T5:E6 • Propósito de vida • Vigiai e orai

Mansão do Caminho 13/09/2023 (há 2 anos) 51:33 10,156 visualizações 1,235 curtidas

Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 05 - Propósito de vida Episódio 06 - Vigiai e orai ► Referências Bibliográficas • O Ser Consciente, cap. 7. • Autodescobrimento: Uma Busca Interior, cap. 2 e 8. • Vida: Desafios e Soluções, cap.8. » Apresentação: Cristiane Beira

Transcrição

Só bem-vindos a mais um encontro de psicologia espírit Joana dees. O episódio de hoje, no episódio de hoje, nós vamos conversar sobre um tema que é tão comum, costuma ser tão falado. ou outras, a gente se depara com esse convite, com esse alerta que Jesus nos deixou quando ele disse: "Vigiai e orai". principalmente nesses tempos turbulentos, com tanta perturbação no ar, nas relações. Nós precisamos mais do que nunca dessa recomendação pela vigilância e pela oração. Mas por que escolhemos esse tema se estamos trazendo como eixo central dos nossos estudos o propósito da vida ou o propósito de vida de cada um de nós. Porque quando nós temos um propósito, quando nós temos um lugar para chegar, um sentido para ir, quando nós nos comprometemos com tarefas, com deveres que precisam eh eh estar prontos, que precisam acontecer, é muito comum durante o percurso nós nos perdermos, nós não prestarmos atenção, nós nos distraírmos. Quantas vezes a gente se propõe a uma coisa e de repente percebe que sem ter muita noção de como a gente se desviou totalmente do caminho. A gente faz isso até literalmente, né? Literalmente saio da minha casa, pego o meu carro e vou pro lugar que eu desejaria ir. E lá pelas tantas eu me pergunto onde que eu estou indo mesmo. Nossa, eu pensei de ir naquele lugar, no entanto eu liguei o piloto automático e acabei indo onde eu vou todos os dias. Quem já não passou por isso de sair para ir pro supermercado quando vê tá na porta da do lugar onde trabalha. porque não estava atento. Tinha o propósito de ir para um lugar, mas acabou se dirigindo a outro porque não estava prestando atenção. Se a gente tiver alguém perto, essa pessoa pode nos perguntar: "E Cris, tava onde, hein? No mundo da lua. Porque é isso? Certamente eu não estava ali fazendo aquilo que eu deveria estar fazendo. O corpo tava indo para um lugar, mas eu estava em outras coisas, com outros pensamentos, com outras preocupações. E aí eu já não sabia mais onde eu ia e eu e o corpo foi onde costuma ir todo dia, né? O cérebro

ava indo para um lugar, mas eu estava em outras coisas, com outros pensamentos, com outras preocupações. E aí eu já não sabia mais onde eu ia e eu e o corpo foi onde costuma ir todo dia, né? O cérebro inconsciente te leva para aquele lugar comum. Então, sempre que nós temos um objetivo, se nós não dedicarmos um tanto de energia para prestar atenção paraa concretização desse objetivo, a chance de ligarmos o piloto automático, de cairmos no lugar comum e de fazermos aquilo que a gente sempre fez é gigante. Quer ver outro exemplo que costuma acontecer? a gente fala assim: "Pronto, semana que vem eu me programei e eu vou fazer uma mudança na minha vida. Eu vou modificar um pouco a minha alimentação. Eu já fiz um contrato com a academia, não sei das quantas, ou combinei com amigo para ir caminhar não sei aonde. Eu também me comprometi comigo que eu vou acalmar mais o meu pensamento à noite para dormir melhor. Fiz todo um replanejamento de vida. Para isso ser executado de verdade, ou seja, daqui um mês alguém vai me perguntar: "Cris, e aí? Eu conversei com você, você tinha replanejado sua vida? Como foi? Eu vou ter duas respostas para ela. Ou eu vou dizer: "Ai, fui engolida pela pela correria". Ou seja, não prestei atenção. Ai, eu acabei que eu tinha um monte de coisa para fazer e quando eu vi já tava fazendo e aí não deu nada, continuou no mesmo lugar, não mudei nada. Ou não, fiz questão. Segunda resposta, fiz questão, prestei atenção, acordei de manhã. Quanta coisa aconteceu no meio do caminho para me desviar. Nossa, teve um dia que eu tava cheia de coisa que eu pensei: "Ah, não, hoje eu não vou fazer, não vou caminhar com meu amigo porque eu tenho, não fiz questão de ir, depois eu trabalhei até mais tarde." Esse fiz questão significa eu prestei atenção, eu continuei mantendo o meu compromisso, eu quis fazer isso. Se eu não prestar atenção, se eu não insistir, se eu não me disciplinar, se eu não ficar lá cobrando a mim mesma, o piloto automático me leva para lugar comum. Se

meu compromisso, eu quis fazer isso. Se eu não prestar atenção, se eu não insistir, se eu não me disciplinar, se eu não ficar lá cobrando a mim mesma, o piloto automático me leva para lugar comum. Se eu não sair de casa prestando atenção, eu saí porque eu quero ir na farmácia comprar uma coisa no supermercado ou o piloto automático me leva para lugar que eu vou todos os dias. Então, propósito de vida é o último lugar, é o lugar mais importante, é aquele que a gente veio fazer na Terra. Se eu não prestar atenção no meu propósito de vida, eu acabo me deixando engolir pelo atavismo, pelo automatismo, pelo hábito, pelo costume, pela cultura e vai. Então, por isso que a gente escolheu esse tema do vigiai e orai, porque é impossível a gente conseguir se manter fiel nesse plano grande de vida que cada um vai ter o seu. Se a gente não vigiar, se a gente não prestar atenção, se a gente não olhar com cuidado, com um querer, com uma vontade, a chance da gente conseguir ter êxito é muito baixa. A gente vai voltar a repetir as experiências que estava acostumado a fazer. E não é isso que acontece quando a gente lê as obras de André Luiz? Quantas vezes a ele nos dá exemplos de pessoas, né, de espíritos que retornaram pra pátria espiritual e dizeram: "Ai, eu fui para fazer diferente, fiz tudo igual". Aí me deram uma nova oportunidade, eu fui pra terra, falei: "Agora vai ser". Cheguei aqui, fiquei desatento, não prestei atenção, não vigiei. Aí que que eu fiz? Eu repeti aquilo que eu sempre fazia. Quantas vezes a gente a gente sabe que os espíritos nos contam até do do receio de reencarnar do quê? de repetir aquilo que tem feito, que que já deu. Coisa mais difícil é voltar paraa Terra e realmente fazer um novo caminho. Se a gente não tiver atento, prestando atenção, conectado com Deus, a gente vai pro caminho mais fácil, que é o conhecido, porque é aquele que a gente tem feito, tem feito, tem feito, né? Então, se a gente pensar a respeito do da vigilância e da oração, tentando entender um pouquinho

