A Cultura do Sofrimento Evitado | T10:E10 • Perguntas e Respostas
Neste episódio especial, Cristiane Beira conduz um momento de diálogo e aprofundamento, respondendo às perguntas do público com base nos conteúdos apresentados nos episódios 6 a 9 da temporada. A recapitulação aborda temas centrais como o sofrimento enquanto linguagem da alma, a manifestação da dor por meio do corpo, os conteúdos psíquicos reprimidos e o sofrimento moral relacionado à culpa, à autopunição e à exigência excessiva. A partir das questões levantadas, o episódio amplia a compreensão desses aspectos, oferecendo esclarecimentos à luz da Psicologia Espírita. Um encontro dedicado à reflexão consciente, favorecendo a assimilação dos ensinamentos e sua aplicação na vida prática. 🎙 Série: Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis 🕊 Tema da temporada 10: A Cultura do Sofrimento Evitado 📚 Base: Psicologia Espírita #PsicologiaEspírita #JoannaDeÂngelis #PerguntasERespostas #CulturaDoSofrimento #Autoconhecimento #EducaçãoEmocional #Espiritismo #CristianeBeira #MansãoDoCaminho #DivaldoFranco *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana. Eles. Hoje é o nosso episódio em que a gente pode fazer algumas trocas. é o meu preferido, porque eu tenho chance de de alguma forma ter algum tipo de retorno, saber como é que o tema tocou vocês, o que que despertou, como é que vocês o o sentiram, até para que eu entenda se eu estou conseguindo dar sentido pros temas, pras reflexões. Mais uma vez eu agradeço porque vocês são muito carinhosos, muito presentes e eu sinto realmente que a gente já tem a nossa a nossa tribo formada e fico muito feliz, me realiza muito esse trabalho. Bom, vamos lá, temos bastante coisa, então não vamos perder tempo. Vamos começar então as perguntas e respostas com o episódio seis, que a gente chamou de o sofrimento como sintoma e linguagem da alma. E a gente explorou um pouco essa questão simbólica. Eh, o sofrimento não vem, a gente tem falado isso o tempo todo, não vem como punição, mas ele vem como mensageiro. Ele vem para nos convidar a refletir. Ele vem nos trazer uma uma oportunidade de mudança. Então, nós precisamos entender porque o sofrimento não vem aleatoriamente, ele vem naquilo que a gente precisa. Ele é como uma impressão digital. Aquilo que eu passo é meu, cabe a mim. Ele vem para que eu mude em mim o que eu preciso. Ele não serve pro vizinho. O vizinho precisa lidar com outras questões. O sofrimento que chega para ele é diferente do meu. Então esse sofrimento vem como sintoma, nesse sentido de símbolo. O que que é que ele me propõe? A que ele me convida? Para que ele me chega? Então a Cristina diz assim: "Às vezes, Cris, esse sofrimento para passar pode levar toda uma reencarnação, né? Seguir e agradecer os livramentos, a proteção que recebemos, às vezes é o que nos cabe, é a alternativa possível para enfrentar. É verdade, Cristina, tem eh tem sofrimentos que nos acompanham a vida inteira. Se uma pessoa, por exemplo, nasce sem a capacidade de ver, né, nasce sem a capacidade de ver e ela passa uma vida inteira, é uma vida
ristina, tem eh tem sofrimentos que nos acompanham a vida inteira. Se uma pessoa, por exemplo, nasce sem a capacidade de ver, né, nasce sem a capacidade de ver e ela passa uma vida inteira, é uma vida inteira passando por esse tipo de sofrimento de precisar viver sem ter a chance e de enxergar. Então, é uma vida inteira. Mas quando eu li o que você me trouxe, eu fiquei me perguntando se a própria reencarnação não é um sofrimento de uma vida. Não estou sendo pessimista porque eu já estou olhando pro sofrimento. Eu já estou trazendo a o conceito do sofrimento como oportunidade de transformação. Se eu olhar pro sofrimento como oportunidade de crescimento, eu vou dizer que a qualquer reencarnação de qualquer um de nós, ela inteira é um sofrimento. E não estou falando isso com peso, estou falando isso como quem está compreendendo a finalidade do sofrimento. Se eu venho aqui para me desenvolver, para eu me desenvolver, não é do jeito mais confortável, deitado no sofá, curtindo um suquinho gelado. A gente se desenvolve no esforço, na tentativa, no treino, na busca, na repetição, na disciplina, na perseverança. É trabalhando, é tentando, é buscando. É assim que a gente cresce. E isso não é um sofrimento. É isso, é o sofrimento. Porque o sofrer significa eu estou trabalhando, agindo para crescer. Sofrer é passar. A gente é que tem essa versão corrompida, distorcida do sofrimento. Ai, sofrimento é uma coisa que acontece de vez em quando horrível, né? A gente associa sofrimento é você passar a enfrentar um câncer, enfrentar uma perda de um ente querido. É, também. Mas sofrer é você se esforçar para aprender uma língua estrangeira. É um sofrimento. Você fica, daí você estuda, daí o cérebro não assimila. Aí você achou que já tinha aprendido, depois você esquece, aí você tenta de novo. E qualquer coisa que a gente faça que exija de nós essa busca, essa transformação, é um tipo de sofrimento. Então quando a gente desmistificar essas essa sensação de ai que medo de sofrimento, a gente
E qualquer coisa que a gente faça que exija de nós essa busca, essa transformação, é um tipo de sofrimento. Então quando a gente desmistificar essas essa sensação de ai que medo de sofrimento, a gente vai entender que a gente passa por sofrimento o tempo todo, o dia inteiro a gente se esforça. A, hoje eu não tô muito bem de saúde, mas eu não posso também ficar em casa. Eu tenho que minhas coisas para fazer. Então, eu vou, eu trabalho, eu luto. 1000 oportunidades de sofrimento ao longo do dia. Ah, eu tô me propus a começar uma uma dieta nova. Então, essa semana vai ser um sofrimento. Não é que eu vou eu vou estar lá, ai que horrível, né? Me martirizando. É nesse sentido. Vai me dar trabalho, vai me exigir disciplina, não vai ser confortável, vou precisar me esforçar. Então, nesse sentido, eu achei interessante porque você me trouxe para essa reflexão. A gente pode dizer que toda a reencarnação, toda a encarnação nossa é um sofrimento inteiro do começo ao fim. E não estou falando isso num tomista, estou constatando minha realidade. É, faz sentido, porque quem está no mundo de provas e expiações vem aqui para se desenvolver, não vem aqui para passear. Não é porque eu já acabei tudo que eu tinha para fazer, então vou lá dar uma descansadinha na terra, não é? Esse é o propósito da Terra, né? Então, sim, e tudo bem, né? Que bom a gente ter esse esse olhar. Ã, então a Terra ela é uma uma escola, ela é uma clínica, ela é um lugar de exercício, de treino. Então, tudo bem, a gente vem aqui para isso e faz parte, né? Não é punição. Aí a gente vai lá com o Demétrio. Demetrio diz assim: Rico conteúdo, desconfortável e necessário. Demetro, eu confesso que você tem assim um um pensamento, é assertivo, é objetivo, mas é muito interessante. Adorei. Interessante o poder do desconforto e o que ele pode estar oferecendo. Episódio para rever várias vezes. Eu eu gostei muito desse desconfortável necessário e desse poder do desconforto para entender o que que ele está oferecendo. É isso. É isso, né? Não é interessante?
