T6:E5 • Transtornos Mentais • Perguntas e Respostas
Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 06 - Transtornos Mentais Episódio 05 - Perguntas e Respostas ► Recapitulação dos quatro primeiros episódios desta temporada. » Apresentação: Cristiane Beira
Olá sejam bem-vindos a mais um psicologia espírita com Joana de Ângeles hoje é aquele Episódio gostoso em que a gente pode fazer algumas trocas então eu eu fico procurando os chats os comentários que vocês deixam olho um por um Fico muito agradecida pelo tanto de demonstração de carinho de de de valor do trabalho de me contarem o que tem sido feito de benefício na vida de vocês nada realiza mais o ser humano do que isso do que sentir que ele teve algum tipo de IMP de impacto por mais simples que seja na vida de outro então eu começo agradecendo porque meu coração fica cheio quando eu vejo essas essas mensagens mas também tô sempre aberta para alguma crítica sugestão pergunta e acho que nós crescemos no processo quando alguém Faz alguma pergunta que a gente não tinha feito a gente cresce ao ao fazer a tentativa de entender de compreender então Eh Estou também abertas aberta para isso e trouxe então algumas coisas não deu para trazer todas tinha bastante pergunta e o nosso tempo é pequeno e essa vez eu deixei quatro programas para perguntas e respostas então nós temos quatro episódios para falar hoje então a gente já vai direto no assunto para não perder tanto tempo eh o o primeiro episódio nós falamos de um jeito geral sobre transtornos mentais e exploramos mais essa diferenciação do que é um sintoma do que é um distúrbio do que é uma disfunção do que é um transtorno nós estamos especificando esse transtorno como aquele que atrapalha o nosso desenvolvimento humano que nos nos impede de fazer alguma coisa que nos obriga a fazer aquilo que a gente não quer é quase que esse transtorno nos controlando interferindo tanto em nossa vida que faz com que a gente mude o rumo eu iria por esse caminho mas não consigo porque tenho transtorno do pânico porque carrego outro tipo de transtorno então é desse que nós estamos falando desse conjunto que nós estamos falando mas a gente lembra o tempo todo que estamos ainda no mundo de provas e expiações somos espíritos imperfeitos então todo mundo
tão é desse que nós estamos falando desse conjunto que nós estamos falando mas a gente lembra o tempo todo que estamos ainda no mundo de provas e expiações somos espíritos imperfeitos então todo mundo vai se encaixar em algum ou outro sintoma ou característica de qualquer transtorno que a gente veja todo mundo tem um pouquinho de de de vez em quando alguma coisa com fobia com depressão com empolgação com Mania Seja lá o que for mas nós vamos falar daqueles que realmente regulam direcionam parte da nossa vida a ponto da gente encaixar ele como parte da nossa vida mesmo eu vivo com base nisso não é episódio que de vez em quando vem e vai atrapalha um pouco mas a gente lida Então é isso que a gente falou um pouco a respeito dos transtornos no episódio um eh Então vamos lá primeira pergunta a gente trouxe do João e a Rita Barreto lá de Lauro de Freitas que tem acompanhado a gente nos nossos estudos já são amigos os nossos então o João e a Rita falam né quando nos apresenta uma dificuldade ficamos tensos preocupados Mas precisamos entender que a vida são provas necessitamos evoluir tendo a certeza de que Deus está no Leme da na Então vamos confiar então achei bonito isso porque combina um pouco o que a gente tá falando vamos diferenciar porque hoje parece que a gente não pode ter nada de sintoma que a gente já acha que é um grande problema que precisa de médico nem sempre nem sempre vamos lembrar que nós estamos aqui para ter sintoma para ter dificuldade para enfrentar obstáculo para cair a gente veio aqui para usar esses esses acontecimentos da vida e crescer com eles então se eu ando meio introspectiva ai meio triste meio desanimada da vida eu não tenho um problema que eu preciso que alguém resolva então vou procurar médico não significa que a vida está me convidando para rever alguma situação o que que eu posso fazer a respeito como eu lido com isso como é que eu lido com essa melancolia quando eu enfrento isso tentando entender tentando integrar tentando organizar eu saio maior do que
ção o que que eu posso fazer a respeito como eu lido com isso como é que eu lido com essa melancolia quando eu enfrento isso tentando entender tentando integrar tentando organizar eu saio maior do que eu era antes eu entendi mais da vida eu conheci melhor a mim mesmo eu descobri recursos para lidar com as coisas que me atrapalham Então essas coisas que fazem parte do dia do dia a dia elas nos oferecem crescimento Então não é para cada qualquer coisinha que aparecer a gente tem que sair correndo atrás e é um ai como que eu ando triste faz parte tudo bem leva um tombo se decepciona briga com o mundo depois Levanta chacalha a poeira e dá a volta por cima Lembrando que Deus está no comando de tudo nos apoiando nos protegendo nos orientando nos ajudando vamos lá Caroline spadini nos diz se não somos nossos pensamentos então como eu sei que eu estou de acordo com o espírito ão interessante Caroline eu eu provavelmente falei uma frase que eu aprendi com aquele autor e cartol no livro O Poder do Agora porque eu lembro que tem essa frase lá e ele nos ensina que mu vezes aqui no ocidente nós nos encantamos muito com os nossos pensamentos como se eles fossem verdades então Porque surgiu um pensamento na minha mente eu saio atrás dele obedecendo e ele ensina que o pensamento é só um instrumento do mesmo jeito que eu pego uma caneta quando eu preciso escrever eu uso o meu pensamento quando eu preciso pensar e aí ele nos provoca será que eu preciso pensar 24 horas do do dia não tem momentos em que eu não tenho nada para pensar eu não tenho nenhum problema para resolver eu não tenho nenhuma decisão para tomar Ah mas isso pode ser 5 minutos do meu dia OK nesses 5 minutos a gente deveria ser convidado a não pensar a simplesmente deixar o pensamento decantar e observar a gente observar o o mundo contemplar a natureza descansar 5 minutos eu não tenho nada para pensar só que não a gente não para o pensamento lembra do que do que aconteceu o pensamento lembra de uma coisa que vai acontecer daqui dois meses
