T3:E14 • Plenitude • Sofrimento no Além-Túmulo
Neste importante capítulo da obra estudada, Gelson Roberto, Daniel Campos e Adriana Lopes abordam o drama do pós-desencarne, que trata de uma realidade bastante desconhecida para muitas religiões. Neste episódio, a mentora Joanna de Ângelis apresenta essa problemática e a sua complexidade variada. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #Plenitude #Sofrimento #luto
Alô irmãos bem-vindos a mais um encontro dos estudos da série psicológica Joana De Angeles Hoje estamos com Daniel Campos e Adriana Lopes com o tema sofrimento no Além Túmulo o item 13 e é um capítulo bem importante já que é uma questão eh que envolve a todos nós seres humanos com o drama pós desencarne né uma questão importante é essa porque a benfeitora justamente nos traz no início do capítulo eh uma realidade muito desconhecida para as demais religiões né porque se tem essa visão reducionista e radical que outro vai para o inferno ou penas eternas né ou tu vai pro céu de maneira ingênua ela como ela coloca Então ela inicia o capítulo trazendo essa problemática e o quanto ela é importante já que a o drama que se vive pós desencarne ele é muito complexo e variado então a gente tá abrindo já o capítulo aqui convidando Daniel e Adriana para trazerem as suas colaborações em relação a esse tema boa noite Boa noite a todos é com muita alegria que estamos novamente aqui para podermos ampliar um pouco esse tema e é interessante olharmos por esse viés né da reencarnacionista sobre a questão da Morte e nós sabemos que eh como ela começa né o capítulo falando que essas regiões religiões ortodoxas lançam a ideia do céu e inferno se nós olharmos tem um livro interessante aqui né o livro gênio céltico o o Leon Deni ele faz todo uma descrição desse percurso que nem sempre foi dessa forma né Ele diz que que toda a antiguidade foi iluminada com a ideia da da reencarnação que essa ideia da da da das vidas sucessivas ela estava presente na na na teoria de Pitágoras de Platão de da escola de Alexandria depois nos primeiros templos do cristianismo em orígenes em São Clemente e outros né mas que posteriormente esses leus véus foram lançados e é importante a gente pensar na na no para qu né a finalidade dessa questão de se lançar a teoria do céu e do inferno e o quanto isso gera pro nosso tema né no sofrimento no Além Túmulo essa dificuldade na compreensão porque é exatamente como a pessoa vive a
ade dessa questão de se lançar a teoria do céu e do inferno e o quanto isso gera pro nosso tema né no sofrimento no Além Túmulo essa dificuldade na compreensão porque é exatamente como a pessoa vive a vida que ela vai viver o pós morte né então o sofrimento que é o tema central dessa obra da Joana ela está muito relacionada com a ideia que se constrói sobre o que é a morte se é é é uma pessoa materialista uma pessoa reencarnacionista e isso vai interferir interferir diretamente no sofrimento né Daniel O que que você fala um pouco disso Olá a todos H é uma alegria de novo estar aqui com vocês nos estudos da Joana Adriana eu acho super importante né a que a Joana traz nesse capítulo porque ela vem trazer os Ensinamentos da doutrina ah eh fazendo uma análise socio histórica né de evolução da consciência coletiva Ah que ela Ela traz a falando né do Impacto que que tinha a experiência religiosa quando navio predomínio da consciência mítica né onde há toda a há um uma um pensamento mágico e mítico que fazia uma leitura né A partir dessa lógica da experiência religiosa de céu e inferno né isso trouxe sérias consequências né para pro desenvolvimento da psig nesse sentido ah em termos a da imortalidade né na ideia Espírita porque a o indivíduo via algo ao céu e o inferno como algo fora do seu estado de consciência né e a Joana vem trazer que a esse esse céu ou essa experiência né de de de céu inferno na realidade é um céu inferno consciencial né que o indivíduo vai a partir dessa realidade de conexão profunda consigo mesmo e com a vida né se liberando de uma série de automatismos ele vai ser Construtor desse estado de consciência né que vai ou lhe eh ah de alguma forma lhe escravizar as questões compulsivas instintivas da alma ou vai o libertar né numa sensibilidade maior para na direção de afetos mais sensíveis né E que ela coloca o o como uma proposta de libertação na vivência do próprio amor em si é interessante que essas coisas vem muito juntas né danel porque de uma certa maneira né se a o espírito não é
né E que ela coloca o o como uma proposta de libertação na vivência do próprio amor em si é interessante que essas coisas vem muito juntas né danel porque de uma certa maneira né se a o espírito não é maduro suficiente e se Alia nessa compreensão limitada da realidade espiritual e e e quanto a religião ela acaba também sendo uma fomentadora de Sofrimento porque o desencar inconsciente da realidade e condicionado uma verdade ilusória que não existe né Joana no Capítulo dois a gente viu no no nosso estudo do livro Plenitude os vários tipos de sofrimento é um descondicionamento então gente pode ficar condicionado a uma crença e quando a gente desencarna a gente pensa que vai ganhar o céu né ou vai pro inferno num jogo de eh autor recriminação e culpa que não liberta e essa visão reducionista né mágica né e muitas vezes ingênua e Severa como Joana coloca acaba também sendo um elemento perturb dor para as almas que desencarnam despreparada frente à realidade espiritual justamente porque a consciência delas imatura Ve quer acreditar nisso ou fica dependente dessa visão e isso de uma certa maneira vai também afetar a Sua percepção da realidade de si mesmo e da própria realidade espiritual né E aí com certeza né muita gente vai eh vivenciar como a própria Jona fala no final do capítulo né eh imagens ideoplastia ideoplastia própria de uma compensação dela que tá fugindo do sofrimento e quer negar a realidade espiritual quando ela desencarna ou porque ela tá condicionada a uma imposição de uma religião que faz com que ela fica eh presa a essas e e continua acreditando quando desencarnou nessas imagens que ela alimentou durante a vida a partir do discurso religioso tem um detalhe interessante que eu gostei eu observei que quando ela vai falar do sofrimento Ant a morte e e no capítulo 12 né e o sofrimento no Além Túmulo Ela traz para introduzir o capítulo no 12 ela traz o parágrafo 35 do angut nikia que é a uma escritura do budismo né e depois ela traz Kardec no capítulo 13 fazendo essa introdução
