T3:E23 • Grilhões Partidos • Incursão ao Passado
» Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert • Temporada 03: Grilhões Partidos (Philomeno de Miranda) • Episódio 23: Incursão ao Passado (capítulo 20) » Host: Angela Matté Dutra da Silva Coordenadora: Eulália Bueno
Olá, queridos amigos que nos acompanham semanalmente nos nossos estudos das obras do benfeitor Manuel Filomeno de Miranda. Nesse momento em que estamos estudando esta obra grandiosa Grilhões Partidos. E hoje nós daremos seguimento ao estudo, estaremos adentrando ao capítulo 20, estaremos aqui acompanhadas da nossa queridíssima Eulália, que nos conduzirá os as reflexões da noite. E para que nós possamos então nos unirmos nesse início de trabalho, levarmos os nossos pensamentos, vamos pedir para que Eulia nos conduza em prece. Seja bem-vindo, Euláia. Boa noite, Ângela. Boa noite a todos que conosco se vinculam e principalmente que se vinculam a um plano espiritual sobre a do Cristo, sobre o amparo dos benfeitores de Manuel Filomeno de Miranda, da nossa amada Sueli. E vamos orar rogando a Jesus, o divino e incomparável amigo, a esses benfeitores que se debruçam sobre a nossa pequenez, empenhando todo o seu devotamento para nos esclarecer e poupar dores atrozes. Ah, benfeitores, irmãos, inspirai-nos para que os nossos propósitos não se percam em nosso ego, em nossas particularidades, porque há tantos esclarecimentos, há tanto estudo no capítulo de hoje. Estudo que vem engrandecernos, fortalecer-nos e ao mesmo tempo refrigerar-nos a alma mergulhada nas aflições da terra, para que nunca, nunca desistamos de Jesus, a quem rogamos. envolver a todos que se vinculam, encarnados e desencarnados, abençoando-nos hoje e sempre. Que assim seja. Que assim seja, querida Eulália. Com essa prece inspiradíssima, nós vamos iniciar os nossos estudos então hoje. E como falamos, o nosso eh a nossa tarefa hoje está centrada em torno do capítulo 20 desta obra. A medida em que nós estamos adentrando ao estudo, à medida em que nós vamos passando capítulo a capítulo, semana passada ouvimos aqui Jus Sara, João, que nos trouxeram aquela dinâmica interessante do estudo. Hoje nós vamos dar seguimento também um pouco a essa dinâmica e o capítulo que nós estudaremos, então, o Benfeitor Manuel Pelo de Miranda intitulou incursão ao
aquela dinâmica interessante do estudo. Hoje nós vamos dar seguimento também um pouco a essa dinâmica e o capítulo que nós estudaremos, então, o Benfeitor Manuel Pelo de Miranda intitulou incursão ao passado. Então nós vemos que vamos dar um passo importantíssimo no entendimento de todo esse drama, de todo esse envolvimento de Ester e Matias. E vamos então iniciar com a nossa querida Eulália, que vai dar aí o pontapé inicial pro nosso estudo. Vamos em frente. Então, é muito importante ressaltar a pergunta 872 do livro dos espíritos, que nos recorda que em nenhum momento o nosso livre arbítrio é tolhido e nem tampouco existe a fatalidade do mal. Os atos que praticamos não foram previamente determinados. Os crimes que cometemos não resultam de um destino firmado. Nós podemos escolher, mas as consequências advirão e seremos convocados por prova ou por expiação para tratar os arrastamentos morais. Esse é o corpo central das obras de Manuel Filomeno de Miranda. E neste capítulo de forma especial, nós vamos perceber como o coronel Santa Maria e sua esposa, agora despertos pelas luzes do Espiritismo, realmente considerando as interferências espirituais, as pendências morais de todos nós e já a do relato de Matias, eles retornam ao lar e é extremamente interessante porque vão fazer parte da continuidade da tarefa agora nas paisagens do mundo espiritual. E o que primeiro se ressalta é que aquele lar, depois das advertências amorosas, nunca mais deixou de se abrigar no evangelho do Cristo. Então, Manuel Filomeno de Miranda nos afirma: "Havia no lar, ora bafejado pelas saturações da prece constante e sob o contínuo vibrações edificantes." Paremos aqui para recordar que não é o fato de fazermos uma oração que vai modificar a esse nível o ambiente vibratório do nosso lar, mas é atendermos ao ensino que recebemos e nos investirmos de uma força cada vez maior, determinada a mover-nos em direção à reforma íntima, a domarmos as nossas más inclinações. E toda essa ambiência provava que o casal
ensino que recebemos e nos investirmos de uma força cada vez maior, determinada a mover-nos em direção à reforma íntima, a domarmos as nossas más inclinações. E toda essa ambiência provava que o casal vinha atendendo essa primícia, essa necessidade. encaminharam-se depois da leitura de obra edificante, dos comentários da oração, adormeceram e foram então recolhidos, por assim dizer, pelas entidades que se mantinham ali com o objetivo de desvinculá-los, porque o desvinculamento do corpo, a emancipação da alma, do qual o livro dos espíritos nos reserva um capítulo especial, infelizmente ainda não é compreendido e aproveitado devidamente por nós. Temos dificuldades de nos desprendermos do corpo, da ambiência material e muitas vezes facultamos uma psicosfera tão deleté, a presença de espíritos que se vinculam a nós, que o simples desprender nos faz retornar imediatamente ao corpo. Quando esse momento poderia ser dedicado ao aprendizado, ao trabalho, em colônias no mundo espiritual, muitas vezes atreladas às nossas casas espíritas, porque o que menos falta ou não falta é trabalho para quem quer se dedicar ao bem. Eles foram levados de retorno à ambiência da casa espírita. Encontraram-se com outros espíritos benfazos, encarregados de trazer outras pessoas. E ali encontraram o médium Joel, que era o que mais facilidade tinha com essa ambiência de desprendimento. E naquela noite, de forma especial, apresentara a sua consorte desencarnada que o auxiliava. Eu achei isso lindo, Ângela, porque quando a gente pensa que os nossos amores partem, a a só a possibilidade de compreendermos esse retorno para casa, mas não a separação, então fazia com que eles eh colaborassem um com o outro e ela eh no limite do que lhe era permitido, o ajudava na sua tarefa de dedicação a mediunidade. Todos os que vinham chegando envolviam-se nessa conversa, nessa tertúlia edificante. E chegou o momento em que Bezerra de Menezes, o benfeitor responsável pela condução da tarefa, fez uma convocação. Essa convocação
