PROGRAMA PALAVRAS DE VIDA ETERNA, LIVRO PÃO NOSSO, CAP. 117- EM FAMÍLIA
PROGRAMA PALAVRAS DE VIDA ETERNA, LIVRO PÃO NOSSO, CAP. 117- EM FAMÍLIA, REFLEXÃO DIRCINÉIA JOSÉ. A importância de saber conviver em família levando em consideração a piedade dentro do lar.
เฮ Boa tarde, queridos amigos, queridas amigas. Desculpa aí, eu tive um probleminha aqui na na hora de me colocar, não tava entrando, por isso que eu demorei um pouquinho, né? Eu quero abraçar todos vocês. Sintam-se aí envolvidos por essas vibrações benéficas, salutares e abençoadas desse momento. Com muita alegria que a gente tá aí mais uma vez juntos, né, para que a gente possa fazer esse estudo dando continuidade aí nosso livro para o Nosso. Hoje nós estamos aí no capítulo 117 em família. E para quem não conhece, né, esse livro Pão Nosso, faz parte da coleção Fonte Viva. São livros aí, né, ditados pelo espírito Emânuel e psicografados pelo nosso irmão Chico Xavier. Então, vamos nos colocarmos numa posição mais confortável para cada um de nós. Quem quiser, feche os olhos, né? Quem não se sentir confortável em fechar os olhos, se concentre, olhe para dentro de si, aonde nós estivermos, que possamos todos juntos unirmos os nossos pensamentos, os melhores que tivermos, os nossos melhores sentimentos, louvando ao nosso pai de amor, misericórdia, bondade, agradecendo a ele as oportunidades que temos a cada dia para refletirmos sobre esses ensinamentos que o mestre Jesus nos trouxe, que nos direcionam para mais perto do nosso pai, que chamou a nossa atenção na forma de agir, na forma de trabalhar, na forma de estudar, tendo como foco nos aproximarmos da lei divina, tendo como aí e ponto central, o nosso progresso, a nossa evolução e assim a nossa felicidade, a felicidade daqueles que caminham conosco. Então, Senhor, que possamos a cada dia ser aqueles agentes que vão nessa busca de melhoria, de transformação, auxiliando a todos aqueles que caminham conosco com fraternidade, com compreensão, com harmonia. que o seu amor que é incondicional possa ser sentido por todos os corações nesse órb terrestre. Que assim seja. Graças a Deus. Bom, meus queridos irmãos e irmãs, né? Nós vamos aí dando continuidade. Nós temos aí, ó, a Maria das Graças lá de Mulungu, no Ceará. Seja bem-vinda, Maria das Graças. com
ue assim seja. Graças a Deus. Bom, meus queridos irmãos e irmãs, né? Nós vamos aí dando continuidade. Nós temos aí, ó, a Maria das Graças lá de Mulungu, no Ceará. Seja bem-vinda, Maria das Graças. com enorme alegria que a gente tá aqui, né, orando por esses irmãos, né, por essa irmã que você colocou aí, pela família, porque a gente sabe que conforme o próprio título aí desse dessa mensagem de Emmanuel nos traz, né, a família é o primeiro núcleo onde nós estamos inseridos, né, Ó, a Rose também entrou aí, né, nos dando boa tarde aí, Rose, seja bem-vinda também. E então, a gente aproveita, eu sempre falo, a gente aproveita esse momento, né, pra gente poder o quê? Não só estudar, entender, mas também pra gente compartilhar os nossos melhores sentimentos, os nossos melhores pensamentos, né? E nós temos ali a Conceição, né, Estados Unidos. Seja bem-vinda, Conceição. E a gente então aproveita esse momento pra gente vibrar positivamente, pra gente poder envolver. E hoje esse tema família, né, que é esse núcleo aí que todos nós estamos inseridos, mesmo quando alguns de nós aí através de uma prova ou eh de alguma fatalidade aí, não foi criado pela família consanguínea, mas por aquela família ali espiritual. Então, todos temos, todos temos aí, né, esse núcleo que é importante para nós, pro nosso desenvolvimento. E nós vamos ver o que que Emanuel nos traz, qual que é o versículo, né, que Emanuel nos traz para a gente entender isso. E olha que legal, né, a gente tá tendo ali no chat, né, eh algumas eh mensagens, algumas coisas, né, falando sobre família. Nós vamos orar sim, Rose, nós vamos vibrar. Eh, eu peço a todos os irmãos também, né, que a gente vibre pelas nossas famílias, porque diversidade, dificuldades nós temos, né? E aí Emuel traz pra gente esse versículo que Paulo escreveu para Timóteo. Timóteo, o filho de coração de Paulo, né? E Marcel, seja bem-vindo. Aprendam primeiro a exercer piedade para com a sua própria família. e a recompensar seus pais, porque isto é bom e agradável