ento no Além Túmulo Ela traz para introduzir o capítulo no 12 ela traz o parágrafo 35 do angut nikia que é a uma escritura do budismo né e depois ela traz Kardec no capítulo 13 fazendo essa introdução sobre o que acontece na morte o sofrimento e aí se nós pensarmos né o para que qual a função dela trazer estas duas né uma mensagem do oriental né da da das doutrinas orientais do pensamento oriental e Kardec com esse pensamento porque a gente tem que ver que ele ele é um descendente de um druida né ele traz o o druidismo conforme Leon Deni coloca então eh a gente vê que ela faz uma síntese né dessas doutrinas lá do passado e o espiritismo acaba sendo a a o somatório de todas essas correntes para construir uma ideia de reencarnação eh sócio hisória Nesse contexto onde aqueles povos aqueles povos eles viam a a morte como algo natural e o enfrentamento né ao contrário ela até coloca que eles iam de forma muito eh com uma coragem tamanha que acabavam até se se arriscando e se expondo muitas vezes à morte porque eles não tinham esse medo da morte e automaticamente eh não havia tanto essa questão do sofrimento né nem para quem ficava porque via aquilo como natural e e a possibilidade de se de se comunicar com esses mortos mas essa questão de que a morte não existe então esse pensamento né Eh reencarnacionista ele precisa ser retomado e é essa função do Espiritismo onde ele faz esse encadeamento de todas essas filosofias né Eh trazendo um somatório e uma uma ampliação de consciência coletiva para esse tema Ah e é e é interessante né porque isso vai mudar Tod uma uma uma psique individual e coletiva a respeito da construção da própria existência né enquanto espírito Imortal porque à medida que o indivíduo vai se libertando da das Fantasias né ilusões que a que a mentalidade mítica e mágica de alguma forma em predomínio né a eh eh conduzir um indivíduo a aquela realidade espiritual falaciosa Ah o indivíduo se vê a parte da lógica Espírita né que que vem ressignificando eh essa proposta ancestral Ah vem
em predomínio né a eh eh conduzir um indivíduo a aquela realidade espiritual falaciosa Ah o indivíduo se vê a parte da lógica Espírita né que que vem ressignificando eh essa proposta ancestral Ah vem colocar a responsabilidade de construção da própria existência na mão do indivíduo né Eh fazendo com que exista não só um uma experiência religiosa ah de frequentar uma instituição de se vincular né a a uma ideologia e internalizar aquilo mas também uma proposta de uma necessidade urgente e um trabalho interior né um um um de um mergulho interno de conhecer essas leis o automatismo que regem a partir dessas leis para que o indivíduo possa ele mesmo esculpir ou bafejar esse céu ou esse inferno que ele mesmo vai respirar é é interessante dentro disso quando tu falava da questão da consciência né que uma das questões fundamentais esse processo todo justamente é as nossas motivações internas né no no no segunda página aqui a Joana vai trazer essa questão da culpa né que de uma certa maneira o desencarne é o confronto com a nossa consciência é realmente esse se deparar com a nossa própria realidade interna né E aí tem duas grandes questões aí que que que envolvem diante de muitas vezes do susto que é a gente toma frente aquilo que a gente parecia ser ou de uma maneira eh se apresentava enquanto imagem pro mundo e aquilo que a gente carrega dentro de si ela fala assim de que de uma certa maneira a gente não pode fugir da nossa consciência e que a culpa acaba despertando o nosso ser para eh um um conflito né que de reparação E aí tem duas questões importantes uma é o arrependimento n de tu poder se dar conta do teu equívoco reconhecer ele né e o arrependimento sincero é a primeira parte do processo mas ela coloca que esse arrependimento ela ele não é eh não basta né ela coloca aqui para poder eh buscar o o reequilíbrio de poder realmente se reconciliar com consigo mesmo é necessário a reparação mais tarde e isso fica muito Claro no livro Voltei né do irmão Jacó aonde o frederi
i para poder eh buscar o o reequilíbrio de poder realmente se reconciliar com consigo mesmo é necessário a reparação mais tarde e isso fica muito Claro no livro Voltei né do irmão Jacó aonde o frederi finger que é o espírito ele usa opção de de do irmão Jacó ele foi um grande um Espírita muito atuante né ele eh ele trabalhou na Federação Espírita dava passe dava psicografa o receituário uma pessoa que que na gripe espanhola acolheu na sua casa os doentes eh e e fez mais de 200 Receitas por dia eh foi também doou um terreno eh onde tem agora O Retiro dos Artistas que não existe lá no Rio de Janeiro então uma pessoa atuante ele era voltado para casa Edson que ele foi fundador então foi um dos primeiros a buscar no Brasil o processo de de gravações das músicas populares aqui no Brasil né então ele tinha vários contatos com o pessoal da arte da música e foi um um um grande espírita no sentido de ser atuante né mas ele relata que é o passo a passo do momento do seu desencarne né E todas as Sensações que ele teve e da qu ele se surpreende que a realidade que ele se depara foi totalmente diferente do que ele esperava né E aí ele fala assim que tá dividido em dois corações batendo e ele sente um nevoeiro e na medida que ele vai se confrontando com a sua consciência e vai examinando seus aceros de vida ele consegue reconhecer o quanto ele era orgulhoso ele até tenta orar mas não não tem êxito e mesmo sendo aparado pela filha desencarnada eu v o quanto tem dificuldade de se despreender e poder realmente eh tomar na uma autonomia uma liberdade no plano espiritual e quando ele consegue desencarnar ele vê que não tem luz e isso gera um uma vergonha com ele né porque ele não não entendia como um trabalhador da séria Espírita que foi atuante tantos anos durante a sua vida podia ainda ter o espírito opaco né e ele vai se dando conta então que ele guardava muita inveja que ele se considerava orgulhoso era um espírito cul culto mas orgulhoso que ocupava altos cargos nas instituições Espírita e
