Reconciliação com os adversários • Alberto Almeida • Semana Espírita
Conferência: Reconciliação com os adversários Alberto Almeida --- 70ª Semana Espírita de Vitória da Conquista Tema central: Evangelho e Vida De 01 a 10 de setembro de 2023 Realização: União Espírita de Vitória da Conquista
เฮ เ เ เ เฮ Sejam bem-vindos à 7ª semana espírita de vitória da Conquista. Olá, muita paz. Sejam todas bem-vindas, todos bem-vindos a mais uma noite da nossa sepag semana espírita de vitória da conquista. É com grande alegria que a União Espírita de Vitória da Conquista recebe a todos. Saudamos de forma especial também aos internautas que nos acompanham nas nossas redes sociais e saudamos de forma muito carinhosa a todos os trabalhadores voluntários deste evento. Deus os abençoe. Nós gostaríamos de convidar o nosso irmão Luciano Crispim para a nossa prece inicial. Oremos. Deus, nosso pai, poder e bondade infinitos. Aqui estamos nós, seus filhos, a pensar, a refletir e a tomar decisões que impulsionem a nossa ascensão em direção à plenitude, que nesta noite, como anterior, E nós que virão a seguir, sejamos instrumentos fiéis, inspirados por mensageiros de tua amorosidade, no sentido de absorvermos as lições inspiradas pelo alto, incorporando ao nosso proceder a mensagem transformadora que nos foi delegada, transmitida por aquele que escolhestes para ser o mestre, o modelo e o guia da humanidade. que neste evento onde evangelho e vida é a temática central. Sejamos capazes de ampliar cada vez mais a consciência de que somos teus filhos com direito à plenitude em evolução permanente. E todos aqueles que usarão da palavra nesta noite continuem inspirados. para oferecer cada vez mais de forma clara e nítida a mensagem transformadora do nosso mestre Jesus. Muita paz. Amar os inimigos é não lhes guardar ódio, nem rancor, nem desejos de vingança. é perdoar-lhes, sem pensamento oculto e sem condições, o mal que nos causem. É não opor nenhum obstáculo à reconciliação com eles. É desejar-lhes o bem e não o mal. O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 12, item 13. Gostaríamos de compor a nossa mesa, convidando para representar a diretoria da União Espírita de Vitória da Conquista, a senhora Marise Martins. convidar a secretária geral do Conselho Espírita Internacional, senora Jusara Cornold.
esa, convidando para representar a diretoria da União Espírita de Vitória da Conquista, a senhora Marise Martins. convidar a secretária geral do Conselho Espírita Internacional, senora Jusara Cornold. convidar o presidente da Federação Espírita Brasileira, senor Jorge Goldinho. convidar o presidente da Federação Espírita do Estado da Bahia, Senr. Luciano Crispim de Jesus. convidar o presidente do Conselho Deliberativo da Federação Espírita do Estado da Bahia e palestrante do nosso evento, Senr. Andh convidar palestrante do nosso evento e trabalhador espírita do grupo espírita Irmão Sobreira e do Conselho Regional Espírita 14 da União Espírita Mineira. convidar, representando os nossos visitantes, a senhora Simone Martins da cidade de Montes Claros, Minas Gerais, coordenadora da Caravana. convidar a palestrante do nosso evento e diretora da Federação Espírita do Estado de Goiás, senora Ivana Risk. convidar o senhor Alex Vieira da Sociedade Espírita Fraternidade da cidade de Niterói, Rio de Janeiro. convidar o nosso amado José Raúl Teixeira. E finalmente o palestrante da noite, Alberto Ribeiro de Almeida. Nossos agradecimentos a Sucos de Uva, Colheita do Sul, Grupo Quiako, Tubos CEP, Premium Distribuidora e aos demais parceiros que nos ajudam na realização este evento, a nossa gratidão. A 26ª semaninha espírita prosseguirá até amanhã na Casa Espírita Maria de Nazaré. Informamos que as inscrições estão encerradas para o seminário com Divaldo e Alberto amanhã. De 2 a 5 de novembro acontecerá no Fiesta Convention Center o 20º Congresso Espírita da Bahia com o tema O espírita no mundo. Vamos solicitar a exibição do vídeo, por favor. Novembro de 2023, você tem um encontro marcado com o movimento espírita baiano, dias 2 a 5 de novembro, no Fiesta Convention Center, em Salvador. 20º Congresso Espírita da Bahia, o Espírita no Mundo. Inscrições abertas. Venha, participe. Hoje é uma data especial por diversas razões e uma delas é que uma de nossas trabalhadoras muito queridas
r. 20º Congresso Espírita da Bahia, o Espírita no Mundo. Inscrições abertas. Venha, participe. Hoje é uma data especial por diversas razões e uma delas é que uma de nossas trabalhadoras muito queridas da nossa livraria, a senora Shirley Alkmi está completando anos, aniversaria hoje. Eu gostaria de solicitar a gentileza de todos de uma salva de palmas para ela. Obrigado. Neste momento vamos sortear os exemplares de O livro dos Espíritos e do Evangelho Segundo o Espiritismo. Tem um microfone sobre a mesa? Não, por favor. Y aqui. Vamos começar com o Cláudio, por gentileza. Indique o número. Já tá ligado. 77. Alex, indique o número, por gentileza. 35. Ivana, indique um número, por gentileza. 298. Os três números. OK. Temos também ainda mais uma surpresa. Essa é a chance de quem não foi contemplado. Raul, por gentileza, indique o número para nós. 1000. 1000. Alguém pediu, ele atendeu. Número 1000. Eu vou pedir, Raul, para você descer um pouquinho o número. 900 também não. 900 não. Raul, Misericórdia. Mais uma tentativa. 200 200 cadê o 200? Pronto, você acaba de ganhar uma assinatura no Plano Anual na plataforma Espiritismo Play da Mansão do Caminho. É uma cortesia do nosso Joséval Júnior e a nossa Ivana vai chegar até você para colher os dados. Muito obrigado. A senhora Marise Martins, diretora da União Espírita de Vitória da Conquista, entregará aos nossos patrocinadores uma lembrança da nossa 7ª Semana Espírita de Vitória da Conquista. Nós solicitamos a gentileza de se dirigirem ao palco. Senhor deci Júnior, da pousada da conquista Risou Spar e senhora Luzia Helena de Freitas da Faixa Hotel. Nossa gratidão a todos eles. E agora a nossa querida diretora continuará entregando uma lembrança aos integrantes da mesa. Senor Luciano Crispim de Jesus. Senhor Cláudio Medeiros. Senora Simone Martins. Senora Ivana Raisque. Senhor Alex Vieira. Senhor José Raúl Teixeira. e o Dr. Alberto Almeida. Convidamos o nosso querido irmão Alisson Menezes para nossa harmonização musical. Muito boa noite a todas e a todos.
