Alessandro Vieira de Paula - Os desafios do homem de bem

Mansão do Caminho 11/03/2023 (há 3 anos) 1:11:40 3,118 visualizações 353 curtidas

Os desafios do homem de bem. Transmissão ao vivo da 25ª Conferência Estadual Espírita, realizada pela Federação Espírita do Paraná, entre os dias 10 e 12 de março de 2023, em Curitiba. O tema central do evento é: Rumo ao Novo Mundo. Os palestrantes convidados são: Divaldo Franco, Alberto Almeida, Sandra Borba Pereira, Alessandro Vieira de Paula e Jorge Godinho Barreto Nery. Estamos no Facebook @mansaodocaminho Estamos no Instagram @mansaodocaminho

Transcrição

Boa tarde a todos. Vamos retomar aqui a a nossa temática Rumo ao Novo Mundo com esse tema muito abrangente e muito especial para os dias atuais. Até na saída da Sandra Borba ali, ela já brincou comigo, falou: "É porque o homem de bem, meu filho?" Falei: "Não pode ser o ser humano de bem, a pessoa de bem". Tá bom, Sandra, né? Vamos mudar o tema da palestra. Então são os desafios das pessoas de bem para agradar a minha querida Sandra Borba, né? Há uma frase do espírito Camilo, benfeitor do nosso querido José Raul Teixeira, na obra Justiça e Amor, eu acho que exprime, expressa, identifica muito bem esse momento. Diz ele mais ou menos assim, que são tempos difíceis e definidores estes tempos atuais. São oportunidades para que as almas encarnadas na Terra possam decidir de que lado desejam estar, se na luz, se nas sombras. O espírito Camilo faz esta abordagem de fato, expressando muito bem este momento, tempos difíceis, tempos definidores. Na mesma linha de raciocínio, nós vamos encontrar o nobre benfeitor Filomeno de Miranda na obra No rumo do mundo de regeneração, onde ele vai nos dizer que nós estamos vivendo a mais grave crise espiritual dos últimos séculos. Na mesma obra, Filomeno citando a fala de Bezerra de Menezes, vai dizer que é uma hora santa. e grave. E para que eu não deixe de citar a revista espírita, em Erasto, espírito, dezembro de 63, guerra surda. Nós vamos usar um pouco desse texto mais adiante. Ele vai na mesma linha para que a gente possa perceber como que os bons espíritos que trabalham, conforme citamos na manhã, nesse concílio ecumênico no mundo espiritual, em prol do bem aqui na Terra, ele diz quase que se assemelhando à bezerra, né? É uma hora grave e solene esses tempos atuais. Portanto, os espíritos vão nos apresentando a gravidade deste momento. Quando Camilo fala para decidir que lado desejamos estar, na luz, na sombra, no bem, no mal, é muito interessante porque nesses tempos de transição planetária, eu me recordo de uma fala do nosso querido Raú numa palestra onde ele fala

e lado desejamos estar, na luz, na sombra, no bem, no mal, é muito interessante porque nesses tempos de transição planetária, eu me recordo de uma fala do nosso querido Raú numa palestra onde ele fala que há criaturas humanas que estão com um pé fincado no mundo de provas e expiações, mas já há criaturas que estão com o pé adiante, fincados no mundo de regeneração. Então, nós vivemos esta oscilação de comportamento, estes níveis de consciências variados aqui na Terra, que é característica de um mundo de provas e expiações e que naturalmente nos trazem desafios. Desafios que hoje sabemos à luz da doutrina, desafios indispensáveis. para o nosso progresso espiritual. Há uma frase da nobre benfeitora Joana, onde ela diz que cristão sem luta é quase que um terreno, um solo destinado à seca e à morte. Neste momento de transição, do ápice da transição, qualquer pessoa que vai optar pelo caminho do bem, da verdade, da ética, onde esteja, em qualquer ambiência familiar, profissional, religiosa, vai encontrar, sem dúvida alguma, os opositores, as pessoas que vão desafiá-la, que vão pôr o pé para o tropeço, que vão vibrar ar contra. Então, quando fazemos esses alertas dos espíritos referidos, não é para desenvolver em nós um pensamento pessimista ou negativo, mas é um pensamento de alerta, de advertência, para que nestes dias atuais possamos ficar muito vigilantes, conforme falamos citando Jesus: "Vigiai e orai para não caídes em tentação." Há uma frase muito interessante de um sábio que não foi identificado, onde ele diz que exercícios difíceis treinam o corpo, assuntos difíceis treinam a mente, pessoas difíceis o coração, tempos difíceis o espírito. Então, estamos vivendo este momento, principalmente das duas últimas situações da frase, pessoas e tempos, valores que se chocam, pessoas que pensam de forma totalmente opostas, materialistas, espiritualistas, na luz, na treva, como disse o benfeitor Camilo. Por isso que para nós compreender este fenômeno de caminhar para um novo

essoas que pensam de forma totalmente opostas, materialistas, espiritualistas, na luz, na treva, como disse o benfeitor Camilo. Por isso que para nós compreender este fenômeno de caminhar para um novo mundo, entender os bastidores do mundo espiritual, como é que os benfeitores estão agindo específica e detalhadamente, é um alento para nós, a fim de que, através dessas informações, possamos convertê-las em recursos espirituais, em força moral, para continuarmos, como falou Divaldo ontem, agindo como obreiros do bem. É um desafio constante, é um desafio diário. Nós podemos comentar lá em Cascavel, e aqui fica a referência, para que a gente possa entender a transição, seus conceitos, a base de forma genuína, conforme a espiritualidade superior nos apresentou. Nós vamos buscar a Gênese, a terceira parte. Os tempos são chegados, mas vamos somar a revista espírita de outubro de 66, onde lá o mesmo texto, em tese, os tempos são chegados, porque muitas ideias primeiro foram trabalhadas na revista para depois compor as obras fundamentais. Mas aqui eu chamo atenção por conta da importância do tema. Se nós vamos na revista espírita, que foi o texto anterior à obra Gênese, que é de 68, a lição é de 66, nós vamos perceber que o texto na revista ele está mais extenso, tem mais informações. Na obra Gênes também existem alguns parágrafos inéditos e duas comunicações adicionais que não estão na revista de Arago e Dr. Barry. Então, quando nós pegamos revista espírita, outubro de 66, a Gênese, terceira parte e mais recentemente as obras do Filomeno sobre o tema, nós vamos ter uma compreensão notável e isso nós temos que converter a nosso favor. Até fizemos, brincamos lá em Cascavel, fizemos uma estimativa, claro que é uma mera estimativa. Quantas pessoas no mundo t acesso a essas informações? A população do mundo hoje, aproximadamente 8 bilhões. 10% 800 milhões. Será que 800 milhões de pessoas têm acesso? Não. 1%. 80 milhões, talvez não. Então, menos de 1%, 1% tem acesso a essas informações. Então, nós

