NA ERA DO ESPÍRITO - PROGRAMA 59 - EDUCAÇÃO E PERFEIÇÃO

FEBtv Brasil 27/02/2026 29:19

PROGRAMA 59 DA ERA DO ESPÍRITO, COM A REFLEXÃO "EDUCAÇÃO E PERFEIÇÃO" COM MARCUS DE MÁRIO, APRESENTAÇÃO E COMENTÁRIOS DE DIRCINÉIA JOSÉ

Transcrição

Vamos nós. Olá, companheiros e companheiras. Sejam muito bem-vindos a mais um programa Palavras, ó, na era do espírito. Peço desculpas, meus amigos. E aí a gente dá aí mais boas-vindas ao nosso irmão Marcos Demário. Seja bem-vindo, Marcos. Tudo bem? >> Tudo bem, Deneia? Muito obrigado por estar com você. mais esta oportunidade de estar com quem está aí nos acompanhando para mais um tema no nosso programa na Era do Espírito. >> E hoje o Marcos trouxe pra gente a reflexão, os filhos e a formação de hábitos. Então, antes de passarmos a palavra para ele, vamos agradecer, né? Vamos aí fazer a nossa oração, a nossa prece, nos conectando com esses benfeitores, colocando aí o nosso coração, a nossa mente nesse momento, para que possamos todos juntos aproveitar ao máximo essa reflexão que nos será passada e que nós possamos absorvê-la, entendê-la e colocá-la na nossa caminhada, no nosso desenvolvimento do dia a dia. Também rogamos ao mais alto que envolva esse nosso irmão que nos trouxe essa reflexão, que ele preparou com muito estudo, muita dedicação e muito carinho. Então, dando graças ao nosso Pai, iniciamos nesse momento mais um programa na Era do Espírito. Que assim seja. Muito bem, vamos aí, né, passar a palavra pro nosso irmão Marcos Demário com o tema os filhos e a formação de áos. Meu amigo, você fique à vontade. >> Muito obrigado, Dineéia. Hoje nós vamos conversar sobre um tema que realmente é muito importante e que Allan Kardec já nos chamou a atenção em o livro dos espíritos. Vamos recordar aqui a questão 685A dessa obra que é a base do Espiritismo, que nessa questão Kardec faz todo um comentário a respeito do que seja a educação. E nesse comentário ele afirmativamente nos diz que a educação é o conjunto de hábitos adquiridos. Isso é frase de Allan Kardec no comentário da questão 685A de O Livro dos Espíritos. Vamos repetir para gravar. A educação é o conjunto dos hábitos adquiridos. Pois bem, agora nós temos que fazer uma pergunta. E como adquirimos hábitos? Lembrando que existem maus hábitos e

Espíritos. Vamos repetir para gravar. A educação é o conjunto dos hábitos adquiridos. Pois bem, agora nós temos que fazer uma pergunta. E como adquirimos hábitos? Lembrando que existem maus hábitos e bons hábitos. E obviamente à luz da doutrina espírita e da própria educação, nós procuramos desenvolver bons hábitos. Como fazer isso? Bem, o espiritismo nos dá um suporte pedagógico muito importante ao lembrar que a criança é um espírito reencarnado. Isso significa que a criança que está conosco no lar como filho, como filha, é um espírito que já teve existências anteriores, as chamadas existências passadas, ou de envergou aqui na Terra. um outro corpo com outra personalidade, ou melhor dizendo, outros corpos e outras personalidades, porque não sabemos quantas encarnações essa criança já teve, assim como não sabemos quantas encarnações nós mesmos já tivemos. Acontece que as encarnações são solidárias entre si. Ou seja, aquilo que fizemos em existências passadas, o que aprendemos nessas existências, os hábitos que desenvolvemos nesse passado histórico reencarnatório, nada fica perdido, tudo nos pertence. Mas onde estão? estão no inconsciente, mas revelam-se através das ideias inatas e das tendências de caráter. É assim que ao observarmos a criança, nós percebemos nela determinados hábitos, um modo de ser que é muito próprio dela e que a educação ainda não teve o devido tempo de desenvolver, de influenciar. Portanto, esses hábitos, essa personalidade, essa criança está trazendo do seu passado e também da sua preparação para a atual reencarnação. Por isso, o espiritismo no campo pedagógico diz para sermos bons observadores e não deixarmos de lado nem as ideias inatas, nem as tendências de caráter que o espírito está trazendo. Pois bem, se a criança está mostrando, por exemplo, uma má índole, alguns hábitos que não consideramos muito bons, como, por exemplo, eh, não ser muito obediente, eh, desrespeitar, né, os adultos, os mais velhos, brigar por qualquer coisa, ser birrenta e assim

