T5:E7 • Propósito de vida • Tempo com Deus

Mansão do Caminho 20/09/2023 (há 2 anos) 51:52 7,522 visualizações 950 curtidas

Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 05 - Propósito de vida Episódio 07 - Tempo com Deus ► Referências Bibliográficas • Jesus e Atualidade, cap. 16. • O Homem Integral, cap. 1. • Plenitude, cap. 5, 8 e 9. • Momentos de Saúde e de Consciência, cap. 6 e 14. » Sugestão de Leitura: • Atrevi-me a Chamar-lhe Pai, por Bilquis Sheikh (Autora) » Apresentação: Cristiane Beira

Transcrição

Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana. Eles. Nessa quinta temporada de nossos encontros e de nossos estudos, nós estamos conversando, refletindo a respeito do propósito de vida, procurando entender o que nos cabe, prestar atenção, priorizar nesta atual reencarnação. Qual a finalidade principal da vinda do espírito à terra? como devemos eh nos comportar para tirarmos o melhor proveito dessa experiência? Quais as atenções, quais as tentações, quais os cuidados e quais as armadilhas que precisamos estar atentos para que a gente realmente possa eh desfrutar da experiência na Terra, crescendo, evoluindo e não só, como se estivéssemos aqui a passeio em recreação. Nos episódios anteriores desta temporada, para falarmos a respeito do propósito de vida, nós estamos trazendo alguns temas que circulam, que circundam essa temática. Para eu ter um bom propósito de vida, para eu saber identificar melhor o meu propósito de vida, eu preciso prestar atenção em quê? Como é que eu descubro? O que me cabe, onde está o caminho para eu eh detectar esse propósito que realmente preenche o espírito para não correr o risco de ficarmos vivendo apenas a materialidade da vida. Então, nos episódios anteriores, nós falamos sobre prestar atenção entre correr atrás dos desejos da vida, que são essas coisas gostosas, prazerosas, que são também divinas, abençoadas, mas que elas não nos arrastem unicamente. Que também a gente preste atenção naquilo que me dá vontade, vontade de crescer, vontade de superar, vontade de transcender e de se transformar. No episódio três, nós falamos a respeito da inspiração e da aspiração. Mais uma vez, atenção. A gente às vezes aspira às coisas da Terra, seguindo os desejos do ego, querendo ter uma boa representação na vida atual. E a gente precisaria também prestar atenção naquilo que nos inspira, naquilo que minha intuição me diz que é importante, naquilo que os benfeitores me inspiram a respeito das prioridades da vida. No episódio 5, o episódio um foi uma introdução, o

quilo que nos inspira, naquilo que minha intuição me diz que é importante, naquilo que os benfeitores me inspiram a respeito das prioridades da vida. No episódio 5, o episódio um foi uma introdução, o episódio 4 é perguntas e respostas. No episódio 5, nós falamos sobre individuação, quanto é importante esse mergulho para dentro de si, o autoconhecimento, o tornar-se a si mesmo, o desenvolver de dentro para fora. Se nós não olharmos para dentro, dificilmente detectaremos qual é o nosso propósito de vida. acabaremos seguindo a massa, fazendo o que todo mundo faz e muitas vezes se desconectando desse si mesmo que é o espírito. E no episódio seis, o anterior, nós falamos sobre o vigiai e orai, nesse sentido do quanto precisamos manter a consciência, a atenção plena, para não nos desviarmos, para não nos adormecermos, para não nos distrairmos. Então, essa conexão com o que transcende a matéria, que já deu entrada ou já fez uma introdução para cairmos no nosso tema de hoje. Falaremos sobre o nosso tempo com Deus, que é uma preparação, ou melhor, a gente prepara no episódio anterior a história da oração, do para que orar e hoje a gente mergulha mais nela, dedicando o nosso tempo com Deus. Eu vou começar hoje contando uma história. Vou procurar ser breve, mas esse livro que já é um livro não é tão atual, ele já tem disponível eh em PDF, se a gente procurar, é possível eh eh adquirirmos esse texto. Ele foi disponibilizado justamente porque essa autora, ela queria eh eh disseminar a sua história. Ela queria que o mundo ficasse conhecendo. Então esse livro é conta a história de uma muçulmana pakistanesa. Ela se chamava, porque ela já desencarnou, Bilill Kiss Shake. Não sei se essa é a pronúncia correta, estou talvez aportuguesando a história. A Biliss Shake, ela viveu entre os anos 1912 a 1997. Ela foi então paquistanesa e ela era casada com um general que ocupava um alto cargo no ministério do interior do Paquistão. E como ele trabalhava eh eh nessa cúpula do do do governo paquistanês, eles

Ela foi então paquistanesa e ela era casada com um general que ocupava um alto cargo no ministério do interior do Paquistão. E como ele trabalhava eh eh nessa cúpula do do do governo paquistanês, eles viviam eh em Londres, então era um um ministro que tinha essa relação também com o exterior. Então ela conta que viveu muitos anos. A vida dela era na Inglaterra, em Londres. Então ela estava sempre em meio a alta sociedade, ao luxo, a compromissos sociais. E um um determinado moment um determinado momento, ela recebeu esse anúncio do marido que ele a deixaria. ele haveria encontrado um outro relacionamento e estava abrindo mão do relacionamento com ela. Nós não temos muito conhecimento a respeito do que é ser um paquistanês, do que é ser um muçulmano, mas nós temos uma ideia eh eh do quanto ainda existe uma tradição eh apoiada no patriarcado. Ou seja, uma mulher muçulmana paquistanesa sendo deixada pelo marido, ela não teria a mesma liberdade de outras culturas. Ela sabe que haveria um olhar para ela eh eh de limitação. Ela não tinha toda a liberdade que um ser humano deveria ter. Uma questão cultural, não vamos entrar em juízo de valor. Estamos apenas apresentando esse livro que é lindo e merece ser lido. É, é curto, mas é uma experiência linda. É um depoimento lindo. Bom, Bill Kiss, que também vinha de uma família rica no Paquistão, ela volta, sai da Europa, volta pra sua terra e ela vai se recolher da sociedade. Ela vai se recolher numa propriedade da própria família que ficava aos pés do Himalaia. Era como se fosse uma fazenda ou um sítio. Era um lugar rural. E ela passou a morar sozinha ali. Seus filhos já eram adultos, ela já tinha uma certa idade. Então, ela vai se recolher nessa casa da família aos pés do Himalaia. E ali ela passa por essa espécie de luto, porque ela perde muita coisa, ela perde o casamento, ela perde a vida que ela tinha eh num outro país, ela perde a condição e eh de poder conviver numa sociedade mais livremente, enfim, e perde os seus sonhos e perde a

