Momentos Evangélicos com Alberto Almeida • Violência e Pacificação
Palestra doutrinária realizada no *Cenáculo da Mansão do Caminho,* todos os sábados, com *transmissão ao vivo* pela TV Mansão do Caminho. #MomentosEvangélicos #MansãoDoCaminho #PalestraEspirita #DoutrinaEspirita #EvangelhoDeJesus #EstudoEspirita #ReflexaoCrista #DivaldoFranco #CentroEspirita #Espiritismo #espiritualidade #Espiritismo #Evangelho #Deus #Jesus #AllanKardec *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Eu tenho a grata satisfação agora de convidar para a nossa palestra dessa noite o Dr. Alberto Almeida. Muito bem-vindo, doutor. >> Obrigado. Quero registrar a minha alegria imensa. Acho que fazem os 12 anos que nós estivemos aqui fazendo o seminário a convite do Divaldo e que nos premiou com a possibilidade de uma convivência amiga, estreita, fraterna com aqueles que fazem a mansão do caminho. Essa ponte construída, ela se consagra como um vínculo definitivo. Enriquece-te de amor e sai a semear a esperança com desvelo, aonde se adensa a sombra e se demora o desespero. Abre vala na terra áspera dos corações e suca o leito dos córregos para que espraem a vida rica de flores e colorida, em luxuriante verdor nas marchas. Acompanha com os teus olhos zilizados de luz as verdes e belas campinas, sal picada de flores, abençoadas por miozotes azuis, respingadas por amores perfeitos, sem defeitos, adornado de boninas, enquanto a paz, deixa de lado amargura, volve a brandura, distende a ternura, amplia a candura, enquanto A paz. A guerra está de férias. Os instrumentos permanecem no chão, no meio dos destroços. Abre-te para a compreensão daquele que é o chacal, que ao lado do cordeiro faz o sinal que aponta para a paz. Enquanto a paz, observa a bendita caridade e a fé que se afirma todos os dias como uma expressão inesquecível da caridade que se movimenta, enquanto a paz transforma a planta no jardim e impõe a sua a enfermidade o seu fim como tragédia. E acendendo luzes nas sombrias, iluminar as almas dia após dia, enquanto a paz, um homem vestiu-se de amor, dignificou singelas sementes, entreteceu considerações felizes nos rubros entardeceres e nos pálidos amanheceres, e dando-se, pereceu uma cruz que se faria sublime ponte de luz, mas para que o homem jamais perdesse a paz. Volveu a eles mesmos numa linda madrugada, a fim de que jamais desaparecesse do humano coração a suave, doce canção da paz. São alguns dos versos de Heros pela psicografia de Divaldo Franco, assinalando-nos
a eles mesmos numa linda madrugada, a fim de que jamais desaparecesse do humano coração a suave, doce canção da paz. São alguns dos versos de Heros pela psicografia de Divaldo Franco, assinalando-nos a necessidade de um movimento na construção de uma direção que vai na pacificação de nós mesmos. É um clamor que vende a muito quando Pirinuquim e meados do século passado alinevô sociólogo que era a ineficácia de todas as tentativas da construção da paz através das religiões ritualísticas e verbalísticas que não lograram alcançar os corações da política que nas suas múltiplas expressões ideológicas não conseguiram silenciar as dores humanas e os conflitos e a educação que até então não tinha logrado êxito de trazer para a humanidade um clima de serenidade e paz. Petirin Sulquim afirma que do século VI até aquela data havia se estabelecido na Terra mais de 1600 conflitos internos e 960 mais 960 guerras. diria ele então que seria necessário fazer um novo caminho e se estabelecer o investimento na perspectiva do amor altruísta ou do amor inegóico, não egóico. fazendo menção, portanto, de que a humanidade se debruçou para estudar os delinquentes, os loucos, os genocidas, mas ainda não tinha tido a ousadia na academia de estudar os homens santos, os heróis, os homens que deram certo. Os dias rolam e a humanidade ainda se debate. entre as ideologias que se disputam os espaços de dominação das religiões que não consegue lograr êxito alcançando os corações e de uma educação que engatinha nas várias modalidades ideológicas das várias abordagens, conseguindo êxitos aqui aculá. Mas o mundo hoje tem mais de 20 guerras vigentes e o nosso próprio país vive um conflito interno com essas características. Foi, portanto, nesse viés que o Espiritismo nasce para uma perspectiva de uma leitura e de uma contribuição capaz de poder nos devolver a esperança na construção de um mundo que nos faculte experimentar, dar as mãos uns aos outros. Porque se nos dermos as mãos, como diz o poeta, ninguém puxará a
ontribuição capaz de poder nos devolver a esperança na construção de um mundo que nos faculte experimentar, dar as mãos uns aos outros. Porque se nos dermos as mãos, como diz o poeta, ninguém puxará a arma. É nesse olhar que Benedita Fernandes, que viveu a miserabilidade no estado de São Paulo e que ficou aqui a cular entre aqueles que era os criminosos da época e que estabeleceu uma movimentação tão bela a ponto de ser considerada como a dama da caridade, alinhavou uma página inesquecível chamado violência através de Divaldo Franco. aonde ela afirma de uma forma muito metódica e didática de que a violência chama a atenção quando explode nas avenidas, nos logradouros mais importantes, mas de que essa violência que estarrece, que nos toca, que nos chama a atenção, ela é uma violência manifesta. Há uma violência oculta que subj e que mantém essa violência que se apresenta nos periódicos, que ganha notícia agora nas mídias, ela é resultado, portanto, de uma violência oculta que leva crianças e adolescentes na perspectiva do analfabetismo. os homens para a perspectiva do subemprego, os idosos para a solidão e todas as outras formas de expressão