rito opaco né e ele vai se dando conta então que ele guardava muita inveja que ele se considerava orgulhoso era um espírito cul culto mas orgulhoso que ocupava altos cargos nas instituições Espírita e e não percebia dentro dele uma uma arrogância e um certo despreparo também com os tratos das pessoas então a gente vê assim o quanto muitas vezes a gente fica numa análise eh superficial da realidade mas não atenta para essas motivações internas que geralmente são elas que sustentam e nutrem o nosso nossa realidade interna e muitas vezes a gente fica desavisado e quando desencarna eh o choque pode ser grande né porque bem é bem claro aqui o que a Joana coloca né que a morte apenas transfere Os seres de de posição né Eh vibratória para a a uma outra dimensão mas Eles continuam sendo o que são Ou seja a gente vai carregar conosco tudo aquilo que faz parte da nossa realidade interna por isso do problema né da da ideia de um céu ou de um eterno inferno eterno porque gera o medo do erro né Então as pessoas ficam com tanto medo de errar então ele tem que ser perfeito e nesse ser perfeito ele vai negando esses lados sombrios esse lado ainda egoísta esse lado orgulhoso né e e então o erro Joana coloca na sequência né da dessa parte do capítulo que o erro ele prende o indivíduo e por isso que ele deve ser corrigido né então o esse comportamento torna o indivíduo Digno e liberta o do Mal praticado então é necessário errar o erro faz parte da experiência humana e nessa experiência humana ele vai se experimentando ele vai vendo o que dá certo ou não e ele vai ampliando a sua consciência mas quando se tem uma ideia de que existe se eu não posso errar porque se eu errar eu vou para um inferno eterno a pessoa paralisa então ela não tenta Porque se ela tentar ela erra se ela errar ela tá sendo queimada eternamente no fogo do inferno e aí a gente vê as imagens disso na no inferno de Dante né que ele vai pro céu o inferno purgatório e ele traz isso num forma de um poema belíssimo então de
ndo queimada eternamente no fogo do inferno e aí a gente vê as imagens disso na no inferno de Dante né que ele vai pro céu o inferno purgatório e ele traz isso num forma de um poema belíssimo então de certa forma então ele liberta né Eh do Mal praticado promove a experiência e a essa experiência que vai gerar essa consciência no espírito e ao mesmo tempo estimula a seguir rumo aos patamares mais elevados gerando a felicidade então o erro ele é uma alavanca propulsora do Progresso eh mas é necessário a responsabilidade o erro como uma tem tentativa e erro né mais que a pessoa tome consciência do que deu errado para que ele possa se transformar então ela vai dizendo que a morte não liberta não livra o ser da ilusão da Posse então a posse é uma ilusão que quando a pessoa morre Aí a gente vê Os relatos Nos romances espíritas né de pessoas presas H eh o próprio Leão Dani nesse livro conta histórias né dos Espíritos que ficam presos em castelos em em locais assombrando aquilo porque ele tem aquela ilusão que ele é dono daquilo tudo né as presença das paixões primitivas então a morte não tira a pessoa do estado evolutivo que ela se encontra se ele está ainda eh vivendo essas paixões ele vai continuar nesse estado e nem do egoísmo né que são transferidos do do plano encarnado pro desencarnado então a morte Ela não ela a gente não vai mudar como num passe de mágica só Porque nós deixamos o corpo material É eu acho que não é que seja uma necessidade de errar né Adriana mas faz parte do processo né É melhor enfrentar a vida e errar do que não viver né ou seja de certa maneira o exercício da vida nos desafia a levar adiante nosso compromisso mesmo eh errando né e o importante é justamente isso é que a gente possa tomar consciência desse Quico né já pra gente poder realmente avançar porque acho que duas grandes questões aí eh são muito comprometedoras eh frente o desencarne é tu querer fugir de ti mesmo criando ficando na inconsciência criando subterfúgios vivendo na ilusão ainda
porque acho que duas grandes questões aí eh são muito comprometedoras eh frente o desencarne é tu querer fugir de ti mesmo criando ficando na inconsciência criando subterfúgios vivendo na ilusão ainda daquele passado e e e e preso em em vibrações ligadas aos desejos as vibrações dos Prazeres as Aos aos vícios que tu alimentou e de uma certa maneira tu fica escravizado a esses pensamentos e vibrações que tu alimentou durante toda uma vida né ou a revolta né Eh a j fala que em alguns momentos o espírito se esbraveja exaure-se porque ele fica revoltado ele não aceita a sua condição e se volta contra a vida contra Deus então esses dois eh essas duas posturas né seja a fuga da sua consciência aprisionado suente das suas próprias Sensações ou a revolta que que se se se volta contra a vida essas duas eh questões me parece muito problemáticas para aquele espírito que desencarna né e para mim isso acaba trazendo a partir disso um um um um tempo terrível de aprisionamento que vai levar eh vai demorar muito para ele poder romper daí com esse esquema essa armadilha que ele acaba impondo para si mesmo né e é interessante Porque a partir disso né dessa dessa dessa proposta apresentada né dessa de ah deixar a vida entregue né Sem uma reflexão a respeito da própria existência leva o indivíduo a a uma possível construção desse do desse inferno pessoal que também vai ser experimentado aí numa psicosfera coletiva mas ela traz também a necessidade de a fazer essa decida ativa pro próprio inferno de alma né ou para para essa própria realidade né porque uma O que o corpo recalca a morte libera e uma vez que o indivíduo Ah faz esse mergulho de maneira ativa e consciente através desse trabalho interior né ele se libera né dessa dessa ideoplastia ou dessa formação mental que posteriormente iria iria lhe atormentar né num uma situação de morte e ele começa a estabelecer uma uma realidade consciencial dentro de si né fazendo essa uma uma catabase essa descida necessária Esse Mundo das Sombras nosso