nham chegando envolviam-se nessa conversa, nessa tertúlia edificante. E chegou o momento em que Bezerra de Menezes, o benfeitor responsável pela condução da tarefa, fez uma convocação. Essa convocação é muito importante. Nós então eh viemos ressaltar aqui eh retirando do livro dos médiuns, no seu capítulo 31, dissertações espíritas, onde o codificador elabora coletânea de mensagens dos espíritos que eh erigiram a doutrina espírita e dividiu essa coletânea em três partes. A primeira sobre o espiritismo, a segunda sobre os médiuns e a terceira sobre as sociedades espíritas. É um capítulo imperdível porque vai falar inclusive das comunicações apócrifas. Então, no item 16, que é o primeiro sobre as sociedades espíritas, vem nos explicar essa convocação, a observância ao silêncio e que mais tarde, quando encerrarmos a nossa parte, vai estar muito expressa na oração que Bezerra de Menezes nos oferece. Eles, os, os espíritos benfeitores nos dizem assim: "Porque não começais vossas sessões por uma invocação geral, uma espécie de prece que predisponha ao recolhimento? Porque ficai sabendo, sem o recolhimento só tereis comunicações levianas. Os espíritos bons só vão aonde os chamam, com fervor e sinceridade. Então, esse silêncio ao qual Bezerra de Menezes convocava a todos, não é o calar a boca, mas é o silenciar a agitação da alma, colher da espiritualidade que tem a verdadeira dimensão da tarefa da responsabilidade, as energias santificantes que nos faltam exatamente pelas nossas inclinações morais. Então isso é muito interessante de ser observado. Só então depois de convocar essa equipe que não é qualquer equipe, nos dá a impressão à primeiras pessoas que leem e de que puxa, deixaram o coronel Santa Maria e a esposa sim pular etapas na casa espírita, ir direto para uma reunião mediúnica. primeiros tempos eram outros, as necessidades eram eh vementes e obviamente essa indicação veio do mundo espiritual, porque sabiam que lá no fundo o coronel Santa Maria não era um homem desvairado,
a. primeiros tempos eram outros, as necessidades eram eh vementes e obviamente essa indicação veio do mundo espiritual, porque sabiam que lá no fundo o coronel Santa Maria não era um homem desvairado, um homem corrupto, vicioso, senão no nível de todos nós. E o sofrimento, como sempre, último recurso da espiritualidade, amadureceu muito rápido aquele espírito e o da sua esposa. Então, quando a ambiência se tornou equilibrada, ajustada aos padrões necessários, só então foram buscar Ester. E claro, segue aqui Manuel Filomeno de Miranda dizendo que os passes ministrados pelo irmão Melquíades com regular frequência na enferma, desde que fora iniciada essa essa terapêutica desobsessiva, com o afastamento de Matias, o obsessor, eh em busca da vingança que ele considerava como todos os vingadores, a justiça. Então, da agressividade, da apatia, que eram os seus estados emocionais normais, ela passou a reflexão, a ter momentos de lucidez e discernimento que lhe eram um refrigério para a alma, para aquele tormento ao qual ela parecia indefinidamente sucumbir. Lamentavelmente, nos diz o benfeitor, ela fora negligenciada, porque para a ciência médica materialista, o paciente que apresenta um distúrbio desse nível e não consegue uma melhora efetiva conforme eles aguardam das dos medicamentos utilizados, eles simplesmente se cansam e desistem. tem. Então aqui ele faz uma citação que eu particularmente sou muito apaixonada em relação ao Dr. Felipe Pinel, esse homem ímpar, esse médico francês que se dedicou ao estudo da mente humana e que libertou os aprisionados intitulados loucos, eh, detidos nos asilos de Lebissetre para homens, Laçalpetrier e para as mulheres, dentro da universidade, do hospital de mesmo nome em Paris. onde nós temos como referência, porque foi lá que desencarnou a princesa Diana. Então, imaginem que nesse período pós-revolução francesa e no transcorrer, todos aqueles que se tornavam indesejados para os poderes políticos e da alta nobreza, eram atirados à celas
princesa Diana. Então, imaginem que nesse período pós-revolução francesa e no transcorrer, todos aqueles que se tornavam indesejados para os poderes políticos e da alta nobreza, eram atirados à celas pútridas nos subterrâneos do Lebissetre, do Salpetrier, onde não recebiam tratamento. às vezes nem o alimento, eles eram simplesmente condenados a morrer lentamente. E o Dr. Pinel resolveu investir porque com tantos recursos que a medicina alcançava e nós vemos isso na atualidade, ele tinha certeza que aquelas pessoas poderiam ser recuperadas e reintegradas à sociedade. Mas para isso ele travou uma batalha ercúlia. Ele foi contra toda a sociedade médica. Mas em 1893, quando ele, perdão, 1793, quando ele assume eh pela primeira vez o Lebissetre, eh ele estabelece uma nova era para a psiquiatria. Ele inaugura um momento ímpar para a humanidade em que as doenças mentais, conforme ele mesmo diz, são