SENTE-SE PERDIDO? SUAS ESCOLHAS SÃO O SEU MAPA - Anderson Portugal [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 09/07/2025 (há 8 meses) 33:16 1,053 visualizações

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Transcrição

O tema da palestra de hoje, né, é uma pergunta. Sente-se perdido? Suas escolhas são seu mapa. E ela vai permear um tema que é muito comum dentro da seara espírita, que é a questão do livre arbítrio, é a questão dos caminhos que temos a a seguir. Para esse mês, eu separei as reflexões, né, das palestras desse livro aqui de Joana deângeles chamada Sendas Luminosas, que foi recebido pelo médio Divaldo Franco. É uma versão nova desse livro, né? Inclusive tem na livraria da comunhão espírita de Brasília para aquisição. E o que que tem diferente nesse livro, além dessa capa nova, né? Ela traz eh, não vai dar para ver muito bem, né? Mas se vocês for verem aqui, tem um texto do capítulo. E na parte aqui externa, né, tanto do lado direito quanto do lado esquerdo, existe uma espécie de glossário, né? É comum muitas pessoas farem falarem que ler Joana de Ângeles é muito difícil, são muitos termos técnicos, né? E aí é essa nova versão, né? Ela vem meio que para tentar suprimir isso, né? Falei assim: "Tá bom, tem muito termo técnico, pegaram seus termos técnicos e colocaram um glossário na lateral". Então você vai lendo ali o texto, uma palavra que você não identifica, provavelmente vai estar o glossário ali na ponta. me chamou atenção isso. Eu resolvi fim, por que não, né, nesse mês de julho começar a fazer um estudo dessa obra? Então, na última sexta-feira eu conduzi, né, a palestra analisando o primeiro capítulo, né, que ela denomina como resistência. Deixa eu só separar aqui que eu não guardei de cor. Resistência contra o mal. uma reflexão sobre sentimentos de desânimo, sentimentos de esgotamento que nós vezes sentimos, né? E como podemos resistir a isso. Então, se por acaso alguém ainda não assistiu, tiver interesse, né, tá no canal da Comão Espírita de Brasília, palestra de sexta-feira. E aí, dando continuidade, hoje a gente vai refletir sobre o capítulo dois, onde Joana deâ fala sobre caminhos. Que caminhos são esses a que a Joana vem a se referir? Tem bastante conceito, né, dentro do capítulo. A

ntinuidade, hoje a gente vai refletir sobre o capítulo dois, onde Joana deâ fala sobre caminhos. Que caminhos são esses a que a Joana vem a se referir? Tem bastante conceito, né, dentro do capítulo. A gente não vai conseguir se aprofundar em todos eles, mas eu separei três aqui pra gente refletir com relação essa temática com a proposta de conduzir a essa reflexão de se a gente tá se sentindo perdido, né, que caminho eu devo escolher. E aí, preparando pra palestra, me veio à cabeça um um filme muito interessante. Não é um filme espírita, mas há bastante conceito espírita dentro dele, né? chamado Agentes do destino. O ator principal, Mat Demon, que é mais famoso, né? Ele ele é conduzido e amparado ali pelos chamados agentes do destino. Os agentes do destino usam um chapeuzinho e ficam com um livrinho assim aberto. E aí nesse livrinho, uma bolinha fica indo para cima e para baixo, para cima e para baixo, a depender do que a pessoa decida. Algo muito parecido com o livre arbítrio, né? a gente tem um caminho para cá, um caminho para cá e ele vai sendo conduzido. Só que o papel dos agentes do destino é fazer com que o plano que fora previamente determinado seja executado por um arquiteto que eles não denominam quem é. Se a gente for pro conceito espírita, né, temos toda uma reflexão dentro do livre arbítrio e do determinismo. Dado algumas ressalvas, né, porque é um livro, é um filme, né, eh, holwoodiano, né, não é uma temática espiritual, mas a gente pode trazer pro nosso dia a dia, nossa reflexão espírita, que a gente vive nesse caminho, né? Nós podemos sempre ir para um lado e pro outro. Há diversos caminhos que a gente pode seguir. E qual caminho seria o ideal? A gente tem no evangelho um roteiro a ser seguido, só que a gente não tem um determinismo de seguir por esse caminho. Então aí que entra o livre arbítrio. Nós estamos livre para escolher diversos caminhos. E a Joana de Anjes, ela assevera de que ainda que a gente tenha diversos caminhos, uma vez que eu escolho um