que a humanidade detém e que representam a maior violência. diz ela, de que essas violências em que o ser humano experimenta lesa-lhes o centro do sentimento. E este homem lesado em si mesmo, ele reage e faz então que juntos ou solitariamente compareça para denunciar essa violência oculta e de que a causa dessa violência oculta estava centrado naqueles que virem atuando na governança das sociedades nutridos pelo egoísmo e pela insensibilidade. São estes os protagonistas que engendram a miserabilidade humana, a vulnerabilidade dos seres que estão sob o seu domínio explorados e que assim reagem para uma violência que então se manifesta, traduzindo aquela que é uma violência oculta. Ela então sugere que se estabeleça uma cruzada de amor e aonde individualmente, em grupo, possamos agenciar cotas de amorosidade para fazer com que a nossa sensibilidade,
a que é uma violência oculta. Ela então sugere que se estabeleça uma cruzada de amor e aonde individualmente, em grupo, possamos agenciar cotas de amorosidade para fazer com que a nossa sensibilidade, agora desperta, possa se movimentar para facear todas essas ocorrências infelizes nesses fatores criminógenos que se dão dentro da sociedade. agenciando aqueles que absolutamente perdidos de si mesmos se lançam para a criminalidade, bem como para aqueles que, detendo o poder, se mantém encastelado na indiferência eica. São esses dias que nós vivemos no mundo, aonde o exercício da amorosidade nos convida, porque essa violência que está fora, seja ela daqueles que estão detendo o poder, seja ela daqueles que experimentam as suas consequências, ela também está dentro de nós mesmos. Nós somos seres espirituais reencarnados e que trazemos a longa tarefa de poder nos superar, fazendo a transposição da nossa dimensão egoica centrada num egoísmo, na egolatria, no egocentrismo, na egoesclerose para fazermos a autossuperação e fazer valer este amor inegóico que Piterin Soruquim, o sociólogo russo, propõe. e fazermos emergir de dentro de nós mesmos esse altruísmo que se traduz na linguagem espírita como caridade profundamente libertadora, que não apenas assinala-se pela atuação no campo da materialidade necessária para atender as vulnerabilidades físicas dos seres humanos, mas que também comparece na perspectiva moral espiritual, quando ela emerge para poder sensibilizar corações a partir dos nossos corações e fazer com que pessoas possam fazer movimentos mais solidários, mais fraternos, capazes de promover pequenas revoluções. essas pequenas revoluções que começam nas entranhas de cada um e que vão sendo e experimentando contágio e vão tomando vulto nos grupos, nas instituições confiadas ao exercício do amor inegóico, a caridade desinteressada e a solidariedade legítima que se expressa com uma fraternidade que nos convida a nos darmos as mãos. Essa perspectiva é a perspectiva
onfiadas ao exercício do amor inegóico, a caridade desinteressada e a solidariedade legítima que se expressa com uma fraternidade que nos convida a nos darmos as mãos. Essa perspectiva é a perspectiva traçada pelo espírito Benedita Fernandes, a dama da caridade, e que aciona-nos para fazer essa movimentação. Todos nós aqui, independente de que lugar ocupamos na sociedade, trazemos dentro de nós mesmos uma historiografia espiritual que comparece de algum modo na nossa vida atual, na nossa existência. corpórea atual e que exige alguns olhares mais atentos para que possamos lograr lidar não só com a agressividade que vem de fora, seja que explode, seja oculta, seja aquela daqueles que patrocinam, seja daquelas que são vítimas, mas sobretudo lidar com a violência que já dentro de nós mesmos. Temos uma energia agressiva, inerente, normal, egressa da animalidade, que pode se manifestar de uma forma reativa ou de uma forma ativa, levando-nos a construções positivas ou negativas. Nós conhecemos uma pessoa pela reatividade. Você quer saber quem você é? Veja como você reage. Porque quando você reage, você revela os seus pontos cegos. Aonde está a tua sombra? Quando você ache estabelecendo um processo reflexivo, você está sob controle, você está gerenciando a sua própria governança interior, mas na reação você se surpreende tendo atitudes que você não ousaria pensar que pudesse tê-la, seja posições às vezes demasiadamente agressivas, negativamente falando, seja posições às vezes grandemente pacíficas que você olha para você e diz: "Não é possível. Eu tenho a impressão que eu fui inspirado, apoiado por algum espírito." Às vezes não. É que às vezes temos alguma conquista e aquela circunstância evocou aquela conquista. como na negatividade, às vezes a circunstância foi outro e evocou dentro de você um conteúdo sombrio que você ainda não diluiu, não transformou e ele emerge e faz com que tu faças uma reação que depois tu olhas para ti mesmos e diz: "Eu não me reconheço". Eu acho que
