PALAVRAS DE VIDA ETERNA, LIVRO PÃO NOSSO, CAP. 116 - OUÇAM-NOS
PALAVRAS DE VIDA ETERNA, LIVRO PÃO NOSSO, CAP. 116 - OUÇAM-NOS, REFLEXÕES DIRCINÉIA JOSÉ
Boa tarde, queridos amigos, companheiros e companheiras. É com muita alegria que nós estamos juntos mais uma vez nessa sexta-feira abençoada, né, para refletirmos, para darmos continuidade ao nosso livro Pão Nosso. Então, recebam todos aí o nosso abraço carinhoso, fraterno, né? Aos nossos irmãos aí da TV Secal lá de Florianópolis, o nosso abraço. A Patrícia aí, Cavalcante, esses irmãos que se apresentaram no chat e esses que não se apresentaram, mas que estão conosco aí, né? se unindo em nós, se unindo conosco nessas vibrações. Então, antes de iniciarmos mais uma mensagem, o capítulo 116, que é ouçam-nos, eu convido todos vocês a se harmonizarem conosco com essa espiritualidade, se colocando na posição mais confortável para cada um. Mas assim, nesse momento, que possamos nos conectar com esses benfeitores, com os mentores desse momento, desse estudo, que prepararam o nosso ambiente, que nos prepararam, porque se conectaram com os nossos mentores e benfeitores. Assim, damos graças ao nosso Pai por essa oportunidade. Sempre rogamos ao mais alto que possamos a cada dia quando refletirmos, irmos entendendo essas mensagens que nos são trazidas através dos versículos, clareadas pelo nosso irmão Emânel, psicografada também pelo nosso querido Chico Xavier. E assim vamos tentando entender e vivenciar o que o Mestre Jesus nos trouxe com amor, carinho, misericórdia, para que a cada dia possamos evoluir, que possamos contribuir também com os irmãos que caminham conosco, com os irmãos que não estão tão próximos, mas que são aí também. parte, né, dessa humanidade que está em progresso, que possamos contribuir positivamente para que todos esses irmãos, encarnados ou desencarnados possam ser envolvidos, possam ser guiados para mais próximo dessas leis divinas, mais próximo do nosso irmão Jesus. Assim, aproveitando a oportunidade que temos, vamos iniciar essa reflexão, dando graças ao nosso Pai. Que assim seja. Bom, meus irmãos, irmãs, a gente vai aí, né, trazer, deixa eu colocar o nosso hoje eu, né,
proveitando a oportunidade que temos, vamos iniciar essa reflexão, dando graças ao nosso Pai. Que assim seja. Bom, meus irmãos, irmãs, a gente vai aí, né, trazer, deixa eu colocar o nosso hoje eu, né, mais uma mensagem, né, eu ouço o capítulo 116. do livro Pão Nosso. Lembrando a todos vocês, quem quiser, né? Nós temos aí os capítulos anteriores que nós estamos fazendo aí junto com vocês. Então, se vocês quiserem rever, tá aí no nosso canal, né? Olha só, nós temos aqui, ó, mais uma companheira Leopoldina. Seja bem-vinda. Boa tarde, Leonaldino. Então, convido a todos vocês, né, pra gente conversar um pouquinho. Vamos ver aí, né, dentro desse título, ouçonos, que como nós falamos, né, Emanuel nos traz muito esse eh esses imperativos, né, e nesse caso aí, né, o de ouvir, de, né, de escutar, eh, vem de um versículo que ele pegou lá em Lucas. Então, levei aí nos chamar para ouvir alguma coisa, né? Ouvir algum conselho, alguma reflexão. Lembrando sempre, né, a gente tem que ter esse olhar de que tudo que Emanuel nos traz é para mesmo se utilizando, né, de recursos materiais, é para que a gente possa colocá-lo com um olhar espiritual, que é o que nós vamos fazer aqui agora. E esse versículo, né, disse-lhe Abraão, eles têm Moisés e os profetas, ouçam-nos. Esse versículo que está em Lucas, no capítulo 16, né, é o 29, ele vem aí de uma parábola que é a parábola do rico e Lázaro. É assim como essa parábola, talvez em outras, né, esteja com outros nomes, né, mas o mais conhecido é esse, rico e Lázaro. E essa parábola só está aí no Evangelho de Lucas. Assim como Lucas, também tem outras parábolas que eh só contém no seu evangelho, são estão contidas no seu evangelho, que é o bom samaritano, né, o servo vigilante, o filho pródigo e assim outras, né, que eh só estão contidas ali no seu evangelho. E essa parábola do rico e o Lázaro. E eu vou resumir para nós, né? Mas fica aí para vocês também essa dica, tá? Lá do capítulo 16, eh, é quando Jesus ele conta a história de um homem muito