fruto do estress. a que a criatura humana se entrega para atender a todos os padrões vigentes da sociedade materialista. Ele inaugura uma era de recuperação que modificou o tratamento dos doentes, dos transtornos. Ele classificou neuroses, psicoses. E quando ele teve que ser reconhecido, alguém lhe fez uma pergunta: "Mas e se não os puderes curar, que farás com eles?" Amali. Este capítulo, só por esse trecho, ele já vale, porque ele nos fala que o medicamento eficaz para a cura de todos os males é, sem dúvida nenhuma, aquele que Jesus nos exemplificou, que é o amor. iniciado o cometimento Ester colocado próximo aos pais, Matias também sendo trazido totalmente inconscientes ainda, nós vamos perceber a dedicação, o trabalho de asepsia levada a efeito pelos benfeitores espirituais, que se assemelha a um centro cirúrgico onde todo tipo de infecção ou de infestação mental, pelas presenças de vibriões resultantes das idelastias habituais. quer dizer que nós cultivamos de forma normal e nem nos damos conta que contaminando o nosso campo mental, estamos nós contaminados, contaminamos o nosso corpo físico,
tantes das idelastias habituais. quer dizer que nós cultivamos de forma normal e nem nos damos conta que contaminando o nosso campo mental, estamos nós contaminados, contaminamos o nosso corpo físico, eh o nosso sistema imunológico se deprime com ele todo o nosso corpo. E como nós ainda não somos senhores do da espiritualidade, ainda não temos noção daquilo que nos compete, facilmente passamos a ser manipulados pelos espíritos infelizes, carregando conosco um campo mental de pessimismo, de desistência, abrigando ideiações criminosas, corruptas, viciosas e até mesmo suicidas. Então eles nos falam aqui eh de aparelhagens utilizadas, algumas se assemelhando a aquecedores terrestres, à base de resistências elétricas, que produziam especiais ondas de calor e simultaneamente lâmpadas de emissão infravermelha e ultravioleta. Olhem que interessante, nós fomos buscar. A luz infravermelha coincide com a faixa de energia necessária para fazer vibrar. Então, imagine aquele campo mental adensado, paralisado pela nossa ociosidade moral, pela zona de conforto em que nos permitimos ficar. E essa essa irradiação infravermelha entra para sacudir essas estruturas, para atritar, ou seja, movimentar os átomos uns em reação, em relação aos outros, de uma substância sem provocar uma reação. Então, muitas vezes nós nem percebemos que esse trabalho está sendo feito pelos benfeitores. Logo a seguir, a incidência ultravioleta, radiação mais energética da luz solar. Porque não podemos trocar vitalização das energias que estavam contaminadas, que estavam muitas vezes incidindo negativamente, adoentando o nosso campo psicológico e biológico. Ao mesmo tempo, delicada aparelhagem de som e imagem transmitia tudo que acontecia para fora dos muros de defesa da casa, onde muitos transeuntes eram atraídos pelo labor. e os eficazes comentários, o que nós chamamos os diálogos de de esclarecimento, a vibração do grupo. Então, voltamos novamente ao livro dos espíritos, desta vez ao capítulo 29, reuniões e
pelo labor. e os eficazes comentários, o que nós chamamos os diálogos de de esclarecimento, a vibração do grupo. Então, voltamos novamente ao livro dos espíritos, desta vez ao capítulo 29, reuniões e sociedades espíritas, item 330. Uma reunião, tô olhando o horário aqui, uma reunião perfeita seria aquela em que todos os seus membros, animados de igual amor pelo bem só trouxessem consigo espíritos bons quem nos deram, né? E ao mesmo tempo, no mesmo capítulo 29, no item 324, eles nos classificam ou nos oferecem as classificações de uma reunião espírita, as suas características e a finalidade com que elas são eh dirigidas, frívolas, experimentais ou instrutivas. Claro, obviamente esta era instrutiva, o suficiente para dar um up a caminho da recuperação moral desses espíritos tão seriamente envolvidos. Fala também de aparelhagens que pareciam lembravam os secadores de cabelo e que eram aplicados em operações de hipnose mais profunda, criando condicionamentos subliminares, né, com fixação de imagens positivas, coisa que nós, de livre espontânea vontade, no uso do nosso livrearbítrio, não temos feito conosco mesmo. Toda essa aparelhagem vai sendo descrita e ela serve para preservar aquele ambiente de incursões mentais, de espíritos desestruturados, porque como vemos nos capítulos anteriores, não era apenas Matias que se dedicava ao desforço, embora ele estivesse à frente desse esse desforço, né? Mas obviamente ele tinha os seus sequases, os associados que se alimentavam com ele, não apenas das vibrações descompensadas, dos complexos de remorço e e culpa, que trazemos de forma às vezes muito inconsciente. A Ângela domina totalmente esse assunto para nos falar como eles respingam nas nossas atitudes diárias, sem que saibamos que eles procedem de nós mesmos. E obviamente vamos ressaltar aqui do livro nas fronteiras da loucura, eh, recepção da ideia perturbadora, Manuel Filomeno de Miranda nos diz assim: "Não apenas por processo de desforço pessoal, em que os desafetos se
