Para Viver o Evangelho | Episódio 205 • Estudo da obra “Pelos Caminhos de Jesus” (Capítulo 9)
Para Viver o Evangelho é um web programa da Federação Espírita do Estado da Bahia (FEEB), transmitido pelo YouTube todas as segundas-feiras, às 20h. Apresentado por Jamile Lima, Marcel Mariano e Nádia Matos, o programa dedica-se ao estudo e à reflexão dos ensinamentos de Jesus à luz da Doutrina Espírita, com fidelidade aos princípios cristãos e ao legado deixado pelos grandes benfeitores espirituais. Nesta nova etapa, o programa passa a estudar a obra “Pelos Caminhos de Jesus”, de Amélia Rodrigues, pela psicografia de Divaldo Franco. Capítulo a capítulo, os encontros conduzem o público a uma análise cuidadosa das lições do Cristo, convidando à renovação moral, ao fortalecimento da fé e à vivência sincera do Evangelho no cotidiano. Com linguagem clara, abordagem respeitosa e profundidade doutrinária, Para Viver o Evangelho mantém-se como um espaço de aprendizado contínuo e reflexão edificante. 👉 Inscreva-se no canal, ative as notificações e acompanhe semanalmente este estudo esclarecedor. 📲 Siga as redes sociais da Mansão do Caminho e fique por dentro da programação e de outros conteúdos espíritas. 🔖 #ParaViveroEvangelho #FEEBBahia #PelosCaminhosDeJesus #AmeliaRodrigues #DivaldoFranco #DoutrinaEspirita #EstudoDoEvangelho #EvangelhoComJesus #EspiritismoCristao #MansaodoCaminho #YouTubeEspírita *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
A Caravana Baiana da Fraternidade 2026 inicia em fevereiro a sua 28ª edição com o tema Espíritas o Livos. É um momento especial. A Federação Espírita do Estado da Bahia visitará todos os centros espíritas do nosso estado e você é o nosso convidado. Participe como caravaneiro e faça parte dessa equipe que promove a união e a confraternização da comunidade espírita do estado da Bahia. Caravana Baiana da Fraternidade, uma história de amor que aproxima. Muito boa noite para todos vocês que estão aqui no salão nobre da Federação Espírita do Estado da Bahia. E o nosso cumprimento, a nossa saudação para os internautas de que qualquer lugar do mundo estão ao vivo nos acompanhando agora. igualmente aqueles extensivo a aqueles que vão assistir depois. Como esse material vai para o YouTube, é claro que muita gente nessa noite tá ocupado nas suas instituições e quando chega às 10 horas assiste, 11 horas deixa para amanhã. Isso se estende por toda a semana, chegando ao número surpreendente de pessoas que até o final da semana vão assistir estes nossos singelos comentários sobre a grandiosa obra do espírito Amélia Rodrigues. Você gostaria de programações para o que virá? Nós temos, veja aí, grupo de estudos conhecer para evoluir é presencial aqui na federação, de 9 às 10:20, quinzenalmente. Sabe quando começa? 18 de abril, dia de homenagem ao livro dos espíritos, 167 anos do livro dos espíritos e você começar uma atividade de estudo, conhecer para evoluir. Se programe, porque estamos aguardando você nessa programação. Fica com a nossa Jamília a coordenação deste evento. Vamos lá. Nós temos a mulher protagonista da paz. Será a palestra proferida pela nossa Rute Brasil Mesquita quando? 22 de março, próximo domingo, 10 horas da manhã, tradicional palestra na Casa de Pititinga ou sede histórica da Federação no Pelourinho. Aquele palco ali passaram figuras como José Pitinga, Manuel Felomeno de Miranda, Leopoldo Machado e outros grandes vultos. uma doutrinária que já vai para mais de 100 anos, realizada aos
o Pelourinho. Aquele palco ali passaram figuras como José Pitinga, Manuel Felomeno de Miranda, Leopoldo Machado e outros grandes vultos. uma doutrinária que já vai para mais de 100 anos, realizada aos domingos, sempre no mesmo horário. Programação de domingo imperdível. Próximo aviso. Caravana Baiana da Fraternidade continua no interior e na capital, visitando na sua 28ª edição as Casas Espíritas, sempre no horário que a instituição tem reunião pública para não causar qualquer tumulto à instituição. Visita leva o material. Espíritas univos. é o mote, é o tema central deste ano, levando a caravana a visitar todas as casas espíritas que se abrirem, que se permitirem a visita, parceiras, adesas, as que colaboram com as atividades da federação. Você sabia que temos mais de 800 casas espíritas no estado da Bahia, em torno de 250 em Salvador e umas 600 no interior do estado. A meta é visitar todas. Vamos lá, temos mais avisos depois da caravana em que vivência crística e desigualdade social é o projeto Evangelho Família que vai ao a dia 21 de março, próximo sábado, de 10 às 11:30. Portanto, aqui na sede da federação, no salão de maneira presencial e patrocinado pelo setor de família da federação. Então esse é o estúdio, é um estudo vivencial, teórico também da família no corrente ano de 2026. Que beleza, né? Tá aí mais um convite das atividades. Nós vamos ter um teatro, né? está visitando aqui em Salvador uma peça, Allan Kardec e um olhar para a eternidade, de modo que vocês poderão se inscrever nesse teatro, eh, assistir essa peça, de modo que o Simpla, o Simpla oferece a possibilidade da plataforma de vocês adquirirem. Quem usar um link da federação, uma um suporte da federação, tem 20% de desconto. É uma peça alusiva ao codificador. Imperdível teatro esse final de semana. Mas vamos pro encontro estadual de espiritismo. De 31 de outubro a 2 de novembro, portanto de sexta à noite até domingo, parece que parece que é na segunda o dois ou é no domingo, nós vamos ter a o o encontro estadual
