PROGRAMA PALAVRAS DE VIDA ETERNA, LIVRO PÃO NOSSO, CAP. 118 - É PARA ISTO
CANAL PORTAL DO CONSOLADOR, PROGRAMA PALAVRAS DE VIDA ETERNA, LIVRO PÃO NOSSO, CAP. 118 - É PARA ISTO, COM DIRCINÉIA JOSÉ. TODA SEXTA-FEIRA ÀS 1 HORAS.
Olá, boa tarde. Sejam muito bem-vindos, companheiros e companheiras. É com muita alegria que estamos juntos mais uma vez nessa sexta-feira, hoje primeiro de maio, né, um feriado, pra gente aí dar continuidade ao estudo do nosso livro Pão Nosso. Hoje com o capítulo 118. É para isto. Então, recebam todos aí o nosso abraço carinhoso, as nossas melhores vibrações e que possamos juntos nesse momento, né, unirmos os nossos pensamentos para que possamos nos colocar à disposição desses benfeitores, dos mentores do nosso estudo, do nosso trabalho, que tão carinhosamente mente nos prepararam, prepararam o nosso ambiente e nos conectaram para juntos a irmos refletindo a cada dia sobre esses ensinamentos tão benéficos e salutares que o Mestre Jesus nos trouxe com tanto amor e tanto carinho. perdão, que possamos aproveitar para compreender e vivenciar o que ele nos trouxe e cada dia nessa tentativa irmos dando um passinho a mais para nos aproximarmos de Jesus e consequentemente do nosso pai. Gratidão por esta oportunidade. Que assim seja, queridos amigos, amigas, hoje trazendo pra gente a mensagem é para isso. É para isto. Hoje, né, nós não vamos ter o PowerPoint. Eu tive um problema, não consegui, né, eh, fazer o PowerPoint, mas nós vamos fazer com um dia outras vezes, conversando e refletindo. E Emanuel, ele traz pra gente nesse, nessa mensagem um versículo que tá lá na primeira epístola de Pedro, no capítulo 3, versículo 9. E ele fala assim: "Não retribuindo mal por mal, nem injúria por injúria, antes, pelo contrário, bem dizendo, sabendo que para isto fostes chamados", né? Então, a gente percebe que o próprio título, né? O próprio título que abre a mensagem é para isto, ele nos mostra aí uma finalidade, finalidade de algo, de alguma ação, de algum pensamento, de alguma coisa. para isto. E aí vendo este, né, versículo dessa carta de Pedro, porque aí a gente sabe que Pedro aí escreveu aos cristãos, aos cristãos, né, que estavam sofrendo perseguição, porque apertou-se o círculo, né, eh,
E aí vendo este, né, versículo dessa carta de Pedro, porque aí a gente sabe que Pedro aí escreveu aos cristãos, aos cristãos, né, que estavam sofrendo perseguição, porque apertou-se o círculo, né, eh, apertou-se, né, a perseguição com relação aí aqueles que eram eram cristãos, elas foi ficando mais forte e Pedro então buscava fortalecê-los para que eles não perdessem aí a esperança, para que eles aí não ficassem amargurados e cultivassem no seu coração esses sentimentos da revolta, do desânimo, né, da desesperança. Então, Pedro escreve essa carta e nesse trechinho aqui ele deixa bem claro isso, né? Para que a gente aí não seja aquele que retribui o mal com o mal, aquele que eh ao receber o mal responde, né, fazendo o mal. Nós sabemos, né, que o próprio Evangelho segundo o Espiritismo, o próprio, acho que é o capítulo 10, isso, bem-aventurados misericordiosos, nós temos esse olhar que Jesus nos traz, né, dessa não retribuição do mal ao que o outro nos faz. Ou seja, sempre compensar com o bem. É aquela música de Francisco de Assis, né? Onde houver ódio, que eu leve o amor, onde houver ofensa, que eu leve à união, né? Por quê? Por para que nós sejamos aqueles agentes, né, que vão contribuir para o bem junto aos aonde nós estivermos, aonde nós ali, né? Eh, vamos colocar essa formos plantados, né? Ou seja, se eu estou numa família em que o convívio é difícil, em que o convívio às vezes é muito tumultuado, porque somos espíritos ainda muito divergentes e ninguém quer abrir mão disso ou daquilo. Nós enquanto espíritas, né, enquanto aí buscamos a nossa transformação, domar as nossas más inclinações, não devemos ser aqueles que eh causam mais eh vamos dizer eh discórdia, incompreensão naquele ambiente. Devemos ser aqueles que vão parar, ponderar, ter bom senso para analisarmos situações, nos calarmos e depois trazer aí, né, uma postura de construção. Não que todos vamos concordar com todas as opiniões ao mesmo tempo, mas para aprendermos aí a respeitar, né, aquilo, aquele ambiente. E eu tô
