Jorge Godinho - Caridade, senda para um mundo melhor
Caridade, senda para um mundo melhor. Transmissão ao vivo da 25ª Conferência Estadual Espírita, realizada pela Federação Espírita do Paraná, entre os dias 10 e 12 de março de 2023, em Curitiba. O tema central do evento é: Rumo ao Novo Mundo. Os palestrantes convidados são: Divaldo Franco, Alberto Almeida, Sandra Borba Pereira, Alessandro Vieira de Paula e Jorge Godinho Barreto Nery. Estamos no Facebook @mansaodocaminho Estamos no Instagram @mansaodocaminho
aqui. Não sei se tá bem para minha altura. Tá ótimo. Prezadas irmãs, prezados irmãos, senhoras e senhores que nos dão o privilégio da audiência nos canais da web. Ensejamos neste momento que as bênçãos do Mestre amado Jesus nos envolva. Diz os médicos que depois do almoço existe um fenômeno chamado pósprandial. Eu não quero interferir nele, mas nós aqui estamos no desafio, não é? eh mantermos atentos às reflexões que naturalmente serão feitas e lutar contra este fenômeno que essa lutar não é para a nossa própria subsistência. Dizem eles que as energias se concentram no plexo que é responsável pela nossa digestão. Era o dia 7 de março do ano de 1500. uma preparação para uma navegação que se daria dois dias após todo o trabalho que aquela época a Península Ibérica, diante do desafio das navegações, porque há pouco tempo, 8 anos antes, um homem entendendo de que a terra era redonda, porque até aquele momento a imagem, o conceito, o entendimento da Terra é de que era plana e navegar sobre os mares bravos ainda não transponíveis, era correr um risco muito grande de cair numa grande cachoeira, porque a Terra imaginava-se sustentada por grandes elefantes. diziam sustentada por grandes águias. Hoje parece-nos uma história para criança. E na realidade este fenômeno ou esta crença, ela perdurou muito tempo. E nós hoje que achamos algo engraçado, fomos aqueles que, provavelmente nas nossas existências tivemos a crença de que isto era uma verdade. Mas a partir daquele momento em que este homem imaginava que a terra redonda saindo de um ponto, eu a circulo e volto ao mesmo ponto. E assim ele lutou com muita perseverança para conseguir vencer este desafio. bateu numa porta, noutra, até que os reis interessados no desafio que ele na realidade estava proposto a realizar, deu-lhe todas as condições. E é assim que o novo mundo é descoberto pela civilização de então. A partir deste momento, todos os navegadores desejavam fazer uma viagem e chegar a estas terras então desconhecidas.
as as condições. E é assim que o novo mundo é descoberto pela civilização de então. A partir deste momento, todos os navegadores desejavam fazer uma viagem e chegar a estas terras então desconhecidas. E aquela era uma viagem que os portugueses estavam preparando no dia 7, no dia 8, para que no dia 9 de março cingrasse os mares, afastando-se da Península Ibérica, para fazer a sua viagem às Índias. E é neste percurso que Pedro Álvares Cabral, ele imagina que seria a oportunidade, um simples pensamento de conhecer estas terras até então não conhecidas. foi o suficiente para que o seu pensamento desse a oportunidade a Dom Henrique de Sagres, já desencarnado, para poder conectar-se com ele e utilizar-se dos recursos mediúnicos que ele possuía para incentivá-lo num projeto em que o auto já havia estabelecido alguns séculos atrás. E é desta forma que nós vamos verificar após aquelas calmarias e durante as calmarias, eh Pedro Álvares Cabral, tendo sonos, sonhos, percepções, graças à influência deste espírito que antes da encarnação, como Henrique de Sagres, era o espírito responsável pela direção do desenvolvimento sociológico da Terra e que Jesus havia determinado para que ele pudesse reencarnar e fazer com que os homens cingrasse os mares bvios até então não navegáveis. Por isto que ele, ao nascer no ano de 1394 realizou este intento, levando os homens à navegação por estes mares que ainda não tinham sido explorados. E é assim que nós vamos observar Pedro Álvares Cabral chegando ao sul da Bahia, na região de Cabralha, no momento em que depois de algumas expectativas os indicadores de que havia terra vista, porque começavam a observar algumas algas, alguns pássaros voando e de repente a silhueta de um monte que tem o nome de Pascoal no sul da Bahia. Ali então Pedro Álvares Cabral se instala e encontra aqueles seres, os silvículas naturais daquela região que não fazem nenhuma reação. Ao contrário, ao observá-los, dá-lhes tudo que possuía, oferece as suas casas, oferece o carinho, o