ho. Então aí que entra o livre arbítrio. Nós estamos livre para escolher diversos caminhos. E a Joana de Anjes, ela assevera de que ainda que a gente tenha diversos caminhos, uma vez que eu escolho um caminho, eu acabo sendo uma espécie de escravo desse caminho. Não um escravo de que eu estou condenado àquele caminho, mas um escravo de que eu estou determinado a assumir a responsabilidade diante daquele caminho que eu decidi escolher. E aí, pegando um trecho aqui do do livro da Jona deângela, bem no comecinho, ela diz o seguinte: "A existência terrestre é assinalada por diversos caminhos que conduziem o espírito por várias faixas do processo da evolução. Há uma quase ilimitada possibilidade de escolha de roteiros a seguir. No entanto, selecionada a estrada, os resultados se tornam inevitável efeito da opção. Por isso mesmo, todos são livres para selecioná-los e segui-los, não obstante, se apresentem as consequências correspondentes como fenômeno natural, facultando o progresso ou criando-lhe embaraços que devem ser removidos em futuras decisões. Então, Jana assevera nesse ponto, né, o que eu tinha falado anteriormente. Existem diversos caminhos e uma vez escolhido um, eu acabo ficando ali fiel à decisões, as consequências que esse caminho vai colocar diante de mim. Só que esse caminho que eu escolhi, ele vai me trazer coisas boas no futuro ou vão vão aparecer coisas que vou eu vou precisar ajustar a minha rota. Às vezes eu vou ter mais trabalho para ajustar minha rota do que se eu tivesse pensado um pouco antes de escolher aquele caminho. E aí fica essa uma pergunta no ar. Quanto de nós estamos conscientes das escolhas que estamos tomando no nosso dia a dia? Estamos seguindo a música do Zeca Pagodinho de Deixar a vida me levar ou eu estou refletindo o máximo possível no meu dia a dia para que eu reflita sobre a o a ação A, o caminho A ou caminho B e quais são as consequências do caminho A e o caminho B? quanto que eu tô deixando a vida escolher o meu caminho e o quanto que eu

dia para que eu reflita sobre a o a ação A, o caminho A ou caminho B e quais são as consequências do caminho A e o caminho B? quanto que eu tô deixando a vida escolher o meu caminho e o quanto que eu tô decidindo qual caminho eu vou seguir. Então fica essa reflexão. Um outro ponto com relação a essa a ideia inicial de Joana, a gente tem uma espécie de GPS da alma, algo lá dentro de nós, em nós como espírito, onde temos um roteiro a seguir. Tá até falando com Ari antes de começar a palestra num uma conversa rápida sobre planejamento reencarnatório. Então, nós nos preparamos antes da atual encarnação um roteiro a ser seguido. Alguns de nós participou ativamente, outro de nós participou de uma forma mais leve, mas ela não é aleatória. Existem espíritos mais evoluídos, com mais conhecimento técnico, conhecimento intelectual, conhecimento moral, que vão nos auxiliar nesse planejamento reencarnatório. E eles trazem um roteiro, não é um roteiro como uma ferrovia, onde você coloca e o trem tem que passar por ali, mas é um roteiro como se fosse uma trilha de floresta, uma trilha de um parque. Eu faço a trilha, mas eu não necessariamente vou pela trilha. Eu posso ir fugir da trilha, eu posso ser fiel à trilha e aí tem o livre arbítrio, mas existe uma trilha a ser seguida e é como se fosse um GPS. E a gente sente quando tá fora do GPS que foi traçado antes de virmos para cá. A gente se sente perdido quando tá fora de rota, quando algo não tá se encaixando muito bem. sinais acontecem ao nosso redor e um sinal de insatisfação interno fica ali latejando. E esse ponto também a Jona de vai abordar um pouquinho nesse capítulo. Numa outra parte, já um pouquinho mais à frente, ela vai falar o seguinte: "Em razão dos atavismos ancestrais, a herança decorrente das experiências vividas nas faixas mais primitivas do crescimento espiritual, a predominância do instinto responde pelos interesses que geram as sensações, das quais se originam os gozos voluptuosos e, ao mesmo tempo, anestesiantes.