alarmos e depois trazer aí, né, uma postura de construção. Não que todos vamos concordar com todas as opiniões ao mesmo tempo, mas para aprendermos aí a respeitar, né, aquilo, aquele ambiente. E eu tô falando da família, mas a gente tem o trabalho, a gente tem a sociedade, a gente tem a casa espírita. Nós não vamos achar, né, aqueles irmãos, né, que vão sempre concordar conosco. Nós teremos aqueles que vão ter opiniões diferentes. Então, nos cabe respeitar isso e não criar aí atritos, brigas e guardar mágoas e ressentimentos. Tanto que é isso que Pedro nos chama a atenção, né? Pedro chama a nossa atenção para isso, para esse cuidado aí, em vez de mal dizer, a gente bem dizer, de sermos aqueles agentes positivos, de sermos aqueles discípulos de Jesus que aplicam o evangelho, que se esforçam, porque como nos diz, é para isto que fostes chamados, ou seja, fomos chamados à contribuição. ao enriquecimento, a edificação. E agora nós vamos ver o que que Emanuel traz pra gente, não é verdade? A fileira dos que reclamam foi sempre numerosa em todas as tarefas do bem. E é interessante, né, que se a gente não analisar, né, a gente fala verdade, né, o pessoal reclama muito, porque a fileira dos que reclamam foi sempre numerosa. Isso, né, é um ponto. A gente sabe que muitos irmãos vivem, né, reclamando. Se tem de menos, reclamam. Se tem de mais reclamam. Então, se chova ou faça sol, essa pessoa, esse irmão vai reclamar. Só que o que ele colocou posteriormente aqui, ó, é em todas as tarefas do bem. Então aqui tá mostrando que aquele tarefeiro, aquele discípulo que está nessa tarefa do bem, ele ainda traz em si, e muitos de nós trazemos, né, essa postura de reclamação, essa postura de lamúrias, essa postura aí de descontentamento com a situação. Então, nós não estamos falando daqueles que ainda não conhecem o evangelho de Jesus ou o Espiritismo que veio aí trazer o evangelho, né, na sua raiz. veio aí trazer o evangelho sem enxertos, sem distorções. Então, aqueles que ainda não têm essa
ainda não conhecem o evangelho de Jesus ou o Espiritismo que veio aí trazer o evangelho, né, na sua raiz. veio aí trazer o evangelho sem enxertos, sem distorções. Então, aqueles que ainda não têm essa oportunidade, em muitos momentos sim vão se rebelar, né, porque ainda não entendem o propósito, né, da reencarnação, o propósito de estarmos aqui reunidos, mas nós temos junto de nós tarefeiros e antigos tarefeiros, né, que às vezes são esses que reclamam são esses aí, né, que se lamuriam e choram, né? E o chorar aí é daquelas resmangações, né, daquelas lamentações da caminhada, das dificuldades e da e das dores que nós fatalmente passamos, né, devido aí às nossas imperfeições. Então, é importante nós prestarmos atenção nisso. Que tipo, que tipo de trabalhador, de tarefeiro eu sou? Mesmo conhecendo a doutrina, mesmo conhecendo o evangelho, como eu me coloco perante as situações da minha vida, como eu me coloco perante as dores e as aflições que me chegam, porque nós sabemos, meus irmãos, que nós teremos isso, nós teremos essas dificuldades, né? Então essa mensagem aí vem nos chamar ao quê? A essa postura de mudar o nosso olhar paraas provações, paraas dificuldades, né? Mudar a nossa postura enquanto cristãos diante de tudo que vem aí nos acontecendo, diante das ofensas às vezes que recebemos de outros irmãos. E nós não estamos falando aqui de ofensas religiosas, estamos falando às vezes em ofensas do dia a dia, como eu comporto ali na na no trânsito, né? Quando um outro motorista solta ali uma ofensa para mim, como eu me comporto no meu trabalho, né? Se eu atendo o público ou não, né? se eu estou ali perante uma chefia ou um subordinado, quando ali, né, aquele que está ali trabalhando comigo me ofende ou eh insinua alguma coisa, porque a ofensa pode não ser direta, né? Pode ser através de insinuações. Como que eu me coloco? Eu me coloco como aquele ofendido, perseguido, amargurado, né? Ou eu me coloco naquela posição, né, de espírita, se eu tenho a consciência tranquila, mesmo que eu fique chateado
