T5:E1 • Propósito de vida • Introdução

Mansão do Caminho 09/08/2023 (há 2 anos) 53:11 17,220 visualizações 1,785 curtidas

Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 05 - Propósito de vida Episódio 01 - Introdução ► Referências Bibliográficas • Vida: Desafios e Soluções, cap. 2. • Amor, Imbatível Amor, cap. 5. • Jesus e o Evangelho à Luz da Psicologia Profunda, cap. 2. • Triunfo pessoal, cap. 2. » Apresentação: Cristiane Beira

Transcrição

Olá, que alegria receber vocês, iniciar mais uma temporada. Parece que foi ontem que a gente se reuniu para iniciar esse trabalho e já estamos na quinta edição. É a quinta vez que nos reunimos em torno de um tema central. O tema central dessa vez será propósito de vida. Vamos ter oportunidade de conversar um pouco a respeito daquilo que em realidade viemos fazer na Terra, em nossa reencarnação. O livro dos espíritos fala que esse a finalidade da reencarnação é, em poucas palavras, de forma resumida, o mergulho na carne para que o espírito evolua. é o desenvolvimento do serem em direção à perfeição, tem a ver com progresso. Então, é como se utilizássemos da Terra, do concreto, do mundo das formas, da materialidade das coisas para conseguirmos aperfeiçoar, purificar o espírito. Então, o propósito de de vida em linhas gerais é esse que a questão 132 e o livro dos espíritos nos ensina. Mais uma vez que estamos aqui, muitas vezes em contato com as coisas, com a correria e e com essa pouca eh facilidade de acessar o mundo espiritual, porque nem todos somos médiuns, né, expansivos. Então, muitas vezes nos envolvemos com as coisas daqui e esquecemos o verdadeiro propósito, que é utilizar as coisas daqui para evoluir na verdadeira vida, que é a do espírito. Então, vamos falar em cada encontro. sobre um tema relacionado aos nosso, ao nosso propósito de vida ou aos nossos propósitos de vida. Vamos fazer o mesmo esquema. Nós trazemos aqui alguma reflexão em específico sobre um tema e ao longo dos dos encontros de vez em quando nós interrompemos a exposição para poder trocar com vocês. Então eu convido vocês para que sempre que estiverem acompanhando o estudo conversem comigo, deixem suas considerações no chat, nas mensagens, façam perguntas, coloquem seu ponto de vista. Vamos interagir. E aí, de vez em quando eu interrompo a o assunto novo para poder resgatar aquilo que vocês me trouxeram e a gente poder fazer algumas trocas. É sempre uma alegria para mim esse momento dos encontros quando eu trago vocês e a

u interrompo a o assunto novo para poder resgatar aquilo que vocês me trouxeram e a gente poder fazer algumas trocas. É sempre uma alegria para mim esse momento dos encontros quando eu trago vocês e a gente conversa um pouco. Então, o mesmo esquema das vezes anteriores. Pra gente começar hoje, eu vou trazer em linhas gerais, né, o tema central. Vamos falar hoje sobre propósito de vida e nos encontros seguintes nós vamos conversando a respeito de outros outros subtemas ou temas relacionados a esse. Vamos desenvolver, vamos e eh expandir essas reflexões para que a gente possa ir realmente internalizando essa finalidade, acostumando com esse ponto de vista que é colocar o o material em benefício do espiritual, que não é nenhuma novidade. Todos nós sabemos disso. O problema é a gente conseguir fazer isso no dia a dia, se desidentificando na matéria para ter sempre aquele olhar em direção ao espírito. Quem sabe essa é a nossa esperança. Esse estudo nos ajude a trazer mais consciência sobre o que viemos fazer aqui. Bom, pra gente iniciar esse esse tema, eu trouxe um trecho de um dos textos de Lewis Carroll, que escreveu tantas coisas, mas dentre as suas principais obras está Alice no País das Maravilhas, que é um livro para criança, mas na verdade não é para crianças somente, porque nós podemos usufruir desse mundo simbólico. É como se Alice se mergulhasse dentro de si mesma. Ela adormece e e ela faz essa essa aventura dentro de si, encontra aspectos internos, né? essa essa visão simbólica a respeito eh da obra Alice no País das Maravilhas, a gente pode fazer essa essa eh reflexão, essa essa análise. Então ali se encontra dentro de si mesma as personagens, aquela rainha mandona, aquele coelho acelerado, o chapeleiro que está desnorteado, o gato que só ri. Quem de nós não tem esses aspectos dentro de si e que de vez em quando não dá uma de rainha de copas ou de gato acelerado e de coelho acelerado, aliás, coelho acelerado e tudo mais. Mas eu vou trazer esse encontro da Alice

ses aspectos dentro de si e que de vez em quando não dá uma de rainha de copas ou de gato acelerado e de coelho acelerado, aliás, coelho acelerado e tudo mais. Mas eu vou trazer esse encontro da Alice e e acho que é interessante também porque todos nós certamente conhecemos, quem não conhece essa obra, né, em algum momento da vida da nossa infância ou agora mesmo, ela nos acessou, seja numa contação de histórias, um livro que a gente leu, eh, até um filme da animação, ele está por aí. Então, acho que é interessante também porque nós estaremos aí na mesma página. Eu selecionei desse trecho o encontro dela, né? Um trechinho do encontro dela com aquele gato que fica lá em cima da árvore. E eu tinha aflição daquele gato quando eu era criança e e porque ele sumia, depois ele voltava, ele era inconstante, né? e e e enigmático. Se bem que tudo ali é meio enigmático. Então, eu vou trazer a a literalidade pra gente poder saborear as palavras do próprio autor. Então, em inglês é esse bichano de shes, mas é difícil de falar, né? A gente traz aqui pro português, como a gente ficou, ele ficou conhecido pra gente, ele tinha esse nome, Shesar, mas a gente fala gato que ri, porque ele ri, né? ter um sorrisão, aqueles dentões, né? ou gato listrado. Eu chamava ele de gato listrado quando eu era criança. Bom, esse bichano de Chessire ou gato que riou gato listrado, começou muito tímida, eh, pois não estava nada certa de que esse nome iria agradá-lo. Então, Alice vai conversar com o gato e ela tenta, não é seduzir, mas ser gentil e eh ser educada, ser polida para atrair atenção dele. Então ela ela começa chamando-o pelo nome, pichano de Sherire. começou muito tímida, pois não estava nada certa de que esse nome iria agradá-lo. Mas ele só abriu um pouco mais o sorriso. "Bom, até agora ele está satisfeito", pensou Alice e continuou. "Poderia me dizer, por favor, que caminho devo tomar para ir embora daqui?" Nessa cena, se alguém já leu o livro ou assistiu algum filme, ela está num lugar