caminho mais fácil, que é o conhecido, porque é aquele que a gente tem feito, tem feito, tem feito, né? Então, se a gente pensar a respeito do da vigilância e da oração, tentando entender um pouquinho conceitualmente essas palavras, a gente vai ver que vigilância tem a ver com prestar atenção, tem a ver com estar preparado. Eu estou vigilante, vocês não me pegam, não. Tô preparado aqui, ninguém vai me assustar não, não. Ninguém vai me roubar, porque, ó, tô bem preparado. Tô aqui, ó, me defendendo. Tô protegido. Então, vigilância tem a ver com estar preparado, ser precavido, tem a ver com ser prudente. Quem não é vigilante costuma ser enganado, roubado, costuma se machucar, costuma se perder. Quantas vezes a gente se perde porque não tava prestando atenção, porque não tava vigilante. Ai, não prestei atenção. Nossa, como que eu cheguei aqui? A gente perde carro em estacionamento. Por quê? porque não prestou atenção, onde parou no percurso, não estava nesse momento presente, né? E Jesus disse a respeito dessa responsabilidade que a gente diz também quando ele fala sede, tudo bem, sede mansos como as pombas, né? Mas sede prudentes como as serpentes, ou seja, fica ali, ó, né? Presta atenção. A serpente tá bem tranquila lá. A não ser que ela esteja com fome, ela vai atrás, senão ela tá ali. Muitas vezes ela nos ataca porque a gente invadiu o espaço dela, né? Ela que tava vigilante, ela atacou. Então, sede prudentes, presta atenção, fica antenado, acordado, desperto. Eh, tem a ver também com, por exemplo, eu finjo que eu estou fazendo o que eu deveria, mas no fundo eu estou evitando os enfrentamentos, né? Então, às vezes eu eu faz de conta que eu estou vigilante, mas na verdade eu estou só atuando, disfarçando, interpretando, né? Mas não estou de fato ali comprometido. Então a gente acaba muitas vezes criando narrativas, narrativas falácias, sofismas, né? A gente engana dizendo que está, mas não está. Ou a gente diz que está fazendo uma coisa para ser vigilante, mas na verdade não é isso. Na verdade tá sendo

rrativas, narrativas falácias, sofismas, né? A gente engana dizendo que está, mas não está. Ou a gente diz que está fazendo uma coisa para ser vigilante, mas na verdade não é isso. Na verdade tá sendo agressivo. Então a gente mistura um pouco as estações, né? difícil a pessoa que seja vigilante no lugar que tem que ser, na medida que tem que ser, com o propósito eh para o qual deve estar vigilante. Na maioria das vezes a gente está desatento, a gente só vai vivendo e não presta atenção, não está no momento presente. E quando a gente pensa em oração, por que vigiai e orai? Porque não é só ficar atento. Porque o ficar atento me ajuda a não cair em rascadas aqui, a prever aquilo que vai acontecer, a não me deixar arrastar pelos meus automatismos. Mas eu tenho outra medida de proteção que é maior ainda, que é a proteção do que transcende o meu tamanho, a minha dimensão, a proteção dos bons espíritos de Deus em última instância. Então, se eu quiser ficar atento, prevenido, eh, seguro, eu tenho que eu prestar atenção, mas eu posso também pedir ajuda de Deus. Como que eu faço para contar com a proteção divina? Ele está lá disponível. O problema é que eu preciso criar o a ponte, eu preciso abrir espaço, eu preciso fazer o vínculo para poder receber e ser atendido. De novo, André Luiz e outros espíritos nas romances nos dão muitos exemplos de pessoas que estavam passando por uma situação difícil e tinha vários espíritos querendo ajudar, mas ela não estava abrindo as antenas para receber a ajuda na forma de uma inspiração, na forma de uma de um de um pensamento de calma, na forma de uma ideia. Não. Então a pessoa não abriu a antena e aí tinha um monte de espírito querendo ajudar e não conseguiu. Então a oração vai fazer com que a gente se amplie as nossas antenas espirituais para podermos captar e receber a ajuda do plano espiritual. Então eu vigio, presto atenção para internamente eu não repetir aquilo que não tem funcionado. Presta atenção, vigilância e oração e me conecto com os espíritos, com Deus, com

uda do plano espiritual. Então eu vigio, presto atenção para internamente eu não repetir aquilo que não tem funcionado. Presta atenção, vigilância e oração e me conecto com os espíritos, com Deus, com Jesus, para que eles também possam me orientar, me proteger, me conduzir. Então são duas armas poderosíssimas. Vigiai e orai. Se a gente só fizesse isso, vou vou escolher só isso para aprender do evangelho. Vou aprender mais nada. Vou aprender de perdão, de paciência, de nada. Eu quero aprender a vigiar e orar. Eu vou fazer muito essa vida. Eu já dou um salto quântico na escala evolutiva de tão pouco que a gente faz e de tão importante que isso é. Então, se a gente só se propor a a vigiar muito e a orar muito, ou seja, vivam no momento presente, conectada com Deus. Estou no momento presente conectada com Deus. A gente já revoluciona a própria vida. Porque se a gente contar num dia de 24 horas quantas horas a gente ficou presente, conectada com Deus, é frustrante. Mas a gente vai dizer, vai chegar à conclusão que talvez nem no momento da oração, porque no momento da oração eu tava tentando a conexão, mas a cabeça tava pensando em outras coisas. Às vezes é frustrante a gente perceber que a gente não faz isso quase nunca. né? Então é realmente um instrumento poderosíssimo. Vigiai e orai, principalmente para não desviar do nosso propósito de vida. Então, uma pessoa que quer trabalhar pelo propósito de vida para se conectar com o que veio fazer, para cumprir a sua finalidade na reencarnação atual, para aproveitar a existência, realmente, muita vigilância e oração, muita vigilância e oração para não voltar a fazer o que sempre fez. para não se desviar do caminho, para não perder oportunidade de escutar conselhos, para não se distrair com coisas mais gostosas, né? Por isso que a gente vai falar hoje da vigilância e da oração. Um uma outra coisa que, aliás, duas coisinhas ainda que eu queria trazer antes da gente ir pros textos é primeiro a gente tá falando aqui da linguagem

