocês possam fazer parte conosco desse Natal para mais de 5.000 famílias. E a gente tem também um outro convite. Esse convite é docinho. Olha, Doce Caminho. São os panetones feitos aqui na nossa instituição, aqui na panificadora aqui da Mansão do Caminho. E aí eles são assim de um sabor primoroso e a gente sabe que as coisas produzidas na casa espírita ainda vem fluidificado, né? enfim, o panetone pra gente comemorar os nossos momentos natalinos nesse final de ano. Então, fica aí a dica pra gente também em relação ao panetone da mansão do caminho. E agora a gente quer trazer a divulgação do centenário de aniversário do nosso Divaldo, o Semeador de Estrelas, primeiro e 2 de maio de 2027 no Centro de Convenções aqui em Salvador. E a gente tem um vídeo também fazendo esse convite para que nós possamos assistir. Senhoras, senhores, nossos votos de muita paz. Entre os dias 30 de abril e 2 de maio de [música] 2027, Salvador dará lugar a um grande evento em comemoração ao centenário de nascimento de Divaldo Franco, um encontro [música] de amor e união em torno daquele que tanto semeu. Mansão do Caminho, Federação Espírita do Estado da [música] Bahia, Federação Espírita Brasileira e Conselho Espírita Internacional promovem este encontro de amor e união, reunindo nomes do movimento espírita do Brasil e do mundo no Centro de Convenções Salvador, onde são esperados cerca de 3.000 corações vindos de todos os cantos do planeta. Faça parte deste inesquecível momento de luz e vamos compartilhar histórias,
do mundo no Centro de Convenções Salvador, onde são esperados cerca de 3.000 corações vindos de todos os cantos do planeta. Faça parte deste inesquecível momento de luz e vamos compartilhar histórias, ensinamentos, momentos de alegria e a saudade desse mensageiro de luz. Para mais informações, acesse www.mansondocaminho.com.br. br. Serão momentos de saudade, de reflexão, de emoção, de muito aprendizado e de muita fraternidade. Então, fica o convite. As inscrições estão abertas desde o dia 4 de outubro desse ano. a gente já providenciou essas inscrições para que a gente possa se organizar direitinho para fazer parte desse momento que vai trazer muita, muito convite reflexivo aos nossos corações. Vamos para mais um aviso. Ah, esse aviso é precioso, a gente vem falando dele há um certo tempo. Tá aqui conosco já em mãos o livro Vida Gloriosa, o lançamento da benfeitora Joana de Angeles, a psicografia do nosso tio Divaldo. São mensagens recolhidas, mensagens inéditas vindas da mediunidade do nosso tio Divaldo, dos anos de 2023, 2024, mas também algumas mais recuadas, mas todas mensagens que ainda não foram publicadas. São 30 mensagens e a gente pode adotar o cuidado de ler uma mensagem por dia, iniciar o dia lendo uma mensagem da benfeitora, passar o dia refletindo sobre o que ela nos conduz na nas percepções e finalizarmos o dia voltando àquela mesma mensagem, identificando quais foram os pontos que nós refletimos, o que efetivamente fizemos e o que não fizemos a partir do convite que a benfeitora nos traz. Essas mensagens elas tocam o nosso coração trazendo-nos aspectos de fidelidade, de esperança, de trabalho, de testemunho, de ânimo. São mensagens que a benfeitora está ao nosso lado, conduzindo-nos no nosso processo de aprendizado e amadurecimento. Eh, são páginas e a gente identifica o primor do trabalho gráfico. A gente quer trazer, olha, olha somente isso aqui. Olha que coisa mais linda. Olha que linda essa essa capa, essa contracapa, né? Olha que linda. E aqui a benfeitora,
ica o primor do trabalho gráfico. A gente quer trazer, olha, olha somente isso aqui. Olha que coisa mais linda. Olha que linda essa essa capa, essa contracapa, né? Olha que linda. E aqui a benfeitora, a frase da benfeitora. Isso é o que farás de tua vida. Olha que lindo. Mas não fica somente aqui não. Olha que primor. Olha que lindo. E aqui dentro, além das mensagens, nós encontramos a beleza gráfica com muito cuidado, muito amor, muita correspondência com as palavras que são ditas pela benfeitora e a escolha das imagens para ilustrar um livro que é para o coração, um estímulo contínuo para uma vida gloriosa. Então fica a dica para que nós apresentemos para nós mesmos como presente de Natal e presenteemos os nossos amigos, nossos familiares, nossos afetos. Os inimigos também eles vão ter acesso a um conteúdo grandioso para tornar as suas vidas uma vida gloriosa. Então vamos lá, vamos dar continuidade ao nosso congresso, ao nosso terceiro congresso, Espírita Joana de Angângeles, trazendo para os nossos palestrantes a pergunta, as perguntas. O tema do nosso congresso tá aqui, ó. as forças da alma na perspectiva de Joana deângeles, pensamento, sentimento e vontade. E aí nós queríamos apresentar a primeira pergunta, porque já tem algumas perguntas aqui com a gente, pro Alexandre. O Alexandre conversou, falou aqui com a gente sobre algumas reflexões e falou dos sonhos. E aí veio uma pergunta muito interessante. Comente, Alexandre, o pedido sobre sonhar com cobras. Tive três sonhos seguidos e a pessoa vai narrando, mas eu não vou colocar não, porque é muito pessoal. E aí ele pode falar a o sonho sobre cobras ou essa esse símbolo e trazer pra gente a elucidação e a explicação. Por favor, Alexandre. Alexandre Fontora. Gente, >> pois bem, amigos. >> Pois bem, amigos, que categoria de sonho seria esse? Vamos então nos aprofundar na natureza oculta do mundo dos sonhos, onde a nossa consciência do eu, a consciência do ego, do eu desperto que aqui estamos, ela vai cedendo para entrar no mundo do
esse? Vamos então nos aprofundar na natureza oculta do mundo dos sonhos, onde a nossa consciência do eu, a consciência do ego, do eu desperto que aqui estamos, ela vai cedendo para entrar no mundo do inconsciente, aonde reúne vivências espirituais e também com os próprios símbolos pessoais da pessoa. E aí nós temos uma categoria arquetípica de sonho, o sonho com cobras, com serpentes. Estamos aqui longe de fazer qualquer tipo de interpretação taxativa. Porque tanto Joana de Angeles quanto os psicólogos que se aprofundaram nos sonhos nos trazem que o sonho depende do sonhador. Se a pessoa já teve experiência com serpentes, com cobras, tem experiências positivas ou negativas. Então isso vai depender não só da associação do sonhador, olha só, como qual é o típico de dinâmica que a pessoa tá tendo com aquele conteúdo dentro da característica arquetípica, ou seja, algo que está intrínseco a toda a humanidade, como se fosse um código genético que carregamos em comum, que Jung, Carl Gustav Jung, vai nos