uita coisa, ela perde o casamento, ela perde a vida que ela tinha eh num outro país, ela perde a condição e eh de poder conviver numa sociedade mais livremente, enfim, e perde os seus sonhos e perde a expectativa que ela tinha. Ela não esperava passar por isso. Então, ela vive ali esse período solitária, sozinha, mas esse período em que ela se recolhe e que ela vive sozinha, como se ela estivesse alienada mesmo da sociedade, permite que ela encontre um tempo para outra atividade que ela não costumava fazer. É justamente nesse deserto, entre aspas, como Joana diz, é justamente nessa solitude, é justamente nesse recolhimento que ela encontra Deus de verdade. E aí ela escreve esse livro. O livro se intitula Atrevi-me chamar-lhe Pai. E ela conta como ela descobre, como foi essa experiência transcendente, religiosa, espir espiritual. Bom, como acontece esse encontro? Ela diz que ela tinha essa religião muçulmana. Mais uma vez ela não tinha liberdade para poder escolher ou se converter a outra religião. Era realmente uma coisa mais fechada. Mas nessa casa retirada aos pés do Himalaia, ela tinha funcionários que ela que ajudavam, que cuidavam da casa, da propriedade. E tinha um casal, né? E esse casal que morava ali, eh, ela, a mulher, a esposa cuidava do interior da casa e o marido cuidava da parte fora da natureza e, e das plantações. Não sei o que que eles tinham ali. Eles eram cristãos. mas praticavam sua religião escondidos, como se fosse aquela época lá eh eh em que os as catacumbas recebiam os encontros cristãos depois, logo depois eh da vinda de Jesus. Eles se encontravam então eh de uma forma bastante velada, bastante reclusa, para que não fossem descobertos. E ela começa a se aproximar desse casal que era gentil, que era atencioso, que era educado, muito acolhedor. E ele e eles começam bem sutilmente contar algumas coisas para ela. Ela se interessa muito. Ela tinha esse coração mais desprendido, mais desapegado, mais livre. E ela se interessa, ela começa a perguntar

e e eles começam bem sutilmente contar algumas coisas para ela. Ela se interessa muito. Ela tinha esse coração mais desprendido, mais desapegado, mais livre. E ela se interessa, ela começa a perguntar e fica curiosa. Mas eles não tinham, imagina, uma permissão para chegar paraa Bquise e falar: "Olha, somos cristãos. está aqui o evangelho. Se você quiser frequentar as nossas reuniões escondidas, eles não poderiam se expor dessa forma. Então, numa determinada noite, a Biquisa, ela tem um sonho estranho, parecia uma experiência religiosa. E no sonho dela, ela sonha que ela estava acordada, mas ela estava dormindo, e ela vê descer de do alto uma luz. E essa luz pousou sobre uma escrivaninha que ela tinha no quarto. Então, no sonho ela se aproxima porque foi algo muito impactante. Ela vê essa luz forte, como se fosse um jato. Ele desce e se deposita sobre uma escrivaninha. E no sonho ela tenta se aproximar da escrivaninha porque ela queria saber o que tinha ali. Mas aí o sonho interrompe e ela no dia seguinte ela acorda curiosa e vai querer entender o que que tem, o que que aconteceu naquela escrivaninha. E quando ela chega nessa escrivaninha, ela não tinha percebido, mas havia alguém havia deixado ali e ela não tinha se dado conta. Ela não sabia nem por quanto tempo aquilo já estava ali, mas naquele dia ela percebeu que alguém deixou um livro e era justamente eh a Bíblia, né? era justamente os ensinos de Jesus, o o Velho e o Novo Testamento. Então, ela associa eh eh esse episódio como um chamado, como algo que tenha sido realmente espiritual, transcendente à matéria. Então, muito provavelmente essa mulher que cuidava dos aposentos, em algum determinado momento, ela conseguiu deixar ali esse livro. Ela passou por algum tempo, não sei se alguns dias, mas num determinado momento ela se deu conta e ela foi levada através desse sonho bastante simbólico. Ela se ela começa a ler, ela devora o livro, ela começa a ler. Vocês perceberam que eu já tô dando todos os spoilers, ou seja, acho que ninguém vai