as mais primitivas do crescimento espiritual, a predominância do instinto responde pelos interesses que geram as sensações, das quais se originam os gozos voluptuosos e, ao mesmo tempo, anestesiantes. embriag embriagadores. E é o que eu tinha comentado, né, na no livro, na parte direita tem um glossário aí para esse voluptosos, né, ela coloca assim eh os editores, né, do livro, né, porque fazendo um pequeno parêntese, né, a Joana, o Divaldo comentou em certa ocasião que a Joana de Anes fora questionada, né, por que ela usava de termos mais robustos, os termos mais científicos, né, não deveria ser o ideal. trazer a linguajar mais simples, mais corriqueiro, para que a mensagem possa ser mais difundida. E a resposta da mentora foi que não. Ela permaneceria no estilo dela, na apresentação dos conceitos dela e para que os espíritos das pessoas se esforçassem para adquirir esse crescimento. Então, ao invés dela tornar algo mais simples para expandir o a mensagem, a proposta dela é que nós nos elevemos para conseguirmos interpretar a mensagem. E é um outro ponto também, né? Não tava nem preparado aqui, mas veio aqui à mente que nós somos sempre convidados ao degrau próximo da nossa escala evolutiva. O espírito não retroage, então assim, a gente não consegue voltar para trás, mas a gente pode estagnar. Então a gente ao tempo todo, convidado pela espiritualidade e o nosso planeta reencarnatório também prevê isso, um crescimento da escala espiritual. Por diversas vezes, a Ma Braga aqui na comunhão espírita, ela aborda, né, esse conceito de que nós precisamos nos esforçar para sair no túmulo melhor do que chegamos no berço. Se a gente sai no túmulo melhor do que chegamos no berço, a gente subir um degrau na escala evolutiva. Porque se a gente não conseguir uma evolução e pode acontecer, né, existem encarnações que são desperdiçadas, a gente fica estagnado no mesmo degrau. Então existe um esforço da espiritualidade de nos ajudar a ir pro próximo degrau. E essa é a proposta de

ontecer, né, existem encarnações que são desperdiçadas, a gente fica estagnado no mesmo degrau. Então existe um esforço da espiritualidade de nos ajudar a ir pro próximo degrau. E essa é a proposta de Joana, da gente se esforçar em detrimento desse conhecimento novo que ela nos apresenta, né? Eh, uma forma diferente. Ela até fala aqui na na introdução que os conceitos desse livro aqui não tem muito, não tem nada de novo. Vai ao encontro do do evangelho de Jesus, vai ao encontro do que Kardec codificou, né, na doutrina com e foi ali no Pentateuco da doutrina espírita, vai ao encontro de mensagens de outros espíritos, mas seria uma forma diferente, né? E e essas o livro aqui são mensagens eh independentes entre si, mas elas foram conectadas de uma certa proposta, porque teve Divaldo Franco fez diversas viagens, né, doutrinárias e numa das viagens ele tava em Santo André e aí conforme foi passando ele fazendo as palestras a cada noite o Joana de Angeles psicografou uma mensagem. Então cada capítulo desse livro é uma mensagem psicografada de uma noite dessa viagem. né, que Divaldo Franco, deixa eu até ver aqui a data, em 1997. Então, a introdução do do capítulo foi eh foi psografada em 31 de dezembro de 97, né? Aí me chamou atenção porque é o meu aniversário, mas lá na viagem que ele fez em Santo André, né, e terminou em Salvador, lá em no mês de junho para julho, foram as pistografias. Aí Joana juntou e formou esse livro. Então eles são independentes entre si. Mas nas mensagens, Joanas faz sempre a proposta da gente se refletir, fazer uma autorreflexão e trazer conceitos novos. Então, a proposta dela é fazer a gente subir esse degrauzinho. Agora, voltando à reflexão da palestra, né, a gente até pode fazer uma analogia, porque se a gente nesse nessa analogia da escada, se a gente ficar parado no mesmo degrau, a gente pode também se sentir perdido. Falei assim: "Poxa, eu tô aqui muito tempo parado, alguma coisa precisa ser feito, você fica aquela angústia ali e a gente é impulsionado a