dizer que isso vem da evolução filogenética da humanidade. experiências muito antiquíssimas que foram sendo gravadas dentro de nós, tal qual os instintos. Só que no caso os arquétipos são instintos da alma. E Joana de Angeles vai além de Jung. Ela vai nos dizer que não é apenas o que o mestre suíço está dizendo, está correto, mas ela vai dizer que no material que nós entendemos como arquetípico também está misturada a experiência da humanidade com vidas passadas. de toda a coletividade e vidas passadas do indivíduo. Fazendo então essa introdução, vamos para o símbolo da tão temida serpente, né? Eh, pelo menos em termos mitológicos, nós teríamos três tipos de serpente. A serpente do mal, da traição, porque nós imaginamos ao ser humano que vive no horizonte agrário, a serpente significa um ataque que tu tem esperar, né? Sabe aquela coisa que o indivíduo tem, né? O que que é aquilo? Será que é uma corda ou ou uma serpente? Será que é uma mangueira no quintal ou é uma serpente? Não sei. Vou olhar,
e tu tem esperar, né? Sabe aquela coisa que o indivíduo tem, né? O que que é aquilo? Será que é uma corda ou ou uma serpente? Será que é uma mangueira no quintal ou é uma serpente? Não sei. Vou olhar, pronto, picou, né? Não deu certo. Por isso nós temos um medo instintivo para que a gente não chegue que nem uma criança boba e lá olhar se é uma corda ou é uma serpente e descobre, infelizmente, que é uma serpente e vai direto para hospital, né? Então nós temos esse medo instintivo que vem das experiências arcaicas do ser humano com esse tipo de animal que não é visto, que é pego de surpresa. Então nós teríamos aí a serpente como símbolo do mal, da traição, da vingança, como algo perigoso. Mas há também outros dois tipos em termos mitológicos, que seria a serpente soteriológica, que quer dizer da elevação espiritual. Vemos, por exemplo, na tradição hinduísta o conceito da kundaline, que é muito trabalhado dentro do yoga, em que a pessoa vai fazer uma concentração vinculando, então, alinhando os centros de força, como diz André Luiz, e uma energia que vai de baixo para cima, trazendo um determinado tipo de concentração. Essa cundaline é referenciada como uma espécie de serpente. Por exemplo, os orientais tem também a mitologia do dragão chinês, do dragão oriental, que diferente do dragão medieval e ocidental, que representa uma criatura demoníaca, talvez as forças titânicas, a maldade dentro de nós, o dragão oriental representa exatamente o contrário, a sublimação do instinto numa serpente que voa. O dragão, então, seria uma espécie de serpente alada que representa o contato do indivíduo com a espiritualidade superior. Em terceiro, nós temos a serpente que representa cura e veneno, que é é a serpente da medicina. Olha o símbolo da medicina, né? Não tem aquela serpentinha ali, né? Então isso representa tanto a presença do veneno na natureza quanto a busca do remédio. Então qualquer sonho que nós analisarmos assim, estará errado, porque isso depende muito de conhecimento do
né? Então isso representa tanto a presença do veneno na natureza quanto a busca do remédio. Então qualquer sonho que nós analisarmos assim, estará errado, porque isso depende muito de conhecimento do indivíduo, muitas vezes numa sessão de psicoterapia prolongada, uma sequência de sonhos para ver qual é a dinâmica. Que serpente é essa? Eu sonhei que estava na sala, de repente com a minha sogra e de repente havia uma serpente ali presente. Eu estava conversando com ela agradavelmente e não é que tinha uma serpente entre nós e ela me oferecia um chá e a serpente estava pronta para atacar. Que que vocês interpretam? Não dá para concluir. A gente já acha que é uma, olha, tem coisa aí nesse chá, né? tem alguma maracutaia na história, mas vai depender do sonhador, porque há sonhos, por exemplo, dependendo do processo psíquico da pessoa que a pessoa picada. Eu lembro determinada vez que eu disse pro meu analista, eu sonhei que eu fui picado por uma serpente e daí eu comecei a pedir socorro, pedi socorro para todo mundo, ninguém me escutava no sonho eu pedi socorro até paraa minha esposa e ela não me escutava e eu estava ali quase morrendo. E ele disse: "Bom, parabéns, né? Você foi picado por um processo interno seu, que é você que vai dar conta. E nós somos picados por uma nova etapa de conhecimento. Um dia a a doutrina espírita nos picou com algo que nos tocou o coração. Pode ter nos assustado num momento ou nos felicitado em outro. E depois daquela picada, nós não fomos mais os mesmos. Nós entramos num processo pessoal, pedimos ajuda pros outros, mas o sonho diz: "É com você esse processo, você vai vivê-lo pessoalmente." Então, vai depender muito do sonhador. Então, não tenhamos preconceito com a pobre, coitada serpente, né? Mas é um símbolo poderosíssimo. É um símbolo poderosíssimo e que também diz respeito até mesmo na mitologia a força da natureza como a lava do vulcão que cospe em forma de serpente, representando forças de certa forma telúricas, ou seja, o material bruto da terra, né? E o que que
eito até mesmo na mitologia a força da natureza como a lava do vulcão que cospe em forma de serpente, representando forças de certa forma telúricas, ou seja, o material bruto da terra, né? E o que que é uma força bruta, uma matéria-prima? algo que não foi dominado ainda. Então, é perigoso por um lado. Perigoso por um lado, potente por outro, porque será dessa matéria-prima que todo o processo será feito. Às vezes nós temos serpentes dentro de nós como um conteúdo ainda primitivo que nos gera o caos, que nos gera sofrimento, mas ele não necessariamente é ruim, não. Às vezes ele só precisa das outras etapas de elaboração. E aí vai que na nossa simbolização, como falamos antes da nossa palestra, esses símbolos espontâneos do inconsciente surgem nos convidando a visitarmos um novo material que ainda não nos acostumamos. Então fica aí a proposta de nós estudarmos com carinho, nos envolvermos com esses símbolos maravilhosos que os sonhos nos trazem. Ora felicitadores e hora até mesmo assustadores, mas que tem um processo aí na nossa transformação psíquica. Alguém mais quer comentar? Eh, existe muitas pesquisas com son de animais, né? O Jung fazia uma relação muito grande da serpente com a libido, sistema nervoso central. A serpente é uma é um uma coluna que rasteja na Terra. Então, represo das forças, como Alex falou, telúricas, né? Então, é a base da energia psíquica, da libido, energia sexual, instintiva, espiritual. Então, a a serpente é um dos símbolos mais complexos que existe. Mas algumas pesquisas com animais, com son de animais, alguns autores têm colocado que isso não é uma regra, tá gente? Isso é uma é uma um eh digamos assim eh algo que do ponto de vista estatístico leva a gente pensar nessa possibilidade, mas não é uma regra que os animais quando aprecem sonhos pode representar eh questões fisiológicas ligado às doenças psicossomáticas com as emoções básicas. Então, os animais têm a ver com com o lado mais instintivo. Então, algumas pesquisas apontam sonhos de animais relacionado