a natureza descansar 5 minutos eu não tenho nada para pensar só que não a gente não para o pensamento lembra do que do que aconteceu o pensamento lembra de uma coisa que vai acontecer daqui dois meses e a gente já fica prevendo e a gente fica sofrendo remoendo Essa é a crítica dele Caroline então ele diz assim Presta mais atenção nessa casa mental desocupa um pouco ela quando ela não precisar ser acionada deixa um pouco os pensamentos se acalmarem esvazia porque a meditação Inclusive fala que isso é saúde e que muitas vezes a gente conseguiria eliminar o estresse da nossa vida com esses minutos do dia em que a gente simplesmente parasse de pensar e e relaxasse e deixasse o pensamento solto sem se preocupar em ficar analisando o caraminholando remoendo então é mais ou menos disso que a gente está falando mas você pergunta então como eu sei que estou de acordo com o espírito se eu não sou o meu pensamento não é que eu não sou o meu pensamento eu sou o meu pensamento tudo que Brota na minha mente é meu veio de lugares meus mas eu preciso aprender a criticar porque tem pensamentos que são frutos do Ego por exemplo tá preocupado Ai meu Deus será que a roupa que eu pus para essa entrevista ai e às vezes eu dou tanto peso pensando na roupa Agora pensa você espírito Será que você colocaria tanto peso de preocupação e de pensamento na roupa Será que o espírito indo para uma entrevista de emprego não estaria mais preocupado em em analisar os seus valores em mostrar a sua essência do queem impressionar pela sua aparência então é essa diferenciação a proposta é a gente criticar o que a gente pensa e não seguir ela o pensamento surge e a gente corre atrás dele e o e cartol fala que pros orientais os orientais descrevem assim os ocidentais o pensamento dos ocidentais a mente dos ocidentais é como um macaco pulando de galho em galho eu penso uma coisa daqui a pouco essa coisa puxa uma segunda que puxa uma terceira em do minutos eu pensei em 20 coisas e eles brincam porque eles falam não é
como um macaco pulando de galho em galho eu penso uma coisa daqui a pouco essa coisa puxa uma segunda que puxa uma terceira em do minutos eu pensei em 20 coisas e eles brincam porque eles falam não é possível isso eles até debocham Desse nosso comportamento então eles conseguem concentrar um pouco mais de escolha a partir do que eu penso e do que eu não penso Então os orientais TM muito isso de em que que você está pensando em nada pra gente fala pensar em nada é impossível Como que você fica pois é porque eles dominam a mente a gente é dominado pela mente pelo pensamento por esse ego que tá sempre preocupado sempre agitado então acalma Ego não tô precisando de organizar nada não estou precisando que você faça planejamento nesse momento nesses 5 minutos tá tudo bem então descansa um pouquinho deixa eu ficar lá em contato com o meu espírito então eu sou tudo Carolina eu sou pensamento eu sou espírito eu sou ego eu sou Persona eu sou sombra A ideia é a gente não se perder e se deixar arrastar mas é a gente prestar atenção pra gente escolher o que pensar até quanto pensar como pensar então era essa a provocação eu trouxe também a Elô Eloí buenos aqui de de Amparo também tá sempre com a gente nossa querida amiga e ela diz a responsabilidade é sempre do Espírito mas temos como melhorar esses transtornos agora porque a gente trouxe Joana atrás o óbvio que tudo é fruto é fonte é origem do próprio espírito nada que eu vivo na minha vida hoje que eu penso que eu gosto nada eh eh vem de algum lugar que não seja do si mesmo eu sou aquele que origina a própria vida ah por que que eu tô passando por isso a resposta está em mim não é alguém que me pôs para passar eu é que pelas minhas escolhas das vidas passadas vim caminhando lei de causa e efeito ação e reação que me trouxe para lugar onde eu estou então hoje o corpo que eu tenho o pensamento como eu costumo usar como eu lido com as emoções o ambiente onde eu estou tudo isso tem relação com as minhas vidas passadas não existe loteria e Deus fica jogando eh
o corpo que eu tenho o pensamento como eu costumo usar como eu lido com as emoções o ambiente onde eu estou tudo isso tem relação com as minhas vidas passadas não existe loteria e Deus fica jogando eh dado para ver para onde ele vai mandar um e para onde ele vai mandar outro ele deixou a gente seguir o caminho pelo lei pela lei do livre arbítrio e cada um vai para o caminho que quiser e ele mostrou pra gente como funcionam as leis as leis são essas faça o que vocês quiserem Fiquem a favor da Lei Não fiquem e colha os frutos do seu caminho da sua escolhas então a responsabilidade é sempre do Espírito ai mas hoje eu enfrento um transtorno Pois é pelo espiritismo para quem acredita no espiritismo na reencarnação nós vamos dizer esse transtorno que você carrega tem relação com você mesmo no passado se não é um passado recente como diz o capítulo 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo se as minhas aflições não são dessa vida provavelmente elas estão localizadas em vidas anteriores Então todo trans orno está nascendo em mim e se ele não tem a ver com a vida presente é é algo que eu trago de vidas anteriores mas aí a Elô pergunta mas temos como melhorar esses transtornos Agora sim e é isso que a gente veio fazer na terra a gente veio numa nova versão provavelmente mais equipados porque tivemos chances de ter uma educação hoje a gente tem mais informação na terra hoje nós temos mais cursos tecnológicos científicos então uma pessoa que passa pelo transtorno que a gente passa hoje e uma pessoa que tenha passado por esse transtorno em 1500 as a forma dela dela ultrapassar dela vencer dela entender e dela integrar hoje é muito maior do que ter que lidar com isso lá atrás né imagina por exemplo o espectro autista uma pessoa que traz o autismo se tivesse nascido lá em 1500 e 1600 ninguém entendia o que que seria e que que a gente falava qualquer pessoa que a pessoa que as que a humanidade a sociedade não entendesse muito bem Como funcionava é maluco é maluco é louco é alucinado é lunático E
