T04:E12 • Conflitos Emocionais e Morais • Culpa
Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 04 - Conflitos Emocionais e Morais Episódio 12 - Culpa ► Referências Bibliográficas • Momentos de consciência, cap. 6; • Desperte e seja feliz, cap. 9; • Conflitos existenciais, cap. 6; • O despertar do Espírito, cap. 2 e 8. » Apresentação: Cristiane Beira
Olá sejam bem-vindos a mais um psicologia espírita com Joana de Angelis no episódio de hoje eu gostaria de começar de uma forma um pouco diferente Gostaria de promover um estímulo ao nosso mundo interior então eu convido vocês aqueles que se sentirem confortáveis para que fechem os olhos por alguns instantes e apenas Sigam as minhas orientações então de olhos fechados procurem concentrar a sua atenção na respiração é uma forma de voltarmos a nossa atenção para o mundo de dentro seguirmos o convite que Joana muitas vezes nos faz de mergulharmos para dentro de viajarmos para dentro então prestando atenção na respiração procure se acalmar procure a serenar os pensamentos por meio de uma respiração mais lenta procure prestar atenção em todas as fases da respiração inspire levemente pausadamente devagar retém o ar nos pulmões cheios depois libere o ar também de forma calma Serena segure um pouco os pulmões esvaziados e depois retome então continue nessa respiração dessas quatro fases inspira segura expira e segura primeiro segura pulmão cheio depois segura com os pulmões esvaziados e ainda com atenção na respiração e procurando esse momento de introspecção de pensamento calmo conseguindo também harmonizar um pouco mais nosso próprio corpo trazendo um pouco mais de leveza vamos agora buscar em nosso nosso passado em nossa história em nossas vivências alguma que tenha relação com arrependimento o que vem a sua mente Você se lembra de algo que produzem você algum tipo de arrependimento do que você já se arrependeu você se recorda da experiência do pensamento do que você sentia procure evocar essa experiência trazer de volta a consciência escolha um desses momentos uma dessas situações em que nos arrependemos de algo que tenhamos feito agora procure fazer uma experiência de tentar como se você pudesse se desmembrar como se um outro lado se eu pudesse se distanciar um pouco e observar você mesmo procure olhar como se você estivesse agora de fora da situação da mente e da emoção como se você estivesse analisando
r como se um outro lado se eu pudesse se distanciar um pouco e observar você mesmo procure olhar como se você estivesse agora de fora da situação da mente e da emoção como se você estivesse analisando uma outra pessoa como se fosse uma experiência que alguém te Contasse o que você diria para essa pessoa que você assiste que você observa Observe que o rosto dela expressa uma certa angústia ela não queria ter feito que fez agido como agiu Ela traz a culpa O arrependimento ela não está bem ela não está feliz consigo própria nesse instante o que você diria a ela o que você tem vontade de fazer Você tem vontade de abraçá-la você cobraria dessa pessoa você apontaria o dedo você faria um sermão você mostraria a ela que você está desapontado com a atitude ou você ficaria compadecido você sentiria empatia e teria vontade de se aproximar e dizer está tudo bem você não precisa ser perfeito ainda Isso faz parte do processo de crescimento você não é diferente de todos que estamos e fazemos parte da família humana me dê um abraço e vamos nos comprometer juntos em retomar o caminho Não vamos deixar que esse arrependimento faça com que nossos passos sejam parados não vamos cair num estado de estagnação vamos respirar fundo e vamos seguir em frente qual dessas duas posturas traria maior benefício um sermão um dedo que se aponta uma decepção um olhar de decepção ou a empatia a compaixão e o estímulo para continuar não é muito difícil de percebermos que faremos mais bem quando optamos pela empatia e pelo estímulo para seguir em frente então podem abrir os olhos aqueles que se entregaram a experiência e podemos agora refletir juntos com Joana trazendo já um pouco mais próxima mais próximo o tema da culpa nada como pensar a respeito de algo que está próximo a flor da pele nada como aprender sobre uma experiência que se vive é mais difícil a gente aprender a distância olhando porque a gente cai no julgamento mas quando a gente vive na própria pele quando a gente sente a experiência ela é muito mais rica por
ia que se vive é mais difícil a gente aprender a distância olhando porque a gente cai no julgamento mas quando a gente vive na própria pele quando a gente sente a experiência ela é muito mais rica por isso que Jesus disse não julgueis porque quando a gente Analisa de Fora ponto o dedo e avaliar ele devia fazer isso onde já se viu ter feito aquilo meu Deus que absurdo aqui de longe a gente não tem todos os critérios as referências para poder falar com propriedade tanto que a gente sabe que quando chega a nossa vez de estar naquele lugar a gente muda Nossa opinião Quantas vezes a gente escuta pessoas falar falarem Nossa eu achava que era assim até eu passar por isso e percebi que não era nada como imaginava era muito mais profundo do que aquilo que eu era capaz de conceber tanto que hoje a gente diz quando a gente observa alguém passando por uma experiência que a gente ainda não passou pelo menos na atual existência a gente costuma dizer não posso imaginar como é estar no seu lugar isso é o mais verdadeiro eu não tenho palavras para dizer porque eu não sei o que é viver o que você está vivendo porque eu ainda não Vivi nessa vida não tenho consciência não passei pela experiência então hoje a gente já consegue perceber que é muito diferente você viver a experiência de você falar sobre a experiência então acho que é próprio É adequado que a gente comece falando sobre a culpa trazendo essa empatia para que a gente não gaste o nosso tempo aqui raciocinando sobre a culpa condenando acusando se arrependendo no sentido de se sentir vítima ou de se sentir um nada que a gente possa daqui até o final do nosso encontro de hoje manter essa empatia no nosso coração com a gente e com aqueles que nos magoaram que se arrependem do que fizeram com a gente que a gente procure olhar com esse olhar cristão que é um olhar amoroso que é um olhar mais Consciente e que não exige de um ser humano no grau de evolução que nós estamos algo que é impossível de se ter que é Não pode errar porque para falar da culpa nós
