Alberto Almeida - Jesus, o mestre por excelência
The 13th Spiritist Conference of Florida. Bloco 1
C teu quando ao seu tempo junto com o grupo assentados um doutor da lei que detinha a característica singular da intelectualidade Brilhante do conhecimento da lei da Torá que em vendo Jesus trazendo uma mensagem diferente singular haveria de prospectar numa tentativa de chec havia mais do que isso havia uma agenda oculta de engodar de colocá-lo numa armadilha e foi assim que aquele Doutor da lei que muito representa a humanidade ergueu-se no grupo e a queimou fez uma questão intrigante dizendo mestre o que devo fazer para poder herdar a vida eterna era uma ousadia talvez pudesse trazer ali uma pitada de ironia ao chamá-lo de mestre porque mestre em tese era quem perguntava era o doutor da lei mas ele faz essa proposição Talvez num tom satírico trazendo um conteúdo que deveria colocá-lo numa situação muito embaraçosa Jesus dando-se conta do que se passava porque nos conhece a todos e mergulha a intimidade do psiquismo de cada um E aproveitando as circunstâncias para ensinar a humanidade não apenas aquele grupo que a representava disse-lhe o que é que tu LS na lei fez uma proposição muito comum a época quando na Pedagogia do mestre ele usava contra perguntas para ensejar o ensinamento o doutor da Lei confortável na sua situação detendo o conhecimento teórico do conteúdo que rezava a sua tradição e sabendo que naquele momento iria apresentar a verdade irretocável porque ele a Detinha com muita consciência e com muito saber de que ele estava certo respondeu peremptório Amarás ao teu Deus de todo coração com todas as tuas forças com todo o teu entendimento e com toda a tua alma e ao próximo com a ti mesmo fez uma admirável síntese da tradição Judaica ao que Jesus Diante daquela resposta admiravelmente perfeita disse-lhe vai faz isso e viverás foi um desconforto porque naquele momento estabeleceu-se uma contradição o fariseu que fazia a pergunta na posição do doutor da Lei deixava entrever na pergunta e agora na resposta a contra pergunta de que ele não herdava a vida eterna porque ele não vivia a
ma contradição o fariseu que fazia a pergunta na posição do doutor da Lei deixava entrever na pergunta e agora na resposta a contra pergunta de que ele não herdava a vida eterna porque ele não vivia a lei e Jesus quando devolve a resposta diz-lhe de uma forma muito clara e assertiva de que ele não herdava a vida eterna porque ele não vivia a lei vai faz isso deixou o doutor na lei numa posição Muito desconfortável porque ficava claro que se ele vivesse ele não faria aquela pergunta e de que se ele pudesse estar alinhado naquele e conteúdo não havia por fazer aquela indagação despropositada eu se eu saber que se apresentava eloquente efetivamente não tinha ressonâncias dentro da alma e quando Jesus desvela para o doutor da lei a sua fragilidade ele fica numa posição muito delicada e diante do grupo para não ficar numa posição que o pudesse deixar no lugar do ridículo de alguém que queria engodar o outro e ali fora desmascarado ele tenta fazer um escape ele busca uma saída honrosa se é que se podia que se pode dizer um rosa então ele diz quem é o meu próximo ele tenta escapar da circunstância que para ele era embaraçosa fazendo este questionamento Na tentativa mínima de escapar da vergonha que da qual ele estava tomado de ter sido descoberto pelo mestre de que ele era o mestre da teoria era um encontro de dois Mestres um era o mestre da teoria o Cristo era o mestre da prática o primeiro trazia as ilustrações mentais a intelectualidade Brilhante o segundo trazia a consistência do exercício da Lei incrustada na vivência do cotidiano o primeiro sabia na cabeça o segundo integrava na alma o primeiro era o homem que orava muito bem e conseguia fazer uma bela síntese mnemônica o segundo trazia a necessidade de converter conhecimento em sabedoria porque enquanto o conhecimento está na celebração não desce para o coração ele não se materializa na ação era portanto dois mestres de níveis bem diferentes o primeiro era o mestre da humanidade a moda da humanidade bem no nível egóico bem no nível da
ão desce para o coração ele não se materializa na ação era portanto dois mestres de níveis bem diferentes o primeiro era o mestre da humanidade a moda da humanidade bem no nível egóico bem no nível da personalidade que busca proeminência para ganhar espaços de aplausos de reconhecimento de sucesso o segundo era o mestre do amor que convidava a ir para Além Do ego numa perspectiva mais profunda do ser e trazer de o lugar do Sagrado a possibilidade de estruturação do Ego o primeiro era o ego tentando afirmar-se o segundo era o sagrado convidando o ego a fazer uma imersão dentro de si próprio até hoje nós vivemos essa dicotomia a experiência do humano que se nega e a e a experiência da espiritualização do ser que tenta fazer a conversão daquilo que é o ego trazendo a Humanidade para ser mais humana nesse pleonasmo aqui dito era portanto essa a circunstância que se estabelecia era esse o drama daquele encontro era mais uma vez o humano diante Divino tentando checar a divindade por não entr vê-la em si próprio era a