os ressaltar aqui do livro nas fronteiras da loucura, eh, recepção da ideia perturbadora, Manuel Filomeno de Miranda nos diz assim: "Não apenas por processo de desforço pessoal, em que os desafetos se buscam para produzirem males e cobranças injustificáveis, como por fatores de variada motivação." assimilam-se ideias e pensamentos pela simples sintonia. Então, não é só porque temos espíritos eh que procuram vingar-se de nós, que nós podemos sofrer situações como essa que a Ester vinha passando e todos os seus familiares, mas a vigilância sobre os nossos pensamentos, né? O próprio Emmanuel no livro roteiro, ele nos fala algo assim muito profundo. O homem permanece envolto em largo oceano de pensamentos, nutrindo-se de substância mental nossa e dos nossos afins e vice-versa. Então, toda essa condição de asepsia, toda essa aparelhagem que nós já tivemos a oportunidade de visualizar num salão de palestras, como se fossem grandes exaustores, eh, sugando, por assim dizer, as energias mentais dos frequentadores, mas também dos trabalhadores, porque nós ainda não Eh, caímos em si da responsabilidade que nos compete e essa responsabilidade é um convite à melhoria íntima, porque ao nos dedicarmos a estarmos melhores naquele dia, acabamos nos acostumando a ser melhores todos os dias. Então, aquela energia putrefada, contaminada, negra, como piche, era recolhida, passava por uma série de equipamentos que se assemelhavam às máquinas de hemodiálise e recebiam fluidos do mundo espiritual, da natureza. E posteriormente achei isso muito interessante, vaporizavam na câmara de passe, onde aqueles que julgavam não ter recurso nenhum, muitas vezes aspiravam de volta os fluídos abençados que os benfeitores espirituais. Nesse equipamento especialíssimo devolviam acrescido de vitalidade, de equilíbrio, para que nós, desconhecendo o processo, saiamos os mesmos para novamente repetir aquilo que Jesus nos dizia: "Vai e não tornes a pecar". Então, nós vemos aqui todo o trabalho dos benfeitores espirituais
ra que nós, desconhecendo o processo, saiamos os mesmos para novamente repetir aquilo que Jesus nos dizia: "Vai e não tornes a pecar". Então, nós vemos aqui todo o trabalho dos benfeitores espirituais para o processo de incursão ao passado, que iria dar a Matias e a a nossa querida Estter todo o o todo o carinho, todo o investimento do mundo espiritual. para que eles pudessem finalmente curar o amor que tinha adoecido no processo de desodessão para que voltasse a ser amor. Angela, gratidão, minha irmã. Delícia ouvir você até aqui, ália. E a forma como você veio descrevendo o que o benfeitor Manuel Felumeno de Miranda fez nessa parte inicial do capítulo, quando ele, você nos trouxe essa descrição eh tão leve, porque é exatamente o que nós vemos no capítulo, que o benfeitor traz toda essa ambiência, né, e nos leva a pensar nesses detalhes para que nós possamos entender a dimensão, a seriedade e a complexidade que envolve um trabalho como esse que foi realizado. É porque num olhar mais ligeiro, talvez nós pudéssemos entender que era apenas um processo de eh regressão e de memória, né? O que é muito diferente. Então, nós vemos aqui isso que você nos trouxe, né, com a sua peculiaridade, a sua doçura aí nos falando sobre essa descrição que o benfeitor nos dá. eh faz com que nós cheguemos lá no ponto em que o Dr. Bezerra de Menezes vai eh envolvido pela sua condição, né? E como o benfeitor coloca aqui, eh obedecendo a austera disciplina no exercício de tais elevados mistérios, o diretor, com harmônica emissão de voz exorou. E aí o benfeitor Manuel Filomeno de Miranda descreve essa prece que ele faz de uma forma eh tão eh profunda, porque essa é uma prece de entrega. E nós vamos ver aqui nos trechos que nós assinalamos para que nós possamos da mesma maneira que adentrar o conteúdo que nós estamos fazendo aqui do capítulo, também trazermos algumas reflexões sobre esses aspectos que ele coloca. Porque se nós pensarmos na grandeza, né, na elevação desse espírito, Dr. Bezerra de Menezes,
s estamos fazendo aqui do capítulo, também trazermos algumas reflexões sobre esses aspectos que ele coloca. Porque se nós pensarmos na grandeza, né, na elevação desse espírito, Dr. Bezerra de Menezes, ele diz, ele começa a sua prece dizendo que ali aqui estamos teus servos imperfeitos, que reconhecemos ser, tentando, tentando o ministério da caridade fraternal que nos ensinaste como exemplo da renúncia e do sacrifício. Ele aí ele segue dizendo que desinvestidos dos recursos que se fazem imprescindíveis para esses relevantes labores, não dispomos da necessária capacidade para discernir e ajuizar com segurança, atender e agir como de desejar, mas que vinculados, mais vinculados, diz ele, aos julgamentos humanos e às as humanas reações, sentimo-nos impossibilitados de tomar as medidas melhor acertadas e enunciar as palavras na condição de terapêutica santificadora. Então, a gente já vê que o benfeitor conduz todos aqueles que estão participando a olharem para essa condição de imperfeição, né? Porque se nós pensarmos isso que a Láia tão bem descreveu, essa construção mental, né, essas idelastias que nós conhecemos, que são produto do nosso pensamento, essa prece do Dr. Bezerra de Menezes já leva todos que estão ali participando a olharem para as suas condições, né, as condições precárias que estão ali, mas também trazendo mais a eh a seguir na prece dele aquilo que era a intenção que os reunia. Então ele coloca aqui queantados por esses fluídos densos, nós, né, faz do nosso raciocínio e vagarosa a nossa ação. Em consequência, convidados a ajudar, conhecer mais para socorrer melhor. E aqui ele abre espaço então para pensar no objetivo que estava ali reunindo a todos quando iriam adentrar, né, mergulhar nesse passado, que o objetivo era conhecer mais, mas para socorrer melhor. Não era nem uma atitude de curiosidade, não era nem uma atitude eh de um uma ação qualquer diferente dessa que fosse do socorro e do auxílio. Então diz ele, como crianças caprichosas que apenas desejam para agora, sem a
