T5:E5 • Propósito de vida • Individuação
Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 05 - Propósito de vida Episódio 05 - Individuação ► Referências Bibliográficas • Amor, Imbatível Amor, cap. 5, 6, 7 e 11. • Vida: desafios e soluções, cap. 7. • O Homem Integral, cap. 7. • Triunfo Pessoal, cap. 4. • Conflitos Existenciais, cap. 18. » Apresentação: Cristiane Beira
Olá, um prazer estar aqui com vocês para mais um encontro. O nosso tema de hoje, falando dentro desse grande, dessa grande temática que é propósito de vida, ou seja, o que que nos cabe prestar atenção para não nos desviarmos do nosso propósito de vida. E dentre tantos temas que estamos trazendo, fazendo pontes, conexões e relações, hoje eu trouxe esse que é o tema principal da psicologia yunguiana e também da psicologia espírita que Joana de Angeles propõe, porque ela se utiliza deung, dos pós-unguianos e da transpessoal. O tema é individuação e a gente vai tentar explicar um pouquinho esse tema que é um conceito psicológico trazendo pras nossas vidas, pro nosso dia, pro nosso dia a dia. Antes eu gostaria de deixar uma dica. Na segunda temporada, nós temos o episódio sete. Quem então assina o Espiritismo Play tem chance de acessar as temporadas anteriores desses estudos, eh, desse trabalho. Então, na na segunda temporada, episódio S, é um episódio inteiro dedicado à individuação. Então, vale a pena conferir, porque sempre a gente faz eh uma abordagem diferente, porque a gente nunca é a mesma pessoa em duas vezes que a gente senta para conversar. Primeiro eu gostaria de conversar para nossa, para iniciar eu gostaria de trazer o o livro do Niet, esse filósofo pessimista, né, associado como pessimista, ele era bastante denso e intenso na sua escrita. E tem um livro que ele chamou Assim Falou Zaratustra. Às vezes parece assim falava Zaratustra. Nesse livro tem um um trecho, um um capítulo, um texto dentro do Assim falou o Zaratustra, tem um texto que é das três metamorfoses. ENG se utiliza, se inspira também eh nessa nessa nesse nesse conto, nessa eh nesse texto para desenvolver o seu o seu conceito de individuação. Então, o texto, o texto, né, fala assim que, eh, primeiro, eh, na primeira fase do nosso desenvolvimento eh eh psicológico, né, de de ser humano, ã, a gente adota muito uma postura, uma posição, um posicionamento de camelo. Ele faz símbolos, né, ele traz essa
eh, na primeira fase do nosso desenvolvimento eh eh psicológico, né, de de ser humano, ã, a gente adota muito uma postura, uma posição, um posicionamento de camelo. Ele faz símbolos, né, ele traz essa simbologia. Primeiro ele ele simboliza o camelo, ele traz o camelo paraa nossa autorreflexão. Então, nessa fase do desenvolvimento, quando a gente se identifica com o camelo, é como se a gente se dispusesse a a gente a gente carregasse eh eh as coisas nas costas, né? Então, o que que o Camilo faz? O Camilo ele vai de um lugar pro outro, sendo esse ser de carga. a gente carrega, ele não precisa de muitas coisas, ele sobrevive muito tempo sem água, inclusive ele consegue armazenar água suficiente para não passar apertado se demorar, porque vive no deserto. Então, olha, vive no deserto. deserto associa com a gente, a gente associa com eh eh solidão, sozinho, aez, um ambiente que não é confortável, ele transporta coisas que nem são deles, né? Os nômades utilizam os camelos para levar coisas daqui para lá. Então a gente pensa, pensa ser humano enquanto camelo. O que que seria esse ser humano enquanto camelo? Seria isso, a gente se sentir num lugar eh árido, sem muitas sem muitos vínculos, servindo de de de carregadores, de pesos que nem são nossos. E a gente vai vivendo assim, a gente vive servindo, mas é um um servir que não é consciente, escolhido, não tem não tem base no livre arbítrio como quem doa. Jesus serviu a humanidade. Muitas vezes a gente serve porque a gente não se conhece, porque a gente não sabe, porque a gente eh se sente oprimido, não consegue se posicionar para dizer chega, não consegue defender o que é seu. Então, nessa fase, é como se a gente carregasse, né? Carregasse pesos que não são nossos. A gente se ocupa de de problemas que não são nossos. Não que não deva fazer isso. Jesus ensinou a gente a cuidar do outro, mas é um cuidar consciente de quem olha, observa e quer estender a mão. Não como quem está desacordado, não prestando atenção e servindo e eh sendo abusado. Tem uma
ensinou a gente a cuidar do outro, mas é um cuidar consciente de quem olha, observa e quer estender a mão. Não como quem está desacordado, não prestando atenção e servindo e eh sendo abusado. Tem uma questão de um abuso até embutido. Mas aí ele diz que nesse conto aí do assim falou o Zarathustra que a gente uma hora desperta, uma hora a gente se dá conta, uma hora a gente acorda e aí a gente não quer mais ser camelo. Então por muito tempo eu fui capacho, por muito tempo eu fui camelo, por muito tempo eu fui usada, por muito tempo eu não olhei para mim, por muito tempo eu eu fiz o que todo mundo queria, mesmo que não me cabia fazer, mas eu fazia. Chegou uma hora que deu e daí a gente se transforma num outro símbolo e ele traz o símbolo do leão. Aí veja como a gente sai do camelo e já a gente vai lá pro leão. Que que é esse leão? Vamos de novo. Leão, o rei da floresta, da selva, o animal mais temido, o mais forte. ele consegue caçar bichos, enfim, ele domina, ele é temido, ele grita bem alto, ele é o rei, ele é o o o ele está no topo. Então, a gente sai dessa posição de sou capacho, as pessoas fazem o que querem de mim, eu carrego coisa de todo mundo, eu vivo me ocupando com coisas que não são minhas, todo mundo abusa e eu saio para esse lugar que parece que só existe eu. Agora é só do meu jeito. Eu que mando. Eu sou o rei. Eu eu eu domino todo mundo. Eu cao todo mundo. Eu grito para vocês ficarem com medo. Então eu uso de um poder. Aí é a gente na nossa vida atual é como se a gente fosse aquela pessoa que todo mundo tem medo. Ai eu não vou falar isso pra Cris. Tá louca. Ela explode. Você não viu? Ela grita, vira um leão, vira uma leoa. Ah, é tudo tudo para ela. É, é ela que domina. é a poderosa nesse sentido de poder mesmo, né? Não de valor. Então a gente vai para esse lugar, é como se a gente saí de um polo e vai pro outro. Então a gente experimenta a submissão, a gente se submete. É quase que essa situação de de sofrer abuso no sentido de exploração. Aí a gente vai pro outro lugar que
