T5:E16 • Propósito de vida • Perguntas e respostas

Mansão do Caminho 22/11/2023 (há 2 anos) 57:10 6,376 visualizações 836 curtidas

Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 05 - Propósito de vida Episódio 16 - Perguntas e respostas ► Recapitulação dos três últimos episódios. » Referências Bibliográficas da Série Psicológica: • Volume 4, cap. 10. • Volume 8, cap. 6. • Volume 4, cap. 2. » Apresentação: Cristiane Beira

Transcrição

Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana. Eles. Hoje encerramos a quinta temporada, o último episódio, aquele que a gente prepara perguntas e respostas. E é o momento em que a gente tem de conversar uns com os outros, de eu poder trazer um pouco a voz de vocês e da gente conversar no sentido de refletirmos juntos. Para mim é o o momento que eu mais gosto, porque eu sinto essa troca, eu sinto vocês eh presentes e torna esse ambiente virtual um pouco mais humanizado. Obrigada pela participação, eu adorei os comentários. Eh, parece que a gente tá realmente batendo papo e e isso traz uma uma fluidez paraas nossas aulas. Então, obrigada por conversarem comigo, por deixarem a mensagem, fazerem perguntas e selecionei então aqui alguns eh exemplos da participação de vocês. É, agradeço porque a gente já tem quase que uma família ali, porque tem pessoas que estão sempre junto e a gente já acaba conhecendo, às vezes não pessoalmente, mas pelo nome, pela forma de abordar, pelas perguntas que trazem, eu sinto que a gente já tem aí um grupo que está dando continuidade e e vamos juntos. Então, é muito bom. Muito obrigada. Eh, hoje nós faremos então um resuminho dos episódios 13, 14 e 15. Eh, do episódio 13, nós falamos sobre a finalidade da reencarnação. Eu trouxe um trecho dos abordados, um dos trechos de Joana deângeles, eu trouxe pra gente partir dele. Então, eh, temos lá, longe de ser uma punição, a dádiva do renascimento corporal é bênção do amor, auxiliando o espírito a desenvolver os recursos que lhe jazem latentes, da qual da terra arroteada e adubada, em condições de transformar a semente diminuta no vegetal exuberante que nela dorme. Então, nada de punição. A dádiva do renascimento corporal é bênção, não é punição. É oportunidade que o espírito tem de desenvolver os recursos nele latentes, como uma terra recebe a semente, transformando-a em exuberante vegetal. Nós vamos encontrar esse trecho no volume 4, capítulo 10. Hoje eu vou deixar essa tarefa para

nvolver os recursos nele latentes, como uma terra recebe a semente, transformando-a em exuberante vegetal. Nós vamos encontrar esse trecho no volume 4, capítulo 10. Hoje eu vou deixar essa tarefa para vocês porque ao invés de eu preparar com o nome do livro, eu deixei só o o n o nome do volume na série psicológica. Então é o volume 4. Depois a gente vai lá ver porque eu ainda não sei decor. Alguns eu já decorei, que é o que eu mais uso, tá bom? Volume 4, capítulo 10. Então Joana está trazendo que a reencarnação não é punição, porque às vezes a gente diz isso, né? Ai, a terra é um vale de lágrimas, é um lugar degredo. É porque a gente fez ela ser assim, em virtude das experiências mal sucedidas do passado. Então, se eu tenho chance de pegar o meu carro e sair dirigindo hoje e andar, andar, andar, andar, eu escolho o caminho que eu quero ir. Eu posso ir num lugar que é no alto de uma montanha para ver o pôr do sol. Ou eu posso descer um abismo e ir lá num Pantanal. Mas esses são lugares todos abençoados. Tanto o alto de uma montanha onde tem o pôr do sol, quanto um abisma onde tem um pantanal. Existe vida, existe natureza, existe experiência, existe oportunidade e existe crescimento. Eu aprendo usufruindo da experiência do alto de uma montanha, sentindo o calor do sol, olhando o horizonte amplo, olhando parece que mais o céu próximo de mim, curtindo essa esse envolvimento de um alto de uma montanha. A gente se sente alto, a gente se sente grande, mas quando a gente desce lá num Pantanal, Pantanal Brasileiro é um dos lugares mais lindos do mundo, porque a gente se sente envolvido, tem floresta relativamente alta nas margens do rio por onde a gente passa. A gente percebe outros tipos de sons de animais, de beleza. Lá tem umidade, no alto da montanha não tem umidade. Tem o ar mais rarefeito, um clima mais seco. No pantanal existe mais umidade, mas são experiências diversas. Então, Joana diz: "Vir pra Terra é como se a gente tivesse tendo a chance de crescer, de desenvolver como uma semente que entra

is seco. No pantanal existe mais umidade, mas são experiências diversas. Então, Joana diz: "Vir pra Terra é como se a gente tivesse tendo a chance de crescer, de desenvolver como uma semente que entra no solo para se tornar um vegetal exuberante." Bom, vamos lá. Alexandre Silva Rodrigues faz pra gente aqui, deixa pra gente um depoimento pessoal. Ele diz: "Cris, eu superei o álcool e as drogas, mas ainda não superei o tabagismo e a cafeína e isso me deixa muito frustrado. Mas tenho fé que uma hora dessas qualquer sei que vou conseguir." É como você mesmo disse em um trecho do vídeo, tenho que aprender a crescer sem ter autopiedade. Exatamente, Alexandre, sem ter autopiedade e sem se cobrar além do que cabe você fazer hoje. Quando a gente começa a progredir e a gente vai sentindo que um passinho dado aqui, uma um degrau crescido ali, superado ali, a gente percebe com pequenas mudanças o quanto nossa vida fica melhor. Naturalmente o que a gente quer mais. Então eu dei passinhos. Nossa, tá muito mais gostoso aqui. Que que eu quero fazer? Sair correndo. Se esses dois passinhos já me trouxeram muitos benefícios, imagina depois que eu der 20 passos. Então, naturalmente a gente vai ficando ansioso. Eu já superei dois, eu quero superar três, eu quero superar quatro. Mas calma. Quanto tempo você levou, Alexandre, para conseguir superar o álcool e as drogas? Às vezes vidas. Às vezes vidas. a gente vai e não consegue, a gente cai e levanta, a gente tomba e tenta e aí a gente vai usufruindo do benefício de ter superado. Então é natural você se frustrar porque agora você quer tudo, porque você já viu quanto é bom a gente viver mais de forma saudável, harmonizada e alinhada, mas mas tenha tenha eh eh paciência com você, né? Existe todo um trajeto. A natureza não dá saltos. Quando a gente quer dar salto, a gente se ilude. A gente quer atalhos, não existe atalho. Eu preciso passar por cada trecho do caminho. Eu posso escolher caminhos variados. O que eu não posso é querer driblar uma parte do caminho. Então,

