SEU TRABALHO É UMA MALDIÇÃO OU UMA MISSÃO? - Anderson Portugal [PALESTRA ESPÍRITA]
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เ Senhor, estou aqui [música] para agradecer de coração [música] a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu entendi qual o [música] valor dessa missão. [música] Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando Bom dia a todos. Sejam todos bem-vindos à comunhão de Bras, a comunhão espírita de Brasília, que estão aqui presencialmente, que nos ouvem através dos nossos canais online e depois após gravado. Não esqueçam de ativar as suas notificações, seguir a nossa página, compartilhar para que possamos continuar levando o evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita a todos os cantos que alcançamos. Estamos aqui com o nosso irmão Anderson Portugal, que vai nos trazer a sua reflexão hoje sobre o trabalho. Desculpa que possamos iniciar essa semana, essa essa sexta-feira de estudo, finalizando a nossa semana, fazendo as reflexões do que podemos melhorar. E aqui para nossa breve leitura, conselhos úteis pelo espírito Hilda Pereira Magalhães, psicografado por Hilda Alonso. Nós já temos também uma da dona Hilda Alonso, mensagens de Anacleto que foi lançada na comunhão espírita. São mensagens muito boas. Já temos a venda na nossa livraria. E a mensagem de hoje que a dona Hilda nos traz é reencarnação e evolução, tudo a ver com o trabalho. Nascestes para realizar a tarefa da tua evolução através da reencarnação. Será que tens sabido aproveitar a oportunidade em toda sua extensão? O tempo tem passado muito depressa e às vezes não terás te detido sobre as finalidades de cada ocorrência de tua vida. Falo-te assim para que saibas valorizar os ensejos que têm surgido, que precisas compreender e aceitar como obra da providência divina que zela pelo teu aproveitamento espiritual. Não teráis sempre alegrias, mas muitas vezes de sabores, tristezas, mas todas
m surgido, que precisas compreender e aceitar como obra da providência divina que zela pelo teu aproveitamento espiritual. Não teráis sempre alegrias, mas muitas vezes de sabores, tristezas, mas todas elas têm a sua utilidade para o teu crescimento interior. analisa os vários aspectos dos fatos de cada dia e que eles te sirvam de lição para que possam dar uma melhor diretriz à sua vida. Que possamos fechar os nossos olhos, nos colocar confortável na no na no banco aonde estivermos os que estão nos ouvindo através dos nossos canais. dizendo: "Pai amado, mestre Jesus, querido Rabi da Galileia, Maria de Nazaré, todos os trabalhadores da seara do Senhor no plano espiritual. Te agradecemos, ó Mestre, por essa oportunidade de estarmos aqui mais uma vez ouvindo a tua palavra à luz do Evangelho e a luz da doutrina espírita codificada pelo nosso Allan Kardec, que nos trouxe o esclarecimento, o o consolo e o acolhimento, trazendo as leis Mores, a Dr. Bezerra de Menezes, diretora espiritual dessa casa, no qual dirige com muito amor, com muito carinho, sabendo das nossas necessidades, das nossas aflições e da nossa busca contínua no dia a dia para essa evolução na encarnação. Sim, Mestre Jesus, e aos trabalhadores da hora deste momento, pedimos permissão para dar início à primeira etapa dos estudos de hoje, dando graças a Deus e graças a Jesus. Eu peço que todos permaneçam com seus celulares em modo silencioso ou em modo desligado para que não hajamos interrupção durante a fala do nosso irmão e tirar a nossa própria concentração no que será dito aqui. Possamos nos manter atentos em preces para também nos preparar para o passe que vem logo depois. Muito obrigado a todos. uma boa palestra, uma bom estudo. Bom dia. Que a paz de Jesus possa estar conosco, né, neste momento. Eh, separei o o tema desta manhã, né? Uma pergunta, né, uma reflexão sobre o trabalho. Seria o trabalho, o seu trabalho em específico, uma missão ou uma maldição? E aí a primeira pergunta, né, antes de a gente se aprofundar na pergunta da
