T5:E4 • Propósito de vida • Perguntas e respostas

Mansão do Caminho 30/08/2023 (há 2 anos) 53:40 7,622 visualizações 830 curtidas

Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 05 - Propósito de vida Episódio 04 - Perguntas e respostas ► Recapitulação dos três primeiros episódios Referências: • Vida: Desafios e Soluções, cap. 2. • Amor, Imbatível Amor, cap. 1. • Momentos de Saúde e de Consciência, cap. 10. » Apresentação: Cristiane Beira

Transcrição

Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana de Angeles. No episódio de hoje, nós falaremos sobre aquilo que vocês têm comentado nos chats, têm deixado de comentar como comentários. é aquele momento em que a gente para um pouquinho a introdução de novos temas para que a gente reflita um pouco a respeito daquilo que ficou. Então eu vou acompanhando a participação de vocês. Depois eu colho essas essas perguntas ou comentários que vocês deixam e trago aqui para que a gente possa fazer um pouco dessa troca, já que durante os programas eh a gente optou por essa por esse encontro com uma aula mais expositiva. É, deixo aqui uma sugestão para que vocês depois do tema abordado, eu faço questão de frisar bem aonde está o tema nos livros da série psicológica de Joana de Angeles. E vocês podem inclusive ir, devem ir ler na fonte e vocês podem inclusive deixar para mim perguntas a respeito do que já passou, tá? Então fica essa sugestão. Por exemplo, Cris, eu sei que hoje você tá falando do tema X, mas na semana passada, depois que eu fui ler a respeito das sugestões da série psicológica, eu fiquei com essa dúvida ou achei interessante esse trecho, tá? Então vocês podem inclusive participar dessa forma, trazendo para mim no encontro o seguinte o que vocês eh retiraram dos livros quando vocês foram fazer a leitura ã da do original. Bom, eh vamos então retomar os os episódios 1, dois e três. Nós vamos falar um pouquinho de cada um. O episódio um, que é aquele em que eu introduzi o tema central. Então, nós falamos sobre propósito de vida, que é o roteiro central central desta temporada. Eu trouxe um uma um trechinho eh de todos os que a gente trabalhou. Eu escolhi um pra gente relembrar que está lá no livro Vida, Desafios e Soluções, capítulo dois. Quando Joana fala um pouquinho, lembra? Porque eu falei um pouco de meta de vida. É diferente de objetivo de vida que é diferente de propósito de vida. Eu preciso de algumas metas para alcançar o meu propósito. Às vezes eu tenho uma meta de vida que

falei um pouco de meta de vida. É diferente de objetivo de vida que é diferente de propósito de vida. Eu preciso de algumas metas para alcançar o meu propósito. Às vezes eu tenho uma meta de vida que se refere a algo que é material. Eu a meta de vida eu me sustentar. Eu me sustentar é uma meta, é algo que eu preciso de concreto. Agora, propósito de vida tem a ver com espírito. O meu propósito de vida é me melhorar. O meu propósito de vida é é ser útil à humanidade. O meu propósito de vida é vencer uma uma um vício que eu carrego. Mas eu tenho como meta formar uma família, ter a minha própria casa. Então, meta é diferente de propósito. E Joana diz no livro Vida, desafios e Soluções, capítulo 2, esse significado existencial somente é descoberto quando atinge um grau de elevada percepção da realidade que transcende o limite da forma física, transitória e experimental, que, todavia, pode e deve ser cultivada com alegria e saúde integral. Não se creia, portanto, equivocadamente, que a finalidade primeira da conjuntura existencial seja viver bem no sentido de acumular recursos, fluir comodidades, gozar de sensações que se renovam e se exaurem, alcançando o pódio da glória competitiva e todos esses equivalentes anelos do pensamento mágico infantil. partindo para as aspirações fenomênicas e miraculosas dos privilégios e regalias que não harmonizam o indivíduo com ele mesmo. Bom, Joana, que é uma cultura gigantesca, uma sabedoria imensa, traz pra gente nesse trecho, com uma escrita que precisa ser refletida, porque Joana é realmente muito culta, mas o que ela está dizendo pra gente é assim: o significado existencial ele transcende a forma física, a a forma experimental, a a matéria transcende que a gente entenda, mas ela diz assim, ó, no entanto, a gente precisa da forma física, a gente precisa da vida material, a gente precisa de recursos materiais, a gente precisa de lazer e de prazer, mas não como finalidade única e última. A gente precisa disso, mas a gente aproveita isso para crescer em espírito,

terial, a gente precisa de recursos materiais, a gente precisa de lazer e de prazer, mas não como finalidade única e última. A gente precisa disso, mas a gente aproveita isso para crescer em espírito, não só gozar a vida pelo gozo da vida. Eu vou gozar a vida para aprender a ser mais agradecido, para valorizar mais a vida, para aprender a gratidão, a alegria de viver. tem que tem tem que sempre transcender a matéria. Então ela diz, a finalidade primeira da vida não é acumular recursos, curtir a vida, comodidades, gozar de sensações, não. Isso daí é pensamento mágico do período infantil do ser humano em termos de escala evolutiva. É muita infantilidade espiritual nossa a gente achar que veio pra terra pr ver quem consegue ter a vida mais gostosa. Não é isso. Nosso objetivo aqui, nossa nossa nosso propósito de vida não é vir aqui. Ah, eu tive uma vida que foi uma delícia, eu só curti, foi só prazer. Eu comi o que eu queria. Eu gozei de todas as formas. matéria e prazer. Não, não é isso. Isso é infantilidade. É que nem a criança que acha que vai paraa escola para brincar no parquinho na hora do recreio, do intervalo. A gente vai pra escola para se desenvolver. Mas é óbvio que eu posso, enquanto eu estou na escola me desenvolvendo, brincar com o amiguinho na hora certa, curtir o parquinho no momento do intervalo, mas eu não vou pra escola para brincar e me divertir no na forma de prazer. No entanto, eu posso sim ir pra escola e crescer e aprender e me desenvolver de uma forma gostosa. Não precisa ser tortura. É isso que Joana tá dizendo. Eu posso vir paraa Terra e posso crescer espiritualmente de uma forma leve. A gente vê inclusive aquelas personagens que nos são referência. Vamos pegar o próprio Divaldo. Se a gente analisar o a vida do Divaldo em termos de sacrifício, de abnegação, de resignação, uh, a gente não consegue nem imaginar o que é viver ou que ele viveu, a vida, o tanto que ele, do que ele abriu mão, que ele foi capaz de construir. Ele, tio Nilson, sob a orientação de Joana, essa