na Raisque. Senhor Alex Vieira. Senhor José Raúl Teixeira. e o Dr. Alberto Almeida. Convidamos o nosso querido irmão Alisson Menezes para nossa harmonização musical. Muito boa noite a todas e a todos. Jesus nos abençoe. Que seja todo propósito como a fonte de amor inspirado por um bem maior. Todos os aflitos possam ter nos corações a certeza de um tempo melhor. Que eu não fuja ao compromisso de servir, servir quanto puder. E não perca esperança quando a provação vier. Vou te encontrar na mais pura emoção, na força da oração, nos seres de boa fé, para te seguir, fazer brilhar nossa luz no caminho que conduz ao homem de Nazaré. Encontremos nossa paz, silenciando o nosso interior para ouvir a voz, a voz de Deus. Fica conosco, ó Jesus, e que hoje eu seja bem melhor do que ontem, do que ontem fui. Seja todo propósito, como a fonte de amor inspirado por um bem maior. Todos os aflitos possam ter nos corações a certeza de um tempo melhor. Que eu não fuja ao compromisso de servir, servir quanto puder. Não perca esperança quando a provação vier. Vou te encontrar na mais pura emoção, na força da oração, nos seres de boa fé, para te seguir, fazer brilhar nossa luz no caminho que conduz ao homem de Nazaré. Que eu não fuja ao compromisso de servir. Servir quanto puder. E não perca esperança quando a provação vier. Quando a provação vier, quando a provação vier, fica conosco, ó Jesus. Fica conosco, ó Jesus. Muito obrigado. Alberto Almeida é médico clínico geral e homeopata, terapeuta de família e transpessoal. Realizando sua primeira palestra espírita aos 17 anos, profere conferências, seminários, workshops e encontros coloquiais no Brasil e no exterior. Escritor com várias obras publicadas. A arte do reencontro, casamento, o perdão como caminho e o caminho do perdão. O amor pede passagem, pais e filhos fortalecendo vínculos. Respeito à criança, cidadania desde a concepção, cuidando da sua criança interior, espiritualidade em gotas, títulos presentes em nossa livraria. trabalha na educação e na promoção
talecendo vínculos. Respeito à criança, cidadania desde a concepção, cuidando da sua criança interior, espiritualidade em gotas, títulos presentes em nossa livraria. trabalha na educação e na promoção social das famílias abaixo da linha da pobreza no Jardim das Oliveiras, organização não governamental, onde é diretor em Belém do Pará. Com votos de paz, convidamos o nosso querido irmão para a sua conferência Reconciliação com os adversários. Queridos amigos, presentes à mesa, caros internautas conectado pela rede mundial de computadores, aqueles que estamos aqui celebrando 7ª semana de vitória da conquista, a nossa alegria do açaí no acarajé. Não te ludas, amigo. Por mais se expandam lágrimas contigo, todo lamento é vão. Tudo que existe e persiste no mundo vive do entendimento harmônico e profundo através do perdão. Perdão que lembra o sol do firmamento, sem se fazer pagar pelo foco opulento, a vencer a escuridão da noite insondável e fria, e a nutrir no seu longo itinerário o verme, a flor, o charco e o pó, o ninho e a fonte, de horizonte, horizonte, quando for necessário, perdão que se nos destaque na bênção. da humildade da rosa. Estrela cetinosa que ao invés de pousar sobre o diamante desabrocha sobre os espinhos, como a dizer que a vida de caminho a caminho não despreza ninguém. E a alta bela, generosa e fecunda quer que toda maldade se transfunda na grandeza do bem. Perdão que se reporte a brandura da terra pisoteada, esquecida heroína da paciência, que acolhe em toda parte os detritos da morte e sustenta os recursos da existência. Mãe escrava sublime de amor mudo que preside em silêncio ao progresso de tudo. Amigo, assegura a certeza de que o perdão é lei da natureza. segurança de todos os mistérios. Perdoa e seguirás em liberdade no rumo certo da felicidade, nas menores tarefas que realizes para lembrares sem sombros instantes felizes na seara de luz, na qual a luz de Deus se insinua e reflete. É importante perdoar 70 x 7. cada ofensa que venha a perturbar o teu coração, o
s que realizes para lembrares sem sombros instantes felizes na seara de luz, na qual a luz de Deus se insinua e reflete. É importante perdoar 70 x 7. cada ofensa que venha a perturbar o teu coração, o que vale afirmar que nacenda de ascensão em favor da glória, a que aspiras na luta transitória, é mais do que importante, é essencial de que te esqueças por fim de todo mal e em tudo no bem a que te dês, Deus espera que tu ajudes e abençoes, amando e perdoando outra vez. Da lavra de Francisco Cândido Xavier, Maria Dolores, Cantiga do Perdão, ensejando-nos na introdução da nossa fala de hoje a possibilidade de analisarmos alguns semblantes que envolve a temática acerca da reconciliação com os adversários. Na década de 80, Tin um skinhead, movimentava-se com seu grupo na expectativa de promover aquilo que já lhe era habitual, o horror. E depois de protagonizar algumas confusões num dos bairros Lali, na Califórnia, ele avançou, dado a polícia tê-lo detido o grupo, impedido que o grupo continuasse na desorganização de uma festa, eles avançaram então para um novo propósito. E na região oeste de Hollywood, ele encontrou as proximidades de uma lanchonete e um jovem de 13 anos, que quando o viu assustou-se. Percebeu pela aparência a manifestação de alguém que poderia lhe colocar em risco a existência. Supôs tratar-se de uma manifestação de alguém vinculado à postura punk. E nada obstante, tentando se esconder daquele homem que se aproximava com seu grupo, Mateu Boger, esgueirou-se, sabendo que não conseguia lograr êxito de fugir no grupo que se dividia em dois, teve que fazer o enfrentamento de Tin Saal, que avançou e começou-lhe graciosamente a socá-lo. a chutá-lo com a sua bota, perfeitamente equipada dos metais precisos para que cada chute pudesse perpetrar as consequências desejada da violência da agressividade. O garoto que saíra de casa porque fora expulso da família em face da sua posição homoafetiva à época, apenas se recolheu e encolheu-se na expectativa de poder diminuir o
da violência da agressividade. O garoto que saíra de casa porque fora expulso da família em face da sua posição homoafetiva à época, apenas se recolheu e encolheu-se na expectativa de poder diminuir o sofrimento que os golpes lhe eram desferidos. Ele não sabe quanto tempo durou. Um dos chutaços alcançou a cabeça e fê-lo desmaiar. O gruppo então saiu e tin sal dentro do automóvel, como tava o feito enquanto uma jovem disse: "Vocês o mataram, o mataram?" E ele ligou o rádio, pediu que ela silenciasse e seguiram de volta para suas casas na periferia da Califórnia. O garoto despertou, aproximou-se da lanchonete, não viu ninguém, nem alguém que pudesse ter chamado uma ajuda. Foi uma situação dramática. Estava vivendo na rua depois de ser expulso da família. Mas Tingal deveria experimentar com a família, em casa, com o filho, aquilo pelo qual o caminho que ele estava trilhando era absolutamente nefasto. Foi quando o filho, assumindo a posição do nazismo que ele representava, tomou uma posição agressiva dentro de um supermercado. E ele olhando o garoto, percebendo que o garoto agira como ele, deu-se conta do descaminho pelo qual ele estava encaminhando a família. Caiu em si e a partir daquele momento começou a fazer uma caminhada de volta. Desentranhar-se de uma cultura de violência é muito difícil. Ele precisou de ajuda externa daqueles que trabalhavam a manifestação, as manifestações do racismo, do preconceito, do fundamentalismo, para poder reestruturar-se enquanto personalidade. O tempo rolou e depois dele se desentranhar completamente, quase como que para resgatar a sua própria história, ele começou a falar sobre racismo, sobre o fundamentalismo e fazia colocações, palestras para grupos. Até que num dia ele foi falar no Museu da Tolerância, no centro de da Califórnia, para uma plateia que o ouvia atento e o coordenador que assistia a sua fala ficou muito intrigado. Depois foram trocar algumas ideias os dois. E lá pelas tantas aquele que coordenava o trabalho no museu disse para Tim se ele conhecia e