Uma pergunta, né, uma reflexão sobre o trabalho. Seria o trabalho, o seu trabalho em específico, uma missão ou uma maldição? E aí a primeira pergunta, né, antes de a gente se aprofundar na pergunta da palestra, quem nunca se sentiu o coração acelerado ou uma certa tristeza ao ouvir a música do Fantástico? Porque a música do Fantástico, ela indica que o domingo está acabando, o final de semana está acabando e começa a semana. A semana se iniciando, a gente vai ter que ir pro trabalho e por muitas vezes o trabalho é um martírio. E não só isso, às vezes no dia do trabalho a gente começa o dia do trabalho e fica contando as horas pra gente sair do trabalho. Ou então a gente fica contando os dias para chegar sexta-feira, que aí é o início do final de semana. né, no jargão popular, que se diz ultimamente, né, é o famoso seestou. E aí você vê que no ambiente de trabalho, a sexta-feira a energia é diferente, porque tá todo mundo no corredor falando sextou, sexou e é isso aí. Mas também ali na segunda e na terça fica aquela coisa, poxa, a semana tá difícil, tá demorando para passar. E essa angústia com relação ao trabalho, eu acredito que permeia a grande maioria dos encarnados. Mas será que o trabalho é só isso? Será que a nossa vida é só para pagar boleto? Para a gente se aprofundar nessa pergunta, nessa reflexão, a gente vai recorrer à nossa amiga Joana de Angeles. Tem sido recorrente, né? Eu tô seguindo a sequência desse livro chamado Sendas Luminosas, autoria dela, recebida pelo médium Divaldo Franco. E aí em cada capítulo, os capítulos são independentes entre si, ela vai se aprofundar sobre um tema específico. Então, normalmente eu tenho feito palestra quarta e sexta de manhã, uma vez por mês. E aí cada dia eu tenho trazido um capítulo. E o capítulo que caiu para hoje, né, é o capítulo 10. chamado impositivo do trabalho. E ela sim inicia dizendo que o trabalho é um recurso precioso que a divindade oferece aos seres animais e humanos para progredirem. Então ela já coloca de início que o
chamado impositivo do trabalho. E ela sim inicia dizendo que o trabalho é um recurso precioso que a divindade oferece aos seres animais e humanos para progredirem. Então ela já coloca de início que o trabalho é para todo mundo, os encarnados da humanidade, mas também para os animais. E o intuito principal do trabalho é a progressão. Allan Kardec, inclusive vai separar uma parte do livro dos espíritos para falar sobre a lei do trabalho. Então ela faz parte, o trabalho, a lei do trabalho, de todo um ecossistema das leis de Deus. Ela vai falar que sem a dádiva do trabalho, os seres ficariam reduzidos à paralisia, à inutilidade, e a vida volveria ao caos do princípio. Então, volveria era a retornar, né? Então, a vida retornaria ao caos, que foi o início do planeta Terra. Se a gente fosse estudar lá em ciências, em geografia, a gente vai ver que o início era só o caos no planeta, né? diversas revoluções aconteceram no planeta, na natureza, para ter é esse equilíbrio que hoje a gente se encontra e é permitido a gente tá convivendo aqui no dia a dia. Então ela diz que sem o trabalho a gente voltaria a esse caos do passado. Lembrando que ela começa no início de que tanto a natureza quanto nós encarnados, né, fazemos parte inclusive da natureza, estamos com a necessidade do trabalho. E aí ela vai separar o trabalho com algumas perspectivas e nelas que a gente vai se aprofundar. Ela diz que o trabalho pode se apresentar como uma necessidade expiatória, às vezes com uma remuneração injusta, às vezes com condições inhumanas, às vezes sobre a cruz de enfermidades, através de cargas horárias exauríveis. Ela também, o trabalho pode aparecer como uma natureza provacional quando ele é contínuo e é o meio único de sobrevivência para a pessoa, quando ela enfrenta diversos desafios e dificuldades, não tem compensações relevantes e também o trabalho pode ter o caráter missionários. E aí quando atinge esse caráter missionário, é é sob custa de muita abnegação ao sacrifício, do amor à
ificuldades, não tem compensações relevantes e também o trabalho pode ter o caráter missionários. E aí quando atinge esse caráter missionário, é é sob custa de muita abnegação ao sacrifício, do amor à renúncia. Então a Joana vai destrinçar, destrinchar, né, a questão do trabalho. E eu queria trazer num primeiro momento o que ela chama de necessidade expiatória. Se a gente for ler rápido aqui o texto e a necessidade expiatória, né, remuneração injusta, eh condições inhumanas, né, nas enfermidades, assim, poxa, que castigo é esse que é o trabalho? Que castigo é esse que Deus tá permitindo eu passar? Se só tem isso aqui e a necessidade expiatória? A questão é que a gente precisa ter um olhar um pouco mais amplo. Não se fala aqui em castigo