Alessandro Vieira de Paula - O Espiritismo, a casa espírita e o espírita
O Espiritismo, a casa espírita e o espírita. Transmissão ao vivo da 25ª Conferência Estadual Espírita, realizada pela Federação Espírita do Paraná, entre os dias 10 e 12 de março de 2023, em Curitiba. O tema central do evento é: Rumo ao Novo Mundo. Os palestrantes convidados são: Divaldo Franco, Alberto Almeida, Sandra Borba Pereira, Alessandro Vieira de Paula e Jorge Godinho Barreto Nery. Estamos no Facebook @mansaodocaminho Estamos no Instagram @mansaodocaminho
Bom dia a todos. É uma alegria podermos finalizar esta manhã nesta 25ª conferência. Me sinto muito honrado de poder participar de mais um evento desta federativa. Para mim é uma data marcante, porque estou completando aqui 10 anos de participação na conferência estadual, principalmente no interior. Pude conhecer ao longo desses anos trabalhadores espíritas notáveis aqui no interior do Paraná. podemos construir belíssimas amizades e isso para mim é algo que não conseguimos traduzir em palavras. Hoje estamos aqui usando a tecnologia. Eu sempre gostei muito de livros, então eu sempre vinha para a palestra com dois, três, quatro revistas espíritas, porque às vezes são muitos meses e anos para citar e é claro que a memória às vezes não permite guardar tudo. Afinal de contas são 150 textos que nós encontramos nessa valiosa obra de Kardec, a revista espírita. Então, a tecnologia de hoje nos permite essa facilidade. Avançamos muito em tecnologia, temos essas ferramentas à nossa disposição. Hoje, chegando aí pela internet, há muitas pessoas, há muitos corações. Deixamos aqui também o nosso abraço, mas sabemos que a humanidade agora necessita focar principalmente a educação dos sentimentos, a parte moral. E esse tema da conferência Rumo ao Novo Mundo é um tema excepcional. Quando recebi a notícia, fiquei muito feliz porque é um tema que ele vai além da transição planetária. Ele nos permite cuidar de temáticas que permeiam a transição planetária, a progressão do planeta Terra, mas nos permite também ir muito além. Quando nós falamos desse rumor para o novo mundo, o mundo regenerado, naturalmente que ali está implícita a nossa iluminação espiritual. Infelizmente, muitos acham ainda utopia, iluminar-se espiritualmente, a vivência da moral cristã, equilibrar-se a prática do bem, conforme Jesus nos anunciou, exemplificou. Mas para nós espíritas é algo muito claro, é algo muito perceptível que Jesus teria nos apresentado como brilhai a vossa luz. Desenvolver esses valores divinos que
me Jesus nos anunciou, exemplificou. Mas para nós espíritas é algo muito claro, é algo muito perceptível que Jesus teria nos apresentado como brilhai a vossa luz. Desenvolver esses valores divinos que nós trazemos em estado de latência. Na obra O Consolador, pela mediunidade do nosso querido Chico Xavier, foram 411 perguntas dirigidas ao nobre espírito Emanuel. E uma delas, a questão 219, é indagada essa questão: onde nós podemos encontrar o roteiro mais seguro para a nossa iluminação espiritual? Será apenas na crença? ou somente através das mensagens espirituais dos nossos entes queridos. E Emmanuel vai dizer que não, que não há roteiro mais seguro do que o evangelho de Jesus. E aí ele vai definir a obra principal, o objetivo maior da doutrina espírita, que é justamente resgatar, restaurar, diz ele, nós anotamos aqui, a verdade evangélica. A missão maior do espiritismo é a edificação da consciência no evangelho do Cristo. Ali nós vamos encontrar tudo que nós necessitamos para a nossa iluminação, para a nossa autoevangelização, a fim de que possamos caminhar com mais serenidade, sintonizados com alto, nesse rumo ao novo mundo. Daí Jesus ter feito a promessa de que enviaria o consolador prometido. E ontem nós vimos o Divaldo com muita energia, com muito entusiasmo, com muita alegria falando: "O espiritismo é a volta do Cristo pela segunda vez". Então Jesus sabia que as suas palavras seriam distorcidas. Então ele roga ao Pai para que viesse o Espiritismo relembrar o que ele disse, trazer coisas novas e ficar conosco até o final dos tempos. E é interessante que quando Emanuel nos apresenta o evangelho como a base segura, Jesus prometendo o consolador prometido, nós poderíamos perguntar: "Mas qual é a utilidade do Espiritismo?" Kardec, na questão 627 de O livro dos Espíritos vai indagar aos benfeitores, já que no Evangelho nós encontramos todas as verdades, todas as lições que nós necessitamos para o progresso, para o aprendizado, qual a utilidade do Espiritismo? E em
tos vai indagar aos benfeitores, já que no Evangelho nós encontramos todas as verdades, todas as lições que nós necessitamos para o progresso, para o aprendizado, qual a utilidade do Espiritismo? E em síntese, os nobres benfeitores disseram: "Jesus não poôde dizer tudo, utilizou-se de parábolas e alegorias, mas chegou o momento em que as verdades têm que ser mais claras, objetivas, a fim de que ninguém possa pretestar ignorância". Então, a doutrina espírita tem este papel desde a sua chegada à Terra em 1857 e nesse rumar, nesse caminhar para o novo mundo. Não temos dúvida, o Espiritismo é a revelação divina. Quando nós vamos na obra Gênese, primeiro capítulo, caracteres da revelação espírita, Ali Kardec vai abordar este ponto, que a doutrina espírita é revelação divina através dos benfeitores espirituais para a humanidade sedenta de aprendizado, sedenta da água viva que Jesus havia oferecido à mulher samaritana no poço de Jacó. E já buscando a revista espírita de maio de 1861, ali nós vamos encontrar uma extraordinária comunicação espiritual. O espírito chama-se Wilhelm e o título da mensagem é bem sugestivo, a inundação. As comunicações espirituais da revista espírita são verdadeiras pérolas. 1/4 da revista espírita é comunicação espiritual. 25% da obra. E uma dessas comunicações desse espírito, ele vai nos dizer mais ou menos o espiritismo é revelação divina. Não adianta conter o seu curso. O Espiritismo veio à Terra, eu achei bonita a expressão que ele usa. Deus o enviou para fertilizar o terreno moral da humanidade. Bem-aventurados os que souberem aproveitá-lo. Fertilizar o terreno moral da humanidade. Trazemos ainda a nossa alma muito ressecada. pela ignorância, pelo egoísmo, pelo orgulho. E naturalmente vem o Espiritismo nesta inundação de origem divina, trazendo para nós essas luzes, essas lições abençoadas que, inclusive nos permitem entender este movimento regenerador. Ontem, novamente citando o nosso querido Divaldo, ele falou: "O espiritismo inaugurou a era do espírito imortal". E