e o coordenador que assistia a sua fala ficou muito intrigado. Depois foram trocar algumas ideias os dois. E lá pelas tantas aquele que coordenava o trabalho no museu disse para Tim se ele conhecia e situou a lanchonete. Tim disse que sim, que na sua história tinha cometido, dentre outras situações dramáticas ali, perpetrado um ato de extrema violência. e foi narrando com contornos que sua memória lhe concedia. Enquanto que o jovem agora numa postura de um adulto, já que se passavam 25 anos, perguntou-lhe que cor era o cabelo dele. Ele disse o cabelo e fez-se um silêncio entre os dois. tinha encontrado o Mateu. Ali estava o ex Skinhead e ali estava aquele jovem que 25 anos depois se apresentava trabalhando no museu justo num encontro que falava de racismo. O silêncio foi demorado e foi tão ensurdecedor que eles se despediram. sem dizer mais nada. A partir daí começou o movimento de reconciliação. Mateu Boger ainda trazia as marcas da violência, aquela que era familiar e aquela que se estabeleceu na via pública. É muito difícil romper com a crueldade quando experimentamos essa condição na posição de vítima. Mas também é muito difícil superá-la quando você é o agressor, o protagonista. Os diálogos se repetiram e ali aos poucos os dois foram fazendo uma aproximação para tratar da temática que envolvia a culpabilidade de uma certa forma já vencida em grande parte e um rancor que também já tinha sido vencido em grande parte, mas ambos estavam vítima e agressor. face a face. Era necessário, portanto, muita coragem para lidar com a dor de uma violência. Seja o agressor, seja aquele que sofreu a violência. É necessário muita coragem para fazer o autoenfrentamento quando você protagoniza o ato que lesa alguém ou um grupo ou quando você é vitimado. Há uma tentativa, portanto, da culpabilização da autopunição no primeiro momento para o primeiro movimento, e do segundo para se refugiar no estágio da vitimização. Eles foram se harmonizando e curiosamente surgiu uma amizade com contornos de ajuda recíproca
ão no primeiro momento para o primeiro movimento, e do segundo para se refugiar no estágio da vitimização. Eles foram se harmonizando e curiosamente surgiu uma amizade com contornos de ajuda recíproca e ambos passaram agora a fazer conferências, palestras nos grupos de jovens na Califórnia. E todo primeiro domingo no Museu da Tolerância, os dois fazem o trabalho juntos com aqueles que são os visitantes. Essa história é um fragmento de tudo que se nos acontece no cotidiano em relação àqueles que se colocam como os nossos adversários, que podem ser pessoas apenas diferentes de nós, porque usa o cabelo de um jeito, porque veste-se ou traja-se de uma forma não convencional ou muito convencional, alguém que seja diferente pela cor da tê. ou então pela manifestação da intelectualidade ou pelo porte físico, alguém apenas diferente, porque simplesmente tem gostos que não corresponde ao nosso e nos toca e quase nos remete para uma posição de desconforto, como se o outro fosse um adversário. Às vezes é um oponente, alguém que se contrapõe à nossa ideia, é de uma religiosidade diferente, tem uma postura política que não é a sua, traz um jeito de se colocar no campo dos processos afetivos que se coloca justo na contramão daquilo que você admite como sendo o funcional, o viável, ou simplesmente porque ele torce pelo um time de futebol que não é o seu. É de tal monta a oponência que representa os adversários que no Brasil nós já experimentamos nesses tempos jogos aonde vai uma só torcida. Duas torcidas não podem comparecer porque quase sempre surge tragédia. E são apenas duas torcidas que se colocam uma ao lado da outra de um rio, que é o campo de futebol, aonde os seus representantes ali disputam a vitória de uma partida. As torcidas organizadas hoje geram terror para quem vai ao estádio de futebol, que se transformou, paradoxalmente numa arena, qual é o nome que se dá hoje aos estádios de futebol? Quando fui ao Maracanã, pela primeira vez, levado pelo um amigo espírita, depois de uma
de futebol, que se transformou, paradoxalmente numa arena, qual é o nome que se dá hoje aos estádios de futebol? Quando fui ao Maracanã, pela primeira vez, levado pelo um amigo espírita, depois de uma atividade espírita, ele foi conduzir o filho e ele me levou justo para o meio de um grupo que torcia de uma forma muito exagerada. E ele disse-me: "Fica tranquilo, Alberto, que tu estás junto do pessoal que nos dá sustentação. Era torcida do Flamengo. Eu torço pelo Fluminense, justo por conta dessa questão de afirmação psicológica. Toda a minha família torce pelo pelo Flamengo. Apenas eu, unicamente eu e somente eu torço pelo Fluminense. Na juventude, querendo ser eu, me afirmar, troquei de clube, querendo ganhar a minha própria identidade e tenho amargado alguns sofrimentos. É verdade. Consolado pela minha mãe, que no final da sua existência passou a torcer curiosamente pelo Fluminense. E os meus irmãos, mamãe, a senhora tá torcendo pelo Fluminense? Sempre torci pelo Fluminense. Mãe, assist lado do filho mais vulnerável. E ele me disse, mostrando-me para as escadarias, as pessoas subindo do Botafogo de um lado, do Flamengo do outro para se encontrar lá fora. Eu disse: "O que que é aquilo?" Eu achei que era uma confraternização. Era para briga, era pro enfrentamento. Hoje você não sabe se volta de uma arena aonde você vai jogar futebol, simplesmente futebol. é o oponente, aquele que pensa não só divergente de você, mas o sentido oposto de você. Mas o adversário pode ser o inimigo, aquele que se contrapõe com você e se manifeste ferozmente, intensamente, em graus diferente, declarando-se não só alguém que diverge de você, que se opõe a você, mas alguém que não gosta de você. E ele pode estar bem perto de você. Você não precisa para uma arena, basta estar em casa, no lar. Eu não estou falando dos sogros, eu estou falando de um espírito que pode reencarnar, trazendo essa oposição psicológica, espiritual, como visitando um amigo no Nordeste, tive a oportunidade de presenciar uma cena incrível. O seu neto
u estou falando de um espírito que pode reencarnar, trazendo essa oposição psicológica, espiritual, como visitando um amigo no Nordeste, tive a oportunidade de presenciar uma cena incrível. O seu neto fazia aproximadamente 7 meses e aquele avô diante do primeiro neto ainda não tinha lhe colocado no colo. Ele disse: "Alberto, é uma aversão que eu tenho indescritível. Era o espírito que ele atendeu na reunião mediúnica, o seu inimigo visceral, que mesmo corporificado na posição de um neto. E vocês sabem que avô, todo avô, como diz a nossa amiga Sandra Borba, é todo atrapalhadinho, todo embasbacado. Mesmo sendo uma criança, ele ainda não tinha colocado no colo e era filho de Allan Kardec, porque o filho chamava-se Allan Kardec. Nada era suficiente para quebrar uma versão que aos poucos, com conhecimento espírita, ele foi vencendo silenciosamente. A reencarnação nos remete a encontros e a exdesencontros para que a gente realinhe posições psicológicas e espirituais no campo da evolução. Eu vi as avessas dessa situação acontecer comigo, cuidando de uma pessoa por mais de 2 anos e meio para que ela pudesse se harmonizar com a nora. Um problema de sogra em nora quase não existe, só no norte. Mas a situação, eu dizia para ela, se você flexibilizar um pouquinho essa relação melhora. Mas a nora subtraiu, abduziu o filho e ela se encastelou num sentimento aversivo que já era desde o início, mas agora se constituiu estruturalmente e decisivamente como um não, fazendo pequenas concessões circunstanciais. Até que num dia dessas concessões, o filho foi com a nora almoçar com ela. Quando chegou, ela foi envolvida pel um sentimento que ela não soube explicar. Ao aproximar-se da Nora, tocou-lhe a barriga e disse: "Você está grávida?" A Nora se assustou e disse: "Sim, tô grávida." E ela ficou encantada. E a nora disse há três meses e ela me disse a sogra, eu estou simplesmente apaixonado pela minha nora. Já me dispus a ir com ela a fazer a ultrassonografia que já está marcada para a semana. Tenho vontade de
a disse há três meses e ela me disse a sogra, eu estou simplesmente apaixonado pela minha nora. Já me dispus a ir com ela a fazer a ultrassonografia que já está marcada para a semana. Tenho vontade de jantar, convidá-la para jantar toda semana. É incrível. E foi incrível mesmo. Aquela criança conseguiu fazer dentro do ventre materno, sem dizer uma palavra, sem escrever nenhuma palavra, sem fazer nenhum gesto, o que eu não consegui fazer em 2 anos e meio. Eu fiquei um pouquinho com raiva assim, mas uma raiva espírita. Eu digo, que espíritozinho é esse que vem e que revoluciona um coração? E quando eu estava usando todas as minhas possibilidades técnicas para reverter um conflito e ele apenas chegou e ao chegar resolveu a encrenca. É assim no campo das relações humanas. Alguns se colocam como oponentes, manifestam-se diversamente ou apresentam-se como inimigos. Felizmente, o oposto também existe. Nascem os amigos. A proposição que o Espiritismo faz é para que olhemos esse evento da adversidade, procurando ir além das aparências. Porque efetivamente lidar com alguém que é divergente de nós ou que se contrapõe ou de alguém que não quer bem é um desafio ao exercício da caridade. Porque se a tolerância já é algo que comparece com alguma dificuldade com quem a gente ama, imagine com quem a gente não gosta, ou com alguém que não gosta de nós, ou com alguém que reciprocamente não nos gostamos, apenas nos aturamos a despeito de estarmos na mesma teia familiar. Se ser indulgente é um recurso que surge de forma complexa. Quando estamos lidando com alguém da parentela, imagine lidar com a indulgência, com alguém que fica perseguindo você no trabalho. Alguém que não se batizando com você no centro espírita se coloca frontalmente contra tudo que você diz. parece que reencontrou você ali e transforma a convivência na casa espírita num fron, numa guerra, aonde o litígio chama esgrima e alguém parte para cima de você, fazendo da convivência algo de muita complexidade para o manejo.
