Alberto Almeida • Jesus, o avatar do amor

Mansão do Caminho 10/03/2024 (há 2 anos) 1:00:23 7,115 visualizações 841 curtidas

26ª Conferência Estadual Espírita do Paraná O Evangelho Segundo o Espiritismo Iluminando caminhos, despertando consciências

Transcrição

queridos amigos é sempre com alegria imensa que experimentamos o compartilhamento de reflexões em torno da nossa veneranda doutrina espírita da psicografia de diddo Franco pelo Espírito tagore procurei desarvorado e triste pelas terras distantes em Loucas Aventuras com os outros sem conseguir encontrar-te aonde chegava a minha ansiedade deparava com as marcas dos teus pés no chão cobri os meus sonhos de angústia dilacerando todas as minhas tentativas de esperanças em vão para te encontrar exauri Sem resultado feliz e caí vencido defrontei um dia com duas estrelas que se apagavam nos olhos de uma criança abandonada e ameia a sua voz sem palavras e a música da sua necessidade fizeram me encontrar os três o próximo a mim e a ti soberano senhor da minha vida não cces de cantar ó brisa ligeira que passias pelo vale nem interrompas o teu curso ou água transparente do Regato toda a Musicalidade que embala a natureza faz-se partitura para que o cantor destrave a voz da sua garganta e inunde o mundo de harmonias A fala é uma síntese daquilo que está proposto na cultura judaico cristã uma das leis universais que o Cristo haveria de documentá-la através das ações e ilustrado com as suas falas e foi num momento desse significativo da sua caminhada pela terra que quando estavam num grupo assentados o doutor da Lei levantou-se na expectativa de poder checar avaliá-lo tentá-lo e disse-lhe mestre o que eu devo fazer para alcançar a vida eterna para herdar a vida da plenitude na linguagem atual da felicidade Jesus então percebendo que lhe ia na alma disse-lhe o que tá escrito na lei o que é que tu LS nela o doutor da Lei ainda de pé disse-lhe Amarás a Deus de todo coração com todas as tuas forças toda a tua mente e com toda a tua alma e ao próximo como a ti mesmo Jesus então diante daquela interlocução propôs-lhe vai e viverás o doutor da Lei ficou desconcertado poderia diminuir o som um pouquinho por favor que tá dando microfonia o Doutor da Lei observando a circunstância desconcertado

interlocução propôs-lhe vai e viverás o doutor da Lei ficou desconcertado poderia diminuir o som um pouquinho por favor que tá dando microfonia o Doutor da Lei observando a circunstância desconcertado ficou porque na realidade ele experimentava tentar Jesus chec e naquele momento Jesus o checou Jesus devolveu para ele aquilo que estava na sua agenda oculta na sua astúcia ele ansiava poderem encontrar Jesus no lugar aonde ele pudesse na posição de Doutor da Lei expressar a pequenez de Jesus e a sua grandeza representando o sinédrio mas quando Jesus lhe devolve a pergunta Talvez sabendo que ele era muito orgulhoso disse o que é que tá escrito na lei o doutor da lei vale-se da sua vaidade para mostrar do Alto da sua arrogância o quanto ele dominava a lei tomou de Deuteronômio amar a Deus Sobretudo o primeiro mandamento e tomou do Levítico amar o próximo como a si mesmo fez uma síntese admirável mas não esperava que Jesus pudesse Então a partir daquele momento deixar claro a nu a sua condição dissestes muito bem vá e vive e desfrutarás da Felicidade da plenitude o doutor da Lei ficara numa circunstância Muito desconfortável porque ele sendo um doutor da Lei e sabendo por não desfrutava em sendo um ser que dominava a lei tinha de memória jarilo que os mandos reduz amar a Deus e ao próximo como a si estava declarando diante do grupo e perante Jesus de que ele não dispunha da pacificação interior de que ele não Detinha esse ambiente interno de paz de abundância de plenitude o que fez então Jesus dizer-lhe declarando que ele est lug vai faz significava dizer que ele sabia do ponto de vista teórico mas não sabia do ponto de vista da prática de que ele conhecia aqui mas não conhecia na ação de que ele apenas Detinha na memória os ensinos mas não Detinha o ensino na praxe na prática ele não atualizava esse conhecimento no ele dispunha portanto da possibilidade de ser um doutor da lei Mas um doutor da teoria um doutor que sabe de memória os ensinos mas não tinha a correspondência do

