T4:E17 • Momentos de Saúde • Encontro com a realidade

Mansão do Caminho 27/01/2025 (há 1 ano) 55:26 266 visualizações

Neste episódio, Gelson Roberto, Adriana Lopes e Daniel Campos trabalham o capítulo 17 do livro Momentos de Saúde, da autora espiritual Joanna de Ângelis. A partir da análise feita em cima do capítulo 10, com relação à verdade libertadora, a equipe desenvolve um pouco mais o tema apresentado anteriormente, trazendo para o centro das discussões as questões relacionadas ao ego. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #MomentosdeSaúde #Encontrocomarealidade

Transcrição

bem-vindo a todos nesse momento especial aqui reunidos para mais um encontro da série psicológica Joana De Angeles nesse movimento de estudo e reflexão que estamos fazendo em especial hoje trabalhando o item 17 enquanto com a realidade do livro movento de saúde um grande abraço a todos e está conosco hoje Adriana Lopes Daniel Campos que estão colaborando nesse tema tão especial e eu começo né já trazendo uma provocação aqui para Adriana pro Daniel né que de uma certa maneira no capítulo 10 desse mesmo livro A juda vai falar sobre a a verdade Libertadora já se ocupou desse tema da Verdade onde ela vai colocar quanto a verdade ela é um processo Libertador mesmo gerando paz felicidade equilíbrio que estimula a ordem o respeito que liberta a calma e Luci fica então a gente fez toda uma análise né E até questionando por que que se a verdade gera tudo isso porque temos eh medo da verdade e agora no capítulo 17 é encontro com a realidade que de uma certa de uma certa maneira ela retoma esse tema do Capítulo 10 e começa então desenvolver um pouquinho mais essa questão a partir desse ego iludido né então Eh ela vai justamente partir dessa ilusão do Ego para começar a trazer questões importantes do ponto de vista do processo psicológico espiritual na no trabalho com com o contato com com a realidade né E aí a minha provocação para vocês né Eh o que que acontece né com nós todos nós sem sessão que a gente cria essas ilusões e a gente fica preso nessas defesas do Ego né e e e e gera né uma série de subterfúgios para manter essa ilusão que a gente vai eh muitas vezes até acreditando nela né então convido Adriana e o Daniel vai gente poder pensar um pouquinho a partir disso é Olá esse é um capítulo eh importante e fruto dessa sequência lógica que o Gelson acabou de dizer né quando ela trabalha a verdade daí ela vai falando daqueles três tipos de verdade aquela verdade coletiva A qual a gente fica inserido aí depois a nossa verdade individual para chegar em Deus de que é essa verdade né to e é essa

de daí ela vai falando daqueles três tipos de verdade aquela verdade coletiva A qual a gente fica inserido aí depois a nossa verdade individual para chegar em Deus de que é essa verdade né to e é essa verdade Deus né que vai nos eh nos libertar das duas primeiras mas para chegar em Deus é importante eh entender que a nossa verdade muitas vezes ela passa por um viés eh é uma ilusão né o ego vai criando eh camadas e maneiras de olhar paraa realidade de forma distorcida né então ou pode ser inconscientemente com o uso de mecanismos de defesa que ela vai trabalhar totalmente esse texto é repleto né se a gente pegar linha a linha a gente vai ver inúmeros mecanismos de defesa mas a que são muito inconscientes a gente usa sem saber mesmo Mas e Existem os disfarces que alguns é usado conscientemente outros de forma meio subliminar né e as resistências do Ego então a a partir do momento que o ego vai criando essa resistência e vai criando essa forma de não se relacionar ou por defesa ou por Disfarce ele vai sofrendo e aqui a frase é linda onde ela fala né a realidade divina desperta-me para que eu me conheça Então para que eu chegue no autoconhecimento que é a proposta não só da série psicológica mas Kardec na na questão 919 nos falando da importância do a conhecimento eh nesse processo de autoconhecimento eu preciso me descobrir E como que eu vou fazer a partir do momento que eu encaro a realidade de forma real né Olha que estranho encarar a realidade de forma real parece uma uma coisa dúbia mas não a gente se ilude né porque aqui ó a minha busca já não se veste de ilusão Então a nossa busca muitas vezes está impregnada com essa forma distorcida que o ego tem de olhar pra vida James hollis usa uma expressão que eu amei quando ele veio pro Brasil ele fala as lentes embaçadas do Ego e eu que uso óculos sei muito bem o que é isso né Às vezes você tá no dia a dia e a lente do óculos embaça Então essa ilusão é uma forma desse dessa lente estar embaçada E aí a certeza do próximo

Ego e eu que uso óculos sei muito bem o que é isso né Às vezes você tá no dia a dia e a lente do óculos embaça Então essa ilusão é uma forma desse dessa lente estar embaçada E aí a certeza do próximo encontro Qual é o próximo encontro encontro comigo mesmo então para que eu possa me encontrar com comigo mesmo me aceitar e ver tal qual eu sou eu preciso me despir da ilusão que são os véus de Maia né Já os orientais fala que nós temos os véus de Maia ou seja uma algo cobre o meu olhar para que eu veja esse mundo de forma distorcida né aí no final fala eu aceito e me aprimoro quando eu tiro esses vos né E aí ninguém a ninguém nada exigindo e a todos amando então quando a gente para de usar os mecanismos de defesa a gente se torna mais eh eh tem mais paciência com o erro do outro porque a gente sabe que a gente também erra né E aí a gente passa a domin eh eh deixa-se né não é mais dominado pela realidade Então essa frase vai tá dizendo esse esses quatro parágrafos vão estar sintetizando tudo que a gente precisa ver nesse encontro muito muito bonito Olá amigos eh mais uma vez estamos aqui né no nosso debate é sempre uma alegria poder estar aqui nesse grupo discutindo essa obra tão importante né a Joana vai falar do encontro né com essa realidade como Adriana já introduziu né dessa capacidade que nós desenvolvemos de a de mentir para nós mesmos né a respeito da nossa realidade a ilusão ela passa muito por isso né quando o mágico faz um truque de mágica né ele está mentindo para nós né através de mecanismos e artifícios para dizer que tal Tais eventos estão acontecendo a a na a nossa frente né Ou seja é uma mentira então nós temos essa essa esse que desenvolvemos ao longo das nossas existênci essa capacidade de fugirmos de nós mesmos criando né Essas ilusões para evitar o encontro com essa realidade né Essa realidade que se apresenta a partir dessas imagens que surgem Dent da nossa alma essa essa realidade que ela coloca nada mais nada menos é somos nós mesmos nos apresentando a nós mesmos né ah dentro

