T5:E13 • Propósito de Vida • Finalidade da reencarnação
Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 05 - Propósito de vida Episódio 13 - Finalidade da reencarnação ► Referências Bibliográficas • Jesus e Atualidade, cap. 2. • O Homem Integral, cap. 9. • Plenitude, cap. 7 e 13. • Momentos de Saúde e de Consciência, cap. 4 e 10. • Autodescobrimento: Uma Busca Interior, cap. 2. » Sugestão de Leitura: • O Livro dos Espíritos, cap. II – questões 132 a 146. » Apresentação: Cristiane Beira
Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana de Angeles. Hoje nós conversaremos sobre um dos temas que é eh que faz parte dos princípios básicos da doutrina espírita. A doutrina espírita é baseada em cinco grandes eh eh pilares e a reencarnação junto com a mediunidade, com a pluralidade das existências, com a pluralidade dos mundos habitados e com a crença em Deus. A reencarnação faz parte desse eh desse dessa base da doutrina da filosofia, da religião espírita. Para falar sobre propósito de vida, nós precisamos pensar sobre a reencarnação. O que viemos fazer aqui? Por que viemos para cá? Por que que nós reencarnamos? Por que que Deus, o que que Deus espera? Qual é a finalidade dos planos divinos quando ele ele leva a gente a mergulhar na carne? A voltar a mergulhar na carne? Então, a finalidade da reencarnação é realmente o cerne da busca pelo propósito de vida. Para falarmos sobre propósito de vida, precisaremos olhar um pouco, estudar um pouco sobre o objetivo da reencarnação para os planos divinos. Então, para isso, eu trouxe um pedacinho, um trecho de O Livro dos Espíritos de Allan Kardec. Eh, nós espíritas temos essa base espírita que foi feita também por esses eh eh através, né, por meio que é recebida por meio desses cinco livros principais que Allan Kardec nos deixou e o livro dos espíritos, que tem o resumo praticamente de de toda a o pensamento, a doutrina, a filosofia espírita. E nas questões 132, 133 e seguintes e e muitas outras na sequência, os espíritos vão nos esclarecer a respeito da finalidade, do objetivo da reencarnação. Eu trouxe só essas duas, 132 e 133, e nem vou lê-las na integralidade, vou destacar alguns pontos, mas fica aqui já a primeira dica de leitura pro nosso estudo de hoje. olhar de volta lá pro livro dos espírito, pro livro dos espíritos, questões 132 e seguintes. A 132 é esse, é exatamente essa pergunta. Qual o objetivo da encarnação dos espíritos? Qual é o objetivo de um espírito se vestir de corpo? O que que Deus pretende ao criar espíritos que
e seguintes. A 132 é esse, é exatamente essa pergunta. Qual o objetivo da encarnação dos espíritos? Qual é o objetivo de um espírito se vestir de corpo? O que que Deus pretende ao criar espíritos que depois mergulham na carne para evoluir? E a resposta que é um tanto longa, mas em linhas gerais eu destaquei alguns pontos, que é fazê-los chegar à perfeição. Porque Deus nos cria espíritos simples e ignorantes. É a expressão que nós costumamos usar, porque é a expressão que os espíritos nos ensinaram. Os espíritos são criados simples e ignorantes. É como se eles estivessem eh iniciando o processo de evolução. Deus não cria espíritos prontos. Deus não cria espíritos já evoluídos, já perfeitos. Ele permite que nós façamos o o processo, o trajeto por nós próprios. E ao agir assim, é que ele nos inclui como cocriadores. Por quê? Porque nós vamos ajudá-lo, né? participando da evolução, nós as estimularemos ao nos evoluir, ao buscar a nossa evolução, nós levamos a evolução junto com tudo, com todo o meio que nos eh que nos envolve. Por isso que somos carticipantes, colaboradores, coerdeiros, né? É por isso que estamos juntos com Deus na obra, fazemos parte, somos cocriadores, porque eles, ele nos permite participar pelo livre arbítrio. Ele nos permite escolher se eu vou para esse caminho, se eu gosto mais daquele, se eu me identifico e eu vou fazendo e vou aprendendo e vou ajudando e vou participando e vou cuidando e vou respeitando. Eu vou ajudando o ambiente enquanto eu me ajudo. Essa não é a lei que Jesus nos deixou amar ao próximo como a si mesmo. E quem é esse próximo? É tudo que não sou eu. O gatinho, o cachorro, a formiga, a árvore, o nosso, o meu irmão, o meu, meu vizinho, todos são próximos. Todos são outros seres como eu, que ta, que fazem parte da criação divina. Então, quando Deus nos dá o livre arbítrio, quando Deus nos dá todo um caminho pela frente para que a gente faça com com o nosso próprio esforço, ele está deixando a gente ajudá-lo na criação. Ele poderia já ter feito tudo
dá o livre arbítrio, quando Deus nos dá todo um caminho pela frente para que a gente faça com com o nosso próprio esforço, ele está deixando a gente ajudá-lo na criação. Ele poderia já ter feito tudo pronto, talvez ele poderia, mas ele ele escolheu nos desenvolver nos dando consciência, né? sabendo o que que eu fiz, que que deu certo, que que deu errado, que que me faz feliz, que que me faz sofrer. Quando Deus me permite experimentar isso, ele me deixa entender a criação. Porque se ele já tivesse me feito pronta e alguém me perguntasse como é que isso foi feito, não sei, não tenho ideia. Quando eu cheguei já tava aí. Agora, quando eu faço, a gente não vê isso? Se a gente constrói a nossa casa, se a gente constrói a comida que está na mesa, se a gente prepara a comida que está na mesa, alguém chega, eu sei falar como essa comida foi feita. Eu sei falar passo a passo, porque eu tava ali desde o momento zero. Eu fui ao supermercado, ao mercado, a quitanda, a venda, seja onde eu fui. Eu comprei os ingredientes, eu lavei, eu processei, eu preparei, eu sei o que foi feito. Agora, quando eu chego para comer, quantas vezes a gente pergunta, hum, que comida boa o que tem aqui? Às vezes não sei nem o que tem. Eu sei o prato, o ingrediente principal, mas não sei que que especiarias que foram utilizados, que temperos, que que tem aqui, mas quem fez sabe. Então, Deus nos permite participar do passo a passo pra gente se apropriar de como foi feito, para que a gente entenda esse universo, porque a gente participou inclusive da sua, do seu desenvolvimento, da sua elaboração, da sua construção. Então, a finalidade de vir paraa Terra é essa, é fazer, fazer-nos chegar à perfeição, é colocar o espírito, o espírito em condições de suportar a parte que ele toca na obra da criação. Suportar a parte que me toca na obra da criação. É o que eu acabei de falar. Que parte que me toca Deus na na no processo da criação? O que te toca, Cris, é tudo aquilo que você acessa, que você influencia, que você participa, que você