lhe atormentar né num uma situação de morte e ele começa a estabelecer uma uma realidade consciencial dentro de si né fazendo essa uma uma catabase essa descida necessária Esse Mundo das Sombras nosso né e que através desse processo ativo vai levar ele a construir esse céu né que a gente almeja e é muito interessante porque é como o json tá dizendo né à medida que o que essa consciência egóica ela não não se propõe a a se interagir com essa realidade do inconsciente né instala se instala uma uma realidade regredido né a gente vai se relacionar com Deus a partir da imagem dos nossos próprios pais né de de Uma postura mais infantil e e que é caracterizada justamente por essa realidade a de revolta de irresignação né da dessa incapacidade de perdoar a si mesmo né caracterizada pela culpa né que vai que ela mesmo fala que essa chaga aberta né que se abre então parece uma reação em cadeia né que submete a alma a um processo de sombra automático e que é a pior forma né de gerar consciência né é uma um é um sofrimento que gera sofrimento né então gerar consciência a partir de uma experiência ah eh uma experiência ativa numa região de consciência de baixa vibração ah deixa outras marcas né e outros complexos que vão dar um trabalho danado na existência que né posterior para serem integrados também é que forte isso né porque de uma certa maneira eh o desencarne ele de uma certa maneira relativiza o ego né a nossa individualidade né enquanto eh padrões que caracterizavam a nosso jeito de ser eles são eh superados né pel uma consciência mais Ampla então uma tendência do Espírito quando tem uma certa Lucidez uma certa evolução e ele se despojar desses resíduos da da da Encarnação e relativizar alguns elementos e ficar Justamente na sua seu nível de esto evolutivo né então alguns condicionamentos da nossa vida reencarnatória são superados quando a gente desencarne mas se ela coloca se a pessoa realmente eh se está ligado a a uma consciência eh inferior atrasada eh joanas cita vários vários
tos da nossa vida reencarnatória são superados quando a gente desencarne mas se ela coloca se a pessoa realmente eh se está ligado a a uma consciência eh inferior atrasada eh joanas cita vários vários elementos aí características soi amante dos Prazeres pensamentos sinistros licenciosos egoísmo eh ele ele ele ele acaba se colocando nessa dencidade vibratória da qual ele estava encarnado E aí de uma certa maneira essas esses elementos individuais que predominavam na sua Encarnação não são rompidos né e permanecem aí na no plano espiritual da qual ele ficou habituado durante o processo orgânico da sua vida orgânica ele começa a rematerando esses elementos reatualizar isso na vida eh espiritual eh e eh Então vai perpetuando escravizado essas imagens e vida da qual ele nutriu durante a sua a vida de encarnado E aí que entra a as formas ideoplastia no século X X vendo as coisas os predos lugares como ele via quando tava encarnado o mundo já mudou a realidade já é outra e ele tá tão fixado na sua própria realidade na sua própria ilusão que ele tá impenetrável em relação ao confronto com com com a realidade né E aí ele fica lá durante séculos muitas vezes preso nessa nessa armadilha mesmo né com medo de se olhar né ou com orgulho né por isso que a humildade é fundamental Nessas horas a aceitação o reconhecimento o o esse arrependimento essa essa aceitação do teu equívoco né paraa gente poder realmente começar um novo caminho de superação de transformação e reparação do nosso passado e aí ela fala que tudo isso é decorrente da falta de amor né que enquanto o indivíduo ser o espírito ainda não despertou pro amor ele vai sofrer né ele vai ter esse sofrimento e aí ela fala que o amor é a grande lei da vida porque o amor estabelece o critério de Justiça com igualdade para todos tornando-se uma reação conforme ação praticada então o indivíduo quebra isso que o Gelson tá dizendo nessa repetição por muito tempo né que ele fica nesse condicionamento atávico preso a coisas eh por essa questão mental mesmo do
me ação praticada então o indivíduo quebra isso que o Gelson tá dizendo nessa repetição por muito tempo né que ele fica nesse condicionamento atávico preso a coisas eh por essa questão mental mesmo do estágio de vibração dele estágio mental dessa ideoplastia que ele cria né um painel em torno de si Mas a partir do momento que esse que ele desperta para essa lei maior que é a grande lei da vida que é a lei do amor que aglutina as coisas ele vai então entender que toda ação tem uma reação né e e ele vai entrar nisso e perceber a importância dessa conduta mental e e moral que ele tem o o Divaldo conta né teve uma oportunidade uma vez ele trouxe uma uma história interessante ah falando que um dos presidentes da Pebe né não vou entrar muito em detalhe de nome a desencarnou né e e logo que ele desencarnou ele percebeu que tava espiritualmente num estado estável né que é de alguma forma dentro de uma realidade de consciência estabilizada ali não num Estádio de sofrimento e e mas não necessariamente num num céu conquistado E à medida que ele foi ganhando Lucidez no plano espiritual ele começou a ouvir como se fosse choros e chamados como se fosse uma espécie de um Lamento de um tormento quase incessante Dentro da Cabeça né nos ouvidos ele ficava com aquela quase uma Alucinação que não cessava e ele não sabia por né ele não se recordava de ter feito qualquer tipo de coisa negativa na Encarnação na qual ele ele havia tido a experiência na Federação e ele resolveu buscar uma orientação com o espírito Bezerro de Menezes Ah ele perguntou né Por que que ele tava passando por aquele transtorno psíquico né se o Dr Bezerra podia dar uma orientação para ele para ele poder ah tentar sanar né ter uma remissão daquele sintoma estranho que ele tava sentindo e o Dr Bezerra para ele explicou para ele que ele tava escutando a as vozes de espíritos a que tinha mais de mil e poucos anos Ah e que ele havia sido um grande líder numa região do oriente e aqueles e essa e essas vozes eram de de pessoas que tinham sido
