T4:E02 • Momentos de Saúde • Liberdade de escolha

Mansão do Caminho 27/01/2025 (há 1 ano) 58:04 237 visualizações

Neste episódio, que trata não só da consciência cósmica, mas da liberdade, Gelson Roberto, Adriana Lopes e Daniel Campos debatem o capítulo de fundamental importância para todos nós, abordando um tema que se confunde com o próprio livre-arbítrio. Nesta parte da obra, a autora espiritual Joanna de Ângelis, ao afirmar a nossa cota de responsabilidade, se ocupa justamente da liberdade de escolha, desmembrando o assunto em três partes: somos livres para escolher, felicidade é uma escolha e como fazer a escolha. Por fim, a equipe ainda nos questiona sobre: quem dentro de nós escolhe? Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #MomentosdeSaúde #liberdadedeescolha #livrearbítrio

Transcrição

alô amigos é alegria que estamos mais uma vez reunidos para estudar a série psicológica de Joana De Angeles neste momento Aqui estamos trabalhando em cima do livro momento de saúde hoje em especial Capítulo do liberdade de escolha e conosco está aqui o Daniel e Adriana que estarão colaborando conosco nesse estudo maravilhoso da sede psicológica e esse tema é fundamental né então já que a liberdade ela se confunde com a ideia de espírito né porque a gente fala em espírito a gente fala justamente em livre arbítrio dessa condição né que cant até comenta né ele disse se existe se o homem pensa e ele eh tem liberdade então existe o espírito decante né e consequentemente Se o Espírito ele é marcado pela capacidade de ter livre arbítrio a todo momento estamos escolhendo né e Joan vai se ocupar então justamente desse tema que é a liberdade de escolha Então gostaria de ver com Daniel com Adriana como é que eles estão sentindo esse capítulo como é que foi viver essa proposta aqui do capítulo do em relação a essa temática bom antes de iniciar esse capítulo eu gostaria então de avisar todos aqueles né que gostam de permanecer na aflição para que desligue agora o programa né Vamos desligar o programa ou aqueles então que projetam na sogra na vida em Deus eh a desventura que acontece porque esse capítulo é um divisor de águas né Gelson e Daniel porque aqui ela afirma né que nós somos responsáveis pela nossa alegria né Nós temos a liberdade em escolher a alegria ou a desventura e é muito interessante o ponto de vista dela então depois que a gente já sabe disso não tem como dizer que não sabe mais então se alguém não quiser tá na hora ainda de desligar o programa mas o convite é o contrário que a gente se consci che né para que a gente saiba da importância da liberdade de escolha e e ela trabalha esse texto de uma forma bem bonita ela parte todo Livro né de um texto síntese poucas linhas onde ela sintetiza tudo e aí a gente vê a importância de um espírito de luz que consegue em poucas palavras

esse texto de uma forma bem bonita ela parte todo Livro né de um texto síntese poucas linhas onde ela sintetiza tudo e aí a gente vê a importância de um espírito de luz que consegue em poucas palavras dizer muita coisa coisa que a gente precisa aprender porque às vezes a gente diz tanta coisa não diz nada né Se passar isso por um filtro cai pouca coisa E aí depois ela desmembra em três partes né Essa Ideia ela parte do na na primeira parte de que somos livres para escolher os nossos padrões de felicidade e aflição na segunda parte a gente ela afirma que a gente eh ser feliz é uma escolha então a gente escolhe a felicidade e e no final uma ela sintetiza no último parágrafo como fazer essa escolha então muito profundo muito sintético né esse livro ele assim ele ele traz de forma tão sintética esses conteúdos que até difícil pra gente né dentro dessa síntese e desmembrando as ideias tão Profundas ela nos traz aqui também né nessa um capítulo muito curto né um livro de Capítulos curtos mas como a Adriana falou muito rico né Tem tem muita informação em poucas palavras mas a ela vem dizer da importância né da da da consciência não só da consciência cósmica do psiquismo divino para que caminhando na direção dessa lei cada vez mais o homem tenha a criatura humana tem essa coerência né de caminhar na direção da lei ampliando a a sua capacidade de ser livre né Ah E à medida que a consciência também atua de uma forma ativa em relação São à suas relações afetivas né de de uma maneira de ter a a lei fala de uma de ser atravessado de doar de impregnar a vida com amor né a essa lei cósmica né a lei divina e ela vai dizer que a partir de uma infância psicológica né o indivíduo não consegue ter essa troca e caminhar na direção dess lei né da da ou das leis né então ele fica num lugar passivo né um um estado emocional de passividade no qual há há uma exigência muito grande de afetos mas pouca ação ah em relação a a se doar em algum nível né a ter uma troca afetiva então o indivíduo a partir

é um um estado emocional de passividade no qual há há uma exigência muito grande de afetos mas pouca ação ah em relação a a se doar em algum nível né a ter uma troca afetiva então o indivíduo a partir a a eh atua na vida a partir de uma sombra né uma sombra afetiva no qual ele se vê desadaptado afetivamente para desenvolver as suas relações aí e isso faz com que o indivíduo perca a sua liberdade ah em razão da do grau de inconsciência né que o inconsciente vai lhe dominando aí na sua realidade afetiva que mesmo de uma maneira passiva eh o espírito tá sempre escolhendo então de uma certa maneira direto indiretamente eh na medida que a gente é livre nós fazemos escolh e acabando e acabamos sendo responsável P essa escolha A grande questão que eu fico eh me perguntando a partir da proposta da benfeitora é quem escolhe quem dentro de nós escolhe porque alguém dentro de nós escolhe se não é o ego lúcido responsável que assume o seu lugar no mundo uma parte de mim inconsciente vai escolher porque na verdade eh a nossa natureza né enquanto evolução ela vai evoluindo em em aspectos que tão mais maduros e outros menos maduros então inconscientemente o espírito tá lá também agindo e faz suas escolhas então eu não posso dizer Ah eu não sabia não foi eu que escolhi então de uma certa maneira a gente tem que questionar quem é quem é que escolhe e de que forma escolhemos eu acho que entra isso que tu tá dizendo né Daniel porque a gente po escolher de maneira a não querer se responsabilizar né e a gente projeta no mundo como se a escolha fosse determinado pelos outros ou de projetos e escolha a partir do que o mundo nos oferece eh vivendo o padrão do mundo então eue me deixa escolher e escolho a partir de um movimento determinado pela consciência coletiva os valores do mundo porque eu não quero me me comprometer comigo ou eu escolho como uma atitude minha né enquanto um ato me deliberado então eh eu acho que tem uma grande questão aí de uma postura existencial que é tomar consciência é