ndole, alguns hábitos que não consideramos muito bons, como, por exemplo, eh, não ser muito obediente, eh, desrespeitar, né, os adultos, os mais velhos, brigar por qualquer coisa, ser birrenta e assim por diante. É aí que entra a educação. A educação que vai procurar corrigir esses maus hábitos. E aí nós vamos lembrar novamente Allan Kardec quando ele nos diz também nessa questão 685A que além da educação ser o conjunto de atos adquiridos, a educação deve trabalhar para a correção das más tendências de caráter que o espírito esteja trazendo, portanto, para realizar a correção dos seus hábitos e levar esse espírito a desenvolver bons hábitos para si mesmo e para a convivência com os outros. Portanto, a formação de hábitos é um processo educacional e que precisa ter início na família e ser reforçado o tempo todo pelos pais, que são os grandes educadores dos filhos. Os pais receberam de Deus essa missão de educar esses espíritos que agora estão reencarnando como filhos. E criar bons hábitos é da máxima importância, porque Paulatinamente, gradativamente, a criança irá interagir com os outros, inicia no próprio núcleo familiar e pouco a pouco vai indo para o núcleo social mais próximo, até que ela, com o desenvolvimento do seu corpo, vai se inserir na sociedade, adentrando, por exemplo, a escola, onde ela também vai aprender socialização. Mas essa socialização precisa acontecer no ar, é na família que tem princípio e que tem desenvolvimento. Vamos lembrar aqui para darmos um exemplo da festa de aniversário. quando faz um ano de idade, um aninho, é muito comum que as famílias façam a festa de aniversário da criança com 1 ano de idade. Ora, com um ano de idade a criança já não é mais aquele bebezinho de colo dependente do da mãe, principalmente da avó. Não, já tem um ano. Provavelmente já estará no processo de ficar em pé, de dar os seus primeiros passos, de reconhecer os familiares e mais próximos. Agora, na festa de um ano, comparecem mais familiares, pessoas agregadas,

vavelmente já estará no processo de ficar em pé, de dar os seus primeiros passos, de reconhecer os familiares e mais próximos. Agora, na festa de um ano, comparecem mais familiares, pessoas agregadas, eh, mais íntimas dentro do campo da amizade dos pais. E é claro, então, que a criança ela vai interagir com muitas pessoas na festa de aniversário. E nós precisamos observar o seu comportamento, a sua conduta, como que ela interage com os brinquedos, com as brincadeiras, com as outras crianças e com os adultos que estão comparecendo a festa. Então, os pais precisam ser bons observadores para corrigir maus hábitos, reforçar bons hábitos ou desenvolvê-los. Lembrando que o espírito não perde aquilo que desenvolveu em existências passadas. E ele começa a demonstrar isso na medida em que domina o corpo, a medida em que seu organismo se desenvolve. Então nós não podemos simplesmente achar: "Ah, que bonitinho, ah, isso é fase, é assim mesmo, depois muda e simplesmente deixarmos". Claro que a natureza faz o seu processo, mas esse espírito é dependente dos adultos e é dependente da educação que esses adultos estão dando. E aí uma advertência aos pais e aos avós, principalmente aqueles que são responsáveis pela criança. O espírito se espelha nos seus educadores. Então, o educador também precisa trabalhar consigo a formação de bons hábitos para que possa dar bons exemplos. Porque não adianta simplesmente exigir, cobrar do filho os bons hábitos. É preciso mostrar a eles que como educadores nós também temos bons hábitos. que nós somos aquilo que estamos pedindo que ele seja. Se não fizermos isso, a educação perde a sua força, perde o exemplo. Portanto, temos que nos educar, temos que corrigir em nós maus hábitos. Precisamos trabalhar conosco mesmo. Não é fácil. É um processo, na verdade, muitas vezes difícil, mas ele precisa acontecer. para que depois com o passado tempo e o filho crescido, ele não aponte para nós e diga: "Olha só quem está falando". Nós conhecemos muito bem isso, né?