está satisfeito", pensou Alice e continuou. "Poderia me dizer, por favor, que caminho devo tomar para ir embora daqui?" Nessa cena, se alguém já leu o livro ou assistiu algum filme, ela está num lugar que tem muitas trilhas, como se tivesse caminhos para todas as direções. E tem inclusive no num dos filmes, tem até uma placa que eles colocam para cima, para baixo, para lá, para cá. Então é como se ela tivesse eu não sei para qual direção, para qual caminho eu devo ir. E ela tem a intenção de de sair dali, porque ela está perdida nesse nesse mundo mágico fantasioso. Então, ela vai perguntar pro pro gato listrado se ele pode ajudá-la a encontrar o caminho. E ela diz isso. Então, como é que eu faço para ir embora daqui, né? Ele ele responde assim: "Bom, depende bastante de para onde quer ir", respondeu o gato. E Alice diz assim: "Não me importa muito para onde". Ou seja, Alice, eh, ela não estava muito certa do caminho que ela queria seguir. Ela queria sair daquele lugar, mas ela não sabia para ir para onde. É para voltar para casa? É para ir para um outro lugar mais interessante do que esse? É para encontrar o coelho do reloginho acelerado que tinha passado por ela? Então ele pergunta, depende bastante de para onde você quer ir. responde o gato. Não me importa muito para onde. Ou seja, ela não sabia bem para onde ela queria ir. Ela queria sair dali porque ali ela estava enroscada, né? Ela estava enroscada, ela não sabia, mas eu vou para esse caminho, vou para aquele caminho, para onde eu vou para eu sair dessa confusão. Ela estava indecisa. Quem de nós não já se encontrou indecisa? Será que eu mudo de emprego e começo a fazer uma faculdade e e pego pego um turno para eu poder estudar à noite? Ou será que eu invisto num curso para melhorar a minha profissão? Será que eu me dedico à profissão? Eu vou ser mãe? Será que eu fico nessa cidade morando aqui porque minha família tá próxima? Ou será que eu tenho que abraçar aquela oportunidade de me mudar de de continente, de país?

ico à profissão? Eu vou ser mãe? Será que eu fico nessa cidade morando aqui porque minha família tá próxima? Ou será que eu tenho que abraçar aquela oportunidade de me mudar de de continente, de país? Quantas vezes a gente estava nesse lugar que a gente olhava caminhos variados e a gente se a gente queria só sair dali? Quantas vezes a gente já falou: "Deus, só me fala para onde eu devo ir. Eu vou, eu prometo, eu sou obediente, eu vou fazer direitinho, só não sei para onde eu devo ir. Só me mostra para onde eu devo ir." Quantas vezes nós não fizemos isso? É Alice ali. Alice quer sair desse lugar de indecisão, desse lugar com muitas possibilidades, mas ela tá, ela está parada, ela está estagnada. E aí ela pergunta para onde eu, para onde que eu vou? E ele fala: "Mas como é que eu faço para sair dessa situação de de indecisão? Como é que eu faço para sair desse lugar com tantas opções?" E ele pergunta: "Mas para onde você quer ir?" E ali se fala, não me importa muito para onde, eu só quero sair da indecisão. Então, muitas vezes a gente faz essa pergunta para Deus, Deus, o que que eu devo fazer? Ou seja, tanto faz para mim o caminho que Deus me apontar. Você deve investir na profissão, você deve abandonar a sua profissão. Tanto faz Deus. Eu só estou agoniada por estar indecisa. É Alice. Ela está agoniada porque ela está indecisa. Então, para ela tanto faz o lugar, com tanto que Deus tira ela dali, com tanto que alguém diga para ela, com tanto que o gato ajude ela sair dali. Mas o gato que era muito inteligente diz para ela: "Mas para onde você quer ir?" E ela fala: "Não me importa para onde". Aí ele dá a cartada final, né? Aí ele fala assim: "Então não importa que caminho tome, se você está indecisa, tanto faz o caminho. Porque para eu tomar uma decisão, eu preciso saber o que eu quero. Eu preciso saber qual a minha prioridade. Eu preciso saber quais são os meus valores. Eu preciso descobrir quem eu sou, quem são os meus talentos. Se eu não souber nada disso, tanto faz o

ue eu quero. Eu preciso saber qual a minha prioridade. Eu preciso saber quais são os meus valores. Eu preciso descobrir quem eu sou, quem são os meus talentos. Se eu não souber nada disso, tanto faz o caminho. Se eu não tiver um norte, um direcionador, se eu não tiver algo que me que me diga: "É lá que você deve chegar?" Tanto faz se eu seguir para cá, seguir para lá, voltar para trás. Percebe que isso é o propósito de vida? Ai, será que eu devo investir nisso? Devo me dedicar aquilo? A pergunta é essa: Mas o que você quer da sua vida? Onde você quer chegar? Qual o propósito maior que te move? Se eu falar não sei então tanto faz. Todos os caminhos são experiência. Se você for para cá, você vai aprender o que tem aqui. Se você for para lá, você vai desenvolver outros outras habilidades. Se você quiser retroceder também, você vai ter experiências do que é voltar para trás. Todos servem. Todas as experiências na terra são úteis. O que vai fazer uma diferença da gente ir para cá? para lá é quando a gente consegue realmente mergulhar em si, é quando a gente consegue realmente se conectar com algo a mais e aí a gente identifica aquela força que nos fala: "Não, é para cá, eu preciso me dedicar a isso, tem algo em mim que me pede que faça aquilo, que aprenda aquela outra coisa". Mas se eu não tiver essa introspecção que me ajude a responder, não é fora que vai me dar a resposta. Então o gato fala para ela: "Então não importa que caminho tome, tome qualquer um. Você não quer sair daqui? O problema seu não é estar enroscada nesse lugar com muitas possibilidades. O seu problema é esse. Seu problema fosse, gato, eu quero chegar em tal lugar, então eu diria a você: "Siga por esse caminho, siga por aquele caminho." Como você não sabe onde você quer chegar, escolha qualquer um e vá viver. A pergunta é: quantos de nós não estamos fazendo isso? Escolhe qualquer um e vamos vivendo. Ah, mas tá errado. Não tá errado. Porque se no nosso grau de evolução, se no meu momento histórico, se na minha condição

