Alberto Almeida - Cristificar, eis o desafio de agora
Cristificar, eis o desafio de agora. Transmissão ao vivo da 25ª Conferência Estadual Espírita, realizada pela Federação Espírita do Paraná, entre os dias 10 e 12 de março de 2023, em Curitiba. O tema central do evento é: Rumo ao Novo Mundo. Os palestrantes convidados são: Divaldo Franco, Alberto Almeida, Sandra Borba Pereira, Alessandro Vieira de Paula e Jorge Godinho Barreto Nery. Estamos no Facebook @mansaodocaminho Estamos no Instagram @mansaodocaminho
queridos amigos é com imensa alegria que Compartilhamos na Convivência da fala e dos contactos a alegria de podermos sermos participativos integrados na comunhão com a doutrina que abraçamos E que venerando nos convida a darmos um passo mais à frente procurei te desarvorado e triste pelas terras distantes e Loucas Aventuras com os outros sem conseguir encontrar aonde chegava a minha ansiedade deparava-me com as marcas dos teus pés no chão cobrir os meus sonhos de angústia dilacerando todas as minhas tentativas de felicidade em vão os momentos descobri me vencido e tão bem com duas estrelas que se apagavam nos olhos de uma criança abandonada e a meia a sua voz sem palavras e a música da sua necessidade fizeram-me encontrar nós três o próximo a mim e a ti soberano senhor da minha vida não esquece de cantar o brisa ligeira que passeia pelo vale nem interrompas o teu curso ou água transparente do Regato toda Musicalidade que embala a natureza faz-se partitura para que o cantor destrava e a voz da sua garganta e num de um mundo de harmonia a psicografia é de Divaldo Franco traduzindo rápida nada agora que nos fala dessa ânsia do ser humano na conexão com o divino desse Andarilho que na busca do Criador desencontra-se desse movimento que é o movimento Universal em que os espíritos hão de afirmar de que tudo deve gravitar para a divindade desse estilo de comportamento que a natureza nos convida a fazê-lo quando os pássaros cantarolam para despertar o sol do amanhecer quando o vegetal se esgueira entre as festas que seria se impede a comunicação com o sol para fazer conexão com a luz onde toda a natureza a presença daquele que se revela através das nuances em cada folha de uma árvore em cada pétala de uma flor nada obstante a mesma árvore e as mesmas flores colorindo um jardim nenhuma pétala nenhuma folha é Idêntica a outra há uma impressão digital da divindade marcando a natureza em tudo e em todos e não poderia ser diferente conosco aqueles que fizemos uma grande viagem
m nenhuma pétala nenhuma folha é Idêntica a outra há uma impressão digital da divindade marcando a natureza em tudo e em todos e não poderia ser diferente conosco aqueles que fizemos uma grande viagem evolutiva enquanto o princípio espiritual princípio anímico pelos outros reinos da natureza até desaguarmos no reino animal Somos convidados por tanto a fazer esse nexo de conexão com o divino A Nossa vocação interna não é diferente das outras instâncias em que estivemos habitando os outros reinos ela é a mesma nada obstante agora com a categoria do livre arbítrio uma outra competência que a divindade brinda aqueles que alcançamos a posição de espíritos somos chamados a fazê-lo conscientemente quando nasce o espírito na primitividade dos homens que se iniciam caminhando na terra no desenvolvimento da Razão do despertar da emoção logra-se também desabrochar o hábito o instinto ao lado do querer da escolha e é essa escolha que nos faz qual participantes da natureza que nos implica e nos Imbuí de fazermos parte dessa grande dança Universal na linguagem do a dança de Shiva trazendo a nossa participação de forma harmônica na observação das leis da natureza o ato portanto de comparecer na humanidade nos categoriza para além do humano porque somos espíritos e como Espíritos não poderíamos ter reduzido a uma unidade a uma humanidade que vai morrer ao homem que vai destruir quando identificado apenas com a sua dimensão corpórea portanto não somos homens e mulheres fazendo uma jornada espiritual somos espíritos fazendo uma jornada humana cumulativa do ponto de vista evolutivo e assim trazemos essa possibilidade da partilha com a natureza de em harmonizando-nos com ela podermos também fazer o nosso pele para o Divino conscientemente Eis o desafio que o livre arbítrio nos coloca como a Instância em que vamos dar um passo ou um descompasso dentro da rítmica da natureza da Musicalidade com que a vivência a existência nos convida a sermos usufrutuários assim na posição de espíritos temos que aprender com