imóteo. Timóteo, o filho de coração de Paulo, né? E Marcel, seja bem-vindo. Aprendam primeiro a exercer piedade para com a sua própria família. e a recompensar seus pais, porque isto é bom e agradável de diante de Deus. Então Paulo ele escreve aí para Timóteo, esse filho do coração, né, mostrando para ele, né, essa importância da família desses irmãos, né, desses que vem próximo a nós, né, que são importantes para o nosso crescimento, para o nosso aprendizado. a gente tá inserido nesse núcleo, né, com esses irmãos que às vezes são afetos, ou seja, já tem ali, né, uma simpatia para conosco, os mesmos pensamentos e às vezes são, né, desafetos. E aí a gente tem que aprender a ir lidando com isso, aprender aí, né, a envolver esses que não são aí muito eh ligados, simpáticos a nós. Então, é importante que a gente, enquanto espíritas, enquanto esses que estão buscando aí, né, esse, eh, vamos dizer assim, essa melhoria, possamos ir o quê? Fazendo a nossa parte. É claro que a gente vai ser mais tolerante, vai tentar, é, a gente vai tentar ser mais eh fraterno, porque estamos aqui estudando, estamos aqui, né, percebendo, como Paulo nos fala, né, para exercer essa piedade filial. E o que que é, né, a piedade, né? A piedade hoje em dia pelo dicionário, ela vem com aquele olhar de compaixão, misericórdia, né, de pena, de pena, de dó. E na verdade o sentimento de piedade é fidelidade, é ser fiel. Então, quando a gente fala, né, piedade é filial, é a fidelidade do filho. Tanto que a gente tem, né, como um dos mandamentos honrar pai e mãe. No próprio Evangelho segundo o Espiritismo, nós temos lá um capítulo que fala de honrar pai e mãe. Então, é importante nós sabermos que hoje em dia a piedade ela mudou aí esse olhar, né, mas ela vem dessa fidelidade, desse eh relacionamento de eh virtude em que a gente se comoove, em que a gente entende aí a dificuldade do outro e juntos a gente vai trabalhando pra gente se melhorar. Eu não vou me melhorar sozinha. Eu não vou aí ser aquele, né,
irtude em que a gente se comoove, em que a gente entende aí a dificuldade do outro e juntos a gente vai trabalhando pra gente se melhorar. Eu não vou me melhorar sozinha. Eu não vou aí ser aquele, né, que vai progredir sozinho. Então, termos essa piedade, né, na família com as deficiências do outro, porque a partir do momento em que nós percebemos que o outro como nós é aquele espírito que tem dificuldades, aquele espírito que tem imperfeições, nós vamos então olhar de uma outra forma, porque nós não vamos nos colocar naquela posição de que somente nós estamos passando por isso ou por aquilo, mas todos juntos estamos aí, né, fazendo essa construção, meus irmãos. Falar de família, principalmente no estudo espírita, né, a gente leva, a gente faz um seminário, né? É um seminário. Hoje a Manuel trouxe pra gente apenas essa eh pontuar isso, né? pontuar aí esse olhar, nos falar aí dessa luta, né, que todos temos. E aí a gente vai pro primeiro parágrafo, né? A luta em família é problema fundamental da redenção do homem na terra. Então isso é fundamental a todos nós. É uma luta, é um trabalho, né? Ali tá falando problema fundamental, né? Por quê? Porque nós naquele pequeno núcleo é que vamos ali aprender a conviver com essas dificuldades, porque às vezes é fácil a gente conviver com a dificuldade do outro externamente e a gente não vê isso lá. Ah, não, daqui a pouco a gente sai. Mas naquele dia a dia, naquele momento, eh, na maioria dos, eh, encontros, a gente vai sempre ali estar com aquela família, então somos mais próximos. Como seremos benfeitores de 100 ou 1000 pessoas se ainda não aprendemos a servir cinco ou 10 criaturas? Esta é a indagação lógica que se estende a todos os discípulos sinceros do cristianismo. Ou seja, né, como é que eu quero fazer uma grande obra fora, né? Como é que eu quero entender as dificuldades fora? Porque às vezes, né, a gente pensa assim, ah, uma caridade externa, ela é muito mais vista, né? Ela é muito mais meritória. Quando na verdade, para que a gente aprenda a
