#223 -CEECAL EM FOCO - A Família e a Educação dos Filhos - Marcus de Mário
Programa: CEECAL EM FOCO - Edição 223 Expositor: Marcus de Mário Tema: A Família e a Educação dos Filhos Realização: Centro de Estudos Espirita Caminho da Luz - CEECAL Data: 07/09/2025 às 19h Transmissão: TV CEECAL Retransmissão: Web Radio Fraternidade, Espiritismo e Mediunidade, IGESE, FEC TV, Portal da Luz - 14ª Ure - Face TV CEECAL Playlists: CEECAL EM FOCO - https://youtube.com/playlist?list=PLv... PlayLists Transmissão TV CEECAL - https://youtube.com/playlist?list=PLv... 🔹 E-Mail CEECAL: Contato.ceecal@gmail.com - Carlos Schmitz Mídias Sociais do CEECAL 🔴Youtube: https://www.youtube.com/tvceecal 🌐 Nossos Sites: www.eventos-ceecal.com 🙋 Instagram: @tvceecal Telegram:Https://t.me/tvceecal Rádio CEECAL 24 horas no ar Web Radio CEECAL = https://www.radioceecal.webradios.net/ Convide um amigo 🔹 Inscreva-se no Canal 🔹 DEIXE SEU LIKE 🔹 E ative o sininho para não perder nossos vídeos 🔹 E nos ajude na sua divulgação 🔹 A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita - Seguindo o lema "A maior caridade que você pode fazer para a Doutrina Espírita é a sua divulgação" aqui estamos levando a todos catarinenses e ao mundo os eventos aqui realizados, bem como o intercâmbio entre expositores da nossa de terra e de outros estados oportunizando a todos um pouco mais de informação e conhecimento do espiritismo. A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita Amigo do CEECAL: Você pode nos auxliar atraves do - PIX - 09325195000114 #tvceecal #ceecal #maysebraga #rossandroklinjey #jorgeelarrat #aneteguimaraes #paraviver #autoajuda #relaxar #meditar #tranquilizar #reflexão #toxico #frustracoes #inveja #disciplina #pensamento #ansiedade #espiritas #evolucao #espiritual #esclarecimento #emmanuel #palestraceecal #shortsceecal #chicoxavier
Muito boa noite. Sejam todos bem-vindos a mais um programa Secal em Foco, uma produção do Seal. Centro de Estudo Espírita Caminho da Luz aqui em Florianópolis, Santa Catarina. Agradecemos a presença de todos que vão conosco aqui seguir nesse secal em foco hoje, agradecendo em especial os internautas que nos assistem pela TV Secal, pela web Rádio Fraternidade, a Ig, Instituto Goiano de Estudos Espíritas, a FEC TV de Santa Catarina, a 14ª URI. de Florianópolis, Santa Catarina, AM Espiritismo e Mediunidade e Rádio Portal da Luz. Hoje temos como convidado já um amigo, irmão de caminhada aqui da nossa família Secal, o Marcos Deo, com o tema família e a educação dos filhos. Boa noite, Marcos, seja muito bem-vindo a mais um Secal em Foco. >> Boa noite, André. Boa noite todos. da SECAL, a todos os internautas. É um prazer, uma alegria estar com vocês e que Jesus os abençoe para termos o melhor estudo possível esta noite. Eh, agradecemos aí a presença do Marcos Dear por estar conosco, aceitar esse convite e aqui apresentando um pouco o palestrante, ele é educador, escritor e palestrante, coordenador do grupo espírita seara de luz do Rio de Janeiro, diretor do IBem Educa, organização educacional, editor também do canal Orientação Espírita no YouTube. informamos aos nossos internautas que as perguntas, dúvidas ou algum comentário poderão ser feitos no nosso chat que tá logo ali do ladinho ali na do vídeo. E não esqueça de inscrever-se na TV Secal. Nós temos uma playlist enorme, tem como de deixar seu like, que isso também ajuda a nossa manutenção na plataforma do YouTube como algo de utilidade, algo que seja proveitoso e que seja eh de interesse eh social e coletivo aqui. Então, para iniciar, eu vou fazer uma prece e eh passar depois a palavra pro nosso irmão Marcos Demar. Então vamos cada um que está agora nos seus lares, que se encontra agora nesse momento presencial conosco, relaxar, sentar de forma confortável, respirar, tranquilizar os nossos corações para que a gente possa não só ouvir, mas escutar
nos seus lares, que se encontra agora nesse momento presencial conosco, relaxar, sentar de forma confortável, respirar, tranquilizar os nossos corações para que a gente possa não só ouvir, mas escutar o que o Marcos traz para nós. que como serventia pra nossa vida, pra nossa família e às vezes paraos nossos próximos que possam estar de repente necessitando desse esclarecimento, desse conhecimento que será passado hoje pelo nosso irmão. Então, para iniciar nosso secal e foco com esse tema tão importante, façamos a oração que o nosso mestre nos deixou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoa, Senhor, as nossas dívidas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, a quem nos tem deixado débitos. E não nos deixei, Senhor, cair em tentações, mas livra de tudo que seja mal. Que assim seja e que seja uma palestra iluminada. Marcos, passa a palavra para ti, meu irmão. Qualquer coisa, estamos nos bastidores. Boa palestra e que Jesus esteja convosco. Bem, meus queridos irmãos, minhas queridas irmãs, que Jesus nos abençoe eh neste momento em que aqui estamos nessa transmissão online para conversarmos sobre o tema a família e a educação dos filhos. num momento em que a nossa humanidade eh tem passado por vários problemas de valores, de estrutura, de pensamentos e em que a espiritualidade encontra-se ainda em segundo plano, mas que nós espíritas entendemos que seja tão importante para a formação das novas gerações e a transformação moral da humanidade. Então, nós vamos iniciar a abordagem conversando sobre a família, porque a família eh para o espiritismo é a célula básica da sociedade. É através da família de um pai e de uma mãe que conseguimos reencarnar. Isso mesmo. Todos nós temos um pai e temos uma mãe. Todos nós tivemos um lar que nos abrigou. Todos nós, portanto, adentramos a esta nova jornada terrena, assumindo um novo corpo e uma nova
eencarnar. Isso mesmo. Todos nós temos um pai e temos uma mãe. Todos nós tivemos um lar que nos abrigou. Todos nós, portanto, adentramos a esta nova jornada terrena, assumindo um novo corpo e uma nova personalidade através de uma família. Claro que a família pode estar muito bem organizada, muito bem estruturada, uma família que pode ser exemplo de valores morais, como pode ser uma família desestruturada, desequilibrada, eh uma família que vai passar a esses espíritos que agora estão reencarnando eh valores muitas vezes equivocados. Então, nós precisamos entender família. Qual é o papel da família na sociedade humana? Qual é a sua importância diante da lei da reencarnação? Qual é a importância da família e a sua influência na estrutura da sociedade, no comportamento humano? É um tema, portanto, vasto, profundo e muito importante. E nós, espíritas não nos atemos apenas a discutir questões de estrutura, de organização da família. Hoje em dia, nós sabemos que a família pode se estruturar de várias formas, mas mais importante do que discutirmos essas formações estruturais da família é compreendermos que, acima de tudo, a família deve ser um espaço de convivência dos espíritos reencarnados, que somos todos nós, e que estamos aqui na terra para progredir, dar continuidade ao nosso progresso, tanto intelectual quanto moral. E é por isso que passamos pelo período da infância, onde somos dependentes dos adultos e em especial do pai e da mãe. Hoje em dia, isso também mais ampliado, porque nós sabemos que os avós estão igualmente desempenhando um grande papel quando os pais precisam trabalhar. Então os avós assumem o esse cuidar e educar junto com os pais. E quando a família ela falha, quando a família não se faz presente, nós temos problemas seríssimos sociais, porque nós vamos ser na vida aquilo que estamos aprendendo sobre a influência dos responsáveis pela nossa educação. Os espíritos superiores na codificação espírita são muito claros em relação a isso, porque os espíritos, na verdade não são
estamos aprendendo sobre a influência dos responsáveis pela nossa educação. Os espíritos superiores na codificação espírita são muito claros em relação a isso, porque os espíritos, na verdade não são nossos filhos. Nós não somos donos nem criadores dos nossos filhos. Eles são individualidades imortais criadas por Deus e estão neste momento como nossos filhos. ou como nossos netos transitoriamente, porque Deus os confiou a nós e temos a missão de educá-los. Educar é muito mais do que instruir. Educar é mais do que entregar conhecimentos. Educar é mais do que ensinar. E a verdadeira educação, ela é dependente dos bons exemplos que damos. Claro que se nós damos maus exemplos também estamos educando, mas na verdade nós deveríamos dizer que estamos deseducando. Mas vamos entender isso num passo a passo. Vamos então nos olhar, nos sentir como espíritos que somos e não este corpo biológico. Nós renascemos vindos do mundo espiritual e quando renascemos, apesar de sermos um bebê aqui na vida material e depois nós vamos começar na medida que o corpo cresce a entrar na primeira infância e assim por diante. Antes disso, nós somos espíritos. E como somos espíritos e pela lei da reencarnação, isso quer dizer que já tivemos existências anteriores, nós estamos trazendo uma bagagem. Essa bagagem ela fica latente com o espírito, que a vai demonstrando através das suas ideias e das suas tendências de caráter. Então, Allan Kardec, que foi um grande educador, ele nos diz que precisamos, enquanto pais, avós, responsáveis pelas crianças, precisamos saber observá-las, percebê-las, senti-las, porque nós estamos no mundo de expiações e provas e, portanto, somos espíritos imperfeitos. trazemos mazelas conosco, ligados ao egoísmo, ao orgulho, a vaidade, a ambição, ao sensualismo e assim por diante. Nós ainda trazemos uma carga em relação a isso. Ora, a educação deve combater as más tendências de caráter. Por isso o educador deve ser, antes de mais nada um observador. Ele tem que observar, ele tem que