ali e transforma a convivência na casa espírita num fron, numa guerra, aonde o litígio chama esgrima e alguém parte para cima de você, fazendo da convivência algo de muita complexidade para o manejo. Portanto, lidar com a adversidade, com aqueles que não comungam dos mesmos ideais e que apresentam algumas dificuldades em relação ao trato conosco gratuitamente, ou que nós apresentamos essa dificuldade com relação ao outro. A dificuldade é nossa. É sempre um desafio que o evangelho já conhecia e que Jesus nos trouxe para que pudéssemos refletir. A reconciliação com o adversário é muito mais do que fazer as pazes com o outro. é muito além do que simplesmente estabelecer um ato de indulgência com o outro que é chato, com aquele que você muda de rua para não encontrá-lo porque ele mora naquela rua. O ato de poder fazer uma relação que se estabeleça pacífica, através de uma atitude pacífica, ela engendra, ela demanda um olhar mais ousado acerca do que isso quer significar na nossa existência. Se estamos comprometidos, convencidos de que nós queremos efetivamente instaurar o evangelho nas nossas almas e podermos ensaiar relações amorosas capazes de nos identificar com o cristianismo na sua inteireza, na sua pureza, é que quem diverge de nós é que quem se separa e ameaça nos destruir, faz o movimento de encaixe conosco. No mundo, nós somos chamados muito a abrir os olhos e enxergar a realidade externa e o que está fora. É mais confortável e cômodo encontrar o problema enquanto causa externamente. Então, sempre será o outro, aquele que foi o motivador da nossa dificuldade de interação social. Ah, por esse hábito secular de podermos olhar sempre para o exterior, de colocar externamente e nos colocarmos quase numa posição de espectadores. Assim, a gente acusa as bactérias e os vírus, acusa o clima, acusa os obsessores, macumba, mal olhado, até o divino. O que Deus quer de mim? fazendo experimentar a convivência com esse irmão, com esse pai, com esse filho, com esse amigo, com esse companheiro de
acusa os obsessores, macumba, mal olhado, até o divino. O que Deus quer de mim? fazendo experimentar a convivência com esse irmão, com esse pai, com esse filho, com esse amigo, com esse companheiro de centro espírita. A gente chega até colocar Deus na berlinda, abrindo bem os olhos para fora, mas muito cegos em relação a nós mesmos. A proposição de Jesus é mais ousada na expectativa de que possamos ir às causas profundas para resolvermos o problema definitivamente naquilo que nos compete a sugestão de Jesus na sua didática fundamental simples e profunda é porque tu insistes em ver, analisar e querer tirar o cisco do olho do outro e tu não vês a trave que está no teu insensato. Tira primeiro a trave do teu olho, depois vai e tira o cisco do olho do outro. Cisco e a trave na tradução para o grego, era exatamente um ramo pequeno, uma uma palça e a a viga era exatamente a estrutura maior bloqueante, significando, portanto, a madeira na sua expressão maior em termo de volume, intensidade e grandeza. Daí, porque o cisco e a trave, a palça e a viga. É necessário, portanto, fazermos uma escolha. Não é de ficarmos cego para fora, é de ficarmos lúcidos para dentro. Porque toda diferença que se nos incomoda, todo aquele que se coloca numa posição, no contraponto aquilo que nos manifestamos ou que se ajusta uma posição de um possível inimigo para conosco, ele o fazintonia e de encaixe, porque os ratos não avançam. Aonde não dão, não estão os detritos e as moscas varejeiras, elas só se fazem presente porque a chaga está aberta. Como diria Allan Kardec, com muita propriedade em um Evangelho segundo o Espiritismo, só se estabelece o fogarel quando estabelecemos mais combustível para o outro que quer uma relação comburente. É necessário, portanto, ao invés de nos determos no cisco do outro, olharmos para nós mesmos, porque a relação de encaixe é perfeita. Se não houver encaixe, plugue tomada, não há, portanto, como avançar essa relação e permanecer como conflito. Mas se eu olho para o outro e se ele me
ós mesmos, porque a relação de encaixe é perfeita. Se não houver encaixe, plugue tomada, não há, portanto, como avançar essa relação e permanecer como conflito. Mas se eu olho para o outro e se ele me incomoda, é necessário que eu olhe para mim e me pergunte: "O que em mim está acontecendo? que o cabelo do outro me incomoda, que uma joia do outro me incomoda, que o jeito do outro andar, se vestir, se postar me incomoda. Pelo que dentro de mim isso me aciona e me causa malestar, me irrita. Pelo que eu me irrito com alguém que fala muito, eu não sei se tem aqui na Bahia alguém que fala muito. Peixinho tá fazendo assim. A gente fica irritado porque uma pessoa fala muito. Mas se a pessoa é semimuda, a gente fica irritado também porque a pessoa é semimuda. Pelo que um me irrita e o outro não. Ou porque ambos me irritam ou porque ambos não me irritam. A resposta não tá no outro, está em mim. Ecoa em mim essa manifestação, esse comportamento do outro que me aciona. Se a atitude autoritária do outro me tira do eixo, o que tem em mim que faz com que a atitude autoritária do outro me desestabilize? Aonde está na minha estrutura de ser o comportamento dele ou dela que conseguem me fazer perder a naturalidade? Montar em cólera às vezes para poder fazer um enfrentamento ou buscar uma porta lateral para fugir irritadiço. O que tem em mim? O que o outro traz e que me move profundamente? Se o outro, portanto, se coloca antagonicamente a mim, se ele ideologicamente não pensa como eu, na sexualidade, no processo político, na dimensão social, na dimensão religiosa, pelo que em mim causa um estupor que me gera uma reação preconceituosa, me faz vê-lo mais do que um estranho olho não só com um preconceito, mas avanço para uma posição mais fundamentalista. E daí para olhá-lo com alguém que a gente deseja a desencarnação é um passo. A gente é incapaz de mover-se contra o outro, mas a gente ora e só Deus sabe. Senhor, leve da minha vida. Se te aprace, Senhor, se te apraz, a gente coloca nas mãos de Deus, mas a