entender as dificuldades fora? Porque às vezes, né, a gente pensa assim, ah, uma caridade externa, ela é muito mais vista, né? Ela é muito mais meritória. Quando na verdade, para que a gente aprenda a lidar com o externo, a gente tem que lidar com o interno, lidar ali com as deficiências mais próximas, com as dificuldades daqueles mais próximos. E aí a gente vai, né, colocar como a gente sempre faz, né? Não estamos falando que é fácil, não é? Todos nós aí temos as nossas dificuldades, até porque, como nós dissemos, somos individualidades, também temos aí as nossas imperfeições, também temos aí, né, as os nossos eh vamos dizer assim, as nossas dificuldades, mas para que a gente realiza um trabalho realmente verdadeiro e sincero, é necessário que a gente, o quê? Que a gente aprenda a lidar com aqueles que estão conosco. É claro que é difícil. Às vezes a gente que já entende um pouquinho mais vai ter que abrir mão de algumas coisas, pedir desculpas ou perdão, chamar a conversar, abrir o coração. Talvez esse esteja um passo. E não fiquemos achando que se nós fizermos isso, nós estaremos aí, né, nos humilhando, porque foi o outro que nos ofendeu, né? Foi o é o outro que não me compreende, não. Nós vamos estar aí fazendo a nossa parte, vamos estar aí contribuindo para essa harmonia. E aí alguém pode virar e perguntar assim: "Mas e se eu já fiz isso? E aquele lá, o meu irmão na minha família, ele não me entende, ele não quer conversar, a gente tem ideias diferentes, ele não me respeita. Aí nós vamos fazer o quê, meus irmãos? Nós vamos orar. Nós vamos envolver aquele irmão em vibrações. Vamos pedir a espiritualidade que toque aquele coração, que envolva, né, aquele que está ali conosco para ser mais acessível. Mas a gente não vai ser aquela pessoa invasiva, né, que vai ficar ali se sobrepondo, querendo sempre, né, que aquele irmão nos eh goste de nós ou aceite as nossas ideias por obrigação, né, violentando ali o direito do outro. A partir do momento em que nós fazemos a
ali se sobrepondo, querendo sempre, né, que aquele irmão nos eh goste de nós ou aceite as nossas ideias por obrigação, né, violentando ali o direito do outro. A partir do momento em que nós fazemos a nossa parte, a partir de momento em que nós abrimos o nosso coração, nós vamos conseguir aí, né, ter uma tranquilidade, mesmo que a resposta ela não venha da forma como nós, né, desejamos, porque às vezes a gente quer conversar, quer pedir perdão, quer abrir o coração, mas aquele familiar ainda tá endurecido. aquele familiar ainda tá distante, tá deixando aí que as mágoas, né, que eh ressentimentos falem mais alto. Então, a gente só pode envolvê-lo aí, né, nesse nosso, ah, vamos dizer aí, nesse nosso pensamento e sentimento fraterno. Exatamente, minha irmã, é o que nós podemos fazer, porque nem Jesus e nem Deus, eles nos obrigaram a segui-lo ou nos reajustarmos ali com a sua lei. Jesus deu a nós o a liberdade de ouvir ou não. Então, temos que fazer a nossa parte, sim, sem arrogância, né, sem aquele olhar superior, levando aí no nosso coração, né, realmente essa vontade de o quê? De melhoria, de uma convivência salutar. Vamos evitar brigas, discussões, né? E às vezes a gente acha, né? Ah, se eu me calar, eu vou estar me deixando dominar. Não, às vezes o silêncio ele fala mais. Às vezes deixamos aí de falar coisas ofensivas ou que aquele aquele familiar ali não está preparado naquele momento. Então é menos um desgaste. E Em Emanuel [limpando a garganta] vem falar pra gente que bom pregador e mau servidor são dois títulos que não se coadunam, ou seja, que não se juntam. Porque se eu falo bem, se eu prego bem, mas eu não executo o que eu prego, então eu só estou falando o quê? Da boca para fora. Eu só estou aí, né, apenas repetindo o que eu estudei ou o que eu ouço falar. Porque o evangelho, meus irmãos, é muito mais do que esse conhecimento. É nós colocarmos no nosso dia a dia, é nós, né, a cada instante, a cada segundo, irmos aí cultivando esses ensinamentos e os passos, né? A