na necessidade expiatória. Provavelmente, e ela se aprofundando aqui, ela vai se se ancorar nisso. É um reajuste, é um reajuste de rota. É parecido quando a gente tá dirigindo no carro e coloca lá o GPS, né? O o A é o mais famoso, mas eu tenho o Google Maps também, dentre outros, que quando a gente vai sair de um de um local para outro, ou seja, sai de casa que para comunhão, né? E é comum a gente fazer isso porque vi tem um trânsito, um acidente para lá, um acidente para cá e a gente quer saber qual é a melhor rota e o GPS dá. A melhor rota é essa aqui. Só que tem horas que a gente é teimoso, né? E eu confesso que em algumas vezes a gente, eu, eu já fui contra o Waz, né? O W falava assim, ó, vai por aqui, né? Estão pegando lá, vindo de sobradinho, vá pela pista marginal. Eu falei: "Não, não quero pela marginal, quero pela pista central." E aí na pista central tinha um acidente e eu fiquei preso lá e eu vi os carros da marginal tudo passando. Eu falei, tinha que ter ouvido o o, né? Eh, em Sobradinho tem duas saídas, né, para você pegar a BR. E aí às vezes ele fal assim: "Não, não sai na principal, sai na outra saída". Eu falei: "Não, você vou na outra saída, vou ter que dar a volta, né? E aí eu fui ver que na volta seria mais rápido". E
. E aí às vezes ele fal assim: "Não, não sai na principal, sai na outra saída". Eu falei: "Não, você vou na outra saída, vou ter que dar a volta, né? E aí eu fui ver que na volta seria mais rápido". E aí a questão é que quando a gente é turrão e diz e não segue o que o GPS tá dizendo, o que que o GPS faz? Ele trava? Não. Ele manda você parar também não. Ele vem a mensagem dizendo, recalculando a rota. Nós somos quem estamos conduzindo o nosso carro e o GPS é Deus dizendo qual é a nossa rota ideal. E se a gente errar a rota, ele vai falar o seguinte: "Recalcula a rota". Ele não convida a gente para parar. Assim como o GPS tradicional que a gente usa no carro, ele convida a gente continuar indo em frente. E aí vai acontecer que se a gente se equivocar, a rota vai ficar um pouquinho maior, a rota vai ficar um pouquinho desgastante, mas ela continua mirando no nosso destino, no destino que a gente escolheu. Existe uma outra relação também envolvendo o GPS, né, que é quando ele dá uma opção melhor rota. Então você tá numa rota, aí aparece uma mensagem assim, ó, descobrimos uma rota melhor, você quer ir? E aí você tem a opção de sim ou não. Então, a todo momento o GPS tá colocando essas opções e é assim a vida. Então, às vezes a gente opta por determinados caminhos que vai de encontro ao que o GPS indicou e aí ele vai dizer o tempo todo para recalcular a rota. E aí pegando, né, como é de prática que eu tenho feito, trazendo alguns filmes, né, e hoje eu trouxe filmes tanto infanto juvenis como só de adultos, né, porque às vezes você fica muito no meu mundo é mais infanto juvenil, né? E eu fiquei pensando em casa para essa palestra, falei assim: "Poxa, mas e quem não tem criança em casa ou quem não gosta de filme infantil no de desenho?" Então eu peguei uma outra opção, mas essa primeira indicação é Infanto Juvenil, é o o filme do Carros, onde o personagem principal é o Relâmpago McQueen. É um carrinho vermelho. E ele numa determinada situação do filme ele destrói todo o asfalto da uma parte
ão é Infanto Juvenil, é o o filme do Carros, onde o personagem principal é o Relâmpago McQueen. É um carrinho vermelho. E ele numa determinada situação do filme ele destrói todo o asfalto da uma parte do asfalto da cidade e ele é condenado a recuperar o asfalto e ele fica com raiva, né? falei assim: "Pô, que saco, eu tô aqui, né? Eu sou o Relâmpago McQueen, né, corredor, por que que eu tô aqui reparando esse asfalto?" E ele tá o tempo todo reclamando. Só que aquela reparação, ele tava reparando somente o que ele destruiu. Não foi o que o outro destruiu, era o que ele tinha destruído. E também o filme mostra que conforme ele vai recuperando o asfalto, ele vai diminuindo aquele orgulho dele, se achando melhor do que os outros carros. E aí fica a pergunta, voltando ao que a Joana de propõe nessa necessidade de expiatória, será que se eu vejo o trabalho como algo de maldição, algo muito difícil para minha vida? Será que nós não estamos asfaltando, recuperando, restaurando o asfalto que destruímos no passado? Será que é o o GPS de Deus dizendo pra gente tá recalculando a rota