Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E28 – Cap. 14: Nefasta planificação desarticulada – parte 2

Mansão do Caminho 15/02/2026 (há 1 mês) 1:00:09 972 visualizações

Na segunda parte do Capítulo 14 de Loucura e Obsessão, o Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert aprofunda a análise das estratégias obsessivas e demonstra como toda planificação baseada no mal tende a se enfraquecer diante da força do bem, da vigilância consciente e da intervenção da espiritualidade superior. O estudo evidencia que a sustentação do equilíbrio depende do esforço moral contínuo, da disciplina do pensamento e da fidelidade aos princípios cristãos. 📖 Obra: Loucura e Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda / psicografia de Divaldo Franco 👥 Host: Ângela Matté Dutra da Silva 🔎 Aprofundamentos: Eulália Bueno e Vitor Silvestre 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessao #EstudoDaObra #ObsessaoEspiritual #ManoelPhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #Espiritismo #GrupoDeEstudosSuelyCaldasSchubert #MansaoDoCaminho #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, muito boa noite, estimados amigos, amigas que nos acompanham semanalmente nos nossos estudos das obras do Benfeitor Manuel Filomeno de Miranda. É uma alegria renovada nós estarmos aqui nessa oportunidade para avançarmos no nosso estudo. Hoje aqui, tendo a grata satisfação de dividirmos aqui a tarefa com os nossos queridos Vittor e Oláia, que serão responsáveis por conduzir a segunda parte do nosso estudo do capítulo 14, que nós tivemos na semana passada a primeira parte com resumo e os primeiros aprofundamentos. E hoje nós teremos então Eulha e Vítor que darão sequência. >> Então, para que nós possamos nos preparar para esse momento, vamos convidá-los a nos vincularmos pelo pensamento em prece, buscando encontrar o ambiente íntimo da casa mental mais organizada para que esta hora seja de proveito e que aquilo que nós nesta ocasião teremos contato no estudo desta obra possa nos envolver os pensamentos nos auxiliando no nosso crescimento pessoal, no desenvolvimento das nossas potências da alma. e também na superação de tudo aquilo que nos retém a marcha evolutiva. Sim, agradecidos pelos benfeitores que tutelam e respondem pela coordenação deste trabalho. A nossa querida Sueli, Manuel Filomeno de Miranda, nosso querido Divaldo, por quem chegou esta obra. Nós assim nos vinculamos e iniciamos o estudo de hoje. Que assim seja. Então, como falamos hoje vamos dar sequência ao capítulo 14º, que é intitulado Nefasta Planificação Desarticulada, então, do livro Loucura e Obsessão. Iniciaremos hoje o nosso estudo com o nosso Víor, que iniciará as reflexões. Seja bem-vindo, Víor. >> Muito obrigado, Ângela. Meu boa noite a nossa Eulália, a todos aqueles que estão nos assistindo neste momento, que a gente possa usufruir desse tempo para conversar algo a respeito desses processos desobsessivos que Manuel Filomeno de Miranda traz com muita propriedade para que a gente possa ter uma apreensão melhor e maior. do que se passa nessa vinculação entre mundo espiritual e mundo físico.

desobsessivos que Manuel Filomeno de Miranda traz com muita propriedade para que a gente possa ter uma apreensão melhor e maior. do que se passa nessa vinculação entre mundo espiritual e mundo físico. Eh, realmente, nesse capítulo, na segunda parte do capítulo de hoje, cujo título é nefasta planificação desarticulada, dá para se perceber, né, que há uma, se foi desarticulada, é porque houve uma intervenção de benfeitores espirituais. amparando, no caso aqui o o nosso jovem Lício, né, eh, que estava num conflito obsessivo. E esse caso vai servir como ilustração para que a gente analise, aprenda como se processa a intervenção dos benfeitores espirituais em processos quitais, né? O o caso de Lisso falou uma rememoração bastante suscinta. Era um é um jovem que se encontra sobre uma influência obsessiva através de pensamentos impulsos confusos que levavam esse rapaz uma dubiedade de comportamento em função eh que a sua psicologia ela tinha, ela diferia. da sua fisiologia, ou seja, que as suas aspirações pessoais eh entravam em conflito com a sua forma física, né? E isso hoje em dia tá muito eh noticiado. Isso aí já passa a ser naquela época do livro, né? era um pouco mais difícil, mas hoje em dia se percebe essa questão sendo discutida de uma forma mais ampla a psicologia trabalhando, né? é muito interessante. E os benfeitores espirituais eh percebem que para interferir nesse processo eh não seria uma interferência direta, porque senão, eh, estaria, no caso, os benfeitores estariam eh afrontando o livre arbítrio dele. Então eles optaram, segundo o próprio Manel Filomeno fala, uma abordagem mais sutil e calmante. E nesse caso eu vou lembrar que quando o Lício estava com determinada situação vivencial em que ele sem saber o que fazer eh e é levado para essa essa casa de uma atriz africana, né, afro, eh, em termos de religiosidade, ele começa a ser atendido. E Dr. Bezerra estava presente quando a emerenciana eh começa a conversar com ele. Eh, antes e de conversar com ele, ela percebe que