a da criação. É o que eu acabei de falar. Que parte que me toca Deus na na no processo da criação? O que te toca, Cris, é tudo aquilo que você acessa, que você influencia, que você participa, que você sofre. Quando nós falamos sofrer, a gente já leva para dor, choro, tristeza, deu errado. Não. O sofrer significa passar. Só isso. Nós é que interpretamos o sofrer como uma coisa ruim, punição. Porque se isso tá acontecendo comigo? Como assim? Porque isso está acontecendo com você? Porque você está passando por uma experiência para crescer. Só para isso, para você se apropriar, para você suportar a parte que ele toca na criação. Ai, por que que eu sofri a criação dos meus três filhos? Por que que eu passei pela criação dos meus três filhos? Nossa, porque essa é a parte que me toca. Eu me comprometi com Deus. Deus, manda aí alguns espíritos para mim. Eu vou tentar educá-los, eu vou tentar oferecer o que eu posso, parte que me toca na criação. E hoje esses três espíritos que estão adultos já aqui na terra estão, por sua vez ou por suas vezes também assimilando a parte que eles toca. Um cuidando de uma coisa, outro aprendendo outra coisa, outro oferecendo outra coisa. E assim a gente vai em termos de humanidade suportando a parte que nos toca, passando por aquilo que é nós, colaborando com Deus no desenvolvimento da criação, do universo, do nosso planeta, da nossa humanidade. Então, qual a finalidade da encarnação? E aí ele diz ainda mais um trechinho que eu que eu destaquei. Concorrendo para a obra geral, ele próprio se adianta. Quando eu não cresci, aprendi, tomei consciência, me desenvolvi ao fazer a parte que me toca, por exemplo, na educação dos meus filhos, no trabalho que eu executo, ao cuidar de um animalzinho, ao me responsabilizar por um jardim, ao participar de uma campanha social, ao ensinar, ao aprender, ao trabalhar, ao gerenciar, ao ser gerenciada, Cada um tem sua parte que lhe toca. E quem diz que uma parte é melhor que a outra, tem mais status que a outra, é
mpanha social, ao ensinar, ao aprender, ao trabalhar, ao gerenciar, ao ser gerenciada, Cada um tem sua parte que lhe toca. E quem diz que uma parte é melhor que a outra, tem mais status que a outra, é mais importante que a outra, é ego. É nossa visão estreita de matéria. Porque para o espírito cada experiência é tão rica quanto outra. Eu gerenciar é uma experiência, é a parte que me toca. Vou ter que lidar com isso, com aquilo, com aquele outro. Ao ser gerenciado, é a parte que me toca. Vou ter que lidar com isso, com aquilo, com aquele outro. Ao viver numa fartura, vou ter que lidar com a parte que me toca. O que que eu faço com isso? Que que emprego que eu uso? Como é que eu faço para não perder minha reencarnação? Porque tem muita coisa, tá sobrando. Ao lidar com a escassez, é a parte que me toca. Como é que eu aprendo com isso? Como é que eu faço para sobreviver? Como é que eu lido? Tudo na terra tem como finalidade, como objetivo oferecer oportunidade de experiência, de crescimento, de desenvolvimento. Todas são importantes. A gente aqui na Terra que fica fazendo juízo de valores. É melhor ser isso do que aquilo. Coitado desse daqui, que sorte daquele. Isso é visão nossa, estreita para Deus. Cada experiência é importante. É importante eu ser a formiguinha pequena que é para gente parece que é tudo igualzinho ali dentro, tudo pequenininha, não tem um grande destaque. Todo mundo faz a mesma coisa. Para Deus ela é tão importante quanto um animal, um golfinho que é que é super desenvolvido, evoluído, né? um um macaco bonobo que que parece que parece que é gente, parece que pensa que como ser humano tanto faz. Ser humano, gênio, ignorante, criança, adulto. Ai, muito melhor ser adulto do que ser um bebê que não consegue nem se sobreviver, nem sobreviver sozinho. É, é o nosso ponto de vista. é o nosso ponto de vista infantilizado, porque para Deus toda experiência é tão rica quanto cada coisa no seu tempo, né? Eu eu lá também eu destaquei um trecho que eu achei tão bonito que ele diz assim:
o nosso ponto de vista infantilizado, porque para Deus toda experiência é tão rica quanto cada coisa no seu tempo, né? Eu eu lá também eu destaquei um trecho que eu achei tão bonito que ele diz assim: "A ação dos seres corpóreos é necessária à marcha do universo. A ação dos seres corpóreos é necessária, é necessária para a marcha do universo. Aquela ação que eu, um espírito, faço, os espíritos nos ensinam. que essa ação que eu fiz, ela é necessária. Não é que ela é usada, já que você fez, vamos tirar proveito. Não, ela é necessária para o quê? a marcha do universo. Eu, espírito pequenininho ignorante no mundo de provas e expiações. Estou agindo e aquilo que eu ajo, aquilo que eu faço, é necessário para a marcha do universo. Olha que bonito, que como que Deus confia na gente, que que Deus oferece. Deus oferece tudo, tudo pra gente. A gente participa de tudo, né? Só que nós não temos ainda esses olhos de ver dessa forma. Eles, os espíritos continuam na questão ainda 132 e o livro dos espíritos. Deus, porém, na sua sabedoria, quis que nessa mesma ação, eles, né, nós, encontrassem o meio de progredir e de se aproximar dele. Deste modo, por uma admirável lei da providência, tudo se encadeia, tudo é solidário na natureza. Então, finalidade da reencarnação, por que nós mergulhamos na carne? É para que a gente conheça o universo, para que a gente descubra como funcionam as leis divinas, para que a gente se aproprie dos talentos todos que Deus nos oferece. E ao fazer isso, tentar aprender, conhecer, trilhar, se esforçar, ao fazer isso, a gente progride e o entorno progride. E quanto mais a gente acende, mais próximo a gente se encontra de Deus. Quando chegarmos onde está Deus, no Deus está em todos os lugares, mas quando estivermos no nível de como Jesus disse, eu e o Pai somos um, quando nós também pudermos falar eu e o Pai somos um, seremos felizes, perfeitos e amor puro. Seremos amor, viveremos amor. É para lá que nós estamos indo. Para isso é preciso que a gente entenda o que