escutando a as vozes de espíritos a que tinha mais de mil e poucos anos Ah e que ele havia sido um grande líder numa região do oriente e aqueles e essa e essas vozes eram de de pessoas que tinham sido soldados ou que pessoas que que de alguma forma tinha liderado até mesmo torturado em vários níveis e que para que essas vozes da cabeça dele cessasse naqueles tormentos ali que já estavam a mais de de milênios ah ele precisaria ajudar a resgatar esses espíritos que estavam ali né para apaziguar aquela D aí aí ele em espírito né Eh pediu pro Divaldo e pro Chico receber esses espíritos aí na aqui na mansão do caminho e o Chico também para adotar algum desses espíritos né ah para eles começarem a reencarnar eles chegaram como crianças abandonadas né E que foram acolhidos por essas instituições tanto aí aqui na mansão do caminho quanto lá pelo Chico e só que eles eles Eles nasceram a muito grandes com com um corpo de guerreiro assim uma uma musculatura Fora do Comum mas com sérios déficits cognitivos eles não conseguiam aprender a língua portuguesa Porque como eles ficaram milênios sem ter contato com a realidade egoica mais desenvolvida eles não conseguiam assimilar o idioma que eles só tinham o dialeto no inconsciente então vieram com uma série de problemas cognitivos decorrente dessa experiência do umbral e desse processo regressivo né mostra como é importante né Essa realidade da da da desse mergulho Inter né dessa necessidade dessa dessa conscientização que muitas vezes nós espíritos ficamos identificados com a tarefa Religiosa e que funciona até mesmo como um recalco das nossas experiências de sombra impedindo né Essa conscientização e não tem como fugir dessa consciência né você vê essa experiência milenar ele teve que resolver isso mesmo depois de milênios e e também né Daniel quanto às vezes o choque com a carne é importante muitas vezes pela misericórdia divina o espírito tá tão tomado naquela inconsciência que e é exigido né para ele o o o reencarne na matéria
né Daniel quanto às vezes o choque com a carne é importante muitas vezes pela misericórdia divina o espírito tá tão tomado naquela inconsciência que e é exigido né para ele o o o reencarne na matéria justamente para tirar ele daquela auto-obsessão que ele criou para ele mesmo né claro ele vai carregar daí por est muito preso ao passado nessa nova Encarnação muitas vezes eh O condicionamento do passado que vai se transformar em tendências em conflitos em culpas em processos internos que vão interferir nessa Encarnação atual mas que de certa maneira é uma forma de poder aos pouquinhos ir drenando e desmanchando esses processos todos né então Eh por isso que a Joana Acho interessante uma frase que ela tem aqui né Eh que é muito interessante quer diz o sofrimento é a presença constante na aqueles que se enganaram Ou lograr prejudicar os outros então de uma certa maneira né Eh o sofrimento sempre vai estar presente quando a gente não realmente se conciliou conosco mesmo com as pessoas que a gente prejudicou de uma certa maneira tem mais duas situações que a Joana Coloca nesse capítulo que são que vão ser eh primordiais nessa questão do sofrimento no Além Túmulo que é a questão do suicídio e da eutanásia né então ela fala que a pessoa né Por Ignorar as leis da vida quando convidado ao sofrimento e esse esp espírito Ainda É imaturo ele se entrega por rebeldia E aí ele vai pro mecanismo de fuga E aí ele pode fazer uma opção pro suicídio como uma uma né uma fuga da dessa desse sofrimento ao qual ele é convidado a vivenciar E aí eh eh as consequências desse suicídio eh pode ser muito grandes ele vai sofrer muito mais porque ele vai poder vivenciar a dor que os familiares estão eh sentindo em decorrência desse ato que ele nem pensou nas pessoas que estavam à sua volta né um ato egoísta eh de um comportamento ainda inseguro de um espírito imaturo e ele então vivenciando a dor dos familiares ele vai sofrer eh eh ou ele sofre Ou ele se revolta ainda mais né depois ele pode se tornar ainda
de um comportamento ainda inseguro de um espírito imaturo e ele então vivenciando a dor dos familiares ele vai sofrer eh eh ou ele sofre Ou ele se revolta ainda mais né depois ele pode se tornar ainda um exemplo negativo e nós sabemos do suicídio por contágio que a cada cada caso que se divulga de forma errônea na nos meios de comunicação aparece de cinco a sete novos casos em virtude desse suicídio de contato contágio então ele sendo responsável Imagina isso a a a Cascata que não dá em termos de sofrimento e posteriormente Então os problemas que recaem naqueles que ficaram então às vezes um um problema financeiro um problema onde essa família vai sofrer algumas questões por falta dessa pessoa na família então esses dois fatores né o suicídio e a eutanásia como como fatores que também agravam o sofrimento no Além Túmulo é porque a libertação não vem com com a morte né ela fala justamente ninguém pense em Morrer para libertar-se a libertação vem justamente com o trabalho conosco mesmo né a liberação vem com o exercício de suportar as dificuldades da vida e de uma cer se trabalhando eu posso até entender o Desespero de Uma pessoa que não consegue ver perspectiva e acaba muitas vezes optando nesse Desespero de querer eh romper com tudo que aprisiona a ela numa fantasia de de impossibilidade né mas a gente tem que ver que que o problema não é a vida e não é a realidade problema gente não enxergar possibilidade de não não se dá o direito né de de de encontrar esperança e recurso e aí a gente acaba muitas vezes entrando um sofrimento absurdo e na Tent de solucionar ess sofrimento a gente quer se libertar né da do corpo físico mas como ninguém se se livra de si mesmo né a gente vai ter que carregar nós mesmos depois do desencarne E aí a gente vai ter que se deparar com mais esse elemento de de de de engano que a gente gerou para nós mesmos e o sofrimento que a gerou pros outros também como adrena coloca em função da atitude precipitada né Eh uma das questões que ela coloca aqui que eu
de de de de engano que a gente gerou para nós mesmos e o sofrimento que a gerou pros outros também como adrena coloca em função da atitude precipitada né Eh uma das questões que ela coloca aqui que eu queria ver com vocês quando a Adriana fala do amor que é a grande lei da vida né ela fala que que realmente é o amor que estabelece o critério de justiça como elemento de igualdade para todos e que de uma certa maneira nos confronta Então dentro da lei de causa e efeito e ela fala daí da importância da da conduta moral e tal que a gente vai cultivando durante a vida né Eh e E aí eh o quanto eh a o tipo de desencarne e e o tipo de vida espiritual né depende né de desses hábitos e da experiência encarnatória que foram ou favorecendo a libertação de padrões do passado ou nos retendo em negativos da qual a gente vai de uma certa maneira nos nos deparar eh quando desencarnado então o trabalho eh se a gente quer uma boa morte e um bom desencarne a gente não pode