a foi levada através desse sonho bastante simbólico. Ela se ela começa a ler, ela devora o livro, ela começa a ler. Vocês perceberam que eu já tô dando todos os spoilers, ou seja, acho que ninguém vai nem precisar ler o livro, porque eu tô contando a história, não, mas vale a pena, né? ler no autor, no original, é eh mexe muito com com o coração, com o espírito. Ela então se ela então se dedica essa essa leitura, se encanta e também com muito cuidado para não eh deixar constrangido o casal, ela vai dando mostras que ela se interessa, que ela não vai fazer um julgamento, que ela não vai prejudicar ninguém e eles vão se aproximando. O tempo vai passando, ela também precisa tomar muito cuidado mais do que eles, porque se a família dela descobre, imagina o que que poderia acontecer. E ela vai nos narrando isso. Ela passa a frequentar essas reuniões escondidas, se encanta com esse Deus de amor que era diferente do Deus que ela temia. E ela passa a ter uma relação mais próxima e ela o vê como pai. Finalmente, Biquis eh, deixa de ter uma relação com esse juiz, com esse criador que que estava de olho na sua nos seus filhos e passa a ter uma uma relação com Deus Pai, Deus amoroso, Deus protetor, Deus misericordioso. O tempo vai passando, vai ficando difícil deles eh manterem isso escondido. E ela percebe que para ela ter realmente a vida que ela gostaria de ter, porque ela se converte ao cristianismo, ela precisaria ter liberdade. Naquele lugar ela não teria e ela gostaria muito de compartilhar a experiência dela com o mundo. Então, ela consegue um criar um plano de fuga e ela foge do Paquistão e vai para os Estados Unidos, onde ela passa a viver trabalhando em nome de Jesus. ela escreve esse livro, eh, entre outras causas que ela abraça, justamente para compartilhar com o mundo eh essa visão desse Deus Pai. E o ponto principal do livro é a dica que ela dá a respeito de como era essa relação com Deus. Então, ela conta que ela vivia, ela procurava viver em conexão constante com Deus.

visão desse Deus Pai. E o ponto principal do livro é a dica que ela dá a respeito de como era essa relação com Deus. Então, ela conta que ela vivia, ela procurava viver em conexão constante com Deus. Então, cada passo que ela dava, cada palavra que ela falava, cada pensamento, cada emoção, ela sempre tentava trazer isso junto com Deus. Então, aquilo que eu vou falar, eu vou falar conectada com Deus. Eh, eu vou me locomover para esse lugar, mas eu vou junto com Deus. E isso fazia com que ela ficasse muito consciente. Ou seja, quantas vezes a gente fala alguma coisa que depois a gente fala: "Ai, que absurdo que eu falei". Certamente, se naquele momento eu estivesse conectada com Deus, eu teria consciência antes de falar e teria oportunidade de usar o livre arbítrio para não dizer aquilo que eu viria a me arrepender depois. Quantas vezes a gente age de alguma forma que a gente falaria: "Ah, eu tava fora de mim, eu não pensei direito". Se a gente tivesse esse cuidado de manter Deus próximo, muito provavelmente a gente teria a chance de não seguir conforme a gente fez, porque a gente estaria consciente pensando antes de agir. Bilquis leva essa vida. Aonde ela está, Deus está com ela. Por isso que ela chama: "Atrevi-me chamar-lhe pai". E ela vive com esse pai dentro dela, próximo dela, junto dela. E a Biquis diz que de vez em quando as coisas da terra, a preocupação, a tribulação faziam com que ela se distraísse. Então, ela começava a agir como ela agia antes, mas ela treinou o pensamento para tomar consciência o quanto antes. Então, num determinado momento, ela acordava e falava: "Ih, esqueci Deus em algum lugar". Então ela conta de um jeito brincalhão até que ela voltava, ela retrocedia, ou seja, quase que ela voltava no último lugar onde ela estava com Deus e falava assim: "Desculpa, pai, eu eu deixei o senhor aqui. Foi aqui que eu esqueci o senhor. Eu tô eu voltei para buscá-lo. Então pode vir comigo de novo." E aí ela passava a viver novamente. Sabe quando a gente esquece

culpa, pai, eu eu deixei o senhor aqui. Foi aqui que eu esqueci o senhor. Eu tô eu voltei para buscá-lo. Então pode vir comigo de novo." E aí ela passava a viver novamente. Sabe quando a gente esquece de uma coisa, você falar: "Que que eu vim fazer aqui? Não sei, eu preciso voltar no lugar para lembrar e funciona, não é? Quantas vezes a gente volta lá, ah, já lembrei o que que era. De lá para cá eu esqueci, mas eu voltando, eu lembrei o que que era. Ela fazia isso com Deus. Quando ela percebia que ela já estava na tribulação, na correria, com aquele com aquela agitação, o que que ela fazia? Esqueci Deus. Pera aí que eu vou voltar lá para pegar. E ela fazia esse resgate. Às vezes era físico, ela voltava literalmente. Às vezes ela só centrava, tentava reconectar. A última vez que eu tava com Deus, já sei, foi a hora que eu pensei sobre isso, que eu me perdi. E ela reconectava, ela se centrava novamente, pronto, tô com Deus aqui de novo, agora eu volto a viver. Então essa é a grande mensagem dela, que ela se propôs a vigiar o pensamento para estar sempre conectada com Deus. Tá vendo como tem a ver com a aula anterior do vigiai e orai. Então fica aqui essa recomendação paraa leitura desse livro. atrevi-me chamar-lhe pai de Biliss Shake, mas é só uma introdução pra gente eh mostrar um pouquinho o caminho que a gente vai propor no nosso encontro de hoje. Quando a gente fala tempo com Deus, esse tempo com Deus ele deveria ser constante, né? A gente deveria estar constantemente conectado com Deus. Mas a vida na Terra, esse véu do esquecimento, esse escafandro que a gente veste para mergulhar na experiência da Terra, muitas vezes é um dificulta, é um elemento dificultador da gente conseguir se manter em conexão com o divino, com o sagrado, com Deus. Então, nosso estudo de hoje é pra gente trazer consciência e fazer um novo compromisso com a gente, que a gente vai ter mais atenção para estar vinculado com Deus, para estar conectado com a espiritualidade. E no nosso grau de evolução ainda