rado no mesmo degrau, a gente pode também se sentir perdido. Falei assim: "Poxa, eu tô aqui muito tempo parado, alguma coisa precisa ser feito, você fica aquela angústia ali e a gente é impulsionado a se mover. Às vezes a gente é se impulsionado a mover com relação com com o advento da dor. Às vezes a dor vem nos visitar não para nos punir, não para nos fazer maltratar, mas para fazer a gente se mexer. Tem uma um uma historinha assim de popular que fala que alguém foi no posto de gasolina abastecer o carro e aí nessa de abastecer o carro tinha um cachorro chorando. E aí a pessoa que tava abastecendo o carro foi perguntar pro frentista. Ele falou assim: "Por que que aquele cachorro tá chorando?" Ela falou assim: "Ah, porque ele tá sentado em cima de um prego. Tá ali deitadinho em cima de um prego." Ela falou assim: "Ach, mas por que que não tiram o cachorro de lá? A gente já tirou, mas ele volta para lá". Aí eu falei: "Mas, mas por que que tá nessa coisa de ficar deitado em cima do prego?" E aí o frentista responde, né, pro pro cliente de que não tava doendo o suficiente para que ele de fato saísse de lá. Então, ainda que tivesse doendo, a dor não tinha atingido ali o propósito de fazer e se mexer. Porque imaginamos que tem um prego, a proposta da dor é eu me afastar daquilo ali, eu ter mais cuidado com aquele prego que tá ali. Mas a gente às vezes é turrão como cachorro da história. Às vezes a gente fica insistindo naquela situação, naquele ambiente onde a dor tá falando que tem algo que não tá bom. a dor fazendo esse convite da gente se movimentar, sair da inércia. Então, e se a gente ficar muito parado no degrau evolutivo, a dor pode vir nos convidar, ser convidada à nossa vida para fazer a gente se movimentar. Eu acho, eu não tenho certeza de qual obra da codificação, mas eu arriscaria dizer que a gênese que Kardec coloca a menção de que a dor vem como um aguilhão do processo evolutivo. É aquele movimento que faz a gente se mexer, né, levantar a poeira, né, e dar a volta por cima.

a dizer que a gênese que Kardec coloca a menção de que a dor vem como um aguilhão do processo evolutivo. É aquele movimento que faz a gente se mexer, né, levantar a poeira, né, e dar a volta por cima. Então, a gente tá sempre sendo convidado de uma forma ou de outra nessa escala evolutiva. E a Joana Diante faz esse alerta aqui no livro, no parágrafo que eu li, último parágrafo que eu li, de que a gente às vezes se pega em caminhos como algo rotineiro da nossa ancestralidade, porque a doutrina dos espíritos nos faz nos traz o conhecimento de que essa não é a nossa primeira encarnação e também não será a nossa última encarnação. Somos espíritos milenares e tivermos existências anteriores e somos espíritos imortais onde nós não morremos. É apenas o corpo que a gente se desfaz no meio do caminho. Ela até usa uma analogia aqui que a gente não vai se aprofundar muito por conta do tempo, que é como se fosse a roupa, né? Ela usa o nome específico, que agora não vou lembrar, mas me vem agora à mente, que é a roupa que você coloca para mergulhar, né? Então você coloca uma roupa específica para fazer o mergulho. Essa roupa que você coloca o mergulho e te impede de se movimentar livremente. Você tem um pouco de dificuldade de respirar de forma comum, porque você tem que respirar pelo snorkel. E aí tem lá o o cilindro de oxigênio atrás. você tem que ficar monitorando porque se acabar o cilindro você não consegue mais respirar embaixo d'água. Então tem toda uma série de situações que você coloca ali a roupa de mergulho que não faz com que você seja livremente em seus atos. E ela faz essa analogia de que é como a gente entra na na esfera carnal. Enquanto espíritos, nós estamos a liberdade de pensamento um pouco maior. A gente consegue perceber as coisas de uma forma mais tranquila, mas ao momento em que a gente entra no corpo carnal, tudo fica um pouco mais difícil de se locomover, de se mexer. E aí, nessa coisa de ficar um pouquinho mais difícil, a gente recebe as influências dos nossos eus do passado.