e se ilude. A gente quer atalhos, não existe atalho. Eu preciso passar por cada trecho do caminho. Eu posso escolher caminhos variados. O que eu não posso é querer driblar uma parte do caminho. Então, você já fez grandes coisas. O que você conseguiu foi o mais difícil, porque são vícios mais complicados, né? Álcool e drogas. Nossa, você já é um vitorioso, você já é um herói de si mesmo, da própria vida. Então, só ter um pouco de paciência. Você já aprendeu o caminho, você já conseguiu provar para você que você consegue. Paciência que a gente vai caindo aqui, dá três passos pra frente e dois para trás, mas no final da história a gente tá andando sim. Então vai firme, como você mesmo disse, na fé, que também eu tenho certeza que você já conseguiu. É só questão de tempo. Que Jesus abençoe você e dando força para você superar o quanto antes esses essas sombras que você já detectou. Vamos lá agora pra Silvia Ribeiro. Por que nosso primeiro sentimento é a culpa e a cobrança? tem a ver com orgulho. Bom, eh, por que que primeiro vem a culpa e a cobrança, Silvia? Porque nós já temos discernimento, porque nós já somos capazes de enxergar na nossa escolha o que a gente deveria ter feito alinhado com as leis divinas e o que a gente não deveria ter feito longe das leis divinas. Então, que bom, porque tem muita gente ainda fazendo sem ter discernimento de que tá fazendo uma coisa que tá totalmente fora das leis divinas. Nós próprios já ainda estamos em muitas situações e muitas questões. Nós próprios ainda não enxergamos muitos equívocos que estamos fazendo nesse exato momento. E se fosse, se Jesus ou um espírito superior estivesse aqui, eles estariam dizer, eles estariam vendo: "Poxa, a crise está errada nesse ponto. não está pensando da forma como é o melhor, mas é porque ela ainda está num grau de evolução mais atrasado. Então eles têm compaixão da gente, paciência e compreensão. O que acontece mais ou menos como eu respondi pro Alexandre, quando a gente tem discernimento, aí a gente quer acelerar.

ução mais atrasado. Então eles têm compaixão da gente, paciência e compreensão. O que acontece mais ou menos como eu respondi pro Alexandre, quando a gente tem discernimento, aí a gente quer acelerar. Por que que eu ainda faço isso? Aí a gente se culpa. Poxa vida, eu falei que eu não ia mais errar nesse ponto. Estou eu lá errando novamente. E aí a gente se culpa. Ai, que coisa feia. Por que que você insiste nisso, Cris? Ô, tenha dó, tenha santa paciência. Mas eh, a gente precisa primeiro agradecer. Poxa, eu já sei, né? Acabei de perceber que eu errei. Isso é grande. Isso é grande. Porque na maioria das vezes a gente tá errando na ignorância, no autoengano, na fuga do ego. Quando a gente erra e finge que não errou, olhou pro lado, jogou na no colo do outro, projetou. A gente falou bastante nas nos episódios anteriores sobre as defesas do ego, quando a gente erra, mas a gente não quer enfrentar. Então, a gente fala que foi o problema do outro, a gente fala que ai que como que eu ia poder agir diferente e a gente fica se esquivando, a gente fica tangenciando, mas não enfrenta. Então, Silvia, quando você fala: "Eu me culpo e eu me cobro", primeiro ponto, parabéns, você já está enfrentando. Você não está mais querendo pôr o problema no colo do outro. Você já não está mais achando que deixo fingir que nada me aconteceu. Você está assumindo. Você está olhando e falando: "Eu fiz errado". Isso é gigante. Agora, Joana de Angeles fala o seguinte, que quando a gente se culpa, isso já é um desenvolvimento moral, porque significa que eu sou capaz de de diferenciar o certo do errado. Ótimo, parabéns. Mas ela diz assim: "Se a gente fica parado na culpa, como você diz, na cobrança, a gente fica parado culpando, se cobrando, lamentando, revoltando, ficando indignado, parado." E que que Joana diz? Se a gente conseguir na hora em que a gente se sentir culpado, a gente substituir culpa por responsabilidade, a gente anda. Por quê? Porque quando eu falo assim: "Nossa, eu fui responsável

Joana diz? Se a gente conseguir na hora em que a gente se sentir culpado, a gente substituir culpa por responsabilidade, a gente anda. Por quê? Porque quando eu falo assim: "Nossa, eu fui responsável por isso". Ué, se eu fui responsável por isso, daqui que eu vou arrumar, da licença que eu vou resolver, só um minuto que eu vou tentar fazer alguma coisa que me for capaz possível. Então ela diz assim: "Treina, porque a culpa ela ainda tem um quê? de acomodação. Porque quando eu falo: "Ai, fui eu, ah, eu sou culpado mesmo, ah, eu não sirvo para nada. Comigo é sempre assim. Percebe um tom de senta, senta e reclama, se põe de coitado. Eu não sirvo para nada, tudo que eu faço é errado." Existe um que de acomodação e Joana quer nos tirar daí. Então Joana diz: "Não, não, não. Ao invés de ficar se culpando, se lastimando, né, se chibatando, não, não. Nossa, fui eu que fiz isso. Pera aí que eu já vou ver o que que dá para ser feito para reparar, para resgatar, para restituir, para recompensar. Ué, vamos trabalhar para fazer melhor aquilo que a gente não fez direito. Então, eh, Silvia, quando vier essa história de culpa, na hora, não, não, não, eu não sou culpada porque não tem um julgamento, não tem um juiz com tribunal aqui querendo me condenar, existe responsabilidade. Foi eu que fiz. Tá vendo esse monte de coisa errada aí? Fui eu que fiz. Eu vou arrumar no meu tempo, do meu jeito, na minha possibilidade, mas eu vou me mexer. Então vamos trocar culpa por responsabilidade. E aí sim a gente pode pensar, será que tem a ver com orgulho? Se a gente tiver a ver com o orgulho, é quando a gente não aceita ter errado. É diferente de me sentir culpado. Então são duas coisas. Por exemplo, eu cometi um erro, né? Eu vou, vamos inventar um erro aqui. Eu falei, escapou, fiz um julgamento de uma pessoa. Ah, tinha certeza que aquela pessoa fez isso, não foi ela que fez. Errei, julguei e errei. Ao invés de eu me sentir culpada, Joana disse: "Se sinta responsável". Ou seja, se eu achar que minha consciência achar que eu devo