o, uh, a gente não consegue nem imaginar o que é viver ou que ele viveu, a vida, o tanto que ele, do que ele abriu mão, que ele foi capaz de construir. Ele, tio Nilson, sob a orientação de Joana, essa cidade que ele construiu, a mansão do caminho, que é parece uma cidade ali dentro. No entanto, ele sempre foi alegre, ele sempre foi agradecido, ele sempre desfrutou das pequenas coisas, das da simplicidade da vida. É isso. É a gente sim aprender, se sacrificar, estudar, mas com leveza. Esse é o maior propósito e que é um propósito de todos nós, é a gente vir pra terra, suportar as dificuldades daqui, sem perder a alegria de viver, sem perder a gratidão no coração. Mas vamos pr as perguntas que senão eu começo a falar e já não paro mais. Bom, primeiro eu trago aqui a Rita da Silva Lima, que tem nos acompanhado já faz tempo. Rita, você trouxe uma pergunta que é assim: é da condição humana a variedade de respostas, né, para um trajeto de vida sem que isso seja dissimulação? Se eu entendi que você tá perguntando porque eh eh realmente às vezes a gente tem a ideia assim, será que só existe um caminho para mim? Será que eu, espírito, quando fiz a minha programação espiritual e quando vim pra Terra, eu vim com um único roteiro, só tem um caminho e eu preciso descobrir que caminho é esse? Ou a gente pode ter, como você diz aqui, variedade, né? Variedade de respostas. Eu posso ir para cá ou ir para lá sem que isso seja fuga, sem que isso seja uma dissimulação. Ah, eu acho que eu devo ir para cá, mas na verdade é um fingimento para para fugir dali. Então, Rita, eu eu acho que você já sabe a resposta pela forma como você pôs a pergunta, mas no meu entendimento, eh, eu não acho que no nosso grau de evolução, a grande maioria de nós venha com uma única missão para desempenhar. Tem espíritos que a gente chama de missionários que eles vêm com uma tarefa, com uma missão que vai impactar uma coletividade. Já que a gente falou do Divaldo, vamos trazê-lo novamente. O Divaldo, certamente em espírito, foi preparado

missionários que eles vêm com uma tarefa, com uma missão que vai impactar uma coletividade. Já que a gente falou do Divaldo, vamos trazê-lo novamente. O Divaldo, certamente em espírito, foi preparado para essa missão, porque foi uma missão é muito especial, muito particular. Ele foi um um ser humano que que veio para para participar do mundo. Ele é conhecido no mundo todo. Ele influencia o mundo todo. Tem pessoas espalhadas pelo mundo que dizem: "Ai, Odivaldo me esclareceu uma coisa que eu na época tava não não conseguia mais encontrar saída. Ai, graças ao Divaldo eu descobri, redescobri o sentido de viver. Fora as pessoas que ele resgatou, cuidou, adotou. Então, quando é uma coisa assim muito muito planejada e requer realmente um programa que envolva muitas variáveis, né, muitos detalhes, aí mais ou menos a gente vê que ele veio tanto que no começo da da vida dele, e a gente vê isso até no filme, que é um filme lindo da história da vida dele, a gente vê Joana dizendo para ele quando mostra pro Divaldo uma cena em que ele vê um um senhor, um idoso, rodeado de crianças e ele quase que nem se reconhece nesse idoso porque era jovenzinho. E Joana diz: "É isso que farás da tua vida". Então ali a gente vê que existe um roteiro principal. Ainda assim, ainda assim existe flexibilidade. Será que era para ele ter feito a mansão ali ou ali? Será que era para ele ter atendido por mais tempo isso ou aquilo? Será que ele deve Tem nuances? Não, não, não é. preto e branco, não é um zero ou um. A gente que gosta do digital, né, do mundo digital é zero, é um. Não tem um monte de de de e é de nuanças mesmo que você pode ir trazendo, de colorações que você pode trazer, né? Divaldo tem livre arbítrio. Divaldo tem livre arbítrio. Ele poderia em muitos momentos falar: "Olha, eu vou fazer o que vocês estão querendo, mas não precisa ser desse tamanho. Eu quero ter um pouco de descanso". Ou talvez falaram para ele, olha, basta até aqui e ele tenha falado: "Não, não, não, eu quero aproveitar que eu já tô

o querendo, mas não precisa ser desse tamanho. Eu quero ter um pouco de descanso". Ou talvez falaram para ele, olha, basta até aqui e ele tenha falado: "Não, não, não, eu quero aproveitar que eu já tô engajado e eu quero fazer mais até do que eu tinha planejado." Existe livre arbítrio. Mas a gente, a massa, né? A gente vem com um tema central, óbvio, ninguém vai para algum lugar sem planejar, a não ser que seja leviano, a não ser que seja inconsequente, mas é óbvio que a espiritualidade quando eh eh planeja uma reencarnação, ela planeja, ela não joga a pessoa e fala: "Vai lá e cai, vamos ver onde você vai cair". Não. Existe um planejamento, existe um tema central. Olha, vamos trabalhar nessa vida. Você vai nascer naquele contexto com aquelas condições e com aquelas pessoas para você trabalhar um pouco a paciência. É o que mais vai exigir de você. O que mais vai exigir de você é a paciência. Então você vem sim com plano central, mas imagina o tanto de de de caminhos que você pode optar sem fugir do plano central. Agora, se você chegar aqui e planejou vir nesse contexto com aquelas pessoas para trabalhar a paciência, a hora que você chegou, falou: "Ah, não, não, não, não, não, tá louco, isso aqui tá muito demais para mim, tchau." E eu fujo e vou para um lugar super confortável, fazer só o que eu tenho vontade e desejo, aliás, fazendo só o que eu tenho desejo, sem querer me esforçar para trabalhar, para me desenvolver, aí eu fugi, né? Mas também não estou querendo dizer que se você nasceu na família X, no estado brasileiro Y, você não pode sair para ir para outro país. Não é isso que eu tô dizendo. Por isso que a gente precisa do autoconhecimento, porque todas essas respostas estão dentro de mim. Será que eu continuo o Brasil? Tem algo que me chama para ir morar em outro país? Será que eu vou? Não vou, será que isso é fuga? Não é fuga? Só você vai responder isso. Se lá dentro, no fundo, tiver um medo de algum enfrentamento e uma ilusão de que eu saindo daqui eu fujo dele, talvez seja bom ficar.