quero me me comprometer comigo ou eu escolho como uma atitude minha né enquanto um ato me deliberado então eh eu acho que tem uma grande questão aí de uma postura existencial que é tomar consciência é que eu posso escolher e que eu vou escolher de qualquer maneira então se se meu espírito Ele tá implicado em tudo o que ele faz e tudo que ele faz envolve os caminhos deliberados que vai tomando então é justo que a gente começa a assumir de maneira consciente esse caminho porque se eu não assumo esse caminho e me deixo levar isso também é uma escolha minha de não me comprometer de não assumir a responsabilidade por mim mesmo mas invariavelmente eu vou pagar o preço dessa minha atitude e interessante né Gelson que Kardec sabendo disso ele faz essa pergunta no Livro dos Espíritos quando ele trabalha né Ele trabalha no Livro dos Espíritos a lei a liberdade como uma lei natural e tá lá na questão 845 eh que ele pergunta pro pros espíritos assim não constituem obstáculos ao exercício do livre arbítrio as predisposições instintivas né ou seja os instintos que o homem traz consigo ao nascer Então é isso que o Gelson fala né que alguém dentro de mim escolhe é o ego é a consciência ou são os instintos ou é enfim o que dentro de mim escolhe e Kardec pergunta e a resposta dos Espíritos é as predisposições instintivas são as do Espírito antes de encarnar foi isso que o que o o Gelson acabou de colocar né com conforme seja este mais ou menos adiantado elas podem arrastá-los à prática de Atos repreensíveis no que será secundado pelos espíritos que simpatizam com essas disposições não há porém arrastamento e resistível uma vez que você tenha a vontade de Resistir lembrai-vos de que querer é poder então é bem isso quando a consciência não escolhe o instinto escolhe e arrasta a consciência mas aí a própria espiritualidade explica é uma parte é é do espírito esse instinto Então vai entrando coisas que a Joana vai trabalhando em toda a série que é a questão da vontade né a importância da

mas aí a própria espiritualidade explica é uma parte é é do espírito esse instinto Então vai entrando coisas que a Joana vai trabalhando em toda a série que é a questão da vontade né a importância da vontade de para sintonizar aquilo que o Daniel falou tem essa eh esse pensamento cósmico esse pensamento de Deus e isso tá eh durante todo o tempo mas nós temos o dever de sintonizar nessas leis divinas né nesse pensamento cósmico então nós temos que ter essa questão da vontade e o pensamento é essa forma com que eu acesso essa questão e esse pensamento Divino a Joana em outra não me recordo acho que é no ser consciente que ela Traz essa essa afirmação Ela diz que só o ser consciente é livre realmente livre né porque a a a a eu à medida que Eu opto em em levar uma vida inconsciente da minha vida espiritual do meu inconsciente da minha relação com o cel eu tô renunciando a minha liberdade em algum nível porque os processos automáticos né a do inconsciente vão passar a direcionar a consciência egóica né que cada vez mais vai perdendo em liberdade ao ponto de estacionar numa consciência de sono né que ela mesmo coloca a a em outras em outras zas obras e ela diz que à medida que o indivíduo renuncia né à sua possibilidade de ser livre por optar por já fazer uma escolha Como disse o gels né de permanecer inconsciente porque já é uma escolha aí né de permanecer inconsciente da própria realidade Ah o indivíduo de alguma forma ele abre mão de determinados níveis de liberdade da vida e passa né a partir desse automatismo também a sintonizar com inteligências invisíveis que vão e restringir ainda mais o processo de liberdade né então a a a escolha do indivíduo ela vai ficar reduzida né no seu processo de livre arbítrio ah em razão dos processos obsessivos que muitas vezes se lhe instalam né em razão da sua inconsciência dos processos automáticos que regem o self né sim é interessante Por que que Jo vai colocar que que que que eu sou o que eu sou ou o que eu serei depende de mim né ela coloca no início aqui

onsciência dos processos automáticos que regem o self né sim é interessante Por que que Jo vai colocar que que que que eu sou o que eu sou ou o que eu serei depende de mim né ela coloca no início aqui antes de iniciar o capítulo naquela síntese que a Adriana colocou né E que sendo a liberdade uma lei da vida como juna coloca né Eh independente eh do quanto eu tô me movendo em cima dessa liberdade eu tô fazendo uso do meu livit como o Daniel colocou então num certa maneira abdicar dessa Liberdade né Daniel abdicar desse compromisso é de uma certa maneira abdicar da própria vida seja da vida enquanto oportunidades seja nossa vida interior então eu vejo assim que que isso começa a acontecer um processo psicológico de uma vida não vivido né qu dizer eu não quero decidir por mim eu não quero me comprometer Eu não quero fazer uso dos meus recursos Med que da minha liberdade né E e aí por isso que também vai colocar é o que te é o que de ti próprio faças movimentando em cima da que gente então se eu elegir a de uma certa maneira a acomodação porque eu não acredito em mim porque eu não quero pensar nas minhas coisas e aí eu não quero também fazer escolhas eu elegendo a inconsciência como caminho da da do meu roteiro E aí de uma certa maneira eu tô abdicando da vida e aí Eu começo ter todo esse esse conjunto de elementos de uma vida pobre de uma vida não vivida então não exercer a liberdade de maneira lúcida e consciente de uma certa maneira é ricado a próprio potencial que tu carrega porque querer ser menos do que a gente é fadado a ser enquanto espírito porque enquanto realidade espiritual nós somos chamados a realizar a nossa natureza como seres criativos inteligente na nossa capacidade de gerar de amar de construir de realizar coisas em nós e no mundo e por acomodação por inconsciência por fatores que nos impede de fazer essa escolha a gente começa a criar esse jogo né ilusório que de uma certa maneira para mim é um tipo de desamor consigo mesmo né E aí ele a j Fala dessas pessoas que preferem a