mos dar um passo ou um descompasso dentro da rítmica da natureza da Musicalidade com que a vivência a existência nos convida a sermos usufrutuários assim na posição de espíritos temos que aprender com aqueles que fazem as melhores escolhas E especialmente ter os olhos muito atentos para a referência máxima que esta posta na Perspectiva espírita no homem integral o homem que deu conta de ser como a humanidade ainda não consegue logar entendê-lo nas suas perspectivas nas suas lembranças do seu limites psicológicos a figura de Jesus foi portanto talvez por isso Allan Kardec inseriu no capítulo que propõe o nosso processo libertário fora da caridade não há salvação o encontro de um doutor da Lei com ele dizendo que ele se levantou e para o tentar e fez uma proposição ousada mestre tratou Jesus de mestre nada obstante fosse o doutor e Jesus não tivesse nenhuma graduação dentro do processo sócio antropológico judaico mestre o que devo fazer para viver a vida eterna era uma proposição que não era para saber é para desafiar não era um discípulo perguntando ao mestre era um doutor tentando humilhar um homem num grupo num processo de achincard com a sua pseudo sabedoria só que ele não se dava conta da estatura de quem ele fazia a indagação usa o sofisma de mestre para tentar demonstrar uma reverência mas na verdade havia um objetivo secreto uma agenda oculta era escandalizá-lo demonstrar de que ele não tinha categoria de que ele efetivamente não era um mestre como aqueles aqueles tempos diziam se tratar muito menos Messias então Jesus voltando-se para esse mestre que se colocava com a condição de um doutor erguido para chamar a atenção Jesus perguntou o que é que tu leis na lei o doutor na lei Na tentativa de tentar vencer no diálogo porque quando não conseguimos vencer no exemplo tentamos usar a fala como mecanismo de escape para se sobrepor ao outro ele demonstrando estar muito em dia com a lei disse revelando portanto através do seu verbo o quanto ele sabia ou o quanto ele pretensamente pensava que sabia
nismo de escape para se sobrepor ao outro ele demonstrando estar muito em dia com a lei disse revelando portanto através do seu verbo o quanto ele sabia ou o quanto ele pretensamente pensava que sabia diante da indagação que ressoava no grupo que ficava testemunhando aquele embate que era Na verdade uma armadilha o doutor da lei diz então talvez bastante arrogante Amarás a Deus sobre todas as coisas com todo o coração como todas as forças de todo entendimento e com toda a alma e ao próximo como a si mesmo então Jesus olhou para aquele homem e disse então vai e vive cumpre o mandamento o doutor dali ficou desconcertado porque na pergunta ele embutia de que ele não detinha a vivência da vida eterna que numa linguagem psicológica na atualidade nós poderíamos traduzir de plenitude e numa linguagem coloquial de felicidade era a felicidade que aquele homem ali dizia que não tinha era portanto esse estado de planificação interior de que ele não dispunha e por isso ele fazia essa proposição dizendo que o que é que ele deveria fazer para viver essa Instância essa qualidade de energia vivencial esse domínio da Alma então quando ele diz que ele não vive ele declara a falência de que a despeito de saber na cabeça ele não conseguia dispor no ato era portanto uma distância que aliás é comum entre nós a distância que vai entre a informação e a sabedoria que se revela através da ação que documenta o quanto aquela informação transformou-se em conhecimento e o conhecimento se converteu e sabedoria então ele fica desconcertado em face dessa abordagem porque de qualquer modo Jesus disse que ele não vivia porque se ele vivesse não tinha propósito a sua pergunta então diante daquela circunstância constrangedora o doutor da Lei não querendo parecer de que estava ali desnudo acerca daquilo que ele estava ansiando alcançar e das suas contradições internas das suas ambiguidades sendo um doutor sabendo aquele conceito de memória mas perguntando por que aquele conceito não fazia feliz ele tenta uma escapadela e
do alcançar e das suas contradições internas das suas ambiguidades sendo um doutor sabendo aquele conceito de memória mas perguntando por que aquele conceito não fazia feliz ele tenta uma escapadela e diz e quem é o meu próximo foi uma tentativa assim meio bizarra para tentar escapar do constrangimento e Jesus Então faz uma construção extraordinariamente vive profunda e conta parábola do bom samaritano Como ficou conhecida na tradição Cristã falando de um homem que ficava semi morto na estrada depois de ser assaltado e de que três pessoas passaram por ele descendo de Jerusalém para Jericó um sacerdote portanto guindado as possibilidades do conhecimento da Torá Um Levita que era o ajudante do templo portanto também um religioso e finalmente um samaritano que era conhecido como um herege uma pessoa que não como Gava com judeus uma pessoa que não fazia devoção ao centro principal de reverência dos judeus a época que era situado