Palestra com Flaviah Lançoni
Palestra com Flaviah Lançoni
Se todos bem-vindos a mais uma reunião de estudo do Evangelho do Lar de Jesus. Nós cumprimentamos os nossos irmãos que nos acompanham pela internet. Agradecemos aos parceiros que possibilitam que essa transmissão chegue a mais corações. E desejamos que todos os lares que recebem esse nosso momento de oração sejam também abençoados com todas as vibrações que aqui são derramadas sobre nós. Nós temos um aviso que no próximo sábado nós faremos aqui no Lar de Jesus um grande bazar que é o bazar dos importados. São produtos doados pela Receita Federal e que a gente quer priorizar os frequentadores do Lar de Jesus com esse grande bazar, bem variado, muitos itens. E a gente convida especialmente vocês para que estejam aqui conosco no próximo sábado a partir das 9 horas da manhã. Tem muitos itens, tá bem, bem bacana o bazar com preços incríveis. Então, todos estão convidados. Eu vou trazer pra gente aqui para em homenagem a essa data tão importante para nós que é do dia dos pais. Eu vou trazer uma mensagem de Emanuel que tá no livro 7 minutos com Emanuel. O texto é José da Galileia. Ele faz referência a um texto do Evangelho de Mateus, capítulo 1, versículo 20, onde ele diz que após ter cogitado estas coisas, eis que um em sonho apareceu-lhe um anjo do Senhor, dizendo: "José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, pois o que nela foi gerado vem do Espírito Santo." E aí o comentário de Emanuel. Em geral, quando nos referimos aos vultos masculinos que se movimentam na tela gloriosa da missão de Jesus, atendemos para a precariedade dos seus companheiros, fixando quase sempre somente os derradeiros quadros da sua passagem no mundo. É preciso, porém, observar que, a par dos beneficiários ingratos, de ouvintes indiferentes, de perseguidores cruéis e de discípulos vacilantes, houve um homem integral que atendeu a Jesus, hipotecando-lhe o coração sem mácula e a consciência pura. José da Galileia foi um homem tão profundamente espiritual que seu bulto sublime escapa as análises limitadas de
ntegral que atendeu a Jesus, hipotecando-lhe o coração sem mácula e a consciência pura. José da Galileia foi um homem tão profundamente espiritual que seu bulto sublime escapa as análises limitadas de quem não pode prescindir do material humano para o serviço de definições. Já pensaste no cristianismo sem ele quando se fala excessivamente em falência das criaturas? Recordemos que houve tempo em que Maria e o Cristo foram confiados pelas forças divinas a um homem. Entretanto, embora honrado pela solicitação de um anjo, nunca vangloriou de dádiva tão alta. Não obstante contemplar a sedução de Jesus, exercia sobre os doutores que os que começar. Não obstante contemplasse sedução que Jesus exercia sobre os doutores, nunca abandonou a sua carpintaria. O mundo não teve outras notícias de suas atividades senão aquelas de atender às ordenações humanas, cumprindo um édito de César. E as que nulam mostram no templo e no lar, entre a adoração e o trabalho. Sem qualquer situação de evidência, deu a Jesus tudo que podia dar. A ele deve o cristianismo à porta da primeira hora, mas José passou no mundo dentro do divino silêncio de Deus. Emanuel. Então, meus irmãos, vamos unir os nossos pensamentos. trazer pro nosso coração e pros nossos pensamentos a figura doce e amável de Jesus, envolvido pela Sagrada Família, tendo Jesus, José da Galileia como seu pai aqui na terra, homenageando a todos os pais que recebem seus filhos no aconchego do lar, dando a eles amor, dedicação, caminho reto, muito amparo. E nós agradecemos, Jesus por ser para nós o nosso guia, o nosso modelo, que nos trouxe, Senhor, no exemplo de família o nosso caminho, a nossa direção. Te agradecemos por essa oportunidade de de aqui estarmos reunidos em seu nome, rogando as suas bênçãos para todos nós que aqui nos encontramos, envolvendo esse nosso larção, que temos uma equipe espiritual que nos assiste, que nos ampara e que nos protege. que o Senhor nesse momento possa intuir a nossa palestrante dessa noite e ela possa trazer a sua mensagem consoladora
que temos uma equipe espiritual que nos assiste, que nos ampara e que nos protege. que o Senhor nesse momento possa intuir a nossa palestrante dessa noite e ela possa trazer a sua mensagem consoladora aos nossos corações. Que a tua paz esteja conosco, Senhor. Que assim seja. Então, a nossa palestrante da noite, muito querida, nossa, já conhecida, Flávia, e ela vai falar para nós sobre a sublimidade da paternidade. Seja bem-vinda, Flávia. Obrigada, minha querida. Uma boa noite a todos. Sempre uma alegria gigantesca estar aqui nessa casa de oração. O tema foi passado pela casa pra gente falar sobre a sublimidade da paternidade. Você pode passar o próximo. André Luiz, no livro Nos nos domínios da mediunidade diz: "A paternidade e a maternidade dignamente vividas no mundo, constituem sacerdócio dos mais altos para os espíritos reencarnados na Terra, pois através dela a regeneração e o progresso se efetuam com segurança e clareza. sacerdócio dos