#reprise T6:E6 • Painéis da Obsessão • Técnica de Sobrevida
Neste sexto episódio da série Painéis da Obsessão, a anfitriã Ângela Matté Dutra da Silva conduz o estudo do capítulo Técnica de Sobrevida, com aprofundamentos de Eulália Bueno e Vitor Silvestre. 🧠 Como a espiritualidade utiliza recursos específicos para preservar a vida e permitir que compromissos reencarnatórios se cumpram? Este capítulo revela os cuidados espirituais invisíveis que sustentam a existência física em momentos críticos. ✨ Uma abordagem clara e consoladora sobre os bastidores espirituais da saúde e da preservação da vida, segundo Manoel Philomeno de Miranda, pela psicografia de Divaldo Franco. 🔔 Inscreva-se e compartilhe com quem busca compreender a importância da vida à luz do Espiritismo. #Espiritismo #VidaETempo #DivaldoFranco #ManoelPhilomenoDeMiranda #PainéisDaObsessão #GrupoSuelyCaldasSchubert #SaúdeEspiritual #TécnicaDeSobrevida #PreservaçãoDaVida
Olá, queridos amigos que nos acompanham semanalmente nos nossos estudos, estudos realizados por essa grande família de amigos, de irmãos do grupo Suelicalda Schuber. É uma alegria estarmos reunidos para mais um encontro e especialmente hoje ainda mais felizes porque estamos aqui com grande parte dessa família. Então, para que nós possamos nos preparar, vamos convidar a nossa querida Jusara, que nos conduzirá aos pensamentos em prece e depois cada um aqui trará o seu boa noite, dará o seu olá para que nós possamos iniciar os estudos. Seja bem-vinda, Ju. O nosso primeiro pensamento é direcionado a Deus, nosso criador, nosso pai celestial, amoroso e misericordioso, que nos permite encontros como estes. Reencontros de almas, união de ideais, esforço coletivo, para que juntos possamos entender um pouco mais das leis que regem o universo através de seu amor incondicional. São muitos os benfeitores que nos seguem nesta jornada, nesta caminhada, orientando-nos, guiando-nos, abençoando-nos em nossa vida diária, para que possamos angarear forças de vencermos a nós mesmos as nossas imperfeições, aprendendo pelos relatos dos nossos irmãos que se anteciparam na jornada de retorno e que compartilham conosco as bases do seu aprendizado através dessas obras orientadoras que nos chegam pelas mãos abençoadas de nosso querido Divaldo Pereira Franco. através do mentor Manuel Filomeno de Miranda e das orientações de nossa benfeitora Sueli Alda Schuber. a todos eles, aos anônimos que nos acompanham, a todos vocês que nos seguem nesta jornada semanal, possamos sentir o abraço fraterno também de nosso irmão maior Jesus e sigamos sempre unidos pela nossa redenção. Que assim seja. Que assim seja. E hoje, quando estamos aqui às vésperas da lembrança do Natal do nosso mestre Jesus, nós reunimos aqui essa família que trará um um boa noite, trará uma palavra para que nós possamos então deixar esse essa data marcada também. Vamos aqui começar inicialmente aqui pela telinha aqui seguindo com o nosso querido João. João, por favor.
oa noite, trará uma palavra para que nós possamos então deixar esse essa data marcada também. Vamos aqui começar inicialmente aqui pela telinha aqui seguindo com o nosso querido João. João, por favor. >> Olá, queridos amigos, queridas amigas. É uma alegria muito grande novamente estarmos reunidos hoje com uma grande parte dos nossos queridos coordenadores. Então, passamos por aqui para desejar a todos umas festas muito felizes, um ano novo de luz, de paz, de muito estudo, muito aprendizado e que possamos estar reunidos sempre que possível nesse trabalho do Mestre Jesus. É uma alegria muito grande estar com vocês e um bom trabalho a todos. Boa noite, Ângela. Boa noite, queridos irmãos que nos acompanham, aqueles que estão aqui na salinha, aqueles que estão nos seus lares, nos celulares, enfim, aqueles que da onde estiverem estejam acompanhando, que recebam os nossos votos de um feliz Natal, que Jesus renasça nos nossos corações diariamente, que a gente consiga aos poucos implantar o evangelho no nosso coração, nas nossas atitudes. E que a gente sempre se lembre que ele permanece nos aguardando. Então, que sigamos adiante no trabalho do bem, fazendo o nosso melhor a benefício de nós mesmos e da sociedade em si. Obrigada por mais esse ano, né, na companhia de todos, pela perseverança no trabalho, pela perseverança nos estudos e que sigamos o ano que vem juntos. Obrigada. Oi, boa noite a todos, queridas irmãs, queridos irmãos, nossos companheiros de trabalho aqui, os comentaristas, os coordenadores. Eu desejo a cada um de vocês agora tudo de bom, que Jesus ilumine a todos. Sei de muitas pessoas que estão conosco desde o início, pelos nomes no chat, que são fiéis e é isso que nos anima a perseverar nessas atividades. os estudos eh trazem para cada um de nós reflexões. E nessa propositura, principalmente nesta data do Natal, é imperioso que a gente faça também maior possibilidade de análise com relação ao ano que virá. Que esse grupo, que essa família continue unida, porque a família agora não são só
nesta data do Natal, é imperioso que a gente faça também maior possibilidade de análise com relação ao ano que virá. Que esse grupo, que essa família continue unida, porque a família agora não são só os comentadores, nós aqui, vocês que nos ouvem são a nossa família. Muito obrigado. >> Olá, Ângela. Queridos irmãos e irmãs desta família que, como todas, tem um pai e uma mãe espiritual, que é a nossa Sueli e o nosso Manuel Filoveno de Miranda. E a ao nos aproximarmos do Natal, é impossível não sentir a felicidade de passar mais uma vez junto de todos aqueles que um dia já nos abraçamos nas nossas andanças, os que não conhecemos fisicamente, estamos juntos de alma e coração e cada dia aprendendo a ficar mais perto de Jesus, a colocar Jesus como o objetivo principal da nossa estadia na Terra. Então, que todos se sintam abraçados e que este seja mais um Natal de paz e de luz. Gratidão. vou quebrar o protocolo e vai dizer: "I mais um ano, mais uma celebração que a gente passa junto e como bem lembrou o Vittor, a gente vai vendo os nomezinhos de todos vocês, os seus comentários e a gente vai trazendo todo mundo pro coração e lembrando dessa data tão importante, né, do nascimento de Jesus e do nosso renascimento. Então, cada ano nós estamos tendo essa oportunidade de renascer. renascer através do conhecimento, renascer através das nossas propostas, renascer através da fraternidade e dessa família, né, que nós criamos, né, que eh aqui nessa nessa neste momento de vida e que estamos dando continuidade. Então a todos um feliz Natal, feliz ano, que nesse ano novo cada ano seja um cada ano seja um despertar, um renascimento para nós cada dia, para que a gente com isso possa cada vez mais chegar pertinho do coração de Jesus. Boa noite, queridos amigos coordenadores, aqueles que estão nos acompanhando, que eh, como foi falado, desde o início, se mantém firme. É tão bom estar com vocês neste momento, porque estamos trazendo reflexões que chegam primeiro para nós mesmos. E essas reflexões, elas