estões fisiológicas ligado às doenças psicossomáticas com as emoções básicas. Então, os animais têm a ver com com o lado mais instintivo. Então, algumas pesquisas apontam sonhos de animais relacionado com doenças físicas ou psicossomáticas. >> Excelente. Excelente as contribuições do Alexandre e do Gelson. E a gente traz aqui uma pergunta. Eh, e aí a gente, para quem, muito obrigada, para quem se voluntariar responder, são duas perguntas. Como conciliar nossas verdades com os ensinamentos do Cristo? Como viver os ensinamentos do Cristo sem nos abandonarmos? E então, >> Thago >> Fí espontânea pressão, né? [risadas] o entendimento progressivo da verdade, né, do ponto de vista da experiência humana e da conquista consciencial humana envolve sempre que aquilo que nós definimos hoje como nossas verdades, elas possivelmente são verdades transitórias. Então, basta ver todas as transformações campo dos valores coletivos. em que, por exemplo, no Canadá até a década de 30, gente, década de 30 do século XX, as mulheres não eram consideradas pessoas humanos. elas tinham categoria próxima aos animais, às mulheres canadenses. Então assim, a maneira como nós vamos construindo os nossos valores e como de alguma alguma forma a tríade, ciência, religião e filosofia vão escindo e buscando formas de representação de alcançar verdades mais profundas sobre a vida. De alguma forma, nós não estamos imersos nesse campo de cultura assimilando essas ideias. Então, ã, o que a gente aprende a partir da proposta de Jesus é que, de alguma forma elas representam verdades que não são apenas verdades cristãs, elas de alguma forma refletem verdades mais profundas que se fazem presente no campo do conhecimento humano ao longo da trajetória humana. Então, quando a gente pensa que quando a gente descobre, por exemplo, né, que foi falado hoje de uma forma muito muito cristalina pela Cláudia, né, o amor ele é uma verdade da experiência humana e que quando toca a alma é quase como que a ideia que tá na passagem que Jesus
que foi falado hoje de uma forma muito muito cristalina pela Cláudia, né, o amor ele é uma verdade da experiência humana e que quando toca a alma é quase como que a ideia que tá na passagem que Jesus encontra samaritana no posto de Jacó e na simbologia de ser tocado pela experiência da do amor, é a ideia de beber beber uma água em que ela é diferente. Então, é como se o amor sendo uma verdade, uma lei da vida, a gente passa a compreender que então o amor representa então uma conquista num campo de elaboração, de compreensão da existência que já toca verdades mais próximos do absoluto. Então, quando a gente confronta a ideia de como eu como eu vivencio as minhas experiências, como eu estabeleço as minhas vinculações emocionais, como experieno o sexo, como eu busco gozo na vida, o que que eu defino como prazer para mim, o que que eu defino como prazer, como verdade na vida? De que forma eu compreendo o outro na minha experiência relacional? Eu às vezes me comporto de forma que eu me sinto às vezes consciente, às vezes inconscientemente usando as pessoas para conseguir o que eu desejo, né? Eu manipulo as pessoas às vezes, às vezes, de maneira muito infantil egoísta, para conseguir o que eu quero. Como é que isso nos afeta em relação à compreensão do que é uma experiência amorosa e ética? Falamos isso da Inglaterra, de que no momento em que o amor se torna uma verdade importante para nós, no campo experi, pela dialética da vida, vai ter que estar se exprimindo nas relações. E a expressão do amor por meio de uma ética, de uma expressão de vida, ela consagra valores e representações, que nós chamaremos de prazeres da alma. Ser fraterno, ser justo, ser bom. né? Ser solidário, ser tolerante. Então, se escapa apenas de uma dimensão moral minha para uma dimensão de uma experiência mais verdadeira de alcance de estarmos juntos. E isso consagra a ideia de quê? Que o o amor numa simbologia, ele tá unindo, ele ele agrega, ele converge. E o amor, gente, não é uma verdade cristã. O amor ele faz
eira de alcance de estarmos juntos. E isso consagra a ideia de quê? Que o o amor numa simbologia, ele tá unindo, ele ele agrega, ele converge. E o amor, gente, não é uma verdade cristã. O amor ele faz faz presente em vários discursos religiosos e filosóficos da história. O próprio Espinoza trabalha muito a convergência de amor e ética. Então, se eu passo a acreditar que o centro da da minha experiência não sou eu, onde é que tá? Se eu A vida não gravita em torno do meu ego, ela tá gravitando em torno do quê? Que lugar é esse que Paulo, o apóstolo em o livro dos espíritos, cita que é necessário gravitar em torno da unidade divina? Ah, então não é não é o ego. Então eu tenho que viver em torno de uma gravidade maior que diz respeito a circunscrição do meu espírito. Só que isso vale para mim e vale para você, vale para vocês. Então é nessa convergência em que eu compreendo que o amor então me leva a um lugar de relação, de contato e de necessidade de estarmos juntos eticamente na construção da vida, é que eu entendo que não gira em torno de mim. Já temos uma verdade aí. que eu preciso de você e que você precisa de mim e que nós precisamos uns dos outros. Isso é uma consolidação tanto no campo das ciências sociais como nas ciências de saúde, nas ciências psicológicas, como seres sociais, como seres psicológicos e seres que, na verdade, para construir algo mais profundo, precisamos desse lugar solidário. Se pensarm os amigos, Jesus que compreendia a verdade no seu grau último da forma como a gente pode imaginar, ele necessariamente compreendeu que a vida de relação era necessária. Ele congregou pessoas em torno dele, vivia perambulando pela Palestina, fez questão de mostrar o caminho da necessidade, estarmos uns com os outros. Isso é uma verdade da vida. Então, é importante a gente então comparar aquilo que a gente compreende. E eu acho que isso, a doutrina espírita não dá espaço para isso. E nós precisamos desse espaço. Nós não precisamos, amigos, aceitar o que a gente lê apenas porque tá escrito.