um olhar amoroso que é um olhar mais Consciente e que não exige de um ser humano no grau de evolução que nós estamos algo que é impossível de se ter que é Não pode errar porque para falar da culpa nós vamos falar do erro é o erro a consciência do erro que promove a culpa porque a gente comete erros e nem sabemos que estamos cometendo erros e a gente comete Mas por que ainda somos inconscientes dos erros de alguns erros que cometemos não somos visitados pela culpa porque não conhecemos a situação a culpa só aparece quando a consciência se dá conta do que foi feito enxerga e entende e é capaz de analisar o ato como equivocado porque também existem pessoas que não enxergam o ato que tenham feito como do Mal como errado como ruim como nocivo como não saudável E aí alguém que está do lado de fora fala mais que absurdo isso que você está fazendo não é bom mas a pessoa acredita que ela está fazendo uma coisa boa por isso que a gente fala a intenção que vai ser analisada porque ela vai se sentir culpado ou não de acordo com a interpretação que ela faz aquilo que ela faz dá ação do comportamento dela a gente olhando para trás na história da humanidade a gente vai ver Absurdos que já se foram praticados que já foram praticados nós já praticamos Absurdos que hoje a gente não faria e naquela época em vidas anteriores para a gente era ok nós não tínhamos uma visão uma uma compreensão de que aquilo não era bom então a culpa vai ter relação com um erro que se tornou consciente eu sinto culpa quando eu já tenho consciência para analisar o que eu fiz eu sou capaz de entender que aquilo não era adequado não era saudável quando eu descrevo desse jeito é algo que a gente até deveria ficar feliz Nossa eu já sou capaz de enxergar o erro como erro eu já tenho consciência para me avaliar e já tenho coragem de dizer Cris isso não foi bom você se equivocou aqui você exagerou você se omitiu você foi egoísta Você não pensou no outro Chris não foi adequado que você fez isso já é uma conquista enorme
coragem de dizer Cris isso não foi bom você se equivocou aqui você exagerou você se omitiu você foi egoísta Você não pensou no outro Chris não foi adequado que você fez isso já é uma conquista enorme porque até hoje a maioria de nós ainda vai buscar justificativas para dizer não mas eu precisava fazer Ah mas você tá falando isso que é porque você não viu a situação e a gente vai insistir em tentar dizer que aquilo que a gente fez era bom a gente ainda muitos de nós negamos aquela consciência que quer brotar dizer será que o que você tá fazendo Tá bom será que você não poderia fazer melhor Isso é muita coragem para a gente romper e falar não eu tô fazendo errado eu preciso me modificar porque isso vai gerar todo um processo de transformação de autoconhecimento de auto iluminação que é difícil Então se a gente já tem condição de compreender de entender um ato errado e a gente já se cobra por isso isso é um grau de evolução que já foi alcançado então a gente poderia ter essa postura de obrigada obrigado sou muito agradecido porque eu já consigo me culpar mas aí Joana vai nos ensinar que quando a gente fala já consigo me culpar a gente evoca a culpa que é típica de lá de trás e a culpa de lá de trás é uma culpa que é vista como passível de ser condenada para onde o culpado vai ah ele é culpado então ele vai para prisão que que se faz na prisão nada fica lá esperando sendo punido por algum de alguma forma porque você foi limitado do livre arbítrio de ir e vir seja porque você lá dentro não sei nas prisões que já existiram os Absurdos que foram cometidos é punição então o culpado vai ser punido Joana de hoje eles fala que isso não nos ajuda porque o objetivo da culpa não é ser punido Então como a gente já tem muito embutido no conceito de culpa a punição que é um resgate por meio do não fazer nada mas ficar sendo punido de alguma forma ela diz vamos usar outra palavra que vai querer dizer a mesma coisa mas vai nos libertar desse passado arquetípico da imagem que a gente traz de culpa então Joana fala
car sendo punido de alguma forma ela diz vamos usar outra palavra que vai querer dizer a mesma coisa mas vai nos libertar desse passado arquetípico da imagem que a gente traz de culpa então Joana fala vamos falar sobre responsabilidade verdade então ao invés de dizer eu fui culpada por aquele mal que acabou de acontecer eu vou dizer eu fui responsável por esse mal que acabou de acontecer porque quando eu falo eu sou responsável eu evoco em mim outras posturas porque quando eu me sinto responsável eu vou ter que dar conta daquilo então eu já me posiciono como eu vou dar um jeito gente eu vou resolver me perdoe me desculpe eu vou correr atrás de ressarcir eu vou tentar consertar e se eu não for capaz Pelo menos eu vou me desculpar eu vou me mexer então a culpa vai nos levar inconscientemente há lugares em que a gente espera ser punido enquanto que a responsabilidade nos leva para frente do que que eu vou fazer para resolver por isso que Joana fala vamos usar menos roupa e mais