. Episódio para rever várias vezes. Eu eu gostei muito desse desconfortável necessário e desse poder do desconforto para entender o que que ele está oferecendo. É isso. É isso, né? Não é interessante? A gente a gente foge do desconfortável. Eu não quero aquilo que não é confortável, aquilo que não é gostosinho, aquilo que não é agradável. Só que o que é agradável é o momento em que você refresca para depois voltar pra luta. O que faz crescer não é aquele a inércia de ficar parado sem fazer nada, né? Então, a gente precisa fazer as pazes com o desconfortável, porque ele é o que é necessário. E e você descrevendo me fez muito me lembrei muito da própria Joana de Angeles e e Divaldo nos nos conta dela com esse ponto de vista, ao mesmo tempo que essa acolhedora mãezinha, né, que que se preocupa com a gente, que se dedica o esforço que ela fez para nos ajudar no autoconhecimento, num período em que pra gente ainda é novo, nós estamos começando os estudos da psique. Eles têm o quê? 150 anos, um pouco mais 170. É, é ontem perto da evolução da humanidade, praticamente começou a surgiu agora, tá no seu berço ainda. E ela se dedicou, se esforçou para traduzir pra gente, para aproximar nosso entendimento desse mundo, desse universo que foi desvendado, do consciente, do inconsciente, né? Mas ao mesmo tempo que ela é essa mamãezinha acolhedora, essa enfermeira que muitas vezes nos pega no colo, ela também é uma uma mestra educadora e ela pontua, ela é firme, ela é assertiva, ela é exigente naquilo que precisa ser, no tanto que precisa ser, né? Então ela consegue combinar isso de ser firme e gentil, de ser educadora e mãe amorosa. E é isso, a gente precisa olhar para pro sofrimento conseguindo encontrar isso dentro dele. Ele não vem para nos bater, pá, pá, pá, lá vem de novo. Ele vem para nos mexer. Se a gente se mexer, a gente não apanha tanto, mas a gente fica olhando para ele chegar e não se mexe. Fica vendo, ele tá anunciando. Cris, cuida da saúde, Cris, sua alimentação não tá boa. E eu fico lá
a gente se mexer, a gente não apanha tanto, mas a gente fica olhando para ele chegar e não se mexe. Fica vendo, ele tá anunciando. Cris, cuida da saúde, Cris, sua alimentação não tá boa. E eu fico lá repetindo a mesma coisa. Chega uma hora que ele me me derruba, mas é meu ponto de vista. Se eu conseguir me mexer, ele só me tira do lugar. Ele não é para me bater, para me fazer sofrer, né? Então ele é desconfortável, mas é necessário. Quanto antes, quanto mais eu estiver atento a ele e quanto mais eu me mexer quando ele pede que eu me mexa, menos doído vai ser. Então é postura nossa, é nosso ponto de vista que pode interferir para um lado ou pro outro frente ao sofrimento. Hã, a Leia Leite, que também tá sempre com a gente, diz assim, ó: "Como assim, Cristiane? O sofrimento não pode ser evitado. Eu já quero até mesmo fugir, então, ou desconfortável, né, chegando. Como assim o sofrimento não pode ser evitado? Pelo amor de Deus, né? Então assim, lógico que tem sofrimentos que eu posso evitar. Eu acabei de descrever um. Eh, eu vou pro médico e ele fala assim para mim: "Cris, você tá aí com um problema digestivo ou você muda os hábitos? eh, alimentares. Você segue o meu a minha terapia alimentar que eu vou te passar, você toma aqui esses remedinhos certinhos ou você vai desenvolver um problema sério. Então, tem esse sofrimento que eu posso evitar, cabe a mim. Eu posso mudar o meu perfil, o meu jeito de ser, o meu hábito. E aquilo que estava anunciando some, sai da frente. Então não é que não posso evitar, tem muitos sofrimentos. Aliás, todos os sofrimentos a gente pode evitar. Quais que a gente não tem como evitar e que esse que acho que deu medo na Leia? O que a gente não consegue evitar é aquele que já é efeito da causa gerada, né? Então, é como se eu falasse assim, Leia, eu vou jogar uma, vou pegar aqui uma pedra, né, e eu vou jogar para cima. Enquanto eu estou tomando a decisão de jogar essa pedra para cima, eu posso ou não jogar. Então, vamos supor que a pedra vai voltar e bater na minha testa,
qui uma pedra, né, e eu vou jogar para cima. Enquanto eu estou tomando a decisão de jogar essa pedra para cima, eu posso ou não jogar. Então, vamos supor que a pedra vai voltar e bater na minha testa, porque tem uma lei da gravidade que faz ela voltar e bater na minha testa. Eu consigo evitar o sofrimento de ter uma pedrada na minha testa? Consigo quando? Quando eu estou escolhendo jogar essa pedra para cima ou não, ali eu posso escolher. Deixa eu ver se eu quero ter uma pedra na minha cabeça. Não, não quero. Então não vou jogar. Vou pôr essa pedra aqui no chão. Agora, a partir do momento que eu jogo a pedra, aí já aí não dá para evitar o sofrimento. A lei da gravidade vai agir, a pedra vai cair e eu vou me machucar. É um é um é um um exemplo esdrúchulo que eu tô trazendo, OK? Mas é é grosseiro. Mas é só pra gente entender causa e efeito. Eu consigo evitar um sofrimento quando eu ainda não gerei, quando eu ainda não pus a causa em ação, quando eu ainda não o cause a partir do momento que eu causo o sofrimento e eu vejo que a o efeito dele da dor vai vir, aí eu não tenho mais como evitar. Então, na reencarnação eh na desculpa, na expiação é isso que acontece. na expiação. É, por exemplo, vamos pegar um exemplo bem clássico e bem fácil de entender. Eu, numa reencarnação anterior, eu tirei a vida de alguém, assassinei alguém, tirei a vida de alguém. Eu eu já fiz a causa. Agora tem aí um efeito andando que é minha responsabilidade. Não dá para eu falar assim: "Ai, eh, vai ser desconfortável ter que lidar com isso, porque ou eu vou sofrer, ou eu vou ter que praticar muito bem para poder compensar o mal que eu gerei na no no equilíbrio da vida. Ou eu vou ter que passar na pele para poder entender o que eu causei? porque eu não tô entendendo o efeito disso. Enfim, eu tenho que arrumar essa situação, eu tenho que aprender com ela, eu tenho que pôr ela de volta no lugar. Eu desorganizei a vida, eu eu agi de um jeito que não é bom para ninguém, nem para mim, nem pro outro, nem pra vida. Agora eu preciso