e não atualizava esse conhecimento no ele dispunha portanto da possibilidade de ser um doutor da lei Mas um doutor da teoria um doutor que sabe de memória os ensinos mas não tinha a correspondência do sábio de um Avatar na linguagem oriental quando alguém identificado com o Divino de tal modo Renascer é tomado como se fosse a Encarnação de Deus numa linguagem oriental ele em sendo colocado numa posição de nudez ele fica Muito desconfortável sobretudo porque quando ele aborda Jesus ele diz mestre ou seja talvez numa tentativa de poder em seguida declinar Jesus desse lugar mas ele trata Jesus de mestre e Jesus era um mestre mas não era o mestre que tinha decoreba Jesus era o mestre que tinha atitude era alguém que arrastava a sua mensagem através dos exemplos os feitos de Jesus ensejam os ditos de Jesus mas são os feitos que de Jesus o espírito dessa envergadura Que conhecemos os ditos eram uma possibilidade de se poder entender numa pequena ilustração O que representava as atitudes Virtuosas do mestre era Portanto o encontro de dois Mestres o mestre da teoria do sinédrio e o mestre do amor que se colocava diante dele convidando-o a fazer um percurso de iluminação era o mestre dos meros homens no Exercício do poder temporal dentro da socioantropologia Judaica daquele momento Jesus era o mestre das almas o Divino educador que reencarnou para nos ensinar o caminho Deixando as suas pegadas e não as suas falas era o encontro portanto do Mestre dos Homens o ego e o encontro com o Mestre dos Mestres o self numa linguagem joanina de Joana De Angeles que resgata a figura e a expressão de Jung era Portanto o ego e a dimensão kardequiana que nos enseja os espíritos alinhavando a Kardec O Livro dos Espíritos quando nos caracteriza de que a nossa natureza essencial é chama clarão luminosidade era Portanto o ego e o clarão na dimensão mais exponencial que a terra já conheceu era Portanto o ego que nos apresentamos e um self que nos habita mas que está dormindo que ainda não despertou era essa o

Portanto o ego e o clarão na dimensão mais exponencial que a terra já conheceu era Portanto o ego que nos apresentamos e um self que nos habita mas que está dormindo que ainda não despertou era essa o contexto daquele encontro grupal que ensejou essas falas nesse diálogo tão breve mas Tão Profundo para as nossas reflexões que Kardec resgata e coloca dentro do Evangelho Segundo o Espiritismo essa passagem tal como a eu a citei e o Dr da lei aquele que representava os homens desconcertado desnudo EGO fragilizado na sua manifestação de arrogância e de vaidade sem saber o que fazer porque ficou Claro de que ele não conseguia ter dentro de si mesmo uma serenidade daqueles que amam profundamente a Deus ao outro e a si mesmo tenta uma escapadela tenta uma estratégia de fuga para esconder a sua vergonha ao invés talvez de assumir ele usa essa estratégia a estratégia de perguntar a Jesus dando seguimento ao diálogo dizendo mas quem é o meu próximo essa é a pergunta que nos fascina quem é o outro até hoje nós nos perguntamos é o out até hoje nós queremos saber quem é essa pessoa que você me aproxima quem é essa pessoa que nasceu com o meu filho quem é essa pessoa que eu encontrei do ponto de vista de uma relação romântica Quem é esse que é o meu pai a minha mãe quem é esse que está ao meu lado na posição de um irmão mais velho mais no de um parente Quem é esse que é nascido por último traz uma problemática uma deficiência Quem é esse que eu encontro no trabalho quem é o outro nós nos Demoramos demasiadamente para saber quem é o outro Essa foi a pergunta do doutor da Lei e quem é o meu próximo era uma tentativa de querer dizer de que no ponto de vista da sabedoria ele queria aprofundar com Jesus acerca desses dess dessa Trindade Deus o outro e eu e ele querendo talvez escapar da dor que se viia nutrido naquele momento faz essa pergunta talvez achando que Jesus pudesse dispensar a possibilidade de ensinar-nos Jesus que a tudo fazia com sabedoria a sua fala ou seu silêncio sempre representava gestos de

aquele momento faz essa pergunta talvez achando que Jesus pudesse dispensar a possibilidade de ensinar-nos Jesus que a tudo fazia com sabedoria a sua fala ou seu silêncio sempre representava gestos de engrandecimento para a humanidade refletir vale-se da expressão e constrói uma parábola que é muito comum a todos aqueles que somos do movimento Espírita mas era uma parábola que tinha o objetivo de estabelecer luz para a humanidade porque ele toma de um homem que foi assaltado ficou semimorto em coma numa estrada descendo de Jerusalém para Jericó portanto da cidade santa para uma cidade comercial da cidade dita a mais alta para a mais baixa nas paragens da Palestina da época e ao lado desse homem que estava em coma passaram três pessoas um Sacer expressão máxima dentro da composição hierárquica Judaica da época Um Levita que era um ajudante do templo portanto um religioso e ele coloca a posição de um samaritano para ensejar poder dizer aquele Doutor da lei a humanidade por inteiro de que nos vale mais a atitude do que o rótulo de que é mais importante aquilo que eu faço do que aquilo que eu Me apresento de que é fundamental o que eu sou e não o que eu apareço transpareço ele coloca um samaritano que era o ser estranho esquisito herético colocado à margem pelos judeus da época e coloca o Samaritano como aquele que se enche de compaixão vendo aquele homem aproxima-se daquele que estava semimorto caído presta-lhe os primeiros socorros deitando sobre as feridas óleo e Vinho coloca sobre o seu animal leva para uma hospedaria Cuida dele durante uma noite no dia seguinte paga o hospedeiro e lhe recomenda dizendo eu estou em viagem eu vou assumir a minha responsabilidade dar conta do meu compromisso e aqui está os recursos para que você continue ajudando este homem que saiu da Escuridão agora é claridade e quando eu voltar o que você dispender mais eu indeno foi essa a construção aqui colocada de forma bem sintética e fazendo já as intervenções que são oportunas para o tema que Jesus fez na