nte saí de um polo e vai pro outro. Então a gente experimenta a submissão, a gente se submete. É quase que essa situação de de sofrer abuso no sentido de exploração. Aí a gente vai pro outro lugar que ninguém mexe comigo. Eu tô aqui em cima, todo mundo tem medo de mim. que eu eu sou poderoso. E depois a gente faz um outro salto e a gente integra esses dois polos que nenhum desses dois polos faz bem. Esse aqui não faz bem para mim. Esse aqui não faz bem pros outros. Porque ora, só eu que que dou, só eu que faço aqui, só eu que recebo. Então a gente depois integra e aproxima, sai daqui de baixo, sai daqui de cima, vem mais ou menos aqui pro meio. E nesse lugar ele usa o símbolo de criança. Então Nit fala, aí a gente se torna criança. Então essas três metamorfoses, eu saio desse camelo, vou para um leão para depois me tornar criança. E aí a gente lembra de Jesus quando ele fala, né, que deixai vir a mim os pequeninos, porque o reino dos céus é para que aqueles que a eles se assemelham. E aí a gente pensa o que que é ser criança, né, no sentido arquetípico do termo, a criança eh divina. Ser criança nesse sentido simbólico é ser inocente no bom sentido da palavra. Ou seja, eu não julgo, eu não tenho preconceitos, eu não persigo, eu sou espontâneo, eu sou eh livre, eu sou alegre, eu tenho uma alegria de viver, eu tenho essa jovialidade. Então é uma leveza, é um encantamento, é uma docilidade, é uma pureza. Então, aí sim a gente se torna esse ser sagrado, esse ser divino que nem se submete fazendo, deixando que os outros lhe prejudiquem e nem domina o outro fazendo do outro serviçal seu. É alguém que está livre, espontâneo, vive a própria vida, é alegre, ama viver, tem alegria de viver, é autêntico, é é saudável, é livre. Bom, mais ou menos isso é uma descrição do nosso processo de evolução espiritual. A gente sai de um lugar do inconsciente. É como se ali a gente tivesse massificado. A gente vai fazendo coisa sem saber porque tá fazendo. A gente se submete a coisa sem saber que tem opção
spiritual. A gente sai de um lugar do inconsciente. É como se ali a gente tivesse massificado. A gente vai fazendo coisa sem saber porque tá fazendo. A gente se submete a coisa sem saber que tem opção de escolha, de falar não. A gente não sabe falar não. A gente só copia o que todo mundo faz. A gente obedece o que mandam. A gente tem medo de contrariar. a gente nem conhece a gente para saber que que eu quero fazer na minha vida. Então, a gente está massificado, nós estamos integrado no todo, mas não de um jeito saudável, que é união. É, é, é quase que uma ã um amálgama, não tem diferenciação. O objetivo nosso final é estar em comunidade, mas cada um sendo si mesmo. Ali no começo dessa desse lugar de indiferenciação, é tudo tudo uma coisa só, é um amálgama. Então, eu não sei pensar com a minha própria cabeça. Os outros pensam por mim, os outros é que me mandam. É aquela coisa de um boi vai e todo mundo vai atrás. Então, pois na minha, alguém me mandou fazer, eu faço. Eu não sei nem porque eu tô fazendo e cuidar de mim, eu não sei nem quem eu sou. Eu tô indo, tô mandando, eu tô fazendo. Aí a gente vai se desenvolvendo e quando a gente se dá conta de que a gente está massificado, a gente quer romper com tudo. É uma sensação de sai de perto de mim, agora eu quero ser eu aí a gente cai para um outro extremo. A gente vai para um extremo de individualismo. Antes eu era misturada, era uma uma aglutinação, eu não sabia quem eu era. Aí eu rompo com isso, vou para outro sistema. Agora eu eu eu só faço o que eu quero. Sou eu em primeiro lugar. Eu quero que o mundo gire ao meu redor. O que eu penso que é melhor do que todo mundo. Os meus valores se sobrepõem. ego, eu, individualismo. E quando a gente integra, ou seja, inconsciente com o consciente, quando eu não fico nem massificada, perdida de mim mesmo e quando eu também não acho que sou só eu que existe no mundo e todo mundo deve me servir, eu consigo integrar. Então, eu cuido de mim e do outro. Isso é a individuação. Eu consigo validar quem sou. Eu consigo
eu também não acho que sou só eu que existe no mundo e todo mundo deve me servir, eu consigo integrar. Então, eu cuido de mim e do outro. Isso é a individuação. Eu consigo validar quem sou. Eu consigo cuidar de mim. Eu consigo ir atrás do que é o meu propósito de vida. Eu não vou fazer o que todo mundo tá fazendo porque é o que tá na moda. Eu não vou seguir os os padrões dominantes para não ser cancelada, execrada. Eu sou capaz de me conectar comigo, de dar voz à minha consciência, as minhas necessidades, ao meu ponto de vista. que eu consigo seguir o que é meu, mas sem também querer dominar, me sobrepor, julgar que todo mundo deve eh me obedecer porque eu sou a última bolacha do pacote. Não, eu cuido de mim, eu sigo meus valores, mas eu entendo que quer ser o outro. Do mesmo jeito que eu quero ser respeitada enquanto indivíduo, eu respeito o outro enquanto indivíduo. Então, eu cuido de mim, mas eu cuido dos outros eus que são como eu. Tem muitos indivíduos, cada um do seu jeito, cada um com suas características e com suas particularidades. Então, eu valido a mim e valido a cada um. Eu não critico esse, eu não julgo aquele, eu não quero mudar aquele outro, eu não quero consertar o fulano. Não. Cada um é especial e está no seu momento de desenvolvimento. Então eu não sou nem capacho, nem cabelo e nem leão dominador. Eu sou eu. Eu sou espontânea, eu sou criativa, eu sou inocente no sentido de que eu não julgo, eu não condeno, eu sou como essa criança divina. Então, o processo de individuação, ele vai me ajudar a descobrir quem eu sou para saber o que me pede a vida. O meu propósito de vida tem que ter essa conexão com o meu particular, tem que fazer sentido pro meu si mesmo, pro meu espírito. Por isso que não dá para sair seguindo o propósito de vida, porque de cada um é um. Cada um tem a sua história, tem o seu nível evolutivo, tem a sua necessidade preponderante, tem o seu planejamento reencarnatório. Como que eu vou descobrir qual é o meu propósito de vida se eu não sou capaz de
