T5:E12 • Momentos de Consciência • Consciência e Hábitos
Gelson Roberto, Cláudia Semeghini e Guadalupe Amaral dão continuidade ao estudo da obra Momentos de Consciência, de Joanna de Ângelis. Neste capítulo em questão, a autora espiritual destaca um trecho do poema de São João da Cruz, para falar sobre transitoriedade. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #MomentosdeConsciência #Hábitos
alô amigos tudo bem É um prazer estarmos novamente juntos estudando a série psicológica Joana De Angeles hoje trabalhando o tema consciência e hábitos o capítulo 12 do momento de consciência e conosco aqui a Cláudia Guadalupe colaborando pra gente poder junto refletimos um pouquinho mais sobre esse capítulo E aí Guadalupe Cláudia tudo bem com vocês vamos então trabalhar um pouquinho esse capítulo e e ela começa com uma uma frase impactante me parece né que é a colocação de São João da Cruz quando ele afirma que Deus encontrar n trevas do ser humano como é que vocês entendem essa colocação de São João da Cruz como é que isso de maneira a partir da Perspectiva da benfeitora é entendida por vocês Olá pessoal um prazer est aqui com vocês novamente Guadalupe Gelson e todos os demais eu fui lá nesse poema de São João da Cruz para entender melhor isso né E aí São João diz que é a alma que fala né A partir dessa saída da Alma desse lugar conhecido para esse desconhecido paraa noite escura da Alma paraa Noite Escura dessa travessia né E aí a gente vai entender que essa passagem é sair é desapegar-se é sair do mundano daquela realidade transitria né da realidade dos costumes de tudo que é transitório para a realidade do intransito daquela daquela da permanência real da vida real da realidade né E aí entendendo em um pouco mais ele vai dizer dessa não paz essa forma e aí ele vai trazendo uma coisa da Med né da contemplação da introspecção e que ainda assim mesmo a gente tentando esse hábito ainda não se alcança essa interiorização porque nesse hábito ele diz que vão ter a soberba né o a avareza a ira a preguiça são coisas que são eh ele São João da Cruz vai relacionando e aí a gente não cabe explicar aqui nem eu conseguiria explicar tudo agora né mas assim por exemplo a soberba aquela pessoa que vai se eh eh adquirindo hábito né Eh de de meditar e se acha soberba se acha maior do que o outro então vejam ele vai através desse poema adentrando nessas sombras nossas que mesmo tentando estar nesse lugar ainda
adquirindo hábito né Eh de de meditar e se acha soberba se acha maior do que o outro então vejam ele vai através desse poema adentrando nessas sombras nossas que mesmo tentando estar nesse lugar ainda está eh eh ainda envolto nessa sombra ainda não interiorizou de fato não mudou então entendendo isso tudo aí é que eu fui entender melhor quando ela diz que Deus é encontrado nas trevas do ser humano porque nesse adentrar-se nesse mergulhar né entrando em contato até Com todas essas eh eh experimentações não Virtuosas digamos assim é que a gente vai entrando em contato com essa parte sombria com esse lado que precisa resplandecer ou seja trazer luminosidade para ego né pra personalidade que mais na frente a Joana vai vai destacar personalidade e individualidade né então e é necessário que a gente vá adentrando nessa não paz para buscar então a verdadeira paz que é nessa vida eh eh de de de contemplação né que a meditação traz os monjos né vivem na contemplação Mas a gente pode trazer isso paraa nossa vida real Como uma medita uma contemplação do que é eh eh eterno e daquilo diferenciação daquilo que é fugidio aquilo que não pertence à Vida eh eh eterna né aquilo que a gente não vai levar na malinha né que na nossa malinha não cabem essas coisas né E aí foi foi isso que eu fui entendendo Então esse lado escuro né É faz parte ainda dessa sombra on estaremos em contato com esse aprofundamento desse si profundo né em busca de alcançar esse se esse self né Essa partícula Divina que tá dentro de nós aí é que a gente vai alcançar através dessa a travessia da Noite Escura da Alma né uma grande travessia e e só para finalizar a gente compara essa travessia com o deserto né que todos nós temos em algum momento do que atravessar sozinhos né ou seja dando conta de nós mesmos é interessante e bonita forma como trouxestes Cláudia e complementando muito ela fala sobre isso quando ela diz logo ali no no terceiro terceiro parágrafo Enquanto essa área de sombras não seja clareada pela razão a
e bonita forma como trouxestes Cláudia e complementando muito ela fala sobre isso quando ela diz logo ali no no terceiro terceiro parágrafo Enquanto essa área de sombras não seja clareada pela razão a ignorância predomina e os instintos governam né A questão não é o instinto são eles governando mesmo que o raciocínio pareça comandar lhe os hábitos e as ações e ela vai nesse capítulo a partir daí fazendo essa correlação da jornada humana com a jornada espiritual Ah como é que a gente vai de fato ampliar consciência ter uma consciência mais lúcida isso passa pela ação pelos hábitos e pela observação dos nossos comportamentos também e o que que nós estamos fazendo com cada momento que nós estamos vivendo essa diferenciação de razão inteligência a importância de cada uma nessa dinâmica então é muito muito didático a forma como ela traz isso que João da Cruz traz tão bonito no no poema dele e quando fala da Noite Escura da alma e essa necessidade de olhar então para si olhar com serenidade mas com responsabilidade comprometimento para de fato eh ampliar a consciência ter uma consciência mais lúcida de se perceber vivendo na terra nessa experiência humana com as necessidades que se tem mas não perdendo de nós mesmos a nossa realidade maior que a espiritual e aí ela vai seguindo como eh Nas questões de meditação e de como que se faz de uma forma eh genuína esse esse processo pensando na na nessas duas questões que vocês trouxeram a Cláudia remetendo a essa profundidade da Alma né e a Guadalupe de outra por outro lado trazendo a questão também dos impulsos dos instintos e E aí eu me lembrei de Heráclito né que que ele fala em vários momentos da da sua obra que a alma não tem limites né ele tem uma frase que Caminhando não encontrareis o limite da Alma mesmo que a gente percorresse todas as estradas Pois é muito profundo o o Logos que ela possui então a razão da Alma no Logos dela então realmente nós trazemos em nossa essência o Divino o Divino a na nossa consciência tá lá a
