T2:E10 • O Homem Integral • O futuro do homem

Mansão do Caminho 27/07/2022 (há 3 anos) 1:07:13 6,340 visualizações 595 curtidas

» Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis » Temporada 02 - O Homem Integral » Episódio 10 - Nona parte: O futuro do homem • A morte e seu problema • A controvertida comunicação dos Espíritos • O modelo organizador biológico • A reencarnação » Participações: Gelson Roberto, Adriana Lopes e Daniel Campos.

Transcrição

alô amigos um grande abraço a todos que nos assistem chegamos hoje no último capítulo desse livro maravilhoso homem integral Capítulo 9 o futuro do homem e estamos hoje com Adriana Lopes Daniel Campos para cooperar conosco para poder trabalhar esse último capítulo que a Brilhante a obra da Joana de Ângela Capítulo 9 é o capítulo que ela vai se ocupar com a questão da Morte né e toda a questão existencial psicológico da morte a questão que se amplia daí para a questão da realidade espiritual e da relação dos Espíritos e os elementos que envolvem né Essa dinâmica através do perispírito e da reencarnação bem então começamos dando as boas-vindas a todos trazendo a questão do problema da Morte né que é uma questão sempre muito fundamental muito importante e mesmo aquelas pessoas que têm uma compreensão da realidade espiritual que tem consciência que a morte não é o fim da existência mesmo essas pessoas se deparam com esse tema de maneira muitas vezes assustadora difícil com desafios né que se impõe quando esse tema se apresenta para nós então Porque será que esse tema é tão desafiador para todos nós não é mesmo os espíritas e os espiritualistas Olá é muito bom chegarmos novamente ao final de mais um livro né da série psicológica e interessante a forma como ela conclui né E ela conclui esse livro exatamente falando desse futuro do homem e ela constrói uma linha de raciocínio com a morte a controvertida comunicação dos Espíritos ou seja aí ela já não tenha passagem aí ela afirma que não questiona mais às vezes ela afirma a comunicação dos Espíritos então corroborando com tudo que Kardec escreve né e assinando embaixo aí ela fala da importância do Pedro espírito para esse futuro do homem como que o Peri espírito é esse modelo organizador biológico capaz de então destruturar a matéria de organizar os genes para que essa personalidade para que esse espírito possa então é atuar sobre a matéria e depois a questão da reencarnação e é muito interessante nós vermos que ela começa dizendo que a

anizar os genes para que essa personalidade para que esse espírito possa então é atuar sobre a matéria e depois a questão da reencarnação e é muito interessante nós vermos que ela começa dizendo que a morte é um fenômeno habitual da vida então a toda matéria viva orgânica vai passar por esse processo de morrer mas ela vai construindo né Essa Ideia de que não o espírito não morre mas esse corpo ele passa sim por uma finitude né e é interessante ela colocar na Grécia antiga as pessoas colocavam quando a pessoa morria é uma moeda na língua né embaixo da língua para que quando este ser chegasse até caronte que era o condutor das águas né do Rio que ele pudesse efetuar a travessia que a travessia do mundo de um lado de uma margem para aquela outra margem para ir a Terra dos Mortos não Acho interessante Adriano que ela coloca a morte como uma metamorfose né uma transformação que nós passamos por ao longo das encarnações por transformação e o momento em que a consciência se libera do corpo né Para que ela Vai estagiar nesse nesse outro nível energético né E que muitas vezes é fatores Inclusive a sociais que foram construídos em torno desse fenômeno transformador que de alguma forma em projetaram a série de medos criatura humana a respeito desse fenômeno da Morte né isso leva na lógica do Ego né desse eu encarnado que não de alguma forma não não trabalha na sua Encarnação essa ideia não reflexiona né O que seria melhor a ideia da impermanência das coisas né o próprio André Luiz coloca no evolução em Dois Mundos que só Deus cria para a eternidade né que tudo que existe na natureza inclusive os espíritos superiores a que que promovem a processos criativos de transformação do universo Inclusive a criação desses grandes espíritos né que são espíritos do nível de Jesus a criação deles também deteriora né ele fala que a criação dos Espíritos superiores e dos Espíritos como nós ainda em estágio desenvolvimentos mais iniciais são criações que viram astros cada vez anos né que são

eles também deteriora né ele fala que a criação dos Espíritos superiores e dos Espíritos como nós ainda em estágio desenvolvimentos mais iniciais são criações que viram astros cada vez anos né que são energias que se deterioram ao longo da nossa existência como processo de energético que vão se deteriorando então ela coloca a morte como um processo de transformação dessa energia chega a falar em uma outra obra né já para a gente concluir que a morte para o para o espírito na realidade é um conceito equivocado a morte não existe e que se a gente pudesse passar pensar em uma morte para o espírito eterno seria a inação seria parar de evoluir então morrer é parar né parar de tornar-se consciente se desviar dos objetivos da vida né é interessante né Essa que foi a morte realmente ela é complexa e profunda né o Michel não tem ele coloca que tem um hábito né de ter a morte continente presente para ele né e que ele de maneira se ocupava dela Como uma forma de investigar não só a ideia da Morte mas como nós vamos viver a morte né a própria aparência da morte de uma certa maneira como ela quer apresentava assim nas culturas assim por diante e isso essa esse interesse pela morte né não é só desse filósofo Mas vem desde Sócrates que questiona também no fedor ele ele tem um diálogo fininha e ele vai dizer realmente que não tem como ter crescimento pleno da realidade é sem a libertação do corpo e que só Já podemos compreender o conhecimento puro de qualquer coisa se ela tiver liberta do corpo né ele vai colocar isso né então é como se todo o conhecimento real só pode ser atingido depois da morte e aí ele começa a refletir sobre essa questão que a morte então seria verdadeira é que que a prática de filosofia Então seria uma forma de morrer bem né E que a filosofia é uma prática da Morte já que a morte detém realmente é muito daquilo que a gente pode chamar depois de psicológico o encontro maior quando de um lado no terno de uma existência física a gente começa a despedir do mundo se separar do mundo