enho que aprender com ela, eu tenho que pôr ela de volta no lugar. Eu desorganizei a vida, eu eu agi de um jeito que não é bom para ninguém, nem para mim, nem pro outro, nem pra vida. Agora eu preciso responder por isso. Então, não dá para nessa hora falar assim: "Ah, não, mas vai ficar desconfortável, então eu prefiro evitar esse sofrimento". Não vai dar, não vai dar para evitar o sofrimento. Eu consigo evitar o sofrimento antes de praticar a causa que vai gerar. Sofrimento, gente, é lei, é efeito. Sofrimento é efeito. Se eu não gosto desse efeito, eu que não produz a sua causa, né? Então eu preciso, quanto mais eu me esclareço, conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Conhecereis a verdade significa você vai saber o que faz sofrer, você vai saber o que não pode fazer, você vai saber o que faz o bem pros outros, você vai saber o que que é que é melhor para você. Quando eu conhecer as leis a ponto de viver de acordo com elas, acabou. Eu serei livre. Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. A gente não conhece ainda. A gente ainda vive muitas vezes tropeçando, se equivocando, agindo incorretamente, sendo imoral. E aí as consequências voltam e a gente vai ter que lidar com ela. Então é como se eu falasse assim, ó, eu vou me jogar nessa piscina, mas na hora que sair eu queria sair seco dela. Não vai dar. A água molha. A água malha. A não ser que você vá vestido inteiro de neoprem deixa nada de fora. Ainda assim você vai sair suado de lá de dentro se tiver calor. Então é isso. Eu posso escolher não mergulhar na piscina, mas a partir do momento que eu mergulho, não dá para escolher sair dela seco, né? Então, é nesse sentido que o sofrimento não pode ser evitado, Lé, espero que eu tenha te acalmado. Bom, aí a gente encerra esse episódio seis que a gente falou do sofrimento como sintoma e linguagem da alma e eu trago o resumo da nossa Elô querida, que virou a que se tornou a minha ã assessora e que eu brinco que ela faz o resumo melhor do que minha aula. Então,
ofrimento como sintoma e linguagem da alma e eu trago o resumo da nossa Elô querida, que virou a que se tornou a minha ã assessora e que eu brinco que ela faz o resumo melhor do que minha aula. Então, Elô fala assim: "O sofrimento como sintoma e linguagem da alma. A doença é um alerta. Devemos ficar atentos aos sinais e ao feedback que o corpo ou a vida, né, nos envia. O sofrimento é linguagem da alma. A dor são as pistas enviadas. Traumas do passado podem ser editados, transformando o presente, diluindo as emoções mal resolvidas. Angústia, desespero, violência são sinais, são mensagens do inconsciente. Então, reformule rota. Fugir do sintoma atrasa a evolução. Conflitos surgem. Não devemos pegar atalhos. Na justiça de Deus não há jeitinho. O que fazer então? Enfrentar. O que não é confrontar. O herói enfrenta sem se esconder. Dói, mas passa e crescemos. O que evitamos retorna como destino, Jung. A crisálida se arrasta, passa por dor, escuridão, mas voa. Depois desse período, voa a borboleta voa paraa liberdade. A cura real vem do interior com mudanças na mente. Nem toda dor educa e transforma. Depende de como enfrentamos e ressignificamos. Afinal, somos anjos em formação. Essa reflexão nos toca a alma. Permita-se evoluir. Poético, Elô. Muito lindo, profundo, um resumo com os pontos chaves do que a gente precisa. Eu eu diria que essa esse seu resumo deve ficar perto pra gente olhando para ele e lembrando, porque ele é realmente uma bússola pra gente viver bem na Terra. Então, encerramos seis, vamos para o episódio sete. No episódio sete que eu chamei, que eu falei da sombra, né? a dor que nasce do que foi rejeitado. Então, a gente trouxe a ideia de que às vezes a gente quer evitar alguma coisa, finge que ela não existe, empurra para dentro, né? Engoliu o sapo, eh, eh, reprimiu a emoção e achou que passou, não vai passar. Em algum momento isso retorna na forma de algum sintoma pedindo para ser visto. Então, é nesse sentido da repressão das emoções que acabam gerando conflitos. psicológicos,
que passou, não vai passar. Em algum momento isso retorna na forma de algum sintoma pedindo para ser visto. Então, é nesse sentido da repressão das emoções que acabam gerando conflitos. psicológicos, sombras complexos no inconsciente e que voltam pedindo para serem diluídos, esclarecidos, né, esvaziados. Então, o diácono Ross disse: "Excelente aula. Não são raros os casos em que diante da perda de um familiar, a pessoa fica inicialmente num estado de aparente tranquilidade até o momento em que cai a ficha e ela se dá conta da realidade. Esse estado inicial seria uma forma de fuga da realidade ou somente um choque diante da mudança radical? Eh, diácomo, eu lembrei de alguém que eu presenciei faz pouquíssimo tempo e me preocupou imensamente porque assim, era muito era muito até chocante de ver o nível de tranquilidade e e de e de facilidade que essa pessoa parecia experimentar frente a uma perda ã brusca, repentina. de alguém muito muito relevante. Então, é preocupante. É preocupante porque nós sabemos que estamos no mundo de provas e expiações. Somos espíritos imperfeitos mais próximos da linha de partida do que da chegada. Então, as as alternâncias de humor, as emoções violentas que nos arrebatam, elas fazem parte. É muito difícil a gente conseguir se controlar frente a grandes episódios. Então, precisamos ficar atentos porque é uma forma de defesa ainda. É uma forma de defesa. Então, me preocupa por quê? Porque assim, também o lado de você se desesperar e e e se perder também não ajuda. Mas você poder ir liberando um pouco, né, dessa pressão e tensão interna saudável, até porque dá chance de você falar o que você tá sentindo e ver o que você tá sentindo. E se você tiver com raiva, tudo bem. Se você tiver triste, tudo bem. Se você tiver inconformado, tudo bem. Não quer dizer que você vai ficar assim. E não quer dizer que você tá ingrato com Deus, quer dizer que você é ser humano, né? Então, faz parte. Então, que que eu fiz aqui? Um resuminho, aproveitando a sua dica.