uando nós também pudermos falar eu e o Pai somos um, seremos felizes, perfeitos e amor puro. Seremos amor, viveremos amor. É para lá que nós estamos indo. Para isso é preciso que a gente entenda o que nós viemos fazer aqui. Qual é o propósito da do mergulho na carne? E é isso. Livro dos espíritos, questões 132 e seguintes. Na questão 133, eh, os espíritos falam também algo que a gente já citou aqui, todos somos criados, né? Todos nós, os espíritos, somos criados simples e ignorantes e nos instruímos como nas lutas e tribulações da vida corporal. Então eu começo a falar aqui a respeito da nossa interpretação muitas vezes equivocada do que é sofrimento na terra, de como olhamos errado de uma forma distorcida para aquilo que nós falamos que é sofrimento, que é dor, que é aflição. Ele diz assim ainda na questão 133a: "As aflições da vida são muitas vezes consequência da imperfeição do espírito. Quanto menos imperfeições, tantos menos tormentos, né? Então nós mergulhamos aqui para lutar. Ao lutar nós crescemos. Ao crescer nos purificamos. Ao nos purificar, precisamos sofrer menos, ou seja, temos menos lições para aprender. Então, vamos pensar o que a gente vê aqui na Terra. Uma criança entra no bersário, né? Entra no primeiro ano, ela tem uma trajetória escolar de décadas. Ela vai ficar décadas passando, passando de ano para ano, de ano para ano, de ano para ano, sofrendo as aflições. Não é porque ela vai ficar lá sendo chicoteada, punida, perseguida, não. Isso é visão nossa. Ela está tendo oportunidade de aprender. Para isso precisa de disciplina, de esforço, cansa, ai meu Deus. E vamos para mais um ano. E aprende de novo. Ai, minha cabeça parece que já nem cabe mais. Isso é, isso é sofrimento. Depende, depende. A gente acha que é sofrimento porque a gente gostaria de fazer o quê? Ficar sem fazer nada, né? Também não evolui. A gente quer ficar na praia tomando sol, bebendo um refresco, pensando no nada, né? Só que isso não faz a gente se desenvolver. A finalidade da reencarnação não é deixar a gente
né? Também não evolui. A gente quer ficar na praia tomando sol, bebendo um refresco, pensando no nada, né? Só que isso não faz a gente se desenvolver. A finalidade da reencarnação não é deixar a gente aqui passivo. A finalidade da reencarnação é oferecer pra gente um monte de oportunidades de crescimento. Então essa criança que tá no primeiro ano e olha todos os os 9 anos na primeira fase, depois mais 3 anos de ensino médio, depois mais 4 anos de faculdade, se ela quiser continuar, né, ela fala: "Nossa, tá longe". Aí ela e ela não sabe nada, ela é simples e ignorante, mas aí ela começa, ela vai para um ano, ela vai pro outro, aprende a escrever, aprende matemática, aprende pensar, aprende ciência, aprende se comunicar, resolver problemas, ela vai, vai, vai, vai, vai, ela vai crescendo. Quando ela tiver lá no nono ano, se a professora falar para ela quanto é 2 + 2, tem graça. Ai, você tá sofrendo para fazer a conta 2 + 2? Eu não tô sofrendo nada. Essa conta tá pronta na minha cabeça, mas se eu falar para uma criança de primeiro ano quanto é 2 mais do, ela nem sabe o que que eu tô falando para ela. E para ela aprender a fazer essa conta vai demorar, vai custar, vai doer. É um esforço mental. Quando eu já aprendi, não tem mais esforço. Então, que que eles estão falando? Que quanto mais eu evoluo, mais eu tiro de letra as experiências da vida. Então, menos elas me perturbam, menos eu as elas me afligem. Eu ainda sou aflita, passo por aflições porque eu ainda não sei muita coisa, porque eu ainda não consigo. Vamos pegar um outro exemplo que eu uso bastante, academia pra gente se fortalecer. Sou sedentária faz 10 anos. Primeiro dia que eu piso numa academia. Professora me dá um peso desse tamanho para fazer bíceps e eu suo. Aí faz agora 2 anos que eu tô na academia. Peguei, peguei a sério. A professora me dá aquele peso, eu vou falar: "Professora, tenha dó, né? Que isso? Isso aí não serve para nada. Que que eu faço com isso?" Aí a professora traz um peso desse tamanho e eu tô lá, né? Mas alguém que
me dá aquele peso, eu vou falar: "Professora, tenha dó, né? Que isso? Isso aí não serve para nada. Que que eu faço com isso?" Aí a professora traz um peso desse tamanho e eu tô lá, né? Mas alguém que tá 4 anos já carrega mais ainda. Ah, é a primeira vez que eu vou fazer uma corrida, eu corro 100 m e morro. E hoje tem gente que corre 20, 40 km. Como assim? Pois é, ele sofre menos para correr 40 do que eu para correr dois. Por quê? Porque ele já atravessou, ele já se desenvolveu, ele já progrediu. Então, a finalidade da gente vir pra Terra não é desviar das aflições. Ah, eu quero ser maratonista, mas eu vou fazer o possível para evitar esteira. Eu vou fugir das aulas de corrida na rua. Eu vou fingir que eu tô doente para não precisar treinar com os meus amigos que estão treinando paraa maratona. Então você não vai ser maratonista. Mas a gente age assim: "Ai, quero ser espírito de luz, quero estar com Jesus Cristo." Mas vive desviando daquilo que faz crescer na terra. Vive, vive dizendo: "Ai, que sofrimento! Se eu pudesse, se eu pudesse eu escapava do sofrimento. É. E não crescia. Ah, eu quero participar de uma de uma performance de dança. Que lindo. Todo mundo no palco juntinho. Então, vamos lá. Começa segunda-feira. 8 horas de dança por dia. Tá doido. Não aguento nem duas. Então, mas a hora que você vê o bonito lá na no palco, você quer. Agora, na hora que tem que conquistar esse lugar, não quero pagar o preço da dor, do sacrifício, da aflição, do sofrimento, porque eu acho que isso é errado. É errado sofrer. Imagina, acho que o que que eu fiz para passar por isso? Por que que eu estou pagando visão distorcida nossa, interpretação distorcida nossa? Não tô pagando. A gente pode usar esse essa expressão até pode. Dá para entender o que ela quer dizer, mas ela não é na essência exatamente o que está acontecendo. Não tô pagando porque eu estou devendo. Eu estou é fazendo de novo aquilo que eu não fiz certo. Percebe? Agora quer chamar isso de pagar? Tudo bem. Eu recebo um tanto de