inda trazemos uma carga em relação a isso. Ora, a educação deve combater as más tendências de caráter. Por isso o educador deve ser, antes de mais nada um observador. Ele tem que observar, ele tem que perceber quais são as tendências de caráter daquela criança que está com ele, que é o espírito reencarnado. Se detectar que determinadas tendências de caráter não são boas, é preciso combater. É preciso corrigir essas más tendências, ao mesmo tempo que se trabalha para o melhor desenvolvimento das boas tendências, que são as chamadas virtudes ou qualidades morais, mas que alguns educadores não espíritas preferem chamar do desenvolvimento de uma educação em valores, educação em ética e assim por diante. Mas nós, apesar de usarmos termos diferentes, estamos preocupados com a mesma questão, que é a formação moral desse ser. Esse ser que hoje nos encanta porque está passando pela infância, mas que vai se tornar um jovem, vai se tornar um adolescente. E quando o corpo cresce, o que acontece é que esse espírito tende a paulatinamente se mostrar tal qual ele é. Porque hoje ali na infância, principalmente até os 7 anos de idade, ele está utilizando um instrumento corporal que é muito frágil, que está em desenvolvimento e que não lhe permite uma manifestação completa, nem do seu pensamento, eh, nem da sua linguagem, nada disso. Portanto, o espírito reencarnado, enquanto ele está no período da infância, ele pensa e age como criança. Ele vai passar por estados de desenvolvimento e no início, por exemplo, ele não consegue eh elaborar pensamentos, conceitos mais abstratos. Ele só vai conseguir fazer isso com o tempo e principalmente a partir do momento em que começa a adentrar na chamada pré-adolescência. Então, durante todo esse período, a família para ele é muito importante, porque é na família que ele vai receber as orientações, os exemplos, que vai desenvolver ou não os bons valores e vai ter a sua formação de caráter ou vai acabar prevalecendo o que ele já está trazendo do do que ele fez e do que ele
receber as orientações, os exemplos, que vai desenvolver ou não os bons valores e vai ter a sua formação de caráter ou vai acabar prevalecendo o que ele já está trazendo do do que ele fez e do que ele é. né, que ele vem construindo ao longo das existências. Por isso, então, nós temos que tomar cuidado com essa questão de família. Hoje em dia, nós estamos vendo muitas famílias desfeitas por causa das separações do divórcio. Esses pais têm todo o direito, claro, perfeitamente, de se divorciarem se o relacionamento não está dando certo. Mas não podem esquecer que geraram filhos e que Deus confiou esses filhos a eles e que, portanto, mesmo separados devem dar todo o amor possível aos seus filhos, devem ser solícitos a eles, devem se esforçar em dar bons exemplos e evitar de falar mal de um e o outro do outro. Os filhos não podem, não devem ficar no meio de uma guerra entre os ex-cônjuges, os ex-parceiros, até porque os filhos nada tem a ver com o problema de relacionamento entre os seus pais e que não conseguiram manter essa união. Cada um teve o direito de refazer a sua vida, mas não pode esquecer que tem os filhos e que continua responsável por eles e que, portanto, precisa sim se preocupar em educar. E o diálogo com outro parceiro ou com outra parceira deve continuar para que os filhos não fiquem divididos, porque o pai educa de um jeito, tem considerações de uma maneira e a mãe faz tudo o contrário e vice-versa. Então, esses pais, embora não estando mais juntos, precisam manter o diálogo em relação à educação dos filhos, porque esses filhos serão os adultos de amanhã. E nós temos que nos perguntar que adultos queremos que os nossos filhos sejam? adultos honestos, incorruptíveis, solidários, fraternos, adúlteros, que vão pensar no bem para todos. Ou queremos adultos egoístas, vaidosos, corruptíveis, individualistas? O que queremos que os nossos filhos sejam? amanhã. Essa construção começa com eles na infância. E aí então precisamos lutar para ter uma família melhor estruturada, mais
corruptíveis, individualistas? O que queremos que os nossos filhos sejam? amanhã. Essa construção começa com eles na infância. E aí então precisamos lutar para ter uma família melhor estruturada, mais harmônica. Quantas vezes nós podemos manter essa harmonia se soubermos calar, como diziam os antigos, não colocar mais lenha na fogueira. Cala, ora pelo outro, espera o melhor momento para conversar. E lembrando que conversar é dialogar, aquela via de mão dupla. Porque se eu tenho o direito de falar, se eu tenho o direito de externar meu pensamento, o outro também tem o mesmo direito. Por isso, baixar o tom de voz, falar amistosamente sem uma espada na mão, com maior tranquilidade, saber dividir as tarefas no lar, porque as tarefas domésticas não têm que ficar sobre o ombro de um só. é um casal, é uma dupla que precisa se harmonizar. Então, dividir as tarefas, um ajudando o outro, é muito importante saber sentar para ouvir os dois trabalham. Um quer falar coisas do seu serviço profissional, acontecimentos daquele dia. Há que se ter paciência e ouvir, ouvir, ponderar, porque ele tem direito de falar. E não esquecer que o amor ele deve ser alimentado, deve ser regado. O amor não morre. com o casamento não pode. Se antes nós tratávamos com toda a terdura, por que vamos deixar de fazer isso só porque já estamos casados? E existe, né, aquela aquela fala que nós ouvimos muito, né? Olha só, casou não pode mais reclamar. Mas se nós não estamos agindo corretamente no casamento, é claro que o outro tem o direito de reclamar, de nos chamar a atenção. Isso é fundamental e vamos fazer isso, obviamente, com fraternidade. E aí vem os filhos. Os filhos mudam o dia a dia. Os filhos mudam a estrutura do lar. E isso precisa ser conversado o tempo todo. Quem vai fazer o quê? Quem abre mão do quê? e um cooperando com o outro e sabendo então absorver a criança ou as crianças nessa nova estrutura familial que começa então a ser montada, porque antes era apenas o casal, mas agora é o casal e os
ê? e um cooperando com o outro e sabendo então absorver a criança ou as crianças nessa nova estrutura familial que começa então a ser montada, porque antes era apenas o casal, mas agora é o casal e os filhos. Então nós vemos que muitas separações, muitas brigas, muitas desarmonias acontecem porque nós não estamos colocando em prática a fraternidade, a solidariedade, o respeito, o diálogo, porque não estamos sabendo também renunciar a favor do outro e Estamos no casamento, mas continuando a viver individualmente quando nos unimos com outra pessoa e agora temos a presença dos filhos. E para bem educar é preciso se educar. Já dizia Sócrates, o grande filósofo grego, conhece-te a ti mesmo para nos lembrar da necessidade do autoconhecimento e automaticamente da autoeducação. Porque o exemplo é a maior força do educar, é a maior força do educador. E educador não é somente o professor ou a professora na escola. Os pais são educadores, os avós são educadores, os tios são educadores. Não podemos esquecer dessa figura. Lembrando a questão 582 de O livro dos Espíritos, quando os nossos amigos espirituais, respondendo a Kardec, lembro que a paternidade é uma missão, missão divina. E, portanto, se a paternidade, englobando aqui, a maternidade é missão e que pai e mãe são responsáveis pela educação dos filhos, é claro, então, que nós temos que entender que os pais são educadores e educadores da máxima importância. Para a nossa reflexão, vamos trazer aqui a palavra do benfeitor espiritual Emanuel, através da mediunidade do nosso querido Chico Xavier. No livro O Consolador, lá na questão 109, é perguntado a Emanuel se o período infantil é o mais importante para a tarefa educativa. O início da resposta dele é muito importante. Então vamos destacar esse início. Então, o período infantil é o mais importante para a tarefa educativa? Emuel nos diz, abrindo aspas, o período infantil é o mais sério e o mais propício à assimilação dos princípios educativos. Até aos 7 anos, o espírito ainda se
mais importante para a tarefa educativa? Emuel nos diz, abrindo aspas, o período infantil é o mais sério e o mais propício à assimilação dos princípios educativos. Até aos 7 anos, o espírito ainda se encontra em fase de adaptação para a nova existência. que lhe compete no mundo. Nessa idade ainda não existe uma integração perfeita entre ele e a matéria orgânica. Suas recordações do plano espiritual são, por isso, mais vivas, tornando-se mais suscetível de renovar o caráter e estabelecer novo caminho na consolidação dos princípios de responsabilidade. Se encontrar nos pais legítimos representantes do colégio familiar. Prestemos atenção a essa fala final do Emanuel. O espírito reencarnado que está no período infantil, ele então é mais suscetível nesse período para renovar o seu caráter. Isso depende dos pais. Se esse espírito que agora está criança se encontrar nos pais legítimos representantes do colégio familiar. E então nós temos que nos perguntar, enquanto pais, enquanto avós, se somos legítimos representantes do colégio familiar, ou se ainda estamos vivendo egoísticamente? ou se jogamos a responsabilidade da educação nos ombros do outro cônjuge. Como estamos nisso? Lembrando, esses espíritos estão na nossa dependência. A humanidade está na dependência da educação que estamos promovendo. Porque conforme educarmos, conforme os valores que desenvolvermos com os nossos filhos, é o que eles vão levar para a sociedade, é o que eles vão ser. E nem sempre nós pensamos sobre isso e deixamos o tempo passar. descuidado. E mesmo sendo espíritas, vamos vivendo como se a morte não fosse a nossa transição para retorno ao mundo espiritual. Vamos vivendo como se a reencarnação fosse um belo princípio, mas não estamos aqui preocupados com a nossa próxima reencarnação, mas deveríamos ficar preocupados porque estamos todos vinculados à humanidade do planeta Terra e ainda temos muitas necessidades de aprendizado e de progresso. E, portanto, para a grande maioria, e estou me incluindo nessa maioria,
