T6:E7 • Transtornos Mentais • Transtornos de Adicção
Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 06 - Transtornos Mentais Episódio 07 - Transtornos de Adicção ► Referências Bibliográficas • Autodescobrimento: uma busca interior, cap. 10; • O despertar do Espírito, cap. 3; • Conflitos existenciais, caps. 12, 13 e 14; • Encontro com a paz e com a saúde, cap. 1; • Psicologia da gratidão, cap. 8. » Apresentação: Cristiane Beira
Olá sejam bem-vindos a mais um psicologia espírita com Joana de Ângeles dentre os transtornos mentais que estamos trabalhando pesquisando estudando hoje nós falaremos sobre os distúrbios de adicção ou os transtornos de adicção pra gente acho que é interessante a gente olhar essa origem da palavra adicção a pessoa que é adicta e ela vem do latim adicto e que que essa palavra queria dizer é interessante a gente sempre Pesquisar a origem das palavras porque elas traziam sempre um conjunto eh de informações de situação elas elas tinham um significado profundo com o tempo a gente muitas vezes transforma esses conteúdos mais profundos esses significados em em coisas muito rasas a linguagem ela vai se empobrecendo faz parte a gente vai usando a gente vai minimizando a gente vai simplificando até que chega um ponto em que algo que era muito profundo na sua origem hoje é usado uma palavra que antes era muito profunda acaba sendo usada de uma maneira tão às vezes Iana superficial Como por exemplo o próprio amor a gente diz hoje eu amo o brigadeiro como é que eu posso amar um brigadeiro gente mas a gente diz eu digo e todo mundo diz e essa força do ambiente essa força da cultura do momento em que a gente se encontra é está presente então a gente vai corrompendo as palavras então é sempre um exercício bastante interessante Quando a gente tiver refletindo sobre algo que a gente busca busque a origem quando ela foi cunhada criada que será que ela queria trazer de de significado de conteúdo e essa palavra adicto do latim ela tem relação com o apego Olha que bonito tem a relação com o apego com a dependência aquilo que eu não vivo sem aquilo que eu preciso Então olha que profundo quando a gente fala nós vamos falar sobre esses esses vícios porque a doutrina espírita para nos dizer a respeito daquilo que nos domina a respeito daquilo que nos controla ela vai falar sobre os vícios Morais os vícios Morais São esses como que arrastamentos que a gente sente as nossas paixões outra forma que o
daquilo que nos domina a respeito daquilo que nos controla ela vai falar sobre os vícios Morais os vícios Morais São esses como que arrastamentos que a gente sente as nossas paixões outra forma que o espiritismo fala o espiritismo tem no Livro dos Espíritos uma um símbolo que ele usa quando ele traz a figura do Corcel que pode ser usado né o cavalo forte o vigor da força primitiva da força da natureza você pode tanto usar esse Corcel e colocá-lo a serviço de uma obra de uma tarefa os cavalos que ajudam nos pastoreiam eh nas plantações que ajudam na proteção de uma área ambiental e aí eles são dos dos das tarefas dos homens eles eles conciliam o homem consegue fazer uso dessa força animal para um benefício coletivo mas ao mesmo tempo esse Corcel se ele for Indomado ou Indomável se ele não for passível de ser eh direcionado ele fica descontrolado aí a gente pode imaginar uma força animal Descontrolada a gente vê quantos acidentes sérios que acontecem porque o ser humano não soube respeitar a força desse animal esse animal quando ele está acuado quando ele se sente ameaçado ele pode usar a sua força e gerar grandes prejuízos Então essa força e instintiva e e direcionada para algo que gere prejuízo a doutrina espírita ensina isso são forças internas que nos arrastam para prejuízos para males para isso ela chama de vício moral ou de paixões da alma do Espírito são tendências internas que nos controlam que nos arrastam nós não temos não não nos sentimos capazes de segurar E acabamos nos prejudicando por isso que a doutrina espírita nos ensina nos conduz a esse esforço interno de domar entre aspas as más paixões ou seja assuma o controle de você mesmo das forças que você abrange que são suas porque se eu me deixo arrastar por algo que me controla é não é não é de fora isso é de dentro para fora se eu digo assim não resisto Vamos começar com um exemplo bem básico não resisto a um chocolate O problema não é do chocolate o problema sou eu no que se refere ao chocolate e muitas
dentro para fora se eu digo assim não resisto Vamos começar com um exemplo bem básico não resisto a um chocolate O problema não é do chocolate o problema sou eu no que se refere ao chocolate e muitas vezes a gente olha pro chocolate como se fosse ele ou Vilão chocolate não é o vilão agora se eu tenho uma força interna que é maior do que a minha razão que é maior do que a minha minha consciência me diz Cris o chocolate não vai te fazer bem porque você tem colesterol alto Seja lá o que for então se eu olho e sei que aquilo não me faz bem e ainda assim eu não sou capaz de dizer não a ele e todos os dias eu juro que eu não vou comer o tal do chocolate e todos os dias eu como o chocolate significa que tem uma um duelo interno existe uma consciência que sabe escolher que sabe discernir que sabe diferenciar o bem do mal o certo do errado o que me faz bem o que não me faz bem existe uma razão que já é capaz de identificar o melhor caminho mas existe uma outra força interna Indomada existe dentro de mim um um um instinto uma espécie de um instinto porque ele ele Brota quase que mecanicamente e que me arrasta fazer o que eu não faço a gente lembra do apóstolo Paulo no começo da sua jornada em direção a se cristianizar ou se Cris ificar e ele diz como se ele tivesse fazendo um desabafo Poxa o bem que eu quero fazer eu não faço e o mal que eu não quero fazer esse eu faço era ele dizendo desse dessa luta interna em que um lado nosso já sabe escolher o certo o bom caminho a moral do do bem que segundo a doutrina espírita é tudo aquilo que é alinhado com as leis divinas aquilo que é alinhado com as leis divinas sempre vai gerar eh benefícios vai sempre fazer bem para mim pro outro e pra sociedade e é isso que o espiritismo trata como bem aquilo que está alinhado com as leis divinas Então se existe como o apóstolo Paulo diz uma consciência que já é capaz de discernir e falar esse é o esse é o caminho que me alinha com as leis divinas mas existe um outro eu que quando eu me dou conta eu estou fazendo