claridade e quando eu voltar o que você dispender mais eu indeno foi essa a construção aqui colocada de forma bem sintética e fazendo já as intervenções que são oportunas para o tema que Jesus fez na construção dessa parábola essa estratégia educativa que ele usou então a época olha para o doutor da lei que continuava desconfortável naturalmente porque na Parábola dos três homens aquele que foi o herético é que agiu com amorosidade os dois outros passaram ao Largo viram e seguiram e diz qual dos três te parece o próximo daquele que estava caído no caminho o doutor da Lei constrangido diante da evidência de uma construção analógica histórica analógica para ensinar em que estava colocado o Samaritano no lugar de destaque não ousa pronunciar a palavra Samaritano diz apenas aquele que usou de misericórdia para com ele ou seja o Samaritano que el usou de Misericórdia foi o próximo daquele que caiu porque o próximo não é o outro o próximo é aquele de quem eu me aproximo o próximo necessariamente não é aquele que está ao meu lado em casa o próximo é aquele em que eu crio vínculos de proximidade Porque podemos dormir A mesmas a mesma cama e não sonhar os mesmos sonhos o próximo é aquele em que eu crio laço porque o filho pode estar dentro de casa e tão distante de mim coapt pelas redes sociais o próximo não é aquele que Senta à mesma mesa usando cada um o seu celular muitos distantes do ponto de vista emocional o próximo é aquele que mesmo a distância física eu aciono utilizando o celular e digo E aí onde é que você tá Como você tá é o filho o pai o irmão o esposo a esposa em que eu me conecto usando a tecnologia para expressar o meu interesse pelo outro a importância que o outro significa para mim na minha caminhada existencial o próximo é de quem eu crio uma relação de proximidade os três passaram à margem do caminho aonde o homem estava semimorto mais um criou uma relação de proximidade se como o próximo daquele que estava caído no caminho e portanto o que estava caído no caminho se tornou próximo

rgem do caminho aonde o homem estava semimorto mais um criou uma relação de proximidade se como o próximo daquele que estava caído no caminho e portanto o que estava caído no caminho se tornou próximo daquele que foi cuidá-lo até porque quem estava caído estava em coma estava semimorto não tinha condições e nem discernimento nem possibilidade de rogar ajuda era alguém anônimo marginal à margem do caminho mas que foi lhe dado cidadania quando o Samaritano enchendo-se de amor se lhe aproximou para cuidar dele criando Portanto o vínculo de amorosidade o doutor da Lei quando diz Foi aquele que se aproximou dele Jesus vai e reafirma Então faz isso e viverás a vida eterna faz isso e serás feliz ficou para a posteridade portanto essa página memorável desse encontro grupal é a parábola construída por Jesus nos chamando a atenção de que o amor ele nos coloca em movimento criando relações de proximidades com quem está próximo fisicamente ou mesmo quando alguém está muito distante mas que eu Anseio me aproximar através do meu desejo dando-lhe importância e significado aqueles que fazem parte da minha teia afetiva e também aqueles que eu escolho agregar essa teia afetiva que são os anônimos da terra são os semim moros que estão à margem do caminho não só na carência material mas que estão semim moros no poder estão semim moros na fama estão semim moros no orgulho estão semim moros no fanatismo era a oportunidade que Jesus nos dava para avaliar de que o exercício do amor nos convida a poder exercer essa amorosidade com aqueles que no mesmo grupo como a dizer Esse grupo é uma escolha que eu fiz antes de Renascer de proximidade é meu dever de poder amá-los porque eu estabeleci um projeto antes de reencarnar e para além do grupo de origem ou da família que eu construo a partir do grupo de origem vai surgindo a parentela e vai surgindo outras possibilidades que eu posso criar para exercer a minha amorosidade para que ela não fique encarcerado no egoísmo de família no egoísmo de parentela e aonde

