T04:E14 • Conflitos Emocionais e Morais • Fugas

Mansão do Caminho 10/05/2023 (há 2 anos) 57:01 9,242 visualizações 974 curtidas

Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 04 - Conflitos Emocionais e Morais Episódio 14 - Fugas ► Referências Bibliográficas • Momentos de consciência, cap. 18; • Conflitos existenciais, cap. 1; • O ser consciente, cap. 7; • Amor, imbatível amor, cap. 3. » Apresentação: Cristiane Beira

Transcrição

Olá sejam bem-vindos a mais um psicologia espírita com Joana de Angelis hoje nós vamos conversar a respeito das fugas fugas psicológicas as estratégias que o ego costuma utilizar nós utilizamos de forma a evitarmos dor sofrimento algumas vezes até por não entendermos ou não encontrarmos recursos suficientes para lidar com as situações então é algo que tem muita relação com nosso grau de evolução com a imaturidade espiritual e algumas vezes até a infantilidade de nossa parte a criança ela ainda se vê Desprovida de força de condição de estrutura de recursos para lidar com o mundo então é natural aquela imagem que a gente vê que é tão comum de que quando a criança tem algum medo se prepara com alguma situação é uma imagem arquetípica ela correr atrás da mãe do pai da figura que para ela é a referência de segurança e se esconder é natural para idade da criança porque ela ainda está desenvolvendo Nós deveríamos chegar na idade adulta já com as condições internas psíquicas emocionais suficientes para não precisarmos mais utilizar desses escapes né dessas fugas mas como Ainda Somos imperfeitos e como ainda carregamos tantos conflitos vez ou outra e quem sabe muito mais do que deveriamos muitas e muitas vezes recorremos algum tipo de fuga de evitação daquilo que está diante de nós e que nos parece desconfortável sofrido doloroso sobre isso que nós falaremos Hoje vamos começar trazendo alguns exemplos da própria infância que nos ajuda é tanto na questão da educação mas também podemos fazer Pontes usar como metáforas para a vida psicológica do adulto por exemplo vamos imaginar uma criança a criança quebrou um objeto um objeto dela ou do da casa ou da escola ou das vias públicas enfim ela não manejou direito e teve um acidente ela quebrou o objeto vamos imaginar qual a reação do adulto que está por perto costuma ser gritar assustar a criança punir dar uma bronca pesada fazer com que ela sinta que ela que ela errou que ela estava errada punir gritar ameaçar humilhar é isso que

adulto que está por perto costuma ser gritar assustar a criança punir dar uma bronca pesada fazer com que ela sinta que ela que ela errou que ela estava errada punir gritar ameaçar humilhar é isso que a gente costuma fazer quando uma criança se distrai e sendo criança quebra por exemplo o vaso da vó enfim alguma coisa na escola o próprio brinquedo como nós costumamos reagir Então vamos pensar a criança cometer um erro erro todos nós cometemos a criança está entendendo o mundo ela está entendendo como o mundo funciona e ela está se preparando para lidar com esse mundo então nessa hora se a gente grita faz um escândalo coloca culpa nela trata como se ela tivesse sido sim um absurdo de errada que como seu erro não fosse uma coisa natural não é uma patologia o erro mas tratar mais naturalidade se a gente faz esse tipo de abordagem de manejo totalmente equivocado a criança faz que leitura algo do tipo nossa eu não posso errar se eu errar é melhor eu esconder quando eu cometo erro deve ser uma coisa assim absurdo que eu fiz a sociedade não aprova eu não tenho espaço para errar então se eu não quiser receber punição ameaça humilhação ou eu não erro que seria impossível ou quando eu erro é melhor eu escapar do enfrentamento de lidar com erro é melhor eu elaborar estratégias para fugir da responsabilidade porque é muito pesado assumir a responsabilidade porque o adulto fez com que ela percebesse não a responsabilidade mas a culpa é um peso emocional de inadequação a gente passa um monte de mensagens para criança diferente de falar nossa você quebrou alguma coisa vamos ter que resolver isso você não prestou atenção eu tinha te avisado mas uma abordagem sem afetação emocional O problema é que a gente pega os nossos conflitos e nessa hora a gente descarrega nas crianças né então se a gente fizesse com que as crianças percebessem ajudá-las a entender o que que deu errado que que ela deveria ter feito para ter mais cuidado se a gente conseguisse usar a oportunidade para que essa criança entendesse que aquele erro

as percebessem ajudá-las a entender o que que deu errado que que ela deveria ter feito para ter mais cuidado se a gente conseguisse usar a oportunidade para que essa criança entendesse que aquele erro pode ser um mecanismo de crescimento de aprendizagem de conhecimento um pouco mais da vida na próxima vez que essa criança errasse ela evocaria esse tipo de manejo ah da última vez a minha mãe a minha professora o meu vô seja quem for me fez prestar atenção no que eu tinha feito me fez rever a minha atitude para ver se eu tinha sido realmente desleixado me fez perceber que agora eu preciso consertar o erro que eu fiz ela aprendeu a lidar Mas se a gente coloca essa pressão essa Provavelmente na próxima vez que ela quebrar alguma coisa ela vai tentar passar despercebida porque ela não quer levar de novo aquela baita bronca que ela que ela recebeu então a forma como a gente lida com a vida em termos de enfrentamento ou fuga ela já começou a ser estruturada a gente já começou a desenvolver os nossos próprios recursos desde a infância aliás desde antes da infância a forma como a gente lidava nas vidas anteriores enfrentando ou fugindo esse responsabilizando ou lavando as mãos a gente ainda carrega esse exatavírismos ainda fazem parte do nosso inconsciente as nossas experiências passadas mas Deus permite que na infância a gente tenha um período neutro sem que o passado nos mais assiduamente para que a educação nos ajude a descobrir novas formas de lidar com a vida então se na educação a criança ao cometer um erro os pais os educadores fazem com que ela pense sobre o erro analise encontre formas de consertar de de reparar eles estão preparando essa criança para ser um adulto que tem esse recurso para oferecer na vida mas se quando criança os pais grita humilham fazem ela se sentir culpada errada é diferente a criança sentir que cometeu um erro e a criança achar que ela é o erro isso é péssimo para o desenvolvimento psicológico a criança olhar para os pais entender que aquele erro que ela cometeu