evangelho. E essa parábola do rico e o Lázaro. E eu vou resumir para nós, né? Mas fica aí para vocês também essa dica, tá? Lá do capítulo 16, eh, é quando Jesus ele conta a história de um homem muito rico, muito rico, né? que esbanjava aí a sua riqueza, se vestia de forma eh muito glamurosa, né, e desperdiçava, então tinha aquela vida mais dissoluta. E Lázaro, que era um mendigo, que vivia a sua porta para se alimentar aí das migalhas que caíam da sua mesa, que caíam aí, né, dos seus pratos que caíam da sua porta. Então, Lázaro vivia a porta desse homem rico, né, sendo ali, eh, até tendo feridas pelo corpo e, eh, sendo lambido ali pelos cachorros, né, tendo eles ali como sua companhia. E Lázaro vem a desencarnar. E Lázaro desencarna e vai, né, entre aspas, para o céu. E lá ele recebido por Abraão, né, sendo que Abraão aí a representatividade, né, do Senhor de Deus e dos bons espíritos, espíritos superiores, porque a gente sabe que Abraão, ele era o patriarca, né, lá dos profetas. Então, Lázaro foi recebido pro Abraão. Passado um tempo, o rico vem a desencarnar também, só que ele vai para o inferno, para o ades, né? depende aí da tradução. E lá no no Ades, no inferno, né, ele vislumbra distante Abraão e Lázaro. E ele roga a Abraão que ele peça a Lázaro para que molhe a ponta do dedo, para que ele molhe a sua língua que estava ali seca pelas chamas, né? E Abraão chama a atenção do rico falando, né, que ele já teve aí a recompensa dele na terra e que ele não soube se aproveitar dela. Enquanto Lázaro, tendo passado aí pelas dificuldades, pelas tribulações, soube aí, né, aproveitar, por mais difícil que tenha sido, a sua passagem terrena. E aí Abraão ainda fala com ele, né? Eh, e aí ele pede, né, o rico pede que Lázaro possa ir até ele para ajudá-lo ali com as suas feridas, com seu sofrimento. E Abraão fala com ele que não é assim, que não se passa daqui para lá ou de lá para cá, como a nos dizer, né? Não é simplesmente esse movimento daqui para lá. É necessário toda uma transformação,
nto. E Abraão fala com ele que não é assim, que não se passa daqui para lá ou de lá para cá, como a nos dizer, né? Não é simplesmente esse movimento daqui para lá. É necessário toda uma transformação, né? Não é simplesmente o ir e ouvir. Isso exige muito mais de nós. Então o rico, ele roga mais uma vez a Abraão, que peça, né, a Lázaro para que vá até, perdão, gente, para que ele vá até os irmãos dele para mostrar a eles esses acontecimentos. e que para que os irmãos dele também, né, eh, não passem pela dificuldade que ele estaria passando. E aí Abraão fala com ele que não seria necessário, porque eles já tinham, né, as leis e os profetas. E aí é quando ele fala esse versículo, né? Eles têm Moisés e os profetas. Ouçam-nos como a dizê-los, né? A dizer a eles, né? Eh, se ele já t Moisés com as leis, que traz esses ensinamentos, se ele já tem os profetas que também vem trazer caminhos, eles têm que ouvi-los. Não adianta que alguém vá até eles, né, que entre aspas, né, que o morto vá até eles, né, para lhes trazer a lição, porque eles já têm essa lição. Então essa é a passagem, é claro que ela é muito mais longa, ela traz muito mais aí conteúdo, né? Mas a gente tá passando para vocês por alto, só para vocês saberem em que contexto foi dito isso e por que Emanu vem nos trazer aí, né, mais uma vez esse imperativo. Porque se nós trouxermos isso para os dias de hoje, né, nós temos também toda aí um arcabolso de informações que nos são trazidas, que nos foram trazidas aí ao longo do tempo, através da primeira, da segunda e da terceira revelação. Então nós não eh devemos ficar esperando aí prodígios ou o aparecimento desse ou daquele espírito para nos falar tudo isso, porque tudo isso já vem sendo nos trazidos. Nós é que em muitos momentos não ouvimos o que nos é trazido e às vezes podemos aí até eh, vamos dizer assim, né? ver o espírito ali encarnado e não vamos acreditar, porque isso é inerente da nossa condição, é de cada um, né? esse acreditar, esse eh eh ter a certeza, a