razer consciência e fazer um novo compromisso com a gente, que a gente vai ter mais atenção para estar vinculado com Deus, para estar conectado com a espiritualidade. E no nosso grau de evolução ainda imperfeito, é preciso que a gente coloque eh momentos específicos mesmo para estar com Deus. Nós não conseguimos ao fazer as coisas, as preocupações, o trabalho, enquanto estamos fazendo isso, procurar a conexão com Deus. Às vezes a gente não dá conta de fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Então, por isso que muitas vezes a gente fala: "É, preciso de um tempo, esa um pouquinho, 5 minutinhos aqui para eu fazer a minha oração, para eu buscar Deus, para eu acalmar meu espírito. Muitas vezes a gente precisa. E não é só gente. Veja que Jesus fazia isso. Jesus enquanto estava aqui na terra, ele dizia: "Vou ter com o Pai. Vou ter com o Pai. É preciso de uma reunião só eu e Deus para eu poder me reenergizar, me reconectar, me esvaziar das preocupações que as pessoas trazem, me reequilibrar. Jesus procurava esse tempo com Deus, né? Então ele subia, subia aos ao monte, colocava os os apóstolos ali para tomar conta, para não deixar a multidão interromper o seu momento com Deus. E ele se permitia um tempo só com Deus. Veja que às vezes a gente fala: "Ai, não, não posso perder tempo, então eu preciso ou estar trabalhando ou cuidando da família ou fazendo caridade, ou tá estudando espiritismo, eu preciso, Veja que é uma ilusão da nossa parte. Porque é como se a gente tivesse só oferecendo água, oferecendo água, oferecendo água, sem nos dar um tempo de ir lá encher o nosso galão, a nossa, o nosso jarro. Nós não temos ainda abundância de água para não precisarmos buscar a água para depois oferecer ao outro. Então eu não tenho condição de só viver, ajudar, fazer, trabalhar, me ocupar, estudar, ir sem ter um tempo para falar. Preciso me encher, me encher de luz, me encher de Deus. Eu preciso trocar fluidos, eu preciso acalmar meu coração, eu tenho que ter o direito. É, é uma necessidade

dar, ir sem ter um tempo para falar. Preciso me encher, me encher de luz, me encher de Deus. Eu preciso trocar fluidos, eu preciso acalmar meu coração, eu tenho que ter o direito. É, é uma necessidade de estar nesse silêncio para poder se encher e depois ir viver e poder ter aquilo para oferecer, né? Então, Jesus tinha essa história de vou ter com o pai. Se a gente estudar um pouco a palavra óscio, que é o não fazer nada, né, esse tempo livre, nós vamos ver que originalmente a gente tinha uma outra concepção do tempo livre. Se nós formos pro grego, existe uma hipótese do óscio ter vindo da palavra grega shloé, não sei como se como se fala, mas é s c h o l e parece o school do inglês que é a nossa escola. Então o existe uma hipótese da origem da palavra ver ter vindo desse cholé, cholé, alguma coisa assim, scolé, e dizendo que é o o porque o estudo, ou seja, escola, por quê? Porque o estudo, a atividade intelectual de aprender, de pensar, de internalizar, ela só era possível se eu tivesse um tempo livre, ou seja, eu não conseguiria arar a terra. e ter um tempo de mental para poder aprender alguma coisa. Ou eu arro a terra, ou eu tenho um tempo mental. Eu não conseguiria cuidar da casa, cuidar de filho, eu não conseguiria trabalhar e ao mesmo tempo ter esse momento de escola, de internalização, de aprendizado. Então, o tempo livre significa: "Eu terminei tudo que eu tinha que fazer de atividade prática, eu vou ter um tempo livre para desenvolver a mente, para eu poder dedicar um tempo para aprender, para refletir, para pensar. Esse era o tempo, esse era o óscio. E se nós formos pro latim, a origem da palavra com t, que é que é o o ótum, era era o posto do necóum. Então, nectóum é o negócio. Então, vamos pensar. Negócio é oposto do óscio. Negócio é atividade, é correr, é trabalhar, é o comércio, é o é o é o labor. É o, é a ocupação, é a minha oficina, esse é o meu negócio. E o oposto é o ócio, é quando eu não estou envolvida com os meus negócios. Qual é o seu negócio? É cuidar da casa?

ércio, é o é o é o labor. É o, é a ocupação, é a minha oficina, esse é o meu negócio. E o oposto é o ócio, é quando eu não estou envolvida com os meus negócios. Qual é o seu negócio? É cuidar da casa? É ser, é ser é ter uma profissão, é ser dono de um estabelecimento, é é trabalhar numa indústria. Qual que é o seu negócio? É aquilo que você ocupa. E o óscio é o quando você não está fazendo isso, ou seja, é o tempo livre. Na modernidade que a gente foi ficando conhecendo os prazeres da vida, a gente foi descobrindo tantos e tantos lazeres, a gente meio que corrompeu esse óscio e a gente passou a admitir o óscio como não fazer nada no sentido de posso fazer o que eu tenho prazer somente. Então veja, tem um momento em que a gente está ocupado com o nosso negócio, com nossa ocupação, atividade, trabalho, correndo atrás de alguma coisa. E tem um momento em que a gente não está fazendo isso. Se a gente não está ocupado com nossa atividade, trabalho, com o nosso negócio, a gente pode fazer o quê? A gente pode se dedicar ao crescimento interior, refletir, estudar, ter com Deus, fazer nossa nossa meditação, recolher no silêncio para orar a Deus. E a gente pode usar esse tempo também pro lazer, mas a gente esqueceu essa terceira parte das três partes, que é ou eu estou no meu negócio trabalhando, correndo, produzindo, fazendo, ou eu estou no óscio. Esse ósseo eu poderia juntá-lo em duas coisas. Eu poderia falar que no meu óscio, quando eu estou sem a minha atividade principal de negócio, tem hora que eu estou lazer, não fazendo nada, curtindo a vida, indo praia, rindo, passeando. E tem hora que eu estou no ócio de me conectar com Deus, refletir, pensar, amadurecer. Esse aqui a gente some com ele. Ora, a gente tá doido correndo atrás de dinheiro, de ganhar a vida, de crescer o negócio, de fazer atividade. O a gente tá no lazer, brincando, se divertindo, descansando, curtindo. E a gente esqueceu desse óscio que a gente nas artes aprendeu a dizer, o óscio criativo, que é quando eu estou