vou, será que isso é fuga? Não é fuga? Só você vai responder isso. Se lá dentro, no fundo, tiver um medo de algum enfrentamento e uma ilusão de que eu saindo daqui eu fujo dele, talvez seja bom ficar. Mas se no fundo não, eu tenho algo que me chama lá, eu sinto que eu preciso aprender o que tem lá, não tô fugindo daqui, tô escolhendo. Se for consciente, pensado, amadurecido, analisado, ponderado, né, cada caso é um caso. Então, Rita, eu acho que não existe um único caminho. Acho que a gente pode sim ter diferenças em em pequenas trajetórias. A gente pode fazer umas variedades, como você fez, como você disse, sem que isso seja fuga, mas a resposta para saber se eu estou me desviando ou se eu estou só escolhendo um um roteiro parecido, é só dentro da gente que nós vamos entender essa resposta. Obrigada pela pergunta, Rita. Agora nós vamos lá com a Hermínia, Hermínia Flores, e ela diz assim, ela compartilha com a gente, faz um testemunho. Eu era uma pessoa que ajudava muita gente, sempre procurando fazer o melhor, de repente fiquei doente e hoje não sei mais qual o meu propósito. e estou entendendo que você tinha feito uma análise, uma leitura da vida como se você tivesse vindo para ajudar pessoas, né? Então você começou ajudando pessoas, você conseguia ajudar, as coisas fluíam, você ajudava aqui, ajudava lá, você se sentia bem por isso, você estava alinhado com o princípio de que fora da caridade não há salvação. E você tava sentindo que pronto, eu eu me encaixei na vida, eu descobri o que que eu vim fazer, eu sei qual que é o meu propósito aqui, eu sei o que que eu tenho que que caminho que eu devo seguir. Aí você tem a sensação de que quando tudo parece que dá certo, eu tô seguindo os passos de Jesus, eu tô ajudando um monte de gente, a vida tá fluindo, você cria a expectativa de que logo isso vai continuar até enquanto eu estiver na terra, já que eu estou fazendo tudo certinho, já que eu estou seguindo o que que minha consciência me diz, já que eu estou praticando a caridade, tudo bem,

sso vai continuar até enquanto eu estiver na terra, já que eu estou fazendo tudo certinho, já que eu estou seguindo o que que minha consciência me diz, já que eu estou praticando a caridade, tudo bem, estamos indo. E aí a gente tem a sensação de que algo acontece que não deveria ter acontecido, porque se eu estou fazendo tudo como eu deveria fazer, por que que eu fico doente? Então, é como se a gente tivesse sentindo assim, eu perdi o chão, porque eu tinha feito todo um roteiro de vida baseado que em que isso me levaria pra saúde, pro equilíbrio, pra harmonia, pra felicidade. E de repente alguma coisa acontece que não cabia na minha lógica e a gente se pergunta: "Então eu já não sei mais nada. Se não adiantou nada que eu fiz, então eu já não sei mais viver. Perdi meu propósito de vida. Eu sei o que você tá falando, Herminha. Eu também já passei por isso. Já tive oportunidade de estar nesse lugar. Quando a gente faz todo o nosso cuidado com saúde, alimentação e esporte, não é sedentário, boas leituras, espiritismo, autoconhecimento, tudo que a gente pode fazer, a gente faz. E a gente encontra uma doença seríssima. E a gente nessa hora fala: "Nossa, mas ué, não bastava que eu fizesse o meu, que eu tivesse consciência, que eu fizesse o meu máximo?" E aí, Hermínia, é quando a gente encontra o que o grande filósofo lá disse, o o humano, o demasiadamente humano, né? O demasiado humano é a nossa dimensão, Hermínia. Tudo que você fez valeu. Tudo que você plantou é semeadura e colheita sua. Mas você achou que estava enxergando todo. Mas ninguém de nós na terra enxerga o todo. O que nós somos capazes de fazer é aquilo que está no no rol da nossa visão. É aquilo que eu sou capaz de compreender. Mas a vida é tão mais ampla, né? Então eu estou caminhando aqui com a minha consciência, tentando, fazendo, me cuidando, me me autocon me conhecendo. Eu estou me esforçando, mas eu não sei o que a crise da vida passada andou fazendo. Não sei se ela tinha essa consciência. Eu não sei se

a, tentando, fazendo, me cuidando, me me autocon me conhecendo. Eu estou me esforçando, mas eu não sei o que a crise da vida passada andou fazendo. Não sei se ela tinha essa consciência. Eu não sei se aquela crise da vida passada andou plantando algumas sementes que estão germinando hoje e elas são minhas. Elas não são dessa cris. Por isso que essa cris falou: "Opa, da onde surgiu isso se o que eu tava fazendo não era para me trazer para cá?" Mas eu em vida anterior, que continua sendo eu, talvez não fosse tão focada, determinada, organizada como essa que tenta ser hoje. Então eu preciso nessa hora, como diz Raul Teixeira, vamos pegar o exemplo do Raul, hoje eu tô trazendo os mestres das nossas vidas. Raul Teixeira, como Divaldo, abriu mão de formar família. abriu mão dos dos prazeres da terra, dos lazeres e dedicou aquilo que ele que lhe sobrou de tempo extra para o espiritismo. Ele foi professor universitário de física e fazia questão de colocar a sua agenda universitária de segunda a quinta para que na sexta ou às vezes na quinta noite ele já estivesse dentro de um ônibus a caminho de uma atividade espírita em algum canto do mundo. Ele dedicou a vida dele ao remanso fraterno, uma obra social de educação, à psicografia, a esclarecer as pessoas. E ele quando estava no auge disso, ele sofre um AVC. E todos nós espíritas questionamos Deus. Acho que Deus naquele momento, né, simbolicamente falando, mas acho que ele ficou com a orelha quente, porque todo mundo se perguntou: "Oi, o Raul tá sendo importante pra gente? Por que que um AVC tira do Raul a habilidade, afluência da fala, que ele é um professor brilhante e tira dele num primeiro momento a psicografia? Porque a nossa visão é é estreita. O Raul é um espírito e é um espírito em evolução que precisava da sua experiência particular. E Deus cuida de cada filho. Ele não usa um filho porque os outros estão precisando dele. Ele pode até direcionar um filho em missão para ajudar os outros, mas não passando por cima da