s lições abençoadas que, inclusive nos permitem entender este movimento regenerador. Ontem, novamente citando o nosso querido Divaldo, ele falou: "O espiritismo inaugurou a era do espírito imortal". E nós vamos encontrar na revista espírita muitas referências de Kardec, dos benfeitores espirituais também. Isto está nas obras fundamentais da codificação, as cinco obras. O espiritismo veio inaugurar o movimento regenerador da humanidade, porque os tempos são chegados. Veio inaugurar. E nós sabemos que esta percepção dos tempos são chegados, isto vem sendo anunciado desde há muito tempo, desde priscaseras, mentalidades mais elevadas. captavam do alto esta percepção destes tempos chegados, destes ciclos evolutivos, destas eras pelo qual o planeta iria passar. Mas conforme a mentalidade humana, conforme a maturidade de cada um, essas inspirações que vinham do alto eram interpretadas de acordo com os valores, as concepções de cada um. Daí alguns acreditarem que haveria o fim do mundo. Muitas previsões de fim do mundo. Alguns mais lúcidos sabiam que não era o fim do mundo material, mas era uma reformulação do mundo moral. Estes ciclos evolutivos assim se aplicam. A terra já foi um mundo primitivo. Com a vinda de Jesus tornou-se um mundo de provas e expiações e agora estamos rumando para este mundo regenerado. Então não é algo desconhecido da humanidade. Muitas mentes já foram concebendo estes tempos chegados. E eu me utilizo aqui agora de um texto maravilhoso da revista espírita de abril de 1867 chamado Do Espírito Profético. Kardec vai citar uma obra de 1821, portanto anterior ao espiritismo, de um conde jesuíta, José de Mestre. E é interessante que Kardec na revista ele fazia questão e o faz várias vezes citar obras anteriores ao espiritismo, obras que cuidavam da imortalidade, obras que cuidavam da reencarnação, obras que falavam do intercâmbio espiritual. Porque naquele momento inicial da doutrina espírita, de onde se partiam ataques de todos os lados, Kardec queria
idade, obras que cuidavam da reencarnação, obras que falavam do intercâmbio espiritual. Porque naquele momento inicial da doutrina espírita, de onde se partiam ataques de todos os lados, Kardec queria também demonstrar que o pensamento espírita reflete as leis divinas, que o espiritismo não criou, que isso já existia em muitas culturas, em muitas seitas, em muitas religiões, de forma que ele trazia, portanto, obras anteriores ao espiritismo para já demonstrar que ali estava, entre aspas, o pensamento espírita, as leis divinas. E ele cita esta obra deste conde, repito, de 1821, onde este Conde já vinha falando desta possibilidade do espírito profético, ou seja, de que era possível antever o futuro em alguns pontos importantes da humanidade. Kardec cuida dessa questão profética na obra Gênesis e na terceira parte. Não vamos entrar aqui eh em detalhes por questão do tempo. Ele usa aquele símbolo da montanha. Quanto mais alto, mais elevado o espírito, mais alto ele está na montanha. E ele enxerga o vale lá embaixo com mais amplitude e concebe, portanto, ter um olhar para o futuro e muitas vezes a permissão da divindade para que determinados aspectos sejam revelados para a criatura humana. E este conde, ele vai trazer e vai citar como exemplo alguns momentos em que esse espírito profético se fez presente na terra. Ele vai citar, por exemplo, a vinda de Jesus. A vinda do Cristo, ela foi marcada por esse espírito profético. Se nós formos no Antigo Testamento, muitos textos já falavam do futuro, da vinda do Messias. O conde jesuíta vai falar da própria Revolução Francesa, onde há textos históricos que já prenunciavam lá adiante a ocorrência da Revolução Francesa. E aí este Conde vai desenvolvendo este raciocínio na obra e ele vai falar que muitas outras coisas estavam já em latência na mentalidade humana, que alguns traduziam por palavras, por textos. E ele cita, eu achei interessante a própria vinda de uma terceira revelação, repito, 1821. E ele usa uma expressão tão bonita. Ele
na mentalidade humana, que alguns traduziam por palavras, por textos. E ele cita, eu achei interessante a própria vinda de uma terceira revelação, repito, 1821. E ele usa uma expressão tão bonita. Ele disse, "Virá todos e ou muitos presentem a vinda, e ele eu marquei aqui porque é um tema muito bonito, a vinda dessa terceira explosão da onipotente bondade em favor do gênero humano." Eu achei tão chique. Ele não sabia que estava falando do espiritismo. Agora, a partir de agora, não vou usar mais terceira revelação, falar terceira explosão da onipotente bondade em favor do gênero humano, né? já falava, já estava, sabia que algo viria para iluminar os passos da criatura humana. E ele também cita que havia um pensamento de que a nação francesa receberia essa terceira revelação. E ele também vai citar que muitos escreviam aqui e a colá de que os tempos estavam chegados. Estávamos desta eminência, destes tempos chegados, desta evolução que deveria haver. E o Conde fala porque é uma ordem divina para nós espíritas, uma lei do progresso inevitável, né, que é o progresso dos mundos. Os mundos progridem fisicamente e também progridem moralmente, conforme os seus habitantes também vão se moralizando. Então ele fala desses tempos que são chegados e ele vai citar Kardecinha ao encontro de muito daquilo que o Espiritismo já estava apresentando eh naquele momento. E é interessante que o Conde cita também que nestes tempos que viriam, haveria uma unidade entre a religião e a ciência. E é algo que nós vamos notar gradativamente. Lembro-me que certa feita foi perguntado ao Divaldo qual seria a missão do Espiritismo no século XX. E ele fala que uma das missões é promover esta aliança entre a ciência e a religião. E temos visto, em síntese, o espiritismo porque toca a razão, toca o coração, instigando muitos cientistas a fazerem pesquisas, às vezes individualmente, às vezes em pequenos grupos, mas vemos trabalhos extraordinários de alguns cientistas pesquisando imortalidade, pesquisando
instigando muitos cientistas a fazerem pesquisas, às vezes individualmente, às vezes em pequenos grupos, mas vemos trabalhos extraordinários de alguns cientistas pesquisando imortalidade, pesquisando reencarnação, pesquisando o intercâmbio espiritual. Então vemos ainda que há passos lentos, mas passos sendo dados, que haverá certamente no futuro esta aliança entre a ciência e a religião. Então nós sabemos que estes tempos estão chegados e nós podemos perguntar, já estamos aqui em pleno século XX, no ápice da transição planetária, conforme nos fala Filomeno de Miranda, Joana de Angeles. E a gente poderia perguntar como é que vai ficando, como é que o Espiritismo vai estar nesse rumor para o novo mundo. E Kardec traz, permita-me novamente citar a revista espírita, porque para mim é uma alegria poder compartilhar estes textos valiosos da revista espírita na revista de outubro de 1865. O artigo é partida de um adversário para o mundo espiritual. Era um padre. Kardec não o identifica, coloca apenas padre de este padre, enquanto estava encarnado, ele foi um adversário do espiritismo, mas foi um adversário diferente. Muitos atacavam agressivamente a doutrina espírita, atacavam agressivamente o codificador, que soube sempre se manter pulcro, amoroso, nunca revidou agressão por agressão. Ele quando precisava fazer a defesa da doutrina espírita, porque adulterada, escrevia belíssimos textos na revista pautados pelo respeito, pela amorosidade. Portanto, neste campo, Kardec tem sido um grande modelo para nós espíritas, como é que nós devemos nos comportar diante das redes sociais tão intensas e volumosas nos dias atuais. E o padre era um adversário diferente, porque ele não atacava, ele manteve-se nos debates das ideias. E ele, ao perecer, ao deixar a vida física, ele é evocado. Isto é muito bonito, porque às vezes surgem fatos reais da vida e depois as evocações e Kardec trazia para a revista. Aqui só um parênteses, a evocação não se deu na sociedade parisiense através de Kardec,