hando, que eh, como foi falado, desde o início, se mantém firme. É tão bom estar com vocês neste momento, porque estamos trazendo reflexões que chegam primeiro para nós mesmos. E essas reflexões, elas sempre nos aproximam de Jesus, porque ele sendo o nosso modelo, o Natal chega para renovar, reforçar, amparar. E quando chegamos a essa época, eu não sei vocês, mas eu fico assim mais sensível, eh, nos toca mais as mensagens, especialmente Jesus parece que está mais próximo, não que ele esteja distante, mas eu sinto uma proximidade maior. Então, que essas blandices, essa ternura, esse afeto deste amigo incondicional, ele possa estar cada vez mais presente. E a vocês que nos acompanham, sintam a energia de Jesus, porque ele está a nascer e a renascer a cada dia quando nós nos propomos a seguir os passos dele. Estamos falando dele, mas o que tudo quanto estamos a falar, em primeiro lugar para que nós de fato possamos nesta caminhada vencer estas adversidades, porque ele está como um bom pastor a nos conduzir. E esta vara que nos guia, o seu cajado, nos dá essa segurança para nos mantermos firmes. Feliz Natal para esta querida família que está desde há muito tempo reunida para compartilhar também esses momentos de alegria e de renovação. Gratidão a todos vocês. E assim, embalados por esse carinho todo que vem desses queridos corações, nós agradecemos a a palavra amiga e o e o carinho que foi trazido por cada um. E agora então nós nos despedimos daqueles que sairão da salinha para que nós que estamos hoje incumbidos da tarefa de darmos seguimento ao estudo, permaneçamos aqui. Então hoje nós estaremos juntamente com o Vítor, com Eolia, conduzindo o estudo da do capítulo CO da obra Painéis da Obsessão. Então, hoje nós faremos, traremos aqui eh um resumo e depois passaremos a palavra, eu ao Vittor, que farão os aprofundamentos. Então, que nós possamos começar eh o resumo daquilo que o o benfeitor Manuel Filomeno de Miranda nos traz aqui. Ele vai referir que aquele pós-operatório de Argos também, como era
os aprofundamentos. Então, que nós possamos começar eh o resumo daquilo que o o benfeitor Manuel Filomeno de Miranda nos traz aqui. Ele vai referir que aquele pós-operatório de Argos também, como era de compreender, ele trazia ali algumas alguns efeitos colaterais que o martirizavam e o que propiciou ao médico ali mantê-lo de alguma maneira sedado por um tempo maior. Depois ele segue a UTI, a unidade de terapia intensiva também ali naquele momento. tranquiliza o médico Áurea, que também pode retornar ao seu lar, o lar em que ela estava hospedada, para um certo repouso necessário. E assim o benfeitor inicia então o capítulo dizendo que ao longo do tempo aurea segue acompanhando o a convalescência do esposo pelo telefone e conforme ficara estabelecido, diz-nos Manuel Filomeno de Miranda, que na hora combinada se reuniram ao grupo que se encarregaria então de proporcionar os recursos para a moratória que estava sendo outorgada ao enfermo, que após aquelas primeiras palavras então de esclarecimento sobre o que iria realizar, a irmã Angélica convida-os, diz Filomeno, a seguir até a UTI, aonde eles iriam conduzir a esfera de ação em que eles estavam, o companheiro que estava desdobrado em espírito. Então ali ele está vinculado ao corpo, diz Manuel Flumeno, igualmente entorpecido pelos fortes analgésicos e que fazia uso. E a benfeitora aplica ali passes, detém-se ali mais na área do do epigastro e logo então após segundos, ele se exteriorizava denotando sensações traumatizantes ainda que produzia no seu corpo, alcançando os sutis eh tecidos do espírito naturalmente pelo processo de ação e reação e que sob o comando daquela nobre entidade ade eles saíram e chegaram a uma uma área jardinada utilizando-se da volitação e eles demandaram então ao campo de atividade. Ali foram amparados pelo Dr. Arnaldo e pelo técnico de passes que os acompanhava. Argos ali foi conduzido sem que se desse conta do que ocorria. E quando eles chegam ao local de destino, eles foram recebidos por uma equipe especializada
e pelo técnico de passes que os acompanhava. Argos ali foi conduzido sem que se desse conta do que ocorria. E quando eles chegam ao local de destino, eles foram recebidos por uma equipe especializada no socorro que estava programado e todos ali foram para uma ampla sala, uma agradável sala. E era a primeira vez, diz Manuel Filomeno, que ele pessoalmente tomava parte numa providência, num grave cometimento como aquele. E ele diz que era em realidade uma comovedora, eh, generosidade do amor, uma grandiosidade do amor do Pai em relação às criaturas. e que em razão disso ele tinha o interesse por saber aqui ali da saúde do jovem e que ele mantinha uma curiosidade positiva diante de tudo aquilo que estava acontecendo, que embora eh acontecesse com uma certa frequência, ele não conhecia, mas ele não conhecia profundamente o modo, o modo operante daquilo. Então a sala ele diz que era dividido em duas partes. uma um ra, uma antessala e logo depois de alguns degraus uma segunda etapa com uma proporção maior de sala, aonde se viu alguns aparelhos que ele diz serem desconhecidos para ele juntamente a uma mesa cirúrgica e que ali a presença de janelas laterais faziam com que o ar balsâmico da natureza ali perpasse. Margos é colocado então sobre a mesa pela irmã e a irmã Angélica faz a apresentação de todos ali. O diretor da clínica era, diz o benfeitor, um lutador abnegado que se radicou ali há 30 anos e que na Terra ele fora um dedicado estudioso das cirurgias cardíacas em campo aberto, o que à época era uma verdadeira temeridade. O Dr. Freebel explicou então a técnica da sobrevida, isso que é detalhado nesse capítulo. Faz uma síntese daquilo com a intenção de esclarecer todos e principalmente disso Filomeno, a ele que era leigo nos assuntos médicos. Então diz Dr. Frebel, iremos retirar o tôus vital e começa a elucidar que degenera em argos, que predispôs ou à desencarnação e farão ali, fariam ali absorver pelo pulmotor, onde já havia sido dispositada uma regular quantidade de má prana ou