ontro estadual de espiritismo. De 31 de outubro a 2 de novembro, portanto de sexta à noite até domingo, parece que parece que é na segunda o dois ou é no domingo, nós vamos ter a o o encontro estadual voltado basicamente para trabalhadores, dirigentes, gestores da casa espírita. Inscrições já estão abertos. Não esqueça que o hotel Fiesta, que já está contratado por nossa casa, a federação, paraa sede a só pega 12200 encarnados. A inscrição para desencarnado é absolutamente livre, mas encarnado tá limitado a 100 corpos. Inscreva e não perca esse encontro de almas, de corações interessados em fortalecer o federativismo e a unificação, estudando espiritismo também, vivenciando o espiritismo. Dados nossos avisos da noite, temos hoje o capítulo 9, candidatos ao reino. Capítulo muito interessante do livro de Amélia Rodriguez, pelos caminhos de Jesus, onde quando a notícia do reino se propaga, o que não falta é candidatos. Mas as intenções que movem esses candidatos tinha que passar pelo crio do RH do Cristo. E aí, como é que fica, Naddia? Boa noite a todos que estão aqui conosco presencialmente na FEB, que estão conosco à distância, mas eh síncrono, de modo síncrono, né, ao mesmo tempo assistindo pela o pela internet e aqueles que vierão depois. Marcel, a verdade é que esse RH vai ter que pensar muito. A sorte é que Jesus, ele tinha uma visão bastante abrangente. Ele não esquecia o que era que ele tava fazendo, mas ao mesmo tempo ele ouvia e acolhia as pessoas que estavam eh ao seu redor e que o buscavam. Esse capítulo, Amélia Rodrigues fez uma coisa interessante. Ela dividiu em quatro partes. Na primeira parte ela vai falar sobre o impacto do contato com o Cristo. Como é você encontrar com o Cristo? Como foi quando a gente encontrou com o Cristo? Como é você ser chamado pelo Cristo? Então esse impacto, ela vai falar um pouquinho o que é que acontece. Parece que é uma coisa, a gente imagina uma coisa mágica, né? Até porque no texto do Evangelho diz que Jesus chegou para eh
Cristo? Então esse impacto, ela vai falar um pouquinho o que é que acontece. Parece que é uma coisa, a gente imagina uma coisa mágica, né? Até porque no texto do Evangelho diz que Jesus chegou para eh digamos Pedro, para Tiago e disse: "Vem e segue-me". E eles deixaram as redes e seguiram. Mas tem todo um processo que ela vai falar depois ela vai falar na segunda parte sobre a aceitação, que é depois que o impacto do chamado e quando os discípulos disseram: "Tá, a gente fica, a gente segue, a gente constrói esse reino". E aí vem a terceira parte que é a iniciativa do discípulo. Tá colocado sob o nome de Thago, mas vale para todos nós. A gente resolve participar da construção do reino e começa a ter ideia. Aí é que entra o RH, porque as nossas ideias raramente conseguem abranger a real proposta do Cristo. Então ele vai também aí ter ensinamentos a dar, que é a segunda parte quando fala da reação de Jesus. Rapidamente, o que Amélia Rodrigues vai nos dizer sobre o esse primeiro momento do primeiro contato com Jesus, ela fala do olhar do Cristo. Vários espíritos relatam essa essa experiência do olhar do Cristo. a gente vê isso, tem um livro que é Histórias que os espíritos contaram de Hermínio Miranda, que ele faz uma coletânea de espíritos eh que ele doutrinou em sessões mediúnicas e que tiveram contato com o Cristo lá atrás e o impacto. A gente vê, por exemplo, o relato do próprio Emanuel, que tá lá no livro há 2000 anos, quando ele se encontrou com Jesus, ele queria a cura da filha dele, ele se encontra em desdobramento, ele não se encontra no plano físico, é a noite. Eh, mesmo quando a pessoa não segue o Cristo naquele momento, esse impacto ele é inesquecível, que passa por esse olhar que devasta a intimidade da pessoa, que passa por uma certa reação. Às vezes a pessoa quer se livrar daquilo, quer sair daquela influência, se sente muito confuso, muito perturbado. Mas de qualquer modo, Amélia Rodrigues vai dizer que é um eh um primeiro contato que não é esquecido. A pessoa não
vrar daquilo, quer sair daquela influência, se sente muito confuso, muito perturbado. Mas de qualquer modo, Amélia Rodrigues vai dizer que é um eh um primeiro contato que não é esquecido. A pessoa não esquece. Ela não esquece através dos milênios. A gente tá esquecido hoje porque estamos encarnados, mas espiritualmente aquele registro permanece. E aí as reações vão ser diversas. Alguns se esforçam para deixar aquilo para lá. Não, isso aí não tem importância, é só um rabi. Ele tá propondo uma coisa que, ah, isso aí é muito bonito, mas não adianta. Vamos pensar eh se a gente encontra nessa vida, né, porque aí a gente se lembra dessa experiência, desse chamado do Cristo e uma resistência interior, mesmo que haja um profundo desejo de estar com ele, mas essa resistência ela atravessa, ela diz assim: "Queriam-no e não o queriam numa ambiguidade perturbadora de sentimento." Ela vai falar que o amor do Cristo, que tá sempre expresso, toda vez que o Cristo está presente, a essência é o amor. Esse amor fascina as criaturas, envolve, alimenta as almas, estimula, mas ao mesmo tempo assusta, porque é um convite para algo tão além das coisinhas miúdas que a gente costuma valorizar, que dá medo também. Então ele vai, ela vai dizer: "O certo é que não estavam acostumados ao amor, nem aquele suave e poderoso convívio com Jesus". Então, nesse primeiro momento, há essa dubiedade. É maravilhoso demais, mas ao mesmo tempo é muito assustador. Inclusive porque aí à luz dessa presença amorosa, eles reconhecem a sua própria fraqueza. conhece, reconhecem eh as suas limitações. Isso acontece com a gente. A gente lê o evangelho, a gente faz uma oração, uma meditação, a gente tem uma conexão espiritual e a gente tem assim um alcance, de repente se desdobra muito grande. E aí dá aí a gente lembra, pô, mas eu eu acho tão difícil até coisas simples. Então, esse primeiro momento é o momento do encontro, do chamado, da descoberta, da conexão, independente das buscas anteriores que já houve, é um momento de