entro de você um conteúdo sombrio que você ainda não diluiu, não transformou e ele emerge e faz com que tu faças uma reação que depois tu olhas para ti mesmos e diz: "Eu não me reconheço". Eu acho que um obsessor me tomou, porque a gente adora botar a causa nos obsessores. Uma vez eu estava atendendo uma jovem e atendia a família e eu perguntei a ela, procurando lhe dar uma remédio homeopático, queria conferir se eu estava na direção certa. Eu disse para ela: "Se um garoto de rua lhe tomar a bolsa". Ela disse: "Ah, eu vou no inferno, mas ele não leva a minha bolsa". E ele era uma mulher pacífica. Aí eu estranhei aquela reação da resposta dela e tava conferindo para ver se batia com remédio que eu queria administrar. Passado mais ou menos uns 15 dias, eu atendi a tia dela, que eu também acompanhava. E na mesma circunstâncias, quase que no replay, eu também perguntei pra tia, eu disse: "E se um assaltante te levar a bolsa?" Ela disse: "Ah, eu não sei. Eu acho que eu vou ficar paralisada". Parece que era um prenúncio de algo que deveria ser estabelecido para que ambas se conhecessem, porque passado mais ou menos dois meses, aconteceu exatamente as perguntas que eu fiz. Ela, suponhamos chamar Maria. A Maria saía de casa, o garoto pegou a bolsa. Ao invés dela sair correndo até o inferno para pegar a bolsa, ela ficou congelada. A tia que estava às proximidades da casa e que viu, saiu correndo atrás do garoto com o carro. O garoto subiu numa monareta que era o instrumento de locomoção na época, já tinha o seu comparso e saiu. E ela então saiu no carro que ela pegou, que foi o táxi, não era o carro dela, e disse: "Siga Monareta". E tá f entrando. Você sabe como é esse essa perseguição implacável? Ele disse, a monareta lá pelas tantas entrou num num num beco ou numa viela, numa uma como se fosse uma vila, mas era uma passagem. E o taxista perdeu então o controle, não conseguiu seguir. Ela quis agredir o taxista, porque se você é conivente. Ela voltou para casa. A Maria que disse que corria até o
vila, mas era uma passagem. E o taxista perdeu então o controle, não conseguiu seguir. Ela quis agredir o taxista, porque se você é conivente. Ela voltou para casa. A Maria que disse que corria até o inferno, teve que ser buscada e levada para casa, que ela não conseguia se mexer. E aquela que disse que ficava paralisada, pegou o táxi, foi atrás, xingou o taxista e quando chegou em casa telefonou para um parente que era delegado e disse: "Roubaram a Maria e eu quero que pegue esse assaltante." Eram garotos. No outro a gente pode dizer bem, foi um processo reativo, a pessoa reagiu sobre o impulso. No outro dia, o delegado telefona parente dela e disse: "Ó, fizemos a operação normal pente fino na cidade, você não quer dar uma olhada aqui na delegacia? Tem um espelho unidirecional, você pode vir. Que é que vocês acham que ela fez? Ela foi lá, olhou e eu acho que foi aquele esse mecanismo suave de poder lidar com o crime fez com que ele dissesse assim: "O que você quer que eu faça?" Ela disse: "Dê-lhe uma surra". Eu fiquei tão assustado dois meses depois, quando aconteceu isso, que ela me narrou, que eu perguntei para ela: "E se você encontrar esse indivíduo pela rua?" Eu vou gritar, vagabundo assaltante. Eu quero dizer que eu fiquei com um pouco de receio de continuar atendendo ela, com medo de de não dar certo e eu ser uma próxima vítima. Vejam, na mesma família, duas pessoas trazendo realidades sobre si mesmas, absolutamente distantes da realidade da reação. A reação nos surpreende para mais ou para menos. Por isso, todo processo reativo, ele nos suscita saber um pouquinho mais sobre nós mesmos, quem nós somos, porque o nosso movimento é sempre de autoproteção. A agressividade ela se movimenta seja no animal para sobrevivência, seja no animal para que ele possa se defender. Então, se manifesta para lidar com medo. Muitas vezes o medo aciona uma agressividade. Eu lembro da minha mãe quando no a fazenda com meu irmão, o touro se soltou e correu na direção dela para lhe dar possivelmente uma chifrada.
ar com medo. Muitas vezes o medo aciona uma agressividade. Eu lembro da minha mãe quando no a fazenda com meu irmão, o touro se soltou e correu na direção dela para lhe dar possivelmente uma chifrada. O que é que ela fez? Ela pegou meu irmão, graças a Deus que não fui eu, botou na frente. O touro não achou tão assim engraçado, importante, viável e passou ao largo. Quando passou, ela deu-se conta de que tinha se protegido com airbag do próprio filho, contra a agressividade de um animal, que naturalmente seria dramático, tal, se sobrevivesse. E ela então entrou no remorço porque se protegeu com o filho. O ato instintivo do medo fez ela ter uma reação agressiva e se defender. É assim que nós nos nós funcionamos. Então, aos poucos nós vamos nos conhecendo para saber de que o processo da violência, como diria Chico, deriva do ato de violar. E nós violamos quando nós desrespeitamos o direito de alguém. E o desrespeito começa dentro de casa. É ali na microssociedade que se estabelecem os conflitos, as guerras, às vezes deflagradas numa agressividade verbal, às vezes física, quando você aciona algum objeto e joga na parede, por exemplo, e você fez isso, fiz para não jogar em você. Quer dizer, a pessoa desloca e joga, mas não tem condições de conter e está ainda dominada pela sua natureza animal, como os espíritos disseram Allan Kardec, que é a nascente da guerra, a predominância animal sobre a espiritual do ser que somos e as paixões que ainda jazem dentro de nós mesmos. A gente joga o prato na parede para não jogar em cima da pessoa. Esse ato, se por um lado ele é positivo, porque seria duro jogar na outra pessoa, por outro lado, nos coloca ainda mais para animalidade do que para a espiritualidade. Mas há pessoas que não reagem assim. Fazem um silêncio gélido e o fogo queima tanto quanto gelo e a pessoa faz aquele silêncio em clausura aquele membro da família ou grupo familiar num clima glacial de tensão silenciosa que leva às vezes a mágoas que precisam de muito tempo para poderem ser diluídas. é a