possibilidade portanto de um grande diálogo para a humanidade naquela circunstância um diálogo que tarda que faz saudade Como disse Divaldo na introdução a saudade desse mestre que nos convida a fazer uma imersão igualmente Saudosa do mestre que nos habita porque a saudade é de Jesus porque Jesus nos convida a podermos atender essa nostalgia de nós mesmo essa ruptura que nós fizemos na nossa trajetória evolutiva ficamos como ser humano deixando de ser espíritos Imortais ficamos numa dimensão da personalidade da máscara comparecendo a humanidade procurando efetivar esses lugares que chamam atenção e que tem visibilidade mas esquecendo esse processo intimista que nos leva a lidar com a nossa natureza exencial ficamos mais Na aparência do que na Essência e essa desconexão promove uma cisão não só na humanidade que vive essa dicotomia mas em cada um de nós em cujos Mestres nos habitam e recorrentemente fazendo esse diálogo uma parte de nós é o mestre da teoria tentando encontrar o mestre da
só na humanidade que vive essa dicotomia mas em cada um de nós em cujos Mestres nos habitam e recorrentemente fazendo esse diálogo uma parte de nós é o mestre da teoria tentando encontrar o mestre da sabedoria que nos habita resistimos Porque queremos fazê-lo como se pudesse ser feito de uma forma apenas não D para ser Divino sendo apenas humano e não darmos para sermos humanística humanísticos Se não formos Divino e insistimos portanto nessa contradição interna porque o mundo é um mundo de apelos que vive uma consciência centrada no EGO E que nos convida sempre por apelos reiterados a podermos nessa dimensão do Ego para podermos fazer o sucesso mas não necessariamente encontrar a felicidade a humanidade busca a felicidade mas fica apenas no sucesso quando chega no sucesso e quando chega depois vem a frustração a desilusão o blackout foi o que Jesus deixou nos entrever através das parábolas essa experiência pedagógica que nos faz entrever um conteúdo em dimensões infinitas porque nós vemos de conformidade com a nossa capacidade de enxergar a parábola A exemplo de um mar caudaloso que se mostre por exemplo num Pier num porto ali agitado nas suas ondas na sua superfície é apenas o olhar literal de algo que nos comparece e parece que a realidade é aquela mas Se pudermos fazer um acesso uma imersão no mar nós haveremos de lograr cada vez mais profundamente sair da agitação da superfície para a profez do silêncio da calmaria do Sagrado as parábolas são assim você pode ficar apenas na Mas você pode avançar para além da casca e encontrar o âmago encontrar os nutrientes encontrar o algo mais e é o essencial que ela se nos revela Mas dependendo da capacidade dessa imersão você pode ir além da superfície e muito além da superfície os exegetas os teólogos os especialistas hão de dizer que para além da literalidade tem a dimensão analógica comparativa espiritual cabalística e vão se perdendo cada um numa tentativa de buscar entrever os limites que comporta uma parábola O que
e dizer que para além da literalidade tem a dimensão analógica comparativa espiritual cabalística e vão se perdendo cada um numa tentativa de buscar entrever os limites que comporta uma parábola O que é verdade no entanto à luz do pensamento Espírita que as parábolas comparecem nos iluminando por porque nos faz sair da superfície e nos enseja esse mergulho para além da capa da casca para além daquilo que é apenas a aparência na direção da essencialidade cada vez mais profunda e foi esse expediente que Jesus usou ao seu tempo diante do questionamento e quem é o meu próximo diante dessa tentativa de se esconder o mestre envergonhado de si mesmo porque está esta Claro que ele não vivia a lei não vivia a amorosidade e faz essa proposição Jesus então constrói uma parábola que haveria de nos devolver a possibilidade de entender o próximo de um lugar excepcional ele vai fazer uma construção admirável dizendo que um homem descia de Jericó para Jericó de Jerusalém para Jericó Jerusalém é a cidade que está no lugar mais alto daquelas cercanias da Palestina ela está a 736 M acima do mar é o ponto máximo Aonde está o Templo é ali que está configurado o ponto de excelência no campo da altura o homem que fora encontrado na estrada semimorto porque fora assaltado descia desse ponto dessa cidade para Jericó que é a cidade que fica mais baixo da terra ela fica 400 M abaixo da linha do mar ela portanto aproximadamente um pouco mais de c de 100 m que aquele homem deveria fazer a sua trajetória quem desce de Jerusalém para jer desce do alto para baixo desce de um lugar que é sagrado Jerusalém para Jericó conhecida pela sua atividade de comércio pelos seus negócios pelo humano Então essa estrada ela pode ter diferentes olhares aquele homem que estava semimorto encontrado na estrada que fora destituído de tudo que não podia portanto falar que talvez experimentasse a semimorto o coma ele estava ali segundo Jesus propõe e Jesus usa três figuras para poder construir a sua parábola para ensinar ao doutor da