s vital e começa a elucidar que degenera em argos, que predispôs ou à desencarnação e farão ali, fariam ali absorver pelo pulmotor, onde já havia sido dispositada uma regular quantidade de má prana ou energia superior e de uma vitalidade que fora extraída dos vegetais terrestres e que na parte superior interna, então, e transparente daquela máquina, daquela máquina, eh, foram misturados sob a ação de uma pequena bomba que for encarregada de fazer a oxigenação da substância fluídica. Ali ele segue então depois de um intervalo dizendo que foram providenciados um doador encarnado que foi consultado antecipadamente numa reunião especializada e que ele se prontificou a cooperar porque naquele caso em tela era necessário também o fluido humano, como acontece conosco aqui nos trabalhos de transfusão de sangue, em que a identidade de tipos ela é uma condição indispensável para o êxito daquilo que se pretende. Então ele diz, segue o doutor falando que um antigo amigo de Argos, que o acompanhava desde a pelo menos eh do sol de Assis aos corações terrenos, tentando conduzir os homens a Jesus, ele era o tipo ideal para aquele tentame. também chamando um jovem que se encontrava presente, ele concl conclui que aquele era o irmão Venceslau, que residia numa colônia e se reencarnou com tarefas definidas no campo da recristianização dos homens através da abençoada doutrina espírita, que ele era acostumado à vida religiosa em face das experiências passadas e que ele se adaptou então sem maior sacrifício, aquele clima de ação e que soube a salutar proteção da irmã Angélica, juntamente com ela, que era a sua desvelada benfeitora maternal. Então, Vencesal ali saúda a todos. Enquanto isso ocorria, numa outra mesa, foi localizada ao lado do paciente adormecido, eh, aos cuidados do irmão Bernardo. Então, o Dr. Frebel solicita a irmã Angélica que se encarregasse de orar suplicando ao o divino beneplácito para aquele trabalhe. Então, a generosa benfeitora ali ungida de amor, eh, faz em breves palavras aquela prece e todos
ta a irmã Angélica que se encarregasse de orar suplicando ao o divino beneplácito para aquele trabalhe. Então, a generosa benfeitora ali ungida de amor, eh, faz em breves palavras aquela prece e todos se dirigiram ao local, então, acompanhados pelo médico que passa a ser ajudado pelo Dr. Arnaldo e duas enfermeiras. Então, foram introduzidas ali introduzidos dois catéteres no braço direito de Argos que se ligavam ao pulmotor. Então ali de imediato diz Manuel Filomeno que saiu uma substância pardoacinzentada para o interior da máquina e o médico fecha aquela pequena válvula e interrompe aquele fluxo. Um outro catéter foi ligado do aparelho ao braço esquerdo do enfermo, por onde deveria retornar aquela energia então purificada. Imediatamente diz ele que se viram ali eh uma das enfermeiras fazer uma terceira ligação. Dessa vez era um catéter que se fixava a artéria do braço esquerdo de vencesla, que deveria doar determinada dose de tôus vital. Então ali diz o benfeitor que era um momento comovedor e de elevação espiritual significativo. Irmã Angélica acompanhava ali aquele delicado serviço e a um sinal do chefe cirúrgico foram abertas as pequenas válvulas e ali se viu então a energia de argos que já se encontrava em grande parte eh do catéter penetrar naquele depósito. o depósito de maprana e clorofila, ao mesmo tempo em que do médium vences vencesl o tôus vital chegava à parte inferior do pulmotor, que era uma pequena bomba que impelia para cima, de modo a confundir-se com a substância em renovação para que ela fosse transferida pro paciente pelo catétero no seu braço esquerdo. Então aquela operação transcorre num prazo de 30 minutos e desde o primeiro momento então daquela transfusão de força vital, o espírito Argos começou a dar sinais ali de um desconforto, de menos desconforto. Então se normalizaram ali a respiração e ao término ele já apresentava uma face róia de saúde, voltando a sua saúde. E diz ele, diz o o o aquele que estava coordenando o cirurgião, que acreditavam-se que ele disporia de
am ali a respiração e ao término ele já apresentava uma face róia de saúde, voltando a sua saúde. E diz ele, diz o o o aquele que estava coordenando o cirurgião, que acreditavam-se que ele disporia de energia para mais um quinquênio aproximadamente. Foram então retirados os catéteres. Venceslau recebeu passes para um revigoramento que foi aplicado por Bernardo e recomendou que ele repousasse pro refazimento. Argos fica na clínica até às 6 horas da manhã, mais ou menos. E quando o médico veio examiná-lo mais tarde, ele ficou surpreso. O médico aqui no mundo, na terra, né? O médico esculp que eu acompanhava aqui com o resultado da operação. E ele não ocultou o seu contentamento, né? Que ele transmitiu a áure aquilo como que estava expectante. Então, dentro de mais dois dias diz ele que eh se o quadro se mantivesse até com uma certa euforia, ele poderia retornar à enfermaria. em breve ele estaria caminhando e restaurando a sua saúde orgânica. A jovem automaticamente em lágrimas recorreu agora a oração de graças, de agradecimento. Irmã Angélica então prossegue acompanhando aquela etapa final da técnica de sobrevida. E Manuel Filomeno então aqui nesse momento indaga com o propósito de aprendizagem a irmã Angélica dizendo como teria despertado Venceslau naquele dia? se ele manteria na consciência as lembranças daquilo que ocorrera e Argos. Então diz ela que eh Filomeno diz que a mente fervilhava, que tudo era muito novo para ele, que ele queria mais conhecimento. E diz a benfeitora, então, que Venceslau teria a recordação de um sonho bom na esfera espiritual e ele se sentiria impelido a uma solidariedade espiritual conforme ele tiver havia ocorrido. que Argos não teria nenhuma lembrança porque o seu estado de inconsciência era em que ele havia permanecido e que a convalescência então do paciente eh foi longa com as naturais limitações que a máquina orgânica na sua fase de ajustamento impõe a todos nós. Então é assim que o benfeitor conclui o capítulo. E nesse capítulo, então, nós