aquela pessoa fez isso, não foi ela que fez. Errei, julguei e errei. Ao invés de eu me sentir culpada, Joana disse: "Se sinta responsável". Ou seja, se eu achar que minha consciência achar que eu devo pedir desculpa, eu vou pedir. Se não for o caso, eu vou me vigiar para da próxima vez não fazer de novo. Eu vou trazer bastante atenção para eu perceber que nem tudo aquilo que eu acho eu tenho certeza. Então melhor não sair falando. Isso é se responsabilizar. Quando que isso passa a ser orgulho? Se eu olhar para isso e falar como eu poderia ter feito um negócio desse se eu tiver uma sensação de que eu já me vejo maior do que aquilo que eu fiz? Se tiver uma um um pensamento dentro de mim assim: "Nossa, mas como que eu fui fazer isso? É como se a gente falasse: "Ué, e quem é você para não ter feito?" Então, se tiver uma expectativa pessoal de que a gente já deveria ser superior aquilo que a gente fez, pode ser que tenha um uma pitada de orgulho. E eu sei disso porque eu estou achando que eu sou melhor do que aquilo que eu fiz na minha vida. Ou seja, se eu acabei de fazer, esse é o meu tamanho. Acabei de fazer um julgamento, julguei uma pessoa e julguei com equívoco. Eu estava errada. Ué. Então, eu ainda faço isso. Eu ainda não liquidei isso do meu mundo interior. Eu sou assim ainda. Agora, se eu olhar para mim e falar: "Ah, como que eu fui fazer um negócio disso? Justo eu ué, tô me achando maior do que de repente aquilo que eu sou." Então, pode ser que tenha aí uma pitada de orgulho, né? Mas vamos diferenciar uma coisa da outra. Eu me responsabilizar não significa que eu sou orgulhoso. Não, fui eu que fiz. Deixa que eu vou arrumar. Isso não é ser orgulhoso, isso é ser consciente. Agora, como eu fiz isso? Eu não poderia ter feito? Aí a gente pode perguntar: "Nossa, mas porque você é tão grande assim que você já nem erra mais, né? Será?" Então, a gente pode diferenciar uma coisa do da outra. Silvia, a Marlice Andrade disse assim: "Parece que às vezes é preciso encostar os pés

cê é tão grande assim que você já nem erra mais, né? Será?" Então, a gente pode diferenciar uma coisa do da outra. Silvia, a Marlice Andrade disse assim: "Parece que às vezes é preciso encostar os pés no fundo para dar impulso para subir. Eu amei essa metáfora. Obrigada, Marlice. É uma ótima imagem. É uma imagem que traz realmente essa questão da sabedoria e da humildade, né? Então, sim, às vezes é preciso inclusive você dar uns passos para trás para olhar com mais distância, para enxergar melhor o que que precisa ser feito para depois sair e escolher o melhor caminho. Então, se eu tô indo, tô indo, tô indo, tô indo, chega uma hora que eu me atrapalho, pera, pera, pera, pera aí. É sabedoria. Deixa eu recuar para ter uma visão maior de tudo e aí saber exatamente voltar para tomar a melhor decisão. É o que a Marlice disse, às vezes eu preciso voltar pôr o pé no fundo para daí dar impulso de novo. Eu tô lá nadando na superfície, querendo sair, querendo sair, não tô mais dando conta. Então, volta um pouquinho, vai até no fundo, empurra o fundo que aí a gente sai com mais força, com mais energia. Então, não existe eh humilhação nisso, existe humildade. Humilde é aquele que admite que nem sempre só anda pra frente. De vez em quando recua, de vez em quando dá uns passinhos para trás para poder entender melhor e se reposicionar. Nossa, eu tava indo com tudo nessa linha. Pera aí, acho que não é por aí. Volta um pouquinho. Será que não pegou um atalho? Será que não é melhor voltar para trás para reposicionar e ir de novo pro caminho melhor? Isso é humildade. Tem gente que não aceita que errou. Aí tá olhando que tá pro caminho errado e continua. Para não admitir, errei, tô voltando. Pera aí, gente. Perdi uns dias. Imagina que você de novo pega o carro, sai para dirigir, vou fazer uma viagem, sei o caminho, fiquem tranquilos vocês que estão comigo. E aí eu vou, né? Chega uma hora que eu falo: "Nossa, eu percebi que eu errei". O humilde é aquele que fala: "Gente, nós vamos ter que voltar uns quilômetros

, fiquem tranquilos vocês que estão comigo. E aí eu vou, né? Chega uma hora que eu falo: "Nossa, eu percebi que eu errei". O humilde é aquele que fala: "Gente, nós vamos ter que voltar uns quilômetros para trás". Cometi erro. Eu achei que eu sabia o caminho inteiro. Eu errei. Vocês me perdoam? Vocês têm paciência comigo? Tudo bem a gente voltar para se reposicionar? Isso é inteligente, isso é sábio, isso é humilde. Agora eu estou lá dirigindo, eu vi que eu errei. Para eu não admitir que eu erro, eu continuo. Que inteligência tem nisso? Que sabedoria tem nisso? E que orgulho que tem nisso? Aí eu continuo pra frente. Não, mas eu vou tentar dar um jeito de ninguém perceber. Só que o caminho que era para demorar uma hora demora cinco, porque eu não quis admitir que eu errei. Então é muito sábio e humilde da nossa parte a gente admitir que errou, retroceder um pouco, se reposicionar e voltar para caminho melhor. Obrigada, Marlice. A Cecília Alves traz assim: "Quanto mais difícil a relação familiar, porque a gente falou um pouco da família, se sofrermos bem ou não com ela, maior ou menor será nosso júbilo em encarnações futuras". Então ela tá dizendo assim: "Temos uma relação familiar difícil. Eu já pergunto: "E quem não tem, né? E quem não tem? Quanto mais difícil essa relação familiar, se a gente vive bem essa relação ou mal, ou seja, se a gente sofre bem, porque lembra do Evangelho Segundo o Espiritismo, que tem o bem sofrer e o mal sofrer, se a gente sofre bem ou se a gente sofre mal, isso vai reverberar nas reencarnações futuras? Sim. Sim. É, é, é algo que é óbvio. Por que que eu sei que é óbvio? Porque existe uma lei que é a lei da causa e efeito, da ação e reação. Tudo está concatenado no universo. A gente fala, não tem uma a borboleta bate asa aqui e ela reverbera toda uma mudança que vai ser sentida do outro lado do globo. Significa que tudo está conectado, inclusive às várias reencarnações. Eu vou gerando o meu futuro a cada ação, a cada pensamento, a cada palavra, a