ue nos impede de fazer essa escolha a gente começa a criar esse jogo né ilusório que de uma certa maneira para mim é um tipo de desamor consigo mesmo né E aí ele a j Fala dessas pessoas que preferem a queixa alimentação que fica p do pessimismo né nesse mundo fechado limitado e e como se elas negociasse bem com a vida ou o carinho do afeto como foi colocado e de uma certa maneira não reconhecendo a si mesmo né e não dando oportunidade para florecer como espírito então não tem como a gente evitar Liberdade né gente evita a gente opta por abrir mão e com isso a gente paga um preço maior mais caro dessa vida não vivida né E isso gera Sofrimentos de uma certa maneira a gente acaba criando né um caminho de infortúnios como a benfeitora coloca aqui no Capítulo e quando o Gelson fala dessa frase né o que eu sou e o que eu serei depende de mim a gente começa a pensar num fator importante que é o fator tempo então o ontem pode ser que não dependeu de mim ele foi foi uma construção mas vai entrar aí o presente né o que eu sou Então hoje eu posso pensar que é uma construção meu futuro vai dependendo agora então por isso que é uma liberdade de escolha a partir do momento que eu me coloco que eu estou e que eu sou no mundo a partir dessa forma que eu sou o meu futuro está sendo construído agora e aí é muito importante porque a Joana nos tira de uma posição de passividade de algo que nos é imposto dessa falça ideia né quando o gels fala né daquelas pessoas que ficam Eh que que preferem que escolhe a queixa lamentação e preso nesse sofrimento irreal para poder ter essa falsa ilusão né de que ele é uma vítima do destino então enquanto essas pessoas elegem esse sofrimento ele tá deixando né de escolher a escolha então é como se fosse um farol que ele sintoniza né apesar do sofrimento a alegria e a felicidade de pensar que é o momento de eh de um de a quitação de um débito passado mas é uma construção futura eh então a pessoa tem essa liberdade de escolher e olhar ou ficar olhando para coisas que eu manté

de pensar que é o momento de eh de um de a quitação de um débito passado mas é uma construção futura eh então a pessoa tem essa liberdade de escolher e olhar ou ficar olhando para coisas que eu manté preso na dor então é muito importante eh que ela logo no início ela fala que eu sou escravo da lei que me enseja o progresso então a única escravidão que nós temos é o progresso então nós estamos fadados ao Progresso nós somos obrigados a evoluir nós somos temos que ser plenos por isso que toda a série psicológica Ela traz a questão da plenitude do homem integral a importância do autoconhecimento para poder chegar a ser esse homem integral que é essa lei do Progresso então o progresso é a única lei que nós Eh que que a gente escravo né ela diz sou escravo da lei que me enseja progredir sem interrupção no tempo e aí ela traz na sequência a questão do agora do presente e a questão do Futuro né E aí essa questão da Inspiração superior que nunca me falta porém sintonizar com ela uma aspiração pessoal E aí ela fala como construindo as estruturas existenciais na mente Torn lei realidade no percurso canal carnal então aí a importância da mente a importância do pensamento a importância dessa desse impulso por meio da mente para que essa ideia Vá se construindo e pensamento é matéria né e assim eu poder ir plasmando nessa matéria a princípio Sutil e posteriormente numa matéria mais densa né que é o plano físico é interessante isso gostaria de de ouvir de vocês também uma frase que eu achei muito impactante aqui de Joana ainda na primeira folha aqui do do capítulo né No início quando ela disse ninguém se sente bem ao lado da de criaturas que elegem o Infortúnio como falsa solução para os seus conflitos existenciais Então essa a liberdade que é dado onde a gente opta Então por essa ilusão buscando falsas soluções para poder liar com a vida e quanto isso eh em vez de gerar a simpatia gera aqui né algo negativo como é que vocês vê isso do ponto de vista prático né na vida você poderia falar

cando falsas soluções para poder liar com a vida e quanto isso eh em vez de gerar a simpatia gera aqui né algo negativo como é que vocês vê isso do ponto de vista prático né na vida você poderia falar alguma coisa a respeito disso é que aqui ela tá falando né questão da Vontade que é uma fulão direta vinculada ao Espírito ao eu profundo ao self né E aí ela vai tá citando que a a duas né dois grandes grupos a quem prefere essa queixa lamentação e quem prefere e quem uso da chantagem dos afetos né e a partir do momento que ele começa nessa chantagem dos afetos ele vai começar construir para ele aí a questão da mente e essa construção né Sofrimentos irreais e ela usa isso como uma forma de chantagem para chamar atenção igual aquela criança birrenta que olha como eu estou sofrendo olha Coitadinho de mim e isso é sempre insuficiente então ela vai criando mais desgraça mais problema mais aflições e acaba sozinho porque ninguém fica bem do lado dessas pessoas que fica o dia inteiro naquela lamúria naquela lamentação né E nessa falsa solução para os conflitos existenciais então Na tentativa olha como que o ego ele usa um óculos que com uma lentinha embaçada então o ego Inter Creta aqui se eu for bem Coitadinho eu vou ter um monte de gente para cuidar do meu dodói E no entanto as pessoas se cansam de ouvir essa lamúria né essa falsa forma que o ego encontra para receber atenção então ela acaba se tornando uma pessoa tão enfadonha E aí ela acaba escolhendo servo como uma pessoa vítima e esquece de escolher felicidade e ela não luta paraa felicidade e não emprega eh esforços por meio do pensamento para atingir coisas que a levem para isso e aqui é importante a gente falar um pouquinho da diferença né da lei de ação e reação e da diferença da lei de talião né que é olho por olho ident aí quando acontece essa questão D chantagem para reconhecer afeto e daí a pessoa vai acabando sozinha ela vai construindo essa solidão e vai dando tiro no dedão né porque ninguém consegue ficar com uma