mais altos para os espíritos. sacrifício. E a gente que se torna pai e mãe sabe disso. E é tão maravilhosa essa jornada aqui na Terra que quanto mais o tempo passa e quando a gente realmente se torna pai, ou mesmo quando a gente não se torna pai, mãe, mas o tempo vai passando e mais sensíveis nós vamos ficando em relação aos nossos pais, mas a gente vai deixando de julgá-los e tá entendendo que a gente não precisa perdoá-los, mas compreendê-los. Eu, ainda muito jovem, eu nunca me esqueço disso, que eu tava limpando o quarto do meu pai, passando pano, tinha meus 12 anos de idade e era uma coisa que eu fazia de forma prazerosa. Eu gostava de ajudar a minha mãe ali aos domingos, mas eu me recordo que meu pai me deu uma bronca porque ele queria dormir. tava lá limpando, ele falou assim: "Eu já vi que você tá trabalhando, pode sair." E ali eu fiquei meio magoada, né? Com que meu pai, porque eu tava querendo o quê? Elogio, né? Como a filha que tava ali fazendo bonitinho. Meu pai tinha uma dificuldade imensa de beijar. Nós somos cinco irmãos. Eu não
eio magoada, né? Com que meu pai, porque eu tava querendo o quê? Elogio, né? Como a filha que tava ali fazendo bonitinho. Meu pai tinha uma dificuldade imensa de beijar. Nós somos cinco irmãos. Eu não lembro de ver meu pai me dar um beijo. E de alguma forma, eu acredito que pelo fato de ter sido evangelizada na doutrina espírita, eu já tava na barriga da minha mãe, já ouvi evangelho, eu eu comecei a beijar meu pai quase que na força. Então eu primeira vez que eu dei um beijo no meu pai, que eu me lembro, ele tava duro. ficou assim com assim sem entender por que que ela tá me beijando, por que que ela tá varrendo enquanto eu tô aqui, será que ela tá querendo a minha atenção? Acho que tudo isso passava na cabecinha dele. E eu comecei a olhar que o meu avô, que na época ainda estava vivo, ele era pior do que o meu pai. chegava na casa do meu avô e ele teve muitos filhos, netos, bisnetos. Ele era gordão, tinha um bigodão, fumava um cigarrinho que eu não sei como era o cigarro que colocava assim na Mas o jeito dele afetuoso, ele olhava pra gente assim e falava: "Você quer laranjinha?" Porque ele fazia com as laranjinha, sabe? Era o jeito dele de dar carinho. E o meu pai também tinha o jeito dele, mas não era me dando beijo, porque ele também não recebeu esse carinho da família, dos pais. Então, era uma coisa que já vinha de uma cultura do nosso país. Ah, veio a revolução industrial, quando a gente fala de forma universal e mudou um pouco os papéis na sociedade. Mudaram com o tempo. As mulheres saíram pra LID, pro trabalho muito timidamente. A minha mãe quando saiu para trabalhar, meu pai deu um pulo desse tamanho. Você não precisa, eu consigo manter a casa. que nunca era verdade. Tivemos uma crise no país gigantesca e foi graças a minha mãe sair para costurar que os cinco filhos conseguiram, né, com a ajuda do meu pai. E por que que eu tô falando isso? Porque na geração dos meus pais, quem educava era a mãe, o pai era o provedor. Para chegar no pai, a coisa ia complicar.
lhos conseguiram, né, com a ajuda do meu pai. E por que que eu tô falando isso? Porque na geração dos meus pais, quem educava era a mãe, o pai era o provedor. Para chegar no pai, a coisa ia complicar. Então, é muito engraçado que o meu marido viveu isso, eu vivi, nós somos da mesma geração, temos a mesma idade. Então, a forma como a minha mãe nos intimidava era dizer: "Se você não fizer, eu vou contar pro seu pai". Tanto meu pai como meu sogro nunca nos bateram, mas a ameaça de contar para eles, aquilo ali deixava a gente muito temeroso. Então, a sociedade foi mudando muito e aí sempre ficou ah com essa questão da mulher trabalhar. E aí o homem passou a deixar, vou deixar, mas as suas leades domésticas você tem que cuidar. E o tempo foi passando, as coisas se equilibrando ao ponto das mulheres falarem: "Enão, você também vai ter que me ajudar a lavar as vasilhas." É interessante que eu acho que muita gente tá olhando aqui e tá lembrando de como tudo isso tem acontecido. Mas onde a gente vê que os problemas aumentam nessa questão de paternidade, de maternidade e que gera inclusive processos judiciais com alienação parental, é quando existe uma competitividade nessação. Quando a fala uma coisa e o pai dá uma ordem diferente ou vice-versa, o pai fala o não, a mãe para conquistar o filho fala o sim. E aí tem muita gente bonitinha aqui de cabelo branco, que a mãe e o pai falam não. E como eles são avós, eles falam: "Vocês podem, eu que sou a avó, não. Eu que sou o avô, já fiz o que eu tinha que fazer quando eu te eduquei." Não façam isso, porque nós precisamos tanto desses avós para nos ajudarem. Busquem o meio sem desautorizar os pais. Mimem de um jeito que não desautorizem os pais, porque isso também significa deseducar. A criança que tem nos avós heróis, vão aprender com eles que os pais podem ser desrespeitados. São coisas que a gente vai pensando e analisando e aí a gente vê o tanto que é difícil educar mesmo. Eu li um monte de manual. Eu já fui mãe mais velha com 40 anos.