né, afro, eh, em termos de religiosidade, ele começa a ser atendido. E Dr. Bezerra estava presente quando a emerenciana eh começa a conversar com ele. Eh, antes e de conversar com ele, ela percebe que ele encarnado, né, ainda na na vigília estava com esses pensamentos. E o Dr. Bezerra aí que entra, provoca eh um umas energias relaxantes e com isso ele é eh sofre um pouco aquela madorra, né? E e aquele sono vai chegando e com isso elecio se desdobra e permite que a emerenciana possa falar diretamente com ele, né? E a emerenciana vai falar a respeito que ele tem a necessidade de abrir eh espaços mentais para que ele possa receber orientações superiores. Por quê? O foco tava no problema dele. Então, enquanto a mente dele não se aquiietasse, ou seja, enquanto ele não se aquiietasse colocando a sua problemática como e essencial, como única, não haveria espaços mentais para que qualquer orientação superior, qualquer auxílio ele pudesse captar. Então, durante esse sono, a emergenciana fala para ele dessa clareza que ele precisa ter, né? Porque eh e ela chega a narrar para ele que os planos que os obsessores eh impõem a ele estão impelindo eh eh ou proporcionando uma dificuldade nessa vinculação espírito eh com o lio, né? ou seja, os benfeitores com liço, mas principalmente eh, que os obsessores estão vinculando o tio dele, que é o Nicomedes, a reviver determinadas situações de um passado e que mesmo na atual encarnação eles já tiveram umas vinculações, né, eh, de caráter homoafetivo, o tio e Ulício. E isso tava fazendo mal para o Lício, porque o tio voltava sempre com essa estrutura mental de reunir eh a, vamos dizer, a sua vinculação afetiva ao Lício de maneira mais duradora, propondo inclusive abandonar a família, né? Muito bem. Então, nessa indução, o plano também traz a questão de levar o pai, né, levar o pai de licio a entrar no circuito. Mas de que forma? Porque o Nicomedes, o tio de Lício, estava eh induzindo o Lício a dar uma volta de automóvel numa determinada avenida do

e levar o pai, né, levar o pai de licio a entrar no circuito. Mas de que forma? Porque o Nicomedes, o tio de Lício, estava eh induzindo o Lício a dar uma volta de automóvel numa determinada avenida do Rio de Janeiro, mas a proposta era que o licio fosse levado eh em casas, né, vamos dizer assim, de encontros eh venais, fortuitos na área do sexo. depravado, né? Então, e que o pai também, pai do Lício, seria envolvido porque ele ia segui-los. E quando chegasse e ele visse, ele pai, visse o Lício e o tio numa situação eh desconfortável, isso poderia engendrar eh uma ira, uma revolta, algo que eh descambasse para uma violência eh não prevista. Em suma, era isso, era levar o Lício e e o Unicomedes e o tio a uma situação vatória que pudesse talvez levar até a um processo desencarnatório de alguém, né? Então esse era o plano, o plano do obsessor, né, que estava atuando, que não era só um obsessor, né, tinha muitos, mas tinha um particularmente que era vinculado ao Lício e ao Unicomedes e que isso depois vai ser visto nos capítulos, né, a gente não pode falar porque senão eh fica difícil, mas isso vai ocorrer alguma coisa, né? Então, para esse tipo de atendimento que necessita os espaços mentais que o Lício teria que eh trabalhar, eu coloco aqui outros exemplos de influências espirituais que os benfeitores fizeram ao longo desse capítulo 14, né? Por exemplo, um dos tipos de influência que foram utilizad, o primeiro nós já falamos, é o sono terapêutico. Ele é usado, né, de acalmar a mente, abrir espaços, retirar a criatura da área eh da vigilância eh eh encarnada e ele encontrar diretamente com a emerenciana. E quando ele assim e ele encontra emerenciana, a emerenciana tá escrito até aqui, ó. Emerenciana se acercou dele e falou-lhe enérgica: "Reja, meu filho, o que não é correto tem que ser evitado. Preencha o espaço mental com outras ideias. Você pediu auxílio e aqui estamos." Ou seja, não tem jeito do liço não ter ouvido isso, não ter compreendido. Mesmo quando ele retorna, essa ideia é preenchida

encha o espaço mental com outras ideias. Você pediu auxílio e aqui estamos." Ou seja, não tem jeito do liço não ter ouvido isso, não ter compreendido. Mesmo quando ele retorna, essa ideia é preenchida dentro dele como uma matriz subliminar para quando qualquer ocorrência menos agradável acontecesse, ele devesse ou deveria preencher esse espaço mental com outras ideias, né? e ele teria que reagir. Daí, eh, essa maneira incisiva que a Merenciana se dirige a ele. Na outra outra oportunidade, essa aí é mais era mais assim pesada no sentido de que estaria de fato quase ocorrendo. É quando o tio, o Nicomedes, de maneira sorrateira, entra no quarto do lício que estava dormindo. E a proposta do tio era oscular, ou seja, beijar o sobrinho. Nesse momento, emerenciana ordenou: "Lício, acorde como se fosse assim algo eh e ele abre os olhos". Então, olha só, foi uma influência, não foi sutil, não, foi direta no campo mental dele. E ele acorda, ele acorda e aí leva um susto porque o tio tava ali na frente dele, né? Então ele ia abrir a alma sofrida dele em relação à insistência do tio. Ele tava querendo falar que não ele não podia viver mais daquele jeito porque tinha toda uma família, ele não se sentia bem. Aquela experiências iniciais já ocorreram ao longo do tempo, mas que ele não se sentia mais confortável, né? Então, quando ele ia abrir essa essa verbalização do pensamento dele e eh a mentora, no caso emerenciana, lhe tocou o centro cerebral para que ele recordasse do sonho e disse-lhe: "Liberte-se, meu filho, agora, mais uma vez, observando aí que essa influência não foi nada sutil, eh, ela teve que tocar o centro cerebral dele para que ele cortasse aquela vinculação, né, e que ela ele pudesse reagir. em outro momento, quando Lício eh ouvindo as ponderações do pai, porque o pai ficou achando uma coisa interessante, como é que o tio entra no quarto do sobrinho e o o pai do Lis foi atrás para ver quando ele ia entrar no quarto, o tio abre a porta do quarto, ele sai e ele fica assim, mas que que