etém realmente é muito daquilo que a gente pode chamar depois de psicológico o encontro maior quando de um lado no terno de uma existência física a gente começa a despedir do mundo se separar do mundo mas a gente tem esse encontro com a nossa consciência né é o momento que a gente se confronta conosco mesmo né e o que que espera de uma maneira nesse momento de encontro com a nossa própria consciência e aquilo que se revela a partir desse desencarne então tem uma certa maneira aprender a filosofar aprender a morrer aprender de uma certa maneira chegar até nós né chegar nossa verdade e ao confronto conosco mesmo e interessante que ela começa a falar da questão da neurose né que a nossa grande neurose é esse medo da morte né E aí ela começa a falar que lá no passado os egípcios eles tinham um processo de embelezar os corpos e hoje não é nada diferente quando nós vemos esses processos de tanopraxia onde eles passam né eles fazem as unhas do cadáver eles colocam todo um processo mesmo bem complexo de tratamento para que esse corpo fique o mais próximo possível de um corpo de um corpo vivo para que nós olhamos para aquele cadáver e termo tivéssemos a impressão da beleza que a beleza pode continuar eternamente Então ela começa a construir essa ideia da patologia né da neurose ou até mesmo psicoses graves onde as pessoas na iminência da Morte acaba indo suicídio né então começa nessa negação do processo da morte do morrer né eu acho que tem uma questão importante que é justamente é essa identificação literal que o homem faz com o corpo então de projeta muito o ego no corpo tudo que ameaça a integridade física de uma certa maneira ameaça também nossa identidade ebólica e por isso que eu vejo a doença a morte como Possibilidade é tão assustador porque de uma certa maneira nos remete essa dimensão de algo que porque a morte fala de uma finitude aquela que não é afinitude da vida é finitude do corpo mas como o ego tá tão identificado com esse corpo a sensação dessa finitude que de uma maneira também

lgo que porque a morte fala de uma finitude aquela que não é afinitude da vida é finitude do corpo mas como o ego tá tão identificado com esse corpo a sensação dessa finitude que de uma maneira também é do Ego no certo sentido porque essa identidade que a gente vestiu aqui enquanto uma fantasia reencarnatória mulher velho bonito feio é a cor branca preta seja o que for ela vai realmente entrar em colapso né então que questões realmente tem aí que mobilizam tanto as nossas fantasias né então acho que isso é um ponto né Que a Morte relativiza o ego e de a maneira ameaça integridade já que se identifica muito com a coisa literal do corpo físico e a outra questão é a questão ética né A morte é um mistério né falava antes a morte revela que nós somos ai que medo ela que eu aproveitei realmente toda minha Encarnação só que eu fiz tudo que eu podia fazer só que não neguei a mim mesmo e não me escondi né e agora frente a morte não vou ter que enfrentar coisas que realmente eu deixei de lado então de uma certa maneira a morte é uma provocação né a morte abre questões importantes e por isso que aquela neurotiza tanto e por isso que só que eles colocava de certa maneira que a filosofia e a morte tem uma relação tão Estreita assim um grande Historiador O Felipe arruí é que ele tem duas grandes obras que são tratados né sobre a morte na desculpa é o homem perante a morte né onde ele fala que essa morte romântica como nós temos hoje ela não não se encontra na realidade ela ouve um tempo que ele dá o nome de morte tomada né que as pessoas do processo do morrer muito tranquilo né era muito tranquilo para as pessoas e só depois né na época do Romantismo é que essa morte foi romanceada né Então aí a todo essa construção histórica e social perante esse processo a Joana traz né que isso vai levar uma defesa contra a morte né uma defesa contra esse medo da morte igual a Adriana também falou citou a questão do suicídio né como uma forma de se defender da Morte buscar essa morte adiantar né

levar uma defesa contra a morte né uma defesa contra esse medo da morte igual a Adriana também falou citou a questão do suicídio né como uma forma de se defender da Morte buscar essa morte adiantar né Essa morte aí na direção dela né tem um medo e um desejo aí mas ela fala também a de um suicídio inconsciente né que o ego identificado com esse corpo vai adotar atitudes horizontais na vida como se a vida fosse um viver as exaltações dentro do nível do ego o que na realidade é também muito grande suicídio né porque esses excessos né vivenciados não vão levar o indivíduo a Bem Viver né então a ter uma Essa realidade da vida no sentido vertical né no sentido espiritual é interessante né que que ela comenta que que não há nada de profunda desse receio do homem ter que ter minha morte né É porque no fundo ele tem acima de tudo a vida ele recém a vida então esse jogo é psicológico a Joana ela descreve muito bem ela que os denuncia né Muito bem que quanto mais eu abdico da vida quanto mais eu perco meu a conexão comigo mesmo e meu compromisso com a vida mais a morte se torna assustadora né e de uma certa maneira então transfere esse pavor da existência né esse favor da vida para a decisão da forma e para a morte então fica apegado numa tentativa de evitar a vida e com isso tu recebe né porque no fundo do que é permanecer nesse estágio de inconsciência e de não enfrentamento né que a vida e a morte em ponto de uma certa maneira então a gente pode pensar a partir disso que é uma vida bem vivida né E porque a filosofia é uma proporção da morte porque a morte representa coroamento da vida uma vida bem vivida por inteiro Talvez seja o melhor antídoto para o temor da Morte acho que isso é uma coisa importante a gente vive sabendo a questão do luto as pessoas nas relações afetivas as pessoas têm um luto patológico né é que em relação aqueles que partiram a gente percebe das pesquisas de luto quanto mais relações mal resolvida quanto mais elementos emprego e de conflitos na relação