a gente vai falar hoje da vigilância e da oração. Um uma outra coisa que, aliás, duas coisinhas ainda que eu queria trazer antes da gente ir pros textos é primeiro a gente tá falando aqui da linguagem yunguiana e eh transpessoal, que é a psicologia espírita que Joana de Angeles nos apresentou. Então ela trabalha com o conceito de complexos. Os complexos são como se fosse esses essas experiências eh eh esses traumas, né? Nem sempre é trauma, mas são experiências passadas com registros com alta carga de emoção a respeito de um tema. Então eu tive uma experiência no meu passado, um tema X, abuso, sei lá, perdas, não sei. Eu tive uma experiência fortíssima. Eu tive emoções muito intensas, eu encapsulo aquilo. E a gente chama isso de complexo. É um registro que está no inconsciente que conta uma história inteira. Conta uma história inteira. Conta o que eu senti, o que eu pensei, o que eu o que eu senti de perfume, conta o que que eu vi, conta a emoção que eu tinha. Tá tudo ali. E a gente fala que esse esse complexo que está lá no inconsciente, eu eu não tô eu não tô vendo esse ou a Siri resolveu participar e aí a gente não tá vendo ela, esse complexo, eu não sei onde ele está, ele está no meu inconsciente, está na minha sombra, está no escuro. Mas algumas vezes a gente vai viver alguma experiência e essa experiência de fora parece, tem relação com o que está lá no inconsciente. Isso é suficiente para ir lá como se tivesse dado uma cutucada e aquele registro se abre e aquele registro irrompe do inconsciente pra consciência e ele passa a viver através de mim. Então a gente passa a reviver a experiência. Eu vivo ela no presente, mas ela não está no presente. Só que eu tenho reação como se eu tivesse vivendo de novo aquilo. Quer ver um exemplo bem fácil? Então, vamos supor que você passou bem bem básico. Vamos supor que você passou por uma experiência e ficou com medo de altura porque você levou um tombo de um lugar e achou que ia morrer. Aí tudo bem, você tá vivendo uma hora você tá passando no

sico. Vamos supor que você passou por uma experiência e ficou com medo de altura porque você levou um tombo de um lugar e achou que ia morrer. Aí tudo bem, você tá vivendo uma hora você tá passando no lugar, você percebe que o lugar é alto. Aquela experiência do passado volta e você vive como se você fosse cair de novo. Você pode até as pessoas falam: "Nossa, você está surtando". Que que é esse surtando? surtando quer dizer você está tendo uma reação exagerada pra situação. Calma, tá tudo bem, você não tá caindo, tá tudo em ordem, isso aqui tá firme, mas eu tô vivendo como se tivesse acontecendo tudo de novo. A gente chama isso de constelação de complexo. Então, às vezes eu uso essa expressão de constelação do complexo de uma maneira coloquial aqui e às vezes as pessoas me perguntam: "O que que é essa história de constelação? Tem a ver com constelação familiar?" Não, não. Concelação de complexo é só quando uma experiência do passado se presentifica, como dizia uma professora, como se o passado passasse a viver no meu presente, mesmo que não está acontecendo igual. Não é a mesma experiência, mas a gente reage como se fosse. Então, a gente costuma falar que eu fui assaltada pelos registros do inconsciente. E esse assalto muitas vezes no sonho aparece na forma de um assaltante. Nossa, eu tava tive um sonho, eu estava num lugar, tava escuro, de repente surge uma pessoa que veio me assaltar e queria pegar de mim minha bolsa. Aí a gente vai, né, nas nossas eh nas nossas análises, ah, tem algum registro do inconsciente querendo roubar a sua identidade, porque a bolsa, carteira, identidade, né? Então, a gente vai percebendo isso. Então, só para dar um uma ilustrada aqui em como que a gente olha para esses conteúdos do inconsciente. Então, muitas vezes a gente pode ser assaltado se a gente não estiver prestando atenção na vida real. Um dos mecanismos para um assaltante lá fora não desistir de mim é eu ele perceber que eu tô vendo ele. Eles têm muito mais eh chance de concretizar o ato que desejam inadequado

atenção na vida real. Um dos mecanismos para um assaltante lá fora não desistir de mim é eu ele perceber que eu tô vendo ele. Eles têm muito mais eh chance de concretizar o ato que desejam inadequado de assaltar alguém quando eles pegam a pessoa desatenta. A mesma coisa com os conteúdos do inconsciente. Quantas vezes a gente é tomado no acesso, né, de fúria, porque a gente não estava atento. Aí a gente reage desproporcionalmente. Aí a gente fala assim: "Nossa, você que que você fez com a perdeu a razão". É, perdeu a razão, porque a razão, coitada, não teve chance. O inconsciente veio, me assaltou e eu parecia uma doida gritando, esperneando, brigando. E depois eu falo: "Nossa, que que eu fiz? não precisava tudo aquilo, não precisava para essa situação. O problema é que eu vivi essa situação como se tivesse sido aquela. Naquela eu precisei. E aí a gente mistura as duas coisas e vive o presente como se fosse o passado, né? Então, até nisso, quando a gente está atento, a gente consegue separar, né? Veio o assalto, mas a eu tô atenta. Então, eh, eh, Cris, calma, calma, tá tudo bem. Nossa, não é tanta coisa. Você vai dar conta de organizar. Eu tenho chance de lidar com o que está acontecendo. Eu não sou tomada de um acesso de alguma coisa de raiva, de medo, de tristeza, porque eu estava presente para ver o que está acontecendo. E o registro que vem que a gente fala: "Nossa, mas que que tá acontecendo aqui dentro? Pera aí, tô tendo uma reação aqui. Para que isso? eu sou capaz de detectar o assalto, aí eu consigo lidar com ele. Se eu tiver desatenta, aí ele manda em mim, ele toma, ele toma controle da minha mente e aí ele faz o que ele quer. Aquele filminho lá, aquela animação divertidamente fala bem isso. E a a jovenzinha, né, porque o filme se passa dentro dela, ela vai aprendendo a lidar com esses rompantes, com esses acessos, né, com essa constelação de complexos. Ela vai aprendendo a calma, vamos pensar antes, não precisa sair reagindo. Então, como que eu faço? É mantendo