s porque estamos todos vinculados à humanidade do planeta Terra e ainda temos muitas necessidades de aprendizado e de progresso. E, portanto, para a grande maioria, e estou me incluindo nessa maioria, ainda teremos necessidade de reencarnar aqui mesmo no planeta Terra. Fala-se tanto da transição planetária, de irmos de mundo de expiações e provas para mundo de regeneração. E de fato estamos nesse processo, mas somos nós que fazemos o processo. Se ele teve início, precisa ter continuidade. Quem vai dar continuidade ao processo? Nós mesmos. Então, temos sim que nos preocupar com a nossa próxima existência. Não é apenas o espiritismo que nos diz isso, mas Jesus, nosso mestre, quando reunido com Nicodemos, que era doutor da lei, ele foi enfático, incisivo, direto. Em verdade vos digo, é preciso nascer de novo. Nós estamos olhando para esse futuro, como vamos fazendo laços espirituais uns com os outros, é normal retornarmos no seio da mesma família. Então, fazendo aqui um faz de conta, é possível que na nossa próxima encarnação venhamos como filho do nosso bisneto, por exemplo, talvez até mesmo do nosso neto. Esses desígnios não nos pertencem, mas como somos construtores de nós mesmos nessa jornada evolutiva, vamos sempre assumir as consequências daquilo que estamos fazendo. Sempre iremos assumir as consequências das nossas escolhas. E então, estamos preocupados com esse futuro? Estamos olhando para ele. O mundo de regeneração não vai acontecer num passe de mágica apenas e tão somente pela vontade divina. Somos nós que o fazemos. Somos nós que temos que sair do egoísmo e do orgulho. Somos nós que temos que sair do individualismo e da maldade para entraros na caridade e na humildade, na solidariedade e na fraternidade, na prática do bem. Ninguém irá fazer por nós. Nós é que precisamos fazer. Nós é que precisamos atuar na sociedade com valores morais renovados para transformá-la para melhor. Mas esses valores morais renovados dependem dos nossos pais, dependem da nossa família, o que estão passando para
isamos atuar na sociedade com valores morais renovados para transformá-la para melhor. Mas esses valores morais renovados dependem dos nossos pais, dependem da nossa família, o que estão passando para nós, os exemplos que estão nos dando, são exemplos de honestidade, de respeito ao próximo, ou muito pelo contrário, dependendo da educação que estamos promovendo, é como teremos a sociedade do futuro. E é fato que deixamos em segundo plano a educação moral, que é tão defendida por Allan Kardec e, portanto, pelo Espiritismo. Mesmo no âmbito das instituições espíritas, muitas vezes deixamos a desejar nesse campo da chamada evangelização espírita. Certa vez, em jornada de palestras pelo interior do estado de São Paulo, nós chegamos em determinada cidade e ali nos encaminhamos ao Centro Espírita. Lá chegados, fomos recepcionados e quem nos fez a recepção foi um dos diretores do Centro Espírita. Começamos a conversar, ele foi nos apresentando a a esta pessoa, aquela, tal, a própria casa. E então perguntamos sobre a evangelização das crianças, como é que acontecia, se eles tinham e assim por diante. E ele me respondeu que não sabia muito bem, porque ele não atuava na área da evangelização. Mas se a fulana de tal estivesse ali no centro, ela poderia me dar melhores informações, mas que eles tinham sim a evangelização. Ele só não sabia dizer se ela funcionava no sábado ou no domingo. Foi uma resposta estranha porque ele era diretor da casa. E aí então ele pediu licença porque ele ia procurar quem é que ia dirigir a reunião, que não era ele. Porque segundo ele, naquele dia e horário à noite, ele não frequentava o centro espírita, então ele não conhecia como com o funcionamento daquela reunião pública de palestra e passe. Eu estava conversando com um diretor do Centro Espírita. Ele não sabia nada da evangelização, ele não conhecia nada da reunião pública. E eu fiquei pensando, ele sabe o que desse centro espírita? Ah, deve ser aquele famoso diretor que só exerce função burocrática.
sabia nada da evangelização, ele não conhecia nada da reunião pública. E eu fiquei pensando, ele sabe o que desse centro espírita? Ah, deve ser aquele famoso diretor que só exerce função burocrática. Ele deve ser amigo do presidente e tá preenchendo vaga na diretoria. Aí deve atuar como secretário ou como tesoureiro, ou então atua só na área da mediúnica, só frequenta a reunião mediúnica do centro espírita. Então, quando nós vemos isso acontecer, nós percebemos o quanto nós não entendemos o espiritismo, o quanto nós não compreendemos a doutrina espírita e o quanto não valorizamos a educação do espírito reencarnado. Porque evangelizar a luz do Espiritismo é esclarecer as mentes, é beneficiar, é sensibilizar os corações, é promover o homem de bem, é ligar esse espírito ao evangelho, aos ensinos morais do Cristo, que é o nosso guia e modelo. ensinos morais que são universais, que são para todos em todos os tempos. Precisamos olhar com maior carinho esse trabalho tão importante e saber que não basta fazer a evangelização espírita das crianças. É preciso também trabalhar os adolescentes e os jovens e os adultos. E aí voltamos ao nosso tema. É preciso evangelizar a família. Temos também as reuniões de pais, os encontros da família para tratarmos de temas relevantes a respeito do lar, do amor entre os cônjuges, da educação dos filhos e a formação da sociedade humana. para que isso pouco a pouco penetre nas escolas. As escolas são importantes, mas elas não foram criadas para substituirem a família e nem os professores foram criados para substituirem os pais. Claro que o ideal é que família e escola trabalhem em parceria, mas a escola deve complementar o trabalho da família, mas hoje o que está acontecendo é que a escola está precisando corrigir esse trabalho, mas a escola está perdida no meio de um verdadeiro tiroteio de ideologias, metodologias. e também se distanciou da verdadeira educação que Allan Kardec brilhantemente nos diz, juntando aqui as questões 685A e 917 de livro dos espíritos, que a
rdadeiro tiroteio de ideologias, metodologias. e também se distanciou da verdadeira educação que Allan Kardec brilhantemente nos diz, juntando aqui as questões 685A e 917 de livro dos espíritos, que a verdadeira educação é a educação moral e que a educação moral consiste em combater as más tendências do espírito, em desenvolver as virtudes que são um potencial divino que pertence ao espírito, que a educação moral consiste em dar ao espírito reencarnado bons hábitos, os hábitos de previdência, de solidariedade, de fé raciocinada. Enfim, a educação moral deve promover o homem de bem. Essa educação é prioridade da família, é missão dos pais. Mas alguém deve pensar assim: "Eu estou me esforçando, eu estou tentando, mas o meu filho ou a minha filha é muito rebelde, é um espírito difícil e isso é fato. Realmente, nós temos recebido levas e mais levas de espíritos extremamente indolentes, rebeldes e mesmo maldosos. Mas o trabalho é o mesmo, educá-lo com perseverança, com paciência e exercendo a autoridade moral. Se mesmo assim esse espírito agora nosso filho não seguir as nossas boas orientações e os nossos bons exemplos, ele prestará contas de si mesmo perante a lei divina. E nós não seremos culpados por ele ter se transviado, por ter se desviado nos caminhos da existência terrena. Mas quantos pais podem afirmar que realmente tudo fizeram para melhor educar os seus filhos? Porque muitas vezes nós falhamos pelas próprias imperfeições que ainda possuímos. E como não desenvolvemos a contento a espiritualidade em nós mesmos, aí temos dificuldade em promover esse desenvolvimento junto aos nossos filhos. Mas tenhamos calma. Deus sabe. Deus sabe dos esforços que estamos fazendo. Deus sabe das circunstâncias existenciais que nos envolvem. Deus nos conhece. Deus sabe dos nossos problemas, das nossas dificuldades e por isso ele não nos desampara. E entre os familiares, entre os amigos, nós sempre temos aqueles que nos dão o apoio. E não podemos esquecer dos espíritos, os que estão desencarnados,