faz aquele silêncio em clausura aquele membro da família ou grupo familiar num clima glacial de tensão silenciosa que leva às vezes a mágoas que precisam de muito tempo para poderem ser diluídas. é a nossa agressividade. Como é que é que nós nos movimentamos quando vamos lidar com as nossas crianças? Notadamente se a criança ela é normal, porque toda criança normal faz peralti, grita, fala, xinga, brinca com a outra. Se não for assim, não é normal. Uma criança muito bezerra de Menezes só diz sim, ela está doente. Não, olha aqui, é o Bezerra de Menezes que reencarnou. Não, não é o Bezerra de Menezes que reencarnou. É uma criança que está sofrendo um processo grave, psicológico, e ela está provavelmente deprimida porque ela quase não se move, não briga com ninguém, não brinca com ninguém, ela está doente tanto quanto a alguma outra que possa estar manifestando a sua agressividade para dizer para a mãe, para o pai, que ela está em regime de exclusão ou se sentindo abandonada. E ela fala disso através do quê? da agressividade. Ela provoca a mãe que chega. Aqueles que estão às vezes cuidando da criança dizem: "Foi só foi a senhora chegar. Parece que o problema é a mãe". E a mãe chega, a criança fica insuportável. Aí a mãe vai ao limite ou o pai ou ambos e surge uma palmada, por exemplo. E quando dá palmada, a criança chora e aí o choro remete a uma consequência de culpabilidade naquele que deu a palmada, no pai ou na mãe ou ambos. E aí o que é que acontece? que a mãe vai, pega e põe no colo. A criança queria chegar no colo. Esse era o objetivo da criança. Ela buscou uma estratégia dentro da linguagem dela, da comunicação que ela é capaz de articular, que foi da peraltice, dos exageros, jogou um prato no chão da de comida, por exemplo, e aí ganhou o colo depois do tapa, depois da cinturada, depois do puxão de orelha, depois do grito, depois da desqualificação. Ela ganhou o colo. Quando ela ganhou o colo, ela aprendeu como é que ela chega no colo de alguém. Mais tarde, ela vai fazer isso no âmbito
puxão de orelha, depois do grito, depois da desqualificação. Ela ganhou o colo. Quando ela ganhou o colo, ela aprendeu como é que ela chega no colo de alguém. Mais tarde, ela vai fazer isso no âmbito afetivo com uma pessoa com a qual ela vai se relacionar afetivamente no âmbito do namoro. Mas ela aprendeu aonde? lá na infância que só se chega no trono, se sobe ali no pódium depois que se promove uma agressividade capaz de poder tirar ir além dos limites do pai e da mãe e assim ganha o afeto que ela está desejando, do qual ela está carente. Ao invés dela dizer: "Pai, você tá trabalhando muito, mãe, por que você não chega e me dá mais atenção? você chega, vai pro celular, vai paraa televisão ou vai simplesmente se ausentar e fecha no fecha-se no quarto. Então eu fico aqui, ela não tem capacidade de dizer isso. Então ela manifesta-se agressivamente, gerando um processo de violência circular dentro de casa, graças à imaturidade dela e a pouca maturidade daqueles que são seus pais. A violência, portanto, dentro de casa surge no casal. A maioria dos casais vibram no controle e no exercício do poder um sobre o outro. O casal que agencia o controle pelo poder está sempre disputando quem é que está mais sarado, quem é que ganha mais, quem é que tem mais amigo, se é médio, quem é que pega mais espírito? Não, eu pego mais do que você não, mas eu pego Joana de Anjo, você só obsessou. É uma disputa por tudo. Por quê? Porque a relação não está na construção do afeto. É um afeto inseguro e que se revela pelo controle. Eu preciso mostrar para você que eu sou mais do que você e você igualmente. Então nós litigamos nessa relação de pingpong para ver quem é que marca mais ponto e é melhor do que o outro. A relação quando está posta assim, ela está em clima de guerra, de violência, às vezes surda, às vezes declarada, porque se o casal, que gasta muita energia nessa interação, ele não despertar em tempo para a pacificação da relação romântica, ele vai deflagrar a separação logo mais ali adiante.
às vezes declarada, porque se o casal, que gasta muita energia nessa interação, ele não despertar em tempo para a pacificação da relação romântica, ele vai deflagrar a separação logo mais ali adiante. que aquele que está perdendo, por assim dizer, nessa disputa, começa a agenciar táticas para poder se vingar do outro. E aí começa o distanciamento da relação e o empobrecimento da energia amorosa que deveria ser investida no relacionamento de conjugalidade. E a relação começa a esfriar. E esse casal que está vivendo essa expressão, quando sai para os trabalhos correspondentes, eles revelam a violência onde vão. Seja aquele que se sente menor ou aquele que se sente maior na relação profissional, leva para a relação profissional essa carga de destrutividade. E ali surge o conflito de natureza profissional. O distanciamento do casal vai levando ao blackout. o que determina mais tarde no processo da separação conjugal, se há filhos, a violência se desdobra, porque cada um conta pro filho a sua versão da separação e faz aquilo que é a alienação parental, joga a criança contra o pai ou a criança contra a mãe. E aquilo que era um problema A2 já se configurou dramático na separação, agora toma proporções às vezes definitivas quando envolve a criança na alienação parental, determinando assim uma violência que vai se perpetuar, porque aquela criança vai crescendo com aquele script, olhando o pai de uma forma distorcida ou a mãe ou ambos. E esse modelo introjetado de paternidade da maternidade vai afetá-lo psicologicamente mais tarde nas suas relações, não só profissionais, mas notadamente e principalmente afetivas. Se ele não equaliza, não busca exatamente fazer valer a recuperação de si mesmo, essas pendências internas, ele se arrasta como adulto e não fica bem nem com o pai, nem com a mãe, porque quando o processo se dá e a gente não consegue a reconciliação, o drama vai se multiplicando aqui acular. Portanto, é nessa perspectiva doméstica que está inserida a violência que passa desapercebida.