é muito bonito, porque às vezes surgem fatos reais da vida e depois as evocações e Kardec trazia para a revista. Aqui só um parênteses, a evocação não se deu na sociedade parisiense através de Kardec, foi num outra casa espírita. Ele cita a localidade como V ponto e Kardec traz, portanto, e aí este padre éoccato porque ele em vida, ele fez uma previsão muito pessimista do espiritismo. Ele dizia: "O espiritismo ele é passageiro, é um entusiasmo passageiro. E eu não tenho dúvida que de pouco a pouco ele vai decrescer até o momento em que ele desaparecerá". E aí este padre, após pouco tempo, presuma, dá para presumir ali algumas semanas de desencarnação, ele é evocado e aí ele é indagado a respeito da sua opinião acerca da doutrina espírita. E agora, bem, se via que era um espírito com uma razoável intelectualidade, já capaz de ter feito algumas percepções no mundo espiritual e já ter revisto, revisado e alterado algumas opiniões pessoais, não todas, porque há muito pouco tempo no mundo espiritual. E ele vai dizer, ao ser indagado, ele vai dizer assim: "É, de fato, o espiritismo trouxe algumas verdades. De fato, não são apenas os demônios que se comunicam com os homens. Parem, afinal de contas, ele estava se comunicando com os homens, né? Então, era quase que uma autodefesa ali também. Mas apesar de tudo isso, apesar de perceber algumas verdades que o Espiritismo anuncia, eu mantenho o meu ponto de vista de que o Espiritismo não sobreviverá, porque já posso perceber, talvez já tenha visto em vida e tenha também constatado no mundo espiritual, há muitas ramificações. Já noto no espiritismo o padre falando muitas subdivisões, a escola espírita americana, a escola espírita francesa, opiniões subversivas, achismos, modismos pessoais de algumas mentes fascinadas que procuravam que Kardecis os nominou de pretensos adeptos. E o o padre ia fazendo esta previsão e os espíritos do mal na linguagem dele excitam tudo isto e triunfarão. Então veja que no mundo espiritual ele manteve umas previsão,
nominou de pretensos adeptos. E o o padre ia fazendo esta previsão e os espíritos do mal na linguagem dele excitam tudo isto e triunfarão. Então veja que no mundo espiritual ele manteve umas previsão, digamos negativa do espiritismo. O médium alertou o espírito, falou: "Mas o espiritismo é de procedência divina, não é de origem humana?" Bem, não mudo o que eu digo. Você pode ter razão, mas eu não mudo a minha previsão. Aí, depois de transcrever esta evocação na revista espírita, os textos extraordinários de Kardec fazendo o comentário. Aí Kardec vai rebater ponto por ponto. E aqui dois pontos nos chamam a atenção. Quando o padre falou da do dos espíritos do mal que citam tudo isso, aí Kardec vai refutar: "Não, isto não dará vitória ao mal. Isto não fará o espiritismo decrescer e desaparecer. Porque na doutrina espírita nós aprendemos como avaliar as questões que vem dos espíritos inferiores, como avaliar as comunicações, a universalidade dos ensinos. Então, o espiritismo nos prepara para isso e tem nos faltado, mesmo nesses dias atuais este bom senso. Tem nos faltado esta esta universalidade dos ensinos, esta comparação das comunicações que chegam eh do mundo espiritual, porque nem tudo que provém de lá é autêntico, porque há espíritos em diversos níveis de consciência. E, infelizmente, às vezes notamos e esta pandemia foi farta nisso. Quantos de nós não recebemos mensagens nos grupos de WhatsApp e ao final Dr. Bezerra de Menezes. Aí você vai olhar a mensagem e falar: "Mas não é possível. Eu lá no meu grupo eh que nós temos espírita em Taptininga, quando a pessoa aposta, claro que com muita educação, procurando, nos esforçando para seguir o modelo do codificador, a gente aponta: "Olha, este ponto aqui não está muito condizente, não passa adiante, mas falta este bom senso, porque a pessoa recebe a comunicação dita de Bezerra de Menezes, coisas atribuídas a Divaldo Franco, a a Chico Xavier. Aí você vai ver a fonte, qual obra não tem, não fala em onde qual obra está, em qual capítulo está. E a
a comunicação dita de Bezerra de Menezes, coisas atribuídas a Divaldo Franco, a a Chico Xavier. Aí você vai ver a fonte, qual obra não tem, não fala em onde qual obra está, em qual capítulo está. E a pessoa vai repassando e o que recebe repassa, repassa, repassa a ponto de ter vimos mensagem sobre vacina espiritual e tal. Então, é um momento deste rumar para o novo mundo e de tomarmos muito cuidado e buscarmos estas recomendações de Kardec doutrina espírita. Mas Kardec vai mais além, porque um ponto forte que o padre citou foi as ramificações. E Allan Kardec vai dizer que o cristianismo teve ramificações. Ele estimou naquela época mais ou menos 360 eh ramificações. E ele disse: "Sim, já noto no espiritismo algumas ramificações, mas havia naquela época, na revista espírita, existia um movimento dos espiritismos sem espíritos. Existia um movimento pequeno de a ineficácia da prece, já que ela não pode nos evitar as provas e as expiações. Havia um movimento de espiritismo independente. Surgia de tudo, surgia de tudo naquela época. E sabe qual era a postura de Kardec? Porque quando nós falamos de Kardec, nós sempre lembramos Kardecador. E muitos de nós nos esquecemos, e aí seria um tema para uma outra palestra. Kardec, o dirigente. Kardec, o dialogador de reunião mediúnica, Kardec, atendente fraterno, Kardec enquanto espírita. E eu acho extraordinário porque quando começava a surgir uma ideia, uma ramificação, uma opinião subversiva, um ponto de vista pessoal, que que Kardec fazia? Qual era a estratégia de Kardec? Não deixava a ideia crescer. Ele já aproveitava a tribuna do Espiritismo, a revista espírita, e escrevia textos extraordinários, mostrando que aquela ideia não tinha nenhum apoio nos princípios da doutrina espírita. se a pessoa ou as pessoas que sintonizavam com esta ramificação o fazia por opção pessoal, mas Kardec não se omitia. Então isto é um modelo para nós na casa espírita, porque às vezes enquanto dirigentes, às vezes nós notamos um pouco o problema surgindo,
mificação o fazia por opção pessoal, mas Kardec não se omitia. Então isto é um modelo para nós na casa espírita, porque às vezes enquanto dirigentes, às vezes nós notamos um pouco o problema surgindo, ele fala: "Não, o tempo vai cuidar disso, não vai desaparecer as coisas". Há coisas pequeninas que desaparecem com o tempo, mas há questões graves que nós dirigimes, temos que seguir o modelo de Kardec e já de início agir, esclarecer, conscientizar com respeito, com amorosidade, a fim de que a ideia não cresça, não abra espaço para que a espíritos obsessores que hoje nesse rumar para o novo mundo se agitam mais perto de nós. a obra no rumo do mundo de regeneração, tivemos esta revelação de que regiões do mundo espiritual já estão sendo transplantadas, levadas para mundos inferiores e alguns espíritos já estão indo, mas alguns porque já não tem mais estas regiões. E isto quem é de reunião mediúnica percebe muitos relatos desse sentido. Eles já estão mais perto de nós. Se nós damos estas brechas por conta de invigilância na casa espírita, eles poderão explorar. e um problema que era menor com o passar do tempo, ele torna-se maior e um grande desafio para os trabalhadores. Então, Kardec falava dessas ramificações, mas ele traz dois pontos que eu acho extraordinário. Ele diz: "Bem, mas o espiritismo tem um elemento de estabilidade e ele cita dois pontos que dão a base para este elemento de estabilidade. Primeiro, o caráter progressista. Se um dia a ciência vier unanimemente dizer que algum ponto da doutrina está errado, modifica-se o ponto. Até hoje não ocorreu. E por ser lei divina, certamente não ocorrerá. Mas se algo vier e modificar algum ponto, a doutrina modifica-se. E o outro é o que nós citamos agora a pouco, a universalidade dos ensinos. E ele usa uma palavra bonita, porque os espíritos superiores num conselho ecumênico, se reúnem no mundo espiritual e naturalmente que vão norteando, orientando o movimento espírita. Então nós temos que usar bastante esta universalidade.