carnação é um passo. A gente é incapaz de mover-se contra o outro, mas a gente ora e só Deus sabe. Senhor, leve da minha vida. Se te aprace, Senhor, se te apraz, a gente coloca nas mãos de Deus, mas a rogativa impositiva é nossa. Eu vi uma vez uma senhora me dizer assim: "Ela chegou de férias e tinham descolado ela da posição que ela ocupava dentro da escola. E ela foi e a diretora que a desmontou deu-lhe então as informações e ela disse: "Doutor Alberto, eu fiquei com tanta raiva dessa diretora, mas eu sou cristã, Dr. Alberto. Eu resolvi." Eu digo, "Como você resolveu?" Eu disse: "Eu botei-lo no coração de Jesus". E eu, terapeuta, queria saber qual foi essa técnica que ela colocou no coração de Jesus. E como é que faz isso, como é que coloca no coração de Jesus? Ah, todas as noites eu dizia: "Jesus, coloca ela no teu coração". Mas ela falava trincando os dentes com tanta raiva que ela e eu começamos a rir um do outro porque ficou uma coisa dramática, caricaturada. Não era colocar no coração de Jesus. É como a gente quando ora o Pai Nosso e e fala da justiça, Senhor, que a tua justiça se faça. Então, a gente não se vinga, mas vinga-se mentalmente, vinga-se na oração e transfere de novo para fora a solução que tá dentro. E eu elejo, portanto, o criador que tem todo o poder para em meu nome, considerando a minha intercessão, ele possa, considerando a minha nobreza, a minha pureza, considerando a minha evolução, fazer justiça. E quando acontece alguma coisa atrapalhada com o outro, a gente diz: "Hum, a justiça tarda, mas não falha". Há um gozo psicológico na vingança, porque o outro coitado mereceu desencarnar, já foi na Covid, já foi, tá bem do outro lado. E a gente tá ralando aqui, achando que o outro foi mal. Mal está a gente que ainda não conseguiu se liberar da trave que nos habita. O outro já tirou o cisco. E eu continuo com a trave, achando que estou numa boa. E coloquei o divino na minha relação ainda com outro para a solução do problema. A moda Alacart, não Allan Kardec.
ita. O outro já tirou o cisco. E eu continuo com a trave, achando que estou numa boa. E coloquei o divino na minha relação ainda com outro para a solução do problema. A moda Alacart, não Allan Kardec. Do meu jeito, quando o outro que se manifesta como meu inimigo se colocem na contraposição a mim, na tentativa de me alcançar, aumenta-se, portanto, as recomendações de Jesus para a vigilância. Porque a proposição de Jesus foi muito ousada no seu tempo, quando ele diz que nós tínhamos que amar, evocando a tradição judaica, que já propunha o amor a Deus como mandamento principal e amar o próximo como a si mesmo como o segundo mandamento, equivalente ao primeiro. Não estava definido qual era o tamanho, a intensidade, o volume do amor ao próximo, até onde ia o amor ao próximo. E Jesus foi dramático, como é até hoje. Se eu disser para você, olha, você pense no inimigo seu, olha, a partir de hoje faça um projeto para mala. Duvido que você durma hoje. Não vai dormir direito. Vai sonhar matando o inimigo para acabar com problema, porque o inimigo morrendo parece que resolveu. Não resolveu. Ele tá no mundo espiritual. Vai continuar encrenca. Então Jesus disse: "Ouviste o que foi dito aos antigos? Amarás aquele que te ama e aborrecerás, odiarás aquele que te odeia. Eu, porém, vos digo: vossos inimigos". Olha que ousadia. Há 2000 anos atrás, Jesus dizer que nós tínhamos que amar os inimigos. Se hoje essa lei é uma lei difícil de ser lida, mais difícil de ser compreendida e muito mais ainda de ser praticada. Amai os vossos inimigos. Bendizei aquele que vos maldiz e orai por aqueles que vos persegue e caluniam. Esse essa receita que Jesus nos deu não foi um processo feito no sermão do monte exclusivamente como quem passa pros outros aquilo que é bom, mas não demonstra. Essa era a experiência de Jesus ao seu tempo. Ele viveu isso. Ele viveu com as pessoas que divergiam dele. Ele encontrou pessoas que se lhe opunham. Ele encontrou aqueles que se colocavam articulados para tentar eliminá-lo e em todas as circunstâncias
iveu isso. Ele viveu com as pessoas que divergiam dele. Ele encontrou pessoas que se lhe opunham. Ele encontrou aqueles que se colocavam articulados para tentar eliminá-lo e em todas as circunstâncias ele usou daquilo que ele disse: "Amai os vossos inimigos". Que Allan Kardec enquadra o Evangelho segundo o Espiritismo com maestria. O que significa amar os inimigos? Então, a proposição de amar os inimigos naturalmente não pode ser igual a de um amigo aonde se pressupõe já a confiança, existindo a simpatia, a sintonia de gostos, um um um tempo de convivência linkcado na reciprocidade, na intimidade com o inimigo, isso nada disso comparece. Então, amar o inimigo, diz Allan Kardec, é não desejar-lhe o mal. É tendo oportunidade de fazer o bem, fazer o bem. É, portanto, orar por ele. É não se vingar. E o codificador vai elencando o que significa amar o inimigo, dando-nos a dimensão. piegas de um amor que às vezes está na caricatura, está na máscara, mas de uma atitude consciente, lúcida, de alguém que precisa lidar com aquele que te ameaça, que você precisa estar muito atento porque ele pode lhe machucar, ele pode atingir a sua integridade física e você precisa, portanto, estar vigilante num exercício, portanto, daquele Ele tá um médico psiquiatra lidando com um paciente surto, ele não vai abraçar um paciente insurto que tá num quadro paranoico, achando que quem se aproxima é o inimigo que ele deve matar. O médico psiquiatra sabe manter a distância, sabe o quanto ele se aproxima e o quanto ele deverá ir se aproximando à medida que o paciente vai ficando melhor, vai ficando bem. Ele sabe qual é a forma de abordá-lo para cuidar do outro. Amar o inimigo pressupõe, portanto, todos esses requisitos que Allan Kardec elabora, discrimina, enseja nos oferecer para que a nossa relação com esse, com essa proposição de Jesus seja exequível, plausível. Então, amar o inimigo era a dimensão máxima de que se poderia alcançar em relação amor ao próximo. É ser capaz de amar alguém que não te ama, alguém que
proposição de Jesus seja exequível, plausível. Então, amar o inimigo era a dimensão máxima de que se poderia alcançar em relação amor ao próximo. É ser capaz de amar alguém que não te ama, alguém que te quer mal, que fala mal de ti, que tendo oportunidade te prejudica e tendo ensejo te mata, gerando, portanto, até uma lesão, um homicídio. amar o inimigo está posto, portanto, nessa relação de interação através da qual eu não estabeleça um encaixe de sintonia que promova uma desgraça, uma violência, uma crueldade. Então, na proposição de lidar com o outro, fechar os olhos para fora, no que tange a examinar e julgar o outro e abrir os olhos para o despertar interno, é poder perceber a quantas anda o amor que eu disponho dentro de mim para lidar com as minhas encrencas. Porque eu vou ser com outro na medida exata daquilo que eu conseguir estabelecer na minha relação comigo. Eu tenho um irmão que é um ano mais velho que eu. Eu pertenço a uma família grande, os recursos financeiros eram