e os pais podem ser desrespeitados. São coisas que a gente vai pensando e analisando e aí a gente vê o tanto que é difícil educar mesmo. Eu li um monte de manual. Eu já fui mãe mais velha com 40 anos. tive dificuldade. Então eu queria ser assim, né? A mãe maravilhosa. E eu me recordo uma vez que a minha filha muito pequenininha deu uma birra em casa lá na casa da minha mãe. Meu pai tinha feito cirurgia do coração e eu não queria que ela chorasse. E ela abria a geladeira da minha mãe com 2 anos e meio, falava: "Banete". Ela queria tomar da net e eu falei: "Não pode, eu quero". Meu pai lá tinha feito cirurgia como Danete. Dia seguinte a mesma coisa. No terceiro dia, minha irmã chegou para mim e falou assim: "Você tá vendo o que que você tá fazendo com a Ana Laura?" Falei: "O quê? Você tá fazendo exatamente o que ela quer? Você fala não e não tá segurando?" Eu falei: "Você tem razão". Aí eu fiz com a minha filha o que a minha avó fez com meu pai. Olha a sabedoria da minha avó. E eu li o monte de manual e foi preciso a minha mãe me lembrar que a minha avó paterna fez isso, porque minha mãe conta que meu pai deu uma birra e ele chorou mais de duas horas. E a minha avó só olhava, pensa na paciência e não fez nada. Até que ele cansou. Minha filha chegou na cozinha e falou: "Banete, eu não". Ela deitou aí e eu sou assim: "Mãe, aguenta?" Eu sustentei o não. Ela não fez isso mais. Ela aprendeu. Educar dá trabalho. E parabéns pros valorosos pais, muitos que aqui estão com o compromisso de trazer seus filhos paraa evangelização e de dar exemplo. Você passa, por favor. Podemos considerar a paternidade como uma missão? Tá na pergunta 582 do livro dos espíritos. É sem contradição uma missão. É, ao mesmo tempo um grandíssimo dever que mais do que o homem pensa envolve a sua responsabilidade quanto ao futuro. Deus colocou o filho sob a tutela dos pais, a fim de que estes o conduzam na cenda do bem, e facilitou a tarefa deles, dando à criança um organismo fraco e delicado, que o torna propício a todas as
o. Deus colocou o filho sob a tutela dos pais, a fim de que estes o conduzam na cenda do bem, e facilitou a tarefa deles, dando à criança um organismo fraco e delicado, que o torna propício a todas as impressões. Chico Xavier já dizia que educa-se um filho do zero aos 7 anos. Dos 7 aos 14 é a escola e dos 14 em diante o sexo oposto. Até os 7 anos é o momento em que essa criança mais absorve os nossos ensinamentos como educadores. E eu às vezes escuto gente falar: "Ah, não, tá muito pequenininho, eu vou ter que acordar cedo para levar na evangelização". Hoje nós temos evangelização de bebês. Nós não perguntamos pros nossos filhos se eles vão pra escola para aprender português, matemática. Por que que nós vamos perguntar se eles têm que ir pra escolinha de Jesus? sendo que esse é um dos nossos maiores legados que mais nos auxiliam. Da mesma forma, culto do lar. Ah, mas ainda não tem idade. Tem, tem um monte de livro próprio paraa criança do lar, fazer o culto do lar. Ela vai sentar e a gente vai ler dentro daquilo que ela tem a capacidade de compreender. Ainda bebezinho não, mas a gente sabe que em determinado momento que ela consegue compreender, nós vamos poder colocar ali. Ela vai saber o significado daquele momento. E aí eu me lembro, tem quando a gente erra, é uma maravilha. A gente não esquece fazendo culto do lar lá em casa, eu tava lá com os meus irmãos, nós somos cinco irmãos, mas os três mais velhos é uma escadinha 7 8 9. E aí minha mãe leu lá, acho que ela sobre reencarnação. E eu tô lá brincando com meus irmãos, mexendo debaixo da mesa. Minha mãe falava: "Que que eu acabei de ler?" Não tinha ideia do que minha mãe tinha lido, mas eu falei para ela que a gente tem que amar o próximo, perdoar, respeitar pai e mãe. Fui falando tudo isso. Ela riu. Presta atenção, menina. Eu já sabia o significado do culto do lar. Eu já sabia o que que era o evangelho e nós precisamos trazer os nossos filhos para essa compreensão, porque nós temos uma missão. Não entra na não é existe planejamento