o apóstolo Paulo diz uma consciência que já é capaz de discernir e falar esse é o esse é o caminho que me alinha com as leis divinas mas existe um outro eu que quando eu me dou conta eu estou fazendo aquilo que está fora das leis divinas distante das leis divinas Então essa luta interna ela é é própria do nosso grau de evolução certamente Jesus não tinha esse duelo interno certamente Jesus não tinha essa briga de eu quero fazer mas eu não devo não quero fazer fazer mas eu preciso ele já estava integrado ele tem o que Joan De Angeles chama de consciência cósmica Eu e o pai somos um ele já tinha internalizado ele já tinha desenvolvido o seu mundo interior de forma que ele é só luz ou seja tudo que ele fala pensa escolhe quer está alinhado com as leis divinas ele já não carrega essas forças opositoras internas e a psicologia analítica profunda de Jung ela vai trazer a teoria dos complexos justamente dizendo chamando de complexos esses conteúdos do inconsciente que são registros de experiências passadas nossas com alta carga emocional como se tivesse ali um uma bexiguinha cheia de uma certa emoção ou de uma mistura de emoções a respeito de uma vivência passada e que tá vivo apesar de estar no inconsciente eu não sei que tá lá eu não sou capaz de necessar mas de acordo com o que eu esteja vivendo fora ele o o que eu vivi fora pode acionar pode reviver aquele aquele complexo que se constela toma lugar na minha consciência e eu saio fazendo coisas tomando decisões tendo emoções que eu me descontrolo me possuem então a teoria dos complexos também conversa com isso então voltando aqui no latim adicto é aquilo que a gente é apegado é aquilo que nos controla eu sou dependente daquilo ou seja eh quando eu ou seja quando eu me deixo arrastar por algo que eu não sou capaz de controlar conscientemente nós estamos falando sobre aquilo que nos comanda nós estamos falando sobre o ser apegado sobre o ser dependente então a adição adicção o ser adicto significa eu estou numa luta interna com algo que não me faz bem mas
ndo sobre aquilo que nos comanda nós estamos falando sobre o ser apegado sobre o ser dependente então a adição adicção o ser adicto significa eu estou numa luta interna com algo que não me faz bem mas que me arrasta a continuar fazendo eu sei que eu não devo consumir alcoólicos como eu consumo no entanto eu não consigo eh escolher eu não consigo controlar eu sei que eu não deveria fazer uso do tabagismo ou de outras eh outros tóxic que me fazem mal no entanto eu não sou capaz ainda de escolher eu sei que eu não deveria a gente pode ampliar porque a adicção ela é enorme o campo em que a gente em que atua sobre sobre a gente eu sei que eu não deveria gastar tanto tempo assistindo programas que não são bons que não me fazem bem por exemplo pornografia no entanto eu não resisto e quando eu vejo eu estou lá e por aí vai eu sei que eu não deveria me me me me jogar nas compras compulsoriamente e eu preciso controlar a minha finança quando eu vejo já estourei outro cartão e outro cartão e tudo aquilo que me controla a gente pode dizer que eu dependo daquilo Ou seja eu não sou livre eu não sou independente Eu não sou capaz de falar ah eu vou fazer um um arranjo aqui na minha planilha financeira e vou ficar sem seis meses sem comprar supérfluos se eu não consigo fazer isso se eu sou dependente dessa compra significa que eu tenho aí um pezinho ou um pezão na adicção tudo aquilo que me controla tudo aquilo que me governa está nesse contexto de adicção Às vezes a gente costuma falar sobre quem é adicto a a drogadição álcool aos alcoólicos as a a tabagismo mas percebe que é muito mais amplo é muito mais amplo se eu toda vez que eu que eu noto que eu não sou capaz de fazer uma escolha Ou seja a minha escolha consciente não é validada porque tem algo inconsciente que me arrasta pro seu oposto pode tomar nota no bloquinho de adicções da Cris não consegue não falar mal de alguém não resiste a uma boa fofoca eh não não aguenta uma oportunidade de se mostrar ou de se exaltar tudo isso
u oposto pode tomar nota no bloquinho de adicções da Cris não consegue não falar mal de alguém não resiste a uma boa fofoca eh não não aguenta uma oportunidade de se mostrar ou de se exaltar tudo isso pode ser olhado pelo olhar da viciação moral Então vamos começar a nossa conversa de hoje ampliando não estamos falando aqui do fulano não estamos falando aqui do caso específico do do alcoólicos estamos falando desse drama da alma humana Mas nós vamos trazer como efeito de de estudo exemplos relacionados a alcoólicos a ao tabagismo porque é o que é mais falado mas fica que esse convite para que a gente aprofunde nessa aula nesse estudo para que a gente traga para si ai Graças a Deus que eu não bebo alcoólicos e eu não eh sou adepta de cigarros Ufa então eu estou livre não senão a gente já tava lá com Jesus Cristo então se você já venceu esses essas tentações essas vi se isso não te arrasta Então tudo bem Vamos ver aonde ainda você depende o que que ainda te controla vamos observar aquilo que ainda te domina E aí todo mundo vai ter um ou outro ponto e a gente pode então dedicar a si mesmo nesse estudo para para ir em busca dessa superação que pode levar uma vida às vezes até mais do que uma vida mas a gente direcionando a a gente vai conseguir essa superação e é importante também lembrar que nesses casos e quanto mais complicado o caso quanto menos eu me sinto forte o suficiente para lidar com eles individualmente mais eu devo lembrar de pedir ajuda quantos não são os órgãos as ONGs As instituições que estão disponíveis para colher aquilo que não cons aquele que não consegue controlar-se a si mesmo individualmente e a gente tem muitas dessas casas que que assistem que acolhem e que estm que onde nós vamos encontrar outros que TM histórias semelhantes Então vamos nos lembrar que Muito provavelmente vai ser difícil da gente vencer algum alguma viciação sem a gente pedir ajuda às vezes estender uma mão às vezes estender as duas e às vezes pedir colo e tudo bem por isso que Deus nos deu o espírito