a realidade que se apresenta a partir dessas imagens que surgem Dent da nossa alma essa essa realidade que ela coloca nada mais nada menos é somos nós mesmos nos apresentando a nós mesmos né ah dentro dessa de um fluxo de energia constante que vai se direcionando ah paraa consciência e que necessita ser reconhecido né Ah isso passa muito pelo um aspecto até do do de um olhar até um pouco freudiano né que às vezes ela aborda em algumas obras dessa dessa essa ânsia da gente confundir a felicidade com um estado de de prazer né ou até uma paz ilusória e para que a gente possa ir na direção dessa realidade a gente precisa atritar com a vida externamente né ter um atrito com a vida mas principalmente também com com o nosso mundo interno com a realidade interna isso quebra né essa paz Quebra esse estado de prazer ah Quebra esse gera medo né como ela Traz né de de de se Auto olhar e de de se auto encontrar então esse movimento né de encarar essa realidade ele vai tirar de nós de uma lógica infantil né como a uma uma lógica muito voltada para para algo mais passivo mais defensivo né Muito focado nessa realidade do medo que é bem característica da nossa psicologia mais infantil e ela fala que o encontro dessa realidade precisa passar inclusive para um dos sentimentos que ela coloca até no Jesus e a atualidade precisa de coragem né a gente vai precisar dessa coragem para poder atritar com esse material que tá ali Ah e não dá para fazer isso a partir desses estados emocionais mais regredidos que que estruturam né todos essa obra de arte que a gente cria na vida que é fugir de nós mesmos porque fugir de nós mesmos é uma verdadeira obra de arte a gente faz um malabarismo tão grande para fugir da gente né que se a quando a gente olha os mecanismos de fuga as patologias é inacreditável o que a gente faz para não se auto encontrar interessante né que tudo isso estão trazendo eh eh mostra uma dinâmica complexa e Joana ela Explicita como é que está essa dinâmica né porque ela ela no começo do

gente faz para não se auto encontrar interessante né que tudo isso estão trazendo eh eh mostra uma dinâmica complexa e Joana ela Explicita como é que está essa dinâmica né porque ela ela no começo do capítulo ela fala justamente desse jogo do Ego para não se identificar Isso parece estranho ela usar esse termo né a fim de não se deixar identificar porque de uma certa maneira assim como é natural a plantinha buscar a luz que é a base da vida dela nós viemos de Deus e a identificação seria essa consciência do Divino em nós eh essa consciência do que da nossa essência como espírito mas eh O que é o self né e o ego fica preso eu menor há uma ilusão com eh com resistência né a essa identificação E por que gente ter resistência de se identificar com aquilo que é tão especial né que é a base da vida que é Deus que é que é amor que é verdade né E aí me parece que entra toda a essa questão infantil que o Daniel coloca né porque de uma certa maneira esse trabalho de identificação começa com Adriana falou se despojando para que eu possa eh ser quem eu sou né e eu seja me reconhecendo na humildemente na minha pequenez mas reconhecendo que eu tô caminhando em favor de um ideal da favor da plenitude então de uma certa maneira a verdade nos responsabiliza e de uma e a gente tem que acreditar que a gente é capaz e por medo de não ser amado por não acreditar em nós a gente vai criando daí e essas esse jogo de máscara e ilusão e consequentemente que que a juna coloca né esse tipo de postura gera o quê conflito porque na medida que eu nego a mim mesmo quem eu sou e tenho que criar um jogo de máscaras e de ilusão eu vou gerar uma qu uma tensão um de opostos né porque tudo que tu movimenta numa atitude muito unilateral exagerada há o movimento do inconsciente oposto a isso então é como o Daniel falou é um malabarismo a gente viver nessa mentira e e a consequência disso ela é muito nefasta como diz a benfeitora né porque de um lado a gente eh nesse Disfarce acaba levando paraa nossa vida e levando

é um malabarismo a gente viver nessa mentira e e a consequência disso ela é muito nefasta como diz a benfeitora né porque de um lado a gente eh nesse Disfarce acaba levando paraa nossa vida e levando para as relações com os outros esse conflito então em um momento ela diz que a gente se torna muito exigente em relação ao outro porque quando a gente não quer ver coisas em nós a gente de uma certa maneira projeta no outro e cobra do outro aquilo que a gente não consegue eh aceitar em nós né ou ou conosco mesmo né a gente cria uma fantasia de ser Severo e e e uma cobrança que de uma certa maneira impede um trabalho de de poder entender melhor nós mesmo num movimento de conciliação que ela diz que é aquilo que o chama de função transcendente Então tudo isso ela vai trazendo no começo aqui do capítulo como tem informação né gente como tem elementos profundos paraa Nossa reflexão já no início aqui desse Capítulo são esse capítulo é denso porque ele traz termos próprios da Psicologia né então é necessário pra gente conseguir olhar eh eh pelo menos com um pouco de profundidade conhecer um pouco desses termos e e a Joana vai tá trabalhando e mostrando né Ela é brilhante porque ela traz o termo e ela já vai explicando que seja então se a gente olhar aqui nesse segundo parágrafo ela vai tá dizendo que nesse interrelacion pessoal eh apresenta-se disfarçado hora exigente em relação aos outros ou excessivamente Severo para consigo mesmo então olha só então aqui ela vai mostrando como que essa questão que o Daniel fala né dele se dele se dele se esconder de si mesmo então em algum momento para evitar eh o contato com a realidade ele cria essas máscaras que o Gelson falou né que é esse Disfarce ele se torna exigente ele exige muito dos outros e ele é condescendente com os seus próprios erros Então veja como são dois pesos e Duas Medidas né então quando a gente olha para essa exigência nós estamos falando de um disfarce do Ego né que é o controle então ele usa do controle para controlar