amente o que está acontecendo. Não tô pagando porque eu estou devendo. Eu estou é fazendo de novo aquilo que eu não fiz certo. Percebe? Agora quer chamar isso de pagar? Tudo bem. Eu recebo um tanto de talentos na minha mão, uso tudo errado, faço, faço mal com esse talento. E aí o meu educador vai falar: "Cris, tenha dó. Eu te dei aí uma porção de coisa, você deixou estragar, você jogou fora, você deu para quem não precisava, você ficou com tudo para você." Não é isso. Eu te dei esse esse punhado de talentos para você poder crescer com eles de oferecer pro outro, ajudar o meio, fazer evoluir o universo. Vamos tentar de novo. Eu vou te dar de novo. Você vai repetir a experiência. Aí a gente, ai, tô pagando porque eu não fiz. Você tá pagando? Você tá fazendo de novo que você não soube fazer bem da primeira vez. Seu objetivo aqui é aprender. Você não aprendeu. Vamos fazer de novo. Mas a gente faz uma interpretação como se tivesse sendo perseguido, punido, torturado, né? Então o objetivo hoje do nosso encontro acho que é esse, é rever o que a gente entende por dor, por sofrimento, por aflição, né? E eh todos somos simples ignorantes. É pela luta que a gente vai crescer e influenciar o meio. Então eu cresço, o meio cresce comigo, a gente evolui, se aproxima de Deus. Quanto mais evoluído, menos dificuldade eu tenho para as coisas. Por isso que a gente fala: "Jesus viveu na terra". Mas eu não tenho noção do que é viver na terra sendo Jesus. Não consigo nem me e nem imaginar. Será que ele sofreu? O que que, como é que é sofrer para Jesus? Porque sofrer pro nosso grau de evolução é é achar que tá sendo punido, é querer fugir do sofrimento, é se sentir coitado, é se pôr de vítima. Para um espírito superior, primeiro que as coisas daqui da primeira série não tem nem graça para um universitário. Ah, universitário que tá fazendo matemática, quanto é 2 + 2? Quero ver se você sabe. Não faz sentido perguntar isso para alguém que já está fazendo cálculo três, logaritmo do da derivada, não sei das
Ah, universitário que tá fazendo matemática, quanto é 2 + 2? Quero ver se você sabe. Não faz sentido perguntar isso para alguém que já está fazendo cálculo três, logaritmo do da derivada, não sei das quantas. Não faz sentido para ele isso. Imagina Jesus olhando para as nossas aflições, mas não quer dizer que ele não sofreu. Agora, que tipo de sofrimento? Talvez o o o espírito do nível de Jesus sofra mais de ver a gente sofrer do que o sofrimento próprio que ele ao passar na terra sentiu. Talvez o maior sofrimento dele seja: "Meu Deus do céu, eu amo tanto essa essa humanidade que tá aqui e vejo eles se debatendo, vejo eles se corrompendo, vejo eles criando sofrimento para eles." Talvez esse seja o sofrimento maior de Jesus, né? Não ele sofrer o que nós sofremos, mas ele sofrer por nós, né? Por isso que a gente fala que Jesus sofreu por nós. Bom, fica então esse convite pra gente explorar o livro dos espíritos, questões 132 e seguintes, fazendo uma prévia da finalidade da reencarnação, da encarnação na terra. O que que a gente vem fazer aqui? Porque esse é o grande propósito. Que que a gente vem fazer aqui? É o propósito da vida. Qual é o meu propósito de vida? Meu propósito de vida é o que eu vim fazer aqui. E os espírit os espíritos explicam em linhas gerais, cada espírito na terra veio aqui para evoluir e, por consequência, fazer evoluir o seu entorno para que todos juntos vamos marchando para Deus. É isso. Esse propósito todos nós compartilhamos. Esse é um propósito que cada espírito na terra tem. Todos nós temos o propósito de mergulhar na terra para crescer, aprender, se desenvolver, fazer o nosso entorno se desenvolver, acender junto com a gente em direção a Deus. Agora, cada um vai fazer isso no seu tempo, do seu tamanho, do seu jeito, com seu perfume, com o seu talento. Aí é que a gente personaliza. Tem gente que vai acender por meio de tarefas mentais, científicas, de pesquisa. Tem gente que vai fazer, vai evoluir e vai fazer o seu entorno evoluir com a mão na massa, lutando,
gente personaliza. Tem gente que vai acender por meio de tarefas mentais, científicas, de pesquisa. Tem gente que vai fazer, vai evoluir e vai fazer o seu entorno evoluir com a mão na massa, lutando, trabalhando, se esforçando, cada um do seu jeito. E aí sim a gente mergulha pro particular tentar entender como que eu evoluço evoluir o meu entorno com base em quem eu sou. É aí que entra a questão de autoconhecimento, tudo aquilo que a gente falou para trás, prestar atenção no que é desejo, no que é vontade, o que que me inspira, o meu tempo com Deus, parar para refletir sobre a vida. Aí para eu encontrar o meu particular nesse escopo geral. Vamos então pra Joana de Angeles. E tem bastante hoje, hein? Eu trouxe aqui. Vamos começar com Jesus e atualidade, capítulo dois. Bom, eh, tudo é perfeito na criação de Deus. Nada tá fora do lugar. Tudo tem um propósito útil, nobre, belo. Quando a gente olha para alguma coisa com um olhar de que isso não deu certo, por que que isso aconteceu? Ai, que por que que isso tinha que acontecer comigo? Que drama. É como se a gente tivesse fazendo um juízo de valores e tivesse falando: "Ah, isso daqui não deu certo, isso aqui não era para ser assim, não". E e muitas vezes a gente verbaliza: Deus, o que que o senhor tá fazendo? Deus, por que que o senhor está fazendo isso comigo? Que que Deus pretende? Muitas vezes a gente faz ainda essa afronta na nossa criancice, né? Mas eh as aflições, na verdade, que a gente julga como erro, como punição, é aquilo que a gente estava falando até agora. Na verdade é só uma experiência. Tem experiência que o ego julga gostosinha. Por quê? Porque não me dá trabalho, não me faz doer, não me tira, não me dá cansaço. Mas essa, mas essas experiências também elas são boas, mas elas não fazem crescer tanto, né? Que que faz crescer mais o músculo? Eu ficar deitada na frente, na frente da TV, no sofá ou eu ir pra academia puxar ferro? Que que faz crescer mais o intelecto, a parte cognitiva? Eu ficar assistindo TV passivamente ou