o que a gente compreende. E eu acho que isso, a doutrina espírita não dá espaço para isso. E nós precisamos desse espaço. Nós não precisamos, amigos, aceitar o que a gente lê apenas porque tá escrito. Isso não importa. uma filosofia espiritualista com a doutrina espírita, nós temos que ser críticoanalíticos e buscarmos uma compreensão que é o consentimento que tá no Evangelho segundo Espiritismo. Eu consinto com a razão e eu consto com o coração. Faz sentido, porque apenas fazer coisas, porque foi dito, tem que ser feito, é uma vida mecânica, não tem envolvimento, né? Então, colocar aquilo que a gente acredita, que hoje para nós pode ser verdades muito importantes, mas se o se a nossa honestidade é colocar o que a gente pensa e acredita em diálogo com essas novas leituras e experiências que chegam a nós, eu acho só isso já um ato corajoso, se for honesto e verdadeiro, de estar colocando suas verdades em cheque. Estou disposto a colocar o que eu penso em cheque. Hoje todo mundo tem opinião sobre tudo. Todo mundo precisa est num num grupo de discussão, tá em algum fórum, tá em algum perfil de internet que é necessário se manifestar sobre coisas que às vezes nós não sabemos. Então, é preferível que a gente às vezes assente, que a gente estude e que a gente amadureça para que, olha, é importante, eu acho que eu me sinto vontade para falar sobre isso. As questões se tornaram muito superficiais e a superficialidade nos tornou às vezes muito tacanhos e muito reativos, porque nós sabemos que o que nós falamos muitas vezes é superficial, para proteger essa vulnerabilidade a gente ataca. Então são verdades ocas, verdades mais profundas sobre nós e sobre a vida. Revivindico o teste dessa relação que eu contraponto, né? Jesus falou assim: "A minha ética vai ser colocada a prova última quando eu for crucificado. A ideia que ele tá mostrando o que ali eu tô disposto a morrer por essa verdade? Nós estaremos dispostos a morrer pelas nossas verdades. Nós levaríamos a a consequência última de
o eu for crucificado. A ideia que ele tá mostrando o que ali eu tô disposto a morrer por essa verdade? Nós estaremos dispostos a morrer pelas nossas verdades. Nós levaríamos a a consequência última de defender o que a gente acredita, o que a gente sente, o que habita a nossa alma. Ele colocou o corpo dele. Mas há uma simbologia de uma transformação ali em processo, né? Então, se nós somos honestos e aquilo que a gente acredita às vezes pode ser muito verdadeiro pra gente. Ah, mas e se continuar uma uma não conciliação entre aquilo que eu penso e aquilo que eu estou lendo, eu não vejo um problema nisso, porque o tempo vai nos levar a certas conclusões. Então, vamos dar tempo a nós mesmos para chegar a essas conclusões. Não temos que ter pressa. Obrigada, Thaago. Nós temos uma pergunta pra Cláudia. A Cláudia conversou aqui sobre medo, amor e a pergunta é, na verdade, pedindo para que você, Cláudia, desenvolva um pouquinho mais acerca acerca do eco interno paralelo ao medo. Eco, ego, ego interno paralelo ao medo. É eco >> de eân >> são os ecos. Isso. As ressonâncias. Perfeito. >> Sim. Alô. >> Tá OK. >> Eh, esses ecos e nós trouxemos na na nossa explanação sobre registros. Hum. Então, os ecos são registros tanto de vidas passadas que ficaram impregnados e no nosso espírito nessas experiências malogradas, traumáticas, né, experiências eh infrutíferas que reconhecemos como eh sem sucesso. Então, são registros passados, mas também tem os ecos desta vida, né? como nós trouxemos as relações familiares, a dinâmica familiar em que nascemos, como se constituiu isso, como foram esses pais castradores, violentos, amorosos, que registros são esses, né? E temos também pais com medo, que transferem o medo para os seus filhos. E como eles vêm o mundo ameaçador, eles super protegem. E nós sabemos que a superproteção ela invalida a pessoa, porque a imagem, a informação que se passa com a superproteção é: você não é capaz de se proteger. O mundo é muito violento e você não é capaz, então eu
emos que a superproteção ela invalida a pessoa, porque a imagem, a informação que se passa com a superproteção é: você não é capaz de se proteger. O mundo é muito violento e você não é capaz, então eu vou te proteger. Então, eh, a superproteção ela invalida, ela impede que a pessoa possa enfrentar os seus próprios desafios, enfrentar o mundo e vencer todos os seus fantasmas internos, todos os seus obstáculos. Então, a pessoa fica apartada do mundo. A criança, ela fica apartada do mundo. Ela não é testada, não é desafiada. Ela fica, ela se, ela se, ela recua e ela recua por um tamanho menor do que ela tem. Então esse também é um eco partido por pelos pais, pelos tutores, né, por um meio ameaçador em que os medos dos pais são transferidos para as crianças. Há vários ecos. a aos ecos do mundo. A sociedade hoje ela passa muita informação e as pessoas consomem informações desenfreadamente. Elas não têm um limite próprio onde elas próprias podem estabelecer. Não. Então elas consomem muita informação, informações equivocadas, informações, como os colegas já trouxeram, que vão criando imagens de medo, de insegurança, né? e ameaçadoras, eh imagens destrutivas que não nos levam a um apaziguamento. Então se tornam pessoas ansiosas, né? A ansiedade galopante no mundo de hoje, pessoas medrosas, pessoas que têm medo de sair para o mundo lá fora, porque o mundo em que elas habitam, o mundo interno, tá povoado de monstros, de de de coisa de fantasmas assustadores. Então, são ecos também que fazem com que esse medo só aumente. esse medo vá atingindo um grau e como nós falamos, ele começa sutilmente nos três estágios do medo. Ele começa com uma sensação de inquietação e preocupação. Então é uma préocupação de algo. No estágio seguinte, que é o estágio do medo, aí sim ele já se instala, mas nós temos o raciocínio e a lógica para combatê-los. Nesse estado, nesse segundo estágio, é importante que nós possamos dialogar com esses ecos polulam na nossa mente, que possamos dialogar com eles, questionar,