os espíritos superiores num conselho ecumênico, se reúnem no mundo espiritual e naturalmente que vão norteando, orientando o movimento espírita. Então nós temos que usar bastante esta universalidade. Cuidado com ideias que surgem por um único médium. Cuidado com ideias que surgem reveladoras, bombásticas, que não t nenhum ponto de apoio na doutrina espírita. a partir dali é que às vezes começa a nascer uma ramificação ou uma subdivisão. Busquemos este elemento de estabilidade que Kardec menciona. Agora, é claro que estas subdivisões que existem hoje, outro dia conversava com um companheiro espírita bem atuante eh em nível nacional e ele falava para mim, eu na minha inocência eu achava que deveria ter uns cinco, sete ramificações, há mais de 20. Há mais de 20, alguns que contestam, e aqui, com todo respeito, a pessoa tem o direito de pensar como lhe apraza, alguns discordando das obras de André Luiz, aí escrevem textos e obras contestando André Luiz e muitas vezes fazendo uma interpretação literal, a letra mata, o espírito vivifica. Outros com vieses políticos, extremistas de um lado, extremistas eh de outro lado. E aí alguns se arvoram no direito de reescrever parênteses, adulterar, fecha parênteses, as obras da codificação, atribuindo a Kardec racismo. E aqui eu precisaria de muito tempo para a luz da revista espírita, explicar que isto é uma inverdade, né? E outros movimentos que surgem agressivos, que atacam, que atacam com frades espíritas que vem que tem uma folha de serviço imensa em favor da doutrina espírita. Existem os fanáticos de Allan Kardec. Fanáticos, porque não aceitam nada além da codificação. Aí não aceita André Luiz, não aceita Joana de Angeles, não aceita Camilo, não aceita Fenomeno de Miranda. E o próprio Kardec na revista espírita afirma que o espiritismo não está fechado, ele está aberto. Aí estão os elementos de estabilidade. Se vierem novas revelações dentro do bom senso, fiel à base da doutrina e naturalmente atendendo a este critério da
spiritismo não está fechado, ele está aberto. Aí estão os elementos de estabilidade. Se vierem novas revelações dentro do bom senso, fiel à base da doutrina e naturalmente atendendo a este critério da universalidade, diz Kardec vai sendo incorporado ao espiritismo. Isão está aberto a essas eh revelações que nos chegam, mas temos que tomar cuidado. Então, naturalmente que essas ramificações têm sido para nós um grande desafio. Desafio para os dirigentes, desafios para o espírita, porque ideias com rede social, qualquer espírita da casa espírita tem acesso. Então, às vezes, é comum em grupos de estudo de um determinado espírita trazer, ah, vi na internet tal coisa, assisti uma palestra assim com esta ideia, com aquilo. Por isso, a necessidade dos dirigentes investirem muito no estudo e também estudarem, porque virão estas teses, essas ramificações, estas subdivisões muitas vezes tentadoras. E o dirigente sério que estuda, ele vai ter argumentos em Kardec para poder, com lógica e com bom senso, refutá-los. Como é que nós vamos lidando com essas ramificações e subdivisões que surgem? Nós não temos como evitá-la. Estamos vivendo este tempo difícil de rumar para o novo mundo. Em nenhum lugar da literatura espírita está escrito é que isto seria fácil. É uma luta, é um desafio. Individualmente não temos como evitar. Na nossa parte individualmente nos cabe, como diz aquela tríplice proposta de Joana de Angeles, humanizar, qualificar. e espiritizar, porque daí nós vamos nos preparando, dirigentes, trabalhadores, espíritas. Só tem um jeito de nós eh cuidarmos disto, formar espíritas lúcidos. Formar espíritas conscientes não é uma tarefa fácil por n fatores que se o tempo permitir aqui nós vamos apontar eh apontar alguns. Então, o grande desafio é este, seguir cada um de nós individualmente com a consciência em paz, fiel a Jesus, fiel a Kardec e vamos seguindo trabalhando. Nós olhamos muitos eh trabalhadores fiéis da doutrina espírita que exercem lideranças e eles vão diante dessas
mente com a consciência em paz, fiel a Jesus, fiel a Kardec e vamos seguindo trabalhando. Nós olhamos muitos eh trabalhadores fiéis da doutrina espírita que exercem lideranças e eles vão diante dessas ramificações, seguem trabalhando, não entram em contendas, porque muitos desses que são pretensos adeptos se alimentam da violência, do ataque, esperando combustível. Se nós reagirmos, é o combustível que eles precisam para inflamar ainda mais a discussão. E muitos pouco dispostos estão a rever os equívocos que eles estão defendendo. Muitos farão essa revisão e esta mudança no mundo espiritual. Na revista espírita naquela época, alguns desses que foram criando ramificações vinham dar comunicação depois na sociedade de Paris e retificavam. Ah, eu defendi aí como espírita que o planeta Terra foi a incrustração de quatro planetas que se agruparam e formaram um só. E defendia, defendia. Aí depois no mundo espiritual, venho retificar agora a minha opinião sobre isto. O ideal é que pela humildade pudesse retificar em vida. da nossa parte, repito, seguir trabalhando firmemente no bem. E a tarefa espírita é farta nesse rumar para o novo mundo, né? Muitos os chamados, poucos os escolhidos, né? Ou como dizia Jesus, a seara é grande, mas infelizmente poucos são os seifeiros. Mas ainda que poucos, que continuemos, porque a providência divina eh não nos desampara. E um ponto importante para não deixar passar no texto aqui de Kardec, ele vai dizer ainda que uma outra coisa eh favoreceria o Espiritismo permanecer, que é lei divina, é de origem divina. Ele diz que estas subdivisões, estas opiniões pessoais são, palavra de Kardec, ambições humanas que desaparecerão com as individualidades. Pessoa morre, pessoa desencarna, né? Então, essas ambições humanas desaparecem com o passar do tempo. De forma que nós vamos fazendo a análise do Espiritismo nesses tempos novos e vemos o quão importante é nós buscarmos a qualidade dos estudos, dos eventos espíritas. A Federação Espírita do Paraná tá de
forma que nós vamos fazendo a análise do Espiritismo nesses tempos novos e vemos o quão importante é nós buscarmos a qualidade dos estudos, dos eventos espíritas. A Federação Espírita do Paraná tá de parabéns pela temática que trouxe, como disse no início, a qualidade de tudo isto, das obras que chegam na nossa casa espírita, dos congressos, porque hoje, infelizmente, eu peço atenção pela expressão que eu vou usar para que depois não interpretem equivocadamente, excesso de autoajuda. Porque a autoajuda é bem-vinda, trabalha educação dos sentimentos, traz ferramentas importantes para a nossa transformação moral. O que nós estamos falando é do excesso. E este excesso compromete a doutrina, o estudo, a reflexão profunda, a autoajuda porque trabalha mais o campo do sentimento e não estamos tirando valor, repita-se, mas faz com que muitas pessoas fiquem preguiçosas para o estudo. Sabe aquele estudo onde você traz, você pega um texto da revista, um texto de Kardec, um texto de Joana, um texto de Camilo e aí você senta ali e você fica pensando, refletindo? Muitas pessoas não têm este hábito e vem à Casa Espírita, vem aos congressos, porque ainda existem, infelizmente, alguns eventos que trazem temáticas mais nesta área. E a palavra congresso, quando fala um congresso médico, outro dia conversava com um companheiro, ele me alertava sobre isso, congresso médico. Quando você vai um congresso médico, são temas assim importantes que os médicos vão discutir, vão debater profundamente e dali vão extrair lições, aprendizados, novas reflexões. O congresso espírita tem que promover isto, o estudo espírita. Então é o momento de nós, neste rumar para o novo mundo, estarmos avaliando a qualidade de tudo isso. A qualidade de tudo isso, porque nós não podemos confundir, é claro, o espiritismo com o movimento espírita. E aqui eu vou usar uma frase de Camilo, que está na obra Cintilação das Estrelas, o nosso querido Raul Teixeira. Movimento espírita é o movimento dos homens que sensibilizaram