e algo é necessário para que a gente se ajuste? E aí vai ter a expiação? E aí o trabalho não para por aí, porque afinal estamos ainda no mundo de provas e expiações. O trabalho pode ser sim uma expiação, mas Deus é infinito amor, é a inteligência suprema de todas as coisas. Ele tudo sabe, tudo vê. Tudo que acontece existe um propósito. Então, não necessariamente o trabalho ele vai ser apresentado como uma expiação, ele também pode ser apresentado como uma provação. E aí o trabalho ele também não vai ser fácil, mas vai ser uma outra ótica. E aí ela fala mais à frente quando vai falar sobre essa perspectiva, dizendo que o trabalho igualmente também se apresenta com os mecanismos de desenvolvimento do ser que se façam relevantes, aprimorando a inteligência, aumentando os sentimentos nobres, o esforço e a tenacidade moral, se apresentam solucionadores do trabalho provação. E aí o trabalho provação, ele vai ser
façam relevantes, aprimorando a inteligência, aumentando os sentimentos nobres, o esforço e a tenacidade moral, se apresentam solucionadores do trabalho provação. E aí o trabalho provação, ele vai ser muito parecido com o exercício da de academia. Quando você vai à academia fazer musculação, você pode, né, deixar lá o sem peso nenhum, né? Você tem um um ferrozinho que você vai indicando qual é o peso, se você tirar fica leve. Se você tá se recuperando de uma doença, alguma lesão, às vezes a orientação é essa. Mas se você quer ficar mais saudável, né, os músculos mais fortes, você é convidado a tá sempre aumentando o peso. Por quê? Sem peso ou levantar isopor não faz o músculo se fortalecer. Você vai ficar na mesma. O que a Joana coloca, né, lá no início da do texto, inclusive, né, do capítulo, é um atrofia, né? É como se você vai est atrofeando o músculo. Tanto que quando a pessoa fica muito tempo acada por um problema de saúde, ela precisa fazer fisioterapia, precisa fazer musculação, porque os os músculos começam se atrofear. Inclusive as pessoas que são paraplégicas ou tretraplégicas, né, que não se movimentam dos membros inferiores, elas são convidadas inclusive a continuar fazendo fisioterapia, mesmo elas não se movimentando sob o risco do músculo atrofiar. E aí ela vai, a Joana vai usar o trabalho como uma ferramenta para que a nossa alma, nós enquanto espíritos, não nos atrofiemos. um convite pra gente tá se fortalecendo. Então, veja bem, o trabalho já não tá mais como uma expiação. A gente não já não tá mais restaurando o asfalto que destruímos no passado como um relâmpago McQueen. Agora a gente tá vendo o trabalho como uma ferramenta de nos aprimorarmos. Então, às vezes, aquele chefe turrão, aquele chefe chato, aquele chefe que fica no nosso pé, ele tá nos convidando a fortalecer alguma área de nossa vida, talvez a da paciência, talvez a da tolerância. aquele colega que também é difícil no nosso trabalho, que fica, tá sempre ali testando a nossa paciência, ele também
ortalecer alguma área de nossa vida, talvez a da paciência, talvez a da tolerância. aquele colega que também é difícil no nosso trabalho, que fica, tá sempre ali testando a nossa paciência, ele também pode estar sendo um professor nessa academia que é a vida. Então, eh, a gente inclusive, né, se tem situações na academia, inclusive, que a gente nem precisa colocar tanto peso, né? Eu usei o exemplo do peso, mas em algum determinado momento eu comecei a fazer, né, normalmente são as mulheres que fazem, né, exercícios de agachamento, né, então você para e aí eu precisei fortalecer essa região aqui da lombar e a fisioterapeuta falou assim, ó, você precisa fazer exercício de agachamento, exercício de prancha, né? Eu olhava assim o pessoal fazendo prancha, falei assim: "Ah, isso aqui é tranquilo, né? Não tô entendendo, né? Não tem peso nenhum". E aí você fica lá apoiado e aquilo ali é é um martírio. O corpo começa a tremer todo. Você perde perde o controle do corpo. Coisa de um menos de um minuto você já começa o corpo a tremer. E aquilo ali é necessário para fortalecer toda a musculatura da coluna. E a gente vai precisar, né? Então assim, a coluna, os joelhos, os ombros são articulações que a gente precisa est fortalecendo. E aí eu fui convidado, né, a fortalecer e aí fui fazer a prancha, esse agachamento, falei assim: "Poxa, a gente pensa que é fácil só vivendo ali como que é difícil". E é assim, às vezes é a vida, né? E a gente precisa ser um pouco também, né? ter um pouco de compaixão, de tolerância conosco e com todos que estão ao nosso redor. Porque às vezes a gente faz um julgamento prévio de alguém que tá passando por uma situação que fala assim: "Poxa, tá reclamando desse trabalho aí, né? Eu queria estar no lugar dele." Será? A gente não sabe o que que a pessoa tá passando no dia a dia, se aquele trabalho tá sendo uma expiação, uma prova. a gente precisa se concentrar mais no nosso dia a dia. E aí voltando, né, ela falando do trabalho, eu acho que essa analogia com a a