em Jerusalém mas sim em Samaria eram pessoas por assim dizer dissidentes e portanto era olhadas com muito preconceito Jesus vale-se de um homem vítima do preconceito e coloca de uma forma muito curiosa e muito interessante ao invés de dizer que aquele homem descia de Jerusalém para Jericó ele diz que o Samaritano E é em viagem Quem foi a inveja vai com o objetivo vai com uma intencionalidade e diz que vendo aquele homem semi morto por tanto que não tinha capacidade de uma interlocução de poder ser amealhar informações dele acerca da sua importância para ser ajudado ou não se ele era uma pessoa significativa ou não já que ele estava numa condição de precariedade numa linguagem da atualidade talvez em coma ele recebeu justo deste homem que Não significava nada naqueles dias na tradição Judaica o Samaritano que o acolhe que pensa lhe as feridas que lhe oferece todos os recursos que dispõe no atendimento emergencial coloca o animal leva uma hospedaria passa a noite com ele e no dia seguinte depois de atender o homem semi morto chama o hospedeiro e diz cuida bem deste
recursos que dispõe no atendimento emergencial coloca o animal leva uma hospedaria passa a noite com ele e no dia seguinte depois de atender o homem semi morto chama o hospedeiro e diz cuida bem deste homem não é deste homem deste homem querendo significar de Que lindo em viagem tinha compromissos e agora recomendava o atendimento daquele a quem ele se debruçara atendendo desde a estrada até uma noite inteira agora ele confiava o hospedeiro na sua presença para lhe assegurar confiança dizendo-lhe tudo que tu dispensares com este homem a mais e pagou quando eu voltar eu te entendo isso e segue é bonito a configuração que Jesus faz era um doutor da Lei ele fala que é um samaritano herege que assim se comporta ele está tratando de um tema Vital que a felicidade a plenitude o estado portanto que todos almejamos ter e diz que aquele homem não só fez um atendimento emergencial mas fez um atendimento no segmento passando uma noite com outra passar o momento difícil é viver iniciar as experiências dolorosas Até que a pessoa saia do Estado Agudo para o estado de convalescença e ao deixá-lo no estado de convalescença deixa sob o cuidado do outro e indeniza e diz que vai voltar para fazer Portanto o acompanhamento Era uma construção muito embaraçosa para o doutor da Lei então Jesus disse quem te parece ter sido o próximo daquele que estava semi morto daquele que estava caído no caminho e o doutor da Lei não querendo pronunciar a palavra Samaritano nada obstante fosse uma construção ali de uma história uma parábola uma figuração ele não poderia pronunciar a palavra Samaritana que era a figura Central no atendimento daquele semi morto daquele homem caído então o doutor da Lei disse quem é o teu próximo Ele disse me parece que o próximo é aquele que se viu tomado de compaixão e o atendeu é aquele que cuidou dele cuidou do outro cuidou do caído mas não diz que era Samaritano não pronuncia essa palavra então Jesus conclui vai e faz o mesmo o fecho foi extraordinário Alice concluía de que o que define o
dou dele cuidou do outro cuidou do caído mas não diz que era Samaritano não pronuncia essa palavra então Jesus conclui vai e faz o mesmo o fecho foi extraordinário Alice concluía de que o que define o encontro com o Divino o que nos faz alcançar o estado de bem-aventurança não é a nossa titulação não é só a frequência a um Templo Sagrado não é ter de memória uma Bíblia de qualquer origem que seja de qualquer cultura de que não é ter portanto informações isso não é suficiente muito embora seja importante ele define por tanto no Samaritano naquela ocorrência de que o fundamental para que um homem possa alcançar essa Instância de vida eterna de perenidade no bem Deus o fruto da Verdade da Bondade dentro de si mesmo é necessário que se atue tal como Samaritano fez enchendo-se de compaixão quando viu o homem caído porque os três passaram é com distante daquele que estava caído os dois primeiros intencionalmente colocados vinculadas a religião viram e passaram ao lar não quiseram enxergar mas o Samaritano movido de compaixão movido por tanto com o coração vai e faz um movimento de aproximação e faz um movimento de acolhimento fazendo nos entender portanto aquela época e aos dias de hoje a importância daquele que busca identificando-se com a natureza não experimentar o vazio existencial a carência a falta a amorosidade portanto essa matéria-prima que deve nos preencher profundamente e na Instância que estamos considerando a religiosidade que buscamos esse contato com uma divindade em torno da qual devemos gravitar é de fundamental importância compreender que para além dos estudos como disseram os espíritos de verdade a Kardec espíritas amai-vos os primeiros Eis o primeiro ensinamento o instruívoros é o segundo é necessário estudar mas se não se amar nós ficamos num processo de ambiguidade colapsamos diante de um conhecimento que não consegue fazer morada não se entranha na alma porque só se entranha na alma aquilo que se vive é a experiência vivencial se não passa apenas como ilustrações que podem ser