do paciente eh foi longa com as naturais limitações que a máquina orgânica na sua fase de ajustamento impõe a todos nós. Então é assim que o benfeitor conclui o capítulo. E nesse capítulo, então, nós queremos muito ouvir os aprofundamentos que serão trazidos pelos nossos queridos amigos. Inicialmente, então, passando a palavra pra nossa querida Olália, não pro Víor, pro Víor. Seja bem-vindo, então, Víor. Queremos ouvi-lo e depois ouviremos a nossa Oláia. >> Obrigado, Ângela. Muito interessante o seu resumo, porque facilita para nós adentrarmos em algumas considerações, lembrando também da prece da Jusara, em que ela começa falando sobre Deus. da incondicional misericórdia dele para com as criaturas, não é? E é em função disso que situações assim aparentemente inevitáveis, principalmente no que tange o fenômeno da morte, eh de repente tem um desfecho surpreendente, totalmente contrário àquilo que era esperado, sem uma explicação plausível eh pela ótica materialista. Então, uma das razões eh que estes fenômenos inesperados, esses momentos ocorrem, fica por conta da chamada moratória, que é a misericórdia de Deus se fazendo para aquelas criaturas que preenchem determinados requisitos em função de suas tarefas na do planeta. planeta Terra. Então, a gente pegou alguma coisa aqui para trabalhar. Por exemplo, quando ocorre a moratória, né? A moratória, ela vai ocorrer quando o corpo de um encarnado está muito doente, enfraquecido. E nesta hora pode haver a acontecer a intervenção por parte dos espíritos esclarecidos e capazes que trabalhando sob a supervisão de forças superiores, promovem não só a cura do doente, a melhora do doente, como prolongam também a sua existência. E isso eh a sua expectativa de vida eh às vezes por ano ou mesmo décadas, né? E eu tomei como base aqui a questão 424 do livro dos espíritos, em que Kardec colocou para o os nossos benfeitores espirituais. Por meio de cuidados dispensados a tempo, podem reatar-se laços prestes a se desfazerem e restituir-se à vida um
do livro dos espíritos, em que Kardec colocou para o os nossos benfeitores espirituais. Por meio de cuidados dispensados a tempo, podem reatar-se laços prestes a se desfazerem e restituir-se à vida um ser que definitivamente morreria se não fosse socorrido. E os benfeitores respondem, sem dúvida e todos os dias tendes a prova disso. O magnetismo, em tais casos, constitui muitas vezes poderoso meio de ação, porque restitui ao corpo o fluío vital que lhe falta para manter o funcionamento dos órgãos. E no livro a Gênese, no capítulo 14, que é um é um livro interessante esse capítulo, no seu item número 30, ele vai trabalhar aqui Kardec dizendo que em certos casos patológicos, quando o espírito deixa o corpo e só se liga pelo perespírito por alguns pontos, apresenta o corpo todas as aparências de morte. E é como se pudéssemos dizer que a vida está somente por um fio. Então, o que que acontece? Eh, enquanto não haja rompido o último fio, pode o espírito, quer por sua própria ação enérgica da sua própria vontade, quer por um influxo fluídico estranho, igualmente forte, ser chamado a voltar ao corpo. É como se fosse o renascer de uma planta, como se dá às vezes de uma só pequena fibrila ou uma semente renascer novamente. E quando, porém, as moléculas do corpo físico ou fluídico eh se tem destacado do corpo carnal, aí torna-se impossível de todo o regresso, né? Então, nesse fato, a gente vai lembrar aqui de Lázaro, que é configurado como um caso de moratório, fendo, sendo feito por Jesus, também com a filha de Jairo e também com a filha da viúva de Naim. alguns casos na literatura espírita, sem ser esse caso que nós estamos estudando na noite de hoje, a moratória do Argos, aliás, é um do, se não me engano, é o único livro que traz essa descrição dos equipamentos, do pulotor, das válvulas que se abrem, etc. Eh, é como se fizesse assim, de secasse todo eh eh aquelas circunstâncias de promover uma moratória, né? Mas no livro Missionários da Luz tem um relato de Antônio que estava prestes a
e se abrem, etc. Eh, é como se fizesse assim, de secasse todo eh eh aquelas circunstâncias de promover uma moratória, né? Mas no livro Missionários da Luz tem um relato de Antônio que estava prestes a desencarnar, mas ele eh estava ainda com alguns problemas sérios que precisavam ser solucionados. Então ele eh o o instrutor de Alexandre, melhor dizendo, de André Luiz Alexandre, ele tem o concurso de um companheiro encarnado, mas que estava em estado de emancipação. Então, Alexandre e Afonso magnetizaram o doente transferindo eh vigorosos fluidos de Afonso para o organismo de Antônio, eh, que já estava numa situação já bastante avançada de dificuldade de prolongamento da sua existência. E essa medida propiciou um adiamento, uma moratória de 150 dias, bem diferente do Arbos, que era um inqueno, eram cinco, 5 anos. E no livro eh Obreiros da Vida Eterna, eh André Luiz vai descrever o caso de Albina, que se encontrava também doente e recebe as bênçãos da moratória. E essa moratória fora adiada sem uma data futura, né, medir, e o a dilação do a dilatação do prazo era bem reduzida, porque ela precisava ficar ainda no corpo físico por mais algum tempo, tendo em vista a solicitação da moratória fora feita por um menino encarnado. que era o filho, seria o neto, vamos dizer assim, da Albina. e ele estava aguardando que a sua irmãzinha eh completasse o período eh de gestação da sua mãe para que ela pudesse reencarnar, que os dois eh seriam eh vinculados um ao outro, o menino como adotado e a menina filha eh da da filha de Albina. Só que se a Albina desencarnasse, como a filha era muito ligada à Albina, então eles colocaram uma possibilidade de eh moratória de 150 dias, não é? Então, o que que ocorre? E isso vai acontecer. E, e principalmente ele fala aqui, o, o André Luiz, que esse menino era um espírito bastante evoluído e por isso que a solicitação da oração dele foi atendida, porque ele durante a emancipação, durante o sono físico, ele tinha essa percepção que a mãezinha dele, né, a mãezinha doiva, pudesse