i surgindo a parentela e vai surgindo outras possibilidades que eu posso criar para exercer a minha amorosidade para que ela não fique encarcerado no egoísmo de família no egoísmo de parentela e aonde eu possa me olhar à humanidade como um punhado de irmãos que estamos reencarnados há um só tempo lembrando de que Jesus propôs Pai Nosso fazendo-nos menção a essa paternidade Maternal que nos gerou a todos na na posição de irmãos e que podemos criar pontos de encontro e de assistência a muitos que estão semim moros na nossa caminhada às vezes é um vizinho às vezes é alguém que está sob a Marquise às vezes é alguém que dirige uma empresa às vezes é alguém que nos busca no centro espírita às vezes é alguém no bairro que está excluído da Cidadania da cidade como um bol de miséria às vezes é alguém muito rico mas muito rico que não tem tempo a não ser de contar as suas moedas porque é tão pobre que só tem o dinheiro o exercício dessa amorosidade é um convite para Que ela possa ir se expandindo a partir do Lar na direção dos outros grupos sociais porque às vezes o semimorto está reencarnado dentro de casa no berço surge um semimorto alguém que cometeu suicídio e que renasce em condições precárias para viver algumas semanas conosco e nós deveremos ser o Samaritano que escolhemos acolhê-lo mesmo depois de uma ultrassonografia demonstrar que ele tem deficiências físicas ou genéticas e Vamos acompanhá-lo durante os n meses e algumas semanas num cuidado para que a vida daquele espírito clareie ele estava na escuridão renasceu e colocado num animal nessa trajetória posto no útero faz uma trajetória de 9 meses fica na hospedaria do Lar durante 7 meses um ano e 2 meses ou alguns dias e nessa hospedaria nós cuidamos dele como pais e como mães Às vezes o semimorto é alguém que vai fazer uma trajetória longa conosco é alguém que traz uma deficiência mental traz uma trissomia do cromossoma 21 e traz portanto a síndrome de dal ou traz um autismo com uma comorbidade ensejando lhe experimentar o

jetória longa conosco é alguém que traz uma deficiência mental traz uma trissomia do cromossoma 21 e traz portanto a síndrome de dal ou traz um autismo com uma comorbidade ensejando lhe experimentar o nível três de suporte muito limitado porque além do autismo ele traz uma esquizofrenia ou ele traz uma ccia mental ou ele traz um Transtorno do Déficit de Atenção que junto com autismo se torna desafiador e vai viver conosco uma trajetória esse semimorto portanto não significa dizer que ele está nas estradas do mundo ele tá nas Estradas dos nossos passos do nosso coração a proposta que Jesus nos convida a fazer é poder olhar para esse processo de expansão de amor que vai em sequência alcançando cada vez mais corações expandindo-se quando olhamos para Chico Xavier por exemplo aquele homem que vivia ali nas proximidades de Belo Horizonte a princípio depois transferiu-se para Uberaba fez poucos movimentos externos e a sua mensagem Elo quantos corações vem contagiando depois de contagiar a sua família naquela vivência demasiadamente superior na humildade no serviço no Exercício da paciência da tolerância desde a orfandade até ser receber uma madrasta que o juda como numa receita espancamentos duas três quatro vezes por dia a figura de Chico dá-nos uma pálida dimensão do que foi Jesus que reencarnou no lugar tão pequeno escravo e a mensagem dele não tem fronteiras vai no mundo espiritual no mundo corpóreo e vai se espraiando num convite perene ao exercício da amorosidade olhar para Jesus é olhar para o amor materializado corporificado é o verbo amoroso que se fez carne movimento Jesus não é um substantivo Jesus é um verbo o verbo do amor e que veio nos convidando não só aquele Doutor da Lei ele veio nos convidando na quebrada das diversas encarnações no tempo para que possamos ouvi-lo mas nós ainda estamos preocupado em quem é o outro quem é o outro quem é você nós ainda estamos nos perguntando acerca de alguém que está próximo ou distante nós ainda não nos respondemos e

os ouvi-lo mas nós ainda estamos preocupado em quem é o outro quem é o outro quem é você nós ainda estamos nos perguntando acerca de alguém que está próximo ou distante nós ainda não nos respondemos e não refletimos que a pergunta talvez que se devesse fazer é quem sou eu quem sou eu que Allan Kardec teve ensejo de posicionar de colocar em o Liv dos Espíritos parte que abre espaço para que mais tarde o evangel e que Santo Agostinho fala de si mesmo Dando um exemplo esse caminho para dentro esse caminho que é da introspecção da interiorização o outro é importante é lógico que é importante mas ele segue na sequência de uma hierarquia de que eu não sei quem é você se eu não sei quem eu sou então a postura que deve nos chamar atenção hoje é quem eu sou e queç a segunda pergunta lembrando do samaritano proposto por Jesus e o quanto eu amo para poder olhar para o outro e avalizar como é que é a minha chegada com esse outro que vai me permitir acionar as potências da minha alma o outro é a medida adequada para mostrar quem sou eu e o quanto eu amo o quanto eu estou ouvindo a mensagem de Jesus e transformando-a da cabeça para o coração num exercício de praticidade de atitude num processo transformador contínuo porque se Chico Xavier promoveu o que promoveu não é porque ele só psicografou porque tem muita gente que psicografa muito mas não vai na esquina sua mensagem porque a mensagem Como diz um dos seus maiores biógrafos mais excelente de Chico Xavier foi a sua vida essa porque se não houvesse uma vida recheada de virtudes de exemplo de esforços de autossuperação as mensagens sequer teriam ecoado até os nossos dias ainda que Chico Xavier tenha desencarnado há tão bem pouco tempo Se Jesus tivesse feito apenas Milagres diz Kardec se ele tivesse feito apenas os ditos Milagres os fatos extraordinários Talvez hoje nós não o conhecêssemos nem de nome Kardec ousa dizer isso o que marcou Jesus foi a capacidade del lhe poder ensinar com a sua amorosidade então é o amor que Jesus viveu que fez