pessoas têm um luto patológico né é que em relação aqueles que partiram a gente percebe das pesquisas de luto quanto mais relações mal resolvida quanto mais elementos emprego e de conflitos na relação mais difícil de elaborar o luto então isso mostra aí quanto menos eu vivi aquela relação quanto mais menos eu elaborei e processei as implicações que teve a dinâmica relacional mas eu fico com que essas pendente e mais difícil fica de elaborar um e na sequência ela fala que o homem deveria investir parte do seu tempo na reflexão do fenômeno da morte para considerá-lo natural e aguardando quanto aguardando a com tranquilidade e disposição emocional nem desejando ou evitando privar Então olha que interessante né então ela nos mostra um caminho para aqueles ainda que tem dificuldade que tem nessa questão nesse ponto né que nos coloca diante da vida Futura é como nós devemos nos preparar para esse enfrentamento então reservar pequenos momentos durante o dia para pensar nesse momento que é um fenômeno natural do corpo biológico como Daniel disse uma grande transformação Então essa grande transformação ele ocorre mas vai ocorrer a gente querendo ou não então a importância de se olhar para isso e estrela natural né tomada como Felipe arrienos colocava né e um que fala de uma forma belíssima que ele disse que é exatamente no meio do dia que o sol começa a se pôr né então é exatamente nessa metade da vida que nós devemos começar a pensar sobre esse fenômeno que independentemente vai acontecer e que é apenas uma transformação onde esse espírito sai de um plano para adentrar na verdadeira Pátria espiritual né é interessante que relação a isso né Adriana e o me diz o jovem que tem minha vida é tão covarde como velho que tenha morte a feliz que evita a morte porque realmente é tudo na dinâmica Divina é perfeita né então a gente tem esse momento de auge né de esplendor físico de conquista no mundo mas depois começa esse sol com a Andreza falou ir para o ocaso dele né e um processo para poder

Divina é perfeita né então a gente tem esse momento de auge né de esplendor físico de conquista no mundo mas depois começa esse sol com a Andreza falou ir para o ocaso dele né e um processo para poder se iluminar para dentro né então a vida vai introvertendo e as questões de Fora começa a perder o valor justamente para que a gente possa atentar para vida espiritual e para conquista dos valores divinos valores que realmente são a base que fundamento evolução do Espírito E aí essa da vida sabe né ela vai tirando a gente alguns elementos vai nos confrontando com a fragilidade do corpo justamente para acordar para a consciência da realidade espiritual tanto que ela coloca né José Adriana que a nossa questão do treinar o desapego né para que essa morte ocorra como esse processo rico né de transformação da Alma Como Jesus falou né uma necessidade de desistir a libido desse mundo ter né E ela vai fazer um movimento para dentro né dessa essa reflexão aqui o homem possa compreender ela coloca tanto a permanência a do exterior né da forma grosseira da forma material mas também a impermanência a transtoriedade do mundo interior né que também se transforma que também ela precisa passar a refeição determinadas a realidade facetas né Para que outras possam acontecer então essa ela Traz essa questão do dessa conexão com esse movimento de impermanência do mundo como uma necessidade também premente se viver de se viver bem Para Morrer bem né para se transformar em e acho que é importante ainda a gente citar ainda desse Capítulo nessa parte dessa primeira parte que ela fala da questão que o instinto de conservação ele auxilia o homem para que ele Evite o suicídio né então o instinto de conservação também está a serviço desse processo de desenvolvimento fazendo com que ele desenvolva uma forma de enfrentar os problemas e com esforço pessoal possa ser ultrapassados né e não fugir para o suicídio então a importância do instinto de conservação é porque senão a gente ainda não tem capacidade fibra moral muitas vezes de

e com esforço pessoal possa ser ultrapassados né e não fugir para o suicídio então a importância do instinto de conservação é porque senão a gente ainda não tem capacidade fibra moral muitas vezes de suportar nas embates e facilmente desistiria da vida então o instinto ainda é um é uma estrutura que nos dá suporte e para poder de maçã também organizar né porque o Instituto antes de ser o arquétipo no livro biológico então esses padrões organizadores da vida né que nos ajuda de uma certa maneira a ter experiência e construir um significado a partir disso então o instinto é um fator de alguma forma é uma realidade tão intensa né para o ego né para essa consciência voica nessa relação com essas forças arquetípico instintivas né que mesmo depois da morte Principalmente nos primeiros níveis de desenvolvimento da consciência ainda na condição de silvícola né os nativos no momento das primeiras encarnações André Luiz traz que quando o indivíduo morria ele o espírito ficava junto a tribo né ali perto junto dos seus ali junto da tribo e como ele não conseguia ser ouvido ele não conseguia interagir na condição de espírito muitas vezes para aqueles que tinham sensibilidade na tribo até identificavam como um espírito errante ou que não era algo muito bom o espírito começava a ser invadir para uma forma vodka seria denominado quase uma segunda morte né então que é um medo desse processo metamorfoses que o espírito tem né então ele ficava ali numa condição ao vod preso a trigo como como uma segunda morte né como uma defesa Essa realidade de sentir Só o nesse movimento de transformação que esse Ego não conseguia dar conta né dessa realidade até porque vai enfrentando se coloca aqui que essa transição da vida física para a morte ela não é um processo mágico de transformação né a gente continua sendo que a gente é né claro o ego relativizado nossa consciência pode ser ampliar um pouquinho mas a gente vai se deparar com nossas crianças com nossos hábitos com nossos padrões mentais e de uma certa maneira