do a lidar com esses rompantes, com esses acessos, né, com essa constelação de complexos. Ela vai aprendendo a calma, vamos pensar antes, não precisa sair reagindo. Então, como que eu faço? É mantendo presente, é mantendo consciente para ver as coisas acontecendo e poder falar: "Calma, calma, pera aí, deixa eu acalmar aqui primeiro, depois eu vou conversar lá, depois eu vou cobrar ali, se for o caso, mas eu não saio agindo, perdendo a razão, perdendo a consciência." E e quando a gente vai estudar o trauma também, o dificílimo, pessoas que passam por grandes traumas e de conseguir nunca mais ser afetado por por esses traumas ao longo da vida, sempre esse trauma vai voltar e vai fazer referência. Qualquer coisa que você vivenci, você já traz ele de volta. Aí você viu alguma coisa que parece, você já acha que vai acontecer de novo, né? Então é muito difícil. E quando não acontece nada, a cabeça produz, você fica revivendo. Aí você fica lembrando daquele dia, você fica lembrando do episódio. Daí você é tomada pelas mesmas emoções. Então, uma das formas que a gente tem de trabalhar com traumas é é ajudando a pessoa a se manter no momento presente para ela poder diferenciar o que ela tá sentindo no momento presente que não faz sentido. Então, aquilo que eu tô sentindo faz sentido pelo momento presente. Então, ela consegue voltar isso pro passado. Ela consegue viver aquilo como se fosse passado e não presente. Então é um treinamento do momento presente. Presta atenção em si, presta atenção no seu corpo, presta atenção onde você tá sentada. Presta atenção no cheiro que tem aqui. Presta atenção no tanto de luz. Esteja atenta. Esteja atenta, né? Porque a gente não presta atenção. A gente não presta atenção. Ah, você viu que tinha um negócio ali para ter um bicho aqui. Eu não vejo porque eu não estou atenta. Então, quanto mais eu consigo viver atenta, menos eu sou influenciada por esses poderes que são inconsciente ou até de espíritos eh obsessores. Então, vigiai, orai, é algo muito importante.

ou atenta. Então, quanto mais eu consigo viver atenta, menos eu sou influenciada por esses poderes que são inconsciente ou até de espíritos eh obsessores. Então, vigiai, orai, é algo muito importante. Por isso que a meditação e os orientais e falam muito desse estar presente, do mindfulness, que são as técnicas de atenção plena, de estar, minha mente está onde meus pés estão, eu estou usando os meus recursos de percepção, de sensorial, para estar aqui, para que eu tenha chance de usar o livre arbítrio. Porque senão, gente, quanto que a gente usa de livre arbítrio? falar a verdade. Ah, não, o tempo todo. Ah, o tempo todo eu tenho chance de usar, mas de fato eu uso. Porque se eu fico reagindo, é o passado que tá falando por mim. Eu não tô tendo chance de escolher hoje. Ah, mas por que que você falou assim? Ai, quando eu vi eu já tinha falado. Ah, então, então você não escolheu livremente falar. Alguma coisa falou por você. Ou seja, o passado presenta, o passado vem, ele me toma. E a gente vai abrindo mão do livre arbítrio, que é: "Tô com uma vontade de enforcar você, mas eu não vou, porque hoje não me faz sentido. Eu tô tentando trabalhar comigo, vou respirar fundo, a gente vai conversar, não preciso fazer aquilo que me dá ímpeto de fazer." Bom, já falei muito, então vamos lá para Joana. Vou começar com o ser consciente, capítulo 7, ser consciente. A Joana fala das armadilhas do ego. Deixa eu explicar um pouquinho antes da gente ler. Então, aguenta mais um pouquinho. As armadilhas do ego é aquilo que a gente tenta fazer para evitar enfrentamentos. Então, por exemplo, vamos supor que a gente pisou na bola com alguma coisa, a gente fez alguma coisa totalmente inadequada. Que que resolve o problema? Enfrentamento. Enfrenta. Que que é que precisa ser feito? Eu preciso pagar por um prejuízo financeiro. Eu preciso me retratar, pedir desculpa para alguém. Eu preciso fazer de novo o que eu deixei de fazer. Como que eu enfrento a situação? Aí você soluciona, você afirma, você assume,

rejuízo financeiro. Eu preciso me retratar, pedir desculpa para alguém. Eu preciso fazer de novo o que eu deixei de fazer. Como que eu enfrento a situação? Aí você soluciona, você afirma, você assume, você está lá de frente com o negócio. Tô aqui, que que eu preciso fazer? Fui eu que fiz. Eu não gostei. Eu fiz aquilo porque eu não, seja o que for, tá aqui. Eu vou resolver. Eu estou aqui para resolver. Tem coisa que não vai dar mais para resolver. Pelo menos eu venho aqui para pedir desculpa, para ver se eu posso compensar com alguma outra forma. Eu estou aqui. É assim que a gente lida? É assim que a gente lida? Não. Aí aconteceu alguma coisa. Primeira coisa que a gente tenta fazer, ups, tomara que ninguém tenha visto. Ou seja, eu fujo, né? Ou se alguém chega e fala assim: "Ai, que que aconteceu que se foi você, Cris?" Não, não fui eu. Ainda bem que não tinha ninguém vendo. Não, não, não fui eu não. Então eu fujo, eu nego. Outras vezes foi fulano. Ah, deve ter sido fulano, porque fulano não tá aqui, né? Fica bem conveniente, né? Ah, deve ter sido fulano. Projeto, jogo no outro, falo que é culpa do outro. Então, essas são as armadilhas do ego. É o ego tentando evitar o enfrentamento, porque vai dar trabalho, porque vai ficar manchada a sua imagem, porque ele errou, ego não quer, a gente não gosta de errar, porque vai, vou ter que retratar, eu vou ter que abrir mão de alguma coisa às vezes minha para poder recompor aquilo que eu prejudiquei no outro. Então, a gente não quer. A gente quer o caminho fácil. Caminho fácil é nega, finge, evita, faz de conta, projeta, deixa para lá, conta que foi, não foi você. Essas são as armadilhas do ego. Então eu nego, não, não, não, não, não foi. Eu finjo que não foi. Eu, eu, eu evito saber, eu reprimo, né? Eu guardo para mim, não conto para ninguém, eu falo que é pro outro. Tem muitos mecanismos, mas são todos querendo não enfrentar. Como que eu vi, vou viver no momento presente se eu não me dispuser a enfrentar as coisas que aparecerem na