fazer atividade. O a gente tá no lazer, brincando, se divertindo, descansando, curtindo. E a gente esqueceu desse óscio que a gente nas artes aprendeu a dizer, o óscio criativo, que é quando eu estou dedicada a transcender. Eu me dedico um tempo ficando pensando sobre a vida. De repente eu tenho um insight, quantas obras primas, quantas, quantos cientistas descobriram coisas que a gente usa até hoje quando não estavam fazendo nada. Mas é o não fazer nada produtivo mentalmente. Eu tava pensando na vida, eu tava refletindo sobre um problema, eu estava orando, eu estava me contactando com a espiritualidade, eu estava procurando uma inspiração. Esse é o óscio. É aí que a gente precisa ter o tempo com Deus. Do mesmo jeito que a gente leva certinho na agenda a nossa atividade principal profissional. Do mesmo jeito que a gente faz questão de pôr na agenda nossos nossas curtições e diversões, a gente deveria fazer questão de pôr na agenda nosso tempo com Deus. Ou não fazer nada para estar conectado, para transcender, para refletir, para pensar sobre si. Então, esse é o tema da aula de hoje. Tem hora que eu estou trabalhando, tem hora que eu estou brincando com os meus filhos e tem hora que eu estou no meu tempo com Deus. Tempo com Deus não é aquela história religiosa. Estou ajoelhada, rezando Pai Nosso, Pai Nosso, Pai Nosso. Não é isso. Tempo com Deus é eu com o que transcende. Então, ora eu estou fazendo minha oração, ora eu estou só em silêncio, só tentando ouvir, ver se surge algum pensamento. Ora, eu estou conversando com Deus. Deus, por que será que na minha vida tem acontecido tanto isso? Ora eu estou pedindo ajuda pro meu anjo da guarda. Ora eu estou pensando sobre mim. Cris, por que que você costuma ter esse padrão? É esse tempo que é o meu tempo com Deus. É o tempo que eu dedico ao espírito, ao crescimento do espírito. Eu preciso colocar isso na agenda. Então esse é o nosso tema de hoje. E aí agora a gente vai pra Joana que eu já falei muito. Então olha, para resumir, tempo livre,

pírito, ao crescimento do espírito. Eu preciso colocar isso na agenda. Então esse é o nosso tema de hoje. E aí agora a gente vai pra Joana que eu já falei muito. Então olha, para resumir, tempo livre, tempo com Deus, o óscio, melhor, o ósseo, tempo livre não é igual tempo de prazer, tempo de lazer. Tempo livre é posso escolher o que fazer, não preciso fazer o que eu tenho dever de fazer. Então, quando eu estou ocupada, eu estou dando conta dos deveres. Quando eu estou no tempo livre, eu não tenho dever. Então, eu posso escolher. E a dica é, não escolha só diversão, escolha também crescimento intelectual, mental, espiritual. Busque também atividades que te desenvolva de dentro para fora e não só o descansar em termos de curtir a vida. Então, vamos pra Joana. Eu vou começar com o livro Jesus e aidade, capítulo 16. A Joana fala um pouco sobre esse deserto, sobre esse lugar que Jesus vou ter com o pai. Era só ele com o pai. Então ela diz assim, ó: "Basta entrar no quarto, fechar a porta e conversar com Deus". Olha que frase gostosa. Conforme ensinou Jesus ao referir-se à técnica da oração, o quarto é o mundo íntimo e a porta de acesso e a porta é o acesso ao exterior. Nesse lugar silencioso ouvirás a Deus. Ai que lindo. É poético, né? Então Joana fala: "Basta entrar no quarto, fechar a porta e conversar com Deus. Basta entrar no quarto, eu mesma. Eu vou para dentro de mim, fechar a porta, silenciar o mundo exterior e me conectar com Deus. Neste lugar silencioso ouvirás a Deus. Então, Jesus atualidade, capítulo 16, fica a dica. É diferente a gente se recolher nesse lugar. Ai, que lugar de solidão. Não, não. Solidão é o que eu sinto quando eu me sinto sozinha, abandonada, esquecida, negligenciada. A solidão dói. A solidão é ruim. Ruim em termos de emoção desagradável. Solidão é algo de que eu leio como conflito. Eu vou usar a palavra solidão quando eu fizer uma leitura da minha vida e perceber que eu não deveria estar sozinha. Deu alguma coisa de errado. Ou eu, pelos meus conflitos, afastei as