s dificuldades e por isso ele não nos desampara. E entre os familiares, entre os amigos, nós sempre temos aqueles que nos dão o apoio. E não podemos esquecer dos espíritos, os que estão desencarnados, nosso anjo da guarda, nosso guia espiritual e tantos outros que nos amam, que velam por nós, que nos auxiliam, não podem fazer no nosso lugar. mas estão sempre nos intuindo, nos inspirando para que possamos fazer o melhor e dar o nosso melhor para manter a harmonia no lar e promovermos uma boa educação moral dos nossos filhos. Por isso nós espíritas sabemos utilizar a grande ferramenta da oração. Isso mesmo, entrar em prece para permitir a sintonia conosco dos bons espíritos e também nos acalmarmos, nos harmonizarmos para tomarmos as melhores decisões. Lembrando que somos os grandes influenciadores dos nossos filhos e dos nossos netos e quantas vezes dos nossos sobrinhos. Pessoalmente eu tenho netos, mas também tenho o que carinhosamente chamamos aqui de sobrinhos e sobrinhas, netos e netas e vivem aqui na nossa casa. Gosto muito de estar aqui. Não somos os pais, não somos os avós, somos tios. Mas como eles vivem por aqui, gostam de entrar aqui, de conviver conosco, então passamos a ser também educadores responsáveis por eles e precisamos trabalhar da melhor maneira possível para que, pelo menos de nós, eles recebam bons exemplos, boas orientações de ordem moral acima de tudo. e exercendo a autoridade moral que não pode ser perdida. E, portanto, eles continuam no ambiente da família, podem não estar nos seus lares momentaneamente, mas tios, primos e assim por diante também são da família. é a família do ponto de vista maior. E, portanto, todos respondemos perante a lei divina pelo que estamos fazendo. E aí vemos o quanto que a família é de fato importante na educação desses espíritos que são necessitados de amor, são necessitados de corrigendas, de limites que precisam aprender a serem responsáveis, saberem respeitar os outros e cumprir os seus deveres. Porque somente assim eles poderão ter os
sitados de amor, são necessitados de corrigendas, de limites que precisam aprender a serem responsáveis, saberem respeitar os outros e cumprir os seus deveres. Porque somente assim eles poderão ter os seus direitos. E lembrando que a liberdade que é tão aclamada e tão sonhada, ela tem limites, porque a minha liberdade termina onde começa a liberdade do outro. Então, à luz da doutrina espírita, pensemos, reflitamos sobre a importância da família, o seu papel na educação desses espíritos reencarnados, a missão educativa eh dos pais e pensemos no futuro, porque o que estamos semeando hoje nesses corações e nessas mentes é o que será refletido na sociedade, essa mesma sociedade que amanhã vai nos receber de volta. Porque relembrando o nosso mestre Jesus, é preciso nascer de novo a reencarnação que tanto estudamos no espiritismo. Vamos pensar seriamente sobre esse assunto e para encerrarmos as nossas colocações, nós vamos passar a palavra ao espírito Santo Agostim o Evangelho segundo o Espiritismo, no seu capítulo 14, item nove. é o primeiro, segundo, terceiro, quarto, o quinto parágrafo da fala de Santo Agostinho sobre a ingratidão dos filhos e os laços de família. E ele então conversa conosco diretamente, nós espíritas, e vai nos dizer o seguinte: "Ó espíritas, compreendei neste momento um grande papel da humanidade. Compreendei que quando gerais um corpo, a alma que se encarna vem do espaço para progredir. Tomai conhecimento dos vossos deveres e põe todo o vosso amor em aproximar essa alma de Deus. É essa a missão que vos está confiada e da qual recebereis a recompensa se a cumprides fielmente. Vossos cuidados, a educação que lhe derdes auxiliarão o seu aperfeiçoamento e a sua felicidade futura. Lembrai-vos de que a cada pai e a cada mãe Deus perguntará: "Que fizestes da criança confiada à vossa guarda?" palavras muito profundas e que devem vibrar em nossa mente e em nosso coração. É o que temos a trazer a todos e vamos ficar aqui ao dispor se houverem perguntas para essa nossa
nfiada à vossa guarda?" palavras muito profundas e que devem vibrar em nossa mente e em nosso coração. É o que temos a trazer a todos e vamos ficar aqui ao dispor se houverem perguntas para essa nossa interação que sempre nos enriquece no conhecimento do tema à luz da doutrina espírita. Eh, boa noite novamente. Eu tô aqui eh encantada porque eu tenho um infante de 8 anos que educo e hoje não que sabia o teor conteúdo da tua palestra, mas hoje de manhã com outro educador que divide comigo essa missão e discutimos eminentemente esses tópicos que foram riquíssimos e muito bem colocados por você nesse momento que você traz. ali que eu achei fantástico esse processo de de evangelização como um todo, porque a gente estava muito preocupada e temos uma preocupação com esse infante, com essa criança, né? Porque o manto do esquecimento? Por que que até os sete é de um jeito? Por que que na adolescência é assim? E o espiritismo vem nos clareando, só que mesmo conhecedor de toda ponte que são dados para nós, que é o planejamento, nós recebermos esse espírito, que é um espírito que já teve outros processos reencarnatórios, que tá na nossa vida por uma missão das mais nobres, mas muito responsável. E a gente hoje tem sido muit das vezes, como tu colocastes, omissos, desidiosos, conflituosos e às vezes necessitando nós adultos enquanto educadores de sermos educados, ou melhor, reeducados, porque educados a gente já não consegue mais sê-lo, porque a gente já tem as bases espirituais e as bases do nosso conhecimento. E tu foste de uma cristalinidade neste tema. que assim surte um impacto porque nos chama a uma a uma percepção se estamos no caminho conduzido como pai, como mãe, como avô, como avó, como tios, avós, como tu bem colocaste, ou seja, atuantes a qualquer ser que está em nosso lado, não é por acaso, cumprindo essa missão de amor do mestre Jesus, desse apoio. Ento, deixe vir a minhas criancinhas, porque a elas pertence o reino dos céus, até tão puras, mas não esqueçamos, como tu bem
o é por acaso, cumprindo essa missão de amor do mestre Jesus, desse apoio. Ento, deixe vir a minhas criancinhas, porque a elas pertence o reino dos céus, até tão puras, mas não esqueçamos, como tu bem colocastes, com tendências, com espíritos que já vem por vezes elaborado de experiências anteriores que depende de nós, um pouquinho mais adultos nessa encarnação para compreender e até por vezes disciplinar, limitar, esclarecer. E a outra coisa que me chamou muita atenção, que a gente tá naquela sociedade de não poder dar um tapa, OK, perfeito. Mas você falou, mas vamos dar amor, vamos abaixar a altura dessa criança e conversar sem chicote na língua, né? Porque às vezes a gente é duro, a gente é pesado, porque a gente não bate mais com as mãos, mas a gente não pode esquecer que as palavras machucam, que o tom de voz é agressivo. Outra coisa fantástica que tu colocou, como temos modelos de família múltiplo, mas acima de tudo como os adultos misturam os conflitos entre eles com a educação das crianças que estão na sua posse naquele momento e guarda. E isso tem refletido numa criança que ele fala: "Quero ficar na casa de fulano ou quero ficar na casa de ciclano". Porque ele já percebe com 5, 6, 7 anos a permissibilidade, a a facilidade das portas largas. lá eu como doce, lá eu faço o que eu quero, lá eu fico no na televisão. Então essa fala de hoje, então foi bom você colocar a família e também as crianças, porque nós somos essa família de adultos e de crianças necessitados dessa amorosidade de educação, evangelização moral. E tu fostes cristalino nisso e eu tô assim em bebida porque foi essa matériapra o meu café da manhã. Então, Marcos, mais do que agradecimento aqui é é a confirmação de Emmanuel dizendo pra gente: "Tudo passa, nada é por acaso. Te acalma que tu vai ouvir aquilo que tu precisa". estão ouvindo aqui hoje. Então, te agradeço por essas sábias e iluminadas palavras que vem do teu evangelizar, que vem do teu doutrinar, que vem do teu processo como educador e ainda como esse pai,
". estão ouvindo aqui hoje. Então, te agradeço por essas sábias e iluminadas palavras que vem do teu evangelizar, que vem do teu doutrinar, que vem do teu processo como educador e ainda como esse pai, avô, com esse tio e avô que também exercita na prática, né, que instruir e praticar esse esse m que é dos mais eh importante, né? Porque é isso mesmo na Bíblia? O que tu fizeste, meu filho, da missão que eu te dei de pai e mãe. E às vezes a gente vai baixar a cabeça, né? Naquela hora a gente vai baixar a cabeça, falar: "Ah, deixei solto", né? E muit das vezes eu sinto hoje na nossa sociedade as mães, os pais vivendo sentimento de culpa, de não me lingue, né? E e eu tava lendo uma palestra do Alberto Almeida e ele colocou algo que eu achei tão forte. tão forte que você tava falando: "Poxa, a escola hoje tá tendo um papel que a família não tá tendo assumindo." E o Alberto Almeida, ele colocou uma fala que ele diz assim: "Os pais têm se apaixonado pelos filhos e ficam cegos". >> Uhum. >> Meu filho é perfeito, não vou corrigir, é o do outro que tá errado, é ele que tá sofrendo bullying, não é ele que faz. como nós e e Alberto Almeida colocou isso, eu achei interessantíssimo, porque nós quando estamos apaixonados e a paixão nos cega, a gente perde a dimensão de educador. Marcos, olha que interessante. E a outra coisa que eu trago, né, que que para mim é a é uma das coisas mais belas, que o meu tá com oito, às vezes acho que a gente perde às vezes em pouca mão, mas é o momento da argila. E o evangelho traz isso pra gente. Enquanto você é um professor a educar, aquela criança ainda é argila macia que você pode ir jogando umas gotinhas de água e ir fazendo a moldagem, argila molhada criança. Por isso que o exemplo fala mais alto do que a palavra. E mas só que chega um ponto que a argila endurece e quando ela endurece ela fica sem essa mobilidade. E tá lá na questão 383 do livro dos espíritos nos trazendo isso. Então, gratidão. Eu tô muito nada por acaso tá aqui do teu lado ouvindo