mudança que vai ser sentida do outro lado do globo. Significa que tudo está conectado, inclusive às várias reencarnações. Eu vou gerando o meu futuro a cada ação, a cada pensamento, a cada palavra, a cada atitude. Então, o como eu vivo a minha dificuldade hoje, certamente vai modificar o meu caminho para cá ou para lá. Certamente eu vou encontrar outros amores ou dissabores lá na frente, conforme o tipo de relacionamento que eu tenho aqui, né? Então, quanto maior o esforço, sim, maior a conquista. Se eu me esforçar para lidar com as pessoas difíceis da minha vida hoje, da minha família hoje, e se eu tentar praticar as as virtudes, o amor, a caridade, certamente eu estou criando melhores ambientes. Eu estou purificando os relacionamentos. para que no futuro o lugar onde eu esteja seja um lugar mais harmonioso. Por isso que vale muito a pena o sacrifício nesse sentido, de se esforçar, de se de se oferecer, de se doar, de amar hoje, porque a gente está plantando um canteiro lindo, onde construiremos nossa casa no futuro. Encerramos o episódio 13 e vamos pro 14, em que a gente falou sobre essa expressão que está lá. nas Sagradas Escrituras, na na Bíblia e no Evangelho, nos evangelhos. Rejubilaste no sentido de alegre-se, no sentido de seja grato, seja satisfeito, seja realizado com a vida. Eu trouxe do eh volume 8, que aí a gente vai descobrir qual é esse volume oito, porque eu não lembro de cabeça, do volume 8, capítulo 6, da série psicológica, eu trouxe essa essa frase que a gente comentou no dia do episódio 14. Uma existência feliz não é necessariamente aquela que se faz breve ou larga, mas sim aquela que se transforma em mensagem de alegria e bem-estar para a própria pessoa, bem como para todos aqueles que a cercam. Cada existência é uma mensagem cujo conteúdo deve ser positivo de forma que dignifique outras, enriquecendo-as de esperança. É fascinante como que Joana deângeles consegue num único parágrafo trazer tantas reflexões, dizer tanta coisa e ser tão profunda.

positivo de forma que dignifique outras, enriquecendo-as de esperança. É fascinante como que Joana deângeles consegue num único parágrafo trazer tantas reflexões, dizer tanta coisa e ser tão profunda. espírito. Nós precisamos admitir que Joana de Angeles é de um nível de cultura, de sabedoria que impressiona. Que que ela está dizendo pra gente? Olha que bonito a a mudança que ela faz. Não importa se a nossa vida seja breve ou se ela seja longa, não importa. E também não importa se a gente receba uma vida de alegria. Ela diz que uma vida alegre não é aquela em que a gente encontra tudo pronto e tudo alegre. É aquela em que eu sou a mensageira da alegria. Olha como ela inverte. A gente diz assim: "Minha vida é alegre". Aí alguém pergunta: "Por quê?" E a gente diz: "Porque tudo dá certo? Porque as pessoas são boas para mim? Porque não me falta nada?" Ou seja, eu estou aqui passiva e todo o meu contexto e o meu o meu redor me faz alegre. Isso para mim é uma vida alegre. Joana de Angeles diz: "Não, vida alegre é aquela em que você é a mensageira da alegria". Ou seja, alguém quando perguntar para mim, "Sua vida é alegre, Cris?", Eu deveria responder sim, porque não importa o que aconteça no meu redor, eu procuro levar a alegria. Por isso que minha vida é alegre. Vocês perceberam, gente? Eu vou fazer questão de repetir, porque é uma mudança pequena e na verdade é uma mudança gigante. Pra gente, vida alegre é aquela em que o contexto é alegre e a gente usufrui da alegria que está ao nosso redor. Joana deângeles diz que uma vida alegre é aquela em que não importa o contexto, eu sou a portadora, mensageira da alegria. Então, onde eu vou? Eu alegro as pessoas e alegro o meu entorno. Olha que lindo. E aí a gente pergunta: "Quem é alegre na terra?" Eu conheço Divaldo, porque Divaldo, onde ele vai com aquele sorriso, ele contagia. Poucas pessoas são mensageiras da alegria. A maioria de nós espera que o entorno esteja alegre para que a gente se alegre. Bem, Elô daqui da nossa cidade de

e ele vai com aquele sorriso, ele contagia. Poucas pessoas são mensageiras da alegria. A maioria de nós espera que o entorno esteja alegre para que a gente se alegre. Bem, Elô daqui da nossa cidade de Amparo, nossa amiga Eloía Eloía Buenos diz: "Para cada solução, a pessoa arruma uma dificuldade, um problema, uma desculpa". Muito chato, Elô. Realmente é muito chato quando às vezes a gente tenta trazer um olhar de ânimo e a pessoa fala: "Ah, não, mas isso eu já tentei: "Ah, mas isso não vai dar certo, ah, você tá arrumando isso". E todo aquelas outras coisas que ficam ruim. Ou seja, a pessoa se recusa a ficar bem, porque para cada solução ela arranja outra questão, outra reclamação, outro problema. E vou dizê-lo, a gente faz muito isso e ainda mais quando a gente se incomoda com essas posturas de quem tá sempre insatisfeito, de quem fica arranjando problema para ficar triste, de quem nunca acha que é suficiente, quando a gente se irrita muito com isso, é porque a gente já está saindo disso e a gente não se conforma, porque provavelmente a gente esteve ali há pouco tempo. Então, é como se a gente falasse, é como se alguém tivesse mostrando pra gente uma coisa que a gente acabou de sair. Então a gente fala: "Não chega, para de ficar reclamando. Aquilo que a gente venceu, a gente não quer voltar para trás. Então, quando eu olho para trás e vejo que tem alguém fazendo alguma coisa que eu tava fazendo, é como se eu dissesse: "Para, isso não funciona, eu já passei por aí, foi horrível, chega de reclamar", né? Então, conforme a gente vai saindo, a gente tem aflição de situações em que a gente olha para trás e percebe que tá ali o negócio, que medo de voltar para trás. Então, a gente resiste, não chega de reclamar para, né? Então, significa que a gente também está já superando. Eu não quero mais ouvir quem reclama, porque vai que eu começo a escutar e daqui a pouco eu estou igual, né? Porque Jesus passando por nós e vendo os reclamões, os que lamentam, os que se põe de coitado, os que acham que