muito parcos. Então a gente usava a roupa do outro, dos mais velhos. O sapato era o Vulcabras, aquele que parece que tinha que durar a encarnação inteira e sobrava pra próxima. Então ia passando de um irmão, eu era o quarto. Então o Vucabas vinha vencendo, vencendo quando chegava em mim, coitadinho, ele ainda estava vivo, mas ainda tinha alguém depois de mim que precisava do vulcabras. Esse meu irmão tava antes de mim, então a gente meio top, mais ou menos, o top físico mais ou menos igual ao meu. Então a gente dividia as roupas e ele era diferente de mim, porque eu era espírita. E daqueles espíritas, sabe aquele que acha que vai ser salvo porque é espírita, não é porque faz a caridade, assim era eu. E eu achava que ele tava perdido porque ele era descolado, despintado, gostava de fazer umas farras e ele ia para lugares e sujava o meu sapato, usava minhas roupas e eu brigava com ele querendo que ele fosse ser espírita. Ele ia uma vez ou outra, quando Raul Teixeira ia falar em Belém do Pará, de
s e ele ia para lugares e sujava o meu sapato, usava minhas roupas e eu brigava com ele querendo que ele fosse ser espírita. Ele ia uma vez ou outra, quando Raul Teixeira ia falar em Belém do Pará, de Valdo Franco, a gente conseguia arrastá-lo, mas nada. E eu fielmente seguindo o espiritismo regularmente e querendo doutriná-la. Então não precisa dizer dos conflitos. Eu ficava esperando ele chegar da festa para examinar as roupas que estavam naturalmente sujas, porque ele, além de escolher dançar, brincar, ele ia para lugares elameados, sujos, bebia um pouquinho. O dia que eu descobri que o problema era meu, não era dele, acabou o problema, acabou os conflitos, porque eu agredia e ele me agredia falando mal de Jesus, de Kardec, que eu era santo do Pauoco. E aí a gente começava aquela briga de irmão, você já sabe como éessa briga de irmãos. No dia que eu descobri que o problema não era ele, era meu, que eu queria que ele se convertesse que eu ainda não tinha me convertido, aí acabou o problema. Nós nos tornamos irmãos na expressão legítima da palavra, porque eu deixei de cobrar dele o que ele não tinha condições de dar e comecei a jogar essa energia em mim que eu precisava colocar para fazer as minhas transformações necessárias, possíveis daqueles momentos, daqueles tempos que ele como vigilante me agredia quando via agredido. O problema está na gente, não tá no outro. Não é que o outro esteja correto porque roubou, porque mentiu, porque caluniou, porque te passou a perna, porque te esfaqueou pelas costas. Não, não é isso que eu estou dizendo. Eu estou dizendo que o outro tem o direito de escolher fazer como lhe apraz, mas nós temos o dever de não estabelecer conexão. A escolha da conexão é nossa. E quando eu faço isso, eu vou me ocupar com a trave que me oblitera a percepção relacional para com o outro. E aí eu ficarei mais são para quem sabe poder ajudá-lo a que ele tire o cisco do olho dele. Porque ninguém evolui por ninguém e ninguém faz pelo outro. Nós não tomamos água pelo filho, nem tomamos
ro. E aí eu ficarei mais são para quem sabe poder ajudá-lo a que ele tire o cisco do olho dele. Porque ninguém evolui por ninguém e ninguém faz pelo outro. Nós não tomamos água pelo filho, nem tomamos banho pelo nosso avô. Cada um faz por si, apoiando e ajudando o outro na mais alta, legítima caridade de solidariedade, mas não substituímos ninguém do lugar de autonomia que esse alguém detém, salvo nos casos de incapacidade de uma criança, foi ou numa pessoa que está demenciada, são situações outras que nós precisamos conduzir o outro. Então, a proposição que o Espiritismo vai nos fazendo através dessa leitura proposta por Jesus é de que lidar com o adversário num movimento de reconciliação é um trabalho que nós temos que fazer em nós e não no adversário. O olho tem que estar aberto para nós mesmos e não para o mundo externo. estarmos mais ocupado com a nossa mudança do que com a correção do comportamento do outro. Essa atitude, ela vai nos levar, portanto, a aplicar a energia da amorosidade mais em nós, porque estaremos mais atento para olhar a nossa dinâmica psicológica do nosso espírito ou do espírito que somos. E passaremos então a perceber que tem muita coisa esquisita dentro da gente. E só passamos a perceber no momento em que o outro denuncia através das diferenças, através da oposição sistemática, através da agressão de uma inimizade, porque elas estão inconscientes para nós. São pontos cegos. Eu não vejo. Eu só vejo quando o outro faz. E quando ele faz e eu me engancho nele, ao invés de eu ficar olhando só para ele, eu tenho que olhar em mim. Pelo que essa situação me magoou tanto ou por eu me sinto tão culpado diante dessa interação que não foi feliz na sua conclusão? Por eu me sinto dominado quando o outro demonstra inveja, ciúme ou raiva em relação a mim? O que há em mim que me desestabiliza diante do comportamento do outro, que não se mostra civilizado, solidário, eloquente no campo do bem para comigo, porque as pessoas que mais nos fazem bem são as pessoas
há em mim que me desestabiliza diante do comportamento do outro, que não se mostra civilizado, solidário, eloquente no campo do bem para comigo, porque as pessoas que mais nos fazem bem são as pessoas atrapalhadas. Imagine um médico que quisesse treinar os seus alunos com pessoas só saudáveis, não tinha problema. ia ter problema as pampas. Por quê? Porque os saudáveis não ensinam aos alunos. O que ensina aos alunos são os doentes. Então, se você reencarnar num lar onde tem a Sadã Rusin, Otalá, come Hitler, você vai evoluir logo. Mas a gente quer Francisco de Assis, porque espíritos iluminados Deus os temas as pampas também. Por que ele não põe uns cinco assim em Vitória da Conquista em cada lá? Um, um em cada lá, porque veio só lá em Belém do Pará, na minha família, só pezeta, só perrapado, papaibé. Todos nós somos papashibé, não tem um que escape, todos somos iguais. É porque o Papashibé com Papashibé, eles se desencontram, se entram e cada um, se olhar para si, vai aprender com o outro que é o mestre. O mestre é aquele que é capaz de nos desafiar, desvelando a nossa sombra psicológica, o que está escondido dentro de nós mesmos. Então, aquele roubo, ele dá a dimensão do meu apego. Não sei se vocês já foram roubados aqui em Vitória da Conquista. Quem foi roubado levante o braço. Tem gente, metade tem consciência, a outra metade nem tem consciência que já foi roubado muitas vezes está sendo ainda em vários níveis existenciais, psicológicos e sociais. Mas tudo bem. Quem já foi roubado de fato e tem consciência disso, não se dá conta de que aquele roubo o tirou daquela posição. Eu achava que era dono, por exemplo, do meu carro. Eu achava que eu tinha estabilidade andando com carro fechadinho. Eu achava que botando assim uma uma velando os para-brisas através de uma escuridão que não me permitisse que me vissem de fora para dentro, eu estava seguro. Eu achava que eu era feliz com aquela aquela aquele patrimônio que era meu. No dia seguinte, um cara veio, rebentou o vidro, me botou para fora, não quis me