o raciocínio e a lógica para combatê-los. Nesse estado, nesse segundo estágio, é importante que nós possamos dialogar com esses ecos polulam na nossa mente, que possamos dialogar com eles, questionar, entender melhor onde eles nos tocam e o que é que podemos fazer para que esse diálogo encontre um lugar seguro, uma guarida melhor dentro de nós. Nós no terceiro estágio é o pavor e aí sim nós estamos completamente descontrolados. O eco do mundo, tanto do mundo externo quanto dos mundos que foram criados pelas pessoas que nos circularam, que ressoam com os nossos medos de outras vidas. E aí sim, esses mundos tomaram um vulto muito grande e já não se tem mais a lógica e a razão para poder combatê-los. Então, é importante que nós olhemos para dentro de nós, sempre nos questionemos, eh, perguntemos o que é que sentimos, como é isso que eu sinto, que informações, que pensamentos nos atravessam, se os pensamentos são criadores e se eles criam uma realidade, é importante que nós observemos os nossos pensamentos para que eles também não se agigantem, né, vinculados aos ecos que temos dentro de nós. Excelente, Cláudio. >> Gratidão, Cláudia. A gente tem uma pergunta que vi que veio dos nossos internautas e ela não foi direcionada, então vocês podem escolher quem vai responder. É uma pergunta da Gilda e a Cláudia começou a colocar porque ela colocou a questão da ansiedade e a pergunta eh fala sobre a atualidade, nós vislumbrarmos muitos casos de ansiedade e depressão. Estes adoecimentos psíquicos estariam relacionados a um chamado da alma, um chamado para o olhar o mundo, para o olhar voltado ao mundo interior? >> Eu acredito que sim, né? Tem vários aspectos aí que a gente poderia pensar essa questão das ansiedades, das depressões e do adoecimento psíquico em geral, né? Mas uma delas seria a questão do quanto a sociedade, da maneira como ela tá organizada hoje, ela ela nos adoece. Então, toda a questão do vazio existencial, né, dessa superficialidade das redes, então tudo isso, de uma certa
estão do quanto a sociedade, da maneira como ela tá organizada hoje, ela ela nos adoece. Então, toda a questão do vazio existencial, né, dessa superficialidade das redes, então tudo isso, de uma certa maneira predispõe o ser humano a manifestar esses quadros que a gente observa. Mas claro, né, a depressão, a ansiedade, elas não surgiram agora, elas também existem desde sempre, agora que tem se apresentado dessa maneira calamitosa, né? Então, de uma certa forma também é um chamado, sim para que a gente possa interiorizar. É como se a nossa mente dissesse assim: "Não, não dá mais. É, é preciso fazer vida interior, né? É preciso buscar o autoconhecimento para que a gente possa encontrar uma outra forma de viver, uma outra forma de construirmos os nossos laços sociais. >> Obrigada, Michele. >> Uma pergunta também não direcionada. Falou-se de observar o que as emoções negativas das relações disfuncionais têm a nos ensinar sobre nós mesmos. Mas quando perceber e como perceber que o custo está alto demais, que é hora de se afastar? Como saber quando se deve afastar-se de relações tóxicas? interessante, né? Porque a gente tava falando que a vida às vez às vezes nos coloca em relações assim que são bastante desafiadoras para nós, né? E qual é o limite, né, entre o que a gente diz assim: "Não, eu preciso suportar isso porque isso faz parte do meu compromisso espiritual, né? Eu tenho esse comprometimento com isso e no momento que isso começa a nos prejudicar, nos fazer mal, né? Então são são questões que às vezes não é claro mesmo pra gente, né? E uma das questões é que muitas vezes a gente acha que tá suportando aquilo, né? porque isso faz parte, eu preciso entender, mas eu não tô trabalhando aquilo internamente, eu não tô entendendo aquele sentido e significado. E aí com isso, eu tô me perdendo de mim, né? E aí eu fico mais vulnerável, né? A o outro invadir o meu campo, né? Então quando a gente começa e a olhar para nós, né? Então, eh, o fato de eu ter um compromisso com alguém, mas
perdendo de mim, né? E aí eu fico mais vulnerável, né? A o outro invadir o meu campo, né? Então quando a gente começa e a olhar para nós, né? Então, eh, o fato de eu ter um compromisso com alguém, mas daqui a pouco aquela relação começa a trazer aspectos de violência, né? Aí já ultrapassou o nosso limite, né, gente? Porque aí o outro invade o meu campo e a gente eh acaba achando que tá evoluindo ali ou que tá trabalhando aquilo e não, né? Então, às vezes a gente precisa lidar também com os nossos medos, né, de dar limites, de dizer: "Não, até aqui você pode vir até a partir daqui". Não, né? Então, eh, só que às vezes as coisas se misturam muito, porque nós somos muito complexos e a gente é movido por muitos medos, por muitas inseguranças, né? Às vezes a gente tá em relações ali que a gente nem percebe que aquilo ali tá sendo abusivo, né? Então, eh, eu, eu me lembro de um caso de uma pessoa, eh, que ela contava com a maior naturalidade, assim, em situações de abuso extremo e ela não sentia aquilo como como abuso porque ela tava tão desconectada dela, né? Então, todo um trabalho assim de resgate, de autoestima para essa pessoa poder chegar e dizer: "Não, isso não é eu não quero que você faça, eu não quero que você invada aqui", né? Então, eh, e eu acho que esse é um questionamento que a gente faz assim, né? Mas aí a gente lembra de Jesus, né? Antes perguntaram sobre as verdades, né? Não faz pro outro que você não quer que faça para ti, né? Então aí a gente tem um bom parâmetro, né? Porque às vezes a gente tem as nossas verdades, né? Mas quando a nossa verdade, né, ela impede o diálogo, a tolerância, aceitação do outro, né? Aceitação de nós mesmos, aí a gente tem que começar a questionar, né? Exaim. >> Muito obrigada, Marlus. Hoje aqui a gente conversou bastante, a gente ouviu muitas reflexões acerca do pensamento, pensamento criador, hábito do pensamento, a qualidade do que se pensa, o reflexo acerca desse pensamento, as formas pensamento, as criações, o mundo interior. Foi muito conversado acerca