es podemos aí até eh, vamos dizer assim, né? ver o espírito ali encarnado e não vamos acreditar, porque isso é inerente da nossa condição, é de cada um, né? esse acreditar, esse eh eh ter a certeza, a fé naquilo que Jesus nos trouxe nesses ensinamentos que ele aprendeu. Então vamos ver o que que Emanuel nos fala, né, em cima desse versículo. A resposta de Abraão ao rico da parábola ainda é ensinamento de todos os dias o caminho comum. Ou seja, é isso que nós estamos falando, né? Nós temos todos os recursos, nós temos todo o acesso a várias informações que nos direcionam aí, né, para o bom caminho. E em muitos momentos, e na maioria deles, nós não nos aproveitamos desses ensinamentos. nós não aproveitamos todo esse eh eh tudo isso que nos foi trazido ali e exemplificado por Jesus. E temos que nos lembrar, né, que quando Jesus veio e nos trouxe aí a sua lei de amor, né, ele foi o primeiro consolador. Tanto que na mensagem que ele nos traz, ele nos fala o quê? Que nos enviaria um outro consolador, um outro. Porque ele já era ali, né, o primeiro. Esse consolador nos traria o quê? Esse consolador nos traria e nos faria lembrar, né, os seus ensinamentos. então traria para nós os seus ensinamentos, nos fazendo lembrar, né, do que ele veio nos trazer, porque ele sabia que nós esqueceríamos disso tudo. Ele sabia que a gente ia se deixar aí envolver, né, pelas nossas imperfeições, pelos prazeres do mundo. Ele sabia que muitos iriam ali até interferir no que ele havia nos trago. Então, importante nós percebermos que hoje em dia muitos têm acesso, muitos conhecem, outros não, mas às vezes nós não ouvimos de forma correta, porque a gente tem que perceber, meus irmãos, que existe aí uma pequena diferença, né, entre o ouvir, entre o escutar e o ouvir, né? escutar, segundo aí o nosso dicionário, né, é um ato físico, é a percepção auditiva. Agora, o ouvir, né, é aquele ato espiritual que envolve uma reflexão mais profunda, um acolhimento da verdade, uma ponderação, um bom senso. e aí
cionário, né, é um ato físico, é a percepção auditiva. Agora, o ouvir, né, é aquele ato espiritual que envolve uma reflexão mais profunda, um acolhimento da verdade, uma ponderação, um bom senso. e aí avaliando o que nos é trazido, uma aplicação prática para que a gente possa aí fazer essa transformação moral. Então, muitos de nós fazemos aí, né, aquele ouvidos aí moucos, né, ou aquele aquela sordez espiritual. Inúmeras pessoas se aproximam das fontes de revelação espiritual dos laços egoísticos, de modo que vejam, perdão, perdão. Inúmeras pessoas se aproximam das fontes de revelação espiritual. Entretanto, não conseguem a libertação dos laços egoísticos, de modo que vejam e ouçam qual lhes convém aos interesses essenciais. Então, a gente sabe, né, de muitos irmãos, de muitas criaturas que se aproximam sim dessas fontes que vão trazer essas revelações, mas através aí de interesses próprios, por interesses próprios, não com aquele interesse ali de mudança, de transformação, de busca do aprendizado. Então, muitos se aproximam para poderem se beneficiar, seja por interesses próprios, egoísticos, né? Seja para se beneficiar de outras formas. E a gente se esquece que a gente não precisa aí, né, de novos milagres ou até de recados particulares para que a gente possa agir bem, porque essas diretrizes eh morais elas já não foram trazidas. Não está dizendo aí, né, no próprio no livro dos espíritos, que as leis de Deus, as leis divinas estão na nossa consciência, né, a questão 621. E é interessante isso, né? Porque lá na questão 629, eh, Kardec pergunta, né? Já que Jesus trouxe tudo, já que nós temos tudo, qual que é a utilidade então, né, de dos espíritos trazerem pra gente, né, a doutrina, né, deles trazerem aí esses ensinamentos na 627, né, Kardec pergunta, tem eles mais alguma coisa a nos ensinar? E os espíritos falam, né? Primeiro é para nos ajudar aí a entender, porque Jesus naquela época ele usava uma linguagem mais alegórica e de acordo com a época, né, e o lugar. Então eles vêm aí trazer, né, todos