ia o que que seria e que que a gente falava qualquer pessoa que a pessoa que as que a humanidade a sociedade não entendesse muito bem Como funcionava é maluco é maluco é louco é alucinado é lunático E excluía então cada vez que a gente volta paraa terra a gente tem um pouco mais de condição de lidar com aquele com aquele lado nosso que está desequilibrado então pensando que transtorno é fruto de um desequilíbrio a gente mergulha na carne para se reequilibrar ao atingir o reequilíbrio o transtorno Deixa de existir Então a nossa responsabilidade na terra é estudar aprender entender se conhecer buscar tudo que tiver de recurso se conectar com Deus utilizar os recursos da casa Espírita tudo que a gente puder fazer para tentar entender para tentar descobrir em si como lidar na medida das nossas possibilidades a gente oferece possibilidade para quem está com a gente também aprender a lidar com uma pessoa que carrega o transtorno e ela vai ter que desenvolver a paciência a compaixão a empatia o perdão né vai praticar o amor então são experiências que nos fazem crescer espiritualmente se a gente sabe como lidar então é Nossa responsabilidade e A Gente Tem sim muita coisa para fazer ao respeito a respeito bom Vamos agora pro episódio dois e a gente falou sobre a timidez e e eu fiz essa distinção entre a timidez que me impede de viver muitas coisas ou seja ela atrapalha o meu desenvolvimento ela controla minhas escolhas porque eu não eu quero escolher mas não consigo por conta da timidez Esse é um não é caracterizado como transtorno é sintoma paraa psiquiatria mas Joana fala muito sobre a timidez em muitos livros por isso que eu quis dedicar um episódio para a timidez Então a gente vai falar dessa timidez que nos trava que nos atrapalha porque existe a timidez como simples eh traço de personalidade eu sou mais introspectiva não sou uma pessoa que sai e que e que e é é expressiva e comunicativa não sou essa pessoa aí tudo bem não ser não precisa ser só de um jeito então eu ser
ço de personalidade eu sou mais introspectiva não sou uma pessoa que sai e que e que e é é expressiva e comunicativa não sou essa pessoa aí tudo bem não ser não precisa ser só de um jeito então eu ser introspectiva eu gostar de ficar mais quieta eu eu eu ter mais gosto e prazer em atividades de concentração e solitárias eu gosto de ler eu gosto de ficar escrevendo não quer dizer que seja um problema porque não está me atrapalhando eu sou assim então nós diferenciamos a timidez dessa que nos atrapalha do traço de personalidade que a gente fala do introspectivo a Rita da Silva Lima Que também está sempre com a gente diz assim a timidez é baixa autoestima olha Rita eu acho que elas estão muito juntinhas e talvez uma tenha muita relação com a outra no sentido de uma ser fruto até da outra né pode ser não acho que é não pode ser sinônimo mas acho que tem pontos em comum né então a timidez ela ela quando a gente fala de baixa autoestima a gente tá falando o quê A gente tá falando Eu não me sinto valorizado Não tenho não acho valor em mim não me sinto tão competente não acho que eu devo ocupar um lugar aí fora como todo mundo porque eu sou menos então a baixa autoestima é a pessoa que se vê menos do que de fato ela é do que de fato ela é E aí a gente entra numas coisas que é talvez eu queria ser tanto mais do que eu sou que quando eu verifico que eu não sou eu acho que eu sou menos até do que eu sou Olha como nossa mente é maluca eu posso ser quem eu sou e sei lá eu sendo quem eu sou eu tenho muitas virtudes adquiridas e um monte de vício ainda que eu carrego Mas eu queria ser mais eu queria ter só virtudes quando eu queria ser isso eu tenho um ideal de mim mesmo que é fantasioso que é Imaginário que não tem como eu atingir no grau de evolução espiritual que eu estou eu queria ser assim eu queria ser Jesus Cristo eu queria ser uma santa eu não sou e quando eu olho para mim eu vejo que eu não sou talvez eu me eu me veja tão menor do que eu sou justamente porque a minha referência era muito alta
ser Jesus Cristo eu queria ser uma santa eu não sou e quando eu olho para mim eu vejo que eu não sou talvez eu me eu me veja tão menor do que eu sou justamente porque a minha referência era muito alta e aí eu falo eu não valho nada eu eu Sou péssima eu sou um Trace eu nunca nunca vou conseguir E aí as pessoas que convivem comigo falam Nossa Puxa vida mas eu vejo tanta coisa legal em você e eu não sou capaz de ver porque eu não queria me contentar com o que eu sou eu queria ser aquele então complexo de superioridade tem muito a ver com o complexo de inferioridade e a autoestima tá aqui quando a gente fala de timidez a timidez pode entrar nesse complexo de inferioridade nessa baixa autoestima no sentido de se eu me acho menor se eu tenho vergonha de ser quem eu sou se eu não acho que eu tenha valores suficientes para compartilhar para conviver muito provavelmente eu vou me retrair da sociedade não quero que ninguém me veja que senão vão descobrir que eu sou uma farsa não quero que as pessoas se aproximem porque senão elas vão confirmar que eu não tenho grandes valores então o que que eu faço eu fico quieta eu me isolo Eu não falo eu não participo eu me escondo Eu evito o contato não parece uma tímida então não não são sinônimos mas acho que elas conversam porque elas passam eh por mesmos por comportamentos muito semelhantes Então acho que foi interessante fazer esse essa provocação a respeito da baixa autoestima e quando a pessoa é tímida provavelmente ela tem uma baixa autoestima essa timidez de não mereço fazer parte quero me esconder é um autod desvalor é uma referência de si mesmo equivocada né não é não é real eu não me Todo mundo merece fazer parte da da sociedade tem ninguém na Terra que não tem valor que não seja importante que não seja especial que não seja único independente do quanto traga de sombra o quanto já tenha de luz independente Mas se a pessoa acha que ela não é boa ou suficiente provavelmente ela tem uma autoimagem com baixa autoestima vamos lá pra Maria José nuniz