gente é né claro o ego relativizado nossa consciência pode ser ampliar um pouquinho mas a gente vai se deparar com nossas crianças com nossos hábitos com nossos padrões mentais e de uma certa maneira muitas vezes com o jogo esse jogo neurótico de fugir da vida que a gente constrói durante uma Encarnação continua depois de desencarnado querer enfrentar a realidade de não ter reconhecer a nossa o confrontos conosco mesmo e aí a gente acaba muitas vezes perpetuando uma ilusão em uma realidade que é a realidade que a gente é alimentou dentro de nós e ficamos prisioneiros nela como forma de evitar o confronto com a verdade é uma questão também que que se apresenta é a parte do Jung é que toda a psicologia dele foi uma tentativa de responder aos mortos então isso acho que revela né a importância dos mortos na sua vida não só enquanto legado que nos deixaram né mas o quanto eu sou presente na sua vida de certa maneira né E aí a gente começa a pensar nesse segundo item da zona de Ângelo né que é o quanto a gente tem que começar a reconhecer a Psicologia começou a reconhecer de certa maneira né Essa dimensão da consciência que não tá limitado no espaço tempo né e não tá confinado no corpo e pós morte né pode então estabelecer vínculos interferências na nossa vida ela vem estruturar aqui né Acho que passando na questão da imortalidade né da comunicabilidade dos Espíritos como traz Allan Kardec um Livro dos Médiuns no pentateu ela vem trazer que é da importância né que essa interação através das sensibilidade né a mediúnica ou dessa sensibilidade espiritual que o indivíduo desenvolve ao longo das suas encarnações a como forma também de compreender e de integrar e de fazer consciência né desse fenômeno transformado da Morte essa interação como mundo espiritual como um fator fundamental né de ampliação dos níveis de consciência e também o contato né com as inteligência invisíveis vai proporcionar um esclarecimento ampliado dessa realidade da Morte e trazendo também um rapaz igualmente né dos medos dos receios

de consciência e também o contato né com as inteligência invisíveis vai proporcionar um esclarecimento ampliado dessa realidade da Morte e trazendo também um rapaz igualmente né dos medos dos receios colocando como Gelson falou que morrer vai continuar com os mesmos padrões de realidade interna né que não é um processo mágico né no qual o indivíduo morre vira Anjo né mas ele vai se deparar com a própria realidade psíquica ou que muitas vezes foi um movimento de fuga durante toda a existência que a morte de certa forma obriga né o enfrentamento da sua sombra no sentido negativosa no sentido mais positivo e aqui ela inicia né Daniel falando novamente da mitologia grega né Falando que é esse desejo pela sobrevivência do ser consciente a morte física vai desenvolver essa percepção psíquica né do homem que quer sondar a outra margem do Let's letes que está escrito ali é aquele rio que o caronte né então ela começa falando do caronte que as pessoas eram enterradas com aquela moeda embaixo da língua para que Ele pudesse ir para outra margem desse Rio E esse rio eletes que aquele que bebesse Então dessa água ele teria o esquecimento das encarnações passadas das vidas passadas né então ela trabalhando a mitologia junto para que a gente possa entender que a partir do momento que o homem tem esse desejo né pela sobrevivência e começa a se parar para observar esses fatos é a partir esse momento que ele então começa a ouvir essas vozes e as ações da espiritualidade maior então é nesse momento que começa a ocorrer a comunicação a comunicação sempre ocorreu mas as pessoas talvez não tivessem a consciência dela né e a partir daí quando ele deixa de beber essa água de lestes então é o momento que a humanidade Está ciquicamente Madura para entrar em contato com esses temas tão delicados e profundos então controversos né a controvertida a comunicação dos Espíritos ela fala né e a fazer uma relação interessante dos arquétipos com a questão dos Mortos né que para além só da experiência que

rofundos então controversos né a controvertida a comunicação dos Espíritos ela fala né e a fazer uma relação interessante dos arquétipos com a questão dos Mortos né que para além só da experiência que típica inerente cada um de nós que está na base do nosso inconsciente coletivo né de são forças que estratificam a base da realidade né ela fala que a rádio espiritual ela da forma os arquétipos de uma certa maneira e muitos dos processos desses padrões de comportamento comportamento ritualizado questões de verdades psicológicas cada cultura justamente representando temas arquetípicos temos fundamentais justamente foram reforçados de Coroados justamente pela comunicação dos mortos uma certa maneira é esse atravessar as fronteiras e pela intuição pelos contatos que desde os primórdios da humanidade se havia né com os deuses né que os mortos esse elemento aí psicológico e foi ganhando forma enquanto o reconhecimento de certos dessas configurações psicológicas essenciais que vão organizar a sociedade e a estruturação das Comunidades desde o início das relações humanas né então como os mortos estão aí realmente presente na Constituição social da sociedade e das Comunidades né é interessante ver isso Isso demonstra né que essa essa força na interna da alma humana que uma vez encarnada e esquece essa realidade como a própria Adriana trouxe né que bebe a água do que acaba esquecendo as suas outras encarnações o homem sente intuitivamente né que a existência continua né que o espírito segue Ele não muitas vezes a gente não consegue explicar em termos científicos né Mas pela lógica intuitiva e até mesmo afetivo ou o homem sabe né que existe algo após essa essa deterioração né do corpo físico né isso coloca né Joana vai dar uma importância Central ao aspecto da mediunidade nessa relação como espiritual e a compreensão da morte é que ela chega a afirmar que a única forma né a única forma de demonstrar na mortal é essa comunicabilidade né com com o plano espiritual né hoje no campo

ção como espiritual e a compreensão da morte é que ela chega a afirmar que a única forma né a única forma de demonstrar na mortal é essa comunicabilidade né com com o plano espiritual né hoje no campo científico né embora a gente tem avanço de pesquisa mas nada nada mais a Claro né e consistente né do que essa relação através dos processos mediúnicos e a própria alma né como essa lente que amplia o mundo espiritual e aí acho que tem uma questão importante que ela realmente desmistificam o mundo espiritual porque nós somos nós né somos nós né com as nossas visões com as nossas dores com as nossas saudades para o nosso conhecimento e aí ela inaugura a partir disso essa essa contribuição né que ela que pediu nos dá e que ela é tão esclarece que também o quanto que a psico metodologia né também se organiza se estrutura a partir dessa influência dos Mortos então ela vai ampliar né a visão psicológica que as neuroses não são só questões de infância são questões de ordem de educação ou de complexos internos Mas tem uma série de psicopatias patologias e sintomas mentais que justamente se originam nesse intercâmbio através dessa ação dos Espíritos naquilo que também estudado nos quadros obsessivos interessante que nós temos até um dsm5 agora né uma nomenclatura para quando a psicopatologia ela tem esse viés de obsessivo né eu poderia ter pesquisado o número mas é só me ative agora nesse momento mas isso é importante de ver que isso tudo atesta né Essa hipótese da imortalidade da alma e aí como foi usado por Kardec lá atrás né os fenômenos da ectoplasia da vidência da psicofonia psicografia e agora com a meta ciência os aparelhos né o espirito com ouvir de como que são utilizados para gravar essas vozes do além para gravar estas mensagens né os fenômenos da transcomunicação instrumental que gravavam grandes mensagens diretamente no aparelho né Então tudo isso vem nesse momento histórico trazer essa essa realidade transcendental que nós temos né como seres desencarnados essa questão do dessa M5 né que é tão