o significado do culto do lar. Eu já sabia o que que era o evangelho e nós precisamos trazer os nossos filhos para essa compreensão, porque nós temos uma missão. Não entra na não é existe planejamento familiar. A doutrina espírita nos explica isso. Outro dia eu conversando com a filha de uma amiga que tá vivendo problemas difíceis emocionais. depressão e ela foi adotada. E eu falei para ela, você acha que você tá nesse lar por um acaso? Você já reencarnou sabendo que estes seriam seus pais e aquilo fez fez ela ficar feliz de uma certa forma. Nós adoramos nos comparar quando jovens ainda achamos que às vezes nós queríamos uma mãe mais docinha, que fosse mais carinhosa ou que liberasse mais pra gente fazer o que a gente gostaria. Reclamamos muito e com a maturidade a gente vai compreendendo que nós somos muito felizes com os pais que nós temos. Tivemos. Flávia, mas como se o meu pai me abandonou? Eu não conheci meu pai, a minha mãe não quis saber. Mesmo nessas situações, essa doutrina abençoada nos mostra que esse dever de piedade filial nos conclama a sermos gratos porque nós nascemos, porque ele nos deram a vida. Se não tiveram a maturidade para assumir com responsabilidade, que a gente aprenda com os erros deles e façamos diferente. Porque nós que conhecemos o evangelho de Jesus e essa doutrina tão consoladora, sabemos que nó isso é uma missão. Por favor, você passa o próximo, por favor. A doutrina espírita, o livro dos espíritos, fala o seguinte: "Frequentemente os pais transmitem aos filhos aparecença física, transmitirão também alguma aparecença moral." Eu gosto de mencionar isso aqui, porque nós às vezes somos cruéis com os nossos pais. cruéis. Eu brinco porque eu sofri muito na minha família porque meus irmãos falavam sempre que eu era queridinha da minha mãe. Só que eles falavam assim, brigando comigo. Ah, predileta da minha mãe. Hoje, se eles falam isso, eu faço assim, ó. Não posso fazer nada. Sou mesmo. Que que acontece? Tem como a gente puxar os nossos pais?
e eles falavam assim, brigando comigo. Ah, predileta da minha mãe. Hoje, se eles falam isso, eu faço assim, ó. Não posso fazer nada. Sou mesmo. Que que acontece? Tem como a gente puxar os nossos pais? moralmente falando, não, nós não puxamos as características morais dos nossos pais. Características físicas, sim. Eu brinco que eu não tenho DNA. Minha filha é a cara do meu marido, igualzinho. Mas personalidade, isso não tem como falar que puxa. A espiritualidade responde de forma cristalina, não. Que diferentes são as almas ou espíritos de uns e outros. O corpo deriva do corpo, mas o espírito não procede do espírito. Entre os descendentes das raças, apenas há consanguinidade. Mas Kardec, na sabedoria dele, ele não se conforma. Então ele vem e pergunta: "Donde se originam as parecenças morais que costuma haver entre pais e filhos?" é que uns e outros são espíritos simples que reciprocamente se atraíram pela analogia dos pendores. Então, gente, quando a minha mãe muitas vezes tá concordando comigo, não é porque ela quer irritar meus irmãos, ela pensa do mesmo jeito. É lei de afinidade. Às vezes eu vou lá visitar meus pais, eu fico uma hora e fico batendo papo lá com meu pai, mas assim, amo meu pai, só que o meu irmão mais velho quando chega em 5 minutos, ele já conversou com o meu pai muito mais que eu fiquei uma hora. É lei de afinidade. Aliás, vão falar de futebol, é tanta coisa que eles falam. Tadin sofre junto com Vila Nova e vai, né? E eu sei que meu pai me ama. Eu sei que a minha mãe ama todos os filhos, mas às vezes nós estamos reencarnando várias existências juntos, mãe e filha, avó e neta e o meu pai com meu irmão, irmãos, grandes amigos. Isso faz parte, é a lei de afinidade. Por isso que pensa junto. Agora, o que o pai não pode fazer é diante de um filho ele ser injusto, que eu tenho mais afinidade com esse aqui, eu vou fazer. Não. Então vamos sempre colocar com aquele que você tem que lidar, que você não tem tanta afinidade. Se fosse o que você tem afinidade, você agiria assim,
o mais afinidade com esse aqui, eu vou fazer. Não. Então vamos sempre colocar com aquele que você tem que lidar, que você não tem tanta afinidade. Se fosse o que você tem afinidade, você agiria assim, porque injusto os pais não devem ser. E aí você passa a próxima, por favor. No entanto, há muitos que se ocupam mais de endireitar as árvores do seu jardim e de fazer e fazê-las dar muitos bons frutos do que endireitar o caráter do seu filho. Se este vier a sucumbir por culpa dos pais, estes arcarão com a punição, e os sofrimentos do filho na vida futura recairão sobre eles por não terem feito o que dependia deles para o avanço no curso do bem. Isso aqui é continuação da pergunta que é a outra do livro dos espíritos. Eh, e aí vem o grande problema que nós colocamos, que tá na