sse todas as estradas Pois é muito profundo o o Logos que ela possui então a razão da Alma no Logos dela então realmente nós trazemos em nossa essência o Divino o Divino a na nossa consciência tá lá a lei eh a lei da natureza as leis naturais escritas dentro de nós e e como Joana vai explicando aqui né que a Guadalupe citou eh vai nós temos essa larga caminhada evolutiva eh do processo que sai lá dos impulsos instintivos animais até a chegada desse Logos dessa razão da Alma né Eh que envolve um libertar de consciência mais elevado e a Joana vai falar Justamente que as emoções fazem parte da nossa natureza animal né que que que por não poderem serem eh destruídas né elas foram o utilizadas canalizadas para a edificação em favor das da cultura da beleza da a arte e das conquistas também superiores da Alma como a paz a solidariedade O amor só que isso é uma jornada muito longa né E ela fala que de uma certa maneira essas emoções vão gerando condicionamento né tanto vibrações né que da qual a gente se alimenta formando os temperamentos e assimilamos de maneira a sintonizar com essas vibrações criando então uma psicosfera própria do nosso jeito de vibrar de emitir esses padrões internos e mentais né de uma certa maneira e ela vai colocar que de certa maneira quando esses esses padrões emocionais ficam enraizados né na forma de nas paixões na superficialidade dos impulsos Mais Materiais né eles se tornam eh padrões hábitos de qualidade inferior que a gente chama de vícios né gerando né processo de tormento ou mesmo criando conflitos ou eh caminhos destrutivos para pra gente né então por isso que ela vai colocar mais está ali quando a guardalupe falava desse processo que houve uma cisão né entre a a uma dimensão mais profunda né da nossa alma e essa dimensão mais superficial de uma consciência mais superficial verso essa consciência mais profunda em função justamente de ficarmos preso no imediatismo desses hábitos que responde uma gratificação imediata superficial e limitadora da nossa natureza
superficial verso essa consciência mais profunda em função justamente de ficarmos preso no imediatismo desses hábitos que responde uma gratificação imediata superficial e limitadora da nossa natureza é interessante gelso você fala da psicosfera individual de cada um né e e assim no cotidiano eh a gente não vai se dando conta mas é importante a gente sempre lembrar né que eh nós emitimos essa frequência através de como né Desse do do de que olhar a onde nós direcionamos o nosso olhar se é no apego se é no consumo né se é nessas emoções mais eh primárias né e descontroladas né eu me lembrei do não então só para finalizar eu achei muito eh finalizar esse raciocínio eu achei muito importante isso porque ela vai dizendo assim lá em cima né Aí eh o tentame deve ser continuamente exercitado em todos os períodos da ência terrestre porquanto as experiências realizadas elevam a patamares mais significativos abrindo possibilidades mais amplas de aut penetração então cada vez que a gente fori interiorizando mais isso que nós emitimos frequência nós somos frequência né emitimos Essa frequência e que frequência nós estamos se são os instintos grosseiros né como éramos lá atrás aí o evangelho diz Santo Agostinho se não me engando é que fala isso né inicialmente somos extinto depois Sensações partimos para os sentimentos né que é o que a gente tá exercitando agora né E vamos é para o amor aquele amor com a maiúsculo então assim que frequência é essa que nós estamos emitindo né é grosseira é mais Sutil né É lógico que nós estamos ainda no caminho né mas a reflexão sobre isso é super importante né porque como como você disse isso vai se constituindo um hábito E se a gente tem um hábito de ser só grosseiro só reativo ação e reação sem uma reflexão a gente vai criando também essa psicosfera para nós vai fazendo E aí Ela traz aqui que na nossa jornada nós temos fatores endógenos e exógenos né exógenos E aí esses endógenos têm as a hereditariedade somos herdeiros de nós mesmos então aquilo que a gente vai
endo E aí Ela traz aqui que na nossa jornada nós temos fatores endógenos e exógenos né exógenos E aí esses endógenos têm as a hereditariedade somos herdeiros de nós mesmos então aquilo que a gente vai trazendo pro nosso corpo né Eh se é uma emoção bruta com raiva com mágoa a gente vai adoecer Em algum momento né então o que que a gente vai trazer para nós sobre isso através desse hábito o hábito do pensamento e da ação e reação que são muito complicados né É com certeza porque tanto os fatores endógenos como exógenos vão criar esse á porque a cultura a educação a sociedade também vão condicionando a gente né Ainda mais nessa fase que a nossa consciência é pouco reflexiva é pouco eh é pouco lúcida ainda então a gente acaba se deixando levar pelo movimento do mundo mas eu acho o interessante nesse capítulo e que a com a Joana vai vem lembrar a gente olha a natureza de vocês é Divina né as raízes do ser são