udo que não podia portanto falar que talvez experimentasse a semimorto o coma ele estava ali segundo Jesus propõe e Jesus usa três figuras para poder construir a sua parábola para ensinar ao doutor da Lei quem era o próximo coloca na figuração de um sacerdote que fazia o mesmo caminho do homem que fora encontrada semimorto vinha de Jerusalém para Jericó um outro o levita que eram Os ajudantes dos sacerdotes no templo que oficializava as oferendas os animais que fazia parte portanto de todo o ritual sagrado em Jerusalém o levita era o ajudante que descera também com o sacerdote e vendo o homem que estava al quebrado morto comatoso ali sem possibilidades de se mover de falar de rogar ajuda ao olhá-lo passou ao Largo passou distante e seguira e o terceiro Jesus propõe uma figura estranha para o doutor da lei fala-lhe do samaritano o Samaritano era bem o herético da época porque em habitando uma localização da Palestina eram tomados como pessoas que tinham uma origem numa relação com aqueles que foram dominados à época pelos assírios e que duvidava se eles eram judeus efetivamente então havia um questionamento do ponto de vista étnico havia portanto um questionamento religioso também o Samaritano não era bem visto casar-se com uma pessoa Samaritana isso não lograva êxito havia portanto todo um olhar de esquisitice de preconceito cont os samaritanos e ele elege essa figura que tá destituído portanto de todos aqu tudo aquilo todos os rótulos que poderiam guind a uma posição do Sagrado e coloca que este homem o Samaritano ia em viagem e vendo o homem se encheu de compaixão a encher-se de compaixão aproximou-se tratou as suas com óleo e Vinho colocou sobre a sua montaria levou a uma hospedaria passou a noite com ele depois ao amanhecer deu dois denários ao dono da hospedaria afirmando toma conta deste homem não desse homem deste homem assegurando-lhe portanto a certeza da recomendação e de que ele não só pedia para que Ele pudesse cuidá-lo mas de que ele voltaria Porque essa é a
do toma conta deste homem não desse homem deste homem assegurando-lhe portanto a certeza da recomendação e de que ele não só pedia para que Ele pudesse cuidá-lo mas de que ele voltaria Porque essa é a fala que se segue cuida bem deste homem e tudo que tu puderes despender a mais eu te indeni eu te Pagarei quando voltar garantindo portanto que voltaria essa dinâmica desse atendimento se reveste de extraordinária beleza porque o itano e os dois outros O sacerdote o levita passaram a uma distância similar Eco e distante daquele homem que estava semimorto o homem que fora assaltado não podia ser reconhecido de onde ele era ele fora levado de tudo como não falasse ele não podia dizer que ele era ele era um anônimo ele era um invisível para os dois primeiros mas o Samaritano teve a sensibilidade de poder percebê-lo fez o atendimento emergencial usou de todos os seus recursos fez a travessia dele para um lugar que pudesse fazer um atendimento mais consequente que era hospedaria e passou a noite passar a noite é passar o tempo difícil a noite não tem 12 horas a noite pode ter 2 horas num drama ela pode ter 12 anos pode ter 70 anos dependendo da experiência que a pessoa está vivendo e de como ela se relaciona com a experiência como ela significa aquela experiência o Samaritano ao passar a noite dá-nos a entender de que ele fez um caminho com aquele que ele elegeu para se tornar próximo na medida em que ele espera o amanhecer e ao o amanhecer ele não só deveria seguir porque ele não estava s simplesmente descendo ele estava em viagem ele tinha um compromisso ele tinha o que fazer ele tem Portanto ele tinha portanto as suas atribuições mas ele não abandona o homem depois do atendimento emergencial e depois de dar a ele o suporte mínimo para que no amanhecer a pessoa pudesse já est dando conta de si mas não o suficiente para ganhar a sua autonomia a sua independência ele recomenda ao outro e segue para atender os seus compromissos e faz a dispensa dos seus recursos para bancar aquele período de
i mas não o suficiente para ganhar a sua autonomia a sua independência ele recomenda ao outro e segue para atender os seus compromissos e faz a dispensa dos seus recursos para bancar aquele período de atendimento que se fez durante a noite tal como se dá conosco no atendimento daquele de quem nós nos aproximamos nas sombras ao seguir e ao dizer que vai voltar fala do segmento de que uma relação de proximidade é uma ação não só de proximidade física ela é de proximidade emocional espiritual porque ele ia mas continuava vinculado tendo agora um espaço que deveria substituí-lo a hospedaria bem pode representar algo do âmbito governamental que continua dando assistência Amparo Enquanto você se se movimenta mas você não abandona porque você está vinculado você não abandona porque você volta não abandona você não abandona porque você recomenda você não abandona porque você indeniza esse é uma relação de proximidade ali estabelecida diante dessa circunstância que Jesus construiu na forma de uma parábola ele questiona para o doutor da lei que estava ali representado no sacerdote indiretamente ou diretamente quem te parece ter sido o próximo daquele que estava semimorto no caminho naturalmente que o doutor da Lei não poderia dizer o Samaritano porque era desonroso dizer o Samaritano a despeito de ser uma historieta construída para o doutor da Lei pronunciá-la palava Samaritano era uma atitude herética era algo que não cabia então ele vai escapa de uma forma elegante dizendo aquele que usou de misericórdia para com aquele homem que estava caído Este é o próximo dizendo portanto de uma forma sábia de que o próximo é aquele de quem eu crio relação de proximidade a relação de proximidade ela é uma relação construída do ponto de vista psíquico porque possamos estar deitado às mes mes a mesma cama por exemplo estarmos muito distante podemos estar a mesma mesa estarmos muito distante o pai o filho essa relação portanto Ela não é uma relação de proximidade só física e a despeito de poder ser física não