í quando acontece essa questão D chantagem para reconhecer afeto e daí a pessoa vai acabando sozinha ela vai construindo essa solidão e vai dando tiro no dedão né porque ninguém consegue ficar com uma pessoa que fica lamuriando de dedo então ela vai interpretar olha Coitada de mim terminei sozinha e ela vai achar que que que Então olha eu estou sendo punida por algo do meu passado então ela vai lembrar e aí não é a lei de ação e reação é a lei de talião e na realidade o que tá acontecendo é um fruto da da lei de ação e reação Então essa minha escolha de escolher a úria a chantagem emocional para ter afeto vai me levar para um comportamento de solidão eu construí isso Então essa é a beleza da da proposta da Joana que nos coloca nós somos artífices de nós mesmos nós construímos a Nossa Alegria ou a nossa desdita E aí sem olhar para isso como a porque aí depois de tudo isso a gente culpa a espiritualidade Olha como Deus está me punindo do meu passado né Daniel O que que você acha Ah eu acho que tu descreve bem né Essa realidade de uma de uma psicologia mais regredido né na qual o indivíduo passa né a partir de um processo de identificação a se relacionar estabelecer relações sociais a partir das desse lugar ferido né no qual ele se relaciona ele tem ganhos patológicos a partir desse discurso da dor né ah no qual ele ele se queixa né ele tem ganhos secundários com isso por um tempo né até at mesmo porque Ah é É um lugar que ao mesmo tempo que ele traz uma atenção Inicial ele também satura o outro né com o tempo ele vai gerando um desgaste é quase uma relação a a de de de sugar né do outro quase um um é um vampirismo energético né ah Nós temos dois tipos de diálogo na nossa vida Um Diálogo egóico no nível de uma consciência mais egóica né mais racional onde a gente tem uma organizada e o diálogo da da energético né o diálogo do inconsciente Ah e a partir do momento que eu atuo a partir desse desse lugar de queixa dessa muitas vezes até das minhas feridas emocionais né dos dos meus sentimentos de amor não

tico né o diálogo do inconsciente Ah e a partir do momento que eu atuo a partir desse desse lugar de queixa dessa muitas vezes até das minhas feridas emocionais né dos dos meus sentimentos de amor não correspondido até da minha infância né Isso vai me transformando dentro de uma psicologia mais infantil onde eu não consigo estabelecer uma relação de troca com a vida né e não necessariamente a esse sofrimento que me aturde a partir desse lugar né ferido da queixa esse lugar que exige atenção mas não consegue dar é um lugar que que quer ser acolhido mas não consegue acolher é um lugar que quer entregas para si mas não consegue entregar nada pra vida ah é um lugar que satura as relações sociais com essas demandas de de exigência muito intensa Ah vai colocando o indivíduo numa situação até mesmo de rejeição tá no que que é o que ele mais teme né e ele que é mais carinho ele quer mais atenção Ele quer ser agradado nas fisicamente mas isso vai instalando uma situação em volta dele no qual o indivíduo vai caindo cada vez mais numa situação de rejeição a essa essa psicologia né da que que marca Todos nós né ah ela precisa ser superada né porque ela é com contrá é um processo de um amor mais lúcido né um amor mais amadurecido o amor que tem uma troca com a vida né que em vez de demandar uma atenção ou um ganho emocional mais patológico a partir de ser olhado o indivíduo vai construir relações onde ele entrega os seus afetos pra vida né E à medida que ele arremessa os afetos seus pensamentos na energia da vida injetando libido ativa né que é que é o que a Joana fala esse universo vai responder a ele né num sentido de um bem-estar emocional e ele vai atuar a partir de um lugar de Lucidez não de uma sombra não só complementando esse e esse pensamento com Kardec na questão 872 ele diz assim que é só um complemento e ele traz um fator importante que é a responsabilidade então ele diz olha o homem possui o suficiente livre arbítrio para tomar decisões e se ele cede a uma sugestão estranha e má eem Nada lhe

emento e ele traz um fator importante que é a responsabilidade então ele diz olha o homem possui o suficiente livre arbítrio para tomar decisões e se ele cede a uma sugestão estranha e má eem Nada lhe diminui a responsabilidade pois lhe reconhece o poder de Resistir o que evidentemente ele é muito mais fácil do que lutar contra a sua própria natureza assim de acordo com a doutrina espírita não há arrastamento Irresistível o homem pode serrar os ouvidos da voz oculta que lhe fala No íntimo induzindo ao mal mas pode cerrarlos a voz material daquele que lhes fala ostensivamente então a questão da responsabilidade e essa voz querendo ou não é uma voz de uma parte de interna de algo né de algum espaço psíquico meu então é um aquilo que a gente estava dizendo no início né uma parte minha que pede é um instinto é um desejo é um complexo O que é que tá atuando nesse momento que quer e aí o ego precisa de se responsabilizar pela escolha eu vou focar as coisas positivas vou olhar com uma visão entendendo a dor o sofrimento como algo para o meu futuro uma construção desse futuro ou eu vou me apegar que eu sou uma coitadinha e portanto eu mereço que o universo se Curve porque o complexo de superioridade é isso né gelsa quando eu tava na faculdade eu não conseguia entender direito eh a questão do de superioridade o de inidade é fácil a gente tá acostumado né mas o de superioridade é tão interessante porque atua assim a pessoa é tão coitado ela sofre tanto quanto de Jesus na cruz portanto ela o próprio Jesus na cruz e a pessoa precisa se curvar a ele olha que coisa maluca então é disso que a gente tá falando né é da construção de um sentimento de superioridade E aí o ego se coloca pequeno para ter esse esse ganho secundário só que na realidade ele acaba sozinho e é uma inflação né Mesmo que ele V com um discurso pequeno mas tem uma inflação aí né da do indivíduo e isso me faz pensar na questão do que sustenta as nossas escolhas né porque nossas escolh el estão baseado num significado o próprio Vittor Frank ou