divinas diz Joana Então não esqueçam disso né Vocês são muito além do que esses condicionamentos né limitados são muito além da natureza animal Então vamos reconhecer que habita dentro de si né Nas Profundezas da nossa alma essa realidade mais profunda mais rica que achou de um tesouro escondido um tesouro latente né dentro de nós que tem que ser desabrochado a acho bonito e essa lembrança e esse estímulo que ela faz em favor dessa dimensão mais essencial da nossa natureza divina e e e essa questão da a pela inteligência que temos nós entendemos que estamos acima dos animais na questão dos instintos né mas nós não vivemos esse entendimento então na verade a gente se perde lá nas Sensações como a Cláudia estava trazendo e não se utiliza de todo o nosso potencial de de pensar sobre o sentir e de sentir e desenvolver os sentimentos Então realmente fica essa questão do livre-arbítrio onde a gente opta por ficar muito a quém do que poderia né vivendo só só nas Sensações no imediatismo e deixando de lado todo esse potencial que a Joana De Angeles traz de reconhecer tanto essas sombras como o
nte opta por ficar muito a quém do que poderia né vivendo só só nas Sensações no imediatismo e deixando de lado todo esse potencial que a Joana De Angeles traz de reconhecer tanto essas sombras como o potencial de sentimentos todos e suas nuances que nós temos E aí sim eh realmente desenvolver essa consciência mais lúcida isso o que eu acho interessante assim é é o fato de que claro que a transformação é de dentro para fora mas o quanto é interligado isso e o hábito é de extrema importância então não não não se desmerece nenhum dos dois e caminham juntos né E ela vai trazendo isso o quanto é importante que a gente Nós pensamos sobre o pensar Então vamos realmente fazer isso vamos observar nossos atos vamos usar dessa razão maior também uma razão mais conectiva uma razão mais responsável para que realmente desabroche esse ser profundo em nós então é muito bonito mesmo eh Muito bonita a forma como ela traz né é quando Kardec ele fala no Livro dos Espíritos sobre as paixões né el tem vários momentos que ele vai se ocupar das paixões e vai refletir sobre isso Eh mas ele ele comenta né sobre as respostas dos Espíritos que toda paixão que aproxima o homem da sua natureza animal né afasta consequentemente da sua natureza espiritual e ao contrário todo sentimento que eleva o homem acima da sua natureza animal a a a predominância aí do espírito sobre a matéria que o aproxima da perfeição então e esse movimento gente cada vez mais indo abrindo mão desses resqui mais primitivos E direcionando essas forças da natureza em favor dos valores espirituais né E para isso realmente a necessidade de usar os recursos da inteligência né E aí que ela coloca que todo esse processo ficou dividido né dividido entre um o hemisfério direito do cérebro e o hemisfério esquerdo né Então essa essa visão entre esse modo de ser que envolve tanto os hábitos mais imediatos como os processos mais profundos que estão ainda eh em germe vão formando eh formas também eh gerenciadas pelos processos neuronais
o entre esse modo de ser que envolve tanto os hábitos mais imediatos como os processos mais profundos que estão ainda eh em germe vão formando eh formas também eh gerenciadas pelos processos neuronais e pelos hemisférios cerebrais ela fala do lado direito que que que é verbal relativo angular individual né Eh e eh eh que é e o lado eh e que que tá ligado ao hemisfério esquerdo do cérebro e o e o hemisfério direito né que responde ao lado esquerdo do corpo que é intuitivo Global silencioso seletivo e que é pouco utilizado né então ele fala assim de uma dimensão mais intuitiva né Eh mais eh abstrata mais metafísica daí transcendental que é pouco utilizado ainda é que tá ligado ao lado direito do cérebro né que a gente usa mais o lado esquerdo do cérebro né que é mais analítico mais imediato mais eh é mais eh intelectivo não quer dizer racional mas mais intelectivo né por ser mais concreto e mais imediato e E aí a gente acaba esquecendo dessas outras naturezas que ainda precisam ser desenvolvidas e que para ela eh eh diz respeito Essa dimensão mais profunda que ela começa ali no capítulo falando desse desse lado mais espiritual né É E aí vou complementar um pouquinho talvez passando paraa frente mas interessante que ela fala o hábito de pensar amplia as possibilidades de discernir uma frase curta mas tão educativa n Será que nós pensamos mesmo então como é que nós estamos discernindo como é que nós estamos utilizando dessa desse nosso potencial já presente eh na na cadeia evolutiva eh eh essa essa possibilidade deir né faz com que a gente consiga escolher melhor né E aí você disse Guadalupe Você trouxe o livre arbítrio né a utilização do livre arbítrio que escolhas que a gente vai fazendo na vida né e eu me lembrei quando em algum momento eh eh eh falamos aí do dos fatores exógenos que foi Gelson falou do costume da sociedade né Eh da educação mas eh que eh eh a gente pode eleger também bons exemplos né a gente não pode ir com uma massa né a céfalo e seguir os maus exemplos seguir a Horda