emplo estarmos muito distante podemos estar a mesma mesa estarmos muito distante o pai o filho essa relação portanto Ela não é uma relação de proximidade só física e a despeito de poder ser física não significa dizer que aquelas pessoas estão próximas estão juntas então quando ele diz aquele que criou a relação de proximidade aquele que se aproximou dele ele é que é o próximo do homem que caiu ele respondeu de uma forma muito correta então Jesus mesmo sabendo que ele não quis pronunciar a palavra Samaritano que foi o Samaritano que era o próximo do homem que tava caído Jesus vai e fecha a questão e diz então vai faz isso e viverás e retoma o que tinha ditu Anes dizendo que o caminho era aquele que estava estabelecido ali aquela parábola é notável portanto perceber de que nessa construção que Jesus faz ele nos devolve a possibilidade de entender de que estar com Deus não é est num templo O sacerdote vivia no templo muitas vezes estamos nas nas alturas mas se descemos corremos o risco de ficar no meio no meio assaltado porque descer da altura para a sombra do Topo para o vale é descer das nossas possibilidades de segurança das nossas possibilidades conquistadas para o Vale das nossas sombras Aonde está o Mar Morto aonde dormitam os nossos Fantasmas o homem que foi tomado assaltado e que ficou semimorto não conseguiu fazer lograr êxito a consciência com que ele deceu felo parar no meio ou deu um eclipse porque ninguém consegue avançar sem poder descer as suas sombras para poder transmutá-las O sacerdote desce e quando ele desce da sua condição de sacerdote e vai na direção de Jericó das suas sombras e ele passa ao Largo do homem e vendo não se enche de compaixão está claro o risco o perigo aquele homem junto com o outro Levita estavam perdidos ninguém sai da condição de estabilidade e segurança e mergulha na sombra e consegue voltar correram um risco portanto também de ser assaltados estavam distantes de si mesmos não estavam indo na sombra para transmutá-las para se
estabilidade e segurança e mergulha na sombra e consegue voltar correram um risco portanto também de ser assaltados estavam distantes de si mesmos não estavam indo na sombra para transmutá-las para se locupletar delas é a grande diferença às vezes vemos uma pessoa que está indo muito bem e de repente ela faz o desvio de caminho e quando a gente se dá conta ela já não é mais aquela mesma pessoa ela mudou tanto mudou tanto que a gente diz incrível como é que Fulano era assim agora tá tão diferente para menos é que ele desceu mas descer com consciência em viagem descer com a consciência de que estamos mergulhando nas sombras e o significado da minha descida é para que eu possa me trabalhar é diferente daquele enquanto eu desço e sou absorvido pel uma dimensão minha im matura feita e ela me subtrai ela me abduz e abduzido que estou eu me desfiguro porque aquilo com que eu me apresentava no mundo era apenas uma parte de mim que não logrou se sustentar porque quando eu faço mergulho nas minhas entranhas mais próximas no vale eu não dou conta portanto de fazer a integração desses conteúdos se o sentido da da minha descida ele é pernicioso ele envolve uma negatividade ele não envolve o processo da Auto apropriação da busca de uma autonomia maior de uma planificação mais abundante de um nível de consciência mais elástico então descer sem se perder é necessário poder estarse ancorado no self ou no sagrado ou na em kardequiana no clarão na chama na centelha que é a natureza essencial do espírito que os benfeitores espirituais revelaram a Allan Kardec dizendo que essa era a nossa dimensão essencial a nossa natureza íntima ela era comparada a chama o clarão a centelha só conseguimos lograr fazer um mergulho nas nossas entr sombrias se nós tivermos amparados no Cristo interno que se nos habita não foi outra a missão de Jesus vindo à terra para despertar para o nosso processo iluminativo acordando Cristo que ainda está sonolento que ainda está encoberto pela dimensão do Ego dos