ordinários Talvez hoje nós não o conhecêssemos nem de nome Kardec ousa dizer isso o que marcou Jesus foi a capacidade del lhe poder ensinar com a sua amorosidade então é o amor que Jesus viveu que fez com que a mensagem dele transbordasse sem escrever uma linha Talvez algumas no chão quando a mulher estava sendo condenada à morte e ele a salvou de uma multidão cheia de imperfeições que queria linchar a mulher porque se desconhecia a si mesmo e olhando a mulher depositavam nela adúltera todo seu ódio de si próprio as suas mágoas de si mesmo as suas culpas e queriam linchar a mulher porque todas as vezes que nós L inchamos alguém cancelamos alguém na internet nós estamos nos revelando no cancelamento todas as vezes que a gente odeia fervorosamente alguém ou censura demasiadamente alguém isso fala mais de nós do que do outro aquela multidão estava tão recheada de complicações de sombras e aquilo é desvelado quando Jesus diz aquele que não tem erro seja primeiro a apedrejá-la aquele que não fazendo uma reflexão interna se stir puro seja o primeiro a apedrejá-la diz o evangelista que os mais velhos foram os primeiros que se afastaram porque os mais velhos quando cansam de dar maus exemplos começam a dar bons conselhos É verdade depois os mais novos e não ficou ninguém e ficou só o homem que tinha inteireza que tinha para apedrejá-la segundo a tradição e ele fez o que o amor faz nem chancelou seu equívoco nem a apedrejou Ele lapidou o coração daquela mulher ele fez Portanto o serviço que deveria ser feito acolheu no seu gesto de respeito à sua dignidade corpórea e disse-lhe vai e não tornes a fazer desse jeito esse jeito não é um jeito bom a postura educativa no Exercício do Amor caracteriza-os o quanto o amor não Condena não executa não mata o amor acolhe o amor não é cego ele entrevê as rean da Alma vê sobre luz mas o amor que é amor que o Avatar do amor nos deixou na terra como exemplificação fala do Amor Divino quantas peraltices nós já cometemos ao longo da nossa história quantos crimes e de onos nós já

uz mas o amor que é amor que o Avatar do amor nos deixou na terra como exemplificação fala do Amor Divino quantas peraltices nós já cometemos ao longo da nossa história quantos crimes e de onos nós já perpetram estamos aqui reencarnados recebemos uma medicação chamada doutrina espírita que traz no seu conteúdo o evangelho como sendo a sua essência medicinal para tratar a nossa alma e estamos aqui merced da misericórdia divina que em nos amando nos dá sempre novas oportunidad não dá uma última oportunidade não tem a oportunidade derradeira porque ainda que sejamos obstinados no mal a gente muda de Educandário mas não é expulso do universo a gente sai de um planeta e vai pro outro num processo de de exilamento aonde a gente perde o paraíso onde estávamos para aprender noutro lugar numa solidariedade que Só a misericórdia divina e a sua bondade sábia e justa enseja nos fazer entender através do Espiritismo assim a questão que não quer calar é quem sou eu porque eu se eu não sei quem sou eu eu tento amar a Deus o primeiro mandamento e posso me tornar alguém que me isole da sociedade para não me contaminar com o mundo e ali viva uma experiência de meditativa durante várias décadas às vezes uma vida inteira num ostracismo imerso na natureza mas não na natureza que inclui o homem porque o homem o ser humano é natureza num processo de fuga de desconhecimento de si mesmo eu quero me conectar com o Divino e me afasto dos meus irmãos e passo uma existência em branco posso desenvolver algumas competências nesse isolamento a concentração o desapego a oração posso mas será uma Encarnação Muito provavelmente lamentada Quando sairmos do corpo mas se eu não me conheço eu posso também transformar a minha A vida num processo de escape de mim mesmo procurando amar o próximo e aí vai uma reflexão para nós espíritas que muitas vezes incorremos nesse desvio não cabe na doutrina espírita esse isolacionismo social numa tentativa de se conectar com o Divino Mas cabe a nós espíritas um exercício de uma pseudo