ssem de fora para dentro, eu estava seguro. Eu achava que eu era feliz com aquela aquela aquele patrimônio que era meu. No dia seguinte, um cara veio, rebentou o vidro, me botou para fora, não quis me nos matar, empurrou, deu um chutão e levou o carro. E até hoje o carro não foi encontrado. Você tem a oportunidade de ficar com ódio dessa pessoa fraternal, um ódio fraternal, orando para Deus, que Deus faça justiça, querendo que a polícia encontre, comprando às vezes a polícia quando ela é vendável, os delegados. Ou você pode, usando as medidas do procedimento legal para tentar reaver o carro, você pode avaliar o quanto aquele carro ocupava de espaço dentro de você. Não é na sua garagem, é dentro de você. O quanto aquele automóvel era para você motivo de segurança, de que você era mais, de que você era importante, de que você charlava na frente dos outros, dos parentes, dos vizinhos, não sei o quê. Aí a gente vai descobrindo quanto a gente é pequeno. A gente quase quase chega o momento dizer: "Puxa, tu por que não me roubou antes?" Porque se você mergulhar muito profundamente dentro de você, uma vez eu vivi uma história dessa ordem. Eu estava cuidando de uma pessoa do ponto de vista psicoterapêutico e ela fez uma imersão no inconsciente profundo e foi para uma experiência de infância na qual ela, junto com outras tantas experimentaram um afogamento provocado por uma pessoa de forma delituosa. Ele saiu do corpo assumindo a sua condição e ficou muito revoltado com aquele que foi o homem cruel que destruiu. E ele estava tão inconformado que num dado momento no mundo espiritual os espíritos mostraram o pelo que ele estava naquela circunstância entre aquelas crianças. E quando ele viu, ele viu as atrocidades que ele tinha cometido correspondentes, que geraram como efeito aquele karma que ele acabara de espiar. E o benfeitor disse-lhe assim, mais ou menos assim: "Veja, você tinha que resgatar. Esse homem não precisava cometer o crime para que você resgatasse. Ele cometeu um
e karma que ele acabara de espiar. E o benfeitor disse-lhe assim, mais ou menos assim: "Veja, você tinha que resgatar. Esse homem não precisava cometer o crime para que você resgatasse. Ele cometeu um crime e você resgatou. Então, esse homem cometeu um crime e ele ficou culpado porque cometeu um crime com as leis divinas. você não precisava dele. Então, como ele cometeu um crime e vai responder a lei divinas e ele ajudou você a se refazer. Então, ao invés de você sentir ódio dele, você tinha que ser grato e pedir perdão a ele. Vejam, quase como um advogado de defesa, né? Ele inverteu a polaridade, mas faz sentido. A pessoa não precisava cometer o crime, mas cometeu. Ele resgatou. Se ele resgatou, tá bem. Mas resgatou a custa de quem? De alguém que se endividou com a lei. Esse alguém que se dividou com a lei e que o promoveu a liberdade era alguém que foi indiretamente, não precisava desse tipo de benfeitoria. Foi o seu benfeitor. Mas como se endividou, ele precisava pedir desculpa. Se alguém precisava pedir perdão, era a ele para aquele cidadão que cometeu o delito. E não ao contrário, que ele queria que a justiça se fizesse, alcançando o outro, porque ele era vítima. Ele não era vítima no sentido cósmico, ele era vítima naquela circunstância. Mas perante as leis cósmicas, ele estava no lugar certo, na hora certa. Mas não era aquele homem que precisava usurpar do seu livre arbítrio e fazer o uso da crueldade. É assim que o Espiritismo vai nos ensinando, portanto, que quando nós olhamos para nós mesmos e mergulhamos na nossa intimidade, nós vamos percebendo os encaixes, vamos aproveitando nesse automulho ter autoconsciência, autocompreensão, autoaceitação, autotransformação. E começamos a descobrir o quanto a gente promove mudanças internas a partir dessa viagem de auto amor para dentro, suscitada por alguém que desvela, o que nós não enxergamos ainda, que não está velado, que não está inconsciente. E aquele outro passa a ser para nós numa boa medida, num benfeitor que acelera o
ntro, suscitada por alguém que desvela, o que nós não enxergamos ainda, que não está velado, que não está inconsciente. E aquele outro passa a ser para nós numa boa medida, num benfeitor que acelera o nosso processo evolutivo. E ao invés de partir para a vingança, partir para o revide, partir para o julgamento, nós partimos para a imersão, para o autoconhecimento, o exercício da autoamorosidade, para então desse lugar, amando-nos, termos a chance de exercitar o amor com o diferente, com o oponente, com o inimigo. É simples, mas é tão difícil fazer isso. Essa lógica que a gente está propondo espírita, ela é absolutamente plausível. Todavia, é muito difícil porque estamos arraigados no comodismo, na vitimização a encontrarmos o culpado fora. Então, sempre adiamos a possibilidade, mesmo nas circunstâncias em que temos razão e que legalmente podemos e devemos agenciar a justiça como defesa, mas temos dificuldade de ver em nós o que precisamos nos ver, rever para ampliar para além de uma justiça humana, uma justiça divina em nós, fazendo-nos o que precisamos fazer e que está adiado Encarnação é encarnação. Então, é admirável a análise do espírito Emanuel quando pega a palavra reconcilia-te e diz que o nosso dever para se reconciliar com o próximo é fazer um primeiro passo de autorreconciliação. Porque a proposição de Jesus é reconciliar-te com o teu adversário. É um segundo movimento. Se nós não nos reconciliamos conosco, nós não conseguimos chegar no outro pacificado. Então, a proposta que Emanuel faz através de Chico Xavier é de uma beleza e de um encanto na análise do evangelho que nos coloca no lugar de desafio a coragem. É necessário diante do adversário a autorreconciliação primeiro diz Emanuel. E se nós conseguirmos nos autoreconciliar, que é fazer esse caminho que eu estou aqui elaborando com vocês, a guisa de sugestão, então nós estamos com amor suficiente para chegar com o outro. Então Emânio diz: "Se o outro não quiser se reconciliar, aí já é o problema do outro, não é seu. Você está livre.