tude de curiosidade, não era nem uma atitude eh de um uma ação qualquer diferente dessa que fosse do socorro e do auxílio. Então diz ele, como crianças caprichosas que apenas desejam para agora, sem a responsabilidade de esperar, adiar, confiar e prosseguir inalteráveis no ar do labor. Essa é prece ainda do Dr. Bezerra. E ele diz que então, em face dessa nossa condição, nós, ele diz, recorremos à tua fonte de inexaurível bondade, suplicando inspiração, socorro e iluminação. E ele coloca a seguir: "Não nos encontramos aqui na posição de espíritos felizes ou mensageiros da verdade, que sabemos não sê-lo, mas na condição de irmãos igualmente necessitados, que na dor alheia identificamos a própria dor e na limitação imposta pela ignorância no próximo, descobrimos em nós as ausências de luz e sabedoria. E aqui então ele vai eh ao ao concluir essa prece, ele diz que há, entretanto, se dirigindo ao mestre, há todavia, diz ele amorável amigo, o desejo sadi de lenir as ulcerações que nos são apresentadas, oferecer a tua claridade aos que tropeçam nas sombras e doar as mãos ao trabalho para nos transformarmos em sireneus junto aos que desfalecem sob o peso da cruz que se impuseram por leviandade e loucura, teimando em desconhecer tuas santas lições. Essa prece que o benfeitor faz inaugura o segundo momento que nós temos aqui no capítulo, que é exatamente quando aqueles enfermeiros, aqueles médiuns ali reunidos passam a agir. Então, a partir de toda essa essa aparelhagem que a Eulalia descreveu, que está aqui no capítulo, o benfeitor, o eh Dr. Bezerra vai falar sobre qual é o objetivo de estarem ali reunidos. Então ele diz que naquele momento estão ali para estudar com maior profundidade o os o problema Ester Matias, nossos irmãos em prova libertadora. Então diz ele que vai remeter aqui aqueles que estão presentes aquilo que fora ouvido no capítulo anterior, né? Quando Matias se apresenta e discorre, descreve lá naquele encontro o por houvera se vinculado a Ester, né? Então,
ter aqui aqueles que estão presentes aquilo que fora ouvido no capítulo anterior, né? Quando Matias se apresenta e discorre, descreve lá naquele encontro o por houvera se vinculado a Ester, né? Então, o vínculo que ele descreve como sendo eh o coronel Santa Maria, aquele que houver esquecido a promessa que eh tinha feito naquele momento em que ele pediu socorro à mãe e à irmã. E aqui o benfeitor eh Dr. Bezerra descreve que conforme ouviam então o nosso Matias sentindo-se desconsiderado pelo genitor da paciente e atribuindo-se direitos de desforço que realmente não pode exercer, ainda mais em considerando que a pseudofensa de que se diz vítima, na qual ele incluiu a mãezinha e a irmã, em verdade era improcedente. Então, Dor Bezerra diz, ouvindo ele, dá-nos a ideia de que se fossem legítimas as acusações, resgatava a filha o débito do pai. Então aqui novamente Dr. Bezerra coloca essa essa colocação de que a postura ali de rememorar o passado não se não fundava naquilo que houvera sido proposto. E vamos lembrar que na conversa entre Matias, né, e aquilo que ele coloca, trazendo à luz aquilo que uma aguara, eh, o coronel Santa Maria então se coloca disponível a auxiliar, auxiliar a mãe, auxiliar a filha. Então, diz Dr. Bezerra que se essa pseudofensa fosse de fato levada em consideração, daria uma falsa ideia de que a filha estaria pagando por um equívoco do pai. E daí ele disse: "Caso isso ocorresse, defrontaríamos um grave acontecimento a depor contra a justeza das leis do equilíbrio e a segura insuspeitação da justiça divina nas ocorrências e engrenagens da vida". Então ele já e já aponta ali e diz: "Não se trata desta colocação, não se trata da de apenas aquilo que houvera sido uma mágoa para Matias". E ele diz que no processo que interliga esses destinos naquela rua de peleja, compete-nos então aprofundar a pesquisa a fim de localizar a participação de Ester no entrincado da sementeira de ódio que ha frutifica em dor acerca. E aqui começa essa esse envolvimento daqueles auxiliares,
nos então aprofundar a pesquisa a fim de localizar a participação de Ester no entrincado da sementeira de ódio que ha frutifica em dor acerca. E aqui começa essa esse envolvimento daqueles auxiliares, daqueles enfermeiros, daqueles médiuns, fazendo com que esses espíritos Estter, Matias, sejam levados a recordar experiências. Então, quando eles são despertados, e aqui o benfeitor Manuel Fel Miranda vai descrevendo toda a sucessão eh de orientações que recebem então comandos que são dados para que se apliquem passes. Inicialmente Estter, Matias, para Matias, Estter, para que eles possam tomar contato com o que está acontecendo ali. Nós vemos que o médium Joel ali naquele momento tendo estando assistido também ao lado de eh assistindo também Estter, ele vai envolvendoa em fluidos, ele vai inspirando-a e naquele momento ela eh desperta. E naquele momento então eh quando ela desperta, ela vê que está na presença dos pais, né? E aí então ela toma ali a postura da filha que eh que recorre ao pai e o coronel Santa Maria busca o olhar no Dr. Bezerra, né, num tentativa de saber o que ele deveria fazer. E o Dr. Bezerra então consente com leve sorriso para que ele se dirigisse à filha. E ele então inspirado por Dr. Bezerra, isso Manuel Flumeno de Miranda vai falar que só depois ele percebe que o que o pai fala para a filha vinha da inspiração do Dr. Bezerra de Menezes. E ele diz: "Confia em Deus, filhinha, que as dores de hoje pronunciam a liberdade de amanhã, da mesma forma que essas lágrimas retratam a a prisão que erguemos no passado e nos empareda nos dias atuais". E aí a filha então diz: "Mas estou louca, papai, né, retrucando". E o pai logo lhe diz: "Loucos estamos, loucos nos encontramos." Respondeu com a paciência: "Quando ferimos e fazemos o mal". Essa é a resposta que o pai dá a filha naquele momento. Quando, porém, sofremos de uma ou outra forma, nos encontramos liberando da alucinação. O desequilíbrio da mente é transitório, mas o da alma é de demorado curso. Então