se nos habita não foi outra a missão de Jesus vindo à terra para despertar para o nosso processo iluminativo acordando Cristo que ainda está sonolento que ainda está encoberto pela dimensão do Ego dos múltiplos egos das diversas encarnações e aonde como se tivéssemos uma grande parede granítica nós não conseguimos acessá-lo quando saímos do Ego e fazemos o mergulho e não conseguimos estar amparados ancorados no Cristo interno e para tanto precisamos estar apoiados na mensagem de Jesus o espírito luminar que veio nos demonstrar essa eloquência do Cristo quando ele se manifesta quando nós não conseguimos fazer isso nós somos tragados Pelas nossas dimensões sombrias subic também egóicas de outras existências E aí a gente entra no estado de semimorto nós ficamos colapsados aquele homem que estava semimorto ali na estrada era igual ao sacerdote que perguntava para Jesus o que ele deveria fazer para alcançar a vida eterna aquele sacerdote também estava semimorto estava subtraído pelo pelos acenos do egoo estava hipnotizado pela sua dimensão do Poder do do Poder egóico não do Poder amoroso Muitos daqueles que fazemos uma caminhada Na tentativa de alcançar algo mais não nos damos conta que o sentido está tá equivocado porque quem é que rege a nossa existência é a nossa dimensão humana para humano para que sejamos apenas humanos hipicos super humanos ou se nós somos seres que caminhamos com a consciência da espiritualidade de que somos seres transcendentes e que caminhamos na Humanidade para transcendê-lo sem negá-la e podermos em sendo humanos mais humanos podemos ser divinos Jesus se humaniza para demonstrar que a nossa humanidade embevecida pelo Cristo interno que ele trazia em Plenitude pode ser algo de excepcionalidade no processo da convivência no mundo estamos semos a despeito de buscarmos o Divino amar a Deus num movimento egóico é bucar isolamento social a desconexão com a sociedade e podermos experimentar o frio do congelamento das relações emocionais buscar a divindade numa
uscarmos o Divino amar a Deus num movimento egóico é bucar isolamento social a desconexão com a sociedade e podermos experimentar o frio do congelamento das relações emocionais buscar a divindade numa tentativa de amar a Deus por si próprio num caminho de desertificação num caminho de isolamento numa proposta de podermos romper com os humanos pecadores para que não sejamos subtraídos por eles é entrarmos na sombra que nos deixa semim moros é lógico que alguém que se esvai para um lugar deserto desenvolvem a capacidade de concentração a meditação desenvolve algumas habilidades mentais mas não é um guru porque se ele volta paraa cidade entra numa fila ele logo percebe que ele é tão humano quanto os outros são humanos e de que ele não se não alcançou 1 milímetro a mais do que o outro porque se isolou da sociedade para buscar Deus nas montanhas nas florestas no mar no deserto amar a Deus como o doutor da Lei propôs mas numa dimensão apenas egóica é entrar numa como se costuma dizer na linguagem coloquial é entrar pelos descaminhos do fundamentalismo religioso desce caminho aonde há uma superestimulação dos rituais das práticas externas em relação ao Divino mas com escassez de um processo de convivência interna e de interconexão com o outro mas se ficarmos apenas nessa da superficialidade egóica e Se quisermos compreender o próximo como alguém que deve ser amado por si mesmo e com exclusão de mim mesmo eu corro o risco de sair para o processo da dominação amo o outro com autoexclusão então como eu posso amar alguém se eu me excluo desse amor então esse amor é um arremedo é fake então eu manipulo o outro eu uso o outro eu me entrego a atividades assistenciais por exemplo mas eu não estou nela eu dou mas não me dou eu não faço parte é uma estratégia às vezes para compensar as nossas sombras internas mas nós fazemos sem olhar para as nossas sombras e procuramos fazer o bem mas esse bem que não me faz bem e de tanto fazê-lo e não ter repercussão interna entramos em como é que o bem pode levar alguém à
nós fazemos sem olhar para as nossas sombras e procuramos fazer o bem mas esse bem que não me faz bem e de tanto fazê-lo e não ter repercussão interna entramos em como é que o bem pode levar alguém à crise é porque aquele bem Está exercido com desconexão de si próprio ninguém pode amar o outro se não faz parte desse amor ninguém consegue ser com o outro se se está ausente de si mesmo então é um estereótipo de um amor ao próximo mas não é amor é tudo menos amor domínio que se faz sobre o outro é uma relação de codependência que eu estabeleço em relação ao outro procurando me afirmar através do outro porque se a mim mesmo eu me excluo e não me amo eu amo o outro para que o outro me ame para que eu me Perceba como ser digno de ser amado de ser visto de ser encontrado então o amor daquele que se entrega às práticas de ajudar o outro para tentar compensar A negação do olhar para si mesmo leva ao blackout leva aimor leva ao adoecimento leva-nos à Estrada daquele que fica torporoso depressivo não consegue ir adiante e diz mas eu doi-me tanto para o meu filho a minha vida foi para os meus pais mas na verdade não foi foi um processo compensatório porque quem ama o filho de verdade autom multiplica-se internamente de amor se é amor mas se não é é o investimento que eu estou fazendo e que quando não ten um retorno tem a desilusão tem a experiência que me faz congelar na ingratidão de um filho porque eu não amei eu investi eu investi no outro pensando em mim o amor ao outro não pode de modo algum experimentar a autoexclusão então se há semim moros que se entregam a Deus achando que amar a Deus em regime de exclusividade libertao salva e está dominado pela sombra e experimenta uma semor se há aqueles que se entreg ao próximo negando-se a si mesmo na de exercer esse amor ao próximo para poder igualmente encontrar a plenitude e experimentam o ensombrerado e viv a semor o que não dizer daqueles que olham só para si próprio e chamando de autto amor vive o narcisismo o ego olhando para o ego é