nguém, eu falo que é pro outro. Tem muitos mecanismos, mas são todos querendo não enfrentar. Como que eu vi, vou viver no momento presente se eu não me dispuser a enfrentar as coisas que aparecerem na minha vida? Como é que eu vou estar vigiando e orando se eu não quero enfrentar as coisas? Não vai dar. Então, se eu tiver prestando atenção, vigiando, eu vou ver na hora a coisa que aconteceu e na hora eu vou resolver, né? Então, a gente precisa prestar atenção nos nos nas armadilhas do ego para que eles não essas armadilhas não nos atrapalhem de assumir aquilo que está acontecendo para não fugir e deixar para resolver isso depois que fica pior. Então, agora sim, o ser consciente, capítulo 7. A vigilância em torno das armadilhas do ego, hábil disfarçador de propósitos, constitui-nos um motivo para superá-lo, a fim de fluirmos felicidade real. Nesse sentido, a desidentificação dos apegos e paixões surge como passo decisivo no programa de libertação. Para o desiderato, o amor próprio precisa ser revisto a fim de ser substituído pelo autoamor profundo. Amor próprio aqui no sentido e de mais de autocentrado, de egocentrado, de egoísta. ser substituído pelo autoamor. Então, ao invés do orgulho, ai, você não sabe quem eu sou, o amor próprio eu me amo, sendo quem eu sou. Sem resquícios egoísticos geradores do personalismo doentil que nos leva a conflitos perfeitamente evitáveis. Então, uma das coisas que nos ajuda quando a gente se mantém em atitude de vigilância, de atenção, de momento presente, é a gente não cair nas armadilhas do ego. Ou seja, quando ele quiser disfarçar para eu não enfrentar a realidade, eu vou dizer: "Ô, ô, ô, pode parar, pode parar. Eu vou enfrentar a realidade. Eu não vou fingir, disfarçar, fugir, passar para outro. Não vou. Então, estando vigilante, você cai vezes nas armadilhas do ego, que quer evitar enfrentamento. E ao evitar enfrentamento, evita também crescimento, amadurecimento, fortalecimento, autoconsciência. Então, a vigilância me ajuda a não

cai vezes nas armadilhas do ego, que quer evitar enfrentamento. E ao evitar enfrentamento, evita também crescimento, amadurecimento, fortalecimento, autoconsciência. Então, a vigilância me ajuda a não repetir essas experiências de fingir que não é comigo o que está acontecendo e sim assumir a responsabilidade pelo que tem que fazer. é manter o momento presente. Bom, então, ã, ah, tem mais um trecho aqui, desidentificação dos apegos e paixões. Ela fala por quê? Porque se a gente vem no piloto automático das vidas anteriores, a gente vai se identificar com as coisas daqui, né? No nosso grau de evolução, essas coisas nos encantam ainda. A gente gosta de coisas bonitas, a gente gosta de distração, a gente gosta de diversão, a gente gosta de coisas caras, a gente quer viajar. É as coisas que o ego se encanta. Quero ser bonito, famoso, eh quero receber milhões de curtidas, quero ter dinheiro para fazer o que eu quiser, enfim, quero ter um corpão, quero quero aparecer, quero me mostrar, quero estar apresentar. Bom, que que Joana fala? Quando eu estou consciente, atenta e vigilante, eu corro menos risco de me deixar arrastar por isso. Quer ver um exemplo básico? Alguém fala assim para mim: "Olha, vai ter um curso e vai acontecer nos finais de semana e acho que para você seria ótimo porque vai te dar um um boom assim em termos de desenvolvimento, pode ser que profissional. Nossa, então assim, ah, eu vou, já estou me candidatando, já estou vendo os detalhes, né? Vou abrir mão aí de uns três finais de semana, mas eu vou fazer isso. Aí alguém fala assim: "Cris, eh, ganhei ingresso para o parque não sei das quantas, só que vai ser no final de semana. Que que eu faço? Jogo fora todo esse planejamento porque num ímpeto eu saio correndo atrás do que é gostoso, daquilo que é prazeroso, daquilo que eu sei que eu gosto. Isso daqui, ah, será que vai ser bom? E eu justifico ainda a defesa do ego. Ah, mas você não ia, Cris, naquele curso. Ah, sabe o que que é? Eu achei que não era tão bom, que nem

e eu sei que eu gosto. Isso daqui, ah, será que vai ser bom? E eu justifico ainda a defesa do ego. Ah, mas você não ia, Cris, naquele curso. Ah, sabe o que que é? Eu achei que não era tão bom, que nem parecia. E depois também, não sei se é o momento certo, mas na verdade eu estou é fugindo da raia. Estou fugindo da raia porque me encantei com outras coisas que eu sei que eu gosto mais, que me dão prazer, né? Então, é isso que a desidentificação dos apegos e paixões é a gente conseguir tirar um pouco o peso que tem isso. Nossa, eu preciso estar em prazer, eu preciso de paixões, eu preciso, eu não consigo falar não, cadê a autodisciplina de falar, eu vou perder essa oportunidade de me divertir, de me distrair, mas vão vir outras. Por que que eu consigo fazer isso pro negócio do trabalho? Ah, depois vem outros cursos, isso sempre aparece, mas o prazer também vem outros e às vezes com mais frequência os convites pro prazer. Para cá eu vivo justificando, acho que não era para ser já. Ah, não sei, não tava muito segura também se eu deveria investir, mas aqui eu invisto só me chamar que eu saio correndo para ir atrás daquilo que me dá prazer. Então, desidentificar dessas coisas que me distraem, que roubam minha atenção, que roubam a minha energia, né? Por isso que ela fala desidentificação dos apegos e paixões, porque isso nos tira ã da prioridade do estado de atenção e de alerta. Vamos agora pro livro autodescobrimento, uma busca interior. Eu trouxe dois trechos, um do capítulo dois e outro do capítulo oito. Então, capítulos 2 e oito do autodescobrimento, uma busca interior. De novo, ela vai falar a respeito desses automatismos, desses atavismos. Então, vig vigilância, atenção para não se deixar arrastar, reproduzindo eh modelos, reproduzindo experiências passadas, né? Então, Joana fala assim: "O ser consciente é um indivíduo livre e realizador do bem operante. Se eu estou consciente, eu estou mais vinculada com o bem, porque eu estou prestando atenção, porque eu sei o que me cabe,