Como que eu me coloco? Eu me coloco como aquele ofendido, perseguido, amargurado, né? Ou eu me coloco naquela posição, né, de espírita, se eu tenho a consciência tranquila, mesmo que eu fique chateado daquele irmão pensar isso, eu vou, eu não vou ali, né, desejar para aquele irmão o mal. Pedro nos fala isso, nós não retribuir o mal com o mal. nem a injúria pela por injúria, né? Porque nós não estamos mais na lei de Talião, né? olho por olho, dente por dente. Nós estamos aí, né, na lei de amor. Jesus veio nos trazer, né, esse amor aí, essa fraternidade, solidariedade, a caridade, abnegação para com as nossas dificuldades e a do nosso irmão. Não que a gente vai ser condescendente apenas com a dele, nem totalmente condescendente com as nossas. Buscaremos o meio termo, o equilíbrio para podermos aí agir de forma correta, sempre buscando aí, como falamos, essa ponderação, esse bom senso, essa análise, né? No apostolado evangélico, reparamos igualmente essa regra geral. Muitos aprendizes, em obediência ao pernicioso hábito, preferem o caminho dos atritos ou das dissidências escandalosas. No entanto, mais algum raciocínio despertaria a comunidade dos discípulos para a compreensão. Então, a gente sabe que nós trazemos aí, né, nessas imperfeições, há hábitos que não são salotares, que não são saudáveis, mas nos cabe essa reflexão, nos cabe, como é falado por Emnio, esse raciocínio e não aí partir para esse caminho de brigas, né, de imposições, de dissidências. Porque as nossas ideias, as nossas opiniões não foram aceitas, ou porque achamos aí que o que nós trazemos, né, foi deixado de lado pelos nossos irmãos. Então, é importante que nós tenhamos esse cuidado, que nós aí trabalhemos, né, este olhar, porque quando nós passamos para uma atitude mais, vamos dizer assim, eh, bruta, grosseira, a recíproca também virá. aquele, né, que às vezes nós estamos aí nessa contenda, que pode também não conhecer o evangelho, né, vai entrar embate conosco e aí nós entraremos num comportamento a que não
a recíproca também virá. aquele, né, que às vezes nós estamos aí nessa contenda, que pode também não conhecer o evangelho, né, vai entrar embate conosco e aí nós entraremos num comportamento a que não somos chamados, um comportamento em que podemos aí, né, eh, vamos dizer assim, eh, ser ruim ruim, porque depois nós vamos parar e pensar: "Poxa, por que que eu fiz isso? Por que que eu deixei de fazer? Por que que eu não me calei? Por que que eu não ponderei?" Então, é importante que a gente pese tudo isso, né? Eh, a gente aí abraça os nossos irmãos, né, que entraram agora, que postaram no chat, né? O Aldo, né? A Roberta é daqui de Juiz de Fora, somos de Juiz de Fora, né? A Ana Paula também. a Mariene, né, que é do Rio de Janeiro. A todos vocês, meus amigos, que se manifestaram aí no chat, o nosso abraço, né, aqueles que não se manifestaram, que a gente sabe que tem irmãos que não vão poder agora colocar, alguns que não gostam, né? Mas é muito bom a gente saber aí, né, que nós estamos aí conectados em todos os corações e em todas as regiões, porque falar desse evangelho de Jesus, refletir, né, tentar buscar para dentro de nós aí, né, entrou aí o Marconde de Paulista, Pernambuco, ó, sejam todos muito bem-vindos. Bom, vamos dar então continuidade. Convidar-nos e a Jesus a conflitos estéreis tão só para repetir os quados do capricho individual ou da força tiranizante. Se assim fora, o ministério do reino estaria confiado aos teimosos, aos discutidores, aos gigantes da energia física. E aqui então Emanuel está chamando atenção, né? Se é para isso que Jesus está nos chamando ao trabalho, a nós entrarmos aí, né, nesses embates que não são edificantes, né, esses conflitos que vão trazer só para dentro de nós, né, ressentimentos e mágoas, apenas paraa satisfação do nosso capricho, apenas para mostrarmos aí, né, que eh raciocinamos mais rápido, falamos melhor, não é isso? Isso que Jesus nos convida a fazer quando o Pai vem aí nos mostrar, né, nesse eh até no Evangelho 10, né,