lson falou do costume da sociedade né Eh da educação mas eh que eh eh a gente pode eleger também bons exemplos né a gente não pode ir com uma massa né a céfalo e seguir os maus exemplos seguir a Horda animal aquilo que o coletivo Pensa a gente pode eleger bons exemplos né e através do que você fala né Eh Guadalupe da possibilidade de discernir do campo da observação né da reflexão de se deslocar né né e e olhar para aquela situação como um observador e não como um partícipe né muitas vezes a gente se coloca como partícipe E aí a gente vai enredado né E quando a gente sai um pouco desse lugar e entra como observador parece que a gente consegue esse exercício de olhar de uma forma diferenciada né Eh sem ser esquizofrênico isso né mas é é mais sempre aquela forma da gente exercitar porque e vejam se a gente pensar se a gente pensar não nós somos um espírito num corpo e a gente pode exercitar um pouco esse olhar do Espírito para o objeto a ser analisado ali naquele momento isso já vai desenvolvendo na gente esse campo da reflexão mais aprofundada que Joana fala lá no início né de cada vez a gente mergulhando e aprofundando mais e quanto mais aprofunda mais amplifica mais amplia seu olhar eu acho isso interessante e assim hã diga não pode falar é Não você pode falar você depois eu TR é que daí realmente ela faz a diferença né Cláudia da Inteligência pra razão né a inteligência como parce mais operacional de perceber e reconhecer né a a realidade né e a razão como essa capacidade realmente de reflexão né de tá um pé dentro o pé fora e te perceber te olhar né e e e e poder avaliar poder fazer esse discernimento que envolve compreender enquanto que a inteligência discrimina num nível mais superficial a a razão discrimina no nível realmente de uma compreensão mais profunda dentro de de possibilidades mais complexas né então é disso que ela fala né por isso que ela fala da em vários momentos da obra dela ela fala da importância do do do ser humano né poder realmente reflexionar né ela vai dizer reflexiona
mplexas né então é disso que ela fala né por isso que ela fala da em vários momentos da obra dela ela fala da importância do do do ser humano né poder realmente reflexionar né ela vai dizer reflexiona ou seja se dobre sobre você mesmo né relação de espelhamento né se perceba né Para que tu possa de uma certa maneira e se descobrindo diante das possibilidades tuas e desses padrões que tu carrega e que da Qual tu tem que se libertar se tu não faz consciência como é que tu vai se libertar então a necessidade dessa razão né de uma de um processo mais reflexivo e mais elaborado do nosso pensamento coisas eh pode tu ir complementar Cláudia Depois eu falo Obrigada eh pegando isso que o Gelson tá falando nessa reflexão nesse desdobrar nesse descobrir né a gente vai se debruçando sobre essa situação nesse Campo da obervação E aí eu me remeto quando ela traz a mente né porque assim se um lado é o esquerdo outro lado é o direito a mente né do espírito é que coordena tudo isso né então é esse campo mesmo da observação e da mente poder gerir os dois lados que são importantes né E nesse desdobrar-se nesse des debruçar-se diante da situação como Gelson trou né criando consciência né fazendo as nossas perguntas individuais né Por que eu estou me incomodando com isso o que essa situação está trazendo para mim o que essa situação me incomoda né E e aí a gente vai criando consciência e vai saindo daquele hábito viciado né tá viciado numa situação numa ação e reação e vai entrando num outro nível de Hábito né no hábito de refletir de reflexionar como o Jona trou e só para completar eh essa esse raciocínio nosso aqui eh quando ela fala do imediatismo e você trouxe né Guadalupe na sua reflexão a palavra imediatismo assim bem interessante né E ela vai falar dessa coisa da personalidade e tal e ela também no final vai falar de Victor Frank aí eu fui num livrinho dele que é em busca do sentido e aí ele diz assim eh em ú análise a pessoa não deveria perguntar qual o sentido da sua vida mas antes deve reconhecer que é ela
r de Victor Frank aí eu fui num livrinho dele que é em busca do sentido e aí ele diz assim eh em ú análise a pessoa não deveria perguntar qual o sentido da sua vida mas antes deve reconhecer que é ela que está sendo indagada pelo sentido da vida olha olha essa esse olhar diferenciado nosso de distanciamento e perguntar o que a vida está me solicitando que hábito que ela quer que eu mude que eu Mud ifique né O que que ela quer que eu interiorize que eu aprenda o que que ela quer que eu descarte que não presta que eu jogue fora né E aí ele diz em suma cada pessoa é questionada pela vida e ela somente pode responder à Vida respondendo por sua própria vida ou seja sendo responsável né Então aí a gente tá falando disso né dessa responsabilidade né eh e aí mais assim só para completar ele diz assim Viva como se já estivesse vivendo pela segunda vez e como se na primeira vez você tivesse agido tão errado como está prestes a agir agora olha que interessante né porque é de fato a gente está vivendo já pela inima vez né e o que que a gente tá precisando modificar nesse hábito né é essa essas questões que vocês estão trazendo trazem muito a A reflexão de alguns hábitos que são muito comuns por não Justamente não nos percebermos com esse afastamento necessário para uma reflexão Então a partir daí aquelas questões assim todo mundo faz eu não consigo é impossível agora não tem mais jeito é assim mesmo não cabem nesse olhar que a Joana nos convida a ter porque não é um um olhar de questões já determinadas né Um Olhar espiritual onde sempre existe um desde que a gente se perceba realmente Como Um ser espiritual numa experiência aqui e que entenda que o caminho nem sempre aquele que o nosso ego quer que que o Nossa teimosia quer porque por muitas vezes a gente acaba ficando assim ah agora não adianta não dá mais é assim mesmo todo mundo faz e Jonatas muito isso a partir da questão da resignação ativa da gente entender que sim precisa uma entrega né mas que ao mesmo tempo que é uma entrega existe essa nossa