nstala e encontra aqueles seres, os silvículas naturais daquela região que não fazem nenhuma reação. Ao contrário, ao observá-los, dá-lhes tudo que possuía, oferece as suas casas, oferece o carinho, o respeito, mas nós ficamos imaginando, os silvículas tinham um indumentária quase de nudez. E aqueles portugueses, ao chegarem, vinham com uma indumentária completamente diferente. Botas, galões, chapéus, barbas. E sabemos que os nossos índios eram inberbes e mesmo diante daqueles, eu imaginava, eu imagino que nos dias de hoje talvez nós considerássemos extraterrestres, porque eram pessoas diferentes e além do mais traziam consigo um veículo de navegação que eles até então desconheciam, porque a forma deles adentrarem ao mar era através através de uma canoa muito singela feita do tronco de madeira, aonde eles cavavam e a partir dali fazia a estrutura de uma canoa que era chamada de piroga. E desta forma há uma recepção. Diz os historiadores que Diogo Dias chegou a dançar com aqueles silvículas que ali se encontravam numa relação de fraternidade entre duas civilizações até então desconhecidas e que naquele momento ali se entrelaçavam em laços de fraternidade. Ao mesmo tempo, na dimensão espiritual existia uma assembleia que estava jubilosa diante daquele momento que se efetivava, porque ele estava trazendo a realidade que no último quartel do século X, Jesus, quando sobre aquela área levantando seus braços, ao Pai, rogou para transplantar a árvore do seu evangelho para aquelas terras que tiveram denominações várias e que não foi por acaso terra de Veracruz, terra de Santa Cruz, transitando para o nome Brasil. E todas estas denominações não foram por acasos. mas também foram autorizadas pelo alto para que assim acontecesse. E é naquela assembleia jubilosa que nos conta Humberto de Campos, que Jesus surge com a bandeira Nívia à sua mão e diante da assembleia aponta para um dos seus componentes, distinguindo dos demais e dizendo: "Ismael, diz o meu coração que a partir de agora
e Campos, que Jesus surge com a bandeira Nívia à sua mão e diante da assembleia aponta para um dos seus componentes, distinguindo dos demais e dizendo: "Ismael, diz o meu coração que a partir de agora deverás cuidar deste patrimônio imortal que o Pai colocou nas minhas mãos. E eu solicito, naturalmente fala com as minhas palavras, porque a de Humberto de Campo é muito mais poética, muito mais sentimental. Inscreve nesta bandeira a tua fidelidade ao Pai, a tua fidelidade ao bem, a tua fidelidade a ele, Jesus. Ismael emocionado naquele instante imprime como se fora letras celestes naquela bandeira Nívia a lei do amor. A lei do amor que ele decodificou Deus, Cristo e caridade. representatividade desta lei, aonde o seu criador ali se encontra o exemplo inigualável da lei do amor, Jesus, o Cristo de Deus. E esta lei em sinergia, em ação, dando a oportunidade para que ela seja praticada a caridade. E a partir daquele momento, aonde ele é emocionado, é como se recebesse o título de governador espiritual destas terras escolhidas por Jesus, para que no futuro tivesse a dimensão continental, a forma estilizada de um coração, para que a partir daquele momento ele assim pudesse administrá-la. E é naquele instante que, na dimensão material, os portugueses já preparando-se para continuar a sua viagem às Índias, eles sempre levavam nas navegações os ditos degredados. eram pessoas julgadas, julgadas pela justiça dos homens e que como castigo eram levadas nestas navegações e abandonadas nos locais desconhecidos como castigo pelos crimes que haviam cometido. E Cabral trazia 20 degredados, deixou apenas dois nestas terras novas como castigo. E no momento que as naus portuguesas começam a diminuir o seu tamanho pela distância em que se encontravam, aquele português diante de uma civilização recém-apresentada, de uma língua que ele não dominava, mesmo com carinho que eles demonstravam na receptividade, ele pega uma canoa indígena adentra o mar, navega, navega até onde pode e no meio do oceano,
-apresentada, de uma língua que ele não dominava, mesmo com carinho que eles demonstravam na receptividade, ele pega uma canoa indígena adentra o mar, navega, navega até onde pode e no meio do oceano, ele se levanta e leva o seu pensamento a Deus, pedindo misericórdia, porque ele era inocente. O julgamento dos homens deram-lhe um crime que ele não cometeu e ele se encontrava longe dos seus patrícios. agora diante de terras que ele não conhecia. E o seu desejo, as suas rogativas era pedir a Deus a morte para que ele pudesse assim aliviar-se daquela dor que já vinha sofrendo algum tempo desde o momento do julgamento, quando disseram que ele cometeu um crime, que não o fez. A sua prece rogativa, ela é tão ungida que estas vibrações chegam a esferas mais altas. E o governador da do Brasil hoje, daquelas terras novas, ao perceber a rogativa, abandona as regiões mais altas. Ismael chega ali próximo de Cabralha, aonde aquele português aflito se encontrava nesta arrogativa com o desejo da