questão do exemplo, né? Então eu acho que a imagem ela é muito clara para nós. Por isso que é difícil educar, porque nós precisamos dar exemplo. E às vezes nas pequenas coisas a gente não dá exemplo. É um interfone que toca. Mãe, a vizinha quer falar com a senhora e a gente grita: "Avisa que eu não tô, meu filho, você não pode beber". E a gente tá bebendo na frente. Fumar mata. Um amigo meu que por sinal é meu dentista, ele disse que ele teve uma um choque dessa realidade. Um dia que ele chegou no jardim e a filha tava fazendo xixi em pé e ele pensou: "É, ela me viu". Isso aqui é muito claro e eu sei que mexe com a gente, porque a gente luta para ser um bom exemplo. E é preciso que lute dificuldade maior é quando a gente se acomoda e abraça a síndrome da Gabriela. E os nossos filhos acompanham isso. Eu aprendi essa síndrome da Gabriela com a Euzia Euzita, né? Ela, um dia na palestra delas, elas falaram disso. Eu nasci assim, eu cresci assim e sou mesmo assim. Vou ser sempre assim, Gabriela. Gente, eu sou péssima, né, para cantar, mas é a gente achar que a gente é desse jeito e não vai mudar. O exemplo maior que eu tenho na minha vida com as pessoas que eu amo e uma delas é meu pai é o fato de um dia ele
ssima, né, para cantar, mas é a gente achar que a gente é desse jeito e não vai mudar. O exemplo maior que eu tenho na minha vida com as pessoas que eu amo e uma delas é meu pai é o fato de um dia ele ter parado de beber. É o fato de um dia a minha avó materna ter largado de fumar. São exemplos que marcam e ajudam a moldar o nosso caráter. E nós não podemos envelhecer sendo chato. Não, gente. Ranzinza, vocês têm que me aguentar. Não, vamos bora melhorar. Vamos sorrir, vamos trabalhar, vamos ter atividade. Os filhos são as obras preciosas que o Senhor lhes confia às mãos, solicitando-lhes cooperação amorosa e eficiente. Receberem cargos desse teor é alcançar os títulos de confiança. Por isso, criar os filhinhos e aperfeiçoá-los não é serviço tão fácil. A maioria dos pais humanos vivem desviados através de vários modos, seja nos excessos de ternura ou na demasia de exigência. Mas à luz do evangelho caminharão todos no rumo da nova era, compreendendo que se para ser pai ou mãe são necessários profundos dotes de amor, à frente dessas qualidades, deve brilhar o divino dom do equilíbrio. Chico Xavier já nos disse: "Filho sem limite é como um ônibus lotado sem motorista". Tem uma passagem na vida do Chico de um senhor empresário. Ele foi lá no grupo Espírita da Press, já tinham acabado as atividades. E ele chegou lá e falou pro Chico: "Eu vim aqui, Chico Xavier, porque eu preciso de uma mensagem do meu filho". E o Chico falou para ele: "Ah, meu filho, telefone toca de lá para cá. Eu não tenho condições de falar quando a a chamada vai ser atendida pelo seu filho." E aí, na mesma hora ele abriu o palitó, tirou um talão de cheques e falou: "Me fala o preço para eu ter a mensagem". E aí de 1,60 m ele foi para quase 1,90, porque aí já não era Chico Xavier falando, aí já era Emanuel. E Emanuel virou para esse pai e disse: "O seu primeiro filho cometeu suicídio. E isso aconteceu porque o Senhor não passou para ele os ensinamentos de disciplina. de trabalho, deu a ele todas as facilidades
uel virou para esse pai e disse: "O seu primeiro filho cometeu suicídio. E isso aconteceu porque o Senhor não passou para ele os ensinamentos de disciplina. de trabalho, deu a ele todas as facilidades possíveis. O seu segundo filho, por causa do alcoolismo, se acidentou. E agora o Senhor processa o caminhoneiro, sabendo que quem estava errado era o seu filho que veio a óbito. Esse senhor botou o talão de cheques de volta no palitó e foi embora. E a lição que fica para nós é amar filho. É colocar limite, é ensinar disciplina, trabalho. E aí eu lembro que a Sônia falou aqui lendo uma mensagem tão linda de José, o pai de Jesus, que ensinou ao filho trabalho da carpintaria. Eu adoraria dizer pros senhores que a receita é muito fácil de colocar em prática, não é? Mas quando a gente busca o evangelho de Jesus e através da oração a gente vai saber educar esses filhos amados, eles não estão à toa em nossos lares. E cada vez que eu vejo uma mãe grávida, eu fico feliz. Porque eu vejo que Deus está confiando em nós como humanidade para que a gente dê continuidade e tenham a certeza, pais maravilhosos, que os senhores ao lado das mães podem fazer milagres, sem essa de competição, sem essa