vir quem reclama, porque vai que eu começo a escutar e daqui a pouco eu estou igual, né? Porque Jesus passando por nós e vendo os reclamões, os que lamentam, os que se põe de coitado, os que acham que tá tudo ruim, Jesus em nenhum momento ficou irritado com isso, né? Por que que Jesus não ficou irritado? Porque ele já tinha superado, ele percebia, ah, faz parte. Então fica essa dica. Quando alguma coisa nos incomoda, significa que a gente ainda tem alguma questãozinha. Nesse caso, me parece que a gente acabou de vencer essa questãozinha. E a gente aí não se conforma como que o outro ainda faz, né? Quando a gente aprende uma coisa, aí a gente quer que todo mundo faça igual, porque a gente viu que fez bem pra gente. Então a gente faz isso, por exemplo, no espiritismo. Ah, eu descobri o espiritismo, ele ele mudou meu ponto de vista. Eu eu hoje vejo diferente a vida. Eu não me conformo com meu marido, que minha esposa, que meu irmão, que não enxergam. Ué, mas eu não enxergava até ontem. Aí tava tudo certo. A partir do momento que eu enxergo, eu quero que todo mundo enxerga. Eu não quero que as pessoas fiquem nesse lugar ruim que elas estão para vem para um lugar melhor, eu mostro onde é, eu já estou nele. Então é comum também, é um é um lado bom do nosso coração, porque a gente gostaria de oferecer pros outros aquilo que a gente já aprendeu, né? Cristina disse assim: "Agradecer por tantas bênçãos que recebemos. Inclusive, há alegria em viver, apesar de enfermidades, dificuldades tantas, a fé, a coragem, a esperança, a certeza de que tudo é perfeito na criação. Me sinto tão feliz ao ver minhas rosas desabrucharem a sentir sentir seu perfume e ver o céu azul. Amo olhar um céu e um céu azul com nuvens brancas. Toda a natureza me encanta. Cristina, obrigada por compartilhar com a gente esse olhar bonito, esse olhar puro, simples, né? Eu acho que é isso. Acho que a mensagem que você trouxe pra gente é que a alegria ela é ela tem muita relação com a simplicidade. Às vezes a gente gostaria

olhar bonito, esse olhar puro, simples, né? Eu acho que é isso. Acho que a mensagem que você trouxe pra gente é que a alegria ela é ela tem muita relação com a simplicidade. Às vezes a gente gostaria de alegrias que são muito complicadas, que exigem muitos recursos. A gente associa alegria com coisas, com situações específicas. Quando eu for viajar para tal lugar, quando eu conhecer tal coisa, quando eu puder comprar, quando eu puder ter, quando eu puder, seja lá o que for. E você tá mostrando assim, a gente pode se alegrar exatamente onde está, exatamente com os recursos de que dispõe. Então, vamos associar a a alegria com aquilo que de verdade tem valor, que é a própria natureza. a própria vida em si, que não depende de ser de um jeito a minha vida, quando eu chegar, quando eu tiver, quando eu possuir, seja o que for. E, eh, o convite é pra gente enxergar a alegria em cada momento. alegria no sorriso de uma criança que brinca com alguma coisa, às vezes numa descontração nossa, quando a gente vai sair de casa e um bichinho nos dá um susto e a gente se alegrar com isso, ao invés da gente xingar e reclamar e ficar bravo e a gente se alegrar quando faz uma coisa errada e fala: "Ai, Cris, você de novo e tudo bem. A gente pode ver alegria em cada oportunidade se a gente colocar esse esse olhar, esse óculos, essa visão de valorização do que é simples, do que é natural, do que a vida nos oferece. Então, vamos lembrar com a junto com a Cristina de sermos alegres diante daquilo que temos, que vemos, que somos. descobrir essa alegria que tem relação com o jeito simples que a natureza própria é, o que não quer dizer que ela não carregue tantos tesouros de cores, de perfumes e de sabores e de muitas coisas, mas sempre simples, nada muito sofisticado, rebuscado, não é isso que é alegria, não, né? Obrigada. Então, Cristina, a Clediciana Pimentel falou assim: "Isso mesmo, não se deixar contaminar pela negatividade do outro". Então, achei legal ela ela destacar essa importância, porque às vezes a gente

da. Então, Cristina, a Clediciana Pimentel falou assim: "Isso mesmo, não se deixar contaminar pela negatividade do outro". Então, achei legal ela ela destacar essa importância, porque às vezes a gente deixa que os outros roubem a nossa alegria, a gente tá descontraído, a gente tá tranquilo e aí alguém vem com um pensamento negativo, pessimista, com uma ideia ruim e a gente estava alegre de repente entristece, enraivece, porque a gente foi contagiado pelo outro. Então, que a gente vigie, se tiver que ter contágio, que seja do melhor pro pior, que ao invés do do que está com raiva contagiar o que está alegre, que seja o alegre que contagia aquele que está com raiva. Então, muita vigilância realmente de pensamento, de emoção, porque hoje nós estamos imersos em muitas influências negativas, influências de culturas que são alternativas no sentido de invertidas. Parece que hoje existe uma propaganda que é de descultura, muita vigilância. Nós temos que ter o olhar da diversidade, porque a natureza é diversa. Nós não temos que fazer nichos. É só isso que serve. É só isso que é bonito e é só isso que é cultura. Não. Nossa cultura, sim, ela tem que ser ampla. A gente tem que aprender a olhar a beleza maior e não só aquela restrita que a gente tinha no passado, mas muita atenção, porque nesse ampliar do leque nós estamos incluindo muita coisa que não é cultura, é descultura, dizendo que estamos incluindo a diversidade. Atenção, porque nem tudo o que reluz é ouro. Cuidado pra gente não estar com boa intenção metendo os pés pelas mãos. Então, muito cuidado com a influência que esse que o que o o o a liberdade da cultura tem permitido se inserir, né, nesse movimento social. Cuidado, muita vigilância com ideologias que também vem toda coloridinha, perfumada, cheia de de boas palavras. Mas se você apertar e espremer essa ideologia, sabe o que sobra? Desvalor. Muita gente com lábio cheio de mel falando sobre temas que são aversos, que são opostos aos valores de Deus, de Jesus, aos valores universais.