m a sua história, tem o seu nível evolutivo, tem a sua necessidade preponderante, tem o seu planejamento reencarnatório. Como que eu vou descobrir qual é o meu propósito de vida se eu não sou capaz de identificar as minhas particularidades? Então, eu preciso dessa individuação, que é o tornar-se si mesmo, que é descobrir esse espírito, que é conseguir se diferenciar de todos os outros. E aí tenho toda uma explicação a respeito disso que eu volto a reforçar. Segunda temporada, episódio 7, a gente vai destrinçar, destrinchar isso, mas é pela individuação que eu vou ser capaz também de descobrir, de identificar melhor o meu propósito de vida. Eu trouxe alguns trechos, ã, sobre essas três fases, né? Então, camelo, mas leão individualismo e a integração criança, individuação. Então eu fiz essa essa separação em três fases. A gente sai da massificação para o individualismo, né, numa num num mecanismo de projeção pro contrário. A gente sai de um lugar, se projeta pro outro oposto. Então aqui eu tô massificada, eu não sou ninguém em particular. Eu sou o que todo mundo é. Eu sigo o que todo mundo pede. Eu faço o que o que que tá na moda. Depois eu posso ir para um outro polo. Poço, não necessariamente precisa, mas costumamos ir. Agora eu quero validar o que é meu, tudo eu, eu em primeiro lugar, eu preciso dar voz. Por isso que às vezes a pessoa tá num processo terapêutico e a gente fala assim: "Nossa, ficou pior". Ela foi fazer terapia, ficou pior. Por quê? Porque pode ser que ela foi pra terapia nesse processo de massificação, que ela não sabe quem ela é. Ela não sabe o que ela quer da vida. E ao começar a fazer terapia, começa a descobrir esse eu. E é preciso que treine um pouco. Faz parte de um processo. Eu eu não quero, eu é que quero. E quem tá junto fala: "Nossa, tá ficando egoísta". Às vezes é uma fase, não é para para ficar ali, mas às vezes precisa passar por ali para dar voz a si mesma, que nunca teve voz, para depois a gente voltar e falar: "Pronto, agora eu já acalmei tudo que tava entalado, que
não é para para ficar ali, mas às vezes precisa passar por ali para dar voz a si mesma, que nunca teve voz, para depois a gente voltar e falar: "Pronto, agora eu já acalmei tudo que tava entalado, que eu nunca tinha falado de mim, eu falei, então agora eu falei o que eu quero, o que eu não quero, eu pus para fora, eu existo, eu validei a minha existência, agora eu posso acalmar e cuidar de mim e do outro. Agora estou pronta para começar a amar ao próximo como a si mesmo. Aqui eu só me importo com o outro, eu não existo. Aqui eu só me importo comigo, o outro não existe. Aqui eu me importo comigo e com o outro. Então, pensando na massificação, no individualismo, para chegar na individuação, eu trouxe três trechos da Joana antes da gente entrar realmente no estudo de hoje. Esses três trechos eu tirei lá do episódio s do episódio 7 da segunda temporada. A respeito da massificação, Joana fala no livro Amor imbatível amor, capítulo 7, deixando-se arrastar pelo volume, pela massa, mas ficando-se, perde o contato com a própria identidade, passando a ser apenas mais um no grupo no qual se movimenta. trabalho, recreios, estudos, em quaisquer atividades, submete-se ao estabelecido. Segue padrãozinho proposto, ao gosto geral, a vontade alheia, as necessidades que os organizadores definem, sem o consultar anteriormente. Então, ninguém perguntou o que eu quero, simplesmente mandaram fazer e eu vou seguindo. camelo. Os seus passam a ser os prazeres que outrem concede, exigindo que se sinta bem e se divirta, porquanto esse é o convencionado. Como assim você não tá feliz com isso que eu tô te dando? Qualquer um ficaria feliz com isso. Para de ser ingrato. Ué, mas eu não tenho direito de ser e o si mesmo. Pode ser que esse si mesmo não gosta do que o outro gosta. Ah, não. Não seja ingrato. Fique feliz com o que você tá recebendo, né? E as suas são as opções gerais. Ou seja, você não tem voz única, voz indivíduo. Você tem uma voz coletiva. Você tem que gostar do que todo mundo gosta, seguir o que todo mundo
e você tá recebendo, né? E as suas são as opções gerais. Ou seja, você não tem voz única, voz indivíduo. Você tem uma voz coletiva. Você tem que gostar do que todo mundo gosta, seguir o que todo mundo normatiza. É a tal da normose. E se você falar: "Não concordo com isso", você é cancelado então nós estamos vivendo hoje uma cultura massificada. Quem está massificado vive um pouco mais eh tranquilo, não no sentido evolutivo, né? Não é porque tá com bem-estar, não. Tranquilo, porque ninguém o persegue. Afinal de contas, ele tá bem bonitinho, né? Uma vaquinha vai, todas as vaquinhas vão atrás. Então, tá todo mundo aqui, tá? Então, tá bem. Se você quiser pisar fora, daí a gente já vai ter problemas com você. E aí, e a gente vê hoje nessa polarização que um lado acusa o outro de ser massificado. A verdade é que estamos todos massificados. Não existe hoje espaço e valor para esse indivíduo. Nós temos que pertencer