de que um tenha que ser melhor do que o outro. outro dentro de casa. E assim, eu gosto de falar dos exemplos que eu erro, mas com o meu marido a gente tem a gente tem dialogado muito para educar a nossa filha, porque acontece situações que muitas vezes a gente não espera e é saber lidar. E esse diálogo pai e mãe, é importantíssimo. Ela tava com 9 anos a gente fazendo o culto do lar, tinha nada a ver. Não tocamos nisso no evangelho. Ela olhou pra gente, falou assim, ó, só para vocês saberem, eu sei que que é lésbica, tá? São as as a as situações inusitadas que nos aparecem. Eu falei para ela, você sabe as tias tal, amigas da mamãe? Pois é, elas são, filha. E aí o meu marido arrematou, mas a gente tem esse modelo aqui que a gente acredita que seja um modelo de muita felicidade, mas na hora certa,
abe as tias tal, amigas da mamãe? Pois é, elas são, filha. E aí o meu marido arrematou, mas a gente tem esse modelo aqui que a gente acredita que seja um modelo de muita felicidade, mas na hora certa, minha filha, esse assunto você vai saber falar. E o assunto encerrou. Mas essa união de pais na educação, ela é importante. Ao ponto da minha filha falar: "Mamãe, é você que manda na casa?" Ai é, filha, não. Pensando bem, não é não. Porque todas as vezes que você fala uma coisa, que eu te peço uma coisa, você fala: "Primeiro eu vou falar com seu pai". Me deu um alívio isso, porque é tão bom também a gente dividir junto essa responsabilidade, porque a gente tem que se complementar. O pai pode ser afetuoso, sim, mas o pai também fala com firmea, assim como a mãe. Mas a firmeza do pai faz com que o limite dentro de casa seja maior. cada um no seu papel e os dois juntos para que a gente possa ao final da nossa jornada saber que a gente cumpriu bem essa missão de pai e filho. Eh, você passa o próximo. Eu acho que eu já tô passando o horário, né? Que hora que é? Tá acabando. Acabou. No livro Mecanismo de Mediunidade, André Luiz diz: "Cada consciência que renasce no campo físico traz consiga as ligações do agrupamento espiritual a que se afilia, demonstrando as afinidades profundas de que a onda mental da notícia no fluxo revelador com que se apresenta. Se os pais guardam sintonia com as forças a que se jungem fluidicamente os filhos, a vida prossegue harmoniosa. Pode passar, por favor. Entretanto, se há divergência passada primeira infância, começam atritos e desencontros à face das interferências inevitáveis, com perturbações dos circuitos em andamento, surgem as incompatibilidades e disparidades que a genética não consegue explicar. é a famosa fase da adolescência, aquela fase em que os pais não reconhecem os filhos que eles colocaram no mundo. E aí é onde a gente fala da importância desse diálogo entre os pais, porque quando chega nessa fase, se nós não tivermos muito evangelho,
os pais não reconhecem os filhos que eles colocaram no mundo. E aí é onde a gente fala da importância desse diálogo entre os pais, porque quando chega nessa fase, se nós não tivermos muito evangelho, paciência e às vezes auxílio da psicologia, a gente muitas vezes desiste uma missão que é tão importante. No momento da gravidez, o espírito passa pelo entorpecimento. Ele esquece as encarnações passadas. Essa primeira fase, ele fica propenso a receber ensinamentos, ele absorve tudo melhor. Mas na fase da adolescência, o espírito retoma um pouquinho da sua individualidade. E é aí que muitas vezes nós passamos a desconhecer os nossos filhos. Mas com o evangelho, com diálogo, com compreensão, nós já fomos adolescentes. Passa, por favor. Nossa, hoje eu acho que eu tô meio rouca, gente. Enredados à influência de companheiros que permanecem fora do vaso fisiológico, os filhos, nessas circunstâncias evidenciam tendências inquietantes, sem que os genitores consigam reivindicar a autoridade de que se revestem. Todavia, a escola edificante espera-os nas linhas da civilização para restaurar-lhes desde cedo as noções de ordem superior diante da vida, exalçando os conceitos de elevação moral imprescindíveis ao aprimoramento da alma. Pode passar, por favor. Já vou finalizar. Não gosto de ser indisciplinada, mas eu não posso deixar de falar dessa pergunta do livro dos espíritos. A lei da natureza impõe aos filhos a obrigação de trabalharem para os seus pais? Certamente do mesmo modo que os pais têm que trabalhar pros seus filhos. Foi por isso que Deus fez do amor filial e do amor paterno o sentimento natural. Foi para, por essa afeição recíproca os membros de uma família se sentissem impelidos a ajudarem-se mutuamente. Isso é de 1857. O que, aliás, com muita frequência se esquece na vossa sociedade atual. Já naquela época, os filhos esqueciam que eles precisam ajudar. E nós estamos falando aqui de ajuda. Nós não estamos falando da piedade filial, moral, nós estamos falando ajuda material,