ente entra no corpo carnal, tudo fica um pouco mais difícil de se locomover, de se mexer. E aí, nessa coisa de ficar um pouquinho mais difícil, a gente recebe as influências dos nossos eus do passado. A gente não sabe exatamente quem a gente foi, o que que a gente executou, o que que a gente acertou, o que que a gente errou. Mas de uma forma ou de outra, esses eus do passado vem à tona e tomam conta da gente em determinados momentos. Em determinados momentos, às vezes a gente percebe assim: "Poxa, eu não entendi porque que eu fiz aquilo. Eu não entendi porque eu falei aquilo". E se a gente for bem lá no profundo, se existe um que nosso naquilo ali. Então Joana de faz o alerta de que às vezes a gente fica preso, né, nessas decisões que são dos passados, algo muito enraizado nas faixas primitivas do nosso na evolução espiritual. Nós somos mais eh damos vazão às coisas mais materiais do que espirituais. E aí ela faz um alerta de que em determinadas situações a gente acaba ficando, né, eh ela coloca aqui de gozos voluptuosos, né, então gozos ali e poeris, mais do campo material, sensual, que são anestesiantes e embriegadores. Então são algo que a gente se deixa levar para uma anestesia que não resolve. Então, na sociedade é comum, por exemplo, o uso do álcool, não é nem tão recriminado. A gente tem até evoluindo com relação às leis, quando hoje é proibido você ingerir bebida alcoólica e se utilizar da direção de um veículo, seja um carro, ônibus ou caminhão. Então, já existe um impedimento, mas é algo normal, é algo às vezes até estranho. Se você estiver num ambiente em que tá todo mundo ingerido bebida alcoólica e você decide não beber, você é tido como o esquisito. Não, mas bebe só um pouquinho, leva. E algo como se eu precisasse da bebida alcoólica para me sentir mais leve e mais tranquilo. Será que é esse é o caminho que a gente deve seguir no dia a dia? Porque talvez aquilo que eu tô querendo anestesiar, eu só tô empurrando pra frente. Eu não vou resolver o problema. Seja recorrer

ilo. Será que é esse é o caminho que a gente deve seguir no dia a dia? Porque talvez aquilo que eu tô querendo anestesiar, eu só tô empurrando pra frente. Eu não vou resolver o problema. Seja recorrer ao álcool, ao cigarro ou qualquer tipo de droga, eu não resolvo. Existe uma outra droga que é menos falado ainda, mas também tem prejuízos, né? Que é o açúcar, que se a gente for na essência é a mesma origem do álcool. O açúcar também é algo que vicia e algo que não faz bem. Quantas pessoas lutam com a doença da diabetes? Quantas pessoas partem dessa vida por conta da diabetes? Então, o açúcar também é algo que a gente precisa ficar ali atento. É difícil sim, né? Resistir ali um brigadeiro, resistir aquele bolo gostoso no final da tarde com cafezinho. Mas a gente precisa ter um equilíbrio, a gente precisa estar vigilante que a gente tá ingerindo, porque tem coisas do dia a dia que já tem ali o açúcar e a gente não percebe. Aí falei do bolo com cafezinho, tem o café também, né? A cafeína também é algo que pode ser prejudicial. Ela tem o seu ponto positivo, mas a gente precisa também ficar alerta com o equilíbrio. Então, Joana, nesse ponto, ela faz esse alerta de que a gente às vezes tem que ficar atento, às vezes não, sempre temos que ficar atento os caminhos que estamos seguindo e alguns caminhos podem ser reflexos do nossos eus anteriores. E se eu não tiver vigilante, como Jesus orientou de vigiai e orai, eu posso ser deixado levar por coisas que eu já fiz no passado e às vezes coisas que eu me equivoquei, eu volto a me equivocar. Então, estar alerta nas minhas decisões vai me ajudar a trazer a rota, né? Porque que realmente eu preciso fazer. Tem uma pergunta no livro dos espíritos que é a 843 que eu separei aqui, que Kardec pergunta a espiritualidade. Tem o homem o livre arbítrio de seus atos? Ou seja, eu se o homem, a mulher, a humanidade tem sempre esse livre arbítrio para escolher o que for que seja? A resposta é: pois que tem a liberdade de pensar, tem igualmente a de