spíritas que muitas vezes incorremos nesse desvio não cabe na doutrina espírita esse isolacionismo social numa tentativa de se conectar com o Divino Mas cabe a nós espíritas um exercício de uma pseudo caridade no na qual eu me lanço para amar o próximo sem ainda ter me descoberto sem ainda não me amar muitos de nós espíritas podemos correr esse risco de tentar amar o outro mas com a ausência do alto amor corremos esse risco sim e vamos ver espíritas depois de uma grande jornada de esforço bem intencionado É verdade entrar num quadro de frustração com itismo porque não alcançaram a vida eterna não herdaram a Plenitude O Reino que aquele Doutor da Lei perguntava a Jesus me dedico tanto ao espiritismo e nada se me acontece nada me se muda eu continuo com os problemas é porque você tá parado no mesmo lugar com alguns esforços ecos na direção do outro mas com uma negativa de uma premissa básica você está negando você O Evangelho Segundo o Espiritismo no capítulo 11º propõe o título amar o próximo como a si mesmo a gente só lê amar o próximo vai lá no capítulo amar o próximo o capítulo não é amar o próximo é amar o próximo como a si mesmo porque ninguém ama o outro sem Aim se amar então na Servidão que nos Na tentativa de amar o outro nos submetemos escravocratas animado apático É porque eu não estou no serviço do bem eu estou fragmentado eu estou querendo amar o outro numa cisão de auto Amor de Amor a si mesmo então a proposição que se coloca urgente é quem sou eu para sairmos também de um outro descaminho que a humanidade faz que é daqueles que habitualmente fora da religiosidade no materialismo dizem que assim se amam e vive o narcisismo o egoísmo a egolatria o egotismo e por fim a ego esclerose a doença do Ego que nos leva a entrever na atualidade a solidão dos homens no meio de tantos homens Nós seres humanos nunca precisamos tanto de o outro e estamos AC cotovelos uns aos outros nunca estivemos tão conectados mas nunca tivemos tão sós Porque quanto maior é o número de

io de tantos homens Nós seres humanos nunca precisamos tanto de o outro e estamos AC cotovelos uns aos outros nunca estivemos tão conectados mas nunca tivemos tão sós Porque quanto maior é o número de pessoas e ausente eu estou de mim mesmo maior é a minha solidão por isso ainda ontem estávamos ali refletindo eu com a minha companheira de viagem a Adriana sobre nova iork estabelecendo requisitando uma indenização porque eles gastam 100 milhões de dólares para poder tratar a saúde mental dos jovens que sofrem de depressão e de transtornos Suicidas e de que alcançam essas cifras tanto nos postos de saúde quanto nas escolas então eles reivindicam do Instagram do Facebook do tiktok e de outras plataformas da atualidade tecnológicas a indenização para fazer o tratamento das pessoas que estão enlouquecendo adoecendo jovens e buscando suicídio E ontem Nova York que é o a megalópole do mundo se tivermos que eleger uma cidade que mais represente o mundo Talvez seja Nova York porque tem gente de todo lugar está dentro dos Estados Unidos mas é como se não fosse e ali aonde você tem uma fila para caminhar porque é tanta gente caminhando que você tem que caminhar um atrás do outro senão você dá de encontro com os outros de tanta gente você vive a solidão acompanhado porque eu e você estamos sós quantos casais vivem sós ausentes de si mesmos quantos pais não conseguem amar os filhos porque exerce as suas obrigações de pais e de mães mas não exercem o exercício do amor da entrega da cumplicidade que vai no pai e na mãe que demonstra para o filho de que ele saiu das entranhas e de que é uma vivência de entranhas aonde cada um é um espírito mas estamos numa regime de complicidade detim e de reciprocidade como pais e filhos na hierarquia normal da família mas se não estamos conosco Como podemos estar com filhos com a parceira com parceiro da conjugalidade Como podemos estar com um avô que garante um Alzheimer ou aumenta sua demência senil porque ninguém conversa com ele os netos não se lhe preocupam

m filhos com a parceira com parceiro da conjugalidade Como podemos estar com um avô que garante um Alzheimer ou aumenta sua demência senil porque ninguém conversa com ele os netos não se lhe preocupam nem lhe telefonam não sai do celular mas não manda uma mensagem para o avô para a avó que na cqu Tude começa a apresentar alguns lapsos de memória normais do envelhecimento do cérebro Eis o grande convite não dá para viver o materialismo desse Auto amor narcísico isso é adoecedor estaremos só conosco achando que o mundo tem que nos incensar de que as pessoas vivem para nos atender de que as redes sociais elas T que me curtir e quantos influencers se suicidam parece que é quase que diário um influêncer tal se porque ele é um influêncer ele fica logo conhecido pelo suicídio mas ele não tinha tantos milhões de seguidores como é que ele se suicidou estava só escrevia postava sobre o amor para cada para cada um mas não para si mesmo o espiritismo como doutrina de Lucidez convida-nos a nós espiritistas a buscarmos na fonte que é Jesus na sua tradição que amar a Deus E amar-te como me amo há uma correspondência de que não há outro caminho a não ser o autoconhecimento para que o autodescobrimento se Estabeleça para que eu perceba a minha movimentação de sombra e Luz os meus limites minhas zonas de imperfeição de maturidade os pontos das minhas qualidades das minhas potencialidades das minhas dos meus talentos já conquistados nós somos esse Cosmos em movimento no Exercício do autoconhecimento procurando lidar com a realidade porque quem não consegue lidar com a realidade não consegue autorrealizar se a autorrealização só é possível mediante a conexão com a realidade e irmos ao encontro de nós mesmos para nos amarmos sem nenhum incenso à nossa personalidade semum sem nenhum narcisismo que nos petrifiquei sem nenhuma tentativa de que sejamos o centro do mundo o centro do grupo o centro do Centro Espírita de que sejamos nós mesmos atuando atendendo às nossas necessidades individuais e as daqueles que comparecem