izer que você vai ficar assim. E não quer dizer que você tá ingrato com Deus, quer dizer que você é ser humano, né? Então, faz parte. Então, que que eu fiz aqui? Um resuminho, aproveitando a sua dica. Eh, tem várias possibilidades de reação, né? Cada um vai reagir de um jeito. E a gente pode perceber o seguinte, que às vezes a atitude é a mesma, mas ela nasce de estados interiores diversos. Você olhando de fora, você vê a mesma situação, mas se você pudesse voltar no caminho e chegar lá dentro, você vai perceber que são emoções, ainda que a pessoa esteja reagindo aparentemente igual uma da outra. Então, por exemplo, eu fiquei então muito tranquila, acabou de acabei de perder alguém muito importante na minha vida e eu tô lá super tranquila, como se fosse a coisa mais natural do mundo, né? é a coisa mais natural do mundo, mas a gente não sente assim, como se a gente tivesse derrubado alguma coisa no chão e que quebrou e vai dar jeito. Então, vamos supor que eu esteja passando por isso. Será que eu estou racionalizando? Porque a racionalização é uma fuga do ego. Eu eu entro nesse nesse lugar cognitivo, principalmente para quem tem facilidade intelectual, para quem tem uma boa argumentação mental, argumentos bons, quem é capaz dessa eloquência de de criar explicações, eu entro nessa racionalização e eu começo me convencendo de que isso faz parte e de que eu devo estar preparado. Afinal de contas, eu já li. Afinal de contas, eu tenho fé. Eu frequento a minha religião e eu sei que ela está bem, porque ele foi num lugar melhor. Eu entro nessa racionalização como se eu tivesse me ocupando. Eu estou me ocupando, tentando justificar que tá tudo bem e me convencer. Isso é ruim. Não, isso é muito bom. Eu só não devo fazer isso antes de sentir a emoção. O problema é que são duas coisas que eu tenho que respeitar. [limpando a garganta] Uma coisa é como eu vou lidar com isso e eu devo usar a minha razão. Eu devo pensar, refletir, conversar, dialogar, imaginar. Tudo isso tá ótimo. Agora isso não pode ser um
itar. [limpando a garganta] Uma coisa é como eu vou lidar com isso e eu devo usar a minha razão. Eu devo pensar, refletir, conversar, dialogar, imaginar. Tudo isso tá ótimo. Agora isso não pode ser um primeiro um uma primeira reação. Acabou de acontecer, eu já começo. Ah, então, mas olha, vamos ver se se aconteceu comigo é porque precisa e eu tenho certeza que eu vou dar conta. Mas pera aí, que que você tá sentindo? É esse esse é o problema. Eu não dou tempo de perceber o que eu estou sentindo. Eu já tampei tudo como se eu corresse. Não, joga embaixo do tapete, joga embaixo do tapete. Ponto. Agora vamos conversar a respeito. Então, calma um pouquinho. Depois a gente vai conversar a respeito. A gente vai usar a razão para nos ajudar a sair desse lugar. Mas primeiro deixa eu sentir, deixa eu visitar as emoções, deixa eu reconhecer as emoções, deixa eu dar nome para essas emoções, deixa eu viver um pouco essas emoções. Eu quero chorar um pouco, eu quero socar o travesseiro porque me deu raiva, porque eu me frustrei, eu quero ficar quieta sozinha. Tá bom, pronto. Viveru um pouco da emoção. Agora vamos poder usar da razão para ver o que que a gente pode fazer para sair desse lugar e superar a dor. [roncando] Outra situação é estou evitando o assunto, não tô racionalizando, mas eu estou evitando. Então, a gente vê às vezes alguém que perdeu e aí tá a pessoa tá lá no no momento do velório, velando e ela tá resolvendo 1000 problemas. Ela tá vendo se tem café para quem tá chegando, se o ar acondicionado tá na temperatura. Será que não é também uma fuga? Como se eu tivesse, não quero falar sobre o que precisa ser falado, né? Será que eu não tô desviando a minha atenção para outras coisas de novo? Para me ocupar, para não ter chance de parar e olhar. Em última análise, gente, a gente tá sempre tentando evitar a dor que a emoção provoca. Aí eu vou ficar elaborando mentalmente ou eu vou ficar me distraindo com mil ocupações para poder não pensar a respeito. Ou será que eu estou engolindo, reprimindo a emoção?
dor que a emoção provoca. Aí eu vou ficar elaborando mentalmente ou eu vou ficar me distraindo com mil ocupações para poder não pensar a respeito. Ou será que eu estou engolindo, reprimindo a emoção? Não tô nem racionalizando e nem querendo desviar o assunto para eu não prestar atenção no que tá acontecendo. Eu estou simplesmente não deixando a emoção aparecer. Então tem pessoas que falam assim: "Não consegui chorar. Não consegui chorar". Eu fiquei lá como se eu não tivesse sentindo nada. Quer dizer, lá dentro inconsciente tem alguém desesperado para abafar todas as emoções, para que esse ego não seja inundado, não se perca. Então, será que não era uma questão de reprimir, de engolir a emoção? Então, parece que eu estou bem, mas na verdade eu não estou. Eu estou formando uma bomba que vai implodir em algum momento, né? Então, o único o o caminho real, esse único caminho é o do enfrentamento. E enfrentar significa validar as emoções antes de mais nada. Não quer dizer que