a um clutch. Nós temos que estar dentro de um de um grupo. Você é daqui ou de lá, porque eu não posso estar um pouco aqui, um pouco lá. Não, não, não. Ou você é daqui, ou você é contra aqui. Ou você é do a favor, ou você é do contra. Ou você tá nesse grupo ou naquele na antigrupo. Eu não posso passear. Não, não pode. E aí a gente fala tanto de da diversidade, mas não tem espaço pra diversidade muito não. Então, Joana fala da msificação no amor imbatível amor, capítulo 6, no mesmo livro, capítulo 6, ela fala do individualismo. individualismo, que é a conduta imposta pelo ego conflitivo, quando eu acho que só eu que existo, quando eu sou imaturo, quando eu sou psicologicamente ainda infantilizado, né, egocêntrico, todo mundo gira em torno de mim. Todo individualista impõe-se impõe-se usando os demais e converte-se em títere de si mesmo e dos outros, né? Esse tirano, esse ditador, ou sucumbe nas sombras espetaculares do transtorno íntimo que foge para loucura ou suicídio. De vez em quando a gente fica tão ens mesmado que a gente não dá conta de viver no grupo e aí a gente a gente
sucumbe nas sombras espetaculares do transtorno íntimo que foge para loucura ou suicídio. De vez em quando a gente fica tão ens mesmado que a gente não dá conta de viver no grupo e aí a gente a gente enlouquece. Já ouviram a expressão em si mesesmado? É isso, viu? Você só tá em você, sai um pouco de você, visita o outro, pensa empatia, se ponha no lugar. É muito você, você, você, você, você vai enlouquecer, né? E no capítulo s de agora do vida, desafios e soluções, vida, desafios e soluções, capítulo 7, ela fala da individuação. Ela diz: "Buscando a individuação, percebe-se que as contribuições do mundo exterior imprimem no ser valores que não são verdadeiros para o seu nível de maturidade e que somente possuem legitimidade aqueles que lhe procedem do âmago, do inconsciente, agora em sintonia com a consciência lúcida. Isso oferece muita tranquilidade porque permite identificar que se não torna necessário para obter o triunfo ser igual a ninguém. Simile de Outrem, cópia, clone dos modelos que se exibem na mídia nos sucessivos festivais de ilusão e de tormentos generalizados, né? Então a gente se permite ser único, ser eu, ser indivíduo, né? Não preciso ser igual ao que tá na moda. Não preciso seguir padrão do youtuber, do influencer, seja de quem for, do artista. Não preciso gostar do que todo mundo gosta. Ai que bom. Eu posso ser eu. Eu posso me permitir conhecer esse si mesmo que tem vivido esse espírito tantas e tantas vidas. Agora a gente vem vivendo, vivendo experiência, experiência para chegar aqui e trancar tudo isso no armário para copiar o outro, para ser igual ao outro que tá na mídia, né? não é inteligente da nossa parte. Então eu trouxe esse massificação, individualismo e individuação para combinar aí com essa introdução. Mas agora sim eu vou pras pros textos novos que eu selecionei exclusivamente pro pro encontro de hoje. A gente vai voltar a falar sobre massificação e eu trouxe de novo amor imbatível amor, mas agora capítulo 5 e 11. 5 e 11. Amor imbatível. Amor. Joana
elecionei exclusivamente pro pro encontro de hoje. A gente vai voltar a falar sobre massificação e eu trouxe de novo amor imbatível amor, mas agora capítulo 5 e 11. 5 e 11. Amor imbatível. Amor. Joana vai falar dessa massificação que impõe uma certa acomodação. A gente perde o senso crítico. Você não pode criticar, você não pode pensar diferente, você tem que combinar. Ah, então você não tá, então você é é alienada, né? Se você não pensar como como eu penso, então você tá fora da caixa, né? Então hoje tem muita cobrança nesse ponto de desse ponto de vista de que a gente tem que estar todo mundo pensando a mesma coisa. Então, Joana diz: "Diante disso, o indivíduo é obrigado a escolher com discernimento para eleger, dando surgimento a outro tipo de instinto de sobrevivência para prosseguir lutando." Sem uma decisão clara, que que eu reforço? Sem uma decisão clara, não sei bem o que eu quero, não sei se é isso que eu concordo. Parece que aquilo não me faz tanto sentido. Sem uma decisão clara, torna-se instrumentos dos outros. Sabe aquela história que eu já falei da Alice? Se você não sabe para onde você quer ir, qualquer estrada serve? É mais ou menos a gente, como a gente perdeu o senso de criticar, como a gente não vem sendo estimulado a pensar a educação, a realidade, a gente precisa admitir que a educação, né, nas últimas eh gerações, ela tem mais ensinado o que pensar do que ensinado a pensar. A nossa educação tem sido muito mais informativa. Ó, é isso aqui, tá? Sabe? É isso aqui você tem que saber do que ensinar a gente como descobrir o mundo, como investigar, como criticar, como pensar com a própria mente, né? Então a Joana fala isso. Sem uma decisão clara, torna-se instrumento dos outros, agindo conforme as demais pessoas. em atitude conformista, não reagindo aos impositivos do meio. Claro, eu vou reagir aos impositivos do meio, vou me cancelar, execrar, perseguir, condenar, censurar. A gente não tem muito espaço hoje. A expressão tá sendo vigiada. Alguém disse que sabe o que