is é assim mesmo todo mundo faz e Jonatas muito isso a partir da questão da resignação ativa da gente entender que sim precisa uma entrega né mas que ao mesmo tempo que é uma entrega existe essa nossa parte eh na criação e responsável Em responsabilidade conosco mesmo eh e isso acho importante destacar né porque isso é necessário para que se quebre esses padrões que nós justamente trazemos de outras encarnações que a gente tem possibilidade de trabalhar mas que eh são difíceis né mas não impossíveis Então realmente requer eh esse jogo de consciência e e mudança de hábitos e se perceber e não ficar colado no coletivo mas não se separar dele estar mas não se identificar e é nessa complexidade que a gente vê ao mesmo tempo a simplicidade a complexidade e a beleza da oportunidade que nós estamos tendo é por isso que ela coloca da importância de não se deixar acomodar né fala da Preguiça de pensar né como responsável por essa incapacidade né de chegar Justamente a esse processo né Guadalupe de discernir de poder de uma certa maneira eh superar quebrando esses padrões então eh a gente acaba realmente se acomodando e e e preso nesses padrões repetitivos automatizados nós então a gente mais reativos do que reflexivos né né então é importante porque a reflexão né é uma é uma forma de parar é é uma Ops contra a natureza porque a natureza é um fluxo né o movimento dos impulsos né então quando tu reflete tu segura assim como faz o coração né quando ele bate ele né nesse tum tum ele para e movimenta para e movimenta é como se tivesse parando e assimilando as informações que vêm pelo sangue então bombear o coração é uma consequência fisiológica de um processo né primeiro ele compreende daí ele libera aquele fluxo sanguíneo então o coração tá sempre né assimilando informação compreendendo e assim ele vai bombeando o sangue então a mente do do coração a mente da Alma né a mente e coração integrados eh exige examente se parar com o fluxo do do movimento e e pera aí quem é esse que
ndendo e assim ele vai bombeando o sangue então a mente do do coração a mente da Alma né a mente e coração integrados eh exige examente se parar com o fluxo do do movimento e e pera aí quem é esse que tá fazendo isso o que me move qual é a o que tá por trás desse meu movimento Que consequência isso tem ou seja todo esse processo que envolve as várias possibilidades de eu realmente pensar para poder discernir Como diz a Joana e reconhecer daí o que que é útil o que não é útil o que que é destru o que que é equivocado O que é benéfico para mim e assim por diante né E ela Traz essa frase logo em seguida adaptando-se às análises estreitas e superficiais da vida e das suas manifestações o ser permanece em estágio inferior malbat o tempo e a oportunidade né E aí em seguida ela diz o empenho de manterá atenção concentração meditação nessa ponte né dessa dessa consciência superficial com o eu profundo então assim mais uma vez a Joana Nos alerta sobre a urgência né A Urgência de olharmos para essa oportunidade da reencarnação eh sem nada obsessivo né nada persecutório mas mantendo sempre a consciência da oportunidade para que a gente não não faça alianças com esse lado aqui né das análises estreitas né superficiais da vida né da massa né da eh eh eh enfim do do do automatismo que a gente não faça alianças com esse lado e que a gente busque a aliança sim de constituir um hábito saudável né como bem disse Guadalupe e não é fácil mudar um padrão mas é super possível né é possível mas o que é que exige exige um trabalho todo trabalho tem despende de energia tem gasto de tempo né tem programação preparação e determinação eu quero né Muitas pessoas dizem Ah eu queria eu gostaria Então olha o tempo verbal queria ou quer né aí já há uma grande diferença né O que que ela tá imprimindo Que Força é Essa Que energia é essa do trabalho que ela tá imprimindo então a Jona mais uma vez nos fala pra gente não malbaratar o tempo e a oportunidade né E hoje a gente sabe que o tempo é uma riqueza
Força é Essa Que energia é essa do trabalho que ela tá imprimindo então a Jona mais uma vez nos fala pra gente não malbaratar o tempo e a oportunidade né E hoje a gente sabe que o tempo é uma riqueza infinita porque após o estado pandêmico a gente viu quanto tempo nos falta atualmente né Nós não som mais os mesmos e agrupamos aglu tarefas então o tempo se tornou uma moeda riquíssima e muitos muitíssimos não se dão atenção disso né e mal barat esse tempo Acho que o Vittor Fran traz de uma forma muito bonita nessa citação que tu trouxestes essa questão indiretamente essa questão do tempo então vamos viver essa vida como se a gente já estivesse tentando de novo porque né que é o que nós estamos lembro também né Guadalupe a frase do Jung a vida vale porque porque por aquilo que é essencial né e não pelas questões egóicas então a gente tá realmente vinculado no tempo com aquilo que é essencial para nossa vida para que ela ganhe significado e proveito né E aí a Jona fala eh justamente oferece essa metodologia né é essa técnica né esse essa etapa do processo de transformação naquilo que a citou né a atenção né uma atitude fenomenológica atenção não é julgamento então não tô julgando tô realmente prestando atenção né deixando que as coisas se apresentam para mim né Depois eu concentro para poder realmente perceber e fixar de uma certa maneira essa realidade e aí eu medito né meditar é realmente poder daí eh tanto essa meditação fala do da serenidade da harmonização interna como ess capacidade de poder também eh se ocupar dos elementos que que eu eh assimilei como forma de poder eh chegar nesse esse caminho que é exatamente esse eu profundo aqui que ela coloca né então Eh da gente poder realmente né Eh fazer esse trabalho mental né conosco mesmo de perceber as coisas de poder se se se se se vincular fixar com os elementos positivos de meditar de refletir para que a gente possa de uma certa maneira né trabalhar esses dois hemisférios de forma harmônica e assim equilibrar essas forças da alma em favor do