vai ser difícil da gente vencer algum alguma viciação sem a gente pedir ajuda às vezes estender uma mão às vezes estender as duas e às vezes pedir colo e tudo bem por isso que Deus nos deu o espírito gregário por isso que Deus nos permite viver em coletivo e por isso que Deus escolheu A fraternidade a solidariedade e o amor como alimento principal do Espírito para que a gente se ajude eh Enquanto estamos no caminho em direção à evolução eu já vou entrar em Joana porque tem muitos textos hoje e eu queria ver se eu consigo passar por todos vamos lá então vamos começar eh falando do livro A autodescobrimento uma busca interior Capítulo 10 autodescobrimento uma busca interior Capítulo 10 então Joana vai falar um pouquinho a respeito de eh onde tudo começa ou na verdade qual seria a a possibilidade terapêutica da gente lidar né então ela começa dizendo onde toca na gente para que a gente se entregue ou para que a gente consiga começar para superar ela vai falar a respeito desse esforço pessoal a gente fala da vontade Então antes de eu falar de le Joana eu vou só lembrar na quinta temporada ou seja na temporada anterior o segundo episódio a gente fala sobre a diferença entre desejo e vontade e a gente faz um estudo diferenciando de propósito essa questão do um desejo superficial Ai bem que podia Ah eu queria mas a gente não se propõe e a vontade que é essa força do Espírito que nos movimenta e movimenta a nossa vida em direção ao Progresso Então acho que seria interessante Porque como a gente vai falar que a vontade é a alavanca para me impulsionar para além da viciação sempre nós vamos ter que acionar essa vontade de dentro lá de dentro é interessante conciliar essa aula de hoje com segundo Episódio da quinta temporada desejos e vontade porque a gente vai quando é é muito comum as pessoas falarem assim ah se você quiser mesmo você Abandona o vício x ou Y ou Z e quando a gente está no vício dá uma raiva da pessoa porque se você acha que eu não quero sair de uma coisa que vai
as pessoas falarem assim ah se você quiser mesmo você Abandona o vício x ou Y ou Z e quando a gente está no vício dá uma raiva da pessoa porque se você acha que eu não quero sair de uma coisa que vai que vai estragar meu corpo que vai detonar meu pulmão meu rim meu cérebro meus meu sistema digestivo lógico que eu quero mas eu não consigo Então ai se você quiser muito né Isso é muitas vezes Cruel falta empatia eu não sei o que é estar no lugar do outro só depois que eu que eu calçar Os sapatos dele que eu acordar como ele acorda sentir o que ele sente pensar o que ele pensa e carregar o inconsciente que Ele carrega aí eu posso dizer se se Basta fazer isso aquilo como é isso impossível da gente conseguir a gente não julga ninguém sabe o que é estar na pele do outro então a gente acolhe a gente compreende como a gente gostaria de ser compreendido e acolhido nas nossas questões ainda viciosas então no autodescobrimento uma busca interior Capítulo 10 Joana diz a saúde mental exige esforço pessoal que é intransferível caracterizado pelo Real desejo do equilíbrio a tal da vontade uma decisiva disposição para o autoencontro e o empenho para consegui-lo são os instrumentos hábeis para o tentame que se coroará de êxito toda a empresa para alcançar metas impõe trabalho que não cessa o empreendimento da autovalorização com a consequente conquista de si mesmo é de Largo percurso e sua gratificação se alcança nas diferentes etapas do processo de libertação dos Vícios e acomodações habituais então Joana destaca esforço pessoal e verdadeiro desejo ou seja uma verdadeira vontade de Equilíbrio é intransferível não adianta eu pedir para ninguém me arrancar do do buraco eu preciso primeiro fazer o esforço para somar a minha vontade ao a ajuda que eu recebo Jesus sempre falava a gente a gente tem lá nos Evangelhos quando alguém pedia para que ele curasse ele sempre fazia essa pergunta queres que eu te cure que que ele queria dizer se você não fizer primeiro a sua parte não adianta me
gente tem lá nos Evangelhos quando alguém pedia para que ele curasse ele sempre fazia essa pergunta queres que eu te cure que que ele queria dizer se você não fizer primeiro a sua parte não adianta me chamar pra minha eu venho depois eu só venho depois que você se põe em situação de ser ajudado e é verdade porque quando a gente não quer ser ajudado o outro não tem como nos ajudar porque seria uma afronta contra o livre arbítrio ninguém vai ajudar alguém e eh negando o livre arbítrio da pessoa a gente pode estimular convidar até arrastar uma primeira vez para ele experimentar o que a gente está dizendo mas se ele não quiser a gente soltou ele volta para mesmo lugar por isso que hoje se questiona muito o atendimento compulsório a internação compulsória porque algumas vezes nesse compulsório sim a pessoa pode ir lá ter um insite falar Pronto agora eu quero e fica difícil de saber porque muitas vezes não a gente vai levar contra a vontade quando a gente falar Pronto agora você pode escolher a pessoa volta pro mesmo lugar onde ela tava então se não tiver uma maturidade interna o momento próprio de cada um tempo de cada um não adianta porque ninguém salva se não for a própria pessoa se salvando então por isso que até hoje fica essa questão porque não adianta o compulsório mas de vez em quando adianta porque justamente nesse nessa hora do compulsório que a pessoa se deu conta e acordou e acendeu essa vontade né então fica difícil de saber se a gente deve ou não deve dá para ver o quanto é complexo e não dá pra gente vir ó e bater o martelo porque é assim que faz porque devia fazer porque não devia fazer a gente é muito cheio de certezas né mas Joana diz não tem outro jeito sen não for pelo esforço próprio por essa vontade firme do espírito que precisa ser desenvolvida eu não tenho ainda mas eu posso ter como tentando pesquisando pensando refletindo estudando orando eu preciso trabalhar para desenvolver essa vontade ela não vai entrar na forma de uma pílula que eu tomo e pronto agora eu
s eu posso ter como tentando pesquisando pensando refletindo estudando orando eu preciso trabalhar para desenvolver essa vontade ela não vai entrar na forma de uma pílula que eu tomo e pronto agora eu tenho vontade o apóstolo Paulo mostrou ele no começo não conseguia ter essa vontade o bem que eu quero fazer eu não faço e o mal que eu não quero fazer esse eu faço e aí que que aconteceu ele tomou uma pílula para não ele foi tentando tentando se disciplinando mais uma vez se esforçando ao longo do tempo buscando ele achou Buscai e achareis no final da vida que que ele fala já não sou eu quem vive é o Cristo que vive em mim superei como pelo meu esforço resiliência resignação perseverança é um trabalho de uma jornada agora nós vamos lá no capítulo 3 do livro O Despertar do espírito e Joana vai vai a gente vai trazer alguns pontos pra gente ir costurando a respeito dessas eh viciações Morais dessas dependências disso que nos aprisiona e ela vai dizer que muitas vezes acaba sendo um autob boicote é como se a gente é esquisito isso né a gente falar eu escolho me prejudicar mas é que eu escolho me prejudicar como uma reação a um conflito que eu não tô sabendo lidar então sabe quando a gente às vezes fala assim eu eu lembro e Compartilho agora uma experiência pessoal quando eu era criança devia ter o meus 5 anos eu ganhei de alguém que eu não sei quem um broche naquela época Décadas atrás tinha aquele broche que a gente abria e E aí tinha dentro uma pastinha que era um perfuminho vocês podem não acreditar mas eu lembro do perfume até hoje e eu lembro do broch porque ele tinha uma forma de um elefantinho e a barriga do Elefantinho que abria e e eu eu tive porque temperamento bravo né espírito bravo eu lembro Nessa idade de ter ficado frustrada com alguma coisa ou irritada com alguma coisa e eu peguei aquele broche e eu joguei com força no chão e ele quebrou pensa que eu carrego isso até hoje e o que que foi aquilo eu me pergunto por que que eu brava com o que alguém deve ter feito para mim eu