pai dá a filha naquele momento. Quando, porém, sofremos de uma ou outra forma, nos encontramos liberando da alucinação. O desequilíbrio da mente é transitório, mas o da alma é de demorado curso. Então ali, eh, o Manuel Filomeno de Miranda diz que inspirado por Dr. Bezerra, então ele se dá conta de da de que aquilo houvera sido colocado, falado pelo pai, mas pela inspiração do Dr. Bezerra, porque tudo deveria transcorrer sob cuidadoso controle. Então, se nós pensamos toda a descrição que que a Lália nos fez até agora, todo esse cuidado para que a reunião fosse sendo conduzida para esse essa culminância que nós vamos ver do recordar. Então, imaginemos eh que uma ação ou que qualquer ação ali não estava descuidada, né? Então, imaginemos o porque o benfeitor interfere naquilo que o pai falaria para a filha, porque aquilo fazia parte do cuidado também. Então, Matias, desperto, ajudado então pelo irmão Ângelo, ele não eh dominou eh dominado por aquela surpresa. Ele disse e pergunta de novo, novamente eu me encontro encarcerado nesse círculo e ele diz: "Mas nós não deliberamos já aguardar os resultados da tentativa de reabilitação do capitão? Então, por que que eu devo eh eh enfrentá-lo outra vez?" E ele corre o olhar naquele grupo, naquele momento. E ali então vê Estter e Brada. O que ela faz aqui já é encolerizado, né? Então a jovem ante aquele verdugo também estremece e começou a gritar modificando-se-lhe o aspecto. Então nesse momento, o benfeitor descreve aqui que aquela serenidade que ela apresentava até o momento, adquirindo, readquirindo uma certa lucidez na conversa com o pai, foi rapidamente substituída pelo pavor, né? e a tranquilidade que ela tinha na face pela máscara do horror. Então aqui nós vemos a configuração eh perespiritual dando segmento já esse mergulho, a essa incursão na memória, essa incursão no passado. E aí como que esperasse por aquele acontecimento? O diretor Dr. Bezerra prosseguiu sereno e concentrado. Então, embora ester seguramente controlada pela mente, pelas vibrações
ssa incursão no passado. E aí como que esperasse por aquele acontecimento? O diretor Dr. Bezerra prosseguiu sereno e concentrado. Então, embora ester seguramente controlada pela mente, pelas vibrações do irmão Neuquíades, ela se ergueu pela primeira vez, revelando-se agressiva. Então, ali diz, eh, narra o benfeitor que ela se aproxima de Matias na alucinação em que a surpreendera. E agora Colérica diz: "Odeio-te". Sim, odeio-te. Ou seja, o ódio aqui toma aquele contorno, a forma e ela retoma uma posição anterior. E o irmão Ângelo, então tem o cuidado, bastante cuidadoso, pôs-se a trabalhar no na série do centro cerebral de Matias agora nesse momento, fazendo recuperar no tempo, recordar-se e também adentrar-se pelo passado. E aí ele diz: "Lembro-me agora, infame, traidor, objurgou a enferma. Traíste-me e pagaste. Assim mesmo, não te perdoei. Não se despreza uma mulher apaixonada que possui dinheiro e posição. E aí então Est naquele momento, ao falar isso, faz com que Matias naturalmente se conscientize daquelas, daqueles diatribes e recorde também revida. Bem o sabia infeliz. odiava teu pai, mas sentia prazer em perseguir-te. Tudo está claro agora. E ela diz, então, que ela não tinha pai, que ele sabia que ela não tinha pai, mas Matias ia revidar, porém eh, sob a direção mental do instrutor, respondeu: "Como eu não comprei isso antes? É ele? É ele sim, o infame. Olha-o diretamente, procura recordar. Mudou de aparência, no entanto, é o teu mísero amante, o odiento executor das tuas malfadadas ordens. Qual o pior dos dois? O mandante ou o atuante? E aí então segue-se esse diálogo que é riquíssimo, porque nessas lembranças todo o ódigo, todo o vigor daquele ódio que estava lá impresso nesses inconscientes vem à tona. E ela diz: "Irei desforrar-me", diz, diz Matias, "airerei desforrar-me. Nada de negociatas". Eu o antipatizava mesmo antes e não sabia por se referindo ao pai de Ester. Então agora ele entende que aquela antipatia não estava apenas ligada ao episódio do capitão que não
e. Nada de negociatas". Eu o antipatizava mesmo antes e não sabia por se referindo ao pai de Ester. Então agora ele entende que aquela antipatia não estava apenas ligada ao episódio do capitão que não houvera cumprido a promessa de auxiliar a sua mãe e a sua irmã. Então diz ela: "Sou eu quem vai vingar estertorou. Exploraste minha madureza. Roubaste-me deixando o abandono, a fim de ires viver com outra. Nunca te permitiria. Mandei matar-te e o faria outra vez, porquanto o meu ódio continua virgem. Tu estás sob o meu comando e eu irei matar-te. E aqui nesse momento, a diz o descreve Manuel Felo de Miranda que a surpresa de Estter defrontando Matias causou-lhe um choque que lhe liberou as lembranças guardadas no inconsciente, impelindo-a a reviver as atitudes inditosas dos dias agitados da última encarnação na Terra. E então diz ele, podíamos ajuizar agora com firmeza que a jovem débil e insana, inspiradora de compaixão, a padecer por um erro que o atual genitor houvera cometido, sofria necessariamente com justiça. Entre mentes, encontrávamos nela mesma as matrizes propiciatórias, as ligações para o reajuste pelas trilhas da obsessão. E aí ele diz que essas tomadas por onde vertiam e se renovavam essas ondas de ódio não aplacado é o que facultavam os plugues da raiva de Matias, que se conectavam com vigor e em perfeita sincronia com a antiga sicari. E aí segue o benfeitor dizendo que as mãos fortes da lei alcançavam os infratores e os colocavam no cadinho da dor. E aí mais adiante atua também o benfeitor, atua também Dr. eh Bezerra de Menezes inspirando o médium Joel a aproximar-se. E aqui nós vemos uma série, é uma riqueza muito grande. Esses diálogos são muito ricos, porque se trata exatamente, é como se nós tivéssemos imaginando aqui uma intervenção terapêutica primorosa feita por por aquele que coordenava pelo diretor do trabalho um psicoterapeuta excelente que utilizando todos esses recursos que ele tinha, auxiliado por aqueles que estavam ali naquela equipe, aqueles médiuns, propiciava adentrar