e de um conhecimento que não consegue fazer morada não se entranha na alma porque só se entranha na alma aquilo que se vive é a experiência vivencial se não passa apenas como ilustrações que podem ser encantadoras mas elas não reverberam dentro do ser se ele não mas colocar em prática amar a Deus na proposição que Jesus resgatou ali na fala do doutor da lei da tradição Judaica como o mandamento maior devendo se fazê-lo fazer através do coração das forças do entendimento e da alma são as diversas dimensões com que devemos chegar ao divino são as diversas manifestações através da qual nós nos aproximamos do Criador Mas quem fala do Criador quem é a ponte do criador é o outro é o próximo e por isso os mandamentos são colocados com geminados amar a Deus sobretudo é o mandamento principal e um segundo semelhante ao primeiro amar o próximo como a si mesmo isso é da fala do Levítico e do Deuteronômio que traz na tradição Judaica esse conteúdo Formoso e Jesus Diferentemente daqueles que o antecederam experienciou esse mandamento e nos momentos próprios invocou a teoria da prática que ele exercia e demonstrava então aqueles que estamos no caminho Às vezes buscamos o criador numa tentativa solitária de encontro no movimento de apartamento distanciamento da sociedade mergulhamos em processos meditativos que são muito úteis mas são inúteis se nós ficamos apenas circunscritos a uma imersão no isolamento que não nos devolve a possibilidade do contacto social trazendo esse conteúdo a fim de que ele possa se formatar numa experiência atitudinal não adianta nos perdemos como ao longo do tempo fizemos seja na fitolatria na litolatria na zolatria o processo mitológico demorado não adianta nós nos relacionarmos com divino mediado por rituais porritos externos Quando a nossa experiência não consegue se concluir e se concretizar na interação com aquele a quem dizemos venerar ficamos na idolatria e não conseguimos mergulhar na Adoração o espiritismo resgatando aquilo que Jesus nos trouxe ousa nos dizer que fora
se concretizar na interação com aquele a quem dizemos venerar ficamos na idolatria e não conseguimos mergulhar na Adoração o espiritismo resgatando aquilo que Jesus nos trouxe ousa nos dizer que fora da caridade ninguém se liberta e de que devemos nos olhar para além do humano que vai morrer espíritos Imortais que vivemos antes do túmulo e do berço seguiremos para além dessa experiência biológica e vamos sintetizando nas nossas vivências matéria-prima que vai nos dando contexto evolutivo para podermos degustar a divindade experienciar a divindade mas experienciar a divindade não é uma experiência solitária não é uma experiência de contemplação inútil não é uma experiência sazonal Aonde se vai uma vez a um templo religioso e Depois ficamos de um outro jeito experimentar essa comunhão é um estilo de vida o exercício da caridade como processo de salvação da linguagem cartesiana no capítulo do Evangelho Segundo o Espiritismo nos remete a uma experiência vivencial como jeito de ser no qual distante dos processos do culto externo nós somos chamados a fazer um culto interno Aonde a divindade vai sendo desvelada Porque como diria Paulo aos Efésios Deus que é o pai de todos que se revela por todos e que está em todos falando nos portanto e confirmando aquilo que está em Atos dos Apóstolos quando diz que em Deus Vivemos em Deuses existimos em Deus nos movemos estamos mergulhados na divindade Deus não está num lugar sagrado que temos que visitar para encontrá-lo Deus está aonde está o ato sagrado e o ato sagrado ele é um ato de partilha de compartilhamento por isso que o amor ao próximo ele é o jeito mais delicado fecundo e apropriado socialmente para encontrarmos a divindade encontrar atividade portanto nessa perspectiva que o espiritismo nos confere é fazer um ato dialético de poder através do outro nos descobrir nos amando e nos amando expressar o nosso amor ao outro como uma flor que se abre e perfumando-se perfuma o outro é um processo portanto que vai e vem ninguém consegue amar o outro se assinam