o mundo hoje, aproximadamente 8 bilhões. 10% 800 milhões. Será que 800 milhões de pessoas têm acesso? Não. 1%. 80 milhões, talvez não. Então, menos de 1%, 1% tem acesso a essas informações. Então, nós vamos usando essas informações justamente como fortalecimento, conscientização, a fim de que muito focados, responsáveis, possamos ter como meta o bem, a fidelidade. No sermão profético, Jesus pode nos falar num dado momento: "Quele que estiver no campo, não volte para a cidade, quem estiver no telhado, não desça." Qual é o símbolo que Jesus está nos traçando de fidelidade, de sintonia para não descer a vibração, não descer os valores, descer do telhado para a casa, da montanha, do campo, voltar para a cidade. É o que Jesus está nos falando. São tempos de profundos cuidados nas nossas escolhas, nos nossos ideais, nos nossos pensamentos, na nossa conduta. De forma que quando nós estamos aqui falando a respeito desses desafios dos indivíduos de bem, muitas coisas nos passam à mente. Cada um dos que nos ouvem pela internet ou aqui presencialmente, naturalmente que está passando experiências específicas, singulares. Algumas lutas são comuns, outras lutas são muito pontuais na intimidade doméstica, no campo profissional. E nós aqui, diante de todas essas informações, convidados que somos para manter este ideal aceso, manter esta alegria de viver, manter esta alegria de servir. Há uma comunicação na revista espírita de Lamené, onde ele vai nos falar que o Espiritismo se assemelha à fonte de Juventa, referindo-se à fonte da juventude. Porque à medida que nós vamos tendo acesso à suas informações, a alma rejuvenece, a alma reverdece. É muito bela esta mensagem de Lamené, a fim de que esses tesouros da doutrina, o baú de joias doutrinárias, o espírito Camilo, vá se constituindo em recursos valiosos para que a gente possa seguir com relativo equilíbrio. Se oscilamos, caímos, logos buscamos a oração, a casa espírita, as lições abençoadas da doutrina para nos refazer e continuar

m recursos valiosos para que a gente possa seguir com relativo equilíbrio. Se oscilamos, caímos, logos buscamos a oração, a casa espírita, as lições abençoadas da doutrina para nos refazer e continuar caminhando no Evangelho Segundo o Espiritismo. E aqui nós vamos ler textualmente, porque é uma frase muito profunda de Santo Agostinho. No capítulo terceiro, há muitas moradas na casa de meu pai. Ele vai se referir ao mundo de provas e expiações. E ele vai dizer assim: "Que ainda a Terra ainda em transição, mas ainda o mundo de provas e expiações no seu estágio final. Nesses mundos, os espíritos exilados têm de lutar ao mesmo tempo contra a perversidade dos homens e a inclemência da natureza. Trabalho duplamente penoso que desenvolve a uma só vez as qualidades do coração e as da inteligência. Informação interessante. Espíritos exilados. Aqui não é os exilados de capela. Espíritos exilados. Que que Santa Agostinho está querendo dizer com isso? os indivíduos de bem, aqueles que já têm a consciência esperta e que procuram ser proativos no campo da construção de um mundo melhor. Recentemente, o nosso querido Edivaldo fez também uma projeção, porqueão não são números exatos, de que 80% das criaturas humanas na Terra estão em consciência de sono. É um número alarmante. Então, 20% são espíritos exilados. 80% em geral correndo para atender aos instintos primários, os prazeres degradantes, o individualismo, o sexismo, o consumismo. Mas não significa que esses 80% saíram da Terra. Importante nós entendermos isso nesse processo de emigração. O espírito Mardoqueu na revista espírita de outubro de 61, ele usa até uma expressão interessante. O título da mensagem é a terra prometida. Porque quando nós vamos no Antigo Testamento, na história judaica, e há a referência à terra prometida, aí há um símbolo espiritual. A terra prometida pelos espíritos cujas mensagens chegaram à Terra aquela época, era a terra regenerada. Esta é a terra prometida. E Mardoqueu vai dizer que neste momento,

aí há um símbolo espiritual. A terra prometida pelos espíritos cujas mensagens chegaram à Terra aquela época, era a terra regenerada. Esta é a terra prometida. E Mardoqueu vai dizer que neste momento, quando o Espiritismo iniciou o movimento regenerador, a Terra estava entrando em ach trabalho de parto. O que que é parto? parto a expulsão, a vida intrauterina e sendo expulsa para a vida fora do útero. Então esse trabalho de expulsão, emigração, mas os que saem são os maus que praticam o mal pelo mal, os que se comprazem no mal. Isso está na obra Gênese. Surdos ao bem. Nem todos que estão em consciência de sono se caracterizam por esse tipo de maldade. Às vezes são mais neutros, são mais indiferentes, não fazem o mal, mas também não fazem o bem. E estes neutros indiferentes, neste momento de transição ficam e eles também acabam sendo um desafio para nós, aqueles que estão mais ativos no bem em qualquer proporção, tanto os maus quanto os neutros, porque os neutros também acabam sobrecarregando os maus, acabam se transformando em desafios para aqueles 20%. Mas é importante esses neutros que ficam, isso está no Evangelho segundo o Espiritismo, quando o próprio Santo Agostinho agora fala do mundo regenerado, o mundo de regeneração, porque a gente acha que se a gente ficar aqui na Terra nessa transição, nós estamos garantido. Eu lembro até que a Sandra Borba numa conferência anterior, ela falou do green card para poder ficar aqui na terra, no mundo regenerado. Mas é o green card transitório, porque lá Santo Agostinho no Evangelho vai falar: "Mascificar e falir poderá cair novamente no mundo de provas e expiações." Então estes neutros que ficam e estão tendo a oportunidade agora de deixar a indiferença para caminharem na direção da proatividade, terão um tempo aqui na Terra. Mas se não se ajustarem à proposta do mundo regenerado, faliram, cairão novamente no mundo de provas e expiação. Então são esses espíritos eh que o Santo Agostinho tá falando aqui, os exilados, os 20%

Mas se não se ajustarem à proposta do mundo regenerado, faliram, cairão novamente no mundo de provas e expiação. Então são esses espíritos eh que o Santo Agostinho tá falando aqui, os exilados, os 20% já mais engajados, mais conscientes. Não estamos falando aqui dos espíritas neste momento, mas os homens de bem, as pessoas de bem, então vão experimentar a inclência da natureza. Isto é natural. Os flagelos destruidores ainda fazem parte do planeta. As placas tectônicas se ajustando, gerando estes flagelos que levam e ceifam vidas à pandemia da Covid, ainda deixando suas sequelas e seus estragos. Está lá em o livro dos espíritos. Os flagelos destruidores promovem progressos rápidos em anos, o que demandaria séculos para acontecer. Mas o que eu gostaria de chamar atenção seria para justamente esta perversidade dos homens. Na parábola do joio e do trigo, vejam que Jesus coloca o joio e o trigo convivendo no mesmo campo. Nós poderíamos olhar a Terra de fato como se fosse eh como se fosse este campo, este campo da vida, este campo dos desafios, campo do aprendizado, campo da ação. E aqui nesta simbologia, joio e trigo convivendo, as pessoas de bem e as pessoas que não querem o bem. E naturalmente que isso gera dificuldades, atritos que Allan Kardec na obra Gênese ele chama do choque de valores, que geraria, segundo a expressão do nobre codificador, perturbações temporárias. Então, estamos vivendo na Terra estes momentos de perturbações temporárias. Trazendo um pouco para a doutrina espírita, para a vida do espírita, afinal de contas, estamos num congresso, numa conferência espírita, nós vamos começando a imaginar os desafios que temos enfrentado, que já enfrentamos, temos enfrentado e ainda enfrentaremos. Na mensagem que eu me referi de Erasto, espírito guerra surda, na revista de dezembro de 63. Me desculpem a repetição às vezes de mês e ano, mas eu acho importante a referência pontual exata. Muitos acompanhando pela internet e depois vão buscar a revista espírita para poder e eu recomendo a leitura do