vangelho, meus irmãos, é muito mais do que esse conhecimento. É nós colocarmos no nosso dia a dia, é nós, né, a cada instante, a cada segundo, irmos aí cultivando esses ensinamentos e os passos, né? A gente não precisa dar passos grandes, mas pequenos passos, né? Então, Emmanuel continua nos dizendo: "O apóstolo aconselhe o exercício da piedade no centro das atividades domésticas. Entretanto, não alude a piedade que chora sem coragem antes ante os enigmas aflitivos, mas aquela aquela piedade, né, que conhece as zonas nevrálgicas da casa e se esforça por eliminá-las, aguardando a decisão divina a seu tempo. Então nós, enquanto apóstolos, enquanto discípulos de Jesus, vamos ser aqueles que vão levar pros nossos lares esse olhar, né, de fraternidade, de melhor compreensão, não a piedade, né, aquela piedade de pena ou, né, nos colocando naquela posição de que nós estamos ali, né, compadecidos daquele irmão, porque nós somos superiores. Não é com aquele olhar, né, de que nesse momento, ness nesse local, nós temos sentimentos diferentes e a gente não pode aí agredir aquele irmão. Então a gente recua, recua e se nutre, se revigora através, né, de bons pensamentos, né, da prece, da solicitação através da prece para que a gente possa aí, né, se utilizar com sabedoria desses conhecimentos. a gente se esforça não para criar atritos através do silêncio naquele momento, através aí também, né, de reconhecer que estamos equivocados, que estamos, porque nem sempre nós estamos certos. Então, é importante que a gente tenha essa visão. É claro, é óbvio, né? que a gente vai fazer o que está ao nosso alcance, mas a gente não pode mudar o outro. Nós não podemos transformar o outro. podermos envolvê-los nas nossas melhores vibrações, nas nossas preces, pedir a espiritualidade que toque a caminhada ou do nosso pai, da nossa mãe, do nosso irmão, do nosso filho, que toque aí para que dentro do lar a gente possa aí ter aquela harmonia, ter aquela convivência. Teremos ideias diferentes. Isto é
nhada ou do nosso pai, da nossa mãe, do nosso irmão, do nosso filho, que toque aí para que dentro do lar a gente possa aí ter aquela harmonia, ter aquela convivência. Teremos ideias diferentes. Isto é normal, somos individualidades, mas temos que respeitar a ideia do outro. Mesmo que nós não concordemos, mesmo que a gente tenha colocado para o nosso irmão os pontos e ele ainda não aceita, né? ele ainda se acha certo. Vamos respeitar, vamos aguardar aí a decisão divina que vai tocar aquele coração. Às vezes nós queremos, né, que aqueles nossos queridos, né, não passem por dores, por dificuldades, mas eles não aceitam. E aí, só naquela caminhada, só naquele momento, né, em que ele vai aí passar pela dor, é que ele vai realmente aprender. Então, nos cabe o quê? Você é aquele também que vai acolher aquele que vai chegar, né, que não concordou conosco, teve que passar por dificuldades. E a gente se lembra do filho pródigo, né, que pediu ao pai ali a sua herança, porque ele queria viver. Ele queria viver. Ele era bem tratado pelo pai, ele tinha alimento, ele tinha uma bela casa, trabalhava, mas ele queria curtir a vida. Ele achava que aquilo tava errado. Ele tinha direito a uma herança e saiu. E aí, quantas dificuldades ele não passou no mundo, quantas dificuldades ele não enfrentou. E aí ele se lembrou do carinho, do abraço, do aconchego do lar e retornou. E quando ele retorna, o pai está de braços abertos a receber, porque o filho estava voltando para casa. E o pai fez até uma festa para receber este filho. Não cobrou. né? Não apontou, não falou: "Olha, eu te disse". Apenas um envolveu. Ele teve que passar por aquilo para poder o quê? Aprender, perceber que o lar ali dava ele, né? Carinho, proteção, fraternidade. E mesmo que o pai às vezes fosse rígido, né? para que ele pudesse ter uma conduta, né, melhor. O pai o fazia com amor. Então, ele teve que passar por isso para poder o quê? Aprender. E assim somos nós, né? Às vezes nós fazemos isso, às vezes nós, né, fugimos aí