om o movimento espírita. E aqui eu vou usar uma frase de Camilo, que está na obra Cintilação das Estrelas, o nosso querido Raul Teixeira. Movimento espírita é o movimento dos homens que sensibilizaram com o chamamento do consolador, que deve, por isso mesmo, colocar-se a serviço do Cristo para que ele conduza o progresso de todos nós. Espiritismo é obra divina, não vai perecer. O movimento espírita é movimento dos homens, sujeito às instabilidades por conta da nossa imperfeição, as oscilações, as lutas, os desafios. Vi recentemente uma previsão meio pessimista, dizendo que o movimento espírita poderá acabar em 40 anos. Particular, uma opinião minha, particularmente eu não acredito nisso, porque nós não podemos deixar de perceber. E até quem eh esse eh quem faz a afirmação diz: "Salvo-se a providência divina interceder". E está intercedendo. Nós não podemos ter dúvida nenhuma. Estamos em plena transição planetária. Na obra na obra eh transição planetária, a primeira obra da quadrilogia do Divaldo, que agora já não é quadrilogia porque veio a Deuana o mundo, o mundo regenerado já, mas quinta obra. Para nós é uma bção poder entender tudo isto lá. Fala da providência divina. Almas que estão reencarnando neste momento, missionários do passado massivamente vindo de Alune, que muitos reencarnaram, principalmente no início do ano 2000, de forma que precisa de tempo. Daqui a pouco eles terão, na década 2030, estarão com 30 anos, 2040, 40 anos e aí vão começar a aparecer massivamente. Então nós não podemos duvidar dessa providência divina. O movimento espírita passa e passará por lutas, desafios, porque é o reflexo ainda das nossas instabilidades, imperfeições. Claro, nós vamos ter que lidar com isso. Federativas, regionais, casa espírita, dirigentes, trabalhadores. Por isso que falamos a importância do estudo sério e da nossa moralização para que possamos manter esta sintonia elevada. Daí a importância da casa espírita, porque onde é que se forma os homens que compõem o movimento
os a importância do estudo sério e da nossa moralização para que possamos manter esta sintonia elevada. Daí a importância da casa espírita, porque onde é que se forma os homens que compõem o movimento espírita? Na casa espírita. na casa espírita, pelo menos deveria ali estar com seriedade. Porque alguns há que, embora exerçam eh uma uma presença muito grande sobre o movimento espírita, muitas vezes sequer estão vinculados a uma casa espírita, vinculados à casa espírita. Então, espera-se que isto aconteça. E a casa espírita, nesse caminhar para o novo mundo, naturalmente que desempenha este papel de grande importância. E para nós é profundamente gratificante estar ali trabalhando, aprendendo, colaborando. Nem todos querem colaborar, mas a casa espírita abre esses espaços, porque casa espírita é hospital, escola de almas, espaço de convivência e oficina de trabalho. Jamais podemos perder estas dimensões da casa espírita. as dimensões que a nossa querida Sueli, grande trabalhadora, escreveu a obra sobre as dimensões da casa espírita, falando nas perspectivas espiritual e material. Então, temos que ter esta noção deste espaço que nós ocupamos para que possamos ocupá-lo eh com muita qualidade. E de forma que cabe-nos neste momento aqueles que de fato estão comprometidos, como disse Camilo, com o Consolador prometido por Jesus, possamos dar este impulso de qualidade para a casa espírita, que vem naturalmente enfrentando eh alguns desafios. Não podemos duvidar da importância do ambiente religioso. Há dois textos marco, importantíssimos de Kardecista Espírita, dezembro de 64 e dezembro de 68, onde ele vai falar das assembleias religiosas. Em textos valiosíssimos, ele vai falar o quão importante é o templo religioso, comunhão de pensamento, as vibrações, as energias, o estudo, a convivência, o construir. E eu acho bonito isso, porque Kardec fala disso muitas vezes da revista, construir o que nós chamamos a família espírita. a família espírita que veremos na palestra da tarde, quanto será
o construir. E eu acho bonito isso, porque Kardec fala disso muitas vezes da revista, construir o que nós chamamos a família espírita. a família espírita que veremos na palestra da tarde, quanto será importante esta família espírita nos desafios do homem de bem. Então, é um momento em que nós temos que estar muito atentos, eh, muito sintonizados para podermos ir nos qualificando, para poder nos tornarmos dirigentes comprometidos, trabalhadores comprometidos de quem está se esforçando para fazer o melhor para si nesta iluminação espiritual e ali naquele espaço do templo religioso. e é claro, na sociedade, na família, mas aqui o nosso foco agora é falar um pouco eh da casa espírita, um pouco refletir sobre a qualidade dos estudos, quão importante é um departamento doutrinário para que este departamento possa nortear as obras que se estão estudando, porque conforme falamos rapidamente chega mensalmente uma enchurrada de obras. E nós temos que ter este cuidado. Quem cuida de Clube do Livro na Casa Espírita tem que ter um cuidado. Eu estou muito preocupado porque eu cuido do clube do livro da da nossa casa lá e às vezes eu tenho que a gente não consegue ler tudo. E aí a família espírita você já leu esta obra? Conhece este autor? Conhece essa editora? É de boa procedência. Então nós vamos aqui, entre aspas, trocando figurinhas na comunidade espírita para que possamos ir tomando cuidado nesses tempos novos com o que está entrando na nossa casa espírita. E aqui entrando dentro do ponto de vista doutrinário, com fidelidade a Kardec, a qualidade dos estudos, a qualidade das obras, a qualidade do trabalho mediúnico, né? Nós temos que o atendimento fraterno, porque neste momento de rumar para o mundo regenerado, as pessoas estão vindo buscar, querem entender os flagelos destruidores, a dor. Eu falo que da nossa casa, pela pandemia houve uma mudança de público. Pessoas novas estão comparecendo, querendo entender um pouco a vida, querendo entender tudo isto que se dá com o planeta Terra e com esses
ue da nossa casa, pela pandemia houve uma mudança de público. Pessoas novas estão comparecendo, querendo entender um pouco a vida, querendo entender tudo isto que se dá com o planeta Terra e com esses tempos que são chegados. E nós temos que saber lidar com este público, saber lidar. A revista espírita é um uma um, digamos assim, um tratado também para dirigentes da casa espírita. Eu pessoalmente não gosto de falar com as pessoas falar: "Não, a revista espírita foi o laboratório das obras fundamentais". Foi, mas não foi só isso, foi muito mais também foi. Mas nós temos que usar porque Kardec tem discursos e textos dele para o movimento espírita, para o dirigente, porque naquela época Kardec também enfrentava os desafios. Vimos aqui as ramificações, as traições, os beijos de Judas, conforme ele nominou na revista espírita, mas sem nunca apontar a pessoa. Olha a amorosidade de Kardec. E num texto Organização do Espiritismo, dezembro de 61, texto obrigatório para dirigentes e trabalhadores, ele vai falar deste elemento flutuante e estável da casa espírita. O flutuante este que vai e vem, vai e vem, não se compromete. Temos que saber lidar, instigar este público, tocar o coração, abrir os estudos. Nós temos que saber lidar com este público flutuante. É dele escolher ficar e trabalhar e aprender, mas a casa espírita tem que lidar. O estável, o trabalhador, que muitos dizem aqui no Paraná, alguns também fizeram essa narrativa. Eu sei que no Brasil acontece também, conversei com alguns, uma grande pergunta. Por que que muitos trabalhadores não estão voltando paraa casa espírita? Em média, 50% não tem voltado. Outro dia eu conversei, claro que isto não é regra geral, mas conversei com um companheiro e falei: "Nossa, os trabalhadores não estão voltando não". Aqui na nossa, fui fazer palestra recentemente, na nossa casa se deu o oposto. Voltaram todos os trabalhadores e apareceram novos, já que nós dobramos aqui. Eu fiquei com uma inveja. apareceu todos e dobrou. Eu quase que perguntei qual é a receita