os Então veja como são dois pesos e Duas Medidas né então quando a gente olha para essa exigência nós estamos falando de um disfarce do Ego né que é o controle então ele usa do controle para controlar o comportamento alheio mas ele se torna autoc condescendente E aí ela vai tá falando eh eh que ele projetando seus conflitos ou introjetando então eles são dois mecanismos aqui né A projeção e a introjeção a introjeção é interessante a gente consegue ver muito o mecanismo de introjeção em pacientes enlutados eu percebo né na nos familiares de alguém que faleceu então a pessoa começa eh trazer sintomas e aí você começa a observar os sintomas observar os sintomas e aí quando você vai analisando você acaba descobrindo que é exatamente o que aquela pessoa que faleceu tinha então ela começa introjetar o tipo de fala ela começa a reproduzir o tipo da que a pessoa usava em termos de Roupa E aí ele vai somatizando Inclusive a patologia muitas vezes não é uma patologia de cunho genético hereditário mas é fruto de uma construção de uma ilusão é quase como sim ela precisa ser fiel a esse ser né ela precisa Honrar esse ser E aí ele honra de uma forma iludida acreditando que é inconsciente é mecanismo de defesa né então o inconsciente leva o ego leva ela a essa ilusão de que para não esquecer essa pessoa ela precisa trilhar o mesmo caminho e é interessante que a Joana fala que a introjeção é uma armadilha pro ego é um dos dos dos mecanismos mais difíceis porque a pessoa deixa Deixa de ser quem ele é e ele passa a viver a personalidade da outra pessoa no no lado positivo ele vai viver dos superherois por exemplo né então ele vai ter apresentar coisas fortes então ele vai ter todo um uma introjeção positiva mas também tem a introjeção negativa que é essa que eu falei do do processo do Do Luto né que a pessoa Às vezes ah sintomatizar o que a que o parente que que faleceu tinha né então é é interessante a gente olhar esse movimento aqui de projeção e introjeção Mas mesmo a introjeção quando

né que a pessoa Às vezes ah sintomatizar o que a que o parente que que faleceu tinha né então é é interessante a gente olhar esse movimento aqui de projeção e introjeção Mas mesmo a introjeção quando ela é positiva a juna coloca aqui né Adriana tu cria uma uma uma uma falsa ideia de pessoa feliz e realizada né E introjeta essa Persona mas tu não é isso então tu te cobra algo que não é e tenta sustentar uma verdade que não existe então de uma certa por isso que ela fala também que às vezes tu é excessivamente Severo consigo mesmo e também exigente com o outro então às vezes a gente é condescendente conosco mesmo mas às vezes a gente é Severo porque a gente quer Criar e cobrar de nós um ideal que a gente não consegue sustentar e por isso que a gente vive num no conflito permanente tanto num movimento como no outro né não conseguindo essa conciliação nessa reconciliação conosco mesmo que é fundamental um processo de apaziguamento e de transformação verdadeira aí a ela ela coloca isso né Que isso tem um preço alto paraa psique né em em vários níveis né Não só em sofrimento mas também no tocante às virtudes só retomando essa ideia que a Adriana trouxe né da introjeção num numa psicologia eh dos nativos né mais original mais primitiva aqui no Brasil os os índios Tupis eram eram índios bastante guerreiros né E eles estavam constantemente guerreando com as outras tribos e eles tinham um ritual na na tribo né que quando eles iam paraa guerra e ganhavam a tribo ganhavam a guerra eles matavam as pessoas da da da da tribo oposta né e os melhores guerreiros eram capturados para passar por um por um por um ritual né de ah canibalismo Noal a carne do guerreiro que era ingerida Ah ia passar a virtude né da da aquela capacidade de guerra quando ele comia a carne do outro Guerreiro ele assimilava também a capacidade né de guerrear essa identificação com essa com esse lado Guerreiro a a do do da do Guerreiro da outra tribo né gerando esse processo de uma maneira bastante literal né Bem bem

lava também a capacidade né de guerrear essa identificação com essa com esse lado Guerreiro a a do do da do Guerreiro da outra tribo né gerando esse processo de uma maneira bastante literal né Bem bem original aí que é o que a Adriana tava falando é uma virtude né que ele é ele é até né quase num numa simbiose ali numa participação Mística ele vai assimilando essa realidade só que à medida que a nós fazemos isso de uma maneira mais vamos dizer assim Sutil com os mecanismos mais sutilizam literal como o índio né ou não não que a a psicologia do índio não tenha essa nobreza mas ah o dos nativos né ah hoje nós fazemos isso com uma sutileza maior mas isso vai Sufocando a personalidade real E à medida que isso vai acontecendo esses mecanismos de introjeção de projeção né Eu não só me alieno de fazer a minha personalidade A Minha Essência acontecer mas no sentido de eu integrar aspectos desadaptados da minha personalidade aspectos do lado mais escuro da minha sombra Mas eu também começo a desnutrir áreas que de virtudes também que precisavam acontecer né então não é só a de alguma forma uma amputação de uma realidade que eu tento fazer a que me gera sofrimento que eu ten que encarar um muitas vezes um níveis de caráter transviados que moram dentro de mim ou ilhas de consciência desadaptadas há também aspectos da personalidade que precisam acontecer e que às vezes já até foram consolidados em outras encarnações e que tão são também sufocados por essa mendacidade ou esse Disfarce que nó Nós criamos da própria realidade até nos elevados níveis de exigência né a que ocorre porque H muitas vezes a lógica com a qual a gente trata o outro num nível muito grande de cobrança ou exigindo coisas né a essa lógica também recai sobre nós né nós acabamos também a nos tratando também assim e as nossas virtudes também vão sendo sufocadas a partir de uma realidade às vezes muito idealizada e que não é compatível com a nossa realidade interna né Isso vai gerando a com até o a gente tem essa imagem na