ficar eh esperando né ou esse essa ideia de arrependimento ou essa ideia assim de que a vida no plano espiritual vai ser um um alívio dessa vida de difícil né Ou seja a a vida se é difícil para nós agora ela pode não quer dizer que ela vai vai ser melhor depois né E que o que o que a grande A grande questão que a vida nos dá é justamente o nosso presente é ele o elemento essencial da nossa vida em relação ao trabalho daquilo que a gente cultiva e do esforço que a gente faz e esse esforço justamente eh vai aos pouquinhos mesmo que a gente não consiga eh Superar as adversidades isso vai criando resistência espiritual vai trabalhando os recursos Morais e vai educando a nossa mente para que depois desencarnado a gente possa então olhar pro passado e ter uma compreensão melhor e ter conquistado recursos internos que nos fazem daí justamente ter uma vida mais salutar mais leve eh menos pesarosa em relação à vida que nós tínhamos enquanto encarnados né E aí ela coloca da necessidade de se libertar desses condicionamentos
zem daí justamente ter uma vida mais salutar mais leve eh menos pesarosa em relação à vida que nós tínhamos enquanto encarnados né E aí ela coloca da necessidade de se libertar desses condicionamentos materiais né e a necessidade também de disciplinar duas grandes ferramentas que é disciplinar a mente e disciplinar a vontade eh e e e e com isso se adaptar de imediato ao plano a vida no plano espiritual quando perceber né que tá desencarnado E aí eu me lembro de numa das palestras do Divaldo ele falando que ele foi convidada por Joana a a visitar um companheiro do grupo da mansão que havia desencarnado eh eles iam acompanhar a o momento em que ele estaria despertando no plano espiritual né para ajudar nessa questão da adaptação e aí a Joana ainda por várias vezes repetiu a necessidade dele fazer o silêncio interno né E aí quando o Divaldo chega e ele percebe a cena daquele irmão deitado a sua volta Aos familiares a equipe dos Espíritos amigos os mentores ele se emociona e naquela emoção ele a Joana olha para ele e falou assim eu falei para você ficar quieto né porque de certa forma a emoção dele prejudicava essa adaptação desse espírito recém desencarnado a a essa nova vida no plano espiritual Então olha a sutileza dos detalhes que é a vida após a morte para que possa se desvencilhar desses condicionamentos mentais e da vontade porque ele tinha vontade de acolher abraçar esse amigo mas ele tava de certa forma atrapalhando a essa adapta ação né então muito interessante esses relatos e eu acho que a gente aprende tanto quando ele dá essas Eh esses exemplos do que acontece nesse momento né após a morte é tem duas coisas aí importantes né Adriana porque a gente vê nesse exemplo que tu desce do próprio Divaldo o quanto a área do sentimento né e da atitude mental ela é fundamental nesse processo de harmonia Harmonia né Tanto Em relação à ajuda ao desencarnado como a nós mesmos quando desencarnamos né da nossa própria forma de lidar com a realidade frente a a a Nova Condição Eh que que
rocesso de harmonia Harmonia né Tanto Em relação à ajuda ao desencarnado como a nós mesmos quando desencarnamos né da nossa própria forma de lidar com a realidade frente a a a Nova Condição Eh que que nos encontramos no plano espiritual daí ela fala da importância do do do do que do que a gente cultiva em relação à nossas fantasias né en quanto a gente e aí duas coisas né o tanto aquilo que a gente vai alimentando Sensações e hábitos que nos aprisionam e de uma certa maneira a gente vai ficando acostumado com certas vibrações né Assim como tem certos gostos eh ah eu gosto de comida ácida Eu gosto de comida doce de se acostumando com certos padrões emocionais e a gente não consegue viver sem aqueles padrões emocionais Então isso é uma das coisas complicadas que daí se libertar disso lá depois se torna difícil e outra coisa que ela aponta também em relação a esse trabalho com sentimento é os efeitos das coisas não não elaboradas em especial a amargura né a a questão do perdão da Reconciliação com nossos entes queridos pela questão de alguma hostilidade de algum de algum alguma coisa mal resolvida com o passado e quando a gente fica carregando daí o amargura ou raiva ou culpa de processos que a gente não eh priorizou quando tava encarnado e depois isso acaba sendo algo muito pesado para nós né e por isso que a importância do Perdão do autoperdão do trabalho com com essas esses sentimentos né que envolvem o amargor a raiva e sentimentos outros que nos puxam para baixo e e acaba muitas vezes enredando a nossa caminhada evolutiva e é interessante né a Adriana trouxe ISO também falou um pouco D questão do suicídio consciente né como esse mecanismo de evasão né através do do comportamento suicida eutanasia que a Adriana citou Mas ela fala ela Ela traz também a essa vivência né que muitas vezes ela é egossintônico muito sedutora pro ego envolve o ego é hipnótica pro ego e que não deixa de ser um suicídio inconsciente né que o indivíduo a de alguma forma se se fica aprisionado né a a essa realidade da
ssintônico muito sedutora pro ego envolve o ego é hipnótica pro ego e que não deixa de ser um suicídio inconsciente né que o indivíduo a de alguma forma se se fica aprisionado né a a essa realidade da sombra e ele acaba de alguma forma também se evadindo da sua realidade interior e e e do autoencontro né através desse desses comportamentos que que ela Ela traz na na condição das paixões né dos condicionamentos Ah e e isso é o oposto né do processo que ela ela vem eh trazer né Não exatamente com essas palavras que o céu na realidade é um estado de consciência né E que a a essa verdadeira paz na realidade é uma conscientização que o indivíduo Conquista através do processo da de individuação né ou seja muitas vezes nós vamos precisar realizar movimentos de alma né ou ou experiência se relacionar com com a com determinados personages internos nossos que não vão ser prazerosos Ah e muitas vezes até Dolorosos né mas que de alguma forma vão gerar uma ampliação de consciência como um processo de transformação e não de aprisionamento né ah enquanto que nós se deixarmos isso na mão da Morte né Aos processos automáticos vai vai gerar um por por um processo de saturação né Onde vai haver o sofrimento gerando mais sofrimento aí a partir dessa realidade é e a gente vê né Daniel acho que a gente pode falar de três tipos de Sofrimento pós desencarne o sofrimento da consciência de culpa né que te persegue muitas próprios obsessores também nos perseguindo e e nos confrontando eh como eh no próprio exemplo que tueste né Desse senhor que desencarnou e e ouvi os lamentos dessas Almas eh ligado ao passado dele remoto né Então a nossa consciência chamando a gente para reparação para arrependimento Então esse é um tipo de sofrimento mas acho que é o sofrimento ainda melhor porque o sofrimento dessa alma que tá desperta e olhando para si o sofrimento daquele que eh que quer se enganar né E cria uma ilusão e foge da sua consciência criando essas ideoplastia para fugir de si mesmo e viver numa