quando o processo se dá e a gente não consegue a reconciliação, o drama vai se multiplicando aqui acular. Portanto, é nessa perspectiva doméstica que está inserida a violência que passa desapercebida. Nós olhamos no Instagram, no Facebook ou então nas mídias produzidas pela televisão e acha que o problema está lá, mas o problema não está lá, está aonde está o ser humano. Então, olhar para a nossa dimensão doméstica é olhar para si mesmo. Se a criança me tira do limite, o que é que eu preciso fazer comigo para que a minha natureza amorosa se sobreponha a minha natureza agressiva, destrutiva, que às vezes traz o modelo do meu pai ou da minha mãe, que assim me trataram com muita agressividade e eu aprendi que a agressividade era a estratégia de silenciar o outro que estava se nos confrontando. Então eu preciso fazer o encontro desse Francisco de Assis que vai me habitando, que vai sendo desperto dentro de mim na amorosidade, com aquele Hitler que está também dentro de mim metaforicamente e que é capaz de poder às vezes agredir uma criança com uma força desproporcional, não só física, não só oral, verbal ou no silêncio gélido, mas às vezes do ponto de vista da integridade física. Então, olhar para isso e poder perceber de que a criança desperta em mim o conteúdo que eu tenho que olhar para olhá-la de uma forma diferente, de que a esposa ou esposo que disputa comigo quem é o maior ou melhor, isso em me tocando, eu vou olhar para mim e perceber em quanto, em nível do meu eu humano de ego, o quanto eu estou precisando atualizar. a minha dimensão do ser que sou, fazendo valer o Cristo interno que me habita e que está às vezes silencioso porque não está sendo futucado, não está sendo convidado a vir. O convite vem da esposa, do esposo, mas ao invés de eu poder fazê-lo despertar para fazer um movimento de encontro dessas forças psicológicas dentro de mim, eu simplesmente reajo, dizendo que o outro tá errado. Tudo que eu digo do outro tá em mim. E tudo que o outro me provoca,
para fazer um movimento de encontro dessas forças psicológicas dentro de mim, eu simplesmente reajo, dizendo que o outro tá errado. Tudo que eu digo do outro tá em mim. E tudo que o outro me provoca, se me provoca e se me atinge, é porque tá dentro de mim. É possível e desejável que eu primeiro me olhe, ao invés de olhar primeiro e às vezes solitariamente o comportamento inadequado do outro. Então, a tarefa da pacificação é uma tarefa longeva, demorada. Nós somos espíritos multimilenários com extremas repetições nos nossos equívocos, atendendo as entidades nas reuniões mediúnicas. Eu dou-me conta do quanto é difícil fazermos transformações morais. O culto das virtudes, o quanto escassia, ouvindo os espíritos nas repetidos séculos, reiteradamente cometendo os mesmos erros. Nós fizemos na AM, na Associação Médico Espírita do Pará, um trabalho lidando com aqueles que tinham esquizofrenia. Pegamos seis pacientes esquizofrênicos resistentes ao tratamento psiquiátrico e fazíamos reuniões específicas para atender um a um. Cada atendimento para mim foi uma surpresa, porque não havia uma dor que fosse menor do que a outra. Eram dores sempre em vários campos e dramáticas. E quando se voltava a vibrar pela mesma pessoa, vinha uma outra experiência reencarnatória revelada pelos espíritos que se comunicavam, trazendo conteúdos dramáticos e aqui a culavitor sinalizando sobre a trajetória daquele espírito. Eram processos milenários. E olhando então para a esquizofrenia, dávamos-nos conta, conforme o espírito alinevou, de que ali estava se fazendo o caminho de volta, o quanto nós demoramos para nos trazermos paraas mãos. Avançamos para o mundo para ganhar sucesso, dominar os outros, ter sucesso profissional, prestígio, diploma, medalhas, mas não conseguimos fazer o gerenciamento de nós mesmos e acaba que nós nos entregamos a um mundo e somos absorvidos, abduzidos pelo mundo. E aonde está aquele ser que se programou fazer uma jornada de iluminação? Aonde está a paz daquele que tem tudo
smos e acaba que nós nos entregamos a um mundo e somos absorvidos, abduzidos pelo mundo. E aonde está aquele ser que se programou fazer uma jornada de iluminação? Aonde está a paz daquele que tem tudo hoje em dia, mas não tem-se a si mesmo? Aonde está aquilo que deveria ser um comportamento de brandura? Quando você se surpreende como sendo um monstro, tendo uma atitude que você jamais pensou que poderia ter, danificando um imóvel, um automóvel, fazendo o enfrentamento de uma pessoa como se fosse um troglodita, uma pessoa sem eiras nem beiras, e você se surpreende e dá-se conta o quão bruto ainda está. Hoje o espiritismo vem nos convidar a fazer essa imersão. A violência que campeia externa fala da violência que nos habita. Mas a paz também a que somos convidados, qual a fala do espírito Eros, ela também nos habita a despeito de estar ali adormecida em algum nível ou se já a desenvolvemos, não conseguimos lográ-lo fazer de tal modo que possamos ter uma regência da nossa existência através de uma amorosidade capaz de enfrentar os desafios e cair menos. Não é não cair, é cair menos. nos ensaios existenciais e quando cair dá-se conta para aprender com a queda, recuperar-se tão rapidamente quanto possível, porque você não sabe quando chegará o dia que você voltará para o mundo espiritual. E se olhar do mundo espiritual para cá, fica tudo que você conquistou, vai só você com você mesmo. E quando você olhar para você, para você mesmo, você vê que às vezes você é um miserável. É necessário, portanto, em dias de tanta concorrência, de tantos apelos que o mundo nos fazem, de tanta violência agressiva que às vezes se faz na mídia, no comércio, não é só a violência bélica, a violência daquilo que se dá às vezes na escola ou nos lares. E nós contemplando não nos damos conta que estamos numa mesma toada, apenas no nível um ponto abaixo. É necessário, sem nenhuma alienação do mundo, dar-nos conta de onde estamos, o quanto estamos na relação conosco mesmo, qual é o nível de intervenção que eu