virtudes também vão sendo sufocadas a partir de uma realidade às vezes muito idealizada e que não é compatível com a nossa realidade interna né Isso vai gerando a com até o a gente tem essa imagem na psicologia que é uma fala do Jung né você dá banho no bebê né E na hora de jogar água suja Você joga também a criança junto fora né vai sempre um um lado bom também vai amputado né dentro desses mecanismos de defesa aí dentro dessa realidade é e é interessante né que ela vai daí trazendo né vários padrões de comportament que demonstram esse jogo de defesa de ilusão né ela fala da pessoa que é muito puritana né que que fica fica de uma certa maneira fiscalizando a má conduta do outro e projetando né na verdade as suas seus desejos reprimidos né a sua dificuldade de lidar com a sua sexualidade ou com ou uma pessoa muito reprimida né muito árida e muito desamoroso e aí ela quer em nome ela cria um discurso de Justiça de valores para poder projetar a raiva dela né do outro eh impedindo o outro dele ser ele mesmo né ou AC que é muito crítica A Joana coloca né modar que que é de aluma maneira é inseguro e de uma certa se defende questionando o mundo né porque que eu eu critico o mundo e e ataco e eu não sou atacado né eu fico me protegido na minha crítica e eu tô daí eu inverto as coisas né eu culpo o mundo critico o mundo e e tô sempre analisando o outro para não ter que olhar para mim mesmo e me enfrentar os meus receios a minha insegurança e assim por diante já vai citando vários né a a pessoa que é humilde de maneira exagerada ela coloca aqui né e e que ou se identifica com as dores né ah com com padrão de Sofrimento de aflição eh e que é que que que acaba tendo um núcleo paranoico o que que é o núcleo paranoico é a pessoa é que se sente invalidada né Tá com medo né perseguida ou com vergonha ou julgada mas na medida que ela se sente inferior ela se coloca no centro do mundo né na paranoia porque tá todo mundo pensando nela falando sobre ela ou criticando ela então é um jogo de de opostos aí né Eu

da mas na medida que ela se sente inferior ela se coloca no centro do mundo né na paranoia porque tá todo mundo pensando nela falando sobre ela ou criticando ela então é um jogo de de opostos aí né Eu acho que eu tô sendo de uma certa mana rejeitado pelo mundo por essas fantasias negativas que eu acho que que o mundo tem de mim né Mas ou menos tô colocando um lugar especial né porque tá todo mundo se ocupando comigo né então Eh tá todo esse movimento aí que de uma certa maneira reflete essa essa ânsia de ser amada né e de tu ficar nessa penalização como uma forma de chamar a atenção do mundo e Despertar a pena com uma forma ilusória de amor né ou a racionalização né que tu desculpa sempre dá uma desculpa sempre em relação aos teus erros teus equívocos não aceita a tua vulnerabilidade não aceita a tua pequenez né e e e teme se confrontar né com com teus conflitos e olhar para eles aí tu fica fazer esse jogo racional de desculpa de explicação para fugir de ti mesmo né Então tudo isso ela vai justamente colocando nesse jogo de disfarce do Ego em relação a si mesmo eh tem um dois mecanismos que acontecem de forma simultânea pra gente tá voltando um pouquinho que é a projeção e a repressão Então a partir do momento que eu reprimo um conteúdo que eu não quero ver então Kardec fala né que o a grande chaga da humanidade é o orgulho e o egoísmo então quando eu não reconheço em mim o orgulho e egoísmo eu estou fazendo o mecanismo de repressão eu reprimo e ao reprimir esse conteúdo que eu tiro da possibilidade do meu repertório de respostas É como se eu arrancasse não eu não sou egoísta e aí eu jogo lá dentro do inconsci e a partir do momento que esse conteúdo ele não é reconhecido ele é jogado para fora aí eu olho no outro eu olho pro Daniel e me incomoda no Daniel algumas questões que eu interpreto como orgulho e egoísmo Aí eu saio então que aí é a projeção então eu tenho primeiro né a repressão eu reprimo conteúdos e a partir do momento que esse conteúdo foi reprimido qualquer anteparo que passe na