responsabilidade porque internamente psicologicamente a gente engrena lugares diferentes culpa vai me remeter a ser punida e para prisão não fazer nada esperar não mereço eu mereço sofrer enquanto que a responsabilidade vai me levar para aí agora se a sua responsabilidade corre atrás se vira vamos faz acontecer então nosso acordo Inicial é esse Vamos ser empáticos e compassivos para a gente falar sobre nossas culpas porque isso também esse também é objetivo que a gente não gaste nosso tempo tentando apontar erros eu vou pensar hoje nas culpas do que os outros fizeram porque eu não vou acessar os outros eu não posso mexer com a vida dos outros e modificar os outros não tem esse poder porque eles têm livre arbítrio eles vão se transformar se quiserem quando quiserem mas eu tenho atuação sobre mim mesma então que a gente gasta esse tempo hoje pensando nas próprias questões naquilo que nos Aperta que a gente fica triste quando lembra que a gente não gostaria de ter feito que a gente sente porque naquela vez a gente agiu assim
sse tempo hoje pensando nas próprias questões naquilo que nos Aperta que a gente fica triste quando lembra que a gente não gostaria de ter feito que a gente sente porque naquela vez a gente agiu assim então vamos trazer isso de volta e vamos tentar olhar para isso de uma forma pedagógica didática como vamos crescer a partir disso vamos aprender com isso sem ir para o caminho de punição de eu mereço sofrer mas que que eu faço a partir disso como é que Eu transformo isso em crescimento Então vamos mergulhar nas obras de Joana achei interessante porque no livro Desperte seja feliz e acho esse tema tão esse título tão motivador né desperte e seja feliz a Joana para falar sobre arrependimento ela vai trazer exemplos que nos acalma o coração porque ela mostra a personagens enormes se arrependendo é como se ela falasse viu gente calma porque você se arrependem mas olha quem mais já se arrependeu Então tudo bem faz parte vocês não são a gente não é tão pequeno porque a gente se arrepende e ela traz por exemplo senão Pedro senão Pedro se negou a conhecer Desculpa se não Pedro vamos começar de novo gente desperte seja feliz Capítulo 9 Joana diz senão Pedro negou conhecer Jesus É verdade porém arrependendo se entregou ele toda a existência a partir daquele momento tornando-se um pilar de segurança para o erguimento da igreja da Revelação espiritual então Simão Pedro o apóstolo Pedro se arrependeu só que o que ele fez ele não quis ir para prisão E se martirizar ele passou a viver no lugar de Jesus no sentido de que eu vou dar continuidade eu vou fazer valer a vida que Jesus trouxe eu vou ser a continuação do meu jeito do meu tamanho na minha condição mas eu vou ser a continuação do Cristo na terra então ele se dedicou a mensagem de Jesus então ele se arrependeu e trabalhou e ressignificou e recuperou a sua paz de espírito trabalhando pelo amor pelo bem Maria de Madalena vivia na Luxúria e na licenciosidade cercada de loucuras e paixões conhecendo mestre arrependeu-se renovando-se e reparou tomada pela lepra
de espírito trabalhando pelo amor pelo bem Maria de Madalena vivia na Luxúria e na licenciosidade cercada de loucuras e paixões conhecendo mestre arrependeu-se renovando-se e reparou tomada pela lepra os males que fizeram a si mesmo Maria de Madalena Então fez de novo essa transformação na própria vida passou a atender leprosos a cuidar das Chagas e acabou-se contagiando e deu a vida em benefício do amor do Cuidado Com aqueles necessitados Então se arrependeu e fez um propósito de vida Nobre a partir do seu arrependimento já que eu o cobrador de impostos escorchava as suas vítimas com taxas altas arrependendo se após o contato com o senhor recuperou-se tornando-se exemplo de abnegação e de bondade Então veja ele também estava praticando o que é justo é justo que se cobre Não estou não estou fazendo aquilo que não está na lei mas existe um dever moral que foi despertado quando ele encontrou com Jesus ainda que a lei de hoje me permita extorquir o meu dever moral me convida a não fazer nem tudo Tudo Posso mas Nem Tudo me Convém então ele se modifica ele Continua trabalhando mas agora com um olhar amoroso dentro do seu próprio trabalho e Judas iscariote né o símbolo maior após trair o amigo arrependeu e sem estrutura moral enlouqueceu arrojando o seu suicídio em Fame Então esse foi um exemplo de uma forma que não foi boa para ele o arrependimento ele fugiu ele se negou a se transformar porque ele poderia ter feito a mesma coisa vou viver para Cristo vou passar por onde eu for e levar a mensagem desse que eu ajudei a matar mas ele não naquele momento ele não deu conta e tudo bem E tudo bem porque Deus permite que a gente tente de novo que a gente tem de novo e a gente conhece a reencarnação onde ele vai se redimir como Joana D'arc então ele volta séculos depois e ele tem chance daí sim morrer em nome da divindade dos amigos espíritos que falavam com ela e da Luta pelo pelo bem por aquilo que ela acreditou que seria o bem coletivo bem comum então mesmo quando a gente não dê conta de fazer