eu eu acho tão difícil até coisas simples. Então, esse primeiro momento é o momento do encontro, do chamado, da descoberta, da conexão, independente das buscas anteriores que já houve, é um momento de choque, é um momento de ânsia pelo mais elevado, ânsia pelo sublime e ao mesmo tempo desse medo. Depois ele vai falar das outras possibilidades, né, Jamile? >> De fato, N, muitas são as possibilidades que esse capítulo nos apresenta, esses e os demais, né? De novo, a gente dizendo que esse capítulo é maravilhoso, que traz muitos aprendizados, todos trazem. Eu até recordo com os nossos internautas que sinalizaram que um dos capítulos já tinha sido eleito como preferido. Quando a gente chegou no seguinte, eles disseram que parecia que seria aquele e assim por diante. A gente vai vendo que é sempre o próximo. a gente vai vendo que cada um tem a sua relevância e importância, inclusive particular, porque cada eh expressividade, cada passagem pode dizer a cada um de forma distinta, dependendo das suas necessidades, do que está passando, enfim, das características de cada alma. Naddia já recuperou essa parte que eu acho bem interessante que Amélia fala pra gente desse incêndio interior, que é algo que nos acalenta quando tomamos contato com aquilo que o Cristo fez enquanto ele esteve aqui. Enfim, e aí é um incêndio que vai devorando as pequenezes interiores. E aí eu fico pensando, quando a gente consegue alcançar patamares superiores de vibração, de anseios, de sonhos e expectativas, parece que de fato somos transportados para uma outra realidade. Nada nos afeta, ficamos em paz, nós temos um ideal a ser seguido. E isso faz com que realmente as coisas que entendemos como pequenas vão perdendo o sentido com a nossa vida. Aí a gente vai dizendo: "Aquilo que me irritava hoje eu já vejo como uma grande bobagem". Então tudo aquilo que dávamos uma importância desmedida, quando entramos em contato com questões de natureza espiritual, elas vão de fato perdendo o colorido, a importância. uma discussão, algo que a
Então tudo aquilo que dávamos uma importância desmedida, quando entramos em contato com questões de natureza espiritual, elas vão de fato perdendo o colorido, a importância. uma discussão, algo que a gente pleiteou e que não alcançou e que a gente vai vendo que isso já não é tão relevante quando comparado com os tesouros da alma. E essa sensação aqui retratada de que essas pessoas ou esses espíritos já conheciam Jesus. E aí eu lembro muito da afirmativa do atrator, que nós temos sempre esse atrator. A gente busca esse retorno a Deus e tem na vivência do evangelho o instrumento para retornarmos a ele. Então, essa sensação de que eles aguardavam, havia muito esse Messias, o Rabia, que ele queria libertá-los, era percebido e sentido como algo muito real, embora ali a memória não os permitisse de fato recordar. Nadia também já trouxe esse aspecto da ambiguidade perturbadora, mas ela é muito interessante porque todos nós a vivemos. Nós achamos maravilhoso, encantador viver esse amor do mestre, mas quando estamos diante dos dissabores, das necessidades de resistência, parece que de fato ele se distancia, isso se torna um tanto quanto eh sacrificial, vai demandar muita energia meu tempo, as possibilidades de me divertir, viver a vida como se a vida estivesse circunscrita há alguns anos. e é uma experiência que vai ser passageira. Então essa sensação a gente quer, mas ao mesmo tempo a gente nega. É um querer e não querer. Eu entendo, eu sei, eu preciso evoluir, reconheço essa necessidade, mas diante dos desafios, eu acabo recuando. Eu me torno um espírito acabrunhado. Parece que há uma exigência desmedida quando eu olho pras alegrias e pros prazeres que o mundo oferece. E depois ela vai trazer pra gente que havia uma promessa no silêncio de ventura que encantava. Então, deveria ser arrebatador estar diante do mestre, ouvi-lo falar, apresentar um reino, mas só que depois de um tempo, esse reino passou a ser temido. poderia ser temido pela ira dos romanos. poderia ser porque
a ser arrebatador estar diante do mestre, ouvi-lo falar, apresentar um reino, mas só que depois de um tempo, esse reino passou a ser temido. poderia ser temido pela ira dos romanos. poderia ser porque as famílias, os fariseus, enfim, os sacerdotes não iriam mais lhe ver com bons olhos, nem a sociedade em que você estava inserido, mas também é o medo de ser aquilo que todos somos, almas potentes, grandiosas e que ainda nos envergonhamos em ser, ou deixamos que as imperfeições temporárias nos tomem de modo a não enveredarmos por essa grande ventura. E Amélia vai logo depois dessas descrições nos dizer que nós, eles e nós, não estamos acostumados com o amor. Já refletiram sobre isso? Quando eu li esse parágrafo, eu fiquei pensando o que é sermos criaturas desacostumadas com o amor? E fui encontrando nos nossos exemplos e vivências do dia a dia. Nós não estamos acostumados com o amor quando somos grosseiros. Quando respondemos com rispidez, quando não conseguimos entender que a condição que afeta o outro não é o que me ofende, o que me agride, é a condição que o outro apresenta. Então, não conseguimos corresponder com misericórdia, com indulgência, porque a amorosidade ainda não tá no campo do hábito. Estamos no exercício, na repetição, numa luta para vivermos aquilo que é inerente à nossa condição espiritual. considerando que somos criaturas divinas. E quando ela diz então que quando a gente reconhece as fraquezas e desejamos fugir dela, estamos abrindo mão da nossa própria felicidade. Ou encaramos a nós mesmos, ou esse momento de ventura se tornará cada vez mais distante. É impressionante registrar a didática e a cronologia que a benfeitora Amélia Rodrigues insere em seus livros. Em particular, neste que nos destaca todas as segundas-feiras, encontramos em apenas nove capítulos não só a preparação de Jesus, a chegada dele ao orbe, com todos os acontecimentos que envolveram a sua, o seu mergulho nos fluidos grosseiros. Depois, a convocação dos 12 para o trabalho de saneamento moral da Terra.