no dia a dia, se aquele trabalho tá sendo uma expiação, uma prova. a gente precisa se concentrar mais no nosso dia a dia. E aí voltando, né, ela falando do trabalho, eu acho que essa analogia com a a ginástica, ela vem muito a calhar, porque a gente tá sempre sendo convidado. Às vezes é um projeto, né? né? Às vezes não é nem ninguém, não é nem um chefe, tem um chefe tranquilo, colega de trabalho não tem o que reclamar, mas o trabalho que eu estou fazendo tá me tirando da zona de conforto. Tá de muito difícil exercer esse trabalho. Eu tô precisando estudar, eu tô precisando me aprimorar. Esse é o caminho. O trabalho ele vai exercitar, né, como ela coloca aqui, né, aprimorar a inteligência, fomentar sentimentos nobres. Então, o trabalho também tem essa força. E uma outro ponto que a Joana traz aqui, eu achei bem interessante e aí eh casa muito com a reflexão inicial da gente tá enxergando o trabalho só para pagar boleto, né, só para receber o salário. Ela fala, ela apresenta como se fossem dois potes, né? Então, no trabalho nosso do dia a dia, nós temos um pote onde cai o nosso salário, o nosso dinheiro, né? Estamos no Brasil, então cai em real, mas também tem um outro pote que é o salário imaterial. E Joana convida a gente refletir no nosso dia a dia como nós estamos sendo assalariados no nosso trabalho. Esse pote que tá aqui, né, à minha esquerda, à direita de vocês, todo mundo vê, né, no extrato bancário, né, ou no contra-cheque que tá lá todo mês. Mas esse pote aqui nem sempre a gente observa. E aí esse pote aqui que ela vai trazer mais força, né? Até porque nesse pote aqui, o que a gente tá sendo assalariado nesse pote é o que a gente leva depois dessa vida. Em algum momento nós seremos convidado a deixar a vida como ela é no dia atual. E esse pote aqui vai parar de ser enchido. Às vezes vou continuar vindo, mas vai vir para outra pessoa em forma de pensão, né? outra pessoa que vai ser indicada para receber a pensão, aquele salário vai continuar indo, mas não é mais para
ido. Às vezes vou continuar vindo, mas vai vir para outra pessoa em forma de pensão, né? outra pessoa que vai ser indicada para receber a pensão, aquele salário vai continuar indo, mas não é mais para você. Esse aqui, essas conquistas desse pote, eles ficarão. Ela coloca o seguinte, ó. Quando já não necessita de salário ou recompensa, o seu trabalho passa a ter maior valor, porque está acima de qualquer pagamento, tornando-se a verdadeira doação que se situa além dos preços estabelecidos. Então, quando ela convida dessa verdadeira doação, são coisas que a gente conquista que são invisíveis. Então, imaginemos que tenhamos um colega num trabalho novo que ele tá perdido. E aí a nossa função ajudar eles, esse colega tá perdido, não é? A função é do chefe. O chefe tem essa responsabilidade de orientar, coordenar, gerir a equipe. Seu trabalho como funcionário é exercer o que tá sendo pedido. Mas você pode ajudar o seu colega que tá do lado, você pode. Faz parte do seu trabalho, não faz. Mas dessa caridade, essa fabilidade que a gente exercita no nosso dia a dia, é algo que a gente conquista, que a gente ganha pontos conosco mesmo e que ninguém vai tirar. Se a gente percebe que o nosso trabalho pode ser feito de uma forma diferente, de uma forma mais fácil, ou algo que a gente que nem tá na nossa seara, mas a gente vê uma melhoria, uma oportunidade e a gente propõe essa oportunidade, essa melhoria e ela é implementada e cai causa benefícios para a equipe. Não tava no nosso radar atuar naquela área, mas a gente percebeu uma oportunidade e fomos lá e ajudamos. Então, Joana, mas a quando ela vai se aprofundando aqui com essa relação da remuneração que é imaterial, ela vai colocando várias perspectivas de que a gente consegue ver o trabalho de uma forma diferente, ver o trabalho como uma oportunidade de melhorarmos o entorno onde que nós estamos vivendo. E essas conquistas elas são eh incalculáveis. Às vezes a gente ajuda pessoas no trabalho que não têm perspectiva nenhuma de retribuir a nós. E aí essas ajudas