la endurece e quando ela endurece ela fica sem essa mobilidade. E tá lá na questão 383 do livro dos espíritos nos trazendo isso. Então, gratidão. Eu tô muito nada por acaso tá aqui do teu lado ouvindo melhor e ouvindo de perto, meu irmão. Que graças a Deus essa mensagem hoje para todos nós. Tem uma participante. Eu quero aqui também agradecer primeiro a todos que estão conosco, deram boa noite, cumprimentaram a gente aqui, deixaram abraços fraternos de Cachoeira e Paulista, Florianópolis e tantos outros lugares aqui que estão acompanhando a gente. Mas tem uma irmãzinha aqui, Marcos, que hoje eu tenho certeza que ela vai montar um um centro espírita que ela frequenta, uma evangelização muito poderosa. Ela fez várias perguntas. Então aqui já agradeço de antemão a irmã Andreia Minha Chará. eh por nome eh com a participação dela. Andreia, que Deus abençoe e que os esclarecimentos hora dados e agora nas suas perguntas do Marcos seja sementeio, seja semeiadura dentro da tua casa espírita, dentro da tua casa, com os seus próximos, para que você possa estar conduzindo com essas dúvidas e com a respostas que você vai receber melhor trabalho nessa missão de amor. A Andreia coloca pra gente a primeira pergunta. Não é nem pergunta, isso aqui é uma colocação. Ela coloca Mário, os pais de hoje se perderam no excesso de liberdade, permissibilidade, estão perdidos, não sabem como educar. são os pais que necessitam urgentemente de intervenção e educação. André, essa tua exclamação até, peço delicada, desculpa, acabei de fazê-la e nem sabia que você tá não tinha lido o teor da tua colocação. E a pergunta que ela faz mesmo, Mário, é essa aqui, ó. Olha que bacana. O que é ser pai e mãe? E e a se você quiser, eu coloco de novo a colocação dela primeiro aqui, ó. Ela faz uma exclamação muito bem colocada e passo para você fazer essa narrativa. >> Bem, Andreia, eh, de fato, eh, nós estamos vendo pais perdidos. Isso, isso é um fato, porque eles não foram preparados para serem pais. E muitos
bem colocada e passo para você fazer essa narrativa. >> Bem, Andreia, eh, de fato, eh, nós estamos vendo pais perdidos. Isso, isso é um fato, porque eles não foram preparados para serem pais. E muitos realmente quando começam a ter os filhos não sabem exatamente o que fazer. E como os filhos são diferentes porque são individualidades e mostram tendências completamente diferentes, muitos pais realmente se perdem e acabam dando uma liberdade excessiva que vai paraa permissividade essa libertinagem. E aí então nós temos que concordar com você que precisamos chamar esses pais de volta. Vem, vem participar aqui do grupo de pais, vem fazer parte do nosso encontro da família, porque o espiritismo tem muito a nos ensinar. Nós temos uma literatura a esse respeito muito boa, tanto dos espíritos através de médiuns como Chico Xaviero, Divaldo Franco, Raul Teixer, como temos também autores espíritas, estudiosos espíritas com obras lançadas a respeito da família. Então é o processo de reeducação. Então na evangelização, por isso que estamos falando de educação, de evangelização da família, porque aí os pais vêm e o objetivo é o quê? Reeducá-los. para que eles aprendam o que é realmente educação e o que é ser pai e o que é ser mãe, que muitos simplesmente não sabem, até porque confundem o educar com o cuidar, mas são coisas diferentes. É claro que os pais têm que cuidar dos seus filhos, então eh providenciar eh as vacinas, eh todo, todo socorro de saúde, a alimentação, o vestuário, os brinquedos, a escola, claro, mas tudo isso é cuidar, não significa educar. Nós estamos reencarnados para aprendermos a nos amar. Jesus foi muito claro que precisamos amar a cima a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. E depois ele reforçou: "Amai-vos uns aos outros. Ser pai e ser mãe é justamente saber amar. Ah, mas ele pode ser um inimigo meu do passado. Pode, é claro. E como vai superar essa inimizade, amando? É, é no amor. Então, ser pai e ser mãe é abrir mão muitas vezes de si mesmo
amente saber amar. Ah, mas ele pode ser um inimigo meu do passado. Pode, é claro. E como vai superar essa inimizade, amando? É, é no amor. Então, ser pai e ser mãe é abrir mão muitas vezes de si mesmo para estar com ele ali, para socorrer. Eu lembro da minha mãe, minha mãe que desencarnou com 93 anos de idade e eu comecei a ter o meu problema de visão aos 3 anos de idade. E ela já tinha um filho e já e grávida do outro, tá? Quando eu tive o problema que e eu tenho uma miopia profunda eh e com estrabismo e uma série de coisas, né? E ela quando viu, olhou para mim, ela me contava a história, né? E olhou para mim, viu que meus olhos eu tava como vesgo, né? Ela não teve dúvidas. grávida me pegou no colo, tá? Pegou o meu irmão pela mão, foi pra rua e foi até o hospital para me levar e de lá avisou meu pai, ó. Então isso é ser mãe, isso é ser pai, tá? abrir mão de si mesmo, porque são os filhos e os filhos são dádivas de Deus para nós. E tudo isso, então nós podemos e devemos conversar no tempo espírita na evangelização da família para que os pais de hoje que não foram preparados possam então entender o seu papel e aí colaborar efetivamente com a evangelização na educação dos seus filhos. Que maravilha isso, né? E até eu tava pensando, né, porque eu vou ter uma fala que tô estudando para falar. E aí as pessoas falam assim: "Ah, porque minha mãe ah, me tratou assim, me tratou assado". E aí um um doutrinador, é uma leitura eh doutrinária, ele disse assim: "Ah, tua mãe fez isso contigo, fez. E quantas vezes ela te deu alimento? Quantas vezes ela te deu banho? Quantas vezes ela sarou tua doença, eh, cuidou de você, te levou na escola, te arrumou, quantas vezes ela te botou no colo? Então, assim, é muito interessante porque a gente não enxerga a dimensão dessa maternidade, dessa paternidade, até que a gente também chegue próximo a ela, como pai, como mãe, como tio, como padrinho, como madrinha. Por quê? que aí a gente vai ver toda esse laboratório, toda essa, como eu falei, essa argila
e, até que a gente também chegue próximo a ela, como pai, como mãe, como tio, como padrinho, como madrinha. Por quê? que aí a gente vai ver toda esse laboratório, toda essa, como eu falei, essa argila próxima a você e essa dimensão abnegatória que abre mão por vezes da última maçã para poder dar pro seu filho. Então, muito bem colocada a tua fala, Marcos e eu acho que eh satisfez aí com grandeza. E obrigada, Andreia, pela participação de novo. Andreia vai nos perguntar o seguinte, ó. Olha que bacana. Qual o objetivo da infância? para o espiritismo. Finalidade, ela tá perguntando, né? Então, qual é o objetivo barra finalidade eh da infância para o espiritismo? >> Essa pergunta Allan Kardec também dirigiu ao aos espíritos, tá? >> Eh, porque aquela história, né? Tá, se eu sou um espírito criado por Deus e já venho aí progredindo, por que que eu tenho que passar pela infância? Por que que Deus já não me coloca no mundo já adulto, consciente de mim mesmo e pronto para viver? Porque Deus é sábio. Deus é a perfeição. Deus sabe que nós ainda não conseguimos fazer apenas o bem. Quantas e quantas vezes por ignorância ou por maldade ou pelas circunstâncias que nos envolveram? Quantas vezes que nós não fizemos o mal? Basta olhar para nós hoje, né? Nós não somos nenhum modelo de espírito perfeito, de espírito superior, benévolo. Nós não somos esse modelo ainda. Hoje, se olharmos pro passado, nós vamos perceber que no passado éramos piores, porque é lei de progresso, né? E basta olhar a história da humanidade, porque como temos o esquecimento do passado, nós não sabemos exatamente quem fomos e o que fizemos. Mas ao olharmos a própria história da humanidade, nós percebemos que, ó, 100 anos atrás, 150, 200 anos atrás, se estivermos aqui na Terra, muito provavelmente nós não fomos pessoas do bem, ou não tanto quanto poderíamos ter sido. Aí, então, Deus promove a infância como bênção para nós que estamos reencarnando. Por quê? Porque a infância, na infância, nós assumimos um novo corpo e desenvolvemos
tanto quanto poderíamos ter sido. Aí, então, Deus promove a infância como bênção para nós que estamos reencarnando. Por quê? Porque a infância, na infância, nós assumimos um novo corpo e desenvolvemos uma nova personalidade e temos o esquecimento desse passado no inconsciente. E é uma bênção para os pais, porque como formamos uma família espiritual, nós podemos imaginar, né? Nasceu, ai que beleza, né? E você vai pegar o seu filho no colo pela primeira vez e você olha para ele e descobre que ele é aquele que puxou o seu tapete lá na existência passada. Você vai conseguir amá-lo, vai conseguir educá-lo, vai conseguir ficar com ele sabendo que ele foi o seu algo lá no passado. Ou ao olhar para ele, você olhar, ai meu Deus, é a minha vítima da última existência. Como que você vai conseguir amá-lo, educá-lo com essa lembrança? Então, a infância é muito importante porque faz com que amemos, né? faz com que tenhamos essa solicitude para esse espírito que não sabemos quem é, não sabemos de onde ele está vindo, mas sabemos que ele pertence à nossa família espiritual e que Deus o colocou aqui conosco e nos deu essa responsabilidade de amá-lo, de educá-lo, de corrigi-lo, de desenvolvê-lo, tudo pela educação. Então, a finalidade da infância é dispor o espírito para poder receber as boas influências, as boas orientações dos encarregados da sua educação e fazer com que esses encarregados, diante dessa criatura frágil, inocente, de candura, fazer com que o nosso sentimento seja sensibilizado e aí possamos amos então através do amor nos entendermos e juntos nos desenvolvermos. Por isso, então, para o espiritismo, a infância é muito importante. >> Eh, fantástico essa sua colocação, porque eh eu até coloco, né, a pergunta é tão simplista na 383 e a resposta é tão simplista e você foi muito mais eh complexo no sentido de explicar com muito mais amorosidade para que a gente entenda, né? E é uma pergunta, e é tão interessante quando até quando fala por que que o espírito chora, né? A criança