ritos falam, né? Primeiro é para nos ajudar aí a entender, porque Jesus naquela época ele usava uma linguagem mais alegórica e de acordo com a época, né, e o lugar. Então eles vêm aí trazer, né, todos esses ensinamentos, né, a verdade de uma forma que é mais de fácil entendimento para todos nós. Mas também eles nos falam que é justamente, né, para que a gente para chamar a nossa atenção para esses ensinamentos, para buscar aí, né, o nosso resgate quanto a isso, porque a gente às vezes não ouve de forma correta o que nos é trazido. Então é interessante essa essa questão, né? Porque a gente percebe que eles vêm aí para nos trazer esses ensinamentos que Jesus tinha trago, mas para nos alertar e trazer de uma forma mais clara. E a gente tem todo esse arcabolso, como a gente falou, né? a gente tem as obras subsidiárias de espíritos, né, sérios, psicografias sérias, que vem aí nos clarear tudo isso. Então, é importante, meus irmãos, nós termos esses ouvidos aí, né, de ouvir. Jesus, sempre que ele passava algum ensinamento ou uma parábula, ele falava, né, no final, dependendo, ele falava, né, eh, ouça quem tem ouvidos de ouvir, ou seja, né, o ouça ali é o entendimento, a reflexão profunda, porque fariam isso aqueles que tinham essa capacidade, né, que tinham aí um pouco, né, desse desenvolvimento. E a gente não fala nem do desenvolvimento intelectual, né, mas essa sensibilidade espiritual, né, de perceber aí, né, e os ensinamentos, como a gente falou até em outra em outra reflexão, né, porque Jesus ele falava ao povo, mas ele falava ao povo o quê? Ensinamentos que eram gerais. ensinamentos ali que todos eles tinham condição de entender, ou seja, que Deus é amor, que somos filhos de Deus, né? Ele trazia essa lei de amor, de fraternidade, de misericórdia. Agora existiam outros tantos assuntos e conversas que Jesus ainda não falava paraa multidão, porque ele sabia que a multidão ali, aqueles irmãos, ainda não estavam prontos para absorver aquilo. Então, era ali, né, sua misericórdia,
suntos e conversas que Jesus ainda não falava paraa multidão, porque ele sabia que a multidão ali, aqueles irmãos, ainda não estavam prontos para absorver aquilo. Então, era ali, né, sua misericórdia, né, o seu amor para conosco, respeitando aí as nossas limitações da nossa caminhada. Então ele sempre chamava a nossa atenção para isso, né? Para que a gente pudesse ouvir, ouvir de forma correta e não se aproveitar disso, né, para benefícios, para benefícios até próprios, né, para eh ter vantagens. E aí vem fal continuando, né? Há precisamente um século estabeleceu-se intercâmbio mais intenso entre os dois planos na grande movimentação do cristianismo Rede Vivo. Contudo, há aprendizes que contemplam o céu, angustiados, tão só porque nunca receberam a mensagem direta de um pai ou de um filho na experiência humana. Então a gente sabe que essa comunicação, esse intercâmbio mais intenso entre os dois mundos, né? Entre o mundo espiritual. A gente fala dois planos porque o mundo é um só, mundo físico e mundo espiritual, né? Essa plano físico e plano espiritual, essa movimentação, né? ela aumentou a partir do momento em que o espiritismo veio trazer aí, né, esse olhar de imortalidade da alma, né, de vida futura. Então, a partir do momento em que Kardec, né, trouxe à luz aí, né, a doutrina espírita, isso se intensificou e aí, né, eh, veio nos trazer aí todas essas possibilidades. Só que nós temos criaturas, né, que em vez de se beneficiarem com isso, eles se angustiam, se entristecem, porque nunca receberam uma mensagem de um ente querido, né, que retornou pro plano espiritual, que retornou pra pátria espiritual. Então eles eh descreem, né, eles eh são desesperançados com relação a isso. É claro e é lógico, né, que nós sabemos que é muito bom, e muito importante quando isso acontece, isso acalenta o nosso coração, mas nós sabemos, né, que existem motivos e motivos para acontecer ou não. Então, não nos cabe nos revoltarmos aí e deixarmos de ouvir as mensagens que os nossos benfeitores nos enviam, né?