orgulho e egoísmo Aí eu saio então que aí é a projeção então eu tenho primeiro né a repressão eu reprimo conteúdos e a partir do momento que esse conteúdo foi reprimido qualquer anteparo que passe na frente eu projeto porque se a gente lembrar do livro pensamento e vida o Emmanuel fala que a mente é um espelho né então Eh e é um pouco diferente a eh para Jung a projeção é uma coisa natural Porque sendo um espelho tudo que passa na frente é projetado mas ele se torna um mecanismo de defesa a partir do momento que esse conteúdo que passa é algo reprimido aí eu para reconhecer eu vou me incomodar então eu gosto de falar pras pessoas né em terapia em análise eh fazer uma lista de tudo que aquela pessoa incomoda ah essa pessoa me incomoda por isso por aquilo por aquele outro por aquele outro por aquele outro mas é é fácil né falar o que que o outro me incomoda E aí a partir do momento eu vou fazendo ela fazendo um questionamento mas o que disso é meu né então se me incomoda é porque de alguma forma isso tem a ver com algo meu a Joana diz assim ó torna sua vítima o espelho no qual se reflete inconscientemente há uma necessidade de combater nos outros o que é desagradável em si por quê Porque é um conteúdo reprimido e tudo que é reprimido ele deseja voltar pra consciência para ser trabalhado E aí ele volta de forma troncha de forma desajeitada por porque eu vejo no outro e por não reconhecer aí eu critico eu né me incomodo de alguma maneira aquela questão tu tu reprime e nega né adana reprimiu negou faz coisa que não existe para depois projetar porque a gente não consegue fugir de nós mesmos a verdade sempre vai estar presente meso que ela venha Projetada né então tem a repressão A negação e a projeção aí né É É interessante né porque a a cada momento da nossa existência que esses mecanismos né se tornam cada vez mais elaborados mais ricos né no sentido de de do não encarar essa realidade à medida que esse ego Vai tentando de todas as formas né manter e se estruturar nessa ilusão ele tá sem

se tornam cada vez mais elaborados mais ricos né no sentido de de do não encarar essa realidade à medida que esse ego Vai tentando de todas as formas né manter e se estruturar nessa ilusão ele tá sem impedindo de amar né ele tá ele não Deixa o Amor Acontecer né porque para que a inclusive para que o indivíduo expresse essa desadaptação interna essa sombra né ele precisa expressar isso A partir dessa realidade do amor né de desse que ela ela até fala né falta de recursos até de uma nobreza moral de falar dessa pobreza interna né de assumir esse lugar e de falar sobre isso né então à medida que eu não tenho esses recursos né Para que eu possa me tratar a partir de uma lógica amorosa né Isso vai sendo compensado nessa avalanche desses mecanismos de defesa né ou seja E se eu tô cada vez mais me defendendo da minha própria realidade eu tô também me afastando da proposta de Jesus em condição neurótica né porque ele falou que eu só posso amar o outro se eu amar a mim mesmo mas como que eu vou conseguir essa realidade se eu não me conecto com essa minha realidade que precisa desse amor de eu nutrir esses espaços internos A partir dessa realidade amorosa de integrar essas essa essa toda essa realidade que precisa se apresentar e também D vazão para a eh pontos virtuosos também que já existe em em nós né ou seja não só me impede o amor me impede de acontecer enquanto a eh eh buscador e e Alma que que quer caminhar na direção dessa imagem do Cristo né eu vou evitar essa realidade dela acontecer Ah e ao mesmo tempo eu vou est eh de alguma forma também a assumir responsabilidades em lugares que eu podia estar ocupando em virtudes que eu já tenho n virtudes que já que já aconteceram na minha alma que poderiam est estar realizando afetos sociocritica Nos quais eu posso esparzir isso na minha nas minhas relações sociais impregnar a vida a partir dessa energia positiva que eu já construí e todos esses mecanismos eles vão amputar Essa realidade né tanto a a realidade que eu já construí em mim quanto essa

lações sociais impregnar a vida a partir dessa energia positiva que eu já construí e todos esses mecanismos eles vão amputar Essa realidade né tanto a a realidade que eu já construí em mim quanto essa sombra que precisa desse acolhimento para que o amor aconteça né então ela essa essa nobreza moral passa também por essa capacidade que precisa ser desenvolvida né de maneira não compensatória para poder fazer esse mergulho e começar a colher essa realidade né o rmo tem uma frase que eu gosto muito né Ele diz que os problemas parece não ir embora até que o primeiro que Primeiro eles tenham sido inteiramente recebidos e a gente faz o contrário nessa fuga né a gente evita para não ter que para ter não para não ter que lidar e resolver mas não tem como resolver né não tem como ir embora sem antes ser inteiramente recebidos e isso que a juna coloca aqui bem no início daquelas frases que Adriana tava levantando né no quando ela trouxe as primeiras colocações dela né aceito e aprimoro me a ninguém nada exigindo a todos amando e a mim deixando-me dominada pela realidade Então isso que tá tá trazendo né Daniel se eu não me aceitar amorosamente não tem como eu poder realmente olhar para isso e transformar então enquanto eu não receber aquilo que de uma cada me pertence eu não tenho como realmente transformar ou mandar embora esses problemas que habito dentro de mim e isso acaba sendo né Gelson uma forma de racionalização ela fala aqui no no no parágrafo 10 que aquele que sempre racionaliza todas as ocorrências encontrando justificativas para os próprios insucessos e erros teme-se sem estrutura emocional para libertar-se dos conflitos Então por temer quem eu sou por não saber quem eu sou por não não se se conhecer a pessoa traz pro racional e e é um mecanismo de defesa de maior gravidade por quê Porque o ego cria justificativas dissimuladas racionalmente ele vai encontrar eh motivos justos para uma coisa equivocada ele vai ele não reconhece a realidade e justifica o erro de forma equivocada E

