PROGRAMA 67 - NA ERA DO ESPÍRITO, TEMA CRIANÇAS ESPECIAIS
PORTAL DO CONSOLADOR, PROGRAMA 67 - NA ERA DO ESPÍRITO, TEMA CRIANÇAS ESPECIAIS, REFLEXÕES COM MARCUS DE MÁRIO, APRESENTAÇÃO E COMENTÁRIOS DIRCINEIA JOSÉ
Boa tarde, queridos amigos, queridas amigas. Sejam todos mais muito bem-vindos a mais um programa na Era do Espírito. E aí a gente abraça mais uma vez o nosso irmão aí, Marcos Deário. Como é que você está, Marcos? Tudo bem? >> Tudo bem, Deneia? Boa tarde a você e a todos também que estão aí nos acompanhando. Graças a Deus, aqui estamos dando continuidade à nossa existência, tentando fazer o melhor possível e que tenhamos aqui um bom programa. >> Que assim seja, né, Marcos? Hoje o Marcos trouxe pra gente o tema crianças especiais. Então, é um tema também, como todos os outros, muito importante. E vamos, antes de passarmos a palavra ao nosso irmão, que nós possamos aí agradecer a Deus nos colocando nessa posição, nessa postura interior, para que a gente possa agradecer sempre, que os nossos corações e a nossa mente estejam abertos para se conectarem com os benfeitores. com os nossos irmãos espirituais do bem, que venha muito preparando-nos e preparando o ambiente dessa reflexão. que possamos absorver e entender ao máximo o que vamos conversar, o que vamos refletir, o que o nosso irmão nos trouxe com tanto carinho, com o estudo e a preparação que eu tenho certeza que teve. Assim, colocando-nos à disposição dos benfeitores para que possamos não só refletir, mas também vivenciar, colocar na nossa caminhada diária, que nós iniciemos com coração aberto esse momento agora da tarde. Que assim seja. Marcos, eh, eu vou passar a palavra para você. Eh, irmãos, ele trouxe mais uma vez refletindo, né, repetindo, crianças especiais. Palavra é sua. >> Muito obrigado, Dinéia. Muitas pessoas têm comentado que nunca viram tanta criança com autismo. Também tem comentado que parece que nós estamos numa epidemia de transtornos de déficit de atenção, eh transtornos ligados à hiperatividade e assim por diante. Ora, outras questões, como, por exemplo, a síndrome de Down. E aí nos perguntam: "O que está acontecendo? As portas do mundo espiritual se abriram para que esses espíritos possam passar
im por diante. Ora, outras questões, como, por exemplo, a síndrome de Down. E aí nos perguntam: "O que está acontecendo? As portas do mundo espiritual se abriram para que esses espíritos possam passar por essas expiações todas. Mas por que isso está acontecendo?" Bem, vamos então aqui fazer reflexões à luz da doutrina espírita. por partes. Primeiro, nós temos que entender o seguinte: a nossa medicina evoluiu muito, assim como a psiquiatria, assim como a psicologia, que são ciências ligadas a essa área médica. E aquilo que antigamente tinha uma classificação muito geral, hoje tem uma classificação mais específica. Porque na verdade o autismo, a hiperatividade, o déficit de atenção, etc, sempre existiram, mas não tinham essa nomenclatura, não eram registradas, classificadas dessa maneira. O que hoje nós já fazemos, o autismo, por exemplo, no seu início, era considerado um problema eh psiquiátrico ligado à esquizofrenia. Isso não existe mais. Acabou. Agora nós já entendemos, compreendemos o autismo como um transtorno psicológico, emocional, que está na bagagem que esse espírito está trazendo. Bagagem essa que é das últimas encarnações. Mas nós que somos educadores, nós que estamos trabalhando na escola ou na evangelização do Centro Espírita, nós não somos especialistas nisso. Nós não somos médicos, nós não somos psicólogos, nós não somos terapeutas. Eh, os pais também muitas vezes também não são, né? tem, é claro, obviamente com aquelas exceções dos que têm a formação específica nessa área, mas a grande maioria não tem essa formação. Então nós temos que tomar muito cuidado ao olharmos para uma criança e já querermos rotulá-la, dizendo: "Essa criança só pode ser autista". Ah, o fulano é hiperativo. A fulaninha tem déficit de atenção. E lá vamos nós com TD H e vai por aí a fora querendo fazer a classificação. Acontece que essa classificação só pode ser feita depois de exames. pode ser feita depois da criança, do jovem ou mesmo do adulto, passar por testes, passar por exames que efetivamente