coisa interessante, como é que o tio entra no quarto do sobrinho e o o pai do Lis foi atrás para ver quando ele ia entrar no quarto, o tio abre a porta do quarto, ele sai e ele fica assim, mas que que ele foi fazer lá? E o tio, o pai vai conversar com o Lício. Quando o Lício ia responder a irmã emerenciana, ela eh quase o incorporou, segundo tá escrito aqui pelo Manuel Filomeno Levo, eh, quase o incorporou para que ele não dissesse aquilo para o pai, porque o pai não, talvez não compreenderia, né? Então, quando fala quase o incorporou, é que não houve também sutileza nenhuma. Ela entrou, eh, e dá até a impressão que ela, eh, eh, ela não deixou que ele falasse como se alguém, algum de nós percebêssemos que ela estaria afrontando o livre arbítrio dele, mas ela quase o incorpora, dizendo: "Não, não, não falo em nada, né?" né? Mas por último, eu vou ficar com o benfeitor, eh, eh, dizer de Menezes, que depois de tudo que aconteceu, ele vai falar assim: "Vamos segui-los". Porque eles estavam já indo a caminho dessa casa de, né, de situações vechatórias na questão do sexo depravado, né? Então, o bezerro de Mendes, vamos segui-los e vamos acompanhá-los com os objetivos superiores, prontos para impedir qualquer disparate de consequências imprevisíveis. Aqui Bezerra também não foi nada sutil, tudo enfático, né? Então a gente percebe que ao longo desse capítulo essa essa planificação, né? Eh, ela foi desmembrada, foi está sendo desarticulada, mas em função disso, não em função das propostas do lio, de mudar de de panorama mental, não é por causa da interferência, eu diria até muito enfática, muito efusiva, no sentido de que eles não abriram oportunidade nenhuma, né? Então, a gente pode observar que existe uma rede de proteção e amparo por parte dos benfeitores espirituais junto a todos nós encarnados. Ninguém está desamparado. Então, quando a gente acredita, quando a gente confia nessa rede de proteção e que nos acolhe, nos influencia de maneira positiva, isso dá para nós assim

odos nós encarnados. Ninguém está desamparado. Então, quando a gente acredita, quando a gente confia nessa rede de proteção e que nos acolhe, nos influencia de maneira positiva, isso dá para nós assim uma leveza de que determinadas situações que acontecem conosco, elas se acontecem acontecem minimizadas, acontecem com amparo dos benfeitores, né? Então, ninguém está desamparado, ninguém, né? Então, por isso é que eu vou tentar abordar agora com vocês a questão da influência dos espíritos em nossas vidas, né? Porque essa contraparte aí do mundo espiritual eh penetrando eh no mundo material e vice-versa, há uma interpenetração nisso. Então, em que ambos os mundos influenciam-se reciprocamente, a gente pode perceber que essa influência não ocorre por imposição. Um espírito impõe o que quer, mas essa influenciação é por uma sintonia, por um tipo de afinidade, seja ela moral ou mental, para que haja conexão, para que haja um link. Se você não tiver algo definido de um lado ou de outro, não haverá link, não haverá influenciação. E por isso que aquela famosa questão 459 do livro dos espíritos, né, influenciam os espíritos em nossos pensamentos em nossos atos? Muito mais do que imaginais. frequentemente são eles que vos dirigem para alguém apressado. Poder, mas se são eles que nos dirigem, então o nosso livre arbítrio não serve para nada. Mas e essa dirigibilidade ela é em função eh essa influência em função da sintonia, porque quem não tem algo a ver com o outro não tem processo de sintonia. Mas a influência existe de qualquer maneira, não há perda de livre arbítrio, porque nós temos as matrizes e o outro também tem as matrizes, o o que nos influencia em nós, os influenciados, mas a decisão final é nossa, porque não é porque eles nos dirigem, no caso de influência que a gente aceita. A gente só vai aceitar se a gente tiver na mesma vibração, mesma faixa, né, de interesse daquele que eh permuta conosco os pensamentos, né? Então, o que que é? Nós emitimos pensamentos, atraímos espíritos em sintonia com eles,