você vai se entregar para emoção e nunca mais sair dali. Quer dizer que você não vai evitar fingir que ela não existe, reprimi-la, falar de outro assunto, né? Então, eh eh eu acho que é muito importante o que você trouxe, deamo, porque é algo que se costuma ver com frequência e a gente precisa prestar atenção nisso, né? Viver não é nem se entregar e se desesperar, mas também não é evitar passar pelo que tá sentindo emocionalmente falando. Ã, vamos lá. Então, agora nós estamos com a Mônica. A Mônica Massa Rud diz assim: "Sendo imperfeitos como somos, como conviver com alguém próximo que nos causa desconforto, constrangimento, dor emocional? É natural a escolha do distanciamento. Então, muito bom, Mônica. Vem na sequência do que a gente estava falando, né? Eh, e agora, Cris? Será que agora eu posso me distanciar ou eu tenho que ficar lá sofrendo, né, masoquistamente falando? Bom, a gente sabe que é natural a autopreservação. Ninguém deve ficar no mesmo lugar sofrendo eh violência de qualquer tipo que seja.
ar ou eu tenho que ficar lá sofrendo, né, masoquistamente falando? Bom, a gente sabe que é natural a autopreservação. Ninguém deve ficar no mesmo lugar sofrendo eh violência de qualquer tipo que seja. Hã, frequentemente, constantemente, né? Continuadamente, não devemos. Esse essa autopreservação, ela é válida porque a gente se ama e a gente precisa se cuidar. Eu não devo deixar que as pessoas me maltratem, me machuquem. Eu também não tô dizendo que a gente vai sair fazendo a mesma coisa e e brigando, optando pela violência. Eu estou falando que a gente tem que se cuidar, se preservar. Então, ninguém deve ficar nesse ambiente. Você tá certa, Mônica. Você tá deduzindo que não faz sentido a gente ficar convivendo com alguém que nos faz mal e a gente continuar. É natural a gente querer se distanciar porque a gente está se preservando. Agora eu pergunto, só tem duas opções? Ou eu fico apanhando ou eu me distancio para não apanhar? Porque veja, se alguém que é do meu convívio, por exemplo, um familiar, será que eu não deveria encontrar o que o Yung aponta como a terceira alternativa criativa, que é a criativa? Porque a gente tem essa tendência dos dois polos. ou eu me submeto, e a gente vê pessoas que ficam apanhando, entre aspas, né, a vida inteira, sofrendo, humilhação, sendo prejudicada, sendo violentada em sentido verbal, moral, emocional e fica. Então essa pacificação que é nociva, é uma acomodação, não é boa. Mas também fugir embora, virar as costas, tchau, pode vir a ser uma opção, mas não de cara, né? Porque senão você também não enfrentou aquilo para crescer. E o sofrimento vem fazer um um convite, o que que ele me pede? Que será que eu posso desenvolver? Então, antes disso, a gente tem essa terceira alternativa. O que que eu posso fazer a respeito? Eu nem vou aceitar e nem vou fugir. Que que eu posso fazer a respeito? E aí, dependendo da relação que a gente tem, nós vamos tentar descobrir um caminho. Ah, eu vou esperar um momento bom para eu conversar. Eu vou começar a sinalizar
. Que que eu posso fazer a respeito? E aí, dependendo da relação que a gente tem, nós vamos tentar descobrir um caminho. Ah, eu vou esperar um momento bom para eu conversar. Eu vou começar a sinalizar o que eu gosto. Eu vou começar a fazer movimentos em que quando a pessoa tá desse jeito, eu me retiro, mas depois eu volto para mostrar para ela que eu quero conviver em tais momentos, mas não em tais momentos. Eu vou propor uma terapia de casal, se for o marido, eu vou eu paraa terapia, eu vou ajudá-lo, vou oferecer livros para ver se eu consigo começar mexer com ele para depois a gente conversar a respeito. Tem 1000 formas da gente mexer nesse nesse caldo sem ser aceitar o que me impõe e nem tampouco fugir porque eu não tô aim enfrentar, né? Então, o bom é a gente conseguir esse meio termo em que eu me preservo. Sim. Eu me cuido, eu me respeito, mas ao mesmo tempo eu aproveito a oportunidade para crescer nela e não sair correndo eh de vez. Agora, vamos supor, já fiz tudo isso, Cris, já tentei conversar, já convidei para terapia, eu já fui pra terapia, o negócio ali não anda. Então, aí sim você já fez esse aí, você tem que respeitar o livre arbítrio do outro. Aí você vai definir o que para você fica bom. Não, eu não quero me afastar, mas eu também não vou conviver como eu convivia. Vai ser uma coisa mais social, OK? Não, não, já fiz o que eu tinha que fazer. Eu quero sair, vou para outro lugar, vou viver com outras pessoas. OK. Aí é seu, aí é seu processo, é você que vai saber dentro de você. Não sou nem eu e nem a sua terapeuta que vai falar, é você que tem que descobrir o que que faz sentido. A Simone Caetê, que tá sempre com a gente também fala: "Cris Beira, esse fugir da sombra pode se dizer que é um processo de autossabotagem para não avançarmos?" Desde já agradeço. Eu também agradeço, Simone, que é um tipo de autossabotagem. É porque quando eu enfrento as sombras, quando eu ilumino a sombra, eu amplio a minha consciência, eu me desenvolvo, eu eu melhoro, eu cresço.