evoluído e por isso que a solicitação da oração dele foi atendida, porque ele durante a emancipação, durante o sono físico, ele tinha essa percepção que a mãezinha dele, né, a mãezinha doiva, pudesse sofrer umbacência da mãe. Então, eh, a Albina recebe esses 150 dias, tá? Muito bem. No livro Sexo e Destino, esse caso aqui, particularmente para mim, é um livro que eu adoro, né? Tem o caso de Marita, é um caso muito comovente. Então, eh, Marita também era filha, eh, adotiva de um casal. E só que o pai dela, eh, a gente vai percebendo no decorrer do livro, ele era muito atormentado sexualmente falando. E ele invade o o quarto quando a filha está maiorzinha, adolescente e e tem uma relação com a sua própria filha, mas que era filha de uma empregada, empregada doméstica. No final do livro vai se perceber que essa empregada doméstica também fora violentada pelo pai. E a Marita era filha real do eh eh do pai dela. Só que ela sofre um acidente e esse acidente leva ela um a um hospital e e ela tem raiva do pai porque ela sabe que o pai era pai dela e fora violentada por ele. Mas só que nesse momento e o próprio pai já havia se modificado. Ele sabia das suas dificuldades, dos seus impulsos inferiores, das suas tendências infelizes. E a espiritualidade coloca 15 a 20 dias no máximo de moratória, para que nesse período em que ele estava servindo de acompanhante pra própria filha, a filha toda desfigurada pelo acidente eh que acontecera na Avenida Atlântica, no Rio de Janeiro, ela não tinha condição de se expressar, de se exprimir, os olhos fechados. E quando o pai pede a ela perdão por tudo que ele tinha feito e ela começa a conjectorar que o que ela deveria fazer, não odiar, porque ela estava envolvida com muitas entidades superiores, eh, fazendo com que ela abreviasse a sua situação dolorosa com o perdão. Então ele, Genuflexo, ao lado da cama, ele fala com ela: "Se você estiver me ouvindo e se você me perdoa, aperte a minha mão." E passado algum tempo, ela uma lágrima, desce do olho e ela aperta a mão do pai.
le, Genuflexo, ao lado da cama, ele fala com ela: "Se você estiver me ouvindo e se você me perdoa, aperte a minha mão." E passado algum tempo, ela uma lágrima, desce do olho e ela aperta a mão do pai. E é interessante. Então, o que houve aqui é uma moratória de 15 a 20 dias. E nesse período, duas almas que estavam entrelaçadas tiveram um apaziguamento, vamos dizer, das suas dores superlativas, né? 15 a 20 dias. É um socorro que aquela situação eh exigia. No caso da Marita, eu aconselho quem quem puder ler que leia esse livro. E tem um livro A vida continua, o caso do Amâncio. Esse recebeu uma moratória por 15 a 20 anos em função de estar ajudando a época da moratória, eh, e ter ajudado muitas famílias durante mais de 20 anos. Então, essa medida foi aprovada porque ele estava continuando uma tarefa, né? Então ele teve o beneplácito aí de uma uma, vamos dizer, uma moratória mais longa. O caso do Argos, a gente estudou isso hoje, não é? E e foi bastante colocada pela Ângela a sua eh moratória bem detalhada. E no livro Ação e reação do caso Poliano e Sabino, eram dois espíritos vinculados, né? Poliana era mãe e Sabino era um anão todo deformado, surdo, muito, eh de uma estatura eh bastante mínima. Eh, e que acontecia? Ele ficava totalmente dependente da mãe. Só que a mãe ela estava com uma dificuldade porque ela não se alimentava direito. Eh, alguém levava alguma coisa para ela, ela ficava naquele catre, era uma um telheiro que abrigava ela e o Sabino, né? E e eles eram vinculados ao ponto que há mais de 1000 anos em sucessivas quedas. Então, nessa encarnação, eh, Poliana, que estava um pouco melhor do que Sabino, vem como sua eh mãezinha e ela começa a passar mal e de repente ela faz uma prece como que ia ficar o Sabino, o Anão, eh, que não tem condição de fazer nada totalmente independente. Então, eh, ela ela pensa o seguinte: "Olha, eu não vou conseguir aguentar". Então, Silas, que trabalhava na mansão Paz, ele vai ao encontro e percebe que os vasos eh do miocárdio estavam
independente. Então, eh, ela ela pensa o seguinte: "Olha, eu não vou conseguir aguentar". Então, Silas, que trabalhava na mansão Paz, ele vai ao encontro e percebe que os vasos eh do miocárdio estavam bastante enfraquecidos, próximos de uma rutura, porque ela estava muito angustiada. E a parada do órgão do coração poderia acontecer de um momento para outro. Só que Poliana precisava de mais um tempo no corpo, porque o filho era necessário ele ficar mais um tempo devido à ação dos obsessores em cima dele. Então, eh, que que acontece? Eh, se ela desencarnasse, o filho também, pouco tempo depois ia desencarnar. Então, que que acontece? Silas faz uma prece e fala para, né, para o pai, não a deixes perder agora a bênção do corpo na cenda redentora onde se arrasta. Neste mesmo momento, cinco flamas, né, cinco luzes em pontos diferentes do espaço chegam naquele local trazendo energias imponderáveis da natureza associadas aos fluidos de das plantas medicinais e trouxeram para a enferma que as inalava de uma forma assim ansiosa. E em breve vimos Poliana, surpreendentemente refeita, pronta a retomar o envoltório para necessária restauração. Realmente foi por pouco tempo também. Agora tem uma outra vertente de moratória, é aquela quando a pessoa atinge o termo da sua eh encarnação previamente acordada antes da sua vinda aqui e que os benfeitores, mesmo o corpo estando saudável, ele vai ser eh recambiado. Aí não tem a moratória, é uma vertente antecipatória, porque isso acontece também. Os benfeitores atuam sob a forma de antecipar o retorno, dependendo de cada caso, né? Eu vou lembrar aqui do caso do irmão do Chico Xavier, o José, que ele era um celeiro. Ele ficava consertando celas, arreios de cavalos durante o dia, enquanto eh o o centro não abria. Então, ele ficava conversando com as pessoas porque sabiam que ele era irmão do Chico e ele ia atendendo cada um, ou seja, durante 11 anos ele fez assim. E um belo dia ele teve um mau súbito, um AVC e foi internado. E o Chico fica sabendo,