mais o músculo? Eu ficar deitada na frente, na frente da TV, no sofá ou eu ir pra academia puxar ferro? Que que faz crescer mais o intelecto, a parte cognitiva? Eu ficar assistindo TV passivamente ou ir para uma escola e tentar entender o que tá escrito no livro? Sempre a atividade prazerosa, muito provavelmente ela não gera tanta mudança, tanto progresso, tanto oportunidade de crescimento, quanto aquela que exige esforço, sacrifício, dedicação, né? Então vamos rever esse esse nosso conceito. Quando as coisas não tiverem como a gente queria, a gente tiver sofrendo, chorando, doendo, não vamos achar que tá errado. Vamos lembrar, ó, é só uma experiência dura que Deus está me dando para eu crescer. Quanto mais difícil, mais crescimento. Então, respira fundo, fundo, pega a espada que Jesus falou e vamos pra luta. Quanto mais difícil, maior o crescimento. Vamos com esse ponto de vista. Então, Jesus e atualidade, capítulo 2. Não te crucifiques na consciência de culpa após após reconheceres o teu erro. Não te encarcere nas sombras depois de identificares os teus delitos. Não te amargures em demasia quando se descobrir equivocado. Renasce dos teus escombros e recomeça a recuperação de imediato, evitando futuros retornos expiatórios, injunções excruciantes, situações penosas. Pede perdão e reabilita-te ante aquele a quem ofendeste e prejudicaste. A reencarnação de que te utilizas é concessão superior que não podes desperdiçar. Então o que que Joana está dizendo? Tá sofrendo, tá difícil? Errou, percebeu que não fez o que deviria? Ao invés de ficar se lamentando, se culpando, sentando, chorando, se achando pior dos seres, não. Ai, a experiência está aí. Deus permite o erro pra gente aprender com erro. Deus permite o erro. Por que eu não permito? Eu nunca poderia ter errado. Ah, não. Agora você quer falar para Deus, então, que ele onde se viu Deus me deixar errar. Deus permite o erro porque ele quer que a gente aprenda com erro. O errar para Deus não é igual pra gente. É que a gente se acha muito. Nosso orgulho
, então, que ele onde se viu Deus me deixar errar. Deus permite o erro porque ele quer que a gente aprenda com erro. O errar para Deus não é igual pra gente. É que a gente se acha muito. Nosso orgulho ainda fica muito ofendido quando a gente erra. Ai, onde já se viu fazer o que eu fiz? É, sabe onde já se viu? No mundo de provas e expiações, a gente vê o tempo todo. A gente faz o tempo todo coisas que estão que fazem parte do mundo de provas e expiações. Eu não estou justificando erros propositais que t origem na inveja, na vingança, na maldade, na violência. Isso não. Eu estou dizendo o erro proveniente da da ignorância. Quando a gente fala: "Nossa, eu errei, não dei conta, não era o que eu queria fazer. Ai, que bom, você se tocou, percebeu. Aí renasce dos teus escombros, recomeça a recuperação de imediato, pede perdão e reabilita-te. Então, não vamos ficar presos naquilo que deu errado, naquilo que não saiu conforme a gente queria, naquilo que gerou problema. Não, vamos pegar a nossa espada, vamos renascer igual a Fênix, né, que que morre, mas se transforma pelo fogo que a matou e renasce mais evoluída. É isso que a gente veio fazer na Terra. Ao invés de se sentir coitado, renasce dos teus escombros, recomeça e se recupera de imediato, pede perdão e te reabilita. Olha que lindo, né, Joana? Poética. Bom, então nada de ficar contando historinha que ai, onde se viu que eu tô passando, olha o que eu fiz, olha o que me fizeram, tá bom? Já entendeu? Já viu o que fez? Já viu o que fizeram? Tá, que que a gente vai fazer a respeito? Vamos, não perca tempo, porque ficar lamentando não faz crescer. Ficar culpando o outro não faz crescer. Ficar se culpando não faz crescer. Serve paraa tomada de consciência e para realinhamento de rota. Nossa, eu tava fazendo uma coisa, percebi, acordei, não é por aí. Tá bom, vamos começar de novo. Vamos para outro lugar. Regu-te da sombra. Vamos agora para o homem integral, capítulo . Bom, nosso planeta, aquilo que a gente já começou falando, nosso
, não é por aí. Tá bom, vamos começar de novo. Vamos para outro lugar. Regu-te da sombra. Vamos agora para o homem integral, capítulo . Bom, nosso planeta, aquilo que a gente já começou falando, nosso planeta é a nossa escola. Pensa sempre nisso. Nosso planeta é nossa escola. E aí a gente pode brincar que série eu estou? Que escola eu estou? Qual é a minha turma? Quem está mais ou menos pareando comigo? Eh, quanto eu tenho me esforçado na escola? Que que ainda eu tenho para aprender? Que que eu já aprendi nas nas séries anteriores? É um jeito da gente se localizar. Às vezes a gente não fala, a gente não encontra pessoas que a gente fala: "Nossa, eu sou tão parecida com você. Eu passei pelo por experiências muito parecidas. Eu busco coisas muito parecidas. Eu tenho os medos que você tem. Eu tenho necessidades parecidas. Que interessante. Ah, então acabou de de encontrar o seu amiguinho de classe, né? Estão os dois na terceira série, no terceiro ano, quinto ano, nono ano. Não importa. Você acabou de descobrir um espírito que mais ou menos confere com você ali. Mas de repente a gente encontra alguém que a gente fala: "Meu Deus, que sabedoria, que pessoa sábia. Como ela lida com as emoções de um jeito equilibrado? Ah, você acabou de descobrir alguém que está na sua frente, né? Você tá lá no terceiro ano e descobriu alguém que tá no terceiro do médio. Olha como ele já sabe, como ele já consegue, que como ele já pode, né? Então, mas tá tudo bem, cada um no seu tempo. Aí você começa a se perguntar que escola eu tô que eu estou, porque tem escola que oferece mais desenvolvimento cognitivo, muito estudo, estudo, estudo. Tem escola que já olha mais pro lado social, oferece mais interação para aprender. Tem escola que é mais voltada pro pro próprio ser humano, pro indivíduo, leva muito ao autoconhecimento. Dependendo do que meu espírito precisa, Deus me coloca nessa escola, naquela escola. Então, tem irmãos nossos que nasceram em terras onde a cultura não é muito religiosa, são mais ciência.