pequeno mas tem uma inflação aí né da do indivíduo e isso me faz pensar na questão do que sustenta as nossas escolhas né porque nossas escolh el estão baseado num significado o próprio Vittor Frank ou yun e outros psic falou que Ninguém Vive Sem um significado seja e isso os espíritos vão dizer Man André Luiz o próprio umaação de Miranda A Joana que H as aspirações internas os desejos centrais que nos movem Então essa uma questão importante a gente refletir o que sustenta a minha escolha né Qual é o mito que gera que dá significada a minha vida e faz com que eu me me movimente na vida dessa maneira e por isso que J era categórica tu podes e deve ser feliz esta é sua liberdade de escolha ou seja eh o que deve sustentar a minha escolha é o amor é o amor de mim mesmo é dignidade e esse direito né de ser feliz eu posso e devo ser feliz e nós estamos um preso em máquina de culpa ou de de autoa aflição ou nesse jogo emocional eh de de de de inconsciência de tem medo de enfrentar vida e vamos empobrecendo as possibilidades por escolhas baseadas em inda nessas aspirações inferiores pequenas ilusórias que carregamos então tem que romper isso né romper essa dimensão e dizer não eu sou um espírito lúcido eu já tenho maturidade e eu quero ser feliz pode ser que não consiga agora né mas essa é a minha proposta e dentro dessa proposta ter uma postura uma meta e uma ação adequada ao que me move enquanto escolha na minha vida e mesmo que tenha partes minhas que contradizem isso tem lado meu lá ainda frágil tem um lado meu que se vitimiza tem um lado meu que é preguiçoso tem um lado meu que tem medo tudo isso não existiu ainda mas eu tô reconhecendo que existe mas eu não quero mais fazer escolha a partir desse lado inferior eu quero realmente tomar consciência da de que eu sou um filho de Deus um espírito que veio aqui para crescer para evoluir E para ser feliz e assumir comigo esse compromisso esse esse movimento né Passa muito a pela necessidade né de tornar né a a nossa biografia em sentido

espírito que veio aqui para crescer para evoluir E para ser feliz e assumir comigo esse compromisso esse esse movimento né Passa muito a pela necessidade né de tornar né a a nossa biografia em sentido reencarnatório né a e também atual né da existência atual cada vez mais consciente né a a grande parte do do dos nossos Sofrimentos né não necessariamente são processos de Sofrimento de outras encarnações mas a resultado de uma imprevidência né por fazer essa escolha como o gelci Adriano tá dizendo de nos tornarmos conscientes e e começarmos a de alguma forma integrar ou tentar integrar desencadear de maneira ativa né a essa realidade dos nossos conflitos emocionais é tanto que a Joana fala né que a partir desse lugar né ferido queixoso esse lugar passivo narcísico né ah de ganhos temporários que vai colimar em processo de rejeição social familiar em todos os níveis né o indivíduo faz Sofrimentos que nem são reais né que não fazem sentido Sofrimentos que caracterizam as chamadas neuroses né que é a dor sem sentido o muitas vezes fala que todos nós de alguma forma principalmente na neurose nós carregamos uma ferida de amor né a nossa a nossa demanda né dessa desse lugar queixoso esse lugar que quer atenção esse lugar mais passivo é bem característica da psicologia da criança né que consegue ter pouca troca né ela quer mais atenção ela quer agradar ela tem uma sedução mais infantil Ah ela passa por ganhos mas ela ao mesmo tempo ela não consegue ter uma maturidade para poder Ah se relacionar a partir de afetos mais vamos dizer assim ativo um amor mais Luo mais consciente porque ela nem tem ego para isso à medida que isso se prolonga na psicologia do adulto nos torna essa criatura sombria uma criatura estacionada né afetivamente a que não desadaptada em termos ionais para se relacionar e todos nós temos esse essa realidade instalada em nós mas é justamente a partir desse discurso né Desse fio da queixa né Desse fio dessa dessas dores irreais que a gente vai puxar a nossa personalidade real né a

temos esse essa realidade instalada em nós mas é justamente a partir desse discurso né Desse fio da queixa né Desse fio dessa dessas dores irreais que a gente vai puxar a nossa personalidade real né a nossa personalidade real vai sair dessa desse desse choro ela vai ela vai ser a partir dessa dessa demanda emocional que nós vamos promover esse autoencontro ela faz parte da nossa jornada de autoconsciência H E o mais importante é que ela seja feito seja feita Claro o tempo da alma é o tempo de cada um mas a que ela seja feita agora né hoje nessa vida para que ela não se t para que ela não escolha por nós e à medida que essa que essa essa sombra escolhe por nós nós vamos fazendo a escolha de renunciar à liberdade de escolher e aqui é interessante que a gente chega Nessa parte do texto eh que as pessoas podem se perguntar assim ah é fácil falar isso quando não se está sofrendo né então o que fazer quando se está sofrendo e na sequência no nono parágrafo a Joana coloca assim se te encontras atrelado à aflições por viia Eh Ou seja persevera luta né construindo o bem e te libertarás então é bem isso a vida eh ela coloca na série psicológica desde o início ela começa a série falando dos Desafios então a vida é um grande desafio e a gente tem repleto né Cheio de aflições é doença é morte é envelhecimento e isso causa as aflições na gente então ela que parece que ela já sabia a gente também ela escuta nossa alma e sabe que a gente ia tá esperneando nessa hora Ah é bonito falar isso quando não se sofre e ela Então fala fala ok então se você está em aflições que nós no mundo de provas e expiações dificilmente não estamos mergulhados nelas né então confia e faz o bem É o que ela coloca lá naquele texto síntese quando ele quando ela fala né que o pensamento Divino concedeu-me a liberdade de poder realizar Todo o Bem que eu desejo então Eh o fazer o bem o trabalhar no bem me dedicar a minha energia psíquica em relação ao bem ao outro a sociedade é uma forma também de receber esse bem Então olha que