o pensamento, pensamento criador, hábito do pensamento, a qualidade do que se pensa, o reflexo acerca desse pensamento, as formas pensamento, as criações, o mundo interior. Foi muito conversado acerca disso, incluindo a questão do pensamento positivo e da força do pensamento positivo. E aí um torcedor perguntou: "Foi um estádio de futebol lotado, vibrando positividade, influencia a energia do time?" Gente, o pensamento positivo é por aí? Como é que vocês veem isso? Por favor, quem queira. >> Olha, não dá para dizer que não, né? Se esse pensamento é construtivo ou destrutivo, tudo pode. André Luiz nos traz que a soma destes pensamentos faz uma comunhão entre os encarnados, também com os desencarnados o tempo inteiro. Nós estamos numa rede de vibrações, de valores. E às vezes este estádio pode tanto fortalecer as criaturas no sentido elevado como as derrubar. Então, né, é dito nos esportes que realmente o time que vai jogar na casa do adversário sente aquela pressão psicológica, é um pouco mais difícil jogar, né? Então tem essa torcida hora de uma forma e hora de outra, né? Por falar em estádio, eu lembro numa ocasião muito interessante, uma das primeiras palestras, não foi a primeira, mas uma das primeiras palestras que vi de Edivaldo Franco ainda da minha juventude, parece que eu sou jovem ainda, mas não tanto, né? Em que há o estádio Beira Rio em Porto Alegre e do lado tem o Gigantinho, né, que é então um local de shows, de eventos muito grande, né? E eu lembro que foi feita uma palestra de Divaldo Franco e que no momento da oração, a pessoa que foi fazer uma oração fez uma pausa e aquela multidão em silêncio antes de começar. aquilo dava uma emoção, aquele silêncio diante de tantas mil pessoas para depois nós termos a oração e uma uma magnífica palestra de Divaldo Franco. Então nós vemos que temos esse poder, meus amigos. Yung já nos dizia que um dos grandes perigos é a mistura do indivíduo na grande massa. Nós temos uma tendência távica de nos misturar com a massa. Tudo
tão nós vemos que temos esse poder, meus amigos. Yung já nos dizia que um dos grandes perigos é a mistura do indivíduo na grande massa. Nós temos uma tendência távica de nos misturar com a massa. Tudo aquilo que é feito coletivamente na há uma tendência a nós aderirmos. Então, Divaldo nos fala sobre isso quando ele dizia que aquilo que nos comprometemos coletivamente, mais tarde, através da reencarnação, vamos resgatar coletivamente. Então, vamos dizer que eu não goste muito do meu vizinho. Jogaria uma pedra na casa dele? Não, não é para tanto. Mas daí de repente tá todo mundo jogando pedra na casa deles. Eu vou jogar uma pedrinha, né, só para não dá do grupo. É esse instinto gregário. Uma vez uma colega me disse assim: "Alexandre, quando eu vejo as pessoas correndo na rua, dá vontade de correr, né? E por isso que os maratonistas têm mais força no coletivo." Eu até respondi para ela: "Pois é, se olho pra rua, tá todo mundo correndo, é melhor correr mesmo, né?" Então, esse instinto gregário que pode dissolver a individualidade do ser. e Yung, então tinham muito cuidado com tudo que é da psicologia de massas, mas ao mesmo tempo esse instinto gregário, bem conduzido pela nossa individualidade pode ser uma alavanca também de crescimento e de evolução. Que os nossos pensamentos têm poder, tem, que nós já sabemos lidar plenamente com isso, ainda não, mas estamos a caminho. >> Obrigada, Alexandre. Obrigada, Alexandre. A gente tem uma pergunta pro Gelson. Gelson, como podemos cultivar uma conexão contínua com as dimensões mais elevadas da nossa consciência, aquelas que se alinham com aos arquétipos universais e a sabedoria interior, mesmo nos dias em que nos sentimos desconectados, fragilizados ou distantes de nós mesmos? Eh, interessante essa pergunta, porque a Joana em vários momentos da obra psicológica dela, ela vai falando de dessa lucidez da consciência, né, da da consciência desperta. E essa consciência desperta não é só uma lucidez racional enquanto capacidade de
ios momentos da obra psicológica dela, ela vai falando de dessa lucidez da consciência, né, da da consciência desperta. E essa consciência desperta não é só uma lucidez racional enquanto capacidade de discriminar a realidade. É uma lucidez espiritual que envolve também os sentimentos, a capacidade de compreender de maneira reflexiva a vida e assim também enobrecer os através dos valores espirituais da nossa alma. Na medida que a gente vai ficando uma consciência desperta, lúcida, né? Os aspectos formais, por exemplo, eu orar, meditar, passam eh a ser uma condição de postura interna, um estado de oração. Joana falou assim que tem que a gente pode chegar um momento nossa vida de de ter uma postura permanentemente de prece pela gratidão, pela consciência da da divindade na minha vida, pelo reconhecimento que eu não tô sozinho e nem desamparado, por uma série de consciências que são vividas por mim, eu estabeleço aí essa força conectiva com a vida, onde para ela a gratidão é o elemento que eh mais representa essa dimensão de conexão, porque ela vê a gratidão como um fator de maturidade espiritual, de individuação, ou seja, de um espírito que vai adquirindo cada vez mais plenitude. E de uma certa maneira, a para Joana a gratidão é uma questão de relacionamento. Então, a pessoa que é grata, ela tem a consciência da assinatura de Deus, né, em cada obra dele. Então, é um momento também de conexão. E aí a Jana falou que essa experiência do self e não do ego. E por isso que na pergunta que foi feita, eu posso estar num momento difícil de vida, porque o meu ego, a minha consciência transitória tá passando por conflito, dificuldades, mas a minha consciência espiritual, o meu self tá em sintonia, em conexão com o divino. Então eu posso permanecer conectado, mesmo que a dificuldade da vida me desafia e desestabilize em alguma medida meu ego. Claro que isso é um processo, diz a benfeitora, de uma caminhada, eh, psicológica e espiritual que envolve essa proposta da benfeitora, né? O