uanto traga de sombra o quanto já tenha de luz independente Mas se a pessoa acha que ela não é boa ou suficiente provavelmente ela tem uma autoimagem com baixa autoestima vamos lá pra Maria José nuniz de Oliveira ela Pergunta assim o que fazer quando a timidez excessiva impede o crescimento pessoal profissional e interfere justamente nos até inclusive nos relacionamentos então Maria José mais ou menos isso que a gente tentou trazer durante o episódio que a gente precisa ir primeiro de tudo constatar Você parece que já já constatou não sei se você tá falando de você ou se é uma pergunta genérica Mas você já constatou sou vamos supor que seja você ou alguém que você conhece sou tímida você já constatou o que que a timidez tem feito na sua vida tem impedido eh de crescer profissionalmente pessoalmente tem atrapalhado meus relacionamentos Então você já tomou consciência Joana deangeles fala que a maior parte da transformação ou seja de 100% mais do que 50 é a tomada de consciência Então você já deu um salto para chegar lá na integração e na realização e na e na libertação né da disso que te atrapalha tomada de consciência já é uma grande coisa porque a gente fica muito tempo negando não disfarçando fugindo Então quando você fala sou tímida isso tem atrapalhado minha vida Você já tomou consciência já deu um pulo nesse caminho em direção ao desenvolvimento a integração E aí qual que é o próximo passo depois que Você constatou que Você verificou que você se deu conta agora é começar a pegar os as forças né os recursos pro enfrentamento então eu vou tentando me provar um pouquinho mais não precisa sair por aí fazendo palestras para quem é tímido não mas olha eu não ah eu não consigo sair de casa sozinho eu vou tentar ir na padaria da esquina Eu começo do pequeninho sabe do pouquinho pro mais eu começo a enfrentar pequenas situações que eu acho que eu dou conta e essas situações vão me fortalecendo e me fortalecendo e me fortalecendo para eu ir ir tentando maiores E aí eu vou enfrentando
s eu começo a enfrentar pequenas situações que eu acho que eu dou conta e essas situações vão me fortalecendo e me fortalecendo e me fortalecendo para eu ir ir tentando maiores E aí eu vou enfrentando enfrentando enfrentando percebendo que eu sou mais do que eu achava que eu era criando mais resistência mais músculo né em termos de emoção de psique E aí eu vou superando e vou me distanciando da timidez então tomada de consciência autoanálise e depois enfrentamento um passo de cada vez uma experiência menor para depois uma maior mas eu preciso da disciplina da força de vontade para tentar sair do lugar que eu tenho vivido que tá confortável mas ele não me deixa crescer e a Elô também aqui Eloísa buenos volta e diz assim timidez paralisa é fuga e nos escondemos atrás dela para não sairmos da zona de conforto na verdade é uma pergunta aô tá perguntando né se a timidez que paralisa que é fuga muitas vezes a gente se utiliza dela para não sair da zona de conforto né então Elô é o que eu acabei de falar né a gente já alinhou aí é exatamente isso muitas vezes eu prefiro ter um rótulo e eu falei disso muitas vezes nos nos Episódios e vou continuar falando hoje em dia a gente tem uma tendência norm pensando Natal da normose como a patologia da normalidade a Já que todo mundo faz então tudo bem fazer não é bem assim a história e parece que existe uma conduta um rótulo ai graças a Deus porque agora agora o quê se antes eu tinha uma questão que me atrapalhava eu descubro que essa questão tem um nome e isso me dá um alívio como se o trabalho tivesse sido feito não tá porque eu continuo carregando o mesmo transtorno se eu tinha alguma coisa que me atormentava e hoje eu sei que isso se chama Pânico Não é porque eu descobri que chama Pânico que eu me livrei do problema e agora o médico que se vira com os remédios que ele vai me dar porque é função dele me tirar do onde eu estou não então a gente tem visto muito isso a gente se se apoiando em em rótulos como quem acha que porque agora
ue se vira com os remédios que ele vai me dar porque é função dele me tirar do onde eu estou não então a gente tem visto muito isso a gente se se apoiando em em rótulos como quem acha que porque agora tem rótulo eu não meu serviço tá feito agora não é comigo e é continua sendo comigo o fato de eu descobrir o que eu tenho só vai me ajudar a saber como lidar com o que eu tenho mas volta para mimha responsabilidade de ter que descobrir caminhos para me fazer envolver apesar do transtorno né então se a timidez paralisa e a fuga Será que a gente tá se escondendo atrás dela para não sair da zona de conforto se eu continuar insistindo nela e falando Ah é que eu sou tímida ai não é porque eu sou tímida ai você tá me chamando para ir num num curso não sei aonde que vai ter muita gente ai não eu sou muito tímida Sim eu estou bem sentada bem gostosa nas minhas nas minhas almofadas da zona de conforto e estou dizendo não para eh convites de evolução Olha que triste como se alguém falasse assim Cris vou te mostrar como faz para subir um degrauzinho mais em direção a Jesus que é Ah não eu sou tímida como assim não eu quero eu preciso pode ser no meu momento pode ser no meu tamanho pode ser nas minhas condições ou que não pode ficar parado paralisado como disse a elu isso que é ruim então é a gente se esforçar minimamente para fazer alguma coisa aí um passinho tudo bem na segunda vez vai ser outro passinho e depois já dei três passinhos Então já dei um passo grande então o enfrentamento é a forma da gente ir ajudando a gente mesmo a sair dos nossos transtornos vamos lá no episódio três em que a gente conversou sobre fobia tem bastante coisa aqui bom eh primeiro eu trou as fobias a gente falou de fobia a gente trouxe aí um pouco da mitologia e e a gente conversou que a fobia ela tem relação com algum trauma que a gente associou simbolicamente com alguma questão que a gente vai falar que é a fobia E aí a gente mistura Ou seja hoje no presente eu não consigo viver algumas situações