em a repetição às vezes de mês e ano, mas eu acho importante a referência pontual exata. Muitos acompanhando pela internet e depois vão buscar a revista espírita para poder e eu recomendo a leitura do texto na íntegra. Quem não tiver a revista pode ir no site da Federação Espírita Brasileira, está disponível, na ferramenta cardecéia.com, está lá disponível, porque aqui nós trazemos um ponto, uma síntese, por isso peço desculpas por insistir mês e ano, mês e ano, mas é para que a referência fique correta, para que demonstremos de onde estamos tirando essas informações. Não é opinião pessoal, mas são ideias alicerçadas na codificação. Erasto vai falar agora especificamente das lutas do espírita, onde ele vai chamar uma expressão bem interessante, Glgota espírita, onde ele diz que não haverá mais fogueiras, martírios físicos, como outrora, como naqueles tempos do cristianismo primitivo, como naqueles tempos da idade média, mas ele nos fala que haverá embustes, ciladas por mãos amigas, gol golpes nas sombras. Ou seja, muitas vezes sofremos algo e nem sabemos de onde veio o golpe. Às vezes as traições, as escondidas, né, às nossas costas, ele fala que seremos crucificados em nossos interesses, afeições e honras. parece escrito hoje, crucificados em nossas afeições, em nossos interesses e em nossa honra. Por isso vimos algumas vezes em palestras esparsas Odivaldo falando desse gólota do espírita da cruz que não é mais dar a vida física, mas é esta dar a vida moral, que é, entre aspas, morrer um pouquinho por dia através destes testemunhos que são desafiadores, mas não nos falta socorro espiritual, providência divina. E nós vamos, portanto, promovendo este processo de sublimação, de iluminação espiritual. Então, muito importante este alerta e vamos conviver com pessoas as mais diferentes. Na revista espírita, também de janeiro de 67, Kardec vai trazer uma classificação tipos de pessoas, diferente daquela classificação que nós usamos de manhã. Ali foi uma classificação de espíritas.

es. Na revista espírita, também de janeiro de 67, Kardec vai trazer uma classificação tipos de pessoas, diferente daquela classificação que nós usamos de manhã. Ali foi uma classificação de espíritas. Ali Kardec faz uma classificação de pessoas, tipo características morais das pessoas que vivem na sociedade, pessoas que nós vamos enfrentar nos relacionamentos humanos. Ele vai dizer pessoas materialistas, pessoas sensualistas, pessoas fanáticas, pessoas despreocupadas, todos os tipos de pessoas que vão se constituindo neste Glgota espírita. Primeiro ponto, autoavaliar-se para ver se em nós não há ainda algum grau de sensualismo, algum grau de despreocupação e indiferença, algum grau de materialismo. Nós vamos primeiro fazendo a análise em nós para que dentro deste processo do autoconhecimento, nós possamos ir fazendo este burilamento espiritual. À medida que burilamos, progredimos, corrigimos defeitos, conquistamos virtudes, nós vamos ficando cada vez mais fortes do ponto de vista espiritual para enfrentar esses desafios eh da vida moderna. E como estávamos citando o espírito Camilo, existe também uma obra um pouco mais recente, o tempo de Deus, onde ali há algumas advertências também muito importantes para nós, para que possamos ficar bastante vigilantes e atentos. Notamos na obra em especial e em outras de Camilo, que é um espírito que consegue muito bem fazer um raio X, fazer um diagnóstico exato do mundo espiritual para cá. é um espírito comprometido com esse movimento regenerador da Terra, que tem este olhar certeiro destes tempos atuais que nós estamos vivendo. E ali em bem em síntese, ele vai nominar alguns capítulos de tempos de, então tempos de definições que vai ao encontro da frase inicial que nós começamos a nossa fala, tempos de definições. Já não podemos mais servir dois senhores, servir a Deus e a mamão. As nossa, o nosso amor a Deus já não pode ser mais simbólico. O nosso amor a Deus já não pode mais ser acompanhado de atos vazios. Camilo fala: "Não adianta mais o

s senhores, servir a Deus e a mamão. As nossa, o nosso amor a Deus já não pode ser mais simbólico. O nosso amor a Deus já não pode mais ser acompanhado de atos vazios. Camilo fala: "Não adianta mais o sentimento religioso vazio. O nosso amor a Deus agora tem que ser através de atitudes, de escolhas. Escolhas saudáveis, escolhas equilibradas, escolhas fiéis ao evangelho. Porque muitas vezes notamos que nesses tempos de definições, uma escolha errada que nós fazemos do ponto de vista moral abre oportunidades para outras escolhas erradas. É como a pessoa que trupica no primeiro degrau e aí começa, perde o equilíbrio, vai perdendo o equilíbrio e cai, toma um tombo imenso. E às vezes o tombo imenso começa num primeiro degrau. Às vezes uma escolha moral, uma concessão moral que nós fazemos ali começa muitas vezes a nossa desdita moral. São épocas de muitas concessões morais, onde alguns espíritas acham muito exagerado a proposta espírita. Então, começam a fazer algumas concessões, vícios aqui, vícios morais, vícios físicos. E nessas concessões, a abertura para o processo obsessivo e naturalmente podem se colocar nessa condição de uma escolha errada que gera outra, que gera outra mais grave e outras mais graves. E a pessoa muitas vezes vai se ver depois numa situação bastante alarmante. Claro que tempos e definições não significa que é a última oportunidade. Sabemos que não. O amor de Deus nos concede infinitas possibilidades, mas é um tempo de definição na Terra por este momento derrumar para o novo mundo. Ele vai nos falar de tempo de descomprometimentos para a gente poder ir identificando um pouco primeiro os olhando sempre em nós e depois as pessoas à nossa volta. E aqui também eu vou citar porque para mim foi uma informação, digamos assim, nova. Ele diz assim: "Recarnam verdadeiras multidões de almas que estavam detidas em regiões do mundo espiritual, comandadas por outras mentes mais maldosas, vivenciaram lá reclusas, grandes silêncios motivados por medos e covardia.

erdadeiras multidões de almas que estavam detidas em regiões do mundo espiritual, comandadas por outras mentes mais maldosas, vivenciaram lá reclusas, grandes silêncios motivados por medos e covardia. Hoje no corpo são cínicos, frios, transferem para o outro a culpa pela sua infelicidade, indiferentes, gostam de deixar as coisas como estão, não agem por melhorias. Olha que interessante. Gostam deixar as coisas como estão. E aí nós vamos encontrar pessoas assim no templo religioso, relações conjugais. Um mais lúcido que é corrigir a relação, acertar, ajustar ruídos que estão desgastando. Aí pegamos uma alma com essa característica, o que que ela vai falar? Não, não, deixa como tá, tá bom? E o outro fala: "Não, a relação tá precisando, nós precisamos investir em saúde na nossa relação. Vamos buscar um terapeuta, vamos ajustar isso, ajudar aquilo." E o outro não deixa como está. Olha, a casa espírita tá precisando de melhorias, tá precisando corrigir isso, aquilo. Não deixa como está. Então, convivemos com pessoas descomprometidas, passivas, diante da necessidade de mudança, diante da necessidade de melhoria. E muitas vezes nós que poderemos estar nessa posição de mais idealistas, de mais comprometimento e queremos melhorar a relação, a relação familiar, profissional, é um desafio. Um quer, o outro não quer. Um dá um passo pra frente, o outro dá um passo para trás. É um desafio. E a gente tem que acabar achando um justo equilíbrio para que a gente possa conviver sem perder a paz. Porque muitas vezes ger atritos, perdemos a serenidade, perdemos a paz e entramos num processo de muitos conflitos, de adoecimento moral. Então, veja que esses alertas são muito profundos. Tempos de estarrecimento. Tempos de estarrecimento. Vemos ainda delitos, mesmo trabalhando na área jurídica e na área penal e infracional. Às vezes nós vemos determinados delitos e comportamentos que nós falamos: "Meu Deus do céu, que alma!" Mas não perdemos a esperança. Sabemos alma vai reencarnar, vai reencarnar,