também agradeço, Simone, que é um tipo de autossabotagem. É porque quando eu enfrento as sombras, quando eu ilumino a sombra, eu amplio a minha consciência, eu me desenvolvo, eu eu melhoro, eu cresço. Se eu podendo fazer isso, opto por não fazer, eu estou me sabotando. Eu estou tendo chance de fazer algo que vai me acrescentar, me melhorar. Eu prefiro não fazer. Então é um autooicote. Agora não acho que a gente faça autossabotagem nesse sentido preguiçoso. Às vezes é, às vezes é, mas na maioria das vezes não é porque a gente quer fazer o mal, porque a gente quer se ninguém quer se boicotar, né? A gente tem um instinto de conservação. Por que que a gente faz isso? É porque a gente não consegue, a gente não dá conta, a gente não sabe o caminho, dói demais. É quase que uma atitude de novo, de autopreservação. A gente é difícil, não é fácil a gente enfrentar as sombras. Então tem momento próprio. Às vezes não tá no momento, a gente tem que respeitar. Às vezes a pessoa não encontrou ainda um instrumento melhor para fazer isso, a forma, a ferramenta, o caminho. Então, se a gente tiver por perto de alguém, a gente pode ajudar. Olha, eu já passei por isso. Sabe o que que me ajudou? me ajudou ir pro centro espírita, me ajudou uma terapia. Ah, eu li um livro que caiu um monte de fichas, me ajudou a conversar com os meus amigos a respeito. Eu posso ajudar as pessoas a encontrarem formas de aceitar a sua sombra, né? Porque não é fácil. Então, ao mesmo tempo que a gente respeita, compreendendo que é um exercício bem complicado, a gente a gente admite isso, olhar pro que não é, porque a gente não sabe no primeiro momento o que fazer. Por isso que a gente tem medo. E se eu descobrir que eu sou, sei lá, invejosa, muito invejosa, eu tenho pânico de que é invejoso e descobro que sou eu invejosa, o que que eu faço com isso? Então é um pouco desesperador. Então é é com tempo, é com calma, é com o caminho melhor. Então a gente precisa ter essa essa paciência, mas também não é a paciência
vejosa, o que que eu faço com isso? Então é um pouco desesperador. Então é é com tempo, é com calma, é com o caminho melhor. Então a gente precisa ter essa essa paciência, mas também não é a paciência eterna, porque daí vira acomodação, né? H, mas enfim, a gente vai tentando, a gente vai tentando e vai conseguindo. Aí vem a resposta da Elô, a o comentário da Elô, a reflexão da Elô, e ela diz assim: "A cultura do sofrer do que foi rejeitado." Sofrer não é pagar contas, é crescer. Quando enfrentamos a dor, perdemos, né? Deixamos, vencemos, né? medos, tabus, aflições. Resistir à dor, rejeitá-la, é jogá-la para baixo do tapete. É para ir, vai pro inconsciente pra gente não ver, não resolve. É engolir o choro para não revelar a dor rejeitada. Nada nos isenta de sentir a dor, mesmo camuflada. Aí surgem sintomas, mas temos a chance de dourar as sombras, que é a expressão da Joana de Angeles, projetando luz, descobrindo ouro, como diz Joana. Enfrentando as sombras, chegamos mais perto da perfeição. Hoje não queremos nos frustrar, sofrer, sentir dor. Queremos somente lazer. E então mascaramos situações e adoecemos. Vivemos de aparências. Conhece a verdade e ela vos libertará. É isso. O herói não foge, nem joga para baixo do tapete os conflitos e enfrenta-os e cresce. As fugas psicológicas existem: compensação, deslocamento, repressão, racionalização, mas devemos estar atentos a esses sinais. enfrentando. Ah, eu tinha comentado sobre os os as defesas do ego na aula, eu tinha esquecido. O que fazer com esse sentimento de dor? Enfrentar que dói menos. Tema bastante difícil e muito complexo, mas excelente. Cris, para obrigada por nos ajudar a enfrentar a enfrentá-lo e a refletir. Obrigada, Elô. Bom, vamos então pro pro episódio oito, quando o corpo fala a dor da alma, a psicossomática, né? Quando a gente somatiza, a dor de dentro pode ser vista no soma, no corpo físico. Bom, a Fernanda Assunção, ah, eu devo ter citado o livro O corpo guarda marcas e e ela disse que ela leu o livro. Então ela diz assim: "Um
iza, a dor de dentro pode ser vista no soma, no corpo físico. Bom, a Fernanda Assunção, ah, eu devo ter citado o livro O corpo guarda marcas e e ela disse que ela leu o livro. Então ela diz assim: "Um depoimento Cris, comecei a ler o livro O corpo guarda as marcas, que é sobre trauma, né? Estou amando. Comecei em janeiro e até agora não acabei, mas acho que vai demorar mais um pouco porque mexe bastante aqui dentro. Estou lendo junto com o livro de Eline Fox, o método suite, que fala da flexibilidade mental. E os dois juntos têm me ajudado muito junto com suas aulas e também da Ana Teresa Camasmin. Tenho me sentido uma criança que pode recomeçar a me integrar, a reconhecer minhas partes ruins que precisam de luz e a validar o que já conquistei. É uma energia que não fazia ideia que existia. Fui educada na família e na casa espírita e me ensinou, me ensinaram a reprimir tudo para ser uma pessoa extrema e era, ah, desculpa, e era uma pessoa extremamente lenta, parada na vida. Eu achava que era assim. Eu sempre andei com insatisfação interna que nada nunca estava bom. Exigia muito dos outros, sempre insatisfeita. A minha vida não mudou, os problemas não sumiram, as minhas aspirações continuam as mesmas. O que mudou foi a forma de ver e de viver. Que delícia conectar a Deus com esse olhar de Joana. Sou muito grata a vocês pela dedicação do ensino. Fernanda, muito obrigada pelo seu depoimento. É emocionante e é ele é arquetípico, porque todos que um dia já passamos por esse lugar de cair a ficha, Joana, Joana chama de cair em si, experimentamos o que você descreve. Antes é uma insatisfação, nada está bom. Ao mesmo tempo a gente também não se mexe muito. Quando cai a ficha que está nas nossas mãos. e que a gente pode começar a gerar mudanças e a gente começa a ver o quanto as mudanças internas mudam o exterior. É uma sensação realmente de independência, né, de de conquista. Eh, então a primeira reação realmente é de medo. Meu Deus, tudo isso que eu tenho para fazer, as
as mudanças internas mudam o exterior. É uma sensação realmente de independência, né, de de conquista. Eh, então a primeira reação realmente é de medo. Meu Deus, tudo isso que eu tenho para fazer, as sombras que eu carrego, eu não sei por onde começo. E agora que quero fugir depois que a gente começa já cultivar frutos do esforço, a gente se sente livre. É uma sensação mesmo de liberdade. Então, obrigada pelo seu depoimento. A Ivan Gveia, que também tá sempre com a gente, diz assim: "É muito bom ser espírita e ter conhecimento da doutrina, porque temos oportunidade de aprender como lidar com nossas dificuldades, se vamos sair bem ou não, irá depender de nós, de nosso momento, mas com certeza, independe do resultado, será sempre um aprendizado." Eu gostei, Ivan, porque você trouxe o espiritismo, o quanto ele é importante, o quanto ele está pra gente como um pano de fundo, como uma terra, aquela terra boa, arável, ele prepara pra gente isso. Então, no o espiritismo quando ele entra e ele transforma, ele nos faz ser o solo bom. Aí a gente vai viver e tudo que chega é rico, é aproveitável, é instrutivo. A gente se relaciona com as dificuldades, com outra mentalidade. Tudo está bem, tá tudo no lugar. Deus é perfeito. A justiça em tudo. Aquilo que chega para mim é meu. Se não me faz sentido hoje, é porque vem do passado. E ele nos permite uma clareza para viver na terra, porque não é fácil viver na terra. Então, obrigada, viu, por nos trazer essa essa oportunidade de fazer essa esse agradecimento, essa homenagem ao espiritismo, quanto que ele nos oferece de portas novas para que a gente olhe a vida por novas janelas, novos pontos de vista, né? E ah, eu trouxe aqui um ponto que eu achei interessante da gente destacar, talvez alguém vai falar disso mais paraa frente, que é o o só cuidado, porque espírita ele acha que ele não pode sentir emoções negativas, afinal de contas, a gente entende tudo. A gente sabe que tá tudo certo, que eu não sou vítima de nada, então dá impressão que
idado, porque espírita ele acha que ele não pode sentir emoções negativas, afinal de contas, a gente entende tudo. A gente sabe que tá tudo certo, que eu não sou vítima de nada, então dá impressão que então eu não tenho direito de sofrer, não tenho direito de chorar, de ter raiva. Então, só cuidado porque não, a gente tem direito assim, o que eu vou fazer com isso é que eu devo olhar o espiritismo e viver como espírita. Então assim, fiquei com raiva, fiquei triste, chorei, me desesperei. OK, isso é emoção. Agora, enquanto espírita, eu consegui conversar comigo, consegui olhar por outro ponto de vista, eu me apoiei na fé e consegui lidar. Então, cuidado só porque a emoção ela ela brota. O espiritismo nos ajuda a lidar com ela, né? Odá como volta e diz assim: "Excelente aula, percebi muito estoicismos nas suas palavras. Epicteto dizia que o que perturba os homens não são as coisas em si, mas os julgamentos que elas fazem sobre as coisas". Então, adorei. Eu acho que esse esse lema que você trouxe do Epicteto poderia ser uma um lema paraa nossa temporada, porque é isso, é um resumo. Eu lembrei também eh de uma das cartas de Paulo, acabei de lembrar agora, senão teria se eu teria procurado antes, eu traria a referência. Mas quando ele fala que as coisas eh impura, as coisas não são impuras por si, é a nossa relação com elas que caracteriza pureza ou impureza. Então, é mais ou menos a mesma coisa. Lembrei também do Victor Frankel naquela frase que ele fala que eh quando não há mais nada que a gente possa fazer com aquilo que nos aflige, nos faz sofrer e nos perturba, só resta uma coisa. E isso ninguém pode tirar de nós, é transformar a nós mesmos. Então, quando não tem mais o que fazer fora para aquilo parar de me incomodar, só tem um jeito que é mudar dentro, né? Então, mais ou menos a mesma coisa fal falada em em formas diferentes, né? Eh, então é isso. Acho que é muito importante, ã, deixa eu ver o que eu anotei aqui. É a gente procurar, eu trouxe também o Vctor Frano, a questão do sentido, né?