a gente tiver na mesma vibração, mesma faixa, né, de interesse daquele que eh permuta conosco os pensamentos, né? Então, o que que é? Nós emitimos pensamentos, atraímos espíritos em sintonia com eles, com esses pensamentos e recebemos sugestões, instruções e impressões. Esse é o intercâmbio natural entre encarnados e desencarnados, né? E que nós somos seres pensantes, então emitimos. Então, se emitimos, a gente atrai e se há sintonia, a gente recebe naturalmente via pensamento, essas sugestões, essas impressões e essas intuições. Agora, como como que acontece essa influência? É pelo pensamento que é força viva e que transmite a essa energia. O espírito não cria em nós algo que não exista nele, nele, na pessoa que tá sendo estimulada. Por o espírito estimula tendências em nós. Ele não impõe caráter. Ele não vai falar agora você vai fazer isso assim, assim, não. Ele vai perceber as nossas tendências, né? Porque isso a gente espelha no nosso panorama eh áurico, né, da aura, etc. Então, os espíritos estimulam as nossas tendências, eles não impõe caráter, salvo aí em grandes situações de construência, né, que Kardec posteriormente vai estudar, que essas influenciações elas teriam caráter assim de construção mais grave na faixa da subjulação, eh, ou da própria fascinação também, não é? Mas eh de caráter geral nós somos estimulados pelas tendências, pelas matrizes que nós trazemos. Aí que entra a lei da afinidade eh espiritual. É a chave pra gente entender isso, porque semelhante atrás semelhante. Então, pensamentos de ódio significa o quê? Sintonia com espíritos perturbados, pensamento de paz. Aproximação de espíritos benevolentes. Vícios morais vão repercutir em quê? Em ligações com entidades que compartilham desses vícios. Esforço no bem. Que que vai ocorrer? Amparo espiritual constante. Essa é a lei da afinidade espiritual. Então, nós somos essa estação transmissora. a gente sintonia com a faixa espiritual correspondente ao nosso padrão mental e temos essa vinculação positiva ou negativa,

é a lei da afinidade espiritual. Então, nós somos essa estação transmissora. a gente sintonia com a faixa espiritual correspondente ao nosso padrão mental e temos essa vinculação positiva ou negativa, dependendo da nossa faixa mental. Agora, quando essa influência que a gente tá comentando aqui, ela se torna uma obsessão, como é o caso do lixo, é quando há uma persistência de um espírito inferior influenciando alguém. Porque influência a gente vai ter eh é uma leitura, um filme influencia, uma página influencia, um comentário maldoso influencia, mas quando há persistência de uma temática na nossa mente, né, em que um espírito eh influencia a gente nesse patamar e a pessoa mantém sintonia com ele, aí sim pode surgir a obsessão pelo caráter da persistência, né, e que vai apresentando essas ordens de constas situações que eu convido os companheiros aí a lerem eh o livro dos médiuns quando Kardec vai trabalhar nas influências eh que são somos submetidos, né? Então, mas no caso, quando o espiritismo vai tratar do processo obsessivo, ele, o espiritismo não vai tratar a obsessão como um ataque espiritual. Aí que é eh eh é importante a gente fazer alguma referência, porque não é um ataque eh assim por causa daquela pessoa, é um processo de reajuste moral e mental entre duas mentes, entre dois espíritos ou entre um uma comunidade. Não é algo assim, um ataque, é um processo de reajuste. Quando a gente aprende isso, porque ninguém agride o outro se ele não tiver motivo, se ele não achar que tenha motivo, porque se ninguém agrede ninguém, não existe conexão. A conexão existe quando alguém faz alguma coisa que o outro não gosta, o outro foi prejudicado e ele responde isso com um contra-ataque, né? Mas isso seria fisicamente falando ação e reação. Mas no caso do espiritismo, a obsessão ela não é só a persistência de um espírito inferior influenciar alguém, influenciando alguém. Ali tem um processo de reajuste moral e mental que precisa ser redefinido ao longo do tempo. Agora, e a influência dos bons

rsistência de um espírito inferior influenciar alguém, influenciando alguém. Ali tem um processo de reajuste moral e mental que precisa ser redefinido ao longo do tempo. Agora, e a influência dos bons espíritos, né? E é o que nós estamos percebendo nesse capítulo. Eles inspiram boas decisões. Eles eh intuem caminhos corretos, fortalecem nos momentos de dor que a gente esteja passando e nos protegem de males maiores. Essas são as influências. Mas o seguinte, os benfeitores respeitam profundamente o nosso lidero. Eles sugerem, inspiram, intuem, fortalece e protege, mas eles nunca obrigam, porque isso é uma tarefa individual, né? Outra coisa que essa influência dos benfeitores, ela fica patente, eh, quando vem uma ideia súbita de fazer o bem, vem uma vontade de orar, um impulso de procurar ajuda, eh, de repente, num estado que a gente tá assim mais necessitado, vem aquela ideia, ô fulano, eu lembro de uma palestra que ele fez, eu lembro do do Divaldo falando uma palestra assim, vai lá no Google, põe a palestra. Isso é uma influência das entidades benfeitoras, estimulando que a gente quebre aquela mente fechada, né, para que haja possibilidade de entrar na influência dos bons espíritos, uma ideia de fazer o bem, né, de uma ideia de orar, procure ajuda, enfim, né? Agora, como que eles, como nos proteger das más influências, né? Porque a proteção espiritual não está em rituais, vamos dizer assim, eh, externos, eh, mas a o foco da proteção nossa contra as más influências é nos reformarmos intimamente em função do nosso da nossa matriz. Porque quando alguém nos nos influencia ou nos provoca ou nos obsediam, a gente sabe que se isso está acontecendo conosco, é porque temos matrizes morais que a gente deve eh se atentar para elas. Resta saber que matriz são essas? Não. Se isso tá acontecendo, o que que eu vou fazer? Vou trabalhar no bem, vou orar mais. Vou procurar ajuda, vou vou procurar me instruir mais, vou mudar a minha faixa mental. A gente é comer, não quer dizer que, ah, eu fiz isso no passado, não.