morte. Envolve-o em vibrações de esperança, em vibrações de consolo, de confiança em Deus. E o português diante daquele refrigério, sem entender porquê, ele quando menos espera as espumas das ondas estava empurrando aquela canoa indígena. Primeiro ato de caridade praticado nas terras hoje brasileiras. é o governador espiritual que diante do convite de Jesus escreveu a lei de amor, decodificando-a na ação da caridade. E no primeiro chamamento, aquilo que ele disse, aquilo que ele expressou, ele veio realizar um pedido ungido numa prece que eleva os nossos corações e os nossos pensamentos a ondas vibratórias mais intensa do que o nosso normal. Na normalidade, nós somos emissores e receptores de ondas. As nossas ondas são ondas de frequências, vamos dizer assim, moduladas. São frequências que navegam com uma amplitude muito distante dos seus pontos mais baixos, dos seus pontos mais altos. Mas a misericórdia do Pai dar à criatura a oportunidade de vibrar em ondas mais intensas, em ondas curtas,
gam com uma amplitude muito distante dos seus pontos mais baixos, dos seus pontos mais altos. Mas a misericórdia do Pai dar à criatura a oportunidade de vibrar em ondas mais intensas, em ondas curtas, para que estas ondas possam chegar às regiões mais altas. E há dois momentos que mesmo na condição de vibrarmos em ondas mais longas, nós podemos ativar ondas curtas para que elas cheguem às regiões mais altas e as nossas rogativas através da oração possam ser atendidas. É no momento do perigo, aonde o perigo nos aciona um sentimento muito forte e um pensamento de socorro. As nossas ondas emissoras se transformam em ondas curtas e estas ondas chegam a regiões mais altas para que as nossas rogativas possam ser atendidas. O outro momento que o criador dara à criatura, por não ser ainda o seu estado normal, devido a sua própria evolução, saindo da simplicidade até a angelitude, quando esse estado vibratório se torna cada vez mais de ondas intensas e cutas, é o momento que nós ativamos o ponto, a linha que nos prende como criaturas ao criador. Todos nós, criaturas estamos presos ao Pai por este elo fluídico que podemos ativar conforme Jesus nos ensinou. No quarto íntimo, aonde nós colocamos o pensamento conjugado ao sentimento. E ao elevar ungido o nosso pensamento e o sentimento, as ondas se transformam também em ondas curtas, quando a prece é sincera e atinge da mesma forma que nos momentos de perigo as regiões mais altas. E quem sempre atende as nossas orações é Deus, nosso pai. Porque quando oramos diretamente a Deus, quem atende são aqueles espíritos que ele designou para que cumpram os seus desígnios perante as rogativas das criaturas. Quando nós oramos aos espíritos superiores, eles levam os nossos pensamentos ao Pai para que dentro da meritocracia, para que dentro da justiça divina, nós possamos ser atendidos naquilo que as nossas orações estão sendo levada ao alto. Mas quando nós oramos para qualquer espírito, aqueles que estão mais próximos de nós, que às vezes
justiça divina, nós possamos ser atendidos naquilo que as nossas orações estão sendo levada ao alto. Mas quando nós oramos para qualquer espírito, aqueles que estão mais próximos de nós, que às vezes não temos denominação e nem sabemos que existe espíritos superiores, espíritos mais elevados, mas oramos independente do credo. Estes ao receberem a nossa oração são intermediários que também conduzem em última instância ao Pai, que é quem sempre atende as nossas orações. Por isso que nenhuma oração, nenhum pedido, ele é vão. E nós vamos verificar que Jesus ele colocou a pedra fundamental do seu edifício e como condição sinequanol para o progresso na caridade, na fraternidade e no amor ao próximo. como condição para que o mundo seja transformado, para que nós possamos dar o impulso que a lei inexorável do progresso nos conduz neste processo evolutivo que vai nos levando a cada momento a períodos novos, a ciclos novos. Porque a humanidade quando amadurece, ela faz da renovação uma necessidade. E é por isto que nós já temos conhecimento desde o advento da doutrina espírita que chegaram os momentos marcados para as grandes transformações, mas também temos conhecimento de há 2000 anos. registrado em Mateus, no capítulo 24, o sermão profético, quando os discípulos saindo do templo, pergunta a Jesus e mostra-lhe naquele momento a admiração aquele templo. E Jesus responde que não ficaria pedra sobre pedra. Eles não entenderam. E a partir daquele momento eles ficam com a interrogação sem resposta. Mas quando estavam no monte das oliveiras diante de Jesus, o momento apropriado, eles fizeram uma pergunta: "Mestre, na realidade, três perguntas. Quando é que irá acontecer essas coisas? Quando será a tua volta? E quando será o fim do mundo? Jesus naquele momento, aonde diante dos seus discípulos, ele traz o sermão chamado profético, aonde a sua preciência avisa-os de que o seu nome seria colocado em vão, que haveria falsos profetas, que haveria conflitos, guerras, maremotos, terremotos, fotos