r em nome da divindade dos amigos espíritos que falavam com ela e da Luta pelo pelo bem por aquilo que ela acreditou que seria o bem coletivo bem comum então mesmo quando a gente não dê conta de fazer esse movimento de pegar achar rua e não olhar para trás ai me arrependi mas espera aí que eu vou me resolver e eu vou me reequilibrar Não dei conta tudo bem Deus permite que depois eu volte eu mais sofrimento mas eu não determino um caminho não fecho as portas as portas nunca são fechadas então é fatal que a gente vai crescer é fatal que a gente vai se aperfeiçoar e ser tornar perfeito e é fatal que a gente vai ser feliz a gente pode demorar mais ou menos mas a gente vai chegar lá onde Jesus já se encontra Então não é pelo caminho do sentar e chorar de se arrepender e querer ser punido que a gente vai acelerar o progresso a gente acelera o progresso não perdendo tempo diante da culpa ponto mãos à obra para tentar uma reforma uma transformação Resgate um ressarcimento aquilo que foi capaz de aquele que for possível de ser feito e nesse mesmo livro ela fala que somente quando a consciência desperta isso pesa os danos causados é que o arrependimento honesto toma corpo e domina buscando meios para reparação dos males que foram praticados por si mesmo embora seja um passo significativo na elevação do caráter O arrependimento não basta Face inadiável o dever de ressarcir os prejuízos de reparar os males praticados O arrependimento é luz na consciência a reparação é consciência do dever em Ação Então acho que essa frase resume essa primeira reflexão do nosso encontro de hoje O arrependimento é o primeiro passo é a luz da consciência acordei despertei percebi sou capaz de avaliar e perceber que isso que eu fiz não foi bom não adianta Só isso seu primeiro passo segundo passo a reparação a reparação é a consciência do dever em Ação então primeiro eu acordo tomo consciência daí pela consciência põe mãos à massa e tento ajustar aquilo que me é possível aquilo que eu posso fazer Ah mas eu não
aração é a consciência do dever em Ação então primeiro eu acordo tomo consciência daí pela consciência põe mãos à massa e tento ajustar aquilo que me é possível aquilo que eu posso fazer Ah mas eu não tenho como reparar o mal dessa culpa que eu carrego as pessoas nem estão mais aqui agora Então veja Jesus já não estava mais encarnado para Pedro reparar ou A negação com ele e para Judas também se reposicionar e enfim mas eles vão praticar o bem em homenagem aquilo que eles não podem reparar especificamente a lei Divina não quer que a gente vai que a gente vai acertar aquela injustiça que a gente criou aquela injustiça faz parte da justiça divina Deus dá conta de ressarcir e de a justiça é de Deus eu não tenho que ser o elemento de fazer justiça Ah eu ofendi alguém então agora eu tenho que ir lá e desofender essa pessoa porque eu preciso me ressarcir com ela não esse ato que aconteceu da ofensa está previsto na lei divina e e Deus vai dar conta de que tudo isso se ajuste então não cabe a mim tomar conta da coisa em si o que cabe a mim é a transformação interna então eu não preciso se eu puder voltar e falar com a pessoa ótimo porque eu vou me sentir inclusive melhor mas se eu não tiver mais chance a pessoa não está aqui não tem condição em homenagem a ela eu vou levar palavras boas para tantas outras pessoas é esse objetivo Divino não é que eu vá acertar contas é que eu aprendo com as contas que eu fiz erradas então objetivo não é que a gente volte lá para pagar e pronto agora tá em ordem não Aprenda com a conta que você fez mal feita que você foi ruim Aprenda a se transformar em outra pessoa pronto é isso então eu não preciso ficar vinculada onde eu cometi o erro o erro vai deve gerar em mim um arrependimento acordei e em seguida uma reparação no sentido de vou mudar o meu comportamento vou fazer o bem no lugar do mal que eu estava fazendo Esse é o plano Divino não é e acertar contas particularmente é usar o erro para crescer se transformar e ser agora uma pessoa melhor no ambiente onde vive
r o bem no lugar do mal que eu estava fazendo Esse é o plano Divino não é e acertar contas particularmente é usar o erro para crescer se transformar e ser agora uma pessoa melhor no ambiente onde vive vamos para outro livro momentos de consciência Capítulo 6 ela ainda vai trazer essa questão da tomada de consciência para que a gente perceba que não foi adequado para que a gente aprenda com o erro e para que a gente seja melhor para que a gente evolua e aquele erro que a gente cometeu numa vigilância a gente já não cometa mais porque agora a gente já sabe que não é assim que faz como qualquer coisa básica do nosso dia a dia a gente tem mil exemplos no dia a dia que a gente vai fazer uma coisa e viu que aquilo não funcionou Eu fui mexer com alguma coisa ele vem um choque já sei que não é assim que faz para mexer com aquilo que eu mexi então eu vou procurar para mexer vou lembrar que eu preciso tirar da tomada para não ficar levando choque toda vez que eu quiser mexer com aquilo para tudo é assim se eu vou falar com alguém de um jeito e eu percebi que aquilo foi dramático foi drástico então eu não vou falar de novo com a pessoa da mesma forma eu vou procurar outra forma de falar porque eu não quero repetir a situação vida esse é o mecanismo do erro é mostrar para a gente o não fazer ou não caminho ou não bom o que não é saudável e aí a gente entende Ah entendi isso aqui tu não é bom então vamos tentar uma segunda alternativa uma terceira alternativa Até que a gente encontre aquela que é realmente a ideal a que está alinhada com as leis divinas então a tomada de consciência é esse símbolo para mudança então Joana diz no momento da consciência Capítulo 6 a culpa surge como forma de Catarse necessária para libertação de conflitos a culpa vem para eu poder falar eu me arrependo o que que eu fui fazer eu ponho para fora aquele nó que estava Porque na hora que eu fiz o mal talvez eu tivesse irritada e eu nem me arrependi não porque eu estou no auge de Uma emoção que desperta em mim uma