na nossa casa se deu o oposto. Voltaram todos os trabalhadores e apareceram novos, já que nós dobramos aqui. Eu fiquei com uma inveja. apareceu todos e dobrou. Eu quase que perguntei qual é a receita nos passos, né? Mas não é uma receita de bolo simples assim. Então lhe damos como é um desafio. Agora outro dia conversamos que fazer com esse trabalh trabalhador que não volta? Por que não volta? São múltiplas causas. Medo, insegurança, acomodação. Como é gostoso ficar em casa de pantufa. pijama, assistindo o grupo de estudo, né? Assistir a palestra. O virtual vai fazer parte, eu vou falar disso, mas as pessoas se acomodam e só querem isso. Tu volta pro trabalho. A obsessão que Filomeno na obra transição chamou que neste momento de caminhar para o mundo novo nós passaríamos por este armagedom espiritual. Então, estamos vivendo esta luta, esta movimentação no mundo espiritual dos espíritos que querem causar eh desordem. Semana passada no eh eh no grupo mediúnico que eu frequento, a comunicação foi até através da minha psicofonia o dirigente perguntar: "Mas você sabe que tem espíritos que são muito inteligentes e sabe, você sabe que o mal está com o tempo contado na terra?" Sei. E o próprio espírito falou assim: "Eu sei que as regiões estão sendo transplantadas para outros mundos. Eu sei que já não existe. Eu sei. Eu sei que Deus triunfará, mas neste momento eu não cedo e eu quero causar desordem. Já que eu vou pro mundo inferior, levarei muitos comigo. Levarei muitos comigo. Então, muitos têm noção e estão tentando causar esta confusão e atuam para trabalhadores para não voltar. atuam na criatura humana para não se espiritualizar, para continuar nesse materialismo comportamental, que também falaremos um pouco à tarde. Então, temos vivido um grande desafio, esta era onde tem híbrido virtual, presencial, como lidar com tudo isto? E Odivaldo ainda nos fala que passamos ainda por que em pouco tempo teremos ainda um avanço maior na comunicação virtual. Fala: "Meu Deus do céu, no que
virtual, presencial, como lidar com tudo isto? E Odivaldo ainda nos fala que passamos ainda por que em pouco tempo teremos ainda um avanço maior na comunicação virtual. Fala: "Meu Deus do céu, no que que nós vamos chegar?" Eu já sei com o 5G, com a velocidade de dados maior e já existem experimentos disso, até comentei, brinquei com o Odivaldo, logo mais os oradores vão ser projetados holograficamente no ambiente espírita. Imagine vocês lá no interior do Paraná, o Alberto Almeida, precisa de um aparelho maior, o Alberto Almeida projetado holograficamente no ambiente lá de Belém do Pará. Que beleza. Não impede que ele também esteja em outros momentos presencial. Ninguém está acabando, mas também haverá essa ferramenta. Eu quando brinquei com o Divaldo, ainda falou assim: "Imagine que beleza, eu com 100 anos projetado holograficamente com aquela alegria do Odivaldo que é contagiante." Então nós vamos ter que lidar com essas ferramentas. A casa espírita hoje é uma frente de trabalho nova, tecnologia, aproveitar os jovens, trazê-lo, nós precisamos pôr internet aqui na casa, precisamos conexão, equipamento com o jovem adora isto, porque o jovem não é para o futuro. O jovem espírita tem que ser aproveitado agora, ele já tem que se integrar na casa espírita. Então, lidar com a juventude por conta dessa virtualidade, tá difícil trazer o jovem espírita para o presencial. Mas como deve ficar Alessandro, a casa espírita pode usar as os três formatos. Tem regra geral. O que não pode, os três, o que não pode e é um movimento pequenino, mas que começa. Alguns defendendo o movimento espírita apenas virtual. Não, só virtual, não. Família espírita, convivência, abraço. Nós jamais vamos poder dispensar isso. Agora vou dar o exemplo da nossa casa. Lá existem grupo de estudos só virtual, deu certo, tal, mas tem grupo de estudo presencial. O meu grupo de estudo é híbrido, então tem lá 15 pessoas presencial, 15 pessoas virtual. Então aproveitar, mas com ênfase no presencial. E eu sempre digo, quem está num grupo
upo de estudo presencial. O meu grupo de estudo é híbrido, então tem lá 15 pessoas presencial, 15 pessoas virtual. Então aproveitar, mas com ênfase no presencial. E eu sempre digo, quem está num grupo virtual ou híbrido usando o virtual, oscile. Venha de vez em quando um dia no presencial, um dia no virtual, mas venha a casa espírita, venha no dia de evangelho e passe, venha na casa para a gente não perder essa identificação, este vínculo com a casa. O presencial é prioridade, embora possamos usar o virtual como estamos usando agora neste evento, o híbrido que não realmente veio eh para ficar quem se vale do híbrido no virtual, não esqueça, vá casa espírita, cuidado, porque o homem velho é muito forte dentro de nós. A gente fica aprisionado as rotinas e depois para sair delas e naturalmente que é muito difícil, muito difícil. Então, para esses trabalhadores que não estão voltando, outro dia estava pensando o que fazer, eu acho que nos cabe sim um contato amoroso, sem cobrança, sem pressão. Olá, tudo bem? Faz tanto tempo que você não vem a casa, como é que você está? Podemos ajudar? A casa espírita continua de porta aberta? Eu tenho mandado às vezes para um e para outro assim bem sutil, se colocando à disposição. O que nós não podemos é indiferença, simplesmente porque eram trabalhadores a vínculo, faziam parte da família espírita. Nós temos que ter estes laços do sentimento, essa preocupação. Às vezes a pessoa tá passando por uma dificuldade, muitos nos agradeceram: "Ah, que bom o seu contato, eu tava mesmo pensando em voltar, tava faltando um empurrãozinho e alguns poucos acabaram voltando. Os que não voltarem, nós não podemos fazer nada. É a opção de cada um, lamentará depois". Então, a casa espírita vai lidando com esses desafios e nós cada vez mais qualificados e preparados para que com fidelidade possamos dentro do movimento espírita, dentro da casa espírita, sermos aquele que soma, aquele que acresce, aquele que oferece, né, coisas positivas, nobres, fiéis para