o, apenas para mostrarmos aí, né, que eh raciocinamos mais rápido, falamos melhor, não é isso? Isso que Jesus nos convida a fazer quando o Pai vem aí nos mostrar, né, nesse eh até no Evangelho 10, né, bem-aventurados misericordiosos, ele traz pra gente, né, esse olhar aí da indulgência, esse olhar aí, né, de que devemos ser mais tolerantes, né, devemos entender ou pelo pelo menos, né, tentar entender a dificuldade do outro, porque não é fácil para nós, né, mas somos chamados a tentar essa tentativa. E à medida em que nós formos aí cultivando em nós esse olhar, esse carinho, nós conseguiremos ser aquele irmão, ser aquele discípulo, aquele trabalhador que vai, né, no momento ali de contendas, conflitos, dificuldades, né, conseguir acerenar, edificar aquele aquele ambiente, trazendo para dentro desses corações, né, um pouco de serenidade ou pelo menos para que eles não o quê se compliquem mais. Então, olharemos, né, todos com mais misericórdia, com mais compreensão. Não estou dizendo que executaremos tudo isso de forma plena. Sabemos que as virtudes que já temos, devemos ir o quê? aprimorando, devemos devemos ir o quê, né? lapidando para que ela fique pura, para que ela fique natural. Mas ainda trazemos na nossa bagagem, trazemos dentro de nós, né, dentro desse reino aí, essas imperfeições, né, que não caem e que não trazem bons resultados na nossa convivência diária. Porque se Jesus apoiasse esses conflitos inúteis, ele estaria aí dizendo, né, que aqueles que são teimosos, brigões, né, que tm mais poder, mais força física, se beneficiariam quando na verdade ele nos mostra muito, pelo contrário. E aí ele ele até nos fala, né, lá em Mateus, né, pra gente não julgar, para não ser julgado. Por quê? é não fazer com o outro que nós não gostaríamos que nos fizesse. Por isso Pedro nos fala, né, para que a gente tenha esse olhar de amorosidade, né, não retribuirmos aí o mal que o outro nos faz, por mais que isso nos magoe e por mais difícil que seja, né, porque toda vez que a gente deseja o
, para que a gente tenha esse olhar de amorosidade, né, não retribuirmos aí o mal que o outro nos faz, por mais que isso nos magoe e por mais difícil que seja, né, porque toda vez que a gente deseja o mal, isso se encaminha, isso retorna pra gente, porque a gente, né, desce a nossa sintonia, a gente se vincula a irmãos ainda, né? né? Eh, endurecidos, não estão aí eh conectados com o bem, ainda perdidos nessa caminhada, desconhecendo esse amor do Pai. E aí a gente abre brecha para esses irmãos que vão nos acessar e que vão aí, né, aproveitar esses momentos de raiva, de angústia. de mágoas, de rancor, para fomentar tudo isso, para maximizar. E uma coisa que poderíamos resolver de uma forma mais branda ganha aí, né, um vulto, um tamanho, né, porque a gente deixa de pensar, raciocinar e ponderar sobre tudo isso. A gente se esquece aí, né, desse ensinamento que Jesus nos trouxe de fazer ao outro que gostaríamos que nos que nos fosse feito. Então essa mensagem de Emânel nos chama aí a essa reflexão da transformação íntima, né, dessa desse olhar aí, sabe, de eh mudança, de esforço. Nenhum de nós vai sair aqui desse nosso encontro, né, totalmente transformados de forma nenhuma. Mas a gente tem que entender que a gente pode. E Jesus é o maior exemplo disso. Jesus é aquele espírito puro que encarnou aqui para nos mostrar que a gente consegue chegar, porque ele passou por tudo isso que nós estamos passando. Ele é aquele exemplo que nós devemos seguir. Por isso que a gente fala, né, que eh Jesus é esse exemplo, porque ele nos mostra e nos fala que não é fácil. Ele nunca falou, tanto que ele fala lá em João, né? Eh, no mundo tereis aflições, tende bom ânimo. Eu venci o mundo, não o nosso planeta Terra, porque aqui Jesus toma conta. Jesus toma conta, não perdão. Jesus é o governador. Mas, né, a vida do mundo, a, ele domou aí as suas más tendências, os seus caprichos, né? E é interessante nós sabermos que ele venceu. Então, nós também, nós também conseguimos, nós também poderemos.