ção de Jesus, a chegada dele ao orbe, com todos os acontecimentos que envolveram a sua, o seu mergulho nos fluidos grosseiros. Depois, a convocação dos 12 para o trabalho de saneamento moral da Terra. O material humano de que ele dispunha era o que a época podia oferecer: 10 pescadores, um coletor de impostos e um comerciante. Os pescadores estavam sempre armados com facas do lado porque estripavam os peixes e também se defendiam numa terra de salteadores, bandidos, fascínas. Era preciso, pois, armar-se. Nada de arma de fogo. A pólvora ainda não tinha sido, não tinha chegado aquele ambiente. Foi descoberta na China a pólvora. E, portanto, ele teve que trabalhar com um que se arvorou no ser o tesoureiro do grupo, doido por um cifrão. Judas Iscariotes, bom de matemática e tesoureiro imediato do grupo. O outro letrado, falava vários idiomas, mas não era bem quisto na sociedade, porque era coletor. Retirava de seu povo os impostos. parte repassava para Roma, outra parte ficava com ele na asta pública que ele adquiriu. Então, não é bem visto, não é bem tolerado. Esse é o material. E ele nos capítulos anteriores teve que trabalhar o gênio forte, belicoso de um e de outro ou as dúvidas, inquietações e os temores, porque a ideia de um novo reino pegou todos de surpresa, porque sempre Israel tentou fazer um levante armado para subjugar Roma expulsando. se Roma mantinha milhares de legionários naquela região e, portanto, era impossível enfrentar aquelas legiões fortemente armadas que os dizimariam num piscar de olhos. Roma tinha uma política bem clara, governava, mas dividia o povo, explorava suas próprias divisões internas. É nesse ítere, nesse meio termo, que surgem candidatos fora do grupo e que os apóstolos endossa. Já tinha lobby na época, né? Lobby. É, eu apresentar, senhor, tá aqui, esse candidato se impressionou com o teu discurso, deseja fazer parte. Ainda bem que Jesus conhecia como espírito puro a intenção de cada um. E a intenção desses três personagens que desfilam aqui,
i, esse candidato se impressionou com o teu discurso, deseja fazer parte. Ainda bem que Jesus conhecia como espírito puro a intenção de cada um. E a intenção desses três personagens que desfilam aqui, as figuras de Josafá, as figuras de do outro, de Benjamim e do terceiro, eram evidentemente bem mercenárias, quase criminosas. Num deles Jesus o rotula, é carniceiro, ou seja, é vingativo porque ele deseja governar o império, o império novo que vai surgir quando a gente expulsar os romanos. Jesus usou essa expressão traduzida carniceiro. Então era um homem sem escrúpulo e sem ética alguma. Então cada um deles leva um projeto de aderir, mas dois não querem aparecer. Sim, eu ajudo, mas desde que eu fique nas sombras, no anonimato, quando a gente triunfar, aí eu apareço para pegar meu espólio, o que é que me resta. O terceiro não, eu ajudo. Agora quando a governança se instalar, eu gostaria destaque real. Um ministro, primeiro ministro, um governante, um sátrapa, alguém que pudesse comandar a legião, os exércitos que iam ser formados. Então você observava que a visão deles era: "O reino é material, eu ajudo com dinheiro porque o que virá depois, ou seja, ninguém quer perder nada, invisto, vou fazer parte desse grupo, mas qual é a minha contrapartida?" Isso, portanto, é um material de funda reflexão, porque ainda hoje encontramos quem se aproxima das fontes cristãs interessadas em interessado e interessado em ter algum lucro direto. Se eu encosto, desde que eu fique curado de minhas mazelas, eu desejo ajudar os outros desde que me liberte de minhas angústias. Parece uma eterna permuta, como se Deus fosse um alguém, um cambista que fica do lado do balcão atendendo os filhos perdulários. Aí é por isso que muitas vezes o candidato pede, pede ingresso, mas pelas intenções o filtro não consegue passar pelo RH divino. Realmente essa descrição que Amélia Rodrigues faz, que Marcel explicitou, os três indivíduos que Thago leva, ela pode nos permitir um aprofundamento bem maior na nossa própria relação com o reino dos
Realmente essa descrição que Amélia Rodrigues faz, que Marcel explicitou, os três indivíduos que Thago leva, ela pode nos permitir um aprofundamento bem maior na nossa própria relação com o reino dos céus. Eh, nós temos o hábito de eh estabelecer críticas às formas ao longo da história como o reino dos céus foi eh buscado, foi concretizado. Ah, porque fizeram isso, fizeram aquilo e Jesus era um carpinteiro, não tinha onde pousar a cabeça, o povo construiu catedrais de ouro e estabeleceu eh toda uma arte onde Jesus, os apóstolos, sua mãe Maria, seu pai José, todos estavam ali eh com roupas finíssimas, que é o que aconteceu na Idade Média. Eh, é muito fácil do lugar onde nós estamos hoje olhar e dizer: "Ó, pera aí, que bobagem. Como é que o povo não entendeu que não era isso? Fora as guerras, né? Guerras santas, que é um é um absurdo em si. Quando você bota na mesma frase a palavra guerra e a palavra santa, não tá pensando, não tá pensando direito, né? Mas a gente vê essa expressão e muita gente usa. Então dá a impressão de que isso não é com a gente. Não imagina que absurdo. Jamais faria isso. Mas se nós formos olhar a nossa forma de construir o reino de Deus, porque sim, nós somos convocados a construir o reino dos céus. Não somos convocados para outra coisa, porque o reino dos céus é um uma forma simbólica de se falar sobre a elevação, a conexão espiritual maior chegar à condição de espírito puro. Por isso Jesus diz: "O reino dos céus está dentro de vós". Mas é difícil entender isso. Naquela época, mais ainda, tem um trecho do Evangelho que os discípulos, Jesus tá falando do reino dos céus. ali a implantação do reino dos céus e eu não sei se é Pedro, tem um apóstolo que diz assim: "Mas senhor, aqui tão poucas casas, tipo, como é que vai fazer um reino num lugar desse? Tão pequeno, só tem poucas casas, porque a ideia é de um reino material. E não tenhamos a ilusão de que nós estamos muito distantes dessa ideia. A gente compreende o reino dos céus como uma expressão simbólica de uma