eu fui fazer eu ponho para fora aquele nó que estava Porque na hora que eu fiz o mal talvez eu tivesse irritada e eu nem me arrependi não porque eu estou no auge de Uma emoção que desperta em mim uma postura um comportamento de defesa de ataque e aí eu vou para casa bufando só que depois que essa emoção acalma e que eu faço uma avaliação mais racional eu falar mas posso não precisava podia ter feito diferente aí surgiu arrependimento e a culpa que me dá pelo que eu fiz Joana diz é uma forma de cartaz Porque daí eu ponho para fora não devia ter feito Que pena eu não fui feliz nessa hora então eu tô pondo para fora aquilo que ficou guardado que não era bom é uma Catarse então encontra-se em esculpida nos alicerces do espírito e manifesta-se em expressão consciente ou através de complexos mecanismos de auto punição inconsciente que não é bom se eu não ponho para fora se eu não falo a respeito se eu não vou tentar modificar a partir do erro se eu fico mantendo isso dentro de mim arrependi arrependida eu vou gerar Auto punição porque de alguma forma eu preciso sentir que eu estou ressarcindo se eu não vou ressarcir porque eu quero eu acabo ressarcindo passivamente sabe o alto boicote a somatização eu Gero doença eu Gero problema e inconscientemente eu tô fazendo isso para me punir porque eu me sinto culpada pelo que eu fiz por isso que ir tentar resolver fora dói menos do que eu ficar sentado esperando aparecer uma punição que não é de Deus é da minha própria consciência ou do meu inconsciente que gera em mim algo para eu passar por algo que eu preciso que eu sinto que eu preciso para resgatar então a gente não precisa ficar sentado esperando a dor chegar a gente pode sair trabalhar para que essa dor não precisa chegar e a gente aprenda no amor na caridade nas práticas das virtudes Joana disse que o arrependimento tem como finalidade dar a perceber a dimensão do delito do gravame de modo que o indivíduo conscientiza-se do que praticou formulando propósitos de não reincidência por que que então dá essa
endimento tem como finalidade dar a perceber a dimensão do delito do gravame de modo que o indivíduo conscientiza-se do que praticou formulando propósitos de não reincidência por que que então dá essa dor essa angústia ai tô arrependida que culpa que eu carrego por quê Para que eu percebo é um chacoalhão presta atenção no que você fez visita o que você fez analisa o que você fez e Se comprometa de não fazer de novo é pedagógico é para a gente aprender a não repetir erros senão a gente ficaria muito atrasado se não doesse a gente não evoluiria a gente demoraria muito para evoluir o sofrimento acaba no livro Plenitude Joana fala o livro inteiro do sofrimento como mecanismo de progresso ele nos convida buscar uma alternativa E aí a gente sai do lugar a gente cresce a culpa também deveria ser catapulta para a gente ir para um lugar e nunca mais voltar nesse aqui do erro que cometeu cometeu não se controlou não tava prestando atenção tá bom Agora pega isso e põe de combustível para você avançar e sair desse lugar porque Quantas vezes a gente fica fazendo o mesmo erro ao longo de uma vida e a gente se arrepende e a gente se arrepende e a gente se arrepende é para falar mas vai ficar se arrependo até mexa-se você já viu uma vez que você falou assim com alguém você não gostou porque você repete você fala de novo cadê a vontade para fechar a boca esse vigiar para se modificar ai mas eu não consigo não consigo uma vez duas vezes mas eu nunca consigo Então você é diferente da Criação Divina porque Deus deu competência a gente pode não acertar na primeira na segunda mas uma hora o negócio é para ir se não a gente tem que ser questionar que eu tô fazendo errado então Joana diz que a permanência na sua análise a discussão íntima em torno do que eu deveria ou não ter feito naquela ocasião se eu ficar ali só remoendo e não por ação e não agir e não modificar torna-se cravo perturbador fincado no painel da consciência então eu falo Ah eu tô arrependida porque semana passada eu falei com uma pessoa que eu gosto de
o e não por ação e não agir e não modificar torna-se cravo perturbador fincado no painel da consciência então eu falo Ah eu tô arrependida porque semana passada eu falei com uma pessoa que eu gosto de um jeito inadequado ela ficou tão chorando sentida daqui dois meses Nossa eu carrego uma culpa porque eu falei com uma pessoa dois meses atrás daqui dois anos Nossa eu faz dois anos que eu lembro que eu e aí isso vira um cravo fincado que mais me atormenta me faz mal Isso vai desenvolver vai vai aumentar uma ferida que tá ali ela vai crescer ela vai me atormentar e eu não resolvi então se a semana passada você tomou consciência que a semana passada você falou de uma forma inadequada haja a respeito Liga para a pessoa queria me desculpar Hoje eu tô consciente que não foi o jeito melhor que eu tinha para falar me desculpe haja tome ação se não isso fica só lá dentro isso vai remoendo né O arrependimento quando não estão se transforma em reparação ele consome o nosso mundo íntimo eles garçam o tecido emocional o tecido psicológico e ele abre buracos ele forma feridas que vão se manifestar na vida no corpo e a gente não vai gostar do resultado então Dê alguma forma Quem cultiva a culpa e não se mexe na reparação não deseja libertar-se então postura contrazendo-se irresponsavelmente Águas Passadas não movem moinhos afirma o brocado Popular com sabedoria as lembranças negativas entorpecem com entusiasmo para as ações edificantes únicas portadoras de esperança para liberação da culpa então arrependimento é fase 1 e a gente precisa prestar atenção para não demorar muito para fase 2 que é a reparação que é a ação que é a movimentação pegar essa rua e andar para frente bom agora nós vamos lá para os conflitos existenciais Capítulo 6 que Joana vai nos falar um pouquinho sobre as causas da culpa a origem de onde vem como ela se instala né então ali naquele livro Ela diz que duas são as causas psicológicas da culpa uma aqui procede da sombra escura do passado da consciência que se sente responsável por