ssoas porque sabiam que ele era irmão do Chico e ele ia atendendo cada um, ou seja, durante 11 anos ele fez assim. E um belo dia ele teve um mau súbito, um AVC e foi internado. E o Chico fica sabendo, porque irmano fala para ele que ele iria ficar muito tempo numa num cadre ou numa cama eh sem totalmente sem mexer. Ficaria ali como se fosse um vegetal. mas que ele tava solicitando a intercessão dos benfeitores espirituais para o caso dele. E eu e saiu, o Chico ficou tranquilo. É quando de repente o Emanuel fala se conseguimos a nuença do plano espiritual e em função dos 11 anos que ele trabalhou atendendo as criaturas em nome de Jesus, ele vai ter a sua antecipação. Ele vai desencarnar agora, porque ele não vai ficar os 11 anos sofrendo em cima do Acama. Então, moratória existe também. Eh, quando os benfeitores percebem que uma determinada criatura que retorna pela reencarnação com uma determinada tarefa e vai se perdendo, eles interferem eh de um tipo de doença e recambiam essa criatura para evitar que ela incida mais ainda no erro. É o caso aqui da do eh esqueci o nome dele aqui, interessante, aqui a do caso Marco Aurélio, tá no livro Entre dois Mundos do próprio Manuel Filomeno de Miranda, que ele queria, ele desejava a morte da esposa, estava preparando a desencarnação dela através do envenenamento, que ele era um político muito famoso e ela tava problematizada, ele queria se separar dela, mas como ela estava quase desencarnando, ele queria apressar isso. Ou seja, ele e o que que os espíritos fizeram? provocaram mal súbito nele, que ele teve dificuldade e ele ficou em estado também assim totalmente anulado. E durante esse momento que ele teve esse mal súbito, o frasco de veneno e é abandonado, cai no chão e e se deixa perder na no chão. Então, tudo que a gente percebe aqui que esse assunto é vastíssimo. Muitas moratórias e antecipações à pátria espiritual são realizadas sem o nosso conhecimento. Eh, os espíritos não fala: "Você teve isso". A gente acha que melhorou da
i que esse assunto é vastíssimo. Muitas moratórias e antecipações à pátria espiritual são realizadas sem o nosso conhecimento. Eh, os espíritos não fala: "Você teve isso". A gente acha que melhorou da saúde quando naquela situação houve uma moratória. Quando a gente percebe que melhorou repentinamente, houve uma interferência dos benfeitores. Então, pela misericórdia de Deus, quando estivermos em situações, mesmo que a gente não saiba o trâmite final, podemos solicitar sim, se for da vontade do Pai e se for do nosso merecimento, teremos sim essa possibilidade em nossas vidas. Por isso, agradeço pelas eh atenção e retorno a palavra à nossa Ângela. como é interessante e e o que você nos trouxe, né, Víor, traz para nós essa percepção do quão vasto é o assunto e do quanto nós temos recursos na doutrina para que nós possamos nos aprofundar, né, nesses assuntos, porque eles são não a título de que nós, como nós vimos no capítulo, o próprio benfeitor falando em muitos momentos sobre essa curiosidade sadia, né, saudável, eh, que também nós, como aprendizes, temos essa essa curiosidade de entendermos. Então, o que você nos trouxe foi muito bom. E aqui nós vamos continuar ouvindo a nossa querida agora Eulália, que seguirá os aprofundamentos. Obrigado, Víor. Foi excelente aquilo que você nos trouxe. Eu vou me declarar uma privilegiada nesta noite, porque me emocionei o tempo inteiro ouvindo o resumo da Ângela, a dissertação do Vittor, muito, muito primorosa, nos alertando dessas moratórias e dessa antecipação por merecimento, porque ainda Estamos aprisionados à ideia de que toda a premiação pela nossa conduta espiritual deve ser material. Então, prolongar a vida é um prêmio, porque não entendemos absolutamente o grande objetivo da reencarnação. Então, é mais um privilégio nós que aqui nos reunimos sobre as bênçãos do Espiritismo, que alarga os nossos horizontes, que nos traz lúcidamente a resignação perante as provas da vida. Porque muito mais, muito mais do que costumamos conseguir enxergar,
s sobre as bênçãos do Espiritismo, que alarga os nossos horizontes, que nos traz lúcidamente a resignação perante as provas da vida. Porque muito mais, muito mais do que costumamos conseguir enxergar, há a vigilância suprema desses espíritos ímpares que se vestem fora do corpo de benfeitores, anjos, guardiões, ou se vestem de pais, de mães, de filhos, de irmãos, e nos passam completamente despercebidos. Quando eh a benfeitora oferece os passes longitudinais a Argos, eh exatamente se concentrando no gástrico. Então nós fomos buscar neste livro do projeto Manuel Filomeno de Miranda Passes aprendendo com os espíritos. Ele vai nos trazendo exemplos eh retirados dos livros da obra de André Luiz, de Manuel Filomeno de Miranda e outros. E exatamente no 25º exemplo, para aqueles que quiserem explorar mais profundamente, é citado essa situação e explicada, dizendo que além de beneficiar argos para aquele momento ímpar que adviria, ela também eh situa concentra a sua ação no epigástrico, porque é um centro onde mais eh fortemente se vincula a âncora do espírito ao corpo físico. Então, ela facilitou eh o desvinculamento do espírito Argos do corpo físico recém operado em situação dolorosa para transferi-lo espírito para uma condição ímpar. Como mesmo o Vittor falou, eu também não conheço nenhum livro que traga em tamanhas minúcias essa moratória, todo o trabalho, eh toda a cirurgia, vamos dizer assim, que se sucede pós a atividade física no mundo espiritual. E fomos com essa emoção nos recordando de algumas situações que nós próprias vivenciamos por sermos portadoras de uma mediunidade extremamente ostensiva, não apenas em nossa casa espírita, mas em muitas casas espíritas, as quais comparecemos com tarefas, visualizando que aquilo que nós chamamos de um auditório, de um salão de palestras, nada mais é do que uma sala como essa que foi descrita tão bem nesse capítulo, onde visualizamos por muitas vezes, independente da casa em que nos encontrávamos, a aparelhagem idêntica Então, algo que para assemelhar e a