ar e espremer essa ideologia, sabe o que sobra? Desvalor. Muita gente com lábio cheio de mel falando sobre temas que são aversos, que são opostos aos valores de Deus, de Jesus, aos valores universais. Fraternidade, respeito, tolerância, amor, paciência. São discursos lindos, cheios de de florzinha. E na hora que você aperta, o que que ele tá dizendo? Odeie quem é diferente. Como é que esse discurso pode ser do bem? Como é que ele pode ter como intenção melhorar a terra se lá no fundo ele tá querendo separar as pessoas? Então, muita vigilância de pensamento com cultura, com ideologia, com pontos de vistas também que falam uma coisa e praticam outra. eh eh com influências espirituais, tem muita influência espiritual. A gente sabe que isso é próprio do mundo de de de que está em vias de regenerar no período de transição. É muita turbulência, é maior a influência de mentes que não querem que o avanço aconteça. Mais do que nunca, vigiai e orai. Bom, e aí nós vamos para terminamos, eu destaquei apenas esses do sobre a alegria, alegria de viver e vamos pro último episódio que foi o da semana passada, que foi o valor da consagração, que eu brinquei que da onde que eu tirei essa história de consagração, né? E a gente trouxe aquele olhar tão bonito. Eu achei bonito da gente trazer o sagrado pra vida, porque a gente está muito do lado profano, só matéria, matéria, matéria. Só distante daquilo que é divino. Como se a gente não merecesse trazer o divino para perto, para dentro. Como se a gente não merecesse olhar pra gente como divinos que somos, porque somos filhos de Deus, né? E Deus é é o divino em si. Então nós falamos sobre esse consagrar, trazer o sagrado, sacralizar a nossa vida mundana, profana do dia a dia. Então eu trouxe só uma frase que está lá no volume 4, que a gente vai descobrir qual é, capítulo 2 do volume 4. E Joana diz: "É necessário que te envolvas com o programa divino. todo aquele que se envolve positivamente e que não, desculpa, todo aquele que não se envolve positivamente nunca se

ulo 2 do volume 4. E Joana diz: "É necessário que te envolvas com o programa divino. todo aquele que se envolve positivamente e que não, desculpa, todo aquele que não se envolve positivamente nunca se desenvolve. Então, olha que bonito, a gente falou sobre essa questão do envolver e do desenvolver. Vamos pegar um um exemplo, né? Uma um bebezinho, um bebezinho que acabou de nascer e a gente envolve ele em cuidados, a gente protege, a gente agasalha. Olha eu envolvendo o bebê, o bebezinho tá aqui dentro, né? E eu ponho uma mantinha, um coeiro, nem sei se existe isso ainda, se é da minha época, mas a gente envolve esse bebezinho. Se eu ficar com esse bebezinho envolvido aqui dentro, quando ele tiver 15 anos, eu tô fazendo para ele um péssimo negócio, porque eu não estou deixando ele andar, crescer, experimentar, se arriscar, se aventurar, se desenvolver. Então eu vou envolver o bebezinho enquanto ele precisar. E a minha sabedoria de mãe, de educadora, é ir sabendo desenvolver, tirar o envolvimento até eu entregar ele pra vida e estimular ele a crescer. Que que é desenvolver? é ir saindo do envolvimento protetor. Em uma fase da vida, a gente precisa de proteção, mas se a gente ficar protegido para ser para sempre, a gente não cresce. Então essa história que a gente trouxe aí do do sagrado é justamente que Joana traz. É a gente se desenvolver para Deus, paraa luz. É a gente ir em direção a esse deutropismo, que é uma atração por Deus. Eu querer me desenvolver em direção à luz. E aí a gente tem aqui muitas pessoas que participaram. João e Rita Barreto de Salvador ali de acho que Laura de Freitas, se eu não me engano, que estão sempre com a gente, disseram em duas participações, eu juntei, se observamos o nosso dia a dia, em todo momento poderemos ajudar com uma palavra ou algum outro tipo de auxílio. Temos oportunidade de oferecer algo para alguém em cada momento da nossa vida, se estivermos vigilantes. Em outro momento, eles disseram: "Vamos lembrar os pássaros que ajudam, alimentam os seus

ílio. Temos oportunidade de oferecer algo para alguém em cada momento da nossa vida, se estivermos vigilantes. Em outro momento, eles disseram: "Vamos lembrar os pássaros que ajudam, alimentam os seus filhotinhos e quando eles estão prontos os incentivam a voar". A gente fala: "Derruba o filhote do ninho para ele entender que ele já consegue voar", né? Então, realmente tem bastante sabedoria nesses dois pontos que o João e a Rita destacaram, né? Que é saber quando ajudar e saber quando não ajudar é ajudar, que é o que eu acabei de dizer. Nós precisamos entender quando um outro precisa de ajuda e a gente quer ajudar, que que nos cabe fazer? Envolver ou desenvolver? Tem horas que eu vou precisar esticar as mãos. Eu vou precisar estender minhas mãos para ajudar. E tem hora que se eu estender minhas mãos, eu vou estar compactuando com a acomodação do outro. Então, tem hora que eu estendo as mãos para ajudar a pessoa a se levantar e tem hora que eu faço o contrário. Eu pego minhas mãos e dou um belo do empurrão e digo: "Vai que você já pode." Olha que bonito isso. Isso é amor. Não é aquele pieguismo, ai coitadinho de todo mundo. Fica todo mundo sentadinho que nem essa visão paternalista no sentido ruim do termo, né? desse exagero. Então, é quando eu me ponho como maior do que todo mundo, fica todo mundo sentadinho, que a mamãe aqui vai dar dinheirinho para cada um. E aí a gente precisa olhar políticas públicas que acabam acostumando as pessoas num lugar muito de acomodação. Então a gente fica sentadinho que eu cuido de tudo, eu promovo tudo, eu ofereço tudo e a pessoa vai ficar envolvida nessa super proteção. Eu já disse em episódios anteriores, talvez lá na primeira temporada, quando eu falei sobre o ser mãe, provavelmente eu trouxe um trecho, porque eu sempre cito, do pensador Wiicot, que é um dos melhores pensadores, dos maiores pensadores do desenvolvimento infantil. E ele fala sobre a mãe suficientemente boa, que é aquela que sabe até quando que ela estende a mão e quando ela para