nsagens diretamente no aparelho né Então tudo isso vem nesse momento histórico trazer essa essa realidade transcendental que nós temos né como seres desencarnados essa questão do dessa M5 né que é tão importante tu citar né Adriana ela é importante porque realmente é o décimo é digamos assim o guia que mais orienta os psiquiatras do mundo e o Cid né Quais são as doenças tem dsm que é o compêndio americano né E nessa questão das doenças mentais já começa a ver um entendimento por parte da ciência e isso é fundamental para nós né se avanço da ciência que muitos fenômenos responsável Psicótico a esquizofrenia Psicose A Possessão de espírito ou vem espírito ou conversar com o espírito começa agora a ser questionado né E relativizado como doença mental e esses sintomas positivos que eles eram tão importantes no diagnóstico da doença mental passam a ser menos importantes e não relevantes e aí a questão de poder realmente discernir O que é patológico e o que é realmente uma experiência alterada de consciência uma experiência religiosa uma experiência mediúnica que não pode ser dada como problema mental tanto é que já existe várias comunidades uma associação dos ouvidores de vozes então houve dois de vozes porque eu posso ouvir vozes e tá com a minha consciência íntegra que a minha vida então se o osso voz eu vejo espírito e consigo ter a minha vida dentro de uma de um padre construtivo criativo produtivo e numa relação digamos assim lúcida com a vida porque que isso vocês se considerado então patologia então a psiquiatria começa realmente a abrir um espaço para pensar essa realidade espiritual e esse fenômenos anônimos que diz respeito à mediunidade né Isso é muito importante nesse momento que que nós vivemos foi perguntado né Alan Kardec se ama a mediunidade Poderia gerar loucura né no indivíduo e os espíritos responderam a mediunidade não mas a obsessão sim né porque a mediunidade é um é uma porta neutra né Onde a energia se república e a medida que o indivíduo tem essa

ucura né no indivíduo e os espíritos responderam a mediunidade não mas a obsessão sim né porque a mediunidade é um é uma porta neutra né Onde a energia se república e a medida que o indivíduo tem essa capacidade essa sensibilidade de ter essa interação a Joana coloca que essa esse energético ele pode ser tanto um processo muito criativo como Gerson trouxe né até mesmo alcançar a níveis de cura PS lógica né como a mediunidade exercida através das diretrizes espíritas né que vai arrefecer através da psicofonia os complexos né assunto personalidades autônomas que habitam em nós através do exercício da mediunidade Como pode também se tornar caso ocorra né os nossos códigos internos Morais que se perturbam se conectar com a inteligência invisíveis também pode nos levar ao próprio processo de processo patológico né como já são trouxe então a mediunidade é esse leque possibilita esse entendimento do mundo espiritual e arrefece os medos e conecta um homem com a sua realidade espiritual e o próprio Jung na medida que ele veio avançando os anos e foi envelhecendo ele fica mais claro a produção dos mortos na vida dele e é importante para a Psicologia tanto que não só ele afirma em vários momentos que a consciência em alguma medida alguma parte dela sobrevive ao corpo várias experiências vários elementos sonhos e pesquisa que ele fez reforça essa ideia com a própria interpretação dos Mortos dos sonhos né que que no começo da vida dele esses personagens dos Mortos era entendido mais como aspectos da própria pessoa mas na medida que ele vai amadurecer avançando ele vai tendo uma interpretação objetiva desses personagens e reconhecendo é essa manifestação dos Mortos dos sonhos não então como um símbolo mas como uma regra de objetiva como uma é uma experiência né uma vivência psicológica com os mortos tanto que respeitar essa experiência a gente não pode interpretar psicologicamente e reconhecer que ele tem algo que é vivencial e tem que ser considerado como tal então o próprio Jung Vai Vai acreditando cada vez mais

r essa experiência a gente não pode interpretar psicologicamente e reconhecer que ele tem algo que é vivencial e tem que ser considerado como tal então o próprio Jung Vai Vai acreditando cada vez mais valor a expressão objetiva e essa presença nos mortos seja na nossa vida os fenômenos da vida como um todo seja no momento do sono então isso também é um dado importante porque de uma certa maneira tem todo o estudo hoje em dia o James hillmann tem um livro deles juntos sobre O Legado dos Mortos vai realmente é da densidade de reconhecer não os mortos lá né mas os mortos aqui né convivendo presente interagindo conosco e precisa ser reconhecidos por nós reconhecidos por nós como parte da nossa vida então acho isso também um passo importante para a Psicologia ele chega a afirmar né ao longo da quando ele vai evoluindo como Gerson vem trazendo no entendimento da psique né dessa dessa jornada que ela vai fazer não só ao longo da Encarnação mas das outras encarnações ele chega a afirmar que não há como conceber a psique se não for como um fenômeno energético ou seja esse fluido né empoderada que se conecta no corpo e que essa energia que é uma consciência E aí ela vai avançando no capítulo eu não sei se tem mais alguma questão desse item mas ela vai avançando nesse movimento que tanto essa consciência da realidade espiritual vai nos ajudando a vencer esse medo da morte datavismo também das crianças infantis inferno né que também dá medo da morte essas arquétipos que são virados que vieram crenças mágicas e que é de uma maneira acabam sendo gerador de ansiedade né então toda essa essa revelação da grande espiritual vai quebrando essas fantasias e vai nos aproximando de maneira natural dos Espíritos dos Mortos fazendo então que a gente possa aos pouquinhos romper esse temor da Morte e tanto a consciência em relação ao que que é a vida né E aí ela vai trazer a importância também do Peri espírito né o modelo organizador biológico como um elemento importantíssimo também para a