tem poucas casas, porque a ideia é de um reino material. E não tenhamos a ilusão de que nós estamos muito distantes dessa ideia. A gente compreende o reino dos céus como uma expressão simbólica de uma elevação espiritual, mas quando nós o trazemos para o nosso cotidiano, ainda porque estamos muito identificados com o mundo material, porque vemos a realidade através da matéria, nós fazemos o quê? Trazemos o reino dos céus pro cotidiano e para formas cotidianas. Ah, então não pode orar desse jeito, tem que orar do outro. Ah, então o espírita não faz isso, o espírita não faz aquilo. Até agora a codificação só disse que conhece o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelo esforço que emprega em dominar suas más inclinações. Mas a gente que é espírita, a gente vai ouvir em todo lugar que chega e inclusive nós mesmos. A espírita não pode fazer isso. Espírita não pode falar assim. Espírita não pode dizer isso. A gente traz para a forma do mesmo jeito que o pessoal lá na época de Jesus dizia: "Mas vai fazer um reino aqui? Tem poucas casas". O esforço ainda é o esforço de interiorizar, o esforço de compreender que é um convite ao espírito. A mundo material, ele vai apresentar múltiplas formas pra mesma ação e pra mesma intenção e muitas vezes uma forma só para várias intenções. É muito interessante a gente ler e refletir sobre essas colocações. Eh, esse exemplo das três pessoas que Thago trouxe. Marcel falou quantas quantas vezes a gente quer contribuir para o reino dos céus? A gente quer contribuir paraa transição planetária que se fala tanto hoje em dia, mas a gente quer contribuir sem se comprometer. Não, mas eu não quero que o povo saiba não. Eu não vou chegar no meu trabalho e dizer isso. Eu não vou vivenciar isso. Eu não vou modificar a minha vida porque Mas eu não vou mudar. Não é uma vida honesta. Eu não tô fazendo nada de errado. Beleza, não tá fazendo nada de errado. Só que o convite do evangelho não é assim: "Ai, você tá errado, agora fique certo." Convite do
u mudar. Não é uma vida honesta. Eu não tô fazendo nada de errado. Beleza, não tá fazendo nada de errado. Só que o convite do evangelho não é assim: "Ai, você tá errado, agora fique certo." Convite do evangelho é: você pode ser mais, você pode ser espírito imortal. E o reino dos céus se trata exatamente disso, da gente se desidentificar do mundo material, da gente lembrar que a matéria é transitória, a matéria é ferramenta, é instrumento, é possibilidade de aprendizado. O que é permanente é o espírito imortal. O que é o que nos é demandado é a construção do amor. É a construção de um mundo, de uma relação, de uma forma de viver baseada nas leis morais, nas leis divinas. Quando Jesus disse: "Conhecereis os meus discípulos por muito se amarem". Ele não disse: "Conhecereis os meus discípulos? Porque eles vão comer assim, vão se vestir desse jeito, vão fazer tais e tais ações." As ações são válidas, são honestas, são aceitáveis. O que importa é a vivência das leis divinas. Esse é o convite que até hoje a gente acha difícil de entender. E um convite difícil de entender que a gente vai vendo aqui o destrinchamento de cada um. Primeiro que eu fico imaginando, o pobre do Thaago, levou os três animadíssimo para apresentar Jesus e ainda foi dizer que eles ouviram tudo aquilo que Jesus então tinha apresentado sobre a tal idade nova. E aí eles foram apresentar as suas contribuições para construir este reino proposto por Jesus. Então, quando Thago, e aí a gente vai vendo, Thiago tinha proximidade com Jesus, achou que essas três propostas eram interessantes. Daí que a gente vê tinha proximidade, mas não profundidade e nem a condição de entendimento do que era mesmo esse reino proposto. Aí levam os três que se fazem, que Thago se faz acompanhar por eles. Eu já fico pensando na expressão fisionômica de Jesus com toda a sua paciência e amorosidade, assim, ouvindo os três, trazendo um reino que ele não propôs em momento algum. E depois Tiago ainda ficou aborrecido porque Jesus simplesmente se virou e foi fazer o que
a sua paciência e amorosidade, assim, ouvindo os três, trazendo um reino que ele não propôs em momento algum. E depois Tiago ainda ficou aborrecido porque Jesus simplesmente se virou e foi fazer o que devia. Então ele achou que aquilo foi uma, pois é, uma rejeição, uma espécie de falta de zelo e de educação. Jesus com certeza não foi, digamos que arrogante, mas diante do seu reino ele tinha mais o que fazer. E aí então eles vão se apresentando. E eu achei muito interessante como a Amélia apresenta essas três figuras. Primeiro, ela vai apresentar para todos nós um famoso construtor, admirado pela população, por tudo que ele conseguiu construir, que pela narrativa parece que eram obras grandiosas e muito belas, de muito bom gosto. Aí ele vai começando a contar, ele diz que tem uma família honrada e distinta e o nome a zelar. Vejam bem, quando a gente vai apresentar uma proposta a alguém diz: "Olha, eu desejo lhe ajudar, mas como eu tenho nome a zelar, eu não quero que meu nome apareça aí nessa sua obra". Já é um um você já tá dizendo que a obra do outro não é tão relevante que eu nem quero aparecer. Então, como eu tenho o nome Azelar, significa que participar de sua obra é uma mácula na minha caminhada. Então, olha, eu até te ajudo, mas não conte a ninguém, não. Aí a gente pode até imaginar que manifestação de humildade. Ele quer ajudar, mas não ser reconhecido. Não, ele não queria se sentir envergonhado, eh, considerando que ele também poderia eh ser colocado em risco, assim como os seus familiares. E eu fiquei imaginando, obviamente que eu não tenho a elevação de Jesus, mas se alguém me dissesse eu lhe ajudo, mas não conte a ninguém para não manchar a minha história, eu com certeza já não acharia essa proposta tão interessante de ajuda. O outro já era alguém possuidor de terras, tinha muitos eh trabalhadores, uma pessoa rica. E aí vai dizer: "Eu precinto o revolucionário esperado já chegou e que és tu." Então ele pressentia que Jesus de fato era o Messias. Só que ele vai dizer: "Olha,
tos eh trabalhadores, uma pessoa rica. E aí vai dizer: "Eu precinto o revolucionário esperado já chegou e que és tu." Então ele pressentia que Jesus de fato era o Messias. Só que ele vai dizer: "Olha, agora eu tenho deveres abraçados e enquanto estabeleço compromissos novos para o amanhã." Então, eu não posso me apresentar para essas operações que vão ser desencadeadas, mas qualquer coisa que eu puder lhe servir, conte comigo. E o terceiro no seu ardô juvenil, já era alguém especialista em estratégia militar. e já chega dizendo: "Ó, eu vou lhe ajudar, mas contanto que depois que seu reino seja edificado, eh, eu tenha então a possibilidade de governar Jerusalém." E aí, aceita? Então, se Jesus dissesse, "Não tem governo para você em Jerusalém, que não tem cargo, ele não iria aceitar a proposta." E eu achei interessantíssima a apresentação desse jovem. Sou moço e sonhador, nada temo. Então, conte comigo como alguém que representa um corpo militar, que qualquer refrega eu topo por você. Em que momento Jesus propôs guerra para essas pessoas? Então a gente vai percebendo que as propostas conham barganha, um anonimato que não era nada no campo do sacrifício. E se eu tenho um trabalhador eu lhe ajudo, mas com a força do outro, não é do meu esforço. E aí eu eu olhando esses três eh essas três personalidades que aparecem aqui e fui fazendo o exercício de onde é que eu estou em cada um deles, porque há os momentos mesmo, né, que a gente busca trabalhar para eliminar uma tristeza. A gente na linguagem que a gente absorve adota, que não é do espiritismo, a gente que faz a adaptação, desenvolvemos um trabalho e a gente usa os termos que os livros nos apresentam. Isso vai valer bonus horora. Eu vou suportar porque na próxima encarnação eu nem olho e nem te encontro. Então sempre tem uma compensação que não é do genuíno. Faço por amor, por entrega, porque eu entendo que esse sacrifício me aproxima. Então, muito interessante observar que nenhuma das três propostas de fato eram de