trio de seus atos? Ou seja, eu se o homem, a mulher, a humanidade tem sempre esse livre arbítrio para escolher o que for que seja? A resposta é: pois que tem a liberdade de pensar, tem igualmente a de obrar. Sem o livre arbítrio, o homem seria uma máquina. Então, a reflexão de que nós não somos uma máquina, nós temos o poder de decisão. Embora em outra questão do livro dos espíritos, a espiritualidade fale que nossos pensamentos de comum não são nossos, são da dos espíritos que estão ao nosso redor, a gente ainda sim tem o livre arbítrio de decidir a qual caminho seguir. Ainda que seja um desejo ali interno nosso, a gente tem o livre arbítrio decidir ou não. Existe um filósofo que eu não vou me atrever a falar o nome, que tem uns filósofos que são difícis de falar o nome, né? Então eu posso falar o nome e me equivocar tremendamente, mas você pesquisar aí na internet você vai achar as referências e diversas reflexões. Eu gosto de uma, inclusive, né, que o Clovarro, filósofo brasileiro, aborda sobre esse tema e ele fala que assim: "Eu só sou livre no meu dia a dia quando eu não faço o que eu quero, porque quando eu faço o que eu quero, eu sou escravo do meu desejo. Então, no momento em que eu venho o desejo de fazer alguma coisa, se eu consigo dominar esse desejo para dizer agora não ou não quero mais fazer isso, eu sou o Senhor da minha vida. E vai muito em de forma antagônica ao que a gente ouve por aí, né? Ah, eu sou livre para fazer o que eu quero. Às vezes for pegar um adolescente, né, aí ele tá ansioso para fazer 18 anos para fazer o que ele quer na cabeça dele. E aí tem um um vídeo também na internet que eu vi certa vez do Rossandro Clingen, né, que é ele é pedagogo, pega a parte de educação, ele é palestrante espírita também. E ele cita um caso dele pessoal com a mãe dele de que ele tava ansioso ali para fazer os 18 anos. E como ele tava com 18 anos, ele ia fazer o que ele quisesse. Ele ia para pro carnaval onde ele queria lá no no Nordeste, porque agora ele tinha 18 anos. E a resposta da