relação com algum trauma que a gente associou simbolicamente com alguma questão que a gente vai falar que é a fobia E aí a gente mistura Ou seja hoje no presente eu não consigo viver algumas situações por conta da fobia sendo que hoje no presente não tá acontecendo nada mas eu vivo o presente como se ele fosse o passado então se eu devo ter dado algum exemplo se no passado um dia eu andando numa estrada e eu estava sozinho eu escutei um barulho e quando eu vi cair uma cobra da árvore Pode ser que eu tenha problemas de andar sozinha por um lugar que não tem muita gente se eu tiver no meio do mato porque eu vou associar então ah eu tenho fobia de lugares aonde porque provavelmente eu tive uma experiência que gerou um registro de alerta e que eu fico carregando esse registro revivendo mesmo que a situação atual não tenha mais a ver e muitas vezes a gente pode fazer associações que não são tão literais são são associações simbólicas então sei lá o medo de altura Será que eu tenho medo de crescer em termos profissionais porque eu carrego os meus conflitos e eu acho que eu nunca vou se eu tiver lá em cima eu caio ou será que na minha vida passada quando eu asendi na sociedade e ocupei um cargo de poder eu me atrapalhei inteira gerei muito sofrimento Então agora eu tenho medo de altura no sentido de eh de poder de hierarquia e eu transfiro isso como símbolo por ter medo de altura literal Então a gente vai a gente trabalhou isso e vale a pena rever quem tiver interesse o episódio TR em que a gente falou das fobias a Sandra Regina traz a pergunta tenho acrofobia que é o medo de lugares altos Acabei de dar o exemplo Sandra e de qualquer bichinho que se encontra em verduras legumes eu entrava em Pânico hoje já não entro mais então os bichinhos ela já superou tá vendo ela foi se aproximando a gente falou muito da fobia dessensibilizar da Gente dessensibilizando o que que é dessensibilizando é a gente tirando a certeza de que aquilo vai acontecer daquele jeito não sei vai que que você
ndo a gente falou muito da fobia dessensibilizar da Gente dessensibilizando o que que é dessensibilizando é a gente tirando a certeza de que aquilo vai acontecer daquele jeito não sei vai que que você acha que vai acontecer se você subir no lugar alto ai porque eu vou cair Tá eu vou pôr um cinto de segurança a gente vai subir num lugar que não é tão alto eu vou ficar te segurando vai ter um lugar para você se de repente eu vou me dessensibilizando Ah então eu consigo subir se tiver toda essa segurança eu consigo subir aí vai fica ali um tempo respira olha para aquele lugar toma consciência de que tá tudo bem que você não vai despencar dali É uma dessensibilização para provavelmente a a Sandra foi fazendo essa dessensibilização dessensibilização com os tais bichinhos das verduras mas ela diz que com relação a Lugares Altos ela ainda não conseguiu superar e eu eu marquei aqui é interessante a gente notar pelo exemplo que a Sandra tá trazendo o quanto que nós temos níveis diferentes dos nossos complexos dos nossos conflitos Tem conflitos leves por exemplo esse tal bichinho que ela fala talvez fosse uma coisa mais simples tivesse numa camada mais Rasa mais fácil de acessar em termos de de psique né Talvez seja uma coisa mais recente Talvez o medo que eu passei não tenha sido tão grande então é algo que eu consigo dissolver tá tudo certo o bichinho vai em pai exão da natureza não vai acontecer nada e eu me eu consegui me me distanciar me consegui dissolver a minha questão com os bichinhos mas talvez a questão do da altura seja algo que nas camadas da psique esteja mais profundas Ou seja eu tô vivendo com isso há muito mais tempo já registrou e registrou por cima do registro e veio né reforçando Talvez seja uma experiência mais profunda que tenha um corpo né mais mais denso Então vai ser mais difícil vai levar mais tempo para eu poder dissolver Mas é o mesmo caminho então achei interessante porque ela traz pra gente que tem fobias e fobias tem algumas coisas mais leves tem outras que
mais difícil vai levar mais tempo para eu poder dissolver Mas é o mesmo caminho então achei interessante porque ela traz pra gente que tem fobias e fobias tem algumas coisas mais leves tem outras que são mais densas né de qualquer forma a gente vai vivendo e vai tomando a consciência de que aquilo que aconteceu já foi que hoje tá tudo bem E a gente vai superando mas no nosso passo a passo porque se a gente Se forçar também a gente pode eh Fazer o registro ficar mais forte quando a gente se obriga Pode ser que a gente reviva o trauma e aumente ainda a sensação Então tudo leve um pouquinho de cada vez pra gente tendo tempo de assimilar pra gente tendo tempo de e entender de compreender passo a passo Marisa frata que também tá sempre com a gente e olha que bonito que ela escreveu fala-se no eixa o coração graças a esses estudos vou fazer minha primeira viagem internacional sozinha tinha Pânico de tudo na vida e desde o primeiro módulo que é a primeira temporada estou aqui e mergulhei na fé ela juntou essa busca da compreensão da reflexão esse caminho do instruí-vos né que os espíritos bons nos falam espíritas amai-vos instruí-vos Então ela juntou essa tomada de consciência com a fé aí a combinação É infalível né então obrigada Marisa que Deus abençoe sua viagem e Que ela possa também ser um instrumento para você voltar amadurecida crescida e depois você conta pra gente como foi e eu escrevi assim né quando o discípulo está pronto o mestre aparece nesse caso Ana De Angeles a obra psicológica da da da do Espiritismo essa parte psicológica da doutrina espírita foi para ela esse mestre que ajudou ela que que eu quis dizer com isso que se eu não estiver pronta nem Cristo consegue me ajudar é o Buscai e achareis do Evangelho é o batei que se abri vos pedi que se vos darei se ela não tivesse pronta para fazer essa busca esse edido Ela poderia passar por um monte de estudo de de lugares e de não ia adiantar Mas uma vez que ela buscou Deus coloca para cada um de nós aquilo que