ele traz o sermão chamado profético, aonde a sua preciência avisa-os de que o seu nome seria colocado em vão, que haveria falsos profetas, que haveria conflitos, guerras, maremotos, terremotos, fotos e de que isto era apenas o início. E eles, diante destas informações perplexos, Jesus faz uma visão profética, mostrando de que ainda não era o fim do mundo tudo isto que ele havia dito, trazendo este futuro que seria o devi e que hoje a história da humanidade Ela nos proporciona o entendimento, porque as suas palavras têm sido confirmado ao longo do tempo por outros que também escreveram ao longo do tempo algumas coisas que poderia acontecer. Mas nós, espíritas, diante do advento da revelação, que é o evangelho de Jesus rede vivo, já temos o conhecimento de que os tempos marcados pela providência são chegados e os momentos das grandes transformações também, Mas é assim que nós vamos verificar há 2000 anos, quando o governador espiritual da terra, chegando até nós para trazer a boa nova na manjedoura, autorizou a humanidade conhecer, a reverberar na atmosfera da Terra. Uma frase que a humanidade irá repetir por todo e sempre, aonde seria dito a plataforma da Terra e a condição para que se conseguisse implementar aquela plataforma. E todos nós repetimos esta frase próximo à data de convenção do nascimento de Jesus no Natal. Glória a Deus nas alturas. Paz na terra. Boa vontade entre os homens. A terra é de paz. Já foi anunciada há 2000 anos. A condição para que a paz seja colocada em prática é a boa vontade entre os homens. Mas quando nós analisamos detidamente esta frase que não foi colocada apenas para anunciar a chegada do Messias, mas para dar-nos condições de podermos entender qual a destinação da Terra e a condição para que ela pudesse atingir esta destinação. Boa vontade é sinônimo de benevolência. E benevolência, conforme temos aprendido pela revelação dos espíritos, quando Kardec questiona os imortais a respeito do verdadeiro sentido da caridade que Jesus nos deixou,
sinônimo de benevolência. E benevolência, conforme temos aprendido pela revelação dos espíritos, quando Kardec questiona os imortais a respeito do verdadeiro sentido da caridade que Jesus nos deixou, eles nos respondem numa sequência, dizendo que caridade é benevolência. é indulgência e é perdão. E explicita dizendo que a benevolência tem que ser indistinta para com todos, de que a indulgência deve ser com as imperfeições dos outros e que o perdão deve ser das ofensas. Quando nós analisamos, nós perguntamos: "Por que ele não falou que seria perdão? indulgência e depois boa vontade ou indulgência, perdão, boa vontade, qualquer sequência. Mas a sequência foi esta para o nosso entendimento, o entendimento teórico. Mas quando lembramos da frase, quando na manjedoura verificamos que a terra é de paz, mas ela precisa de boa vontade, por não falou também indulgência, não falou também perdão. É porque na prática a caridade ela não pode ser praticada numa outra sequência. Ela não pode ser praticada a indulgência primeiro ou perdão primeiro. Porque ninguém é indulgente se não tiver boa vontade. Eu não posso ser indulgente com a imperfeição do outro se eu não tiver boa vontade para com o outro. Eu não posso perdoar o outro se também não tiver boa vontade para com o outro. Então, se desejamos ser caridosos, devemos inicialmente praticar a benevolência, colocar-nos à disposição da boa vontade para que ela abra a porta da benevolência, abra a porta do perdão. Mas alguém pode dizer: "Eu tenho boa vontade, mas perdoar é muito difícil". Porque é muito doloroso o que me foi feito. É algo que me toca profundamente. E a veneranda Joana vem nos esclarecer, decodificando o perdão dentro da faixa de compreensão que cada um de nós possamos ter. Se não és capaz de perdoar, tendes misericórdia. É um passo. Ainda não é o perdão propriamente dito, mas é uma fase do perdão. Ah, mas ter misericórdia ainda é difícil. Então, desculpe. Degradando o perdão. Desculpar. Ah, então eu desculpo. Já é