iferente a criança sentir que cometeu um erro e a criança achar que ela é o erro isso é péssimo para o desenvolvimento psicológico a criança olhar para os pais entender que aquele erro que ela cometeu não foi uma ação mas é que ela ela é inapropriada então ela vai fazer com que aquela experiência seja associada com a autoimagem não é que eu fiz um erro É eu sou errada sou eu que sou o problema problema não foi que escorregou o copo da minha mão porque a minha mão é pequenininha e escorregar copo da mão acontece com qualquer pessoa não sou eu que escorrego o copo da mão as outras pessoas não o problema está em mim muitas vezes essa é a leitura imagina desenvolver caminhando por esse por esse por essa trilha tão doída né achando que eu sou o problema não é algo natural o erro mas eu é que sou errada Então como nós vamos manejando as crianças nós podemos ajudá-las a desenvolver novas formas de enfrentar Ou a gente pode reforçar A Fuga e esse espírito que já deve ter usado isso no passado e veio para tentar novas elaborar novos instrumentos ele acaba repetindo ratificando as formas furtivas né de escapar dos problemas ao invés ao invés de enfrentá-los por exemplo um outro exemplo uma criança foi convidada a participar de uma competição que que a gente faz a gente estimula vai mesmo você tem que ganhar porque se você não ganhar aí começa de novo pressão culpa ameaça intimidação ou a gente fala assim Não competir é feio não nós temos só que colaborar então não participe de competição eu não tô dizendo para ela evita vida porque a vida vai trazer competições O problema não é a competição o problema é o valor que a gente dá para competição a interpretação que a gente faz do resultado da competição ou há pouco tempo eu escutei uma entrevista de um dos maiores jogadores de basquete dos Estados Unidos a história dele é linda tem uma história de vida antetocompo ele é um grego que veio como Imigrante para os Estados Unidos e joga para NBA no time no time dos milwauke os bucks e o anteto compra fez

s a história dele é linda tem uma história de vida antetocompo ele é um grego que veio como Imigrante para os Estados Unidos e joga para NBA no time no time dos milwauke os bucks e o anteto compra fez uma entrevista ele ele é um dos maiores ele é top five talvez melhores dos cinco dos 10 não sei mas ele é muito bom e o time dele era cogitado para ser o campeão do ano e eles foram eliminados nessa fase final e o repórter Pergunta para ele como você faz como é que foi essa história do seu fracasso e ele deu uma aula de humanidade para esse jornalista e ele Esporte nas competições esportivas não existe fracasso porque a gente sempre cresce o que você tá chamando de fracasso que que é fracasso tudo que eu fiz esse ano onde eu cheguei o que eu conquistei o que eu desenvolvi como que você pode chamar mais de fracasso Só que de vez em quando alguém sobe no pódio ganha uma medalha e o outro não e daqui a pouco isso inverte mas você achar que porque eu não fui ganhar uma medalha eu sou fracassado acho que você precisa rever o seu próprio conceito e ele usa ainda o exemplo é um dos maiores jogadores que é o Lebron James e ele disse de 16 competições anuais né que ele participou ele ganhou eu vou chutar porque eu não lembro do número ele ganhou sete quer dizer que as outras ele fracassou você acha que ele é um fracasso Então porque ele perdeu mais do que ele ganhou então ele é um fracasso na vida Então é isso a forma como a gente aborda passa uma mensagem subliminar E se a gente falar para as crianças não não vai competir a vida é de competição agora ao invés de eu falar não vá competir e estou dizendo para ela evite enfrentamentos evite dificuldades evite frustrações e eu dizer para ela vai competir você tem que ganhar porque senão não valeu a pena será que não tem uma terceira alternativa como dizia Young criativa que é vá mas lembre-se do valor que tem a competição que não é o pódio é você se conhecer é você se superar é você aprender a respeitar o seu o seu opositor o seu o seu

ativa como dizia Young criativa que é vá mas lembre-se do valor que tem a competição que não é o pódio é você se conhecer é você se superar é você aprender a respeitar o seu o seu opositor o seu o seu adversário quando eles ele for melhor que você naquilo que você faz então eu posso trazer uma abordagem a natureza é competitiva a natureza compete a gente vê o leão correndo atrás gazela ali uma competição e a gazela vai encontrar instrumentos para poder sobreviver mesmo que ela não tenha a força do leão mas a interpretação que eu faço dizendo que quem é quem é vencedor é que vale a pena e quem é perdedor é um fracasso é isso que está errado a vida Ela traz a natureza Ela traz tanto a colaboração quanto a competição só que o que nós chamamos de competição é que precisa ser revista então quem sabe explicar para as crianças que o importante não é o resultado mas ela se testar para ela ver que ela pode sempre um pouco mais do que aquilo que ela imaginou e ela aprender inclusive de dela e do outro e valorizar o outro quando ele naquele momento conseguiu uma superação maior que a dela e você aceitar sem ficar com inveja sem ficar com raiva mas entendendo que ele mereceu naquele ponto mas que talvez se outra competição de outro tipo de atividade fosse feito talvez você superasse isso a gente vai mostrando para criança que ela é importante mas o outro é importante que o que não é importante é quem chegou e quem é o melhor só que a gente faz tudo errado Então veja que a forma como a gente educa a gente já tá direcionando Para que essas crianças fujam porque a gente mostra uma vida tão pesada tão tão culposa tão difícil que é óbvio que eu não quero enfrentar nada eu prefiro passar escapando de tudo porque é muito doído um terceiro exemplo uma criança está com raiva do amiguinho E aí que que a gente faz ai vamos distrair para ele esquecer ou vamos dar uma lição de moral falando que feio ficar com raiva sempre a gente indo para as polarizações que são inadequadas que não são saudáveis porque não