enava pelo diretor do trabalho um psicoterapeuta excelente que utilizando todos esses recursos que ele tinha, auxiliado por aqueles que estavam ali naquela equipe, aqueles médiuns, propiciava adentrar nesses núcleos que estavam no esquecimento do passado. Porque aqui nós temos que lembrar que lá em eh o livro dos espíritos, nós temos um capítulo dedicado ao esquecimento do passado e qual é a importância. Então, se nós observarmos que esse trabalho todo foi feito, todo esse cuidado que foi realizado pelo Dr. Bezerra de Menezes e por todos aqueles envolvidos já fazia parte de um longo processo, desde quando os pais de Ester, inicialmente era condição daqueles que só identificavam nela a doença mental. Então, nós podemos pensar que ali se saiu de um patamar em que a doença mental era entendida apenas como algo sem muita significação, apenas uma espécie de eh determinismo de uma eh de um capricho da hereditariedade, por exemplo, dos gens e de qualquer coisa que o valha naquela concepção materialista, depois passa para uma nova concepção, quando eles estão levados a conhecerem os princípios da doutrina espírita. E agora para um terceiro nível em que eles passam a entender que o adoecimento mental a que a filha estava eh situada se dava como consequência das ações do uso do livre arbítrio. É o que leva o benfeitor eh iniciar o capítulo, sempre se referindo a que a que a que ele deolha trouxe inicialmente quando ele vai falar sobre a questão do livre arbítrio, né? Então ele inicia falando sobre isso, porque todo esse desenrolar, toda essa, toda essa cena se dá exatamente porque no uso do livre arbítrio, num determinado momento, esses espíritos comprometeram-se com as leis divinas e aí geraram como o recurso da própria lei, que é isso que a nossa doutrina, é que isso que a doutrina espírita de forma tão maravilhosa nos traz, que a própria lei divina tem os seus recursos, que não se trata de punição, que não se trata de castigo, né? que as leis divinas, uma vez que tem a finalidade de nos eh conduzir à
aravilhosa nos traz, que a própria lei divina tem os seus recursos, que não se trata de punição, que não se trata de castigo, né? que as leis divinas, uma vez que tem a finalidade de nos eh conduzir à plenitude, elas têm os próprios mecanismos de correção. Então aqui nós vemos que esses espíritos todos e e mais adiante vai entrar também a figura do coronel Santa Maria como participante também desse desse fato. É onde o benfeitor termina. Quando ele induz também o mentor se aproxima, aplica-lhe recursos magnéticos e propõe amoroso: "Recorde, meu filho, quando encontramos Jesus verdadeiramente descobrimos a vida. Recorde!" A fim de encontrar-se com a consciência e purificá-la no presente. Voltemos à cidade de Braga. Recuemos os últimos dias do século XVI, as notícias da Revolução Francesa, Braga, a cidade reduto da fé, a nobre cidade dos braganças, originários da antiga fortaleza dos Guimarães. Recorde. E ao final, então, aquela face, em face daquela é sugestão no processo regressivo da memória, há uma transfiguração que vai acontecendo no genitor da obsessa, que vai modificando a sua aparência também. E termina então o capítulo com a frase dita por este que recobrava a memória, o pai de Ester, mas recobrando a memória deste período que é citado aqui e diz ele: "Braga, eterno santuário de Portugal, berço de cavaleiros, santos e nobres, louvada sejas". E assim ele finaliza aqui esse capítulo. E é quando nós vamos ver, por isso esse capítulo ele é riquíssimo, porque ele vai, é como se nós estivéssemos diante de um grande quebra-cabeças, né, Laia? eh que vai fazendo essa junção de peças. E quando cada capítulo que nós adentramos e que essas peças eh se conectam, nós vamos vendo a grandiosidade que está envolvida aqui. Então nós pensamos que esses espíritos num determinado momento foram os causadores do escândalo, ou seja, aqueles que afrontaram as leis divinas. E a misericórdia divina, como não produz escândalo, mas na descrição, né, no silêncio que opera nas leis do amor, traz esses espíritos para junto de