como conflito. Eu vou usar a palavra solidão quando eu fizer uma leitura da minha vida e perceber que eu não deveria estar sozinha. Deu alguma coisa de errado. Ou eu, pelos meus conflitos, afastei as pessoas. Ou eu, pelos meus conflitos não soube negociar para estar com pessoas. Ou eu, por expiação, não consigo me conectar com pessoas. Então eu vivencio a solidão. Nesse sentido, solidão é quase que uma expiação. Solidão é a colheita pelas escolhas anteriores que não foram adequadas. Então, a solidão é quando eu não deveria estar sozinha e estou quando eu me sinto abandonada. Mas existe uma outro um outro conceito que nós podemos utilizar que é positivo, o conceito de solitude. Solitude é o que Jesus fazia quando subia. Vou ter com o pai. vocês ficam aí, ninguém vem atrás de mim e por favor não deixa ninguém subir enquanto eu estiver com Deus. Aquilo era eu escolho. A solitude nesse sentido é eu decido não estar com outras pessoas porque eu vou estar comigo e com Deus. Então a solitude é livre arbítrio consciente de uma opção que é como Joana fala, eu vou tá vou est aqui dentro. Então, dá licença um pouquinho. Vou desligar o mundo lá fora, vou desligar meu celular, vou trancar minha porta e eu vou estar só eu. Eu com Deus. Isso é solitude. Eu escolho. Não é porque eu tô me sentindo abandonada, preterida, nada disso. Vamos agora pro livro O Homem Integral, capítulo um. Então, Joana aqui vai falar sobre ter um encontro com Deus, né? sobre mais uma vez é um um outro jeito, mas é a mesma mensagem, é uma outra forma poética, mas é a mesma mensagem da solitude, da do vínculo que a gente estabelece quando a gente desliga as preocupações, quando a gente se afasta das atribulações e a gente permite um canal mais livre, sem ruído com Deus. Então, capítulo um, o integral, ela diz: "O silêncio, o isolamento espontâneo, ou seja, eu que quero, aconteceu, mas eu aceito, são muito saudáveis para o indivíduo, podendo permitir-lhe reflexão, estudo, autoaprimoramento, revisão de conceitos perante a vida e a

nto espontâneo, ou seja, eu que quero, aconteceu, mas eu aceito, são muito saudáveis para o indivíduo, podendo permitir-lhe reflexão, estudo, autoaprimoramento, revisão de conceitos perante a vida e a paz interior." É como se Joana falasse assim: "A gente é muito barulhento, a gente tá, a mente tá sempre cheia, é muito ruído, é muito barulho, é é uma coisa daqui, é outra de lá. A gente, a gente quase que vive atordo de tantos compromissos, de tanto barulho, de tanto zumbido, de tanto som. Então, quando ela fala silêncio, o silêncio, o recolhimento, o isolamento espontâneo são muito saudáveis para o indivíduo. É uma oportunidade de reflexão, estudo, autoaprimoramento, revisão de conceitos. É uma dica que Joana fala assim: "Fala menos, desenvolva mais o ouvir, o falar menos, o produzir menos, o fazer menos barulho e eu ficar mais quieto em silêncio para ouvir a vida, para ouvir as inspirações dos espíritos, para ouvir Deus, para descobrir o caminho para Deus. para transcender a matéria. Se eu não me dedicar a isso, vai demorar muito mais tempo pra gente se desenvolver até o ponto em que a gente se conecta com Deus a todo momento. Então fica essa dica para ouvir mais e silenciar mais. Agora nós vamos pro livro Plenitude. No Plenitude eu peguei vários trechos, então depois de uma olhada nos capítulos 5, 8 e 9. Plenitude capítulos 5, 8 e 9. Sempre falo com calma para vocês poderem anotar e ir ler. Lembra? Nosso objetivo aqui é eh é fazer uma ginástica, é provocar, é eh eh eh ampliar caminhos, mas a profundidade do estudo é cada um com a obra, não é aqui. Aqui a gente troca, a gente a gente abre espaço, a gente discute e reflete, faz uma reflexão, mas o estudo realmente é você com o livro, tá bom? Plenitude, capítulo 5, 8 e 9. Bom, Joana aqui vai falar o seguinte: se a gente for treinando esse tempo com Deus, for colocando na rotina um tempo de solitude, se a gente for se dedicando a silenciar mais para ouvir mais, a gente vai criando um hábito. Com a frequência, com o tempo, isso

ando esse tempo com Deus, for colocando na rotina um tempo de solitude, se a gente for se dedicando a silenciar mais para ouvir mais, a gente vai criando um hábito. Com a frequência, com o tempo, isso passa a ser internalizado e chega o momento em que se torna automático. Ou seja, a gente pode se aventurar e e ir trabalhar e ir viver sem ter rompido com Deus, sem ficar com a sensação de que, nossa, eu estudo tanto na hora que eu vou lá na vida, eu faço tudo errado, tudo diferente do que eu queria. Parece que eu sou outra pessoa. Quando eu conseguir internalizar a Deus, quando eu conseguir automatizar essa conexão, isso vai acontecer menos, porque eu vou estar mais presente com esse divino, com esse Deus, com esse pai. Então, conforme eu for vivendo, ele tá aqui, ó. Aí eu vou fazer uma coisa. Opa, pera aí. Não, não, não, não. Olha, eu de novo, sendo o homem velho, como a gente costuma falar no espiritismo, esse homem velho como sendo aquele espírito que por outras e outras vezes agiu de forma equivocada. Hoje a gente já aprendeu melhores formas, mas muitas vezes a gente repete o que o homem velho fazia. Por quê? porque não está consciente. Então, conforme eu for desenvolvendo essa proximidade com Deus, eu tenho mais chance de, no momento em que eu for agir como aqueles padrões anteriores, opa, quase que eu caio de novo. Não, não, não, eu vou fazer o que eu acredito hoje. Então, ela vai falar sobre esse automatismo. Então, Joana diz primeiro da experiência de identificar a bondade nos seres em geral. Vem a extraordinária conquista de descobrir a presença de Deus em toda parte, em todas as criaturas, estabelecendo vínculos emocionais de intercâmbio consciente, já que inconscientemente o indivíduo experimenta uma interdependência que ninguém se exime. Esse é o efeito de quando a gente já internalizou Deus. inconscientemente eu já tenho ele próximo. Ou seja, quando eu saí para viver, eu tenho essa bondade extraordinária, eu estabeleço vínculos conscientes, eu ajudo as pessoas, né?