e faz ai vamos distrair para ele esquecer ou vamos dar uma lição de moral falando que feio ficar com raiva sempre a gente indo para as polarizações que são inadequadas que não são saudáveis porque não aproveitar a situação para conversar sobre a raiva então não vamos distrair Vamos enfrentar sentar com raiva o que que aconteceu Você já se sentiu assim antes e o que o seu amiguinho fez para você é ele só que faz duas pessoas fazem umas para as outras Inclusive a gente também já deve ter feito isso para outra pessoa como é que a gente pode lidar com isso que você gostaria de fazer você tem alguma ideia você quer conversar com seu amiguinho para dizer como que você tá se sentindo isso é lidar se a gente falar e tudo bem já passou isso é fugir e se a gente fala vai lá e desconta duas vezes isso é ensinar a guerra isso é ensinar a dar vazão aos próprios conflitos não é desenvolvimento superação então a gente sempre vai acaba pela nossa ignorância caindo nos polos que não são saudáveis e a gente se distancia do caminho do meio que é o caminho do estar à frente enfrentar é olhar para frente e falar eu vou superar eu não vou fugir eu não vou fugir para violência e não vou fugir para essas fugas de não quero me não quero sofrer eu vou enfrentar como é que precisa e eu vou fazer tem um livro que ele ainda não foi traduzido para o português se a gente fosse fazer uma tradução livre do título Seria algo do tipo o Mimo da mente americana como boas intenções e más ideias estão preparando uma geração para o fracasso eu esqueci de anotar os autores Olha que falha depois vocês me perguntam se alguém tiver interesse e eu e a gente faz essa correção nas nossas perguntas e respostas eu volto com o nome dos autores porque o livro não tá aqui perto de mim bom que que ele fala um conceito principal ele tá analisando como que a gente tá desenvolvendo Que tipo de estímulo nós estamos oferecendo para essa criançada essa Juventude se desenvolver e ele traz um conceito que ele chama de safetismo que que é safetizo me é algo

ue a gente tá desenvolvendo Que tipo de estímulo nós estamos oferecendo para essa criançada essa Juventude se desenvolver e ele traz um conceito que ele chama de safetismo que que é safetizo me é algo do Safe é seguro e esse sufixo é o nosso ismo é algo do tipo segurantismo como vocês pudesse existir mas é um exagero é um excesso de segurança a gente tem tentado dar tanta segurança tanta proteção tanto conforto para as crianças que é como se a gente não deixasse elas tão engessadas elas não podem ouvir uma palavra inadequada Que absurdo Então essa coisa do Politicamente correto exagerado que vai fazendo com que a gente fique alienada a criança fica alienada não pode falar disso ela não pode ver aquilo não pode sofrer aquilo não pode não que a gente precisa expor as crianças Óbvio que não é isso que eu tô dizendo mas quando a gente evita evita evita evita tira todos os problemas da vida das crianças como é que elas vão treinar como é que elas vão se exercitar como é que elas vão experimentar Cadê o laboratório Ah eu não vou deixar um jovem ir para o laboratório de química porque tem produtos perigosos lá dentro tá bom só que se você se ele queria ser químico ele não vai ser porque a gente não deixou ele experimentar Então não é não deixar experimentar é deixar experimentar aquilo que ele tem condição Então vamos tirar daqui o que não é bom o resto ele vai entrar Ah mas vai fazer coisa errada vai fazer vai quebrar vai sujar o laboratório vai ter que limpar e se quebrar vai ter que dar um jeito de repor de se retratar deixar as crianças lidarem para eles verem que eles são capazes ai não isso vai doer aquilo vai frustrar onde já se viu a criança ficar com tédio ai meu Deus não pode sentir Tédio e tudo isso a gente vai enfraquecendo fragilizando as crianças e os jovens então da minha interpretação do livro eu trouxe três pontos que são interessantes porque eles vão falar da Fuga primeiro quando eu não estabeleço limites para as crianças e para os jovens né não vou por

tão da minha interpretação do livro eu trouxe três pontos que são interessantes porque eles vão falar da Fuga primeiro quando eu não estabeleço limites para as crianças e para os jovens né não vou por limite porque limite dói quem que gosta de ser limitado eu vou pegar o meu terceiro chocolate alguém fala não chega eu não gosto disso eu quero que alguém me deixe comer todo chocolate do mundo e por aí vai né eu vou dormir mais um pouco e o despertador fala não você precisa trabalhar acorda eu não quero nada que me limite eu não quero despertador eu não quero balança que fale quanto eu tô pesando eu não quero semáforo que manda eu parar quando eu tô com pressa a gente não gosta de alimentos só que se a gente tirar os limites a gente deixa de desenvolver o que disciplina o meu relógio faz com que eu seja disciplinada para eu dominar a mim mesma e não ser dominada pelos meus desejos né egoicos então limite desenvolve disciplina frustração desenvolve resiliência então se eu não me frustrar se eu não for ai vou pedir uma coisa para alguém alguém falar não Ai que frustração de uma expectativa de conseguir levei um não Que bom vai ter que lidar com essa emoção então se eu não deixo a criança se frustrar criança não pode ter tédio hoje né não pode ter tédio de ouvir numa numa aula sobre educação alguém propôs Vamos criar o jarro o jarro do tédio que é pega um frasco que vocês que a família vai colocando todas as ideias legais que vai surgindo Nossa a gente foi jogar um jogo de foi tão gostoso isso é uma coisa legal vamos escrever jogar a memória e preenche esse jarro quando a criança chegar por exemplo fala assim ai tô com tédio não tem nada para fazer pega alguma coisa lá do jarro e vamos fazer desenvolver mecanismos para ajudá-las a superar o tédio mas a gente parece que surta essa criança tá em tédio a gente sai correndo fazendo alguma coisa então se a criança não lidar com a frustração de perder de receber um não de não ter o que fazer de ficar triste ela não vai desenvolver resiliência a resiliência é