m uma compensação que não é do genuíno. Faço por amor, por entrega, porque eu entendo que esse sacrifício me aproxima. Então, muito interessante observar que nenhuma das três propostas de fato eram de edificação de um tempo. Por isso que Jesus responde ao pobre do Thago. Eu confesso que fiquei com dó dele. Diz: "Eu não te". Ele diz que não entende Jesus, que ele programa uma obra e um reino novo e quando ele encontra ajudantes, ele então eh não atende ou não dá a devida atenção. E aí Jesus vai dizer: "Meu reino é estruturado com amor e renúncia, objetivando libertação de consciências. E nenhum desses estão aí se candidatando a sacrifício, abnegação e espírito de serviço. Qual é a nossa abnegação diante do Cristo? Isso, portanto, nos remete a perceber na leitura do próprio narrativa de Amélia Rodrigues, que Jesus não recusou nenhum dos três. Jesus tinha um trato fino. Qualquer pessoa os ouviu ó, fitando cada um deles, porque naquele fitar devastava-lhes a alma para perceber a intenção que as palavras adocicadas escondiam. E aí saiu, os cumprimentou, pediu licença e saiu. Deixou os três lá a ver navios. Foi aí que o discípulo foi atrás e perguntar por que aquela atitude de Jesus. Aí é quando ele estabelece dois parágrafos de narrativa de Amélia Rodrigues, a enorme fenda, o enorme abismo que há entre as criaturas que almejam um reino de carne, de cifrões, de dinheiro, de bitecs e de dólares ou euros, o real ou prata ou moeda rica dentro dos cofres, porque estão sempre visando ganhar alguma coisa. com aquela coparticipação. Jesus então define claramente qual é a base do seu reino. Vai nascer nos corações da criatura humana. vai se estruturar em amor, em renúncia, em testemunhos e sacrifícios e não em coisas que aqueles três não estavam dispostos nenhum a assumir quando surgissem as refregas, quando surgissem os contrastes, as oposições, o que é muito difícil. Allan Kardec também passou por isso. Houve momentos que ele precisou publicar a obra espírita, publicou com recursos próprios,
gas, quando surgissem os contrastes, as oposições, o que é muito difícil. Allan Kardec também passou por isso. Houve momentos que ele precisou publicar a obra espírita, publicou com recursos próprios, ou seja, ele também bancou a sociedade espírita de Paris durante alguns alguns anos em uma salão de Paris, mas depois teve que voltar paraa casa dele as reuniões, porque não teve condições de arcar com os aluguéis. O povo queria até participar das reuniões, mas meter a mão no bolso não fazia parte dos colaboradores, do codificador. Aí ele acabou voltando paraa casa dele onde o espaço era pequeno. Então, geralmente todo márte, todo enviado, ou faz atividade sozinho ou conta com poucos colaboradores, porque a maioria está com os interesses presos a César. César é a representação de tudo que luta por corpos. por dinheiro, por posse. Jesus trabalha e peleja por almas. Temos aí um enorme diapasão, um enorme distanciamento, uma fenda absalando esses interesses. E por isso mesmo ele deixa os três homens falando sozinho. E isso nas crônicas de Amélia Rodrigues, porque se a gente for para os livros de Humberto de Campos, que já exploramos aqui vários, vamos encontrar várias crônicas onde também pretendentes se apresentaram muito bem vestidos, falando fino, querendo participar daquele grupo. Mas quando Jesus viu o perfil interior que o indivíduo oculta, era o mais criminoso possível. Então Jesus não desestimulou, não disse: "Não, não quero não. Seu perfil não se encaixa no servidor que eu tô procurando". Não. Orientava um, esclarecia outro, desvelava para alguns de que o propósito não era aquele que o discurso traduzia e seguia adiante. E esse povo realmente depois foi embora, deixou o mestre, disse: "É esse não é o Cristo que eu tô procurando". O que eu ouvi falar dele era isso, isso e aquilo. Agora encontra o homem que tá falando de renúncia, de oferecer a face de um lado, quando apanhada a outra, de oferecer o perdão. Eh, efetivamente esse homem não me serve. Eu prefiro os feiticeiros do
Agora encontra o homem que tá falando de renúncia, de oferecer a face de um lado, quando apanhada a outra, de oferecer o perdão. Eh, efetivamente esse homem não me serve. Eu prefiro os feiticeiros do Esquino, do Velábrio, que era um bairro de Roma onde se acotovelavam feiticeiros, bandidos e todos aqueles que possuíam poderes para adivinhar o futuro e que eram remunerados. Não mudou muito não. Hoje a gente anda por aí encontrando nos postes, né, determinados cartazes de que tudo pode ser resolvido em toque de mágica. O marido volta, eh, a mulher retorna, a paz conjugal é restabelecida como se fosse fácil. Praticamente estamos vivendo a geração leite ninho e café melita. É tudo integral e instantâneo. >> Muito instantâneo. Realmente, Marcel. Aí a gente tá, a gente chega no cerne de uma questão que é assim: somos convidados a implantar o reino dos céus na etapa histórica que estejamos. Eh, há um certo consenso de que vivemos uma época de transição planetária. E a transição planetária significa nada mais nada menos do que a mudança interior dos seres humanos que habitam a Terra, encarnados e desencarnados. Mudança de espírito de terceira ordem vinculada à matéria, etc., para um espírito de segunda ordem, cuja prioridade é o bem e cuja identidade principal é espiritual, que compreende as leis de Deus e as segue. Beleza? Como é que a gente faz isso? A gente pode chamar isso de reino dos céus, de transição planetária. As palavras são só palavras. A transformação é que é necessária. E aí, como é que a gente faz isso? O que estamos dispostos a comprometer para fazer isso? Jamile deixou uma pergunta: Qual a nossa abnegação ante o Cristo? O que que a gente tá disposto a abrir mão para construir um mundo de regeneração? O que a gente tá disposto a abrir mão para nos tornarmos eh bons espíritos? Essa pergunta ela é muito difícil. Por quê? Porque tal como esses três amigos de Thago, super bem intencionados, que Thago também muito bem intencionado, apresentou a Jesus, a gente não tá muito