a penal e infracional. Às vezes nós vemos determinados delitos e comportamentos que nós falamos: "Meu Deus do céu, que alma!" Mas não perdemos a esperança. Sabemos alma vai reencarnar, vai reencarnar, como Divaldo citou ontem na história de Hugulino, vai reencarnar e vai se modificar. Então, nós não perdemos o idealismo, não perdemos a esperança, mesmo diante de tempos de estarrecimento. Camilo cita getos virtuais. A internet sendo utilizada como péssimo instrumento, porque é uma ferramenta neutra, pode se fazer um bom mau uso, guetos virtuais, onde lá nomes falsos, photoshops, as pessoas se reúnem para pedofilias, crimes, fraudes, são tempos de fatos, difíceis e definidores, tempos de materialismo. E notem, Camilo aqui faz uma divisão muito pedagógica, porque existe, diz ele, dois tipos de materialismo. O materialismo acadêmico é aquela pessoa que não acredita na alma. A vida é produto do acaso. Nasceu, morreu, acabou tudo. Existem pessoas que pensam assim, existem. E normalmente não são todas, mas tendem a um comportamento responsável. Para que educar sentimentos? Para que ajudar o próximo se logo tudo vai acabar? Normalmente adota um comportamento bem doento. Mas existe o que ele chamou, que talvez seja o mais grave, o materialismo vivencial. Pessoas que têm um sentimento religioso, que frequentam um templo, oram, mas não conversam com Deus. Orar, né? É o rezar é diferente de orar. abrir a alma com sinceridade, com desejo de mudança e melhoria. Muitos estão lá no, estão nos templos, estão na casa espírita, mas mantém um comportamento de materialismo vivencial. Vão atender aos interesses primários, ao prazer, ao consumismo, não se comprometem. E naturalmente que diante desse diagnóstico de Camilo, nós vamos percebendo que os desafios que vão surgindo bem perto de nós, mas com um propósito espiritual. E Camilo, num dos capítulos, quase que fazendo uma síntese, nos propõe: "Em que tempo nós queremos viver? Tempo do Cristo ou tempo do mundo?" Ele coloca então a luz e a treva dentro

pósito espiritual. E Camilo, num dos capítulos, quase que fazendo uma síntese, nos propõe: "Em que tempo nós queremos viver? Tempo do Cristo ou tempo do mundo?" Ele coloca então a luz e a treva dentro dessa balança, o tempo de Deus ou o tempo do Cristo e o tempo do mundo. Que valores? Ou como citamos de manhã, qual vai ser o nosso grau de engajamento? Qual o nosso perfil de espíritas para lidarmos com tudo isso? Como temos nos saído? Como sairemos desta reencarnação? Vencedores ou vencidos dentro da perspectiva moral? É claro, eu estava vindo para cá, para Cascavel, na verdade, e pra conferência. E no voo eu estava lendo, estou lendo uma obra 50 anos depois que muitos conhecem há 2000 anos. 50 anos depois Avec Cristo renúncia e 50 anos depois ali tem Nestório, o escravo, a reencarnação de Emânuel, do senador romano. E uma frase me chamou atenção. Falei: "Nossa, isso aqui é é realmente nos chama atenção nesses tempos atuais. É o que nós estamos sendo convidados a ser. diante de tantos e tantos desafios, mas é claro que não é só desafio, muitas coisas boas também nos acontecem. E ele fala assim: "É um momento da obra onde ele nestório está reunido com os cristãos nas catacumbas e quem iria fazer a predição evangélica era Policarpo, esse mártir do cristianismo. E Policarpo foi preso, como não tinha ninguém para comentar na histório, que tinha um vasto conhecimento, ele vai comentar a lição do evangelho. E num dado momento ele diz assim que os cristãos e agora nós podemos ampliar as pessoas de bem e aí insere-se nós espíritas temos que marchar na vanguarda nos caminhos humanos. Então são esses tempos que de fato nós vamos ter que marchar na vanguarda, realizar o extraordinário, ousar no bem. não ficar no na normalidade, no mero dever, porque o amor começa a dizer Emanuel, aonde o dever termina. Porque muitas vezes nós achamos que está tudo OK, que nós estamos dando conta, porque estamos ainda no campo do dever. Não, eu chego no horário, no serviço, eu saio no horário, eu cumpro, eu cumpro

a. Porque muitas vezes nós achamos que está tudo OK, que nós estamos dando conta, porque estamos ainda no campo do dever. Não, eu chego no horário, no serviço, eu saio no horário, eu cumpro, eu cumpro meu dever, minha os meus encargos profissionais, eu chego lá no centro no horário certinho, saio no horário certinho, OK? está cumprindo com o dever, mas o amor começa onde termina o dever. é aquilo que a gente realiza de além. Porque na vida nós podemos fazer o a quem, o normal e o extraordinário. E estes tempos difíceis que treinam o espírito, convivendo com pessoas difíceis que treinam o coração, as emoções, é um convite para que a gente possa a começar a realizar ou aqueles que já realizam continuar o extraordinário. surpreender positivamente as pessoas, fazer mais muitas vezes do que os outros esperam, não para que eles nos aplaudam, nos cumprimentem, mas para que possamos estar com a consciência em paz. Este é o nosso prêmio. É o maior galardão do homem de bem é a consciência em paz. E quão bom é quando nós fazemos a mais do que podemos fazer no campo do bem, nas suas variadas expressões. É tão gratificante. E diante desses desafios, nós poderíamos aqui perguntar: Qual será o método da criatura de bem? Qual é o método que nós vamos adotar? E aí nós buscamos novamente o benfeitor Camilo na obra A carta magna da paz. Extraordinária obra Camilo em reencarnações transatas conviveu foi ali eh conviveu com São Francisco de Assis e ele poôde muito bem penetrar a alma de São Francisco de Assis. E nessa obra, uma homenagem a Francisco, inclusive ele estuda ali, faz uma reflexão da oração de São Francisco. Mas num dado momento, Camilo vai falar ali do método de Francisco. Qual era o método de Francisco? Ele chamou de contestação franciscana. É o nosso método. Como funciona a contestação franciscana? Francisco de Assis não pruejava, não maldizia a riqueza. o luxo, a violência. Que que ele fazia? Vivia na simplicidade, vivia a paz, vivia o amor. Então, ele não reagia, ele não dava

ação franciscana? Francisco de Assis não pruejava, não maldizia a riqueza. o luxo, a violência. Que que ele fazia? Vivia na simplicidade, vivia a paz, vivia o amor. Então, ele não reagia, ele não dava combustível para as reações, para as contendas inúteis. Este é o nosso método. Porque muitas vezes nós nos alteramos porque nós queremos mudar o outro. E mudar o outro não depende de nós, depende do livre arbítrio do outro. Nós podemos colaborar, cooperar ou como diz Jesus, sermos semeadores nestes tempos difíceis, nós vamos semeando e muitas vezes propiciando para que outras almas aprendam, como nós também estamos aprendendo com outras almas que estão mais na vanguarda e que nós temos a oportunidade de desfrutar a convivência ou ter acesso ao exemplo para que possamos modificar essa semeadura. Então, Francisco adotava este método. Ele não ficava no embate, na discussão verbal. Ele simplesmente utilizava o exemplo, o vigor do exemplo pessoal. Então são momentos que conforme a situação, é claro, não adianta a contenda verbal. Nós enfrentaremos os desafios mostrando qual é o comportamento certo, dando o exemplo. Há momentos, principalmente dentro da intimidade doméstica, com familiares, às vezes entes mais queridos, e que sim, haverá tempo para um diálogo, mas sem a contenda, sem a imposição, simplesmente apresentando o caminho que nós esperamos que os nossos filhos, companheiros, companheiras, pais, possam seguir. Então, este é o método da contestação franciscana que nós deveremos refletir para que possamos usar como método também nos desafios que a vida vai nos apresentando. E quando nós falamos, é claro, do método, é uma pergunta, nos vem à mente, OK? O método. E agora, quais serão as nossas armas? Ou poderíamos usar melhor quais serão os nossos recursos? E nós vamos encontrar na literatura espírita muitas referências úteis para nós, muitas referências. Na revista espírita também está ali espalhada pelas páginas de ouro da revista espírita, conforme diz Herculano Pires, que