: quantos de nós não estamos fazendo isso? Escolhe qualquer um e vamos vivendo. Ah, mas tá errado. Não tá errado. Porque se no nosso grau de evolução, se no meu momento histórico, se na minha condição espiritual é isso que eu tenho para se é isso que eu posso oferecer a mim mesma, tá bom? Eu vou experimentando e chega uma hora que eu vou ter esse insight, essa tomada de consciência para daí falar: "Pronto, agora eu sei, eu sei o que que eu devo seguir. Eu sei para qual caminho que eu devo e me dirigir, mas enquanto isso, a gente vai fazendo experiências. Então tudo faz parte, tudo leva à perfeição. A gente não precisa ficar também ansioso querendo descobrir, né? a gente vive fazendo isso. Ai, queria que o meu anjo da guarda me falasse qual é a minha missão. Sua missão é desenvolver, é evoluir, é aprender, é se conhecer, é crescer em espírito, é utilizar a terra como catapulta para elevar o espírito. É essa a missão nossa, né? Mas continuando aqui. Ah, então não importa que caminho tome, disse o gato. Aí Alice responde, né? contanto que eu chegue a algum lugar. Alice acrescentou a guisa de explicação. Ou seja, ela já ela já sabe um pouquinho. Eu quero chegar a algum lugar. Eu não quero é ficar perdida no caminho. Eu quero atingir algum lugar. Eu ainda não sei qual, mas eu quero atingir algum lugar. O que que vale dizer pra gente? Eu quero conquistar alguma coisa. Eu quero ter aprendido alguma coisa. Eu quero conhecer alguma coisa. Ou seja, eu não quero ficar perdido nesse trânsito que às vezes a gente passa uma vida em trânsito. A gente começa uma coisa, mas não termina. Daí a gente se distrai com outra coisa, daí a gente pega três coisas para fazer ao mesmo tempo. Ou seja, a gente anda, anda, anda, anda, anda, anda, anda e não chega a lugar nenhum. Não temos essa sensação? Então, Alice tá dizendo: "Estou incomodada de estar indecisa, tem muitos caminhos à minha frente, quero sair daqui, preciso sair daqui porque estou me sentindo travada". Aí o gato fala: "Para onde você quer

Alice tá dizendo: "Estou incomodada de estar indecisa, tem muitos caminhos à minha frente, quero sair daqui, preciso sair daqui porque estou me sentindo travada". Aí o gato fala: "Para onde você quer ir?" "Não sei." Então, qualquer um serve? Não, não serve porque eu preciso chegar a qualquer lugar. Algum lugar eu preciso chegar, ainda que eu não saiba qual, mas já é alguma coisa. Ou seja, eu tenho um fim. Ainda que eu não diga: "Eu quero chegar aqui ou quero chegar lá". Eu quero chegar a algum lugar, ou seja, eu quero produzir, eu quero atingir, eu quero uma linha de chegada, eu quero chegar e concluir. Peguei um caminho e concluí. Aprendi isso, construí aquilo, venci tais e tais obstáculos, superei, atingi um lugar. Era isso que ela queria. Ó, isso você certamente vai conseguir", afirmou o gato, desde que ande o bastante. Outra dica pra gente, não é assim. E muitas vezes a gente quer assim. vai ter que andar bastante, significa é uma trajetória, não é da noite pro dia, tem que ter esforço, tem que ter planejamento, tem que ter dedicação, é um caminho pra gente poder chegar em algum outro lugar. Como isso lhe pareceu irrefutável, né, Alice falou: "Não tenho mais o que falar. Ele ele está muito claro na fala dele, né?" Então, Alice tentou uma outra pergunta. Que espécie de gente vive por aqui? Porque o gato não deu exatamente a resposta que ela queria. Ela queria uma coisa pronta, como a gente muitas vezes infantilmente quer. Deus fala para mim o que eu tenho que fazer, que eu vou fazer. Então ela tava tentando tirar isso, essa essa resposta objetiva. E o gato não deu. O gato só pôs ela para pensar. É a maêutica lá de Sócrates, né? O parto das ideias. Sócrates não respondia objetivamente nenhuma pergunta. Ele respondia uma pergunta com outra pergunta, porque ele te levava a encontrar a resposta em você. Ele não dava nada pronto, não. Ele ele ensinava, ele mostrava pras pessoas, pros seus discípulos, pros seus aprendizes, que se eles fizessem essa pergunta para dentro

a a encontrar a resposta em você. Ele não dava nada pronto, não. Ele ele ensinava, ele mostrava pras pessoas, pros seus discípulos, pros seus aprendizes, que se eles fizessem essa pergunta para dentro e insistisse nessa elaboração, nessa elucubração que seja, eles chegariam com a resposta, com alguma resposta. E o gato estava fazendo isso com a Alice. O gato não estava dando pronto. Ó, Alice, negócio é o seguinte. Se você for para cá, você vai chegar na na festa do do do chapeleiro. Se você pegar para cá, você chega lá nos jardins das rosas, vermelhas e brancas da Rainha de Copas. Se você não, ele não deu nada pronto, ele não deu nada mastigado, ele não deu peixe pronto para comer. Ele pôs ela para refletir, para que ela descobrisse o que ela quer, para onde ela quer ir, para daí sim ela entender qual seria o caminho. Como ela percebeu que ela não recebeu o que ela queria, porque infantilmente ela queria que o gato salvasse a vida dela e falasse: "Vai para cá e chega em tal lugar". Ela tentou mudar a estratégia, ela tentou mudar o discurso para ir por outro caminho. Então ela disse assim: "Ã, como isso lhe pareceu?" Ah, ela pergunta assim: "Que espécie de gente vive por aqui?" Vamos ver se eu consigo entender que lugar é esse por outra por outro caminho. Naquela direção explicou o gato acenando com a pata direita. Vive um chapeleiro. E naquela direção, apontando com a outra pata, vive uma lebre de março. Tu chama de coelho, ela é lebre. Visite qual delas quiser. Os dois são loucos. Então agora ele começa já a oferecer um pouco mais porque ela mudou a pergunta, ela já está se interessando por algo, ela trouxe uma um conteúdo do lugar que gente existe aqui. Já não é uma pergunta totalmente aberta, para onde eu devo ir? Ela já começa a fazer um esforço de entender o que está acontecendo. Então pera aí, deixa eu aprender. Deixa eu ver que que gente mora aqui para eu saber o que que eu quero fazer. Quando ela muda a pergunta, ele já quando ela muda o nível da pergunta, quando ela já começa