Mas, né, a vida do mundo, a, ele domou aí as suas más tendências, os seus caprichos, né? E é interessante nós sabermos que ele venceu. Então, nós também, nós também conseguimos, nós também poderemos. Um dia, segundo a lei de progresso, todos nós teremos chegar, vamos chegar essa perfeição. Agora vai depender, né, de cada um de nós. A nossa irmã Marlene colocou ali, né? Tudo que fizermos é de mão dupla. É verdade. Cuidemos dos nossos pensamentos e ações. É isso aí, meus irmãos. Tudo que a gente faz ao outro, de bom ou de ruim, vai voltar pra gente. A gente não tá aí falando: "Ah, não, eu vou fazer bem, né, para ganhar bônus horas". A gente sempre brinca, né? Porque no livro nosso lá, André Luiz, ele usa muito, né, do bônus hora, tudo, né? A gente brinca, mas a gente não tem que fazer o bem pensando nisso, pensando nessa retribuição, né? Mas quando a gente, né, eh, planta boas atitudes, bons pensamentos, né, a gente vai ser envolvido por aqueles que também desejam isso e a gente vai sendo fortalecido. É como se a gente tivesse essa proteção, essa corça, né, dos benfeitores, dos espíritos desencarnados e encarnados. Então, é importante nós termos esse olhar. É contrassenso desfazer-se o servidor da boa nova em lamentações que não encontram razão de ser. Amarguras, perseguições, calúnias. brutalidade, desentendimento. São velhas figurações que atormentam as almas na terra. A fim de contribuir na extinção delas, é que o Senhor nos chamou as suas fileiras, não as alimentes, emprestando-lhes excessivo apreço. E aí é interessante, né? Aqui tá falando que o servidor da boa nova não deve aí, né, se prender às lamentações, se prender aí as dificuldades. Não é que nós não sentiremos. Sentiremos sim, né? É claro que a gente quando passa por determinada dificuldade, seja ela física ou moral, isso nos afeta sim. Agora, a forma como nós vamos ver isso é importante pra gente conseguir aí, né, caminhar melhor. Lá no capítulo 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo, bem-aventurados aflitos, tem o item 18 que eu gosto
gora, a forma como nós vamos ver isso é importante pra gente conseguir aí, né, caminhar melhor. Lá no capítulo 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo, bem-aventurados aflitos, tem o item 18 que eu gosto muito, né, que é o bem e mal sofrer. O que que é o bem e mal sofrer? O bem, o mal sofrer é quando nós nos entregamos aí a essas lamúrias. Mesmo conhecendo o evangelho de Jesus, mesmo sabendo que estamos amparados, a gente acaba se colocando, né, naquela posição de só reclamar, de só aí achar que tá ruim, de que nunca vai mudar, de que não tem jeito, né? É o pessimista que a gente fala, né? aquele olhar aí, né, que não edifica, que não constrói. Mas o bem sofrer é quando nós, sabendo que estamos no mundo de provas e expiações, que ainda somos imperfeitos, né, que se nós nos apegarmos demais, né, as nossas dores, deixando de olhar aí o amparo do Pai, deixando de olhar aí, né, para esse amor que ele tem, esse carinho de Jesus, a gente vai sofrer mais. Então, a gente não perde a nossa fé. A gente tem a certeza de que tudo passa. Eu não sei se eu já contei para vocês, se eu não se eu já contei, eu vou recontar, né, rapidinho. Tem uma um um encontro do Chico, né, em que Emânel vai se encontrar com Maria, mãe de Jesus, e Chico quer esclarecimento de alguma coisa, de algumas dúvidas dele, dela. E aí, Emanuel fala com ele, né, anota tudo aí. E Chico vai lá, faz as perguntas e manda para e Emânel leva, né? E aí quando o Emânel retorna, né, Chico já pega lá o papelzinho, a o lápis ou a caneta, né, para anotar as respostas de Maria. E aí ele fala, né, isso, isso passa. Ah, mas e isso? Isso. Ah, isso passa também. Mas e isso? E isso? E isso? Ô Chico? Maria mandou te avisar que tudo passa. Então, Maria mandou esse recado para Chico Xavier, né, que era um espírita, que se dedicou aí a essa divulgação, que trouxe para nós aí várias obras para nos ajudar no entendimento também, para reforçar aí, né, clarear as nossas ideias, né, com relação ao espiritismo, né? Então, se Maria falou isso para