oso ali para fazer os 18 anos. E como ele tava com 18 anos, ele ia fazer o que ele quisesse. Ele ia para pro carnaval onde ele queria lá no no Nordeste, porque agora ele tinha 18 anos. E a resposta da mãe dele foi que não. Enquanto ele estivesse dentro do lar, dentro da casa, que ela era responsável, ele não tinha o direito de fazer o que ele queria, não. Ele tinha que seguir as regras que a mãe tava definindo. Se ele quisesse seguir as regras dela, dele, da cabeça dele, que ele fosse seguir sozinho no caminho dele. Mas enquanto ela estava ali embaixo da asa dele, dentro da casa que era dela, ele teria que seguir as regras da própria mãe. Então também é algo que eh faz a gente refletir, né, de que assim essa questão de liberdade, de fazer o que eu quero não é muito bem assim. Voltando à reflexão do filósofo, né? Então quando eu fico ali escravo dos meus desejos, escravo do que eu tô com vontade de fazer e vou lá e faço, eu fico refém, né? E em algum momento eu sou convidado, né, a ajustar a rota. Eu falei do filme Agente do Destino, né? Eu tinha separado aqui para falar no começo, mas acho que vem a calhar nesse momento. Existe um filme da Disney chamado Valente. Nesse filme, a Merida, que é a personagem principal, ela tem o casamento dela arranjado. Existe uma competição ali para colocar o casamento, mas o casamento dela vai ser uma conexão política. Então, é a junção de duas famílias para propor a paz daquele ambiente e ela é utilizada como um caminho para fazer essa conexão por meio do casamento. Algo muito comum, né? No passado, a gente ainda tem isso no planeta Terra, em algumas locais locais, né, do mundo, mas antes era algo rotineiro. E aí é abordado isso, ela não aceita essa imposição e ela vai lutar pelo livre arbítrio dela. Só que ela se perde porque nesse desejo de se libertar, ela recorre a magia e aí ela vai para uma bruxa, ela procura uma bruxa lá dentro do do da floresta e aí vai fazer uma magia para que a mãe, né, se transforme. Não quero dar muito spoiler porque caso

, ela recorre a magia e aí ela vai para uma bruxa, ela procura uma bruxa lá dentro do do da floresta e aí vai fazer uma magia para que a mãe, né, se transforme. Não quero dar muito spoiler porque caso alguém não tenha visto, fica o convite para ver, que é um filme, embora seja infantil, tem um contexto ali muito forte, né? Eh, principalmente na relação entre mãe e filha. E aí, dando um pequeno spoiler, spoiler, ela se afasta mãe e ela precisa reconectar essa, ficou um pleonasmo, né? Mas tudo bem, reconectar essa conexão com a mãe, né? Fazer renascer essa conexão com a mãe. E essa existe uma viagem ali dentro do filme por conta dessa conexão necessária que ela precisa fazer junto com a mãe. E às vezes no desespero do livre arbítrio, ela acabou tomando umas decisões equivocadas. O último parágrafo que eu queria separar aqui na nossa leitura dessa manhã do livro da Jonas de Angeles, ela diz o seguinte: "A conquista das alturas é árdua. O caminho quase sempre é estreito e áspero, exigindo tenacidade, ou seja, resistência e valor, objetivo definido e segurança íntima, para se não deixar influenciar pelos ligeiros encantos fictícios da paisagem por onde ruma." E aqui essa parágrafo me vem muito a à lembrança, uma passagem evangélica onde Jesus alerta sobre a porta estreita e a porta larga. Muitos escolhem a porta larga, poucos escolhem a porta estreita. E Joanas fala assim: "Se eu não, se a gente não tiver atento, se eu não tiver firmeza, né, eu tenho os, quais são os meus valores?" Então, pô, esse valor aqui eu não abro mão. O valor da família, por exemplo, eu não abro mão. Então, a minha família vai est à frente de diversas decisões que eu vou tomar no meu dia a dia. Olha, o valor da de algo de fazer algo correto, legal, direito, também é muito forte. Então eu não vou abrir mão desse valor no meu dia a dia. Então a gente precisa ter atento quais são os meus valores, eu estar firme nesses valores, os objetivos definidos e uma segurança íntima, porque vários vão ser os encantos do caminho para nos