Morte e tanto a consciência em relação ao que que é a vida né E aí ela vai trazer a importância também do Peri espírito né o modelo organizador biológico como um elemento importantíssimo também para a compreensão do comportamento humano ou seja a psicologia ela não é completa se não considerar de um lado a grade do espírito e de outro lado a própria realidade do pênis aqui é bonita que ela traz a Trindade Espírita né como corpo espírito e perispírito e a sua interdependência né E ela traz na história como o perispírito era denominado desde que o mundo existe né então isso nos mostra nos dá a entender que não é algo que é o espiritismo criou ou uma coisa inventada pela cabeça mas olha Hipócrates denominava essa estrutura esse modelo organizador dinheiro enorme flotino já identificava como o corpo Áureo ou ígneo Tertuliano indicava como corpo Vital da alma e origem como aura o apóstolo Paulo que o referia como corpo espiritual e o corpo incorruptível novidade ele aparece como manontaria Coxa no budismo Esotérico é designado o cai nahrupa os egípcios diziam no car Zen a Vesta aponta como os baúdas cavalo Hebraica por Rua tradicionalismo grego é o Edom Heitor o miado dos Latinos o que dos chineses o corpo Sutil e eterno de Aristóteles Confúcio chamou de corpo e uniforme e lembre-me quase ficou como corpo fluídico Então olha só na desculpem é muitos nomes que eu falei errado mas a gente tem de que essa teoria essa sensibilidade que a humanidade teve para esse corpo Sutil que é um modelo organizador para essa matéria que nós temos e isso para a gente pensar no processo saúde e doença é importantíssima porque aí ela vai falar exatamente da importância desse modelo organizador no processo do adoecer né que a gente não adoece não é a matéria que adoece mas não é o corpo que adoece mas é assim o espírito que traz a sua patologia impregnada nessa estrutura Então ela é plasmada na matéria né o próprio e onde é a psicologia onde era eles vão se referir ao corpo Sutil de várias maneiras falar do corpo de sopro

raz a sua patologia impregnada nessa estrutura Então ela é plasmada na matéria né o próprio e onde é a psicologia onde era eles vão se referir ao corpo Sutil de várias maneiras falar do corpo de sopro né ele e ele vai dizer que no seminário do condomínio yoga e do seminário dos limite ele vai ele vai ser o culpado esse conceito vai mostrar justamente isso que ajuda coloca aqui no capítulo que a Rede Globo Sutil ela é muito antiga ligado a psicologia primitiva e que de uma certa maneira fala justamente de que muitas experiências e percepção que que o indivíduo tem não não passa pela percepção do sentido físico então ele acredita né o Jung que reforça de um corpo Sutil que pode perceber a realidade de maneira inconsciente e ligou daí a ideia de corpo sentiu que é chamado também de corpo lírico por alguns indianos como arma de Miguel como o inconsciente somático com parte do inconsciente tá ali no pelo Espírito então de uma certa maneira o nosso o nosso inconsciente ele que vale em certa medida com a ideia de ter espírito que a memória do espírito e tudo aquilo que ele Vai acumulando ela vai trazer né Essa necessidade dessa dessa função ponte né entre a realidade Sutil do Espírito com o corpo começa ele é o mesmo tempo é curto e espírito né ele transita entre essas duas realidades e ele vai prestar né um grande serviço a consciência que é uma consciência negra pequena Nossa consciência Joana afirma que a consciência é um filtro e a necessidade da reencarnação é bem acelerar esse processo desenvolvimento né ele vai dar seguimento sempre porque o ego ele não é capaz de filtrar sombra do inconsciente como um todo e é necessário essa somatizações né no corpo a impressão dessa energia porque o ego não dá conta dessa realidade Total das informações do inconsciente então para Espírito tem essa função de conexão né que vai imprimir no corpo né os núcleos energéticos da alma e uma vez bem suportada essa metamorfose né de impressão no corpo dessas estruturas energéticas até pela

írito tem essa função de conexão né que vai imprimir no corpo né os núcleos energéticos da alma e uma vez bem suportada essa metamorfose né de impressão no corpo dessas estruturas energéticas até pela ocasião da morte o corpo recebe a impressão dos núcleos de energia leva como um filtro aquela carga energética que libera o espírito daquele núcleo excessivo que está os compensado e tudo isso é feito por essa transição né dessa função que é espírito e matéria que é a função espiritual isso vai promover a esse pacto extremamente com a lei do Progresso né mostrando também ainda a Pequinês da consciência no sentido de filtrar essa grande quantidade de energética necessitando ainda dessa realidade corporal para que isso aconteça né então dentro de toda doença física né existe um uma lição psíquica né Por trás daquele sintoma físico existe uma lição espiritual que precisa também ser conscientizado né que o povo tá dando voz aqui é fundamental pensar essa doença como esse processo espiritual para fazer consciência né em cima dessa doença eu acho que aí temos duas coisas bem importantes né Qual a ideia de ter espírito a gente realmente consegue conceder um corpo físico simbólico né o corpo não é só máquina Ele conta uma história e ele expressa esse inconsciente então de uma maneira vai revelando né já que o perispito essa ponte entre o espírito e o corpo então ele é a passagem de comunicação E aí a partir do perispito o corpo pode traduzir realidade do espírito e lucros emocionais como Daniel colocou conflitos simbologias né Tu não se toma físico ali é não é só uma questão corporal fisiológica mas tem algo que está sendo drenado e tem uma história que está sendo revelada e uma tentativa de saída também né o sintoma ele ele não só é fruto de um conflito mas ele é batido de resolução também né então a somatização de um lado ela ela representa a expressão simbólica de realidades inconsciente e de outra maneira também a somatização é esse percurso que eu perdido faz para o corpo para poder