eio. Claro, eu vou reagir aos impositivos do meio, vou me cancelar, execrar, perseguir, condenar, censurar. A gente não tem muito espaço hoje. A expressão tá sendo vigiada. Alguém disse que sabe o que pode falar e o que não pode falar. Essa mente é não é de Jesus Cristo não. Jesus Cristo nunca diz pra gente o que pode, o que não pode. Jesus Cristo deixou a gente ser livre, só mostrou as consequências. Espiritismo também não faz cartilha do que pode ou não pode, mas tem um punhado de gente aí que acha que sabe dizer o que pode e o que não pode ser dito. Se você falar o que não pode na lista deles, tá frito, né? Então nós estamos vivendo censura. Isso é verdade. Então essa a gente fica o quê? conformado, né? Não reajo ao impositivo do meio porque tenho medo de ser cancelado. Me perco sem motivação ou me deixo conduzir pelos interesses do grupo. É melhor juntar com esse com essa turma, porque pelo menos a gente não vai ter dor de cabeça, a gente fica igual a todo mundo, ninguém vai perseguir a gente atuando como se fosse um artista. atuando, não é vivendo, é atuando conforme é imposto paraa gente os comportamentos, às vezes comportamentos agressivos, às vezes anulando nossos interesses, os nossos interesses, às vezes alterando o nosso campo de ação. Era para eu ir para lá, mas resolvo ir para cá porque senão vai me dar muita dor de cabeça, vou me perseguir. Ixe. Então a gente acaba se conformando, atitude conformista, agindo como todo mundo age. Isso é massificação. Então, muita atenção para não perder o senso crítico. Ouse criticar. Quando alguém conta, fala, apresenta uma opinião, mas, mas você tá falando isso, mas não é só isso, tem outro ponto de vista. Critica, faça perguntas, não aceita, não aceita só, não engole só, como se fosse a verdade que alguém tivesse te dizendo, né? Jesus falou nesse final dos tempos que haveriam muitos Cristos e muitos falsos profetas. Tem muita gente fazendo discurso lindo e vendendo a própria verdade como se fosse a grande verdade e a gente vai falando:
u nesse final dos tempos que haveriam muitos Cristos e muitos falsos profetas. Tem muita gente fazendo discurso lindo e vendendo a própria verdade como se fosse a grande verdade e a gente vai falando: "Ó, que lindo, daqui a pouco tô eu enchendo de novo o camelo com coisas que não são minhas." Bom, vamos agora pro homem integral, capítulo 7. Outro ponto que a gente precisa pensar a respeito do da individuação. Torna-te quem tu és, disse o filósofo grego Píndaro, que é a individuação. Para eu saber quem eu sou, para eu me identificar um pouco mais com o espírito que sou, com as minhas vivências, as minhas necessidades, a a minha programação reencarnatória, é preciso que eu preste atenção no meu ã eu total. corpo, mente, espírito, emoção, pensamento, o que que eu penso, o que que eu sinto, o que que eu quero, o que que eu acho, quais são os meus valores. No entanto, a nossa sociedade hoje ela tem trabalhado muito o ser humano como se ele fosse um objeto. Muitas vezes nós trabalhamos com esse corpo, porque esse corpo nos dá prazer, a gente transforma ele num objeto de prazer. A gente utiliza esse templo do espírito simplesmente pelo seu lado sensorial, prazeres sexuais, por exemplo. E aí eu me massifico. Eu sou mais uma só para poder desfrutar de prazeres sexuais. A gente perde o respeito pelo eu que existe aqui. A gente usa esse corpo como se tivesse oferecendo alguma coisa para alguém. Sabe como a gente fala assim: "Olha, eu tenho uma uma blusa sobrando, você quer?" É como se falasse: "Eu tenho esse corpo aqui, quer emprestar pra gente tirar prazer dele juntos." É um coisificar, é um, é um tornar objeto o corpo que é o templo do espírito. Então, Joana diz no Homem Integral, capítulo 7, a denominada revolução sexual dos últimos tempos, igualmente, ao demitizá-lo, né? Então, vamos tirar o tabu do sexo. Abriu espaços de promiscuidade. De um lado, precisava tirar o tabu do sexo, porque antes também não era legal, porque era tudo proibido, tudo era pecado, tudo as pessoas ficavam loucas,
tabu do sexo. Abriu espaços de promiscuidade. De um lado, precisava tirar o tabu do sexo, porque antes também não era legal, porque era tudo proibido, tudo era pecado, tudo as pessoas ficavam loucas, com medo da de relação sexual. Então, precisamos tirar esse tabu, só que a gente caiu no outro extremo que ela chama de espaços de promiscuidade para os excessivos mitos do prazer com a consequente desvalorização da pessoa. Se eu quero individuar, a pessoa passa a ser importante. Quem é essa pessoa que está aqui? ele é diferente de todo mundo. Mas se eu tratar essa pessoa como objeto de prazer para através do sexo viver loucuras e fantasias, eu estou indo no sentido contrário da individuação. Então, o indivíduo e eh desvalorização da pessoa que se tornou objeto, instrumento de troca, indivíduo descartável, fora de qualquer consideração, respeito e dignidade. Que pena a gente fazer isso com o templo do espírito. A sociedade contemporânea sofre agora os efeitos da liberação sem disciplina, através da qual cada criatura vive a serviço do sexo e não este para o ser inteligente. Não é o espírito que se utiliza do sexo para grandes conexões, comunhão, para estados de alma, para eh eh conexão de almas, não. É o corpo que sente picos de hormônio que dá prazer momentâneo. É só isso que eu quero. Depois eu não preciso nem saber o nome da pessoa. Vai cada um para si, cada um com o seu mundo. Eu quero aquele segundo em que eu atinjo o clímax do momento do ápice da da relação sexual. Pronto, tive esse prazer. É isso que me que me basta. Eu não quero a troca, eu não quero a construção, eu não quero o desenvolvimento de uma relação. Isso custa muito, custa tempo, custa dedicação, custa atenção, né? Custa esforço, disciplina, sacrifício. Tá muito caro isso hoje. Não vale a pena. Vamos só no prazer do corpo. E como é que eu me torno quem eu sou? Se eu me coisifico, a gente vai pro caminho contrário. Por isso que a gente fala: "Cadê o propósito de vida?" Pois é, se a gente fica aqui correndo atrás de de