e é um dos melhores pensadores, dos maiores pensadores do desenvolvimento infantil. E ele fala sobre a mãe suficientemente boa, que é aquela que sabe até quando que ela estende a mão e quando ela para de estender, porque senão ela está interrompendo o processo de desenvolvimento do filho. E aí ele diz que a mãe exageradamente boa é aquela mãe que não, não, filhinho, não sai daqui e o filho tá grande e quer sair para se desenvolver e a gente não deixa se desenvolver. É essa, é essa visão. Fica todo mundo sentadinho, mamãe vai dando dinheirinho para vocês, não precisa ninguém ir trabalhar, fica todo mundo aí, porque vocês são coitadinhos. Eu que sou grandona. Percebe quando eu Jesus enxergou todo mundo, vós sois deuses. Vós sois deuses. Esse era Jesus olhando pra gente. Nenhum momento Jesus falou: "Ai, tadinho, olha que pena daquele". Não, Jesus e ela falar: "Você tá aí no buraco, pera aí que eu te levanto. Vai, vai, não peques mais". Esse era Jesus. Envolvia, curava, ensinava, alertava, chacoalhava. Vai e não peques mais. Jesus não não andou abraçadinho com alguém que não era capaz, arrastando a pessoa para todo lugar. Jesus estimulava o se desenvolver, né? Então, muito importante isso que o João e a Rita trouxeram. Nós temos que saber a hora de estender as mãos para erguer alguém, para resgatar, para ajudar, para proteger. E a assim que essa pessoa acordou, respirou, fortaleceu as perninhas, vai agora que você pode, do mesmo jeito que eu sou capaz de me fazer enquanto adulta, enquanto ser humano, você também é. Vamos lá. Vamos que você consegue, né? Então, obrigada, João e Rita. Vamos dar uma acelerada aqui. Simone Caetê também está sempre com a gente, né, Simone? O nosso propósito de vida é como um parto em que teremos que romper a placenta protetora para o aprendizado da vida dura e crua, tão necessária para a nossa caminhada evolutiva. Exatamente o que a gente acabou de dizer. A Simone trouxe outro outra metáfora linda da vida. Qualquer coisa mais bonita do que

do da vida dura e crua, tão necessária para a nossa caminhada evolutiva. Exatamente o que a gente acabou de dizer. A Simone trouxe outro outra metáfora linda da vida. Qualquer coisa mais bonita do que esse parto, do que uma criança sair daquela bolsa protetora, ela tinha tudo ali dentro. Ela estava protegida, alimentada, amada, né? Pelo menos essa é a teoria. E aí num determinado momento, ela tem que sair daí para começar a fazer tudo por si. Vai ter que respirar por si. Vai ter que se aprender a se alimentar por si. todo um processo de crescimento se desenvolvendo. É, é a gente, enquanto espíritos também saímos dos reinos primitivos em que Deus promovia pelo instinto a sobrevivência e depois inauguramos o livre arbítrio e nós vamos ter que descobrir os melhores caminhos pra gente se desenvolver, pra gente crescer, pra gente eh eh se elevar, ascender a Deus. Então, um outro jeito também, uma outra metáfora interessantíssima e é do parto, né? Nós devemos fazer partos a cada momento na nossa vida. A gente deve crescer e se expandir e se arriscar sempre que a gente puder. A Silvia Ribeiro, que também tá sempre por aqui, disse: "Acredito que ao buscarmos conhecimento, uma das formas de amar é compartilhar na intenção de doar um pouco. É um dos melhores legados que deixamos. Tudo passa, também iremos passar. Então, compartilhe. Ai, que lindo, Silvia. Adorei. Realmente, eu acho que um ótimo sinônimo para amar é doar, mas não doar coisas, né? O maior tesouro que nós podemos doar sou eu mesma. Qual o maior tesouro que eu tenho? Minha vida. Eu, o espírito que eu sou. Esse é o maior tesouro. E eu oferecer a mim é o maior gesto de amor. Oferecer a mim. para educar uma criança, para gestar uma criança, oferecer as minhas mãos para curar, para ajudar, para qualquer tipo de auxílio, oferecer o meu tempo, oferecer a minha presença, oferecer o meu esforço. É Jesus. Jesus ofereceu a si. A gente não diz que Jesus sacrificou-se em benefício da humanidade. Foi isso. Ele veio e ofereceu a si próprio como

po, oferecer a minha presença, oferecer o meu esforço. É Jesus. Jesus ofereceu a si. A gente não diz que Jesus sacrificou-se em benefício da humanidade. Foi isso. Ele veio e ofereceu a si próprio como modelo e guia da humanidade. Então, muito bonito. Muito obrigada, Silvio. A Maria de Fátima, Rezende de Souza Barbosa, diz: "A nossa jornada espiritual é longa. A cada experiência vivida no seio carnal, temos a oportunidade de dar um passo no processo de transformação espiritual. É, ela tá trazendo pra gente uma consciência, né, que é longo o trajeto e cada vez que a gente mergulha na carne, é um passinho que a gente dá. Aí a gente volta pro plano espiritual, volta pra Terra, mais um passinho. Aí a gente vai mais um passinho numa estrada longa. Tem horas que a gente mergulha na carne e dá uma sensação de que a gente dá um passinho para trás, né? E aí pode falar: "Poxa vida, mas olha até eu passar por todo esse esse projeto, esse trajeto, né?" Mas aí eu pensei assim, onde que a gente pode ter esperança, né? Então vamos lá. Minha minha estrada é longa. Aí eu vim, mergulhei, dei um passinho. Quando eu dou um passinho, não é só um passinho que eu dei, porque eu modifico o meu ponto de vista. Quando eu modifico o meu ponto de vista, eu modifico toda a minha história futura a partir dali. Então, um passinho, ele equivale a uma amplitude de consciência. Então, na próxima vez que eu for dar um passinho, eu já vou dar um passo maior do que o que eu dei antes, porque eu já não sou mais a mesma. Percebe? Então, antes eu agia assim porque eu sabia uma coisa. Eu agia assim, sabia uma coisa, aprendi uma segunda. Agora eu sei duas coisas. Se eu sei duas coisas e eu vou e dar um próximo passo, então o que que vai acontecer? Eu, se eu antes dei um passinho, porque eu sabia uma, agora que eu sei duas, eu dou um passo mais consciente, mais amplo, melhor na direção, aí eu aprendo mais uma. Agora eu já sei três coisas, então eu vou me tornando maior. Então meus passos já não são os mesmos. Então é como a gente

passo mais consciente, mais amplo, melhor na direção, aí eu aprendo mais uma. Agora eu já sei três coisas, então eu vou me tornando maior. Então meus passos já não são os mesmos. Então é como a gente aprendeu lá na matemática, lembra da progressão geométrica, que é uma progressão que vai dando como se fosse saltos, né? Tem tem uma progressão que é mais lenta, é mais linear e tem uma que a que a gente da PG que vai rápido. Por quê? Porque isso. Eu antes tenho um passo porque eu sabia uma coisa, mas ao dar um passo eu aprendi outra coisa, agora eu sei duas. Então na hora que eu for dar meu próximo passo, eu já sou maior do que quem eu era. Então o passo que eu dou é mais profundo, é mais longo, é mais certo? Tá numa direção melhor? Então eu vou crescendo mais rapidamente. Isso que é bonito. Nós vamos acelerando o nosso progresso. Então ele nosso progresso não é linear que eu vou dando passinho, passinho, passinho, passinho. Eu vou dando passinho que me faz dar um passo maior, que me faz dar um passo maior, que me faz crescer mais rápido. Então temos esperança. Ainda assim o trajeto é longo. E por fim, o Fábio José disse: "Quando nos relacionamos de maneira vulgar, não nos relacionamos só com a pessoa, mas com tudo que está ligado a ela." Porque a gente falou bastante do profano no sentido do mundano, no sentido do material. E aí a gente falou de relacionamentos líquidos, rápidos, vazios de de conteúdo, de substância, como se fosse assim experiências só sensoriais de prazeres rápidos. E o J, o Fábio José tá nos dando um alerta, porque a gente tem a ilusão de que a gente fez uma uma experiência só rapidinha ali, conheci a pessoa, tive ali uns relacionamentos de tchau, não sei nem quem é, porque ele diz, são dois espíritos. Então, eu acho que eu estou me relacionando só no superficial, no mundano, mas como dois espíritos nós criamos um vínculo, um laço espiritual, né? Eu lembrei daquela frase que eu até anotei aqui, porque de vez em quando me atrapalho com ela, de Antoan de