a não tivesse pronta para fazer essa busca esse edido Ela poderia passar por um monte de estudo de de lugares e de não ia adiantar Mas uma vez que ela buscou Deus coloca para cada um de nós aquilo que vai nos tocar tem gente que se interessa por um tipo de de abordagem tem outra que que prefere o outro não interessa Tem lugares para todo mundo e aí a a Marisa conseguiu aproveitar o convite juntando com a fé fez o seu esforço se dedicou e tá hoje começando a colher os frutos e dessa escolha que fez Parabéns temos aqui a Eloí moreno que ela faz um relato de família Então ela diz vou dar uma resumida que ela uma vez alugou uma van para uma festa e ela foi em 10 primas imagina que delícia de farra de repente todas queriam o assento mais próximo à porta que passamos a chamar de rota de fuga as 10 primas brigando na V porque todas queriam sentar na Rota de Fuga foi uma surpresa descobrirmos que tínhamos a mesma fobia de ficar presas Sem condição de fugir após esse fato passamos a observar mais Olha que interessante né agora Eloí veja que não existe coincidência a gente sabe que tudo tem uma narração uma explicação e a Lei Divina controla tudo explica tudo eu fiquei pensando não que seja e a gente também não vai saber tão cedo mas fiquei pensando se essas 10 primas não não eh adquiriram esse Pânico em uma experiência passada juntas alguma coisa que passou sei lá eh se se tiver uma experiência traumática e não conseguiram fugir vai saber né não quer dizer que seja mas a gente cogitando imaginando criando essas possibilidades a gente vai aprendendo como funciona a vida a gente não sabe se foi isso ou se não foi mas eh isso pode ter acontecido da gente e resgatar juntas alguma coisa que a gente contraiu juntos a gente passar por uma experiência e relembrar sem saber que tá Relembrando numa próxima então achei curioso por isso que eu trouxe porque eu achei que era interessante a gente fazer essa amarração eh Alessandra Pires ela diz também Ela traz um relato pessoal ela disse que AOS 7 anos ela
então achei curioso por isso que eu trouxe porque eu achei que era interessante a gente fazer essa amarração eh Alessandra Pires ela diz também Ela traz um relato pessoal ela disse que AOS 7 anos ela estava se afogando na piscina eh AOS 7 anos estava me afogando na piscina meu irmão mais velho me salvou de vez em quando sonho estar afogando em muitas águas nunca consegui aprender a nadar e tenho fobia de sufocamento né Alessandra Então veja a gente pode tanto imaginar que isso foi muito traumático para essa criança a ponto de ter sido criado um trauma naquele momento e esse trauma ser tão denso e esse corpo tão grande internamente falando será algo tão impactante que você ainda não consegue relaxar para falar dele então respeite e tudo bem você vai ter o seu tempo ao longo da vida para poder mexer nisso ou nas próximas vidas se respeite mas fiquei pensando também ou pode ser que não pode ser que daqui um tempo isso já se esvazia E você já Se fortaleça emocionalmente em outros pontos e já consiga olhar para isso com mais força e aí você consiga lidar com isso fiquei pensando se esse episódio da sua infância já não tinha relação com algum outro trauma que intensificou de qualquer forma o que te cabe fazer hoje é é falar a respeito é tentar trazer um pouco mais pra naturalidade e se abrir pro fato de que de vez em quando volta a visita será que eu consigo não não não ainda não Ok vai chegar o momento que você vai você vai falar Será que eu consigo entrar numa piscina rasa Ah eu acho que hoje eu quero pronto alguma coisa em você já foi eh internalizada você já tá mais forte e aí você vai conseguir avançar para poder tirar essa essa questão da sua frente mas tudo no seu tempo a thí Mantovani fala tenho fobia de lugares fechados não consigo andar de avião acabo perdendo muitas oportunidades é frustrante ela disse que ela até conseguiu fazer uma viagem de avião mas ela sofreu tanto que ela hoje acaba evitando né é aquilo que a gente fala Taís a dessensibilização você tentou fazer uma dessensibilização
ela disse que ela até conseguiu fazer uma viagem de avião mas ela sofreu tanto que ela hoje acaba evitando né é aquilo que a gente fala Taís a dessensibilização você tentou fazer uma dessensibilização tentou andar de avião foi muito grande ainda tudo bem se respeita e de repente voltar um pouco paraa frente fazer uma tentativa um pouco menor de um lugar um pouco mais perto mas é esse o caminho sem se cobrar sem se exigir e e e entendendo que dá tempo de fazer tudo então hoje você tá perdendo oportunidades é frustrante mas se você não faz uma coisa você faz outras Então não é porque eu não posso posso viajar que eu vou deixar de evoluir em algum não eu posso não viajar nesse sentido mas ter outras tantas experiências onde eu estou e não tem só único caminho então não consegui fazer isso mas eu fiz aquilo então tira um pouco até o peso da cobrança que você traz dá para evoluir sem andar de avião fique tranquila que você consegue fazer essas viagens para dentro pro próximo e também vão te enriquecer muito e vamos por fim pro Episódio qu que foi o transtorno do pânico então a gente trouxe também um pouco da mitologia do Deus Pan né que é aquele que era tudo né então é muito e a gente usa hoje Panamericano todas as Américas o pan é isso que engloba tudo todos então o pânico você imagin o tanto de medo que tem é um medo de tudo de todos é um medo exagerado que é uma visão porque eu ter medo de uma coisa eu não vou aqui mas eu vou lá eu tenho medo disso aqui Eu evito aqui mas eu vou para cá agora se eu tenho medo de tudo eu não saio do lugar então o pânico é essa paralisia é essa prisão que a gente que a gente entra e a Silvia Ribeiro Ela traz pra gente é impressionante sermos parado pela vida ou pela doença no primeiro momento surge a frustração até até perceber que não temos controle e conseguirmos eh entender que perdemos o tempo de estar vivendo o momento presente tem um lamento aqui da Silvia né então Silvia eu eu empatio com você porque é mesmo muito frustrante até