o. E como é que eu me torno quem eu sou? Se eu me coisifico, a gente vai pro caminho contrário. Por isso que a gente fala: "Cadê o propósito de vida?" Pois é, se a gente fica aqui correndo atrás de de prazeres corporais, que propósito de vida? Isso tá muito longe, isso transcende a matéria. Como é que eu acho? Não acho. Tô indo em direção oposta. Bom, então, ao invés de conduzir a si mesmo para finalidades definidas e tranquilizadoras, então aquilo que deveria nos tranquilizar, nos nos preencher, né, no momento da relação sexual, nos cansa, nos esgota. Uau, ápice de prazer e depois vazio, vazio. Sou mais um. Era só um corpo ali, eram só dois corpos trocando prazer, né? Não consegui tirar dali. e e e essa energia que preenche, que que trabalha a plenitude, né? Vamos lá. Que mais que Joana fala? Agora eu vou lá no triunfo pessoal, capítulo 4. E aí Joana diz a respeito da consciência de sono, porque ela fala também que nesse processo em que a gente vai se desenvolvendo, ela fala que a gente sai da do inconsciente, do camelo, do sou que nem todo mundo, faço o que me mandam. Ela chama de consciência de sono. É como se eu fosse um zumbi. Eu vou seguindo a massa. Todo mundo vai, eu vou também. É para fazer, eu faço. É para gostar daquilo, eu gosto, né? Eu gosto do que predomina. Eu nem sei referências para saber se estilo musical que eu gosto é esse ou esse ou esse, porque eu nunca nem experimentei. Eu já fui na na massa, né? Então essa consciência de sono quer dizer, eu eu não estou acordada, eu estou aí que nem zumbi seguindo o povo, seguido, seguindo a massa. Não dá para fazer a individuação se você tiver dormindo seguindo a massa que nem zumbi. Então é preciso despertar. Então ela fala da consciência de sono. A gente vai passando por estados de consciência alter eh eh inter eh eh fugiu a palavra. E nós temos camadas que a gente vai intercalando até chegar na consciência cósmica, que é de Jesus. Então, tem etapas intermediárias, era essa palavra. Temos estados de consciência
eh fugiu a palavra. E nós temos camadas que a gente vai intercalando até chegar na consciência cósmica, que é de Jesus. Então, tem etapas intermediárias, era essa palavra. Temos estados de consciência intermediários que vai de sono paraa consciência cósmica, que era de Jesus. Eu e o Pai somos um, né? Jesus tinha essa consciência do do do universo. Nós estamos longe disso, mas a gente já não precisa estar na consciência de sono. Isso já nos foi autorizado despertar. a gente já poderia estar com consciência mais desperta. Então, o que que Joana diz no triunfo pessoal, capítulo 4ro? No início da sua individuação, de autoconhecimento, de se descobrir, o ser humano pouco discerne sobre o que é realidade, pouco. Ele tá dormindo, ele não sabe se isso é real, se é o que falaram, se é verdade. Tá atordoado. Nele permanece uma vaga percepção do que é real. em relação ao que é imaginativo. Isso é real? É da minha cabeça? Eu estou falando porque eu penso ou estou falando só porque eu estou repetindo o que alguém disse, né? Não sei, eu não estou desperto, lúcido. Vivenciando mais a sensação que lhe predomina no comportamento, o pensamento que o convida à reflexão, o sentimento que se expressa de acordo com o nível de consciência e a intuição que o capacita para voos mais elevados aturdem-no nas faixas dos desejos tormentosos e das frustrações. Então, o que que Jana tá dizendo? Olha quanta coisa a gente tem. A gente tem a sensação, sensação corporal, sensação de prazer, hormônio, sensação sensorial. A gente tem ótimo, precisa, faz parte, é divino, mas a gente tem também pensamento que ajuda a refletir. E aí, será que eu tenho usado o poder da reflexão pelo pensamento tanto quanto eu corro atrás de ter prazer sensorial? Que mais que a gente tem? Sentimento. Será que eu tenho olhado meu sentimento? Eu tenho tentado desenvolver, desenvolver emoções mais profundas ou eu prefiro esse prazer sensorial, né? Então a gente vai pensando no todo. Eu tenho que que dedicar tempo pra minha mente,
entimento? Eu tenho tentado desenvolver, desenvolver emoções mais profundas ou eu prefiro esse prazer sensorial, né? Então a gente vai pensando no todo. Eu tenho que que dedicar tempo pra minha mente, eu tenho que dedicar tempo pro meu sentir, eu tenho que dedicar tempo minha pras minhas percepções sensoriais. A gente só quer sensorial. Ai, ficar refletindo, pensando, aprendendo, estudando dá muito trabalho. E sentimentos profundos também requer de mim muita dedicação para desenvolver um amor por outro fulano. Não, vamos aqui no no superficial, no raso, no legal, na cortição, no prazer, né? Olha o nível raso. Nós estamos em 2023. A gente já foi mais profundo. O que que aconteceu com a gente? A gente já se importou com coisas mais importantes. A gente se ocupou mais com questões que são eternas. A gente se esteve mais conectado com o planeta, com Deus, com si mesmo, com a humanidade, com os valores. A gente parece que abriu mão de tudo. É uma correria, é superficial, é prazer, é lazer com excesso. Não que isso não possa, né? Mas é um excesso. Bom, vamos lá então para o capítulo 18. em que Joana do conflitos existenciais, conflitos existenciais, capítulo 18. Então, Joana vai falar aqui a respeito do amadurecimento, que quando a gente amadurece, a gente consegue ver a vida um pouco com uma com uma visão um pouco mais real, mais próxima da realidade. Bom, vamos pensar um pouquinho antes de eu ler. Deixa eu lembrei de uma coisa. vão pensar um pouquinho no desenvolvimento eh do ser humano aqui nessa reencarnação. Então, a gente chega aqui, né, a gente vem ao mundo pela gravidez da mãe. Nesse primeiro estágio em que a gente é inconsciente dentro da eh dentro do útero, o primeiro ano de vida, segundo ano de vida, a gente nem lembra. Por que que a gente não lembra? Porque a gente não tinha ainda uma consciência formada, não tínhamos ainda o ego como centro da consciência, filtrando o que vem de fora, conseguindo identificar o que vem de dentro. Não era, a gente vivia imerso, a gente vivia imerso no no