iedade atual. Já naquela época, os filhos esqueciam que eles precisam ajudar. E nós estamos falando aqui de ajuda. Nós não estamos falando da piedade filial, moral, nós estamos falando ajuda material, porque é muito bom visitar o pai, comemorar o dia dos pais. E muitas vezes a gente sai de lá deixando uma despesa grande da vasilha para lavar. Se o café tá caro para nós, para eles ainda mais que arcam com uma responsabilidade gigantesca de medicamento. Então nós temos que ter esse olhar, porque é muito difícil às vezes para um pai chegar e falar: "Ô, meu filho, tô precisando da sua ajuda." A vida inteira eles foram os provedores. Mas nós temos que ter um olhar cauteloso se nós muitas vezes não estamos sendo omissos em ajudar os nossos pais nas questões materiais, às vezes não só materiais, mas só da gente deixar de levar problema pai que tá mais velho, cansado, a gente já tá colocando a caridade em prática. Porque muitas vezes, muitas vezes não, em todas as vezes eles já não tm a mesma saúde para nos ajudar. Então que nós tenhamos esse nós que falamos desse dia dos pais, que abraçamos, que beijamos nessa data. Vamos fazer o compromisso de agora para frente esse amor filial se expressar de várias outras formas. Eu brinco que às vezes a gente fala assim: "Ah, vou levar meu pai para um restaurante". E às vezes o que ele quer que a gente para um pouquinho para ouvir, para jogar um baralhinho com ele. Às vezes você quer levar ele para uma viagem melhor, mas ele quer ali, ó, no rio, bem pertinho pescar. Porque às vezes a gente olha o que é bom para nós, mas a gente tem que saber o que que vai agradar os nossos velhos. Às vezes a gente vai dar de presente para ele um cinto que ele tá precisando é um pijama e a gente não sabe nem as necessidades dos nossos pais. Pode passar. Vou finalizar com essa frase do nosso amadíssimo Chico Xavier. Viver é sempre dizer aos outros que eles são importantes, que nós os amamos, porque um dia eles se vão e ficaremos com a impressão de que não os amamos o
m essa frase do nosso amadíssimo Chico Xavier. Viver é sempre dizer aos outros que eles são importantes, que nós os amamos, porque um dia eles se vão e ficaremos com a impressão de que não os amamos o suficiente. Lembra de eu falar para vocês que eu ia beijar meu pai e ele ficava duro? Hoje eu chego em casa, ele faz assim. E eu nunca vi um avô tão amoroso. Bora beijar nossos velinhos. Que Jesus ampare a todos. Nós agradecemos a nossa irmã Flávia. pela brilhante palestra. Pedimos que Jesus a envolva. Só guardar aqui. Som. Então nós agradecemos a nossa irmã Flávia por trazer essas reflexões tão importantes pros nossos corações. Obrigada, Flávia. Meus irmãos, antes da nossa prece e da segunda parte dos nossos trabalhos, nós vamos receber aqui a presença das dos das dos das dos nossas florzinhas da evangelização para uma homenagem aos pais. Ser pai é estar presente, é acordar com atenção. Dar amor sem medida é ouvir com coração. É brincar de pega a pega. É empurrar no balanço. É enxugar cada lágrima. é e celebrar e celebrar cada avanço. para dá um exemplo. Да, да, да. É quem sabe ser afeto. Mesmo sem muito falar, com abraço silencioso consegue tudo acalmar. Tem pai calado, discreto. Ai de rir. Caraca. Tem pai que vive a cantar. Tem pai que faz do carrinho um jeito de educar. Ser pai não é ser boca. Ser pai não é ser somente da família. Um provedor é ser presença constante, com paciência >> de amor. É nestes dias que não para de mano. Olá, gente. Fica ali. Gente, essa criançada, né? A Dra. Flávia falou sobre a evangelização da criança. E eu me lembrei, sempre eu estava, não só quando eu morava em Uberaba, mas também quando a gente veio para cá, a gente sempre estava ao lado do Chico. Sempre eu tive esse privilégio. tem hoje muita saudade dele, porque a gente conviveu por muito tempo. Então tem dia, gente, que sabe que até eu choro porque o Chico amava tantas criaturas que a gente ficava assim impressionante, impressionada de ver. Então, sobre evangelização, eu me lembrei de uma coisa.