ão pera aí, deixa eu aprender. Deixa eu ver que que gente mora aqui para eu saber o que que eu quero fazer. Quando ela muda a pergunta, ele já quando ela muda o nível da pergunta, quando ela já começa a fazer uma investigação e não simplesmente ai fala logo o que eu tenho que fazer que eu faço. Quando ela começa a querer entender como funciona, aí ele começa a dar respostas para ajudá-la a entender o lugar onde ela está. Então ela pergunta que gente vive aqui? Aí ele já começa a explicar. Aqui vive um chapeleiro, ali vive aquela lebre. Não importa para qual caminho que você vá, escolha. Os dois são loucos. Hã. Ah, mas eu não quero me meter com gente louca. Alice observou. Oh, é inevitável, disse o gato. Somos todos loucos aqui. Eu sou louco. Você é louca. Como sabe que sou louca? perguntou Alice. Só pode ser, respondeu o gato. Ou não teria vindo parar aqui. Então veja lá, Alice mergulha nesse mundo da fantasia. Pra gente aqui, o mundo da fantasia é o mundo do simbólico. É o mundo de quando a gente sonha. Quando a gente sonha, não são malucos nossos sonhos? A gente não não sonha com bicho que não existe, que tem cabeça não sei do que, corpo não sei do quê. A gente não sonha que a gente é uma coisa e outra coisa ao mesmo tempo, que a gente está num lugar que a gente a gente não sonha que pega um espaço nave que vai pro Então assim, não estou falando de desdobramento espiritual, que é visita espiritual, né, do nosso corpo, eh, do nosso espírito desprendido do corpo, do do perespírito desprendido do corpo. Estou falando de sonho psicológico. Nesse sonho psicológico, a gente mergulha nesse mundo de fantasia. E a gente pode dizer: "Nossa, era uma loucura o meu sonho, cada coisa esquisita que aconteceu". Mas a gente pode questionar. É loucura pra razão, é loucura pro ego que gosta de categorizar, classificar, enquadrar. Mas para esse mundo da reflexão não é nada maluco. Tem muito, tem muita inteligência quando a gente mergulha no simbólico. Nas temporadas anteriores, nós

gosta de categorizar, classificar, enquadrar. Mas para esse mundo da reflexão não é nada maluco. Tem muito, tem muita inteligência quando a gente mergulha no simbólico. Nas temporadas anteriores, nós trabalhamos bastante esse valor do simbólico. Tem uma das temporadas em que a gente só fala sobre mitos, parábolas, lendas para explicar o como a gente pode aprender a respeito da gente, da vida, mergulhando nos contos, no simbólico, na lenda, nas parábolas de Jesus. Quantas parábolas de Jesus pra gente se falar, mas não faz sentido isso? Pois é, pra razão, pro ego. Mas tem muita sabedoria de vida escondida ali na forma de símbolos. E o símbolo que o gato traz é esse. Quando a gente mergulha para dentro, quando a gente vai lidar com nossos conteúdos, a gente vai se sentir biruta. Biruta, porque às vezes a gente vai falar assim, por exemplo, nossa, eu achei que eu já tivesse superado aquele problema, que a pessoa me magoou. De repente eu eu fiz uma uma autoanálise e descobri que dentro de mim tinha uma vingancinha que tava ali enrostida e sempre que eu encontrava a pessoa dava uma cutucada nela. Não é biruta uma pessoa que conscientemente fala que já superou, que já e deixou para trás e que perdoou e ao mesmo tempo sem perceber fica dando cutucãozinho. Então, nesse ponto pro ego, isso é uma esquizofrenia. Mas paraa nossa psique não é, são aspectos diferentes. Nós carregamos tudo isso. De vez em quando eu sou um amor de pessoa. De vez em quando eu parece que eu tô com capeta no corpo. De vez em quando eu sou gentil. De vez em quando eu sou rude, grosseira. Isso é ser humano ainda no nosso grau de evolução. Quando a gente chega lá que nem Jesus, não, aí a gente está conscientizado, iluminado. Aí não teremos mais essas incongruências, esses essas polaridades que ainda trazemos. Mas é nossa jornada aqui que faz com que a gente descubra nossos lados estranhos, esquisitos, malucos, para que a gente possa integrá-los à nossa psique, conscientizá-los, torná-los consciente e aí sim a gente

sa jornada aqui que faz com que a gente descubra nossos lados estranhos, esquisitos, malucos, para que a gente possa integrá-los à nossa psique, conscientizá-los, torná-los consciente e aí sim a gente consegue se conhecendo, se iluminando, se ampliando, né? Eh, eh, integrando nossas sombras. Então a Alice vai chegar a essa conclusão. Ela não vai querer, ela não vai poder entender o que está acontecendo ali de forma lógica e racional. Ela vai precisar aprender de forma simbólica, em formas de percepção, de intuição. Não adianta ela querer entender com a cabeça o que estava acontecendo ali. Quando Jesus contava parábola pra gente, ele não tava dando quando ele contava a parábola dos talentos que ele tava falando, que um talento foi multiplicado, outro também, outro foi enterrado. Ele não tava dando aula de finanças pra gente, não era Jesus falando assim, ó, pega um caderninho aí que eu vou te ensinar você fazer crédito, débito, investimento, empreendedorismo. Não era essa a finalidade dele. Jesus não estava conversando com nossa mente racional cognitiva. Ele não tava dando aula pra gente de como investir. Jesus estava nos trazendo uma sabedoria, que aquilo que eu uso multiplica, que aquilo que eu não uso enferruja, que quando eu tenho medo de de me arriscar eu não cresço, quando eu me arrisco, eu vai ser difícil, mas eu vou aprender. Jesus estava ensinando a gente a viver. Então, é uma é um aprendizado que não é por meio lógico, é por meio desse acesso da sabedoria, dessas lições de vida que nem sempre são lógicas, né? São sábias, que é diferente. Bom, então nós vamos falar de propósito de vida. E aí a Alice já nos deu essa ideia. É como se a gente tivesse hoje nesse monte de caminho. Posso para cá, posso para lá, posso me dedicar mais a isso, posso voltar para trás para resgatar aquilo, posso deixar aquilo para trás e ir pra frente? Que que eu faço? E aí, nesse lugar, é que a gente vai tentar descobrir o propósito de vida, o sentido de vida, a meta. E para isso a gente vai fazer