e sai correndo fazendo alguma coisa então se a criança não lidar com a frustração de perder de receber um não de não ter o que fazer de ficar triste ela não vai desenvolver resiliência a resiliência é a arte de conseguir tirar proveito de frustrações de decepções né e a terceira coisa a questão do Propósito as crianças também não tem mais um propósito e o propósito ele ele costuma ser bastante trabalhado quando a gente lida com religião né a parte da espiritualidade que nos faz enxergar além daqui propósito é aquilo que me tira da cama se eu falar que o meu propósito é ganhar dinheiro talvez seja por isso que tá difícil de sair da cama porque ganhar dinheiro ficar rico passar no concurso ter um emprego dos sonhos isso é meta da nossa vida a gente trabalha para chegar o propósito tem que ser alguma coisa que mexa com a minha alma que aquilo que vai fazer com que eu saia porque é tão grande que eu vou conseguir sair da cama por isso agora às vezes falar para ganhar o dinheiro se tiver passando muita fome talvez eu levante Mas nem assim tem gente que não que não sai do lugar mesmo passando necessidade então propósito é algo que mexe com a nossa alma quando nosso espírito é aquela aquela aquele ideal grande que transcende a vida material e a gente tem oferecido isso para as crianças porque as crianças de hoje parece que também não se interessam tanto pelas coisas do mundo materiais Como as nossas gerações passadas Então se a gente achar que eles vão se esforçar muito para ter a casa própria Talvez seja isso que esteja faltando inclusive Talvez seja isso que esteja frustrando as crianças para eles não não estarem Com Vontade de continuar vivendo Será que nós não estamos esvaziando os propósitos será que eles têm um algo grande que transcende a si próprio que transcende a matéria algo como quero quero fazer bem para o mundo quero cuidar da natureza que era ajudar pessoas quero quero aprender muitas coisas para dividir com os outros isso isso é que nos movimenta Será que nós

ia algo como quero quero fazer bem para o mundo quero cuidar da natureza que era ajudar pessoas quero quero aprender muitas coisas para dividir com os outros isso isso é que nos movimenta Será que nós estamos esvaziando esses propósitos não estamos alimentando a alma das Crianças estamos alimentando apenas o cognitivo corpo ou seja cuida de esporte cuida de escola e não cuida do Espírito Será que as crianças e os jovens não tem mais sonhos sonhos enquanto ser não enquanto o filho do fulana da escola não sei de quanto mas como humanidade de fazer alguma coisa grande que não significa em super impactante significa que eu me senti bem pelo que eu fui capaz de fazer não do que eu conquistei de pódio de ego mas de selfie de espírito então será que a gente não tem Tirado das Crianças limites frustração e propósito e deixado em haver disciplina resiliência e ânimo porque o propósito da ânimo eu tenho certeza que se a gente perguntasse Ah quer que seu filho seja um homem disciplinado uma mulher disciplinada resiliente e animada para viver Claro que eu quero Então por que que você tem roubado a oportunidade deles desenvolverem a questão de limites de frustração e de propósito né então isso é a jornada do Herói O Herói é aquele um herói não nasce pronto gente o herói ele vai se transformar durante a jornada o herói é aquele que sai imaturo e sem muitos recursos mas ele vai caminhando e ele vai enchendo a malinha né de instrumentos de recursos de ferramentas e ele vai crescer e ele vai caindo e levantando e ele vai reconhecendo outras pessoas pelo caminho ele vai salvando pessoas ele vai se importando com o coletivo e quando ele termina a jornada a gente vê uma pessoa crescida cheia de cicatriz porque a jornada heroica é essa é de sacrifício é ditongo mas não de uma forma pessimista é como parte de um projeto né a gente para crescer é assim a gente vai levar umas frustrações nos tombos vai ter que lidar com isso Mas o importante é não fugir e aí quando a gente termina nosso percurso A gente

e de um projeto né a gente para crescer é assim a gente vai levar umas frustrações nos tombos vai ter que lidar com isso Mas o importante é não fugir e aí quando a gente termina nosso percurso A gente tem substância Como diz Joana de Ângelis né a gente tem conteúdo a gente a gente está preenchido não dá vazio existencial não quer dizer que eu seja rica famosa bonita não quer dizer nada disso quer dizer que eu lá onde eu estiver dependendo da minha conta bancária dos títulos e diplomas que eu carregue do número de curtidas que eu ganhe quando eu chegar lá eu vou me sentir cheia naquilo que eu sou capaz do meu grau de evolução mas eu não vou sentir uma incompletude um vazio como Quem pergunta para quê essa vida para que viver isso não vai acontecer porque o herói ele vai se enchendo no percurso mas ele se enche vivendo tentando experimentando caindo levantando se fortalecendo se disciplinando se frustrando então se eu faço uma vida de fuga de fuga eu não estou desenvolvendo herói que eu sou provavelmente eu vou chegar com essa sensação de vazio e a gente poderia perguntar o que que faltou para preencher o que te preencheria estava no caminho que você fugiu que você desviou que você fingiu que não viu que você deixou para o outro que você lavou as mãos cada vez que você deu uma fugidinha daqui foi um pouquinho de substância que deixou de entrar aqui Então vamos lá para o nosso para o nosso mergulho nas obras da Joana de anjo eu vou começar com conflitos existenciais Capítulo 1 todo herói mesmo quando tomba no campo de batalha em realidade não deve ser categorizado como vitimado pelo sacrifício o seu gesto de doar a existência a existência é lhe motivo de alegria de confirmação da nobreza do ideal que vibra em seu mundo íntimo Olha que frase é daquelas para a gente fazer um post e colocar no lugar para ver de vez em quando né então o que que Joana diz o herói ele não enxerga o sacrifício porque é outra coisa também a gente não pode mais falar de sacrifício parece que