so coração, mas nós sabemos, né, que existem motivos e motivos para acontecer ou não. Então, não nos cabe nos revoltarmos aí e deixarmos de ouvir as mensagens que os nossos benfeitores nos enviam, né? Porque nós não fomos atendidos ali, né, naquilo que nós queríamos. Então é importante nós termos esses olhos, ó, esses ouvidos de ouvir para que a gente vai aprendendo, aprendendo e executando, refletindo para que a gente vai fazendo essa transformação moral. É claro que nós temos irmãos que recebem mensagens, né? Mas tudo tem um propósito. E nós não recebermos não quer dizer, né, que o Pai não nos ama. Existem n motivos para que isso aconteça. Nós não podemos eh nos revoltar contra isso e descrer, né, de Deus. das suas leis. Alguns chegam ao disparate de se desviarem da cenda alegando traz motivos. E é o que nós falamos, né, a descrença. Como não apareceu, como eu não vi, né, como não recebi uma carta de um ente querido, então, né, eu não creio. Então, para mim aí isso não existe. E aí, Emanuel continua nos falando, né? Para esses, o fenômeno e a revelação no espiritismo evangélicos são simples conjuntos de inverdades, porque nada obtiveram de parentes mortos em consecutivos anos de observação. Ou seja, né, esses que alegam não terem recebido uma mensagem, descreem de todo esse trabalho dos espíritos, né, de toda essa revelação, dessa codificação, né, que Allan Kardec veio nos trazer, né, porque ele foi o codificador, ele ele organizou, né? Ele recebeu mensagens, recebeu respostas, ele fez perguntas e ele foi organizando tudo isso. Então, para esses irmãos, né, que não recebem, que se consideram aí, né, injustiçados, porque um ente querido não veio ali dar uma manifestação, né, enviar-lhe ali, eh, algum aviso. E aí, não sei se vocês perceberam, eu coloquei os parentes mortos, né, em itálico, até no próprio livro Pão Nosso também, tá? Porque a gente sabe, né, que não morremos, né? O corpo sim morre, mas o espírito ainda vive, porque somos espíritos imortais. Então, esses que ficam esperando os
no próprio livro Pão Nosso também, tá? Porque a gente sabe, né, que não morremos, né? O corpo sim morre, mas o espírito ainda vive, porque somos espíritos imortais. Então, esses que ficam esperando os parentes mortos se manifestarem, descreem, né, porque não receberam essa ou aquela mensagem. E nós temos, como nos diz lá o próprio no Evangelho de Lucas, né? Temos ali o os profet Moisés e os profetas. Temos ali toda a revelação. Eles naquela época e nós muito mais. Nós temos Moisés, os profetas, temos Jesus, temos o espiritismo, temos aí também essas obras subsidiárias que vem a cada dia aí, né, que são, né, o que são essas obras subsidiárias, né, sérias, responsáveis, aquelas que vão trazer para nós um entendimento melhor dentro desse olhar da doutrina espírita, né, do que Jesus nos trouxe. Então, é importante nós não nos prendermos a isso, sabendo que tudo tem aí um propósito. E aí nos fala, né, isso porém não passa de contrassenso, ou seja, uma justificativa muito eh infeliz, muito mal formulada, né? É a falta do bom senso, né? contra sempre. Quem poderá garantir que a perpedidade dos elos frágeis das ligações terrestres? E aí, gente, isso aqui é interessante, né? Porque nos fala que às vezes a gente tem aqui uma ligação com este ou com aquele espírito e de repente ele retornando à pátria espiritual ou nós, né, os as ligações não são tão profundas, são elos. frágeis, são elos ali, né, e são rompidos a partir da desencarnação. Então, né, é importante nós percebermos que se tal coisa não acontece, existe uma justificativa. falar que nós não vamos buscar aí qual é e como é, né? Mas nós não devemos descrer do que foi nos trazido, né? De todo esse trabalho que nos esclarece, né? Porque o espiritismo ele é esclarecedor, ele é consolador, ele tem respostas para essas nossas dores, para essas nossas aflições. E a gente não pode se deixar corromper, né, ou perder isso por conta desse olhar, né? Como eu não recebi uma mensagem, então eu não vou acreditar, né? O impulso animal tem limites.