is eh complexo no sentido de explicar com muito mais amorosidade para que a gente entenda, né? E é uma pergunta, e é tão interessante quando até quando fala por que que o espírito chora, né? A criança chora. Tudo no espiritismo foi perguntado com a nossa sensação primeira de que se nós entendêssemos isso, já seria um passo para que nós pudéssemos entender a grandiosidade disso, né? Então essa infância, como tu coloca, e aí eu vou usar de novo a argila molhada, né? é o período mais sensível, mais acessível, mais penetrante, mais instaurador daquilo que nós podemos deixar como exemplo no processo de educação. E os esquecimento, lógico, como o próprio Marx falou, é pro nosso é bem maior, porque se nós temos dificuldade hoje na closta terrena, com as nossas limitações de saber até uma situação concreta, se alguém falou, deixou de falar, imagina se a gente soubesse tudo do ontem, né? E a infância vem trazer esse carinho, essa amorosidade, lembrando sempre aquilo que o próprio irmão Marcos falou. A criança, ela é um espírito, ela é criança na matéria, ela tá no comprendndio de eh estrutura carnal, voltório carnal, mas às vezes, por vezes, são espíritos que já trazem conhecimento, tendências, uma série de senões e que com a nossa colaboração, enquanto educadores eh e pais e mães ali naquela família, podemos estar dando a melhor base no num anseio moral. Aqui a Andreia novamente, ela faz uma pergunta, mas eu vou colocar as duas porque uma se encaixa, é duas linhazinhas. Ela coloca assim: "Se encontrarmos pais legítimos representantes do colégio familiar, ela faz essa colocação que tu colocastes e aí ela faz o seguinte, porque acho que a dúvida dela é essa, o que eles quiseram dizer, né, do colégio, o que que significa esse colégio familiar?" Então a pergunta dela é: o que que a doutrina espírita, né, quando você trouxe aqui, quer dizer desse colégio familiar enquanto legítimos representantes eh desse papel educador? Bem, eh, esse termo é utilizado pelo Emanuel no livro Consolador, né, quando
, né, quando você trouxe aqui, quer dizer desse colégio familiar enquanto legítimos representantes eh desse papel educador? Bem, eh, esse termo é utilizado pelo Emanuel no livro Consolador, né, quando ele faz essa afirmativa, né, que o espírito depende de encontrar eh legítimos pais no colégio familiar. colégio familiar aqui. O Emanu não está comparando com a escola formal tradicional que nós conhecemos, não. Que a família tem uma um dinamismo diferente do que tem a escola. Se bem que o educador Pestalose, ele dizia que a escola devia ser uma grande família, que a escola precisa imitar o lar, tá? Então, o nosso irmano está lembrando o seguinte: os pais não são os educadores dos filhos? Os filhos não são os educandos dos pais. Então, nós precisamos olhar a família como uma escola, uma escola de almas, uma escola onde precisamos aprender a melhor conviver uns com os outros. Uma escola onde vamos aprender o amaros uns aos outros. uma escola onde vamos procurar prioritariamente realizar o desenvolvimento moral, não apenas dos filhos, mas também o nosso. Por isso, então essa expressão cunhada por humano, colégio familiar, para nos lembrar que a família é também uma instituição humana educacional, tá? e que quando a família falha nessa educação, as consequências, as repercussões vão para a sociedade. E é o que nós estamos assistindo atualmente, não é? Ah, nossa sociedade tá muito violenta, né? as pessoas estão muito individualistas por é isso, é aquilo. Isso é reflexo, é consequência do desleixo educacional no colégio familiar para utilizarmos aí a expressão do Emânuel. Então, lembremos que a família também é uma escola. Por isso, o emano tem aquela outra expressão, né? O lar é a primeira escola, tá? Então, é esse o sentido que o humano dá dessa amplitude educacional da família. Muito boa tua colocação e até vou colaborar assim, ó, em algumas obras. Eh, Francisco Cândido Xavier chama-se Escola de Almas, a família, né? Porque na realidade a gente tem esse planejamento espiritual, né? E nesse
olocação e até vou colaborar assim, ó, em algumas obras. Eh, Francisco Cândido Xavier chama-se Escola de Almas, a família, né? Porque na realidade a gente tem esse planejamento espiritual, né? E nesse sentido, a é aquela escola que não é da matemática, da física, mas é da escola da evolução espiritual e moral. Então, obrigada e esse termo foi bem muito bem colocado. Andreia, obrigada pelo esclarecimento, porque pela pergunta, porque pode ter sido dúvida também de outros irmãozinhos que estão conosco. Mais uma pergunta da Andreia, eh, ela coloca, é uma pergunta maior, ela, essa aqui é o início, tá? E depois tem uma continuidade. André coloca assim: "Homem de bem, homem evangelizado segundo o evangelho de Jesus. Seus mandamentos, sabemos que é família, a escola de preparação das almas reencarnadas na terra. Mas e quando um dos maiores erros da família moderna é deseducar? O que fazer, Marcos? >> Reeducar. Esse é o nosso trabalho, tá? Eh, nós, os espíritos difíceis, os espíritos de desafio preciso de reeducação. Então, sim, a família falhou, não está falhando. Qual é o nosso dever enquanto educadores externos a essa família? É abrigar essa família, os seus os seus membros para reeducá-los. E nunca é tardé para fazer isso. Eu lembro o nosso querido Divaldo Franco lá com a sua mansão do carinho, aliás, a mansão do caminho hoje tem du dois 2.500 crianças estudando lá nas mais diversas escolas que eles mantém. E o Divaldo contava uma história de um espírito, né, que chegou eh lá na manção do caminho ainda beber e foi. E eles abrigaram, né, aquela co adotaram e ele fal que mas o olha e a criança era de uma rebeldia e tinha nela uma maldade que eles tinham que controlar, tiveram que controlar aquela criança o tempo todo. Ele aquela esse espírito aprontou muito. Então, infância, adolescência, lá na mansão do caminho e dando dor de cabeça o tempo todo. Bom, ele só podia ficar na mansão do caminho até completar 18 anos, que aí por força de lei, né, você não pode mais manter. Muito bem. Aí
a, lá na mansão do caminho e dando dor de cabeça o tempo todo. Bom, ele só podia ficar na mansão do caminho até completar 18 anos, que aí por força de lei, né, você não pode mais manter. Muito bem. Aí quando o rapaz está ia completar 18 anos, o Divaldo foi lá conversar com ele. Olha só, meu filho, você aqui dentro, durante todos esses anos, você aprontou tudo que nós podemos imaginar o que se pudesse aprontar. Mas com todo o amor nós tentamos de todas as maneiras possíveis de colocar o bom caminho. Amanhã você vai embora, você vai pro mundo. Eu estou muito preocupado com você, tá? Mas tentamos fazer o nosso melhor. Eu quero fazer um combinado então com você. El fal: "Tá bom, tio. Que combinado é esse? Fala logo. Combinado é o seguinte. Quando você estiver lá fora no mundo e você com essa sua índole tiver a ponto de matar alguém, tá? Porque aqui dentro você tentou fazer isso, né? Você faz o seguinte, não mata. Você volta aqui pra mansão, tá? Presta atenção no que eu tô falando. Volta aqui pra mansão e me mata. Sabe por quê? Porque se você for matar alguém lá fora, isso mostra a minha falência como educador. Eu não consegui lhe educar. Então é só isso que eu quero combinar com você, tá bom? Tudo bem. E ele disse que o rapaz olhou para ele, deu de óbvos. Tá bom, tio. Tá. No dia seguinte pegou a sua malinha e foi embora pro mundo. Aí né, os anos passaram, os anos pass Divaldo nunca mais ouviu falar dele. E ele revela ó, eu já estava orando pela alma dele, porque sinceramente eu achei que ele já tava morto mesmo, que foi capaz para fazer há muito tempo. Estou eu na cidade de Guarulhos, no estado de São Paulo, fazendo palestra, aquela coisa toda. Aí lá tinha uma homenagem da Câmara dos Vereadores e aí o vereador se vira para mim, senor Divaldo, agora nós temos um artista plástico de forma internacional, ele é aqui do Guarulhos e ele fez o seu retrato e é ele mesmo que vai lhe entregar. Falou: "Ah, tá bom". Aí entra lá o artista plástico, tá? todo lá, aquele artista, né, de vanguarda, aquela