izar Todo o Bem que eu desejo então Eh o fazer o bem o trabalhar no bem me dedicar a minha energia psíquica em relação ao bem ao outro a sociedade é uma forma também de receber esse bem Então olha que interessante né então se eu ficar preso na minha dor essa dor aumenta e ela vai criando uma proporção que não é verdadeira Mas a partir do momento que eu coloco minha dor no bolso e vou lá cuidar da dor do outro eu consigo ultrapassar Ir Além que é o que o Jung coloca de uma forma tão bela que ele fala que a partir do momento que a gente se coloca entre os pares de opostos a gente fica igual Cristo né crucificado entre esses dois ladrões né então nessa nesse embate das forças entre o bem e o mal saúde doença Morte e Vida eu consigo ir além e faço a função transcendente então eu não escolho nem um e nem outro fico no meio e aí eu vou além eu não fico preso em uma das polaridades né então o bem eh realmente nos libertará né de nós mesmo Ah é interessante né Ela traz aqui eu acho muito a uma uma orientação terapêutica muito lúcida né da da Joana quando ela ela Traz essa colocação aqui mais pro final do capítulo da necessidade da avaliação honesta da realidade n ela ela ela coloca isso né como um processo dessa conquista dessa liberdade que é justamente desenvolver essa capacidade de olhar né Realmente para para o que surge ali da relação do Ego com inconsciente essa honestidade afetiva sem de alguma forma atuar a partir do mecanismo de defesa de culpa né porque muitas vezes a culpa ela se torna até uma defesa Ah para que nós não assumamos que algo em nós quis aquela aquela aquele ato né ah não necessariamente a a totalidade uma uma falta de caráter né mas ela coloca aqui né a a dificuldade de agora é o efeito da insensatez do passado né E essa insensatez do passado ela se agita no nosso inconsciente e elas e elas são ilhas de consciência que que influenciam a vida Consciente e a partir do momento que eu faço uma avaliação né dessa das desse estado de insensatez mas como ela

no nosso inconsciente e elas e elas são ilhas de consciência que que influenciam a vida Consciente e a partir do momento que eu faço uma avaliação né dessa das desse estado de insensatez mas como ela coloca de maneira honesta eu começo a produzir uma relação de consciência com a vida que vai possibilitar eu ter um contato primeiro o amor comigo mesmo a partir desse acolhimento E se eu trabalho no nível de culpa né eu eu faço uma negação tem a crise moral mas eu fico como que num esteira de academia né aquilo não não faz consciência aquilo aquilo não faz integração não faz transformação né porque a culpa entra como mecanismo de defesa Ah que ela dá uma crise moral mas nós não Assumimos que algo em nós quis aquele ato né e a partir dessa Assunção honesta do processo a Nós entramos né como a Adriana falou nesse momento em que nós estamos diante desses opostos aí que precisam se aproximar né gerando uma transcendência uma função transcendente além desses processos decia é e a Jo ela é muito positiva né ela trazer essa ideia né de que a vida Ela se renova a cada momento então cada dia é uma nova oportunidade que o nosso pai nos oferece né se a reencarnação é uma é o perdão dele para que a gente possa retomar gente recomeçar cada dia que amanhece de novo é uma nova oportunidade né para Recomeçar Então essa essa essa essa visão bonita que J fala essa vida que se renova e que o que nós somos senhores do nosso destino né E que o ponto de encontro é o infinito ou seja existe um convite para ir sempre além superar nós mesmos e assumir como el diz o programa Divino né que é justamente construir a nossa perfeição e est conectado então com esse amor tá conectado com essa presença Divina em nossa vida e a partir disso eh fazer o uso desse presente né quando fala que atualidade né Di o presente é o nosso momento então eh a fazo sempre escolha a partir de agora nesse momento a neurose sempre é um é uma realidade da atualidade da minha vida do que eu faço com ela independente do meu passado

te é o nosso momento então eh a fazo sempre escolha a partir de agora nesse momento a neurose sempre é um é uma realidade da atualidade da minha vida do que eu faço com ela independente do meu passado Então se o meu passado vai continuar agindo de maneira nefasta ou não vai depender de como eu me posiciono agora em relação a esse passado Então a nossa escolha é sempre aqui e agora Pode ser que a gente não tenha elemento suficiente mas na medida que a gente busca esse caminho de Lucidez né E como vocês colocaram aqui J propõe uma avaliação honesta da nossa existência sem culpa a gente vai começar então a ser dono do nosso caminho né das nossas escolhas de maneira mais consciente mais inteira e aí mais verdadeira em relação a nós mesmos eu queer ver nos coloca e e é interessante que se a gente for ver assim em todo o percurso da cede psicológica a j vai nos apresentar um trabalho de transformação psicológica que parte dessa predisposição n indivído Tem que apresentar uma consciência que que e reconhecer que a transformação é possível uma predisposição para ser curado para mudar para ser transformado então eh essa daí né Depois de de buscar um sentido n ou seja de estar consciente que essa cura essa transformação é algo maior que envolve tem sintonia com o self ou com esse programa Divino aqui que ela coloca né para depois chegar a transformação que é justamente reconhecer o que precisa mudar SOS padrões básicos seja cognitivo a afetivo e comportamentais que eu tenho que fazer para mudar então reconhecer que a transformação não é de fora para dentro mas que virja essa consciência de que eu preciso mudar né e a partir disso construir esse caminho então de transformação que envolve procedimentos que ela coloca aqui ou seja Quais são os elementos e Instrumentos que são operados em favor da transformação ou da minha cura e todas as práticas que jun oferece o autoamor a autoestima a relaxação a oração o trabalho exercícios corporais as técnicas e ligado a à imaginação o o