um post e colocar no lugar para ver de vez em quando né então o que que Joana diz o herói ele não enxerga o sacrifício porque é outra coisa também a gente não pode mais falar de sacrifício parece que virou pecado não eu vou me sacrificar por isso ai porque você gosta de sofrer não eu gosto de crescer e crescer não dá para crescer sem uma dose de sacrifício eu vou para academia eu quero Definir meu músculo mas vai doer então eu vou ter que uma dose de sacrifício de aguentar a dor do esforço para eu poder me fortalecer mas hoje parece que é pecado se a gente fala assim Nossa foi um sacrifício para eu conseguir isso ai masoquista e essa imagem que a gente está trazendo para as crianças As crianças não querem não é nem sofrer as crianças não querem desconforto é proibido a gente tem que estar sempre confortável tudo tem que estar confortável porque o desconforto não faz parte da vida faz faz eu não estou anulando um aspecto tudo que existe é confortável não existe tanta coisa desconfortável e bom e útil e necessário então a gente precisa trazer esse conceito Lógico que não é questão de cultuar o masoquismo o sofrimento não é isso agora achar que a gente pode garantir para as crianças que ela só vão fazer o que for confortável é a gente dizer para eles que nós estamos limitando o crescimento porque o herói para se fazer herói ele não se faz só escolhendo situações confortáveis o que não quer dizer aceitar ser explorado ou Oprimido violentado Não é nada disso é um sofrimento que eu escolho consciente de que isso nada mais é do que a dor do crescimento é eu acordar mais cedo todos os dias para começar a fazer uma meditação e uma e uma oração que eu não tenho feito isso vai ser um sacrifício vai uma hora menos de sono ai que preguiça mas isso é ruim não me faz bem é um propósito que eu tenho é ótimo então é esse sacrifício que a gente precisa eleger que não tem nada a ver com ai me Batam me abusem não tem nada a ver com isso né bom ela fala também no conflitos existenciais Capítulo 1 só que em outro

ão é esse sacrifício que a gente precisa eleger que não tem nada a ver com ai me Batam me abusem não tem nada a ver com isso né bom ela fala também no conflitos existenciais Capítulo 1 só que em outro trecho ela fala a respeito desse exatavismos que nos levam a fugir a não quererem enfrentar dos nossos complexos dos traumas do passado mas experiências né que vem automaticamente nos levam a fugir a fugir ao invés de enfrentar em vez dos enfrentamentos dos problemas com naturalidade determinadas predisposições emocionais os nossos conflitos complexos impedem a aceitação das ocorrências mais exaustivas produzindo mecanismo automático escapista mediante o qual parece parece livrar-se da dificuldade quando apenas a posterga então Joana já de cara já fala para gente essa história que você acha que de novo você vai tentar fugir daquilo que é desconfortável daquilo que pode gerar algum tipo de dor de novo você vai tentar escapar disso evitar isso achando que vai funcionar Ela tá dizendo não funciona você só está é postergando né então não adianta a gente evitar o melhor é enfrentar departamento seletivos da mente bloqueiam automaticamente muitas ações desagradáveis eles são arquivadas em setores especiais mesmo antes de analisadas devidamente conforme seria de se esperar em face dessa conduta escamoteadora surgem os mecanismos de transferência da responsabilidade de ausência de discernimento e de Fugas variadas na área psicológica então por exemplo alguém chega e fala assim sei lá alguém alguém conversou alguém da minha família conversa comigo a pessoa vai embora e eu digo assim por exemplo com meu marido nossa eu acho que ele foi tão tão mal na forma de falar ele me magoa tanto falou comigo desse jeito meu marido fala assim e você disse isso para ele que você se sentiu mal com a forma como ele falou com você não não falei porque depois ele vai ficar e já conheço ele vai ficar bravo não e isso pode ser muito provavelmente você Escapando do enfrentamento para você evitar ter que falar para uma pessoa eu

ocê não não falei porque depois ele vai ficar e já conheço ele vai ficar bravo não e isso pode ser muito provavelmente você Escapando do enfrentamento para você evitar ter que falar para uma pessoa eu me senti muito triste com a forma como você falou comigo é muito comum inconscientemente a gente já arranjar uma desculpa e dizer ah não não vou falar porque eu já conheço a peça depois vai ficar bravo bom se ele ficar bravo é problema dele se ele não tiver condição de lidar emocionalmente com uma crítica é problema dele se ele não tiver ouvido empático para saber do meu sofrimento é problema dele é agora é fuga minha e eu usar isso para não fazer a parte que me cabe Então o que me cabe fazer também não é lá jogar na cara dele é dizer de você olha Fulano lembra aquele dia você falou assim comigo eu queria que você soubesse eu me senti mal por causa disso eu achei que você falou eu me senti Paulo nem tô falando que você tava errado mas eu queria que você soubesse que eu sou assim e me senti mal por isso isso é enfrentar agora eu dizer que eu não vou falar porque o outro vai usar isso aí é fuga porque eu tô dizendo que eu estou me movimentando pelo que o outro faz eu não tenho esse poder eu faço o que me cabe o outro faz o que cabe é ele agora eu não fazer o que me cabe porque o outro aí a justificativa e é fuga alguns estados pré-depressivos igualmente decorrem da incapacidade de serem resolvidos os desafios existenciais facultando ao indivíduo esconder-se no medo que o leva ao mutismo ao afastamento do convívio social e familiar E é em uma forma de poupar-se a qualquer tipo de sofrimento que eu acabei de falar muitas vezes eu vou chegar até numa depressão porque eu tenho feito essa esses essas fugas né esses esses evasões ou seja tem um problema familiar ali no meu ambiente profissional na sociedade onde eu participo ai mas eu não vou entrar nisso ah mas eu fico dando um monte de desculpas para não enfrentar para não lidar com a parte do que me cabe fazer com razão com raciocínio não