nacional, ele é aqui do Guarulhos e ele fez o seu retrato e é ele mesmo que vai lhe entregar. Falou: "Ah, tá bom". Aí entra lá o artista plástico, tá? todo lá, aquele artista, né, de vanguarda, aquela coisa toda. E veio atrás do quadro. Aí eu olhei o quadro. Puxa, que beleza. Puxa, muito obrigado. Como eu fiquei bonito, né? Porque eu não sou tão bonito assim, não. Eu agradeço. Aí ele olhou para mim e disse assim: "O senhor não está me reconhecendo?" Aí eu olhei com mais atenção para ele, olhei, olhei, olha, você vai me desculpar. Até já me disseram que você já tem uma certa fama até internacional, mas desculpe a minha ignorância, mas eu não me conheço. Sou eu, tio, o fulano. Aí o Divaldo disse que olhou bem para ele. Não, não pode ser. É você, mané, sou eu. Aí ele relembrou algumas coisas que comprovavam, né? Meu Deus. E você não tá morto? Eu falei: "Não, né? Claro que não. Eu tô aqui na sua frente. Mas quase morri mais de uma vez e quase matei mais de uma vez. Sabe por eu não matei e nem fui morto? Por quê? Porque eu lembrava daquele combinado. Primeiro volta aqui pra mansão e me mata. Aí quando eu lembrava disso, eu pensava assim: "Matar o tio Divaldo, como é que eu não vou ter essa coragem? nenhum. Isso martelou tanto na minha cabeça que depois de eu ter apontado poucas e boas, aliás, tio Divaldo, senhor me desculpe, tá? Mas eu fui parar na prisão, tá? Fiquei um tempo preso, tá? Mas aí eu, gente, o que que eu tô fazendo da minha vida? E tudo aquilo que eu aprendi lá, né? O tio Divaldo com todo aquele amor, né? aquela solicitude. E aí eu me emendei, aproveitei um curso, né, que tinha lá mesmo na prisão, na época que eu fiquei preso. Aí aprendi aqui as artes plásticas e aqui. Aí o Divaldo disse que o abraçou, chorou, falou: "Graças a Deus, eu não sou um educador fracassado". E educação é isso, leva tempo. Às vezes você pensa que tá tudo perdido, que não adiantou coisa nenhuma, mas sempre é tempo de reeducar a si mesmo e chamar o outro. Vem cá, vamos sentar, vamos conversar. E é o que nós
o, leva tempo. Às vezes você pensa que tá tudo perdido, que não adiantou coisa nenhuma, mas sempre é tempo de reeducar a si mesmo e chamar o outro. Vem cá, vamos sentar, vamos conversar. E é o que nós temos que fazer com esses pais que fracassaram na educação ou que estão fracassando ou que estão perdidos na educação dos seus filhos. Por isso a importância de termos o grupo de pais na evangelização, reeducar. E se nós, se fomos nós que falhamos, vamos começar a nossa reeducação. E o espiritismo aí está justamente para nos auxiliar nesse processo. >> Marcos, história maravilhosa. E mais do que aí essa reeducação, eu vou também eh ampliar e aqui eu vou aliviar os pais que estão me ouvindo aqui, que estão acompanhando a gente. Nós estamos no papel de pais, mas somos seres humanos ainda habitantes da do planeta de provas expiações e não temos a capacidade de perfeição, mas temos a capacidade de reaver, de arrepender, né, que é inevitável, de perceber os nossos erros. Quando essa família tá nesse processo de deseducação, não sei se o Marcos vai comungar comigo, é um processo de que quando a gente leva a criança na porta da escola, a gente pode não entrar, mas a gente tá indo junto nessa escola das almas, nesse colégio familiar. Nesse colégio familiar, nós estamos sentado na mesa de aprendizado. Tanto que o próprio Chico diz que a terra é uma escola que tem mais alunos do que professor. Então, pai, mãe, educador, pode ser um avô, pode ser uma avó, um tio, um irmão. Primeira coisa, não se sentir com culpa, porque a culpa ela paralisa o nosso potencial de evoluir e progredir. O que nós temos que ver é que às vezes a gente tem caminhos que a gente pode estar acertando e que a gente pode não estar acertando, mas o que a gente não pode deixar de fazer nesse colégio de familiaridade, nesse colégio de amorosidade, é deixar que o mundo eduque nossos filhos e a nós mesmos, porque é isso que tem acontecido, o processo de deseducação tem acontecido que eu pago escola. Ah, a televisão tá aí. Ah, tá tudo aí no
idade, é deixar que o mundo eduque nossos filhos e a nós mesmos, porque é isso que tem acontecido, o processo de deseducação tem acontecido que eu pago escola. Ah, a televisão tá aí. Ah, tá tudo aí no Iá. Pai e mãe, peguemos, tomemos posse, porque quando a gente vai educar um filho, que hoje vai falar sobre meio ambiente, sobre poluição, sobre humanidade, sobre sociabilidade, vai também tá nos ajudando, porque por vezes a gente eh também ainda viemos de paradigmas, de modelos educacionais talvez equivocados, que com simplicidade ou pela ignorância foi dado para nós. Ninguém dá aquilo que não tem. Então eu chamo com carinho de que em vez da gente ficar se torturando, se autossaacrilejando, entendamos que somos pais, mas acima de tudo somos alunos nessa escola da vida. Somos programa de também busca de evolução e progresso. Então, errou, refaz. Eh, percebeu que falou com filho de uma forma que não gostaria que falasse com você? Se retrata. Não é humilhação, não é saída soberba, porque hoje os pais não podem mais criar distanciamento. Mas lembre, pai, mãe, educadores, se nós em casa, na família não nos educamos, não nos reeducamos e não reeducamos e educamos os nossos filhos, o mundo o fará. Aí talvez a gente fique triste e fala: "Eu poderia ter falado com mais amor e ele não ter sofrido tanto". Eu deixo esse pensamento porque a gente tá falando de um tema tão sensível, tão caro, que a gente não tem fórmula de bolo. Aqueles que são pais de dois, três, quatro, sabe, como bem Marx colocou, cada criança é um indivíduo único, é um espírito único. Os pais influenciam espiritualmente, sim, mas ele vem de bagagens e cada um vem de uma viagem diferente. Então não tem fórmula de bolo, é a ponte de ouro de Jesus. Fazer o próximo que você quer a si mesmo. Amar o próximo como a você mesmo. Conhece-te a ti mesmo. Limite, respeito, que hoje às vezes a gente vê faltando nas relações. Então eu só tô trazendo um pouco essa amorosidade para que ninguém saia daqui se torturando, né, Marcão?
o. Conhece-te a ti mesmo. Limite, respeito, que hoje às vezes a gente vê faltando nas relações. Então eu só tô trazendo um pouco essa amorosidade para que ninguém saia daqui se torturando, né, Marcão? Então vamos lá. Uma pergunta mais aqui que veio lá da TV, que ó, eu colocando aqui, qual seria paraa sociedade o resultado do relaxamento dos laços familiares, sendo que muit das vezes os pais não corrigem os atos dos filhos diante da sociedade. Parece até que eu tô, nós estamos adiantando essa pergunta, mas fala um pouco dela aí para mim, por favor. O relaxamento dos laços familiares eh nos leva a uma regressão da própria sociedade. Aliás, os espíritos já falam isso também em o livro dos espíritos. Eh, quando nós somos permissivos, eh, quando não corrigimos os atos, né, maus dos nossos filhos, não corrigimos o caráter, isso vai estourar na sociedade. É isso que vai acontecer. Então, o relaxamento dos laços familiares acaba provocando uma regressão, né, da da evolução da humanidade, no mínimo, um estacionamento, porque nós estamos com essa escalada de corrupção, de criminalidade, de violência, porque nós estamos vendo tantas pessoas egoístas, insensíveis, indiferentes. é o relaxamento dos laços familiares, porque as famílias não têm trabalhado a educação moral. As famílias não têm trabalhado a formação do caráter dos seus membros, estão se deixando levar pelo materialismo, pelo imediatismo. E isso se reflete automaticamente na sociedade. Então, temos que olhar com bastante carinho a família, porque quando relaxamos a educação que precisamos promover na família, nós estamos levando pra sociedade consequências muito ruins e que nós estamos atualmente justamente vivendo-as. Então, nosso olhar para a família com bastante carinho e cuidado é o que nós precisamos fazer. Marcos, muito bacana. E o irmão Antônio, ele tinha feito uma colocação que eu achei fantástica, mas não escreveu pra gente. Mas eu vou trabalhar com você porque você tocou nesse assunto. Acho que uma das chagas mais complexas dentro
Antônio, ele tinha feito uma colocação que eu achei fantástica, mas não escreveu pra gente. Mas eu vou trabalhar com você porque você tocou nesse assunto. Acho que uma das chagas mais complexas dentro desse contexto familiar, societário, social, é o egoísmo, né? Porque na realidade o que que é o egoísta? egoísta gosta de receber tudo, ele gosta também de ser tratado bem e tal, só que para para ele tudo é em volta dele, é pro mérito dele, é por conta do esforço dele. Ele não olha pro outro com essa reciproidade empática, com essa reciproidade de se ver também que depende de Deus, da família, dos pais, né, de todo esse conjunto. E ele colocou que, ah, na realidade esse vício afeta os laços de afetividade e atrapalha ou destrói o processo familiar. O que fazer, Marcos, dentro desse processo pra gente perceber que lógico que a gente sabe que criança até pela psicologia até 2 anos é meu meu brinquedo, é meu isso, meu. Mas a gente vê que adultos formados também exercem este comportamento de egocentrismo, de eh extremo olhar individualista para si, sem se comprometer dentro desse papel familiar. como lidar, como destruir aspas ou diminuir esse vício tão complexo que inclusive é trazido na questão 913 do livro do Espírito como uma uma dos vícios mais complicados que traz essa relação familiar derruída, né? >> Uhum. Sim, sim. Só existe um remédio para o egoísmo, a educação moral. E a educação moral tem o poder de destruir o egoísmo. E é isso que nós precisamos fazer, tá? E Allan Kardec perguntou aos espíritos sobre isso. É a questão 917. Qual é o meio de se destruir o egoísmo? E eles respondem: "De todas as imperfeições humanas, a mais difícil de desenraizar é o egoísmo, porque se liga à influência da matéria, da qual o homem, ainda muito próximo da sua origem, não pode libertar-se. Tudo concorre para entreter essa influência, suas leis, sua organização social, sua educação. O egoísmo se enfraquecerá com a predominância da vida moral sobre a vida material e sobretudo com a