ia. É um passo. Ainda não é o perdão propriamente dito, mas é uma fase do perdão. Ah, mas ter misericórdia ainda é difícil. Então, desculpe. Degradando o perdão. Desculpar. Ah, então eu desculpo. Já é um bom sinal. Mas para desculpar tem que ter boa vontade. Se não tiver não no desculpa, fé rebelde, continua do jeito que está. Então a benevolência é o exercício primeiro para quem deseja ser caridoso, para quem deseja praticar a caridade, porque o demais virá como consequência. Porque no dia que nós formos benevolentes para com todo indistintamente, não haverá necessidade do perdão, porque a benevolência já abrigou aquilo que alguém nos fez e que nós observamos que o mal que nos fazem não nos faz mal, mas o mal que eu faço ao outro. Este sim, este me faz mal. Então, o mal que me foi feito é problema do outro, mas já está em mim uma compreensão da justiça divina, da lei divina, de que tudo o pai tem conhecimento. Não que é algós na existência e é vítima daquele daquela ação do algós na própria existência. Porque normalmente os nossos atos são tão cruéis que nós não temos condições de ter os ombros fortes para que naquela mesma existência nós possamos nos reperar perante a lei divina. E é assim que nós vamos observando que Jesus já nos anunciou há 2000 anos. a destinação da Terra e a forma como nós possamos construir esta destinação, que é a destinação da paz. Fraternidade, caridade, solidariedade, não se faz por decretos em lei. A caridade, a fraternidade, a solidariedade, ela deve estar incita nos nossos corações. E quando não estão, há espaço aberto para a moradia do egoísmo, que é a chaga da humanidade. É dele que se originam todos os vícios. E é por isto que cabe ao espiritismo o evangelho rede vivo, o papel de transferir a caridade, a solidariedade, esse sentimento de fraternidade para a nossa intimidade, fazendo-nos compreender, pela razão, pelo raciocínio lógico, a necessidade das renovações, de aplicarmos em nós a lei de destruição, conforme os espíritos revelam que não é
de para a nossa intimidade, fazendo-nos compreender, pela razão, pelo raciocínio lógico, a necessidade das renovações, de aplicarmos em nós a lei de destruição, conforme os espíritos revelam que não é a extinção, como imaginamos das coisas que destrói, tudo acaba, não é bem assim. A lei de destruição é uma lei divina, é uma lei natural. E como lei divina e natural, nada se perde, tudo se transforma, tudo se renova, tudo se regenera. E em nós ainda há necessidade das renovações, das regenerações, de hábitos equivocados. Por isto que a doutrina espírita vence esta ponte para podermos entender a necessidade da renovação, para que possamos desta forma colocar dentro de nós a caridade, a fraternidade, a solidariedade, porque desta maneira nós iremos crescendo e ao mesmo tempo vamos praticando A caridade a proporção que nos dispomos com boa vontade aceitarmos os desígnios do Pai. Porque a boa vontade para que nós possamos praticá-la, é necessário que a nossa razão aceite pelocínio lógico, por uma fé que vai nos conduzindo à compreensão. Quando isto acontece, a razão aceita. E quando a razão aceita, a obediência. Uma virtude que nos traz como consequência a humildade. Porque quem é obediente é humilde. Jesus é um exemplo maior de humildade, porque ele foi o maior exemplo de obediência ao Pai, as suas leis, porque o compromisso dele com o Pai foi relembrar-nos a lei divina, lei de amor, a lei íncita nas nossas consciências que estávamos afastados dela, esquecidos e até abandonamos. Ele veio relembrar-nos, mas através do testemunho, para que jamais esquecêssemos as leis, que não é de Jesus, mas é do Pai, mas que a sua presença entre nós marcou de forma indelével, inigualável, de tal maneira que a humanidade, mesmo não reconhecendo como Messias, colocou-o numa posição que é antes dele e depois dele. ele e ele divide a história. Que homem é esse que conseguiu em 3 anos apenas dividir a história? Nada escreveu, a não ser na consciência dos homens. escolheu quatro repórteres,
tes dele e depois dele. ele e ele divide a história. Que homem é esse que conseguiu em 3 anos apenas dividir a história? Nada escreveu, a não ser na consciência dos homens. escolheu quatro repórteres, dois que conviveram com ele, outros dois que ouviram falar dele e registraram nos Evangelhos os pontos marcantes da sua vida. Porque um deles, João, vem dizer-nos se fosse registrar todas as ações do Mestre Nazareno, não havia compêndio, livro, biblioteca capaz de assimilar todos os ensinos que Jesus nos trouxe. E o evangelho exara aquilo que é necessário na boa nova para que nós possamos compreender. E ele sabiamente, compreendendo que ainda espíritos infantis, intelecto, moralmente, disse-nos o que era necessário, contou-nos as histórias, as alegorias, para que nós pudéssemos retirar da letra o espírito e ao mesmo tempo, sem nos abandonar, fez com que a ciência desenvolvesse para que quase 2000 anos após as suas palavras pudessem ser entendidas secundado pelo desenvolvimento da ciência que veio progredindo gradativamente para fazer-nos entender nos dias de hoje de forma fácil os ditos milagres, as curas, as parábolas, a sua própria existência de uma forma fácil, trazendo-nos à tona esclarecimento dos imortais, falando-nos da imortalidade que Jesus matou a