#1047 Vamos Orar | 15/01/26

FEBtv Brasil 15/01/2026 13:39

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Transcrição

Bom dia, meus queridos irmãos. Nós tenhamos uma bela manhã, uma manhã repleta de alegria em nossos corações para iniciar a nossa jornada. Bom dia, Maurício. >> Bom dia. Bom dia, esta família. Vamos orar com alegria. Retornamos >> sempre com alegria. Sempre com alegria. Que nós possamos então neste amanhecer mais uma vez sentir a presença de Deus junto a nós, a presença de Jesus. Que o nosso coração se engrandeça dessa energia que nos nutre. Quando a gente acorda pela manhã, a gente espera um dia fácil, um dia tranquilo, um dia leve. Mas na verdade a gente encontra assim durante o dia alguns desafios que nós possamos então levar conosco Jesus para esses desafios, para essas oportunidades de aprendizado. tal qual o aluno que vai à escola e que lá a cada dia que ele chega, a cada manhã que ele chega, tem novas oportunidades para aprender velhas e novas lições e que ele deve buscar o professor, buscar aqueles mais experientes que já estão à sua frente na caminhada, que nós busquemos Jesus, nosso mestre, nesta manhã para as lições do dia e que essas lições sejam leves e prazerosas. na medida em que nós possamos compreendê-las como oportunidades de crescimento, de aprendizado e de felicidade para nós e para aqueles que amamos e que estiverem junto a nós. Jesus nos abençoe e nos ampare e nos proteja. esteja sempre conosco em nossos corações. Que nós possamos levar a tua alegria, a tua energia para todos os recantos em que formos e que nos momentos em que nos encontrarmos em dificuldades, que lembremos do teu nome, que lembremos do teu evangelho, que lembremos da tua imagem a nos apontar o caminho. Queridos irmãos, iniciamos o nosso dia com alegria. Que assim seja. Maurício hoje vai fazer as reflexões da manhã. tá contigo, Maurício. >> Obrigado. Vou pedir ajuda do Francisco aí para colocar paraa gente o texto do dia. Nós estamos aqui na segunda parte do capítulo quarto intitulado Sacrifício. E o texto nos nos diz o seguinte: "Enquanto os nossos irmãos mais fracos fogem ao depoimento da realidade,

e o texto do dia. Nós estamos aqui na segunda parte do capítulo quarto intitulado Sacrifício. E o texto nos nos diz o seguinte: "Enquanto os nossos irmãos mais fracos fogem ao depoimento da realidade, e enquanto os menos convictos caem no logro infeliz da descrença e da dúvida, marchemos destemorosos na certeza de que o mundo [música] espera por nosso concurso de suor e martírio, a fim de restaurar em restaurar-se em seus alicerces. sublimes. Aqui o nosso querido irmão vai trazer pra gente uma reflexão ou melhor dizendo, [música] um depoimento da época em que se vivia esta [música] esta questão do martírio, em que as pessoas eram vitimizadas, eram sacrificadas. E ele tá dizendo que os mais fracos, aqueles que estão eh com a fé não tão fortalecida, eles renunciam a esse sacrifício. Eles não têm ainda o preparo necessário [música] para enfrentar esta situação que ela requer força, uma fé muito robusta, uma fé que não renuncia a nada. E a nossa realidade de hoje, ela ela é diferente, sim, no sentido real da de que nós já avançamos e estamos avançando mais nas questões morais, nas práticas de aceitação, embora ainda tenhamos oportunidade de suó e de martírio, como o nosso amigo fala ali, né? Eh, [música] eu me refiro aqui às oportunidades de servir no limite de nossas forças e atuar eh no limite desta nossa capacidade, como o Aquino falou na prece aí da das questões que nos chegam, das facilidades, das dificuldades. Eh, então, eh, nossa reflexão talvez deva ser [música] direcionada para o martírio de nossa fé, não mais com a vida, né? Não é mais necessário o circo de horrores. Não são mais necessárias as fogueiras das [música] perseguições insanas, embora ainda tenhamos no mundo ou isto, de certa forma ainda está presente, a intolerância religiosa, a a o extremismo, eh que levam a ainda a esses martírios, a estes sacrifícios. Mas o sacrifício do suor, como ele coloca ali, esse ainda é muito fácil pra gente. Então, que o nosso sacrifício seja o sacrifício da fé. O nosso testemunho deve ser o