s o entorno onde que nós estamos vivendo. E essas conquistas elas são eh incalculáveis. Às vezes a gente ajuda pessoas no trabalho que não têm perspectiva nenhuma de retribuir a nós. E aí essas ajudas têm um retorno íntimo muito grande. Porque Jesus inclusive fala, né, quando ele convida a gente amar os nossos inimigos, ele fala assim: "Que eh que conquista que valor tem você só amar aquele a quem que vos ama? A grande conquista do espírito é também dedicar amor àqueles que não nos é caro, aquele que nos convida a sermos pacientes, sermos mais tolerantes. Aí tá o próximo degrau da nossa evolução, né? A Joana chama de verdadeira doação, né? Que é o único saldo que levamos após a morte. E aí eu tinha prometido, né, eh, trazer um outro filme além do filme Infanto Juvenil. É um filme um pouco antigo, né, mas confesso que gostei tanto do filme que eu cheguei a assistir ele diversas vezes e aí preparando pra palestra, ele me veio à mente que eu peguei o nome até do autor, é Bill Muray, né? Ele faz muito filme de comédia e o nome do filme é Fentiço do Tempo. Ele é um jornalista, ele é deslocado para uma cidade do interior para falar de um evento lá de um animal da marmota e é o evento. E aí o animal fala como é que vai ser o clima do do da estação e ele acha aquilo tudo chato, tudo um saco e e tá bom. Ele vai lá reclamando, tá todo mundo feliz na cidade, né? é o evento da cidade. É o evento que faz a cidade se movimentar e ele fal assim: "Cara, tô doido para ir embora". Só que aí vem uma tempestade de neve e ele fica preso na cidade. Só que acontece uma coisa no filme em que ele fica preso não só na cidade, ele fica preso no mesmo dia da marmota. Marmota. Acho que é, acho que essa é a expressão. E ele fica preso. E aí nesse que ele fica preso, nesse dia, ele primeiro ele não aceita que ele tá preso. Aí ele percebe que ele tá preso no mesmo dia e ele faz de tudo. Ele se mata, ele destrói a cidade, ele rouba banco, ele faz tudo. F. Já que eu tô preso aqui mesmo, vou fazer o que me der na telha.
so. Aí ele percebe que ele tá preso no mesmo dia e ele faz de tudo. Ele se mata, ele destrói a cidade, ele rouba banco, ele faz tudo. F. Já que eu tô preso aqui mesmo, vou fazer o que me der na telha. Até o momento que ele percebe que aquilo ali não vai levar a lugar nenhum, que ele vai continuar preso onde ele tá. E ele começa a ver aquele dia de uma forma diferente. Ele aprende a tocar piano, ele ajuda alguém a atravessar a rua e ele começa a se movimentar de uma forma diferente e aquilo, dando um pequeno spoiler, né? Não tem jeito, faz com que ele saia daquele dia. Mas é um filme muito interessante que mostra a jornada do personagem entre negação e revolta até ele aceitar o que tá sendo posto para ele, ele ver de uma forma diferente e colocar em prática. É um ótimo filme, né? Vocês podem ver os dois, mas não quero mais o filme de desenho. Esse também é um filme muito bom pra gente perceber. E aí vamos enxergar esse dia que ele tá preso como o nosso trabalho, porque os boletos realmente chegam e quem tem família responsável pela pelo orçamento doméstico, a família depende daquele salário. Então não é algo muito simples eu imaginar, vou procurar outro trabalho. Então às vezes a gente pode se ver preso naquele trabalho, mas que a gente veja como aquele personagem que ele foi se transformando, mesmo estando no mesmo trabalho e vai saber o que que vai acontecer. Pegando essa história do filme, eu lembro de um relato de um palestrante chamado Aroldo Dutra Dias, onde ele quando ele passou pro concurso de juiz, ele foi deslocado para uma cidade do interior de Minas Gerais. Nem era tão interior, né? Era próximo a Belo Horizonte, mas ele queria ficar em Belo Horizonte. Era grande cidade, ele novo. E ele foi lá, foi colocado como juiz da vara da infância. E aí, como, né, tinha essa relação infanto juvenil, ele foi deslocado para conversar, né, com a madre que cuidava ali do convento. E nesse convento tinham diversas crianças órfas. E a madre recebe ele, né, ele vai lá conversar com ela e a madre olha para