ados em favor da transformação ou da minha cura e todas as práticas que jun oferece o autoamor a autoestima a relaxação a oração o trabalho exercícios corporais as técnicas e ligado a à imaginação o o trabalho da autovigilância e assim por diante que são os procedimentos né isso tem um processo também n de uma para outra ou seja isso envolve uma experiência de um caminhar que integra essa dimensão sagrada da vida né no movimento de transformação onde eu vou tomando consciência cada vez mais também na minha consciência espiritual na minha natureza Divina né para descondicionar esse inconsciente desse passado que era amazena conflitos e padrões negativos né abandonando Essa professora de de vítima através essa análise tranquila e honesta como a gente colocou aqui e por último né esse esforço essa disposição né essaude positiva frente ao fatur da vida frente a mim mesmo e essa disposição de não retroceder né mas sim de cada vez mais se aprofundar em mim mesmo nesse caminho de autodescoberta de confiança de perseverança em busca do se conhecer no processo então de amadurecimento e de libertação onde a minha liberdade tá sendo então vivida de maneira plena né Eh produzindo no O que é bom né Como diz a Joana deja aqui no final do capítulo né então isso tudo faz parte desse processo que começa então nessa atitude lúcida das minhas escolhas para que a vida não escolha por mim deixar paraa vida é Seme mais gente tem um parágrafo na sequência que ela diz assim todo aquele que não se envolve positivamente nunca se desenvolve e eu gosto dessa palavra desenvolver que é sair do envolvimento do Ego então na primeira metade da vida a gente tá envolvido por esse ego né a vida fica autocentrada no EGO eu quero eu posso A minha família minha casa meu carro como é que vai ser isso Então esse ego ele ele envolve o ser e a partir desse momento então há todo aquele que não se envolve positivamente com essas questões que Joana chama de cura autocura porque eh a cura seria assumir esse ônus né Eh e cuidado Então essa

r e a partir desse momento então há todo aquele que não se envolve positivamente com essas questões que Joana chama de cura autocura porque eh a cura seria assumir esse ônus né Eh e cuidado Então essa atenção pro corpo da alimentação que o gels disse essa lavoura como se fosse uma plantinha que precisa ser cuidada né que precisa ser cultivada então cultivar atos a prece a oração a meditação o Adorno esse cuidado como se fosse uma joia que há essa alma tratada como algo Belo né Não essa coisa de esse aut pieguismo ai quem sou eu eu não mereço não e a minha alma precisa de afeto a minha alma precisa de amor e do meu ao amor se eu não amar a minha alma quem ama né então para que eu possa ser amada primeiro eu preciso desenvolver esse Adorno como se fosse uma joia né adoração aos Deuses esses Deuses internos o Gus começa falando quem escolhe são esses Deuses né então atenção cuidadosa a estes meus gritos né Por que que eu preciso me colocar como vítima que Deus é esse que que esse Deus tá querendo então quando eu consigo olhar ouvir e fazer isso é cura isso é autocura então quando eu consigo desenvolver consciência de cada Recanto desse da minha alma eu consigo trabalhar para não entrar no próximo parágrafo que ela diz assim né se preferir de sofrer ou seja ela fala tudo isso mas aí ela começa concluindo Então se mesmo assim você preferir sofrer terás a liberdade para a experiência até o momento em que te transfiras para a opção do bem-estar bem ou mal a gente vai ter que optar um mal momento por isso que eu falei se ninguém quiser agora tomar consciência não Assista esse programa porque agora não dá mais Joana fala isso a gente tem a liberdade de escolha de escolher o sofrimento né a gente pode escolher is mesmo assim com tudo isso a gente prefere ótimo né é a lei da Liberdade eu sempre digo que a lei da Liberdade o livre arbítrio é o mais difícil porque às vezes você tá vendo um filho um amigo indo por uma direção tão perigosa e você não pode fazer muita coisa você pode orientá-lo

e digo que a lei da Liberdade o livre arbítrio é o mais difícil porque às vezes você tá vendo um filho um amigo indo por uma direção tão perigosa e você não pode fazer muita coisa você pode orientá-lo mas ele tem a liberdade de escolha né então é muito bonito essa questão né da da liberdade de escolhas né E ela complementa não transforme incidentes de pequena monta coisas e ocorrências corriqueiras em tragédias e essa frase eu amo tá em todos os lugares na internet ninguém tem o destino do sofrimento ele é o resultado da ação negativa jamais a causa Então olha que linda que maravilhosa né A Proposta da Joana essa essa inevitabilidade né da da Felicidade né que reflete exatamente a lei do Progresso né ah quando a consciência egóica renuncia esse processo né Ah nós de alguma forma vamos passar né Nós vamos estar entregando né todo o a a dinâmica energética para os processos automáticos ali do inconsciente ah e esse caminho na direção da Felicidade ele vai se tornar a eh marcado né ah de de grande sofrimento n o indivíduo ah eh porque de alguma forma a natureza da Alma né que nos seus aspectos mais originais né do desenvolvimento ela vai promover né Essa essa caminhada ah levando a o indivíduo a um despertar através de mecanismos ah de atrito com a vida bem complicados né e que ah de alguma forma vão dobrar né esse ego que renuncia a aos seus tesouros né internos a sua realidade interna a medida que o indivíduo né Tem coerência né com a sua realidade espiritual no sentido de de se abrir paraa experiência da alma e ser atravessado por ela né Ah nesse conceito aqui dessa honestidade Ah e é importante a gente avaliar que não é honestidade só para para para para o aspecto desadaptado da sombra né ah mas também as nossas virtudes né viver né como o Gelson falou que parte do nosso sofrimento também passa por potenciais não vividos né ah e é importante né e o ego identificado nessa baixa autoestima nesse lugar passivo né ele não vai viver esse potencial n na realidade é alguém