igualmente encontrar a plenitude e experimentam o ensombrerado e viv a semor o que não dizer daqueles que olham só para si próprio e chamando de autto amor vive o narcisismo o ego olhando para o ego é Narciso olhando ali a sua própria imagem antes de morrer afogado apaixonado apenas por aquilo que é a superficialidade o auto amor de modo algum não pode ser comparado com esse mecanismo de fixação no egoísmo na egolatria que marca o ser humano que se vê apenas a se próprio circula em torno do seu umbigo não enxerga ninguém Primeiro eu depois eu depois eu ah eu me priorizo não você não se prioriza você se exclui da humanidade achando que você é o centro da humanidade isso não é autoamor isso é um processo de egolatria a uma idolatria do Ego que vai antecedendo a semimorto vejam que há também aqueles que estão na estrada semim pensando que estão se amando multiplicam-se nas manifestações das dos procedimentos estéticos Porque estão tão na superfície que às vezes estão só no corpo Ão só nas na máscara não conseguem lidar por exemplo com as ranhuras artísticas que vem com a idade usam um botox resan os pobres no Pará comem mais Porque enche tudo com as gordurinhas enche todas as aí fica tudo esticadinho aí pronto não tem mais o auto amor o étero amor e o amor ao Divino tem que estar em processo de convergência de congraçamento aquele homem que perguntava a Jesus estava perdido achando que estava conectado com a Deus e que era um doutor muito cuidado quando nós nos arvorar a posição de um doutor de lei da Lei pelo nosso conhecimento Espírita não eu tenho 40 anos de espiritismo espiritismo é uma ciência que não tem fim é a ciência do Espírito imtal como diria Camilo nós estamos apenas com os pés nas margens da praia tem um mar infinito à frente como eu posso dizer que 40 anos de espiritismo me guinda a posição de um doutor está apenas na teoria estou apenas no lugar de status eu estou incensando apenas uma trajetória que é superficial estou ali em cima do mar não mergulhei ainda para
smo me guinda a posição de um doutor está apenas na teoria estou apenas no lugar de status eu estou incensando apenas uma trajetória que é superficial estou ali em cima do mar não mergulhei ainda para experimentar em mim mesmo transformações não descia em viagem de Jerusalém para Jericó ou de Jericó para Jerusalém no processo da transformação aonde a minha sombra que é a minha imaturidade que é o meu lugar ainda não visitado aos poucos vai se transformando no lugar mais fértil mais luminoso mais claro mais gostoso de estar e dos outros comparecerem então o exercício da da amorosidade que é a centralidade da lei amor a Deus ao outro e a si ela nos fala da Lei divina e Jesus representa Exatamente Essa síntese admirável que deveríamos estar sempre checando para podermos avaliar o quanto meu amor a Deus é um amor aderente congruente eficiente quanto meu amor ao outro ele fala do meu alto amor e quanto o meu alto amor fala do Sagrado que me habita e que vai aos poucos estruturando o meu ego dessa existência e as minhas dimensões subic das outras encarnações aonde eu estou cristalizado uma no poder a outra no sexo a outra na viciação a outra na ambição quantas vivências nós tivemos em Belém de pesquisa da nossa Associação médico espírita em consonância com o Jardim das Oliveiras ficamos quase um ano vibrando por seis pacientes individualmente que trazia o processo do transtorno mental da esquizofrenia refratária aos tratamentos então elaborados medicamentosos sem exceção dos seis todas as que se nos eram reveladas pelos espíritos que se comunicavam ligados a ele em diferentes tempos em diferentes épocas Falavam do fracasso daqueles espíritos de forma dramática de forma grave Cruel ora no processo da pedofilia ora no processo do Poder ora no sexo era multifar variada multifa as expressões eram absolutamente múltiplas não havia uma um espírito que tivesse se caído só numa área eram várias áreas que foram sendo comprometidas ao longo de uma jornada algumas se repetiam mas não eram apenas