na literatura espírita muitas referências úteis para nós, muitas referências. Na revista espírita também está ali espalhada pelas páginas de ouro da revista espírita, conforme diz Herculano Pires, que colaborou na tradução da revista As Páginas de Ouro, nós vamos encontrar naquela mensagem que eu citei de Mardoqueu, que está em outubro de 61. Ele já vai nos apresentar genericamente isto. Armai-vos de virtudes. Nós estamos nesse trabalho de parto, de transição, caminhando para o novo mundo. Então ele já fala, já genericamente já nos representa quais são as nossas armas, as virtudes. E aí nós vamos encontrando a individualização dessas virtudes em outras lições para que possamos com êxito espiritual enfrentar os desafios. Por exemplo, nós vamos encontrar eh uma mensagem de Santo Agostinho na revista de Setembro de 72, Soldados da Nova Fé. Ele vai falar utilizar a lança da caridade. A lança da caridade. Então, a nossa arma, nesse sentido simbólico, porque não é para agredir o outro, mas é para sensibilizar, gerar despertamento a caridade. E aí não existe conceito melhor do que o livro dos espíritos, a questão 886. Indagado os benfeitores, qual seria a caridade segundo os padrões do Cristo? Perdão das ofensas, benevolência para com todos e indulgência com as imperfeições alheias. Então, a caridade, que é o amor em ação, vai sendo, vão sendo aí as nossas armas, porque segue, né, nós anotamos aqui, eh, o escudo do amor. Escudo do amor. As pessoas nos atacam, ferem a honra, a afetividade, conforme nós vimos. E nós usamos o escudo do amor que não reage, que não revida, que vai inclusive orar. Orai também pelos vossos inimigos, pelos que vos persegu caluniam, como disse Jesus, este é o escudo do amor. Nem sequer pensamos em reação. Nós vamos usar a coragem para usar no bem, para não desistir. Nós vamos usar, como dizem, o capacete da esperança. Eu acho interessante porque nós vamos nós vamos aqui nos imaginando como soldados da nova fé. Escudo do amor, lança da caridade, né? Nós vamos

tir. Nós vamos usar, como dizem, o capacete da esperança. Eu acho interessante porque nós vamos nós vamos aqui nos imaginando como soldados da nova fé. Escudo do amor, lança da caridade, né? Nós vamos imaginando capacete da esperança, porque entendemos este processo, repito, e faz com que jamais percamos a esperança deste mundo que virá e de que nós temos que colaborar com eles. E a couraça da caridade. Paulo de Tarso vai falar da armadura espiritual. Porque à medida que vamos usando as virtudes como instrumento, nós vamos construindo esta armadura espiritual, uma vibração mais elevada, uma sintonia mais fácil com os benfeitores espirituais. Não é para nos exentar dos desafios, mas é para nos trazer coragem, força, alento, inspiração. É para que esta armadura espiritual, quando vibrarem contra nós, estas vibrações não encontrem receptividade em nosso Kardec chamava, em nossa atmosfera espiritual, porque as pessoas podem vibrar contra nós, podem desejar o nosso mal. A questão é se este mal dos maus vai nos afetar e nos perturbar. Se eu tiver com estes instrumentos, com essas armas, com esta armadura espiritual, naturalmente que poderão vir espíritos inferiores, poderão vir vibrações negativas, mas nós estaremos, portanto, num padrão de sintonia. Para nós é muito difícil manter um padrão estável. Oscilamos. A ideia é tentar oscilar cada vez menos e quando baixar a vibração, procurarmos o mais rápido possível reequilibrar-se, buscar a serenidade. E aí que nós falamos de manhã, a casa espírita é muito importante eh nesses desafios. E aí eu falei da família espírita. Na casa espírita, nós estamos ouvindo estas lições. Não podemos dispor em nosso estágio espiritual da repetição dessas lições. Precisamos ouvir sobre paciência, caridade, esperança, repetidas vezes almas frágeis que ainda somos. E ali na convivência da casa espírita, nós vamos formando a família espírita para que nesses desafios nós possamos ali encontrar o ombro amigo, a mão amiga. E uma coisa que eu acho muito

ainda somos. E ali na convivência da casa espírita, nós vamos formando a família espírita para que nesses desafios nós possamos ali encontrar o ombro amigo, a mão amiga. E uma coisa que eu acho muito interessante, muitos espíritas têm vergonha de buscar o atendimento fraterno da casa espírita que ele frequenta. que vão pensar de mim que eu conheço, convivo aquelas pessoas, como é que eu vou lá no atendimento expor os meus problemas, falar das minhas lutas? Quem é que não as tem? E há o regime de sigilo no atendimento fraterno. Naturalmente que a pessoa ali não vai sair, falar: "Você viu o fulano veio aqui?" Imagia, o presidente do centro veio no atendimento fraterno e falou: "Claro que exige seu sigilo, humildade. Eu estou passando por um período difícil, uma luta desafiadora no lar, etc." etc. Vim aqui no atendimento fraterno. Às vezes um companheiro da família espírita vai ter um olhar diferente, um ângulo do desafio. Se ele não tiver nada de novo para oferecer, muitas vezes nós no atendimento vem um companheiro espírita, a luta é dura e às vezes são lutas desafiadoras. E eu quero dizer que inclusive aqui no estado do Paraná tenho conhecido espíritas extraordinários cujas lutas que eles às vezes nos confidenciam, lutas realmente dramáticas e continuam no labor espírita. Continuam. Tenho conhecido pessoas que mantém a fidelidade passando por lutas desafiadoras. Então, se eles vêm trabalhadores nos buscar, às vezes nós na condição do atendente fraterno e não tivermos nada de novo a oferecer, no mínimo a nossa solid, estou solidário à sua dor. Venha cá, me dá um abraço, vamos orar, vou orar por você. Faz tão bem isso, pessoalmente. Isso a gente não pode generalizar. Talvez tenhamos usado, tenhamos ou estamos, melhor dizendo, usando muito pouco a família espírita como recursos de fortalecimento junto com esses instrumentos ou essas armas que aqui eh nós estamos eh mencionando. E na fala de Jesus, o modelo guia, também vamos encontrar muitas orientações oportunas. a respeito dos desafios. Eu brincava