Porque o ego cria justificativas dissimuladas racionalmente ele vai encontrar eh motivos justos para uma coisa equivocada ele vai ele não reconhece a realidade e justifica o erro de forma equivocada E se a gente olhar a eutanásia é o maior exemplo de uma racionalização onde aquela pessoa está cansada né de de daqueles cuidados com aquele ente querido que tá lá internado um tempo longo né então ele começa de forma racional Coitadinho ele já precisa descansar veja bem então eu acho que a gente precisa proporcionar a paz para essa pessoa então nós precisamos desligar os equipamentos por caridade você percebe o movimento de uma falsa né justifica um erro que é tirar abreviar a vida daquele ser eh e eu não reconheço a realidade então ele é de maior gravidade porque o ego ele vai se perdendo dele mesmo na tentativa de justificar um erro ele vai se equivocando cada vez mais e pra gente que é espírita sabe a importância dos últimos momentos da vida dessa pessoa então às vezes ele não vai ter mesmo uma chance porque da forma racional ele não vai viver muito mesmo para que ficar sofrendo sofendo se olharmos por Esse aspecto puramente material ele tem uma lógica mas se olharmos ampliando com a visão da espiritualidade é um equívoco porque é a oportunidade que esse espírito tá tendo de ressignificar todo um passado né então é muito perigoso essa dicotomia entre o que se justifica e o que de fato é Então veja como essas ilusões são formas do ego de não lidar com uma realidade e no caso da eutanásia qual seria a realidade nua e crua de verdade ele está cansado e Ele cansou de cuidar dessa pessoa né claro que é muito difícil ele olhar para isso e aquilo que o Daniel falou é necessário coragem né E tem uma frase do Jung que é maravilhosa ele fala que aquele que não atravessa o inferno de suas paixões também não a supera então é necessário de atravessar por esse inferno de si e se o olhar ainda egoísta né que ele ainda deseja que o outro morra então e é é precisa coragem mesmo de um

de suas paixões também não a supera então é necessário de atravessar por esse inferno de si e se o olhar ainda egoísta né que ele ainda deseja que o outro morra então e é é precisa coragem mesmo de um enfrentamento e descobrir em mim aquele eh aquele mendigo mais pobre que precisa da minha Caridade do meu amor para que ele possa ser resgatado né então eu preciso cuidar desse meu eu egoísta ainda e é interessante Ô Adriana que a por mais que a gente Disfarce né através desse esses mecanismos de defesa através de todos esses esses artifícios né que o ego consegue a através desse malabarismo para escamotear a própria realidade interna e interagir A partir dessa imagem ilusória de si mesmo Ah nós não conseguimos anular o diálogo energético com a vida então a nós acabamos gerando um um uma aura em torno de nós né Essa negação a gente a a eh acaba se colocando em lugares emocionais nas nossas relações sociais que às vezes nem passa pelo verbal mas só pela nossa própria presença né vai gerando umas sincronicidades uns uma umas relações ah ah tão de de exclusão de de ah de falta de interação de ou de um empobrecimento né nas relações sociais porque a vida não se dá só a partir dessa máscara né o a máscara ela ela dá essa sensa de uma pessoa ah organizada psicologicamente mas H muitas vezes a quando o indivíduo vai interagir socialmente ele começa a a a atrair pessoas que não gostam dele e que não quer ficar próximo a fala tem uma energia né aquela às vezes ele tem um discurso ali no nível da consciência egoica que tá falando até coisas coerentes mas traz uma energia diferente né que incomoda as pessoas que atrita com as pessoas Então é não não não há como fugir né da Própria Consciência ainda que tudo isso se vá se convertendo em uma imagem de paz mentirosa de si mesmo a gente não consegue fugir dessa energia que a gente joga na vida né então isso vai gerar também problemas relacionais seríssimos né É uma questão importante que que me faz pensar é o final do capítulo que

te não consegue fugir dessa energia que a gente joga na vida né então isso vai gerar também problemas relacionais seríssimos né É uma questão importante que que me faz pensar é o final do capítulo que somente com pessoas que conhecemos podemos realmente bem então em cima disso estão falando acho que é isso né gente porque toda a experiência de trabalha com a gente tem que ser um trabalho com sentimento ou seja uma experiência sentida na medida que gente f o sentimento não é trabalhado a gente não consegue nos o encontro não acontece e a gente não consegue extrair o nosso sal né o nosso sabor a nossa sabedoria que é justamente vido através do suporte desse confronto das feridas do reconhecimento daquele lado da gente indigesto de poder suportar as nossas limitações e aí e encontrar a partir desse dessa experiência de relacionamento conosco mesmo né de de diálogo no mesmo um novo sentido paraa nossa vida e porque E aí a gente vai realmente a gente se debruçando naquele lado que a gente não não reconhece e vê que ele não é tão ruim que o ruim é nossa atitude frente a ele né que é um lado frágil ou que tem medo ou que tem insegurança né E que o nosso orgulho não deixa a gente reconhecer e aí a gente fica nesse jogo de mascaramento mas qu a gente consegue se desvelar e e realmente se conhecer a gente pode realmente se sentir bem então tanto em relação ao outro né a gente vai se sentir bem só quando a gente conhece o outro mas isso é váo também para nós né a gente vai só se sentir bem quando a gente começar realmente nos conhecermos verdadeiramente e a gente encontra ali paz a gente contar Harmonia n aquilo que aa fala sem agressividade sem pieguismo a gente começa então a se desvelar como irmãos não culpando o mundo não cobrando o outro não perturbando a consciência Leia e também podendo fazer as pazes comigo mesmo reconhecendo a minha pequenez Mas a partir disso né encontrando novos caminhos e possibilidades porque se eu nego o encontro com o que é limitado com o que