ncia particular. E Deus cuida de cada filho. Ele não usa um filho porque os outros estão precisando dele. Ele pode até direcionar um filho em missão para ajudar os outros, mas não passando por cima da necessidade desse espírito. O Raul tinha essa necessidade ou talvez ele aproveitou a chance, porque a gente brinca com ele que ele já deve ter feito umas quatro reencarnações em uma só. E agora ele costuma dizer: "Agora eu estou na escola da paciência porque eu vejo um monte de coisas e eu não posso falar, não consigo falar. Estou observando esse mundo doido. Eu queria poder compartilhar aquilo que eu minhas reflexões. Eu não tenho essa fluência mais. queria psicografar hoje psicografo com a esquerda, mas com uma certa com certo sacrifício da minha parte, com sacrifício. Então, eh, Hermínia, isso é viver. A gente precisa tomar consciência de que nós conseguimos lidar com nossa vida até o tanto de consciência que a gente tem. Chega um determinado momento que a gente já não sabe mais explicar, enxergar. Nessa hora a gente se entrega a Deus. Que que nos suporta nesse momento? A crença que nós temos que Deus não é só justo, Deus é amor. Então eu não sei o que que está me acontecendo, por que está me acontecendo, mas eu sei que existe o amor de Deus nisso. Há poucos dias, conversando com o Raul, eu perguntei: "Raul, por favor, me explica? Eu estou observando a nossa terra, a nossa humanidade e tenho ficado aflita porque eu não estou entendendo o que está acontecendo. Me dá muito uma sensação de que as coisas se desparam. Eu não sou médium, então eu não sei o que que é espiritualidade superior. Não sou médium. Todos somos médiuns, temos intuições, mas não essa que é capaz de que nem tem Raul de Valta. Eu falei: "Então, Raul, por favor, me responda como a espiritualidade superior está agindo?" Na verdade, acho que eu fui um pouco menos eh inteligente, talvez, né? Um pouco mais orgulhosa na minha pergunta e perguntei: "Cadê a espiritualidade superior?" E o Raul me disse assim: "Cris,

gindo?" Na verdade, acho que eu fui um pouco menos eh inteligente, talvez, né? Um pouco mais orgulhosa na minha pergunta e perguntei: "Cadê a espiritualidade superior?" E o Raul me disse assim: "Cris, se eles não estivessem presentes como estão, você não tinha noção do de como nós estaríamos." E aí contou algumas experiências que ele teve no plano espiritual de desdobramento para mostrar pra gente o quanto os espíritos benfeitores estão trabalhando mais ainda para nos segurar, porque nós realmente abrimos assim todas as comportas e todos os conflitos e sombras. faz parte do grau de evolução. A gente precisa realmente o o moço rico, né, o desculpa, o filho pródigo não precisou pegar o dinheiro dele ir pra vida, gastou, passou noitada, festa, bebida, até que ele foi chafurdar lá junto com os porcos, comer as bolotas dos porcos para daí ele falar: "Pronto, entendi que esse não é o caminho". E voltou pro pai. Não é a humanidade. A gente precisa dar uma desse desse adolescente rebelde, revoltado. A gente precisa. Então, Raul vem trazer pra gente o quanto que nós estamos sendo cuidados. Então, Hermínia, agora trazendo pra sua história, a vida que você que te levou até esse momento em que uma doença surge, era a que você precisava. Ela te preparou inclusive para enfrentar a doença. Quando você fez todo aquele movimento de ajudar as pessoas, estender a mão para aquele que estava necessitado, socorrer. Quando você, quando você se doou, você tava se fortalecendo para enfrentar a doença. Você tava se capacitando para entender que ninguém é ileso aqui. estamos todos na no mesmo barco, que não existe negociação com o livre arbítrio e com a lei de causa e efeito. E você foi capaz, inclusive de perceber o quanto você pode se responsabilizar por cuidar de si. Você não cuidou tanto dos outros? Chegou o momento que o doente tá aqui, então é esse que eu vou cuidar, tomar conta, ajudar. Mas nesse momento da doença, normalmente a gente faz uma reavaliação da vida. Que bom. Oportunidade de rever, de olhar a

ento que o doente tá aqui, então é esse que eu vou cuidar, tomar conta, ajudar. Mas nesse momento da doença, normalmente a gente faz uma reavaliação da vida. Que bom. Oportunidade de rever, de olhar a vida agora pelo olhar que o sofrimento transforma. Ninguém passa por uma doença e sai do jeitinho que era antes. Você sai diferente porque ela, a função dela é essa. Função dela é essa. Então a gente aí vai rever a vida, vai tomar algumas outras atitudes e a gente vai crescer. Então faz parte. Só não desista, Hermínia. Volta agora e e se pergunte: "Bom, eu tinha um propósito de ajudar, por que que eu preciso abrir mão? Eu posso continuar ajudando?" Mas de repente agora eu me incluo entre os ajudados. Antes eu só saía para ajudar os outros. Agora também eu invisto um pouco em mim, no meu autoconhecimento, no meu tempo com Deus, nas minhas reflexões, no meu autoconhecimento para a reforma íntima, né? Mas acima de tudo, Hermília, você está junto com todos nós, não está sozinha. Todos passamos por isso. Bom, e aí tem mais uma pergunta ainda do Clean Orbin. Cristiane, sobre o sobre descobrirmos eh nosso roteiro, deveres na encarnação, etc. Divaldo Franco sugere que façamos o o seguinte exercício diário de nos olharmos no espelho e nos perguntarmos o que eu vim fazer nessa reencarnação. Eh, Clian, muito obrigada. foi sensacional a sua colaboração. Eu acho que resume a aula inteira do propósito, que é simplesmente que que Divaldo está trazendo, eh, sugerindo. Divaldo está sugerindo que a gente diariamente tome consciência de quem a gente é, de onde a gente vem e para onde nós queremos ir. Por quê? Porque quando eu olho pra vida e vou me movimentando baseado naquilo que eu estou vendo, ai tem alguém fazendo uma coisa, eu vou junto. Ai, a moda falou que agora é aquilo, eu vou para lá. Ah, porque eu tô com vontade. Eu vou vivendo para fora e eu preciso trazer consciência, eu preciso acordar, senão eu me deixo arrastar pelas normoses. Então, quando o Divaldo fala, para de frente com o