uma tentativa de que sejamos o centro do mundo o centro do grupo o centro do Centro Espírita de que sejamos nós mesmos atuando atendendo às nossas necessidades individuais e as daqueles que comparecem na nossa convivência social no Exercício da competência amorosa que envolve cuidado atenção do pai que amando-se vendo a sua história infantil não repete com seus filhos fala de forma melhor olhar para um filho é uma atitude de amor à distância mas ele tá conectado com o filho no parque o filho não está ali a Deus Dará brincando com os colegas ele está olhando vendo a necessidade ou não de uma aproximação de uma intervenção o amor é feito dessas pequenas características que deve vicejar na nossa alma como o exercício de alguém que está procurando sempre colocar-se em dia consigo próprio num exercício de bem cuidar-se através daquilo que o outro me reflete porque o próximo é o melhor espelho para que nós nos vejamos se amar o próximo Sem Amar a si mesmo é uma neurose eu só posso me amar se eu me relaciono se eu me isolo da sociedade para encontrar Deus me abstendo do convívio social eu estou em solidão mas não em Solitude Solitude é a solidão na qual Estou presente comigo mesmo então a proposta Espírita kardequiana é de que sejamos mais do que humanos de que sejamos espíritos de que não sejamos só pessoas que estamos aqui na terra circunstancialmente para viver e morrer nós somos espíritos reencarnados nós temos uma dimensão Luminosa que se nos habita atualizada aqui acular em gestos divinos nos talentos que já apresentamos mas nós temos Monstros também que nos habitam porque não soubemos lidar com as nossas imperfeições empacotamos e agora ela se transformou em algo tão ameaçador que às vezes quer tomar a nossa personalidade e culpando os outros o espiritismo vem com muita Lucidez propor de que o exercício do autoamor se faz através do outro não há melhor sala de espelhos para saber quem você é do que o teu pai a tua mãe o teu irmão teu esposa a tua esposa o teu filho teu Neto

propor de que o exercício do autoamor se faz através do outro não há melhor sala de espelhos para saber quem você é do que o teu pai a tua mãe o teu irmão teu esposa a tua esposa o teu filho teu Neto porque eles te dizem te revelam as paisagens que te habitam o mundo interior os pais os filhos os irmãos são a matéria prima mais fundamental para que a gente se veja e se vendo ao invés de focar no outro focar em mim mesmo para me conhecer e me conhecendo me acolhendo me amando eu passo inevitavelmente ao amar ao outro porque não é assim eu me amo depois eu vou amar o outro não à medida que eu vou me iluminando eu vou espraiando a minha luz à medida que eu desenvolvo A competência da tolerância comigo eu passo a desenvolver a competência da tolerância com o outro porque quem está de mal consigo mesmo está de mal com o outro no elevador na rua no trânsito no trabalho mas quem está bem consigo mesmo Num elevador ainda que o outro não lhe corresponda a saudação continua bem se no trânsito levar uma fechada reduz a marcha lança o pensamento positivo se houv alguma coisa negativa e o animal aqui o tigre quer sair não eu sou maior do que você ei tigre eu vou precisar te tomar eu preciso de você da tua energia no trabalho que eu vou realizar na resignação que eu preciso desenvolver eu começo a conversar comigo isso é autoamor eu começo a conversar comigo para domar as minhas má inclinações para ser melhor a cada dia na transformação moral que Allan Kardec coloca no capítulo sede perfeitos ensejos esse vislumbre da nossa trajetória de perfeição que vamos elaborando pouco a pouco e que se faz exatamente nessa convivência com os outros e na medida que eu vou me descobrindo me aceitando me acolhendo me amando eu passo a amar o outro porque se eu cometi um erro Grave por exemplo um aborto e dei-me conta ativamente como mulher ou como homem copartícipe de um aborto e dando-me conta disso eu sei o que leva uma pessoa a cogitar do aborto ou o que ela sente se ela promover um aborto daquele momento eu sei como