guei aquele broche e eu joguei com força no chão e ele quebrou pensa que eu carrego isso até hoje e o que que foi aquilo eu me pergunto por que que eu brava com o que alguém deve ter feito para mim eu prejudiquei a mim ou seja algo de fora me irritou e eu quebrei uma coisa que me era muito cara ainda bem que foi uma pequena coisa eu poderia ter batido em alguém podia poderia ter ferido alguém Seja lá o que for agora eu tinha 5 anos e agora se eu resolvesse sair quebrando tudo quando eu me frustro Então isso que a gente chama de autoboicote é quando a gente para reagir a alguma coisa que nos incomodou para reagir a algum conflito que a gente carrega a gente toma decisões que nos prejudicam a gente se boicota por exemplo vamos supor que eu tenha uma certa carência e uma certa um certo complexo de inferioridade ou eu não me acha não me ache merecedora de amor eu não mereço amor eu sou eu trago muitas culpas no espírito Eu acho que eu sou um um verme aí eu encontro alguém que me ama e aí eu acabo criando nessa relação tanto embaraço tanta provocação tanta dificuldade tanta distração que a relação se rompe E aí eu digo assim tá vendo Eu sabia que eu não sou digna de ser amada não é bem assim é que eu não acredito que eu mereça então inconscientemente eu boicoto a consciência a consciência queria tanto ser amada e o inconsciente faz com que eu prove para mim mesma que eu não mereço ser amada isso que a gente chama de autoboicote essas crenças disfuncionais que nos atrapalham né então Joana vai falar o seguinte o despertar do Espírito Capítulo 3 a própria busca dos Alcoólicos assim como dos tox decorre de uma necessidade inconsciente de autodestruição fugindo pelos corredores estreitos do Prazer alucinado até à consup por não dispor de espaço emocional para alegria Ampla nem as experiências gratificantes do prazer natural então Joana vai falar de vários fatores aqui ela está falando de um que muitas vezes sou eu querendo me matar inconscientemente vamos ilustrar né faz de conta que eu numa vida passada tenha
er natural então Joana vai falar de vários fatores aqui ela está falando de um que muitas vezes sou eu querendo me matar inconscientemente vamos ilustrar né faz de conta que eu numa vida passada tenha cometido um ato Cruel Cruel Tenebroso e que eu tenha ficado com muita culpa e muita raiva de mim a ponto de eu não querer Viver a Vida termina eu volto eu acabo me entregando pro álcool por exemplo a vida termino eu reencarno mas eu ainda continuo com aquilo me incomodando Como se eu tivesse uma vozinha que sou eu mesma falando como você é cruel Cris Olha o que que você já fez então a gente pode pode se deixar levar por arrastamentos de destruição como se eu quisesse me punir sabe quando a gente Às vezes a gente por exemplo fala uma bobagem e a gente bate na na boca ai por que que eu fui falar é uma é uma violência com a gente Poxa vida eu tô num grau de evolução de novo escapou O que que adianta eu me machucar eu me bater mas eu faço porque naquela hora eu estou com raiva de mim por que que eu fui fazer isso então é uma reação inadequada eh que não resolve e É como se eu me cobrasse então não funciona e e muitas vezes a gente vai fazer isso a gente vai procurar essa esse suicídio que acaba sendo o que o espiritismo nos fala de um suicido involuntário é involuntário porque a minha razão não quer fazer mas não deixa de ser um caminhar para algo que vai me prejudicar e pode me levar a uma morte às vezes não mas às vezes vai eu estou danificando o meu corpo e por consequência o meu per espírito eu vou lidar com as consequências disso é lógico que é é proporcional ao ao minha consciência e vai ser amenizado agora falar que eu não vou colher os resultados dos tóxicos que eu consumo isso não dá o espiritismo nos ensina que eu vou ter que lidar com isso futuramente Então ela diz que muitas vezes essa busca acaba sendo uma necessidade inconsciente de autodestruição uma punição sabe quando eu fico lá me me flagelando porque eu estou com raiva de mim porque eu carrego alguma culpa porque eu tô com raiva da
acaba sendo uma necessidade inconsciente de autodestruição uma punição sabe quando eu fico lá me me flagelando porque eu estou com raiva de mim porque eu carrego alguma culpa porque eu tô com raiva da vida e eu acabo me prejudicando para querer fugir também por isso isso a gente vai falar daqui a pouco que às vezes é uma uma fuga ela continua ainda no do Espírito Capítulo 3 dizendo é uma chaga social e moral das mais graves o alcoolismo porque muito bem aceito nos conglomerados humanos por significar os grupos eh economicamente elevados né um status correspondente ao poder à glória à fama ao destaque e nos guetos representar um mecanismo de fuga da realidade de igual forma é asfixia na ilusão então de um lado lado é chique você ser entendedor de vinhos porque isso vai contar positivamente como status social de outro lado eu me jogo no alcoólico por exemplo porque ele vai me dar um pouco de sossego entre aspas porque me me leva para estado de Alucinação Eu dou risada eu esqueço dos problemas eu fico num lugar bem gostoso então de todo jeito é fuga da realidade por que que eu preciso ser quem eu não sou na roda social de alta status por que que eu preciso entender do tal do vinho ou por que que eu preciso fugir quando as coisas estão ruins e eu preciso ir para essa alienação as duas coisas não me fazem bem as duas coisas tomam o meu tempo me prejudicam me distanciam de mim e não me ajudam a enfrentar a realidade se eu preciso parecer bom paraa roda pra alta roda social perg é Por que Cris por que que você precisa que os outros te invejem que os outros te idolatram Seja lá o que for você não basta sendo quem você é Você tem que ser alguém diferente maior mais importante mais isso mais aquilo olha para si aprende a se amar aceite você quem você é seja natural seja espontânea Por que Cris que você precisa se enfiar ali no álcool para esquecer os seus problemas a parte financeira a briga de família seja lá o que que for você já consegue Cris lida com isso de frente veja o que tem nas