h, porque eu tô com vontade. Eu vou vivendo para fora e eu preciso trazer consciência, eu preciso acordar, senão eu me deixo arrastar pelas normoses. Então, quando o Divaldo fala, para de frente com o espelho, olha e fala: "O que que eu vim fazer aqui?" É um convite para a tomada de consciência. É um convite que me aterriza e ao mesmo tempo me conecta em espírito com a espiritualidade. Nossa, pera aí, eu tô correndo tanto atrás de um monte de coisa. Nossa, eu percebi que essa semana eu nem dei nem me dei um tempo para estar com Deus, para fazer minhas orações. Não estou me permitindo um cuidado com o meu corpo, que é o meu templo, enquanto estiver reencarnado, para que eu aproveite melhor a vida na terra. Olha o que eu fiz essa semana. Me alimentei péssimamente. Se eu não trouxer essa consciência, eu não aproveito bem a vida na Terra. Então, Divaldo está dizendo pra gente: "Ponha como hábito uma vez por dia você parar e falar assim: "Deixa eu lembrar o que eu vim fazer aqui. Deixa eu lembrar qual é o meu propósito. Deixa eu lembrar que eu sou espírito. Deixa eu lembrar que eu não estou na terra para passear. Pronto, agora eu vou viver com mais consciência para saber fazer melhores escolhas. Obrigada. Então, esse essa foi a participação que eu selecionei pros nossos paraas nossas perguntas e respostas do episódio um. Vamos para o episódio dois, em que nós falamos sobre desejo e vontade. Fizemos essa diferenciação. desejo é aquilo que é mais sensorial, que é prazeroso, que tem a ver com curtição, que é momentâneo, que só me só dá aquele ápice, aquele pico de de endorfinas e de serotoninas e que é mais um um um algo que me dá um um prazer mesmo, a gente fala, é uma curtição, enquanto que vontade é algo mais profundo que vai ter como propósito final, como meta final, me fazer crescer, né? Então é aquilo que me que me leva, que me eleva, que me motiva. Ai, que vontade de ser melhor hoje do que eu fui ontem. Que vontade de crescer, que vontade de me conhecer. Nossa, que vontade de me superar.

é aquilo que me que me leva, que me eleva, que me motiva. Ai, que vontade de ser melhor hoje do que eu fui ontem. Que vontade de crescer, que vontade de me conhecer. Nossa, que vontade de me superar. Então, a vontade é a força que me movimenta e o desejo é aquele descanso que a gente quer assim, ai, sabe que eu quero só uma caminha, um chazinho. Ainda quando é uma caminha com um chazinho, tá bom. O problema é quando a gente fala, eu quero uma uma cervejinha e uma, né, quando a gente começa a usar essas esses subterfúgios que acaba até nos prejudicando, né? Bom, no livro Amor imbatível, amor, capítulo 1, Joana diz: "O desejo que leva ao prazer pode originar-se no instinto em forma de uma necessidade violenta. É algo que rompe, tornando-se um impulso que se sobrepõe à razão. A minha razão falar, Cris, não vá comer o chocolate porque você sabe que você tá com colesterol alto, você tá com a glicemia, mas eu quero. A razão tá falando uma coisa e o desejo quer que eu faça outra, né? Então, eh, torna-se imperioso, devorador e incessante. Eu não consigo me controlar, não consigo me controlar, eu preciso, preciso. Esse é esse desejo, é essa paixão que surge, que nos controla. Então esse seria o desejo. E no livro Em Busca da Verdade, capítulo 3, ela fala um pouco sobre a vontade, nesse sentido de ser uma força que nos movimenta. A vontade. Então, em busca da verdade, capítulo 3. A vontade é um impulso que nasce da razão e se transforma em força que deve ser direcionada de maneira adequada para os resultados relevantes de dignidade e crescimento, intelecto, moral na existência terrestre. a a vontade bem dirigida que vai impulsionar o ego para vencer cada fase, para transpor os obstáculos. Então, Joana faz pra gente essa distinção. Desejo momentâneo, passageiro, curtição, gostosinho, relaxar, serotonina, oh vontade. Eu vou, eu vou conseguir, eu vou dar conta, eu não vou desistir, eu vou crescer, eu vou superar. Essa é a vontade. Essa é a força da vontade. Desejo é errado é pecado. Ai, cruz

serotonina, oh vontade. Eu vou, eu vou conseguir, eu vou dar conta, eu não vou desistir, eu vou crescer, eu vou superar. Essa é a vontade. Essa é a força da vontade. Desejo é errado é pecado. Ai, cruz credo. Não, a gente precisa do descanso, da cortição, mas a gente precisa ter bom senso, precisa ter equilíbrio, precisa ter consciência na forma de usar para que ele não atrapalhe a nossa reencarnação, não pese demais na balança. Perguntas. Jan Cardote, alguns de nossos desejos parecem atrapalhar a vontade, correto? Olha, às vezes atrapalha mesmo, Jane, eu concordo com você. Não sei o que que você pensou, mas eu pensei num exemplo que eu acabei de falar, né? Então eu falo assim, ó. Eu tenho vontade de melhorar a minha saúde. Tem algo aqui que fala: "Cris, chegou a hora. Vamos lá, vamos fazer um planejamento bom para atividade física, para cuidar do coração, da circulação. Eh, você já tá com uma idade, não dá mais para brincar, vamos prestar mais atenção na alimentação, pelo menos de segunda a sexta. Essa é a vontade. É a vontade de se amar, de se cuidar, de se proteger. É a vontade de honrar o templo. Então, é uma vontade que vai me propor um caminho de crescimento, de melhoria, um caminho que me leva ao equilíbrio, a saúde, ao bem-estar. Então eu tenho essa vontade, vontade de me cuidar, vontade de me reprogramar, vontade de me reeducar, mas tem um desejo que fica na minha orelha falando sorvete, chocolate, bebida alcoólica, cigarro, preguiça, eh, sofá, né? Então, esse desejo das coisas que são fáceis, desses prazeres passivos e que eu faço e já minha o pico de serotonina vai lá em cima, eles podem atrapalhar a vontade de ter saúde. Vontade de ter saúde vai exigir de mim disciplina, sacrifício nesse sentido de sacro ofício. O prazer não. Você só põe na boca um tanto de açúcar aí que ai que delícia. Facinho, deita no sofá, pega um pacote de bis, né, e come assistindo passivamente alguma coisa. Não que não possa fazer isso, gente, mas isso não pode roubar ou atrapalhar, como disse a