de onde vem como ela se instala né então ali naquele livro Ela diz que duas são as causas psicológicas da culpa uma aqui procede da sombra escura do passado da consciência que se sente responsável por males que haja praticado em relação ao outro e dois então uma é do passado que eu fiz e às vezes é de outras vidas que eu carrego uma culpa que eu não me conforme até hoje o que eu aprontei lá e a segunda tem origem na infância como decorrência da educação que ele foi ministrada a culpa é resultado da raiva que alguém sente contra si mesmo voltada para dentro em forma de sensação de algo que foi feito erradamente bom então lá do meu passado e segundo da infância por situações que não foram bem digeridas e a criança não tem ego para fazer análise para entender o que é dela o que é do outro e ela se mistura com os conteúdos dos adultos e ela acaba se sentindo culpada às vezes por coisa que nem era dela então Joana diz que na primeira aquela do nosso passado apresenta-se como uma forte impregnação emocional em forma de representações ou ideias que são lembranças inconscientes parcial ou totalmente reprimidas que ressurgem nos comportamentos nos sonhos com fortes tintas de conflito psicológico então a gente fala assim Nossa essa pessoa não se permite ser feliz quando ela está na eminência de ser feliz ela se boicota a gente não vê isso muito provavelmente tem uma causa de um passado ela não se permite porque ela se cobra ela se cobra vamos pegar um exemplo simples né superficial quase para a gente entender vamos supor que eu lembro uma vez quando eu era criança para trazer um exemplo pessoal eu lembro uma vez quando era criança eu tenho um irmão gêmeo e a gente vivia grudado e eu lembro uma vez que a gente saindo para andar de bicicleta eu quebrei atleta dele e eu não me senti bem de sair para andar de bicicleta como que eu vou curtir se ele não vai poder ir porque eu atrapalhei a ida dele então era mais ou menos isso que tinha acontecido então sabe quando a gente não se permite viver
para andar de bicicleta como que eu vou curtir se ele não vai poder ir porque eu atrapalhei a ida dele então era mais ou menos isso que tinha acontecido então sabe quando a gente não se permite viver uma coisa porque de alguma forma a gente sabe que a gente não permitiu que o outro vivesse Quantas vezes a gente fala assim como que eu vou lá agora sendo que eu atrapalhei o outro se o outro não vai porque que eu posso ir às vezes a gente se sente culpado por exemplo um filho não pode passar por alguma coisa e a gente falar esse meu filho não pode ir eu também não posso ou o contrário eu como filho tenho chance de viver alguma coisa que meu pai e minha mãe não puderam viver e eu me culpo por isso como que eu vou desfrutar disso se os pais que me deram tudo não tem chance então eu não vou Quantas vezes o filho não se sente livre para voar para crescer porque ele se sente culpado de fazer isso porque os pais não puderam né são mecanismos malucos da nossa mente porque o que os pais mais querem é que o filho voe para onde os pais não puderam mas às vezes o filho não se sente confortável no sentido de às vezes ele tem os próprios conflitos e ele se sente culpado se ele fizer esse movimento e por que que um filho se sente outro não porque ele deve carregar culpas do passado e essas culpas se manifestam nessa situação atual então provavelmente a culpa que ele sente não é porque ele pode voar e o pai com a mãe não puder é porque num passado ele já teve alguma questão que ele se sentiu culpado e aquele passado volta como se vestisse da situação atual Então não é isso que ele está vivendo que tá dando culpa mas isso faz reverberação faz referência algo que ele já viveu e ele mistura inconscientemente as situações E aí ele não consegue nem explicar porque mas ele não consegue viver uma coisa porque ele se sente culpado porque o pai não pode viver essa mente que a gente tem por isso que a gente precisa do autoconhecimento das terapias da meditação da oração da conversa consigo mesmo como Santo
ue ele se sente culpado porque o pai não pode viver essa mente que a gente tem por isso que a gente precisa do autoconhecimento das terapias da meditação da oração da conversa consigo mesmo como Santo Agostinho nos falava ao final de cada dia porque não é simples pelo contrário é muito complexo o funcionamento da nossa psique o como as emoções se relacionam como elas fazem referência umas das outras e às vezes a emoção que eu tô vivendo hoje não é de hoje ela tá contagiada por outras parecidas né os complexos se apresentam né aquilo que eu vivi lá atrás volta e aí a gente vive hoje como se fosse o passado a gente já falou bastante disso em ocasiões passadas né então Joana faz isso que a gente apresenta assim como forte impregnação emocional e faz com que a gente se Puna quando a gente tem algo que é lá de trás é a gente acaba querendo inconscientemente se punir porque a gente acha que não merece aquilo que a gente tem e na segunda no caso da infância a gente tá falando da origem né da culpa na segunda ela fala normalmente exige-se que o educando seja parcial adulador concordando com as ideias dos adultos né pais educadores que estabelecem os parâmetros da sua conduta tem que ser assim tem que pensar desse jeito tem que acreditar nisso tem que gostar daquilo sem terem em vista sua espontaneidade a sua liberdade de pensamento a sua visão da existência humana em desenvolvimento e formação esse espírito é diferente Lógico que a gente tem que dar condutas norteadoras né a gente tem que falar de virtudes a gente tem que estimular boas hábitos saudáveis mas hábitos saudáveis é assim você precisa se alimentar bem mas não precisa comer brócolis porque eu quero que você coma brócolis Se você gostar de outra enfim né você pode escolher tem tanta diversidade você precisa praticar uma atividade esportiva você não precisa fazer o balé porque eu quero que você faça balé se você é minha filha mas se quiser jogar futebol Ok é isso tem que dar a liberdade a espontaneidade para esse espírito ser