is que você precisa se enfiar ali no álcool para esquecer os seus problemas a parte financeira a briga de família seja lá o que que for você já consegue Cris lida com isso de frente veja o que tem nas suas mãos vamos pedir ajuda Vamos tentar elaborar uma isso é enfrentamento isso não é viver de aparência e nem fugir da realidade paradoxalmente a sociedade receita a ingestão de bebidas alcoólicas nas reuniões e festas como a melhor forma de expressar o júbilo porque na maioria das vezes aqueles que acorrem a esses encontros festivos estão fugindo da Solidão dos conflitos pessoais familiares do estresse do trabalho das das injunções do sug que fica exigindo cobrando de si mesmo castrador e exigente afogando as ansiedades e os medos nos delírios do falso prazer então parece que já vem um conjunto né vem um bolo né um pacote você tá lá numa festa ai precisa ter alguma coisa tem que estar segurando alguma coisa né priso tá segurando uma bebida Ah eu preciso tomar alguma coisa para para relaxar Mas então eu estou mergulhando no lugar que eu não sei lidar Eu não me sinto à vontade não é melhor a gente olhar para isso e enfrentar isso e e e conversar sobre isso e usar isso terapeuticamente pra gente amadurecer mas a gente quer constranger alguém e você chegar numa festa e a pessoa falar o que você bebe e você falar tem um suco tem uma água um chá gelado Nossa que sem graça percebe que vem é vem é um contexto social tá junto Como que você vai para uma festa sem bebê Nossa mas verdade que a gente tá nesse fazendo essa pergunta se eu não consigo desconectar uma coisa da outra eu vi que estão o quê presos tá preso não tem nada de liberdade liberdade é quando eu escolho fazer uma coisa ou ou não fazer uma coisa se eu não consigo escolher entre fazer ou não fazer eu tô presa naquilo se eu não sou capaz de escolher ir para uma festa e não beber eu estou numa prisão a minha prisão é festa vem junto com bebida senão não tem festa Hum que pena que pena porque talvez Se Jesus tivesse aí em alguma
u capaz de escolher ir para uma festa e não beber eu estou numa prisão a minha prisão é festa vem junto com bebida senão não tem festa Hum que pena que pena porque talvez Se Jesus tivesse aí em alguma reunião eu não ia poder participar porque Certamente ele não ia estar nesses falsos Prazeres então verdadeira liberdade é quando eu escolho ir para uma festa aí quero quero experimentar alguma coisa consumir alguma coisa de acordo com que eu estou no controle ou não não não quero isso não me faz bem depois eu fico com dor de cabeça isso é liberdade agora se eu não consigo desconciliar uma coisa da outra significa já aprisionou já aprisionou você já está na festa por causa da bebida por exemplo ou de outras coisas né Eh bebe-se socialmente em grupos elevados ou de baixo contexto econômico gera-se dependência sem reconhecer-se a gravidade do fenômeno até o momento quando o indivíduo se torna alcoólico e o retorno é quase impossível a gente vai né passinho de cada vez passinho de cada vez daqui a pouco já juntou e eu já não consigo fazer uma coisa sem a outra eu me lembro de uma vez que a gente estava numa num lançamento de alguma coisa era uma festa grande e até Internacional e tinha uma pessoa lá e querendo ser muito gentil e começou a perguntar pra gente vocês querem beber um vinho tem vinho disso vinho daquilo a gente não entendia nada não não a gente não bebe alcoólicos Ah por que vocês não bebem porque a gente não quer beber alcoólicos só por isso a gente prefere outras coisas e ele foi tão gentil e tão que ele já nem perguntou mais ele falou assim já sei tem um café aqui que é bom vocês gostar a gente gosta de café Então nós vamos tomar café e pronto isso significa Eu te deixo ser quem você é não fico fazendo bullying com você porque você não bebe porque tem isso também né tem o bullying inverso de eu se você não faz uma coisa que todo mundo faz não importa se ela seja melhor ou pior isso é irrelevante com tanto que você tá fora da manada você vai sofrer bullying e essa pessoa
ullying inverso de eu se você não faz uma coisa que todo mundo faz não importa se ela seja melhor ou pior isso é irrelevante com tanto que você tá fora da manada você vai sofrer bullying e essa pessoa foi super simpática vem cá então vamos tomar um café juntos e e pronto vamos tomar um chá gelado Vamos tomar por que que a gente precisa ter essa essa coisa tão atrelada e a gente olhar assim ih é a sua religião que não te permite se a religião não permite a religião tá presa do mesmo jeito ou seja a religião está castrando está aprendendo não tá te dando o uso do livre arbítrio o espiritismo nos fala Viva sua vida você tem livre arbítrio Vamos pensar a respeito das consequências Vamos pensar a respeito do que você veio fazer na terra Vamos pensar a respeito de quem você é e de que que você traz das suas tendências Vamos ser responsáveis para não sair fazendo coisa porque todo mundo faz porque isso pode te prejudicar Vamos pensar a respeito agora o que você vai fazer é entre você e você mesmo e você e Deus e Joana diz que nos delírios que o álcool e a droga proporcionam a insegurança do paciente faz-se substituída pelo destemor e valentia que são resultados da irresponsabilidade produzindo sensação sensação de vitória sobre os limites soterrados no inconsciente pelos fatores dissolventes da personalidade ou seja ao invés de enfrentar aquilo que eu me sinto fraco frágil eu fujo dessa fraqueza consumindo o que eu preciso consumir para ter a falsa sensação de que eu sou forte aí eu tenho coragem de falar aí eu tenho coragem de fazer aí eu tenho coragem de dançar aí eu tenho coragem ou seja para eu ser quem eu sou eu preciso me entorpecer isso também é uma outra dica de que nós estamos presos e que a a gente deveria prestar atenção Nisso porque isso pode ser a e e a eh pista pra gente mergulhar para dentro de si e tentar descobrir o que que em nós está nos travando por que que eu preciso me entorpecer para para brincar para dar risada Por que que para eu poder falar alguma coisa eu preciso estar sob algum