vida me desafia e desestabilize em alguma medida meu ego. Claro que isso é um processo, diz a benfeitora, de uma caminhada, eh, psicológica e espiritual que envolve essa proposta da benfeitora, né? O autoconhecimento e os exercícios que ela, porque a Joana é muito prática também, né? Ela ela nos oferece muitos recursos práticos paraa nossa vida. a gente lê com cuidado a obra dela. A gente vai ver que tem muito elemento preciosos que nos dão uma direção bastante objetiva em relação à nossa caminhada espiritual. Então, eh tem n movimentos que a gente possa fazer conexões, mas não há conexões eh profundas e verdadeiras sem consciência de mim mesmo, certo? Então isso que é importante. Muito obrigada, Gelson. Eh, o Thaago, ele conversou com a gente sobre cartografias da alma, o pensar e o sentir como caminhos de descoberta da vida. E aí nos veio uma pergunta, primeiro agradecendo pela palestra tão enriquecedora, eh, enriquecida pelas imagens e músicas também. E a pergunta, por mais que ela seja feita de forma específica, a gente vai estender um pouquinho, porque a pergunta fala sobre atender pacientes que sofrem em decorrência da duplicidade afetiva parental, como o psicólogo pode lançar a mão do conhecimento espírita. Mas, Thiago, a gente estende a pergunta para qualquer que seja a situação. Como é que o psicólogo pode fazer uso do conhecimento espírita em um atendimento que e ele busca para consolar, para brigar, para acolher aquele paciente? Bom, como eu tenho uma experiência e cada um de nós tem uma experiência com isso, eu parto primeiro daquilo que referencia a minha nossa profissão, né? Então, o primeiro ponto é a preservação do espaço terapêutico na consolidação daquilo que é autorizado pela os meus conselhos, né, de profissão. Segundo ponto é ã abordar temas dessa natureza envolve saber se o paciente exposa essas ideias e se ele vai trazer esses conhecimentos, porque espaço terapêutico tem uma base teórica muito bem fundamentada a partir daquilo que é aceito pela ciência. Então, ã, o
se o paciente exposa essas ideias e se ele vai trazer esses conhecimentos, porque espaço terapêutico tem uma base teórica muito bem fundamentada a partir daquilo que é aceito pela ciência. Então, ã, o trabalho de uma uma perspectiva de espiritualidade, na minha na minha compreensão, envolve o entendimento se há a demanda do paciente em relação a isso. Não é a contrapartida minha dizer que já pensou em uma casa espírita? Você acredita nos espíritos? Porque mesmo esse tipo de conteúdo, eles podem sim estar a serviço do trabalho terapêutico, né? Ah, eu acho que eu eu acho que eu eh vi a mãe do paciente no consultório. Ah, o paciente tá dizendo que viu a mãe dele ou sonhou com a mãe dele. Vamos trazer esse conteúdo para uma reflexão em torno das necessidades que ele tem ali relacionadas, né, à terapia dele. Porque apenas assim a essa informação, por exemplo, né, ela ela é factível. E aí, onde é que a gente vai com isso? Então, acho que a promoção do espaço a partir das necessidades do paciente não é o meu desejo, não é o desejo do terapeuta, né? É o que vem pro terapeuta. E quando isso surge aparece, né? Às vezes aparece alguém com uma necessidade dessa e nós conversamos sobre isso. O que é para você isso? Como é para você, por exemplo, eu já ouvi isso, fui numa, fui num ritual de iniciação na Umbanda. Como foi para você a partir do que você tá buscando? Fez muito sentido. Me senti muito acolhido. Ah, qual a sua origem primeiro? Ah, eu vim do catolicismo. E aí, tá, mas como é que tá sendo para você? É mais profundo do que apenas falar-se sobre isso assim, né? Então, é a partir da necessidade de quem nos traz e não tanto daquilo que a gente pode querer impor, porque isso é antiético. A gente tem que ter cuidado com isso. >> Muito bom, Thago. Muito obrigada. E nós vamos juntar aqui uma um questionamento virtual com o presencial, mas que gira em torno do que é do que foi muito falado e a gente comentou isso anteriormente, que é acerca do pensamento, das monoideias, das criações mentais, da
stionamento virtual com o presencial, mas que gira em torno do que é do que foi muito falado e a gente comentou isso anteriormente, que é acerca do pensamento, das monoideias, das criações mentais, da fixação mental. Isso é uma porta para autoobsessão. Isso já é uma autoobsessão. Como é que se correlaciona esse processo de fixação desses cenários mentais, dessas ideias fixas com esse processo obsessivo? É, a questão da monoideia é algo bastante importante. Eh, a temática única já mostra uma unilateralidade. E essa monoideia, ela reflete eh um pensamento fixo, circulante somente nessa imagem. E nós podemos pensar que isso tem a ver com o conflito que a pessoa traz e que pode estar sendo fomentado e potencializado pelos irmãos sofredores que estão à volta, né, vibrando naquela sintonia. Então, há que se ter bastante atenção quanto a uma monoideia, né? Ela diz respeito à própria pessoa e está fomentado pelos irmãos, né? Uma monoideia faz com que nós estejamos vibrando só nisso, aumenta o nível de neurose, né? congela o cérebro só para esse tipo de imagem e informação. Então, eh a algo bastante sério. Para além da influenciação dos irmãos sofredores, nós também somos autoobcessores. Então, precisamos cuidar muito se uma ideia tá sempre aquela ideia fixa e e e constante. E aí eu volto a me perguntar, que ideia é essa? Essa ideia me pertence. Ela tá querendo dizer o que sobre mim, sobre a minha realidade atual, o que ela quer me informar? Ela é minha? Ela também é minha? Ela é só minha? né, porque é um um grau bastante sério, né? E nós não podemos eh como nós falamos hoje tanto na responsabilidade, nós não podemos eh eh ficar desatentos em relação a isso, não é? E André Luiz também traz um conceito de questão básica, né? Eu esqueci agora a expressão, né? Quando ele fala, nós temos um um uma questão básica que nós trazemos na vida e os espíritos conhecem, eles conseguem ver. >> Desejo central. >> Ah, isso. Obrigada. Nós temos um desejo central, né? A nossa alma traz essa essa