m esses instrumentos ou essas armas que aqui eh nós estamos eh mencionando. E na fala de Jesus, o modelo guia, também vamos encontrar muitas orientações oportunas. a respeito dos desafios. Eu brincava certa feita em nosso grupo de estudo, porque eu falava assim: "De uma coisa nós não vamos poder fazer contra Jesus, nós não vamos poder ir lá denunciar ele no Procom, que é o órgão de defesa do consumidor, porque em nenhum momento Jesus falou que ia ser fácil". Ele muitas vezes deixou muito claro que seriam lutas desafiadoras, difíceis, mas também nos apresentava o caminho e também nos falava do galardão que viria a paz e consciência. Estas estes êxtases espirituais de uma luta bem vivida e bemvivenciada para a nossa redenção espiritual. Então nós poderíamos buscar alguns textos de Jesus para nessa etapa final da nossa fala. possamos ali também encontrar as orientações seguras para os nossos desafios. Por exemplo, eu vos envio como ovelhas em meio de lobos. Sede prudentes como a serpente e mansos como as pombas. Eu acho tão valiosa esta fala do Cristo, porque vimos a proporção, espíritos exilados. lobos, né, e as ovelhas, como o Divaldo falou ontem. Mas temos que agir como a serpente. Por que a serpente? A serpente conhece o habitate onde ela está. Ela através da identificação, de identificação do calor, ela pelo ambiente, ela identifica o habitate, sabe dos riscos, dos perigos, de tudo que a cerca. E nós espíritas temos que ser prudentes como as serpentes. Conhecemos as pessoas com quem nós convivemos, os ambientes desafiadores que estamos, para que possamos nos preparar, prevenir-se. Há determinadas pessoas que são desafios para nós, que estão no lar, estão no trabalho e a gente convive e são pessoas difíceis. Então, eu já sei que eu vou encontrar aquela pessoa, aquele tipo de vibração. Vou para uma reunião que eu sei que vai ser difícil, aquele ambiente é desafiador, às vezes uma reunião familiar. E aí nós vamos ser prudentes como a serpente. Que que nós vamos fazer? fazer

vibração. Vou para uma reunião que eu sei que vai ser difícil, aquele ambiente é desafiador, às vezes uma reunião familiar. E aí nós vamos ser prudentes como a serpente. Que que nós vamos fazer? fazer uma oração em casa, uma leitura a determinadas pessoas e situações que no mínimo uns dois evangelhos no lar pra gente poder manter uma certa serenidade e equilíbrio. Importante este preparo prévio, importante esse fortalecimento que naturalmente também vai se dando na vivência das tarefas espíritas que deveremos manter com responsabilidade, que também vão nos fortalecendo e nos preparando para esses desafios, porque nós vamos ver que de uma para outra hora podem acontecer desafios inesperados e nós temos que estar preparados para eles. Prudentes como as serpentes, mansos como as pombas. Não reagir, é claro, sereis odiados por todos em meu nome. Está em Mateus, pois eu vim separar o homem do seu pai, a filha da sua mãe, a nora da sogra e os inimigos do homem serão os membros da sua casa, odiados em meu nome, a incompreensão alheia. Porque hoje nos esforçamos para uma vida mais idealista no bem. Já não mantemos muitos de nós os mesmos comportamentos de ontem desta vida. E aí advém a incompreensão dos amigos que se afastam às vezes de familiares que já não compreendem mais o nosso idealismo com a doutrina espírita. Então nós começamos a fazer escolhas mais saudáveis, conforme Camilo propôs. Muitas vezes saindo do trabalho, todos ou quase todos estão indo pro Rap Hour. Nós estamos indo pro centro espírita. Para muitos, final de final de semana é sinônimo de dormir de sábado a domingo. Para nós é sinônimo de trabalho na casa espírita, de trabalho na área social. Muitos ainda se comprazem nas conversas vulgares e chulas. A nossa conversa já é um pouco mais equilibrada. Não que tenhamos momentos e que tenhamos que ser sério, que não pode se divertir. Notem, não. Mas há um mínimo de comprometimento moral nas nossas escolhas. Mas nós não podemos tornar pessoas chatas também,

e tenhamos momentos e que tenhamos que ser sério, que não pode se divertir. Notem, não. Mas há um mínimo de comprometimento moral nas nossas escolhas. Mas nós não podemos tornar pessoas chatas também, que não faz nada, conversar só de espiritismo, só vai ao centro, porque tem uns que são chatos. Já atendi muitas pessoas assim. O espírita busca também um entretenimento saudável. Nós tínhamos lá em nossa cidade jantar dançante, mas não tinha venda de bebida alcoólica para angarear fundos. Espírita dança. Eu danço mal, mas espírita dança. Esse quadril travado de tenista aqui, dança, ri, se diverte. Se a gente vê bom humor, o Divaldo, Raul são pessoas de muito bom humor. Então, quando a gente vai fazendo essas escolhas e vai gerando um pouco essas incompreensões e aqui falando um pouco do lar, cuidado para não nos tornarmos uma pessoa chata e todo mundo se afasta de nós. Ah, vamos sair jantar? Não vou. Vamos no shopping? Não vou. Vamos no cinema? Não, não vou. A pessoa fica muito fanatizada. Certa feita, numa cidade do Rio de Janeiro, fiz uma conferência sobre desafios da vida familiar e aí veio uma uma pessoa, ele falou: "Pode até mencionar isso em palestras". Ele veio, porque eu falei um pouco desse desse dessa situação, ele falou: "Eu era espírita, mas eu era desses espíritas meio, entre aspas, não sei se aqui no Paraná usa essa expressão, bitolados. E aí a minha esposa convidava eu para jantar, eu não queria. Convidava para ir em baile, eu não queria. Convidava para dançar, eu não queria. E eu, por não querer dançar, acabei dançando. Ele fez esse trocadilho e falou. Então, às vezes saí para dançar, sa, vamos na festa de casamento, vamos, mas é claro que nós vamos manter o compromisso com a doutrina, não usar da bebida alcoólica, etc. É claro que em alguns momentos nós vamos fazendo essas concessões em nome da paz no lar, mas é claro que essas concessões têm limites. Nós não vamos abrir mão de valores que nós acreditamos. Mas nada impede que a gente esteja ali jantando,

s fazendo essas concessões em nome da paz no lar, mas é claro que essas concessões têm limites. Nós não vamos abrir mão de valores que nós acreditamos. Mas nada impede que a gente esteja ali jantando, que a gente vá para uma festa de casamento, para que a gente vá um show musical, assistir, né, um poma carten nela, né? Nós vamos assistir coisas boas. Nada impede, temos que nos divertir, mas muitos não vão compreendendo o nosso compromisso com o bem e vão se afastando. É esse sentido que Jesus tá falando. Eles vão se afastando de nós. E temos enfrentado muitos desses desafios parentes morais difíceis. parentes morais. Na obra do Raul, minha família o Mund e eu do Camilo, ele tem lá parentes com problemas morais. Tem sido um grande desafio para muitos espíritas. A nossa parte cabe continuar trabalhando no bem, não desistir, continuar semeando. Sabemos que eles se transformarão e que, como diz Jana de Angeles, nenhum investimento de amor é perdido. Então, diante desses desafios destas pessoas, nós continuamos amando. Por mais que a pessoa permaneça indiferente, mas o espírito está recebendo este amor, estas orientações e um dia vai frutificar. Por isso, no Evangelho do Segundo Espiritismo, nós encontramos fé na vida futura, que é um outro também recurso que nós vamos usando para esses desafios da vida. E é interessante que quando nós falamos da destas falas de Jesus, nós vamos encontrar na nobre benfeitora Amélia Rodriguez, através do Divaldo Franco, também muitas orientações do Cristo que não estão no Novo Testamento, que ela foi buscar dos bastidores nos registros do mundo espiritual e nos traz até hoje nós temos 10 obras de Amélia Rodrigues e às vezes vamos encontrar falas de Jesus que São verdadeiras pérolas para nós. Verdadeiras pérolas eh para nós. Na obra Luz do Mundo, Luz do Mundo tem uma frase muito bonita de Jesus: "Sois a terra generosa e eu sou a semente da vida". Olha que bonito, gente. Sois a minha paixão, a minha longa dor, o amor da minha vida. Sem mim