esse ter uma conduta, né, melhor. O pai o fazia com amor. Então, ele teve que passar por isso para poder o quê? Aprender. E assim somos nós, né? Às vezes nós fazemos isso, às vezes nós, né, fugimos aí a nossa responsabilidade, a nossa obrigação, ao nosso círculo familiar, achando que acabou o problema, mas criaremos uma família espiritual onde estivermos. E aí vamos fugir dali também se nós não enfrentarmos isso. Conhecemos numerosos irmãos que se sentem sozinhos espiritualmente entre os que se lhes agregaram ao círculo pessoal através dos laços consanguíneos, entregando-se por isso a lamentável desânimo. Então, a gente sabe que nós temos aí muitos irmãos que não querem abrir o coração, que não querem ali se socializar, conviver ou se deixar ali, né, envolver por aquele núcleo, por aquele círculo pessoal. Então, eles se sentem abandonados, sozinhos, né? Porque o olhar que se tem em determinado momento não é o mesmo olhar que ele às vezes ele também não quer abrir, é ter aquela sensibilidade, né? olhos de ver e ouvidos de ouvir para se deixar envolver por aquele núcleo. Então ele se sente excluído, sozinho, abandonado. E aí ele entra aí num desânimo, descrente da família, né, e de tudo. Mas Emânel nos fala que é imprescindível, contudo, examinar a transitoriedade das ligações corpóreas, ponderando que não existem uniões casuais no lar terreno. Preponderam aí, por enquanto, as provas salvadoras ou regenerativas. Então, meu irmão, a gente não tá inserido nesse núcleo familiar por acaso. A gente não está ali inserido nessa família espiritual, né, naqueles que estão ali mais próximos. Por acaso a gente tem que ter o bom senso de perceber que a espiritualidade ela não faz nada o acaso. E o próprio Emanuel vai chamar a nossa atenção, né? Não existem uniões casuais no lar, terreno, porque estamos todos ali, né, no mundo de provas e expiações. Então, inseridos nesse núcleo, nós vamos estar aí com provas salvadoras e regenerativas. A convivência um com o outro vai nos fazer o quê?
porque estamos todos ali, né, no mundo de provas e expiações. Então, inseridos nesse núcleo, nós vamos estar aí com provas salvadoras e regenerativas. A convivência um com o outro vai nos fazer o quê? aprender, aprender a conviver, aprender a respeitar o tempo do outro e querer que o nosso também, porque nem sempre a gente está bem humorado, nem sempre a gente é aquele, né, eh, vamos colocar aí, que vai trazer a harmonia. Por quê? Porque em determinado momento vamos estar passando por alguma dificuldade que vai nos desequilibrar, mas é importante que a gente não se prenda a isso e busque o auxílio dos benfeitores para que a gente não coloque naquele núcleo, não coloque naqueles relacionamentos, né, a nossa amargura, o nosso ressentimento, né, o nosso o nosso sentimento de abandono, porque às vezes sou eu que não me abro para esse relacionamento social. Sou eu que não me abro, né, e nem quero também ser aquele que vai receber conselhos, vai receber direcionamentos. Então a gente se fecha, estamos juntos todos, não casual de lar, mas para nos erguermos, para progredirmos, para nos melhorarmos, para pararmos aí as nossas arestas com Deus, ou seja, com as leis divinas, com o próximo e conosco mesmo. Porque nós também, né, temos que nos ressarcir com essa lei, temos que guiar-nos por ela e ela está na nossa consciência para que a gente possa o quê? fazer bom uso, buscar aí, né, o melhor caminho. E foi isso que Jesus nos trouxe. Então, né, que ninguém despreze, portanto, esse campo sagrado de serviço. Por mais que se sinta, por mais que se sinta acabronhado na incompreensão, constituiria falta grave esquecer-lhe as infinitas possibilidades de trabalho iluminativo. Ou seja, né, que nenhum de nós despreze aí essa convivência familiar com os pais, com os irmãos, com os filhos, né, com netos, né, com primos, que às vezes temos mais chegados, porque às vezes um desafeto, né, ou aquele, vamos usar a palavra assim, aquele com quem nós temos aí maior dificuldade de convivência, não vem