ulgação, que trouxe para nós aí várias obras para nos ajudar no entendimento também, para reforçar aí, né, clarear as nossas ideias, né, com relação ao espiritismo, né? Então, se Maria falou isso para Chico, ela também vai falar pra gente. Ela também vai falar. E a gente sabe que se a gente confiar, se a gente tiver fé, tudo que nós passarmos, mesmo sendo doloroso, terá um peso menor. Menor no sentido de não ser doloroso. Não que não seja doloroso, mas nós sabemos que estamos amparados. nós não estaremos focando apenas naquela dor, né? focando naquilo, se achando aí o mais sofredor. Porque todos que aqui estão, que caminham conosco, encarnados e até desencarnados, mas que estão próximos do órbit terrestre, que são espíritos aqui do planeta Terra, estão ainda nessa caminhada, estão ainda nessa evolução. que todos teremos essas aflições porque estamos num estágio de imperfeição. Quando irmos amadurecendo espiritualmente, já teremos um olhar melhor. Mas para que a gente amadureça, a gente tem que largar essas lamúrias, largar esse olhar, né? Aí a gente fala que é a justiça, quando na verdade é a vingança, né? Desejar o mal do outro, a gente quer que ele sofra. Então, nós temos que ter essa sensibilidade de que Jesus, mesmo passando por algo que ele não precisava aos nossos olhos, né, foi humilhado, né, foi crucificado, foi colocado ali numa cruz, ele não nos desejou mal. Muito pelo contrário, ele pediu ao Pai por nós, pediu ao Pai que nos perdoasse, porque éramos ainda ignorantes. Então, que a gente consiga cada dia ir saindo aí desse olhar, né, que às vezes tá muito preso em nós, mas ir mudando, parar com essa reclamação. Você tá com sol ou você tá com chuva, né? Você tá perto ou se tá longe, né? parar com essa insatisfação e agradecer sempre a Deus por tudo que temos, porque sabemos que tudo que nos acontece, que temos tem um propósito divino na nossa evolução. E mesmo que nós não entendamos, não tenhamos ainda essa compreensão, tudo que nos chega, se nos esforçamos
orque sabemos que tudo que nos acontece, que temos tem um propósito divino na nossa evolução. E mesmo que nós não entendamos, não tenhamos ainda essa compreensão, tudo que nos chega, se nos esforçamos para ser melhor, se buscamos a nossa transformação, se buscamos fazer ao outro que gostaríamos que nos fizesse, né? Tudo que nos chega deve ser olhado como uma forma de aprendizado, como uma forma de transformação, como com um olhar, né, benéfico, construtivo e não de lamúrias. O cristão é um ponto vivo de resistência ao mal onde se encontrem. Pensa nisso e busca entender a significação do verbo suportar. Não ouvides, não esqueça, a obrigação de servir com Jesus. É para isto que fomos chamados. Então a finalidade aqui, né, é para isto, é para essa transformação, a nossa transformação, nos colocarmos aqui como estes discípulos de Jesus, aqueles que vão levar aos outros irmãos esse olhar mais amoroso, esse olhar mais fraterno. Mesmo que nós estejamos passando por tribulações e estaremos, que nós não nos esqueçamos, né, que estamos amparados, que não nos achemos perdidos e coitadinhos, porque somos filhos muito amados do Pai. Então, meus irmãos, é para isto que fomos chamados, para o progresso, para a felicidade e para que essa construção se faça em nós, né? Temos que olhar para frente com olhar positivo, benéfico, olhando o que nos acontece, não com revolta, tristeza e amargura, sem lamentações, mas buscando aí, né, a cada dia sermos esses discípulos que vão contribuir para o bem, que vão contribuir para a construção de um planeta melhor, tá certo? E aí, né, a gente tem aí, a gente já deu aí boa tarde pros nossos irmãos. Zé Marlene colocou aí, né, mais um comentário pra gente, né? Não estamos aqui a passeio. Estamos em um mundo de provas e expiações. Nos conformemos, pois é para nosso bem maior. Exatamente. O pai, ele a perdão absoluta, ele nos ama incondicionalmente. Nós é que temos essa dificuldade, porque nós ainda não conseguimos compreender a dimensão, a magnitude, né, desse amor.