com os elementos positivos de meditar de refletir para que a gente possa de uma certa maneira né trabalhar esses dois hemisférios de forma harmônica e assim equilibrar essas forças da alma em favor do Objetivo maior que é justamente a nossa evolução e criar a el ela ela complementa aqui né aquilo que a gente já falou né se eleges hábitos mentais de discernimento para o correto a Gerar com segurança e essas memórias funcionarão automaticamente sendte intelectiva e afetivamente criando Então essa consciência que você já trouxe né gson consciência de si mesmo né identificação com eu profundo então a Joana nos diz em outras palavras ela nos diz que memórias você está criando para você mesmo que tipo de memórias né Você tá criando nessa segunda chance né digamos assim né que memórias Você tá criando né Para que você vá colher lá na frente né Essa essa questão da memória eu acho uma coisa muito interessante né o André Luiz no livro entre a terra e o céu no capítulo 13 quando ele faz uma análise da da mente ele fala sobre a memória ele compara a memória uma placa sensível que conforme o influxo da luz ou seja a a atenção da consciência o foco da consciência ela Guarda para sempre as imagens recolhidas pelo Espírito no curso do seu processo evolutivo né D dessa caminhada imensurável de aprendizado que a gente vai conquistando aos poucos então cada existência da alma cada ser humano né Eh Ela guarda justamente essa uma determinada expressão da forma né que é aquilo que eu vou realmente assimilando adicionando a experiência e vou conservando esse arquivo de imagens que vão se superpondo criando a minha realidade como tu falaste né Cláudia por is que então a gente tem um hábito animal do passado que tá automatizado no nosso inconsciente mais profundo e onde o self regula tudo e a gente vai adquirindo nova experiência que vão apagando ou neutralizando o hábito do passado e novas memórias e consequentemente novos hábitos porque ela falou assim na medida que eu repito né os meus atos né eu vou agregando
a experiência que vão apagando ou neutralizando o hábito do passado e novas memórias e consequentemente novos hábitos porque ela falou assim na medida que eu repito né os meus atos né eu vou agregando essas informações né que vão se tornando uma verdade interna né como parte da minha memória e aí eu isso eu adquiro um automatismo ou seja uma Cap de internalizar aquela realidade e eu não precisa a pensar porque aquilo já sou eu né então então o deferimento existe de um lado como reflexão mas de outro lado existe o próprio funcionamento da Alma que vai conquistando né esse agir correto eh com segurança juna coloca né ou seja um padrão automático né em função dessas memórias positivas que vão sendo agregados que vão funcionar né de maneira madura respondendo de maneira tão eh rápida né pronta né pela mente pela conquista do aprendizado então se eu tenho repetir de várias maneiras um padrão de amorosidade sentimento eu não preciso pensar puxa Será que ele tá sofrendo Será que ele precisa de ajuda será que aquilo gera sofrimento para ele será que aquilo eh tá prejudicando ele será que ele precisa do meu apoio não isso já é automático em mim já fico sensibilizado já respondo amorosamente eu já respondo uma protid não de cooperar de ajudar porque eu fui assimilando né a partir da reflexão a partir do exercício da caridade a partir do trabalho com o meu sentimento a partir das experiências que marcam a minha vida e vou integrando isso como parte então da minha experiência conquistada né Então faz parte de mim então isso eu acho interessante e é essa questão da memória que ela coloca aqui no Capítulo e como isso vai eh eh no processo evolutivo como isso é interessante se nós voltarmos a pensar na questão que tem no Evangelho Segundo espiritismo das Sensações dos sentimentos e o mais depurado o amor porque daí quando eh ainda o ser opta pela sensação como mais agradável mas nem sempre mais correto ainda tem uma trajetória muito maior do que o ser que apta que opta pelo sentimento reto pelo
o amor porque daí quando eh ainda o ser opta pela sensação como mais agradável mas nem sempre mais correto ainda tem uma trajetória muito maior do que o ser que apta que opta pelo sentimento reto pelo sentimento adequado que aí já é agradável por si só então todo nosso aparato psíquico vai mudando né antes o que era um sofrimento optar entre deixar uma sensação de lado eh no sentido de ainda ligada a instintos atávicos para desenvolver ver um pouco mais o sentimento agora já é natural que não seja nenhuma opção a escolha correta automaticamente ela caminha em direção ao amor e não a um instinto eh não no sentido benéfico do instinto né mas desregrado então é muito bonito como a gente vai evoluindo demora às vezes um pouco mais um pouco menos mas é existe muita perfeição na obra divina da qual a gente eh faz parte e esse trabalho que você fala né Guadalupe vai mudando a plasticidade cerebral novas conexões neuronais vão sendo feitas né aquelas que caem em desuso né Elas vão se perdendo a conexão E essas novas conexões neuronais que eh o trabalho de conscientização de introspecção de reflexão que a psicologia propicia eh se a gente olhar cada vez mais profundo é esse trabalho de de observar a transcendência né transcendência da nossa vida né dessa vida eterna que não é que não é Mutá que é imutável né que é perene né Então essa essa modificação eh da plasticidade que você trouxe eh Guadalupe é importante que a gente vá eh se eh ouvindo isso e entendendo que é possível a gente mudar inclusive as nossas conexões neuronais para que a gente possa ir deixando esse animal primitivo ainda né dentro de nós da ação e reação para que a gente possa olhar pra vida como Victor Frank falou aqui né cada pessoa é questionada pela vida e ela não não é ela quem questiona a vida é a vida que vem ao encontro dela com os acontecimentos os fatos né com as provocações e disse e agora né vai mudar um pouco essa placa né esse HD seu precisa ser reformulado né reatualizado É com certeza é interessante que ela ela cita a facee do