nhecimento. Dependendo do que meu espírito precisa, Deus me coloca nessa escola, naquela escola. Então, tem irmãos nossos que nasceram em terras onde a cultura não é muito religiosa, são mais ciência. Provavelmente esse espírito precisava mais disso. Tem outros irmãos, por exemplo, nós que nascemos num país que é muito religioso. Talvez é isso que a gente precise. Tem lugares que não falam sobre autoconhecimento, acham bobagem. Tem outros lugares que parece que são feitos com base no autoconhecimento. Se pensamos na na civilização oriental, né, principalmente a a as a os os antigos, porque hoje parece que o mundo inteiro é mais ou menos a mesma coisa, mas a gente fazendo essas análises, a gente consegue se conhecer, a gente consegue identificar o que que Deus, que que eu preciso fazer, porque o que eu preciso fazer deve ter base com o lugar onde eu estou, com as pessoas com que eu convivo, com o estilo da cultura. Tudo isso é pista para eu me conhecer e saber o que me cabe nessa vida, qual é o meu propósito nessa vida. Então, no capítulo nove, no capítulo 9 de homem integral, Joana vai falar dessa escola, né, que aqui a gente vem para fazer lição, tarefa, experiência, aprendizado. É isso que a gente veio fazer. Então ela diz: "O processamento da aquisição intelectual cognitivo faz-se ao longo das experiências de aprendizagem, mediante as quais o eu consciente adiciona conteúdos culturais ao mesmo tempo que desenvolve aptidões, talentos adjentes, que já estavam em mim. para as diversas técnicas da arte, da ética, num incessante, da técnica, num incessante aprimoramento de valores. Então, nesse parágrafo pequenininho, Joana dá uma aula pra gente de reencarnação. Então, o que que ela diz? A gente mergulha na carne para experiências de aprendizagem. Essas experiências elas vão nos trazer cultura, arte, técnica, ética. E ao evoluir em todas essas áreas, que que evolui por fim? Os valores, o aprimoramento dos valores. Então, é isso que a gente vem fazer na Terra. Esse é o nosso propósito aqui nessa
e, técnica, ética. E ao evoluir em todas essas áreas, que que evolui por fim? Os valores, o aprimoramento dos valores. Então, é isso que a gente vem fazer na Terra. Esse é o nosso propósito aqui nessa escola, é desenvolver virtudes. Que que são virtudes? Virtudes tem a ver com nossa moralidade, tem a ver com nossa educação moral. E como é que eu faço para desenvolver a minha moralidade? é um conjunto de fatores. Eu preciso aprender a lidar com as minhas emoções, senão a minha melhor intenção é derrubada por uma emoção que rompe. Eu saio de casa falando: "Vou amar todo mundo." Alguém me fecha no primeiro cruzamento e eu xingo a pessoa que eu jurei que eu ia amar porque emocionalmente estou descontrolada. Então, a aquisição da moralidade depende do conhecimento, depende do autoconhecimento, depende da educação emocional, ou seja, da regulação emocional para eu conseguir me regular sem explodir. Aí eu consigo praticar a moralidade, a ética que eu queria. Eu sei o que eu devo fazer. Eu me conheço para saber o quanto eu tô conseguindo fazer isso ou não. Eu tenho regulação emocional para segurar os os rompantes, os automatismos. Então eu posso dizer, eu já sou moralmente tranquila nesse ponto. E a gente vai desenvolvendo a moralidade em todas as suas virtudes, instâncias, categorias, né? Então é isso que a gente vem fazer na Terra. Agora nós vamos lá pro livro Plenitude. Eu peguei dois capítulos, o capítulo 7 e o capítulo 13 do livro Plenitude. Gente, só para reforçar aqui, né, no meu mundo dos sonhos, vocês ficam anotando aí vocês têm lá a coleção da Joana. A minha tá aqui, ó. Vocês têm lá a coleção da Joana e aí vocês vão anotando, depois eles pega o capítulo, dá uma lida, porque aí sim é um estudo profundo. Esse aqui é uma introdução. Essa esse encontro é uma provocação, é uma motivação e é no máximo um direcionamento. Se vocês tomarem nota, trouxerem mesmo esse intuito do estudar e depois vocês irem pra obra e ler, aí sim a gente internaliza, né? Isso. Por isso que a
é uma motivação e é no máximo um direcionamento. Se vocês tomarem nota, trouxerem mesmo esse intuito do estudar e depois vocês irem pra obra e ler, aí sim a gente internaliza, né? Isso. Por isso que a gente fala é estudo, não é simplesmente uma apresentação do tema. O objetivo nosso é realmente promover uma oportunidade de estudar. Bom, então, capítulo 7 e 13 do livro Plenitude, eh, quando nós vamos procurar, ah, porque que que ela diz aqui? Ela diz assim, a gente não veio aqui para evoluir e ser perfeito e ao ser perfeito, a gente vai ser feliz e amar? Então, esse é o nosso processo. Então, quando a gente procura ser feliz e quando a gente eh procura amar, nós estamos aprendendo a nos alinhar com as leis divinas. Lá no livro dos espíritos também tem essa pergunta, que que é o bem e o que que é o mal, né? Vamos estudar o que é bem e mal. E os espíritos dizem, vamos chamar de bem tudo aquilo que está alinhado com as leis divinas, que faz parte do planejamento de Deus pra vida, pro universo. E vamos chamar de mal aquilo que está desalinhado. Deus criou a vida e Deus criou a a o amor à vida, o valor à vida. Então, se eu provocar a morte, eu estou me desalinhando do plano divino. Então, eu vou chamar de o valor à vida de bem, porque é o que Deus espera, está dentro dos planos divinos e vou chamar de mal aquilo que vai contra. Se Deus falou: "Valorize a vida". E eu desvalorizo a vida e provoco a morte, eu estou indo eh desalinhado à lei divina, né? Então, pra gente ser feliz, pra gente amar, naturalmente a gente vai estar mais afinada com, vamos estar mais afinados com as leis divinas. Então, vamos ver o que que Joana traz no Plenitude capítulo 7:13. O sofrimento deve ser superado pelo amor, pela meditação, pela compreensão da sua presença na vida dos seres. Compreender a presença desse desse sofrimento no sentido de experiência, de crescimento, de fator de progresso, de necessidade de reeducação, de mecanismo de evolução. Então, Joana está trazendo muitos sinônimos para o que é sofrimento. Como se a gente