o tem dia, gente, que sabe que até eu choro porque o Chico amava tantas criaturas que a gente ficava assim impressionante, impressionada de ver. Então, sobre evangelização, eu me lembrei de uma coisa. Tem pais que vai fazer evangelização do lar e quer que as crianças ficam quietinhas. Isso é impossível. Que que acontece? O Chico, eu me lembro do Chico falar assim: "Vocês pita a pipoca, põe a bolacha que eles gostam mais, coloca na hora o biscoito que eles gostam que você, o pai e a mãe vai fazer. o culto e as crianças vão comer o biscoito, as coisas, eles ficam mais quietos e a gente acha que eles não estão ouvindo e não estão prestando atenção. Estão sim. Se você fazer uma pergunta para ele, ele te responde certinho. Então, é importante que os pais façam a evangelização, o culto do evangelho com as crianças, mesmo que sejam pequenas. Bem, gente, ai gente, a gente tem uma saudade muito grande do Chico. Desculpa falar e eu tenho muita saudade do Chico porque ele era tão carinhoso com as pessoas, eu vi aquelas filas intermináveis e ele beijava a mão de todo mundo. Aí estava um companheiro nosso perto, perguntou: "Ah, viu que os lábios do Chico estavam eh com sangue?" Ele ficou preocupado. Ele perguntou assim: "Chico, por que que você beija a mão de todo mundo?" Ele respondeu: "Porque eu não tenho condição de beijar seus pés". Olha a resposta. Então eu tenho tantas assim coisas assim tão bonitas quando a gente conviveu com ele que a gente tem muita saudade, viu gente? Muita saudade mesmo. Bom, então eu fui convidada para fazer a prece e tô falando assim, né? Então eu vi uma prece muito bonita e hoje eu escrevi a prece que eu fiquei com medo de esquecer. Então vamos fechar os nossos olhos. Pode apagar um pouco as luzes, não tem problema. E vamos nos concentrizar. Que Deus possa abençoar todos os pais do mundo e que eles possam se tornarem cada vez mais capazes. Então, nós vamos começar com essa prece que eu achei linda demais. Até escrevi que é, Senhor, fortalece em nós a paciência
r todos os pais do mundo e que eles possam se tornarem cada vez mais capazes. Então, nós vamos começar com essa prece que eu achei linda demais. Até escrevi que é, Senhor, fortalece em nós a paciência para os as dificuldades dos outros, assim como precisamos da paciência dos outros para com as nossas próprias deficiências, com as próprias dificuldades. Ajuda-nos para que ninguém faça aquilo que não desejamos para nós. Pró. Auxilia-nos sobretudo a reconhecer que nossos nossa felicidade mais alta será invariavelmente aquele de cumprir os desígnios onde, como queira, hoje, agora e sempre. Assim seja. Queridos irmãos, elevemos os nossos pensamentos e os nossos corações a Jesus, nosso mestre amigo, rogando a ele que nos envolva com o seu amor, com a sua paz e a sua luz. Peçamos neste instante vibrações para os nossos irmãos que se encontram em tratamento espiritual no lar de Jesus. Que eles recebam as vibrações dos benfeitores espirituais de acordo com a necessidade de cada um. Peçamos ainda pelas pessoas que se encontram nos leitos dos hospitais. que elas possam também receber os fluidos benéficos e salutares dos benfeitores espirituais para sua cura espiritual e para a cura corporal. Amado mestre Jesus, nós te rogamos pelos nossos irmãos desencarnados. Que neste instante, Jesus, as nossas preces possam alcançá-los. Pedimos ainda pela fluidificação de nossas águas, que o remédio necessário a nossa saúde e ao nosso bem-estar possa ser colocado nas águas de cada um dos lares de todos nós. Neste instante, Senhor, nós te pedimos que nos envolva com o seu amor. Façamos a nossa prece íntima, pedindo a Jesus aquilo que necessitamos. Senhor Jesus, mais uma vez nós te agradecemos por todos os dias, pela oportunidade de estarmos aqui reunidos por tudo de bom que nos tem dado. E te pedimos, amado mestre, que continue conosco durante a nossa semana, nos abençoando, nos iluminando. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa
, amado mestre, que continue conosco durante a nossa semana, nos abençoando, nos iluminando. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia da hoje. Perdoa, Pai, as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos de todo mal. Com essa prece, nós agradecemos mais uma vez e encerramos a reunião da noite de hoje. Que assim seja.
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