rficial, no mundano, mas como dois espíritos nós criamos um vínculo, um laço espiritual, né? Eu lembrei daquela frase que eu até anotei aqui, porque de vez em quando me atrapalho com ela, de Antoan de Santezeri, que fez o Pequeno Príncipe, essa obra prima. Ele diz assim: "Aqueles que passam por nós não vão sós, nem nos deixam sós. Deixam um pouco de si e levam um pouco de nós." Então, nunca, quando dois, duas, dois espíritos se encontram, nunca mais eles serão os mesmos diantes do encontro. Mesmo que esse encontro tenha durado pouco, mesmo que esse encontro tenha sido superficial, passageiro, ele ele não deixa deixar uma marca em cada um. A gente se encontra e quando a gente se separa, a gente leva um pouquinho um do outro. Isso sem contar na presença espiritual que envolvem esses dois seres. Quantas vezes a gente sabe que num encontro teve também trocas espirituais, envolvimento de outras mentes e acaba havendo uma mudança que influencia depois a vida dessas duas pessoas, né? Não estou querendo amedrontar ninguém, mas apenas trazer consciência que não dá paraa gente ir passando pela vida, passando por relacionamentos, achando que a gente só vai deixar marcas naqueles que a gente escolher. Não. Cada experiência, cada troca, cada encontro, existe também uma marca que pode ser mais frágil, mais complexa, dependendo da experiência. Então, achei que foi um ótimo alerta. Ah, tem mais uma, a Cecília Alves, ela termina e eu escolhei para eu escolhi essa frase que achei bonita pra gente encerrar. Muito obrigada pela forma amorosa com que você aborda temas tão difíceis, mas fundamentais para nosso crescimento espiritual. Tenho uma pergunta sobre o vazio existencial. Entendo que o vazio existencial a característica da vida moderna com suas vicissitudes, atrações, perturbações, mas poderia ser ele também uma aprovação, fruto de ações e pensamentos errôneos de vidas pretéritas, consequência de na vida atual de conflitos familiares, frustrações emocionais, bache, autoestima, entre

poderia ser ele também uma aprovação, fruto de ações e pensamentos errôneos de vidas pretéritas, consequência de na vida atual de conflitos familiares, frustrações emocionais, bache, autoestima, entre outros. Então eu escolhi porque a Cecília foi generosa. Obrigada, Cecília. Eh, eh, é uma alegria para mim esses encontros e porque ela trouxe também uma questão que fecha o nosso tema central. A quinta temporada foi sobre o sentido de vida, sobre o propósito de vida que tem como oposto o vazio existencial. Sempre que eu tiver sentido de vida, sempre que eu tiver propósito de vida, eu não tenho vazio existencial. Se eu sentir vazia existencial, eu estou distante ou eu estou num caminho que não está me conectando com o propósito, com o sentido de vida. Então ela tá dizendo assim: "Será que existe um vazio existencial como expiação? Ou seja, eu vim para sentir esse vazio existencial. E esse é o meu a minha questão. Veja só, Cecília, achei muito interessante. Vamos supor que eu tenha vivido a minha vida anterior ou alguma vida pregressa, eu tenha vivido ela com muita superficialidade, sempre envolvida com coisas levianas, corriqueiras. Eu não tenha me aprofundado. Que que aconteceu comigo? Provavelmente na minha próxima reencarnação, se eu tomei consciência do que eu fiz, eu volto com uma sensação de vazio. Que que é essa sensação de vazio? É de ter perdido a última vida porque eu não aprofundei, eu não criei conteúdo. Eu fiquei lá no raso, na superfície, fazendo coisas gostosas, passageiras, levianas. Aí, que que eu trouxe para agora? Nada. É como se eu tivesse ido fazer uma viagem, fazer uma viagem. Fiquei lá num outro país cheia de bolsas, de malas, né? Andei, passei, andei, passei. Quando eu voltei para cá, alguém perguntou: "O que que você trouxe?" E eu abro minhas malas, eu abro minhas bolsas e não tem nada. Eu passei por lá, mas eu não tirei proveito, eu não adquiri, eu não colhi experiências, então eu voltei vazia. Então, a gente pode fazer isso. A gente pode passar por vidas e sair de bolsas

tem nada. Eu passei por lá, mas eu não tirei proveito, eu não adquiri, eu não colhi experiências, então eu voltei vazia. Então, a gente pode fazer isso. A gente pode passar por vidas e sair de bolsas vazias, não ter, não aproveitar as oportunidades para encher nosso, nosso próprio mundo íntimo de conteúdo, de experiência, de aprendizado. A gente ficou só se divertindo, se divertindo, se divertindo. Quando a gente chega aqui, que que você trouxe da vida passada? Nada. Trouxe nada. trouxe um vazio porque não aprendi, não me transformei, fiquei só no superficial. Então hoje eu tenho uma sensação de quem está vazio. Aí eu vou ter que resgatar o tempo nessa vida, vou querer fazer um monte de coisas que eu não fiz lá para encher as bolsas dessa vida e daquela que eu deixei voltar voltar vazia. Então gostei também, Cecília. Acho que foi um ótimo fechamento pro nosso tema central da quinta temporada. Agradeço imensamente a participação de vocês, a atenção de vocês. Que Deus nos abençoe nessa jornada em que fazemos juntos. Que Jesus nos proteja, ilumine nosso caminho e que a gente saiba ser feliz dessa maneira profunda como Joana de Angeles nos convida a ser. Muito obrigada por tudo que vocês me ofereceram nessa quinta temporada e a gente se vê nos próximos episódios. Um beijo para vocês. Fiquem com Deus.

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