os controle e conseguirmos eh entender que perdemos o tempo de estar vivendo o momento presente tem um lamento aqui da Silvia né então Silvia eu eu empatio com você porque é mesmo muito frustrante até decepcionante quando a gente olha e fala puxa eu queria fazer uma coisa não dou conta de fazer isso se aplica em muitas áreas Queria tanto me candidatar para isso mas não consigo queria tanto poder ajudar lá mas não tenho não tenho tenho prontidão para isso então é frustrante mas eu acho assim que o primeiro ponto é a gente se acolher nesse sentido de não se cobrar se condenar ou se culpar tá tudo certo cada pessoa no seu lugar no seu ritmo Nós não somos capazes de identificar uns aos outros enquanto idade espiritual mas às vezes a gente nem tem idade espiritual para poder exigir da Gente o que o outro já faz ele já é bem mais velho em espírito já tem tantas outras experiências o que a gente precisa prestar atenção e vigiar é o que a Elo já tinha falado zona de conforto e acomodação lá no fundo eu sei se o que eu estou evitando é porque eu tô com preguiça tá tão gostosinho aqui eu já conheço tudo isso tem que ó Alerta sende uma pam pam pam porque precisa mas se eu tento eu quero eu faço eu me esforço mas eu não consigo se respeita é a mesma coisa que a gente querer uma criança quiser que uma criança de 5 anos vá sozinha pro supermercado faça compra Afinal de contas você tem que se virar meu filho ele vai no momento da idade dele então cuidado com o que a gente às vezes exige vamos diferenciar O que é preguiça acomodação zona de conforto do que é ainda imaturidade natural do seu estágio evolutivo então presta atenção porque às vezes a gente tá também exigindo demais da gente a Carolina spadini volta aqui e Célia Gomides também traz alguma coisa no sentido né Elas dizem que convivem com o pânico a Caroline acho que 20 anos e a Célia 45 anos e de alguma forma elas encontraram recursos para viver é como se elas tivessem vivendo apesar de então Sabe aquela frase só não desista só por
om o pânico a Caroline acho que 20 anos e a Célia 45 anos e de alguma forma elas encontraram recursos para viver é como se elas tivessem vivendo apesar de então Sabe aquela frase só não desista só por hoje Tenta mais um pouquinho só por hoje fica calmo e descobre um jeito de lidar com o dia de hoje talvez isso faça muito sentido pra questão do do Pânico e aceitar a vida como ela é eu não tenho força suficiente para ser alguém que vai carregar ou sei lá eu Quantas caixas tá bom esse essa vida eu vim com um corpo menor mais frágil tudo bem Ah eu não tenho uma inteligência daquelas que sabem muitas coisas ao mesmo tempo tudo bem eu não preciso ter tudo a gente cria às vezes expectativa e deixa de viver o que a gente o que é nosso para viver o que que eu tenho e que eu carrego nessa vida é essa a minha vida e se eu trago alguma deficiência disfunção transtorno tudo bem Eu vou às vezes viver uma vida inteira com esse transtorno e tudo bem a vida é curtinha e daqui a pouco passa e daqui a pouco eu vou ter uma outra vida livre não quer dizer que eu vou passar uma vida inteira porque a gente não sabe do dia de amanhã mas eu quero dizer que às vezes a gente põe muito peso naquilo que nos falta que a gente olha tanto para aquilo e a gente deixa passar toda uma vida de um monte de coisas que poderiam est acontecendo e eu não deixo acontecer porque eu tô focada Nisso porque eu tô presa no meu rótulo porque o meu problema é a minha é meu transtorno mas tem um monte de coisa que eu consigo fazer apesar do transtorno Então apesar de um dia de cada vez segue a vida e paciência paciência Às vezes a gente fala por exemplo de uma perda uma mãe que perde um filho uma criança não existe nada mais sofrido eu arrisco dizer na terra e aí Ah se você for nu e crua acabou motivo da minha vida não tenho mais por ficar na terra Então você vai fazer o quê você vai tirar a própria vida você vai não a gente vai viver uma outra vida não era aquela que eu tinha planejado mas não quer dizer que não
ão tenho mais por ficar na terra Então você vai fazer o quê você vai tirar a própria vida você vai não a gente vai viver uma outra vida não era aquela que eu tinha planejado mas não quer dizer que não exista vida para ser vivido existe vai depender da minha resiliência resignação de eu abrir mão fazer um luto por uma vida que eu tinha planejado que era aquela que eu tinha sonhado e viver a vida que a vida me preparou nunca mais talvez eu vou fazer alguma coisa ou outra tudo bem Eu me respeito porque essa dor é incalculável mas dizer que então eu não vou viver mais nada aí é um pouco de infantilidade pela frustração da gente não ter podido viver a vida que a gente sonhou e de novo a gente vai viver muitas vidas você vai voltar com se seu filho e vai ser feliz com ele tanto que você puder né o tempo ele ele é curto aqui é que a gente tem a sensação de que essa vida é a vida única então é a gente sabendo lidar e aceitar não não posso mais fazer isso a velice nos traz esse convite já não dou conta mais de dirigir tanto como eu dirigia já não dou conta da de correr para cá e para lá já não consigo me lembrar de tudo vive Ok E aí eu vou fazer o quê me forçar a voltar para trás para querer ser adolescente sente de novo eu vou tentar melhorar minha aparência mas eu não muda quem eu sou em termos de idade a pessoa pode olhar de fora e falar ai não imagino que você tem a sua idade mas você tem você pode vender uma imagem e todo mundo achar que você tem 20 anos a menos você não tem lá dentro você não tem então se é uma coisa de não mas eu gosto de me cuidar mas eu aceito a idade que eu tenho e eu vou viver essa idade ok Senão cuidado cuidado porque é uma fuga da realidade aprenda a viver a vida que você tem nesse momento não é para sentar e chorar e nem se descuidar e nem se conformar não é uma não é uma Apologia ao conformismo porque isso é péssimo paraa evolução mas a resiliência a resignação isso sim eh Silvia Ribeiro fala na fase que a criança tem medo das Sombras de um