né então a somatização de um lado ela ela representa a expressão simbólica de realidades inconsciente e de outra maneira também a somatização é esse percurso que eu perdido faz para o corpo para poder amortecer aquilo que é insuportável para o espírito dela também falou muitas vezes para mim não enlouquecer o corpo enlouquece para por mim né então de uma então eu vou ficar uma ancoragem regressiva desses conteúdos que eu não consigo digerir suportada regride para o corpo papel favorecendo o diálogo de um lado para o outro do corpo ao Espírito junto do corpo e favorecendo esse ajuste e processo de transformação de elaboração psicológica energética necessária nos conflitos no passado assim como no enfrentamento da vida aqui onde o corpo acaba sendo também esse amortecedor é frente as incapacidades emocionais de lidar com a vida né então tem essas duas realidades acontecendo simultaneamente aí na relação do perispírito e é interessante ela mostrar essa Outra Face né então ela diz assim ó aqui na estrutura de energia do perispírito se localizam então ela vai fazer quase que uma síntese então no perispírito se localiza os distúrbios nervosos que se transferem para o corpo biológico e que procedem dos compromissos negativos das encarnações passadas das doenças as doenças congênitas também se localizam ali em razão dessas distonias Morais que conduz de uma para outra vida mas olha que interessante né nessa letra C ele fixa no organismo tantos traumas emocionais e pelo outro lado as aspirações da beleza da arte da cultura plasmando no sentimentos as tendências e as possibilidades de realizá-la então além de trazer os traumas as doenças Nós trazemos também esses impulsos para o belo para arte e além de tudo esteriorizam os fenômenos emocionais os karmas tanto positivos quanto negativos que procedem do passado e se impõe nesses mecanismos necessários de evolução então eu gosto desse olhar dela sempre dessa dualidade né então se existe uma coisa a ser trabalhada por outro lado tem o seu contraponto a nos

ado e se impõe nesses mecanismos necessários de evolução então eu gosto desse olhar dela sempre dessa dualidade né então se existe uma coisa a ser trabalhada por outro lado tem o seu contraponto a nos dar uma força para poder trabalhar esses traumas né até porque o perispírito e que vale a coisa de psicoide do Jung né Onde estão os arquétipos e o arquétipo justamente enquanto possibilidade ele é físico e espiritual Então as potências arquetípicas que estão indo dentro de nós foram desenvolvidas estão justamente no peristrito como um Eco do espírito né forçando esse movimento criativo a partir do selfie em favor da expressão de novas conquistas de Nova experimentação porque o movendo a vida assim ele dá continuamente e na lei de evolução a um movimento que nos impulsiona realmente para crescer então justamente aí no Telecine também tem essas forças que potencializam né o movimento que de respeito aí a esses valores a beleza agora os temas arquivos a potências que a gente carrega e que ainda não estão conscientizados e desenvolvidas dentro de nós é muito interessante realmente essa ideia dela ela vai ela vai colocar né que esse o processo né da dinâmica da energia dessa relação entre o espírito e o corpo que é intermediário por essa realidade psicóide do Perus influência né um processo energético de natureza moral né E ela vem colocar essa essa energia que transita entre o espírito e a e o corpo né ela tem uma meta ela tem um objetivo né e a interrupção dos objetivos dessas energias né vão levar o indivíduo ao transtorno né inclusive isso vai dar as metas espirituais reencarnatórias né E que são metas que precisam ser canalizados nós precisamos né de alguma forma fazer essas escolhas criativas no nível de uma consciência gótica mas que ficam adstritos nessa meta né esse objetivo para que nós atrelemos dessa realidade né e a medida que o indivíduo se afasta desse processo na descrição estão extremamente ligados ao processo seleniário né que vão levar minha vida adoecimento ou a construção

atrelemos dessa realidade né e a medida que o indivíduo se afasta desse processo na descrição estão extremamente ligados ao processo seleniário né que vão levar minha vida adoecimento ou a construção dessa realidade virtuosa como a própria Adriana relatou né dentro dessa dualidade é de uma de sombra e uma virtudes latentes E aí por último ela começa a trazer a questão da reencarnação como também esse elemento importante para que a gente possa compreender uma psicologia né de cunho espiritual e ela fala da quarta força da Psicologia a psicologia pessoal que vem da psicologia humanista né trazendo justamente essa dimensão espiritual do ser humano e aí com isso desdobramento da realidade onde implica a ideia também da reencarnação nessa nessa perspectiva né a gente compreende a necessidade da reencarnação aí do próprio mundo material para o espírito né inicialmente ele escraviza essa matéria né como nos ensinou para poder acontecer para poder experimentar logo depois para poder filtrar nessa grande quantidade de energia que o espírito mobiliza através das suas escolhas Morais de conscientes e que vai precisar desse corpo né para filtrar e não paralisar o processo de desenvolvimento né A partir do momento que o indivíduo compreende a necessidade dessa reencarnação como esse esse filtros de transformismo da realidade do filho nós compreendemos a entender os mecanismos e melhorar as nossas escolhas né no sentido que tudo isso repercute em nós né que essas experiências de metamorfose que nós vamos enfrentar tanto ainda na Encarnação como o próprio processo da transformação da morte logo depois a ela né Isso vai ativar esses núcleos virtuosos né como Adriana mencionou da realidade do Espírito quando o indivíduo compreende essa realidade no conceito que Joana traz aí isso dá um sentido profundo a necessidade da reencarnação e a relação do Espírito com a matéria que além de seu recurso pedagógico né de uma certa maneira né traduzindo tudo isso que ela tá falando tu reencarna daí tu tem