parados para que com fidelidade possamos dentro do movimento espírita, dentro da casa espírita, sermos aquele que soma, aquele que acresce, aquele que oferece, né, coisas positivas, nobres, fiéis para estes momentos. E por fim, né, lembra da eh até o Camilo tem uma mensagem bonita, porque a casa espírita, a codificação, as obras vão oferecendo para o espírita. Eu acho bonita essa expressão do Camilo, está na obra grandeza do Espiritismo, um baú de joias doutrinárias. Baú de joias. É uma bênção poder conhecer a doutrina espírita nestes tempos difíceis. de transição é entender o que está se dando. Nós procuramos nesta conferência do interior e aqui a central dar um encadeamento para a nossa fala. Lá em Cascavel, na quinta-feira, nós trouxemos justamente esta base, os conceitos da doutrina em torno da transição, a Gênese, Revista Espírita, Filomeno de Miranda, principalmente, para que nós espíritas possamos assumir essas tarefas, esse comprometimento, como disse o espírito Wilhelm na comunicação à inundação bem Bem-aventurados os que souberem aproveitá-lo, referindo-se à doutrina espírita. De forma que para nós espíritas desse tempo é um tempo de comprometimento, de fidelidade, como disse o Divaldon de ação. E Kardec revista espírita vai exaustivamente tocar neste ponto. Não basta se dizer espírita diz ele em janeiro de 67. Aquele que o é de coração prova-o por seus atos. Respeito às leis, ao bem, não violenta consciências, etc. Notamos na revista espírita que Kardec teve uma grande preocupação com o engajamento moral do espírita. Ele tinha uma grande preocupação por conta do seu amor para os espíritas, para o movimento espírita. Ele tinha essa preocupação. Por isso, muitas vezes, ele classificou o tipo de espíritas. Classificou. Nós conhecemos aquela classificação tradicional, tríplice, que às vezes encontramos em o livro dos médiuns, encontramos em o Evangelho Segundo o Espiritismo, o mais sintético, os espíritas mais apegados aos fenômenos, à mediunidade, que não querem estudar, o espírito
ezes encontramos em o livro dos médiuns, encontramos em o Evangelho Segundo o Espiritismo, o mais sintético, os espíritas mais apegados aos fenômenos, à mediunidade, que não querem estudar, o espírito imperfeito que não aplica para si as lições morais da doutrina espírita. E o espírita é mais perfeito, o bom espírita, né? Perfeito, não sentido de completude, porque a perfeição aqui na Terra ela não é completa, né? A pureza se dá em outras dimensões, em outras moradas da casa do Pai, mas ele fala: "É aquele que se esforça para colocar em prática as lições da doutrina". Mas esta é a tríplice partição. Na revista espírita, ele traz várias classificações. Para quê? para autoavaliação. Será que eu não tenho um pouco desse tipo de espírita que Kardec tá apresentando e isto está me dificultando o progresso, dificultando a iluminação espiritual, até me limitando se eu, já que eu poderia estar E aqui o espírita ruma ao novo mundo, ele é convidado a ser protagonista do mundo regenerado do porvir. Não, mas tá vindo aí filósofos do passado da terra, religiosos. A obra Perturbações espirituais do Filomeno diz que franciscanos estão reencarnando. Mais adiante vem Francisco de Assis, está na obra, vem de Alione. Ah, então não preciso me preocupar, não. O espírita consciente não cruza os braços. Ele diz que posso fazer? Quero ser um um protagonista. Então, essas classificações que Kardec traz é pra gente se autoavaliar. E para os dirigentes que estão neste esforço de ser um bom espírita, naturalmente que terão que lidar com esses tipos de espírita no dia a dia da casa espírita, no dia a dia do movimento espírita e saber lidar com sensibilidade, contato, com amorosidade. Repito, modelo Allan Kardec, modelo também maior Jesus, a forma como ele lidava nas relações humanas com profunda respeito, tolerância e amorosidade. De forma que é só adentrando já os nossos minutos finais, estamos aí na hora do almoço. Eu permito-me aqui fazer só pra gente ter uma noção como Kardec vai além ali na revista espírita, para que nós
. De forma que é só adentrando já os nossos minutos finais, estamos aí na hora do almoço. Eu permito-me aqui fazer só pra gente ter uma noção como Kardec vai além ali na revista espírita, para que nós espíritas possamos nos avaliar diante do rumar para o novo mundo. Ele cita, por exemplo, espíritas impacientes. Tem muito, ah, não é comigo. Eu eu não me achava impaciente há 30 anos atrás. À luz da doutrina, Joana de Angângeles, autoconhecimento, a gente vai percebendo, nossa, como eu sou impaciente. Às vezes eu entrava no carro, três filhos, a esposa e eu sou britânico. Pontual, né? Entrava, eu atrasava, buzinava, acelerava. Paciência. Será que impaciência no próprio movimento espírita? A gente quer apressar os resultados morais, porque os obsessores agem de duas formas. Ou eles nos fazem paralisar, não caminhar, ou dar um passo maior do que a gente pode. Daí a gente não dá conta, se perturba e se desequilibra. Então tem que tomar cuidado com essas duas estratégias. o impaciente que é resultado rápido. Estando em muitos aqui tem muito mais tempo do que eu, mas estando ali no nosso centro há praticamente três décadas, a gente vê pessoas que vão chegando com esta impaciência, chegam que nem um relâmpago, chega entusiasmado, compra 10 obras na livraria, quer saber de todos os grupos de estudo de dois meses, cadê a pessoa que fez com os livros? Espero que tenha feito um bom uso, mas é impaciente. Ela acha que chegando ali dois meses de doutrina vai acabar depressão, vai acabar ansiedade, vai acabar sofrimento, vai ser uma pessoa feliz. Os impacientes querem apressar os resultados e perde muitas vezes a noção da realidade. Eu me recordo só para dar um pouco de bom humor e me comprometo aqui com o tempo. Eh, sejam pacientes, né? O almoço pode esperar 5 minutos. Eu lembro que no começo o Raul Teixeira ficava em nossa casa, a gente levava ele para as conferências próximas e a minha casa começou a virar como se fosse os livros ficavam, o Raul voltava para Niterói e as sobras do livros ficavam. E
eira ficava em nossa casa, a gente levava ele para as conferências próximas e a minha casa começou a virar como se fosse os livros ficavam, o Raul voltava para Niterói e as sobras do livros ficavam. E aí eu comecei pra próxima vez que ele viesse. E aí um pouco mesmo antes do a do do acidente vascular, eu já tinha começado, depois intensifiquei para ajudar o romanço fraterno. Eu eu falei, comecei a pensar, eu saí fazer palestras e as obras do Raul em casa. Falei: "Ah, Raul, eu posso levar suas obras?" Claro, as obras estavam lá. Esperar ele vir depois de 1 ano, 2 anos, pode, mas daí a impaciência, né? nessa pressa, no resultado, às vezes misturado com um pouco de entusiasmo. Daí aqueles primeiros momentos, pegava várias casas, eu ia falar no centro espírito para 20 pessoas, eu levava 150 livros, era 15 minutos para descer os livros, empilhar os livros, tal, vendia 10, 15, aí voltava o Alessandro com todas as caixas lá e tudo mais. Depois a gente foi aprendendo a impaciência, né? Aí tu vai aprendendo que a pressar resultados, a depois tu vai aprendendo a a mensurar o público com a quantidade de livros e tudo mais. Então existe essas o quanto nós temos de impaciência e a impaciência às vezes atrapalha. Dá o livro Paulo e Estevão para um espírito impaciente. Aí você dá um de autoajuda para ele desse tamanho. Sete passos para felicidade. Ah, que maravilha, né? A pessoa vai ler sete passos para que em pouco tempo. É momento que a gente tem que se comprometer com isso tudo. A alegria, Camilo fala sede do saber, o poder aprender, estudar, usar bem o tempo, tudo isso vai fazendo parte. São múltiplas questões que os outros confrades aqui estão abordando na conferência. São tantas coisas nesse rumor para o novo mundo. Espírita com zelo e refletido. Zelo e refletido. Às vezes chegam para nós questões complexas doutrinariamente, administrativamente na casa espírita, que precisa de tempo. Aí o zelo irrefletido faz com que tomemos decisões rápidas, equivocadas, equivocadas na vida pessoal.