eram absolutamente múltiplas não havia uma um espírito que tivesse se caído só numa área eram várias áreas que foram sendo comprometidas ao longo de uma jornada algumas se repetiam mas não eram apenas uma área que dominava aquele espírito havia um destrambelhados anteriores e quando nós olhávamos atendendo os obsessores a gente tinha pena dos obsessores quando eles narravam as atrocidades em algumas reuniões após a reunião o benfeitor vinha fazer uma fala para nos ajudar a ldar com tanta crueldade de diversas existências relacionada àquela pessoa que nós estávamos vibrando o auto amor Abre espaço para que eu compreenda que esse caminho é um caminho que tem em Jesus essa figura do mestre por excelência que não nos ensinou por parábolas tão somente valeu-se da palavra das contra perguntas das parábolas como expediente didático para expressar o que Ele viveu porque o que é marcante de Jesus não são são só os seus ditos são sobretudos os seus feitos porque o que deu grandiosidade a Jesus não foi ter subido no monte ter falado as bem-aventuranças foi a autoridade com que ele falava no sermão do Monte iniciando pelas bem-aventuranças E ele fala com autoridade e ele fala com autoridade e ele cura com autoridade é repetido essa fala dos narradores da sua existência então Jesus é essa figura que nos deu a possibilidade de vermos o caminho as pegadas para que pudéssemos fazer eloquentemente enquanto mestre das nossas vidas mestre da amorosidade nós pudéssemos fazer um caminho capaz de poder estabelecer o autoamor como base fundamental para poder chegar no outro mas é impossível amar-se se você não tiver o contraponto de um espelho o espelho é o outro ninguém ama a si mesmo em regime de solidão eu posso em regime de Solitude mergulhar dentro de mim mesmo mas para desbordar as minhas potências eu tenho que ter alguém através do qual eu faço uma interação social viver em sociedade nos enseja portanto nessa interlocução de proximidade o o próximo portanto é aquele a quem eu posso verme e poder fazer com que o meu
ém através do qual eu faço uma interação social viver em sociedade nos enseja portanto nessa interlocução de proximidade o o próximo portanto é aquele a quem eu posso verme e poder fazer com que o meu amor desborde na direção dele amando porque sou o próximo queem assim se ama não foi sem razão que Allan Kardec no capítulo 11 de Evangelho Segundo espiritismo colocou como título amar o próximo como a si mesmo a gente só L amar o próximo vai lá no capítulo amar o próximo e nós nos perdemos olhar de que temos que só amar o próximo e reduzimos a caridade ao amor ao próximo e esquecemos que a caridade é essa lei de amor que fala do autoamor que se esvai que se irradia que se comunica na relação com o outro e esse auto amor que é checado dos seus limites na relação com o outro porque o outro que me desvela então a relação de amor ela é entretecida a partir dessa interação deste vínculo e quanto mais perra apado é o outro atrapalhado é o outro maior é a chance que você tem de se encontrar nos seus limites porque se tiver reencarnado do lado do Divaldo Franco por exemplo e do Chico Xavier vai ser uma uma moleza para mim não vou evoluir nada agora se eu botar Sadam Hussein e comein vocês Imaginem porque são dois indivíduos que vão me demandar muito então às vezes a gente quer um lar feito de pessoas extraordinariamente luminosas e a gente coloca o nome dos espírito que a gente conhece meei Allan Kardec em Belém tem uma companheira que faz isso todos os filhos tem nomes sagrados eu digo mas por que você botou esses nomes não não fi eu foi os espíritos Como assim Não eu botei no papel joguei para cima e pego o que eu pego vem eu leio digo mas você botou teofrasto botou os espíritos não só botei espírito superior então o Allan Kardec apanhando da MEI mei aei o rótulo não nos interessa o que interessa é o conteúdo então há que se perceber efetivamente de que esse caminho é um caminho através do qual eu vou buscando relação com o outro e amando-o amando o outro é uma relação dialética não tem como ser diferente se
tão há que se perceber efetivamente de que esse caminho é um caminho através do qual eu vou buscando relação com o outro e amando-o amando o outro é uma relação dialética não tem como ser diferente se você tá com cólica menstrual entra no elevador e a vizinha procura uma conversa com você eu duvido que você vai ter a mesma espontaneidade para dizer tá tudo bem Tá tudo maravilhoso por mais que você se esforce a vizinha vai ela não tá bem e se a vizinha sabe que você é espírita e ela não conhece espiritismo ela vi tá com encosto porque o comportamento está alterado então é natural que a gente seja com outro como a gente está com a gente então o exercício do amor é um exercício de Mão Dupla você vai amando e se deixando amar e amando se você não consegue deixar de amar o outro como uma flor que se abre sempre perfuma não tem como não perfumar ou perfumar só a a e não a b ela perfuma tudo e a todos é essa relação de amor perfumada portanto que fala no próprio perfume que é o amor do divino que está presente na relação Então o próximo é aquele que faz com o Samaritano que amando-se ele se aproximou do outro para expressar o seu amor e expressando o seu amor ele estava sendo o sagrado que o sacerdote não conseguia sêlo e ele faz o atendimento imediato mediato e a longo prazo quando volta para ressarc e ver o dono da hospedaria e ver como está o seu tutelado então o exercício da amorosidade está posto pelo Mestre dos Mestres que centrou no Amor a sua dimensão de educação e reduziu toda a sua tradição no amor que se fez carne e habitou entre nós cheio de verdade a figura de Jesus portanto é esse convite perene para que possamos nos autor resgatar saindo desse inclusivismo barato desse amor egoísta aonde eu amo Só aqueles que me pertencem que eu domino que da mesma cor da minha mesma religião essa coisa pequena ou do me mesmo do meu país o amor que ama que vai transbordando de mim vai amando o próximo que eu elejo quando me aproximo dele próximo fisicamente ou distante por