e também podendo fazer as pazes comigo mesmo reconhecendo a minha pequenez Mas a partir disso né encontrando novos caminhos e possibilidades porque se eu nego o encontro com o que é limitado com o que é vulnerável com a minha fragilidade com meus medos Eu nego também tudo que tá ali junto e que é potencial de renovação de criatividade de mudança e eu fico estagnado nesse jogo de aprisionamento com as minhas ilusões emocionais com meu jogo psicológico de mascaramento e de estagnação então espiritual tem duas dimensões importantes Porque não são só mecanismos de defesa que a gente vê aqui né mas os disfarces As Ilusões Elas têm duas dimensões então a gente tem que olhar paraa imaturidade do Ego então muitas vezes esse ego é tão imaturo então ele tem ainda ignorância ele não sabe né lidar com essa realidade então ele vai entendendo as coisas de forma equivocada se vai se iludindo ou então ele parte de uma dimensão emocional que vai envolver conflito idealização valores o querer ser amado e reconhecido e nessa tentativa de ser amado e conhecido ele vai criando um falso eu né então ele vai se tornando tudo aquilo que o outro quer que ele seja para que ele seja Amado então primeiro pros pais né os pais queriam tanto tocar piano e eles não puderam então aí essa criança percebe Isso é uma criança inteligente então ela quer tocar piano e ela se dedica muito então percebe ela vai criando falsos eus e esse ego por imaturidade ele vai por idealização ele vai se perdendo de si mesmo mesmo né Eh outras coisas que a gente não percebe mas a própria acomodação né acomodação é a forma do Ego evitar as suas responsabilidades os seus deveres isso é gera também ilusão porque ele não assume a tarefa que ele veio à terra para isso né Eh a preguiça a Joana fala muito da preguiça né que essa propensão à inatividade a não trabalhar eh eh e não é só trabalhar no trabalho né o trabalho braçal mas o trabalho emens no autoconhecimento ai dá muito tô cansada não quero mexer nisso vamos deixar quieto né eu deixo para me conhecer na

ar eh eh e não é só trabalhar no trabalho né o trabalho braçal mas o trabalho emens no autoconhecimento ai dá muito tô cansada não quero mexer nisso vamos deixar quieto né eu deixo para me conhecer na outra Encarnação agora eu vou só trabalhar então até o trabalho exacerbado é uma forma de fuga porque ela se ela trabalha trabalha tanto que não sobra tempo para pensar em si Então veja como é uma forma desse ego se perder de si mesmo né o controle que é aquilo que a gente falou eh o medo e orgulho Então por medo né ele vai ele deixa de entrar ele não tem coragem de se enfrentar a inveja agressão verbal Então olha como que o o ego nesse decorrer e nessa formação ele vai se perdendo de si e e vai buscando maneiras de ver essa realidade de uma forma muito diferente né de forma bem equivocado e e é importante né que a a medida que a a gente nós né tentamos reprimir isso né esse material ele nunca se aquieta Ele sempre vai voltar n ele volta em em imagens diferentes em sintomas diferentes em doenças diferentes em problemas diferentes em a a até na na nossa realidade material né a depender do nível dos nossos conflitos isso pode ser afetado né por essa por essa realidade interna que nós negamos né então dentro de uma lógica Espírita né aquela aqueles momentos que a gente atrai atrai sempre os mesmos temas para nossa vida né ou os problemas que nós né que a vida parece querer a passar na na nossa na nossa cara né O problema que a gente carrega na gente A partir dessa realidade quase gerando um processo de psicologização da matéria uma psica da matéria né ao ponto de gerar esses fenômenos né aquela aquelas batidas de carro repetitivas o cano que sempre hisória e em vários lugares da casa aqu né todas esses fenômenos materiais que nos circundam e que estão refletindo também uma psique né que precisa ser confrontada gerando esses fenômenos de atração e repulsão através dessa energia Ou seja é uma lei é uma lei energética imparável né ela não tem como parar isso né a E só cabe ao ego se deixar

cisa ser confrontada gerando esses fenômenos de atração e repulsão através dessa energia Ou seja é uma lei é uma lei energética imparável né ela não tem como parar isso né a E só cabe ao ego se deixar atravessar a partir de uma realidade amorosa para tentar integrar e fazer essa personalidade acontecer e é óbvio é óbvio que isso não é feito de maneira agradável sem na grande maioria das vezes não é isso vai ter um nível de dor mas muitas vezes não vai ter sofrimento e que é bem diferente né E a dor Ah que nós experimentamos muitas vezes é uma dor Libertadora quase como de um parto normal né de uma mãe que sente a dor do parto mas quando nasce ela fica encantada por aquela realidade e é uma dor cheia de sentido né é uma dor que preenche a vida que gera a Plenitude a dor da neurose é o oposto disso né o vazio é a depressão é aquela vida pesada é a vida cheia de sintomas né Então essa experiência do autoencontro ela com certeza ela vai gerar níveis de atrito com a vida e Pode sim gerar dor mas o sentimento de libertação atravessa tudo isso né Essa realidade aí é gente entender que todo esse processo de dor e como tu falaste anteriormente né Daniel envolve também aceitação e amor então é uma dor mas que é sustentada nesse compromisso amoroso conosco mesmo e a mesma coisa da relação com o outro né o que a gente quer Eh cobrar a verdade do outro de maneira não amorosa e por isso que a Joana Fala Não Não Não Não perturbe o o o jogo das pessoas porque muitas vezes tu quer Eh confrontar a pessoa tu quer e acordar ela mas a gente não sabe do contexto interno dela então qu a gente não conhece o contexto da vida externo e nem interno da pessoa de repente tu pode est gerando com essa tua intenção em vez de um de uma caridade um um processo de desestabilização emocional da pessoa né ela não tem suporte de sustentação Como diz J De Angeles e a gente não tá oferecendo nada no lugar então em vez de cuidar do outro Vamos cuidar da gente mesmo né E quando e ela daí propõe que o trato com o outro seja o do carinho o da