ilo, posso deixar aquilo para trás e ir pra frente? Que que eu faço? E aí, nesse lugar, é que a gente vai tentar descobrir o propósito de vida, o sentido de vida, a meta. E para isso a gente vai fazer uma pequena distinção. Quando a gente fala em propósito, em sentido e em meta, se a gente for prodicionário, é provável que a gente encontre quase que os três verbetes como sinônimos. Tanto faz pra terra, né, para para pra língua portuguesa, né, que é a nossa. Tanto faz se eu falar propósito de vida, sentido de vida, meta de vida, mais ou menos a mesma coisa, pouca diferença, sinônimos. Mas eu no nosso na nossa temporada, isso é muito importante, talvez eu volte nisso em cada episódio, para efeito de estudo, para que a gente entenda a aquilo que Joana nos ensina, a sabedoria de vida, eu vou fazer uma distinção entre eles. Não é porque o a língua portuguesa diga que exista, mas é porque eu vou utilizar essas três palavras para dizer coisas diferentes e assim nos ajudar a entender um pouco mais. o propósito de vida. Tá bom? Então, vamos pensar, vamos pensar um pouquinho em cada uma dessas três. Eu vou chamar, eu não, né? Assim, no nosso estudo aqui, nós vamos utilizar a palavra propósito para dizer o o o maior de tudo, a última instância da nossa busca aqui na Terra, aquilo de maior que a gente veio fazer. Então, o propósito, a gente vai relacionar com o que nos cabe aqui na Terra em termos espirituais. O que o espírito veio fazer? Esse é o propósito. Tem a ver com a finalidade da reencarnação. É ponto de vista de espírito. Então, eh eh tem a ver com desígnio, tem a ver com vontade, tem a ver com projeto, tem a ver com planejamento de reencarnação, tem a ver com decisão, com deliberação. Então, a gente vai chamar de propósito de vida aquilo que a gente combinou antes no plano espiritual com nossos anjos de guarda. Esse plano macro e e essa esse planejamento espiritual do que a gente vem fazer na Terra. Esse a gente vai chamar de propósito. A gente vai chamar de sentido de vida o caminho.

nossos anjos de guarda. Esse plano macro e e essa esse planejamento espiritual do que a gente vem fazer na Terra. Esse a gente vai chamar de propósito. A gente vai chamar de sentido de vida o caminho. Ou seja, vai ter a ver com direção, vai ter a ver com rumo, vai ter a ver com norte, vai ter a ver com ponto de vista. O sentido é para onde eu vou, vou para cá, vou para lá, volto, vou para cima, para onde eu vou para atingir o meu propósito de vida. Qual é o meu norte? Qual é a minha direção? Qual é o meu sentido? A gente não pergunta isso quando a gente tá numa cidade nova, sei lá, procurando algum lugar. Qual é, para que sentido vai aqui? Ah, isso aqui vai em direção à igreja, ao mercado, a catedral, seja lá o que for. Ah, eu tô procurando o centro espírita. Qual sentido de? não vai para cá, porque ele é nessa direção. Então, sentido tem a ver para qual o rumo, qual o meu norte, qual minha direção para atingir o propósito. O sentido é a direção que me leva ao propósito. E nós vamos chamar de meta as nossas os nossos planejamentos materiais para atingir o propósito espiritual. Então, a meta tem a ver com algo que é concreto, é como se fosse meu alvo, minha mira, tem a ver com um ponto final, né? O o o que que eu preciso fazer aqui? Então, por exemplo, minha meta é estudar pedagogia. Minha meta é estudar pedagogia para me direcionar à educação. Quero ir paraa direção onde a educação está para conseguir ajudar a terra a evoluir de dentro da área da educação. Então meu objetivo é pedagogia porque meu propósito é educar o espírito. Então eu vou investir num recurso material. minha meta material é me instrumentalizar para poder desempenhar o meu propósito que é espiritual. Então é que instrumentos na terra me ajudam a executar o meu planejamento espiritual. E esse sentido é para onde tá esse caminho, para onde que eu vou? É para cá, para lá? Eu vou atuar na educação em termos de escola? Eu vou me envolver com algum trabalho de uma ONG? Eu vou fazer trabalhos eh eh de internet, de plataforma, é adulto, meu

e que eu vou? É para cá, para lá? Eu vou atuar na educação em termos de escola? Eu vou me envolver com algum trabalho de uma ONG? Eu vou fazer trabalhos eh eh de internet, de plataforma, é adulto, meu aluno, é criança. Ou seja, para on, para qual caminho eu vou? Para caminho de criança, para caminho de educação de plataforma EAD, para caminho de sala de aula. Eu fiz pedagogia, eu escolho um caminho para trabalhar o meu propósito. Vim aqui para para purificar a educação. Me enrosquei lá atrás com isso. Quero vir aqui para transformar isso. Propósito, educação. Caminho para qual das educações que tem aqui possível? Instrumento que você vai utilizar para conseguir atingir seu propósito. Então, só pra gente ter uma ideia de quando a gente for falando, é mais ou menos esse esqueleto que a gente vai utilizar. né? Então é como se a gente falasse assim: "O sentido me conduz à meta para atingir o propósito." Então o sentido é qual direção? A meta é que eu tenho na Terra disponível para atingir o propósito que é do espírito, que é espiritual. Bom, feita essa introdução, que foi um pouco mais longa do que eu tinha planejado, acabei falando demais, a gente vai mergulhar um pouco então em Joana. Eu vou começar com vida, desafios e soluções, capítulo dois. Vida, desafios e soluções, capítulo 2. Joana vai trazer um pouco sobre essa meta, sobre essa finalidade da vida na Terra e o quanto que também esse propósito ele é transcendente à matéria. Então, a gente pode falar meta tem a ver com terra, né? E propósito transcende a matéria. Meta propósito transcendental. Eu é que estou usando isso para efeito de estudo, para eu conseguir explicar aquilo que eu que eu gostaria de explicar a vocês, tá bom? Não quer dizer que isso seja fato, que a gente possa afirmar, não. O dicionário vai dizer tudo, mesma coisa, tanto faz, sinônimo. Mas pra gente entender aqui, se comunicar, em termos de facilitar a comunicação, nós vamos falar sobre isso. Vamos ver o que que Joana traz a respeito do sentido de vida, sobre