si e tentar descobrir o que que em nós está nos travando por que que eu preciso me entorpecer para para brincar para dar risada Por que que para eu poder falar alguma coisa eu preciso estar sob algum tipo de influência de algum tipo de entorpecente sen não não tenho coragem Vamos tentar desenvolver alegria e a coragem sem precisar desse subterfúgios né conflitos existenciais Capítulo 12 Joana vai falar sobre Quantas vezes a gente fica na defensiva e na justificativa para não admitir que já estamos presos em alguma viciação Então ela diz por reconhece o comportamento criticável de que é portador o viciado in tóxicos torna-se desconfiado dissimulador agressivo mente avançando no rumo de interpretações delirantes que às vezes se convertem em transtornos paranoides ele vai entrando num num universo que ele vai criando de de mentira de justificação de distorção que daqui a pouco nem ele mais sabe diferenciar o o a realidade dessa eh elaboração fantasiosa invariavelmente o viciado nega o uso de drogas com tanta segurança que engana mesmo aqueles que são conhecedores da sua problemática ou da problemática então ele fica hábil em tirar em distrair o olhar porque ele não quer que ninguém venha mexer com ele ele quer continuar mergulhado nesse lugar onde ele tá né como se tivesse lá no poço numa Lama no lodal alguém olha e fala nossa você tá aí pera aí que eu vou te estender a mão não não tô aqui não olha o passarinho lá fora que tipo olha pro outro lado e me deixa aqui porque eu ainda tô querendo ficar nesse lamaçal dê início uma pequena dose é suficiente para gerar estímulos agradáveis em alguns pacientes enquanto outros são empurrados para os porões do inconsciente sendo vítimas de terríveis alucinações que os desviam desair então muitas vezes a pessoa toma mas não tem tanta sensibilidade nem faz tanta coisa nem faz tanto estrago mas tem gente que já na primeira dose na primeira vez já vai para Estados às vezes até de risco de vida dep do tóxico que esteja consumindo então a gente nunca sabe como
ta coisa nem faz tanto estrago mas tem gente que já na primeira dose na primeira vez já vai para Estados às vezes até de risco de vida dep do tóxico que esteja consumindo então a gente nunca sabe como ele vai ser como vai ser o efeito dele no nosso corpo até a gente provar por isso que a gente fala não dê esse primeiro passo não vale a pena porque você não sabe se você já não traz em espírito registros né os plugzinho desse desse hábito infeliz e às vezes você já foi alguém que se entregou para esse hábito em vidas passadas e dessa vez você tá conseguindo se distanciar Mas aí você começa a tomar uma vez duas vezes três vezes junta com e aquela personalidade anterior volta com força e você acaba reproduzindo a história da última vida né Às vezes a divindade prepara um planejamento para você vir Numa família que não tem possibilidade dali de dentro de você ter contato precoce com droga com com álcool com etílico sempre te dando a melor maior chance de você não continuar aquilo que você fez que você acabou se matando por conta de alguma viciação aí você cresce mas aí em algum momento você entra em e em contato com algum grupo que te insiste que te insiste que te Insiste e aí você acaba se prejudicando todo um planejamento que foi feito então muito cuidado com esse primeiro passo Eh agora nós vamos lá para conflitos existenciais Capítulo 13 ainda conflitos existenciais mas o capítulo seguinte de duas ordens são as causas do tabagismo a primeira delas de natureza subjetiva porque incita no emocional do indivo do indivíduo apresentando-se so variado elenco de manifestações tais como timidez medo complexo de inferioridade insegurança baixa autoestima ansiedade que resultam de processos anteriores né ou seja aquilo que você já tem tem ó de conteúdo psíquico inconsciente arcaico infantil do do fumador ou seja se eu já tenho o registro aquilo que eu estava falando às vezes é de dentro Isso você já tem uma tendência porque você já tem questões relacionadas a isso então a gente tem uma tendência de continuar
se eu já tenho o registro aquilo que eu estava falando às vezes é de dentro Isso você já tem uma tendência porque você já tem questões relacionadas a isso então a gente tem uma tendência de continuar fazendo o que a gente fazia nosso grande problema nos nos processos de de de progresso espiritual é realmente a gente conseguir interromper a tendência porque aquilo que eu fiz muito em outras vidas eu tendo é uma continuação eu não sou um outro eu eu sou o mesmo eu de da vida passada e aquilo que eu fiz muito a força do hábito tá muito registrada então é muito difícil você interromper um um um um comportamento que vinha sendo feito né a segunda é de natureza objetiva então uma natureza de dentro o próprio espírito que já traz a outra de natureza que ela chama de natureza objetiva social externa defluente da convivência com outros dependentes da nicotina que fingem haver adquirido independência dos Pais familiares Mestres afirmando a personalidade adentrando-se na sociedade dos adultos igualmente viciados então às vezes é o próprio espírito e outras vezes é essa busca do pertencimento Social ao custo de adquirir uma viciação e a pergunta fica se aquele grupo que tá te convidando para entrar para fazer parte dele é um grupo que vai também te condicionar ao mau hábito cabe a pergunta que raio de grupo é esse que eu tô entrando eu devo escolher os grupos onde eu entro se eu vou escolher um restaurante eu vou escolher o restaurante entre a comida A comida está estragada o chefe não tem um mínimo de higiene o cozinheiro não tem o mínimo de higiene e os garçons são ríspidos eu não vou entrar para me alimentar num lugar desse eu vou no outro restaurante onde você é atendido com gentileza o ambiente está aé tá tá tá higienizado onde o chefe sabe fazer direito as coisas onde o a as o setor de compras presta atenção em data de validade eu mereço um ambiente desse por que que a gente sai escolhendo grupos sociais sem ter esse mesmo discernimento que a gente teria ao escolher um lugar onde a gente vai se