tido de experiência, de crescimento, de fator de progresso, de necessidade de reeducação, de mecanismo de evolução. Então, Joana está trazendo muitos sinônimos para o que é sofrimento. Como se a gente perguntasse, Joana, que que é sofrimento? E ela diz: "Sofrimento é fator de progresso, meio de progredir, é necessidade de reeducar. Ele vem como uma necessidade de se reeducar, é um mecanismo de evolução. Sofrer é oportunidade de crescer, só isso, né? e que permanecem nos indivíduos que discernem e pensam por meio de eleições deles mesmos, já que a meta da reencarnação, ela vai dizer com a finalidade objetivo da reencarnação, é a de lograr a vitória sobre o sofrimento. Como é que eu supero sofrimento aprendendo o que ele me ensina? Vamos pegar o mais simples exemplo. Eu peguei um peso pequenininho. Vou, vou vou. Quando eu superar esse peso, ele já não me dói mais. Aí eu pego aquele peso pequenininho. Nossa, pensar que um dia ele me fez sofrer, fiquei com dor, hoje não tem nem graça. Eu faço, ó, dominei, eu superei o sofrimento. Superar o sofrimento é passar por ele, aprender com ele, se fortalecer para que ele não nos incomode mais, para que ele não nos afete mais. Agora, se eu fujo de sofrimento, se eu falo que é do outro, se eu espero algum salvador, eu não cresço. Aí a professora lá da da academia vai falar: "Vamos fazer esse?" Ah, não, o fulano que vai fazer por mim, tá bom? Só que quem vai crescer é o fulano, não é você. Ah, não, esse peso não é meu, não vou fazer. Ah, não, hoje não é meu dia, tá bom? Você tá perdendo a chance de se fortalecer. Os seus colegas que estão aceitando a chance, daqui a pouco não sofre mais por isso. Você continua sofrendo porque até hoje você não quis aprender a lição que essa dor, esse sofrimento te traz, né? Ela continua: "A é indispensável a libertação dos condicionamentos materiais, disciplinando a mente e a vontade, de modo a adaptar-se de imediato à vida além da vida. Somente assim, o sofrimento pode ser evitado, especialmente se a existência corporal
ondicionamentos materiais, disciplinando a mente e a vontade, de modo a adaptar-se de imediato à vida além da vida. Somente assim, o sofrimento pode ser evitado, especialmente se a existência corporal faz- se caracterizar pelas ações enobrecidas, atingindo a finalidade precípoa da reencarnação, que é a busca da felicidade. Outra forma de Joana falar, que que nós vios fazer aqui, Joana? A gente veio aqui para se libertar dos condicionamentos materiais, ou seja, eu supero, a matéria já não manda em mim, ela não me controla. Então, se eu vejo algo que me é tentador, chocolate, bebida alcoólica, tudo aquilo que eu gostaria de não fazer, aquilo já não me tenta mais. Eu superei o condicionamento, aquilo não me condiciona. Ai, eu não aguento, não aguento, não aguento. Peguei não. Isso daí me tentou por muito tempo. Hoje eu superei. Isso não me condiciona mais. Já não estou mais condicionada. Posso dizer não quero, posso dizer eu escolho não querer. Eu superei o condicionamento, né? Eu disciplinei a mente, eu disciplinei a vontade e isso fez o quê? Que eu me tornasse mais evoluído e, por consequência, mais próxima da felicidade. Bom, vamos agora para momentos de saúde e de consciência, capítulos 4 e 10. Ela vai dizer de novo a história da da classe, como se a gente tivesse numa escola. Eu fiz de novo esse paralelo. E então, cuidado pra gente não querer estar numa classe que é superior. Cuidado também para não ficar acomodado numa ah, eu estou aqui na primeira, no primeiro ano, tá tão bom, porque eu sei fazer tudo, então não quero ir pro segundo porque daí eu vou começar tudo de novo. Não saia da acomodação. Se você já superou uma coisa, tá na hora de para uma outra, tá na hora de de se desafiar um pouco mais. senão não cresce, né? Se eu já acostumei com o pezinho, aumenta um pouco esse peso ou faz mais repetições ou faz mais concentrado o movimento, senão chega uma hora que eu paro de evoluir. Então Joana diz: "A reencarnação conduziu-te a um lar". Ah, ela vai dizer aqui a respeito do da das
az mais repetições ou faz mais concentrado o movimento, senão chega uma hora que eu paro de evoluir. Então Joana diz: "A reencarnação conduziu-te a um lar". Ah, ela vai dizer aqui a respeito do da das perguntas que a gente fala assim: "Por que que eu nasci nessa família? Por que que eu vim? Eu não me identifico com essa família. Engraçado, parece que ninguém se identifica com a família, né? Parece que todo mundo. E aí às vezes eu fico pensando também, pensa que se Deus colocou os laços da família, ele colocou um um ele colocou um ingrediente extra, porque os laços da família eles são mais fortes. Por mais que você ame seu amigo que você encontrou e você ama esse amigo desde a sua infância, você tá com esse amigo por uma vida inteira. Quando você pega um irmão de sangue, tem um ingrediente ali que é um pouco maior, né? Você ama crianças de todo mundo, você ajuda, você trabalha com educação. Quando é sua criança é seu filho, tem o que a mais? Aí eu fico me perguntando, ainda bem que Deus coloca para nossa família espíritos que que a gente não tem muita afinidade? Por quê? Porque daí a gente aproveita melhor esse ingrediente. Porque talvez esse espírito que a gente já não tem afinidade, se ele viesse na forma de um amigo, eu ia escolher não ter esse amigo, mas não dá para escolher não ter essa mãe, esse pai, esse irmão, esse filho, né? Então, ao dar um um uma ajuda para que a gente tenha um algo a mais pelos laços da família, ele nos ajuda a superar inimizades do passado, né? Então, no mundo de provas e expiações é comum, é comum, a gente deve olhar pro lado bom. Ainda bem que eu tenho oportunidade de ter próximo de mim esses espíritos com quem eu preciso me reorganizar, né? Então, Joana diz: "A reencarnação conduziu-te a um lar que consideras inadequado para o teu progresso e te faz sofrer. Talvez tu mesmo o hajas elegido para adaptar-se desde cedo ao processo reparador. Cada um se vincula aos seres de que necessita para evolução. Permanecer, porém, ergastulado a esses eventos afligentes é atitude.