a, tanto faz, sinônimo. Mas pra gente entender aqui, se comunicar, em termos de facilitar a comunicação, nós vamos falar sobre isso. Vamos ver o que que Joana traz a respeito do sentido de vida, sobre propósito de vida, que que ela tem para nos oferecer. Vida, desafios e soluções. Capítulo dois. Esse significado existencial somente é descoberto. Alice tava lá tentando descobrir quando atinge um grau de elevada percepção da realidade que transcende o limite da forma física, transitória, experimental, que todavia pode e deve ser cultivada com alegria e saúde integral. Não se creia, portanto, equivocadamente, que a finalidade primeira da conjuntura existencial viver bem, no sentido de acumular recursos, de fruir comodidades, de gozar de sensações que se renovam e exaurem, alcançando o pódio da glória competitiva e todos esses equivalentes anelos do pensamento mágico, pensamento infantil. partindo para as aspirações fenomênicas e miraculosas dos privilégios e regalias que não harmonizam o indivíduo com ele mesmo. Então, o que que Joana tá dizendo? Quando a gente fala de significado existencial, sentido existencial, eh eh propósito de vida, nós vamos falar daquilo que transcende a matéria. Nós vamos utilizar a matéria para crescer em espírito, mas nossa última instância, nossa principal, nossa prioridade na Terra é o que transcende a matéria. Então, que a gente não ache que nosso propósito de vida tenha a ver com a conjuntura existencial, ou seja, não tem a ver com eu ficar com um corpo saudável no sentido de, uh, estou vencendo a velice. Não tem a ver com eu conquistar poder, salário, currículo, seja o que for, status. Não tem a ver com eu ser melhor do que um, do que melhor do que o outro. Não tem a ver com as coisas daqui. Quando a gente for falar sobre o propósito de vida, tem a ver com aquilo que eu levo daqui. Então, meu propósito de vida não vai ser conquistar o currículo X, a profissão Y, ter tantos R$ 1.000 no banco, eh ter um nome reconhecido mundialmente. Não é esse propósito de vida, porque

evo daqui. Então, meu propósito de vida não vai ser conquistar o currículo X, a profissão Y, ter tantos R$ 1.000 no banco, eh ter um nome reconhecido mundialmente. Não é esse propósito de vida, porque isso tudo fica aqui. Propósito de vida tem a ver com aquilo que eu levo. E Joana diz aqui que isso vai depender da nossa percepção da realidade. Ou seja, depois ela fala do pensamento mágico, que é um pensamento da humanidade quando a gente ainda é muito infantil, espiritualmente falando. Então Joana já começa a fazer uma uma amarração que para eu identificar mais facilmente o propósito de vida, é preciso que eu vá ampliando minha consciência, o que que vale dizer? me desenvolvendo, progredindo, amadurecendo, evoluindo. Quanto mais eu evolu amadureço, mais facilmente eu identifico os meus propósitos de vida. Quanto mais eu sou infantil, imaturo, mais eu me identifico com as coisas daqui. Nem tô pensando em transcender matéria. Estou pensando em correr atrás de a de arrasar na terra. Quero ser conhecida, quero ter dinheiro, quero ser famosa, quero ser bonita, quero ser isso, quero ser aquilo. Aqui significa imaturidade espiritual, significa desconexão de propósito de vida. Quanto mais eu consigo amadurecer, mais eu tenho vida íntima, mais eu tenho contato comigo, com Deus. Quanto mais eu consigo me espiritualizar, me conscientizar, mais eu vou me dedicando a propósitos que transcendem a matéria e não com as coisas daqui como última instância. última instância é lá, aqui é meio para para chegar lá. Bom, então é como se a gente tivesse mais uma figura de linguagem, uma analogia para pra gente reforçar o que nós estamos dizendo. Vamos supor que eu queira encontrar a cura do câncer, sei lá, uma cura de uma doença que nos atormenta. Esse é o meu propósito transcendente, porque ele vai beneficiar a humanidade. O propósito de vida, ele tem a ver com coletivo também. Ele não é para me satisfazer. Ele não atinge o objetivo interesseiro, pessoal. O propósito de vida, ele sempre vai falar de algo que

humanidade. O propósito de vida, ele tem a ver com coletivo também. Ele não é para me satisfazer. Ele não atinge o objetivo interesseiro, pessoal. O propósito de vida, ele sempre vai falar de algo que seja bom para o coletivo. Então, eu queria muito me dedicar a para descobrir a cura de uma doença, não para eu ficar famoso e meu nome ficar circulando por todo lugar, não. Porque eu queria cuidar da alma humana do dos que sofrem, tá? Isso é transcende a matéria. Então, o que que eu faço? Eu vou precisar achar um caminho. Qual que é o caminho? Ah, eu posso me dedicar a a as pesquisas científicas? Eu posso me dedicar a religiosidade para tentar por meio da religião. O sentido é o caminho. Vamos supor que eu falo: "Não, eu quero ir pelo caminho científico." OK. Então, eu vou para um laboratório. O laboratório é a minha meta aqui. Preciso encontrar um lugar que eu possa ser aceito. Eu vou prestar provas, eu vou estudar para poder fazer parte de um grupo de pesquisa. Essa é a minha meta. Mas a o meu propósito não é, se eu acho que o meu propósito daqui, eu só tô querendo aparecer. Eu quero participar de um grupo de pesquisa para ficar famoso, para ganhar dinheiro. Não, essa é a minha meta. O meu minha o meu o sentido foi eu vir para laboratório para eu ajudar a humanidade. O propósito é grande, transcende as coisas da Terra. A meta descobrir um bom lugar para eu estudar, para eu aprender, para eu pesquisar para ajudar a humanidade, né? Então é isso que Joana fala. Se eu tiver presa nisso, eu quero ser famosa, ter meu nome divulgado em todos os lugares. Então, pensamento mágico, infantilidade, ainda tô presa as coisas daqui. O dia que realmente eu usar o que eu tenho aqui para ganhar aqui, para transcender, para ajudar a humanidade, aí sim significa que eu já estou mais maduro. Vamos para o outro livro. Agora eu trouxe amor imbatível, amor capítulo 5. Então Joana vai falar do amar a si, amar ao próximo, que é isso que eu falei, que quando a gente tem essa esse propósito transcendente, a gente vai viver para