classificação. Acontece que essa classificação só pode ser feita depois de exames. pode ser feita depois da criança, do jovem ou mesmo do adulto, passar por testes, passar por exames que efetivamente vão classificar ou não a pessoa com esse transtorno. Mas é claro que enquanto educadores, nós temos que ter o olhar atento e com esse olhar atento perceber quando o educando está fora do chamado padrão, quando ele está apresentando comportamentos, situações que indicam a possibilidade de termos ali alguma coisa diferente. Pode ser autismo, pode ser hiperatividade, etc. Então, o que nós devemos fazer, seja na escola, seja na evangelização, no centro espírita, devemos chamar os pais ou responsáveis, sentar com eles e conversar sem carimbos, sem rótulos. diz assim: "Olha, seu filho, ah, é uma criança maravilhosa, né? Nós adoramos estar com ele. Agora temos percebido que ele tem dificuldade em se relacionar com os colegas e que quando nós estamos aqui fazendo atividades, né, em que todos devem participar, eh, cooperar, eh, temos percebido que ele se isola, que ele faz a atividade, mas não faz com os outros. ele faz a atividade sempre sozinho, que ele tem dificuldade em compartilhar materiais e assim por diante. Então, na nossa opinião, enquanto educadores, nós recomendamos que vocês em casa prestem atenção sobre isso e se acharem conveniente, procurem um terapeuta, procurem alguém mais especializado, porque não há problema nenhum em fazer testes, em fazer exames. Não pode não ser nada, mas pode ser. Então essa é a nossa recomendação. Mas não é para tirá-lo aqui da evangelização, não é para tirá-lo da escola, não. Nada disso. Vida que segue, normal. Mas vamos prestar atenção um pouquinho mais sobre isso. Então, vamos evitar o rótulo, a não ser que os pais cheguem e digam para nós: "Olha, nosso filho, a nossa filha tem transtorno de déficit de atenção. Isso já foi pesquisado, já foi visto e é isso mesmo." Ou ele é imperativo ou, olha só, está classificado no transtorno do espectrito autista.
filho, a nossa filha tem transtorno de déficit de atenção. Isso já foi pesquisado, já foi visto e é isso mesmo." Ou ele é imperativo ou, olha só, está classificado no transtorno do espectrito autista. E tá tudo bem, OK? sem nenhum problema, vamos então passar a trabalhar melhor, atendendo essa necessidade específica que a criança então está apresentando. Então, muito cuidado, não vamos já sair rotulando, mas prestando atenção, conversando com os pais e responsáveis para tentar identificar qual é o problema. E muitas vezes não é transtorno, até porque todos nós, enquanto espíritos imperfeitos que somos reencarnados neste mundo de expiações e provas, todos nós trazemos algum tipo de transtorno. Essa que é a verdade. Mas isso não significa que tenhamos que utilizar um crachá específico pendurado para dizer: "Olha, eu sou isso, eu sou aquilo, eu preciso disso ou de aquilo". e que eu tenha que ser tratado diferente dos outros. Vamos com calma. Agora, estamos tendo muitas questões ligadas, por exemplo, ao autismo. Sim, isso tem acontecido, mas faz parte do processo reencarnatório, das oportunidades que Deus, através do seu amor, nos oferta para que possamos na encarnação passarmos pelas experiências que vão promover o nosso aperfeiçoamento, o nosso adiantamento, se for o caso, a mal que fizemos passado. Porque autismo, hiperatividade, déficit de atenção, down, etc., Nada disso é castigo divino, nada disso é punição, porque Deus é amor. O amor vibra em todo o universo. Deus nos ama, mas é da sua lei que sempre devemos assumir as consequências das nossas ações. Por isso que muitas vezes nós renascemos trazendo algum transtorno, trazendo alguma síndrome e podemos então ser classificados como uma criança especial, uma criança portadora de necessidade especial, que está ligado ao passado, que que atingiu o nosso perespírito, que desequilibrou a nossa mente. Mas isso é momentâneo, então temos que assumir as consequências. E é para o nosso bem, porque se isso não acontecesse,