s questões complexas doutrinariamente, administrativamente na casa espírita, que precisa de tempo. Aí o zelo irrefletido faz com que tomemos decisões rápidas, equivocadas, equivocadas na vida pessoal. Quantas vezes em atendimento fraterno e a minha área de que eu atuo e gosto muito no movimento espírita, na casa, o atendimento fraterno, quantas pessoas chegam até nós lá e por conta de um zelo irrefletidito, uma decisão pessoal que tomou sem pensar e ali a vida começa a entrar no processo de desequilíbrio. Na casa espírita, no movimento espírita, estes zelos e refletidos, surge um tema novo. clonagem já não é tão novo, mas só pegando um exemplo, aí a pessoa já quer emitir uma opinião pessoal sobre aquilo sem ter ido estudar o que ele fala como dirigente, como trabalhador, tem um impacto ali no meio onde ele está. Então um tema difícil, novo, que surge nesse rumor para o novo mundo, nas questões comportamentais que vão surgindo, coisas novas. Calma, calma. modelo Kardec na revista espírita ele vai dizer assim: "Agora eu lembrei agora, não vou citar o dia, o mês e o ano, né?" Ele chegava assim: "As pessoas têm pressa, surge um tema novo, eles querem que eu escreva aqui na revista espírita já no mês seguinte. Calma, às vezes eu preciso de tempo para pensar, zelo com a doutrina espírita. Tomemos cuidado com decisões apressadas doutrinária e administrativamente e na gestão da vida pessoal. Temos visto espíritas e aqui ficamos tristes pelo desviar do rumo que às vezes na vida familiar tomam decisões em minutos e acabam com a vida familiar. Traições conjugais e outras coisas tantas por conta deste zelo irrefletido que os obsessores exploram, mas os bons espíritos também estão ao nosso lado. O socorro espiritual nunca falta. a providência divina para que a gente se acalme. Ora, calma, aqui eu preciso pensar um pouco mais. Ó, surgiu tal problema na casa espírita, vamos pensar, vamos conversar com a diretoria, uma, duas reuniões. E Kardec vai falando: "Pretensos, adeptos, desocupados".
ui eu preciso pensar um pouco mais. Ó, surgiu tal problema na casa espírita, vamos pensar, vamos conversar com a diretoria, uma, duas reuniões. E Kardec vai falando: "Pretensos, adeptos, desocupados". Ele fala: "Espírito é desocupado e a seara é grande." E o que que acontece na casa espírita, gente? Aqueles que já estão sobrecarregados acabam abraçando ainda mais tarefas. Mais tarefas. Por quê? Porque tem muito lá desocupado. Tá lá, tem tempo, tá na casa. Aí fala: "Estamos precisando de voluntários para isso, para aquilo. O desocupado olha para lá, olha para baixo. Não é comigo. Desocupado. Ele diz: espíritas levianos. Tudo isso está na revista. Espíritas levianos sem responsabilidade. Ora vem, hora não vem. é o médium que falta, que não tem assiduidade, não tem responsabilidade, falta nas tarefas, falta no estudo. É um tarefeiro que quase se transforma, usando a expressão de Kardec, num elemento flutuante. Ele era o elemento estável e de uma hora para outra, por falta de vigilância, se torna elemento flutuante. Você não sabe, fulano vem, não sei, aquele passista vai ver. Eu vejo isso na nossa casa. Às vezes não aparece falta trabalhadores, temos 30 para tarefa, vem 15, 16. Alguns justificam, há impedimentos, doenças, imprevistos. Claro que tudo isso faz parte do dia a dia eh do espírita. Eu gosto desse aqui. Espíritas novidade, sempre a cata de novidade. E o Kardec dá um verdadeiro puxão de orelha com amorosidade na revista espírita. Os que querem novidade, não, eu quero coisas novas. O que o espiritismo? Ele diz lá, o que o espiritismo prega, já se falava lá atrás, eu quero coisas novas, novas. Eu tenho uma estratégia. A minha estratégia fala assim: "Olha, você pega, vou te dar dois livros, você vai ler. Se você dizer para mim que entendeu 100% e me explicar, aí você está pronto para novidades." Ah, é. Evolução em dois mundos e mecanismos da mediunidade. Essa é a minha estratégia. Ó, tem aqui dois livros. Leia. A hora que você falar: "Entendi tudo", aí você vai me
está pronto para novidades." Ah, é. Evolução em dois mundos e mecanismos da mediunidade. Essa é a minha estratégia. Ó, tem aqui dois livros. Leia. A hora que você falar: "Entendi tudo", aí você vai me explicar, porque eu não entendi tudo. E aí você vai me explicar. Aí você tá. E aí o Kardec diz mais ou menos assim paraos novidados. Olha, ainda que o de Espiritismo repita que Jesus trouxe, que algumas religiões trouxeram lá atrás e tal, não há nada a aplicar. Falta viver. Se você sabe, se você acha que sabe tudo, o que que tá faltando? Viver a doutrina espírita. Aí Kardec uma expressão bonita, falta fazer a doutrina espírita frutificar na sua vida. Então tem esses novidade que chegam, né, para lá e para cá. Espír, isso está eh Kardec ainda por fim. Aí está na obra. Esse está na obra no rumo do mundo de regeneração, o espírito espinele, espíritas, né, que ele vai chamar invigilantes. Tem que tomar muito cuidado, não é exagero. Fala de obsessão, transição planetária, não é tanto assim. Moral cristã, calma lá, eu tenho direito a ter alguns defeitos também. O espírita desse porte, ele acha sempre exagero. E aqueles que estão lutando para melhorar os hábitos e se moralizar, ele diz: "É, é ortodoxo, é exagerado, né?" São esses. Então, vejam que tempos importantes, vejam que momentos realmente eh desafiadores, né? Eu vou encerrar com uma comunicação de Erasto na revista espírita de junho de 61, porque é perguntado para Erasta, é uma pergunta boa. Como conhecer os espíritas que estão no caminho do bem? A gente já quer pega papel, caneta, né? importante para autoavaliação, o autoconhecimento. E aí reconhecê-los ei pelos princípios de verdadeira caridade que professarão e praticarão. Reconhecos eis pelo número de aflitos aos quais levarem consolações. Reconhece-os eis pelo seu amor ao seu próximo, pela sua abnegação, pelo seu desinteresse pessoal. Reconhecê-los ei enfim pelo triunfo de seus princípios, porque Deus quer o triunfo de sua lei. Este é o que aponta para nós, para que
ao seu próximo, pela sua abnegação, pelo seu desinteresse pessoal. Reconhecê-los ei enfim pelo triunfo de seus princípios, porque Deus quer o triunfo de sua lei. Este é o que aponta para nós, para que nós espíritas deste rumar do novo mundo, possamos estar no caminho do bem, colaborando, agindo com as lutas, o velho homem, mas já querendo construir o homem novo, orando, vigiando, trabalhando, sintonizado com alto, tropica aqui um desafio, levanta, segue sem desanimar, com fidelidade a Jesus e a Kardec. Porque conforme veremos à tarde, os homens de bem enfrentam seus desafios. que possamos, portanto, seguir fiel ao Cristo, fiel a Kardec, nesse rumar para o novo mundo. Muito obrigado.
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