esmo o hajas elegido para adaptar-se desde cedo ao processo reparador. Cada um se vincula aos seres de que necessita para evolução. Permanecer, porém, ergastulado a esses eventos afligentes é atitude. acomodatícia com o negativo e perturbador quando se dispõe de valiosos meios para libertação. Então, para de reclamar, de se sentir coitado, abandonado por Deus. Deus não prestou atenção na hora de montar minha família. Para de se sentir o diferente. Estamos todos no mesmo barco. Para de ficar nessa acomodação, nesse negativismo, né? Deus te deu os meios de superar. Levanta e anda, né? Não foi isso que Jesus falou. levanta e anda. É isso. Sai dessa lamentação. Longe de ser uma punição, a dádiva do renascimento corporal é bênção de amor. É bênção do amor de Deus, auxiliando o espírito a desenvolver os recursos que lhe jazem latentes. Qual terra arroteada e adubada em condições de transformar a semente diminuta no vegetal exuberante que nela dorme. Então é bênção, é oportunidade, Deus está no comando. Vamos confiar. Vamos agora eh para eu falei que hoje tinha bastante coisa. Autodescobrimento. É o último livro que eu trago, uma busca interior. Então, capítulo dois do livro autodescobrimento, uma busca interior. E ele continua falando um pouco dessa questão da família. Quando a gente pergunta como é que se formam as famílias, por que eu vim junto com essa pessoa que me faz tantos, me perturba tanto, né? Então, Joana vai trazer um pouquinho esse olhar pra reencarnação e ela diz as reencarnações comuns, né, a maior parte das reencarnações na Terra, sem destaques missionários, sem ter um um um história específica, sem ser um um espírito específico que veio para fazer alguma missão, né, a maioria de nós invariavelmente são programadas pelos automatismos da lei. A própria lei regula, a própria lei aproxima quem precisa de quem precisa. A lei é perfeita, ela é inteligente. A própria lei gera pra gente o que a gente precisa pro nosso crescimento, que leva em conta diversos fatores que
própria lei aproxima quem precisa de quem precisa. A lei é perfeita, ela é inteligente. A própria lei gera pra gente o que a gente precisa pro nosso crescimento, que leva em conta diversos fatores que respondem pelas afinidades ou desajustes dos seres, assim como pelas realizações ético-morais, unindo-os ou não, de uma de forma a darem cumprimento aos imperativos responsáveis pela evolução individual ou dos grupos humanos. Então, existe uma lei. Essa lei faz com que a gente se aproxime se precisa se aproximar, faz com que a gente se separe se é necessário ficar um tempo separado. A própria lei inteligente, ela vai criar a melhor condição pra gente evoluir. É uma é uma lei. A gente não tem inteligência artificial hoje que sabe falar exatamente, pensar em todas as possibilidades e dar melhor de todas. Imagina Deus, a lei divina, ela sabe com riqueza de detalhes aproximar quem precisa no lugar que precisa, no momento que precisa, afastar quem precisa, no momento que precisa. Então, quando eu me deparo com uma circunstância, é isso que é esse lugar que ocupo, essa família que eu tenho, é nesse lugar que eu vivo, é nesse ano que eu estou. A lei programou isso da melhor possibilidade possível para que a gente tenha mais chance de ter sucesso, né, de evoluir nessas condições. Hum. em outras circunstâncias, né, quando não são essas essas esses agrupamentos eh automáticos, né, em outras circunstâncias são planejados por técnicos no mistério. Então tem algumas reencarnações específicas, que aí é uma missão, é uma um objetivo eh pontual que aproximam as criaturas, que formam os clãs, nem sempre, porém, levando em consideração a efetividade existente entre eles, mas também situando os próximos na mesma consanguinidade, a fim de serem limadas as arestas, corrigidas as imperfeições morais, desenvolvidos os processos de de resgates próprios dos estágios em que permanecem. Desculpa. Então, o que que eles estão dizendo? Nesse caso não é nem tanto uma missão de um espírito que veio para
is, desenvolvidos os processos de de resgates próprios dos estágios em que permanecem. Desculpa. Então, o que que eles estão dizendo? Nesse caso não é nem tanto uma missão de um espírito que veio para fazer uma tarefa. Ele diz o seguinte: quando a gente vai reencarnando, a própria lei vai falando: "Vem para cá, ajusta aqui nessa família, nesse tempo, naquele lugar". De vez em quando os espíritos, nossos anjos de guarda, falam: "Vamos reunir um grupo, vamos, vamos, não deixa a lei ir sozinha, vamos fazer de propósito, ó. Vamos trazer esse grupo. Eles estão com muitas desavenças, faz muitas vidas que eles estão brigando. Então, vamos criar uma oportunidade específica. A gente coloca eles juntos, a gente dá condições deles eh eh poderem conhecer um pouquinho melhor um ao outro, saberem se perdoar. Então, às vezes tem interferência programada dos espíritos e na maior parte das vezes a própria lei regula regula quem vem, onde vem, com quem vem. Encontros para primeiras experiências são organizados com o fito de facilitar fraternidade, ampliando o círculo de afeições. Reencontros são estabelecidos para realizações dignificadoras ou retificações impostergáveis. Por isso, são comuns os choques domésticos, os conflitos e ideias de interesses, as preferências, os repúdios, os entendimentos e as reações familiares. Então, quando a gente vem junto, às vezes a gente vem com um parceirão de jornada, porque a gente vai desenvolver uma obra aqui que precisa de ajuda. Eu fico imaginando, por exemplo, o tio Nilson com o Divaldo, dois parceiros, ó, de vidas e vidas. Vamos juntos. Um fortalece o outro, um ajuda de um jeito. Tio Nilson era dos bastidores, era do do interno. Divaldo era do externo no sentido de acessar o povo. E os dois juntos constróem uma obra linda. Às vezes não vem dois inimigos que precisam aprender a se suportar. Então quando eu amo, eu tenho vontade de ficar junto. Quando eu sou inimigo, eu tenho vontade de nunca mais ver. Mas a gente não deve se deixar levar por isso,
gos que precisam aprender a se suportar. Então quando eu amo, eu tenho vontade de ficar junto. Quando eu sou inimigo, eu tenho vontade de nunca mais ver. Mas a gente não deve se deixar levar por isso, porque às vezes a gente pediu para vir com esse inimigo para ver se superava e aí chega aqui se afasta, né? Então não vamos na primeira dificuldade romper. Ah, eu eu vou para outro lugar, a gente não se combina. Vamos tentar um pouquinho mais, né? Vamos procurar meios, outras formas da gente poder superar. Aí a gente pode ganhar um amigo e pode deixar um problemão para trás, né? Então, por isso que de vez em quando tem preferência, de vez em quando tem repúdio, de vez em quando bate a ideia, de vez em quando não tem nada a ver a ideia, né? Por conta disso. Então, uma das finalidades primaciais da reencarnação é a aquisição do amor, né? Essa afetividade plena, né? Para o crescimento espiritual e o autoaprimoramento. Então, Joana fala que em última instância a gente tá aqui para aprender a amar. E é assim que eu termino nosso encontro. A gente veio para esse crescimento espiritual, para o autoaprimoramento, mas em última instância a gente veio fazer o que Jesus nos ensinou, amar uns aos outros. Fica aqui então esse convite para que a gente repense nossa vida, não tirando o foco que a gente costuma dar pro sofrimento, pras aflições, e entender que a gente veio para uma escola. A gente veio para batalhar, para lutar, para crescer, para progredir, para se para se eh para se para reatar. eh, laços, né? Essa é a finalidade. Esse é um propósito enorme de vida, aproveitar a oportunidade sem reclamar, sem lastimar, sem se acomodar, mas crescer onde for plantado, né? Germinar, desabrochar e florescer onde a gente foi plantado. Muito obrigada pela atenção e até a próxima semana.
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