ofundo a necessidade da reencarnação e a relação do Espírito com a matéria que além de seu recurso pedagógico né de uma certa maneira né traduzindo tudo isso que ela tá falando tu reencarna daí tu tem tu pode reatualizar o teu passado né ou seja tu elege alguns elementos que você trabalhado de maneira didática e ao mesmo tempo né então o teu inconsciente começa a energia ainda coisas não resolvidas que vão se configurar em padrões de comportamento e ao mesmo tempo pela infância pelo novo campo de certeza que você me constituída a partir desse novo ego tu vai assimilando novas informações nova experiência num choque né de elementos onde tu tá agregando novas possibilidades para desmanchar esse passado e assim fazer esse movimento de crescimento então isso de uma maneira uma dinâmica muito rica né que a reencarnação possibilita e ela aponta também então além dessa desse instrumento de transformação e crescimento espiritualmente tão eficiente mas também reflete o amor do pai para nós arrecadação é maior prova de perdão que Deus tem conosco mesmo né porque é a chance de recomeçar Olha meu filho tu errou tu se perdeu disse que invocou Vamos retomar né Eu acredito em ti eu te perdoo tu não vai ficar eternamente no se culpando vamos vamos aprender com isso vamos a vida o convite para se redimir vamos resgatar isso tudo se transformar isso em possibilidades novos tô reencarnação realmente Expressa o quão profundo é o amor do pai e com profundo perdão ele tá presente nesse amor que nos dá a chance de novas vidas quantas foram necessárias para a gente poder fazer essa caminhada e é interessante que esse conceito reencarnacionista quando ele é introduzido na psicologia né ele nos ajuda então a compreender o inconsciente os arquétipos individual e coletivo né ele nos ajuda a estudar o homem em toda sua complexidade profunda então Ele nos vai dar um amplo conhecimento para aprofundar essa visão de homem Né mediante a identificação do passado facultando-lhe descobrimento e utilização das suas possibilidades e

dade profunda então Ele nos vai dar um amplo conhecimento para aprofundar essa visão de homem Né mediante a identificação do passado facultando-lhe descobrimento e utilização das suas possibilidades e você ouvir a ser então é maravilhosa ferramenta que Deus nos proporciona para o nosso Progresso moral espiritual e Tem certas coisas realmente Adriana que só vão poder ser explicado com a reencarnação coisa até a cifra da resiliência a resiliência é a capacidade do indivíduo de poder enfrentar com tranquilidade sinceridade a dificuldades Isso aí até fortalecido das experiências traumáticas difíceis Então os estudos em pesquisa e resiliência começou aqui na Nova América com um Sul de crianças que sobrevivem a ambientes áridos né como é que essas crianças sem pais sem mãe em momentos tão delicados de vida não se torna um bandidos e tem resiliência você tem capacidade de enfrentar o sofrimento e ser feliz ainda né E aí toda uma tentativa explicar isso porque crianças pessoas têm um ambiente favorável positivo e não consegue ser resiliente e hoje que tem uma história muito negativa do ponto de vista dos recursos e dolorosa e consegue tirar daquilo uma experiência positiva né Isso é uma grande questão que esse é uma criança que quando pesquisou E perguntou para ela mas como é que tu enfrenta a vida se tu não tem pai nem mãe e ele diz mas eu tenho pai a minha mãe a natureza minha pai é Deus isso da mente de uma criança né então a gente vê que a resiliência não é conquista de agora né você foi difícil que já tem já uma caminhada né de elaboração e que já conquistaram a Fortaleza interna uma compreensão espiritual que da capacidade de enfrentar por diante então a resiliência só pode ser explicada através da regressão Porque alguns Ah mas teve um amigo um professor legal que foi importante na vida daquele daquela criança que ajudou ela ser resiliente Mas isso não justifica nem explica porque a gente tem tanta gente boa nossa vida e mesmo assim muita gente continua não sendo resiliente né então isso é um processo

iança que ajudou ela ser resiliente Mas isso não justifica nem explica porque a gente tem tanta gente boa nossa vida e mesmo assim muita gente continua não sendo resiliente né então isso é um processo realmente de conquista árdua e de tempos que só a Encarnação pode justificar Então acho que é um elemento muito importante para poder compreender muitos fenômenos da psicologia e do comportamento humano muito bem Estamos chegando ao nosso final né de mais um encontro de mais um livro né mas eu queria saber se Adriana e Daniel tem alguma coisa para nos colocar finalizando o estudo da obra ou do capítulo esses alguns minutos querem deixar algum recadinho Eu trouxe um recado do além para nós no Emanuel dizendo assim do mentor O Aprendiz indagou e a morte instrutor quem me diz da extinção do corpo o interpelado respondeu filho a morte não existe a vida é uma criação Imortal de Deus mas então não existe a morte o instrutor ouviu a pergunta inteira inteira inteirada pensou longamente e rematou sim a morte existe num certo sentido que nos cabe aceitar a criatura que deixa de amar em verdade começa logo a morrer então na realidade a morte não é física mas é aquele ser que perde esses ensinamentos maior de Jesus que é a lei do amor e eu trago uma poesia também da do Mário Quintana que diz minha morte nasceu quando eu nasci despertou o bobosou cresceu comigo e dançamos de roda Luara amigo uma pequena Rua que Vivi você não tem mais aquele jeito antigo de rir que há de mim também perdi mas ainda agora estou sentindo aqui grave boa escutar o que lhe digo tu és a minha doce Prometida nem sei que aconteceu nas nossas bodas que hoje mesmo ou no fim de longa vida e as horas lá se vão loucas ou tristes mas era tão bom e minhas horas todas pensaram em ti saber que tu existe então que acabou a senhora que nos acompanha a cada momento possa realmente ser essa filósofa adora Nossa nos apontando para essa realidade maior que é a realidade do espírito e do convite né que a prefeitura nos fala

a senhora que nos acompanha a cada momento possa realmente ser essa filósofa adora Nossa nos apontando para essa realidade maior que é a realidade do espírito e do convite né que a prefeitura nos fala aqui e tomava consciência dos exercício que é viver e que ia morrer simultaneamente no na composição da nossa do nosso crescimento espiritual

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