e esportiva você não precisa fazer o balé porque eu quero que você faça balé se você é minha filha mas se quiser jogar futebol Ok é isso tem que dar a liberdade a espontaneidade para esse espírito ser ele dentro de roteiros norteadores esse método abusivo é normalmente imposto a infância propiciando que a culpa se instale quando a criança dá-se conta de que pensa diferente dos seus pais a gente já não passou por isso quando a gente se percebeu Nossa mas acho que eu não sou muito parecida com a minha mãe com meu pai eu nesse ponto eu não sou parecida aí bota Brota culpa porque a criança tem como ídolo pai e mãe eles são os que sabem os que os que estão na frente os que são amadurecidos evoluídos E aí a gente tá muito diferente deles Nossa eu devo ser um erro eu devo ser uma pecadora eu devo ser do mal e a criança embuti uma culpa porque ela não corresponde ao que os pais queriam sendo que ela só é diferente e a gente julga como melhor ou pior e a criança assimila como sendo pior e carrega a culpa por ser pior e não corresponder o que os pais querem bom as consequências a cabrunha e desarticula os mecanismos da Fraternidade tornando o paciente arredio e triste quando não infeliz e desmotivado então a culpa quando não é elaborada quando não é analisada quando não é integrada ela acaba nos desmotivando e a gente acaba caindo em infelicidade em depressão as suas ações tornam-se policiadas pelo medo de cometer novos desatinos porque eu não sei lidar com a culpa com erro e aí ele acaba sendo empurrado para depressão vezes porém outras apresenta-se com nuances muito especiais mediante as quais há uma forma de escamotear através de escusas E justificações indevidas então quando eu não lido com a culpa que que eu preciso fazer como é que eu aprendo com isso Qual é a mudança que eu tenho que gerar quando eu fico lá eu sou culpada e joga isso por inconsciente não lido não trabalho não analiso ou eu vou ficando triste e acaba caindo em depressão ou eu acabo me alienando de mim justificando justificando Como se eu
eu sou culpada e joga isso por inconsciente não lido não trabalho não analiso ou eu vou ficando triste e acaba caindo em depressão ou eu acabo me alienando de mim justificando justificando Como se eu tivesse querendo fugir eu começo contar histórias para me convencer e eu me distancio da própria realidade eu vivo uma vida de fantasia de narrativas que eu vou criando para justificar o que eu fiz ao invés de falar errei eu fico justificando justificando justificando e acaba me distanciando da realidade né vive uma fantasia criada Joana nos traz ainda nesse conflitos existenciais Capítulo 6 uma Alerta né uma atenção quando ela fala do que reprimir a culpa tentar ignorar é tão negativo quanto aceitá-la como ocorrência natural sem o discernimento da gravidade das ações porque porque a gente vê também às vezes uma linha dizendo ai tudo faz parte assim mesmo tudo bem faz parte da evolução ninguém vai ser condenado eternamente é o fogo do inferno se errar mas isso é um extremo o outro extremo é passar a mão na cabeça errou mas Errou de novo aí tudo bem aí faz parte daí a gente nunca sai do erro também então Joana fala tão ruim quanto fingir que não errou e reprimir é falar que aí tá tudo bem errar ficar como se fosse assim culto ao erro então não o erro tem um sentido pedagógico ele faz eu ele faz com que eu saia daqui para lá não é que aqui tá bonitinho Então pode continuar errando Então não precisa mais evoluir vamos falar que isso é natural Tudo bem se é assim afinal de contas é você eu estou assim mas eu não vou ficar assim para sempre eu preciso crescer então se eu ficar passando a mão na cabeça de que ah você assim não liga não é seu temperamento está esse temperamento mas eu não vou ser assim para sempre então muita atenção porque hoje a gente está normalizando equívocos eu errar faz parte para crescer eu errar não faz parte de quem eu sou Então tudo bem eu continuo errando e a gente está normalizando muitas coisas a tal da normosa a patologia da normalidade coisas que não
rar faz parte para crescer eu errar não faz parte de quem eu sou Então tudo bem eu continuo errando e a gente está normalizando muitas coisas a tal da normosa a patologia da normalidade coisas que não são saudáveis estão sendo vendidas como saudáveis para não discriminar não é uma questão de discriminar é uma questão de empatizar compreender e estimular sair daquele lugar para melhorar senão a gente tá fazendo um culto a estagnação tá todo mundo bom já ninguém precisa sair mais do lugar vamos aceitar todo mundo e fica todo mundo aqui não é o que a gente acredita no espiritismo então Joana fala que a terapia O antídoto para a culpa é o perdão Esse perdão que poderá poderá ser direcionado a si a quem foi a vítima comunidade a natureza consciente do erro torna-se execível que se busque uma forma de reparação sempre a reparação E nenhuma é mais eficiente do que é auxiliar aquele a quem ofendeu prejudicou encejando-lhe a recomposição do que foi danificado quando possível quando não possível a gente vai fazer que nem os apóstolos fizeram a gente vai sair oferecendo o nosso melhor para o mundo como uma forma de ressignificar as ações equivocadas do passado no livro despertar do Espírito já indo aqui para os finalmentes eu gostaria de destacar dois capítulos no capítulo 2 Joana lembra de Adão e Eva que foi a primeira culpa da história né Comeu a tal da maçã a gente fala desse pecado esse ancestral dessa herança tábica do pecado original né que é quando a gente descobriu o bem o mal a árvore do bem e do mal tem sido através do processo de evolução um agente Cruel punitivo que vem desequilibrando o seu mecanismo psicológico desse modo a consciência de culpa torna-se tortura lúcida ou não para o emocional gerando tormentos que poderiam ser evitados Então em vez de culpa que aquilo que eu falei pecado surge o conceito de responsabilidade mediante a qual a colheita se deriva da semeadura sem qualquer expressão castradora do discernimento nem fatalista do sofrimento então é no