essa alma que tá desperta e olhando para si o sofrimento daquele que eh que quer se enganar né E cria uma ilusão e foge da sua consciência criando essas ideoplastia para fugir de si mesmo e viver numa realidade que não existe da qual ele começa a nutrir como se fosse um tipo de eh Delírio né E fica naquele num Auto obsessivo numa ilusão e pode levar anos milênios nesse processo querendo evitar o sofrimento mas daí trazendo mais sofrimento que um dia ela vai ter que despertar né e ver o tempo que ele eh perdeu e o tempo que ele gerou de de complicações na vida dele e e um terceiro sofrimento que é o espírito orgulhoso né que se revolta e com o seu controle sobre a vida se impõe um uma fantasia de superioridade né e e inverte o jogo Em vez dele se sentir culpado ele quer aprisionar as outras mentes e criar através da fantasia do Poder um controle né sobre ele e o e o mundo assumindo esse lugar de Deus né dele ser o grande Regente e também criando através da sua soberba do seu orgulho um caminho que vai se alastrar porque ele vai se comprometendo cada vez mais espiritualmente e um dia também ele vai ter que acordar né e e e e fazer essa queda né esse Cair Em Si que a juna coloca também né eh e e e e aí né vai acumulou durante todo esse período uma série de eh comprometimento que podia ser evitado se ele pudesse ter a humildade de olhar para si mesmo e assumir a sua própria limitação E aí que o Daniel fala né que então essa morte pode ser em vida né se eu crio essa inconsciência e essa fuga quando encarnado eu já tô morto paraa vida tô morto psicologicamente né anestesiado em mim mesmo fugindo da vida criando ilusões né né então de uma certa maneira eh eu tô dissociado da vida então é um certo um certo tipo de suicídio inconsciente ou mesmo aquele do André luí que no excesso de elementos que Ele carrega sobrecarrega o corpo e acaba precipitando o seu desencarne então são vários tipos de suicídio possíveis aí né um exemplo que a gente po pode dar desse da ideoplastia do cotidiano que é
que Ele carrega sobrecarrega o corpo e acaba precipitando o seu desencarne então são vários tipos de suicídio possíveis aí né um exemplo que a gente po pode dar desse da ideoplastia do cotidiano que é esse segundo tipo que você coloca né Gelson é o filme Sexto Sentido né que o psicólogo ele cria aquela ilusão do prosseguimento né da vida e aí ele continua atendendo os pacientes ele vai visitar a mãe para falar da Criança e vai visitar a esposa conversa com com a esposa mas a esposa não não ouve então ele cria Então olha que interessante né então a gente vê na arte nos filmes nos livros no cinema nos filmes eh essa teoria eh mostrando né esse tipo de ideoplastia do cotidiano que o espírito cria e ele acredita nessa ilusão que a própria né que é um apego à matéria ele acredita que aquilo é real e ele fica preso nessa nessa ilusão por muito tempo os outros também é interessante né é muito muito rico também a dinâmica ela eh que ela cria para ela mesmo né E que inverte a lógica ela acha que tá encarnada e que os outros são desencarnados né e e e na verdade quem tá desencarnada é ela né é interessante não Não me recordo exatamente qual dos livros da coleção André Luiz mas Ele conta a história de um de um escritor né que ah ele tava escrevendo um romance e ele vitalizantes que era uma espécie de um demônio né no livro que ele plasmou né Essa a imagem desse demônio que ele idealizava que ele tava colocando na obra e aquele aquela aquela imagem demonia acompanhava ele como uma forma pensamento a semelhança de um de um balão amarrado no pescoço dele ali e que ficava acompanhando ele ali né uma uma instrução Super Interessante né que André Luiz traz até para entender as alucinações né As Ilusões que a gente vive a como sintoma psíquico né Falando em termos psicológicos psiquiátricos então a a mente tem esse poder né Essa Usina com criadora né E tudo que a gente a vitalizar aquilo vai de alguma forma a a se materializar ali né eu eu me recordo sempre quando eu eu me deparo nos livros né com essas ah com essas
r né Essa Usina com criadora né E tudo que a gente a vitalizar aquilo vai de alguma forma a a se materializar ali né eu eu me recordo sempre quando eu eu me deparo nos livros né com essas ah com essas lições eu lembro sempre da Família Adams né que aquela aquela nuvem em cima da casa né todas as casas dos vizinhos eram tinha sol né lá lá não tinha né aquela casa meio sombria assim eu acho que é reflete bastante assim em termos mais mais cômicos mas reflete a a dinâmica da mente né a gente a gente constrói nosso clima né É por isso que a Joana vai colocar aqui né Eh prosseguindo o ser além da disjunção cadavérica com a consciência de si mesmo é natural que permaneçam nele impressas as Sensações e Emoções amplamente vividas e ela coloca aqui na página 145 na minha edição a morte em pode ser alguma faz cessar o sofrimento porque não anulando a consciência faculta lhe logicar e vivenciar o prosseguimento das experiências e porque as percepções pertencem ao Espírito continuam sendo transformadas as delicadas engrenagens da energia em Sensações e Emoções Então a gente vai realmente continuar vivendo aquilo que nós de uma certa maneira alimentamos eh enquanto espírito da qual a gente não tem como se libertar de uma hora para outra né então o corpo vai embora mas fica as nossas experiências fica as nossas impressões fica nossos as nossas necessidades ficam as nossas eh natureza enquanto eh aquilo que nos eh agrada aquilo que de uma certa maneira alimenta a nossa alma né Onde tá o nosso coração tá o Nosso tesouro e a gente vai se deparar então com aquilo que nós cultivamos durante a nossa própria vida e e muitas vezes a a a surpresa pode ser grande em relação a isso para mim o grande Ápice desse Capítulo é quando ela fala né que a educação moral e espiritual do ser é o instrumento seguro para libertá-lo do sofrimento na Terra como no Além Túmulo facultando-lhe vida em abundância de paz e aí eu lembro muito bem de Kardec falando né que é pela educação mais do que pela instrução que nós vamos