muitas vezes difícil, mas ele precisa acontecer. para que depois com o passado tempo e o filho crescido, ele não aponte para nós e diga: "Olha só quem está falando". Nós conhecemos muito bem isso, né? Quando o nosso filho aponta para nós: "Quem é você para me dizer essas coisas, para me cobrar esse comportamento?" quando eu sei muito bem que você não faz, que você é o contrário disso. Mas aí nós vamos querer dizer ao nosso filho, não, mas eh eu quero que você faça o que eu lhe digo e não o que eu faça. Mas aí nós perdemos a autoridade moral e ela só se encontra no nosso próprio exemplo. Então, uma formação de hábitos junto aos nossos filhos é dependente da minha formação de hábitos, dos meus exemplos. Então, você sendo pai, você sendo mãe, avô, avó, tio ou tia, lembre-se, a criança se espelha em você, que é o seu grande educador. E você precisa ser um bom espelho. Então, precisa se trabalhar nos seus próprios hábitos para poder desenvolver esse potencial com esse espírito que, por enquanto, está no período infantil e é extremamente dependente de você. Então, a formação de hábitos começa no lar, é desenvolvida na família para que esse espírito, ao assumir a sua nova personalidade nesta encarnação, ele possa ter a força moral de trabalhar consigo, corrigindo maus hábitos e captando dos seus educadores bom Bons hábitos para uma convivência mais fraternal, mais solidária, ações voltadas para o bem do próximo e de si mesma, para que ele entenda como é bom fazer o bem, como é bom viver aqui na terra, aproveitando bem esta atual encarnação. Nós precisamos fazer com que esse espírito cresça moralmente e espiritualmente. Será que estamos conseguindo fazer isso? Essa é uma grande pergunta e temos que dirigir a nós incessantemente e lembrando que o período infantil é o mais importante no processo da educação. Se deixarmos passar esse período e perdê-lo, tudo fica mais complexo, tudo fica mais complicado. Embora esse processo de formação de hábitos, ele continue, ele vai adentrar pela

processo da educação. Se deixarmos passar esse período e perdê-lo, tudo fica mais complexo, tudo fica mais complicado. Embora esse processo de formação de hábitos, ele continue, ele vai adentrar pela adolescência, pela juventude e mesmo pela madureza. Mas se fizermos bem esse processo na infância, nós teremos maior probabilidade de ter filhos agora mais adultos e de fato responsáveis, conscientes, cumpridores dos seus deveres, pensando no bem coletivo. Por isso então que nós não podemos delegar isso para a escola. A escola deverá dar continuidade a esse processo, mas essa continuidade não se desliga da família e não quer dizer que a família tenha então que abrir mão dizendo: "Bom, nosso filho já está na escola, a escola também vai trabalhar a formação de hábitos, a socialização, enfim". Então, o que tínhamos que fazer terminou? Não, não terminou. Porque a criança todo dia volta da escola para a família, para o lar, para a convivência com os seus. E não basta perguntarmos o que ela aprendeu hoje na escola. É preciso continuar o trabalho da formação de hábitos, perceber os seus conceitos, os seus valores, o que foi que ela fez durante as horas que passou lá na escola e estávamos sempre com o diálogo aberto, sentando e conversando e discutindo se foi bom, se não foi bom, se é bom, se não é bom, porque esse espírito precisa acima de tudo aprender a fazer ao outro somente o que deseja que o outro lhe faça. E esse é um ensino do nosso mestre Jesus, o nosso grande educador e que precisamos colocar em prática, partindo de mim como educador, que eu só devo fazer ao outro que desejo que ele me faça. E se eu estou me esforçando para cumprir esse verdadeiro mandamento educacional, a tendência do meu filho é seguir os meus passos, é seguir esse meu exemplo e ele também pensar nesses termos, que ele só deve fazer ao outro que deseja que o outro lhe faça. é a regra de ouro da educação que precisa ser trabalhada o tempo todo família. Então, lembrando que é no lar, é no ambiente familiar onde de