itos? Essa pergunta ela é muito difícil. Por quê? Porque tal como esses três amigos de Thago, super bem intencionados, que Thago também muito bem intencionado, apresentou a Jesus, a gente não tá muito disposto a transformações. A gente não tá muito disposto a deixar morrer o homem velho. A gente quer, como aquele primeiro companheiro, a gente quer contribuir. Ah, vou contribuir, vou fazer. Eu tenho empregados, eu tenho todo uma mão de obra, uma logística. Beleza. Agora as minhas comodidades elas precisam permanecer. Eu não vou sacrificar o meu nome, o reconhecimento social, não é o conforto em que eu vivo. Eu não vou sacrificar isso não. Repare, a gente precisa pensar quando quando a gente diz assim, realmente o mundo tem muito sofrimento, ele precisa mudar. Veja qual é a mudança que você tá pensando. Na maioria das vezes, nós estamos pensando numa mudança que significa parar de ter problemas para mim. Eu não estou pensando, por exemplo, em eh desestruturar todo o meu estilo de vida, todo o meu conforto, todas as minhas estruturas para que as pessoas não morram de fome como morrem hoje no planeta, para que gerações inteiras não nasçam e vivam em situações de guerra. Existem milhões de pessoas hoje que não t pátria. A gente não faz ideia do que é isso. São pessoas que vivem de favor na terra dos outros, em acampamentos, onde não lhes é permitido trabalhar, estudar, construir uma vida. Eles ficam ali porque o pessoal ainda tá discutindo se deixa entrar, se não deixa entrar, se bota para fora, não pode voltar pro lugar de onde veio. São milhões de pessoas. Existem milhões de pessoas vivendo em situação de tráfico humano, enriquecendo pessoas que parecem pessoas de bem, porque estão inseridas na sociedade, não tá escrito na testa que é criminoso, mas que traficam drogas, traficam pessoas, traficam órgãos, fazem tráfico sexual, abastecem o mercado dos horrores da inferioridade humana. Repare como é que muda esse mundo. A gente precisa mudar, mas aí a gente diz assim: "Não, com tanto que não falte
rgãos, fazem tráfico sexual, abastecem o mercado dos horrores da inferioridade humana. Repare como é que muda esse mundo. A gente precisa mudar, mas aí a gente diz assim: "Não, com tanto que não falte energia, né? Porque como é que a gente vai viver sem energia elétrica? Eu não posso sem internet, como é que eu trabalho?" Não, a gente ajuda. Vamos fazer aí um mutirão. A gente dá as coisas que a gente não usa mais. É essa a proposta do Cristo? É esse o reino dos céus que Jesus pretende implantar? Então tem uma coisa que esse companheiro inicial, ele disse: "Mas minhas comodidades ficam. O segundo, bom, mas a minha riqueza fica. O terceiro, ele ele não tem noção nenhuma. Foi isso que Jamil disse. Ele vai fazer uma luta. O o ele é um guerreiro. Ah, eu tenho muito entusiasmo, sei fazer. Sou um estrategista. Marcel falou: "Vou, eu entro na luta agora. Depois vocês me dão um cargo. Eu quero governar Jerusalém". Gente, a gente precisa pensar o quanto a gente quer mudar, o quanto a gente quer que o planeta mude. Ou então, se a gente vai ficar esperando que o sofrimento que hoje atinge milhões de irmã irmãos nossos no planeta nos atinja. Vai que aí a gente reencarna numa situação de ser refugiado ali. A quarta geração que tá naquele mesmo lugar, que já não tem pátria, que não pode fazer nada, aí vai reclamar, né? Porque Deus é tão cruel, tão injusto, por que deixa acontecer uma coisa dessa? Não é Deus que deixa. Nós precisamos investir na mudança, mudança interior para produzir a mudança exterior. O planeta tá sendo convidado, porque a gente olha para tudo quanto é lado. É uma fase historicamente, vamos combinar, né? todo o sistema que foi montado bonitinho depois da Segunda Guerra, não, esses são desse lado, esses são desse. Não, a gente não, eu me lembro que assim, não se falava em bomba atômica. Hoje o povo perdeu a vergonha de dizer: "Vou jogar um míssil atômico, vou jogar uma bomba atômica, se jogar eu jogo em você também". Gente, como se fosse brincadeira. Bomba atômica não é brincadeira, não é
o povo perdeu a vergonha de dizer: "Vou jogar um míssil atômico, vou jogar uma bomba atômica, se jogar eu jogo em você também". Gente, como se fosse brincadeira. Bomba atômica não é brincadeira, não é uma coisa que atinge aquele alvo e pronto, vamos continuar no dia seguinte fazendo nossa guerra e isso muitas outras coisas. Então assim, esses três companheiros, eles vão representar para nós uma expressão do que que a gente quer mudar. Olha para eles, eles não querem, mas olha pra gente, a gente também não quer e a gente precisa. Além de precisar, porque somos criaturas divinas, não tem escapatória. Uma vez criados, imortalidade é uma característica nossa que não vamos abandonar. Mesmo que queiramos, não vamos deixar de existir. Ponto. Foi criado. É imortal. E a outra fatalidade que nos acompanha, ou melhor, a fatalidade que nos acompanha a todos é a perfeição. Então, também não temos alternativa, a não ser evoluir. Se já temos essa consciência, aí caberá a cada um escolher se quer atrasar a própria marcha ou se já quer avançar e em avançando contribuir com os demais que estão ao seu redor. Uma forma, inclusive, de evoluirmos é no trato com o próximo, como nos relacionamos. na família, no ambiente profissional, na casa espírita, enfim, em qualquer lugar, na via pública, transporte que estejamos. Primeiro que Jesus faz uma escuta que não é desrespeitosa, não é aquela do sorrisinho de desdém no canto da boca, que eu sei que vocês que estão aqui presencialmente, os internautas espíritas, não fazem no seu cotidiano, mas não tem um olhar de desprezo ou não tem aquela afirmativa: "Ah, deixa eu ouvir o tolo, porque eu sou muito caridoso e por isso vou ouvir todas as falas assombrosas que se colocam diante de mim". Não é essa a natureza da postura do mestre, nem a que devemos adotar. Ele a diz aqui no finalzinho pelas palavras de Amélia, que ele respeita a visão de vida e os interesses aos quais esses três estão apegados, mas os planos dele divergem inteiramente dos interesses atuais. Notem que ele usa a
inho pelas palavras de Amélia, que ele respeita a visão de vida e os interesses aos quais esses três estão apegados, mas os planos dele divergem inteiramente dos interesses atuais. Notem que ele usa a expressão interesses atuais, porque Jesus tá olhando a alma que caminha. é um interesse temporário, porque eles chegarão, claro, a outro patamar do ponto de vista espiritual. Por isso que é que são, melhor dizendo, interesses atuais. Mas veja, Jesus nos apresenta uma possibilidade de não perdermos tempo. Que tempo, Jamile, se somos imortais, o tempo que temos agora na vida presente. Tanto que ele diz, se a visão de vida é diversa daquilo que eu objetivo e eu respeito, eu não vou manter a minha atenção e energia convencendo o outro ou me deixando levar pelas influências do bem viver, do status, da comodidade, da minha imagem e de tantas outras coisas ilusórias e passageiras. Eu vou centrar no meu objetivo. E quantos de nós ficamos dispersos, não nos mantemos firmes diante das dificuldades ou se não tem dificuldade de algo que aparece um tanto quanto colorido, prazeroso, do que essa busca por esse reino dos céus. E quando vemos o tempo passou, retornamos ao mundo espiritual e a gente diz: "Não é possível que eu me distraí exatamente naquele ponto. Que não sejamos nós esses que se surpreenderão pela distração que é de nossa responsabilidade." Depois ele vai dizer: "Olha, a minha edificação, ela tem uma estrutura de valor íntimo e eterno, por isso que ela demora de ser conquistada, mas será conseguida um dia." É uma mensagem de esperança que é trazida. Todos nós vamos alcançar essa condição em algum dia. Mas se a gente já sabe que essa condição é que nos aguarda, por que não nos esforçarmos para viver com ventura? Porque o medo dessa amorosidade que é apresentada. Mas Jesus aqui, mais uma vez, pelas palavras de Amélia, simplesmente diz: "Sem soberba, sem vaidade e sem se colocar numa condição de falsa superioridade", ele afirma: "Eu os antecipei estarei acima deles, reunindo os que têm