sma toada, apenas no nível um ponto abaixo. É necessário, sem nenhuma alienação do mundo, dar-nos conta de onde estamos, o quanto estamos na relação conosco mesmo, qual é o nível de intervenção que eu tenho feito em mim mesmo para ser um ser mais espiritualizado e menos animalizado. Enquanto meus sentimentos estão se sobrepondo aos instintos, à impulsividade, o quanto eu sou capaz de poder ter na minha vida a minha vida na minha mão, o quanto eu a mim mesmo me olho com mais frequência, ao invés de olhar no Instagram a vida dos outros. O quanto eu sou capaz de perceber numa encrenca a minha parte e não só me deter para olhar a parte do outro. Enfim, o quanto eu estou nesse caminho que o Espiritismo conclama-nos a meditar e que sem demora, o cristianismo há 2000 anos vem a nos convidar ao longo de diversas experiências reencarnatórias, porque Jesus também viveu assim. O seu nascimento já foi uma desuptura na época, porque para acolhê-lo, para nascer já houve uma violência. Ele não teve o espaço adequado para receber a sua família e com menos de 3 anos inrompeu uma matança para tentar eliminá-lo. Só não aconteceu porque José em sonho, foi convidado a levá-lo para o Egito. A trajetória de Jesus foi toda ela num mundo que não é muito distante daquilo que vivemos hoje. aparato bélico agressivo mudou em algumas tonalidades por conta do progresso intelectual e tecnológico. No entanto, a violência é do mesmo jeito no trânsito, no trabalho, as perseguições, às vezes com o vizinho. Todas essas ocorrências aconteceram com Jesus. E Jesus, no lugar em que estava, demonstrando como deveríamos poder fazer diante desses desafios, deixou-nos as suas pegadas. E a violência que o alcançou no momento em que ele é erguido à cruz, ele transforma numa espada embahada na terra e vai para além dela, cujas consequências poderia ser a mágoa, a raiva, o ódio. Ele ressurge sem fazer nenhum brado de culpabilização de alguém, sem imputar nenhuma responsabilidade de alguém. Ele vem para ensuflar a esperança daqueles que ele
oderia ser a mágoa, a raiva, o ódio. Ele ressurge sem fazer nenhum brado de culpabilização de alguém, sem imputar nenhuma responsabilidade de alguém. Ele vem para ensuflar a esperança daqueles que ele viera anteriormente vivendo, ensinando a amar. Nós somos chamados, portanto, a sairmos deste padrão da delinquência para o padrão dos santos, sem nenhuma pressa de nos santificarmos. sair desse padrão dos genocidas para um padrão daqueles que são heróis numa luta consigo próprio, sem nenhuma preocupação de ganhar algum galardão, mas com a ocupação de poder fazer o bom combate interno e fazer a revolução inegóica altruísta que nos remete na linguagem espírita à caridade bemvivida. Quando nós nos ocupamos de fazer esse caminho, tendo esse olhar, aí a vida muda de figura. Porque a sintonia com os benfeitores espirituais que chancelam a nossa existência e que compreende as nossas vulnerabilidades e fraquezas, elas se fazem. E aqui aculá nós somos protegidos e a gente não sabe como aconteceu. Aconteceu por merecimento, não é por nenhuma chancela imprópria, indevida. Tudo que experimentamos de proteção é aquela em que nós nos colocamos sob o guarda-chuva dos benfeitores espirituais. E lidando com a nossa própria indigência aqui aculado, uma área que a gente ainda não domina, a gente mais atento, mais vigilante, para que aquilo não tome força, inviabilize a nossa encarnação, nós vamos perseguindo-nos a nós mesmos para nos tornarmos pessoas um pouco mais doces, fazendo com que a docilidade comece a tomar conta da nossa existência em pequenino gesto, não em gestos heróicos. que é ali no trânsito desculpando alguém que fecha você ou alguém que lhe provoca chamando a sua mãe de forma imprópria, ou alguém que ali lhe atendeu mal num serviço público ou num shopping, alguém que atende você e você com cultivando essa gentileza, cultivando a docilidade, devolve pro outro que o outro não conhece, dá a outra face pro outro que o outro não conhece. E se ele trata mal você, você trata bem. Se ele é agressivo
vando essa gentileza, cultivando a docilidade, devolve pro outro que o outro não conhece, dá a outra face pro outro que o outro não conhece. E se ele trata mal você, você trata bem. Se ele é agressivo com você, você é pacífico com ele, sem ser necessariamente passivo, mas sem precisar ser reativo. E quando for, para, avaliar, pare, avalie-se, porque a situação retornará, porque tudo que a gente não resolve volta de novo na nossa vida. Uma vez eu tinha um cidadão e eu perguntei para ele, ele era costumava sofrer assaltos. Eu disse: "Quantas vezes você foi assaltado?" Disse: "Olha, em Belém do Pará, nos primeiros, no primeiro ano, eu fui assaltado 17 vezes. Eu fiquei assim preocupado até porque ele tinha um chamarizado em Belém do Pará. Como é que ele poderia ter sido assaltado 17 vezes num tempo recorde?" E todas as vezes que eu encontrava para o manejo terapêutico, eu perguntava: "Ei, o assalto?" Ele foi assaltado um, depois tentaram invadir a casa dele, depois invadiram a fazenda dele e o ladrão pegou e meteu um um pé de cabra para levantar, entrar na casa dele rompendo com uma grade. E tinha uma cortina, mas tinha uma outra grade. Por trás da cortina, o ladrão não sabia. Gente, aquele homem, eu tinha medo dele de ser assaltado quando tava atendendo alguém entrar e nos assaltar. E ele era advogado, né? E eu dizia: "O senhor é advogado, né?" Ele dizia: "É". Mas eu achava aquilo interessante. Em verdade tudo que se nos acontece se fala de nós mesmos. Então, não é à toa que pessoas têm sorte e pessoas têm azar. São construções energéticas que nós estabelecemos a partir do estilo de vida que escolhemos ter todos os dias. Porque viver bem é a arte de escolher viver o amor todos os dias. Ao acordar, esticar-se e dizer: "Puxa, estou de saúde". Porque muita gente quer estcar o braço e não consegue teve um AVC. você poder saber que aquele dia é aquele dia que é domingo, está consciente, orientado, sentar-se, dar bom dia a alguém, mesmo que não seja um bom dia, porque você vai