ma sala como essa que foi descrita tão bem nesse capítulo, onde visualizamos por muitas vezes, independente da casa em que nos encontrávamos, a aparelhagem idêntica Então, algo que para assemelhar e a gente poder compreender, se assemelhava a grandes, imensos exaustores que retiravam fluidos densos, tais quais aqueles descritos no catéter de Argos. Então, as criaturas vão chegando e nós ressaltamos isso para que despertemos em perceber o que realmente significa nós estarmos dentro de uma casa espírita, de um hospital espiritual. Então, desde que nós chegamos e percebemos que muitas pessoas não têm muita preocupação de chegar cedo porque desconhece a tarefa. Então, esses exaustores funcionam muito ativos, retirando eh densidades fluídicas, verdadeiras massas, muitas delas que se assemelham ao piche líquido, envolvendo as pessoas que às vezes, se você conversar com elas, elas não se sentem doentes, porque já se acostumaram com aquela condição. Mas ao olhar minuciosamente os seus rostos, a gente percebe um olhar embaciado, uma pele esgotada, porque o fluido vital eh está eh a quem das necessidades, como se estivesse trabalhando em baixa densidade para a manutenção da vida. Então, a vida não sai de nós com alegria. Nós estamos desvitalizados. E logo a seguir a esses exaustores nos mostrou inúmeras vezes a benfeitora aparelhos de imensas eh dimensões que nós não conseguimos descrever, por onde várias substâncias se misturam e onde podemos perceber sim a presença em grande parte da clorofila, que é uma energia é retirada das plantas. Por isso um jardim bem cuidado. Imaginem um jardim onde nós realizamos uma oração, onde nós temos atitudes respeitosas. Então, quando ele fala aqui da quantidade má prana, nós fomos buscar no dicionário informal da internet mescla de energias que saem do médium e da natureza, eh, ou energia superior retirada dos vegetais terrestres. Então, quanto nós respeitarmos a natureza, pode fazer a diferença entre o prolongamento ou a extinção da nossa
e saem do médium e da natureza, eh, ou energia superior retirada dos vegetais terrestres. Então, quanto nós respeitarmos a natureza, pode fazer a diferença entre o prolongamento ou a extinção da nossa existência. E nesses grandes aparelhos, nós víamos fluidos muito sutis que só conseguíamos visualizar por intercessão dessa benfeitora. e ao mesmo tempo vários compartimentos, inclusive aquele que recolhia os fluidos densos, pesados, pegajosos, retirados dos que aguardavam e pasmem de muitos trabalhadores também que acham que basta comparecer a casa espírita sem uma necessidade de preservação moral, de cuidado. morais para termos eh em abundância esse fluido vital, a fim de sermos instrumentos como venceres de socorro a irmãos. E quando as pessoas adentravam para o passe, as casas que tinham, a câmara de passes, mas as que não tinham, que o passe é aplicado no salão e que o ambiente é zelado, nós víamos uma vaporização de fluidos sutis, como se fossem pétalas de flores quase transparentes. com uma luminosidade neon que ia pousando no transcorrer do passe e adentrando o campo fluídico não apenas dos pacientes, se assim os podemos chamar, mas também dos trabalhadores. e percebendo que algumas pessoas eram totalmente refratárias, como se estivessem eh envoltas num tecido que não absorvia aquela energia, pessoas que não abrem espaço, que conjugam todos os esforços para os benfeitores espirituais e não investem em si próprias. E a benfeitora então nos explica e fomos recolhendo, conforme nos recordamos das suas explicações, nos livros da codificação, nos livros do do André Luiz, do próprio Manuel Filomeno de Miranda e também no excelente livro chamado Perespírito de Zalmino Zimmerman. no seu capítulo C, eh, provas da existência do perespírito. dizer assim: "Colhendo o ectoplasma em suas diversas fontes, os espíritos o manipulam empregando-o em cirurgias que acontecem até em recinto aberto e iluminado no meio da multidão. O certo é que seguidamente, sem nenhuma manifestação ostensiva,
diversas fontes, os espíritos o manipulam empregando-o em cirurgias que acontecem até em recinto aberto e iluminado no meio da multidão. O certo é que seguidamente, sem nenhuma manifestação ostensiva, silenciosamente, independente do lugar ou circunstância, de dia ou de noite, operam os espíritos dinamizando os recursos ectoplásmicos disponíveis em benefício da humanidade necessitada, lenindo dores e construindo consolações. Então, onde nós menos imaginamos, os espíritos estão em ação. O problema é que nós não nos preparamos para isso. E muitas vezes somos aqueles envoltos em tecidos impermeáveis que não se permitem receber a intercessão desses amigos e benfeitores. Portanto, a casa espírita é, sem dúvida nenhuma, o ambiente propício para que sejamos socorridos, mesmo sem saber às vezes à beira do desencarno, com doenças que ainda não se manifestaram a ponto de receberem um diagnóstico, mas que já minam as nossas energias. a nossa vitalidade e que esses equipamentos instalados e vigiados por espíritos extremamente adestrados para o seu comando, promovem numa simples palestra onde, infelizmente muitos dormem dizendo: "Ah, eu estava desdobrado, estava sendo atendido pelos espíritos, mas nós precisamos participar conscientemente ao lugar adequado para sentirmos as intervenções. Não é a mesma coisa no campo da virtualidade, porque esses aparelhos requerem uma assistência contínua contínua, um abastecimento contínuo e que é feito na ausência de de reencarnados nos momentos em que a casa fica aparentemente vazia e que os técnicos da espiritualidade, recolhem riquezas do ambiente eh vegetal ou de pessoas que possam ser doadoras mesmo inconscientes. E o que mais me chamou atenção, que muitos de nós, acreditando que estamos necessitados, estamos com excesso fluídico e isso congestiona-nos os campos de força, desequilibrando-nos profundamente, sem que nos demos conta. E acaba que aqueles fluidos excessivos nesse trabalho excepcional são retirados, são filtrados, são acrescidos