Como diz J De Angeles e a gente não tá oferecendo nada no lugar então em vez de cuidar do outro Vamos cuidar da gente mesmo né E quando e ela daí propõe que o trato com o outro seja o do carinho o da descon de de deixar a pessoa eh acolher deixar a pessoa à vontade e estimular os valores positivos e grandiosos de cada um né Eh e para que as pessoas possam também aprender a lidar consigo mesmo na que gente também também aceita a a deficiência que elas têm ajudando a facilitar a vida delas e criar condições para que elas possam ir lidando com as suas limitações então é uma um um um processo de caridade né de de amorosidade de compaixão de acolhimento não é compactuar com o erro do outro né mas se Justamente esse trabalho de desvelamento que se dá não não pela violência Mas pela confiança que o que o outro vai depositar no mundo porque ele ele se sente amado e aceito então ele não precisa mentir pro mundo porque agora eu me sinto seguro de mostrar quem eu sou e dizer puxa eu tenho uma ferida eu tenho uma uma um um defeito eu tenho uma questão que eu quero uma ajuda por quê Porque de uma certa maneira esse lugar que ele se encontra é um lugar seguro onde ele pode se mostrar né então essa segurança emocional é importante eh da nossa parte em relação ao outro porque a outra possa realmente ser acolhido e sentir seguro o suficiente para se abrir e ser reconhecido e consequentemente ele poder se confrontar com ele mesmo com o outro e consigo mesmo né Gelson que aqui diz assim vigia te né vigia-la ficar pelos valores grandiosos e pelas deficiências assim facilitando aos que convivem contigo o mesmo ato de desvelamento e confiança Então a partir do momento que você confia no outro para abrir as suas próprias feridas ou o orar e vigiar mas não o o pensamento do outro mas vigiar a si eh o realmente o sentimento a emoção a sensação que vem naquela né Eh naquele meio ele consegue Então esse autoamor né esse auto acolher-se e poder desvelar a si mesmo as suas dores porque às vezes ele

h o realmente o sentimento a emoção a sensação que vem naquela né Eh naquele meio ele consegue Então esse autoamor né esse auto acolher-se e poder desvelar a si mesmo as suas dores porque às vezes ele precisa desse movimento interno com ele mesmo de autoaceitação né então eh a na maioria das vezes é mais fácil aceitar o outro mas ele é muito rígido consigo próximo né próprio então a importância dessa até da descontração aqui né para poder ir dos seus equívocos ri do do ainda do que ele precisa trabalhar né porque se a gente levar a vida muito aí entra a questão da alegria né a importância de olhar isso com alegria Ok eu sei que eu só tenho isso mas eu consigo olhar pro futuro e perceber que somos fadados a Plenitude então vai demorar mas que nós temos esse eh Essa é a lei do Progresso né nós teremos condição condições de ser plenos mas eu preciso hoje ter essa coragem de ser realmente quem eu sou né É até na na no evangelho né segundo o espiritismo como uma proposta do Evangelho os espíritos trazem né sede Ah caridoso para com outro e sede Severo contigo né mas eu eu gosto de entender essa fala né do Evangelho como a assim ser vero né ser verdadeiro né consigo né não ser eh eh ter essa verdade para consigo que essa proposta ela ela se torna mais na busca da plenitude né Ah nesse sentido que a Joana traz dentro dessa lógica né Ou seja é de ser capaz de olhar paraa própria realidade interna ao mesmo tempo que eu tenho essa caridade para fora eu ter e é também essa força de olhar para essa verdade que nem sempre é é ela se apresenta do jeito que eu quero né Então essa ess é ser Severo ou ou buscar essa verdade nesse sentido é tudo que é eivo né ela se torna eh e uma contrário né Então essa severidade por isso que ela fala que ser muito crítico com o outro né ou exigente ou excessivamente Severo contigo né então esse essa severidade É no sentido da responsabilidade Nossa com nos com mesmo né e não no sentido de uma ência para além das nossas limitações porque daí de uma certa maneira a gente

contigo né então esse essa severidade É no sentido da responsabilidade Nossa com nos com mesmo né e não no sentido de uma ência para além das nossas limitações porque daí de uma certa maneira a gente também tá eh se avaliando de maneira incorreta achando que a gente pode dar mais que a gente pode né então a gente tem que eh fazer um movimento de Passos pequenos mas Seguros não queria dar um passo muito grande né e de uma certa maneira não dá conta desse passo então é melhor caminhar devagarinho mas um passo firme seguro conquistado né e assim assim por diante a gente fazer o nosso movimento na vida muita coisa para pensar né gente tem uma frase que eu gostaria de trazer da Joana que ela diz assim eh é preciso reconhecer-se imperfeito como realmente se é portador de ulcerações e de cicatrizes Morais é um ato de humildade real que deve se manter com dignidade então se nós com conseguirmos isso né reconhecermos imperfeitos Como de fato nós somos e tendo essa caridade eh conosco mas ao mesmo tempo eh vigiando e orando no sentido de despindo dessas ilusões de um falso eu que quer ser amado que quer ser aceito então isso daí é um ato de dignidade para conosco mesmo linda essa frase é da psicologia da gratidão Essa parte aí Adriana eu acho que é eu marquei aqui a a a ord é tem um capítulo psicologia da dignidade né Talvez seja lá né que ela fala na psicologia da gratidão é bonito né Essa essa passagem S Então vamos buscar né esse esse trabalho né de nos acolher vamos buscar esse trabalho de de de encontro né com a realidade queo que essa realidade ela compõe de coisas boas e coisas ruins de limitações e de potencialidades E que esse desvelar do nosso ser se dá justamente nisso né esse caminho de aceitação de reconhecimento e poder a partir disso começar da onde a gente tá n não tem como começar de um lugar que a gente não se encontra então a gente não vai poder caminhar Se eu disser puxa a minha realidade é essa a minha condição é essa As minhas possib são essas os meus

não tem como começar de um lugar que a gente não se encontra então a gente não vai poder caminhar Se eu disser puxa a minha realidade é essa a minha condição é essa As minhas possib são essas os meus desafios são esses Então a partir disso agora eu posso fazer alguma coisa com isso E aí poder realmente eh aceitar esse convite Libertador do Cristo né e e desabrochar nas nossas potencialidades divinas que carregamos dentro de nós então fica esse convite né para todos nós de poder continuar Esse estudo maravilhoso da benfeitora Lembrando que daí semana que vem vai estar vendo o capítulo 18 a bênção da Saúde agradecemos ao Daniel Adriana e a todos que nos acompanham nessa linda jornada da s psicológica Joana de um grande abraço a todos

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