cimentos os fatos né com as provocações e disse e agora né vai mudar um pouco essa placa né esse HD seu precisa ser reformulado né reatualizado É com certeza é interessante que ela ela cita a facee do Cristo né O Reino dos céu está dentro de vz né realmente Lembrando que esse Divino nos pertence né E que o reino já tá dentro de nós preca ser descoberto preca Ser Reconhecido e assumido né Eh porque a gente não é dono desse reino ainda né a gente não é senhor do nosso próprio reino Então a gente tem que conquistar esse reinado e de um lado então tem todo esse processo eh mental né de silenciar mente de reconhecer que a gente reflete enquanto processo mental e saber refletir né porque se se o pensamento é a força que determina que estabelece transforma e edifica construind a nossa realidade a todo momento né Eh então a gente tem que realmente saber como pensar né porque tudo é vibração tudo é movimento entre essas forças de magnéticas e elétricas que dominam a relação entre matéria e espírito que a gente não sabe como se dá esse ponto de interação a gente não consegue alcançar né mas a gente tudo tá dentro dessa dinâmica né E essa ideia né na ideia que é o corpo vivo da mente que envolve tanto o pensamento enquanto forma o sentimento enquanto vibração intensidade e qualidade como a vontade que dá direção também a intensidade do do do movimento a gente vai então podendo operar e saber que que Nessa proposta do Cristo onde o reino de nó de Deus tá dentro de nós que a gente tá mergulhado na mente de Deus né no pensamento Divino E aí ninguém tá fora de Deus no sentido que o esse hálito Divino que envolve né a todos nós né que sustenta a vida né E que de uma certa maneira então eh a nós né viajamos no influxo Divino né que que onde resig toda a criação e e e aí e que a gente tem que daí de uma cer maneira eh não é só uma questão de desenvolver de operar é uma questão também de sintonizar o que tá sempre presente aí por exemplo o amor de Deus tá permanentemente presente no universo
aí de uma cer maneira eh não é só uma questão de desenvolver de operar é uma questão também de sintonizar o que tá sempre presente aí por exemplo o amor de Deus tá permanentemente presente no universo disponível para nós mas nós não possamos sintonizar e e e beber dessa fonte Divina porque nós somos fechados ou ou sintonizados com outros padrões que não conseguimos captar e aproveitar essa fonte que tá ali né a disponível em todos a natureza em todas as pessoas em todos os situações e que eh nós temos que encontar o caminho para poder realmente dizer que como nem alibabá abá César né fazer a palavrinha mágica que que vai abrir as portas da nossa alma e e e encontrar os tesouros escondido lá dentro né e e achar a palavrinha mágica que é a tal mistério aí qual é a minha mágica né Qual é a minha postura meu padrão para Abir as comportas da minha alma e me conectar com as forças criativas da vida e com com com com a força amorosa do nosso pai esse é o nosso desafio qual é a senha né a senha para acessar esse essa porta aí para abrir o segredo né com certeza e e e aí eu acho que realmente né Eh resgatando lá o ser consciente né quando ela fala da importância da oração e da meditação né de poder realmente e parar né tanto no sentido de poder criar espaços de diálogo conosco mesmo e com Deus né acho isso é muito importante né esse exercício de parar um pouquinho que gente sair um pouquinho desse movimento enlouquecido da vida né de de fazer fazer fazer de ficar respondendo ou no no mundo só tarefeiro né e poder realmente se sair um pouquinho né E poder pera aí né Eu não sou só isso né E poder dar Essa paradinha se contatar com outras necessidades minha poder olhar para ess esse movimento poder Reconhecer essa vida que tá propondo outras as coisas né um sentido que eu não tô reconhecendo e nesse sentido encontrar realmente o chamado Divino né e e reconhe que somos filhos desse amor para viver junto a esse amor sustentado por esse amor e em favor desse amor né que Então esse é
nhecendo e nesse sentido encontrar realmente o chamado Divino né e e reconhe que somos filhos desse amor para viver junto a esse amor sustentado por esse amor e em favor desse amor né que Então esse é o esse movimento aqui que que jo nos propõe essa questão meditação é interessante porque também ela nos traz isso sempre e e o fato de que não de que a meditação acaba sendo uma conversa com Deus conosco né no sentido transcendente imanente e não se precisa começar de uma forma tão didática tão eh oficial eh pode pegar ali o tempinho que tem ficar sentado num cantinho e tentar manter Então essa conexão para que de novo não haja aquela aquelas desculpas que a gente às vezes usa Ah eu não tenho como meditar cinco vezes por semana como dizem os artigos aí eu não tenho tempo para meditar meia hora por dia ou meia hora não sei quanto o tempo que tiver é um tempo precioso já para ficar consigo mesmo então que a gente comece como a Joana também nos orienta começa de onde estás e do jeito que consegue porque é muito importante é muito importante e aí eu volto né a primeira a primeira frase de São João da Cruz onde ela cita que Deus é encontrado nas trevas do ser humano que essas trevas ao mesmo tempo então é o mais profundo em nós né O desconhecido em nós a ser a ser reconhecido com o tempo representando esse tesouro escondido do divino mas ao mesmo tempo essa escuridão também é suportar né o momento de vazio existencial né aonde a gente abdica dessas realidades mais grosseiras mas não conquistou ainda essa consciência profunda Então a gente tem que também viver a noite escura da Alma como São João da Cruz coloca né que ele está de suspensão né que é um vato de confiança eu acredito mas não cheguei lá ainda mas eu não quero viver mais a minha dimensão limitada e pequena desse homem que apenas eh eh produz no fazer no parecer né e no ter mas no ser verdadeiramente E aí suportar nessa escuridão como esse esse lugar também de eh desse momento de eh impossibilidade de de de de de ter