a a dia. Então a gente precisa ter atento quais são os meus valores, eu estar firme nesses valores, os objetivos definidos e uma segurança íntima, porque vários vão ser os encantos do caminho para nos desviar de rota. A gente sempre vai ser convidado a ir pra porta larga. Nós sempre vamos ser convidados a se afastar da porta estreita, porque dá trabalho, não é fácil. O mundo, em sua maioria, estamos no mundo de provas e expiações. Então, as pessoas tendem a ser mais materialistas, elas tendem a dar mais vazão aos prazeres do mundo. Então, a gente tende a ser convidado a esses prazeres e a gente tem que ser muito firme para dizer não. Se formos pegar, a gente pegou o exemplo dos adolescentes, né? às vezes um ambiente de álcool, de drogas, se a gente não tiver atento com as nossas crianças e adolescentes, eles vão ser apresentados para esse mundo. E se não tiver um conceito, um valor vindo de casa, eles ficam suscetíveis. E a gente não sabe o espírito da da do da criança, do adolescente, como é, se é um espírito que já tem aquele valor definido dentro de si ou se ele tá suscetível à influência. Às vezes a gente como adulto é suscetível a influência, a gente fala assim: "Não quero, a pessoa pô, vai lá rapidinho, não tem problema, ninguém tá vendo e a gente cede." Então a Joana de Angeles, ela alerta de que a gente precisa ficar atento, porque os prazeres do mundo sempre vão convidar a gente pra porta larga. Tem um concerto que eu trouxe na sexta-feira passada que também se remete a essa palestra de quarta-feira, que é a questão 919 do livro dos espíritos, que a resposta é de Santo Agostinho e ele nos convida a fazer uma reflexão diária no final do dia. Se a gente fez todo o bem que a gente podia, se alguém tem algo a quechar da gente. E nessa reflexão a gente vai ajustando a rota, a gente vai ajustando o nosso caminho e a gente se sente, vai se sentir menos perdido no dia a dia. Então trazer na parte conclusiva a ideia de que a gente é responsável pelos nossos atos, a gente tem o livre

vai ajustando o nosso caminho e a gente se sente, vai se sentir menos perdido no dia a dia. Então trazer na parte conclusiva a ideia de que a gente é responsável pelos nossos atos, a gente tem o livre arbítrio ou a gente vai delegar para outra pessoa essas decisões quando eu não tomo, mas ainda assim eu vou sofrer as consequências. ou eu fico vigilante e começo a pensar o que que eu tenho feito da minha vida. A gente fica nesse conflito de porta larga e porta estreita todo momento a todos os dias. A gente precisa ficar alerta quanto a isso. E essa ferramenta que Joana coloca bem na reta final, as ferramentas, né, que ela coloca no final do capítulo, que a gente precisa estar firme no nosso propósito, entender quais são os nossos valores, entender quais são os nossos objetivos de vida, se conectar com algo que a gente planejou, que a gente nem lembra direito, mas ele tá lá no nosso íntimo, né? Pensando, pegando essa percepção de para onde que eu vou, né? Eu ia comentar de um outro filme, mas não vou conseguir falar muito, da Disney também, chamado Sou. O Soul aborda a ideia de propósito de vida. Só que o Joe Garden, né, que é o personagem principal do filme, ele fica tão preocupado de que o objetivo dele seria participar de uma banda de jazz muito influenciado pelo seu pai, que quando ele chega lá, ele fala assim: "Poxa, mas era isso e qual que seria o propósito da vida? E aí o a mensagem principal, né, acaba sendo spoiler, mas é a mensagem principal do filme, mas quem não viu, fica o convite para ver que é muito bom, é de que o propósito da nossa vida tá na caminhada, não é no final da estrada. A nossa alegria precisa ser na caminhada de ter alegria de perceber a natureza, alegria de perceber o sorriso de uma criança, alegria de sentir, de estar ajudando alguém na caminhada, de ser útil, de se receber um obrigado genuíno. Essas alegrias do caminho é que vão fazer a gente ficar mais leve, vão ficar, vão trazer, fazer com que o nosso caminho seja mais alegre, mais feliz,

a, de ser útil, de se receber um obrigado genuíno. Essas alegrias do caminho é que vão fazer a gente ficar mais leve, vão ficar, vão trazer, fazer com que o nosso caminho seja mais alegre, mais feliz, mais conectado com a espiritualidade. E se a gente seguir nesse propósito, tendo Jesus como nossa bússola, a nossa referência, a gente não vai se sentir mais perdido. A gente vai encontrar esse caminho que é cheio de amor e felicidade. Muito obrigado.

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