tiona-nos os campos de força, desequilibrando-nos profundamente, sem que nos demos conta. E acaba que aqueles fluidos excessivos nesse trabalho excepcional são retirados, são filtrados, são acrescidos de componentes espirituais que fogem e muito à nossa percepção e ao nosso entendimento e que voltam para nós purificar. dando-nos condições de podermos investir na vida toda essa energia para a produção do bem por todos os meios a cada momento, para que esta máquina orgânica possa funcionar sob o comando de um espírito que serve a Jesus, que estende as mãos em direção àqueles que o buscam e que, para tanto, pode manter-se estável sem ter que chegar às condições em que Argos voltou à reencarnação. Então, nós não podemos esquecer e fomos eh buscar para trazer o livro Evolução em Dois Mundos, no capítulo 19, predisposições mórbidas. Todos as trazemos porque somos espíritos com graves pendências. Então ele diz assim: "As zonas de remorço criam o terreno mórbido para o desenvolvimento de variadas enfermidades e nos faz lembrar as amorosas exortações do Cristo. Amai-vos. Perdoa não sete vezes, mas 70 vezes 7. Reconcilia-te com o teu inimigo enquanto ainda compartilham o mesmo caminho. Apaga o mal com o bem. Sede benevolentes uns para com os outros. Porque não basta, e nós vamos ver isso muito claramente em mais esta excepcional obra. Não basta que eu receba esse adendo de 30 minutos para oferecer energia para um quinqueno, 5 anos que podem ser abreviados por desgastes desnecessários, por desvios de tarefa, de oportunidade. Então, precisamos cuidar do administrador, que somos nós, né? E segue André Luiz dizendo, verificada a disfunção, toda a zona atingida pelo desajustamento se torna passível de invasão microbiana, que é o caso do Argos. Porque as sentinelas naturais não dispõe de bases a ação regeneradora que lhe compete. A mutação no início obedeceu a determinada distonia originada pela mente. O adoecer humano sofre grande influência de determinantes cármicos, favorecedores
e bases a ação regeneradora que lhe compete. A mutação no início obedeceu a determinada distonia originada pela mente. O adoecer humano sofre grande influência de determinantes cármicos, favorecedores ou atenuantes. Olha aí o que o Vítor colocou, né? a moratória, a extensão e a o abreviamento, porque pelo bem feito, nós não precisaremos passar por certas situações como o irmão do Chico. Então, se nós sabemos que fazer o mal nos faz mal, ao contrário, sabemos que não precisamos ter medida para o bem. E que se fizermos o bem todos os dias, as nossas provas e expiações podem ser abreviadas, porque os espíritos benfeitores estão alerta. E segue André Luiz dizendo, segundo os mecanismos de ação e reação, com que elaboramos no tempo, construímos nosso próprio destino, ou seja, criamos doença ou saúde. Recordemos, visitemos o livro mensageiros no seu capítulo 42, o Evangelho no ambiente rural. Vejamos a citação, por exemplo, do nitrogênio que é vital para nós e que nós não conseguimos produzir. Ele nos dá todas as proteínas, é ele que faculta o nosso DNA, o RNA. E no entanto nós não conseguimos produzi-lo, porém as plantas o produzem em abundância e sustentam o nosso equilíbrio. Mas nós precisamos estar aptos a aspirar isso, porque desde que reencarnados também dependemos daquilo que oferecemos ao nosso corpo, explosões desnecessárias que são verdadeiros ataques suicidas. né? uma meditação, uma prece que nos coloca em condições de absorção muito mais ampla, nos estabilizando a saúde. Então, nós sabemos agora que não são casos muito particulares como o de Argos, mas que para o mundo espiritual todos somos únicos. Todos somos merecedores da compaixão do Cristo, da intercessção dos amigos espirituais, mas precisamos como defensores da própria reencarnação, estar sempre munidos de argumentos lógicos, objetivos futuros, empreendimentos no bem, a fim de que estejamos aptos a receber sempre positivamente a mesma intercessão que Argos recebe neste momento. Então, só podemos encerrar dizendo: "Bendita doutrina
s futuros, empreendimentos no bem, a fim de que estejamos aptos a receber sempre positivamente a mesma intercessão que Argos recebe neste momento. Então, só podemos encerrar dizendo: "Bendita doutrina espírita, bendita as casas espíritas que têm sido tão negligenciadas, onde essa aparelhagem ímpar, sob a guarda de vigilantes operadores do mundo espiritual estão sempre à nossa disposição, enquanto nossas agendas, nossas distrações estão sempre nos munindo de desculpas para não buscarmos esse recurso, vivendo muito melhor do que podemos imaginar. Muita gratidão, infinita paz. Que alegria, Oláia, como nós podemos hoje receber esse manancial de informações que vocês nos trouxeram. Nós poderíamos aqui ficar muito mais tempo ouvindo vocês dois. Foi uma um grande estudo. Certamente nós voltaremos para ouvir vocês de novo. Então, queridos amigos, muito obrigada por mais esse estudo. os nossos coordenadores, a o Lália, o Vittor, a aos amigos que estiveram conosco aqui nos acompanhando e nós desejamos uma vez mais que o nosso mestre divino possa encontrar espaço nos nossos corações, é na manjedoura das nossas almas, para que nós possamos definitivamente nos inscrevermos como discípulos para que um dia nós possamos caminhar na busca de um apostolado. mais adiante em seu no rumo da luz que todos nós a qual nós estamos destinados. Então, um grande abraço. Nos vemos no próximo encontro para seguirmos os nossos estudos. Até lá. Tchau. Ciao.
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