e foi deslocado para conversar, né, com a madre que cuidava ali do convento. E nesse convento tinham diversas crianças órfas. E a madre recebe ele, né, ele vai lá conversar com ela e a madre olha para Aroldo e percebe que Aroldo tá muito triste, tá cabis baixo, desanimada. E assim, quando a gente tá empolgado que a gente faz, é nítido perceber que a outra pessoa tá em outra faixa vibratória, né? E ele fica um pouco, cabaixo, ela fala assim: "Você não tá muito feliz de estar vindo aqui para cá não, né?" E aí o Aroldo disse que foi bem sincero com ela, dizendo que realmente não, né? Mas ela, ele tava ali, ele passou no concurso, tinha que fazer as coisas. E Aroldo diz que ela disse uma frase para ele e ele comenta que reverbera até os dias atuais dele e eu confesso que eu trouxe essa frase pra minha vida e toda vez que eu tenho um momento difícil, eh, deslocamento, né? Então assim, para quem é é funcionário público, né, a gente às vezes fica muito mercer de quem de quem está na política, de quem tá nos no posto de comando. E aí a pessoa pensa de um jeito, vem outro, pensa de outro jeito, totalmente diferente e começa a mudar tudo. Você tá trabalhando num local, é deslocado para outro e realmente às vezes vem essa angústia. E eu comecei a internalizar isso na minha vida. E a madre falou para Aroldo dizendo que precisamos aprender a florescer onde Deus nos plantou. Haroldo disse que aquilo foi um choque de energia no pensamento dele, porque ele estava ali angustioso, reclamando que ele tava sendo colocado ali. Veja bem, ele era um juiz. Cargo vitalício. É aquele cargo que se fizer besteira, ele é aposentado com as nossas regras atuais. Qualquer um poderia falar assim: "Poxa, é o cargo dos meus sonhos". E ele ainda assim tava amargurado. E ele se percebe que Deus estava colocando ele naquela comarca. Deus estava colocando com ele naquele ambiente. E a gente pode ir longe no aprofundamento. Digamos que no nosso ambiente de trabalho, imaginemos que Jesus está contando conosco.
o ele naquela comarca. Deus estava colocando com ele naquele ambiente. E a gente pode ir longe no aprofundamento. Digamos que no nosso ambiente de trabalho, imaginemos que Jesus está contando conosco. que Jesus possa estar contando conosco de sermos um exemplo cristão naquele ambiente de trabalho, de sermos aquela pessoa que quando o ambiente é um pou o chefe é um pouco rancoroso, um pouco raivoso, a gente ser aquela pessoa de respirar fundo, de entender que realmente sim, o chefe tá no comando, é ele que vai dar as diretrizes. Se não for ilegal nem imoral, a gente precisa executar o que o chefe tá pedindo. Se a gente for cristão no nosso ambiente de trabalho, às vezes a gente é convidado a num ambiente de fofoca a gente não alimentar a fofoca, a gente colocar em prática o que os espíritos falam para Kardec, o que é a caridade, como entendia Jesus. é a benevolência para com todos, mesmo com aquele que a gente julga que não é digno de receber bondade. É a indulgência para com o próximo. É quando a gente observar o equívoco, o erro do próximo, ainda assim a gente não falar e ir ir além, a gente observar os pontos positivos, porque todos nós temos pontos positivos. Até aquele que se compra em fazer o mal nos dias atuais, ele ainda assim tem pontos positivos, porque ele é filho do mesmo pai que todos nós. E por fim, na questão, a espiritualidade fala para para Kardec, para todos nós, sobre o perdão de todas as ofensas. Sejamos nós no ambiente de trabalho que coloquemos o perdão em prática. Não digo para ficar amicíssimo daquela pessoa que quer puxar o seu tapete a todo momento, mas é relevar, é deixar para lá, é não trazer toda essa raiva, essa turbulência pros nossos corações. E aí a Joana nesse nesse nesse capítulo, né, ela faz uma outra abordagem quem tiver interesse, fica o convite para ir até o capítulo, que ela ela fala que nem as crianças, nem os idosos precisariam, necessitariam de se esforçar exageradamente ao trabalho. compete à sociedade que tá no meio do caminho fazer isso. Então ele convida as