martírios, a estes sacrifícios. Mas o sacrifício do suor, como ele coloca ali, esse ainda é muito fácil pra gente. Então, que o nosso sacrifício seja o sacrifício da fé. O nosso testemunho deve ser o evangelho de feitos, o sacrifício da nossa vaidade, eh dizimar o nosso orgulho, destruir o nosso egoísmo. O convite é para fortalecermos a humildade, reforçando a nossa disposição de perdoar sempre, sem restrição, destruindo, sim o nosso orgulho, dissipando a nossa vaidade, né? eh, permitindo que o homem velho morra, como já disse o nosso apóstolo, e assim o homem novo possa nascer. Talvez o o martírio seja esse, né? E a nossa fé nos leve a destruir estas mazelas, [música] destruir estes eh, vamos chamar assim, essas carências [música] que ainda trazemos e nos oferte a renovação, que que ela seja espiritual, a convicção de estarmos no caminho certo. Todo sacrifício é anúncio de uma nova e elevada fase. Eh, eh, Joana de Angeles diz assim: "Permanece no bem e o bem lhe fará um grande bem". Então, continuemos no bem, né? E José Grosso também, eh, numa passagem do falou amanhã cedo, [música] ele nos convida a voltar quando ele fala eh que a nossa existência por vezes fica manchada pela nossa inatividade no bem. Deixamos de sacrificar algumas coisas, deixamos o suor de lado pelo ósseo e vamos precisar voltar para reparar essas questões, para refazer a lição e nos tornarmos melhores a cada instante. É mais ou menos por aí. Aquele >> exatamente isso, né? contexto, né, de de da época dos cristãos ainda sendo perseguidos com os martírios da carne, né, com as mortes, os circos, mas eh guardadas devidas proporções, você bem alerta a isso, ainda hoje nós vivemos a dificuldade de ser cristão. Você dar testemunho do evangelho do Cristo, fazendo bem, procurando amar o próximo. A nossa sociedade muitas vezes nos classifica de bobos ao fazer isso. A nossa sociedade muitas vezes, eh, por uma inversão de valores, esquecendo de que somos espíritos imortais, ela nos coloca numa condição de piegas

muitas vezes nos classifica de bobos ao fazer isso. A nossa sociedade muitas vezes, eh, por uma inversão de valores, esquecendo de que somos espíritos imortais, ela nos coloca numa condição de piegas ao tentarmos ajudar o próximo, ao tentarmos fazer o bem. É aquele que é passado para trás porque é cristão. É assim que muitos nos enxergam. E aí nós precisamos de dar esse testemunho sim de que este é o verdadeiro caminho, perdão, que é o caminho certo, que é o caminho, porque nós nós não vivemos isolados, não é, Maurício? A gente vive ah, somos espíritos ligados uns aos outros. E o espiritismo no mostra, nos mostra isso, que não é só uma ligação de sentimentos, mas esses sentimentos eles são conduzidos de um ao outro pela ligação fluídica que existe entre todos nós. Todo todos nós nos imantamos uns aos outros, influenciamos uns aos outros. E aí não tem como evoluir sozinho. Precisamos de estar juntos, ã, dando as mãos. Aqueles que estão mais à frente vão nos dar a mão e nos puxar. E nós vamos dar a mão aqueles que estão caminhando junto conosco. É importante então a gente não esquecer do que é ser cristão nos dias de hoje. Não ter medo de ser cristão. Não tem medo de levar uma palavra de amor, não tem medo de abraçar o próximo. Não tem medo de fazer caridade. Não somos bobos por fazer isso. Ao contrário, somos cristãos. >> É isso aí. Somos cristãos. Eh, para aqueles que gostamos de Maria Dolores, ela diz assim: "Quem procure por Deus, aceite por dever trabalhar e servir, suportar e esquecer". Aí o suor mais uma vez a proposta do nosso companheiro ali que relata aquelas dificuldades primeiras lá dos primeiros cristãos que eram bem maiores dos que nós temos hoje no sentido do sacrifício carnal como diz o o quino. Mas vamos aquilo que é melhor, que nos une, que nos eleva, que nos torna um só, pelo menos por um instante, que é a nossa prece. em união. Pedimos [música] então, Senhor, que o nosso dia seja repleto de tua paz, a paz que o Cristo nos deu, a paz que ele nos ofertou.

torna um só, pelo menos por um instante, que é a nossa prece. em união. Pedimos [música] então, Senhor, que o nosso dia seja repleto de tua paz, a paz que o Cristo nos deu, a paz que ele nos ofertou. E para que tudo transcorra segundo a tua vontade, Senhor, derrama sobre nós suas bênçãos, cobre-nos com o manto de sua proteção e dai-nos, Senhor, essa paz que tanto buscamos. Dai-nos, Senhor, paciência para que aceitemos os nossos erros e os erros dos outros. Dai-nos a sabedoria necessária para que possamos aprender com estes erros. Dai-nos coragem para enfrentarmos com serenidade e sobriedade todas as situações que se apresentam. forças para que jamais percamos a fé e a esperança e mantenha acesa em nossos corações a chama que alimenta o perdão ilimitado, para que sempre possamos perdoar aqueles que porventura nos ofenderem, para que possamos nos perdoar, seguir adiante, trabalhando na tua seara de amor, na tua seara de fraternidade, envolvendo a todos aqueles que nos alergando a [música] todos aqueles que tenhamos oportunidade de encontrar no caminho. Que essas bênçãos sejam efetivas, que nós possamos recebê-la e transformá-las em ações no nosso dia. Que assim seja. >> Que assim seja. Maravilhosa prece, novamente, maravilhosa lembrança de Maria Dolores. Vamos chamar o Francisco para as nossas despedidas. Bom dia, Quino. Bom dia, Maurício. Bom dia a todos. Fiquem com Deus. Muita paz. >> Muita paz. >> Jesus nos abençoe a todos e que nós não nos esqueçamos. O mal que é feito ao nosso próximo é um mal feito a nós, assim como o bem. O bem, todo bem que é feito ao próximo é um bem feito a nós. Fiquem em paz, fiquem com Deus, tenham um dia de alegria.

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