u trouxe amor imbatível, amor capítulo 5. Então Joana vai falar do amar a si, amar ao próximo, que é isso que eu falei, que quando a gente tem essa esse propósito transcendente, a gente vai viver para si, lógico, porque eu preciso me fazer progredir, mas o beneficiado total, além de mim, vai ser o coletivo, né? E e o quanto essa vontade firme que vem de dentro, que me leva, é ela que me leva. Porque não é fácil a gente dedicar um propósito de vida. A meta já é difícil, que é você ralar para conseguir ser significativo na terra, para conseguir conquistar coisas na terra. Imagina aqui, né? Então não é simples. Então no amor imbatível amor capítulo 5 Joana fala sobre essa história do servir. Então ela diz assim, ó: "Trata-se de um sentido pessoal que ninguém pode oferecer, ou seja, aquele talento que é meu, porque para eu, o meu propósito, ele vai ter a ver com que com a minha história. Lembra que eu falei do exemplo da educação? Então eu tô no plano espiritual, conversando lá, ela planejando minha meu retorno à Terra. E a gente entende, meus os espíritos benfeitores entendem que para mim seria útil mergulhar e me dedicar à educação, porque tem a ver com resgate de vida passada, seja lá o que for. Então isso é meu, o propósito existencial, eu vou ter que encontrar o que é meu nesse sentido do que me cabe, aquilo que eu vim preparada, aquilo que eu tenho talento para, aquilo que faz sentido paraa minha vida, né? Então, tem uma uma personalidade embutida nesse propósito de vida. Eu tenho que que me identificar com ele. Eu não vou sair fazer qualquer um, porque eu nem vou dar conta de fazer qualquer um. Então, meu propósito tem a ver comigo. Então, Joana diz que trata-se sim de um sentido pessoal que ninguém pode oferecer e que é particular a cada um. tem esse lado. Meu propósito é diferente do outro propósito. Torna-se de futuro um ideal de grupo. Aquilo que hoje faz sentido para mim no futuro vai afetar o coletivo em razão de construir, de constituir interesse coletivo. Então é isso que a gente tá

opósito. Torna-se de futuro um ideal de grupo. Aquilo que hoje faz sentido para mim no futuro vai afetar o coletivo em razão de construir, de constituir interesse coletivo. Então é isso que a gente tá falando. Vou reler. Trata-se de um sentido pessoal que ninguém pode oferecer e que é particular de cada ser e torna-se de futuro um ideal de grupo em razão de constituir o interesse coletivo. Porém, a sua origem a sua origem se encontra no nível de consciência e de pensamento individual, que elegem o que fazer e como fazer. Não pode ser eleito por outrem ou brindado, senão conseguido pelo próprio ser. Alice conversando com o gato. Gato, para onde eu vou? O que que eu faço? Eu tô perdida. E que que o gato fala? Minha filha, você vai ter que descobrir aí dentro para onde você deve ir. É pessoal, é algo que te cabe, não tem a ver comigo. Se eu for te dizer o que fazer, eu vou estar falando daquilo que para mim é bom, daquilo que me interessa, daquilo que eu acredito, daquilo que eu sei, daquilo que eu gosto. Eu vou est falando para você fazer uma coisa que é minha. É você que precisa descobrir dentro de você qual é o talento, qual é o chamado, qual é o interesse que te move. Vontade do que você tem. de fazer é seu, você tem que descobrir. Mas ao tocar nesse lugar e ao fazer esse lugar germinar, você vai oferecer frutos não só para si, mas para o coletivo. Então é isso que Joana está trazendo, né? Ela continua, ela fala: "Jesus, ante a transitoriedade dos valores terrestres e a fugacidade do corpo, propôs a busca do reino de Deus e da sua justiça, elucidando que após essa primazia tudo mais será acrescentado." Isto é, estabelecendo o mais importante, que é o sentido objetivo existencial, as demais aspirações se tornam secundárias e chegarão naturalmente. Sabe quando Jesus então fala, Joana lembra? Quando Jesus fala, "Buscai o reino de Deus e tudo mais vos será dado em acréscimo". Então, é como se quando a gente descobrir de fato qual é nosso propósito, qual é o nosso propósito, pronto, eu

mbra? Quando Jesus fala, "Buscai o reino de Deus e tudo mais vos será dado em acréscimo". Então, é como se quando a gente descobrir de fato qual é nosso propósito, qual é o nosso propósito, pronto, eu entendi, eu sei, a minha vontade é fazer tal coisa. Jesus fala: "O sentido e a e as e a e a meta material aparece rapidinho." A gente não fala também, quando o aprendiz está pronto, o mestre aparece. Então, significa que quando eu identifiquei de fato o que me cabe fazer aqui, para que caminho eu devo ir, assim, qual é o meu propósito, as coisas surgem. Surge alguém que me chama, parece um convite e a gente fala: "Nossa, tudo confabulou. Bastou eu ter essa ideia que surgiu isso, apareceu aquilo e as coisas se organizaram. Nem vi como. Então, Joana, lembra a gente também quando a gente se conectar com a gente, se conectar com Deus e investir na busca do propósito, as coisas que nos conduzem ao propósito surgem. Tudo mais você dado em acréscimo. Acréscimo flui, aparece, o universo confabula ao a favor. Mais um pouco ainda no Amor imbatível amor capítulo 5. Essa busca de significado, de objetivo ou sentido não pode ser resultado de uma fé ancestral, isto é, de uma crença destituída de fatos que se dilui ante dificuldades, principalmente os conflitos internos, mas da luz da razão que transforma a vontade de conseguirem uma vida mais expressiva, mais rica de conteúdo, de aspirações profundas e autênticas. Ou seja, Joana tá dizendo assim: "Não é fazer porque todo mundo fez, não é porque é uma tradição ancestral, não é porque alguém mandou, não é porque tá escrito lá, não é porque tem uma cartilha, não é porque tá na Bíblia, isso não adianta. Essa essa movimentação, essa vontade de querer transcender, de querer ser significativa paraa vida, de querer desempenhar o papel que nos cabe, ela tem que vir desses conteúdos próprios, tem que vir de dentro de mim. Senão fica só eu desempenhando tarefa, como se a gente tivesse interpretando um papel. Sabe quando a gente vai assim? Por que