o, ou seja, aqueles que afrontaram as leis divinas. E a misericórdia divina, como não produz escândalo, mas na descrição, né, no silêncio que opera nas leis do amor, traz esses espíritos para junto de uma família, para junto de uma convivência social, em que eles possem se reharmonizar com as leis. Então, nós vemos quanto a misericórdia divina aqui atua, não é? Aolália. Então, Ângela, você tava falando, eu fui viajando contigo, né? Fui viajando e aí eu me recordei que eu tô aqui preparando uma palestra e eu achei uma mensagem sobre Bezerra de Menezes que coroa tudo que aconteceu neste capítulo. Primeiro eu vou ao próprio capítulo quando diz assim: "Não são os espíritos operosos anjos detentores do conhecimento total e da total sabedoria. evoluem adquirindo experiências que constituem conquistas que se incorporam ao patrimônio de que são detentores. patrimônio que o Bezerra de Menezes tinha em alto lastro, que fez com que ele pudesse, porque é bom que a gente recorde isso, que esse trabalho de incursão ao passado não está acessível para qualquer um de nós. Porque a Gênese, no capítulo 14, os fluidos, item 45, abordando obsessões e possessões, resume tudo. diz assim: "É preciso ter o direito de falar com autoridade e esta autoridade não é dada senão a superioridade moral que ele tem de sobra. Mas como nós estamos falando de reunião mediúnica, se você nos permitir, retiramos um uma lição do livro Momentos de Ouro, né, de psicografia de Chico Xavier por espíritos diversos. a lição a diferença por irmão X e fala de uma reunião mediúnica que chegava ao final e através de um médium Bezerra retinha a palavra. Ele distribuía consolações quando um companheiro encarnado alvejou com azedume. Bezerra, não concordo com tanta máscara no ambiente espírita. Estou cansado de tartufismo. Falo contra mim mesmo. Eu posso acaso dizer que sou espírita cristão? Vejo-me fustigado por egoísmo intolerância, avareza e ciúme. Cometo desatenções e disparates. Reconheço-me frequentemente caído em
Falo contra mim mesmo. Eu posso acaso dizer que sou espírita cristão? Vejo-me fustigado por egoísmo intolerância, avareza e ciúme. Cometo desatenções e disparates. Reconheço-me frequentemente caído em maledicência e cobiça. Ainda não vencia a desconfiança, nem a propensão para ressentir-me. Quando menos espero, chafurdo-me nos erros da vaidade e do orgulho. voluntariamente articula ofensas contra o próximo. A ambição mora comigo e, por isso agrido os meus semelhantes com toda a força da minha brutalidade. A crítica, o despeito, a maldade e a imperfeição me seguem constantemente. Posso declarar-me espírita com tantos defeitos? O venerável orientador espiritual respondeu sereno: "Eu também, meu amigo, ainda estou em meio de todas essas mazelas e sou espírita cristão. Como assim?" revidou o consulente agitado. "Perfeitamente", concluiu Bezerra sem alterar-se. "Todas essas qualidades negativas ainda me acompanham. Só existe, porém, um ponto, meu caro, que não posso esquecer, é que antes de ser espírita cristão, eu fazia força para correr atrás de todas elas. E agora que sou espírita cristão, faço força para fugir delas todas. E sorrindo, acrescentou. Como vê, há muita diferença. Achei excepcional. Essa essa é uma passagem belíssima, né, Lália? porque ela é tão impactante, ela fala exatamente da nossa realidade e sempre o Dr. bezerra, né, com essa com essa sua capacidade ímpar de de falar tanto, né, porque esse exemplo é isso. Quer dizer, ainda estamos às voltas com todas essas mazelas, mas há uma diferença entre nos chafurdarmos nelas, né, nos voltarmos e nos alimentarmos delas ou nós estarmos já fazendo esforço para fugirmos delas, saírmos, né? E e eu gostaria também, de trazer uma fala do Dr. Bezerra. Hoje nós vamos encerrar o nosso estudo falando dele, Lália, eh uma uma frase do Dr. Bezerra que está nesta obra Conectando Ciência, saúde e espiritualidade, que abre, inaugura a obra. uma frase belíssima, porque quando nós vemos toda essa caminhada que houve, né, de Ester,
ase do Dr. Bezerra que está nesta obra Conectando Ciência, saúde e espiritualidade, que abre, inaugura a obra. uma frase belíssima, porque quando nós vemos toda essa caminhada que houve, né, de Ester, então transitando inicialmente pela ideia da loucura como doença mental, os pais extremamente materialistas, depois sendo levados a pensar em algo mais e agora culminando nesse nessa retomada de das vidas passadas, Dr. Dezerra, tem uma frase que diz o seguinte: "A ciência nadará em um oceano de incertezas, enquanto não distinguir as causas físicas das morais para poder aplicar às doenças os meios corretivos". linda frase que nós entendemos que que é exatamente o que nós vemos nesse capítulo, a terapêutica adequada sendo utilizada para a causa adequada, que não era apenas algo da esfera da matéria. Então, a Eliana Angela, Eliana Prugner tá pedindo aqui para repetir o capítulo do livro dessa mensagem. O livro é Momentos de Ouro. A mensagem é a Diferença pelo irmão X. Que ótimo. Assim, Lalia, acredito que encerramos, né, esse capítulo. Certamente eh, nós poderemos ficar aqui com os amigos, compartilhando mais muitas ideias, mas fica o convite para que mergulhem, né? Mergulhem nesse capítulo, retirem daqui essa essa essa seiva que aqui está. E são todas orientações profundas para todos nós, né? Que vamos colhendo uma gotinha de cada vez para que possamos nos fortalecer. Deixo as últimas palavras com você, querida Eulália. As palavras são: gratidão por eh bebernos de uma fonte inesgotável. através dos livros de Manuel Filomeno de Miranda, sobre a orientação de Bezerra de Menezes, que nos pede atendermos Jesus, amar, porque o amor cura todas as feridas. Gratidão, Ângela. Gratidão a todos e aos nossos coordenadores amigos. Abraço. Verdade, Olá, que deixamos um abraço a todos que nos acompanham semanalmente, que estão conosco. Eh, convidamos para que na próxima semana estejam aqui, porque vamos dar seguimento aí o capítulo 21, que vem também recheado de muitas descobertas aqui para todos nós. Então, obrigada,
estão conosco. Eh, convidamos para que na próxima semana estejam aqui, porque vamos dar seguimento aí o capítulo 21, que vem também recheado de muitas descobertas aqui para todos nós. Então, obrigada, Eulália. Foi uma honra dividir contigo esse estudo e nos vemos logo mais nos próximos capítulos. Um grande abraço a todos. Até lá. เ
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