na sociedade onde eu participo ai mas eu não vou entrar nisso ah mas eu fico dando um monte de desculpas para não enfrentar para não lidar com a parte do que me cabe fazer com razão com raciocínio não saí explodindo não é isso que eu tô dizendo também mas é analisar Joana fala analisar análise tá certo não tá certo o que que você tem vontade de fazer que que te incomodou O que que você poderia fazer a respeito de um jeito que fosse amoroso que não fosse sair pela violência Tem sempre alguma coisa que eu possa fazer agora eu ficar justificando que o outro que não sei quem porque eu não quero fazer muitas vezes pode ser fuga algumas vezes não algumas vezes eu bom senso Ou seja eu queria muito poder falar para essa pessoa mas aí sim não é que eu estou eu estou consciente não é que eu estou evitando fugindo porque eu não quero enfrentar É porque a minha razão me diz não vale a pena não mexa nesse espelho Então eu estou consciente de que eu seria capaz de fazer mas por análise lógica da experiência que eu tenho eu decido não fazer não é que o meu o meu inconsciente o meu conflito me evitam fazer porque eu tô com medo de fazer é eu conscientemente poderia fazer tenho condição emocional de fazer escolho não fazer porque pelo que eu estou analisando não seria bom fazer OK agora eu justificar lá dentro assim ai Graças a Deus que eu não vou precisar fazer isso não é enfrentamento então tem diferença de uma coisa para outra ainda Gente esse livro acho que é o que eu mais usei então eu super recomendo que vocês Leiam esse capítulo primeiro capítulo de conflitos existenciais Leiam porque ele tem muito conteúdo a respeito do tema de hoje ainda nesse capítulo 1 é fuga como ilusão de evitação né ou de solução então toda vez que se tenta evitar esforço e luta opera-se em sentido contrário as leis da vida que impõe movimento é ação como recursos de crescimento psicológico moral intelectual e espiritual a necessidade de enfrentamentos Então essa é a palavra chave da conversa de hoje se nosso

eis da vida que impõe movimento é ação como recursos de crescimento psicológico moral intelectual e espiritual a necessidade de enfrentamentos Então essa é a palavra chave da conversa de hoje se nosso problema é fuga porque fuga nos impede de aproveitar oportunidades para crescer para ficar disciplinado resiliente o antídoto para esse problema nosso é o enfrentamento é ficar é ficar de frente a olhar é buscar recursos para dar conta é descobrir estratégias para não fugir é vencer aquela aquela atitude automática que nos arrasta para querer escapar da situação a necessidade dos enfrentamentos faz parte da existência humana sem os quais o processo de crescimento interior ficaria interrompido dando lugar a transtornos profundos de comportamento que se transformariam em patologias de difícil solução então enfrentamento é a palavra chave para gente deixar de querer escapar das Dores das dificuldades daquilo que nos dá medo daquilo que a gente acha que não tem condição mas precisa para crescer Bom agora vamos para o momento de consciência porque a Joana traz um trecho eu vou passar até meio rápido para ele mas achei importante a gente a gente passar por ele porque ela diz assim Às vezes a gente fala que alienação mental seria um tipo de fuga ou seja uma pessoa que tem alguma alguma deficiência mental no processamento algum tipo de atraso uma questão que seja realmente mental isso não é uma fuga hoje não é uma fuga não é uma fuga psicológica Mas não deixa de ter relação com alguma fuga de vidas passadas então alguém que tem um transtorno mental não tá fugindo de enfrentar a vida mas de alguma forma ele fez isso numa existência anterior ele acabou evitando de viver porque em existência anterior ele não usou bem o seu equipamento mental e ele gerou uma alienação da vida então ele vem para essa vida o perispírito Está desorganizado forma uma massa encefálica forma um cérebro um equipamento mental com transtorno com algum tipo de disfunção e isso faz com que eu viva Às vezes a margem da vida mas não porque eu

o Está desorganizado forma uma massa encefálica forma um cérebro um equipamento mental com transtorno com algum tipo de disfunção e isso faz com que eu viva Às vezes a margem da vida mas não porque eu estou fugindo é porque eu não tenho hoje condição de olhar para a vida com consciência Então eu estou fora da vida mas não porque eu estou fugindo psicologicamente falando é porque eu estou colhendo o resultado de uma de mal uso do meu aparelho mental em vidas anteriores então no momento de consciência Capítulo 18 Joana diz as alienações mentais são pois a condenação de Deus ou seja uma infração as leis naturais da vida aos pensamentos e atos incorretos da consciência primária equivocada em existência anterior usamos de pensamentos e atos incorretos Então nossa consciência foi afetada a consciência lúcida e tranquila é A Terapeuta segura para as alienações mentais razão pela qual todo o paciente que requeira a saúde não se deve escosar ao trabalho hercúlio de pacificar-se usando oração meditação autoconhecimento ações ano obedecedoras equipamentos esses propiciatórios para uma consciência de pais responsável pela conquista do Progresso então fica a dica para hoje a gente não gerar futuramente um cérebro que nos deixa alienados da vida que nos roube a consciência porque está em disfunção o que que podemos fazer hoje podemos hoje usar de todos os recursos para nossa pacificação meditação oração autoconhecimento ações emagrecedoras para que a gente não destruir mas não perturbe nosso aparelho mental que pode nos gerar sofrimento futuro e nos alienar da vida nesse sentido de não termos condição de estrutura de pensamento para poder escolher na vida e aí passamos uma vida com essas alienações mentais Bom vamos lá para o amor Imbatível Amor Capítulo 3 Joana diz que a busca pelo prazer aquilo que a gente chama de hedonismo uma vida que é um pouco daquilo que eu falei a gente não pode sofrer a gente não pode se frustrar a gente não pode se internar a gente não pode se sacrificar que que a