vez, pelas palavras de Amélia, simplesmente diz: "Sem soberba, sem vaidade e sem se colocar numa condição de falsa superioridade", ele afirma: "Eu os antecipei estarei acima deles, reunindo os que têm fome e sede íntimas de justiça e paz." Jesus escolhe sempre aqueles que estão com as dores da alma em evidência. E é a esses que escutam os clamores deste reino dos céus que ele se aproxima. E aí ele fala totalmente destituído de aparência externa. Que a gente possa construir esse reino internamente sem deixar que este mundo de paixões e ilusões abocanhãem os nossos anseios como espíritos que somos rumo à perfeição. >> Quem são Sadoc? Josafá e Benjamim na realidade que estamos vivendo. Quantos interesses hoje são convidativos, são provocativos que o indivíduo é capaz de deixar sua própria família. Sabemos hoje no Brasil que vários jovens no Brasil deixaram nosso país e foram paraa Ucrânia lutar na guerra. voltaram num saco preto, não voltaram vivos, morreram na guerra. Atraídos por quê? Por dinheiro. Eles lá se tornam mercenários, lutaram e foram mortos por uma mina, por um drone. A guerra moderna não é de confronto entre soldado e soldata. Isso é coisa de Primeira Guerra Mundial, da Segunda. Agora eu mando um drone que não tem ninguém à borda, onde você bomba comandando a grande distância. Mas o indivíduo vai para um interesse como esse, né? Se surge um emprego fácil, administrar uma ilha mesmo cheia de cobras, quanto é o valor? Milhares de dólares por ano, por mês, o indivíduo vai, se sujeita porque vê a oportunidade de fazer um pé de meia, depois voltar para o seu país, que é palpérimono, e ali se estabelecer como abastado comerciante, uma pessoa de recursos. para fluir a vida. E ele já tinha contado uma parábola sobre isso, né? Teve um homem que derrubou seus armazén. Vou fazer uns armazéns bem grandes porque os meus campos estão entupidos de safra. E derrubou, fez armazéns maiores, colocou tudo que podia naqueles armazéns e disse a si mesmo, talvez na frente do
n. Vou fazer uns armazéns bem grandes porque os meus campos estão entupidos de safra. E derrubou, fez armazéns maiores, colocou tudo que podia naqueles armazéns e disse a si mesmo, talvez na frente do espelho, minha alma. É porque era o corpo, era dono da alma. Eu sempre pensei que é a alma que é dono do corpo, mas aquele homem era o contrário. Minha alma descansa, repousa, regala-te. Tu tens alimento aí para o resto da vida. Deus lá de cima olhou insensato. Esta noite chamarei tua obra, meu reino e o que tens. O que estava nos armazéns ficaram para os herdeiros, senão para o estado. Quem não tem herdeiro fica pro estado. Com que ele subiu, não sei como é que ele passou na alfândega divina. Não sei como ele que ele se safou no sistema lá de cima que só aproveita o que o indivíduo é, não o que o indivíduo tem. Por isso recordo aqui Yoguin, a veneranda entidade indiana ou de tradição indiana que orientava Dr. Ésio Ferreira de Souza, de saudosa memória, essa cultura extraordinária. Ao escrever um perfácio para o seu livro Divina Presença, quatro, quatro homens se encontravam no campo quando lhe surgiu à frente uma imensa claridade, uma luz inesperada no campo. Reação dos quatro. O primeiro fugiu, viu a luz, mas fugiu, bateu medo. O segundo escondeu os olhos, tapando com o antebraço a claridade da luz. O terceiro, não vi nada. Enxerga, mas não viu a luz. O quarto, sem medo, sem receio atirou-se nela. Se é luz, é bom. Para onde é que foi esse quarto, amigo? até hoje tá sendo procurado, ainda não foi achado, mas ele deixou a sombra, ele deixou a baixeza, a inferioridade, porque reconheceu naquela bênção da luz talvez um portal, um stargate para uma dimensão que ele melhorasse enquanto pessoa humana. A gente deve ter medo, não medo, deve ter algum receio da sombra, essa noite moral que se abate sobre a terra, onde o materialismo, qual com a sua goela insaciável, dia a dia devora pessoas que até são religiosas. Estamos vivendo a plena época, já diria Arnold Toimbi, o extraordinário
e se abate sobre a terra, onde o materialismo, qual com a sua goela insaciável, dia a dia devora pessoas que até são religiosas. Estamos vivendo a plena época, já diria Arnold Toimbi, o extraordinário historiador inglês. Nós estamos vivendo a era do materialismo religioso, como é? Pois é, o discurso de alguns religiosos é eminentemente materialista e a religião, a religião em alguns lugares se tornou materialista, centrada no secular. naquilo que é do mundo, esquecendo o reino de Deus, sua misericórdia, onde tudo mais será acrescentado. Esse é um chamamento, porque Josafá, Benjamim, Sadoc podem ser tipos que estão caminhando por aí, aqui aculará com belo currículo atrás de emprego. Eles querem emprego no reino dos céus, trabalho. Deus os livre de terem trabalho, porque trabalho tem que suar, tem que cumprir horário, né? Eles querem o emprego, viver da dádiva divina. E por isso Jesus continua com o seu discurso afirmando que a seara permanece gigantesca, imensa, mas os seareiros muito poucos. Ficamos por aqui hoje, na próxima segunda-feira, capítulo 10. Asta la Vista Baby. >> O espetáculo espírita de maior sucesso a 18 anos em Cartaz. Allan Kardec, um olhar para a eternidade. Em Salvador, dias 21 e 22 de março, no Teatro Jorge Amado, abordando a codificação da doutrina espírita e a trajetória do pensador Allan Kardec. Espetáculo Allan Kardec, um olhar para a eternidade. Dias 21 e 22 de março no Teatro Jorge Amado. Ingressos à venda no Simple e no local. A Caravana Baiana da Fraternidade 2026 inicia em fevereiro a sua 28ª edição com o tema Espíritas o Livos. É um momento especial. A Federação Espírita do Estado da Bahia visitará todos os centros espíritas do nosso estado e você é o nosso convidado. Participe como caravaneiro e faça parte dessa equipe que promove a união e a confraternização da comunidade espírita do estado da Bahia. Caravana Baiana da Fraternidade, uma história de amor que aproxima.
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