ao passado, que que atingiu o nosso perespírito, que desequilibrou a nossa mente. Mas isso é momentâneo, então temos que assumir as consequências. E é para o nosso bem, porque se isso não acontecesse, poderíamos hoje, nesta encarnação, cometermos o mesmo erro, passarmos pelo mesmo problema que já enfrentamos em existência passada. Vamos dar um exemplo aqui. Digamos que em existência passada utilizamos mal a nossa inteligência. Ao invés de promovermos o bem, ao invés de crescermos espiritualmente, usamos a inteligência para fazer o mal aos outros. Bem, temos que assumir as consequências disso. E assumindo essas consequências, na atual encarnação, nós trazemos um défice mental que não nos permite utilizar plenamente a inteligência. nós alterizamos, mas até um certo ponto. Por exemplo, somos muito, mas muito bons mesmo em matemática, mas em compensação em outros assuntos, somos péssimos. E em matemática vamos até um certo ponto. E às vezes nós conseguimos fazer altos cálculos, mas nos embaraçamos com contas pequenas de multiplicação, de divisão e assim por diante. É que estamos assumindo as consequências do mau uso que fizemos da inteligência no passado. Muitos espíritos estão tendo essa oportunidade reencarnatória, mas não podem escapar de assumir as consequências do que fizeram no passado. E aí nós vamos ter essas crianças, esses jovens com autismo, com síndrome de Down, com hiperatividade, com déficit de atenção. E vamos colocar aqui um, etc. Tenhamos calma, muita calma. E o que nós temos que fazer lidando com a educação é procurarmos compreender. Vamos estudar. Sim, vamos estudar porque já há muita coisa desenvolvida nesse campo para melhor trabalharmos com essas crianças e com esses jovens. E como espíritas, nós não temos que querer saber o que foi que ele fez no passado. Muita calma. Dizem alguns, pelo menos dentro do movimento espírita. Ah, que todo autista foi um suicida em existência passada. Isso não é verdadeiro. Pode ser uma das causas do do autismo. Sim, até pode ser, mas daí a generalizar
lo menos dentro do movimento espírita. Ah, que todo autista foi um suicida em existência passada. Isso não é verdadeiro. Pode ser uma das causas do do autismo. Sim, até pode ser, mas daí a generalizar não, porque existem diversas causas. O que importa não é querer saber esse passado, o que importa é o hoje para construir um futuro melhor. Então, nesse hoje vamos educar, vamos educar com naturalidade, compreendendo que esse espírito tem o potencial divino a ser desenvolvido. E se ele está passando por um resgate, por uma espiação, nós aqui estamos para auxiliá-lo. É isso que nós devemos fazer. Cada caso é um caso. Por isso que rótulos são muito perigosos. Saibamos compreender, saibamos ter paciência, saibamos adequar o nosso trabalho educacional às necessidades especiais que esse educando está nos apresentando. E saibamos que através do amor tudo pode ser superado, tudo pode ser construído e temos que cumprir esta nossa missão no campo da educação. Lembrando que esse espírito que hoje está apresentando essa necessidade especial, esse espírito também um dia alcançará a perfeição. Tenhamos no nosso mestre Jesus o modelo para seguirmos. Porque Jesus nunca discriminou ninguém. Jesus nunca teve preconceito com ninguém. Jesus a todos sempre atendeu. Jesus trabalhou com os mais diversos discípulos, com as suas tendências, seus comportamentos, suas habilidades diferenciadas e a todos tratou como irmãos em Deus. E é isso então que nós temos que fazer. Lembrando que a doutrina espírita com a imortalidade da alma, a reencarnação nos dá ferramentas e explicações maravilhosas e profundas. Coloquemos tudo isso em prática e o resto entreguemos a Deus, nosso pai, que sabe muito bem o que está fazendo. do queos para que possamos então educar e possamos com essas crianças, esses jovens, esses seres humanos que estão apresentando necessidades especiais, saibamos amá-los, saibamos caminhar juntos e o amanhã será muito mais feliz para todos nós. Bem, disse, né, eu vou passar a palavra a você porque eram essas as