l falada em em formas diferentes, né? Eh, então é isso. Acho que é muito importante, ã, deixa eu ver o que eu anotei aqui. É a gente procurar, eu trouxe também o Vctor Frano, a questão do sentido, né? Eh, o que que o que que esse sofrimento me pede? a para qual sentido ele me convida a seguir. O Vctor Franco, que foi esse eh cientista, né? Ele era psicólogo, mas era um estudioso também, um pesquisador. E ele passou pelos campos de concentração na época do holocausto nazista, perdeu tudo e todos e conseguiu sobreviver fazendo uma experiência com ele mesmo, né, dentro dos campos. E ali ele sai e descobre o que depois ele transforma na sua escola da logoterapia, quando ele percebe que a a única forma de lidar com sofrimentos muito difíceis, eu diria que com todos os sofrimentos, essa é a única forma e melhor forma de lidar, é encontrando sentido neles, que é o que a gente tem falado o tempo todo, que é para que eles me chegam. Eles chegam me fazendo um convite. Eles querem me pegar pela mão e me levar para lugar que eu ainda não fui, me levar de volta para lugar de onde eu fugi, me levar para aqueles lugares que são, como o próprio diácono disse anteriormente, não, o Demetro disse, desconfortáveis, mas necessários. Então, o sofrimento ele chega como convite para que a gente se chacalhe e a gente saia, né? Então eles não vêm para me perturbar e eles não são, as coisas de fora não são capazes de me perturbar. Eu é que me perturbo frente a elas. Por quê? Porque tem coisas que pro meu vizinho eu falo assim: "Ai, não tá te incomodando isso?" E ele fala: "Não, nem percebi". E eu digo: "Ah, não, eu não tô conseguindo ficar nesse lugar. Tá insuportável". Então, percebe que é o que o piicteto traz. Não são as coisas que nos perturbam. Nós é que nos perturbamos frente às coisas. E cada um vai se perturbar frente às coisas que eu incomodo, porque é particular. Isso tem a ver com quem eu sou. Aquilo me incomoda, mas não incomoda meu vizinho. Então é uma outra forma da gente se responsabilizar
e perturbar frente às coisas que eu incomodo, porque é particular. Isso tem a ver com quem eu sou. Aquilo me incomoda, mas não incomoda meu vizinho. Então é uma outra forma da gente se responsabilizar frente às nossas dificuldades. Não são elas, sou eu, é sobre mim. E elas vêm me convidar para me transformar, para que elas depois não passem a mais a me incomodar. Então, futuramente, aquilo que me incomodou um dia não incomoda mais. Por quê? Porque quando me incomodou, eu aproveitei para crescer, para entender, para iluminar minhas sombras, eu superei. Passamos, passando de novo pelo mesmo lugar, aquilo já não me incomoda mais. É a, é a história do espiral. Eu volto pro mesmo lugar. eu volto pro mesmo lugar, só que em ascendências cada vez mais elevadas, ou seja, cada vez menos afetáveis, né? Isso é eh por isso que eu falei, é um lema pro nosso pra nossa temporada. A Liliane Strenau, hum, estrenal, não sei falar. Cris, como podemos nos curar de traumas dos quais desconhecemos as origens? Boa pergunta essa. Eu já fiz essa pergunta para mim também. Quando a existência atual não dá conta das reações exageradas diante de certos eventos, como trabalhar essa dor? Bom, tudo começa com a gente respeitando o nosso tempo, respeitando o nosso momento e lembrando que a gente não tem metas para bater nesse sentido de performar. A gente precisa aprender, aproveitar o caminho, continuar nele, tentando. Se não deu dessa vez, OK. De repente era isso que me cabia. Lembra da história que o Raul conta quando eu perguntei para ele uma vez analisando uma família, eu falei: "Raul, essa família é muito violenta, eles se tratam muito de forma agressiva." Nossa, Raul, eh, e aí vai passar uma vida assim, será que não vai crescer? E aí o Raul falou para mim, Cris, quem na vida anterior se eh tratava na foice, o coice é progresso, né? O que que ele quis dizer? Você não enxerga nada, minha filha, que você tá vendo aí, não tire conclusões pelo pelo momento atual, né? Então, tudo faz parte. Não dá para sair
e, o coice é progresso, né? O que que ele quis dizer? Você não enxerga nada, minha filha, que você tá vendo aí, não tire conclusões pelo pelo momento atual, né? Então, tudo faz parte. Não dá para sair da foice e ganhar uma auréula de santo no céu, né? Então é processo. Então a gente não se cobrar, a gente se permitir o nosso tempo, é a gente não parar, é isso que nos cabe, né? Agora vamos falar dessa história de que eu não sei da onde vem, então como é que eu faço para curar? Eu não vou ter que ir lá fazer terapias de vidas passadas, né? Eh, não, porque veja só, se você leva um tombo e machuca o joelho, você vai lá e eh no hospital para curar o seu joelho, é lógico que a informação como você caiu vai ajudar, mas se você não souber falar como você caiu, ele vai curar seu joelho do mesmo jeito. ele vai analisar seu joelho, vai ver onde dói, o que dói, o que tá quebrado, o que que tá, o que se que precisa de de limpeza ou vai ter que fazer alguma sutura ou vai ter que tirar um raio X, ele cura. Então a gente sempre que você tiver mais informações, é lógico que você vai ter mais possibilidades. Mas você o fato de você não saber a origem, você pode trabalhar com o que você sente e você pode associar o que você sente com as coisas daqui. Então, por exemplo, tenho uma mágoa com quem me eh com quem mexe com a minha autoestima. Se alguém desfaz de mim, nossa, eu morro. Da onde vem isso? Não é de agora. Isso aqui eu devo ter relação lá para trás. Eu vou ter que voltar lá para saber que que vida que alguém me humilhou muito. Não, eu posso trabalhar com isso. E eu me fortalecendo na minha autoestima, eu me livro e eu me livro para hoje, para ontem, para antes de ontem. Então, não necessariamente eu preciso ir atrás da origem. Eu posso trabalhar como isso mexe comigo, o que que isso causa em mim? O que que eu preciso fortalecer para eu poder superar? E aí as coisas passam e eu preciso acelerar. Bom, a Silmara me diz, Silmara Gerbe aqui de Amparo, Cris, aprendi com muito sofrimento que às
mim? O que que eu preciso fortalecer para eu poder superar? E aí as coisas passam e eu preciso acelerar. Bom, a Silmara me diz, Silmara Gerbe aqui de Amparo, Cris, aprendi com muito sofrimento que às vezes para conseguir viver é preciso colocar fatos bem no fundo da gaveta para conseguir enxergar o que está perto. E não estava conseguindo ver. Eh, Silmar, eu entendo o que você tá dizendo porque às vezes a gente fica preso numa coisa, esquece de ver outras. Então, às vezes precisa tirar da frente para enxergar com mais amplitude. Agora, o símbolo de colocar no fundo da gaveta a tensão. Se eu precisar colocar no fundo da gaveta para dar uma respirada aqui, depois eu vou lá, tiro do fundo da gaveta e lido, ok? Agora colocar no fundo da gaveta, fingir que não acontece, deixa quieto para sempre, vai viver. Cuidado para isso não ser um mecanismo de fuga, de repressão, né? Então, fazendo essas ressalvas só. Sim, de vez em quando precisa deixar quieto. Não tô conseguindo lidar com isso. Não tô adiantando. Vai viver outras coisas, depois volta, né? Ou então assim, guarda um pouquinho aqui. Não quero, não tô afim de falar, não consigo lidar com isso agora, OK? Mas tá ali. Eu sei que uma hora eu vou ter que voltar. Só cuidado para não usar isso como uma fuga, né? Porque daí a gente vai na repressão. O Jamil Santos Lordes fala assim: "Por favor, mostrar o livro". Então, gente, os livros, teoricamente, a equipe técnica, ela sempre coloca os livros. Eu sempre cito os livros e ela coloca o livro e eu cito inclusive o capítulo. É para isso tá acontecendo. Eu acho que isso está acontecendo. Então, se em algum momento eu falhei ou a gente não pôs ou você não prestou atenção na hora que pôs e você quiser saber, pode colocar aqui nos comentários, mas explica, porque buscar, mostrar o livro, eu não sei de que livro você tá falando, porque eu eu não sei em que parte que você eh tava assistindo. Eu fui lá e peguei os comentários, mas eu não sei o que você tava assistindo. Então, quando