fazer? Vou trabalhar no bem, vou orar mais. Vou procurar ajuda, vou vou procurar me instruir mais, vou mudar a minha faixa mental. A gente é comer, não quer dizer que, ah, eu fiz isso no passado, não. Isso não. Que que adianta saber o que fez aquilo? O interessante é que você não faça mais aquilo, mas não precisa saber o que foi, porque ninguém tem condição de saber, né? Então, eh, é na reforma íntima. E nós temos um vezo assim, um ranço de muitas vezes ligar eh essa proteção das masas influencias com determinadas características, por exemplo, como figas, ferraduras, eh o os negócios colocam a planta lá que é espada de São Jorge, galhos de arruda e e é opção de coisa, né? Então tem porque a pessoa acha que usando aquilo ela está protegida, ela está com corpo fechado, coisa desse tipo, não tem nada a ver, né? E e a gente pode perceber, eh, criança nasceu, a pessoa coloca uma figuinha, aí pergun que você coloca uma fig olhado pra pessoa não adoecer. Nós trazemos isso aí, né? Ferradura. ferradura para quê? E tem gente que usa patinha de coelho para trazer sorte, mas não trouxe sorte pro coelho porque a patinha dele tá lá, né? Então, eh, esse negócio de pô galho de arruda, como se eh aquele galinho fosse, enfim, eh sem jocosidade, mas nós espíritas eh fitinhas, né, na na no punho, etc. Nós espíritas sabemos que a proteção dos benfeitores ela é constante. Isso faz parte inclusive do processo da providência divina, que é a solicitude da divindade para com a criatura. Então, nós temos que analisar de maneira e assim clássica, né? É, melhorando sim, porque aí a gente desconecta e aí vai a vigilância dos pensamentos, a oração sincera, a leitura, o trabalho no bem, a o perdão, a humildade. É assim, quando a gente eleva o nosso padrão mental, a gente modifica a nossa sintonia espiritual. Então, a pergunta não é se os espíritos nos influenciam, mas a pergunta que a gente deve fazer é o seguinte: com quais espíritos estamos escolhendo conviver pela nossa maneira de pensar e sentir?

ual. Então, a pergunta não é se os espíritos nos influenciam, mas a pergunta que a gente deve fazer é o seguinte: com quais espíritos estamos escolhendo conviver pela nossa maneira de pensar e sentir? Então, quais espíritos, que tipos de espírito estou escolhendo conviver pela minha maneira de pensar e sentir e de agir? Então, se eu tô querendo escolher espíritos nobres, benfeitores, eu tenho que pensar na leitura edificante, no trabalho do bem, porque isso vai me aproximar deles. Agora, se eu tiver ran cinza com mágoa, com ressentimento, com ódio, com melindre, com ciúme, com inveja, eu vou me aproximar de criaturas que têm esse padrão vibratório e vou dar margem a esse tipo de influenciação. Eu vou vocalizar, eu vou amplificar a influência dele. Então, eh, assim, a nossa mente é a porta, o nosso pensamento é a chave e a nossa conduta é o convite, né? E por isso que quando Kardec no capítulo 9 vai trabalhar a questão da intervenção dos espíritos no mundo corporal e ele vai abordar uma opção de coisas a respeito o seguinte: eh nós temos pensamentos próprios e outros que nos são sugeridos? Sim, claro que sim, porque a alma é um espírito que pensa e frequentemente sobre nós chegam vários pensamentos ao mesmo tempo. O que nós emitimos e que um espírito nos influencia, mas só que nós somos cercados por uma nuvem de testemunhas. Então, temos um um cruzamento de ondas em torno de nós espetacular. Vários pensamentos chegam ao mesmo tempo e alguns são contraditórios com outros. Um querendo nos auxiliar e nós escolhendo outros para seguir. Então tem sempre ideias nossas e são outras que vêm do espírito, né? Mas como distinguir um dos outros, né? O o o Kardec, ele vai trabalhar aqui no seguinte. Os pensamentos próprios na questão 461, eles tendem a surgir primeiramente como no impulso inicial. É o nosso pensamento. O pensamento sugerido é como se fosse uma voz interna que parece conversar conosco. Mas ele fala assim, Kardec, eh, essa distinção não é essencial ao estudo da moral espiritual.