ta atenção em data de validade eu mereço um ambiente desse por que que a gente sai escolhendo grupos sociais sem ter esse mesmo discernimento que a gente teria ao escolher um lugar onde a gente vai se alimentar né fenômeno especial ocorre nessa como em qualquer outra dependência iosa que é a presença de espíritos aí ela entra na questão da obsessão das obsessões igualmente enfermiços que se utilizam do paciente para convivência obsessiva dando prosseguimento aos hábitos infelizes em que se compram e ora sentem falta em Face da ausência da organização física assim estabelecem-se ligações mórbidas ensejando processos de vampirização que se fazem mais complexos quando se utilizam dos vapores etílicos das emanações do tabaco das drogas para continuarem se comprazendo a gente vai lembrar então das fases da obsessão né primeiro começa com uma obsessão simples que é simplesmente uma outra mente que está por perto e fica me dando sugestão me fazendo convites vai lá Cris vamos lá a gente vai juntos como se fosse esse amigo chato que fica tentando eh ionar a gente né incitar a gente para fazer alguma coisa quando a gente começa a ouvir muito a voz dele Ah tá bom ah então vamos ah ok Ah eu não queria mas eu aceito ele vai cada vez dominando mais a gente a gente não vai percebendo Então esse espírito que primeiro tinha uma obsessão simples que era simplesmente ele querendo me usar para ter proximidade com os alcoólicos e outros eh vícios ele depois começa a segunda fase que é a Fascinação as a a obsessão vai se tornando vai vai começando a criar um vínculo per espiritual de espírito com Espírito de per espírito com per espírito quase que a gente começa a conviver numa simbiose então eu começo a ficar eh fascinado eu já escuto a voz dele quase como se fosse a mim eu já não consigo nem diferenciar então eu ele acaba Vivendo muito através de mim e eu vivo e eu já não sei mais se sou eu que tô pensando ou se é o espírito até que chega no último grau da subjulgação ou seja eu já nem participo o espírito cuida de toma
ivendo muito através de mim e eu vivo e eu já não sei mais se sou eu que tô pensando ou se é o espírito até que chega no último grau da subjulgação ou seja eu já nem participo o espírito cuida de toma conta do meu corpo como se eu fosse uma marionete na mão dele eu já não tenho mais voz já não tenho mais vez eu simplesmente sou usado vampirizar e ele faz de mim o que ele quer né então André luí nas obras narra exemplos e descreve essas cenas em que a pessoa senta diante de um copo de bebida e ele descreve a cena desses desses vampiros entre aspas né simbolicamente Falando desses espíritos que vão eh usurpar da da sensação que a droga o álcool promove eles acabam por estarem imantados Por estarem conectados de per espírito a per espírito eles eles aproveitam eles desfrutam da sensação prazerosa como eles não são capazes mas por não terem a matéria para poder consumir o álcool processar pelo seu aparelho de sentir com o seu com o seu cérebro Eles não têm mais essa possibilidade então eles induzem alguém a fazer para Por meio dessa conexão perispiritual eles desfrutarem da sensação do prazer e eles acabam nos influenciando influenciando a ponto de fascinar e a ponto de subjugar Às vezes o médium é capaz de olhar uma pessoa que tem um hábito que tem uma viciação já muito eh consolidada e ele é capaz de ver que ele nunca está sozinho onde quer que ele vai vai os os amigos vão atrás vão junto com ele ele já não vive sozinho ele vai trabalhar os amigos vão junto e e no máximo se distancia um pouco enquanto ele tá ele tá ali mas já ficam lá atormentando vamos depois eu trabalho tô te esperando e aí você passa a ser essa marionete né é um quadro muito triste eu imagino de se observar ainda no conflitos existenciais Joana fala muito das da das viciações veja que eu trouxe o capítulo 12 13 e 14 eh em cada um ela trabalha específico uma das viciações Então quem se interessou conflitos existenciais é um livro que vai trazer muitos textos a respeito do tema de hoje dos da adicção
ulo 12 13 e 14 eh em cada um ela trabalha específico uma das viciações Então quem se interessou conflitos existenciais é um livro que vai trazer muitos textos a respeito do tema de hoje dos da adicção agora nós vamos lá pro Capítulo 14 em que ela vai trazer essa questão da experiência passada a gente não sabe quem a gente foi ou que a gente carrega a gente não pode brincar com a vida se pem risco às vezes é um minuto que a gente vira uma chave e a gente dispara e abre acesso para algum componente do passado que a gente não deveria ter aberto e agora que eu estava aqui conseguindo me manter uma vida diferente eu fui lá cutuquei aquilo constel apareceu e agora Talvez eu não consiga mais lidar com essa irrupção dos conteúdos das das recordações das reminiscências passadas né o o dependente alcoólico é portador de compromissos espirituais transatos muito graves a semelhança de outros enfermos no caso específico há um histórico anterior em experiência passada quando se entregou as dissipações especialmente de natureza etílica assumindo graves compromissos perturbadores com outros espíritos que lhe padeceram as injunções penosas e que não o perdoaram acabam sendo obsessores que vão induzir a pessoa álcool para que ela se prejudique atrapalhe a reencarnação como Vingança desses espíritos reencontrando esses espíritos reencontrando o seu devedor estimulam no a antiga debilidade moral ao vício a fim de o consumirem na Alucinação ao tempo e que também participam das suas libações dando prosseguimento aos Desires que a ausência do corpo já não lhes permite a gente vai encontrar em Manuel Filomeno de Miranda André Luiz muitos exemplos de casos reais que eles descrevem desses conúbio espirituais dessas comunhões que acabam acontecendo em que o espírito para se vingar do encarnado o arrasta as viciações Talvez seja o mais frequente processo obsessivo eh no processo obsessivo talvez a mais frequência seja da indução às viciações Porque daí a pessoa acaba se prejudicando perdendo a
arrasta as viciações Talvez seja o mais frequente processo obsessivo eh no processo obsessivo talvez a mais frequência seja da indução às viciações Porque daí a pessoa acaba se prejudicando perdendo a Encarnação e eles se vingam né a semelhança do que ocorre com o tabagista e o drogado estabelece-se um conúbio vampirizar por parte da do desencarnado que se torna hóspede dos equipamentos nervosos via perispírito aquilo que a gente falou terminando por conduzir o paciente ao delírium tremens delírium tremens como resultado de insuficiência suprar renália quando o organismo exaurido tomba sob situações de glicemia ou hiponatremia em Face da gravidade do do alcoolismo são necessários recursos psiquiátricos psicológicos de orientação social com o propósito de auxiliar o paciente na recuperação da saúde que é aquilo que a gente falou não tenha vergonha de pedir ajuda isso não é não é covardia nem fraqueza porque é muita força que precisa para alguém falar eu não estou dando conta eu preciso de ajud precisa de muita coragem então é o inverso O corajoso é aquele que admite a própria fraqueza e vai em busca do que precisa para poder se ajudar esse tem coragem de se cuidar agora aquele que finge que não vê que esconde do outro que nega Esse sim é fraco e covarde porque ele não está querendo fazer o enfrentamento duro que vai ser quando ele falar eu vou eu quero ser ajudado precisa de muita força muita coragem para conseguir e precisa de muita fraqueza e covardia para você falar que nada tá errado que tá tudo certo que é assim mesmo que os outros que são muito preocupados é muito fácil ficar nesse lugar confortável dizendo que não tem nada de errado lá no fundo a gente sabe que tem Vamos então agora encontro com a paz e a saúde primeiro no capítulo um Joana diz indubitavelmente esse efeito é fruto amargo da poluição mental e do atraso moral do ser Human humo que ainda não atingiu o nível de pensamento cósmico demorando-se no racional egocêntrico como efeito lamentável o me o medo volta