a assim: "O ser consciente é um indivíduo livre e realizador do bem operante. Se eu estou consciente, eu estou mais vinculada com o bem, porque eu estou prestando atenção, porque eu sei o que me cabe, porque eu tenho chance de escolher fazer o bem". Se eu tô no piloto automático, eu tô tô interessada em mim, eu eu ainda enxergo o outro, eu ligo, eu ligo aquilo que eu venho fazendo nas vidas anteriores, né? Então, ele é do bem operante que tem por meta a própria plenitude através da planificação da humanidade. Alcançar esse nível de entendimento é todo um processo de crescimento interior mediante constância, mediante constante vigilância e desdobramento das potencialidades adormecidas. Eu não vou conseguir dar um o próximo passo, parar de pensar um tanto no próprio egoísmo, enxergar a humanidade como uma grande família se eu não prestar atenção, se eu não desenvolver a vigilância, que aguardam os estímulos para fomentar o seu despertar e a sua realização. Outra coisa, então, que Joana fala é que a gente tem potencialidades adormecidas. Então, às vezes alguém fala assim para você: "Nossa, eu fiquei um pouco com você. Eu percebi que você leva muito jeito para tal coisa". E você fala: "É, por que que você acha isso? Eu não, eu não vi isso. Por que que você não viu?" Porque você não tem tempo suficiente, calma suficiente, eh, vigilância suficiente para se olhar, para se analisar. Aí uma pessoa que ficou meia hora com você, 3 horas com você, já conhece você mais do que você. Então quando eu estou vigilante, prestando atenção, eu sou capaz de ver coisas em mim que eu nunca tinha visto. Quando eu estou mais no momento presente, eu falo: "Nossa, olha, eu percebi que eu reagi assim quando aquela pessoa falou aquilo. Nunca tinha prestado atenção. Olha, eu poderia ter ter devolvido, poderia ter brigado, eu não fiz. Que legal! Parece que eu já tenho um pouco disso desenvolvido. Eu vou me dando conta. Joana de Angeles fala também a expressão cair em si. Eu vou caindo em si, vou caindo em mim. Eu vou me

eu não fiz. Que legal! Parece que eu já tenho um pouco disso desenvolvido. Eu vou me dando conta. Joana de Angeles fala também a expressão cair em si. Eu vou caindo em si, vou caindo em mim. Eu vou me percebendo. Para isso, eu preciso estar com atenção em mim. Eu preciso estar atenta no momento presente, né? É isso que ela diz. Então aí eu vou desenvolver potencialidades que estavam adormecidos, porque eu nunca tinha percebido. Não conscientes das respostas da vida e obedecendo aos automatismos, muitas criaturas continuam adormecidas em relação aos seus deveres, ao seu propósito de vida, tornando-se instrumentos de sofrimento para si mesmas, para os outros, que lhes experimentam a presença ou delas dependem. Então, um outro jeito de Joana chamar atenção sobre a vigilância, que é ela que nos ajuda a identificar automatismo, senão a gente vai continuar dormindo. Você, por que que você faz isso? Porque eu sempre fiz consciência de sono zumbi. Eu sempre fui porque eu sigo todo mundo, porque sempre foi assim, porque é o que todo mundo faz. Cadê o eu acordado para falar, estou fazendo isso porque eu pensei a respeito e decidi que isso é bom para mim? Cadê a consciência crítica que sabe o que está fazendo? Que escolhe o que está fazendo? Não. Ah, eu não sei porque todo mundo foi, porque sempre fiz. Ah, mas não prestei atenção. É zumbi, né? vai indo, só vai seguindo. Então, ela tá chamando atenção para isso. E no outro trecho, ainda nesse mesmo livro, autodescobrimento, ela diz: "Torna-se relevante a conquista da segurança íntima de forma que a conduta seja orientada pela consciência e não pelo inconsciente, que vem automaticamente, a gente vai seguindo, né, como se a gente tivesse dormindo, para que a conduta seja orientada pela consciência, mantendo-se sempre vigilante em todos os momentos, particularmente nas ações. Esse comportamento tornar-se a habitual, vai se tornar um hábito, porque eu treinei, treinei, treinei e ele instala. Passando a integrar a personalidade que

dos os momentos, particularmente nas ações. Esse comportamento tornar-se a habitual, vai se tornar um hábito, porque eu treinei, treinei, treinei e ele instala. Passando a integrar a personalidade que fluirá de harmonia e pelo bom direcionamento aplicado à existência, acaba se tornando uma o que a gente chama de uma segunda natureza. Então, é como se alguém falasse assim: "Ah, por que que você, nossa, a pessoa te provocou tanto e você não reagiu, né? Você não falou: "Ah, eu nem sei, não prestei atenção. Eu eu fiz o que eu costumo fazer". Aí significa o quê? Já é uma segunda natureza minha não reagir à provocação. Não é que eu precisei estar atenta. Ai, ele está me provocando. Preciso prestar atenção porque eu não quero descontar, eu não quero me vingar, eu não quero reagir. Como eu estava prestando atenção, eu consegui me segurar. Ufa. Sair de lá roxo, mas não reagir é o primeiro passo. Quando eu faço isso uma vez, duas vezes, três vezes, quatro vezes, cinco vezes, chega uma hora que isso é internalizado. O cérebro faz sozinho, vira, se torna um comportamento automático. Aí alguém vem, me provoca, eu nem prestei atenção. E alguém que tava de fora fala: "Nossa, você foi provocado e nem reagiu". Ah, nem prestei atenção. Ou seja, já é uma segunda natureza minha, já está instalado em mim. A gente costuma usar essa expressão, quer dizer, já está instalado em mim uma nova forma de viver que é natural. Já não preciso mais pensar, já não preciso mais planejar, ficar atenta para me segurar. Já naturalmente. Jesus já tinha isso tudo instalado. Jesus já tinha todas as virtudes instaladas. Jesus não precisava ficar se vigiando para não xingar, para não explodir, para não ameaçar. Ele estava no piloto automático. O piloto automático de Jesus já era virtude, já era amor em todos os aspectos. a gente não. Então, a gente costuma falar que primeiro a gente tem, a gente toma uma atitude inconsciente, uma atitude e a gente é inconsciente. Aí a gente fala assim: "Nossa, eu não acho que eu deveria ter