ilo que eu falei pecado surge o conceito de responsabilidade mediante a qual a colheita se deriva da semeadura sem qualquer expressão castradora do discernimento nem fatalista do sofrimento então é no despertar do espírito Joana apresenta essa tese Vamos parar de falar pecado culpa porque parece que a gente foi condenado expulso isso é uma coisa muito antiga muito ancestral hoje a gente já tem maturidade suficiente para lidar diferente com os erros então ao invés de invocar aquela culpa do pecado original que parece que então eu vou ter que pagar para o resto da vida ela fala vamos falar de responsabilidade responsabilidade quem tem adulto e quem adulto dá conta dos próprios erros então ao invés de culpa vamos nos colocar na posição de que sou responsável por aquilo que eu acabei de fazer eu vou arrumar eu vou consertar e vou reparar e ainda no capítulo no livro despertar do Espírito mas agora Capítulo 8 Ela traz o conceito de vergonha que tá muito linkado com o corpo qualquer dia a gente pode falar só da vergonha porque ela disse que o sentimento de culpa e de vergonha são ambivalentes a culpa Olha que interessante gente a culpa tem a ver com pensamentos palavras e ações tidos como errados do ponto de vista moral então quando eu pratico uma ação Quando eu digo uma palavra ou quando eu emito um pensamento tido como errado do ponto de vista moral eu fico ocupada quando eu tomo consciência disso eu fico culpada enquanto que a vergonha resulta de comportamentos considerados sujos ou inferiores então é a minha forma de agir não é algo que eu faça não é algo que eu direciono é o outro eu fiz isso para ele eu falei isso para ele eu pensei isso dele culpa agora eu me sinto suja eu me sinto em perfeita eu me sinto infeliz eu tenho vergonha de mim é como se fosse uma culpa por ser quem eu sou isso é muito triste isso é muito triste Então acho que vale realmente apenas a gente uma hora parar para conversar sobre a vergonha porque é a gente se condenar mas veja a gente está em
er quem eu sou isso é muito triste isso é muito triste Então acho que vale realmente apenas a gente uma hora parar para conversar sobre a vergonha porque é a gente se condenar mas veja a gente está em processo de evolução Ninguém é perfeito como que eu posso me sentir suja como que eu posso sentir que eu sou inadequada que eu não sou boa suficiente isso é conflito então que a gente pratique esse auto Amor você é linda boa suficiente sendo que você é tudo bem Você está no caminho então não se cobre não queira ser que você não é ainda Invista em você se ame se a gente olha para o nosso filho de quatro anos a gente vai falar Ai que vergonha você nem sabe fazer logaritmo Que vergonha você nem sabe o que que é organela citoplasmática da membrana não a gente não vai exigir ele não é Botânico ele não é médico ele não é engenheiro como é que eu vou exigir eu vou ter vergonha dele porque ele não sabe calcular e a gente exige isso da gente a gente queria ser perfeito e sem vergonha e ainda não ser Olha que cobrança Então o que a gente aceita e ainda nosso grau de evolução que está em desenvolvimento que a gente não se cobre então verifica aí se você carrega vergonha de si mesmo e vamos trabalhar com isso vamos praticar o alto amor nos relacionamentos sexuais podem expressar-se ambos os sentimentos culpa e e vergonha que são decorrentes de dos fatores examinados e cisteriosam como Medo de Amar rejeição castração impedindo um relacionamento saudável então quando eu carrego culpa quando eu carrego vergonha eu levo isso para os meus relacionamentos eu vou me posicionar como quem não merece eu não vou me abrir porque eu tenho medo que ele não gosta de mim se eu me mostrar porque afinal de contas eu tenho vergonha de mim então atrapalha muito nossa vida né então para a gente terminar Joana diz a culpa é uma carga emocional muito pesada e causadora de várias lesões íntimas enquanto a vergonha de condutas inadequadas ou de comportamento inconsequente se transforma em fator dissolventes da
diz a culpa é uma carga emocional muito pesada e causadora de várias lesões íntimas enquanto a vergonha de condutas inadequadas ou de comportamento inconsequente se transforma em fator dissolventes da personalidade não quero ser quem eu sou que se busca anular mediante autodepreciação e Auto punição então fica aqui esse convite porque a gente não caia nessas armadilhas para que a gente se ame para que a gente se Valorize para que a gente Cuide da gente porque a gente se perdoe para que a gente se aceite como a gente é para que a gente tenha consciência é só um anjo em produção em construção não estou pronta ainda as asinhas nem nasceram Mas eu sou um anjo é um vir a ser eu já estou condenada a ser anjo é fatal que eu seja perfeita um dia até lá tem muito trabalho pela frente mas eu não posso tratar com punição um anjo que está se formando então que a gente tenha esse olhar de Alto amor muito obrigada pela participação pela presença de vocês comigo e que Deus abençoe vocês nos próximos dias e a gente se vê se Deus quiser na próxima semana
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