maior. Exatamente. O pai, ele a perdão absoluta, ele nos ama incondicionalmente. Nós é que temos essa dificuldade, porque nós ainda não conseguimos compreender a dimensão, a magnitude, né, desse amor. E aí a gente questiona, né, como que ele pode amar um criminoso, como que ele pode amar o outro que fez isso, né? A gente questiona isso porque nós ainda não conseguimos. Mas o importante é nós o quê? irmos nessa transformação, renunciando aí a esse hábito que temos, né, de reclamações, de discussões inúteis, estéreis, só para atender aí, né, a nossa vaidade. vezes vamos passar a abençoar, né, tudo que passamos, mesmo quando formos aí injuriados, mesmo quando formos aí, né, agredidos, agredidos verbalmente ou, né, ser aqueles que são censurados, mas a gente perder esse olhar de coitadinho e de querer aí, né, às vezes revidar, revidar o mal com o mal, que possamos sempre contribuir para essa atmosfera de amor, de paz e de fraternidade, para que esse nosso planeta possa sentir isso, para que a gente possa envolver até esses irmãos que estão mais distantes, né, que o que nós jogamos hoje na nossa nossa atmosfera espiritual, ele envolve todo o nosso planeta e nós somos capazes, nós podemos. Então eu desejo aí a todos vocês, queridos irmãos, o nosso abraço carinhoso, né? Um bom feriado aí, como a nossa irmã, Ana Paula, colocou, né? Que possamos aproveitar de forma salutar. Vamos começar hoje. Vamos começar agora, né? Vamos começar a regar essa sementinha aí, né, de não sermos aqueles que vão ficar reclamando aí, né, ficar se lamoreando das coisas que acontecem. É fácil? Não, não estamos aqui falando que é fácil para ninguém, mas que a gente consegue, a gente consegue e como nossa irmã ali falou, né? Tudo que nos chega é para o nosso bem. Então eu desejo a todos vocês um excelente feriado, uma boa tarde, né? Estejamos juntos aí na próxima sexta-feira às 16 horas com o tema agora já o capítulo 119, né, gente? Ajuda sempre. E eu convido vocês a encerrarem comigo, né? Vamos agradecer, nos
uma boa tarde, né? Estejamos juntos aí na próxima sexta-feira às 16 horas com o tema agora já o capítulo 119, né, gente? Ajuda sempre. E eu convido vocês a encerrarem comigo, né? Vamos agradecer, nos colocando aí numa posição confortável, né? Deixando nos envolver pelos por esses benfeitores, deixando aí, né, cair sobre nós essas benéces que nos são enviadas a todos os momentos. Que tenhamos olhos de ver e ouvidos de ouvir. que tenhamos a sensibilidade de perceber que estamos todos encarnados para nos auxiliarmos mutuamente e que possamos sempre ser aquele agente do Pai que constrói, que edifica, que leva a todo o ambiente onde estivermos boas vibrações, bons pensamentos e sentimentos. Assim encerramos mais um programa da tarde, dando graças a Deus. Que assim seja, queridos. Ó, um abraço muito carinhoso a todos vocês. Fiquemos todos em paz e com Deus. Tchau tchau. >> Portal do Consolador, divulgando a mensagem do bem, o seu canal de difusão do movimento espírita, divulgando, construindo, unificando e aproximando as pessoas com Jesus. e Kardec construindo um mundo de fraternidade.
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