raço e não consegue teve um AVC. você poder saber que aquele dia é aquele dia que é domingo, está consciente, orientado, sentar-se, dar bom dia a alguém, mesmo que não seja um bom dia, porque você vai resolver um problema ou tem uma dívida que você não consegue pagar, mas olhá-lo de uma forma diferente, sem perder o contacto com a realidade, otimisticamente, o estilo de viver o bem pelo bem, todos os dias pela arte de poder desfrutá-lo, é a capacidade que vamos ter de pacificando a nossa alma. E aonde chegarmos, essa energia pacífica, ela se exteriorizará e vai contaminando um, vai contaminando outro, mas o maior beneficiado é você, porque as suas células são as primeiras que sabem de que você tá cultivando o amor, de que você tá com ódio, tá com rancor, a tua explosão que mobiliza todo um sistema neurohormonal e coloca em risco a tua vida às vezes pelo aumento da pressão material, ela sabe no teu corpo por primeiro quais foram as consequências desse processo de explosão ou de implusão, porque às vezes você não explode, mas implode. Em tempos de desafio, é necessário cultivar o amor para que as células possam dar-se conta de que você está cuidando muito bem desse condomínio, porque é um condomínio no qual você é o governante, é o gerenciador e você vai permanecer tanto mais tempo quanto maior for a possibilidade de você autoamar-se. Porque o maior problema é que para amar alguém nós precisamos nos amar. E o exercício do autoamor, nós ainda passamos longe. O capítulo 11º de O Evangelho Segundo Espiritismo diz: "Amar o próximo como a si mesmo". Mas a gente diz, vai lá no capítulo amor ao próximo é amar o próximo como a si mesmo. Allan Kardec colocou nessa extensão para que jamais pudéssemos perder a dimensão de que eu sou contigo como eu sou comigo, de que o exercício do autoamor é o ponto, a antissala para que eu possa ser com você numa relação de caridade, de amor também, de que só existe amor para alguém se há amor a si mesmo concedido. Então, usufruirmos o auto amor que está
o ponto, a antissala para que eu possa ser com você numa relação de caridade, de amor também, de que só existe amor para alguém se há amor a si mesmo concedido. Então, usufruirmos o auto amor que está muito distante do egoísmo, que não se compara com vaidade, que não é essa arrogância ou autoamor, é esse bem querer que estar além do ego sem deixá-lo. E que faz com que você seja humano mais humano. Ou se preferir, você comece a espiritualizar o humano que você é, distanciando-se da animalidade de onde você vem. É nessa toada que a violência, que a gente espera que venha dos governantes, que venha da baioneta, da da diplomacia entre países que se encontram e nunca vem, é necessário considerar de que ela advém daquele que faz a adesão ao caminho proposto por Jesus, que veio e nos recomendou viver a paz que ele se nos ofereceu. mas que estava calcado numa relação de amorosidade. E quanto maior fosse essa cota de amorosidade, maior seria o estado de pacificação interior. E se você é capaz de poder fazer isso com você, você terá a certeza de que, pelo menos no lugar do mundo haverá paz aonde você está. Mas enquanto nós estivermos esperando essa par milagrosa vir de fora, colocarmos nos benfeitores a necessidade de eles cuidar de cuidar de nós mesmos ou de que Jesus como salvador venha nos salvar e a gente fique na inércia, na paralisia, nós não lograremos ir adiante porque estamos iludidos. Mas à medida que nós conseguirmos darmos conta de nós mesmos, nos trazermos para os nossos braços e no exercício de auto amor que se espraia para o amor ao outro, porque nenhuma flor se abre e seleciona o perfume aonde para quem ela vai oferecer. Ela perfuma a tudo e a todos, mas antes de perfumar os outros, o perfume sai dela, ela fica autoperfumada. É assim o exercício de alguém que está em paz. calcado numa amorosidade inegóica, nesse amor que é um amor que transcende a dimensão do egoísmo, que é a nossa grande trava de mãos dadas com orgulho. Por isso, nesses dias desafiadores em
tá em paz. calcado numa amorosidade inegóica, nesse amor que é um amor que transcende a dimensão do egoísmo, que é a nossa grande trava de mãos dadas com orgulho. Por isso, nesses dias desafiadores em que o mundo vive as guerras palpitantes e uma ameaça de terceira guerra, nesses dias em que o nosso país experimenta tantos conflitos, tantos idas e vindas, tantas situações melindrosas e nós ficamos esperando que a solução venha mágica dos céus nestes dias, aonde a gente não sabe se chega em casa ou se em casa, se conseguiremos acordar, porque a gente não sabe como o filho vai chegar ou como o neto vai chegar. Hoje em dia, os adultos se fecham porque não sabem como os seus parentes vão chegar. Tantas ocorrências trágicas que t se dado dentro do lar. Nesses dias em que a violência parece que se tornou epidêmica, nós somos chamados a nos alinharmos com pensamento espírita, trazermos a figura de Jesus não como uma religiosidade de culto verbalístico, mas como um cultivo de uma amorosidade diária, constante, um jeito de ser, um jeito de se colocar no mundo e sem nenhuma preocupação com santidade. sem nenhuma preocupação com pureza última, com santidade, que às vezes é apenas externo na maioria das pessoas, mas com a ocupação de ser uma pessoa mais solidária, mais fraterna, focada no bem, nós haveremos de fazer a grande transformação que nós esperemos que o mundo, que no mundo aconteça. E essa regeneração que aponta ao longo dos séculos, ela já vai se dando dentro de nós mesmos. E aonde estivermos, nós seremos reconhecidos, porque ali há uma luz que se espraia despretenciosamente. Ali há um sal que se manifesta. Não porque a pessoa arrogantemente se coloca, não, porque o sal, a finalidade do sal é despertar o sabor daquele alimento, daquele outro alimento, daquele outro alimento. Porque essa é a nossa função na terra. Não é de fazer pelos outros e para os outros, é fazer com os outros, para que cada um dentro da sua perspectiva assuma o seu lugar dentro da terra. Enato que nesta noite memorável para nós e que