i que delícia. Facinho, deita no sofá, pega um pacote de bis, né, e come assistindo passivamente alguma coisa. Não que não possa fazer isso, gente, mas isso não pode roubar ou atrapalhar, como disse a Jane, a minha vontade de me melhorar em termos de saúde. Então, nada que a gente vai falar na terra, nada é impuro, como diz o apóstolo Paulo, é pecado por si. Tudo que existe na terra é divino. Foi Deus que permitiu. Agora cabe a nós e ao nosso livre arbítrio ponderar, pesar. Se entregar pros desejos, desejo, desejo e a vontade vai ficando para trás, não é um bom uso do livre arbítrio. Mas de vez em quando o negócio tá tão pesado, a semana foi tão tensa, eu me sacrifiquei tanto. Hoje eu quero me permitir não fazer nada, vou deitar no sofá e vou assistir. Tudo bem. equilíbrio, consciência. Eu só não posso deixar uma coisa me atrapalhar na outra que é prioridade. Obrigada, Jane. Vamos lá. Fábio Vals trouxe aqui uma pergunta que é uma aula que a gente vai precisar de uma aula para ela. Fábio diz assim: Fábio Vals, estou lendo Mundo Regenerado, ainda não li, tá na minha lista, mas ainda não entendi qual a diferença entre emoção e sentimento. Poderia nos explicar? Olha, vou tentar resumir pra gente usar o tempo que é destinado à pergunta. Eh, se a gente procurar no dicionário, Fábio, talvez você encontre até como sinônimo, tá? Para efeito de estudo e a gente entender o nosso funcionamento, vamos diferenciar, tá? Para que a gente possa se conhecer, vamos usar duas coisas diferentes. A gente vai chamar, e a própria psicologia também já tem usado essa abordagem, a própria filosofia também tem usado essa abordagem que eu vou trazer. A gente vai falar da emoção. A gente vai falar da emoção como essa reação involuntária, inconsciente. Pra gente é algo que nos assemelha passivo. Por quê? Porque eu consciência não interfiro. Eu não sou capaz de promovê-la. Então, por exemplo, eu não consigo agora dizer assim: "Fábio, vou te dar um exemplo, quer ver? Vou ficar com medo. Eu não consigo produzir o medo em mim.

não interfiro. Eu não sou capaz de promovê-la. Então, por exemplo, eu não consigo agora dizer assim: "Fábio, vou te dar um exemplo, quer ver? Vou ficar com medo. Eu não consigo produzir o medo em mim. Esse medo, ele surge como uma reação a um estímulo e ele surge do inconsciente. Ele surge de um lugar que é sombra para mim. Não sei de onde ele vem. Ele surge, ele é espontâneo, ele explode. Eu simplesmente sinto. Por isso que a gente tem batido muito isso na educação, porque antigamente ficar com raiva era errado. Não pode ficar com raiva. Jesus ensinou. Como assim? É a mesma coisa que falar: "Não pode ter fome. Eu não controlo minha fome." Bem que eu queria controlar a minha fome. Seria facinho de fazer uma dieta. Eu não controlo, ela surge, é difícil de lidar com ela. Eu posso lidar, eu posso manejar, mas eu não posso impedir ela de aparecer. A emoção surge, ela irrompe e ela vem com base em estímulos. Se alguém abre a porta agora e me dá um susto, eu vou assustar. Não tem como eu produzir um susto em mim mesma. Pera aí que eu vou levar um susto. Eu não consigo fazer isso em mim. Pera aí que eu vou ficar triste agora. Eu posso me estimular. Se eu falo assim, pera aí que eu vou ficar triste agora. Eu começo a rememorar uma situação triste em que eu chorei muito. Eu posso produzir a emoção forçando. Ainda assim teve um estímulo. Ainda assim foi uma reação. Não foi a consciência que fez. A consciência deu um jeito de inventar um estímulo e esse estímulo produziu a emoção. Então, a emoção é isso. A emoção ela é espontânea, ela é involuntária, ela vem do inconsciente e ela serve pra gente como um termômetro. Quando eu levo um susto, quando eu tenho medo, isso faz com que eu me programe para um estímulo que pode ser risco para mim, pode ser perigoso. Então, surgir um carro em alta velocidade, eu estou dando o primeiro passo para atravessar a rua, ele me faz recuar, eu me protegi, né? A raiva faz com que eu me tire de uma situação em que de repente alguém está tentando abusar de mim no sentido