netos, né, com primos, que às vezes temos mais chegados, porque às vezes um desafeto, né, ou aquele, vamos usar a palavra assim, aquele com quem nós temos aí maior dificuldade de convivência, não vem necessariamente ente naquele núcleo diretamente conosco. Ele vem como um primo, como um tio, né? E a gente tem que aprender o quê? A conviver. A gente tem que aprender aí, né, que conviver com aquele irmão vai nos libertar aí, né, de amarguras, né, de sentimentos negativos. E mesmo que a gente não tenha, né, como nos diz lá no capítulo 12 do Evangelho, né, no amai os vossos inimigos, mesmo que a gente não tenha aí aquele amor que nós temos por aqueles que são afetos nossos, é importante que a gente vá construindo para com esse irmão, né, uma relação de respeito, uma convivência aí, né, mas salutar para que a gente possa, né, a cada dia ir melhorando, ir construindo aí sentimentos mais positivos. Então, é importante nós percebermos que até aqueles que nos trouxeram esses ensinamentos, eles passaram por dificuldade, né? Paulo quando ele resolveu aí abraçar o cristianismo, né, quando ele saiu lá do Sinédrio, que ele passou aí a seguir Jesus e foi ter com seu pai, ele eh ouviu do seu pai, né, que ele preferia não conviver porque ele ele não saberia aí conviver com essa com essa escolha de Paulo. Então Paulo acatou o desejo do pai dele, respeitou isso, né, e se afastou. Então, Paulo foi aquele espírito que não tinha família, porque a sua própria família consanguíne rejeitou quando ele fez essa opção, né? E ele buscou outras outras eh famílias, né? por eh em nenhum momento ele se deixou aí abater. Ele construiu tanto que Timóteo era seu filho do coração, que tinha por ele um carinho muito grande, um amor muito grande. E a gente percebe isso nas cartas que ele encaminhou a Timóteo. Então, esquecer-se disso é uma falta grave, porque quando a gente se afasta achando que estamos resolvendo o problema, deixando para lá, a gente perde um tempo, um tempo de melhoria, porque a gente vai ter que
quecer-se disso é uma falta grave, porque quando a gente se afasta achando que estamos resolvendo o problema, deixando para lá, a gente perde um tempo, um tempo de melhoria, porque a gente vai ter que voltar junto de novo, a gente vai ter que se ressarcir aí, a gente vai ter que trabalhar junto. Então é importante que enquanto estamos a caminho que a gente faça a nossa parte, que a gente tente pelo menos, né, ser aquele agente, aquele apóstolo construtivo, construtor, edificador, deixando é claro ao outro, né, caso ele não queira essa responsabilidade de negação, mas que não sejamos nós, esse causador aí da discórdia, do infortúnio, do desequilo. familiar. É impossível auxiliar o mundo quando ainda não conseguimos ser úteis, nem mesmo a uma casa pequena, aquela em que a vontade do Pai nos situou a título precário. É a título precário, porque é um tempo, né? É um tempo curto, é um tempo limitado, é um tempo aí em que nós, né, nós, eh, vamos estar encarnados naquele núcleo, é transitório. Então, vamos fazer a nossa parte, porque como é que, como nós falamos, como é que eu vou contribuir com o mundo se eu não consigo conviver com três ou quatro individualidades, três ou quatro pessoas. ou até mais, né? No princípio falou cinco ou 10, né? E aí a gente percebe que antes de eu querer fazer um trabalho lá fora, antes de eu querer iluminar lá fora, eu tenho que iluminar o meu lar, eu tenho que, né, construir algo dentro do meu lar. E mesmo que não seja aquele lar, né, perfeito, porque nós sabemos aí, né, que eh enquanto somos imperfeitos, nosso lar, a nossa convivência terá esse olhar de imperfeição, mas cabe-nos, né, ir buscando aí a melhoria desses relacionamentos. A gente se lembra também, tá no livro Boa Nova, de Joana de Cusa, né? Joana de Ca, né, que queria seguir Jesus no livro Boa Nova. O título do capítulo, eu não lembro o nome, o número, mas é, chama Joana de Cuza. [roncando] Joana de Cuza, ela era casada com um eh auto com um homem, né, que tinha um autocargo no governo romano.