escobrir nos amando e nos amando expressar o nosso amor ao outro como uma flor que se abre e perfumando-se perfuma o outro é um processo portanto que vai e vem ninguém consegue amar o outro se assinam se ama faremos serviços de pseudo caridade que às vezes são até úteis aos outros mas nós não nos comparecemos como compartices é algo que a gente faz mas é um fazer estereotipado porque não nos leva é um ato externo é por isso que se vê muitas pessoas fazendo a caridade entraram em crise às vezes entre crise de Solidão em crise de revolta com Divino e dizem mas eu vivo há tanto tempo fazendo a caridade não estavam fazendo a caridade tavam prestando um serviço no qual não participavam desse serviço interiormente era uma atitude mais exterior era uma caridade fake para me valer das linguajar da atualidade então o ato de poder exercer a caridade embute aquele que ama embute o alto amor se o Samaritano não tivesse o alto o amor ele não conseguiria ver e se encher de amor compadecido pelo outro que estava tombado ele provavelmente viu que poderia ser um ente querido seu e não não obstante não pudesse colher das informações não importava era um outro eram um próximo de quem ele cria essa relação de proximidade pela amorosidade e ele vai com seu amor exercer o amor ao próximo porque o próximo é de quem nós nos aproximamos porque às vezes alguém está muito próximo dentro de casa mas estamos muito distantes não conseguimos enxergar o outro ou estamos com outro mas não nos importamos o suficientemente com o outro e às vezes num pseu do alto amor estamos no narcisismo vivendo um olhar só para se em detrimento do outro não comigo eu sou mais eu primeiro eu segundo eu terceiro eu e a pessoa fala isso falando de Alto amor mas se esquece de que está numa posição neurótica na física está em regime de carência provavelmente não foi Amado quando estava no útero no colo de uma mãe não recebeu a fecundidade do amor e por isso Jesus propôs amai-vos que é uma relação de fecundamento recíproco
regime de carência provavelmente não foi Amado quando estava no útero no colo de uma mãe não recebeu a fecundidade do amor e por isso Jesus propôs amai-vos que é uma relação de fecundamento recíproco provavelmente isso se deu-se isso e a pessoa tenta se afirmar numa posição narcísica querendo dizer que ela é o suficiente todos têm que gerar em torno dela ela não olha para o outro ela não ama ninguém nem a si mesma o alto amor é um mergulho que está para além da personalidade como diria Fenelon Alan Kardec na questão 917 do Livro dos Espíritos é na linguagem psicológica hoje para Além Do ego é necessário mergulhar para dentro de si mesmo para poder conectar-se com a fonte geradora da amorosidade autêntica em todos nós trazemos a marca do divino já que estamos no Divino e o Divino está em nós somos seus filhos e portanto trazemos a marca da sua herança o que fez Jesus dizer vós sois deuses com de pequenininho fazendo dimensão de que nós somos muito mais do que a personalidade de que o eco e de que nós não lograremos experimentar o exercício da amorosidade profunda se ficarmos só no EGO seja nessa amorosidade que a gente pretensamente tenta oferecer ao outro que é escassa que é fragmentada seja nessa amorosidade que pretensamente nós queremos fazer em relação a nós mesmos que apenas egoica às vezes nós até dizemos assim Poxa foi uma lustrada no Meu Ego e a gente fala isso como se fosse uma coisa positiva né é meu é que ficou inflado a gente não se dá conta de que está falando de uma distorção de uma disfuncionalidade porque o ego é uma dimensão humana que precisa estar vitalizada por essa dimensão é essencial que revela nos a nossa filiação com o Divino e essa relação profunda que Joana de Angelis traduz na sua fala como o self numa linguagem psicológica precisa ter um traço de conexão com ego para que o ego seda e saia de ser na posição do palco da vida o protagonista da vida para ser o coadjuvante Deixe de ser o senhor da nossa existência para ser o serviçal que serve ao Divino
ão com ego para que o ego seda e saia de ser na posição do palco da vida o protagonista da vida para ser o coadjuvante Deixe de ser o senhor da nossa existência para ser o serviçal que serve ao Divino que somos ao Divino que nos habita o processo da critificação Portanto ele nos demanda um olhar para além do humano nos vendo como Espíritos não foi sem razão e eu fico muito sensibilizado com a pergunta que Kardec fez aos espíritos e depois vocês podem consultar na questão 88 quando ele fala acerca da natureza do ser e os espíritos dizem sobre o espírito que é um clarão uma centelha para falar dessas nossas entranhas que aguardam comparecer que a vida tem a finalidade de despertar mas não nos perdemos no ego o ego é que por assim dizer encobre bloqueia a essência da claridade na imagem de um abajur é como se a cúpula não permitisse que a luz pudesse ser espalhar vivemos o blackout a escuridão ou a semi escuridão o processo de cristificação é podermos entender primeiro para exercitarmos em seguida de que nós somos espíritos Imortais e a nossa natureza ela é Divina por Excelência