ndo, Luz do Mundo tem uma frase muito bonita de Jesus: "Sois a terra generosa e eu sou a semente da vida". Olha que bonito, gente. Sois a minha paixão, a minha longa dor, o amor da minha vida. Sem mim caminhareis em inquietação crescente. Sem vós sofrereis soledade. Amai-vos sempre. Seja o vosso sinal o amor. Amai a fonte, o solo, o animal, a vida em qualquer expressão. Amai-vos uns aos outros. Olha só que fala bonita de Jesus. Eu achei interessante aqui. Vós sois a minha paixão, a minha long, o amor da minha vida. Porque naturalmente que Jesus se entristece com as nossas falhas, com as nossas quedas. Temos histórias até do choro de Jesus, mas não é o choro nosso às vezes de desequilíbrio, de revolta, é o choro sereno, de tristeza. Por que ainda se equivocais? Sois a minha alongador. E ele continua conosco nesses desafios. Mas algo que o Divaldo citou ontem, que eu achei muito interessante, está na obra Boa Nova do Humberto de Campos, o 500 da Galileia. Leiam a lição os 500 da Galileia. Ali Jesus traz quatro quatro pontos que são indispensáveis para essas provações. Ele vai dizer assim: "Vós sereis o fermento divino. Vós sereis o fermento divino." Ou seja, em que pese os desafios. Aonde nós estivermos, nós vamos ter que fazer o bem crescer. Fermento, fazer crescer, fazer crescer o bem. O nosso querido César Saí escreveu, acho que até aqui, eh, com a Federação Espírita do Paraná, uma obra Flores onde você estiver ou Flores onde estiver, que é justamente ser o fermento, estar num ambiente hostil, estar enfrentando os desafios, convivendo com pessoas difíceis, mas continuarmos sendo o fermento divino, continuarmos sendo a expressão do bem. Ele diz assim ainda: "Imunizar o vosso coração contra todos os enganos da vida transitória, imunizar o coração, estarmos atento contra estas questões equivocadas e transitórias da vida, a porta larga da salvação." conforme nós dissemos, às vezes um descuido, uma escolha errada e trazemos provações graves que não faziam parte do nosso

estas questões equivocadas e transitórias da vida, a porta larga da salvação." conforme nós dissemos, às vezes um descuido, uma escolha errada e trazemos provações graves que não faziam parte do nosso planejamento reencarnatório muitas vezes. E quando eu estava lendo este imunizar o coração, que eu achei tão bonita essa expressão, coincidentemente eu estava finalizando a obra do Divaldo Grilhões Partidos. E ali o espírito Filomena diz assim: "O por vir pode trazer surpresas não supostas, fracassos não previstos. Para os que estão reencarnados, cada minuto é desafio no corpo. A advertência da vigilância significa cuidados contínuos. Imunizar o coração é eleger cuidados contínuos. Em um minuto a nossa vida muda. Em um minuto chegos notícias desagradáveis. Em um minuto uma pessoa faz algo grave contra nós. Em um minuto chegam as provas, chegam as expiações. Existem as provações e as expiações que nós não podemos evitar, que estão ali no nosso planejamento reencarnatório do passado. Mas existem muitas provações e expiações causadas nesta vida que com cuidados contínuos nós poderíamos evitar. desafios adicionais que nós poderíamos evitar com mais vigilância e cuidado. Cuidados contínuos. Cuidados contínuos. Uma vez um confrí nos orientou e disse assim: "Eu nunca saio de casa para qualquer compromisso sem antes realizar a minha oração. Porque porta fora, às vezes até porta dentro, né? Mas porta fora, quantas coisas desafiadoras podem nos acontecer. trânsito, uma fechada, a gente abre o vidro num momento meio perturbado, xinga, o outro desce do carro com uma arma e pode muitas vezes desenvolver uma situação de violência, de agressividade e às vezes até de homicídio, trânsito, provocações. Às vezes estamos com o nosso companheiro, com a nossa companheira e determinados ambientes hoje em dia bastante desafiadores, provocações, seduções explícitas que outros fazem em total desrespeito, mesmo vendo que é uma pessoa compromissada, casada, e a gente tem que lidar com aquilo sem perder o

m dia bastante desafiadores, provocações, seduções explícitas que outros fazem em total desrespeito, mesmo vendo que é uma pessoa compromissada, casada, e a gente tem que lidar com aquilo sem perder o equilíbrio. Cuidados contínuos para que a gente possa, como diz aqui, Grilhões Partidos, lhe dar bem, sair de casa, orar, porque em um minuto tantas coisas podem nos acontecer e quando acontecer que possamos estar ali preparados para sermos fiel ao evangelho, fiel às diretrizes da doutrina espírita. E agora, eh, recentemente, uma frase de Joana que foi colocada até no site, eh, na página do Facebook da Mansão do Caminho, que eu achei assim muito propícia. Reserva-te o direito de permanecer indiferente às provocações de qualquer natureza. Numa época de insensatez como esta, o mal anda em liberdade, seduzindo os encaltos. Joana, cuidados contínuos. E ainda para os 500 da Galileia, Jesus ainda vai dizer: "A vossa voz será a do deserto". Porque muitas vezes desses desafios estaremos a sós. Claro que em comunhão com o mundo espiritual, em soledade com a divindade, mas às vezes fisicamente a sós ou muitas vezes seremos poucos, mas mesmo assim temos que seguir eh compromissados com o bem. E é interessante que algo que nós do espiritismos temos em vantagem em relação ao não, aos não espíritas, daí sempre temos que agradecer a doutrina espírita em nossas vidas. Existe na revista de agosto de 68 uma mensagem de São Luís, onde ele vai dizer assim: "Temos as comunicações espirituais abundantes que nos reanimam a fé. Os mártires cristãos não tinham e venceram e não recuaram. Nós sabemos que no cristianismo primitivo havia a comunicação espiritual, mas ele usou aqui a palavra para nós abundantes. As comunicações espirituais que não estão só nas reuniões mediúnicas, que estão grafadas, registradas nas obras espíritas. 400 e tantas obras de Chico, 200 e tantas obras de Divaldo, mais de 35 obras de Raul Teixeira e tantos outros que nós podemos sair, Ivone do Amaral Pereira. Quantas vezes

istradas nas obras espíritas. 400 e tantas obras de Chico, 200 e tantas obras de Divaldo, mais de 35 obras de Raul Teixeira e tantos outros que nós podemos sair, Ivone do Amaral Pereira. Quantas vezes passando por determinados desafios e lutas intensas, nós não vamos ali em Joana de Ângeles e achamos uma lição que cai justa para as nossas dores. E ali a benfeitora vai orientar, age assim, pensa dessa forma, insiste nisso. Quantas vezes enfrentando desafios familiares, nós não vamos em Camilo, minha família, o mundo e eu, os desafios da vida familiares. E a gente vai lá, e acha uma mensagem que cai uma luva para que a gente possa enfrentar os desafios em clima de fidelidade. Emanuel, quantas páginas de Emanuel? Então, vejamos que nós temos as comunicações espirituais, as obras espíritas mediúnicas em especial, mas também muitas obras não mediúnicas que companheiros ali trouxeram lições também valiosas para os nossos testemunhos. Mas eu achei interessante este alerta de São Luís. Vós tem em abundância as comunicações espirituais para reanimar a vossa fé. Busquemos a literatura espírita em tempos difíceis, porque eu não tenho dúvida que não há situação que nós não encontremos nessas lições que aqui nós estamos referindo, que cai como conforme dissemos, vem como uma chuva de energias pra gente não desanimar, pra gente intima, vale a pena amar, vale a pena seguir quantas vezes muito interessante. esta mensagem e nós podemos dizer, fazendo o fecho do nosso raciocínio, utilizando o nosso nobre codificador como exemplo, de manhã nós falamos Allan Kardec, o codificador, o dirigente, o atendente fraterno, o dialogador de reunião mediúnica e Allan Kardecita que também enfrentava os seus desafios. A revista espírita é um registro desses desafios e destas lutas que Kardec enfrentou pessoalmente, vida pessoal e também nas lides espíritas. E mais recentemente cartas e documentos têm sido eh divulgados da época originais. Um acervo extraordinário que compõe a história do espiritismo, que nos traz