os um um uma questão básica que nós trazemos na vida e os espíritos conhecem, eles conseguem ver. >> Desejo central. >> Ah, isso. Obrigada. Nós temos um desejo central, né? A nossa alma traz essa essa essa situação constelada que necessita de evolução, né? Mas que também eh faz parte dessa monoideia. Então nós precisamos cuidar porque eles nos vêm, eles sabem, né, quando o espírito desencarnado, os nós quando desencarnarmos, teremos uma amplitude muito maior de percepção. Então é importante que a gente cuide disso. Só complementando essa questão da que a Cláudia coloca, quando fala em monoideia, não é um pensamento apenas, né? Eu tem um pensamento que não sai da minha cabeça. A monoideia é um padrão comportamental também, tá? Porque essa monoideia toma conta de mim que eu vivo a partir dessa ideia. Ela tem vibração, ela tem uma carga emocional. Então, mesmo eu não pensando, né, mesmo não tendo consciência desse pensamento, eu posso estar numa monoideia. Por exemplo, a Jona fala das pessoas que preso na na fantasia do poder. Ela pode não pensar em poder, mas toda a atitude dela se move a partir dessa ideia e é tão presente dentro dela que ela nem se dá conta disso, né? é como se fosse parte da alma dela. E é uma monoideia. E a Joana fala que essas monoideias com o poder fecha o circuito energético, né? Então, uma pessoa que tá presa ao poder, ela anseia por amor, mas como ela não acredita que pode ser amada, ela busca essa relação de respeito através do poder, de impor pro outro. E na medida que ela impõe, ela não abre espaço para a permuta de alimento espiritual que o amor estabelece. E ela fecha tua energia e quanto mais poder, mais vazio espiritualmente ela fica se sentido desamparada. Então a monideia ela vai fechando, né, a ponto de alguns espíritos ficarem no estado de ovode, né, que vai perdendo, né, a forma espiritual. Gratidão, Gelson. Nosso terceiro congresso espírita Joana deângeles está todo voltado à série psicológica da benfeitura. Então, amanhã nós vamos dar
vode, né, que vai perdendo, né, a forma espiritual. Gratidão, Gelson. Nosso terceiro congresso espírita Joana deângeles está todo voltado à série psicológica da benfeitura. Então, amanhã nós vamos dar continuidade. A nossa programação começa às 8 horas, mas desde as 7:30 o nosso salão doutrinário vai estar à disposição pro nosso acesso. A gente que tá participando do congresso, não pode esquecer o nosso crachá para que a gente possa ter acesso, identificado, tudo certinho. Nós gostaríamos de agradecer imensamente a todos vocês que estão aqui presencialmente, a todos que nos acompanharam pelo Espiritismo Play, pelo YouTube, as perguntas que nos chegaram. Esse momento aqui foi construído pela pelas perguntas que vocês nos trouxeram e isso foi muito valioso. Agradecemos a Eliane e a Ariane que fizeram interpretação para Libras agora à noite, mas também nós agradecemos a equipe da TV Mansão do Caminho, a equipe que nos serviu aqui de apoio, que nos auxiliou durante todo o dia. E nós vamos agora concluir as nossas atividades agradecendo aos nossos palestrantes que compartilharam conosco hoje as lições ao longo do dia, mas que também conduziram essa roda de conversa, o Thiago Risoto, Alexandre Fontura, a Michele Ponzone, Gelson Roberto, Cláudia Semeguini, Marlúci Reins. Muito obrigado, queridos, pelas pelo compartilhamento das informações, das reflexões e o quanto vocês nos trouxeram nessa noite, mas também ao longo de todo o dia. Então, vamos orar agradecendo a Jesus por essa oportunidade. Senhor e Mestre Jesus, a tua presença nos envolve profundamente e nos traz a certeza de que estamos amparados pelo amor ao longo de todo o dia, mestre, pensamentos foram estimulados na construção do bem, da justiça, da fraternidade, da caridade, da solidariedade, do amor. Momentos de comunhão que marcam a nossa história de imortalidade, nos permitindo tracejarmos esta existência com mais firmeza nos passos, com percepção de que não estamos a sós, de que o teu evangelho nos ampara sobre
hão que marcam a nossa história de imortalidade, nos permitindo tracejarmos esta existência com mais firmeza nos passos, com percepção de que não estamos a sós, de que o teu evangelho nos ampara sobre todos os aspectos e que a espiritualidade maior, atendendo a vontade de Deus, atendendo a tua atuação misericordiosa sobre nós, se espalha, levando ao nosso mundo íntimo, ao nosso coração, a nossa mente. os estímulos necessários para que tracejemos rumos mais seguros e mais decididos na nossa história reencarnatória. Te agradecemos, Senhor, por tanto. É tanta misericórdia, é tanto amor, é tanta entrega, doação no invisível, no anonimato. É tanta verdade que nos emociona, mestre, porque sentimos o amparo, a proteção, a consolação. E os nossos corações se enchem de ânimo, de coragem, de esperança. E percebemos que os passos que nos cabem à realização, eles vão sendo construídos, elaborados, realizados pela amalgama do amor. protege a cada um de nós, abençoa-nos a todos que aqui estamos e aqueles que estão conosco vinculados em pensamento, em coração, em oração, nos seus lares. Abençoa os nomes que expusemos aqui à porta do nosso salão para as vibrações, mas também os nomes expostos nos nossos chats. Acolhendo a cada um destes que apresentamos as nossas rogativas para intercessão, para as suas saúdes, o seu bem-estar, a sua tranquilidade e serenidade. abençoa a água que te apresentamos, mestre, e faz com que a nossa noite, logo mais no repouso do corpo físico, possa ter o reverberar das emoções vivenciadas ao longo do dia, do aprendizado desta noite, de tudo que aqui buscamos refletir para que É assim, reverberando, vibrando em nós, possamos tornar a nossa existência cada vez mais expressão do amor que aprendemos contigo. Permanece conosco, mestre, sempre. Gratidão por tudo e sempre. Assim seja. >> Está encerrada a nossa reunião e sigamos todos em paz.
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