nformar não é uma não é uma Apologia ao conformismo porque isso é péssimo paraa evolução mas a resiliência a resignação isso sim eh Silvia Ribeiro fala na fase que a criança tem medo das Sombras de um objeto por exemplo numa noite escura e ela é repreendida ao invés de ser acolhida pode desencadear traumas gente é meio que óbvio né Obrigado Silvia Porque você trouxe uma coisa que deveria ser Óbvio e nem sempre é pensa gente se numa hora que eu levo um susto e eu tô tremendo de medo e um susto do nada não tinha motivo nenhum foi minha imaginação Que viu mas eu tô tremendo imagina se alguém chega e começa a me dar bronca Ah para com isso que frescura Seja lá o que for não é impactante que que eu queria na hora com a idade que eu tenho se eu levasse um susto a ponto de ficar tremendo tivesse alguém que surgisse na minha frente que que eu queria dele Cris Cris Calma calma vem cá tá tudo bem vai passar não tem nada eu tô com você acolher ai graças a Deus ai obrigada que você apareceu aqui nossa Ufa ó ainda bem agora imagina se depois do susto eu ainda levar uma bronca um chamado como a gente tá distante de entender minimamente o que é educar alguém do que é ajudar alguém crescer de criança para pra idade adulta né então certamente isso pode criar um monte de confusão não mereço ser acolhida ninguém gosta de mim porque eu tô aqui num baita sofrimento passando medo a pessoa nem para me dar um abraço ainda vi me dá bronca eu devo ser um traste Ixe eu vou criar crenças eu vou criar traumas é realmente um desserviço que a gente faz paraa educação bom e Ricardo Lins Jansen trouxe pra gente a a última pergunta de hoje desculpem pelo textão ele faz um textão mesmo mas eu li tudo e agradeço porque ele ele descreveu ele ele se entregou ali muito obrigada Ricardo mas ele conta sobre um documentário sobre leões marinhos Sabe aqueles insights que a gente tem quando a gente tá vendo alguma coisa eu eu amo eu amo isso você vê um filme às vezes cai uma ficha então ele viu Um documentário sobre leões
sobre leões marinhos Sabe aqueles insights que a gente tem quando a gente tá vendo alguma coisa eu eu amo eu amo isso você vê um filme às vezes cai uma ficha então ele viu Um documentário sobre leões marinhos Então vou descrever leões lá embaixo um monte de leões marinhos um por cima do outro devia estar um desconforto alguns leões se arriscaram se esforçaram e foram para um patamar maior da Pedra e aí Alguns leões ficaram lá em cima tranquilos viu meu esforço né a gente imaginando viu eu me esforcei eu vim aqui em cima e aqui eu tô bem tranquilo só que de repente surgiu um curso polar que quer se alimentar deles nesse lugar lá em cima E aí vai atrás desses e esses de pânico de medo do que que aconteceu lá são bichos a gente sabe que não tem mas por automatismo eles se jogaram e se arrebentaram lá embaixo então ele faz essa provocação Que coisa né Tem hora que é melhor se esforçar tem hora que é melhor ficar onde tá que difícil que é a gente descobrir o nosso lugar mas Ricardo você Você concorda comigo que de todo jeito você aprende se você fica lá embaixo você aprende o preço do do da acomodação que é ficar com outros bichos em cima de você e um desconforto mas eu pelo menos não me esforcei para sair e quando você se esforça você percebe também que quanto mais alto a gente cresce mais risco a gente corre só que a gente vai continuar crescendo para aprender a lidar com os riscos dessa vez eles não souberam o que fazer sees esborrachar lá embaixo Mas em termos de evolução a gente vai aprendendo a lidar com o crescimento então não dá para fugir mas eu gostei da sua reflexão achei que foi interessante porque realmente muitos dramas humanos atualmente tem suas raízes fincadas nos ambientes que frequentamos é preciso muita vigilância para não sermos arrastados então prestar atenção o que que é melhor agora será que é melhor sair Será que é melhor ficar isso que tá me incomodando porque também pode ser fuga muitas vezes tem alguma coisa me incomodando Ah eu vou embora daqui eu
ão o que que é melhor agora será que é melhor sair Será que é melhor ficar isso que tá me incomodando porque também pode ser fuga muitas vezes tem alguma coisa me incomodando Ah eu vou embora daqui eu vou viver minha própria vida isso é crescer ou isso é fugir do que tá ruim algumas vezes eu preciso ficar porque eu preciso aprender a lidar com aquilo outras vezes eu não devo ficar eu devo sair para crescer só que a o entendimento é tênue entre uma coisa e outra por isso que precisa de muito olhar para dentro porque lá no fundo eu vou encontrar a minha resposta devo ficar nesse ambiente que tá me atormentando para ver se eu cresço nele ou esse ambiente está me atormentando justamente para eu sair e buscar outros lugares para crescer em outros lugares dá pra gente refletir muita coisa né Ricardo muito obrigada gente então a gente termina hoje por aqui tentei correr para dar tempo de tantos conteúdos tem sido uma alegria para mim um retorno de trabalho com vocês é uma é uma satisfação podde podem mandar as perguntas e a gente se encontra daqui mais quatro episódios para essas trocas novamente que Deus abençoe vocês uma uma semana linda e até a próxima semana se Deus quiser h
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