e já internalizou Deus. inconscientemente eu já tenho ele próximo. Ou seja, quando eu saí para viver, eu tenho essa bondade extraordinária, eu estabeleço vínculos conscientes, eu ajudo as pessoas, né? Porque Deus já está em mim. Aí olha o que ela diz agora. Fazer que o fenômeno automático do intercâmbio se torne lúcido, presente, é o empreendimento válido que faculta o progresso dos homens, desenvolvendo aptidões mais eloquentes e expressivas. Como, Joana? Como eu faço para internalizar? Como eu faço para trazer isso mais automático? E ela vai dizer: "A meditação é a aplicação da concentração na busca de Deus. interiormente com determinação e constância. Seu objetivo único é o de atingir o fluxo divino e conhecer Deus, senti-lo, se alimentar da sua energia. É o estado de quietação mental. Silêncio. Jesus afirmou: "O teu olho é a luz do teu corpo. Se o teu olho for um só, todo o teu corpo será luminoso." Se o indivíduo permitirse olhar para dentro, todo ele se torna uma só ideia visual. Ao captar a luz divina, igualmente todo ele se fará luminoso e nenhum sofrimento o perturbará. Graças à aquisição da saúde integral, quando alguém se eleva a Deus, ergue com seu gesto toda a humanidade. A gente precisa admitir. Tudo bem, Joane é difícil porque é uma senhora culta e inteligente, profunda, mas num trecho curto ela passa uma mensagem enorme, profunda. E ela termina com essa frase que eu vou repetir. Quando alguém se eleva a Deus, ergue com seu gesto toda a humanidade. A melhor coisa que a gente pode fazer pra humanidade é a gente se conectar com Deus. Mas para se conectar com Deus tem todo esse caminho que Joana nos oferece, né? Que que ela fala pra gente? Para eu fazer o automático estar em mim, ou seja, todo o meu corpo será luz, ou seja, aquilo que eu falo eu projeto luz. Aquilo que eu penso, eu projeto luz. Quando eu estendo uma mão, é uma mão que oferece luz. Quando eu caminho, eu vou promovendo luz pelo meu caminho. A gente tá vendo Jesus, não tá? Jesus falava, era luz.

lo que eu penso, eu projeto luz. Quando eu estendo uma mão, é uma mão que oferece luz. Quando eu caminho, eu vou promovendo luz pelo meu caminho. A gente tá vendo Jesus, não tá? Jesus falava, era luz. Jesus pensava, vibrava, orava, estendia as mãos, curava. Jesus era luz. Pra gente chegar lá, nesse lugar em que eu internamente sou luz, ou seja, é natural que a luz saia de mim, eu preciso internalizar. Como que eu faço isso ser automático? E aí ela diz: "Eu preciso aplicar a concentração, a meditação, ó, constante. Eu preciso ter como regra. Eu preciso da disciplina. Olha para dentro, silêncio, se recolhe no quarto, tempo com Deus. É o meu tempo para eu estar com meu pai. Se eu não me esforçar e não quiser trazer isso por escolha consciente pro meu dia a dia, eu caio na normose. Eu vou que nem todo mundo vai, corro que nem um louco, tô sempre cansada e eu quero que Deus me ajude, mas eu não consigo ouvir. Eu não dou tempo necessário para poder ouvir. Eu preciso do tempo com Deus, né? O dia que for bonito. Ai, Cris, e aí que você tava fazendo na terça-feira às 3 da tarde? Eu estava no meu tempo com Deus. Hoje vai ter gente que ainda vai falar assim: "Nossa, que falta do que fazer". Ou seja, eh, nossa, você consegue, né? Tipo, você não tem obrigação, porque a gente ainda acha que não é inteligente a gente dedicar um tempo para estar com Deus. Ah, isso é coisa de padre, freira, seja lá o que for. vai, você tem tempo, né, para ficar aí nessa religião. A gente ainda não entendeu que isso é prioridade e que a gente deveria primar por esse tempo. Então, Joana diz isso. Para atingir o fluxo divino e conhecer Deus, para senti-lo, para se alimentar da sua energia, é preciso disciplina, é preciso conhecer essa prática, é preciso que essa experiência se torne frequente e automática. Precisa dessa preservação, dessa busca por Deus. Por isso que é importante a gente dedicar um tempo, ter isso realmente como compromisso assumido, como prioridade em nossa vida. E agora eu vou também buscar dois