e não. Então, a gente costuma falar que primeiro a gente tem, a gente toma uma atitude inconsciente, uma atitude e a gente é inconsciente. Aí a gente fala assim: "Nossa, eu não acho que eu deveria ter tomado essa atitude. Eu não acho que eu deveria reagir dessa forma. Eu quero mudar". Aí a gente fica um tempo tomando uma outra atitude, conscientemente vigiando para fazer. Olha, quase que eu fiz de novo. Ainda bem que eu consegui me segurar. Ainda bem que eu, ai consegui. Ai, eu consegui. E a última etapa, a terceira etapa é eu ajo da forma nova inconsciente, entendeu? Vou repetir. Então, vamos supor, eu tenho o comportamento aro e eu faço inconscientemente o comportamento aro. Uma hora eu falo assim: "Nossa, mas que coisa feia, eu não quero fazer isso, eu não gosto do que eu tô fazendo não, não concordo. Acho equivocado, não quero. Eu quero fazer B. Eu não quero fazer A. Se eu continuar no piloto automático, eu vou continuar fazendo A. Então, eu preciso trazer consciência. Ai, consciente. Consciente. Eu fui fazer o A, o segurei e consegui fazer o B. Fui fazer o A, ai, consegui segurar, fazer o B. Consciente, B. Consciente B. Chega uma hora que eu posso deixar no piloto automático de novo, porque o inconsciente agora é com o comportamento B. Eu adquiri um novo hábito. Detectei um hábito que eu queria mudar. Treinei, treinei, treinei, consciência, consciência, consciência. E ele se tornou agora automático e ele veio então pro inconsciente. Então é isso que a Joana está trazendo, né? Ela diz também: "Será uma forma de unificar ego selfie, né? aproximar o eixo ego self, permitindo que o eu profundo, o espírito, comande o corpo, controle as reações e automatismos das heranças, que são da agressividade animal, dos instintos primários, ainda em predomínio. A marcha é longa e enriquecedora. Cada degrau conquistado aproxima o ser do patamar almejado que o aguarda. Então a Joana tá dizendo assim que quando a gente permite esse tempo de vigilância, de oração, a gente permite

enriquecedora. Cada degrau conquistado aproxima o ser do patamar almejado que o aguarda. Então a Joana tá dizendo assim que quando a gente permite esse tempo de vigilância, de oração, a gente permite que o o self participe mais. Não é só o ego que sai decidindo. O ego, ele quer aquilo que é rápido, aquilo que é fácil, aquilo que é gostoso, aquilo que é prazeroso, aquilo que dá fama, aquilo que dá dinheiro. E muitas vezes o espírito quer outra coisa. O espírito quer alguma coisa que não não dá ibope, mas ele quer, ele precisa, ele sabe que é aquilo que ele precisa. Só que esse ego muitas vezes esquece que esse espírito existe porque ele quer fazer as coisas daqui. Quando a gente para e presta atenção e se permite vigilância, eu tenho chance que o espírito me comunique, que eu em espírito, ai, mas eu acho que algo me diz que não é isso que eu devo fazer. Algo me diz que, por mais que eu esteja tentada aquilo, algo me diz que eu deveria, eu dou chance de uma reflexão mais profunda, mais em nível espiritual. Por isso que ela fala da aproximação do eixo ego self. O ego não fica sozinho no comando, ele permite que o verdadeiro ser comande, que é o espírito. E isso a gente consegue de novo, muita vigilância e oração. Então, a gente vai agir e não reagir. Agir e não reagir. Eu lembro de um de uma história, vou contar ela rapidinho. Ele, essa história acho que tá, se não me engano, no livro do material de escola. eh, que o Augusto Curi, o seu instituto fez, aquele psiquiatra brasileiro, autor de vários livros, ele tem um material que é aplicado em escolas e tem uma história que ele compartilha nesse material que é uma história pessoal dele. Então, ele conta que ele teve um caso uma vez, é psiquiatra, atendia em consultório, ele atendia um pai e esse pai tava desacorçoado com a vida porque o filho, ele não conseguia vínculo com o filho, o filho eh, ah, não lembro se drogava ou se fazia pequenos furtos. Eu sei que vira e volta esse filho acabava preso e esse pai pegava pesado. Mas o que que eu

o, ele não conseguia vínculo com o filho, o filho eh, ah, não lembro se drogava ou se fazia pequenos furtos. Eu sei que vira e volta esse filho acabava preso e esse pai pegava pesado. Mas o que que eu fiz? Eu te eduquei? Por que que você faz isso? Onde já se viu? E o pai não sabia mais o que fazer. E e o Augusto Curi propõe a ele isso. Para de de ir no piloto automático. Toda vez que esse menino apronta, você faz a mesma coisa. Até eu já cansei, né? Até eu já enjoei de assistir você reagindo igual. Para vamos fazer uma coisa diferente. Eh, faz alguma coisa diferente, alguma coisa que você nunca fez. surpreenda. Quando seu filho esperar que você faça uma coisa, faça outra. Dito e feito, passou algum tempo, ligaram da delegacia que o filho tinha sido preso e ele vai. Só que dessa vez, quando o filho sai para encontrá-lo, ele, ao invés de fazer o que ele sempre fazia, que era dar um sermão na frente dos policiais e tudo mais, ele abraça o filho e fala: "Me perdoa por por aquilo que eu não fui capaz de te dar. me perdoa pela minha participação nisso. Ele fez diferente. Ao invés dele dar sermão, ao invés dele cobrar, ao invés de disciplinar ali, ele pediu perdão pela parte que cabia a ele. E aí diz que o filho desmontou os os todo mundo se emocionou e o filho foi paraa casa, já era madrugada e o filho chamou ele pro quarto dele. Vem cá, pai, quero te dar uma coisa. Abriu a gaveta, tirou uma carta que ele tinha escrito e era uma carta suicida. E ele falou: "Não preciso mais disso porque acho que a partir de hoje a gente está em outro lugar. Eu falo e até hoje eu me emociono. E aí o pai conta isso pro Dr. Augusto Curi falando que realmente foi a mesma coisa que a um gesto mais simples, foi o mais transformador, porque ele deu oportunidade de uma coisa diferente acontecer e a partir dali teve vínculo, teve conversa, teve diálogo, menos cobrança, menos sermão, mais ouvido empático, mais comunicação eh eh amorosa, né? e eles conseguiram reformular a vida e o filho aceitou ser