as nossas aflições. E a gente não pode se deixar corromper, né, ou perder isso por conta desse olhar, né? Como eu não recebi uma mensagem, então eu não vou acreditar, né? O impulso animal tem limites. Ninguém justifique a própria cegueira com a insatisfação do capricho pessoal. às vezes querer aí receber uma carta, um aviso, né, é mais um capricho pessoal do que uma necessidade. Porque em muitos momentos a gente recebe essas informações quando nós lá estamos no sono, temos ali o contato com aquele ente querido que foi. Então, é importante nós sabermos que existem outras formas de nós nos encontrarmos com esses entes queridos, sentirmos aí como está a sua caminhada, porque para nós é reconfortante, né? É consolador saber que a quem amamos, né, tá bem, tá caminhando bem. Agora, quando nós nos prendemos muito a isso, buscamos vários recursos para termos aí essa comunicação, podemos, né, nos deixar envolver por comunicações, por respostas que não são verdadeiras, são inverdades. São Luís nos fala, né? Pergunte as pedras e elas te responderão. Porque nós sabemos que os espíritos sérios, espíritos responsáveis, né, eles não se envolvem com qualquer trabalho, justamente, né, por causa da responsabilidade, da seriedade que eles têm com essa comunicação. Então, meus irmãos, tudo nos chega no tempo certo, que nós não fiquemos aí, né, descrentes por não termos aí recebido esta ou aquela comunicação, mas que nós saibamos que existe sim esse plano espiritual, que esses irmãos que já estão mais evoluídos no entendimento moral maior, né, estão zelando por nós, que não aí nos deixemos envolver, né, por essa cegueira, né, pelo para satisfazer o nosso capricho, simplesmente pra gente falar disso, falar que fomos atendidos, né? E aí eu me lembrei aqui, vou contar rapidamente, na época que Kardec estava aí, né, fazendo o lançamento do livro dos espíritos naquele trabalho todo, né, alguns irmãos, algumas criaturas da época falavam que só iriam acreditar se esse ou aquele espírito, né, se manifestasse
aí, né, fazendo o lançamento do livro dos espíritos naquele trabalho todo, né, alguns irmãos, algumas criaturas da época falavam que só iriam acreditar se esse ou aquele espírito, né, se manifestasse diretamente para eles. E aí Kardec, né, ele fala isso também na própria codificação, que os espíritos sérios, né, eles não estão preocupados se esse ou aquele irmão está aí acreditando ou não, porque nesse momento esse irmão está mais querendo aí satisfazer a sua vaidade, o seu capricho, porque o que eles estão nos trazendo são verdades. E um dia, né, todos nós entenderemos isso. Então eles não estão preocupados, né, se você está ali acreditando ou não. Os ensinamentos eles são trazidos para todos. Então não é porque você, você que eu digo, né, a criatura exige ali aquele atendimento eh personalizado, diretamente direcionado, que eles vão se prestar a isso justamente por causa da própria seriedade do trabalho, a responsabilidade com isso, porque eles percebem que esses irmãos têm todo o acesso, mas eles ainda não têm esses ouv para sensibilizá-los, né, para movimentá-los. É a surdez espiritual, como a gente falou antes. E aí, pra gente encerrar, né, o mundo está repleto de mensagens e emissária a milênios. E a verdade antes mesmo de Jesus, né? Nós mensagens emissários foram vindo, nos trazendo aí, né, essa renovação de ideias, essa transformação. O grande problema, no entanto, não está em requisitar-se a verdade para atender ao círculo exclusivista de cada criatura, mas na deliberação de cada homem, quanto a caminhar com o próprio valor na direção das realidades eternas. Ou seja, o problema não é, né, atender esse ou aquele círculo, né, mas como que esse essa criatura vai receber isso, como que essa criatura vai, né, assimilar isso? Por quê? Dependendo da sua bagagem, dependendo da sua história, das suas imperfeições, ele vai acreditar ou não? Então, se somos aqueles que já temos esse direcionamento, né, que entendemos esse caminho que Jesus veio nos trazer, né, que sabemos que temos que eh que