morte. Porque o última coisa que faltava ele provar, já que ele falou tanto do reino dos céus, falou da imortalidade, era demonstrar que a morte não existe. Mas as escrituras, preparada por ele mesmo como governador da terra, já anunciava que o Messias apareceria no terceiro dia. E assim foi feito. Quando diante daquela mulher que deu o maior testemunho que diante dos assédios dos espíritos equivocados, do vício, da saciedade, da sensualidade, ao ouvir a mensagem de amor de Jesus tocada, ela fez a grande transformação. Talvez seja aquele espírito que na existência saiu das condições mais degradantes para retornar ao reino dos céus, amparada por Jesus, que a recebeu segundo as informações de Hberto de Campos, naquele momento em que ela se desprende
na existência saiu das condições mais degradantes para retornar ao reino dos céus, amparada por Jesus, que a recebeu segundo as informações de Hberto de Campos, naquele momento em que ela se desprende do corpo e se vê no lago de Genesaré, nas lembranças daqueles dias com o rabi, aonde as suas pegadas na praia se fazia, quando ela ouve a voz suave, Maria. E ela responde: "Rabi e a partir daí ele diz: "Passastes pela porta estreita". que foi a recomendação que ele deu a ela enquanto na existência revestido da indumentária mais densa material. E ela seguiu a risca as orientações de Jesus, praticando a caridade. Porque quando desejava seguir os discípulos, eles a rejeitaram, dizendo que seria inconveniente pela sua reputação estar com eles naquele caminho que iriam a partir daí. transformar a humanidade com os exemplos e o testemunhos que puderam dar e que os evangelhos registr em Atos dos Apóstolos as suas ações. E ela então, sentindo-se sozinha, isolada. Um dia encontra peregrinos, pessoas que vinham tirilando, como aviso, sinos pelas ruas, era anunciando que eram párias, pessoas que os doutores da lei designavam para viver fora da sociedade porque estavam com a ranceníase. a lepra. E quando ela conversa com eles, eles procuram por Jesus. Ela então diz a ele, a eles o que houve, o que acontecera. E eles, tristonhos, cabes baixos, se tornaram alegres quando ela começa então a dizer-lhes tudo aquilo que ela presenciava com Jesus. E a partir de então acompanhou-os e todos os dias reunia todos para falar do rabié o dia que ela dizia: "Vocês, os doentes, que Jesus trazia o consolo Depois de algum tempo, ela dizia: "Nós os ancenisos, os leprosos, porque também o seu corpo já começava a ter manchas roseadas até o dia que ela resolve ao encontro de Maria e de João em Éfesos e peregrina andando pelos desertos. Até quando, chegando próximo à casa de Maria, as forças já esgotadas, é quando ela se desprende do corpo e de repente ela se vê no lago de Genesaré. a caridade. Se ela não tivesse boa vontade,
sertos. Até quando, chegando próximo à casa de Maria, as forças já esgotadas, é quando ela se desprende do corpo e de repente ela se vê no lago de Genesaré. a caridade. Se ela não tivesse boa vontade, benevolência, certamente ela não venceria os desafios que encontrou na existência, o desprendimento, a certeza da vida futura, as recomendações de Jesus, de quem precisa de remédio ao doente. E é assim que nós vamos encontrando nos dias de hoje na literatura espírita, o convite para a prática da caridade, para que nós possamos a cada dia olhar o outro como irmão e humanidade para podermos neste olhar começar a exercitar pelo desprendimento a boa vontade, porque a humanidade só atingirá a regeneração por aqueles que irão construí-la, tendo em si a benevolência, a boa vontade. Se assim não for, certamente não seremos aqueles que herdaremos a terra. Porque Jesus nas bem-aventuranças explica e vem dizer-nos que só herdará a terra os mansos de coração. E a nossa evolução, o nosso progresso, ele se dá pela inteligência. E a nossa inteligência teve tanta desenvoltura ao longo deste período que nós atingimos o estado da arte, atingimos confortos, atingimos faixas jamais imaginadas por nós, graça ao desenvolvimento do intelecto, mas a evolução moral da humanidade. Ela não se dá apenas pelo desenvolvimento da intelectualidade, é pela depuração dos espíritos que compõem a humanidade da Terra. E a depuração se faz pelo desenvolvimento do intelecto moral, o intelecto sou, mas o senso moral, o abrandamento dos costumes, ainda está no nível defasado. E é o momento do despertado senso moral para que nós possamos através da caridade fazer com que ele possa erguerse, porque a bandeira Deus Cristo e Caridade. O Dr. Bezerra de Menezes no ano de 1984, quando a Federação Espírita Brasileira completou 100 anos. No dia 2 de janeiro daquele ano, Divaldo Franco, na sede da Federação Espírita Brasileira em Brasília, pela psicofonia, o Dr. bezerra vem nos dizer Deus, Cristo e caridade. É a revelação mosaica,