tão apresentando necessidades especiais, saibamos amá-los, saibamos caminhar juntos e o amanhã será muito mais feliz para todos nós. Bem, disse, né, eu vou passar a palavra a você porque eram essas as reflexões que queríamos trazer aqui para o nosso programa na Era do Espírito, conversando aqui sobre as crianças especiais, ou seja, as crianças com necessidades especiais. É com você, Terin? >> E importante isso que você trouxe, né? Porque a gente gosta muito de rotular, né, Marcos? A gente gosta, a gente olha e aquele ali tem isso. E aí a gente escuta falar, eu achei muito interessante quando você colocou, né, que realmente a gente escuta, todo autista foi um suicida, né? E não é bem assim, não existe, pode ser, pode, mas não quer dizer que é, né? Então, a gente tem que, em vez da gente se preocupar com o que aquele espírito foi, abraçá-lo hoje, né, dentro aí das suas eh necessidades especiais, dentro aí das suas dificuldades, né? E hoje em dia, quando você falou, né, a gente percebe muito mais isso, porque hoje em dia nós temos muito mais recursos, né, para avaliados. a gente tem profissionais aí, os nossos professores, né, os nossos professores, os professores hoje em dia t essa abertura, né? Há anos atrás nós não tínhamos primeiro essa abertura de observar, de chegar para uma família e falar isso, que eles se consideravam iam, né, eles se considerariam ofendidos. Nós não tínhamos essa facilidade de exames que temos hoje. E aí eu conversando com um amigo meu que é professor, né, há muito, muitos anos, né, ele falou assim: "Ô, Dirce, se a gente fosse fazer hoje em dia esses exames em todos nós, a gente ia ver que ele tem muito autista aqui, né? Ou ou com outras TDH, eh, são muitas siglas, né? a gente se perde um pouco. Então assim, é porque hoje em dia a gente tem essa, felizmente a gente tem essa, eh, abertura, né, embora a gente ainda conheça pessoas, famílias, né, que não gostem, né, que que se sentem ofendidos, não aceitam, mas felizmente, né, o olhar das pessoas tá
izmente a gente tem essa, eh, abertura, né, embora a gente ainda conheça pessoas, famílias, né, que não gostem, né, que que se sentem ofendidos, não aceitam, mas felizmente, né, o olhar das pessoas tá se abrindo a isso. E aí eu vou dar um um relato pessoal meu, né, com relação à importância tanto do professor quanto do evangelizador, né? E aí eu não vou falar professor, vou falar o educador, né? Eh, o meu filho, quando ele tava no ensino fundamental, hoje ele tem 18, né? Daqui alguns dias ele faz agora sábado de, né? Ele vai daqui alguns dias ele vai fazer 19 anos. Então, eh, o professor, ah, ele tinha esse déficit de atenção, tava indo mal nas provas, né? E a professora me chamou para uma conversa falando: "Olha, ele ele zerou praticamente a prova, ele não estuda". Falou: "Não, eu estudo com ele". E aí ela me orientou a buscar essa esse auxílio. Ela me chamou, falou: "Olha, ele é muito inteligente, você vê que, né, algumas coisas ali pergunta, mas ele não é de muita fala. Até hoje ele é mais eh na dele assim. E eu levei, ele fez tratamento, realmente ele tinha um déficit de atenção, né? Ele tratou, né? E assim, eh eh isso se melhorou, né? Isso se melhorou. É um processo constante, porque o que o que o psicólogo, né, explicou, o fonudiólogo, né, eh, ele tem assim, eh, o interesse dele é para determinada área que chama a atenção dele, né? Então, ele não se liga muito àquilo que ele não gosta. Por isso que vem esse essa desatenção nesse sentido, né? o caso dele, mas graças a Deus ele fez o tratamento durante um tempo, né? E a gente tá sempre observando, né? Hoje ele já vai fazer 19 anos, então ele a gente ainda observa e tudo, mas ele já tem, né, uma uma outra postura. Então, o quanto que foi importante essa conversa, esse auxílio para auxiliá-lo aí nos seus estudos, né? Tenho certeza que ela não me falou de forma ofensiva. Para mim eu agradeço muito. E às vezes é o nosso papel. A gente não quer eh atingir ninguém. Se eu levasse ele no médico, o médico falasse: "Não, não tem nada disso". A gente ia