iência formada, não tínhamos ainda o ego como centro da consciência, filtrando o que vem de fora, conseguindo identificar o que vem de dentro. Não era, a gente vivia imerso, a gente vivia imerso no no consciente da mãe de e do ambiente. Então, a gente era inconsciente nessa vida. Tô falando só dessa vida como criança, como bebê. Aí a gente vai aprendendo que eu sou eu, o outro é o outro, a mãe é uma terceira e por aí vai. Aí a gente vai desenvolvendo a consciência, a gente vai tornando consciente da vida. Aí perto dos 3 anos, um pouco antes, talvez a criança fala eu pela primeira vez, porque até ali ela falava ah bebê, né? Ela se referia a ela como terceira pessoa, porque era como os outros se referenciam. Ela não tinha ainda essa percepção de eu, eu, né? Então ela acorda, ela fala eu. Aí ela descobre seu. Ela fica brincando com eu, eu quero, eu não quero, isso é meu, né? E ela vai se desenvolvendo, fortalecendo esse eu, aprendendo quem é, reconhecendo o próprio corpo. Percebe que o bebezinho às vezes ele brinca com o pezinho e ele parece que ele não sabe que aquele pé é dele, né? O bebezinho consegue pôr o pé aqui, né? a gente já tem dificuldade. O bebezinho põe o pé aqui, de repente ele parece que ele fica querendo pegar aquele pé como se fosse um bichinho que tivesse passando, como se fosse um móbil, e ele não consegue perceber que aquele pé é dele, né? Então a criança vai se apropriando do corpo, vai aprendendo quem é ela, vai se reconhecendo. Veja que criança às vezes tá comendo, por exemplo, baba. Ela não ela não consegue nem perceber aquilo. A gente já fica incomodado. Nossa, deixa eu limpar. Então a criança ela vai desenvolvendo a apropriação desse corpo, né? Ela vai entrando na na reencarnação. Aí chega uma fase 8, 7, 8, 9, 10, 11, 12, que ela começa a treinar o outro. Aí ela começa a se socializar, ela começa a ter condição de fazer trocas, de fazer concessões, de negociar. Agora é a minha vez de brincar, depois eu brinco com você do outro. percebe que vai
o outro. Aí ela começa a se socializar, ela começa a ter condição de fazer trocas, de fazer concessões, de negociar. Agora é a minha vez de brincar, depois eu brinco com você do outro. percebe que vai acontecendo um desenvolver, um desabrochar? Esse desabrochar precisa acontecer da forma como eu estou descrevendo, mais ou menos em linhas gerais. Aí eu vou fic chegando perto do adulto, o adulto começa a se responsabilizar porque até ali ele não ligava muito pras pros deveres eh eh de sobrevivência, porque era o pai que tinha que fazer isso, a mãe, o o educador. Aí ele começa a trazer para si agora sou eu que vou cuidar da minha vida. Eu preciso ganhar o meu próprio dinheiro. Isso é amadurecer. Existe o processo biológico do crescer, que é o corpo tem 1 ano, o corpo tem 3 anos, o corpo tem 7 anos, o corpo tem 12 anos, a menina eh faz a primeira menstruação, a mulherá adulto, o corpo cresceu, o corpo cresceu, o cérebro desenvolveu, ele adquiriu habilidades, mas não necessariamente ele amadureceu. O amadurecer é psicológico. O amadure, amadurecer tem a ver com posição perante a vida, tem a ver com a gente assimilar a responsabilidade que nos cabe. Amadurecer significa: "Sou capaz de ver a mim e ao outro". Aí a gente percebe que tem pessoas de 15, 20, 30, 50 anos que ainda estão na maturidade nível 8 anos, que ainda está focada em si, que quase faz algum exercício de socializar, que é o centro das atenções, às vezes até antes. A gente não brinca às vezes, nossa, quantos anos você tem, fulano? Porque eu sei que você tem um corpinho aí de 50, mas do jeito que você tá se comportando parece você tem cinco, porque tá aí brigando. A gente não faz isso, a gente percebe. Então eu só eu só queria diferenciar o crescer em termos biológicos do amadurecer em termos psicológicos, emocionais. Nem sempre os dois andam juntos. Às vezes eu cresço biologicamente e não amadureço psicológicoemocionalmente. E às vezes a gente vê crianças que tem lá um corpinho de 10 anos, mas você percebe uma maturidade que você fala:
am juntos. Às vezes eu cresço biologicamente e não amadureço psicológicoemocionalmente. E às vezes a gente vê crianças que tem lá um corpinho de 10 anos, mas você percebe uma maturidade que você fala: "Nossa, de onde você veio?" Uau! Porque você tem, do jeito que você tá se posicionando e vendo o mundo, parece que você já tem 18, né? Então a gente percebe que não, que nem sempre eles estão conectados. O ideal seria que a gente amadurecesse dos dois, né? Então, Joana aqui vai falar dessa questão do amadurecimento nesse ponto de vista de autoconsciência, de auto responsabilidade, e e é de você ocupar o espaço que te cabe integralmente, não só fisicamente. Eu ocupo o espaço que me cabe no mundo, ou seja, eu estou aqui, eu quero comer, eu quero ter prazer, eu quero, mas eu também ocupo esse espaço em termos de consciência. Eu sou consciente pelo que me cabe, eu corro atrás daquilo que é meu, me responsabilizo pelo que eu fiz. O ideal seria que a gente amadurecesse no todo, né? Para termos um uma boa noção de propósito de vida, precisamos ter capacidade, condição de assumir responsabilidade, porque propósito de vida é a maior responsabilidade que a gente tem. Como que eu, que sou imatura e não sou capaz de me responsabilizar, como é que eu vou querer seguir o meu propósito de vida? Eu não vou dar conta disso. Então, eu preciso investir no meu amadurecimento. Então, Joana de Angeles, no livro Conflitos Existenciais, capítulo 18, ela fala: "A autoconsciência ajuda a compreender que se torna necessário discernir para acertar. Insistir para lograr êxito. Trabalhar com Afinco nos propósitos escolhidos, dispondo-se a errar e a repetir a experiência, a perder a ingenuidade para adquirir maturidade, a vivenciar decepções que nascem das ilusões para compreender a realidade, mantendo coragem para não desanimar nem desistir, entregando-se à autocompaixão, a depressão. Bom, Joana num único parágrafo falou tudo que a gente não gosta de ouvir. Parece que hoje todo mundo tá fugindo de