s, a guisa de sugestão, então nós estamos com amor suficiente para chegar com o outro. Então Emânio diz: "Se o outro não quiser se reconciliar, aí já é o problema do outro, não é seu. Você está livre. Veja que beleza. A liberdade nos pertence. Nós não estamos na mão do outro. Porque dormir achando que a gente tá esbofeteando o outro, tá engarguelando um parente, nós estamos levando pra cama, às vezes perespiritualmente desdobrando e fazendo movimentos assombrosos em relação às pessoas que litigaram conosco. E a despeito de termos razão, a forma como nós vamos estabelecer a justiça é pela nossa própria medida. E a nossa medida é tão pequena, porque nós não mexemos ainda na trave. Então, o autoamor através da autorreconciliação é o passo inadiável para ir na direção do outro, para efetivamente com a amorosidade que dispomos, chegarmos com menos julgamento, com menos condenação e podermos chegar o outro numa visão de compaixão empática, capaz de fazer um link de fraternidade. com outro, ainda que o outro tenha que responder à justiça, se ele cometer um delito, um ilícito em relação a você. Mas isso não nos desobriga de nos liberarmos do outro aprendendo com que ele fez conosco, acerca da o encaixe que eu estabeleci e desse aprendizado, orar no mínimo pelo outro ou ir ao encontro do outro para legitimar com o outro. da minha parte, a conciliação com aquele que se colocou na posição de um adversário, um inimigo, um oponente. Hoje nós somos chamados pelo Espiritismo a fazermos essa viagem tão demorada, tão difícil e tão desafiadora, que é de podermos estabelecer a autorreconciliação para podermos não desencarnarmos, como diria Jesus, e diante da consciência dizer: "Puxa, deixei de fazer o que tinha que fazer, vou voltar", dizia Jesus: "Reconcilia". com teu adversário enquanto estás a caminho com ele, enquanto estás encarnado com ele. Porque se a gente não se reconciliar, a gente sai, é entregue ao juiz, a consciência, aos oficiantes da justiça, que são os benfeitores espirituais. Eles te
com ele, enquanto estás encarnado com ele. Porque se a gente não se reconciliar, a gente sai, é entregue ao juiz, a consciência, aos oficiantes da justiça, que são os benfeitores espirituais. Eles te encerram na prisão, novo corpo, e tu não sairás de lá até que tu pagues o último seitil na linguagem metafórica. Se eu não me reconcilio com o outro, não adianta o outro ter desencarnado ou eu desencarnar. Nós vamos nos rever. Nós vamos nos rever para aprendermos a deslindar, desatar o nó que nós deixamos. Fazendo a nossa parte. Nós lograremos, portanto, alcançar a estatura daquele que libertou-se na linguagem do espírito Maria Dolores. Pode ser feliz, porque o perdão é uma atitude de liberdade daquele que escolheu ser livre da mão do outro, da agressão do outro, do roubo do outro, da traição do outro, da ingratidão do outro. Quando eu consigo pelo exercício de alto mergulho e descobrindo aquilo que eu preciso trabalhar em mim e me desvinculando da minha sombra, iluminando-me, eu chego na liberdade de poder até ir ao encontro do outro, que se coloque de forma avessa inimigamente em relação a mim e poder ser com ele como um irmão a despeito da resistência que se nos oponha. Foi assim com Jesus diante de caifás, do soldado, dos soldados que o agrediram, que o prenderam diante do sacerdócio que fez aquele conuio, diante da multidão que fez o plebiscito escolhendo Barrabázio, e determinando que ele morresse, dominado, que estava pelo um pequeno grupo, pela elite da época. E ele voltou, pediu perdão do alto da cruz e voltou para os mesmos beneficiários do seu amor, para os mesmos discípulos que tinha abandonado, que tinha atraído, negado, como Pedro, não cobrou nada de ninguém. E no exercício de auto amor, demonstrando que estava livre dos adversários, dos inimigos, voltou para exercer o amor, dizendo que em a natureza o normal é ser livre. E a liberdade é conquistada através da verdade que guindada pelo amor nos leva ao exercício desse amor até o inimigo, que é a expressão mais bela da caridade.
o que em a natureza o normal é ser livre. E a liberdade é conquistada através da verdade que guindada pelo amor nos leva ao exercício desse amor até o inimigo, que é a expressão mais bela da caridade. Por isso, Maria Dolores nos propõe esse olhar para a natureza, para que não desistamos de exercitar o amor do autoencontro para ir em nos melhorando, repercutir no outro a nossa melhora. E não abrindo mão do amor, podermos como derivativo desse amor exercitarmos o perdão como manifestação de inteireza moral, de elegância espiritual, através da qual você livre convida o outro à liberdade também. Se ele quiser, somos livres. Se ele não quiser, é a escolha dele para um outro momento. Mas não te iludas, amigo. Por mais se expandam lágrimas contigo, todo lamento é vão. Tudo que existe, persiste do mundo, vive do entendimento harmônico e profundo através do perdão. Perdão que lembra o sol no firmamento, sem se fazer pagar pelo seu foco opulento, a vencer a escuridão da noite insondável e fria dia a dia, e a nutrir no seu longo itinerário o verme e a flor, o charco e o pó, o ninho e a fonte de horizonte, horizonte, quando for necessário. Perdão que se nos destaque na bênção da humildade da rosa. Estrela cetinosa que ao invés de pousar sobre o diamante desabrocha sobre os espinhos. Como a dizer que na vida de caminho a caminho ninguém despreza ninguém. E alta, bela, generosa e fecunda, quer que toda a maldade se transfunda na grandeza do bem. Perdão que se reporte. A brandura da terra pesoteada, esquecida heroína da paciência, que acolhe em toda parte os detritos da morte e sustenta os recursos da existência. Mãe escrava de e sublime de amor mudo que preside em silêncio ao progresso de tudo. Amigo, assegura a certeza de que o perdão é lei da natureza. Perdoa e seguirás em liberdade do roubo certo da felicidade. Nas menores tarefas que realizes para lembrares sem sombra os instantes felizes na seara de luz, na qual a luz de Deus se inscua e reflete, é importante perdoar 70 x 7 cada ofensa
certo da felicidade. Nas menores tarefas que realizes para lembrares sem sombra os instantes felizes na seara de luz, na qual a luz de Deus se inscua e reflete, é importante perdoar 70 x 7 cada ofensa que venha perturbar o nosso coração. O que vale afirmar que na senda de ascensão em favor à glória, que aspiras na na luta transitória, é mais do que importante. É essencial que te esqueças por fim de todo mal. Em tudo no bem que te tês, Deus espera que tu ajudes, ames e perdoe outra vez. Gratidão. Agradecemos ao nosso irmão Alberto Almeida. Deus o abençoe. Amanhã continuamos com três atividades. Às 9 horas, o seminário Libertando-se do Egoísmo, com Alberto Almeida e Divaldo Franco. Às 15 horas, roda de conversa. benevolência, indulgência e perdão com Ivana Risk de Goiás, Jusara Cord Gold dos Estados Unidos e Wesley Caldeira de Minas Gerais. Às 20 horas a palestra Não basta não fazer o mal, é preciso fazer o bem com Alberto Almeida. Nós estamos chegando nos momentos derradeiros da nossa noite e gostaríamos de informar que o nosso Raul quando escolheu o terceiro número, o número anterior sorteado de número 900, a pessoa só se deu conta um pouco tempo depois, mas chegou e ambos os números foram contemplados. com a assinatura. Então ela também recebeu. Agradecemos a Deus a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas, o pai de amor ao Mestre Jesus, amigo e incomparável das nossas almas, aos benfeitores espirituais, esses amigos abnegados que nos acompanham os passos da jornada a cada instante. a todas que estiveram aqui conosco, a todos que também compartilharam as alegrias de suas almas. Que Deus os abençoe. Agradecemos também aos internautas que estiveram conosco pelas redes sociais. Desejamos a todas e todos uma ótima noite, um bom final de noite. Retorno em paz aos seus lares, permaneçam com Deus e nos veremos amanhã. Vamos convidar o nosso irmão Arilson Ferraz para a nossa prece de encerramento. Muita paz. Boa noite, gente. O caminho certo, a luz do mundo e a paz,
s lares, permaneçam com Deus e nos veremos amanhã. Vamos convidar o nosso irmão Arilson Ferraz para a nossa prece de encerramento. Muita paz. Boa noite, gente. O caminho certo, a luz do mundo e a paz, a misericórdia. A verdade e o amor. O mestre Messias, cordeiro e salvador. Médico das almas vida, o consolador, um pastor, um homem, o rei nazareno, o filho de Deus, um amigo, o rabi. Seu nome é Jesus. Um que veio para falar de um Deus que ama todos sem distinção. Sem distinção. Nada somos sem ele. Terra sem sol. Noite sem estrela, sem lua para navegar. Ele é o sentido comece eternidade. Força que conduz o ser para felicidade. Povo rumo à vida. Podemos já traçar com farol divino a nos dar a direção. Receba o chamado um do Cristo, do Senhor, que nos promete consolo e esperança e esperança e esperança. Нана нана. Нанарара. Cantem comigo. Vamos lá. Só mais uma vez, mais alto. Vamos. На 나на나라ра라ра라라на나라ра라ра라ра라ра라ра. Obrigado.
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