ibertá-lo do sofrimento na Terra como no Além Túmulo facultando-lhe vida em abundância de paz e aí eu lembro muito bem de Kardec falando né que é pela educação mais do que pela instrução que nós vamos transformar a humanidade então a educação Nossa moral e espiritual né para que a gente possa se libertando gradativamente do sofri aqui ou no plano espiritual Uhum E ela coloca também aqui Adriana acho tão importante isso que ela fala que é indispensável a libertação dos condicionamentos materiais disciplinando a mente e a vontade de modo adaptar-se de imediato à vida além da Além da Vida somente assim o sofrimento Pode ser evitado então de uma certa maneira eh Por mais difícil que seja a nossa própria realidade né fugir dela nunca é uma um projeto interessante né maelor estratégia né então a gente tem que olhar pra gente e reconhecer a nós mesmos né Eh quanto mais cedo melhor T nessa vida ainda antes de desencarnar a poder realmente avaliando né nossos pensamento o tipo de fantasia que nos move Que tipo de Emoções nós somos assaltados né O que vem espontaneamente do nosso ser a gente prestar atenção em nós mesmos e aí podendo de uma certa maneira então ir disciplinando educando a nossa vontade e podendo de uma certa maneira ir rompendo com essas esses padrões que a gente muitas vezes já vem carregando em muitas vidas anteriores né ou depois de desencarnado não poder não não não fugir né Eu me lembro que que o meu pai antes de desencarnar tava uma situação delicada e ele era um homem sem sem religião ateu e de uma certa maneira ele tinha evitado se confrontar com as suas próprias realidades internas eu disse eh papai quando tu desencarnar Me prometa uma coisa pelo menos eh e aceite o que acontecer contigo aceite né não não não tenta evitar fugir disso e pede a ajuda né aceite e pede ajuda porque como ele tava despreparado né porque ele criou todo um condicionamento eh em cima de uma fantasia de que a vida eh espiritual não existia e Negou olar para certas questões importantes o meu medo que ele
mo ele tava despreparado né porque ele criou todo um condicionamento eh em cima de uma fantasia de que a vida eh espiritual não existia e Negou olar para certas questões importantes o meu medo que ele desencarnar e que e que e e que quisesse impor ainda essa fantasia para ele fugindo de si mesmo eu falei olha quando desencarnar se o o que for que acontecer contigo olha aceite e começa então de uma certa maneira a reconhecer e Peça ajuda né porque daí isso já de uma maneira se não resolve pelo menos abre espaço né para uma um processo de Amparo e e e conscientização essa e essa essa consciência né que a que ela traz né E que e te esperta da ilusão e e se desprende da das Fantasias né construídas né Ah vai passar né em algum nível Ela traz aqui por essa experiência de culpa né até como mecanismo de defesa né mas que gera aí a mais sofrimento ainda tu traza experiência dessa orientação né tu teve da experiência com o teu pai é muito bonito até Ah e mostra como é necessário né passar por essa essa rendição né o ego reconhecer esse lugar de pequenez né ante Essa realidade para poder integrar essa própria realidade até ser auxiliado né por e por essa realidade que nos cerca né eh como é difícil para nós né de alguma forma e e a gente sempre ah cai nesse nesse na na culpa né de alguma forma como mecanismo de defesa da nossa realidade né uma crise moral que a gente experimenta né a culpa passa por isso como a gente tem dificuldade de assumir que algo em nós desejou as coisas que nós vivemos né a alguma parte de nós quer aquilo né e e uma vez que a gente a se abre a isso né a gente já já é como já trouxe nessa experiência com o pai né ah pode ser que não resolva por completo mas só de não estar preso nos automatismos da culpa já é um grande avanço né então se relacionar a partir dessa aceitação também da própria realidade interna é uma é um começo de libertar-se né e não se identificar também né e atuar A partir dessa sombra Aí a culpa não pode eh gerar né um pesadelo para si mesmo né por isso que
da própria realidade interna é uma é um começo de libertar-se né e não se identificar também né e atuar A partir dessa sombra Aí a culpa não pode eh gerar né um pesadelo para si mesmo né por isso que ela fala que o arrependimento ele deve Despertar a responsabilidade né que convida a reconstrução a renovação diz a benfeitora né para que a gente possa reparar né sem essa aflição desnecessária né a gente acaba impondo aflições que em vez de ajudar a gente se recompor acaba eh nos empurrando para mais para baixo ainda a gente vê o quanto esse capítulo é interessante né gente quantas questões complexas E extremamente Profundas que envolvem nessa dinâmica psíquica dentro da realidade espiritual que a gente vai construindo nessa e eh enquanto desencarne né então acho importante esse trabalho aqui que Joana tá nos trazendo né de olhar para essa questão do desencarne e do sofrimento no Além Túmulo independente da nossa crença né porque acima de tudo Espírita ou não o que fica é o que foi o que é essencial que a gente cultivou e o que a gente alimentou durante a nossa caminhada terrena então que a gente possa de uma certa maneira trabalhar nosso apego trabalhar nosso orgulho trabalhar as nossas eh limitações e e e se desprender né cada vez mais desses Caprichos ilusórios que o nosso ego impôs durante essa Encarnação muito bem então a gente encerra o nosso Capítulo 13 o sofrimento no Além Túmulo e temos ainda mais um capítulo para fechar o livro Plenitude que é a libertação do sofrimento Desejamos a todos então que possamos continuar Esse estudo com a benfeitora que nos traz tantas eh luzes a iluminar o nosso caminho e nos ajudar a compreender melhor o evangelho de Jesus um grande abraço a todos h
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