É o nosso pensamento. O pensamento sugerido é como se fosse uma voz interna que parece conversar conosco. Mas ele fala assim, Kardec, eh, essa distinção não é essencial ao estudo da moral espiritual. A responsabilidade maior está em agir corretamente e a decisão pelo bem ou pelo mal deve ser feita livremente. Então não adianta saber, ah, esse pensamento, já que ele veio primeiro, é meu, então e o outro não veio, então os espíritos não estão não, não é assim. Ele tá distinguindo assim de maneira geral, mas ele fala que esse essa distinção não é essencial ao estudo da moral espírita, que a responsabilidade está em agir corretamente e a decisão do bem ao mal é atribuição minha no exercício livremente executado do meu arbítrio, né? Então agora, como decidir se o pensamento eh vem de um espírito bom ou de um espírito mau? Essa aí é fácil, não examina. Os espíritos bons não aconselham senão o bem. Cabe a voz distinguir. Por que que permite Deus que os espíritos nos incitem ao mal? Aí os espíritos vão responder, né, que os espíritos eles têm eh, vamos dizer assim, não é uma uma missão, não é uma missão que ele vai dizer. Eh, são os instrumentos que a divindade utiliza para experimentar a fé e a constâncias dos homens no bem. Então, e é por isso que a gente passa pelas provas do mal até chegar ao bem. Vamos lembrar que o mal ela não é uma necessidade, é uma é um estado de ignorância, né? A gente passa pela vieira do mal, ou seja, pela vieira da ignorância para depois compreender o bem. Então, os espíritos inferiores são instrumentos disso, né? A nossa missão, diz, dizem os espíritos, é a de colocar vocês no bom caminho. E quando influências agem sobre ti, és tu que as chamas pelo desejo do mal. Os espíritos inferiores vêm então em teu auxílio no mal quando tens a vontade de cometê-lo. Eles não podem ajudar-te no mal senão quando tu desejas o mal. É porque é evidente, se o uma pessoa que só eh, né, e espele, vamos dizer assim, só lança pensamentos desconectos nas questão do

metê-lo. Eles não podem ajudar-te no mal senão quando tu desejas o mal. É porque é evidente, se o uma pessoa que só eh, né, e espele, vamos dizer assim, só lança pensamentos desconectos nas questão do mal, ele só vai receber auxílio de pessoas. E ele vai dizer aqui vinculadas ao mal. Se você é inclinado ao assassino, pois bem, terás uma nuvem de espíritos que entreterão esse pensamento em ti. Mas também você terá outros que tratarão de influenciar-te para o bem, o que faz com que se reequilibre a balança e te deixe senhor de ti. Então, eu acho que eu já passei aqui do tempo, tô me empolgando aqui, mas vou fazer a última aqui antes de passar a palavra para eu lá. Como neutralizar a influência dos maus espíritos? Na questão 469, né? A resposta é clara: praticando bem e confiando inteiramente em Deus. Quando se fala confiar em Deus, é perceber essa providência, essa solicitude, essa rede de proteção que existem no universo inteiro. Existe. Então essa confiança que a gente não está solto é que deve dar pra gente a capacidade de desconectar achando que a nossa vida é ruim, é triste, é um inferno, eu estou sofrendo muito, né? E a outra é praticar o bem. O bem é tudo aquilo conforme a lei de Deus. Olha como é que tá conectando. Você pratica tudo aquilo que é vinculado à lei divina. Então, naturalmente você vai confiar inteiramente neste Deus. Então, essa é a neutralização. Não tem nada de colocar figuinha, colocar roupa disso, sapato dessa cor. É o que você é, não o que você põe sobre você, né? Então, queridos amigos, eu vou parar por aqui. Eh, eu passo a palavra à nossa Eulália e agradecendo a todos pela oportunidade. >> Boa noite a todos os que comungam conosco neste momento de recolhermos a bênção do aprendizado desta magnífica, mais uma magnífica obra de Manuel Filomeno de Miranda. Gratidão por esta família maravilhosa e que sigamos fortalecidos em Jesus para vencer os naturais desafios da existência. Como o resumo foi feito a semana passada, nós gostaríamos de recordar, eu

nda. Gratidão por esta família maravilhosa e que sigamos fortalecidos em Jesus para vencer os naturais desafios da existência. Como o resumo foi feito a semana passada, nós gostaríamos de recordar, eu tenho o hábito de numerar os parágrafos, então que lá nos nos parágrafos 35, 36 e 38 narra-se, em primeiro lugar a fraqueza moral e o hábito irregular que atormentavam lcio. a má formação do caráter religioso. Muitos de nós não dão importância à religião. Dizem apenas: "A minha religião é o bem". Mas nós o exercemos constantemente. Quando nos comungamos em torno dos princípios religiosos, nós os relembramos. E como muito bem falou o Vítor, estamos mais aptos a colher as influenciações para o bem. Aqui também fala do medo que Lício tinha de ficar a sós com o tio, porque isso lhe arrancava do arquivo das suas lembranças acontecimentos que, ao mesmo tempo que lhe pareciam venturosos, ele temia que se repetissem e inconscientemente os desejava. Está muito claro o planejamento reencarnatório e os vínculos familiares. Somos todos espíritos em dificuldades às vezes. E nós vimos aqui no no chat um pouquinho antes, uma amiga comentando que este livro está derrubando preconceitos na sua própria existência. Às vezes nós consideramos essa relação homoafetiva de tanta gravidade quando se morre muito mais pela calúnia, pela maledicência, pela mentira. Então nós vimos para lutar contra as tendências que nos conduzem ao mal. ao exercício vicioso. E normalmente isso não foi criado a sós nós conosco. Nós vamos na conjuntura de todas as vidas formando elos com espíritos com os quais devemos estabelecer acertos, vencer situações graves. Então, essa família demonstrava as dificuldades que arrastava desde outras existências e que no transcorrer do livro vão ficar muito claras. Aqui no parágrafo 37 ressalta Manuel Filomeno de ressalta que Lício, ao invés de procurar mais uma vez a prece como já tinha feito, não o fez porque era desarmado de uma formação religiosa. E de fato, nós criamos o hábito de somente procurar