artir dali teve vínculo, teve conversa, teve diálogo, menos cobrança, menos sermão, mais ouvido empático, mais comunicação eh eh amorosa, né? e eles conseguiram reformular a vida e o filho aceitou ser ajudado. Então, agir e não reagir. E nós vamos então pro último livro de hoje que é Vida, desafios e soluções, capítulo oito. Eh, trouxe aqui Jesus, porque Jesus ele traz pra gente um exemplo do quanto a gente adormece, né? E às vezes na hora que a gente menos deveria. E ele usou até exemplo, o exemplo dos próprios apóstolos. Sabe aquele trecho? Quando Jesus sobe para orar, já estava ali nos últimos tempos do convío, Jesus já estava se preparando pro maior sacrifício que ele faria em nome da humanidade, que seria oferecer o exemplo de como que é possível superar eh a dor, né, a tortura e a própria morte em benefício da humanidade, em nome do amor. Então, Jesus sofre para eh Jesus sobe no monte para orar. Vou ter com o Pai. Ele costumava dizer. E pede para que os apóstolos fiquem ali um pouco antes da onde ele estaria, vigiando para que não subisse ninguém, para que não atrapalhasse, para que ele tivesse paz, né? E aí Jesus começa a orar, volta um pouquinho, eles estavam dormindo. Aí Jesus acorda, aí Jesus volta, eles estavam dormindo. Aí na terceira vez Jesus já não acorda mais. Como se Jesus falasse, eram tão pronto ainda para esse nível de de comprometimento, né? Então, é sobre esse trecho que Joana eh fala, que Joana comenta, que Joana evoca. Então, ela diz: "Destaque-se mais uma vez que quando Jesus se encontrava em comunhão com Deus, pouco antes das humilhações a que seria submetido, por três vezes saiu de si e foi visitar os companheiros que deveriam estar em vigília, e todos dormiam. anestesiados pela indiferença ou pela inconsequência do seu estado de consciência. Convidados ao despertamento nas repetidas oportunidades, por fim, foram deixados. Jesus acordava, eles dormiu. Jesus acordava, eles dormiu. Na terceira vez, Jesus deixou, porque já era tarde, não adiantava mais

ao despertamento nas repetidas oportunidades, por fim, foram deixados. Jesus acordava, eles dormiu. Jesus acordava, eles dormiu. Na terceira vez, Jesus deixou, porque já era tarde, não adiantava mais acordá-los. O desafio do sono é muito grande. Face ao largo período da permanência nas faixas primárias do processo da evolução, pelo qual passa o ser no seu crescimento espiritual. O despertar é inadiável, porque liberta e concede autoridade para o discernimento. Eu lembrei daquele outro trecho evangélico, desperta, ó tu, que dormes, né? Então Jesus aqui, Joana aqui de um jeito poético e até sensível nos fala, eles não sabiam, os espíritos não, os apóstolos não sabiam o que que aguardava Jesus, o que que aguardava eles próprios, a humanidade. Eles não estavam e eh conectados, né, e eh com as antenas espirituais abertas para captar o ambiente espiritual, porque já estava no processo, no desencadear do que viria acontecer, a crucificação. E eles estavam ali, ai porque Jesus tá orando, nós vamos tirar uma soneca aqui, né? Quantas vezes a gente faz isso? não parece criança. Quantas vezes o pai tá vivendo um drama gigantesco, a criança não percebe, ela tá no mundinho dela, ela tá ali brincando e às vezes ainda o problema é financeiro e a criança às vezes ainda vem fazer birra porque quer um brinquedo novo e o pai olha e fala: "Não é possível, eu aqui quase não pagando conta e ele quer um brinquedo novo porque tá entediado do velho. A gente ainda é muito infantil, muito imaturo enquanto espíritos". Então, muitas vezes coisas importantíssimas estão acontecendo, acontecendo e nós estamos por conta das nossas distrações, das nossas coisinhas, daquilo que a gente gosta. E às vezes o planeta tá passando por uma revolução. Às vezes tem aí investidas espirituais que a gente sabe, Joana deângeles, Manuel Filomeno de Miranda nos trazem na forma de livros o quanto que nosso momento histórico é perturbador, o quanto e eh ondas trevosas investem contra a humanidade tentando sequestrar, assaltar

es, Manuel Filomeno de Miranda nos trazem na forma de livros o quanto que nosso momento histórico é perturbador, o quanto e eh ondas trevosas investem contra a humanidade tentando sequestrar, assaltar uns ou outros desavisados ou muitos de nós desavisados e nos pegam. Nem é muito difícil é jogar a isca que a gente morde. Por quê? Porque nós não estamos vigilantes e atentos. Nós estamos correndo atrás de um monte de coisa. Nós estamos querendo preencher. Nós queremos seguir, nós queremos aparecer e a gente vai vivendo a vida como se fôssemos zumbis adormecidos. Então, o convite do nosso encontro de hoje é para esse despertar. Desperta, ó tu que dormes. Acorda, vigia, ore. Esteja atento. Pensamento crítico. Cuidado com a massificação, com a Cuidado com o ser arrastado por aquilo que está em voga. Atenção para não ficar só direcionado no que vou te no que te dá prazer. Como que eu vou falar se eu estou cumprindo o meu propósito de vida? Como eu vou saber se eu estou identificando o meu propósito de vida? se eu estou desatenta, se eu estou com consciência de sono, se eu sou infantil e fico correndo atrás de coisas passageiras. Então fica aqui esse convite para vigilância, o vigiai e orai, o estar no momento presente, o não deixar que o passado, as experiências passadas nos assaltem, nos roubem, para que a gente tenha maior chance de uso do livre arbítrio, para que a gente escolha aquilo que nos cabe, que nos compete e não se arrependa depois de não termos prestado atenção no nosso trajeto. Mais uma vez, obrigada pela participação. Espero que vocês deixem aí seus comentários, suas perguntas e a gente volta semana que vem. Um abraço.

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