sa preservação, dessa busca por Deus. Por isso que é importante a gente dedicar um tempo, ter isso realmente como compromisso assumido, como prioridade em nossa vida. E agora eu vou também buscar dois capítulos do livro Momentos de Saúde e de Consciência. É no capítulo 6 e 14. Eu não coloquei aqui qual parte, porque como nós juntamos os dois livros, a princípio eram dois livros, momentos de saúde era um, momentos de consciência era outro. Na série psicológica, os dois se tornaram um só. Então, nós temos a primeira parte, que é o índice do primeiro livro, e a segunda parte, que é o índice do segundo livro. Eu não tive o cuidado de pôr aqui, eu só anotei que é capítulo 6 e capítulo 14, mas não acho que seja difícil de vocês identificarem, né? Então, o que eu tenho aqui é isso, me perdoem. Então, momentos de saúde e e de consciência, capítulo 6 e 14. Eh, quando nós conseguimos manter essa conexão, né, com Deus, eh, eh, eh, e e isso se tornar um hábito, uma frequência a ponto da gente viver assim, automaticamente nós perceberemos uma diminuição emoções desagradáveis como medo, raiva, angústia. A gente vai perceber uma certa firmeza espiritual. As coisas que hoje nos aflinge afligem não vão nos afligir com tanta rapidez e intensidade. Nós teremos mais fé, esperança, confiança em Deus. Isso passa a se tornar mais comum. Então não que a gente às vezes a gente escuta assim, ai estava num velório espírita e e o espírita chorou tanto, ué, não sabe que o que o corpo não que o corpo morre, mas o espírito fica vivo. Pois é, gente. Mas vamos lembrar que a emoção ela é para a consciência ela ela é vista como passiva, ou seja, ela surge. Eu não consigo coordenar as minhas emoções, principalmente no grau de evolução que eu estou. Então, uma cobrança que a gente jamais deveria fazer se a gente entendesse um pingo de emoção. Eu não consigo dizer assim: "Ai, deixa eu ver, agora eu vou ficar com raiva não sabe o que eu quero agora. Agora pera aí que eu vou ficar triste. A gente é é a gente precisa ser afetado

ngo de emoção. Eu não consigo dizer assim: "Ai, deixa eu ver, agora eu vou ficar com raiva não sabe o que eu quero agora. Agora pera aí que eu vou ficar triste. A gente é é a gente precisa ser afetado por experiências para que a emoção desabroche. É, é inconsciente isso. A emoção, ninguém decide ficar com raiva, senão a gente não teria problema nenhum com emoção, porque a gente escolheria, ninguém escolheria ficar com raiva, óbvio, ninguém escolheria ficar triste e a gente seria felizes para sempre, né? Então não vamos cobrar isso. Nossa, mas você ficou com uma raiva, mas não é espírita não. Nossa, mas não é cristã. Você você não sabe que não é para ficar com raiva. Então a consciência sabe, mas a emoção ainda não está na consciência, né? A emoção ela brota do inconsciente, ela ela é sentida, ela não é refletida e pensada. Então, quando a gente se conecta mais com Deus, não é que a gente deixe de sentir raiva, medo, tristeza, é que a gente vai ter mais condição de lidar com as emoções, porque a gente vai ter outros recursos da fé mais presente, de sentir Deus ali junto, que nem a B quis, né? Pai, onde foi que eu te deixei? É difícil viver sem o Senhor. Eu me desequilibro na vida. Mas quando sinto o Senhor pertinho e eu fico com medo, é mais fácil de eu superar o medo, é mais fácil de eu trazer consciência, vai dar tudo certo. Não existe, Deus está sempre por perto, justiça divina está aí. Então, o viver com Deus ajuda a gente a ter mais eh saber lidar, manejar mais com as emoções. Então, Joana diz assim: "O amor a Deus significa o respeito e a ação preservadora da vida em todas as suas expressões, tornando-se parte, tornando-se o ser parte integrante dele, do pai, consciente do conjunto cósmico. A gente passa a ver a vida com ponto de vista espiritual. Então, se eu se eu tivesse desconectada de Deus e acontecesse alguma coisa que me irritasse, talvez eu fosse tomada de uma fúria. Quando eu estou conectada com Deus e alguma coisa me incomoda, eu já faço uma leitura. Estou no mundo de

ctada de Deus e acontecesse alguma coisa que me irritasse, talvez eu fosse tomada de uma fúria. Quando eu estou conectada com Deus e alguma coisa me incomoda, eu já faço uma leitura. Estou no mundo de provas e expiações. Isso é para eu aprender a superar. Eu consigo acionar os recursos que eu tenho para lidar melhor com aquela situação, sem precisar me deixar tomar pela raiva, né? Então eu me torno parte integrante dele, mais consciente da vida. Afasta-te do bulício e repousa. Recomendação de Joana. E eu já estou indo para terminar o nosso encontro. E essa frase, acho que ela é bem bonita para isso. Afasta-te do bulício, da correria, do do ruído e repousa. Contempla uma região que te arranque do estado desanimador. Pensa no teu futuro ditoso que te aguarda. Leva-te a Deus com unção e romperás as cadeias da aflição. Então, quando a gente não estiver bem, principalmente, é o melhor momento de procurar Deus, uma uma paisagem que nos asserene, que nos permita esse silêncio para conectar com Deus. Mas mais importante que a gente não deixe esse encontro só para quando a gente estiver aflito. a gente se lembre de cultivar isso no nossa, na nossa rotina, para que quando as situações venham a a nos atormentar, nós já estejamos presentes com Deus para facilitar o enfrentamento e para facilitar eh eh o manejo das emoções. Então eu termino aqui o nosso encontro deixando um convite para que vocês é relembrem com bastante calma e consciência a oração que Jesus nos ensinou para a conexão com Deus, que é a oração que a gente chama de Pai Nosso. que vocês possam agora no final desse encontro fechar os olhos e fazer do coração essa prece, tentando prestar atenção em cada frase, em cada conteúdo da mensagem, na emoção que ela provoca, na consciência que ela traz, porque é uma oração completa, a gente sabe. Então, comece o exercício do tempo com Deus agora. Terminando o nosso encontro, silencia um pouco o seu mundo, o seu entorno, desliga os barulhos, fecha seus olhos e faça a oração do Pai Nosso buscando Deus

comece o exercício do tempo com Deus agora. Terminando o nosso encontro, silencia um pouco o seu mundo, o seu entorno, desliga os barulhos, fecha seus olhos e faça a oração do Pai Nosso buscando Deus e que a partir daí ele não saia mais de perto de vocês, que vocês o carreguem no seu mundo interior, como Bill Kiss fez, não deixando, não esquecendo ele pelo caminho. Muito obrigada e até a próxima.

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