erra. Não é de fazer pelos outros e para os outros, é fazer com os outros, para que cada um dentro da sua perspectiva assuma o seu lugar dentro da terra. Enato que nesta noite memorável para nós e que agradecemos ao nosso Mário a gentileza, o carinho com que nos acolheu pela manhã e agradecer a vocês que estamos nessa mesma barca, com esses mesmos objetivos e abraçando essa doutrina portentosa que nos coloca na posição de honrados e de responsabilizados. Eu quero dizer, enriquece-te de amor e saia a semear a esperança com desvelo, aonde se adensa a sombra e se demora o desespero. Abre vala na terra áspera dos corações e suca o leito dos córregos, para que espra a vida rica de flores e colorida, em luxuriante verdor nas margens. Acompanha com os teus olhos izados de luz as verdes e belas campinas. Sal picada de flores, abençoadas por miotes azuis, respingadas por amores perfeitos sem defeitos, adornado de boninas. Quanto à paz, deixa de lado amargura, volve a ternura, distende a brandura, amplia a candura enquanto a paz. A guerra está de férias. Os instrumentos de destruição permanecem no chão, longe destroços que produzem. Segue à frente, ó paz do diiro, prossegue ao fissareiro dominado pelo amor. Atende o cordeiro que pasta ao lado do chacal e a rebelião que morrendo ao bem destende a mão. Não te afadigues, considerando o mal. Conserva o encanto do sorriso. Eis o teu fanal. Porque já está decretado que o bem é vida e a alma da fé é a caridade bem vivida. Equanto a paz, transforma pântano em jardim e impõe o seu fim como tragédia, acendendo luzes na noite sombria, haverás de iluminar as almas dia após dia. Enquanto à paz, um dia, o homem vestiu-se de amor, dignificou singelas sementes, honrou as redes do mar, entreteceu considerações felizes nos rubros entardeceres e nos pálidos amanheceres, e dando-se, pereceu numa cruz que se faria sublime ponte de luz. Mas para que o homem jamais perdesse a paz, volveu a eles mesmos numa linda madrugada, a fim de que jamais desaparecesse do humano
res, e dando-se, pereceu numa cruz que se faria sublime ponte de luz. Mas para que o homem jamais perdesse a paz, volveu a eles mesmos numa linda madrugada, a fim de que jamais desaparecesse do humano coração a suave, doce canção da paz. Obrigado. [aplausos] A nossa gratidão pela palestra do Dr. Roberto Almeida, uma emocionante, muito bonita, linda e que nos fez lembrar muito, muito de Valdo Franco. Vamos agora então para o nosso encerramento da reunião. Convidamos os médiuns passcistas da nossa casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passos coletivos. Esse é um momento especial. o momento da ciência, da doutrina espírita e os nossos pensamentos buscam a Jesus, a ele, o nosso orientador, nosso mestre. Abençoa, Senhor, este momento especial que reservamos, este momento que rogamos a vossa condução, dos vossos emissários da paz e do amor. Bons espíritos, os bons espíritos que [música] construíram esta casa, edificaram esse templo. Tudo foi feito, tudo foi feito em vosso nome e [música] por ti. que seja um farol nesta noite de sombras e densas da humanidade, a iluminar a noite escura do mundo, onde os sofredores possam escolher um bom caminho, encontrar aqui A paz que tanto desejam. >> Nós também, Senhor, nós também desejamos a paz e o amor. Faculta, pois, a esses médiuns passistas neste instante desenvolver as suas energias pela vontade da sua alma. em direção a todos nós, os necessitados deste mundo. Que os fluidos medicamentosos do mundo espiritual possam se mesclar e nós absorvermos aquilo de que necessitamos para as nossas problemáticas. físicas, mentais, espirituais, sentimentais. leva nosso amor e gratidão a Edivaldo Franco, a Nilson de Souza Pereira, a nossa penhorada gratidão a benfeitora Joana de Angeles e sua equipe de espíritos que conduzem esta instituição. os nomes que colocamos na entrada deste cenáculo dos encarnados e desencarnados. Por eles rogamos a vossa misericórdia, Senhor. A água transforma num remédio para todos nós, que ao sorvê-la
stituição. os nomes que colocamos na entrada deste cenáculo dos encarnados e desencarnados. Por eles rogamos a vossa misericórdia, Senhor. A água transforma num remédio para todos nós, que ao sorvê-la nos tragam saúde física e saúde mental. Conduze-nos de retorno ao lar. levando a vossa mensagem de amor e de paz proposta pelo nosso irmão nesta noite de hoje. Abençoa-nos. Se conosco, Senhor, hoje, por todo sempre e que assim seja. Está encerrada a nossa reunião a todos.
Mais do canal
Conversando Sobre Espiritismo | Mário Sérgio, Solange Seixas e Marco Antonio
1:06:33 · 5.3K views
Em Busca do Sagrado | #193 • A Alegria
🔴 AO VIVO | Diálogo Franco: Sexualidade - Uma Visão Espírita
[EN FRANÇAIS] Nul ne meurt - Divaldo Franco
1:27:15 · 240 views
[EN FRANÇAIS] Pike et son fils toxicomane - Divaldo Franco
1:10:29 · 293 views
Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E34 – Cap. 17: Terapia desobsessiva – Parte 2