ente como mulher ou como homem copartícipe de um aborto e dando-me conta disso eu sei o que leva uma pessoa a cogitar do aborto ou o que ela sente se ela promover um aborto daquele momento eu sei como chegar nela porque eu já me acolhi já estou em Dia com essa essa escorregadela grave que eu possa ter cometido ou menos grave porque era muito ignorante não sabia da realidade espiritual eu já estou em dia comigo agora eu posso ser com outro tudo que a gente aprende conosco é matéria prima para ser com o outro e assim o exercício do amor ao próximo se faz organicamente espontaneamente não saio para amar o próximo mesmo na tarefa Espírita da Assistência Social e promoção que fazemos na casa Espírita A gente não sai para amar o próximo a gente tem que viver o amor ao próximo a tarefa é o momento que está organizado para que eu inserido nela possa exercer o meu amor como eu exerço todos os dias porque o amor ao outro ele é decorrente do ao amor e se proposta do ao amor é uma proposta diária a do amor ao outro se lhe corresponde é diário Então nós vamos descobrindo uma outra forma de adorar a Deus que não é do fanatismo religioso uma outra forma de amar a si que não é o fanatismo de uma ciência materialista uma outra forma de amar o pró que não é o fanatismo de uma sociologia centrada no ateísmo eu vou descobrindo de que o amar é a centralidade dessa Tríade de que sendo egresso do divino a sua imagem semelhança como Gênesis coloca Eu Sou Deus com pequenininho Como Jesus afirmou então Jesus que foi o homem Deus como diria Paulo de Tarso em O Livro dos Espíritos que foi o arquétipo do homem integral ou seja o modelo de homem integral é ele o meu ponto de reflexão para que eu me lidando comigo mesmo entenda de que para além da dimensão do Ego Eu sou filho de Deus filho da luz e que portanto estou convidado a fazer uma lida com a minha personalidade com a minha dimensão ego A partir dessa Instância o Avatar do amor é o self é o espírito puro que reencarnou na terra se você me perguntar e Jesus tinha

dado a fazer uma lida com a minha personalidade com a minha dimensão ego A partir dessa Instância o Avatar do amor é o self é o espírito puro que reencarnou na terra se você me perguntar e Jesus tinha ego eu poderia dizer que nem a de um abaju cuja cúpula é transparente a luz era plena nada retinha a luz que habitava aquele ser espiritual que nos governa que nos cuida que nos ama então o autoamor é essa atitude contínua através da qual eu vou me atualizando e exercendo esse grande duelo interno que é do Ego e do espírito Imortal que eu sou do Ego e do Deus com D pequenininho que eu sou do Ego e do self da minha dimensão humana e da minha dimensão transpessoal que eu sou esse olhar nos dá a dimensão da humildade e nos permite que o amor possa ir comparecendo de mansinho o alto amor e na meda que ao me auto amo não tem como amar o meu filho menos amar a minha esposa o meu esposo menos não tem como eu amar alguém que está semimorto no trabalho menos não tem como amar menos no trabalho social da casa Espírita menos do que a mim eu me amo o alto amor expressa-se no étero amor e nós encont Deus como propõe a fala de tagor a fala de tagor é do Peregrino que busca o Divino atropelado se machucando sofrendo Decepcionado consigo mesmo e num dia descobre se amando uma criança e ao amá-la descobre os três descobre Portanto o pulo do gato como diríamos numa linguagem coloquial sem nos enganar diz que o nosso encontro com Deus é um encontro marcado na esquina deu contigo do amai-vos é do Exercício do Amor tanto maior quanto eu te amo e tu consegue me corresponder mas se você não der conta de me corresponder eu estou conectado com o Divino eu encontrei o Divino na carência na solidão na crueldade na dor do sofrimento no orgulho ent porque eu entendo o outro e dou o melhor de mim para que ele desperte e recebo as críticas os conflitos dele para trabalhar das sombras que ainda me habitam Essa é a proposta que o espiritismo se nos oferece seguindo nas pegadas do homem Deus que Paulo propõe

e desperte e recebo as críticas os conflitos dele para trabalhar das sombras que ainda me habitam Essa é a proposta que o espiritismo se nos oferece seguindo nas pegadas do homem Deus que Paulo propõe do Avatar do amor é por isso que até hoje a cristandade confunde Jesus com Deus achando que Jesus é Deus não é o cri Jesus no entanto é tão grande que esse espelho límpido aonde nós vemos a divindade refletida através dele quando lemos o seu evangelho quando lemos o evangelho segundo espiritismo e sentimo essa divindade quando colocamos em prática o exercício desse amor por isso a fala de tagor é emblemática para que possamos sair hoje com essa reflexão plausível do Peregrino que procurava o Divino sofrendo e que só encontrou quando encontrou os três procurei te desarvorado e triste pelas terras distantes em Loucas Aventuras com os outros sem conseguir encontrar-te aonde chegava a minha ansiedade deparava com as marcas dos teus pés no chão cobri os meus sonhos de angústia dilacerando todas as esperanças em vão movimentos para te encontrar exauri me Sem resultado feliz e tombei vencido defrontei um dia com duas estrelas que se apagavam nos olhos de uma criança abandonada e ameia a sua a voz sem palavras e a música da sua necessidade fizeram-me encontrar nós três o próximo a mim e a ti soberano senhor da minha vida não ces de cantar ó brisa ligeira que passias pelo vale nem interrumpas o teu curso ou água transparente do Regato toda a música que embala a natureza Face partitura para que o cantor distra a voz da sua garganta e inunde o mundo de harmonias gratidão agradecidos que somos ao nosso querido Alberto Almeida pela excelente exposição dentro de alguns minutos Voltaremos com Divaldo Pereira Franco para o encerramento desta 26ª Conferência estadual Espírita até já

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