que ela ela fala que nem as crianças, nem os idosos precisariam, necessitariam de se esforçar exageradamente ao trabalho. compete à sociedade que tá no meio do caminho fazer isso. Então ele convida as pessoas para que olhando para as crianças sermos responsáveis pelas crianças e a vida cresce, a vida continua. E aí nossos genitores no momento da fase, né, que o Geraldo Campete da FEB fala muito, né, dos jovens há mais tempo, quando chega na fase que o corpo já não consegue resistir muito, compete aos filhos proporcionarem o melhor, a melhor vida que for possível. Não é algo extraordinário, mas é a gente pensar também assim, o que que eu posso ajudar o meu pai e a minha mãe na jornada deles? E aí, voltando pro nosso íntimo, né, a gente ainda é sexta de manhã, então temos ainda um dia de trabalho. Quem for trabalhar, quem não for trabalhar hoje, vamos pensar no próximo trabalho. O que que hoje é pensarmos que a academia tá abrindo, a gente vai fazer a musculação e o que que o trabalho tá fazendo a gente exercitar? é a nossa paciência, é a nossa tolerância, é a nossa persistência, a resiliência em continuarmos seguindo que a gente po, se tá muito difícil o trabalho, se eu entendo que o trabalho tá uma maldição, realmente é uma expiação, que a gente possa refletir, será que o trabalho não tá sendo uma oportunidade de eu consertar o asfalto que eu destruí no passado? Porque a gente não sabe o que a gente fez no passado. Tanto que quando falava com Chico Xavier sobre, ah, eu acho que eu fui eh imperatriz paraó, né? Ele falava que ele achava que ele era pulga do leão, do circo que atacava os cristãos. Então assim, não nos iludamos de a gente pensar coisas faraônicas pro nosso passado. A gente alguma coisa se equivocou, senão a gente não estaria aqui. Estaríamos em ambientes diferentes. Então, às vezes o a situação que pode estar muito difícil, pode ser uma oportunidade que Deus tá colocando para nós, como o GPS coloca pra gente quando ele tá recalculando a rota. E aí, por fim, a passagem que Jesus tá
a situação que pode estar muito difícil, pode ser uma oportunidade que Deus tá colocando para nós, como o GPS coloca pra gente quando ele tá recalculando a rota. E aí, por fim, a passagem que Jesus tá registrado no no Novo Testamento de que o Pai trabalha até os dias atuais e ele também. Então, se Jesus é o governador do planeta, ele continua trabalhando. Se Deus é nosso pai, criador de todo o universo, de tudo que a gente possa ver, imaginar que que existe no todo o universo, ele continua trabalhando, continua criando mundos, criando espíritos? Será que também nós não estamos sendo convidados a seguir esse caminho do trabalho? que a gente possa, né, no nosso dia a dia de trabalho, independente de qual que ele seja, nos refletirmos, né, nesse nessa energia que Joana de Angângeles coloca para nós. Essa energia que nos ronda. Basta a gente poder se conectar, que possamos neste momento aqui da palestra pensarmos nos nossos mentores, pensarmos em espíritos amigos que estão aqui presentes, seja presencialmente ou virtualmente, eles estão nos acompanhando. Que a gente possa ouvir o que eles têm para dizer, que a gente possa ficar atento nas respostas que virão, seja em forma de intuição, seja em forma de uma palestra, de uma música, de um livro que a gente for ler. A resposta sempre vem nesse sentimento, que possamos sair fortalecidos no nosso dia a dia, nessa certeza que o trabalho, qualquer que ele seja, vem de Deus. E é uma oportunidade pro nosso aprimoramento, que a gente possa permanecer nesse campo energético que foi criado durante a palestra, nos preparando para o passe virtual ou presencial, na certeza de que Deus é o nosso pastor e ele não há de faltar. Que assim seja. Possamos ter uma ótima sexta-feira, um ótimo final de semana. Vamos em paz. >> Agradecemos ao nosso irmão pelas palavras, pela prece. Possamos nos preparar para o passe. O Antônio já tá se posicionando em prontidão para chamá-los. Peço que permaneça com seus celulares desligados para não atrapalhar o passe. Aqueles que
, pela prece. Possamos nos preparar para o passe. O Antônio já tá se posicionando em prontidão para chamá-los. Peço que permaneça com seus celulares desligados para não atrapalhar o passe. Aqueles que nos ouvem os através dos canais, muito obrigado, tenham um bom dia e recebam um passe virtual. Obrigado. Pode chamar, Antônio. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir [música] necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um
aminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos [música] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz [música] e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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