coragem para não desanimar nem desistir, entregando-se à autocompaixão, a depressão. Bom, Joana num único parágrafo falou tudo que a gente não gosta de ouvir. Parece que hoje todo mundo tá fugindo de discernir. Ninguém mais quer discernir. Que que é que que é discernir? Discernir é parar, pensar, pesar, ponderar, avaliar, escolher. A gente não quer fazer. Dá muito trabalho. Ai, será que isso aí é bom? Mas ah, vamos discernir a respeito. Você discerniu bem? Onde está o seu discernimento? O que que precisa de mim? Precisa que eu pare, analise, investigue, estude, pondere, avalie, pese para daí falar: "Olha, no meu discernimento, eu acho que o bom é esse. Acho que o que a gente deve seguir é aquilo. A gente não quer fazer esse essa reflexão, essa análise, esse discernimento. Aí fala logo o que tem que fazer que eu faço. Ah, tá louco. Muita, muita falação que vai, que que tem que fazer? O que que você acha que você deve? E a gente vai seguindo o quê? A massa. A gente vai massificando, porque não quer ter o tempo de discernir o que é bom, o que é ruim, o que é melhor, o que é prioridade, o que não é, o que ético, o que não ético. A gente só vai, só vai. Que mais que ela fala? Trabalhar com afinco nos propósitos. Imagina trabalhar com a Finco. Ninguém mais quer trabalhar com a Finco. A gente quer trabalhar para cumprir obrigação, para receber o salário e poder ir gastar do jeito que a gente quer. Trabalhar com afinco, determinação, comprometimento em qualquer tarefa, não só na profissão. Qualquer coisa. Eu escolhi ser mãe, eu escolhi ser pai, trabalhar com a Finco. Que que me, que eu preciso? Quem é esse filho que está aqui? Eu não sei a respeito disso. Preciso estudar, preciso conversar com alguém, prestar atenção nele, dedicar tempo. Ai, cansa. A gente não quer trabalhar com a Finco para nada. Eu preciso trabalhar com a Finco no meu, na minha saúde do corpo. Preciso ir pra academia, cuidar da minha alimentação. Ah, não. Tem que ficar fazendo comida saudável, fitness, tem que ir pra academia,
u preciso trabalhar com a Finco no meu, na minha saúde do corpo. Preciso ir pra academia, cuidar da minha alimentação. Ah, não. Tem que ficar fazendo comida saudável, fitness, tem que ir pra academia, acordar mais cedo. Ai não, a gente não quer mais trabalhar com a Finco pra nada. A gente quer o fácil, rápido, fast, food, né? Manifeste tudo. Que mais que ela fala? Repetir experiência, errar até aprender. Também a gente não quer. A gente não quer errar. A gente quer ser o perfeito. Se a gente sabe que aquilo a gente não é muito bom, a gente larga. A gente não quer dar tempo, a gente não quer ter paciência para tentar uma vez, tentar duas vezes, até conseguir. A gente quer fazer só aquilo que a gente já é bom, porque aquilo que a gente já é bom não dá trabalho, a gente já faz no automático. A gente não quer dar tempo e oportunidade para experimentar coisas novas. Então, antigamente a gente queria aprender tudo. Ah, eu que eu era criança e aprender a fazer crochê, aprender a fazer tricô e tudo que dava de oportunidade. Aí tá tendo uma aula de inglês, não sei aonde, de demonstração, a gente ia, a gente queria aprender, queria se desenvolver. Hoje parece que todo mundo foge, foge de aprender outra língua, de desenvolver alguma alguma habilidade manual e eh de dedicar um tempo para algum hobby que seja de desenvolvimento, montar quebra-cabeça, seja lá o que for. A gente não quer trabalho, a gente não quer esforço, sacrifício, tudo isso a gente abominou, a gente deixou de lado, né? Que que acontece? Não amadurece. Por que não? Porque falta experiência, falta dedicação, falta comprometimento, falta esforço. É assim que a gente cresce. Agora eu ficar aqui no confortável, todo mundo faz, tá bem gostosinho, só no prazer, no lazer, eu vou amadurecer como não tem como. O amadurecimento é processo, é labor. Eu preciso pôr mão na massa, eu preciso buscar, me dedicar a isso. Então, a gente não amadurece. Se a gente não amadurece, onde a gente fica? na posição do camelo, só servindo aos
é processo, é labor. Eu preciso pôr mão na massa, eu preciso buscar, me dedicar a isso. Então, a gente não amadurece. Se a gente não amadurece, onde a gente fica? na posição do camelo, só servindo aos outros ou às vezes servindo aos próprios prazeres. A gente só faz aquilo que que é gostoso. A gente não a gente perde a chance de conhecer a si, de de se dedicar a si mesmo, ao próprio eh propósito, a descobrir quem você é, para saber o que te cabe na vida, que que seu espírito te pede, qual é o chamado do seu selfie. Eu tô ocupada com coisas passageiras, né? Tô aqui com a maioria, né? Tô aqui com a massa. Então, era essa, era essa reflexão de hoje, que a gente presta atenção na nossa consciência crítica pra gente não se deixar arrastar pela massificação, pelos padrões estabelecidos, que a gente use mais nosso livre arbítrio fazendo escolhas. Mas para fazer escolhas precisa ter esse discernimento, precisa ter essa diferenciação, precisa amadurecer para aceitar a nossa responsabilidade. Somente assim a gente vive, vai viver a nossa vida. a gente vai descobrir o nosso propósito, diferenciando dessa massa, né? Então, a Joana fala que os níveis de consciência num primeiro momento é eu, meu, minha família. Aí a gente acorda um pouco e a gente fala: "Nossa, mas tem outras pessoas, né?" Aí a gente vai pro nosso nosso grupo, nosso nossa religião, nossa escola, nosso time de futebol, nosso partido. Ainda não tá legal. Tem um ponto a mais para desenvolver, que é onde tá Jesus. Aí a gente amplia mais e aí a gente fala de todos, ou seja, a grande família humana, né? É todos. Não importa time, não importa grupo, não importa a família, todos somos todos, né? Fica então essa reflexão para esse encontro de hoje. Eu espero vocês semana que vem, se Deus quiser. Até lá.
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