é fruto amargo da poluição mental e do atraso moral do ser Human humo que ainda não atingiu o nível de pensamento cósmico demorando-se no racional egocêntrico como efeito lamentável o me o medo volta a perturbar o ser humano ah ansiedade solidão tomam-no por inteiro os conflitos se fazem epidêmicos levando as fugas espetaculares na depressão esquizofrenia disturbo de pânico consumo exagerado de álcool de tabaco de drogas aditivas e resultando em efeitos não menos danosos do que doenças ou seja somos vulneráveis não é fácil a gente viver no período que a gente está que ainda é o ego racional egocêntrico não somos pensamento cósmico como que é Jesus Ainda temos limitações imperfeições conflitos não a gente não pode brincar com o fogo eu não sei o que que vai será que eu sou capaz de me entregar aí para alguma coisa tresloucada e não me perd no caminho eu não me garanto então o que que eu faço eu tento me proteger eu vigiar e orar Ah é melhor eu nem começar isso porque eu não sei se eu sou capaz de parar é melhor eu nem entrar nessa história porque eu não sei se eu me controlo isso é a pessoa inteligente que reconhece as suas sombras e não brinca com elas não brinca com elas eu não sei quem que eu Existe dentro de mim se ele é capaz de fazer alguma bobagem então eu vou com cautela com prudência não vou sair por aí deixa eu experimentar deixa eu ver que eu não sei que como é que eu vou reagir a isso Então não é uma não é uma coisa inteligente a gente ficar se testando no nosso grau de evolução eh e pra gente terminar a psicologia da gratidão Joana fala no capítulo oo em razão dessa circunstância a grande responsabilidade cabe a educação para que sejam dissolvidas as construções Morais viciosas auxiliando-os na aquisição de novos comportamentos que os ajudarão a libertar-se das marcas vigorosas que os caracterizam facultando-se de aspirações mais aspirações mais elevadas acima do imediato e fisiológico do Prazer sensorial então a gente deve dentro da educação ensinar as crianças como é
rosas que os caracterizam facultando-se de aspirações mais aspirações mais elevadas acima do imediato e fisiológico do Prazer sensorial então a gente deve dentro da educação ensinar as crianças como é possível ser alegre sem precisar de estimuladores de alucinógenos como é possível a gente dançar livremente a gente ser espontâneo a gente deve ensinar as Crianças A a respeitar a cuidar do próprio corpo a tomar conta dele como algo muito precioso que ele é e não brincar com ele como se ele fosse eh eh uma coisa coisificado o corpo eu lembro uma vez numa das aulas de trabalhando valores que a gente oferecia em uma ONG aqui em nossa cidade e falando sobre drogadição e tudo mais um aluno disse assim é tudo eh criança né tudo mentira o o eu conheço alguém que consome craque há muito tempo e e ele tá bem eu olho para ele ele tá bem a pele tá boa o corpo tá bom não tô vendo nada de ruim e aí ele me despertou para isso porque a criança Ela é muito concreta então eu dizer pra criança Isso aqui faz mal ela olha pro outro e vê que ele tá normal entre aspas ele vai duvidar Aí eu disse muito obrigada porque você acabou de mostrar que é ineficiente a minha abordagem eu não estou com conseguindo acessar vocês então o que que eu fiz pedi um tempo e me preparei e trouxe para eles a visão de dentro Então eu convidei ele Você viu o corpo de fora da pessoa que você viu e fora Tava tudo bem agora vamos olhar dentro do corpo os órgãos vamos olhar a o o que que pode acontecer com com um pulmão de quem eh fuma por muito tempo com o fígado com o rim com o aparelho neurológico com o cérebro e eu gastei tem muito tempo fazendo pesquisa científica com eles vamos lá vamos pesquisar vamos conversar com o médico para que eles entendam o dentro ele não era capaz de enxergar o estômago o esôfago e eh daquele daquela pessoa então é isso Às vezes a gente ensinar as crianças educar mas mas lembrando da linguagem adequada no entanto o que que a gente vê a gente vê pais pegando garrafa de cerveja lavando e colocando suquinho
então é isso Às vezes a gente ensinar as crianças educar mas mas lembrando da linguagem adequada no entanto o que que a gente vê a gente vê pais pegando garrafa de cerveja lavando e colocando suquinho dentro porque acha o máximo tirar foto com a cervejinha e a criança de 3 anos de 2 anos de 5 anos segurando a cerveja tomando suquinho de canudinho ela não sabe o que tá acontecendo mas o inconsciente dela está registrando a garrafinha de cerveja na mão junto com o pai olha o absurdo da irresponsabilidade da falta de discernimento de conhecimento pelo menos vai aprender um pouco antes de sair fazendo faça uma consulta com uma psiquiatra da da Infância e da adolescência Pergunta a respeito do cérebro que é exposto ao álcool antes da sua do seu eh amadurecimento quase que Total pelo pelo menos do da percentagem de um cérebro que é submetido com certa regularidade ao uso de álcool antes de ter ter o seu desenvolvimento completo e que ele aumenta sei lá 25% 30% a probabilidade del ele ser depois um um alcoolista Será que a gente no nosso mundo de hoje em 2023 a gente não tem condição discernimento de fazer pelo menos uma pesquisa antes de sair fazendo experiência com os próprios filhos Então vamos ensinar os filhos que não precisa de nenhum subterfúgio para ser feliz para brincar para ser saudável vamos ensinar os nossos filhos que o maior prazer é você falar meu corpo tá bom eu tô cuidando do meu corpo eu não deixo o máximo possível entrar nele nada que não faça bem sempre que eu puder eu tô tentando melhorar e não estimulá-los ao contrário já dizendo para eles não precisa enfrentar seus problemas não basta tomar umas e outras que você esquece Será que essa é educação que os filhos merecem a gente vai responder por isso fica Então essa reflexão de novo que tomou mais tempo do que deveria mas tinha hoje muito material e eu espero vocês na próxima semana
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