a mesma religião essa coisa pequena ou do me mesmo do meu país o amor que ama que vai transbordando de mim vai amando o próximo que eu elejo quando me aproximo dele próximo fisicamente ou distante por exemplo pel uma rede social e quando este amor se estabelece a divindade está comparecendo porque o amor a Deus é a celebração do amor do encontro entre duas ou mais pessoas e Jesus como mestre da educação como mestre da Excelência haveria de nos dizer já estava posto que deveríamos amar o próximo como a si mesmo e ele então faz já depois de uma caminhada com os discípulos dizendo amai-vos um aos outros como eu vos amei dá-se como exemplo então o nosso exercício de amor numa tarefa assistencial é um amor que vai de mim as coisas materiais podem ir ou não dependendo se eu as disponho mas vai o meu tempo vai o meu saber vai a minha escuta vai o meu olhar vai o meu silêncio e vai portanto com isso a minha amoros que não precisa ter nome a minha amorosidade que comparece numa atividade assistencial mas aparece pontualmente alguém que está na estrada estrada mesmo ou alguém que vai na Estrada da reencarnação comigo como filho como pai como irmão e que veio semimorto e que veio para ser despertado ou para nos despertar também ao mesmo tempo e nós temos a chance de sermos Samaritano e fazermos essa trajetória na direção do amor que nos aguarda essa talvez seja a saudade que nos incomoda a saudade de nós mesmos mas não é de nós mesmos da outra Encarnação aonde a gente aprontou também é saudade de nós mesmos do Sagrado que comparece aqui lá porque às vezes a gente tem a impressão que o Sagrado é algo que comparece só em Chico Xavier e Francisco de Assis não O Sagrado é toda a atitude que emerge do selfie do interior da profundezas está amando do Sagrado ela não não contabiliza quantas vezes ela levantou à noite Talvez o pai contabiliza não levantei três vezes outra noite agora a sua noite essa é sua é o ego a outra Você levantou ela nem se deu conta ela não se dá conta de quanto
as vezes ela levantou à noite Talvez o pai contabiliza não levantei três vezes outra noite agora a sua noite essa é sua é o ego a outra Você levantou ela nem se deu conta ela não se dá conta de quanto tempo ela levanta então o sagrado está e ele comparece na nossa dimensão egóica como fachos de luz e de repente numa das circunstância um toque um gesto um abraço um olhar uma fala uma escuta é sagrado que está fazendo por você com o teu irmão no trabalho com o companheiro da casa Espírita é nessa circunstância que nós estamos sendo banhados nessa alquimia nessa transformação da sombra do Vale na direção do Altiplano do pico da Luz da plenitude Aonde a felicidade comparece como consequência do Exercício do Amor e não como ponto fundamental de busca o sentido da existência é a amorosidade foi isso que nos ensinou o Mestre dos Mestres que naquele encontro emblemático deixou noos entrever de que fora do amor ninguém se liberta que Allan Kardec cunhou do seu jeito a fala fora da caridade não há salvação por ISO tagore faz esse fecho que eu acho admirável porque ele sintetiza de linguagem poética aquilo que o pensamento Espírita nos traz de forma Cabal o amor S ama quando o amor desborda de si para o outro encontrando o Divino Nós só encontramos Deus quando encontramos o outro mas Nós só encontramos o outro quando nós nos encontramos mas nós só nos encontramos amando se o outro faz o contraponto comigo parece um jogo de palavras mas não é procurei te desarvorado e triste era o Peregrino procurando Deus todos Estamos procurando Deus mas Deus não está num lugar distante Deus está ao nosso lado na relação de proximidade que podemos criar procurei desarvorado e triste pelas terras distantes em Loucas Aventuras com os outros sem conseguir encontrar-te aonde chegava a minha ansiedade deparava com as marcas dos teus pés no chão cobri os meus sonhos de angústia dilacerando todas as minhas tentativas de esperanças em vã movimentos para te encontrar exauri Sem resultado feliz e caí
de deparava com as marcas dos teus pés no chão cobri os meus sonhos de angústia dilacerando todas as minhas tentativas de esperanças em vã movimentos para te encontrar exauri Sem resultado feliz e caí vencido defrontei um dia com duas estrelas que se apagavam dos olhos de uma criança abandonada e ameia a sua voz sem palavras e a música da sua necessidade fizeram me encontrar nós três o próximo a mim e a ti soberano senhor da minha vida não ce de ó brisa ligeira que passias pelo vale nem interrompas o teu curso ou água transparente do Regato toda a Musicalidade que embala a natureza faz-se partitura para que o cantor destrave a voz da sua garganta e inunde o mundo de harmonias obrigado Thank you so very much Dr ala Now We G Take a short 15 Break have written our volte halling muito obrig a todos vamos então para nossa pausa de 15 minutos a todos vocês que escreveram as suas perguntas Dr Almeida por favor entrega aos voluntários que estão pelos corredores i
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