, ela tem que vir desses conteúdos próprios, tem que vir de dentro de mim. Senão fica só eu desempenhando tarefa, como se a gente tivesse interpretando um papel. Sabe quando a gente vai assim? Por que que você tá indo lá? Porque tem que ir. Porque todo mundo vai, porque falou que se eu não for, eu vou arder no umbral. Não, não é assim que você vai encontrar o propósito de vida. Propósito de vida a gente encontra mergulhando, achando nossos conteúdos internos, né, com essa vida interna rica e de aspirações profundas. Precisa ter essa autoiluminação pra gente conseguir. Não é uma lista de tarefas. Vai fazer isso, vai fazer aquilo, pronto, me livrei, tá pronto. Não tá. Porque você só fez, você não se transformou, não internalizou, não vivenciou. Tá vendo que esse capítulo C do amor imbativo amor é um texto que tem bastante conteúdo do que a gente tá falando, então eu ratifico a o interesse para pra gente lê-lo, tá? E aí um último trecho desse ainda, desse capítulo ainda, somos do de parecer que então Joana é do parecer que sentido, objetivo, essencial é a autossuperação das paixões, a autoiluminação, para bem discernir o que se deve, o que se pode fazer, para harmonizar-se consigo mesmo em relação ao próximo, ao grupo social no que se encontra, bem como a vida, a natureza e a Deus. Então, Joana já dá aqui a sua participação, a sua opinião, e ela diz assim: "Olha, quer saber? Sou do parecer que, em última instância, o propósito de vida nosso é superar as paixões primitivas, é evoluir, é desenvolver o amor por si, pelo outro, pela natureza, por Deus". É isso que a gente veio fazer, que é o que a gente falou no começo, quando a gente lê a questão 132 e o livro dos espíritos, a finalidade da reencarnação. Qual é? é mergulhar na terra para experimentar esse laboratório, essa escola e crescer em espírito. E ao crescer em espírito, a gente beneficia a gente e o nosso entorno, porque a gente vai ser uma pessoa melhor pros outros do que a gente era antes. Então, Joana disse isso. Em

e crescer em espírito. E ao crescer em espírito, a gente beneficia a gente e o nosso entorno, porque a gente vai ser uma pessoa melhor pros outros do que a gente era antes. Então, Joana disse isso. Em última instância, nosso propósito de vida é mergulhar na Terra para evoluir em espírito. É isso que a gente vem fazer, superar as paixões primitivas e iluminar o nosso ser. Bom, agora vamos lá, já estamos avançando no tempo. Vamos pro livro Jesus e o Evangelho é luz da Psicologia Profunda, capítulo 2. E e Jesus também, a gente pode pensar, qual será que foi o propósito de vida, né, de Jesus? Que que vocês responderiam? Qual foi o propósito de vida aqui na Terra, né? Quando Jesus mergulha aqui, qual foi o propósito de vida de Jesus? Que que ele veio fazer aqui em última instância, né? Qual a finalidade dele de mergulhar na no corpo? Eh, bom, Jesus ensinou então que o reino dele não era desse mundo, né? Que não era se identificando com as coisas daqui. Então, Jesus veio mostrar justamente isso, que a verdadeira vida transcende a matéria. Dai a César o que é de César. Não pensa que eu vim aqui para ficar dividindo partilha entre irmãos, ficar dividindo herança, né? são trechos da das da das vivências, das mensagens eh eh dos apóstolos, né? Eh, vai se libera de tudo que você vem, né? dos seus recursos financeiros e me segue várias vezes Jesus mostrando que o que que a gente vem fazer aqui é crescer em espírito, não é ficar correndo atrás das coisas daqui. Então, nesse nesse livro, capítulo dois, Jesus, o Evangelho a Luz da Psicologia Profunda, Joana fala: "A sua, né, a de Jesus, é uma doutrina toda alicerçada nas expressões imortalistas, na vida futura que a todos aguarda, principiando, desculpa, propiciando a conquista desse desiderato mediante a autotransformação, elevação de propósitos, eleição de metas significativas. e profundas. Então, o que que Jesus, qual o propósito de vida de Jesus era mostrar pra gente que a gente deve aqui na Terra investir na autotransformação, na

opósitos, eleição de metas significativas. e profundas. Então, o que que Jesus, qual o propósito de vida de Jesus era mostrar pra gente que a gente deve aqui na Terra investir na autotransformação, na elevação de propósitos, na seleção de metas significativas e profundas. Ou seja, não é correr atrás das coisas daqui pura e simplesmente, mas é usar as coisas daqui para crescer internamente, interiormente. Então, pra gente terminar, o último livro que eu selecionei é Triunfo Pessoal, também capítulo dois. E Joana fala a respeito daquilo que a gente já citou no começo, que tem a ver, o progresso do espírito tem a ver com o propósito de vida. Quanto mais o espírito se eleva ao mergulhar na terra, mais elevados serão seus propósitos. Tanto que o propósito de Jesus era esse, era simplesmente fazer a humanidade dar um um salto na evolução. Propósito de vida de Jesus era vir mostrar pra gente como é viver o amor. Propósito gigante, né? O propósito de vida de Jesus era servir de modelo e guia pra humanidade. Para isso, ele veio lá das alturas, para poder estar aqui, ser visível, né? Se tornar visível pra gente. Então, quanto mais o espírito evolui, maior o seu propósito de vida. Por contrapartida, quanto menos evoluído, o propósito de vida dele aqui fica ainda muito infantilizado, correndo atrás das coisas daqui, nem lembrando que existe eh eh vida espiritual. Então, no triunfo pessoal, capítulo 2, Joana fala: "Quanto maior o desenvolvimento intelecto, moral do indivíduo, mais ampla será sua capacidade de lutar e vencer, ampliando-se-lhe a área da vontade, que se exterioriza, auxiliando na conquista de patamares mais elevados, que sempre o estimulam a novos competimentos. Então, evolução, intelecto, moral, maior capacidade de lutar, de vencer, de ter vontade. Mais elevados os patamares, né? Mais eu eu vivo a vida de forma espiritualizada e mais eu sou capaz de fazer, né? É uma bola de neve no bom sentido. Bom, fica aqui essa essa esse panorama geral sobre o que que a gente vai falar sobre

ais eu eu vivo a vida de forma espiritualizada e mais eu sou capaz de fazer, né? É uma bola de neve no bom sentido. Bom, fica aqui essa essa esse panorama geral sobre o que que a gente vai falar sobre propósito de vida. Depois a gente vai entrando mais em detalhes, a gente vai falando um pouco mais de particularidades, a gente vai trazendo mais exemplos nos próximos encontros. Mais uma vez, uma alegria estar de volta com vocês. Que Jesus nos abençoe nesses encontros, nos ajude nesse caminho pelo autoconhecimento, pela autoiluminação. Nossa gratidão a Joana que tem se dedicado à humanidade, trazendo, compartilhando sua sabedoria com a gente para que a gente possa entender um pouco mais como viver na terra de acordo com os preceitos espírita cristãos. Muito obrigada e até uma próxima.

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