a. O título do capítulo, eu não lembro o nome, o número, mas é, chama Joana de Cuza. [roncando] Joana de Cuza, ela era casada com um eh auto com um homem, né, que tinha um autocargo no governo romano. E ela seguia Jesus. E um dia ela foi conversar com Jesus porque eh o marido dela ainda era muito refratário a essas ideias cristãs, né? A fraternidade, ele era um um espírito ainda, né? Muito ligado às coisas da matéria, a sua posição eh social, né? E ela queria às vezes assim, ela perguntou a Jesus, né, se ela deveria lhe impor-lhe, né, se ela deveria lhe obrigá-lo. E Jesus fala com ela, né, que não é bem assim. E aí em algum momento ela fala, né, de abandonar o marido para seguir Jesus. E Jesus chama a atenção dela, né? Jesus fala com ela, né, que o pai não impõe a reforma a seus filhos. O Pai esclarece no momento oportuno, na hora em que aquele coração está pronto. E aí eu grifei, né, eh, uns dizeres de Jesus que eu acho que é muito pertinente, né, com o nosso estudo. Joana, o apostolado do evangelho é o de colaboração com o céu nos grandes princípios da redenção. é fiel a Deus, ou seja, seja piedoso a Deus, é fiel, amando o teu companheiro do mundo como se fora teu filho. Não percas tempo em discutir o que não seja razoável, ou seja, o que não seja edificante, o que não seja produtivo, quando você sabe que aquele espírito não vai conseguir receber, assimilar o que você está falando. Deus não trava contendas ou brigas, né, com as suas criaturas ou com seus filhos. Ele trabalha em silêncio por toda a criação. Então a gente percebe, né, que o Pai vai aí nos envolvendo, que as situações vão chegando. E Jesus fala isso com ela, fala com ela, né, com relação à família, que ela tinha ali um compromisso com aquele companheiro ali terreno. E ele ainda conclui, né? Vai, esforça-te também no silêncio, ou seja, trabalha no silêncio, trabalha com amor, envolve. E quando convocada ao esclarecimento, quer dizer, se ela for chamada, fala o verbo doce ou enérgico da salvação. Então, se nós formos chamados aí, né,
trabalha no silêncio, trabalha com amor, envolve. E quando convocada ao esclarecimento, quer dizer, se ela for chamada, fala o verbo doce ou enérgico da salvação. Então, se nós formos chamados aí, né, convocados ao esclarecimento, que a gente fale com docilidade, mas com firmeza. Volta ao lar e ama o teu companheiro como o material divino que o céu colocou em tuas mãos para quitar-les uma obra de vida, sabedoria e amor. Ou seja, aquele companheiro era o material divino que estava sendo dado a ela para o crescimento dela, para a melhoria, para o progresso, para que ela lhe colocasse em prática esses ensinamentos. Antes da grande projeção pessoal na obra coletiva, aprendo o discípulo a cooperar em favor dos familiares. No dia de hoje, convicto de que semelhante esforço representa realização essencial. Não é que nós vamos ser bonzinhos, né? falar assim para tudo. É claro que nos cabe orientar e conversar, mas como foi falado naquele texto que eu li, esse trechinho do boa nova, o pai trabalha em silêncio. Se nós orientamos, se nós conversamos, né, se nós buscamos ali dentro harmonizar ali, né, nos harmonizarmos ali dentro do nosso lar, e o outro, né, a criatura que convive conosco ali, ainda não entendeu isso, né, nos cabe trabalhar em silêncio, ou seja, através da oração, através das boas obras, do envolvimento, né, sem aqueles assim, né, mas eu te avisei, ah, eu te falei, né, porque isso só cria ali, né, naquele coração às vezes o não querer admitir que estava errado, né, ter aquele às vezes a própria vergonha, né, de admitir isso, porque nós temos muito isso, né, a gente não gosta de se mostrar equivocado ou errado. Então, às vezes, estendendo apenas a mão, um sorriso fraterno, né, um abraço carinhoso, né, deixando aquela criatura, seja nosso pai, nossa mãe, igual nós falamos, né, aquela família, aquele pequeno núcleo, né, ser envolvido pelas nossas vibrações. Um dia aquele coração será tocado, né? Então, que a gente consiga aí, né, antes de tentar galgar degraus externamente,