estou dando o primeiro passo para atravessar a rua, ele me faz recuar, eu me protegi, né? A raiva faz com que eu me tire de uma situação em que de repente alguém está tentando abusar de mim no sentido de alguém vem me me xingar, me ofender, me dá uma raiva para eu me defender. Então a emoção ela surge como um termômetro para te preparar para aquilo que você tá diante e do estímulo que está diante de você, para você enfrentar aquilo que está diante de você. Esse é o, essa é a emoção e a emoção, as emoções primárias, né? Tem algumas, ã, vertentes aí, algumas que falam que tem quatro, cinco, seis, mas, por exemplo, emoções primárias, né? Eh, eh, raiva, medo, tristeza, alegria, nojo, susto. Às vezes alguém põe susto. E tem umas que são eh eh combinadas, são secundárias. Então, por exemplo, o pânico é o medo intensificado. O medo é primário. Se a gente não lida com ele, ele vai escalonando, escalonando, escalonalonando, ele chega um, ele pode formar um pânico. A gente pensa no desprezo. Desprezo é uma combinação, por exemplo, de raiva como. Ai, que nojo. Ai, que que aflição, que aversão a isso, ai que raiva e aversão a isso, que desprezo. Sai de perto de mim, tô com raiva de você, não chega perto. Então, as emoções elas vão se combinando. Quando a gente trabalha com crianças, a gente sugera aquele filme, aquela animação divertidamente ali você vai aprender e é lindo. Eu sugiro que você assista. Você vai, você vai adorar divertidamente. Bom, e sentimentos? sentimentos eles surgem a partir de emoções. A emoção é a matéria-pra de um sentimento, mas os sentimentos eles são desenvolvidos, construídos, eles são amadurecidos, eles são eh acumulados, né? Então, o sentimento, por exemplo, eu posso dizer assim, ó, e ele vem também com experiências, convivências. Então eu eu conheci uma pessoa e durante a minha convivência com essa pessoa, ela me trata bem, ela me olha com olhar e afetuoso, ela me ajudou quando eu precisei, ela parece ser uma pessoa boa, eu tenho só boas impressões. Então ela vai

nte a minha convivência com essa pessoa, ela me trata bem, ela me olha com olhar e afetuoso, ela me ajudou quando eu precisei, ela parece ser uma pessoa boa, eu tenho só boas impressões. Então ela vai despertando em mim emoções saudá, não é saudáveis, é eh e é emoções agradáveis. A palavra não é saudável, porque toda emoção é saudável no sentido de que tem uma utilidade para mim. A raiva, o medo também me ajudam a me preservar. É agradável, porque o ego é que fala que uma coisa agradável, outra. Eu não gosto de sentir medo, é desagradável, mas o medo é útil. Então o medo me faz bem nesse no sentido de que ele pode me proteger, ele passa a não fazer bem se eu ficar remoendo ele e não tomar providências a respeito. Mas vamos voltar. Então, eu estou convivendo com essa pessoa e ela vai despertando em mim emoções eh ã emoções agradáveis, agradáveis, agradáveis. Eu posso começar a construir um sentimento de amor, um tipo de amor por ela, de admiração. Então, eu passo a ter um sentimento. Esse sentimento ele foi experiência, experiência, experiência, experiência, experiência. E eu fui construindo um sentimento e ele fica, a emoção passa. Eu levei um susto agora. Daqui 5 minutos eu não tô mais assustada. Ela passou. Agora aquilo que eu sinto pelo meu filho, eu vou sentir. Se ele tiver aqui, se ele não tiver aqui, se ele tiver, onde importa, o sentimento fica. E se eu tenho uma outra situação, eu tenho alguém na minha vida que me ofende, que me bate, que me violenta, que me xinga, que me despreza, que me humilha. Emoção desagradável. Emoção desagradável, raiva, tristeza, nojo, desprezo, raiva. É óbvio que começa a se formar um sentimento. É um sentimento o quê? De ódio. Não sei. Então essa pessoa pode estar não fazendo nada para mim, só que só de eu lembrar dela, o sentimento brota. Então o sentimento ele vai sendo construído, desenvolvido a partir de experiências emocionais. Espero que eu tenha te ajudado um pouquinho a entender, Fábio. E aí, vamos ã pra terceira ã pro terceiro episódio. Deixa eu ver se

i sendo construído, desenvolvido a partir de experiências emocionais. Espero que eu tenha te ajudado um pouquinho a entender, Fábio. E aí, vamos ã pra terceira ã pro terceiro episódio. Deixa eu ver se eu falei tudo. Falei. Terceiro episódio. A gente falou sobre inspiração e aspiração. de novo. Eu fiz, eu fiz essa brincadeira de diferenciar uma coisa da outra para desenvolver o tema que eu queria desenvolver, né? Para mostrar dois pontos, duas atitudes, dois comportamentos. Pra gente relembrar, eu trouxe um trechinho do que a gente estudou do livro Momentos de Saúde e de Consciência, capítulo 10. Conquista lúcida da consciência abre espaços para o entendimento das leis que regem a vida, facultando o progresso do ser que se entrega à tarefa da educação pessoal e, por consequência, da sociedade na qual se encontra situado. Agora lá, hein, ó. Não mais lhe atendem as aspirações, os conceitos utópicos, as afirmações pueris destituídas de razões com as quais, no passado se anestesiava o discernimento dos indivíduos e das massas. Então, para vocês lembrarem, eu falei de aspiração no sentido do que o ego gosta, do que o ego busca, do que o ego deseja. Não que seja errado, porque nós temos a primeira metade da vida eung traz, que é realmente a concretização, a a estruturação do. Então, eu preciso provar que eu consigo, eu preciso me vencer, eu preciso conquistar, eu preciso superar, eu preciso, eu preciso disso. E a segunda metade da vida aí já é uma preocupação espiritual, é o selfie que vem com mais eh manifestação. Deveria ser aí aqueles aquelas aqueles desejos do ego de que eu quero provar, eu quero superar, eu quero ter, eu quero, né, parecer, já não faz mais tanto sentido. Agora eu quero sentir, eu quero crescer, eu quero entender. Já começa uma vida mais eh de valores internos, né? Então eu falei o quê? Eu falei que inspiração é aquilo que vem de dentro como uma ideia, como uma sugestão, como uma vontade que me leva a crescer. A inspiração pode vir de mim na forma de