nos. No dia 2 de janeiro daquele ano, Divaldo Franco, na sede da Federação Espírita Brasileira em Brasília, pela psicofonia, o Dr. bezerra vem nos dizer Deus, Cristo e caridade. É a revelação mosaica, é a revelação cristã, é a revelação espírita unidas num laço único para fazer com que a humanidade progrida e alcance os páramos da felicidade somente através da lei do amor. em sinergia que é a caridade, é que nós conseguiremos ser felizes. Por isto que o Espiritismo vem nos dizer que fora da caridade não há salvação. Isto quer dizer que fora desta ação da lei do amor, nós não progrediremos, nós não alcançaremos a nossa destinação, que é cada vez mais submetidos a esta lei do progresso, darmos passos mais avançados e muitas das vezes, na maioria, quase sempre, o avanço Ele é sempre do lado intelectual. Vem o conhecimento para que nós depois possamos depreender e evoluir o lado material. Porque ninguém faz nada sem antes conhecer. O conhecimento ele precede a ação. É necessário conhecer primeiro para depois do conhecimento que a responsabilidade que ele traz, conduzir o detentor do conhecimento para a prática, a fim de que ele possua conhecimento. Porque deter e ter há uma diferença. Quem detém não possui, mas quem tem é possuidor. E nós, como criaturas do Pai somos mordomos. Uso frutuários, uso frutuários da bondade, da misericórdia do Pai, que nos coloca todas as suas propriedades para que nós possamos usufruí-la nesse crescimento intelecto, moral. E é assim que nós só temos três propriedades. Aonde estivermos, elas estarão conosco. E o Pai coloca as suas propriedades para a criatura que já tem consciência de ser e de si, já tem razão em qualquer lugar dos espaços, nos mundos infinitos, possa desenvolver-se por esta lei inexorável do progresso. O atributo da inteligência é do espírito. Esta é uma propriedade nossa que o Pai nos colocou como atributo para que possamos desenvolvê-la. Da mesma forma, o conhecimento que vamos agregando ao longo das existências e a inteligência e o conhecimento,
ma propriedade nossa que o Pai nos colocou como atributo para que possamos desenvolvê-la. Da mesma forma, o conhecimento que vamos agregando ao longo das existências e a inteligência e o conhecimento, dando-nos responsabilidades para que nós possamos ser mais virtuosos, possamos amealhar em cada existência os valores morais que vai nos dando condições melhores a ponto de Jesus dizer: "Brilha a tua luz. Ative os diamantes que existem em ti, que são os valores morais. Estas são as nossas propriedades. Quando mergulhamos no processo do ir e vir, a reencarnação, trazemos conosco este legado: inteligência, conhecimento e os valores morais. A indumentar é um empréstimo, o primeiro que o criador dá para que nós possamos viver um período na contagem relativa dos habitates do Pai na nossa segundos centena de anos, que já é possível. Qualquer época que possamos contar faz parte deste processo de aprendizado. como mordomos que somos, porque apenas detemos as propriedades do Pai, utilizamos durante a existência e no retorno devolvemos o primeiro empéstimo para que a lei de destruição se faça presente e não levamos nada para outra vida que não seja as nossas propriedades. O demais permanece para aqueles que irão dar continuidade a estas riquezas que fazem parte da propriedade do Pai. Por isso que todos nós somos mordomos e devemos estar atentos para podermos utilizar esta mordomia com caridade, com amor, para aprendermos neste processo, aprendermos de que nós estamos diante da bondade do Pai, que nos oferece tudo isto para o nosso crescimento, intelecto, moral. Por isso, devemos ter cuidado com as coisas que não nos pertencem. Porque se dissermos há uma pergunta que nos fazem: "Asas a Deus?" Certamente todos nós iremos dizer: "Amamos". E como amas a Deus? conforme a lei, a lei áurea de todo coração, de toda a minha alma, de toda a minha vontade, tem certeza? A gente já começa a ver que precisa uma reflexão. Aí nós dizemos: "Temos, tem certeza?" Aí já vamos dizer: "Temos, tem certeza?" a gente já não responde