ar-se. Tudo concorre para entreter essa influência, suas leis, sua organização social, sua educação. O egoísmo se enfraquecerá com a predominância da vida moral sobre a vida material e sobretudo com a compreensão que o Espiritismo vos dá quanto ao vosso estado futuro real e não desfigurado pelas ficções alegóricas. O espiritismo bem compreendido, quando estiver identificado com os costumes e as crenças, transformará os hábitos, as usanças e as relações sociais. E continua a resposta, mas já deixou bem claro, né? Combater o egoísmo, destruir o egoísmo, somente aplicando a educação moral. E todos os nossos esforços devem se dirigir a isso. >> Que maravilha, Marcos. Eh, eh, é por isso que eu falo, é um bálsamo especial para nós que estamos aqui te ouvindo e estamos nesse papel ou temos pessoas próximas a nós com essa papel que às vezes nos traz tantas indagações sobre essas dúvidas. a dificuldade hoje de enfrentamento para esses espiritozinhos que vêm com balidos, com fundamentação, com argumentação, porque hoje não adianta dar não, você tem que ter uma educação esclarecedora, uma uma educação fundamental e argumentada também com base, mas acima de tudo tudo que nós falamos aqui é essa escola moral cristã, essa escola moral de educar, mas também educar não só para matemática, paraa física, paraa ciência, mas também dar esses dog morais que são a base da sociabilidade, do olhar o próximo, de olhar o teu irmãozinho. Acabou nossas perguntas, mas eu faço questão de colocar alguns comentários que são muito ricos, as pessoas ficaram muito felizes com o as tuas colocações. Ivanir Petsou, muito obrigado. Excelente tema pro momento, muitas reflexões. Agradeço a tua participação. Obrigada por estar aqui conosco. Aí a a Ivanir também disse: "Família, uma bênção de Deus, mas temos que zelar com muito respeito e amor." Perfeito. Muito obrigado pelas suas colocações, Ivan. É isso aí, né, Marcos? Se você quiser comentar alguma coisa, que são comentários, eu tô passando aqui, hein? A Ivani de novo vai falar:
o e amor." Perfeito. Muito obrigado pelas suas colocações, Ivan. É isso aí, né, Marcos? Se você quiser comentar alguma coisa, que são comentários, eu tô passando aqui, hein? A Ivani de novo vai falar: "Educar é um ato de amor." É bem isso que o Marcos falou, que é a amar ao próximo como a ti mesmo e ter essa essa amorosidade com o outro que você quisesse ou que você quer receber, fazer ao teu próximo aquilo que tu queres para ti. Aqui a Ivani vai colocar: "Gratidão, Marcos André Secal, por essa oportunidade". de parabéns. Obrigada a vocês que estão aqui conosco, que fazem esse programa acontecer, participam e tão aqui junto, que isso é o mais importante para nossa caminhada, porque a gente não seria nenhum programa se não tivesse vocês do outro lado. a Andreia que fez aquelas perguntas que com certeza, Andreia, as suas colocações e dúvidas eh clarearam, além de ampliar o tema que o Marcos trouxe, talvez muitas dúvidas e colocações de muito irmãozinho. Nós que humildemente agradecemos. Gratidão aí para você, para Evani, para quem tá aí conosco. A Alba, Alba Medeiros, ela traz: "Boa noite, irmãos, muito boa lição da noite, família e educação dos filhos". Obrigada, Alba. E que bom que acolheu, que bom que entrou como um perfume agradável, um bálsamo de Jesus aí nas palavras de Marcos. Aqui Andreia diz: "Maravilhosa palestra, muito aprendizado." Que bom, porque se você tá dizendo isso, o Marcos conseguiu responder as suas colocações e a gente aqui humildemente cumprindo a missão. A Andreia, ela faz essa resposta, Marcos, porque a gente tava falando aquele meu comentário que a gente veio de um laboratório familiar que talvez de o que podia dar, né? E ela diz: "Sim, Andreia, eu vim de uma educação autoritária, sem diálogo e sem voz. Muito obrigada por você compartilhar isso com a gente." E ela ainda continua. Talvez por isso a minha geração quis educar diferentemente de nossos pais, mas não foi tão bom. Olha, André, é aquilo que eu falei, a ponte de ouro é Jesus, é o amor, né? E
nte." E ela ainda continua. Talvez por isso a minha geração quis educar diferentemente de nossos pais, mas não foi tão bom. Olha, André, é aquilo que eu falei, a ponte de ouro é Jesus, é o amor, né? E se o amor não tá dando certo, aumenta a dose. A gente só não pode entrar no encantamento eh que o Alberto Almeida coloca, que eu achei muito gratificante de se apaixonar e acabar ficando na cegueira de não tomar pé dessa educação dos filhos, né? eh achar que o mundo tem que educar ou que o mundo é que erra com nossos filhos, mas perfeição ainda nessa caminhada terrena, ela não é possível diante das nossas eh imperfeições, diante dos nossos equívocos. E todos nós que estamos aqui na closta terrena, não temos ainda o atributo da perfeição dos puros de todosos. Nós estamos aqui como uma escola. Então, seja como educador, porque a gente é educador, mas aí quem tem ainda os pais vivos, ainda somos educados, porque às vezes as a mãe, o pai puxa nossas orelhas. O Marcos acabou de falar aí que a mamãe dele foi até 90 e poucos anos. Então assim, ele teve a mãe dele por longo tempo que talvez, ó, não tá certo, não. Então a gente é educado e educando na nossa vida o tempo todo, né? A gente é aluno, ao mesmo tempo a gente apresenta uma fala, mas não como perfeição, como tentativa de acertos e e ajustamento eh moral. Alba Medeiros diz assim: "Nossos jovens futuros espírita, depende muito de cada um de nós que somos pais". Alba perfeito. Isso aí tem a ver com o processo familiar de casa, processo da evangelização, como o Max falou, que as casas espíritas têm esse comprometimento de evangelizar pais e filhos. Muito obrigado pela tua participação. Eu fico muito feliz. E é isso. Eu fico eh dá para mim uma gratidão tão grande, tão grande, eh, Marcos, porque assunto de família e educação é um assunto que me toca muito, porque a gente fala muito de educação nos moldes acadêmicos, né, do Ministério da Educação, eh, escola, lei de diretriz e educação, mas também a gente tem as leis de diretrizes de
o que me toca muito, porque a gente fala muito de educação nos moldes acadêmicos, né, do Ministério da Educação, eh, escola, lei de diretriz e educação, mas também a gente tem as leis de diretrizes de educação moral, né, da educação que a gente pode transformar não só um ser humano, mas gerações, sociedades, né? Então era isso. Eu fico muito feliz com as participações, com as perguntas. Muito me ajudaram também com seu esclarecimento, Marcos, que aqui eu só deixo nossa eterna gratidão por um tema tão sensível e tão necessário pros nossos momentos, para nossa atualidade contemporânea. E aqui eu peço que você faça duas coisas. Faça o teu fechamento do teu trabalho e deixe para nós a prece final para que a gente possa aí receber nesse domingo as suas bênçãos aí através dessa irradiação da prece final. E aí eu volto para dar os últimos recados. Gratidão e passo a palavra aí para ti, Marcos. Eu só tenho que agradecer por esta oportunidade, porque com ela nós também nos tornamos aprendizes. E isso é muito importante, porque nós estamos neste mundo terreno sempre para aprender e aprendendo progredirmos. Vamos então realizar a nossa prece agradecendo a Jesus, nosso mestre por esta bendita oportunidade e que possamos, Senhor, continuarmos a nossa caminhada terrena como semeadores do Evangelho, à luz da vida imortal, respondendo o mal com a prática do bem e junto ao egoísmo com a vivência da caridade e que possamos, acima de tudo, estarmos realizando o esforço de amarmo-nos, independente das nossas imperfeições e de quem seja o outro, porque acima de tudo somos irmãos, filhos de Deus, nosso pai. Abençoa, Senhor, os nossos familiares, os nossos amigos. também os nossos inimigos e esta nossa querida nação que hoje nos abriga e que possamos no concerto mundial da humanidade entendermos a necessidade do diálogo, da cooperação e da fraternidade. Muito obrigado, Senhor, e despede-nos envolvidos em vibrações de paz e de amor. Assim seja. >> Obrigado novamente, Marcos. Eh, eu tenho
ermos a necessidade do diálogo, da cooperação e da fraternidade. Muito obrigado, Senhor, e despede-nos envolvidos em vibrações de paz e de amor. Assim seja. >> Obrigado novamente, Marcos. Eh, eu tenho certeza que missão dada, missão muito bem cumprida nesse tema de hoje. E aproveitamos aqui também aos nossos internautas que estão aqui conosco, aproveitamos para convidá-los para participar conosco no domingo que vem, dia 14/09 de 2025, no mesmo horário de mais um secal em foco com o nosso irmão Alexandre Caldini, com o tema A angústias da atualidade, uma visão espírita. angústias da atualidade, uma visão espírita. Então, convidamos e esperamos que todos vocês estejam conosco na semana que vem, no mesmo horário, 19 horas, para participar também de mais um SEAL Foco. Aqui deixo meu enorme agradecimento novamente a todos que conosco ficaram até aqui, a todos que também depois vão acessar a nossa playlist. Convida, convida um amigo, convida um vizinho a se inscrever na TV Secal. Temos uma playlist riquíssima que às vezes a gente precisa preencher as nossas lacunas de ociosidade com algum conhecimento. Nossa plataforma tá com vários trabalhos, inclusive do Marcos lá, porque ele é um irmão aqui que tá sempre conosco e sempre que o convite é feito, ele sempre tá de coração aberto aceitando. Marcos, muita gratidão por essa oportunidade, por essa troca e deixando aí meu meu carinho, minha gratidão a todos que estão conosco até agora. Meu boa noite e até domingo que vem.
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