o que a gente chama de hedonismo uma vida que é um pouco daquilo que eu falei a gente não pode sofrer a gente não pode se frustrar a gente não pode se internar a gente não pode se sacrificar que que a gente pode só pode ter prazer tudo tem que ser confortável se a gente vai por esse caminho a gente pode estar com o pezinho para um hedonismo que é um culto Exagerado do Prazer gente não veio para terra para ter prazer a gente veio para terra para crescer a gente pode crescer tendo prazer de vez em quando pode a gente cresce até com algum tipo de dor de sofrimento mas o nosso objetivo é crescer a gente não veio para cá para um parque de diversão então muitas vezes isso é uma fuga é um jeito de não enfrentarmos a dor sofrimento aquilo que precisamos aprender aquilo que precisamos consertar e a gente fica correndo atrás daquilo que nos dá prazer então pode ser uma fuga pode ser não é uma fuga então amor vai Imbatível o amor capítulo 3 é ilusória a existência física apertada na breve dimensão temporal do berço ao túmulo de um início a um fim de uma aglutinação e uma destruição de moléculas retornando ao caos de onde se teria originado fazendo que o sentido para o eu profundo seja destituído de uma qualificação de permanência como efeito mais imediato a ilusão do gozo se apropria do espaço tempo de que dispõe estabelecendo premissas falsas e gozos igualmente enganosos Então a nossa vida na Terra a reencarnação ela é curta entre aglutinação de moléculas moléculas e a destruição dessas moléculas né a dissolução é rápido É rápido perto da eternidade 50 60 70 80 anos na terra 90 anos não é nada se a gente vem para cá e acha que esse período a gente tem que fazer o possível para ter prazer se esse é o nosso propósito a gente vai se arrepender da vida a gente pode ter prazer e o mais legal é que quando a gente vai evoluindo a gente vai sentindo Prazeres enormes por coisas que são por exemplo humanitárias quando a gente se envolve com caridade com a bondade então muita atenção para o

gal é que quando a gente vai evoluindo a gente vai sentindo Prazeres enormes por coisas que são por exemplo humanitárias quando a gente se envolve com caridade com a bondade então muita atenção para o que nos move para o que nos movimenta Cuidado se a gente não tem posto na lista de prioridades ter prazer tudo tem que ser muito gostoso então cuidado o tempo é muito curto e a gente deve aproveitar para crescer para se aprofundar para se conhecer para se transformar e a gente vai agora para o último texto nós vamos para o ser consciente eu acho também que esse o enfatizo a leitura ou ser consciente Capítulo 7 Joana atrás os textos mais básicos comuns quando a gente fala de fuga psicológica de fuga do Ego tem alguns mecanismos que já são descritos pela literatura da psicologia e Joana traz um resuminho são muito dezenas de armadilhas de estratégias Joana descreve cinco que eu selecionei então esse texto também eu convido vocês a lerem o ser consciente Capítulo 7 Então ela fala dessas fugas do Ego primeiro é a fuga da compensação então o que que é a fuga da compensação é quando para fugir de uma coisa eu compenso fazendo outra a gente faz isso com tudo com tudo quer ver quando eu uma coisa boba não que esteja errado mas só para a gente entender como a gente funciona então é assim eu tô fazendo uma dieta na dieta não tem o alimento x mas eu quero muito comer esse alimentícia E aí eu compenso eu faço um tempo a mais de caminhada de academia de dança para poder compensar as calorias daquilo que eu vou ingerir né Não que seja errado ser até bom é um jeito da gente se organizando flexibilizando tem algumas outras coisas que a gente não deveria fazer as compensações e a gente faz e a gente faz muitas vezes em nível psicológico a gente compensa só que às vezes a gente acaba não compensando é só um disfarce eu fico achando que deu certo no fim mas se não foi uma coisa boa Tem coisas que não dá não é possível de serem compensada então Joana diz o excesso de devotamento a uma causa ou

ando é só um disfarce eu fico achando que deu certo no fim mas se não foi uma coisa boa Tem coisas que não dá não é possível de serem compensada então Joana diz o excesso de devotamento a uma causa ou ideia é a compensação ao medo inconsciente de sustentá-lo grandes Ases da cultura física tornaram-se atletas porque buscaram compensar a fragilidade orgânica ou algum limite entregando-se a extenuantes exercícios que lhes facultaram alcançar as metas estabelecidas o mesmo ocorre nas artes na ciências com muito dos seus paladinos quer ver um exemplo que a gente usa bastante na parte psicológica é assim eu eu explodo com meu marido falo o que eu não deveria ter falado e depois eu compenso fazendo uma comidinha que ele gosta tratando ele bem no final do dia quando ele chega em casa então assim ó se eu não conseguir me controlar porque sou ser humano conflito tomou conta de mim e eu fui Grossa com meu marido Antes de Partir para essa tentativa de compensação fale marido não foi adequado a forma como eu agir eu tenho consciência não quero fazer isso não quero que isso seja uma dinâmica Nossa não quero mas eu me sentiria melhor se eu compensasse você de alguma forma então eu gostaria muito de oferecer você a você isso gente é enfrentar isso é trazer consciência o que que não é legal eu não tocar no assunto né fui lá fiz tudo que eu não devia ter feito fica quietinha quando ele chega em casa Oi amor olha o que eu fiz para você esse percebe esse jogo é esse jogo que é uma compensação que não é saudável não vá para esse caminho porque isso vira hábito vira dinâmica e estraga o relacionamento porque ninguém aguenta ficar um ano 10 anos 20 Anos 30 anos recebendo uma patada e um beijo a patada e um beijo então não isso não funciona isso é fuga isso é disfarce eu achar que eu posso maltratar aqui e e e cuidar aqui e achar que eu posso viver a vida assim se não funciona Então esse é um mecanismo de fuga do é outro que Joana traz ela chama de deslocamento quando se experimenta o sentimento de