como tudo que há no universo nós somos uma matéria-prima Divina porque somos originários do divino e quando compreendemos isso estamos conta de que ao reencarnar a cada existência nós formatamos uma personalidade um ego nós precisamos compreender de que a vida não se resume a nossa dimensão eólica Nossa daqueles que convivem conosco aqui ter uma ousadia filosófica e até a coragem de uma experiência que possa transcender o ego mas não é transcender o ego dessa existência para o ego de uma outra existência porque senão vamos ficar na dimensão egóica não basta mergulhar na nossas histórias espirituais anteriores reencarnatoriamente é necessário ir para dentro para dentro de si mesmo essa experiência de invocar o Deus que somos que Jesus disse que aquilo que eu faço vós podemos fazer e podeis fazer muito mais fazer muito mais do que Jesus era uma fala acenando para as potências dormitantes dentro de nós mesmos
Deus que somos que Jesus disse que aquilo que eu faço vós podemos fazer e podeis fazer muito mais fazer muito mais do que Jesus era uma fala acenando para as potências dormitantes dentro de nós mesmos o processo da cristificação não é o processo da imobilização diante de uma imagem do Santuário do lugar que consideramos sagrado não é de nos sacralizarmos no cotidiano numa experiência de esforço palavra que define o Espírita quando Kardec diz que o espírito é consagrado conhecido entendido pela sua transformação dar uma outra forma transformar formatar de uma forma transcendente mas não é uma transformação apenas intelectual não é uma transformação no estilo da atividade profissional não é uma transformação corpórea aonde você através da Medicina estética pode reformatar a sua aparência é uma transformação de entranhas moral de comportamento de atitude e de que o Espírita verdadeiro aquele que compreendeu a doutrina espírita o amai-vos e o instruívos está implicado nesse esforço de poder fazer emergir portanto essa Essência essa excelência essa claridade e ele o faz no esforço para tomar as viciações sejam aquelas que ele foi alimentando ao longo de várias encarnações por escolha sejam aquelas egressas da sua animalidade que traz os movimentos estruturais normais para o reino animal esse esforço portanto implica nos numa atenção que está focada no alto amor que passa por tanto pelo alto encontro pelo autoconhecimento para que em nos conhecendo possamos olhando essas dimensões estar atuando e aquele que faz o Dueto da evolução conosco é o próximo porque só diante do próximo e qual o próximo que nós vamos conseguindo fazer esse caminho de imersão e de imersão para poder lidar com ele e fazer com que essa dimensão de entranhas essa excelência essa luz que nos habita agora sob nova escolha com esforço porque nós nos Devíamos possa aos poucos limpar essa cúpula do abajur nessa comparação do Ego e assim começamos a oferecer alguma claridade vós sois a luz do mundo diria Jesus para que pudéssemos revelar
que nós nos Devíamos possa aos poucos limpar essa cúpula do abajur nessa comparação do Ego e assim começamos a oferecer alguma claridade vós sois a luz do mundo diria Jesus para que pudéssemos revelar a nossa luz para que ela resplandecesse para que os homens em vendo pudessem Louvar a divindade não era a gente não é aquele que faz a luz brilhar é aquele que colocou a luz dentro quando Jesus propõe que possamos fazer brilhar a nossa luz ele faz menção ao reconhecimento social do Divino não do indivíduo que poderia naturalmente insuflar o ego essa perspectiva de personalidade Que fenômeno diz que ela tem que se apagar o ponto das legítimas necessidades humanas ao ponto de atender a legítimas necessidades humanas e quando ela faz isso significa dizer que o processo iluminativo se estabeleceu não é de fora para dentro de dentro para fora e essa claridade que se expressa faz com que o ser humano seja conhecido na Terra como Marte como um santo quando ele atualiza por escolha esse movimento de cristificação que numa linguagem oriental é a morte do Ego sempre permaneceremos com o eco quanto menos Ego e mais espírito quanto menos égua e mais self quanto menos formos papéis sociais camuflagem que já são outros processos mais esquisitos e atrapalhados e mais autenticidade espontaneidade nós nos assemelharemos as flores nos assemelharemos aos pássaros olhai os lírios do campo nem Salomão e toda glória se vestiu como alguns deles Olhai as aves não trabalham não guardo celeiro mas o pai as alimenta qual de vós é capaz de atender e acrescentar um côvado um pedacinho de crescimento a sua estatura a fala de Jesus homens de pouca fé porque está preocupado estás preocupado com o que comer com que vestir a fala de Jesus parece uma fala de imprevidência não é ele fala desse movimento de escolha de conexão com divino de escolha consentânea com as leis naturais porque o pai não soneca comida aos seus filhos vestimenta os seus filhos sobrevivência seus filhos e se os filhos passam fome é porque as