meno de ressalta que Lício, ao invés de procurar mais uma vez a prece como já tinha feito, não o fez porque era desarmado de uma formação religiosa. E de fato, nós criamos o hábito de somente procurar a reflexão, a oração, a meditação. Quando estamos em risco, quando estamos em dor, quando estamos em perigo. Não a exercemos a ponto de formar uma resistência moral pela análise contínua daquilo que precisamos vencer. Aliás, o capítulo 17, sede perfeitos do Evangelho segundo o Espiritismo, no seu item quatro, o verdadeiro espírita nos fala, os bons espíritas nos fala que o reconhece-se o verdadeiro espírita pelo esforço que faz em vencer as suas más inclinações. Vamos perceber o vício, como é difícil desprender-se do vício. No parágrafo 39, Manuel Filomeno de Miranda vai ressaltar que qualquer luta contra qualquer vício, em razão dos prazeres que eles supostamente nos trazem, é muito difícil. O mais natural, até porque a imoralidade está se tornando um estado normal para a criatura humana. Há muitas pessoas que têm medo de agir diferente e serem excluídas. Outros de agirem com uma conduta moral que siga os exemplos do Cristo e serem acusadas. Então vai se tomando tudo como natural e sofrendo de uma doença muito perigosa que se chama normose. Nós vemos tantas vezes os pediatras dizerem que nossos filhos estão com virose e já achamos que virose é comum. E a má conduta moral e a aceitação, ou pior, acostumar-se com ela, é uma virose terrível chamada normose, para a qual o único remédio é impor-se uma conduta moral libada, ajuizada. que atenda as propostas do cristianismo. Chega um momento em que Lia, em que Lício pede ao seu tio: "Tenha piedade de mim, eu estou em frangalhos. Se você mantém algum afeto ainda por mim, ajude-me a libertar-me. Não me empurre para baixo. Eu necessito de alguém que me levante. Temo uma tragédia. por favor, socorra-me, porque realmente naquele pequeno espaço de convivência que o sono e o desdobramento promovido pelo Dr. bezerra o levou a vivenciar junto aos benfeitores,

nte. Temo uma tragédia. por favor, socorra-me, porque realmente naquele pequeno espaço de convivência que o sono e o desdobramento promovido pelo Dr. bezerra o levou a vivenciar junto aos benfeitores, o faz perceber de que há um risco maior rondando aquela família. Porque nenhum mal ou nenhum descaminho que acontece com qualquer membro da nossa família é fruto do acaso ou da injustiça. Todos estamos envolvidos nas mesmas necessidades de reforma moral. Então, às vezes convivemos, por exemplo, com alguém que está atirada a uma situação dessas como lício, por nossa culpa, como é o caso do Dr. Comedes, viveu toda aquela situação drástica no transcorrer da adolescência delício. E depois ele constituiu uma vida tida para o mundo como uma conduta normal. Então, percebam a nossa normose. Muitos deveriam olhar para o Dr. Nicomedes e dizer que era um homem honrado, de conduta irrepreensível, um esposo, um pai. Enquanto Lício era um jovem, um jovem com características estranhas, um misantropo completamente isolado em si, talvez acusando de que ele não tinha estabelecido nenhum regulamento de existência para seu sustento, a responsabilidade da sua vida. E aí nós vamos ver no Dr. Comedes, um homem que, embora dizendo que amava os seus filhos, não parecia tanto se preocupar com eles, porque dentro do planejamento reencarnatório, e nós podemos ver isso na pergunta 528 do livro dos espíritos, que fala que a maternidade e a paternidade é uma missão que se não for realizada contento e vier a causar da nós as consequências no comportamento dos nossos filhos, nós seremos responsabilizados. Emanuel, no livro Pensamento e Vida, exatamente na lição 13, intitulada Filhos, nos fala de que na primeira infância, nos primeiros 7 anos, o espírito que retorna tem um campo cerebral como se fosse um HD novo para onde se deve transferir apenas os programas que incentivem a melhoria e a bondade dos benfeitores espirituais, que tão claramente se traduz nesse capítulo e no entanto, normalmente nós não a