s suas imperfeições, ele vai acreditar ou não? Então, se somos aqueles que já temos esse direcionamento, né, que entendemos esse caminho que Jesus veio nos trazer, né, que sabemos que temos que eh que temos as leis divinas, que fora da caridade não há salvação, que devemos amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Para que querermos aí, né, que o próprio Jesus venha nos trazer a mensagem ou que Bezerra ou que Chico ou que qualquer outro espírito, né, se faça aí visível, que envie uma mensagem pra gente, se a gente tem todo esse acesso, todas essas informações. Então não é aí a verdade, né, para atender aquele irmão, mas ele já tem tudo isso e ele não consegue o quê? ouvir simplesmente porque ele ainda, alguns, né, ainda não querem, tem essa resistência aí, né, ao aprendizado, tem essa resistência em sair da sua zona de conforto, né, a sua vaidade, o seu orgulho são barreiras, né, que impedem que ele abra aí a sua sintonia, ele se acha aí, né, acima disso, não é necessário. Então é importante, meus irmãos, que nós tenhamos esse ouvidos de ouvir, né, fazer a essa reflexão profunda em cima do que nos chega. A gente não precisa de novos milagres, né? A gente precisa aproveitar o que nós já temos para que a gente possa se transformar, se transformar em espíritos melhores, trazendo para dentro de nós essa construção desse reino de Deus. Então, que nós tenhamos esse esses ouvidos de ouvir, né? E que possamos a cada dia ir aproveitando e se transformando. Desejo a todos vocês aí uma boa tarde. É muito bom estarmos juntos, conversando, refletindo. Aguardamos todos vocês aí na próxima sexta-feira o capítulo 117, né? É em família. E convido todos vocês a encerrarem conosco, né, para que a gente possa aí agradecer a Deus mais uma vez pela oportunidade que tivemos de refletir, de entender o que o mestre nos trouxe, rogando mais alto para que sempre possamos estar à disposição dos nossos benfeitores. sempre possamos estar aí, né, com ouvidos de ouvir para aproveitarmos
etir, de entender o que o mestre nos trouxe, rogando mais alto para que sempre possamos estar à disposição dos nossos benfeitores. sempre possamos estar aí, né, com ouvidos de ouvir para aproveitarmos cada ensinamento que nos é trazido, que nos foi trazido ao longo dos tempos pelas revelações e que a própria reencarnação que na nossa caminhada vem nos trazendo. Assim, agradecemos por mais um programa. Agradecemos por mais uma sexta-feira. Que a nossa noite seja de muita luz. Bênçãos, o nosso final de semana, né? Teremos aí um feriado também seja, né, de bênçãos, de pensamentos positivos, de muita contribuição nossa para o ambiente, para a psicosfera onde estamos. Que assim seja. Graças a Deus. Então, meus queridos, minhas queridas, mais uma vez o nosso abraço sincero. A gente deseja mais uma vez a vocês um feriado abençoado, que que possamos aí, né, aproveitar de forma responsável tudo que não chegar. Um beijo muito grande a todos os corações. Tchau tchau gente. >> Portal do Consolador, divulgando a mensagem do bem, o seu canal de difusão do movimento espírita, divulgando, construindo, unificando e aproximando as pessoas. com Jesus e Kardec construindo um mundo de fraternidade. Gente,
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