ele só deve fazer ao outro que deseja que o outro lhe faça. é a regra de ouro da educação que precisa ser trabalhada o tempo todo família. Então, lembrando que é no lar, é no ambiente familiar onde de fato nós fazemos a formação dos bons hábitos. Lembrando que bons hábitos não se circunscrevem simplesmente a ser ordeiro, organizado, a saber guardar as coisas no seu devido lugar, a ajudar a mãe e o pai na limpeza e organização do lar. Claro que são bons hábitos, não resta dúvida, mas nós estamos aqui evidenciando principalmente os bons hábitos morais de saber sempre fazer o bem. de saber respeitar o direito do outro, de saber colocar em prática na sua convivência os ensinos morais de Jesus que estão no Evangelho e que o Espiritismo os revive. Então, muito cuidado com o que estamos fazendo com os nossos filhos no ambiente dolar. E como sempre fazemos, nós vamos agora fazer uma dica literária dentro da literatura espírita de uma obra que trabalha a educação e e a família e que consideramos ela é muito importante, uma obra muito bem escrita para todos os pais. independente da sua formação cultural, profissional, dos seus conhecimentos em psicologia e pedagogia. Vamos então aqui a obra é esta que está na minha nas minhas mãos e que eu estou colocando aqui na tela. Família, laboratório de almas. Livro muito gostoso de ser lido do nosso querido Joamar Zanolini Nazaré. Procure conhecer esta obra Família Laboratório das Almas, onde ele tem inclusive um capítulo em que ele lida com este tema da formação dos hábitos. Bem, deineia e a todos que estão nos acompanhando, eram essas as reflexões que tínhamos a trazer hoje no nosso programa na Era do Espírito. Devolvo a palavra a você, Dicineéia. Muito bom, né, Marcos? Importante a gente ver que não basta a gente falar, né? A gente tem que exemplificar, a gente tem que demonstrar aquilo que a gente tá falando. E aí, a hora que você tava falando, né, que você pegou esse trecho, eu me lembrei algumas pessoas que falam, né, faço o que eu

e exemplificar, a gente tem que demonstrar aquilo que a gente tá falando. E aí, a hora que você tava falando, né, que você pegou esse trecho, eu me lembrei algumas pessoas que falam, né, faço o que eu falo, mas não faço o que eu faço, né? E isso não é o certo, porque geralmente, principalmente as nossas crianças, principalmente aí e e atualmente, até porque eles estão assim mais eh críticos, mais observadores, eh eles justamente chamam a nossa atenção nesse sentido. Como é que você me fala para fazer uma coisa que você não faz? Então é importante que a gente não só passe verbalmente, fale, é claro, né? mas que também demonstre que nós estamos nesse processo de evangelização, de educação do nosso espírito, porque afinal de contas, assim como essa criança, né, nós estamos aí nesse processo de melhorar aí as nossas más inclinações. Só que esses que nos chegam, que estão sobre a nossa tutela, como você falou, é a nossa responsabilidade. Nós assumimos esse compromisso junto à espiritualidade e nós responderemos por isso, né? Nós aí nos comprometemos a levar a esse espírito que chega para nós. E aí, nesse a gente abre esse leque, igual você falou, os pais, os tios, os avós, aqueles que vão ali educar, que vão conviver, tem esse compromisso. mesmo que aquele espírito ali, e a gente tá frisando espírito porque a gente sabe que a criança é um espírito que reencarnou num corpo infantil, porque precisa desse nosso apoio, precisa dessa nossa eh desse nosso auxílio. Então, mas ele traz uma bagagem, ele traz aí esses hábitos, ele traz aí a sua história e e e a gente tem que ajudar a melhorar os maus hábitos, aqueles assim que ainda precisam da nossa do nosso exemplo, do nosso esforço para transformação e aprimorar o que ele já tem de bom, né? fazer com que o que ele tenha de bom aí se fortaleça. Então é importante nós percebermos que isso eu sempre falo, é muito bonitinho, pequenininho, né? Ah, que bonitinho. Você tava falando, tava só imaginando, né? Quando os meus eram pequenos, a