ui e e e cuidar aqui e achar que eu posso viver a vida assim se não funciona Então esse é um mecanismo de fuga do é outro que Joana traz ela chama de deslocamento quando se experimenta o sentimento de revolta ou de animosidade contra alguém alguma coisa mas que a circunstâncias não permitem expressar o ego desloca-se para reações de violência contra objetos que são quebrados e ou outras pessoas não envolvidas na problemática esse mecanismo é de fácil identificação pois que o ego procura uma vivência de qualquer acontecimento sem sentido para ocultar um grave problema que não deseja enfrentar conscientemente tem um trecho no evangelho bonito que eu não vou lembrar agora de cor mas nem de onde se encontra mas que fala desse opressores que são pessoas que fora de casa aguentam tudo são bonitinhos aceitam são servidores e que quando chegam em casa são verdadeiros torturadores e o evangelho fala não querem ser amados querem ser temidos eles estão fazendo um mecanismo de deslocamento Ou seja eu aguentei uma opressão por exemplo de um chefe não me coloquei não não me posicionei e engolir chego em casa chuta o cachorro explode com filho xingou a esposa enfim eu desloquei a emoção que eu que me formou lá no meu trabalho então estava lá Uma emoção foi surgiu aí eu pego essa emoção e desloco ela e desconto em outro lugar em outra pessoa em outra situação a gente faz muito isso então atenção sempre analise Nossa por que que eu fiz isso isso que eu fiz é daqui Será que eu não tô trazendo isso de outro lugar Será que eu não tô deslocando mais uma fuga do Ego repressão a repressão inconsciente dos conflitos da personalidade leva o ego a projetá-la nos outros indivíduos nas circunstâncias e lugares evadindo-se a aceitação dos erros e da responsabilidade por eles se tropeça em uma pedra na rua a culpa é da administração pública Municipal se choca com outro a culpa é do outro há uma necessidade de combater nos outros o que é desagradável em si então muitas vezes a gente faz essa projeção algo que

pa é da administração pública Municipal se choca com outro a culpa é do outro há uma necessidade de combater nos outros o que é desagradável em si então muitas vezes a gente faz essa projeção algo que incomoda a mim eu já fico justificando que isso que tá me incomodando é porque o outro não fez é porque o outro falou que ia fazer porque esse daqui não adianta porque aquele lá não tem jeito quer dizer todo mundo está errado e por isso que eu fico mal a gente nunca faz a autoanálise e minha participação nisso quer dizer que essa emoção que eu estou sentindo desagradável foi o outro que gerou eu não tive nunca eu tenho nada a ver com isso é sempre o outro que é o problema então essa projeção ela é também um mecanismo de fuga para eu não olhar para mim o que eu estou fazendo que está me incomodando É melhor dizer que é o outro a introjeção que é quando a gente imita a vida dos outros a gente quer viver a vida que não é Nossa a gente quer ser igual os outros é uma fuga ao invés de eu viver o meu problema eu quero viver a vida do outro problema do outro porque aquele você resolver E aí eu não cresço porque eu estou evitando a minha própria história pessoa em projeta-se na vida dos heróis aos quais ama e com quem se identifica aceitando ser parecida com eles a família os hábitos os traquejos os trejeitos de Modo modo de falar de se comportar a gente fica imitando os outros que nem Camaleão Aí a gente faz igual esse a gente quer ser igual aquele a gente se veste igual o outro a gente fala igual fulano e aí a gente deixa de ocupar a própria vida e a gente vira recorte de um monte de outras coisas pessoas situações é um jeito de evitar viver a vida que é do si mesmo a gente fica vivendo vida dos outros fica olhando controlando os outros e imitando tentando ser parecido é um jeito de não olhar para si e a racionalização que é um mecanismo de fuga de maior gravidade do Ego por buscar justificar o erro mediante aparentes motivos é justos que degeneram o senso crítico de integridade moral

lhar para si e a racionalização que é um mecanismo de fuga de maior gravidade do Ego por buscar justificar o erro mediante aparentes motivos é justos que degeneram o senso crítico de integridade moral assumindo posturas equivocadas e perniciosas desse modo quando a pessoa age erradamente a razão lhe reprocha o intelecto busca então a razão Nossa consciência fala tá errado mas o intelecto busca uma alegação justa para reprimir o bem e prosseguir na ação Esse é a tal síndrome do Robin Hood que é eu sou do bem afinal de contas eu roubo de um Rico para dar ao pobre e roubar fica quieto né quanto a questão do roubo porque a gente devia se perguntar mas é você acha que roubar é bom Independente de quem você tá lidando aí rico pobre se merece você não merece a ação por si já é repuchável mas a gente justifica um erro dizendo que ele é por uma boa causa a visão utilitarista que não tem nada não tem como a gente aproximar uma visão utilitarismo utilitarista com a questão do Amor com a questão da justiça divina é a gente assumir nas próprias mãos que a gente vai ajustar o mundo nem que seja com os fins justificando os meios então não adianta eu arranjar uma bela justificativa para uma coisa errada continua sendo apenas uma bela justificativa para uma coisa errada então essa coisa maquiavélica né lá do Maquiavel do príncipe que vai ensinar como manipular uma situação como manipular pessoas para elas acharem que o negócio é bom mas no fundo a gente está utilizando uma estratégia que é imoral isso bom Ai mas olha no final a gente produziu esse bem esse bem e o mal que você gerou por não fazer da forma honesta ética né então cuidado não é porque você é bom de argumento que você inventa histórias lindas que você convenceu a lei Divina que aquilo que você fez ficou certo ficou correto Bom falamos bastante hoje sobre as fugas então fica que esse convite para prestar mais atenção na forma como tem lidado com a vida e descobrir onde é que nós estamos dando um jeitinho de não enfrentar de escapar de desviar para não

as fugas então fica que esse convite para prestar mais atenção na forma como tem lidado com a vida e descobrir onde é que nós estamos dando um jeitinho de não enfrentar de escapar de desviar para não crescer como heróis aceitando uma dose de desconforto de sacrifício para fazermos o enfrentamento aprendemos com a situação e crescermos que é esse o nosso objetivo de vida aqui muito obrigada e até mais

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