ue apenas eh eh produz no fazer no parecer né e no ter mas no ser verdadeiramente E aí suportar nessa escuridão como esse esse lugar também de eh desse momento de eh impossibilidade de de de de de ter clareza né para que esse movimento de descida para de mim mesmo possa Em algum momento chegar ao seu Ponto Central que é justamente essa dimensão essencial e Divina dentro de mim então essa escuridão tanto é aquilo que tem que ser conquistado de mais profundo mas também é a escuridão da Alma que tem que suportar né a sua as suas incertezas e ser ter crucificado em si mesmo para poder ir suportando os opostos né deixar que emerja Justamente esse self né Essa essa dimensão mais essencial e possa de aluma maneira trazer para nós a resolução desses dois hemisférios cerebral dessas duas dinâmicas né ou dessas duas movimento que é de um lado a vida do ponto de vista do ego da consciência e as forças inconscientes que estão dentro de mim criando esse diálogo né Essa função transcendente como o Jung coloca para que esse movimento né esse fluxo seja gerador desse D se Despertar de se desabrochar do meu ser eu acho que a gente pode pegar o encerramento aqui do capítulo né quando ela ela cita Kardec né e fala eh da consciência adormecida e ela diz na medida que que calar que eh Interroga a respeito do do processo evolutivo né como é que se dá né aí ela traz a resposta dos Espíritos que o homem vai se se desenvolvendo por si mesmo né mas que esse processo se dá de maneira eh muito diferente para cada um né E ela falou que nem todos progridem simultaneamente do mesmo um modo E então de uma certa maneira eh a gente pode ser o diamante bruto que levou séculos dentro da Terra para para eh para virar esse diamante né Depois de um processo muito lento e longo ou esse diamante que que enfrentou a vida e foi lapidado né pela força da experiência do sofrimento do processo de de pegar para si né o compromisso desse embate nesse processo que tá que falando de de reflexão e aí poder em pouco tempo
vida e foi lapidado né pela força da experiência do sofrimento do processo de de pegar para si né o compromisso desse embate nesse processo que tá que falando de de reflexão e aí poder em pouco tempo despertar esse brilo escondido na pedra né e através da dessa lapidação que é o Saber Viver o viver por inteiro o viver bem e viver bem é tirar proveito de cada situação e ela fala daí também né que os mais adiantados auxiliam o progresso dos outros por meio do contato social e eu fiquei lembrando agora que você disse que a gente não se desenvolve sozinho né em cima da montanha né a gente se envolve no contato um com o outro né e que essa frase não soi nada de soberba né porque às vezes à primeira vista Pode parecer que alguém tá mais adiantado e pode então Lógico né Que Há sempre algo em algum outro que possa refletir um um um um caminho já percorrido por ele e aí a gente olha para aquele caminho e diz ah eu quero ser assim né Eu quero fazer isso né Aí tem aquela história eu quero ser assim quando eu cresci eh mas todos nós estamos no caminho acho que é isso que é importante né E se aquele outro nos chama atenção para alguma coisa nós podemos também ter algo que possa chamar atenção de uma outra pessoa então o que eu quero dizer que todos nós temos como ela nos trouxe né luz e sombra né Eh elementos que ainda estão na sombra que precisam ser desenvolvidos e elementos que já podem refletir uma certa luz e servirem de luminar para aquele outro que quer aprender com aquele Exemplo né com aquele modo de vida né que o modo de vida o exemplo ele ensina mais do que qualquer lição um abraço a todos Obrigado Guadalupe Cláudia pela colaboração preciosa de vocês e até a próxima meus irmãos que Jesus nos abençoe
Vídeos relacionados
T6:E1 • O Ser Consciente • Introdução
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Guadalupe Amaral, Cláudia Semeghini
T9:E19 • Vida: Desafios e Soluções • Autodespertamento inadiável (parte 3)
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Guadalupe Amaral, Cláudia Semeghini
T4:E08 • Momentos de Saúde • Insatisfação e utopias
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Cláudia Semeghini, Guadalupe Amaral
T5:E06 • Momentos de Consciência • Culpa e Consciência
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Guadalupe Amaral, Cláudia Semeghini
T6:E11 • O Ser Consciente • Problemas humanos (Parte 01)
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Guadalupe Amaral, Cláudia Semeghini
T3:E8 • Plenitude • Caminhos para a saúde (parte 1)
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Cláudia Semeghini, Guadalupe Amaral
T4:E14 • Momentos de Saúde • Dias de sombras
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Cláudia Semeghini, Guadalupe Amaral
T5:E16 • Momentos de Consciência • Consciência e Responsabilidade
Mansão do Caminho · Gelson Roberto, Guadalupe Amaral, Cláudia Semeghini