nha alma, de toda a minha vontade, tem certeza? A gente já começa a ver que precisa uma reflexão. Aí nós dizemos: "Temos, tem certeza?" Aí já vamos dizer: "Temos, tem certeza?" a gente já não responde mais, porque a lei áurea é amar a Deus sobre todas as coisas, sim, de todo coração. Mas Deus, uma abstração. Hoje, depois da convenção dos homens de entender Deus como um conceito antropomórfico, a imagem do homem que é da criatura, porque o ensinamento é que a criatura é imagem de Deus. Somente Jesus veio nos trazer nos dias de hoje, no seu evangelho rede vivo, o conceito de Deus sem imagem, causa primária, inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. Precisa imagem, não precisa. Tudo que existe, ele é causa primária. Ele é inteligência suprema. Meu Deus! Transmutamos o conceito doomorfismo para esta informação indefinida. E a criatura que é espírito? E os imortais respondem: "Pincípio inteligente do universo, meu Deus, agora eu vejo criatura, a semelhança do criador, sem imagem, sem antropomismo, mas num conceito mesmo definido." Mas eu posso compreender que a inteligência suprema tem uma criatura que é o princípio inteligente do universo. E é assim que nesta condição nós vamos nos aperfeiçoando diante da lei maior, que é a lei que é amar a Deus. Mas como nós dizemos que amamos a Deus neste sentido abstrato, Jesus veio dizer: "Trago-vos um segundo ensinamento para não violentar a nossa consciência, mas para dizer-nos de que nós precisamos compreender Deus um pouco mais próximo de nós. Ama o teu próximo como a ti mesmo." E aí nós vamos dizer: "Ah, eu amo o meu próximo." Mas imaginamos o próximo semelhante. O ensinamento é o próximo. Estamos diante do próximo. Mineral, vegetal, animal, ominal, reinos que transitam. O ensino de Jesus, ele é um ensino cósmico, universal. E aí se perguntarem agora, amas a Deus? Aí eu vou lembrar daquele irmãozinho animal que eu não tenho muita afinidade com ele, que eu tenho medo, teologiza, que eu não gosto de ver. E aí eu já vou pensar e dizer
rguntarem agora, amas a Deus? Aí eu vou lembrar daquele irmãozinho animal que eu não tenho muita afinidade com ele, que eu tenho medo, teologiza, que eu não gosto de ver. E aí eu já vou pensar e dizer mais ou menos. Eu estou aprendendo a amar a Deus. Porque quem eu conheço que a história conta que ama Deus, exceto Jesus, é aquele que chamava todas as criaturas de irmão. Irmão Sol, irmã Lua, irmão Lobo, tudo era irmão para Francisco de Assis. Este respondia que amava a Deus a três, a quatro, a quantas perguntas fizesse, mas ele demonstrava, porque quando orava a natureza se apaziguava, os pássos cantarolavam, mais suave, pousavam, os ventos ficavam suaves, as águas ficavam mais brandas, os peixes chegavam à superfície. E se ele estivesse naquela igrejinha que ele construiu, quem estava de fora, verificava uma luminosidade intensa no interior. Este ama Deus. Nós estamos amando a Deus neste caminho para um dia chamarmos todos de irmãos. Quando a caridade estiver sendo praticada, é porque a lei de justiça, de amor e de caridade, de onde todas as leis, estarão sendo praticadas e vividas pela humanidade. E aí estaremos neste mundo regenerado, neste mundo novo, que o tema desta conferência vem nos trazer a reflexão para que nós possamos protagonizando estes dias, construindo este futuro, podermos praticar a caridade como sendo a senda para este desiderado. Que Jesus nos fortaleça, que ele nos ampare para que nós possamos seguir o caminho que ele indicou, com a certeza de que ele estar à nossa frente, mas que tenhamos o cuidado, porque durante este caminho muitas coisas vão aparecer do lado, chamando-nos atenção para que nós deixemos o caminho dele e olhemos para o lado. os pirilampos que neste caminho aparecem para desviar-nos da prática da caridade, que é o único móvel que nos conduz para sermos ditosos como trabalhadores na vinha do Senhor. Que Jesus nos fortaleça os passos, que nós possamos ser os seus discípulos para que um dia ele possa dizer para nós: "Agora te chamarei de amigo,
sermos ditosos como trabalhadores na vinha do Senhor. Que Jesus nos fortaleça os passos, que nós possamos ser os seus discípulos para que um dia ele possa dizer para nós: "Agora te chamarei de amigo, porque tudo que conhecestes que do alto o Pai me autorizou chegar até ti, já conheces e já praticas. Então te chamo de amigo. Foi assim que ele fez na última ceia aos seus apóstolos. Que nós então possamos um dia realizar evangelhos defeitos e quem sabe falar como Paulo. Somos páginas vivas do evangelho de Jesus. que ele nos guie, que nós possamos segui-lo, construindo esta página inicialmente com uma letra, com alguma palavra, com um período, quem sabe um dia, um capítulo. que Jesus fortaleça os nossos passos e que possamos, imerso nessa psicosfera da conferência, mantermo-nos ligado a ele, porque ele está conosco sempre. Nós é que nos afastamos dele pelas nossas imperfeições, seja um pensamento equivocado, uma atitude errada, fora da lei divina, mas esse exercício constante de correção aqui, correção ali, vai nos dando o direito até de errarmos porque somos perfectíveis, mas ao mesmo tempo o erro trazendo-nos ensinos para que a recorrência ela não aconteça aprendendo com os equívocos e não repetindo mais os erros para que nós possamos prosseguir na construção deste mundo novo. Que Jesus nos abençoe e nos ampare hoje e sempre. Muito obrigado.
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