vro, eu não sei de que livro você tá falando, porque eu eu não sei em que parte que você eh tava assistindo. Eu fui lá e peguei os comentários, mas eu não sei o que você tava assistindo. Então, quando vocês precisarem que eu dê mais informações daquilo que eu falei, explica, Cris, na parte que você fala disso, você cita um livro, qual que é, aí eu consigo. Agora eu não sei do que você tá falando, então sinto muito, vai ficar. Se você quiser voltar e explicar melhor, daí eu trago na próxima vez o livro. E a Elô trazendo o seu resumo. Sofrimento é uma resposta natural, uma bússola para evolução. O corpo guarda marcas das dores que vieram do mundo interior. Coisas boas ficam na cristaleira. Legais e as ruins no fundo da gaveta. É aprisionar esses sentimentos sem resolvê-los atrasa nosso progresso. O perespírito registra essas marcas desde dessa e de outras vidas. fugir da emoção, reprimindo como autoproteção, colocando no fundo da gaveta, não resolve. Nossa reação à dor define as sombras guardadas, fugindo, brigando ou congelando. O trauma castra nossa imaginação. Enfrentá-lo é resgatar a vida, resgatar os sonhos. Não resistais ao mal. Aprenda com ele para não adoecer. Os sintomas dos traumas aparecem no corpo. A oração é um bálsamo. A melhor terapia. Aceite-se. Carregue-se no colo. Se proteja. O autoamor repara o corpo e a mente. Curar trauma é enfrentá-lo. É abrir as gavetas. É desafiar as sombras. Excelente reflexão para a Páscoa que é tempo de renovação. Obrigada. Eu que agradeço, Elun. Então, vamos passar rapidinho aí pelo último episódio. Esse realmente tinha menos comentários. Eh, sofrimento moral. O nove, sofrimento moral, culpa, autopunição e exigência excessiva. A Rejane Flores fala assim: "Estou me identificando tanto com sua fala. Foram tantos anos assim, vivendo no automático que a dor chegou na forma de uma fibromialgia. Hoje entendo que essa doença é uma bênção para mim, que preciso aprender sobre autoamor. Regiane, ganhei o meu dia, viu? Muito obrigado com esse depoimento. Olha, você
ou na forma de uma fibromialgia. Hoje entendo que essa doença é uma bênção para mim, que preciso aprender sobre autoamor. Regiane, ganhei o meu dia, viu? Muito obrigado com esse depoimento. Olha, você descrever uma doença como uma bênção é amadurecimento espiritual. Então, eu fico imensamente feliz porque você tá no caminho. Você ao descobrir que a dor é oportunidade, é bênção para crescer, você não vai fugir dela, você não vai culpar o outro, você não vai querer desviar, fingir que não existe, você vai se aproximar dela, porque você sabe que ela tem a finalidade de te fazer o bem. Então você vai se aproximar, vai conversar com ela, vai aceitar, vai entender, vai crescer e vai superá-la. Eu tenho fé nisso, que que você vai crescer muito justamente por quê? Porque a sua postura é condizente com aquilo que a gente tem aprendido com os nossos mestres. Então, siga em frente. A Jovita Camara fala: "Querida Cris, adoro quando vocês me chamam de querida, me sinto próxima". Gostaria que você relacionasse esse tema de hoje com Kardec no Código Penal da Vida Futura no céu e inferno. Arrependimento, expiação e reparação. Agradeço a atenção. E excelente ideia, Juvita. em algum momento dos episódios que vão vir a seguir. Eu fiz isso. Tem um episódio que eu não faz muito tempo que eu trabalhei nele, em que acho que metade do episódio eu vou falar sobre o céu e inferno, mas eu vou falar sobre aquela parte eh da metade pro fim, sobre as eh as as humagens que Kardecou de espíritos que vieram nas reuniões mediúnicas. Então, eu já deixei anotado, eu vou acolher a sua sugestão e vou trazer sim um pouco mais desse conteúdo. Obrigada, Jovita. E a Débora de Marco. Boa noite, Cris. Fiquei pensando na expiação. Ela seria então sobre refazer nossas falhas, mas com amor e não como punição? Sim, Débora. A proposta é refazer aquilo que falhamos em experiência anterior. É reorganizar o que não foi bem organizado. É reparar o que foi desconsertado, desconstruído e não deveria ter sido feito. Então, sim,
A proposta é refazer aquilo que falhamos em experiência anterior. É reorganizar o que não foi bem organizado. É reparar o que foi desconsertado, desconstruído e não deveria ter sido feito. Então, sim, é sobre refazer e é sim um convite da vida pra gente vir repetir a experiência, mas é um convite amoroso, como você tá tá trazendo. É com amor, não é como punição. É, é, é como se a gente tivesse trabalhando, ã, por exemplo, eu lembrei fazendo uma analogia, pensa numa professora do balé, aí ela tá ensinando o passo pra sua aluna. A aluna comete um erquívoco, ela ela faz o passo errado. A professora vai apontar o erro e vai pedir para ela repetir o passo. Mas por quê? Porque ela tá com raiva e quer que a pessoa faça várias vezes só para ela ficar, para ela se vingar, para ela punir. Não é porque ela quer que a sua aluna cresça, ela quer que a sua aluna se desenvolva e não vai ter jeito se não repetir até aprender. É isso. Então é com amor que a que a a a professora do balé, ela mostra inclusive pra Luna como faz. Ela dá um tempo pra Luna. Ela não vai cobrar imediatamente. Ela vai falar, vai treinando, vai treinando. Daqui um tempo a gente cobra de novo, a gente olha de novo. É Deus. Deus olha e fala assim: "Cris, hum, hum, não é bem assim que faz, meu bem". Tá? Então, vou mostrar para você. Que que eu vou mostrar para você? Ele manda na forma de ensinos, de livros, de exemplos, de mestres, de insites. Aí ele dá um tempo pra gente treinar. Aí ele pede pra gente repetir a experiência. Vamos ver se agora vai dar certo, Cris. Vai, confio em você. é amorosamente. Tanto que a gente sabe que tem equívocos que a gente comete numa existência e Deus permite que a gente repare esse equívoco. Três, quatro, cinco vidas à frente. Ele deu tempo pra gente aprender, treinar, para ele falar: "Agora vai, que acho que agora vai dar certo." Então é amorosamente, não é punição, é nova oportunidade amorosa para fazer direito. Ele quer que a gente cresça. Esse é o objetivo de Deus. E a Elô diz: "As dores morais são dores de
vai dar certo." Então é amorosamente, não é punição, é nova oportunidade amorosa para fazer direito. Ele quer que a gente cresça. Esse é o objetivo de Deus. E a Elô diz: "As dores morais são dores de dentro disfarçadas de culpa, de autopunição e de controle. A gente falou bastante de culpa, né? A dor da alma, esse trama moral, nos desestabiliza porque disfarçamos e não falamos sobre ela. Começa com tristeza, evolui até a doença se instalar. Falta-nos o hábito de olhar para dentro, de resgatar as sombras das vidas passadas. Nos culpamos, nos punimos, queremos controlar tudo, mas a dor e o sofrimento nos visitam para mostrar caminhos de construção e não de punição. Cair em si, diz Joana, é a chance de perceber que o que eu faço, de corrigir, de reorganizar, trocando culpa por responsabilidade. Evoluir é se descobrir sem se castigar. Mais alto perdão, mais humildade para crescer aprendendo. Antídoto para culpa é o perdão. Alto amor mais alto perdão gera um progresso, porque dor não quita culpa. Pense nisso. Ressignifique suas dores com mais leveza. Profunda reflexão, Cris, imperdível. Obrigada, Elô, querida. Bom, obrigada por ficarem comigo um pouco mais hoje. Agradeço pela participação maravilhosa de vocês, pelas provocações, pelos insightes que vocês promovem. Eh, espero que esteja sendo útil esses estudos eh para o progresso de todos nós. Fico muito feliz com a participação de vocês. Uma ótima semana e eu espero vocês semana que vem, se Deus quiser.
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