lou de forma ofensiva. Para mim eu agradeço muito. E às vezes é o nosso papel. A gente não quer eh atingir ninguém. Se eu levasse ele no médico, o médico falasse: "Não, não tem nada disso". A gente ia buscar uma outra coisa. Ah, é o desinteresse da aula, né? É, é isso, aquilo. Então, a gente ia trabalhar de outra forma. Por isso que é importante esse diálogo, né? É importante nós perceber, percebermos, né? esses cuidados especiais que os nossos jovens, as nossas crianças, né, estão trazendo hoje, né, e que a gente felizmente tem recursos para que a gente possa auxiliá-los e não cí, né, um determinismo ou eh querermos aí dentro da nossa bola de cristal falar que ele foi assim um assado, né? né? Mas cuidar dessas necessidades, cuidar de forma amorosa, né? De forma aí a podermos auxiliar, e eu sempre trago isso comigo, sabe? Auxiliar esse espírito para que ele consiga, igual você explicou, né? Teve um um eh está arcando aí com as suas escolhas, né? Hoje veio nessa encarnação, né? com esse déficit ou esse esse problema ou aquele, mas ele vem inserido junto a mim e eu tenho essa responsabilidade de ser aquele que vai ajudá-lo a progredir e a se melhorar, entendeu? Então eu acho que esse é o nosso olhar. Isso, esse é o nosso olhar, meu amigo. Muito bom, né? A gente a gente fala que esse tempinho que a gente tem junto, né? É importante. E aí eu falo, gente, como o Marcos sempre ele fala conosco, né? Eh, aqui é só uma pincelada, tá, gente? É para instigar aí aquela nossa vontade de eh buscar e estudar mais, né, da gente ir se aprofundando, porque são assuntos hoje em dia que nós temos que conversar, né? Não devem ser tabus, não é nada assim para críticas destrutivas, mas sempre para a construção do bem. Se nós temos essa possibilidade, essa capacidade, devemos aproveitar para fazer o nosso melhor. Marcos, muito obrigada. Muito bom a gente estar junto, conversando, aprendendo com você, né? e com vocês também que sempre estão conosco. Então a gente agradece mais uma vez, receba o
o nosso melhor. Marcos, muito obrigada. Muito bom a gente estar junto, conversando, aprendendo com você, né? e com vocês também que sempre estão conosco. Então a gente agradece mais uma vez, receba o nosso abraço carinhoso todos vocês, o nosso querido ali irmão Marcos, que sempre está conosco e nos traz essas reflexões de forma carinhosa e muito embasadas, muito bem embasadas. E eu convido a todos vocês mais uma vez a gente aí conversar com Jesus, com Deus, agradecendo sempre a oportunidade de podermos refletir, conversar, vivenciar momentos tão preciosos dos ensinamentos de Jesus. que os nossos corações sempre se encham dessas benessé que nos são trazidas a cada momento, quando nessa comunhão de pensamentos nós conseguimos vibrar positivamente, construtivamente para o nosso bem, o bem dos nossos queridos e daqueles que caminham conosco. Mais uma vez grato ao Pai por este programa abençoado, pela oportunidade de compartilhamento que nos é dada. Encerramos mais um programa na Era do Espírito. Que assim seja. Bom, meus amigos queridos, meu amigo ali também, muito querido, o nosso muito obrigado. Encerramos então mais um programa na Era do Espírito, desejando a todos vocês, né, uma tarde abençoada. uma noite de luz e que estejamos aí juntos na próxima quinta-feira para mais uma reflexão. Ó, fiquemos todos aí com muita paz e muita luz no nosso coração. Tchau tchau a todos vocês. Portal do Consolador, divulgando a mensagem do bem. O seu canal de difusão do movimento espírita, divulgando, construindo, unificando e aproximando as pessoas com Jesus e Kardecerde.
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