ternos, né? Então eu falei o quê? Eu falei que inspiração é aquilo que vem de dentro como uma ideia, como uma sugestão, como uma vontade que me leva a crescer. A inspiração pode vir de mim na forma de uma intuição, ou seja, meu próprio espírito que está me sugerindo. Ou a inspiração pode vir de uma voz espiritual. Por exemplo, o meu anjo da guarda me assoprou. Eu não escuto ele porque, por exemplo, não tenho esse nível de mediunidade, mas surge em mim uma ideia. E e geralmente a gente pergunta: será que essa ideia surgiu de mim ou do meu anjo da guarda? Tanto faz. Os espíritos dizem, analisa a ideia, se ela for boa, use. Então, a inspiração é é isso. É algo que ou o meu espírito me aconselha ou o meu anjo da guarda ou algum espírito familiar que me queira bem. Então, a inspiração é uma sugestão que me faz crescer, evoluir. E eu diferenciei a aspiração. É algo mais desse dessa vida atual. É aquilo que eu, ai, eu quero ter currículo não sei do que, eu quero ser o chefe não sei da onde, eu quero ter um carro não sei de que modelo, eu quero eh fazer parte da comunidade, não sei do que esses. Isso que eu chamei de aspiração. Então, a gente fez essa diferenciação. De novo, as duas são importantes. Eu só preciso ter consciência de não deixar uma vida inteira passar só correndo atrás daquilo que eu tenho por aspiração. É ser famosa, ter dinheiro, ficar bonita, ser social, ser curtida. Eu não posso gastar uma vida inteira nisso. Eu tenho que equilibrar. Um pouco eu corro atrás daquilo que eu aspiro, que eu tenho desejo, um pouco eu corro atrás daquilo que me inspira a crescer. Então, foi isso que a gente falou no episódio três. A Simônica ET diz assim pra gente: "Podemos dizer também que a inspiração é sempre intuitiva?" Então, é isso que eu disse, né? Se a gente falar que a inspiração ela vem de dentro e é o meu próprio espírito que está me mandando essa mensagem, é como se eu pudesse acionar os meus conteúdos mais internos que eu tenho acumulado nas existências anteriores, essa sabedoria.

de dentro e é o meu próprio espírito que está me mandando essa mensagem, é como se eu pudesse acionar os meus conteúdos mais internos que eu tenho acumulado nas existências anteriores, essa sabedoria. Então, se é de lá de dentro que brota, é uma intuição, porque vem de mim. Mas às vezes essa inspiração, na verdade, ela foi captada mediunicamente e é um espírito que me assopra. Nesse caso não é intuição, é inspiração espiritual. Então, se a gente tem uma inspiração própria mim, eu posso chamar intuição, inspiração intuitiva ou inspiração espiritual quando é de fora. Mas de fato, tanto faz, gente. Isso é irrelevante. Não muda nada. Não muda nada. Só curiosidade. Ai, essa ideia será que foi minha ou será que foi de algum espírito? Tanto faz. Os espíritos falam isso. O importante é que você analise e use. Se for pro bem, aproveite. Se não for uma boa inspiração, tiver te desviando, deixa de lado. Não importa se seja seu ou seja de um espírito. Eh, e a Silvia fala assim: "Poxa, por que não nos ensinam isto na infância? A cobrança é tão grande que até descobrirmos tudo isso, o tempo já está curto. Silvia, vamos olhar o copo da metade cheia. Uma vez eu fiz uma pergunta, não sei se foi pro Raul ou pro Divaldo, não me lembro mais, mas foi um deles dois. Eu disse, eu perguntei assim, tudo isso que a gente tá aprendendo aqui, né, na raça, que a gente achava que era uma coisa, descobrimo que é outra, tudo isso que a gente tá superando, antes eu tinha essa tendência, hoje eu não tenho mais. Quando eu desencarnar e eu voltar, eh, eu vou vou começar tudo de novo. Por exemplo, eu cheguei aqui agressiva e levei uma vida inteira para conseguir domar essa agressividade, para me conscientizar, para ter mais empatia. Aí quando eu voltar, será que eu volto agressiva? E eles me disseram: "Não, o que você desenvolveu fica seu. Você vai voltar e ao chegar aqui já não vai mais ser como chegou da última vez, já vai ser menos agressivo." Então, Silvia, vamos lembrar que aquilo que a gente aprende agora vai nos servir daqui pra

Você vai voltar e ao chegar aqui já não vai mais ser como chegou da última vez, já vai ser menos agressivo." Então, Silvia, vamos lembrar que aquilo que a gente aprende agora vai nos servir daqui pra frente. Nós temos ainda toda a eternidade. No entanto, o lamento que você traz, a voz de lamento que você traz, eu trago também. Que pena que a gente até hoje, século XX, ano 2023, hoje eu vi um desses vídeos que circula aí pela internet, uma impressora que imprime proteína animal. Imprimiram um peixe que tem gosto de peixe e valor nutritivo de peixe. Nós chegamos aí já. tecnologia inimaginável. E até hoje a gente ainda não resolveu cuidar da infância como precisa. Até hoje a gente se propõe a ser pai, ser mãe, ser educador e não vai pesquisar como é o desenvolvimento do cérebro de uma criança, como é o desenvolvimento afetivo, como é o desenvolvimento psicológico. O que que eu jamais devo falar para uma criança? Que tipo de crença que eu estou criando? O que que eu sempre devo falar de estímulo para uma criança? A gente não emprega, a gente não tem interesse, ninguém de tudo aí, dos grandes, ninguém tem interesse em investir nisso, em colaborar. Veja aí educação da primeira infância, como que sala de aula é tratada, como que professor é tratado. Quem é que olha para isso? Que pena, porque a gente faria saltos quânticos se a gente simplesmente resolvesse cuidar com capricho, com carinho, com atenção do desenvolvimento do ser humano na sua primeira fase da vida, criança e adolescência. Então fica aqui esse convite para que quem puder, nem que seja por iniciativa própria, vai atrás. Hoje tem tanta facilidade para entender, tem tanto vídeo, livro disponível, tem tanta pesquisa na internet, a gente tem tudo nas mãos, só precisa desse interesse em tentar entender. Eu estou educando uma criança, vai procurar entender como funciona a parte psicológica dela. Não deixa passar essa oportunidade de entregar ao mundo alguém com mais condição de influenciar a si, ao outro de forma

cando uma criança, vai procurar entender como funciona a parte psicológica dela. Não deixa passar essa oportunidade de entregar ao mundo alguém com mais condição de influenciar a si, ao outro de forma positiva. Então, Silvia, eu concordo com você. E assim a gente encerra hoje. Obrigada pela participação. Tragam perguntas, é uma alegria. Eu fico que nem criança querendo saber o que vocês estão falando, o que vocês estão perguntando. Eu gosto muito. Muito obrigada. Obrigada pela companhia e até a semana que vem, se Deus quiser.

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