conexão com divino de escolha consentânea com as leis naturais porque o pai não soneca comida aos seus filhos vestimenta os seus filhos sobrevivência seus filhos e se os filhos passam fome é porque as escolhas individuais e coletivas são ecoicas aonde dominado pelo ego egoísmo nós a samba arcamos os bens para poucos em detrimento de da maioria que Experimenta a escassez a falta a fala de Jesus portanto é um chamado a uma vivência responsável previdente na qual esse movimento interno de cristificação deverá logar se estabelecer de tal modo que você tenha o seu lugar no mundo sem precisar roubar o lugar do outro e para fazê-lo sujo é Celso Galileu como referência máxima que os espíritos ofereceram a Kardec de Pureza É ele que vai nos ensinar a que possamos fazer energia esse Cristo que dorme Kardec definiu bem Jesus o cristo ungido com divino a proposta Espírita entre nos conectarmos com divino é lograrmos expressar o nosso amor máximo pela divindade é essa proposta Espírita não é diferente da tradição Judaica é a mesma mas para fazê-lo é necessário que possamos trazer de dentro de nós mesmos esse conteúdo que nos habita de identificação esse wi-fi que nos deixa Conectado e faz com que a nossa movimentação seja Harmonia com as leis que revelam a divindade e É nesse viés que Jesus representa para todos nós a referência para que possamos fazer um movimento mais ousado a viagem mais difícil que a viagem em torno de você mesmo para se conhecer é tão difícil nos conhecermos talvez por isso Santo Agostinho deixou uma página duas páginas é o evangelho em um Livro dos Espíritos dando uma experiência dele que os espíritos nos ofereceram como exemplo de mergulho de imersão de religiosidade de sacralidade como possibilidade portanto do alto resgate do automor e se é difícil dar a volta na gente quão difícil é dar uma volta no outro dar uma volta e conhecer outra é muito difícil saber quem é o outro é e esse movimento ele vai se fazendo porque é o outro que me desafia me conhecer e na medida que eu me conheço e
uma volta no outro dar uma volta e conhecer outra é muito difícil saber quem é o outro é e esse movimento ele vai se fazendo porque é o outro que me desafia me conhecer e na medida que eu me conheço e desenvolva as potências da minha alma elas se revelam com o nome de caridade com seu traje de gala que nas suas nos seus semblantes é paciência tolerância é o cuidado é a ternura é indulgência na relação com o outro que se revela de dentro para fora na direção do outro e a nossa referência para conseguir logar fazer isso é buscar Jesus se dá a volta em torno de nós mesmos é Um Desafio dar uma volta em torno do outro é quase uma experiência impossível porque somos cegos acerca de longe mesmo Como é que vamos ver o outro imagine dar uma volta em torno do Espírito crítico do espírito de Jesus Mas essa é a proposição dinâmica e todos estamos sendo convidados Hoje há podermos parar para fazer essa reflexão menos ego significa menos egoísmo menos éguatria menos egotismo significa por tanto mais espiritualidade mais movimento testificador Mas Deus em mim para poder ser com outro cada vez mais numa relação mais autêntica mais espontânea mais verdadeira mas consantanea lei de amor e quando isso se estabelece o divino se revela Vimos a pontuação ainda pouco aqui no momento espírita e Vimos a citação de astros nos vários Campos da arte quando vemos nos emocionamos diante da beleza da atividade que se revela através dos homens Nós encontramos a divindade quando amando encontramos o outro o Samaritano encontra Deus quando ele resgata o semi morto nós encontramos o Divino quando conseguimos resgatar um filho que está se desviando para droga resgatar uma acasalamento que está indo pelo ralo resgatar um pai ou a mãe que entrou numa doença crunificante ameaçadora desafiadora como Alzheimer que às vezes comparece com atitudes bizarras e às vezes muito agressivas resgatar essa relação é atualizar dentro de nós mesmos o processo criticador que terá o tamanho do esforço que fizemos para nos Auto superar