o sofrimento também passa por potenciais não vividos né ah e é importante né e o ego identificado nessa baixa autoestima nesse lugar passivo né ele não vai viver esse potencial n na realidade é alguém que anseia o amor e faz tudo para não consegir segir né porque todo movimento né e é compensatório ali que o que o indivíduo atua vai levar Justamente a a não receber essa realidade afetiva né O que ele mais deseja é o que ele menos faz para atrair para ele nessa nessa realidade aí a partir do momento que o indivíduo a se abre ah de maneira honesta para os seus potenciais né enquanto espírito Imortal Ah e ele começa a cuidar de si mesmo né Tem uma maternagem consigo acendo esses processos sombrios né que que litam o indivíduo começa a ressignificar né esse lugar o indivíduo começa a perceber que esse amor não necessariamente é o amor que algém vai dar um amor que ele mesmo precis se tratar a partir dessa lógica né é o alto amor né A partir dessa lógica que ele vai desenvolver esse alo amor né E com isso a vida em ressonância vai devolver em saúde e felicidade para ele com certeza né gente e aí realmente então a gente fica bem claro né aí que na proposta de Joana que enquanto ser psicológico a gente é livre mesmo em circunstâncias limitadoras da vida não é as circunstâncias da vida que limita o espírito o espírito vai além se sobrepõe ao mundo material des a gente possa realmente viver plenamente a nossa realidade espiritual e essa convite do juano né E essa frase que de Joana que Adriana colocou né que ninguém tem o destino do sofrimento é bem importante porque eu acho que tá na hora da gente poder realmente reconhecer que não podemos fugir de nós mesmos que a gente está fazo escolha a cada momento né seja ela for e que a gente tem que partir dessa realidade que é a gente pode ser feliz que a gente é filho de Deus né E e filho desse amor e trazer isso mais perto pra gente né Eu acho que ter esse exercício de lembrar disso a gente esquece a gente vai se envolvendo com o

pode ser feliz que a gente é filho de Deus né E e filho desse amor e trazer isso mais perto pra gente né Eu acho que ter esse exercício de lembrar disso a gente esquece a gente vai se envolvendo com o mundo e vai se perdendo nesse jogo de exigência né da vida ilusória da matéria e vai perdendo essa lucidez m né Puxa mas eu sou filho de Deus e e e sou Fruto do Amor dele para viver no amor para o amor e com o amor né eu mereço isso isso me sustenta né O amor é a base que sustenta a vida né e não é o amor que aprisiona mas sim a minha dificuldade de lidar com com os afeto pela minha insegurança né então de uma certa maneira eu tenho que realmente te ver o que tá impedindo nesse momento eu escolher o amor escolher a vida plena escolher a felicidade escolher a possibilidade do melhor em favor do meu crescimento espiritual e se abrir para esse amor né e e em vez de fugir ou de não acreditar que eu posso ser amado que muitas vezes a gente tá preso nessa fantasia não Deus pode me amar mas eu não acredito que mereça o amor dele né então sim a gente é amado independente da nossa condição né E só há um caminho que é paraa frente né gente não é olhando para trás não é se punindo não é se culpando não é Também se escondendo mas é assumindo Nosa realidade e buscando eh fazend as opções que a vida nos oferece da melhor maneira possível dessa nessa atitude positiva favorável que nos engrandece enquanto o ego vai então Eh se ampliando né E vai se integrando nesse self que vai emergindo né em favor desse encontro com a unidade maior que é Deus que não leva a planificação do nosso ser mas para isso a gente tem que realmente começar a reconhecer o que a gente faz N Nossas escolhas que maneira de vem construindo essas escolhas na nossa caminhada evolutiva né E ela conclui né Gelson aí Ela traz assim né de uma forma brilhante e uma única eu adoro porque ela traz um parágrafo só ela diz assim faz que jeito fazer ISO tudo faz uma avaliação honesta da tua existência Sem consciência de culpa sem

assim né de uma forma brilhante e uma única eu adoro porque ela traz um parágrafo só ela diz assim faz que jeito fazer ISO tudo faz uma avaliação honesta da tua existência Sem consciência de culpa sem pieguismo desculpa sem coersão e logo desperta para o que deves produzir de bom de útil de construtivo empenhando-se na realização da tua liberdade de ser feliz e aí a gente lembra Jesus né desperta tu dornas ou seja nós ainda estamos em estado de sono sumindo para esse despertar aqui né certeza ela coloca aqui né que todo aquele que não se envolve positivamente nunca se desenvolve uhum Ou seja é fundamental né Essa essa entrega paraa vida esse atrito com a vida essa sair né da dessa Concha do Ego para que possamos né ter a consonância com essa lei como Jerson falou que é sempre paraa frente né é essa lei cujo destino essa felicidade que nós devemos construir para nós de maneira ativa muito bem então que a gente possa né ouvir o convite de Jesus de J de an né de não escolher o sofrimento mas escolher a vida plena né mes que para isso a gente tem que enfrentar as correções as limitações desafio da vida mas de cabeça erguida com dignidade com Lucidez com confiança né confiança em Deus confessa na vida confessa em nós mesmos Tá certo Obrigada Adriana Obrigado Daniel e até o próximo encontro então gente

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