ortaleça. Então é importante nós percebermos que isso eu sempre falo, é muito bonitinho, pequenininho, né? Ah, que bonitinho. Você tava falando, tava só imaginando, né? Quando os meus eram pequenos, a gente vai pensando na gente, né? Ah, que bonitinho. Não, isso enquanto é pequeno. Não, daqui a pouco isso muda. Mas na verdade só vai mudar se a gente fizer a nossa parte, se a gente colaborar aí junto com a evangelização, que é de extrema importância, né? Levar esse essa criança, evangelizá-la, apresentá-la a Jesus e também junto com a escola, né? Porque a gente tem que trabalhar em conjunto para que esse espírito aí ele vá se melhorando, vá aí se educando e formando hábitos melhores, né? A gente vai falando, eu fico pensando, eu tava aqui, aí a gente se empolga, vai falando, né? Porque realmente e é uma responsabilidade tanto, né, Mar? Nossa Senhora. >> Com certeza. Com certeza dis >> é uma responsabilidade. >> Com certeza. Mas nós temos todo o potencial divino para dessa responsabilidade, não é? >> É isso. Exatamente isso que eu ia falar, né? eh a gente eh não nos foi dado por acaso, a gente tem esse potencial divino, a gente tem esse amparo paraa gente poder colaborar aí nessa formação, né, e de hábitos melhores nesse ser. Aqui, Marcos, muito obrigada, muito bom a nossa reflexão. Ah, gostei muito da indicação da leitura. Eu não conhecia, né? O Zoomar eu já até conheço, né? Mas eu não conhecia esse livro. E é um livro muito interessante até, né? Para aqueles que são evangelizadores e tem grupos de estudo poderem, olha aí, ó, gente, tá mostrando lá, ó, a família é laboratório de almas, né? É muito bom para quem tem grupos de estudo de evangelização ou quem não tem aí indicar, né, na sua casa espírita. para poder a gente ir aí estudando, para trabalhar melhor, evangelizar melhor ali as nossas crianças, os nossos jovens, né, Marcos? Muito obrigada. o nosso abraço carinhoso, não só o nosso irmão Marcos, né, que prepara essas reflexões aí abençoadas, mas a todos vocês que estão conosco.

ossas crianças, os nossos jovens, né, Marcos? Muito obrigada. o nosso abraço carinhoso, não só o nosso irmão Marcos, né, que prepara essas reflexões aí abençoadas, mas a todos vocês que estão conosco. Aguardamos vocês o nosso próximo encontro e convidamos vocês agora para encerrarem o nosso programa com uma pequena prece, agradecendo a oportunidade que tivemos, agradecendo aí o momento em que passamos juntos. vocês que estão agora conosco ou vocês que estão nos assistindo, né, em outros momentos, que sejamos sempre envolvidos, guiados pelos benfeitores, sabendo que somos sempre protegidos, que somos sempre aí levados a boas eh vibrações, a boas intenções. Então, que possamos colaborar fazendo a nossa parte através da nossa transformação, do nosso esforço, para que possamos auxiliar aqueles que nos chegam, que são de nossa responsabilidade, que passam por nós. E assim, gratos ao nosso Pai, ao nosso irmão Jesus, pela confiança que nos é dada a todo momento, encerramos mais um programa na Era do Espírito. Que assim seja, meu amigo. Então, um abraço carinhoso, até o nosso próximo programa, né? Um abraço aí a você, a toda a sua família e vocês que estão conosco também. O nosso abraço carinhoso. Até o nosso próximo programa. Tchau tchau para vocês. Portal do Consolador, divulgando a mensagem do bem, o seu canal de difusão do movimento espírita, divulgando, construindo, unificando e aproximando as pessoas. Com Jesus e Kardec construindo um mundo de fraternidade. Gente,

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