ida pessoal e também nas lides espíritas. E mais recentemente cartas e documentos têm sido eh divulgados da época originais. Um acervo extraordinário que compõe a história do espiritismo, que nos traz mais notícias dos desafios de Kardec. Porque Kardecicamente, Kardec não as pessoas, fulano me fez isso, fulano nós gostamos, né? Não, você não viu o que que fulano me fez, ciclano fez, aquela pessoa não vale nada. Kardec não nominava, ele simplesmente falava. Em algumas vezes ele citou: "Recebi um beijo de Judas. falando das traições. E mais recentemente pudemos saber que Kardec enfrentou muitos desafios e soube se manter fiel. O ano de 1865, em especial, foi um ano profundamente desafiador para Kardec, a doença, porque muitas vezes o desafio vem na área da doença, doença, a ponto do Dr. Demer, espírito que cuidava da saúde de Kardec, do mundo espiritual. Calma, não se apresse, se cuida. Há uma comunicação espiritual de Demer muito interessante. Ele fala: "Cuida um pouquinho porque isto foi depois de 65 e ele sabia: "Há uma obra ainda especial para você fazer o fecho." A gênese que viria: "Cuida da sua saúde." Então ele passou muitos abalos da saúde, médiuns dissidentes da sociedade de Paris, espíritas que abandonavam o espiritismo e caluniavam o codificador. Através destas cartas, também podemos saber que Kardec, num dado momento, pelo volume da tarefa, outro desafio existencial, ele teve três secretários pessoais para ajudar, principalmente correspondências, recebia 300 cartas por mês aproximadamente. E ele teve três secretários, Dbell, o médium exclusivo de Erasto, Sabô e Delian. Os três abandonaram Kardec. Os três abandonaram Allan Kardec. Os ataques contra a doutrina, distorcendo a doutrina, acusado de enriquecer-se a custa do espiritismo, os milhões do senor Allan Kardec. Talvez tenha sido uma das poucas vezes que Kardec foi à tribuna do Espiritismo, a revista, falar um pouco da vida pessoal dele, porque não tinha milhões nenhum. Muito pelo contrário, ele colocava dinheiro pessoal

sido uma das poucas vezes que Kardec foi à tribuna do Espiritismo, a revista, falar um pouco da vida pessoal dele, porque não tinha milhões nenhum. Muito pelo contrário, ele colocava dinheiro pessoal em nome da causa espírita. Então, Kardec enfrentou muita dessas lutas silenciosas, mas soube se manter fiel, soube se manter vigilante para poder dar conta da sua tarefa. Então, quando nós falamos desses desafios, não podemos esquecer da exemplificação do nosso nobre codificador. E nós vamos ver na questão 109 de O livro dos Espíritos, o Espírito São Luís. E isto vem assim como realmente uma um alento para nós. O bem reinará na terra quando entre os espíritos que vem habitá-la os bons superarem os maus. Homens de fé e de boa vontade, trabalhem com zelo e com coragem na grande obra da regeneração, porque colherão 100 vezes mais o grão semeado. Então, todo esforço, todos recursos de fidelidade, o método da contestação franciscana, as armas, os instrumentos que nós utilizaremos, valerá a pena. O galardão viará virá centuplicado. Então são esses tempos que nós caminhamos para o novo mundo e esses desafios intensificam-se. Se estamos filomendo de manhã o armagedom espiritual, a obsessão é outro desafio. Então, vivemos estes tempos de definições, tempos de estarrecimento, tempos de descomprometimentos, tempos de materialismos. E o espiritismo, que é o cristianismo rediv vivo, a mensagem do Cristo que volta a nós, vem para ser esta bússola, esta luz, este farol, para que a criatura humana não se perca na embarcação do corpo. Que possamos nos manter muito vigilantes, atentos, estudar a doutrina, buscar a família espírita, a prática do bem, para que possamos nos conservar fiel. E eu encerro a minha fala agora me permitindo aqui a leitura, porque é um texto maravilhoso que eu estou sintetizando. Quem quiser busquem, gente. São Luís, na revista espírita de agosto de 1868. E aí vou ler e finalizarei a minha fala. Vamos sentir com a alma. Vamos pensar nos nossos desafios. Vamos pensar nos recursos da doutrina e

uem, gente. São Luís, na revista espírita de agosto de 1868. E aí vou ler e finalizarei a minha fala. Vamos sentir com a alma. Vamos pensar nos nossos desafios. Vamos pensar nos recursos da doutrina e do evangelho. Meus filhos, estas perseguições, como tantas outras, cairão e não podem ser prejudiciais à causa do Espiritismo. Os bons espíritos velam pela execução das ordens do Senhor. Nada tendes a temer. Nada obstante é uma advertência para vos manterdes em guarda e agir com prudência. É uma tempestade que rebenta, como tendes que esperar e ver rebentar muitas outras, conforme vos temos anunciados. Que mérito teriais em triunfar sem esforço? Como valentes soldados, os feridos serão os mais recompensados. E que glória para os que saírem da luta, mutilados e cobertos de honrosas cicatrizes. Agradecei, pois, a Deus por vos haver posto na linha de frente, para que sejais dos primeiros a recolher as palmas gloriosas, que serão o prêmio de vosso devotamento à santa causa. Agradecei aos vossos perseguidores que vos dão oportunidade de mostrar a vossa coragem e de adquirir mais méritos. Pensai nos mártires cristãos. Não tinham como vós as comunicações incessantes do mundo invisível para reanimar a fé. Contudo, não recuavam ante o sacrifício, nem de sua vida, nem de seus bens. Ademais, já passou o tempo dessas provas cruéis. Os sacrifícios sangrentos, as torturas, as fogueiras não mais se renovarão. Vossas provas são mais morais do que materiais. Elas serão, por consequência, menos penosas, mas não serão menos meritórias, porque tudo é proporcional ao seu tempo. Não vos inquietais com o futuro da doutrina entre os que hoje a combatem, mas de um será seu defensor de amanhã. Os adversários se agitam. Em dado momento, quererão reunir-se para desfechar um grande golpe e derrubar o edifício começado, mas sem esforço forços serão vãos e a divisão afetará suas fileiras. Aproximam-se os tempos em que os acontecimentos favorecerão o desabrochar de que semeais. E por fim, a a violência. Continuai, pois a opor a

sforço forços serão vãos e a divisão afetará suas fileiras. Aproximam-se os tempos em que os acontecimentos favorecerão o desabrochar de que semeais. E por fim, a a violência. Continuai, pois a opor a suavidade e à caridade. Fazei o bem aos que vos querem mal, a fim de que mais tarde eles possam distinguir o verdadeiro do falso, tendes uma arma poderosa, a do raciocínio. Servis, pois dela, mas não a mancheis jamais pela injúria, o supremo argumento dos que não têm boas razões para dar. Esforçai-vos, enfim, pela dignidade de vossa conduta para fazer respeitar em vós o título de espírita. São Luís, revista Espírita, agosto de 1868. Muito obrigado. Que Jesus continue conosco hoje e sempre. [aplausos]

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