aquela família, aquele pequeno núcleo, né, ser envolvido pelas nossas vibrações. Um dia aquele coração será tocado, né? Então, que a gente consiga aí, né, antes de tentar galgar degraus externamente, ser aquele ali pilar, aquele coração que vai perceber que a família, né, é esse núcleo aí primordial para o nosso desenvolvimento na nossa escola, na nossa caminhada. né? e que sejamos como formos, devemos fazer a nossa parte, devemos aí colaborar para que possamos progredir juntos, respeitando a dificuldade do outro, tendo aquele olhar amoroso. Estamos aí, né, como o pai lá no filho pródigo, né, de braços abertos para quando aquele que amamos, né, que eu tô falando do pai e do filho, mas existem, né, filhos que vão receber os pais, que vão cuidar, avós, tios, né, que vão receber aqueles que eh se equivocaram e que vão retornar, mas que seja importante estarmos aí com coração limpo, com os braços abertos, não para cobrar, mas para colher e para guiar aquele espírito que retorna, para que ele possa realmente sentir em nós esse conforto. Então, que nós possamos trabalhar juntos, né, com esse carinho, com esse olhar, para que a gente cada dia consiga construir na nossa família um ambiente mais salutar, mais saudável. Aí, meus irmãos, a gente encerra, né? A gente passou muito porque o tema, né, vai aí chamando a nossa atenção. A gente tem vários pontos, a gente tem vários eh corações. Estar em família não é fácil, conviver com o outro não é fácil, mas felizmente nós temos aí a doutrina espírita que clareia aí o nosso olhar, clareia o nosso coração e nos eleva, nos traz esse entendimento. Então eu agradeço a todos vocês. Muito obrigado por estarmos juntos mais uma vez. Aguardo vocês na próxima sexta-feira às 16 horas e convido vocês nesse momento, né, a agradecerem comigo, que possamos aí, né, agradecer ao nosso pai por essa oportunidade bendita. Agradecer ao nosso mestre Jesus que nos trouxe esses ensinamentos tão abençoados. agradecer aos benfeitores que nos envolvem para que nós possamos aí
adecer ao nosso pai por essa oportunidade bendita. Agradecer ao nosso mestre Jesus que nos trouxe esses ensinamentos tão abençoados. agradecer aos benfeitores que nos envolvem para que nós possamos aí conversar, refletir, pedindo que os corações sejam tocados, que os corações endurecidos sejam aí, né, consolados, amenizados, que os benfeitores possam tocar a cada um para que possamos realmente mente conviver em família sem o peso, né, de que somos aqueles que vão fazer, mas com a leveza de sermos aqueles que vão contribuir, que vão contribuir para o amor, para o bem, para uma palavra salutar. Gratidão, Senhor, por esse entendimento. Que possamos ter uma sexta-feira abençoada, né, um término de sexta-feira, um final de semana cheio de luz e uma semana que se inicia de muitas bênçãos. Que os nossos corações e todos os corações desses irmãos encarnados e desencarnados possam receber essa luz que o Senhor nos envia. Mais uma vez, gratidão. Que assim seja. Então, meus queridos, a gente agradece por estarmos juntos mais uma vez. Desejamos a todos vocês muita luz, muita paz, tá? E até a próxima sexta-feira. Tchau, tchau, meus queridos. Fiquem com Deus. Ó, a todos vocês, tá? O nosso abraço carinhoso e fraterno. Tchau, tchau. Portal do Consolador, divulgando a mensagem do bem. O seu canal de difusão do movimento espírita. divulgando, construindo, unificando e aproximando as pessoas com Jesus e Kardec.
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