novo para onde se deve transferir apenas os programas que incentivem a melhoria e a bondade dos benfeitores espirituais, que tão claramente se traduz nesse capítulo e no entanto, normalmente nós não a enxergamos como vamos citar agora, barra toda a lembrança aquela que vai realmente fazer a diferença no caráter daquele espírito reencarnante, fazendo realçar as suas inclinações que devem ser corrigidas e que já começam no berço com a criança mais irritada, com a criança que cobra uma atenção o tempo inteiro. Ressaltando aqui o que o Vítor falou, nós nunca vimos tanta incidência de obsessão, principalmente em crianças e jovens. E nós não acreditamos que venha do seu próprio espírito, mas que recebe recebe a grande, nós não acreditamos, as pessoas não acreditam. Nós sabemos que vem das inclinações do espírito, mas principalmente da falta de exemplos morais bons dos pais. E Emanuel vai dizendo assim que aquela chapa mental aguarda os exemplos como os instintos da atualidade, a fim de que aqueles que nos arrastaram aos vícios morais, que nos conduziram à obsessão, não ocupem o espaço todo. ao contrário, quando chegarem, tenham um valor considerável para se estabelecer uma contabilidade positiva. E isso não tem acontecido. Em relação aos vícios, nós fomos buscar no livro dos espíritos, no na parte terceira, leis morais, no capítulo um, lei divina o natural, no item o bem e o mal. A pergunta 645. Quando o homem se acha de certo modo mergulhado na atmosfera do vício, o mal se torna para ele um arrastamento quase irresistível. Arrastamento, sim, irresistível não. E se nós tivermos essa contabilidade dos exemplos morais positivos, aí é que temos mais resistência moral para não permitirmos esse arrastamento. irresistível, não, porque mesmo dentro dessa atmosfera viciosa podeis encontrar algumas vezes grandes virtudes. São espíritos que tiveram a força de resistir ao que ao mesmo tempo receberam a missão de exercer boa influência com essa resistência moral. Isso me fez lembrar uma citação de Paulo numa carta

rtudes. São espíritos que tiveram a força de resistir ao que ao mesmo tempo receberam a missão de exercer boa influência com essa resistência moral. Isso me fez lembrar uma citação de Paulo numa carta aos Filipenses, no capítulo 4, versículo 22, que ele fala: "Todos os santos vos saúdam, especialmente os da casa de César". Ora, a casa de César, que representava o governo romano era eivada de corrupção. E no entanto, quando ele aponta os santos, ele aponta os que resistem moralmente e que não se pervertem mesmo sobrangimento psíquico. E vale ressaltar novamente, porque isso precisa ser ressaltado. Quantas vezes só neste capítulo a irmã emerenciana intercede diretamente, algumas vezes enfaticamente, a fim de chamar Lício a razão, porque foi ele que pediu ajuda. E agora toda a equipe de benfeitores espirituais daquela casa está envolvido literalmente na recuperação dele, mas podem estar todos os espíritos. Se ele não estiver, não vai resolver. Então isso nos faz inclusive lembrar algo que é muito comum quando as pessoas que não têm conhecimento, não tem eh assim convivência com o ambiente espírita e vão à casa espírita desesperados, buscar esclarecimento, buscar um tratamento milagroso, achando que nesse intercâmbio espiritual nós podemos estabelecer privilégios Então é importante nós que trabalhamos em casa espírita, principalmente no atendimento fraterno, mas nós com aqueles que nos buscam no dia a dia, dizer que nós estamos tão enredados no nosso passado a ser vencido, essas más inclinações que é absolutamente natural quando iniciamos com um bom boa vontade, empreendimento, a frequência a casa espírita, conforme vamos recebendo os esclarecimentos ou passando por um um tratamento, esses espíritos infelizes e se for um caso, claro, de obsessão, como nulis, eles vão investir tudo para fazer naufragar essa nossa tentativa. E veja como eles estão fazendo. Então, eles estão dando a volta, incitando o pai. Então, o pai, ele não é alguém que não tem culpa, ele está enredado na mesma necessidade de

agar essa nossa tentativa. E veja como eles estão fazendo. Então, eles estão dando a volta, incitando o pai. Então, o pai, ele não é alguém que não tem culpa, ele está enredado na mesma necessidade de resistência moral. Mas o obsessor ele dá a volta, porque se o pai aceitar a sugestão e pegar em flagrante o lício com o seu tio, ele poderia desenfrear um ato de violência causando a morte dele ou até ele morrendo, o que causaria talvez uma culpa tão grande em Lício que ele desistiria até da própria pr vida, dando então o coroamento da tarefa de que aquele obsessor estava empenhado. Então, este capítulo é muito denso. Eu acho que o Víor explicou muita coisa. Nós procuramos ressaltar o que é de mais importância, mas gostaríamos que ficasse gravado o que está no próprio evangelho. Ajuda-te e o céu te ajudará. Muita gratidão a todos >> e quanto mais nós vamos nos detendo nessa em alguns aspectos, porque os capítulos, como a Lal acabou de dizer, tem uma densidade, né? E como nós vimos os amigos aqui comentando acerca de de ideias pré-concebidas, de visões, que esse capítulo vai nos esclarecendo. E nós aqui em cada capítulo que nós avançamos, nós precisamos reconhecer o quanto somos devedores da nossa doutrina bendita. Porque imaginemos, né, amigos, quantos são ainda os nossos irmãos em humanidade que sequer cogitam dessa realidade pulsante que, em verdade dirige os nossos comportamentos. na nessa lei que nós estamos mergulhados dessa solidariedade. Então, cada capítulo desse nos fala em profundidade dessa realidade maior. Então, nós agradecemos imensamente a Vítor, a o Lália por esses aprofundamentos e sem dúvida nós vamos ficar aqui conectados paraa próxima semana avançarmos então pro capítulo 15º. Agradecemos todos os amigos que estão conosco acompanhando aqui esses estudos. e que nós possamos nos ver na próxima semana. Um grande abraço a todos e uma excelente semana.

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