comparece com atitudes bizarras e às vezes muito agressivas resgatar essa relação é atualizar dentro de nós mesmos o processo criticador que terá o tamanho do esforço que fizemos para nos Auto superar recondicionando por escolha pelo livre arbítrio recondicionando-os olhando para Jesus como parâmetro e experienciando na relação com o outro e quando fazemos assim nós encontramos a divindade porque ninguém consegue amar a Deus se não amar o próximo ninguém consegue amar o próximo se a si não se amar e ninguém consegue se amar em regime de solidão na terra e regime de isolamento definitivo o processo do amor é um processo engenhoso que vai da dimensão daquele que ama encontrando ser que passa a ser o ser amado e a divindade se revela no encontro Enquanto estivermos distante do outro estamos desencontrado do Senhor Enquanto perseguirmos o outro na relação com as pessoas abusiva transtornada disfuncional não lograremos encontrar a paz interna o reino dos céus o reino eterno a vida eterna Plenitude a felicidade que o doutor da Lei evocou ao tempo de Jesus ele continua escasso para a humanidade e para muitos de nós que entramos no espiritismo que somos honrados que esse conhecimento também somos responsabilizados por esse convite a fazermos o movimento talvez menos veloz mas na direção certa o movimento que chame menos atenção mas que seja mais profundo aonde o nosso silêncio seja um silêncio de uma imersão verdadeira e a nossa fala a nossa ação seja uma imersão daquilo que nós estamos descobrindo dentro de nós mesmos no cotidiano da interação porque o outro como um grande espelho ele me dá feedback para que eu possa estar avaliando o quanto eu estou dormitante ainda vivendo só o ego ou o quanto eu estou me despertando o quanto eu acertei o quanto eu estou bloqueado para revisionar atos falas gestos posturas que vão me colocando no lugar de sintonia com as leis de amor a exemplo do Lírio A exemplo das aves do céu na fala de Jesus então aquele homem procurava o Divino e o fazia de uma forma
gestos posturas que vão me colocando no lugar de sintonia com as leis de amor a exemplo do Lírio A exemplo das aves do céu na fala de Jesus então aquele homem procurava o Divino e o fazia de uma forma absolutamente patética sofria mas no momento em que ele encontrou na no Exercício do amor ao próximo na criança a o reflexo da divindade que estava nele ele encontrou os três não é possível esse encontro ser apartado essa relação é intrínseca é por isso que amar a Deus e o próximo como a si nós estamos em viagem meus amigos e em viagem encarnatória nós temos o compromisso de parar e ver os semi mortos que foram roubados mas não são os semi mortos só corporais como atosos toporosos são aqueles que estão na búlico da ganância da avareza são aqueles que estão submetidos ao coma da violência e repetem as atitudes agressivas negativas aonde chegam e com quem estejam e esses semi mortos às vezes habitam o nosso lar não precisamos ir muito longe para fazermos a estação de atendimento de cuidado e de recomendarmos alguém que compartilha conosco a experiência A exemplo de um hospedeiro que continue cuidando enquanto vamos e voltamos porque vamos acompanhar o amor que ama acompanha cuida se importa chega junto porque nós só conseguimos ser felizes nós nos amai-vos nós nos amarmos a mensagem portanto criticadora que o espiritismo nos oferece é de muita responsabilidade mas é de muita alegria porque cada passo que damos surge uma nota de entusiasmo na alma cada recondicionamento vicioso que nós conseguimos corrigir surge uma leveza interior é o reino dos céus que começa assim nos habitar cada conquista que fazemos em cima de uma sombra que tinha antes é a Plenitude que começa a esbater A Sombra e a preencher o vazio é um trabalho silencioso que não tem testemunhas a não ser aqueles que são os benfeitores espirituais que em nome do Cristo nos cuidam nos carregam muitas vezes mas não perdemos A exemplo do Andarilho para esperar de que às vezes no termo da viagem nós descubramos que nós fomos o
nfeitores espirituais que em nome do Cristo nos cuidam nos carregam muitas vezes mas não perdemos A exemplo do Andarilho para esperar de que às vezes no termo da viagem nós descubramos que nós fomos o grande ignorante acerca de nós mesmos vivemos com apenas como um homem com uma mulher Mortais E pior tendo patrimônio da doutrina espírita esquecemos do Cristo que são nos habita porque não olhamos para Jesus que o espiritismo nos ofereceu procurei te desarvogado e triste pelas terras distantes em Loucas Aventuras sem conseguir encontrar aonde eu chegava encontrava as marcas dos teus pés no chão cobrir os meus sonhos de angústia dilacerando todas as tentativas de esperanças e vão movimento para te encontrar duas estrelas que se apagavam nos olhos de uma criança abandonada e a meia a sua voz sem palavras e a música da sua necessidade fizeram me encontrar nós três o próximo a mim e a ti soberano o senhor da minha vida não se esquece de cantar o brisa ligeira que passeias pelo vale nem interrompas o teu curso ou água transparente do Regato toda a Musicalidade que embala a natureza faz-se partitura para que o cantor destrave a voz da sua garganta e num de um mundo de harmonias obrigado
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